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Alimentação de atletas profissionais precisa acompanhar ritmo de treinos e competições

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Cardápios ideais consideram horários, intensidade das atividades, recuperação e necessidades individuais dos jogadores

Em uma temporada de futebol profissional, não existe um único cardápio que sirva para todos os momentos. A alimentação precisa acompanhar a intensidade dos treinos, os dias de jogos e os períodos de recuperação, com ajustes na oferta de energia e nutrientes de acordo com a demanda esportiva de cada atleta.

“Cada momento exige, de fato, uma estratégia diferente. Antes da atividade, o foco está principalmente na disponibilidade de energia e na boa digestibilidade. Depois, ganham importância a reposição energética, a recuperação muscular e a reidratação”, explica Karem Karam Quintas Garcez, nutricionista e gerente de Operações da MENU Restaurantes Corporativos, empresa que assumiu recentemente a operação da cozinha do Criciúma Futebol Clube, de Santa Catarina.

Alimentação acompanha a rotina esportiva

Na prática, a definição das refeições considera a programação esportiva, a intensidade e a duração dos exercícios, os horários dos treinos e partidas e as necessidades individuais dos jogadores. A hidratação também faz parte da estratégia e deve ser mantida ao longo de todo o dia. A definição da ingestão de líquidos e eletrólitos pode levar em conta ainda as condições ambientais e as características de cada atividade.

Antes dos treinos, de forma geral, as refeições podem incluir fontes de carboidratos de boa digestibilidade, como arroz, massas, pães e frutas. Após a atividade, a combinação de carboidratos e proteínas contribui para a reposição de energia e a recuperação muscular. A composição, entretanto, depende do planejamento nutricional e do momento esportivo de cada atleta.

“A diferença está na precisão. No alto rendimento, composição, horário, porcionamento, qualidade e disponibilidade precisam acompanhar a rotina esportiva. A equipe de nutrição do clube conduz a estratégia nutricional e a MENU coloca sua experiência em alimentação e gestão de operações a serviço de uma execução segura, eficiente e consistente”, afirma Karem.

O planejamento também precisa considerar os diferentes públicos atendidos pelo clube. Atletas profissionais e jogadores das categorias de base, por exemplo, têm necessidades distintas, que precisam ser traduzidas em cardápios, porcionamentos, horários e formas de atendimento adequadas a cada grupo.

Além da definição do cardápio, transformar a estratégia nutricional em refeições servidas diariamente exige uma operação capaz de acompanhar a dinâmica do futebol. “Temos horários que acompanham a dinâmica do futebol, diferentes momentos de consumo, qualidade e segurança dos alimentos, padronização e necessidade de adaptação. É uma operação que exige precisão e capacidade de resposta”, detalha a nutricionista.

Qualidade e estrutura fazem parte da estratégia

A escolha dos ingredientes e os processos de produção também integram essa rotina. Segundo Karem, o plano considera a qualidade e a procedência dos alimentos, a segurança, a padronização das receitas e o controle dos processos. Métodos de preparo, tempo e temperatura e características sensoriais são observados para garantir consistência nas refeições.

No Criciúma, a operação da MENU ocorre em um momento de ampliação da estrutura do Centro de Treinamento Antenor Angeloni, que passou por intervenções na cozinha e nos espaços de alimentação, incluindo um novo restaurante destinado às categorias de base.

Para Karem, uma estrutura adequada é parte importante do trabalho, porque permite organizar os fluxos de produção e atendimento e dar suporte aos processos de segurança dos alimentos.

“Em uma operação voltada ao esporte de alto rendimento, não basta pensar apenas no que será servido. É preciso garantir que o planejamento nutricional seja executado corretamente, dentro dos horários e padrões definidos, todos os dias”, conclui.

Paranaenses ampliam presença no mercado imobiliário do litoral catarinense

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Estado é o segundo com mais compradores no maior bairro cidade do Sul do Brasil, em Tijucas (SC)

A relação dos paranaenses com o litoral catarinense é antiga, mas vem ganhando novos contornos nos últimos anos. O que por muito tempo esteve associado principalmente a destino de férias e à segunda residência passou a incluir também a busca por terrenos e imóveis como investimento e alternativa de moradia.

A proximidade entre os dois estados ajuda a impulsionar esse movimento, mas não é o único fator. Localização e potencial de valorização seguem relevantes na decisão de compra, enquanto ganham espaço aspectos relacionados à qualidade de vida, como contato com a natureza e acesso facilitado a comércio, serviços e lazer.

O interesse do público paranaense também aparece em levantamentos do mercado imobiliário da região. Dados da Brain Inteligência Estratégica apontam que compradores de Curitiba (PR) representam 30% do público em mercados como Balneário Camboriú, Itapema e Porto Belo, analisados pela consultoria.

Nesse contexto, Tijucas (SC) surge como mais uma alternativa para quem busca investir na região. Com localização estratégica às margens da BR-101 e proximidade de Florianópolis, Itapema, Balneário Camboriú e Itajaí, alguns dos principais polos econômicos, turísticos e imobiliários do estado, a cidade reúne disponibilidade de áreas para novos projetos urbanos.

É o caso do Flores de Sal, maior bairro cidade do Sul do Brasil, em implantação no município. No empreendimento, o Paraná ocupa a segunda posição em número de compradores de terrenos, atrás apenas de Santa Catarina.

“Tijucas reúne características que têm despertado o interesse de quem busca novas oportunidades no litoral catarinense. A localização, a proximidade com cidades já consolidadas e a possibilidade de investir em um projeto urbano planejado estão entre os fatores que atraem compradores para a região”, destaca Luciana Pereira, diretora do Grupo Petrasalis, responsável pelo Flores de Sal.

