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Carreira exige comportamento

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Além do diploma, jovens precisam desenvolver habilidades comportamentais para conquistar espaço no mercado de trabalho cada vez mais orientado por atitudes, relacionamento e inteligência emocional

Durante muitos anos, concluir uma graduação foi visto como o principal caminho para garantir uma carreira de sucesso. Hoje, porém, o mercado de trabalho mudou. O diploma continua sendo importante, mas empresas passaram a avaliar um conjunto muito mais amplo de características nos profissionais, incluindo capacidade de adaptação, comunicação, liderança, inteligência emocional e comportamento diante dos desafios. Para especialistas, a formação profissional deixou de terminar na universidade e passou a ser um processo contínuo.

A chamada empregabilidade moderna exige que os jovens compreendam que conhecimento técnico é apenas uma parte da construção de uma carreira sólida. Em um cenário marcado por transformações tecnológicas, inteligência artificial e mudanças constantes nas profissões, as empresas buscam profissionais capazes de aprender continuamente e, principalmente, de transformar conhecimento em atitudes e resultados.

Segundo o terapeuta comportamental e especialista em desenvolvimento humano Saulo Coelho, uma das maiores mudanças no mercado está justamente na valorização do comportamento como diferencial profissional. “Existe uma frase muito conhecida no mundo corporativo que diz que as pessoas são contratadas pelo currículo e muitas vezes são desligadas pelo comportamento. Isso acontece porque uma empresa pode ensinar processos e ferramentas, mas desenvolver postura, responsabilidade, comunicação e maturidade emocional exige um trabalho mais profundo”, afirma.

Para o especialista, muitos jovens entram no mercado de trabalho preparados tecnicamente, mas ainda não desenvolveram competências fundamentais para crescer profissionalmente. Saber receber feedback, lidar com pressão, trabalhar em equipe, assumir responsabilidades e construir relacionamentos saudáveis são habilidades que influenciam diretamente a trajetória de uma carreira.

“O jovem precisa entender que a faculdade é uma etapa, não o ponto final da formação. O aprendizado precisa continuar durante toda a vida profissional. Mas esse desenvolvimento não deve estar restrito apenas a cursos técnicos. É necessário olhar para dentro, compreender seus padrões de comportamento, seus pontos fortes e aquilo que precisa ser aprimorado”, explica Saulo.

Outro fator que ganhou relevância nos processos seletivos é a análise de perfil comportamental. Empresas buscam profissionais alinhados à cultura organizacional, capazes de colaborar, resolver problemas e se adaptar às mudanças. Mais do que preencher uma vaga, os recrutadores avaliam como aquela pessoa irá se relacionar com equipes, clientes e desafios do dia a dia.

De acordo com Saulo Coelho, o planejamento de carreira dos jovens precisa incluir uma reflexão sobre quem eles querem se tornar profissionalmente. “Muitos jovens perguntam qual profissão escolher, mas poucas vezes perguntam qual profissional desejam ser. A carreira não é construída apenas pelos cargos ocupados, mas pelas atitudes repetidas diariamente. O comportamento é uma escolha que influencia oportunidades, relacionamentos e resultados”, destaca.

O especialista defende que pequenas mudanças de comportamento podem gerar grandes impactos na vida profissional. Desenvolver disciplina, melhorar a comunicação, aprender a ouvir, criar o hábito de buscar conhecimento e assumir protagonismo são atitudes que ajudam o jovem a construir uma carreira mais consistente.

“O mercado está procurando pessoas preparadas para resolver problemas, não apenas pessoas com certificados. O conhecimento abre portas, mas o comportamento determina até onde essa pessoa consegue chegar. Quem aprende continuamente e desenvolve inteligência comportamental aumenta suas chances de construir uma trajetória profissional mais sustentável”, conclui Saulo.

Serviço: Saulo Coelho

Terapeuta Comportamental de Líderes

@saulocoelhopontocom

Treine seu cérebro

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Neurocientista explica como notificações, sono e pensamentos repetitivos influenciam a memória, a produtividade e a saúde mental

Vivemos cercados por estímulos. Mensagens, e-mails, aplicativos e redes sociais disputam nossa atenção durante todo o dia, enquanto a rotina acelerada reduz o tempo de descanso e aumenta os níveis de ansiedade. O resultado é um cérebro constantemente sobrecarregado, com dificuldades de concentração, memória e tomada de decisões. Especialistas alertam que pequenas mudanças de hábito podem fazer uma grande diferença na saúde mental e no desempenho cognitivo.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), transtornos relacionados ao estresse e à ansiedade estão entre os principais desafios da saúde pública mundial. Ao mesmo tempo, pesquisas em neurociência mostram que o cérebro possui grande capacidade de adaptação, conhecida como neuroplasticidade, podendo fortalecer comportamentos saudáveis ou prejudiciais de acordo com os estímulos recebidos diariamente.

