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Um dia antes do Enem, OSC promove aulão para estudantes de escola pública de Curitiba e região metropolitana 

Com seis horas de revisão, dinâmicas, música e dicas, o APROVA reúne estudantes na reta final para o exame que abre portas para a universidade

Falta pouco para o Enem, e a reta final de preparação pode fazer a diferença para quem sonha em conquistar uma vaga na universidade. Para ajudar os estudantes a revisar conteúdos, esclarecer dúvidas e chegar mais confiantes à prova, a GERAR promove no sábado (7/11) o Aulão Astros da Aprovação, uma manhã de aprendizado com seis horas de atividades gratuitas, na sede da instituição, na Cidade Industrial de Curitiba (CIC).

A programação, voltada para estudantes de escolas públicas de Curitiba e Região Metropolitana,  foi pensada para tornar a revisão mais dinâmica e participativa, reunindo resumões de conteúdos, dicas, atividades interativas, música e lanche. 

A proposta é oferecer aos estudantes uma oportunidade de reforçar o que aprenderam, retomar pontos importantes e compartilhar experiências com outros jovens que também estão se preparando para o exame.

O encontro acontece na véspera do primeiro dia de provas do Enem 2026, marcado para 8 de novembro. A segunda etapa será realizada no dia 15. Nesse momento decisivo, além de revisar os conteúdos, cuidar da confiança e organizar os últimos detalhes da preparação também são atitudes importantes para enfrentar a prova.

Educação gratuita para ampliar oportunidades

O aulão integra as ações do APROVA, cursinho pré-vestibular social e gratuito da GERAR, voltado à preparação de estudantes do Ensino Médio da rede pública para o Enem e outros vestibulares.

Mais do que oferecer aulas, o projeto busca ampliar o acesso ao ensino superior e mostrar aos jovens que a universidade pode fazer parte de seus projetos de futuro. A iniciativa já contribuiu para que mais de 400 estudantes conquistassem vagas em universidades no Paraná.

O cursinho oferece professores especializados, material didático autoral e atualizado, simulados periódicos, uniforme gratuito e acompanhamento contínuo. A formação também aborda temas como Projeto de Vida, acesso ao ensino superior por meio de programas como Sisu, Prouni e Fies, mercado de trabalho e desenvolvimento socioemocional.

O Aulão Astros da Aprovação amplia essa proposta ao criar um espaço de revisão coletiva, troca de conhecimentos e incentivo aos estudantes que estão prestes a dar um passo importante na trajetória educacional.

Serviço

Aulão Astros da Aprovação | APROVA

Data: 7/11, sábado

Horário: das 8h às 14h

Local: sede da GERAR, Rua Senador Accioly Filho, 511, CIC, Curitiba

Atividade: revisão de conteúdos, dicas, dinâmicas, música e lanche.

Inovação: livro lançado em Curitiba mostra como transformar boas ideias em resultados

Inovar deixou de ser uma escolha para empresas que desejam permanecer competitivas. Mas, entre reconhecer a importância da inovação e conseguir transformá-la em resultados concretos, existe um desafio que ainda mobiliza organizações de todos os portes: como criar processos capazes de estimular novas ideias, avaliar oportunidades, administrar riscos e transformar conhecimento em valor? A resposta passa cada vez mais pela gestão. É justamente esse o tema do livro “Gestão da Inovação na Prática: Aplicação da ABNT NBR ISO 56001”, que será lançado em Curitiba nesta quinta-feira, dia 5 de novembro, em evento promovido pela ESPM e pela Academic Ventures, no Auditório do Pinhão Hub.

Publicada pela Qualitymark Editora, a obra apresenta uma abordagem prática da ABNT NBR ISO 56001, norma internacional que estabelece requisitos para sistemas de gestão da inovação e permite sua certificação. O objetivo é ajudar empresas, cooperativas, startups, universidades, instituições públicas e outras organizações a desenvolverem a inovação de maneira sistemática, incorporando-a à estratégia e à rotina de gestão.

O livro é assinado por Frédéric Sauzet, Júlio César Felix e Hélio Gomes de Carvalho, especialistas com experiência internacional em inovação, normalização e gestão. Os dois coautores brasileiros, Júlio César Felix e Hélio Gomes de Carvalho, estarão presentes no lançamento, que contará com palestra e sessão de autógrafos.

Com mais de 370 páginas, a publicação reúne fundamentos conceituais, interpretação dos requisitos da ISO 56001, ferramentas de implementação, checklists, modelos de avaliação de maturidade e estudos de caso nacionais e internacionais. O conteúdo foi desenvolvido para auxiliar organizações que desejam estruturar ou aperfeiçoar seus processos de inovação, independentemente do setor de atuação.

O desafio de inovar continuamente

Embora frequentemente associada à criatividade, à tecnologia ou ao lançamento de novos produtos, a inovação envolve uma dimensão mais ampla. Ela pode estar na melhoria de processos, na criação de serviços, no desenvolvimento de modelos de negócio, na gestão de recursos ou na maneira como uma organização responde às necessidades da sociedade.

O problema é que iniciativas inovadoras nem sempre conseguem ultrapassar a fase experimental. Projetos isolados, ausência de indicadores, dificuldades de integração entre áreas e falta de continuidade podem comprometer resultados e impedir que boas ideias se transformem em soluções efetivas.

