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Copa do Mundo: problemas bucais podem reduzir performance de atletas em até 17%

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Dor, inflamações e outros problemas bucais podem comprometer a performance, a recuperação muscular e os resultados nas competições

Treinamento físico, alimentação e saúde mental são pilares amplamente reconhecidos na preparação de atletas de alto rendimento. Porém, a saúde bucal também ocupa um papel estratégico nesse processo. Com a aproximação da Copa do Mundo e a intensificação dos treinamentos para os próximos Jogos Olímpicos, especialista destaca que problemas envolvendo dentes, gengivas e outras estruturas da cavidade oral estão associados a impactos no desempenho esportivo.

Estudos da Associação Brasileira de Odontologia Seção São Paulo – ABO-SP, apontam que infecções bucais estão associadas a dor, desconforto e perda de concentração, podendo reduzir o rendimento esportivo em até 17%. Além disso, processos infecciosos na boca podem liberar bactérias na corrente sanguínea, comprometendo a recuperação muscular e aumentando o risco de lesões.

Para o cirurgião-dentista e diretor da Neodent, Dr. Sérgio Bernardes, a odontologia esportiva deve ser considerada tão estratégica quanto outras áreas da saúde voltadas à alta performance. Apesar das evidências, o acompanhamento odontológico ainda não faz parte da rotina de muitos atletas brasileiros. “Quando falamos em alta performance, cada detalhe importa. A saúde bucal influencia em fatores como concentração, qualidade do sono, recuperação muscular e bem-estar geral. Por isso, o acompanhamento odontológico deve fazer parte da rotina de qualquer atleta, da mesma forma que o preparo físico, nutricional e psicológico”, afirma.

Saúde bucal como parte da preparação esportiva

Reconhecendo a importância da saúde bucal para o desempenho esportivo, os atletas olímpicos brasileiros passaram a contar recentemente com atendimento odontológico completo como parte da preparação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. A iniciativa é resultado de uma parceria inédita entre a Neodent e o Comitê Olímpico do Brasil (COB), que amplia o acesso dos atletas a cuidados odontológicos especializados e reforça a integração da odontologia à rotina de treinamento e alta performance.

A iniciativa acompanha uma tendência crescente de cuidado integral com os atletas. Nesse contexto, a saúde bucal deixa de ser vista apenas sob a ótica estética e passa a integrar as estratégias de prevenção, recuperação e promoção da saúde adotadas no esporte de alto rendimento. “No esporte de excelência, aprendemos que performance é resultado de um conjunto de cuidados: treinamento, alimentação, recuperação, preparação mental. E a saúde bucal também faz parte desse processo. Qualquer inflamação dental pode diminuir a recuperação física para os treinos e competições, com impacto real no rendimento esportivo. Para o atleta, ter acompanhamento odontológico oferece mais segurança para focar no que realmente importa: treinar, evoluir e competir da melhor forma possível”, comenta o medalhista de ouro em Atenas 2004 e diretor geral do Comitê Olímpico do Brasil, Emanuel Rego.

Dentre vários estudos, a relação entre saúde bucal e performance foi evidenciada em uma pesquisa realizada no Reino Unido com 352 atletas de elite e profissionais de 11 modalidades esportivas. O levantamento Oral Health and Performance Impacts in Elite and Professional Athletes mostrou que 32% dos participantes relataram impacto da saúde bucal em seu desempenho, enquanto 29,9% afirmaram sentir dor bucal. Outros 9% disseram ter enfrentado dificuldades para treinar e competir, 5,8% relataram queda nos resultados e 3,8% apontaram redução no volume de treinamento.

Os reflexos vão além das competições. Entre os entrevistados, 34,6% relataram problemas para se alimentar, 15% apresentaram dificuldades para relaxar e 17,2% afirmaram que problemas bucais afetavam sua disposição para sorrir e interagir socialmente. Esses impactos evidenciam que a saúde bucal está diretamente relacionada ao bem-estar, à qualidade de vida e, consequentemente, ao desempenho físico e mental.

Os resultados reforçam a importância de uma abordagem integrada de saúde. Nesse sentido, Bernardes destaca que prevenir e tratar problemas odontológicos deve fazer parte da rotina de atletas e pessoas fisicamente ativas. “A odontologia moderna oferece soluções capazes de devolver função, conforto e segurança a todos os pacientes. Em casos de perda dentária, por exemplo, os implantes podem contribuir para a recuperação da mastigação, da fala e da qualidade de vida, fatores que também impactam a saúde e o desempenho de atletas e praticantes de atividades físicas”.

À medida que o esporte de alto rendimento evolui, detalhes antes considerados secundários ganham relevância. E, nesse cenário, o sorriso dos atletas pode representar muito mais do que uma comemoração após a vitória: pode ser um dos fatores que ajudam a construi-la.

Sobre a Neodent

A Neodent é a marca de implantes dentários mais utilizada pelos dentistas no Brasil. Com o propósito de criar novos sorrisos todos os dias e contribuir para a democratização da saúde bucal, vai além do desenvolvimento e fornecimento de soluções odontológicas de alta qualidade e tecnologia, promovendo programas como o Neodent+, que conecta correntistas Bradesco aos dentistas Neodent e oferecem condições especiais para a realização de tratamentos, e a Expedição Novos Sorrisos, que leva cuidado odontológico e ações educativas a comunidades carentes em todo o Brasil. 

