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Apucarana consolida desenvolvimento e impulsiona novos investimentos em moradia

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Avanço nos indicadores de qualidade de vida fortalece mercado imobiliário e motiva novo empreendimento da Pride na cidade

Apucarana vive um momento de crescimento que vai além dos indicadores econômicos. O município tem avançado de forma consistente em qualidade de vida, infraestrutura e inclusão social, criando um ambiente favorável para novos investimentos e ampliando a demanda por moradia.

Os dados mais recentes confirmam esse cenário. Segundo o Índice de Progresso Social (IPS) 2026, Apucarana elevou sua pontuação geral de 63,15 para 64,07 pontos. O levantamento avalia aspectos como saúde, educação, segurança, moradia e meio ambiente, refletindo o impacto dos serviços públicos e da infraestrutura na vida da população.

O bom desempenho reforça um reconhecimento que a cidade já havia conquistado no ano passado, quando passou a integrar o ranking das melhores cidades do Brasil. Entre os municípios com população entre 50 mil e 200 mil habitantes, Apucarana ocupa a 7ª colocação nacional no levantamento realizado pela revista Veja Negócios em parceria com a Austin Rating, com base no Índice de Inclusão Social e Digital (IISD), que reúne 253 indicadores das áreas fiscal, econômica, social e digital.

Esse ambiente de desenvolvimento também se reflete no mercado imobiliário. À medida que a cidade amplia sua infraestrutura, fortalece a economia e gera novas oportunidades, cresce a procura por empreendimentos capazes de atender à demanda habitacional da população.

Nesse contexto, a Pride Construtora prepara o lançamento de um novo empreendimento residencial em Apucarana. A decisão dá continuidade à estratégia da empresa de investir em municípios que apresentam crescimento sustentável e forte potencial de expansão.

A escolha da cidade também é respaldada pelos resultados obtidos com a recente entrega do Residencial San Antonio, que registrou excelente desempenho comercial e confirmou a demanda local por imóveis com infraestrutura completa, localização estratégica e condições facilitadas de financiamento.

O novo residencial seguirá essa proposta, oferecendo apartamentos com áreas de lazer, plantas funcionais e acesso aos benefícios do Minha Casa, Minha Vida, programa que tem papel importante na ampliação do acesso à moradia e acompanha o crescimento urbano de cidades em expansão.

“Apucarana tem mostrado um amadurecimento consistente em infraestrutura, qualidade de vida e desenvolvimento econômico, fatores que pesam diretamente nas decisões de investimento da Pride. O sucesso do San Antonio comprovou o potencial do mercado local e mostrou que existe uma demanda sólida por empreendimentos com qualidade e condições acessíveis de aquisição. Agora, damos mais um passo na nossa atuação na cidade, contribuindo para ampliar a oferta de moradias e acompanhar esse novo momento de crescimento”, afirma Vevianne Jacques, diretora comercial da Pride

Sobre a Pride

A Pride Construtora completa 14 anos de atuação em 2026, com mais de cinco mil unidades entregues em diferentes cidades do Paraná. A empresa desenvolve empreendimentos residenciais voltados tanto para investidores quanto para famílias em busca da casa própria.

Mercado de wellness cresce acima do PIB global e redefine o setor fitness

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Recovery, recuperação muscular e experiência ganham espaço à medida que consumidores passam a investir mais em qualidade de vida

O wellness deixou de ser um nicho para se tornar uma das maiores forças econômicas do planeta. Segundo o Global Wellness Economy Monitor 2025, do Global Wellness Institute (GWI), a economia do bem-estar movimentou US$ 6,8 trilhões em 2024, registrando crescimento de 7,9% em relação ao ano anterior. A projeção é de que o setor avance, em média, 7,6% ao ano até 2029, ritmo significativamente superior ao crescimento esperado para o PIB global, estimado em 4,5% no mesmo período.

Os números refletem uma mudança de comportamento que já impacta diversos setores da economia, entre eles o fitness. Cada vez mais, os consumidores buscam soluções integradas de saúde, prevenção, recuperação física e qualidade de vida. Hoje, o wellness representa 6,12% do PIB mundial e continua ampliando sua participação na economia global.

Recovery deixa de ser exclusividade dos atletas

Dentro desse universo, alguns segmentos crescem em velocidade ainda maior. O mental wellness registrou expansão média de 12,4% ao ano entre 2019 e 2024. Já as atividades relacionadas a fontes termais e minerais estão entre as categorias com maior potencial de crescimento nos próximos anos, com projeção de expansão anual de 10%.

O avanço dessas categorias revela uma mudança importante na forma como as pessoas encaram a prática de atividade física. Recursos antes associados ao esporte de alto rendimento, como sauna, recuperação muscular e terapias voltadas ao descanso físico, passaram a fazer parte da rotina de praticantes comuns. A recuperação deixou de ser vista como complemento e passou a ser entendida como uma etapa essencial para o desempenho, a prevenção de lesões e a manutenção de hábitos saudáveis.

É nesse contexto que as academias começam a reformular seus modelos de operação. Mais do que oferecer equipamentos modernos, o setor passa a investir em experiências capazes de integrar treino, recuperação e bem-estar em um mesmo ambiente.

Force One adiciona um novo espaço wellness como estratégia de crescimento

A Force One, rede própria de academias fundada em Cianorte, no Paraná, é uma das empresas que vêm acompanhando essa transformação. Presente nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, a marca inaugura uma nova unidade em Araçatuba com uma área exclusiva de Recovery, equipada com sauna, cadeiras massageadoras e macas com pistolas de massagem.

O espaço também contará com a Glutezone, ambiente dedicado ao treinamento específico de glúteos, seguindo outra tendência observada no setor: a busca por treinos mais personalizados e alinhados aos objetivos individuais dos alunos.