É nesse contexto que a ISO 56001 ganha relevância. A norma estabelece requisitos para a implantação de um sistema de gestão da inovação, oferecendo às organizações uma estrutura para definir objetivos, responsabilidades, recursos, processos de avaliação e mecanismos de melhoria contínua.

A proposta é fazer com que a inovação deixe de depender exclusivamente de iniciativas individuais ou circunstâncias favoráveis e passe a integrar a estratégia organizacional, com processos que possam ser acompanhados, avaliados e aperfeiçoados.

Outro diferencial é a possibilidade de integração com sistemas de gestão já utilizados pelas empresas, como os relacionados à qualidade, ao meio ambiente e à saúde e segurança ocupacional, estabelecidos pelas normas ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001.

A publicação chega em um momento em que transformação digital, inteligência artificial, sustentabilidade e mudanças no comportamento dos consumidores exigem das organizações capacidade permanente de adaptação. Nesse cenário, inovar não significa necessariamente fazer algo inédito, mas encontrar soluções capazes de gerar valor econômico, social e ambiental.

Experiência brasileira

A edição brasileira vai além da tradução da obra originalmente publicada na França. O conteúdo foi adaptado à realidade nacional e incorpora experiências, estudos de caso e instrumentos desenvolvidos pelos coautores brasileiros ao longo de sua atuação na área de normalização e gestão da inovação.

Júlio César Felix é uma das referências brasileiras em políticas de pesquisa, desenvolvimento e inovação, com trajetória que reúne atuação acadêmica, gestão pública e liderança institucional. Foi diretor-presidente do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), entre 2011 e 2019, além de ocupar posições de destaque em organizações como a Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (ABIPTI) e a Associação Brasileira das Organizações Representativas de Pesquisa Tecnológica e Inovação (ABOR).

Com experiência internacional em gestão da inovação, tecnologia e metrologia, também atuou como diretor de Metrologia Científica e Industrial do Inmetro e em funções ligadas à política nacional de ciência e tecnologia. Na área de normalização, coordenou por 12 anos a Comissão de Estudo Especial de Gestão de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da ABNT (CEE-130) e participou de atividades internacionais relacionadas à ISO. Sua trajetória inclui ainda a docência em programas de pós-graduação de instituições como PUCPR, FESP/PR, ISAE/FGV e ESPM.

Hélio Gomes de Carvalho é doutor em Engenharia de Produção, mestre em Tecnologia e engenheiro eletrônico. Professor e pesquisador aposentado da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), onde atuou por 36 anos, desenvolve trabalhos nas áreas de inovação, tecnologia e gestão, com experiência em pesquisa aplicada, capacitação e consultoria.

É membro da Comissão de Estudo Especial da ABNT dedicada à gestão da inovação e atua como assessor de Inovação e Tecnologias 4.0 do Centro Internacional de Tecnologia de Software (CITS). Também participou de projetos de consultoria para cooperativas como Coamo, Coopavel, Cotriel, Cresol, Sicredi e Sicoob, além de atuar como professor convidado da ESPM e do ISAE/FGV em programas relacionados à inovação. É autor ou coautor de mais de 200 trabalhos publicados, entre artigos, livros e capítulos de livros.

Conhecimento aplicado ao mercado

O lançamento é uma iniciativa da ESPM e da Academic Ventures, parceira regional da Escola no Paraná, e reforça a aproximação entre conhecimento acadêmico, inovação e os desafios enfrentados por empresas e instituições. A proposta do encontro é reunir profissionais, gestores, pesquisadores, empreendedores e interessados em compreender como a inovação pode ser incorporada de maneira estruturada à gestão organizacional.

Durante a programação, os autores apresentarão os principais conceitos da obra e discutirão a importância de transformar a inovação em uma competência permanente, capaz de orientar decisões, estimular melhorias e ampliar a competitividade das organizações. Dez exemplares da obra serão sorteados entre os participantes.

A realização do evento integra a atuação da ESPM no Paraná, onde a Escola está presente desde 2024 em parceria com a Academic Ventures, desenvolvendo programas de formação executiva e iniciativas voltadas à conexão entre academia, mercado e sociedade.

Serviço

Lançamento do livro “Gestão da Inovação na Prática: Aplicação da ABNT NBR ISO 56001”

Data: 5 de novembro de 2026 (quinta-feira)
Horário: 18h30
Local: Auditório do Pinhão Hub I Rua Engenheiros Rebouças, 1.732 – Rebouças, Curitiba (PR)
Programação: palestra e sessão de autógrafos com os coautores brasileiros Júlio César Felix e Hélio Gomes de Carvalho
Realização: ESPM e Academic Ventures
Editora: Qualitymark
Participação gratuita mediante inscrições: https://l1nq.com/bglLgGI

Palestras gratuitas em Curitiba aproximam jovens da criação literária

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Palestras gratuitas em Curitiba aproximam jovens da criação literária

Bel Bordini, Alice Ruiz e Luci Collin integram projeto “Poesia e Cotidiano”; primeira atividade será no dia 03/11

A Casa da Leitura Franco Giglio recebe, no próximo dia 3 de novembro (terça-feira), às 14h, a palestra “Poesia e Juventude”, ministrada pela professora e doutora em Estudos Literários Bel Bordini.

O evento integra as ações do projeto cultural Poesia e Cotidiano, iniciativa gratuita que busca aproximação entre o público jovem e a criação literária em Curitiba, desmistificando a ideia de que o gênero poético se restringe a temas tradicionais como amor, morte e solidão, para demonstrar sua conexão direta com o trabalho, a representatividade e os dilemas sociais e urbanos.