Sobre o COB

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) é uma organização não governamental, filiada ao Comitê Olímpico Internacional (COI), que trabalha na gestão técnica, administrativa e política do esporte nacional. A missão do COB é desenvolver e representar com excelência o esporte de alto rendimento do Brasil, trabalhando na melhoria de resultados esportivos do Time Brasil, elevando a maturidade de gestão do COB e Confederações filiadas e fortalecendo a imagem do esporte olímpico brasileiro. É dever do COB ainda proteger e promover os valores olímpicos em território nacional. Ao longo de seus 112 anos de existência (fundado em 8 de junho de 1914), o COB já levou o Brasil à conquista de 171 medalhas em Jogos Olímpicos (41 de ouro, 49 de prata, 81 de bronze) e 38 medalhas em Jogos Olímpicos da Juventude (11 de ouro, 15 de prata e 12 de bronze). 

Panna City transforma futebol em batalha de dribles no City Center Outlet Premium

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Torneio acontece em julho e convida participantes de diferentes idades a conhecerem uma modalidade inédita do futebol na região

Em clima de Copa do Mundo, o City Center Outlet Premium promove o Panna City, competição que transforma o futebol em uma disputa de habilidade, domínio de bola e criatividade. O torneio será realizado nos finais de semana de julho, mas a quadra inédita montada no empreendimento localizado em Campo Largo (PR) já está disponível para jogos livres e tem atraído visitantes de diferentes idades. Amigos, pais e filhos, avós e netos compartilham o espaço em momentos de diversão e disputas saudáveis. 

Popular em países como Holanda e França, o Panna é uma modalidade disputada em uma arena fechada, sem laterais, na qual o drible vale mais que o gol. O principal objetivo é realizar a chamada “caneta” — quando o jogador passa a bola entre as pernas do adversário e retoma o controle na sequência. A jogada garante vitória imediata e dá nome ao esporte. Disputado no formato 1×1, o Panna City tem reunido crianças, adolescentes e adultos no City Center Outlet Premium.

“O futebol faz parte da cultura brasileira e, durante a Copa do Mundo, buscamos criar experiências que aproximem ainda mais o público desse universo. O Panna City apresenta uma forma diferente e pouco conhecida de vivenciar o esporte, valorizando a criatividade, o respeito e a interação entre os participantes”, destaca a gerente de marketing do City Center Outlet Premium, Fernanda Hickson.

A competição será disputada em três categorias: Kids (7 a 11 anos); Sub-15 (12 a 15 anos); e Open (16 anos ou mais). Cada uma reunirá 16 competidores em confrontos eliminatórios realizados em uma arena 360º, onde a bola permanece em jogo durante toda a partida.

Além da disputa pelo título, os participantes concorrem a vouchers da Adidas. Ao todo, serão distribuídos 14 prêmios ao longo dos dois dias de competição, contemplando campeões, vice-campeões e os autores das melhores jogadas. As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas pelo aplicativo PODI.

Serviço

Panna City

Datas: a definir de acordo com os próximos jogos do Brasil;

Categorias:

Kids (7 a 11 anos) – das 14h às 15h

Sub-15 (12 a 15 anos) – das 15h às 16h

Open (16 anos ou mais) – das 16h às 17h

Open Extra ou Desafio dos Campeões – das 17h às 18h

Local:  City Center Outlet Premium – R. João Bertoja, 1995 – Campo Largo (PR)

Vagas limitadas

Sobre o City Center Outlet Premium

Localizado em Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba, o City Center Outlet Premium é o primeiro e único outlet do estado do Paraná e um dos maiores do Brasil, com mais de 100 lojas em 74 mil m² de área construída. Segue um conceito americano, que oferece descontos de até 70% durante o ano inteiro, proporciona experiências de compras, lazer e entretenimento para quem mora em Curitiba e outras 30 cidades com grande potencial de compra da região. Construído em um terreno de 290 mil m², o projeto arquitetônico e de paisagismo oferece ambientes a céu aberto, que prezam pelo bem-estar e conforto dos visitantes. É o primeiro outlet com cinema no Brasil, com cinco salas Multiplex Stadium da Cineplus e capacidade para 887 pessoas. É administrado pelo Grupo Tacla Shopping — que possui outros 11 empreendimentos nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Mais informações em: citycenteroutlet.com.br.

Industrialização no interior muda a rota do transporte corporativo

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Expansão da indústria fora das capitais amplia a demanda por mobilidade corporativa e leva a Autonomoz a crescer 26,7% nos primeiros cinco meses de 2026

Expansão da indústria fora das capitais amplia a demanda por mobilidade corporativa e leva a Autonomoz a crescer 26,7% nos primeiros cinco meses de 2026

À medida que a atividade econômica se espalha para além dos grandes centros urbanos, cresce também a demanda por serviços de apoio a empresas que atendem, principalmente, os setores de indústria, logística, energia e agronegócio. Nesse cenário, uma das áreas que têm registrado crescimento é a de transporte corporativo voltado ao deslocamento de colaboradores, fornecedores e equipes terceirizadas. 

Inserida nesse contexto, a Autonomoz, plataforma especializada em mobilidade corporativa, registrou crescimento de 26,7% no faturamento e de 19,7% no número de viagens realizadas entre janeiro e maio de 2026, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Dos 175 municípios atendidos pela empresa, 170 estão localizados fora das capitais, evidenciando o avanço da demanda por transporte em cidades médias e polos regionais. 

O desempenho acompanha uma transformação observada na economia brasileira. Estudo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) mostra que a indústria nacional passa por um processo contínuo de interiorização há mais de quatro décadas. Em 1985, cerca de um terço dos empregos da indústria de transformação estava localizado fora das capitais e regiões metropolitanas. Em 2024, essa participação alcançou 54,4%, evidenciando a crescente relevância dos polos produtivos instalados em cidades médias e regiões estratégicas do país.

Essa tendência pode ser observada em municípios que vêm atraindo investimentos industriais, centros de distribuição e projetos de infraestrutura. Cidades como Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Rio Verde, Rondonópolis, Joinville, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Feira de Santana e Três Lagoas consolidaram-se nos últimos anos como importantes vetores de desenvolvimento econômico, ampliando a necessidade de soluções especializadas para atender às demandas corporativas.