Novo jeito de morar
A proposta do Flores de Sal vai além do modelo tradicional de loteamento ao integrar moradia, comércio, serviços, gastronomia, lazer e áreas verdes em um mesmo planejamento urbano. O masterplan, desenvolvido pelo urbanista Hélio Mitica, prioriza a combinação de diferentes usos, a caminhabilidade e a criação de espaços que permitam resolver parte das atividades cotidianas dentro do próprio bairro, reduzindo a necessidade de grandes deslocamentos.

“O conceito do bairro cidade nasce justamente dessa compreensão de que morar não pode estar dissociado da vida cotidiana. Quando você integra moradia, serviços, comércio, gastronomia, lazer e áreas verdes em um mesmo ambiente, cria uma dinâmica mais funcional para quem vive ali e reduz a necessidade de grandes deslocamentos”, afirma a diretora.

A primeira fase ocupa cerca de 50 hectares e contempla 623 terrenos, além de mais de 100 mil metros quadrados destinados ao lazer. Desse total, mais de 70 mil metros quadrados correspondem a áreas verdes, com lago, parque, espaços de convivência e estrutura para atividades ao ar livre.

O empreendimento também incorpora soluções alinhadas ao planejamento urbano contemporâneo, como cabeamento subterrâneo nas principais vias e estação própria de tratamento de esgoto. A setorização organiza espaços residenciais, comerciais, de serviços e lazer para que diferentes necessidades possam ser atendidas dentro do próprio bairro.

Com área total de aproximadamente 600 hectares, o Flores de Sal prevê, ao longo de sua implantação, entre 10 mil e 12 mil lotes. A estimativa é que o bairro possa receber entre 30 mil e 40 mil moradores.

A comercialização da primeira etapa reforça a procura pelo empreendimento, com mais de 80% das unidades vendidas. A conclusão dessa fase está prevista para novembro de 2026, um ano antes do cronograma inicialmente estabelecido.

Sobre o Flores de Sal
Localizado em Tijucas, no litoral norte de Santa Catarina, o Flores de Sal é o maior bairro cidade do Sul do Brasil. Com área total de aproximadamente 600 hectares, o empreendimento prevê entre 10 mil e 12 mil lotes ao longo de sua implantação e poderá receber entre 30 mil e 40 mil moradores. Desenvolvido pela Urbani Cidades, empresa do Grupo Petrasalis, o projeto tem masterplan assinado pelo urbanista Hélio Mitica e integra moradia, comércio, serviços, gastronomia, lazer e natureza. Inspirado no conceito das cidades de 15 minutos, prioriza caminhabilidade, mobilidade, convivência e qualidade de vida.

Parcerias locais ganham espaço em estratégias de expansão de multinacionais na América Latina

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Modelo adotado por empresas como a Oregon Tool combina distribuidores regionais, capacitação técnica e aproximação com grandes projetos para ampliar presença no continente

Em uma região com diferentes realidades econômicas, regulatórias e comerciais, expandir uma operação exige estratégias distintas para cada mercado. Distribuição, perfil da demanda, atividade econômica e a relevância de setores como o agronegócio e a indústria florestal estão entre os fatores que influenciam a atuação das empresas em cada país.

É a partir dessa lógica que a Oregon Tool, multinacional norte-americana e líder mundial na produção de correntes e sabres para motosserras, vem estruturando sua estratégia de crescimento na América do Sul. Com operação industrial no Brasil desde 1979, a companhia mantém acordos comerciais em diferentes países e adapta o portfólio e o modelo de atuação às características de cada operação. Nos mercados hispânicos do continente, a empresa projeta crescer, em 2026, cerca de 12% em relação ao ano anterior.

“Em uma região tão diversa quanto a América Latina, expansão não significa simplesmente entrar em novos mercados, mas aumentar a capacidade de chegar aos clientes e responder às demandas de cada país. Por isso, parceiros locais são uma parte estratégica do nosso modelo de crescimento. Eles nos permitem aumentar a cobertura comercial e, ao mesmo tempo, construir uma atuação mais aderente às características de cada economia”, afirma Fábio Nardelli, diretor Geral Latam da Oregon Tool.

A Colômbia é um dos mercados que vem ganhando relevância nessa estratégia, com o distribuidor Incoflex, que completou 25 anos e representa a marca Carlton desde 2019. Já em relação a marca Oregon, presente no país há mais de três décadas, a multinacional inicia uma nova parceria comercial para ampliar a presença e aumentar a cobertura de atendimento aos clientes.

No Paraguai, além da ampliação da atuação comercial, o avanço da fábrica de celulose Paracel abre uma frente de oportunidades ligada ao setor florestal. Com previsão de início das operações em 2028, o empreendimento está entre os maiores projetos de celulose em desenvolvimento na América do Sul. A Oregon Tool acompanha o planejamento junto ao parceiro local, buscando se posicionar como fornecedora de conjuntos de corte e acessórios para as futuras operações florestais do empreendimento. A atuação no mercado paraguaio inclui ainda, desde 2024, um programa nacional de capacitação. Somente em 2026, a iniciativa já alcançou mais de 700 profissionais em nove eventos realizados em diferentes regiões do país, com treinamentos técnicos sobre aplicação de produtos, lançamentos e novas tecnologias.

No Chile, a estratégia também passa pelo setor florestal. O distribuidor local renovou a licitação para fornecimento de conjuntos de corte e acessórios Oregon Tool à Arauco, maior empresa florestal do país, movimento que deve contribuir para aumentar a participação da empresa nesse mercado. A multinacional também prevê introduzir novas linhas de produtos, diversificando sua presença em outras categorias.

O segmento de colheita florestal mecanizada, responde por cerca de 50% das vendas da Oregon Tool no Uruguai e uma nova parceria comercial foi estabelecida em 2025 para ampliar a distribuição e, paralelamente, os segmentos hobby e semiprofissional estão apresentando crescimento, criando oportunidades para diversificar as vendas.