“Não estamos seguindo uma moda. Estamos acompanhando uma transformação que já aparece nos números e no comportamento dos consumidores. As pessoas não querem apenas treinar. Elas querem cuidar da saúde de forma completa, conciliando performance, recuperação e qualidade de vida. Recovery é uma consequência natural dessa mudança”, afirma Renan Pedroche, fundador e CEO da Force One.

Brasil ainda tem amplo potencial de crescimento

O mercado brasileiro também apresenta espaço relevante para expansão. De acordo com o HFA Global Report 2025, elaborado com dados da ACAD Brasil e do Conselho Federal de Educação Física (CONFEF), o país contava com 41.332 academias ativas e 13,65 milhões de alunos matriculados em 2025. A penetração do setor alcançou 7% da população, o dobro do registrado em 2019.

Apesar do avanço, o índice ainda permanece distante de mercados mais maduros. Nos Estados Unidos, a penetração chega a 24,9% da população, enquanto no Reino Unido alcança 16,9%.

Para Pedroche, o crescimento do setor dependerá cada vez mais da capacidade das academias de compreender as novas demandas dos consumidores.

“O Brasil ainda tem muito espaço para crescer. Mas a próxima etapa não será apenas abrir mais academias. Será oferecer experiências mais completas. O consumidor passou a valorizar ambientes que cuidam da saúde de forma integral, e é nessa direção que estamos construindo a Force One”, conclui.

Sobre a Force One

Fundada em 2016, em Cianorte, no interior do Paraná, a Force One soma atualmente 22 unidades distribuídas entre Paraná, Santa Catarina e São Paulo. A rede atua com foco em tecnologia, performance e bem-estar, oferecendo uma proposta que integra treino, recuperação física e qualidade de vida em uma experiência completa para seus alunos.

Conselho de Biomedicina trabalha pela valorização e inclusão dos profissionais em concursos nos municípios paranaenses

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Conselho de Biomedicina trabalha pela valorização e inclusão dos profissionais em concursos nos municípios paranaenses

Autarquia celebra inclusões inéditas na SESA e em Ponta Grossa, enquanto percorre o estado para expandir a presença da categoria na saúde pública

Com o objetivo de debater a inclusão do cargo de biomédico nos próximos concursos públicos locais os diretores do Conselho Regional de Biomedicina do Paraná 6ª Região (CRBM6) iniciaram uma série de visitas estratégicas a lideranças de saúde em diversos municípios paranaenses.

A iniciativa busca apresentar as contribuições fundamentais da categoria para a saúde coletiva, além de pautar a valorização profissional e o fortalecimento dos serviços prestados diretamente à comunidade.

A Autarquia Federal, com jurisdição no Paraná, representa mais de 7.700 biomédicos habilitados, que atuam em mais de 30 áreas da saúde. O papel do profissional de biomedicina tem se mostrado estratégico dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), com intervenções cruciais em setores de diagnóstico laboratorial, vigilância epidemiológica, pesquisa científica, inovação tecnológica e gestão hospitalar, impactando positivamente a eficiência do atendimento público.

“Os resultados da ação já são sentidos com a inclusão em concursos da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (SESA) e no recém aberto concurso para o município de Ponta Grossa, nos Campos Gerais”, explica a presidente do CRBM6, biomédica Daiane Pereira Camacho.

Precedente histórico no funcionalismo estadual

O movimento de interiorização do CRBM6 ganhou força impulsionado por vitórias recentes e inéditas na esfera estadual. Pela primeira vez na história, a carreira foi integrada ao quadro oficial da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (SESA). A oportunidade foi consolidada por meio do certame organizado pela Fundação Fafipa (Edital nº 265/2025), que disponibilizou vagas destinadas à função de Promotor de Saúde Profissional, sob o regime estatutário.

As vagas foram distribuídas entre as Macrorregionais de Saúde do Estado, abrangendo níveis técnico e superior, com remunerações iniciais estabelecidas entre R$ 4.231,60 e R$ 7.616,88. O avanço administrativo foi respaldado pela sanção da Lei nº 21.356 pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, que formalizou a inserção da biomedicina na estrutura de carreiras do funcionalismo público estadual.

“Essa legislação inseriu o biomédico nos quadros públicos do Paraná, uma demanda que nossa classe reivindicava há anos. Foi uma jornada longa. Essa vitória ficou marcada na história da biomedicina paranaense, demonstrando a união, o diálogo e a garra do Conselho em prol do reconhecimento do trabalho na ciência, no ensino, na pesquisa e na extensão”, explica a biomédica e presidente do CRBM6, Daiane Pereira Camacho.

Vagas em macrorregionais e concurso em Ponta Grossa

A descentralização das vagas nas macrorregionais do Paraná comprova a relevância técnica dos biomédicos para compor as equipes multiprofissionais do SUS.

Outra marca recente alcançada pela categoria foi a inclusão do cargo no Concurso Público da Prefeitura de Ponta Grossa (Edital nº 003/2026), com vencimentos que alcançam R$ 4.654,05 e período de inscrições ativo até o dia 10 de agosto de 2026.

Metas para o futuro da biomedicina paranaense

A liderança do CRBM6 reforça que o trabalho de articulação política e institucional persistirá até que a assistência biomédica esteja universalizada na rede pública paranaense. A intenção é transformar as recentes conquistas em uma política contínua de contratação que beneficie tanto a comunidade acadêmica e profissional, quanto a população dependente dos serviços de saúde.

“Queremos biomédicos atuando nos 399 municípios do estado e continuaremos trabalhando com afinco para que isso se concretize. Além de expandir o mercado de trabalho, essas conquistas fixam marcos essenciais para os próximos concursos municipais no Paraná, atestando a capacidade científica e estratégica do biomédico na saúde pública”, complementa a presidente do CRBM6, Daiane Pereira Camacho.

Sobre o CRBM6

O Conselho Regional de Biomedicina do Paraná 6ª Região (CRBM6) é uma Autarquia Federal com jurisdição no Estado do Paraná.