Mobilidade acompanha a nova geografia econômica do país

Entre os mercados atendidos pela empresa estão cidades estratégicas como Ribeirão Preto, Campinas, São José do Rio Preto, Jundiaí, Paulínia, Sorocaba, Piracicaba, Limeira, São Carlos e cidades da Baixada Santista, em São Paulo; Londrina, Maringá, Cascavel, Ponta Grossa, Paranaguá e São José dos Pinhais, no Paraná; Joinville  em Santa Catarina; Belo Horizonte, Juiz de Fora, Uberlândia, Betim, Sete Lagoas e Divinópolis, em Minas Gerais; além de Goiânia, Anápolis e Rio Verde, em Goiás.

A atuação nesses mercados acompanha a descentralização dos investimentos produtivos. Nos últimos anos, cidades médias passaram a receber novas plantas industriais, operações agroindustriais, empreendimentos logísticos e projetos ligados aos setores de energia e infraestrutura, fortalecendo economias regionais e criando novas demandas por mobilidade corporativa.

Nesse contexto, o transporte empresarial assumiu um papel cada vez mais estratégico. Além de viabilizar o deslocamento de colaboradores, fornecedores e equipes terceirizadas, tornou-se uma ferramenta importante para garantir eficiência operacional, segurança e maior controle dos custos.

“Estamos acompanhando uma mudança estrutural na economia brasileira. O fortalecimento dos polos regionais gera novas demandas de mobilidade e exige soluções capazes de oferecer previsibilidade, controle e segurança para as empresas. Nossos resultados refletem diretamente essa transformação e a crescente relevância econômica das cidades fora dos grandes centros”, afirma o fundador e CEO da Autonomoz, Leandro Farias.

Expansão regional fortalece demanda por transporte corporativo

Segundo Leandro, parte significativa desse avanço está relacionada ao crescimento de mercados ligados ao agronegócio, à indústria de transformação, à logística, e aos setores de energia,infraestrutura, rodovia, ferrovia e portos . Municípios como Rondonópolis (MT), Três Lagoas (MS), Feira de Santana (BA), Serra (ES), Rio Grande (RS), Inocência (GO) e Itaguaí (RJ) estão entre os exemplos de localidades que vêm atraindo investimentos e ampliando sua participação na economia nacional.

A evolução dos indicadores também revela uma mudança no perfil da mobilidade corporativa. Com operações cada vez mais distribuídas geograficamente, empresas passaram a buscar plataformas capazes de atender diferentes localidades, integrar informações e proporcionar maior visibilidade sobre deslocamentos e despesas.

“O transporte corporativo deixou de ser apenas uma atividade de suporte para assumir uma função estratégica dentro das organizações. À medida que as empresas ampliam sua presença em novas regiões, se tornam necessárias soluções que atuem em qualquer lugar ou cidade, independente do tamanho, e que possa centralizar tudo em apenas uma plataforma. Isso contribui com a produtividade, a gestão eficiente de recursos e a segurança dos colaboradores”, destaca o CEO da Autonomoz.

Com atuação em estados como São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Goiás, Bahia, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pará, Bahia e Tocantins, a Autonomoz projeta ampliar sua presença em novos mercados ao longo de 2026, acompanhando o fortalecimento econômico dos polos regionais brasileiros.

Sobre a Autonomoz

A Autonomoz é uma empresa brasileira especializada em mobilidade corporativa e transporte de colaboradores. Por meio de uma plataforma tecnológica, conecta motoristas parceiros a empresas que precisam organizar o transporte corporativo de funcionários em trajetos urbanos e intermunicipais. O modelo opera com rotas planejadas, passageiros identificados e viagens recorrentes, garantindo mais segurança, previsibilidade e controle operacional.

Presente em mais de 175 cidades brasileiras e com cerca de mil motoristas parceiros, atende organizações que buscam reduzir custos com transporte de funcionários, otimizar a gestão da mobilidade empresarial e eliminar a necessidade de manutenção de frota própria. A empresa utiliza tecnologia, monitoramento contínuo e indicadores operacionais para aumentar a eficiência logística e a experiência dos passageiros.

BRW apresenta evolução de marca e reforça nova fase de posicionamento no varejo

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Movimento acompanha expansão da empresa, ampliação de portfólio e estratégia de aproximação com o consumidor final

Com crescimento de 14% em 2025 diante de um cenário desafiador para o varejo brasileiro, a marca de produtos de papelaria e material escolar BRW Suprimentos inicia uma nova fase de posicionamento. O objetivo é fortalecer a conexão com o consumidor final e transformar a relevância conquistada no varejo em força de marca.

O movimento marca uma evolução da companhia, acompanhando a ampliação do portfólio, a entrada em novas categorias e uma estratégia mais conectada a comportamento, design, criatividade e tendências de consumo.

Nos últimos anos, a empresa acelerou o ritmo de lançamentos e passou a atuar de forma mais ampla em categorias de consumo. Apenas em 2025, foram mais de 240 novos produtos lançados. Atualmente, a BRW reúne mais de 2 mil itens distribuídos em mais de 20 mil pontos de venda no Brasil e na América Latina.

“Crescemos muito nos últimos anos, ampliamos nosso portfólio e entendemos que era o momento de refletir essa evolução em uma marca mais conectada ao comportamento, às tendências e ao desejo de consumo”, afirma o CEO e cofundador da BRW, Bruno Borgonovo.

A estratégia acompanha as transformações no próprio mercado de papelaria. Impulsionado por redes sociais como TikTok, Pinterest e Instagram, o segmento vem ampliando a presença entre consumidores jovens e adultos que passaram a enxergar itens de papelaria como produtos de identidade, organização pessoal e lifestyle.