Estratégias diferentes para cada mercado
Em outros países, a estratégia acompanha as condições econômicas e o comportamento da demanda. Na Argentina, a empresa diversifica gradualmente o portfólio e busca o crescimento nos segmentos de campo e jardim. No Peru, o crescimento está apoiado na atuação com novo distribuidor da marca Oregon e na chegada de novos produtos. Já no Equador, após as fortes chuvas afetarem a atividade agrícola no início de 2026, a operação comercial do distribuidor passou por uma reestruturação para aumentar a cobertura e o atendimento aos clientes.

“Nossa estratégia para a América do Sul parte de uma visão regional, mas considera as particularidades de cada mercado. Não trabalhamos com um modelo único de expansão. Buscamos adaptar portfólio, distribuição e atuação comercial às características de cada país, combinando o conhecimento local dos parceiros com os objetivos de crescimento da empresa”, conclui Nardelli.

Live Painting “Onde a Ciência Floresce” será atração de congresso internacional de oncologia

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Live Painting “Onde a Ciência Floresce” será atração de congresso internacional de oncologia

V MoonShot, promovido pelo Instituto de Oncologia do Paraná (IOP), acontece de 24 a 26 de setembro, no MON, em Curitiba

O IOP – Instituto de Oncologia do Paraná promove, entre os dias 24 e 26 de setembro, no Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba, a quinta edição do MoonShot – Congresso Internacional do IOP, reunindo especialistas brasileiros e internacionais para discutir os principais avanços da oncologia e os desafios que impactam diretamente a prática clínica. Mas, além dos temas científicos, os participantes e o público serão surpreendidos com uma ação de Live Painting.

O artista curitibano Michael Devis utilizará spray para criar, durante os três dias de evento, a obra “Onde a Ciência Floresce”, que contemplará duas telas com 1,80m x 1,20m cada uma. Os participantes poderão interagir e ajudar na criação. Ao final do evento, os palestrantes receberão como lembrança uma miniatura, chancelada e autografada.

“A ideia é que a obra represente o encontro entre ciência, arte, inovação, cuidado e colaboração. Queremos trazer essa ideia de que grandes descobertas e grandes transformações acontecem quando diferentes conhecimentos e pessoas trabalham juntos”, afirma Liza Chiara, coordenadora de marketing do IOP.

Na composição da tela estarão presentes alguns elementos como a Lua, fazendo alusão ao nome do evento – Moonshot, e representando futuro, descoberta, novos limites e aquilo que ainda almeja-se alcançar. O florescimento representará vida, transformação e crescimento. A obra trará ainda representações da Ciência, equipe multidisciplinar e a identidade de Curitiba, com alusão ao Museu Oscar Niemeyer, onde será realizado o evento.

“A ciência nasce do conhecimento, cresce através da colaboração e floresce quando conseguimos transformar conhecimento em cuidado e novas possibilidades”, complementa Liza Chiara.

Além da live painting, o artista levará para exposição sua escultura Florescer, criada em 2023, com dimensões de 3 metros por 2,5 metros, produzida em fibra de vidro com aplicação de tinta spray. A escultura retrata o rosto de uma das personagens Lolitas, figura recorrente no universo visual de Devis. Com longos cabelos azuis em movimento, a personagem apresenta um olhar marcante, delineado por maquiagem verde. Duas folhas verdes surgem como orelhas, enquanto asas vermelhas estilizadas se projetam atrás da cabeça, remetendo a uma flor em processo de desabrochar. O conjunto de elementos, o cabelo fluido, as folhas e as asas, sugere a transformação e o renascimento, simbolizando o florescer da vida.

Michael Devis

Michael Devis, artista urbano, ilustrador e designer, mais conhecido como “Devis”, é autodidata e tem contato com a arte desde os 9 anos de idade. Em 1998 teve seu primeiro contato com o Graffiti/Street Art, colocando-o entre as principais gerações deste estilo no Paraná. Atualmente, cria e executa projetos em diversas plataformas de pintura artística.

O Curitibano tem inspiração no estilo de vida das jovens japonesas “LOLITAS”, mesclando o estilo com cartoon. Olhos vibrantes com cílios enormes e os tradicionais cabelos azuis são características fortes da sua personagem, propositalmente apelidada de Lolita.

Hoje, Devis busca a interação da personagem com a linguagem indígena dos povos originários e atributos do dia a dia, de sua vivência, os retratando em sua personagem.
Devis tem sua arte espalhada por 20 países ao redor do mundo e 24 estados brasileiros.

Participou de diversos festivais de múltiplos segmentos e projetos culturais Brasil afora assinando pinturas importantes em Miami, Tokyo e Amsterdã, entre outros. Viveu por 4 anos no Japão, onde pôde colher referências para seu estilo atual.

Serviço:

V MoonShot – Congresso Internacional do IOP
Data: 24 a 26 de setembro de 2026
Local: Museu Oscar Niemeyer (MON), Curitiba (PR)
Inscrições: Gratuitas
https://moonshot.iopeduca.com.br/

Sobre o Grupo Med4U

A Med4U é uma holding que engloba algumas das marcas mais reconhecidas no setor da saúde, oferecendo soluções integradas e inovadoras para pacientes e profissionais. Entre as empresas que fazem parte da Med4U estão o IOP (Instituto de Oncologia do Paraná), o IOP Educa, o IOP Pesquisa, o Valencis, a Spesia e o Oncoville. Também fazem parte a Santé Cancer Center, com unidades em Lages e Caçador, em Santa Catarina, e a Clínica Prognóstica Oncologia, sediada em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Juntas, essas instituições formam um grupo dedicado à excelência no cuidado oncológico, educação e inovação em saúde.