Na exposição do dia 3, Bel Bordini – professora de Literatura Brasileira na Universidade Federal do Paraná (UFPR) – abordará como o frescor e a ousadia da juventude desafiam convenções e renovam as linguagens escritas. A pesquisadora analisará a trajetória de autores que se consagraram precocemente na história ocidental, percorrendo desde nomes clássicos como John Keats, Arthur Rimbaud e Álvares de Azevedo até a produção experimental de Ana Cristina Cesar.

Encontro de autoras e troca com a plateia

A programação prossegue em 16 de novembro, das 14h30 às 16h, no auditório da Biblioteca Pública do Paraná (BPP). Na ocasião, as poetisas Alice Ruiz e Luci Collin participam de uma mesa de debate direcionada a ampliar o repertório de leitores a partir dos 13 anos. A atividade terá mediação de Iamni Reche, escritora e doutora em Teoria e História Literária pela Unicamp.

Além de compartilharem suas trajetórias artísticas e analisarem obras nacionais e internacionais, as convidadas discutirão os desafios do mercado editorial contemporâneo, abrindo espaço para perguntas e diálogo direto com a plateia.

Democratização do acesso e inclusão

Para assegurar a participação de estudantes e educadores da rede pública, principalmente das regiões periféricas da capital paranaense, a iniciativa disponibiliza transporte gratuito via ônibus.

Todas as atividades contam com interpretação simultânea em Língua Brasileira de Sinais (Libras) e acontecem em locais dotados de infraestrutura acessível, incluindo rampas e elevadores.

Não há necessidade de inscrição prévia: a entrada é livre e organizada por ordem de chegada, respeitando a lotação máxima dos auditórios.

Alcance social e formação de leitores

Idealizado pela atriz, escritora e mediadora de leitura Lilyan de Souza, o Poesia e Cotidiano conta com produção assinada por ela e por Cristiano Nagel. A realização ocorre por meio do Programa de Apoio, Fomento e Incentivo à Cultura de Curitiba (Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura Municipal), com incentivo do Colégio Positivo.

Com início no primeiro semestre de 2026, a iniciativa realizou seu evento inaugural em 31 de agosto, na Casa da Leitura Nair de Macedo, durante a 16ª Semana de Arte, Cultura e Literatura da Educação de Curitiba. Na ocasião, a palestra “Poesia por tudo: vozes das periferias”, ministrada por Luci Collin, reuniu 60 participantes entre docentes municipais e alunos do CIEE.

Paralelamente, a equipe de mediadores — composta por Carla Viccini, Cristiano Nagel, Iamni Reche, Lígia Quirino e Lilyan de Souza — já atendeu cerca de 7 mil estudantes em 12 Colégios Estaduais localizados em diferentes bairros de Curitiba, promovendo rodas de leitura e oficinas de escrita. As atividades do projeto prosseguem até o final de novembro, com a meta de impactar mais de 10 mil pessoas.

Serviço:

Evento: Projeto cultural Poesia e Cotidiano

Quanto: Entrada gratuita (sem inscrição prévia; sujeita à lotação do espaço)

Acessibilidade: Tradução em Libras e acessibilidade motora nos locais

  1. Palestra “Poesia e Juventude”, com Bel Bordini

Data e horário: 3 de novembro (terça-feira), às 14h

Local: Casa da Leitura Franco Giglio (Rua José Domakoski, 1057, Bigorrilho, Curitiba)

  1. Mesa de Debate com Alice Ruiz e Luci Collin (Mediação: Iamni Reche)

Data e horário: 16 de novembro (segunda-feira), das 14h30 às 16h

Local: Biblioteca Pública do Paraná (Rua Cândido Lopes, 133, Centro, Curitiba)

Dia Mundial da Poupança: o investimento é o mais antigo e o mais usado no Brasil

Criada em 1861 por Dom Pedro II, a caderneta de poupança é o investimento mais antigo do país e ainda o preferido por cerca de 37 milhões de brasileiros (Anbima).  Tão popular que tem um dia dedicado a ela:  31 de outubro é o Dia Mundial da Poupança. Em Curitiba, a data vai ser celebrada na Escola Willy Janz com uma Oficina de Educação Financeira. O objetivo é  ensinar a importância de guardar dinheiro e entender como ele pode render com o tempo. 

“Quem aprende a poupar na infância leva esse hábito para a vida adulta. Por isso, é fundamental que as crianças entendam que guardar dinheiro não é deixar de ter, mas escolher o que é mais importante é se planejar para conquistar”, afirma André Ceruzi, diretor da Escola Willy Janz.

A caderneta de poupança, segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), está presente nas carteiras de 22% da população brasileira com 16 anos ou mais. Os dados também revelam que apenas um terço dos brasileiros conseguiu economizar em 2025 e que, desse grupo, só 12% aplicaram o dinheiro em outros produtos financeiros; o restante foi para a poupança.

Atividades para celebrar e aprender

O Dia Mundial da Poupança foi criado em 1924, durante o 1º Congresso Internacional de Poupança, em Milão, na Itália, para chamar a atenção das pessoas sobre a importância de guardar dinheiro. Na Escola Willy Janz, a data ganha duas atividades. Em “Meu Cofrinho, Minha Meta”, os alunos fazem cofrinhos com materiais recicláveis e definem uma meta financeira concreta para alcançar até o Natal. Já no “Banco na Escola”, eles montam uma agência bancária de brincadeira e simulam depósitos, saques e rendimentos para quem deixa o dinheiro guardado. A ideia é mostrar, de forma visual, como os juros podem trabalhar a favor de quem poupa.