Segundo dados da GfK Retail and Technology, o mercado brasileiro de material escolar movimentou cerca de R$ 49,3 bilhões em 2025 e deve ultrapassar R$ 53 bilhões em 2026, em um cenário impulsionado pela valorização de produtos premium, criativos e com forte apelo visual.

Marca como reflexo de uma nova fase

O rebranding foi desenvolvido para refletir o momento atual da empresa e o novo posicionamento: ser a marca mais “hype” nos segmentos de papelaria escolar, escritório, artística e divertida. A proposta conecta produtos à identidade, comportamento e criatividade no cotidiano.

A nova identidade visual aposta nas cores verde e vermelho, nos tons de melancia, em design mais marcante nas embalagens, ampliando a presença da marca nos pontos de venda. 

A estratégia é acompanhada pelo novo slogan da marca: “sempre uma novidade”. “O ponto final incorporado à marca simboliza esse novo momento e sintetiza o posicionamento da BRW de forma direta: onde há novidade, a BRW está presente. Ponto”, afirma a gerente de Marketing e Comunicação da BRW, Franciele Bayer.

Segundo Franciele, o projeto também responde ao desafio de tornar a BRW uma das referências mais desejadas da categoria. “Foi um processo de evolução da comunicação e da forma como queremos ser percebidos pelo consumidor”, afirma.

O novo posicionamento também reforça uma das principais características da marca: o fluxo constante de novidades e lançamentos. Nesse contexto, a companhia também passa a investir em licenciamentos e parcerias com marcas como Pringles, Play-Doh e Senninha.

Estratégia de crescimento

Entre os movimentos recentes da empresa estão a inauguração de uma nova sede de 16 mil metros quadrados, e a ampliação de investimentos em tecnologia e eficiência operacional. A BRW também projeta crescimento de 20% na receita líquida das operações atuais, além de um incremento adicional de 5% proveniente de novos negócios já planejados.

“Nosso objetivo é fazer da BRW uma das marcas mais relevantes do segmento no Brasil, não apenas pela variedade de produtos, mas pela capacidade de lançar tendências e dialogar com o comportamento do consumidor”, completa Borgonovo.

Ficha técnica

CEO: Bruno Borgonovo
Gestão do projeto: Franciele Bayer
Agência: Brainbox Design
Diretor de branding: Zeh Henrique Rodrigues
Assessoria de imprensa: Central Press

Projetos criados por jovens ampliam o acesso à educação financeira no Brasil

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Iniciativas aproximam o tema da prática e incentivam decisões mais conscientes desde cedo

No Brasil, a relação com o dinheiro é marcada pelo despreparo: 80,2% das famílias estão endividadas, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), e 47% dos jovens da Geração Z não controlam suas finanças, conforme a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Para o especialista em Comportamento do Consumidor, Sérgio Czajkowski Júnior, essa insegurança reflete a falta de aprendizado prático. “Educação financeira e planejamento orçamentário não podem ser pensados de forma individualizada. Esse é um processo que envolve tanto a escola quanto a família. Quando o diálogo não acontece, o jovem cresce sem referências claras sobre como lidar com o dinheiro no dia a dia”, explica.

É nesse cenário que surgem iniciativas educacionais que buscam preencher essa lacuna, alinhadas às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e às recomendações da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Curso gratuito aproxima jovens do universo financeiro
A avaliação dos hábitos da Geração Z levantou preocupações entre os próprios jovens, que passaram a buscar formas de mudar esse cenário dentro da própria realidade. “Os estudantes perceberam que a educação financeira estava carente na grade curricular do Brasil como um todo. Viram a importância disso e propuseram uma mudança por meio de projetos escolares”, afirma a coordenadora do Programa de Diploma do Bacharelado Internacional (IB) do Positivo International School, Juliana Lazari.

Criado por estudantes de 13 e 14 anos, do Positivo International School, em Curitiba (PR), o projeto Fundamentos do Dinheiro nasceu em 2021 como um trabalho de conclusão do Ensino Fundamental e rapidamente se transformou em uma ação de impacto nacional. Idealizada por Daniel Thomé, Arthur Spada e Matheus Tebet, a proposta surgiu a partir da percepção de que muitos jovens — e até adultos — não dominam conceitos básicos sobre dinheiro e, por isso, têm dificuldade em planejar o próprio futuro financeiro. O curso, gratuito e estruturado em cinco módulos, abrange os fundamentos das finanças, dos juros aos investimentos, com linguagem simples, exemplos do cotidiano e abordagem prática. Para Louise Evangelista, integrante da equipe, a lacuna no ensino era clara: “A gente percebia que muitas pessoas não sabiam lidar com dinheiro porque nunca aprenderam isso de forma prática. Quando o tema aparece na escola, é muito teórico e distante da realidade”.

Com o apoio da internet, o que começou com aulas presenciais, atendendo cerca de 60 alunos em escolas, instituições e organizações sociais, rapidamente ganhou escala. Hoje, o projeto reúne uma equipe ampla, com a participação de estudantes do Ensino Médio, e oferece conteúdos tanto em formato digital quanto em aulas presenciais realizadas em diversas cidades. Entre as instituições atendidas estão o Cursinho Solidário, o Colégio Lysimaco Ferreira da Costa e a ONG ⁠De Mãos Unidas, em Curitiba, além do Colégio Estadual Lamenha Pequena, em Almirante Tamandaré (PR).