O IOP, a marca mais antiga do grupo, que completou 31 anos de atuação em 2026, continua sendo uma referência no tratamento do câncer. Com quatro sedes em Curitiba (PR), o IOP se destaca por suas parcerias estratégicas, como a aliança com o Hospital São Marcelino Champagnat que oferece um tratamento integrado e a parceria com o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, sendo a primeira clínica no sul do Brasil a integrar a Rede Einstein de Oncologia e Hematologia. O IOP também se destaca por ter o mais alto nível de acreditação de qualidade no Paraná (ONA 3).

O IOP oferece tratamentos avançados e humanizados, utilizando tecnologia de ponta e uma abordagem multidisciplinar, que inclui Nutrição, Psicologia, Enfermagem, Farmácia e Educador Físico. Além disso, terapias complementares como cromoterapia, aromaterapia e musicoterapia ajudam a proporcionar um cuidado mais completo e humanizado.

Para mais informações ou para agendar sua consulta, acesse nosso site: https://iop.com.br

IOP: Há 31 anos cultivando histórias, cuidando de pessoas.

Mais informações:

Mateus Leme
Rua Mateus Leme, 2631 B
(41) 3207-9797

Batel
Rua Saldanha Marinho, 1814
(41) 3207-9798

Oncoville
Marginal Rodovia BR-277, 1437
(41) 3099-5800

Hospital São Marcelino Champagnat
Av. Presidente Affonso Camargo, 1399
(41) 3087-7600

Após os 60, o que muda nos exames da mulher? Check-up reúne 41 avaliações

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Após os 60, o que muda nos exames da mulher? Check-up reúne 41 avaliações

Novo painel do LANAC reúne exames relacionados à saúde cardiovascular, metabólica, renal, hormonal, óssea e nutricional para acompanhamento da mulher madura

A chegada aos 60 anos traz mudanças que vão além da menopausa e tornam o acompanhamento da saúde ainda mais importante. Alterações no metabolismo, na massa óssea, nos níveis hormonais e no risco cardiovascular estão entre os pontos que passam a merecer atenção nessa fase da vida. Pensando nesse público, o LANAC – Laboratório de Análises Clínicas acaba de lançar o Check-up Longevidade 60+ Feminino, que reúne 41 itens para uma avaliação laboratorial abrangente.

O painel inclui exames relacionados ao metabolismo e risco cardiovascular, como glicose, hemoglobina glicada, colesterol e triglicerídeos; avaliação das funções renal e hepática; tireoide; ferro e vitaminas; marcadores relacionados à saúde óssea e mineral; além de exames urinários.

Segundo o responsável técnico do LANAC e especialista em bacteriologia, Marcos Kozlowski, a proposta é facilitar um olhar mais amplo sobre a saúde da mulher nessa etapa da vida. “Depois dos 60 anos, algumas alterações podem acontecer de maneira silenciosa. A avaliação laboratorial permite acompanhar diferentes aspectos da saúde e fornece informações que, associadas à consulta e ao histórico da paciente, auxiliam o médico na prevenção e na tomada de decisões”, explica.

Entre os 41 itens estão hemograma completo, glicose, hemoglobina glicada, insulina, perfil lipídico, creatinina, ureia, TSH, T4 livre, ferritina, vitamina B12, vitamina D, cálcio, fósforo, magnésio, PTH e exames urinários, entre outros.

Check-up não substitui acompanhamento médico

Apesar da variedade de exames, Marcos ressalta que não existe uma lista única que seja necessária para todas as mulheres com mais de 60 anos. Histórico familiar, doenças preexistentes, medicamentos utilizados, sintomas e resultados anteriores precisam ser considerados individualmente. “Os exames são ferramentas importantes, mas não devem ser interpretados isoladamente. É o médico quem avalia quais testes são indicados para cada paciente e com que frequência devem ser realizados. O check-up ajuda a reunir informações, mas não substitui a consulta e o acompanhamento médico”, reforça.

Para o especialista, a longevidade também aumenta a importância de acompanhar indicadores ao longo do tempo. “Mais do que identificar uma alteração pontual, ter um histórico permite observar a evolução dos resultados. Envelhecer com qualidade passa também por conhecer o próprio organismo e manter o cuidado preventivo ao longo dos anos”, finaliza Kozlowski.

Com 35 anos de atuação, o LANAC – Laboratório de Análises Clínicas realiza mais de 1,25 milhão de exames por mês e mantém mais de 70 unidades de atendimento em Curitiba e Região Metropolitana, além de atuar no suporte laboratorial a 13 hospitais da região.

Cama de hotel em casa: cinco dicas para deixar o quarto mais confortável

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Cama de hotel em casa: cinco dicas para deixar o quarto mais confortável

Colchão, pillow top, travesseiros e até a forma de arrumar fazem diferença; especialista dá dicas para escolher a cama e reproduzir em casa o conforto encontrado nos hotéis

Quem nunca dormiu em um bom hotel e teve vontade de levar a cama para casa? A sensação de conforto não está em um único elemento. Colchão, camada de conforto, travesseiros, roupa de cama e até a maneira como tudo é organizado ajudam a criar aquela experiência característica dos quartos de hotel.

Segundo Jarbas Carneiro, diretor da Carneiro Colchões Artesanais, um dos principais segredos está no equilíbrio entre sustentação e conforto. “Uma cama pode ter uma superfície macia sem que o colchão inteiro seja macio. A sensação de acolhimento vem principalmente das camadas superiores, enquanto a estrutura interna é responsável por oferecer sustentação ao corpo. É essa combinação que encontramos em uma cama realmente confortável”, explica.

Para quem deseja reproduzir a experiência em casa, o primeiro passo é olhar para o conjunto. Um bom colchão é a base, mas itens como pillow top ou camada de conforto, protetor, lençóis bem ajustados, edredom e travesseiros adequados fazem diferença no resultado.