A entidade é formada por 7.730 profissionais. A sede fica em Curitiba e as delegacias regionais estão em Campo Mourão, Cascavel, Foz do Iguaçu, Londrina, Maringá, União da Vitória, Guarapuava, Umuarama, Guaíra, Ponta Grossa e Paranavaí.

Os biomédicos atuam em mais de 30 atividades ligadas à saúde tais como acupuntura, análises clínicas e ambientais, bromatológicas [avalia a qualidade dos alimentos], auditoria, banco de sangue, biofísica, biologia molecular, bioquímica, citologia oncótica, embriologia, estética, farmacologia, fisiologia, genética, hematologia, histologia, imunologia, imagenologia, informática da saúde, microbiologia, microbiologia de alimentos, monitoramento neurofisiológico transoperatório, parasitologia, patologia, perfusão, psicobiologia, radiologia, reprodução humana, sanitarista, saúde pública, toxicologia, virologia e outras áreas.

Jornada Davipan fortalece empreendedorismo na panificação, confeitaria e gelados comestíveis

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Evento reuniu especialistas, empresários e empreendedores no Museu Oscar Niemeyer para discutir tendências, inovação, marketing, gestão e comportamento empreendedor nos segmentos de panificação, confeitaria e gelados comestíveis

Os brigadeiros mudaram a vida da curitibana Kelly Ferreira. O que começou em 2018 como uma alternativa para complementar a renda da família cresceu rapidamente e, em apenas seis meses, passou a gerar uma receita superior ao salário do marido, que deixou o emprego para se dedicar integralmente ao negócio. Hoje, a história da fundadora da Kelly Brigadeiros inspira outros empreendedores e simboliza um dos principais propósitos da primeira edição da Jornada Davipan: mostrar que conhecimento, planejamento e inovação podem transformar pequenas empresas.

“Ninguém da minha família trabalhava com gastronomia. Começamos do zero e somos a prova de que dedicação pode mudar o rumo da vida das pessoas. Dizemos que os brigadeiros foram um presente de Deus”, contou Kelly durante o talk show realizado no segundo dia da programação, ao lado da confeiteira Tathi Fabulosa e da sócia da Davipan, Fátima Yae.

Realizada na última semana, no Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba, a Jornada reuniu especialistas, chefs, consultores e empresários para discutir os desafios e as oportunidades dos mercados de panificação, confeitaria e gelados comestíveis. Mais do que um evento, a iniciativa sintetiza a experiência construída pela Davipan ao longo de anos em seu Centro de Treinamento, criado para apoiar o desenvolvimento dos clientes, oferecer capacitação permanente e fortalecer pequenos e médios negócios em um mercado cada vez mais competitivo.

“Nosso propósito sempre foi ir além da venda de produtos. Queremos ser parceiros dos nossos clientes, entender seus desafios, compartilhar conhecimento e contribuir para que seus negócios cresçam de forma sustentável. A Jornada é uma extensão desse trabalho que realizamos diariamente em nosso Centro de Treinamento”, afirma Fátima Yae, sócia da Davipan e idealizadora da iniciativa.

Tendências apontam um novo mercado para os gelados comestíveis

O primeiro dia da Jornada foi dedicado ao mercado de sorvetes, segmento que movimenta mais de R$ 14 bilhões por ano no Brasil e reúne cerca de 11 mil empresas. Durante o Fórum 360, promovido pela DR Aromas e Ingredientes em parceria com a Selecta Specialità, especialistas apresentaram pesquisas que mostram uma transformação no comportamento do consumidor e apontaram caminhos para um setor que pode crescer até 50% até 2033.

Dados da pesquisa Mintel/Kantar revelaram que ingredientes clean label (rótulos limpos), produtos funcionais e opções enriquecidas com proteína estão entre os atributos mais valorizados pelos consumidores. O conceito de indulgência permissiva — consumir sobremesas mais equilibradas, sem abrir mão do sabor — foi apresentado como uma das principais tendências do movimento wellness.

“Hoje a saudabilidade ganhou protagonismo. Os consumidores querem saúde com sabor no mesmo alimento. A indulgência permissiva é a nova tendência de mercado”, destacou Alessandra Carneiro, gerente de marketing de sorvetes da DR Aromas e Ingredientes.

O mestre sorveteiro Vagner Paulo Ribeiro mostrou como a indústria tem respondido a essa demanda com o desenvolvimento de ingredientes capazes de reduzir gordura e melhorar o perfil nutricional dos produtos, enquanto o especialista Eduardo Coutinho apresentou tendências de consumo da Geração Z, ressaltando a importância de equilibrar sabores clássicos com novidades capazes de gerar experiências visuais e sensoriais.

Outro tema de destaque foi a busca por alternativas para reduzir a sazonalidade das vendas. Estratégias como sobremesas específicas para o inverno, harmonizações com cafés e vinhos, além da oferta de embalagens menores, alinhadas ao fenômeno da snackfication, foram apresentadas como oportunidades para ampliar o consumo durante todo o ano.

Marketing, posicionamento e empreendedorismo feminino

Se o primeiro dia mostrou para onde o mercado está caminhando, o segundo concentrou-se em como os empreendedores podem acompanhar essa transformação.

Durante o Davipan Com Elas, iniciativa criada para fortalecer o empreendedorismo feminino, a confeiteira Tathi Fabulosa compartilhou mais de duas décadas de experiência no setor e destacou que produzir bem já não é suficiente para garantir competitividade.

Segundo ela, conhecer a persona, definir corretamente os preços, comunicar os diferenciais da marca, mostrar os bastidores nas redes sociais e manter a disposição para testar novos produtos são atitudes essenciais para transformar uma confeitaria em um negócio sustentável.

A programação também contou com a participação do consultor Tiago Aguiar, do Sebrae/PR, que apresentou estratégias de marketing digital voltadas aos pequenos negócios. Entre as principais recomendações estiveram a atualização constante do perfil da empresa no Google, o uso de palavras-chave, a publicação de fotos e vídeos e o cuidado com as avaliações deixadas pelos consumidores.