Para o neurocientista e hipnoterapeuta Renê Skaraboto, um dos maiores desafios da atualidade é o excesso de notificações digitais. “O cérebro interpreta cada notificação como um sinal de urgência. Ele não diferencia se aquela vibração representa uma emergência real ou apenas uma mensagem qualquer. Esse estado constante de alerta reduz o foco, aumenta a ansiedade e dificulta a conclusão das tarefas”, explica.

A orientação é criar períodos específicos para consultar o celular, silenciar aplicativos que não sejam essenciais e utilizar recursos como o modo foco durante atividades que exigem concentração. De acordo com o especialista, essa simples mudança permite que o cérebro permaneça mais tempo dedicado a uma única tarefa, melhorando a produtividade e reduzindo a sensação de sobrecarga mental.

Outro hábito indispensável é dormir bem. Durante o sono, o cérebro organiza as informações adquiridas ao longo do dia, fortalece memórias importantes, elimina conteúdos desnecessários e reorganiza conexões neurais. “Costumo comparar o cérebro a uma biblioteca. Durante o dia, os livros são retirados das prateleiras e ficam espalhados. É durante a noite que o ‘bibliotecário’ organiza tudo novamente. Um sono de qualidade melhora a memória, favorece a criatividade, equilibra as emoções e torna as decisões muito mais assertivas”, afirma Renê Skaraboto.

A forma como cada pessoa conversa consigo mesma também influencia diretamente o funcionamento cerebral. Pensamentos repetitivos fortalecem conexões neurais e acabam sendo assimilados pelo cérebro como padrões de comportamento. “Se todos os dias a pessoa repete que não consegue, que não é capaz ou que sempre dará errado, o cérebro passa a considerar isso uma verdade. Da mesma forma, quando cultivamos pensamentos positivos e realistas, estimulamos novas conexões neurais que favorecem confiança, motivação e desenvolvimento pessoal”, destaca.

Para o especialista, cuidar da saúde mental não depende apenas de grandes mudanças, mas da construção de hábitos consistentes. Dormir adequadamente, controlar o excesso de estímulos digitais, reservar momentos de descanso e alimentar pensamentos mais saudáveis são atitudes que fortalecem o cérebro e refletem diretamente na qualidade de vida. “O cérebro aprende com aquilo que repetimos diariamente. Quando escolhemos hábitos mais saudáveis, damos a ele condições para trabalhar a nosso favor e não contra nós”, conclui.

Serviço: Hipnose para Todos

Renê Skaraboto

Neurocientista e Hipnoterapeuta

(41) 99692-9774

@hipnose_para_todos

www.clinicahipnoseparatodos.com.br

Rua Desembargador Westphalen, 15, sala 604, 6º andar, Ed. Dante Aliguieri, Centro, Curitiba/PR.

Recuperação garante fôlego

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Com deferimento da Recuperação Judicial da Clean Recycling, PS Consultoria e Vaz Advogados Associados reforçam a importância da reestruturação empresarial como ferramenta para preservar empresas, empregos e a atividade econômica

A Clean Recycling, empresa sediada em São José dos Pinhais (PR) e especializada em reciclagem, conquistou um importante avanço em seu processo de reestruturação financeira. No último dia 22 de julho, a 3ª Vara Estadual de Falências e Recuperação Judicial da Comarca de Curitiba deferiu o processamento da Recuperação Judicial da companhia, permitindo o início formal da reorganização de suas atividades. O trabalho é conduzido de forma conjunta pela PS Consultoria e pela Vaz Advogados Associados, especialistas em recuperação e reestruturação empresarial.

A decisão representa mais um caso de sucesso conduzido pelas duas empresas, que vêm atuando na recuperação de negócios em diferentes segmentos da economia. Mais do que oferecer uma solução jurídica, a Recuperação Judicial possibilita que empresas viáveis reorganizem suas finanças, renegociem passivos e preservem suas operações, evitando o encerramento das atividades e seus impactos sociais e econômicos.

Segundo Pedro Siqueira, CEO da PS Consultoria, a Recuperação Judicial é um instrumento de preservação da atividade empresarial previsto na legislação brasileira e ainda cercado por muitos preconceitos. “A Recuperação Judicial não existe para beneficiar empresas inadimplentes, mas para preservar negócios economicamente viáveis, proteger empregos, manter a circulação de riquezas e permitir que empresas superem momentos de crise com segurança jurídica. Cada deferimento representa uma oportunidade concreta de reconstrução.”