Cinco dicas para ter uma cama de hotel em casa

  1. Comece pelo colchão: não escolha apenas pela aparência ou pela sensação dos primeiros segundos. Peso, altura, posição em que a pessoa costuma dormir e preferência por maior ou menor firmeza devem ser considerados.
  2. Busque equilíbrio entre firmeza e conforto: colchão duro não é necessariamente sinônimo de boa sustentação. A estrutura interna tem a função de dar suporte ao corpo, enquanto as camadas superiores podem proporcionar uma sensação mais macia e acolhedora. “O ideal é que o corpo fique bem apoiado, sem afundar excessivamente e sem criar pontos desconfortáveis de pressão”, explica Jarbas.
  3. Aposte nas camadas: o pillow top pode proporcionar uma sensação mais acolhedora e ajudar a criar o efeito característico das camas de hotel. Protetor, lençóis bem ajustados e edredom completam essa composição.
  4. Escolha bem os travesseiros: altura e firmeza devem ser compatíveis com a posição de dormir. Ter opções diferentes na cama, como acontece em muitos hotéis, também permite encontrar a mais confortável para cada pessoa.
  5. Capriche na montagem: lençóis bem esticados, edredom volumoso e travesseiros organizados ajudam a criar não apenas conforto, mas também a sensação visual de uma cama convidativa.

E como escolher o colchão?

Antes da compra, Jarbas recomenda experimentar o colchão e evitar decisões baseadas apenas em expressões como “macio” ou “firme”. O que é confortável para uma pessoa pode não funcionar para outra. “Não existe um único colchão perfeito para todo mundo. É preciso considerar o biotipo, a preferência individual e, no caso dos casais, as características dos dois. Por isso, experimentar com calma e entender a composição do colchão é tão importante quanto olhar preço ou acabamento”, afirma.

Outro ponto é observar a qualidade dos materiais e da estrutura interna, fatores que interferem tanto no conforto quanto na durabilidade. Na Carneiro Colchões Artesanais, por exemplo, os produtos têm durabilidade estimada entre 8 e 20 anos e garantia de até 10 anos. Um dos diferenciais está na estrutura de molas: enquanto grande parte dos fabricantes trabalha com 150 a 180 molas ensacadas por metro quadrado, a empresa utiliza 255 molas por metro quadrado, de origem sueca. “A quantidade e a qualidade das molas fazem diferença na sustentação, na resistência e na vida útil do colchão. Por isso, entender o que existe por baixo das camadas de conforto também é importante na hora da escolha”, explica Jarbas.

Segundo ele, a experiência encontrada nos hotéis também é resultado desse conjunto. “Quando alguém diz que gostaria de levar a cama do hotel para casa, muitas vezes está falando de uma experiência completa. A boa notícia é que vários desses elementos podem ser reproduzidos no quarto: uma cama adequada ao usuário, bons travesseiros e um enxoval bem montado já transformam bastante essa sensação”, finaliza.

Brasil registra mais de 800 mil acidentes de trabalho: cinco dicas para uma SIPAT mais eficiente

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Brasil registra mais de 800 mil acidentes de trabalho: cinco dicas para uma SIPAT mais eficiente

País teve 806 mil acidentes e 3,6 mil mortes no trabalho em 2025; especialista explica como empresas podem aproveitar a semana para transformar riscos em ações de prevenção

O Brasil registrou 806.011 acidentes de trabalho e 3.644 mortes em 2025, segundo levantamento da Secretaria de Inspeção do Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), elaborado a partir das Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) registradas junto ao INSS e ao eSocial. Em dez anos, entre 2016 e 2025, foram 6,4 milhões de acidentes, 27.486 óbitos e mais de 106 milhões de dias de trabalho perdidos.

Os números reforçam a importância da prevenção dentro das empresas e colocam em evidência a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT). Prevista na Norma Regulamentadora nº 5 (NR-5), a SIPAT está entre as atribuições da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA), que deve promovê-la anualmente em conjunto com o Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), onde houver.

Para o médico do trabalho e fundador da Mag Saúde, empresa especialista em segurança do trabalho, Vardiceu Genaro, a semana deve ir além de uma programação institucional. “Uma SIPAT eficiente precisa conversar com a realidade dos trabalhadores. Se os dados mostram acidentes recorrentes, afastamentos, problemas ergonômicos ou riscos específicos, esses assuntos precisam fazer parte da programação”, explica.

O especialista aponta cinco cuidados para tornar a SIPAT mais efetiva:

  1. Escolher os temas a partir dos riscos reais da empresa
    Histórico de acidentes e afastamentos e os riscos identificados no ambiente de trabalho podem ajudar a definir a programação. Empresas de transporte, indústrias, escritórios, hospitais e construção civil, por exemplo, possuem necessidades diferentes.
  2. Ir além das palestras tradicionais
    Atividades práticas, demonstrações e dinâmicas podem ampliar a participação dos colaboradores. Ergonomia, uso correto de equipamentos de proteção, primeiros socorros, saúde mental, alimentação e qualidade do sono estão entre os assuntos que podem ser trabalhados, de acordo com o perfil da organização.
  3. Incluir saúde mental, assédio e outras formas de violência
    A prevenção não está restrita aos acidentes físicos. A NR-5 também determina que a CIPA inclua temas referentes à prevenção e ao combate ao assédio sexual e a outras formas de violência no trabalho. “Saúde mental, relações de trabalho e prevenção ao assédio também fazem parte da construção de um ambiente mais seguro”, afirma Genaro.
  4. Envolver os colaboradores
    Ouvir quem vivencia diariamente os processos da empresa pode ajudar a identificar riscos e oportunidades de melhoria. Incentivar os trabalhadores a apresentar sugestões e discutir situações do cotidiano aproxima a prevenção da realidade operacional.
  5. Fazer a prevenção continuar depois da SIPAT
    As ações de segurança não devem ficar concentradas em uma única semana. As informações levantadas podem gerar treinamentos, adequações de processos, campanhas internas e acompanhamento de indicadores ao longo do ano. “A SIPAT deve funcionar como um impulsionador da cultura de prevenção, e não como uma ação isolada. O resultado acontece quando aquilo que foi discutido passa a fazer parte da rotina da empresa”, destaca o médico.