“Quando a criança vê uma moeda virar várias ao longo do tempo, ela entende sozinha o valor da paciência e do planejamento. É um conceito que nenhuma explicação no quadro ensina tão bem”, diz Karlene Moreira dos Santos, coordenadora do ensino fundamental da escola.

O desafio do dinheiro virtual

Ensinar uma criança a poupar tem ficado mais difícil em um mundo onde o dinheiro quase não aparece. O Pix já é o meio de pagamento mais usado no país, e as crianças crescem vendo os pais pagarem tudo pelo celular ou pelo cartão. Segundo a Serasa, até a mesada é virtual,  28% delas já recebem por Pix, conta digital ou cartão.

“A criança de hoje raramente vê uma nota de dinheiro. Ela vê o pai encostar o celular na maquininha e o produto vem para casa. Para ela, parece que o dinheiro nunca acaba, porque ela não enxerga ele saindo”, observa Ceruzi.

Para o diretor, o caminho é conhecer o dinheiro físico antes de chegar ao digital. “Contar moedas e notas, separar o que vai para o cofrinho e ver o dinheiro aumentar ajuda a criança a entender quanto as coisas custam e quanto tempo leva para juntar. Depois que ela entende isso com as mãos, fica muito mais fácil levar esse cuidado para o Pix e para o cartão”, explica.

Sobre a Escola Willy Janz

Há 34 anos em Curitiba, a Escola Willy Janz  tem uma proposta pedagógica que reúne ensino bilíngue, tecnologia aplicada, esporte e cultura, preparando os alunos a descobrir e desenvolver suas vocações. Com identidade cristã, a escola acredita que educar é ajudar cada aluno a desenvolver seus dons com excelência, caráter e responsabilidade, para que viva com propósito e transforme o mundo ao seu redor. https://willyjanz.com/

Com mais de 17 bilhões de códigos de DNA mapeados, Natura Chronos Derma avalia como a pele da mulher brasileira muda ao longo da vida

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Com mais de 17 bilhões de códigos de DNA mapeados, Natura Chronos Derma avalia como a pele da mulher brasileira muda ao longo da vida

O estudo proprietário analisou mulheres dos 30 aos 80+ e mostra como a pele muda ao longo da vida, influenciando características como oleosidade, hidratação e equilíbrio da barreira cutânea

Skincare, prevenção e longevidade estão cada vez mais presentes na conversa sobre beleza. Para Natura Chronos Derma, entender a pele para além dos sinais visíveis é uma pesquisa que acontece há décadas. Desde sua criação, em 1986, Chronos acompanha as diferentes fases da vida a partir de um olhar que une ciência, tecnologia para a pele e as necessidades da brasileira, conhecimento que hoje orienta o desenvolvimento de soluções dermocosméticas da marca.

Um dos estudos mais recentes do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Natura¹ analisou a pele de 180 mulheres brasileiras dos 30 aos 80+ anos, divididas em cinco faixas etárias. A equipe analisou, por meio de técnicas avançadas, cerca de mil amostras para mapear duas estruturas fundamentais: a microbiota (que é o ecossistema de microrganismos benéficos) e os lipídios naturais que garantem a proteção da barreira da pele.

Os resultados identificaram características específicas em cada fase. Aos 30+, foi observado um perfil mais oleoso, com predominância de bactérias típicas. A partir dos 45 anos, a produção de lipídios naturais começa a cair, aumentando a tendência ao ressecamento. Já aos 60+, o microbioma apresenta uma mudança significativa, com aumento de sua diversidade.

Nas faixas de 70+ e 80+, a pesquisa encontrou novas características na microbiota e na composição lipídica. Aos 70+, houve redução importante de óleos protetores essenciais para a pele, enquanto o grupo 80+ apresentou uma diminuição do perfil de barreira e hidratação, o que deixa a pele desprotegida nesta faixa etária.

Os achados ampliam a compreensão da Natura sobre os mecanismos relacionados às diferentes necessidades da pele e fortalecem a base científica de Natura Chronos Derma. Esse conhecimento se conecta à Biociência Chronos, tecnologia exclusiva da marca que combina bioativos da biodiversidade brasileira a dermoativos reconhecidos pela dermatologia para desenvolver soluções de alta performance.

Compreender que a pele muda de comportamento com o passar do tempo permite criar produtos sob medida para controlar a oleosidade, hidratar, suavizar manchas e tratar os sinais do envelhecimento.

A pesquisa também testou a capacidade de regeneração na prática, ao avaliar como a pele respondia ao tratamento dermocosmético. Após 30 dias de uso de Natura Chronos Antissinais Noturno, os cientistas identificaram um aumento de microrganismos benéficos e um reequilíbrio nos lipídios protetores nas faixas etárias analisadas.

“Estudar a pele em nível molecular nos permite identificar particularidades que não são percebidas apenas pela avaliação dos sinais visíveis. Esses dados ampliam nossa capacidade de desenvolver tecnologias mais direcionadas e avançar na personalização do cuidado em diferentes fases da vida”, afirma Manuel Rios Krauss, Diretor Executivo de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Natura.