Dados do Observatório da Insolvência da PUC-PR mostram que os pedidos de Recuperação Judicial seguem em crescimento no Brasil, impulsionados pelo aumento do endividamento empresarial, pelos elevados custos financeiros e pelas dificuldades de acesso ao crédito. Ao mesmo tempo, especialistas reforçam que empresas que procuram ajuda especializada logo nos primeiros sinais da crise apresentam maiores chances de recuperação e continuidade de suas operações.

Para o advogado Bruno Vaz, da Vaz Advogados Associados, a atuação técnica e estratégica desde o diagnóstico da empresa até a elaboração do plano de recuperação é decisiva para o sucesso do processo. O deferimento do processamento representa apenas o início de uma etapa que exige planejamento financeiro, transparência e acompanhamento permanente para garantir a retomada sustentável da empresa.

No caso da Clean Recycling, o deferimento marca um passo essencial para reorganizar sua estrutura financeira, fortalecer sua atuação no mercado e preservar sua capacidade operacional. A expectativa é que, durante o processo, a empresa consiga reorganizar suas obrigações, manter suas atividades e seguir contribuindo para a geração de empregos, renda e para o setor de reciclagem no Paraná.

A PS Consultoria e a Vaz Advogados Associados destacam que cada empresa recuperada representa muito mais do que números. Significa preservar postos de trabalho, manter fornecedores ativos, assegurar a continuidade de serviços essenciais e fortalecer a economia regional. Por isso, defendem que a Recuperação Judicial deve ser encarada como uma ferramenta moderna de reestruturação empresarial, capaz de devolver competitividade às organizações e garantir sua permanência no mercado.

Serviço – PS Consultoria
Pedro Siqueira
Especialista em reestruturação empresarial e recuperação judicial
(41) 3206-4196 | (41) 99967-7585
@p.s.consult
contato@psconsult.com.br
https://psconsult.com.br/Rua Visconde de Guarapuava, 2764, Conjunto 311, Centro, Curitiba/PR.

Salário-maternidade: quem tem direito ao benefício e os erros que fazem muitas mães perderem esse direito

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Agosto Dourado reforça a importância da proteção previdenciária durante a gestação e após o nascimento do bebê; especialista esclarece os principais direitos das mães

O Agosto Dourado, campanha dedicada ao incentivo ao aleitamento materno e à promoção da saúde da mulher e do bebê, também convida à reflexão sobre um tema que costuma receber pouca atenção durante a gestação: a proteção previdenciária da mãe. Salário-maternidade, licença-maternidade, estabilidade no emprego e outros direitos previstos na legislação ainda geram muitas dúvidas e, por falta de informação, milhares de mulheres deixam de acessar benefícios que garantem segurança financeira justamente em um dos momentos mais importantes da vida.

O salário-maternidade é um dos principais instrumentos de proteção social oferecidos pela Previdência. O benefício pode ser concedido não apenas às empregadas com carteira assinada, mas também às contribuintes individuais, empregadas domésticas, trabalhadoras avulsas, seguradas especiais e, em determinadas situações, às seguradas facultativas, desde que atendidos os requisitos legais. O direito existe em casos de parto, adoção, guarda judicial para fins de adoção e natimorto.

Segundo a advogada previdenciarista Tayssa Ozon, muitas mulheres só descobrem seus direitos quando o benefício é negado ou quando percebem que poderiam ter recebido valores aos quais faziam jus.

“Ainda existe a ideia de que apenas quem trabalha com carteira assinada pode receber o salário-maternidade. Isso não é verdade. A Previdência Social protege diversas categorias de seguradas, mas cada uma possui regras específicas. Por isso, é fundamental buscar orientação e manter a situação previdenciária regular.”

Outra confusão bastante comum envolve a diferença entre licença-maternidade e salário-maternidade. Embora estejam relacionados, tratam-se de direitos distintos.

A licença-maternidade corresponde ao período de afastamento das atividades profissionais. Já o salário-maternidade é o benefício pago durante esse período. Para as empregadas com vínculo formal, a Constituição Federal assegura licença remunerada de 120 dias, sem prejuízo do emprego e do salário, podendo esse prazo ser ampliado em hipóteses previstas em lei ou em programas adotados pelas empresas.

A especialista destaca que o planejamento previdenciário também é essencial para mulheres que trabalham por conta própria, como autônomas, profissionais liberais e microempreendedoras individuais (MEIs).

“Muitas mulheres acreditam que não terão direito ao salário-maternidade por não terem carteira assinada e acabam deixando de buscar uma orientação especializada. Em muitos casos, a proteção existe, desde que a segurada cumpra os requisitos exigidos pela legislação.”