Por meio da plataforma on-line, o curso já alcançou mais de 45 mil alunos em todo o Brasil. Uma das primeiras implementações presenciais foi realizada em colégios da Rede Positivo, com apoio do Instituto Positivo, que contribuiu para a articulação de parcerias e a ampliação do alcance da iniciativa. Os resultados são expressivos: 97,4% dos participantes afirmam compreender a maior parte dos conteúdos, enquanto 98% consideram o aprendizado útil para a vida prática. O Net Promoter Score (NPS) do projeto é de 92. “A ideia é trazer a educação financeira de forma simples, objetiva e conectada com o dia a dia, para que os alunos consigam entender como o dinheiro funciona na prática”, explica Louise.

Além do crescimento em escala, o grupo já trabalha em uma nova frente voltada para crianças de 7 a 9 anos, com o objetivo de alcançar diferentes faixas etárias. “Pelos feedbacks, percebemos que os alunos terminam o curso mais seguros para tomar decisões e com uma visão mais clara sobre como organizar a vida financeira. Isso faz muita diferença para o futuro deles”, completa Louise.

Projeto escolar vira e-book e amplia alcance da educação financeira

Em Cascavel (PR), o estudante Bruno Komatsu Klipp transformou sua inquietação com a falta de conhecimento sobre finanças na criação do Economy For All. Finalista da 42ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), ele desenvolveu um e-book gratuito e on-line que reúne conceitos de economia e investimentos de forma acessível, após perceber estigmas sobre o mercado financeiro: “Sempre ouvi falar da bolsa de valores de forma negativa e percebi que sabia pouco sobre investimentos. A partir daí, quis compartilhar esse conhecimento”, conta Bruno.

O projeto, iniciado na Mostra Brasileira de Inovação, Pesquisa Científica e Empreendedorismo (Mobipe), organizada pelo Passo Certo Bilingual School, foi fundamentado em uma pesquisa com estudantes do Ensino Médio. O levantamento mostrou que 73,9% consideravam a educação financeira escolar insuficiente e 56,5% sentiam-se inseguros para tomar decisões sobre dinheiro. A iniciativa propõe o tema como parte da formação cidadã, estimulando autonomia e responsabilidade e fortalecendo o equilíbrio e a consciência social das novas gerações.

Moeda fictícia transforma comportamento e engajamento escolar

Em Castro (PR), o Colégio Estadual Amanda Carneiro de Mello, em parceria com a Tom Educação, utiliza o projeto “Dinheirinho do Guarazinho” para ensinar finanças e aumentar o engajamento escolar por meio da moeda fictícia Guará. Distribuída semanalmente, a moeda premia a assiduidade: estudantes com presença entre 90% e 95% recebem cinco guarás, enquanto aqueles com frequência superior a 95,01% recebem dez guarás. O montante pode ser trocado na “Lojinha da Frequência” por itens como materiais escolares e jogos, que custam a partir de 20 guarás, incentivando o acúmulo consciente.

Em apenas três semanas, a assiduidade cresceu entre os mais de 100 alunos que participam ativamente do programa. “O modelo busca desenvolver não apenas o compromisso com a rotina escolar, mas também noções fundamentais de economia doméstica: planejamento, poupança, tomada de decisão e recompensa pelo esforço”, afirma o coordenador administrativo da escola, Alessandro Kremer, idealizador do projeto.

O programa é operado de forma colaborativa entre os setores administrativo e pedagógico da escola, que também se responsabilizam pelo controle, reposição e organização dos itens da loja. Além do impacto pedagógico, a iniciativa contribui para um ambiente que incorpora as finanças de forma prática no dia a dia dos alunos.

Sobre o Colégio Positivo

Colégio Positivo, reconhecido como líder e referência no setor educacional, teve sua origem como um prestigiado curso pré-vestibular, expandindo sua atuação para se tornar uma instituição de destaque no campo da educação. Integrante do Grupo Positivo, sua história é marcada pelo compromisso de formar indivíduos éticos, conscientes e solidários, preparados para os desafios futuros com excelência. Desde os primeiros estágios da jornada educativa, o Colégio Positivo se distingue por sua abordagem transformadora, presente em todos os níveis de ensino. Com uma presença consolidada em 22 unidades distribuídas pelos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, a instituição acolhe mais de 19 mil alunos, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio.

Confiança entre consumidores impulsiona programas de indicação e fortalece vendas no mercado imobiliário

Indicação de amigos impulsiona vendas de imóveis no Brasil

A recomendação de amigos, familiares e conhecidos voltou a ganhar força como estratégia de vendas em diversos segmentos da economia. No mercado imobiliário, onde a decisão de compra envolve alto investimento e confiança, os programas de indicação têm se consolidado como um importante canal de geração de negócios.

O cenário acompanha o momento positivo do setor. Segundo pesquisa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em parceria com a Brain Inteligência Estratégica, a intenção de compra de imóveis no país chegou a 49% no primeiro trimestre deste ano, frente aos 44% registrados no mesmo período de 2025.

Empresas como Dropbox, Airbnb e American Express já utilizam programas de indicação como estratégia para ampliar sua base de clientes, oferecendo benefícios para consumidores que recomendam seus produtos e serviços. 

No mercado imobiliário, esse comportamento também vem ganhando relevância. Na Pride Construtora, o programa de indicações Ganhe Mais já representa 7,3% das vendas mensais da empresa.

Com empreendimentos em comercialização em Londrina, Apucarana, Curitiba e Região Metropolitana, a Pride acompanha uma tendência observada em diferentes mercados: a crescente influência da recomendação de amigos e familiares na decisão de compra de imóveis.

“A compra de um imóvel é uma decisão baseada em confiança. Quando alguém recomenda uma construtora para uma pessoa próxima, existe uma credibilidade que dificilmente uma campanha publicitária consegue gerar. O programa de indicação reconhece esse relacionamento e valoriza quem contribui para aproximar novos clientes da empresa”, afirma Vevianne Jacques, diretora comercial da Pride.