“Quem não está no Google perde competitividade. Hoje, boa parte das decisões de compra começa nas plataformas de busca, e a reputação digital passou a ser um diferencial importante para qualquer empresa”, explicou Aguiar.

Aulas show encantaram a plateia

A programação da Jornada Davipan também contou com diversas aulas show nas áreas de panificação e confeitaria. Um dos nomes do evento foi Eduardo Beltrame, Chef de cozinha, confeiteiro e consultor gastronômico. Ele é especialista em panificação e confeitaria, com trajetória reconhecida nacional e internacionalmente. Representou o Brasil em importantes competições mundiais, é professor de gastronomia e compartilha há mais de 30 anos sua experiência na formação de profissionais do setor.

Na ocasião, além de mostrar os segredos na produção do brownie com sorvete, encantou a plateia com dicas sobre o empreendedorismo no mundo da confeitaria. “Ele falou sobre posicionamento e trouxe vários insights. A Jornada foi um momento de olhar para o nosso negócio, entender como podemos expandir. Eu me apaixonei pelas receitas de gelato nestes três dias e quero ingressar nesta área daqui para a frente”, aponta Priscila Cacilda, Cake designer.

Diferenciação como estratégia de crescimento

No terceiro e último dia, o foco esteve no comportamento empreendedor e na gestão dos negócios.

Em palestra conduzida pelo consultor André Furtini, do Sebrae/PR, os participantes foram convidados a refletir sobre como pequenas atitudes podem gerar grandes diferenciais competitivos. Utilizando exemplos de empreendedores que conquistaram clientes por meio do atendimento, da organização, da experiência de compra e do cuidado com os detalhes, o especialista demonstrou que inovação nem sempre significa criar um novo produto, mas oferecer mais valor ao consumidor.

O consultor também reforçou a importância de preparar equipes para atender bem, transformar feedbacks em oportunidades de melhoria, responder às objeções dos clientes e estabelecer metas permanentes para o crescimento do negócio.

Um legado que continua além da Jornada

Ao longo dos três dias, a Jornada Davipan reuniu palestras, demonstrações técnicas, degustações, networking e oportunidades de negócios, consolidando um modelo que une conteúdo técnico, relacionamento e desenvolvimento empresarial.

Para Fátima Yae, a receptividade dos participantes confirma que o setor busca cada vez mais espaços de atualização profissional e troca de experiências.

“Acreditamos que negócios fortes são construídos por pessoas bem-preparadas e por relações de confiança. Quando compartilhamos conhecimento, criamos conexões e ajudamos nossos clientes a crescer, fortalecendo todo o setor. Esse é o propósito que orienta nosso Centro de Treinamento, a Jornada Davipan e todas as iniciativas que desenvolvemos ao longo do ano”, conclui.

Cultura organizacional impulsiona engajamento de 91% e rende selo Top Corporate Culture à Construtora Pride

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Pesquisa de clima mostra evolução consistente em liderança, bem-estar e identificação com os valores da empresa; certificação valida maturidade cultural da companhia

Em um momento em que o engajamento dos profissionais se tornou um dos principais desafios das organizações, a Construtora Pride registra indicadores que colocam sua cultura organizacional como um diferencial estratégico para o crescimento do negócio. A mais recente Pesquisa de Clima da empresa apontou índice de engajamento de 91% entre os colaboradores — resultado que vem se mantendo em patamar elevado desde o início do monitoramento realizado pela companhia, há três anos. O desempenho foi reconhecido externamente: a Pride recebeu o selo Top Corporate Culture, concedido pela Kultua, peopletech responsável pela aplicação da pesquisa e especializada em diagnósticos de cultura organizacional e gestão de mudanças. 

O reconhecimento é baseado no Índice de Consistência e Maturidade Cultural (ICMC™), metodologia proprietária que combina análise qualitativa, métricas quantitativas e avaliação da autenticidade cultural na implementação das transformações organizacionais. O selo é concedido a empresas que demonstram elevado nível de consistência e maturidade cultural — validando não apenas os números, mas a capacidade de transformar cultura em prática, processos e resultados concretos. Para obter a certificação, a Pride atingiu desempenho positivo em todos os pilares avaliados, destacando-se pela aderência entre discurso e prática, por padrões comportamentais autênticos, pela governança ativa da mudança e pela evolução cultural mensurável ao longo do tempo. 

O dado ganha relevância diante do cenário observado globalmente. Segundo levantamento da Gallup, apenas 20% dos trabalhadores no mundo estão efetivamente engajados em suas atividades profissionais. A consultoria também aponta que equipes mais engajadas apresentam melhores indicadores de produtividade, rentabilidade e retenção de talentos. Nesse contexto, o resultado alcançado pela Pride evidencia uma realidade bastante distinta da média observada no mercado.

A pesquisa começou a ser aplicada em outubro de 2023 para medir a percepção dos colaboradores e orientar ações relacionadas à gestão de pessoas. Desde então, a construtora realizou quatro edições do levantamento, construindo uma base consistente para acompanhar a evolução da experiência dos profissionais. 

Entre os principais avanços observados está o crescimento do engajamento, que passou de 87% para 91%. Outro destaque é a evolução da avaliação das lideranças. O índice de favorabilidade do eNPS de liderança — métrica que mede o quanto os colaboradores recomendariam seus gestores como líderes para trabalhar — avançou de 40% para 70%. Na prática, isso significa que 89% dos colaboradores atribuem notas entre 8 e 10 para seus líderes, demonstrando uma forte conexão entre liderança e cultura organizacional. 

“O acompanhamento contínuo da pesquisa nos permitiu entender com clareza onde precisávamos investir energia e quais aspectos da experiência dos colaboradores exigiam atenção. Mais do que medir indicadores, buscamos transformar os resultados em ações concretas”, afirma Thays Lysko, gerente de Gente e Gestão da Pride. 