Além do benefício financeiro, a legislação garante estabilidade provisória à empregada gestante desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. A medida busca preservar a segurança econômica da mãe e do bebê durante esse período de maior vulnerabilidade.

“A maternidade não pode significar insegurança. Conhecer os próprios direitos permite que a mulher viva esse momento com mais tranquilidade, concentrando sua energia no cuidado com o filho, e não na preocupação com sua renda ou com a manutenção do emprego.”

Neste Agosto Dourado, Tayssa reforça que informação também é uma forma de cuidado.

“Assim como o aleitamento materno é essencial para o desenvolvimento saudável do bebê, conhecer os direitos previdenciários fortalece a proteção da mãe e de toda a família. O salário-maternidade, a licença e as demais garantias legais não são privilégios. São direitos criados para assegurar dignidade, proteção e segurança em uma das fases mais importantes da vida.”

Serviço

Ozon & Tommasi Advocacia Previdenciária

Dra. Tayssa Ozon – Advogada Previdenciarista – OAB/PR 50.520

Telefones: (41) 3022-1240 | (41) 98831-8630

Instagram: @ozonetommasiprev

E-mail: contato@aot.adv.br

Site: https://aot.adv.br

Cuidar da mente também é autocuidado

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Psicólogo reforça que preservar o equilíbrio emocional deve ser um hábito constante, assim como os cuidados com a saúde do corpo

Quando o assunto é autocuidado, a maioria das pessoas associa esse conceito a uma boa alimentação, prática de exercícios, noites bem dormidas ou momentos de descanso. Porém, existe um aspecto igualmente importante que ainda costuma ser deixado em segundo plano: a saúde emocional. O psicólogo clínico Luti Christóforo destaca que cuidar da mente precisa fazer parte da rotina, e não apenas surgir como resposta a momentos de sofrimento.

Em uma realidade marcada por cobranças constantes, excesso de compromissos e pela necessidade de apresentar resultados, muitas pessoas acabam ignorando sinais de desgaste psicológico. Emoções como ansiedade, tristeza persistente, estresse intenso e dificuldades para lidar com os desafios do dia a dia costumam ser reprimidas, fazendo com que a busca por apoio aconteça apenas quando a situação já está bastante comprometida.

De acordo com Luti Christóforo, ainda existe a falsa ideia de que procurar um psicólogo significa fraqueza ou incapacidade de resolver os próprios problemas. “Assim como realizamos cuidados preventivos para manter o organismo saudável, também precisamos dedicar atenção à nossa saúde emocional antes que os desafios se transformem em um sofrimento mais intenso. Cuidar da mente é uma forma de prevenção e de qualidade de vida”, afirma.

O especialista explica que a psicoterapia é um espaço de acolhimento, autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. Além de auxiliar no enfrentamento de dificuldades, ela favorece o fortalecimento da autoestima, melhora a inteligência emocional e oferece ferramentas para lidar de maneira mais equilibrada com conflitos, mudanças e pressões da rotina.

Entre as atitudes que fortalecem o bem-estar psicológico estão respeitar os próprios limites, reconhecer momentos de exaustão, aprender a estabelecer prioridades, acolher as próprias emoções e compreender que ninguém precisa enfrentar tudo sozinho. Pequenas mudanças de comportamento podem contribuir significativamente para uma vida mais saudável e equilibrada.

“A saúde mental merece a mesma atenção que dedicamos ao corpo. Buscar apoio psicológico não deve ser encarado como o último recurso, mas como uma decisão consciente de quem deseja viver com mais equilíbrio, autoconhecimento e bem-estar”, ressalta Luti Christóforo.

Para o psicólogo, o verdadeiro autocuidado acontece quando as pessoas entendem que corpo e mente caminham juntos. Investir na saúde emocional é investir em relacionamentos mais saudáveis, melhor qualidade de vida e maior capacidade para enfrentar os desafios cotidianos com equilíbrio e segurança.

Serviço: Luti Christóforo

Psicólogo Clínico

(41) 99809-8887

 @luti.psicologo

lutipsicologo@gmail.com

YouTube.com/@lutipsicologo

Reputação digital acelera negócios

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Participação da ReputaAI no Conecta PR 2026 reforça maturidade da startup e confirma que empresas já enxergam a reputação online como um dos principais ativos para gerar crescimento e vendas

Em apenas seis meses de operação, a startup curitibana ReputaAI alcançou um estágio que muitas empresas de tecnologia levam anos para conquistar: superar a fase de validação do produto e construir uma base sólida de clientes. A evolução ficou ainda mais evidente durante a participação da empresa no Conecta PR 2026, um dos principais eventos de inovação, tecnologia e empreendedorismo do Paraná, onde a startup manteve um estande próprio e realizou dezenas de conexões com investidores, fornecedores, parceiros estratégicos e outras startups do ecossistema.