A dimensão da pesquisa impressiona: foram mapeados mais de 17 bilhões de códigos de DNA e realizadas 20 mil análises de compostos lipídicos da pele. Um marco científico que passa a integrar a base de inteligência da Natura e apoia novas frentes de pesquisa e desenvolvimento de Natura Chronos Derma, reforçando o compromisso da marca em unir ciência, tecnologia e biodiversidade brasileira para acompanhar as transformações da pele ao longo da vida.

Fontes

¹Os estudos proprietários foram conduzidos pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Natura, com apresentação e premiação nos seguintes congressos científicos:

  • Congresso Internacional IFSCC (2024): “Women over 80: longevity assessed from the perspective of the skin biophysics, metagenomics and lipidomics, before and after cosmetic intervention with Brazilian biodiversity ingredients”.
  • Congresso Nacional da Associação Brasileira de Cosmetologia (2025): “Senescência celular e saúde da pele: resultados clínicos de intervenção tópica em uma coorte diversificada” (Premiado como melhor trabalho na categoria Biodiversidade).

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. É a companhia de melhor reputação do Brasil e a mais responsável em ESG pelo ranking Merco há 12 anos consecutivos. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura é pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. Os produtos da marca podem ser adquiridos através das 2,8 milhões de consultoras, via e-commerce, aplicativo, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br

Piemonte Store ganha novo endereço

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Piemonte Store ganha novo endereço

Central de vendas passa a funcionar na Rua Euclides da Cunha, 821, entre Batel e Bigorrilho, e receberá futuros lançamentos da incorporadora

A Piemonte Store, central de vendas e relacionamento da Piemonte Incorporadora, passa a funcionar em novo endereço a partir de terça-feira, 3 de novembro. Após três anos de operação no mesmo local, a iniciativa passa a atender na Rua Euclides da Cunha, 821, no encontro entre os bairros Batel e Bigorrilho, em Curitiba, onde atualmente funciona o plantão de vendas do Piemonte Dóra. O espaço será utilizado para apresentar os empreendimentos disponíveis e futuros lançamentos da incorporadora, mantendo a proposta de reunir diferentes opções em comercialização em um único ambiente.

Inaugurada em dezembro de 2023, a Piemonte Store se consolidou como um ponto de referência para clientes interessados em conhecer o portfólio da incorporadora, permitindo apresentar diferentes projetos e oportunidades de investimento. Agora, o atendimento passa a acontecer em uma estrutura projetada para oferecer uma experiência mais completa e personalizada aos visitantes.

“Hoje, o cliente não avalia apenas um imóvel, mas também a incorporadora que está por trás do projeto. Ele quer conhecer sua trajetória, entender seus diferenciais e perceber o que existe em comum entre os empreendimentos. Reunir nosso portfólio em um único endereço permite apresentar essa visão mais ampla, mostrando como nossos conceitos de arquitetura, qualidade e experiência de morar se refletem em diferentes lançamentos”, destaca Ricardo Kitamura, diretor geral da Piemonte Incorporadora.

O novo endereço conta com ambientes projetados pela arquiteta Eliza Schuchovski, da SCK Arquitetura, e recursos tecnológicos que permitem aos visitantes conhecer os projetos de forma mais detalhada. Entre os destaques está a maquete física do Piemonte Dóra integrada à tecnologia da Elephant Skin, que combina conteúdo digital, iluminação inteligente e movimentação das torres para proporcionar uma experiência imersiva.

O local também abriga o apartamento decorado do Piemonte Dóra, com 234 metros quadrados, quatro suítes e elevador privativo, que apresenta a proposta de arquitetura, conforto e hospitalidade do residencial. Além de conhecer o Piemonte Dóra, os visitantes poderão obter informações sobre os demais empreendimentos da Piemonte em comercialização, com atendimento da equipe especializada da incorporadora.

Crédito da foto: Bia Nauiack

Ambulatório dentro da empresa ganha papel estratégico na gestão da saúde dos trabalhadores

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Ambulatório dentro da empresa ganha papel estratégico na gestão da saúde dos trabalhadores

Modelo vai além da disponibilização de profissionais e inclui protocolos para acompanhar atendimentos, indicadores e a saúde dos colaboradores

Ter médico, enfermeiro ou técnico de enfermagem disponível dentro da empresa não significa, necessariamente, ter uma gestão de saúde estruturada. Para que o ambulatório corporativo cumpra um papel mais amplo, é preciso ir além da disponibilização de mão de obra e estabelecer protocolos que orientem desde os atendimentos cotidianos até o acompanhamento de indicadores de saúde dos trabalhadores.

Segundo o médico do trabalho e diretor da MAG Saúde, Vardiceu Genaro, a diferença está justamente em enxergar o ambulatório como parte de uma estratégia mais ampla de saúde. “Disponibilizar a mão de obra é uma parte importante do serviço, mas, sozinha, não representa uma gestão completa. Quando existem protocolos, processos definidos e acompanhamento das informações geradas no próprio ambulatório, conseguimos ter uma visão muito mais ampla da saúde daquela população”, explica.

A MAG Saúde, empresa paranaense com 30 anos de experiência em saúde e segurança do trabalho e presença em mais de 390 cidades brasileiras, atua na gestão de ambulatórios corporativos em todo o país. O trabalho combina equipes especializadas, processos estruturados e análise de informações para transformar os atendimentos realizados dentro das empresas em ações contínuas de cuidado e prevenção.