Outro indicador que apresentou evolução foi o de bem-estar, que passou de 77% para 83%. O resultado ganha importância em um período em que as empresas ampliam o olhar sobre saúde mental e fatores psicossociais relacionados ao ambiente de trabalho. 

A consolidação da cultura organizacional também aparece nos resultados. Atualmente, 88% dos colaboradores percebem seus líderes como exemplos da vivência dos valores da empresa. Além disso, a favorabilidade relacionada às dimensões culturais alcançou 78%. De forma espontânea, os colaboradores apontam características como foco em evolução contínua e compromisso com resultados como marcas da organização. Como consequência, a positividade em relação à cultura corporativa chegou a 93%. 

Segundo Thays, os indicadores refletem um trabalho estruturado a partir de um código de cultura construído para orientar comportamentos e decisões no dia a dia. “Nosso objetivo nunca foi criar um documento institucional. Construímos um código que traduz quem somos, como trabalhamos e quais comportamentos valorizamos. Os resultados mostram que esses princípios são percebidos e vividos pelas equipes”, afirma. 

A relação entre cultura e desempenho também é respaldada por estudos da Great Place to Work. De acordo com a organização, empresas que desenvolvem ambientes de alta confiança apresentam maior capacidade de inovação, menor rotatividade e desempenho financeiro superior ao de seus concorrentes. 

Para a executiva, esse é justamente o próximo passo da discussão sobre cultura organizacional. “Quando existe alinhamento entre valores, liderança e propósito, a empresa reduz atritos, aumenta a eficiência e cria condições para crescer de forma sustentável. A cultura deixa de ser apenas um indicador de clima e passa a ser uma vantagem competitiva concreta”, conclui. 

A governança como fonte de vantagem competitiva para as empresas

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Por Wolney Pereira

Vantagem competitiva é definida como a capacidade de uma empresa em alcançar resultados superiores à média do mercado como também gerar e entregar valor para seus clientes ao longo do tempo. Durante anos, entendia-se que essa vantagem era construída principalmente por meio de fatores como qualidade, inovação, tecnologia e escala. Na atualidade, outros fatores como gestão de riscos, visão de longo prazo e capacidade de adaptação são considerados igualmente importantes. Nesse contexto, a governança corporativa passa a assumir um papel estratégico altamente relevante para as empresas.

Em um ambiente mercadológico cada vez mais complexo e competitivo, adotar boas práticas de práticas de governança proporciona às empresas criar valor sustentável e assegurar sua continuidade. De uma forma objetiva, os mecanismos de governança contribuem com elementos intangíveis para a competitividade das empresas, pois ao cumprir sua função primordial de direcionar, monitorar e avaliar as empresas, melhora com isso a assertividade das decisões ao estabelecer processos claros e fóruns estruturados de tomada de decisão estratégica.

A gestão de riscos desenvolvida por organizações que adotam modelos de governança corporativa também pode ser considerada como uma fonte de vantagem competitiva valiosa. Empresas que constituem políticas organizacionais robustas e bem estruturadas, orientadas ao direcionamento da gestão, controle interno e monitoramento de compliance estão certamente mais ajustadas para antecipar riscos, reagir rapidamente e de forma positiva às oscilações do mercado.

Da mesma maneira, a adoção de boas práticas de governança contribui para o aumento do nível de confiança inspirado pela empresa em seu ambiente de atuação. Investidores, clientes e fornecedores tendem a priorizar relacionamento com empresas que tem maior nível de organização interna e que demonstram compromisso com a transparência nas relações. Diante disso, a confiança gerada pelas empresas que contam com um sistema de governança instituído permite maior acesso ao capital e fortalece o posicionamento da marca, promovendo seu crescimento sustentável.

Em resumo, a governança constitui uma valiosa fonte de vantagem competitiva porque qualifica a tomada de decisão estratégica, atua sistematicamente para mitigar riscos corporativos, fortalece a reputação organizacional por meio do aumento da confiança pelos stakeholders, atraindo com isso investidores e parceiros estratégicos. Vale ressaltar que empresas que possuem uma cultura organizacional baseada nos princípios de governança contam com um excelente recurso intangível que as coloca em posição estratégica superior, torna-as mais competitivas e preparadas para promover de maneira sustentável a longevidade do negócio.

Wolney Pereira, profissional com mais de 25 anos de experiência em cargos de liderança em empresas nacionais e multinacionais, é especialista em estratégia de negócios em fusões e aquisições, conselheiro certificado pela Fundação Dom Cabral , Diretor Financeiro da Confraria de_ Conselheiros e Governança e Sócio fundador da_ Corporatio Governança & Sucessão_

Férias de julho: entenda o que é direito e como evitar conflitos no trabalho

Recesso escolar aumenta dúvidas sobre concessão de férias nas empresas, mas CLT estabelece datas, fracionamento, prazos e pagamento