Segundo a executiva, mais do que estimular novas vendas, a iniciativa busca reconhecer clientes e parceiros que compartilham experiências positivas com a marca.

“O programa nasceu como uma forma de valorizar quem já acredita no nosso trabalho. Quando um cliente ou parceiro recomenda um empreendimento, ele está compartilhando uma experiência e ajudando outra pessoa em uma decisão importante. Entendemos que esse movimento merece reconhecimento”, completa.

O Ganhe Mais é aberto ao público e permite que qualquer pessoa maior de 18 anos participe, sem necessidade de experiência em vendas. Após o cadastro na plataforma, o participante recebe um link personalizado para compartilhar com amigos, familiares e conhecidos. Caso a indicação resulte na compra de um imóvel, o indicador recebe uma recompensa financeira que varia entre R$ 2 mil e R$ 15 mil, conforme o empreendimento comercializado. Clientes da Pride também podem optar por utilizar o valor para abatimento de parcelas do próprio imóvel.

Sobre o Ganhe Mais

O programa está disponível para pessoas maiores de 18 anos e permite acompanhar todas as indicações de forma digital. As regras de participação, prazos para recebimento das recompensas e empreendimentos participantes estão disponíveis em www.ganhemais.app.br.

Sobre a Pride

A Pride Construtora completa 14 anos de atuação em 2026, com mais de cinco mil unidades entregues. Atualmente, a empresa concentra empreendimentos em comercialização em Londrina, Apucarana, Curitiba e Região Metropolitana, desenvolvendo projetos voltados tanto para investidores quanto para famílias em busca da casa própria.

Artigo: O futuro da indústria papeleira no Brasil passa por inovação, sustentabilidade e competitividade global

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Por Cristiano Macedo

Em 2025, a produção brasileira de celulose atingiu 29,4 milhões de toneladas, um recorde histórico e crescimento de 6,9% em relação a 2024, segundo a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá). A produção de papel manteve-se em cerca de 11,3 milhões de toneladas, demonstrando a força de um setor que vive um momento de transformação e que é impulsionado por novas demandas de mercado, avanços tecnológicos e exigências ambientais cada vez mais rigorosas.

O Brasil reúne características que o colocam em posição privilegiada no cenário global, graças à sua matriz florestal renovável, elevada produtividade das florestas plantadas e forte capacidade exportadora. No entanto, manter essa vantagem exige investimentos contínuos em inovação, automação e eficiência operacional.

O mercado internacional demanda cada vez mais produtividade, rastreabilidade e compromisso ambiental. Nesse contexto, inovação e sustentabilidade passam a integrar a mesma estratégia de crescimento. O futuro da indústria papeleira dependerá da capacidade de produzir mais, com maior qualidade e menor impacto ambiental.

A tecnologia tem papel central nessa transformação. Ferramentas como automação industrial, sensores inteligentes, internet das coisas (IoT), inteligência artificial e análise de dados já fazem parte das operações mais modernas do setor. A digitalização permite monitorar equipamentos e processos em tempo real, reduzindo paradas, desperdícios e consumo de recursos, além de aumentar a eficiência produtiva.

Ao mesmo tempo, a agenda ESG (Ambiental, Social e Governança) passou a influenciar diretamente investidores, compradores internacionais e consumidores. Grandes empresas exigem de seus fornecedores rastreabilidade, redução de emissões, uso responsável dos recursos naturais e compromisso com boas práticas de governança.

Mais do que uma questão reputacional, a sustentabilidade tornou-se requisito para acessar mercados globais e preservar a competitividade. Europa e América do Norte, por exemplo, ampliam continuamente suas exigências relacionadas à pegada de carbono e à transparência das cadeias produtivas.

Nesse cenário, a economia circular ganha relevância crescente. O aproveitamento de fibras recicladas, a valorização de resíduos industriais e o desenvolvimento de soluções que ampliem o ciclo de vida dos materiais contribuem para reduzir impactos ambientais e gerar ganhos econômicos ao longo de toda a cadeia.

As vantagens competitivas brasileiras são significativas, mas a liderança global não está garantida. O desafio dos próximos anos será transformar esse potencial em liderança tecnológica por meio de investimentos contínuos em inovação, digitalização e qualificação profissional.

O futuro da indústria papeleira não será definido apenas pela capacidade de produzir mais. Será determinado pela habilidade de desenvolver soluções de maior valor agregado, atender às exigências de sustentabilidade e responder rapidamente às transformações do mercado global. O Brasil reúne condições para liderar esse movimento e consolidar sua posição como referência mundial em uma economia cada vez mais baseada em recursos renováveis e inovação industrial.

Cristiano Macedo é CEO do Grupo Technocoat.

Dia do Caminhoneiro: A informação jurídica é ferramenta essencial para quem move a economia brasileira

No dia 30 de junho, é celebrado o Dia do Caminhoneiro, uma data que homenageia os profissionais responsáveis por movimentar a economia do país. Segundo dados do setor, mais de 60% das cargas transportadas no Brasil dependem do modal rodoviário, evidenciando a importância estratégica dos caminhoneiros para o abastecimento, a indústria e o comércio nacional.

No entanto, os desafios enfrentados por esses profissionais vão muito além das longas jornadas nas estradas. Questões tributárias, contratuais e relacionadas à prestação de serviços impactam diretamente a rentabilidade, a segurança jurídica e a sustentabilidade dos negócios de caminhoneiros autônomos, transportadoras e embarcadores.

Para a advogada Miriam Ranalli, especialista em Direito dos Transportes e Direito Tributário, a informação jurídica tem se tornado uma importante aliada na proteção dos profissionais do setor. “Conhecer a legislação não é apenas uma forma de evitar problemas. É uma ferramenta de gestão e proteção. Quando caminhoneiros e empresas entendem seus direitos e deveres, conseguem tomar decisões mais seguras, reduzir riscos e fortalecer suas atividades de forma sustentável”, afirma.