Do atendimento pontual à prevenção

Dor de cabeça, mal-estar, alteração de pressão, dores musculares ou pequenos acidentes podem parecer ocorrências isoladas quando analisados individualmente. Quando os atendimentos de um ambulatório são registrados e acompanhados de forma estruturada, porém, a repetição dessas situações pode revelar informações importantes sobre a saúde dos trabalhadores.

É aí que a gestão do ambulatório passa a ter também um papel preventivo. A análise dos atendimentos permite identificar recorrências, acompanhar determinados grupos e perceber mudanças no perfil de saúde da população da empresa. Essas informações podem orientar desde ações de promoção da saúde até medidas relacionadas às condições e à organização do trabalho. “Quando começamos a enxergar o conjunto, conseguimos perceber situações que dificilmente apareceriam olhando apenas para um atendimento. Se uma determinada queixa começa a se repetir, por exemplo, é importante entender o que está acontecendo. O ambulatório passa a funcionar também como um ponto de observação da saúde daquela população”, explica Genaro.

Esse acompanhamento também permite que a empresa trabalhe com prevenção antes que determinados problemas resultem em afastamentos ou agravamentos. Campanhas de saúde, orientações, encaminhamentos e ações específicas podem ser planejados a partir das necessidades identificadas entre os próprios colaboradores, em vez de seguirem apenas um calendário genérico.

Para Genaro, essa é uma das principais mudanças trazidas por uma gestão estruturada. “O objetivo não é esperar que o trabalhador adoeça para agir. O atendimento continua sendo fundamental, claro, mas as informações que chegam ao ambulatório também podem ajudar a antecipar necessidades e direcionar ações. Quando existe essa continuidade, o cuidado deixa de ser apenas reativo”, afirma.

O olhar mais amplo também ajuda a aproximar saúde ocupacional e saúde geral. Embora nem toda queixa apresentada pelo trabalhador tenha relação direta com sua atividade profissional, alterações percebidas durante os atendimentos podem indicar a necessidade de acompanhamento médico ou de outros cuidados. “Dentro da empresa, muitas vezes temos a oportunidade de perceber sinais que o próprio trabalhador ainda não valorizou. O papel do ambulatório não é substituir o acompanhamento médico individual, mas pode contribuir para orientar esse colaborador e estimular que ele procure o cuidado adequado quando necessário”, completa Genaro.

Para as empresas, a estruturação dos protocolos também permite acompanhar indicadores ao longo do tempo e entender quais questões de saúde aparecem com maior frequência entre os trabalhadores. Mais do que manter uma equipe disponível para atender intercorrências, a proposta é transformar o ambulatório em uma fonte de informação para ações contínuas de saúde e prevenção.

O barato que sai caro: cinco custos da falta de qualidade que as empresas não enxergam

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O barato que sai caro: cinco custos da falta de qualidade que as empresas não enxergam

Retrabalho, desperdício e perda de produtividade são parte de uma conta que pode chegar também aos clientes, à reputação e à competitividade das empresas

Um produto que precisa ser refeito, uma matéria-prima descartada ou uma devolução são custos fáceis de identificar. Mas quanto custa parar um processo para corrigir uma falha? Quantas horas são consumidas investigando um problema? E qual é o valor de um cliente que, depois de uma experiência ruim, deixa de comprar? E quantos destes nunca mais retornam e viram detratores do produto e até da marca?

Essas despesas fazem parte do chamado custo da não qualidade e uma parcela importante delas pode permanecer invisível para as empresas. Estudo publicado em 2026 no International Journal of Quality & Reliability Management, realizado com 175 profissionais de organizações de diferentes países, mostrou que muitas empresas ainda encontram dificuldades para mensurar esses custos em relação ao faturamento.

Para a engenheira e executiva Viviani Meneghin Magalhães, que acumula mais de 25 anos de experiência nas áreas de Qualidade, Excelência Operacional e Gestão, o fenômeno pode ser comparado a um iceberg: aquilo que aparece nas planilhas representa apenas uma parte do impacto. “Quando pensamos em falta de qualidade, normalmente lembramos do produto com defeito, do material descartado ou daquilo que precisou ser refeito. Mas existem consequências menos óbvias: tempo das equipes, perda de produtividade, atrasos, reclamações, desgaste da marca e até clientes que simplesmente não voltam. Muitas vezes, é abaixo da superfície que está a maior parte do problema”, explica.

A especialista em qualidade aponta cinco custos que costumam ficar escondidos nessa conta

  1. Retrabalho

Fazer novamente algo que deveria ter sido executado corretamente na primeira vez consome horas de trabalho, equipamentos, energia e outros recursos. “É relativamente simples calcular quanto material foi perdido. Mais difícil é perceber que profissionais de diferentes áreas podem ter dedicado horas àquele problema, deixando de trabalhar em atividades que agregariam valor ao negócio”, afirma.

  1. Desperdício

Matéria-prima descartada e ou reprocessada é apenas uma das formas de desperdício. Consumo desnecessário de recursos, processos mal dimensionados, estoques adicionais e produtos fora de especificação também entram nessa conta. Pequenas ineficiências repetidas diariamente podem acabar incorporadas à rotina e deixar de ser percebidas como problema.