Para Genaro, integrar as ações da SIPAT às informações que a empresa já possui sobre saúde e segurança pode tornar a prevenção mais assertiva. “Exames ocupacionais, afastamentos, acidentes, riscos identificados pelo PGR e informações do PCMSO ajudam a mostrar onde estão os principais pontos de atenção. Quando esses dados são utilizados para orientar as ações, a prevenção passa a responder aos problemas que realmente existem naquele ambiente de trabalho”, conclui.

Câncer ginecológico: sinais que muitas mulheres ainda confundem com alterações comuns do organismo

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Câncer ginecológico: sinais que muitas mulheres ainda confundem com alterações comuns do organismo

Setembro amplia a conscientização sobre tumores que atingem o aparelho reprodutor feminino; Paraná deve registrar mais de 2 mil novos casos de câncer de colo do útero, ovário e corpo do útero em 2026

Sangramento fora do período menstrual ou depois da menopausa, aumento persistente do volume abdominal, dor pélvica, sensação de estufamento e alterações urinárias ou intestinais. Isoladamente, esses sintomas podem estar relacionados a inúmeras condições. Quando persistem, no entanto, não devem ser naturalizados.

O alerta ganha espaço em setembro, mês que concentra iniciativas de conscientização sobre os cânceres ginecológicos, também identificado em diferentes mobilizações pela cor roxa. O IOP – Instituto de Oncologia do Paraná, aproveita o período para chamar atenção para um grupo de tumores que, embora compartilhem a região do organismo em que se desenvolvem, apresentam diferenças importantes na origem, nos fatores de risco, nos sintomas e nas possibilidades de prevenção.

Os números ajudam a dimensionar o problema. Para 2026, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima 19.310 novos casos de câncer do colo do útero, 9.650 de corpo do útero e 8.020 de ovário no Brasil. Somados, são quase 37 mil diagnósticos esperados somente nesses três tipos de câncer. Entre as mulheres brasileiras, o câncer do colo do útero aparece como o terceiro tumor mais incidente, quando excluídos os casos de pele não melanoma.

No Paraná, a estimativa para este ano é de 1.120 novos casos de câncer do colo do útero, 470 de ovário e 450 de corpo do útero, totalizando 2.040 diagnósticos. “Quando falamos em câncer ginecológico, não estamos falando de uma única doença. São tumores com características muito diferentes e isso muda desde a prevenção até a forma de investigar e tratar. O que eles têm em comum é a importância de a mulher conhecer o próprio corpo e procurar avaliação quando percebe uma alteração que persiste ou foge do seu padrão habitual”, explica Dra. Rosane R. Johnsson, médica oncologista clínica do IOP.

Nem todo câncer ginecológico pode ser prevenido da mesma forma
Essa talvez seja uma das informações mais importantes para a conscientização. Entre os principais cânceres ginecológicos, o de colo do útero tem uma particularidade: está fortemente relacionado à infecção persistente por tipos oncogênicos do papilomavírus humano, o HPV, e dispõe de estratégias efetivas de prevenção.

A vacinação contra o HPV é a principal medida para evitar a infecção. Atualmente, o Calendário Nacional de Vacinação prevê dose única para meninas e meninos de 9 a 14 anos. Em 2026, o Ministério da Saúde também prorrogou até 31 de dezembro a estratégia de resgate para jovens de 15 a 19 anos que não foram vacinados anteriormente.

A prevenção do câncer do colo do útero também passa pelo rastreamento, capaz de identificar alterações antes que elas evoluam para um tumor invasivo. “Poucos cânceres nos oferecem uma oportunidade tão concreta de atuar antes que a doença apareça. No câncer do colo do útero, vacinação e rastreamento são estratégias fundamentais. Por isso, é importante que a informação chegue não apenas às mulheres adultas, mas também às famílias que hoje têm filhos e adolescentes na faixa etária indicada para a vacinação contra o HPV”, afirma Dra. Rosane R. Johnsson.

O impacto da doença ainda é significativo. O dado oficial mais recente registra 7.493 mortes por câncer do colo do útero no Brasil em 2024.

Ovário: sintomas discretos exigem atenção à persistência

No câncer de ovário, a situação é diferente. Não existe atualmente uma estratégia de rastreamento populacional recomendada capaz de identificar precocemente a doença em mulheres sem sintomas e de risco habitual.

Além disso, as manifestações iniciais podem ser pouco específicas. Aumento do volume abdominal, sensação de estufamento, dor ou pressão na região pélvica, saciedade precoce e mudanças nos hábitos urinários ou intestinais podem ser confundidos com alterações gastrointestinais ou outras condições benignas.

Isso não significa que um episódio isolado seja motivo para suspeitar de câncer. O que importa é observar quando uma mudança passa a ser frequente, persiste ou se intensifica. “Um dos desafios do câncer de ovário é justamente não transformar sintomas comuns em motivo de alarme, mas também não ignorar aquilo que deixou de ser habitual. Uma mulher que passa a apresentar distensão abdominal frequente, desconforto pélvico ou saciedade precoce de maneira persistente deve procurar avaliação. É a história clínica como um todo que vai indicar a necessidade de investigação”, explica a oncologista.

O INCA estima 8.020 novos casos de câncer de ovário por ano no Brasil entre 2026 e 2028. O dado mais recente de mortalidade registra 4.567 óbitos pela doença em 2024.

Sangramento depois da menopausa não deve ser considerado normal

Outro tumor que integra esse grupo é o câncer do corpo do útero, sendo o endométrio, tecido que reveste internamente o órgão, o local onde se origina a maior parte desses tumores. Um de seus principais sinais é também bastante objetivo: sangramento vaginal após a menopausa precisa ser investigado. Em mulheres que ainda menstruam, alterações importantes no padrão de sangramento também devem ser avaliadas.