O evento serviu como um importante termômetro do mercado. Ao compartilhar experiências com empreendedores de diferentes segmentos, a equipe da ReputaAI percebeu que sua trajetória de crescimento vem ocorrendo em ritmo acelerado. Enquanto diversas startups presentes ainda buscavam validar seus modelos de negócio e possuíam bases reduzidas de clientes, a ReputaAI já apresentava uma operação consolidada, com uma carteira crescente de empresas que utilizam a plataforma para fortalecer sua reputação digital.

Segundo o fundador da ReputaAI, Guilherme Lima, a participação no evento trouxe uma confirmação importante sobre o momento vivido pela empresa. “O Conecta PR mostrou que já ultrapassamos a fase da validação. Hoje temos um produto maduro, escalável e uma base de clientes que cresce continuamente. Conversando com outras startups, percebemos que muitas ainda estão dando os primeiros passos, enquanto nós já vivemos a realidade da expansão. Isso reforça que estamos no caminho certo”, afirma.

A plataforma foi desenvolvida para ajudar empresas a gerenciar e fortalecer sua reputação online, transformando avaliações de clientes em uma ferramenta estratégica de crescimento. Mais do que aumentar a quantidade de comentários positivos na internet, a solução busca fortalecer a credibilidade das marcas, melhorar seu posicionamento nas plataformas digitais e influenciar diretamente a decisão de compra dos consumidores.

Na avaliação de Guilherme, muitas empresas ainda tratam avaliações online como uma métrica de vaidade, quando, na prática, elas exercem impacto direto sobre o faturamento. “O empresário está percebendo que reputação digital não significa apenas ter cinco estrelas ou receber elogios. A reputação influencia a confiança do consumidor, aumenta a taxa de conversão e fortalece a marca. É um ativo estratégico que gera resultado financeiro. Em outras palavras, reputação é dinheiro no bolso”, destaca.

Além da visibilidade proporcionada pelo evento, a ReputaAI ampliou seu networking com investidores e parceiros tecnológicos, abrindo novas possibilidades de colaboração e crescimento. A participação também permitiu acompanhar tendências do mercado e identificar oportunidades para ampliar ainda mais a atuação da plataforma junto aos pequenos e médios negócios.

Para Guilherme Lima, o amadurecimento da startup demonstra que inovação não depende apenas de uma boa ideia, mas da capacidade de resolver problemas reais do mercado. “Empresas não procuram tecnologia por tecnologia. Elas procuram soluções que gerem resultados concretos. Nosso crescimento mostra que existe uma demanda cada vez maior por ferramentas que fortaleçam a reputação online e transformem confiança em novos negócios. Estamos apenas começando uma trajetória que tem enorme potencial de expansão”, conclui.

Serviço: Reputa AI

Guilherme de Lima

Especialista em Tecnologia

(41) 99235-2958

@guilherme.d.lima

guigcw@gmail.com

http://www.reputaai.com.br

Split payment exige preparação das empresas

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Novo modelo da Reforma Tributária muda a forma de recolhimento dos tributos e exige revisão dos processos financeiros e tecnológicos antes da implantação definitiva

A Reforma Tributária já começou a sair do papel e uma das mudanças que mais deve impactar a rotina das empresas é o chamado split payment, mecanismo que altera a forma como os tributos sobre o consumo serão recolhidos. Embora sua adoção inicial esteja prevista para ocorrer de forma gradual e facultativa entre empresas (B2B) a partir de 2027, especialistas alertam que a preparação deve começar agora, principalmente na adequação dos sistemas, dos processos internos e da gestão do fluxo de caixa.

Na prática, o split payment, ou “pagamento dividido”, faz com que o valor correspondente aos tributos seja separado automaticamente no momento em que o cliente realiza o pagamento. Em vez de todo o recurso entrar no caixa da empresa para posterior recolhimento dos impostos, a parcela destinada ao IBS e à CBS será direcionada diretamente aos cofres públicos, reduzindo a possibilidade de inadimplência tributária e acelerando a geração de créditos fiscais.

Para o contador e especialista em gestão tributária Danilo Fermino da Flow Contabilidade, a mudança representa uma verdadeira transformação cultural na administração financeira das empresas. “O split payment não é apenas uma alteração na forma de pagar impostos. Ele muda completamente a dinâmica do fluxo financeiro das organizações. Quem deixar para entender esse sistema apenas quando ele entrar em operação poderá enfrentar dificuldades de adaptação, principalmente em relação ao capital de giro e aos controles internos”, afirma.

