Localizado a apenas 66 quilômetros de Curitiba pela icônica Estrada da Graciosa, condomínio design conta com 32 lotes implantados em uma área de 145 mil m²
Morretes vem consolidando sua posição como destino de segunda moradia para o público curitibano que busca natureza, privacidade e qualidade de vida com estrutura. Inserido nesse movimento, o Arví – Condomínio Design, desenvolvido pela Rocas Incorporadora e Montipê Arquitetura e Empreendimentos, foi apresentado em evento exclusivo na sede da Zireh Imóveis, no Batel, reunindo empresários, investidores e convidados estratégicos. Localizado às margens do Rio Nhundiaquara, uma das vias de acesso ao empreendimento se dá pela icônica Estrada da Graciosa, num trajeto de apenas 66 quilômetros de Curitiba.
Com apenas 32 lotes implantados em uma área de 140 mil m², o empreendimento combina baixa densidade, integração qualificada com a Mata Atlântica e um projeto arquitetônico concebido a partir da leitura orgânica do território, onde paisagem, implantação e permanência dialogam de forma consistente.
PERFIL DO INVESTIDOR
Para Henry Fukner, sócio-diretor da Zireh Imóveis – responsável pela comercialização do empreendimento – a consolidação de Morretes como destino imobiliário qualificado reflete uma mudança clara no comportamento do investidor de alto padrão. “O perfil da segunda moradia evoluiu. Não se trata apenas de ter um imóvel fora da cidade, mas de buscar tempo, silêncio e reconexão com a família, tudo isso agregado a conforto, segurança e serviços de alto padrão. Morretes já possui o ativo ambiental consolidado, o que se fortalece agora é a oferta estruturada”, afirma.
Segundo Fukner, o investidor está mais analítico e estratégico. “Hoje entram na equação a governança do projeto, as diretrizes de sustentabilidade, a previsibilidade de gestão e o potencial de valorização no longo prazo”, pontua.
À frente da Rocas Incorporadora, o advogado e empresário Marcelo Ciscato lidera a implantação do Arví e integra o projeto não apenas como investidor, mas também como futuro morador. “Eu acredito no Arví a ponto de construir minha casa ali. Isso demonstra a convicção que tenho no projeto. Não se trata apenas de retorno financeiro, mas de um investimento estruturado em qualidade de vida, permanência e valorização responsável”, explica.
Para Ciscato, o diferencial do empreendimento está na combinação entre preservação ambiental e planejamento consistente. “Morretes já é reconhecida pelo seu patrimônio natural e cultural. O que o Arví propõe é organizar essa experiência com regras claras, infraestrutura adequada e respeito ao território. É um desenvolvimento que cria valor sem descaracterizar o que torna a região única.”
Ele destaca ainda o momento estratégico da cidade. “Existe uma consolidação natural em curso. O investidor busca destinos próximos, com identidade e potencial de crescimento sustentável. Morretes reúne esses atributos. O Arví nasce para ocupar esse espaço com seriedade, governança e visão de longo prazo”, enfatiza.
Para o empresário, o projeto dialoga diretamente com o novo estilo de vida do público de alto padrão. “É sobre oferecer um lugar onde quem trabalha intensamente durante a semana possa desacelerar, reunir a família e viver com mais equilíbrio”, ressalta.
CONCEITO ARQUITETÔNICO
O conceito arquitetônico do Arví foi desenvolvido pela Montipê a partir da leitura orgânica da área. Os arquitetos Cristian Santus e Junior Mendes explicam que o residencial foi inspirado na simbologia da árvore da vida, presente em diversas culturas como representação de permanência e conexão com a terra. “Ao observarmos o desenho natural do terreno, a parte plana integrada à encosta preservada, entendemos que o projeto deveria nascer dessa relação”, relata.

Os lotes partem de 1,2 mil m², além da fração de bosque preservado. A proposta de ocupação permite construções de até dois pavimentos, com diretrizes arquitetônicas que asseguram harmonia estética, privacidade e integração paisagística. “O perfil não é o do luxo convencional. É de pessoas que valorizam qualidade de vida, proximidade com a natureza e liberdade construtiva com responsabilidade. A paisagem é protagonista do projeto”, complementa.
De acordo com os arquitetos, o Arví preserva 80 mil m² de Mata Atlântica permanente e adota infraestrutura subterrânea, iluminação de baixa intensidade para proteção da fauna noturna e paisagismo integrado à floresta.
As áreas comuns utilizam madeira certificada e soluções construtivas de baixo impacto ambiental, reforçando as diretrizes de sustentabilidade que orientam o empreendimento desde sua concepção até a futura gestão condominial.