Além da atuação jurídica, Dra. Miriam desenvolve um trabalho voltado à capacitação, fidelização e treinamento de profissionais do transporte, compartilhando conhecimento sobre legislação aplicada ao setor, boas práticas operacionais e prevenção de conflitos. Segundo ela, muitos prejuízos poderiam ser evitados por meio da orientação adequada e do entendimento das normas que regem a atividade.
“Grande parte dos conflitos surge pela falta de informação. Contratos mal interpretados, obrigações desconhecidas e falhas na gestão documental acabam gerando custos desnecessários e desgastes nas relações comerciais. A educação jurídica contribui para que todos os envolvidos atuem com mais segurança e transparência”, explica.

Um dos temas que merece atenção especial, de acordo com a especialista, é o equilíbrio nas relações de subcontratação entre caminhoneiros, transportadoras e embarcadores. Em um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, compreender responsabilidades, obrigações e direitos de cada parte é fundamental para evitar litígios e garantir relações comerciais mais saudáveis. “As relações de subcontratação são essenciais para o funcionamento da cadeia logística. Porém, precisam estar amparadas por regras claras e pelo respeito à legislação. Quando existe equilíbrio entre as partes, todos ganham: o transportador, o contratante e, principalmente, o setor como um todo”, destaca Miriam.

Valorização da categoria passa pela informação

No Dia do Caminhoneiro, a reflexão vai além das homenagens. Para a advogada, valorizar a categoria também significa ampliar o acesso à informação e promover a conscientização sobre direitos, deveres e oportunidades de desenvolvimento profissional.
“O caminhoneiro é um agente indispensável para a economia brasileira. Valorizar esse profissional passa por oferecer condições de trabalho adequadas, segurança jurídica e acesso ao conhecimento. Quanto mais informação ele tiver, mais preparado estará para enfrentar os desafios da profissão e proteger seu patrimônio e sua atividade”, conclui.

Sobre a Dra. Miriam Ranalli
Miriam Ranalli é advogada especialista em Direito dos Transportes e Direito Tributário, com atuação voltada ao setor logístico e de transporte rodoviário de cargas. Desenvolve trabalhos de consultoria, orientação jurídica, fidelização e treinamento, auxiliando caminhoneiros, transportadoras e embarcadores na compreensão da legislação, prevenção de riscos e fortalecimento das relações comerciais.
Miriam Ranalli é advogada especialista em Direito dos Transportes e Direito Tributário, com atuação voltada ao setor logístico e de transporte rodoviário de cargas. Desenvolve trabalhos de consultoria, orientação jurídica, fidelização e treinamento, auxiliando caminhoneiros, transportadoras e embarcadores na compreensão da legislação, prevenção de riscos e fortalecimento das relações comerciais.

Para cada 1 real de receita, Natura gerou 4x mais em impacto positivo para a sociedade e o meio ambiente, alcançando patamar projetado para 2030

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Para cada 1 real de receita, Natura gerou 4x mais em impacto positivo para a sociedade e o meio ambiente, alcançando patamar projetado para 2030

Resultado foi impulsionado, entre outros fatores, pelo avanço da geração da renda para Consultoras e, além da ampliação dos programas de educação da rede

A Natura, empresa líder em Beleza e Cuidados Pessoais na América Latina, atingiu em 2025 o nível de impacto positivo que esperava alcançar apenas no fim desta década. Para cada R$ 1 de receita, a Natura gera o equivalente a R$ 4 em benefícios sociais e ambientais, valor superior ao impacto anteriormente registrado. Ao todo, a empresa gerou a marca histórica de R$ 86,85 bilhões em valor para a sociedade no último ano.

Essa matemática é feita pelo iP&L (Integrated Profit & Loss), uma plataforma própria lançada em 2022, que vai além do balanço financeiro tradicional e calcula em valores monetários o impacto gerado pela empresa. Enquanto o lucro contábil olha apenas para o que entra e sai do caixa da empresa, o iP&L calcula o “lucro” que as operações geraram para as pessoas e para o meio ambiente. É o caso, por exemplo, da renda gerada pelas Consultoras de Beleza Natura e Avon, ou o impacto das iniciativas de ensino da companhia que melhoram a educação das famílias delas. O indicador mede também o valor que se gera na parceria com mais de 13.000 famílias que vivem na Amazônia e produzem bioativos para os produtos da Natura ao mesmo tempo em que ajudam a manter mais de 2,2 milhões de hectares de floresta em pé.

“O grande diferencial do nosso modelo é a possibilidade de usar métricas de negócio para transformar impactos em números que orientam cada uma das nossas escolhas de negócio, levando em consideração, de forma integrada, os capitais financeiros, humanos, sociais e ambientais”, afirma Ana Costa, vice-presidente de Sustentabilidade, Jurídico e Reputação Corporativa da Natura.

Criado pela Natura, o iP&L avalia três dimensões principais, além do financeiro: capital natural, capital social e capital humano. A metodologia busca tornar tangíveis os impactos positivos e negativos do negócio sobre o bem-estar da sociedade. O iP&L também apoia a companhia na definição de prioridades, gestão de riscos e evolução de metas socioambientais.

Como o resultado foi impulsionado

O resultado do impacto em 2025 foi impulsionado por avanços sociais e humanos, ao exemplo das evoluções da melhoria na renda, na saúde e na qualidade de vida das Consultoras de Beleza, somado à expansão dos programas de educação do Instituto Natura. Já na frente ambiental, a Natura teve marcos como o alcance de 90% das embalagens recicláveis, refiláveis ou compostáveis, e a meta é chegar a 100% até 2030.