Segundo Danilo, um dos maiores desafios será a integração entre os sistemas de gestão empresarial, emissão de documentos fiscais, instituições financeiras e plataformas de pagamento. Empresas que ainda operam com processos manuais ou pouco automatizados precisarão investir em tecnologia para garantir conformidade e evitar falhas operacionais. “A Reforma Tributária exige muito mais do que conhecimento fiscal. Ela exige processos bem estruturados, tecnologia integrada e informações confiáveis em tempo real. A contabilidade passa a ter um papel ainda mais estratégico dentro das empresas”, destaca.

Outro ponto que merece atenção é o planejamento financeiro. Como parte dos tributos deixará de permanecer temporariamente no caixa da empresa, muitos negócios precisarão revisar sua gestão de capital de giro e suas projeções de fluxo de caixa. Especialistas apontam que setores com margens reduzidas podem sentir mais rapidamente os efeitos dessa mudança, tornando indispensável um planejamento antecipado.

Apesar dos desafios, o novo modelo também promete benefícios importantes para o ambiente de negócios. A expectativa do governo é reduzir fraudes, diminuir a sonegação, simplificar a utilização dos créditos tributários e aumentar a transparência das operações. A implementação ocorrerá de forma escalonada justamente para permitir que empresas, sistemas financeiros e administrações tributárias realizem os ajustes necessários antes da obrigatoriedade do modelo.

Para Danilo Fermino, o momento é de informação e planejamento. “A empresa que começar a se preparar agora terá uma transição muito mais tranquila. A Reforma Tributária não deve ser encarada apenas como uma obrigação legal, mas como uma oportunidade para modernizar processos, aumentar a eficiência da gestão e tornar o negócio mais competitivo no longo prazo.”

Serviço: Flow Contabilidade Digital
Danilo Fermino, Contador CRC PR 078065/O-2
(41) 99970-0881 | @danilofermino
danilo@orconsil.com.br
www.flowcontabilidadedigital.com.br

Celular exige autorização

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Decisões do STF e do STJ reforçam que polícia pode apreender o aparelho, mas acessar seu conteúdo depende de autorização judicial ou consentimento livre e expresso do proprietário

A frase é comum em abordagens policiais por todo o país: “Desbloqueia aí”. Muitas pessoas entregam o celular imediatamente, acreditando que a recusa pode ser interpretada como culpa ou falta de colaboração. O que poucos sabem é que a legislação brasileira estabelece limites claros para o acesso ao conteúdo de aparelhos eletrônicos e que o descumprimento dessas regras pode comprometer toda uma investigação criminal.

O tema ganhou ainda mais relevância após o Supremo Tribunal Federal (STF) fixar entendimento no Tema 977 da Repercussão Geral, definindo que apreender um celular é diferente de acessar as informações armazenadas nele. Embora o aparelho possa ser apreendido em determinadas situações, o acesso às mensagens, fotografias, conversas, arquivos e demais dados pessoais depende, como regra, de autorização judicial ou do consentimento livre, expresso e inequívoco do proprietário.

Para o advogado criminalista Jefferson Nascimento da Silva, essa distinção é fundamental para garantir o respeito aos direitos constitucionais e evitar que provas sejam anuladas futuramente. “O celular deixou de ser apenas um objeto. Hoje ele reúne praticamente toda a vida de uma pessoa: conversas particulares, informações bancárias, documentos, localização, registros profissionais e familiares. Por isso, o STF reconheceu que acessar esse conteúdo exige requisitos específicos previstos em lei”, explica.

O especialista ressalta que outro ponto importante é a própria legalidade da abordagem policial. O Código de Processo Penal determina que revistas pessoais dependem de fundada suspeita baseada em elementos concretos, e não apenas em impressões subjetivas. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) já decidiu que fatores como nervosismo, antecedentes criminais, presença em determinada região ou a chamada “atitude suspeita”, sem descrição objetiva, não são suficientes para justificar uma busca pessoal.

Segundo Jefferson, mesmo quando há uma abordagem legítima, isso não significa autorização automática para vasculhar o conteúdo do telefone. “Existe uma diferença muito grande entre apreender o aparelho e acessar os dados que estão dentro dele. Em uma abordagem de rua, um simples ‘desbloqueia aí’ não representa, necessariamente, um consentimento livre. A pessoa está diante de agentes armados, em uma situação de pressão psicológica, muitas vezes sem qualquer orientação sobre seus direitos. É exatamente por isso que a Justiça exige critérios rigorosos para validar esse tipo de autorização”, afirma.