Com a chegada de julho e do recesso escolar, muitos trabalhadores buscam conciliar o período de descanso dos filhos com as próprias férias. A situação, comum nas empresas, costuma gerar dúvidas: o empregador é obrigado a conceder férias quando o colaborador pede? E o colaborador com filhos tem prioridade? É possível dividir os dias de descanso? Quem escolhe a data?
Natalia Guazelli, advogada corporativa, integrante da Comissão do Trabalho da OAB-PR, explica que a principal confusão está em associar automaticamente as férias escolares ao direito de o empregado tirar férias no mesmo período.
“A legislação trabalhista não prevê que todo empregado com filhos em idade escolar tenha direito automático às férias em julho. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) garante essa coincidência ao empregado estudante menor de 18 anos. Para os demais casos, o ideal é que empresa e trabalhador construam um planejamento prévio, com diálogo e organização”, explica.
Pela CLT, a definição do período de férias deve observar o interesse do empregador, responsável por organizar a operação da empresa. Isso não impede, no entanto, que o trabalhador manifeste sua preferência e que a empresa adote critérios internos de rodízio, prioridade ou negociação, especialmente em períodos mais disputados, como julho, dezembro e janeiro.
“Embora a empresa tenha a prerrogativa legal de definir o melhor período para a concessão, férias não devem ser tratadas apenas como uma decisão administrativa. Quando há previsibilidade, transparência e critérios claros, o tema deixa de ser um ponto de conflito e passa a ser uma prática de boa gestão”, afirma Natalia.
Outro ponto que gera dúvidas é o fracionamento. Desde a Reforma Trabalhista, as férias podem ser divididas em até três períodos, desde que haja concordância do empregado. Um dos períodos deve ter, no mínimo, 14 dias corridos, e os demais não podem ser inferiores a cinco dias corridos cada. A lei também impede que as férias comecem nos dois dias que antecedem feriado ou repouso semanal remunerado.
Na prática, o fracionamento pode ajudar empresas e empregados a encontrarem soluções mais adequadas à rotina familiar e à necessidade operacional. Um trabalhador, por exemplo, pode usar parte das férias em julho e reservar outro período para o fim do ano, desde que a divisão respeite a lei e seja aceita pelas partes.
“A flexibilidade existe, mas precisa seguir os limites legais. Dividir férias não pode ser uma imposição unilateral nem uma forma de esvaziar o direito ao descanso. O fracionamento deve atender à organização da empresa sem comprometer a finalidade das férias, que é a recuperação física e mental do trabalhador”, destaca a advogada.
A CLT também prevê que a concessão das férias deve ser comunicada por escrito ao empregado com antecedência mínima de 30 dias. Já o pagamento da remuneração de férias, acrescida do terço constitucional, deve ser feito até dois dias antes do início do período de descanso.
Para a especialista, muitos conflitos surgem não por desconhecimento total da lei, mas pela falta de planejamento. “O empregado não deve deixar o pedido para a última hora, principalmente quando busca períodos concorridos. Do outro lado, a empresa precisa comunicar com antecedência, respeitar prazos e manter critérios coerentes. A previsibilidade protege a operação e também a relação de confiança”, pontua.
Outro motivo de dúvida comum envolve a chamada “venda” de férias. O trabalhador pode converter até um terço do período em abono pecuniário, mas esse pedido deve ser feito dentro do prazo legal. A decisão de vender parte das férias é do empregado, não podendo ser imposta pela empresa.
Para Natalia Guazelli, julho é uma boa oportunidade para empresas revisarem suas práticas internas. “A lei estabelece o mínimo necessário para organizar a concessão das férias. Mas a qualidade da relação de trabalho depende de como esse processo é conduzido. Políticas claras, comunicação antecipada e sensibilidade com situações familiares reduzem ruídos e fortalecem o ambiente corporativo”, conclui.

Sobre Natalia Guazelli
Natalia Guazelli é sócia-proprietária do escritório Guazelli Advocacia, destacando-se por sua abordagem estratégica e profundo conhecimento em direito empresarial e corporativo. Com mais de 14 anos de experiência, sua especialização em compliance e prevenção de riscos tem orientado diversas empresas a alcançar uma gestão mais consciente e responsável. Seu comprometimento é equilibrar os interesses das empresas para promover ambientes de trabalho justos e inclusivos é refletido na sua capacidade de desenvolver soluções jurídicas, que não apenas atendem exigências legais, mas também contribuem para a sustentabilidade e prosperidade das organizações a longo prazo. Natalia Guazelli participa da Comissão de Direito do Trabalho e da Comissão de Direito Sistêmico da OAB/PR, na qual aplica sua expertise para explorar e integrar novas perspectivas ao manejo de conflitos corporativos. Sua abordagem inovadora no uso do Direito Sistêmico reflete um esforço contínuo em adaptar práticas legais aos desafios contemporâneos das relações corporativas, fortalecendo, assim, a cultura de respeito mútuo e compreensão entre as partes.

Opinião: Combater o bullying é educar para a convivência

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Michelle Norberto Martins* e Sheila da Silva Martins**

Uma pesquisa do IBGE feita em 2026 afirma que quatro em cada dez estudantes brasileiros de 13 a 17 anos afirmam já ter sido alvos de bullying, e 27,2% dos alunos nessa faixa etária já sofreram alguma forma de ofensa duas ou mais vezes. Os debates sobre bullying, no entanto, não podem se limitar aos atos de intimidação em si. É necessário ampliar esse escopo, incluindo relações interpessoais, pertencimento, empatia, limites e, talvez, sobretudo, a responsabilidade coletiva de construir ambientes em que o respeito seja um valor inegociável.

Uma escola é, por essência, um espaço de formação integral. Nela, crianças e adolescentes aprendem conteúdos acadêmicos relevantes para seu desenvolvimento intelectual, mas também constroem sua forma de conviver, de lidar com frustrações, de reconhecer diferenças e de se posicionar diante do outro. Ignorar essa dimensão é reduzir o papel da educação a conteúdos programáticos.

Nesse contexto, a Orientação Educacional ocupa um lugar essencial. Seu papel não se restringe à intervenção diante de casos já instalados, mas também é indispensável na escuta, na mediação, no acompanhamento e na promoção de estratégias que favoreçam relações mais saudáveis no ambiente escolar. É nesse ponto que reside sua força.

Não podemos nos esquecer de que a prevenção não é complementar, mas central no processo de construção de uma escola mais humana. Esse processo acontece quando a escola não banaliza comportamentos ofensivos e assume, de forma intencional, a tarefa de conscientizar para o respeito. Ações de convivência, rodas de conversa, desenvolvimento socioemocional e diálogo constante com os estudantes não são acessórios, são caminhos para reduzir violências e fortalecer vínculos.