  1. Perda de produtividade

Uma falha pode exigir novas conferências, interromper etapas e mobilizar diferentes áreas para descobrir a causa e corrigir o problema. Estudo publicado no Journal of Operations Management, ao analisar fábricas de bens de consumo duráveis, mostrou que os ganhos indiretos de produtividade proporcionados pela melhoria da qualidade chegaram a ser de duas a três vezes maiores do que os benefícios diretos com redução de sucata, retrabalho e estoques. “Uma equipe pode estar extremamente ocupada e isso não significa necessariamente que esteja sendo produtiva. Se parte importante do tempo é usada para corrigir problemas, estamos consumindo capacidade sem gerar novo valor”, destaca Viviani.

  1. Desgaste com clientes

Quando a falha chega ao consumidor, entram na conta reclamações, trocas, devoluções, logística e atendimentos adicionais. Mas há um impacto mais difícil de medir: a perda de confiança. Um cliente insatisfeito pode reclamar e permitir que a empresa corrija o problema, mas também pode simplesmente procurar um concorrente, levando consigo compras futuras e possíveis recomendações.

  1. Perda de mercado

Quando as falhas deixam de ser episódios isolados, podem afetar a percepção sobre a empresa. Problemas recorrentes comprometem a reputação, dificultam novos negócios e abrem espaço para concorrentes.

Para Viviani, é justamente por isso que qualidade não deve ser vista apenas como controle ou inspeção. “Existe uma diferença importante entre gastar para corrigir problemas e investir para evitar que eles aconteçam. Quando a qualidade faz parte da gestão inerente aos processos, ela se torna uma ferramenta de produtividade, competitividade e proteção do resultado do negócio”, conclui.

Currículo bom, entrevista ruim: cinco erros que podem tirar profissionais experientes de uma seleção

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Currículo bom, entrevista ruim: cinco erros que podem tirar profissionais experientes de uma seleção

Headhunter aponta comportamentos que comprometem profissionais mesmo quando experiência e formação atendem aos requisitos de uma posição em aberto

Um currículo consistente, anos de experiência e boa formação podem abrir a porta para uma entrevista, mas não garantem a continuidade em um processo seletivo. Para profissionais mais experientes, alguns comportamentos durante a conversa com o recrutador podem pesar tanto quanto as competências técnicas apresentadas no currículo.

Segundo Diego Godoy, headhunter e sócio da MUUDA.work, é relativamente comum encontrar candidatos com trajetórias profissionais muito aderentes à posição, mas que têm dificuldade de demonstrar essa compatibilidade durante a entrevista. “O currículo mostra onde a pessoa trabalhou e parte do que ela construiu. A entrevista mostra como ela pensa, se comunica, se relaciona e enxerga a própria trajetória. Às vezes, encontramos um candidato excelente no papel, mas que não consegue sustentar essa percepção quando começa a conversa. A impressão é que ele se conhece pouco.”, explica.

Para Godoy, cinco comportamentos merecem atenção, especialmente entre profissionais que já acumulam muitos anos de carreira.

  1. “Responder demais” e não responder à pergunta

Experiência traz repertório, mas também pode levar a respostas longas demais. O profissional começa contando o contexto, passa por diferentes situações e, depois de vários minutos, ainda não respondeu objetivamente ao que foi perguntado.

“Não se trata de responder tudo em duas frases, mas de ter capacidade de entender a pergunta, o objetivo dela e fazer uma síntese na resposta. Quanto mais sênior a posição, mais esperamos que o profissional consiga organizar um raciocínio complexo e comunicar o que realmente importa, pois gerentes, diretores e C-Level são avaliados principalmente pela forma de pensar e não pelo repertório técnico somente”, afirma.

  1. Falar apenas em responsabilidades e não em resultados

Dizer que liderava uma equipe, respondia por determinada área ou participava de decisões estratégicas descreve a função, mas não necessariamente revela a contribuição daquele profissional. Para o headhunter, candidatos experientes precisam conseguir mostrar o impacto do próprio trabalho.

“Existe uma diferença grande entre dizer ‘eu era responsável pela área comercial’ e explicar quais desafios encontrou, o que fez e quais resultados conseguiu gerar. O cargo está no currículo. Na entrevista, queremos entender o que aquela pessoa fez com a responsabilidade que recebeu”, explica Godoy.

  1. Falar mal da empresa ou do antigo gestor

Mesmo quando a saída aconteceu em circunstâncias difíceis, transformar a entrevista em um espaço para reclamações pode prejudicar a percepção sobre o candidato.

Isso não significa esconder conflitos ou experiências negativas. O diferencial está na forma de apresentá-los. “É perfeitamente possível explicar que houve uma divergência, uma mudança de estratégia, um problema moral, ético, ou uma relação difícil. O que observamos é como o profissional fala sobre isso. A maturidade também aparece na capacidade de contar uma situação negativa sem transformar a entrevista em uma espécie de acerto de contas”, afirma.

  1. Demonstrar que sabe muito sobre o passado, mas pouco sobre a vaga

Outra situação recorrente é o profissional se preparar para contar a própria história, mas chegar à entrevista sem conhecer suficientemente a empresa, o negócio ou os desafios da posição.
“Experiência não substitui preparação. Quando um executivo demonstra curiosidade, estudou a empresa e faz boas perguntas, a conversa muda de nível. Ele deixa de apenas apresentar o que já fez e começa a construir uma conexão entre sua experiência e aquilo que a organização precisa”, diz Godoy.