O advogado destaca que a própria Constituição Federal passou a reconhecer expressamente, por meio da Emenda Constitucional nº 115, a proteção dos dados pessoais como direito fundamental. Além disso, o Marco Civil da Internet assegura a inviolabilidade das comunicações privadas, salvo nas hipóteses previstas em lei. Caso essas garantias sejam desrespeitadas, não apenas o conteúdo obtido de forma irregular poderá ser excluído do processo, mas também todas as provas produzidas a partir dele.

“Quando uma prova é considerada ilícita, toda a investigação construída a partir dela pode ser comprometida. Se um endereço foi descoberto em uma conversa acessada ilegalmente ou uma testemunha foi localizada por meio dos contatos do celular, esses elementos também poderão ser questionados judicialmente. O respeito às regras não dificulta o trabalho da polícia; pelo contrário, fortalece a investigação e evita que meses de trabalho sejam anulados durante o processo”, observa.

Diante desse cenário, Jefferson orienta que a população conheça seus direitos sem abrir mão do respeito às autoridades. “Colaborar com a abordagem policial é um dever do cidadão, mas isso não significa renunciar às garantias previstas na Constituição. Caso haja pedido para acessar o conteúdo do celular, a pessoa pode informar, de maneira respeitosa, que prefere que isso ocorra mediante autorização judicial e solicitar que essa manifestação seja registrada. Conhecer os próprios direitos não protege apenas quem responde a uma investigação, protege qualquer cidadão”, conclui.

Serviço: Jefferson Nascimento da Silva
Advogado Criminalista, OAB/PR 86.750
(41) 98400-6686
@jeeffeh
jeffe.adv@gmail.com
https://advjeffersonsilva.com.br
Rua Conselheiro Laurindo, 600 – sala 1006/1007, Centro, Curitiba/PR.

Golpes digitais, no mercado imobiliário avançam

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Advogado alerta para o crescimento das fraudes imobiliárias pela internet e explica os cuidados que compradores, vendedores e locatários devem adotar antes de fechar um negócio

A digitalização do mercado imobiliário trouxe mais praticidade para quem compra, vende ou aluga imóveis. Visitas virtuais, assinaturas eletrônicas, anúncios em plataformas digitais e pagamentos instantâneos reduziram distâncias e agilizaram negociações. Ao mesmo tempo, porém, esse ambiente abriu espaço para um novo tipo de criminalidade. Falsas imobiliárias, corretores inexistentes, anúncios clonados, escrituras falsificadas e golpes envolvendo transferências via PIX estão entre as fraudes que mais preocupam especialistas e autoridades.

O prejuízo pode chegar a centenas de milhares de reais. Em muitos casos, criminosos copiam anúncios verdadeiros, utilizam fotografias reais de imóveis, criam perfis falsos em redes sociais e aplicativos de mensagens e convencem compradores ou locatários a realizar pagamentos antecipados para garantir um suposto negócio. Quando a vítima percebe a fraude, o dinheiro já foi transferido para contas de terceiros e recuperar os valores torna-se uma tarefa complexa.

Segundo o advogado especialista em Direito Imobiliário Carlos Alberto Zonta Junior, a sofisticação desses golpes exige que consumidores redobrem os cuidados antes de qualquer negociação. “Hoje os criminosos conseguem reproduzir logotipos, contratos, documentos e até identidades visuais de imobiliárias conhecidas. Muitas vezes a fraude parece absolutamente legítima. Por isso, a conferência das informações deixou de ser uma recomendação e passou a ser uma etapa obrigatória de qualquer negociação imobiliária”, afirma.

Entre as práticas mais comuns está a atuação do chamado falso corretor. O golpista se apresenta como profissional habilitado, intermedeia a negociação e solicita pagamentos de sinal ou entrada em contas bancárias que não pertencem ao proprietário nem à imobiliária. Outro golpe recorrente envolve a alteração dos dados bancários momentos antes da transferência dos recursos. “É fundamental confirmar os dados da conta por um canal diferente daquele utilizado durante a negociação. Um simples telefonema para a imobiliária ou para o corretor pode evitar prejuízos significativos”, orienta Zonta.

O especialista também chama atenção para a necessidade de verificar a documentação do imóvel e a identidade dos envolvidos antes da assinatura de qualquer contrato. Escrituras falsas, procurações fraudulentas e documentos adulterados podem dar aparência de legalidade a operações inexistentes. “Toda compra ou venda deve passar por uma análise documental criteriosa. Certidões atualizadas, matrícula do imóvel e a conferência da regularidade do corretor e das partes envolvidas são medidas que reduzem consideravelmente o risco de fraude”, explica.