“Depois da menopausa, não existe um sangramento que deva simplesmente ser atribuído à idade. Isso não significa que toda mulher que sangra tenha câncer, existem diversas causas benignas, mas é um sintoma que precisa ser esclarecido. Essa diferença entre criar medo e estimular atenção é fundamental quando falamos em conscientização”, ressalta Dra. Rosane R. Johnsson.

Para 2026, o INCA estima 9.650 novos casos de câncer do corpo do útero no país. Em Curitiba, são esperados 100 novos casos neste ano, além de outros 100 diagnósticos de câncer de ovário.

Histórico familiar também pode mudar a avaliação

A história familiar é outro aspecto relevante, sobretudo para determinados casos de câncer de ovário e endométrio. Alterações genéticas hereditárias podem aumentar a predisposição a diferentes tumores.

Por isso, informações como câncer de ovário na família, diversos parentes acometidos por determinados tipos de câncer ou diagnósticos em idades pouco habituais devem ser relatadas ao médico. Isso não significa que a presença de câncer na família determine que outros integrantes terão a doença, mas pode indicar a necessidade de uma avaliação de risco mais individualizada. “Conhecer a história de saúde da família também faz parte do cuidado. Em algumas situações, o padrão dos diagnósticos pode indicar que vale aprofundar a investigação genética. Quando encontramos uma predisposição hereditária, essa informação pode ser relevante tanto para a paciente quanto para seus familiares”, explica Dra. Rosane.

Consulta ginecológica não substitui atenção aos sintomas
Um dos equívocos comuns é imaginar que estar com o exame preventivo do colo do útero em dia significa estar rastreada para todos os cânceres ginecológicos.
Não significa.

O rastreamento do câncer do colo do útero tem uma finalidade específica. Ele não funciona como exame de rastreamento para câncer de ovário, endométrio, vulva ou vagina. Por isso, mesmo uma mulher que mantém acompanhamento ginecológico regular deve informar sintomas novos ou persistentes.

“Precisamos sair da ideia de que existe um exame único que exclui todos os cânceres ginecológicos. Cada tumor tem suas particularidades. Manter o acompanhamento médico é importante, mas conhecer o corpo e contar ao profissional quando algo mudou também é parte fundamental dessa relação”, reforça a oncologista do IOP.

Setembro coloca essas doenças em evidência, mas a mensagem não é procurar câncer em qualquer sintoma. É justamente o contrário: conhecer o que pode ser prevenido, manter os cuidados recomendados e não normalizar alterações persistentes.

“Informação não deve produzir medo, deve ajudar a mulher a tomar decisões sobre a própria saúde. Temos tumores para os quais existem estratégias muito efetivas de prevenção e outros em que reconhecer uma mudança no organismo pode ser determinante para iniciar uma investigação. O mais importante é não deixar um sintoma persistente sem resposta”, conclui Dra. Rosane R. Johnsson, médica oncologista clínica do IOP.

Fontes oficiais: dados da Estimativa 2026–2028 do Instituto Nacional de Câncer, INCA e informações atualizadas sobre vacinação contra o HPV do Ministério da Saúde.

Sobre o Grupo Med4U

A Med4U é uma holding que engloba algumas das marcas mais reconhecidas no setor da saúde, oferecendo soluções integradas e inovadoras para pacientes e profissionais. Entre as empresas que fazem parte da Med4U estão o IOP (Instituto de Oncologia do Paraná), o IOP Educa, o IOP Pesquisa, o Valencis, a Spesia e o Oncoville. Também fazem parte a Santé Cancer Center, com unidades em Lages e Caçador, em Santa Catarina, e a Clínica Prognóstica Oncologia, sediada em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Juntas, essas instituições formam um grupo dedicado à excelência no cuidado oncológico, educação e inovação em saúde.

O IOP, a marca mais antiga do grupo, que completou 31 anos de atuação em 2026, continua sendo uma referência no tratamento do câncer. Com quatro sedes em Curitiba (PR), o IOP se destaca por suas parcerias estratégicas, como a aliança com o Hospital São Marcelino Champagnat que oferece um tratamento integrado e a parceria com o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, sendo a primeira clínica no sul do Brasil a integrar a Rede Einstein de Oncologia e Hematologia. O IOP também se destaca por ter o mais alto nível de acreditação de qualidade no Paraná (ONA 3).

O IOP oferece tratamentos avançados e humanizados, utilizando tecnologia de ponta e uma abordagem multidisciplinar, que inclui Nutrição, Psicologia, Enfermagem, Farmácia e Educador Físico. Além disso, terapias complementares como cromoterapia, aromaterapia e musicoterapia ajudam a proporcionar um cuidado mais completo e humanizado.

Para mais informações ou para agendar sua consulta, acesse nosso site: https://iop.com.br

IOP: Há 31 anos cultivando histórias, cuidando de pessoas.

Mais informações:

Mateus Leme
Rua Mateus Leme, 2631 B
(41) 3207-9797

Batel
Rua Saldanha Marinho, 1814
(41) 3207-9798

Oncoville
Marginal Rodovia BR-277, 1437
(41) 3099-5800

Hospital São Marcelino Champagnat
Av. Presidente Affonso Camargo, 1399
(41) 3087-7600

Barion promove 4ª edição do Soul Doce e busca novos talentos da confeitaria

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Concurso anual selecionará dez confeiteiros para uma disputa de receitas; três primeiros colocados terão a oportunidade de se tornar embaixadores da marca

Criatividade, técnica e paixão pela gastronomia são os ingredientes principais da 4ª edição do Soul Doce, concurso de confeitaria promovido pela Barion. As inscrições estão abertas e seguem até o dia 27 de setembro. Ao final do processo, dez selecionados disputarão a grande final, marcada para o dia 2 de outubro na sede da Barion, no bairro Tarumã, em Curitiba.