Neste ano, a metodologia foi robustecida. Exemplo disto é a ampliação de consultoras entrevistadas, passando de 1,5 mil para 4 mil mulheres. Com isto, a empresa conseguiu enxergar mais o investimento e o impacto gerado.

Apesar de ter chegado ao nível planejado para 2030 com cinco anos de antecedência, a Natura trata esse número como uma fotografia do momento. Como esse é um indicador que muda por atributos internos e externos, como a inflação e o consumo, o desafio agora é manter a consistência e ampliar o impacto positivo de forma consistente ao longo dos anos.

Para estimular que outras empresas e instituições também conheçam o impacto de suas atividades, a Natura lançou, em abril, em parceria com a Africa Creative, a plataforma The Future P&L. Trata-se de uma plataforma online e gratuita que funciona como uma “calculadora de impacto” interativa, permitindo que empresas de qualquer porte e setor também possam medir o seu valor considerando os impactos humanos, sociais e ambientais de suas operações.

“Este resultado é uma etapa desta jornada, e não a linha de chegada. Ele traduz as escolhas e práticas regenerativas diárias que fazem parte do nosso modelo de negócio. Nossa meta segue na Visão 2050, que exige que nossos resultados sejam positivos em todos os capitais e dimensões do negócio. Estamos também disponibilizando a ferramenta do iP&L como um convite para que outras empresas possam medir o impacto do seu negócio para que, de forma coletiva, possamos endereçar desafios complexos através de uma atuação sistêmica e colaborativa”, finaliza Ana Costa.

Relatório Integrado 2025

As informações detalhadas sobre este e outros assuntos estão reunidas no Relatório Integrado 2025 da Natura, lançado neste mês, que consolida dados, metas e avanços da companhia na agenda ESG, inovação e outras frentes de atuação. Conheça mais aqui.

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 12 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 8 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 2,8 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br

Investimentos em infraestrutura elevam Guaratuba a novo patamar no mercado imobiliário

Intervenções de drenagem somam R$ 8,1 milhões e impactam leitura de especialistas sobre potencial da cidade

Pioneira no uso do fundo estadual de calamidades para obras preventivas, a cidade ganha previsibilidade urbana e atrai moradores, investidores e novos negócios, movimento que motivou a estruturação e melhoria de uma nova unidade da Apolar.

Guaratuba deu início a um novo pacote de intervenções contra alagamentos, com investimento de R$8,1 milhões do Fundo Estadual para Calamidades Públicas (Fecap). As obras de micro e macrodrenagem vão melhorar o escoamento das águas pluviais em uma das regiões mais afetadas pelas chuvas e tornam o município o primeiro do Paraná a empregar recursos do fundo de calamidades em ações preventivas, e não apenas reparadoras.

A intervenção, chancelada pela Prefeitura e pela Defesa Civil, ocorre em área historicamente crítica: nos últimos dez anos, cerca de 6.400 pessoas e 1.241 residências foram atingidas por ocorrências ligadas às chuvas. O projeto prevê mais de 1,9 km de galerias de drenagem nas avenidas Foz do Iguaçu e Rio Grande do Sul, além do desassoreamento de trechos dos rios Bacamarte e da Praia.

Um novo momento para o mercado imobiliário local

Com localização estratégica e forte vocação turística, Guaratuba vive uma mudança de perfil: deixa de ser apenas destino de temporada para se firmar como polo de moradia, investimento e novos negócios, movimento que tende a impulsionar toda a economia local.

Para Marco Vieira, diretor de Franquias e Expansão Brasil da Apolar Imóveis, investimentos em infraestrutura redefinem a percepção de valor de uma cidade e ampliam sua capacidade de atrair moradores, investidores e empreendimentos. O cenário ganha ainda mais força em um momento aquecido para o setor: o franchising brasileiro faturou R$ 273 bilhões em 2024, alta de 13,5%, e manteve crescimento de dois dígitos no início de 2026, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF).

“Quando problemas históricos passam a ser resolvidos por obras estruturantes, a cidade oferece mais segurança e previsibilidade a quem deseja investir. Guaratuba atravessa exatamente esse momento, com um cenário promissor para o mercado imobiliário. Foi esse potencial que motivou a estruturação e melhoria de uma nova unidade da Apolar na cidade”, afirma.

A expectativa é que as melhorias reduzam os riscos de inundação, aumentem a eficiência da drenagem urbana e qualifiquem as condições de circulação e ocupação da região. Segundo Vieira, em municípios litorâneos intervenções como essa costumam acelerar o crescimento urbano e elevar a atratividade para investimentos de médio e longo prazo.

“O comprador avalia o contexto em que o imovel está inserido. Infraestrutura, qualidade urbana e perspectivas de desenvolvimento pesam cada vez mais na decisão de compra”, destaca.

Sobre a Apolar Franquias Imobiliárias

Fundada em 1969 por Joseph Galiano, a Apolar Imóveis é referência no mercado imobiliário e conquistou 12 vezes o Selo de Excelência em Franchising (SEF) da ABF – reconhecimento concedido com base na avaliação dos próprios franqueados. Pioneira ao adotar o modelo de franquia no setor imobiliário brasileiro, em 1995, a rede soma mais de 90 lojas distribuídas estrategicamente no Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e no Paraguai, com mais de 20 mil imóveis cadastrados, entre locados e disponíveis para venda e locação.

A rede também se diferencia por oferecer aos franqueados um ecossistema imobiliário completo, que vai além das operações tradicionais de venda e locação. O modelo integra soluções como administração de condomínios, consórcio imobiliário e short stay, ampliando o atendimento a diferentes perfis de clientes, incluindo investidores – e consolidando um modelo único no país, que conecta múltiplas oportunidades de negócio dentro de uma mesma rede.