Quando a escola atua de forma clara e coerente na construção de uma cultura de respeito, ela não apenas intervém em casos de violência, mas também reduz as condições que permitem que essas práticas sigam se repetindo. Nesse cenário, a escuta ativa do orientador educacional é fundamental, pois muitas das demandas dos estudantes estão relacionadas a aspectos emocionais que nem sempre são expressos de forma direta. Um olhar atento, cuidadoso e acolhedor permite que o estudante se sinta seguro para se expressar e fortalece vínculos de confiança no ambiente escolar. Trata-se, portanto, de um trabalho que exige constância, atenção e corresponsabilidade.

Muitas vezes, o sofrimento de quem é alvo não aparece imediatamente em palavras. Ele se manifesta, pelo contrário, em silêncios, ausências, inseguranças, mudanças de comportamento e queda no rendimento. Por isso, atitudes agressivas não podem ser relativizadas como “brincadeiras” ou “coisas da idade”. É preciso reconhecer esses sinais com seriedade e agir de maneira cuidadosa e responsável.

Em tempos marcados pela intensa presença dos estudantes no ambiente digital, esse desafio cresce. O cyberbullying prolonga humilhações, amplia exposições e exige da escola e das famílias ainda mais atenção. Educar para a convivência, hoje, também significa orientar para o uso responsável da tecnologia, para o cuidado com a palavra e para a compreensão de que a violência virtual também produz sofrimento real.

Além disso, o cyberbullying apresenta um agravante importante: sua capacidade de ultrapassar o tempo e o espaço da escola. Enquanto a violência presencial muitas vezes se restringe a um grupo ou a um momento específico, no ambiente virtual a exposição pode se espalhar rapidamente, atingir um número maior de pessoas e permanecer circulando por mais tempo, intensificando o sofrimento de quem é alvo. Essas formas de violência comprometem a autoestima, o senso de pertencimento e a segurança emocional dos estudantes. Por isso, o enfrentamento ao cyberbullying exige orientação contínua e ações educativas que ajudem crianças e adolescentes a compreender que o uso da tecnologia também deve ser guiado por ética, responsabilidade e respeito.

A parceria com as famílias também é indispensável. Quando a escola e os responsáveis compartilham valores, alinham orientações e mantêm canais de diálogo abertos, os estudantes percebem que há uma rede de adultos comprometida com sua formação e proteção. 

Enfrentar o bullying e o cyberbullying é não permitir que a dor do outro seja invisibilizada e assumir que a convivência ética e respeitosa é também uma aprendizagem. Essa reflexão reforça um ponto central: a escola não pode apenas reagir à violência, ela precisa ter o propósito de formar, desde o princípio, relações mais éticas, conscientes e respeitosas.

É necessário reafirmar um compromisso: o de uma escola que educa para a convivência. Uma escola que escuta, intervém, orienta e cuida. Uma escola que entende que toda forma de humilhação precisa ser enfrentada com seriedade e que cada estudante tem o direito de aprender e se desenvolver em um ambiente de segurança e respeito.

*Michelle Norberto Martins é coordenadora da Orientação Educacional no Centro de Inovação Pedagógica, Pesquisa e Desenvolvimento (CIPP) dos colégios da Rede Positivo.

**Sheila da Silva Martins é especialista em Orientação Educacional no Centro de Inovação Pedagógica, Pesquisa e Desenvolvimento (CIPP) dos colégios da Rede Positivo.

Assadores renomados integram equipe do ASSAFEST, maior festival de costela fogo de chão do país

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Convidados são selecionados com base na experiência, na capacidade técnica e no histórico de participação em eventos de grande porte

Preparar um churrasco para a família e os amigos já exige planejamento. Agora, imagine assar 26 toneladas de carne para mais de 45 mil pessoas. Um desafio em outra escala. Essa é a ideia central da segunda edição do ASSAFEST — Festival Nacional do Assado, evento realizado pela EVENPAR Produções e Eventos Culturais, que pretende consolidar Curitiba como referência nacional na valorização da cultura do churrasco.

Para assegurar a qualidade, a agilidade e a quebra do recorde mundial com o preparo simultâneo de mais de mil costelas assadas no sistema de fogo de chão, o festival contará com a presença de assadores experientes, com experiência comprovada em eventos de grande porte e capacidade técnica para a realização do festival, integrando a coordenação técnica responsável pela execução do preparo simultâneo das costelas.

Entre os nomes confirmados estão:

  • Edson Batista Barbosa, de Londrina (PR), especialista em grandes eventos gastronômicos, como o festival itinerante Churrasco on Fire, da dupla Fernando & Sorocaba;
  • Paulo Picanha, gaúcho natural de Ibirubá (RS), também conhecido como Doutor Picanha, é referência no preparo da costela fogo de chão. Recentemente, participou da Festa do Trabalhador, em Cascavel, onde foram assadas aproximadamente 18 toneladas de carne;
  • Douglas Pulpero, de Curitiba (PR), assador e especialista em carnes, que atua na valorização da tradição do churrasco brasileiro e da cultura campeira. Participa de festivais gastronômicos e eventos de grande porte, incluindo o Churrasco On Fire e o festival A Maior das Gauchadas, no qual coordenou o preparo de um boi inteiro assado e de cortes especiais, como brisket, cordeiro patagônico e porco à paraguaia;
  • João Paulo Souza, de Paranavaí (PR),  assador profissional com foco em eventos corporativos, confraternizações, festas particulares e aniversários;
  • Valdinei Santos, de Pitanga (PR), assador e mestre parrilleiro, com atuação em eventos corporativos para multinacionais e em festivais.
  • Reinaldo Rey, de São Paulo (SP), chef especialista em churrasco de fogo de chão, CEO do ASSAFEST, idealizador e coordenador técnico do festival, voltado à valorização da cultura tropeira e das tradições do assado brasileiro;
  • e os chefs William R. Lima, Fábio Cruz, Danilo Agostinho do Nascimento, Guilherme Gomes, Raphael Rufato e Eduardo Silveira.