  1. Tentar demonstrar que “sabe tudo”

Em posições mais seniores, segurança é importante, mas ela não deve ser confundida com a necessidade de ter resposta para qualquer assunto. Para Godoy, reconhecer limites, fazer perguntas e demonstrar disposição para aprender também são sinais importantes de maturidade profissional.

“Quanto mais experiente alguém se torna, maior pode ser a tentação de provar que já viu de tudo. Só que o mercado muda, as empresas são diferentes e ninguém chega sabendo todas as respostas. Um profissional seguro também consegue dizer ‘não sei’, perguntar e ouvir”, afirma.

Para o headhunter, a preparação para uma entrevista deve ir além de ensaiar respostas para perguntas tradicionais. É importante revisar a própria trajetória, selecionar situações concretas que demonstrem resultados e estar preparado para explicar decisões, dificuldades, aprendizados e mudanças de carreira.

“A entrevista não deveria ser uma tentativa de parecer perfeito. Ela é uma oportunidade para mostrar como aquele profissional pensa e age diante de situações reais. Um currículo pode colocar o candidato no processo seletivo, mas é a qualidade da conversa que ajuda a mostrar se existe compatibilidade entre aquela pessoa, a posição e a empresa”, completa Diego Godoy.

A MUUDA.work atua nas áreas de recrutamento e seleção e mentoring profissional, atendendo empresas e executivos em processos de contratação, desenvolvimento e transição de carreira.

Casal precisa dormir no mesmo tipo de colchão? Entenda como conciliar diferentes necessidades

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Casal precisa dormir no mesmo tipo de colchão? Entenda como conciliar diferentes necessidades

Peso, altura, posição de dormir e preferência por superfícies mais firmes ou macias podem fazer com que duas pessoas tenham percepções diferentes de conforto

Dividir a cama não significa necessariamente ter as mesmas necessidades na hora de dormir. Enquanto uma pessoa prefere uma superfície mais firme, a outra pode se sentir melhor em um colchão mais macio. Diferenças de peso, altura, biotipo, posição adotada durante o sono e até percepção individual de conforto fazem com que o mesmo colchão possa proporcionar sensações bastante distintas para duas pessoas.

Segundo Jarbas Carneiro, diretor da Carneiro Colchões Artesanais, esse é um dos principais pontos que devem ser considerados por casais na escolha de um colchão. “É muito comum o casal chegar à loja procurando um colchão e descobrir que cada um tem uma percepção completamente diferente. Um deita e acha confortável, enquanto o outro considera firme ou macio demais. Isso acontece porque conforto é muito individual e o colchão reage de maneira diferente de acordo com o peso e o corpo de quem está sobre ele”, explica.

Uma pessoa mais pesada, por exemplo, exerce maior pressão sobre a superfície e tende a afundar mais nas camadas de conforto. Já alguém mais leve pode ter uma percepção diferente no mesmo produto. A posição em que cada um costuma dormir também interfere: quem dorme de lado distribui o peso de maneira diferente de quem passa a maior parte da noite de costas ou de bruços.

Por isso, um dos erros mais comuns é escolher o colchão considerando apenas a preferência de um dos parceiros. Para Carneiro, sempre que possível, os dois devem experimentar o produto antes da compra. “Não basta um escolher e o outro apenas concordar. O ideal é que os dois deitem, permaneçam alguns minutos no colchão e percebam como o corpo se acomoda. A escolha precisa funcionar para quem vai dividir aquela cama todas as noites”, afirma.

Outro ponto importante é não confundir firmeza com sustentação. Um colchão não precisa ser extremamente rígido para sustentar adequadamente o corpo, assim como uma superfície mais macia não significa necessariamente falta de suporte. A estrutura interna e as diferentes camadas que compõem o produto têm funções distintas.

“É possível ter uma sensação de acolhimento na superfície e, ao mesmo tempo, uma estrutura interna que ofereça sustentação. Quando entendemos essa diferença, fica mais fácil encontrar um meio-termo para casais que têm preferências distintas”, explica Jarbas.

A independência de movimentos também pode fazer diferença para quem divide a cama. Sistemas com molas ensacadas individualmente permitem que cada mola responda de maneira mais independente à pressão exercida sobre ela, reduzindo a transferência de movimento de um lado para o outro. Na prática, quando uma pessoa se mexe ou levanta durante a noite, a movimentação tende a ser menos percebida pelo parceiro.

Na Carneiro Colchões Artesanais, alguns modelos utilizam 255 molas ensacadas por metro quadrado. “Quanto melhor o colchão consegue responder individualmente aos diferentes pontos de pressão, mais fácil é acomodar dois corpos com características distintas. Para o casal, isso também ajuda a evitar aquela sensação de que todo o colchão se movimenta quando apenas uma pessoa muda de posição”, explica.

Quando as diferenças de preferência são muito grandes, a escolha pode exigir uma análise ainda mais individualizada. Mais do que procurar simplesmente um colchão “duro” ou “macio”, a recomendação é considerar o conjunto formado pela estrutura interna, camadas de conforto e características físicas de quem vai utilizá-lo.

“O melhor colchão para um casal não é necessariamente aquele que agrada totalmente a uma pessoa ou à outra no primeiro contato. É aquele que consegue oferecer sustentação adequada e conforto para os dois. Por isso, experimentar juntos e conversar sobre o que cada um sente é parte importante da escolha”, completa Carneiro.