Outra orientação importante é desconfiar de ofertas muito abaixo do valor de mercado ou de negociações marcadas por excesso de urgência. Segundo o advogado, os golpistas costumam pressionar a vítima para que a decisão seja tomada rapidamente, impedindo que haja tempo para conferências e consultas. “Quando alguém insiste para que o pagamento seja imediato porque existe outro comprador ou porque a oportunidade vai acabar em poucos minutos, esse comportamento deve servir como sinal de alerta. No mercado imobiliário, cautela nunca é excesso”, destaca.

Para Carlos Alberto Zonta Junior, o avanço das fraudes digitais exige uma mudança de comportamento dos consumidores. “A tecnologia trouxe inúmeras vantagens para o mercado imobiliário, mas também aumentou a responsabilidade de quem negocia. Verificar documentos, confirmar informações e buscar orientação jurídica antes de movimentar valores elevados são atitudes que podem evitar perdas financeiras e anos de disputas judiciais. No mercado imobiliário, segurança continua sendo o melhor investimento”, conclui.

Serviço: Carlos Alberto Zonta Junior
Advogado Imobiliário, OAB/PR 77920
(44) 9925-7972
@bzonta
contato@zonta.adv.br
www.zonta.adv.br
Rua Arthur Thomas, 942, Loja 01, Zona 01, Maringá – PR.

IA cabe no bolso

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Inteligência artificial permite que micro e pequenos empreendedores criem soluções tecnológicas antes restritas às grandes empresas

Durante muitos anos, desenvolver um aplicativo, automatizar processos ou criar sistemas personalizados era um investimento acessível apenas para grandes empresas. Hoje, esse cenário mudou. Com o avanço da inteligência artificial e das plataformas de desenvolvimento de baixo código (low-code e no-code), micro e pequenos empreendedores já conseguem automatizar tarefas, criar aplicativos internos e melhorar a gestão dos negócios com investimentos significativamente menores e em prazos muito mais curtos.

Essa transformação acontece em um momento importante para o empreendedorismo brasileiro. Dados do Sebrae apontam que os pequenos negócios representam cerca de 99% das empresas do país e são responsáveis por mais da metade dos empregos formais. Ao mesmo tempo, a digitalização deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade competitiva. Quem consegue produzir mais, atender melhor e tomar decisões mais rápidas ganha espaço no mercado.

Segundo Bruno Castro, especialista em inteligência artificial e transformação digital da B.Castro Consultoria, a democratização da tecnologia abriu uma oportunidade inédita para pequenos empresários. “Hoje, um profissional liberal ou um microempreendedor pode utilizar inteligência artificial para resolver problemas do dia a dia sem precisar investir milhões em tecnologia. A IA deixou de ser uma ferramenta exclusiva das grandes corporações e passou a fazer parte da rotina de quem deseja crescer com eficiência”, afirma.

Na prática, a tecnologia pode ser utilizada para automatizar atendimento ao cliente, organizar documentos, gerar propostas comerciais, controlar processos internos, criar aplicativos personalizados, acompanhar indicadores, emitir alertas e integrar diferentes sistemas. Em vez de substituir pessoas, essas soluções eliminam tarefas repetitivas e permitem que o empreendedor dedique mais tempo ao relacionamento com clientes e ao planejamento estratégico do negócio.

Outro avanço importante é a popularização das plataformas que permitem desenvolver soluções praticamente sem programação. Com apoio técnico especializado, empresas conseguem construir aplicativos para controle de vendas, gestão de equipes, acompanhamento de serviços e comunicação com clientes de forma muito mais rápida do que há poucos anos. O resultado é aumento de produtividade, redução de erros operacionais e maior capacidade de escalar o negócio.

“O empresário não precisa mais adaptar seu negócio às limitações das planilhas ou dos sistemas prontos. Hoje é possível criar soluções sob medida para a realidade de cada empresa, automatizando exatamente aquilo que gera desperdício de tempo e recursos. A tecnologia deixou de ser um luxo para se tornar uma ferramenta estratégica de crescimento”, destaca Bruno Castro.

Para o especialista, a inteligência artificial representa uma oportunidade especialmente importante para quem empreende com equipes reduzidas. “Quando pequenas empresas utilizam tecnologia para automatizar processos, elas passam a competir em outro nível. A IA aumenta a capacidade técnica, melhora a qualidade das entregas, reduz custos operacionais e ajuda o empreendedor a tomar decisões com muito mais precisão. O futuro da competitividade não está apenas nas grandes empresas, mas também na capacidade dos pequenos negócios de utilizar a tecnologia a seu favor”, conclui.

Serviço: B.Castro Consultoria

Bruno Castro

Consultor em Processos, Tecnologia e Mentalidade

(41) 99952 8310

@bcastro.consultoria

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