Embora a tentativa de recorde seja um dos principais atrativos do evento, Rey destaca que ela faz parte de um projeto mais amplo. “A tentativa de recorde é consequência de um propósito maior. Queremos resgatar a tradição tropeira e valorizar a costela fogo de chão como um dos principais símbolos dessa cultura”, afirma. O festival será realizado em 15 de novembro, em Curitiba (PR).

Sobre o ASSAFEST

Em sua segunda edição, o festival reúne gastronomia típica, atrações culturais e experiências imersivas em um grande encontro aberto ao público. Com expectativa de 45 mil pessoas, o evento prevê o preparo de cerca de 26 toneladas de carne, incluindo uma tentativa de recorde mundial com mais de mil costelas assadas simultaneamente no fogo de chão. A programação também inclui apresentações culturais, shows e o maior espetáculo de drones da América Latina, com 1.500 unidades sincronizadas. Realizado com apoio da Lei Rouanet (PRONAC 261343), o ASSAFEST busca valorizar a identidade cultural paranaense e posicionar Curitiba como referência em grandes festivais gastronômicos e culturais do país. Mais informações sobre o 2º ASSAFEST – Festival Nacional do Assado, programação, atrações confirmadas e novidades podem ser acompanhadas no site oficial do evento: www.assafest.com.

All Wert aposta em Curitiba para ampliar presença no mercado de alto padrão e apresenta resort residencial de 220 hectares em Porto Belo

Parceria com a Zireh conecta empreendimento catarinense ao público de alta renda da capital paranaense, em um momento de expansão do mercado de segunda residência no Sul do Brasil

A incorporadora All Wert escolheu Curitiba como um dos principais mercados para impulsionar as vendas de seu mais novo empreendimento em Porto Belo (SC), um resort residencial de alto padrão que une esporte, lazer, bem-estar e infraestrutura de serviços em um único complexo. A estratégia passa por uma parceria com a imobiliária boutique Zireh, reconhecida pela atuação no segmento premium e pelo relacionamento com investidores e compradores de alto poder aquisitivo.

Com 220 hectares de área, o projeto foi concebido como um condomínio fechado dividido em quatro territórios integrados, cada um deles tendo uma modalidade esportiva como protagonista. Entre os destaques estão um campo de golfe — que abriga o primeiro campo iluminado da América Latina —, centro de tênis em parceria com a Rafa Nadal Academy, complexo de beach sports e uma ampla estrutura voltada ao conceito de lifestyle.

O empreendimento também contará com shopping de serviços, spas, hotel, academia especializada, trilhas de caminhada e um dos maiores complexos esportivos privados da região, com mais de 25 quadras para diferentes modalidades.

Segundo Henry Fucker, diretor da Zireh, a parceria nasce da convergência entre o perfil dos clientes da imobiliária e a proposta diferenciada da All Wert. “Nosso cliente busca muito mais do que um imóvel. Ele procura patrimônio, qualidade de vida e experiências que façam sentido para sua família. Encontramos na All Wert um projeto que reúne esses atributos e oferece um conceito pouco explorado no mercado brasileiro: um resort residencial onde esporte, segurança, natureza e serviços convivem em um mesmo ecossistema.”

Além dos lotes residenciais, o empreendimento contará com o Terra, condomínio vertical localizado no coração do complexo, ao lado do shopping de serviços. O projeto prevê duas torres com 150 apartamentos, assinadas pelos escritórios dos arquitetos Thiago Bernard e Miguel Pinto Guimarães.

A infraestrutura foi planejada para estimular uma rotina voltada ao bem-estar. Entre os diferenciais estão pistas de caminhada distribuídas pelos condomínios, academia de golfe, 17 quadras de tênis, campos esportivos e uma futura área dedicada aos esportes de areia. Na próxima fase será lançado o Beach, que terá apartamentos, lotes e uma piscina com cerca de mil metros de borda contínua, criando um efeito visual semelhante ao de uma borda infinita integrada à paisagem natural da região.

Para Ana Wipel, gerente de Marketing da Zireh, empreendimentos com esse perfil representam uma mudança importante na forma de comunicar imóveis de alto padrão. “O marketing imobiliário vive um novo momento. Hoje não se vende apenas localização ou metragem; vende-se estilo de vida. Projetos como este dialogam diretamente com consumidores que valorizam experiências, esporte, bem-estar e segurança. Nosso desafio é traduzir esse conceito em conteúdo, relacionamento e posicionamento, aproximando investidores e famílias de um produto que entrega muito além da moradia”, salienta.

O movimento acompanha uma tendência observada no mercado imobiliário brasileiro: o crescimento da procura por segundas residências em destinos turísticos, impulsionada pela busca por qualidade de vida e pela possibilidade de conciliar lazer, trabalho remoto e valorização patrimonial.

De acordo com Guilherme Lacan, executivo de vendas da All Wert em Curitiba, embora muitos compradores enxerguem inicialmente o empreendimento como uma segunda residência, a infraestrutura foi planejada para permitir moradia permanente no futuro. “Nossa proposta é criar um destino completo. O morador encontra esporte, serviços, gastronomia, hotel, lazer e segurança sem precisar sair do condomínio. Hoje muitos clientes compram pensando na segunda residência, mas o projeto foi concebido para atender perfeitamente quem decidir viver ali em tempo integral”, conclui.

Outro diferencial é a vocação para receber eventos esportivos nacionais e internacionais. O complexo já sediou competições de golfe e foi planejado para receber torneios de maior porte, contando inclusive com uma arena para aproximadamente 1.500 espectadores junto ao centro de tênis.

A chegada da All Wert ao mercado curitibano, por meio da parceria com a Zireh, reforça a estratégia de aproximar investidores do Paraná de um dos mercados imobiliários que mais crescem no litoral catarinense, combinando potencial de valorização com um conceito de resort residencial ainda raro no país.