Para participar, os interessados devem enviar uma receita autoral. O envio pode ser acompanhado de foto do prato finalizado ou de um vídeo apresentando a criação e a história por trás do preparo. A inscrição deverá ser feita por meio da página do concurso.

Os dez semifinalistas serão anunciados no dia 30 de setembro. Na etapa final, as sobremesas serão preparadas e apresentadas a uma banca examinadora, que avaliará critérios como apresentação, sabor, técnica e originalidade para definir os três vencedores.

Muito além da competição, o Soul Doce tem como proposta impulsionar a carreira de profissionais do setor e dar visibilidade a novas trajetórias. Como prêmio, os três primeiros colocados garantem vaga no time oficial de embaixadores da Barion, fortalecendo sua presença no mercado da confeitaria.

“O Soul Doce nasceu para valorizar quem vive a confeitaria e coloca identidade em cada criação. A cada edição, conhecemos profissionais com origens e estilos diferentes, mas unidos pela mesma paixão. Queremos que o concurso seja uma verdadeira vitrine para esses talentos”, destaca Leonardo Barion, diretor comercial da marca.

Serviço

4ª edição do concurso Soul Doce – Barion

Inscrições: até 27 de setembro pela página do concurso.
Anúncio dos selecionados: 30 de setembro
Etapa final: 2 de outubro

Fun’iki coloca vegetais no centro da experiência japonesa com novo combinado vegetariano

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Fun’iki coloca vegetais no centro da experiência japonesa com novo combinado vegetariano

Novo prato reúne técnicas, texturas e ingredientes tradicionais da cozinha japonesa em uma composição sem peixes ou frutos do mar

Vegetais, cogumelos, algas e derivados da soja sempre ocuparam espaço importante na culinária japonesa. No novo Combinado Vegetariano do Fun’iki Sushi Rooftop, eles deixam de aparecer como acompanhamento e assumem o protagonismo.

A novidade foi criada para oferecer uma experiência completa a quem não consome peixe ou frutos do mar, sem reduzir a proposta a uma simples adaptação do cardápio. O combinado reúne quatro hossomakis Kimpira Gobo, quatro Kappa Maki, quatro niguiris de tempurá de shiitake com cream cheese, tarê e raspas de limão Taiti, dois gunkans de edamame, dois de Hiyashi Wakame e quatro uramakis de cenoura com aspargo trufado.

A composição trabalha diferentes temperaturas, texturas e formas de preparo. O shiitake aparece em tempurá, o edamame e a alga wakame ganham espaço nos gunkans, enquanto cenoura, aspargo e gobo entram em combinações próprias. O resultado amplia as possibilidades para grupos com preferências alimentares diferentes, permitindo que a experiência à mesa seja compartilhada sem que o vegetariano fique restrito a poucas opções.

Essa escolha também dialoga com uma cozinha muito mais ampla do que a imagem internacional do sushi e do sashimi costuma sugerir. O washoku, conjunto de práticas alimentares tradicionais japonesas, inscrito pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade desde 2013, valoriza o uso de ingredientes naturais e sazonais, entre eles arroz, vegetais e plantas comestíveis.

No Fun’iki, essa tradição serve de ponto de partida para uma leitura contemporânea. “Queríamos que o vegetariano encontrasse no cardápio uma escolha pensada desde o início para ele, e não apenas uma substituição de ingredientes. A gastronomia japonesa oferece um repertório enorme de vegetais, cogumelos, algas e preparações que permitem construir um combinado com identidade própria, variedade e a mesma atenção dedicada às demais criações da casa”, afirma Eduardo Marcondes, sócio do Fun’iki Sushi Rooftop.

Inclusão também passa pelo cardápio

A presença de uma opção vegetariana completa responde a uma situação cada vez mais comum nos restaurantes: grupos em que nem todos compartilham as mesmas escolhas alimentares.

Para o Fun’iki, inclusão nesse contexto significa permitir que diferentes pessoas participem da mesma experiência sem que uma delas precise montar a refeição a partir de acompanhamentos ou adaptações pontuais. O novo combinado foi pensado com essa lógica. Em vez de reproduzir versões sem peixe de pratos já existentes, a cozinha trabalhou os ingredientes vegetais como ponto de partida para cada peça.

“Quando um grupo escolhe sair para jantar, ninguém quer que uma pessoa tenha uma experiência menor porque fez uma escolha alimentar diferente. Para nós, inovar também passa por entender esses novos hábitos e criar pratos que tenham presença própria no menu. O combinado vegetariano nasce com esse propósito”, completa Eduardo.

Gastronomia japonesa para diferentes públicos

A gastronomia japonesa que se popularizou no Brasil vai muito além dos pescados. Vegetais, cogumelos, algas, arroz e derivados da soja fazem parte de um repertório amplo de ingredientes e preparações, que permite explorar diferentes sabores, texturas e técnicas também em pratos sem proteína animal de origem marinha.

É justamente essa diversidade que o Fun’iki busca explorar ao ampliar o cardápio. A proposta é preservar referências da cozinha japonesa e, ao mesmo tempo, criar experiências capazes de atender diferentes escolhas alimentares, sem que isso signifique renunciar à elaboração ou da identidade de cada prato.

Nesse contexto, o Combinado Vegetariano chega ao menu com protagonismo próprio. Mais do que uma alternativa às opções com peixes e frutos do mar, ele mostra outra possibilidade dentro de uma gastronomia extensa e diversa, reforçando a proposta do Fun’iki de trabalhar tradição, inovação e inclusão à mesa.

Serviço:

Fun’iki Sushi Rooftop

Rua Desembargador Motta, 2311 – Batel, Curitiba – PR

(41) 99993-2361

funikirooftop.com.br

Segunda a quinta: 18h30 às 23h | Sexta e sábado: 18h30 à 00h