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Nefrologia sustentável ganha espaço no Congresso Brasileiro de Nefrologia 2026

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Dr. Paulo Fraxino, nefrologista, destaca que reduzir o impacto ambiental da assistência renal também passa pela prevenção da doença, uso racional de recursos e preparação dos serviços para eventos climáticos extremos

O impacto ambiental dos tratamentos renais e os caminhos para tornar a assistência nefrológica mais sustentável estiveram entre os temas debatidos durante o XXXIII Congresso Brasileiro de Nefrologia 2026, realizado em Belo Horizonte. O nefrologista Dr. Paulo Henrique Fraxino, vice-presidente da Região Sul da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) e vice-presidente Regional Paraná da Associação Brasileira dos Centros de Diálise e Transplante (ABCDT), participou do fórum dedicado ao tema durante o congresso.

A discussão ganha relevância diante do elevado consumo de recursos associado às terapias renais substitutivas. Uma única sessão de hemodiálise pode demandar grandes volumes de água, além de energia elétrica, equipamentos e materiais descartáveis. Dependendo das características do sistema utilizado, o consumo pode chegar a cerca de 500 litros de água por sessão.

Dr Paulo Fraxino / Divulgação

“Quando falamos em sustentabilidade na nefrologia, não estamos falando em reduzir a qualidade do tratamento ou economizar recursos essenciais ao paciente. Estamos falando em utilizar água, energia e materiais de maneira mais racional, reduzindo desperdícios sem abrir mão da segurança e da qualidade da assistência”, explica Dr. Paulo Fraxino.

Conceitos como Green Nephrology e Green Dialysis — Nefrologia Verde e Diálise Verde — vêm ganhando espaço internacionalmente e propõem incorporar critérios de sustentabilidade às diferentes etapas do cuidado renal.

Entre as medidas discutidas estão o uso mais eficiente de água e energia, adoção de fontes renováveis, gestão e separação adequada dos resíduos e reaproveitamento seguro da água rejeitada pelos sistemas de osmose reversa para finalidades que não envolvam o atendimento direto ao paciente, como limpeza, irrigação e descarga de sanitários.

Para Fraxino, entretanto, a discussão precisa começar antes mesmo da necessidade de diálise.

“Talvez uma das atitudes mais sustentáveis em nefrologia seja justamente evitar ou retardar a chegada do paciente à terapia renal substitutiva. Prevenir a doença renal crônica, identificar precocemente quem está em risco e controlar adequadamente condições como diabetes e hipertensão significa preservar a saúde das pessoas e, ao mesmo tempo, reduzir a necessidade futura de tratamentos que demandam grande quantidade de recursos”, afirma.

Mudanças climáticas também representam desafio para a assistência renal

Outro aspecto abordado no debate é a relação entre as mudanças ambientais e a saúde dos rins. Ondas de calor mais intensas podem aumentar episódios de desidratação, enquanto enchentes, secas e outros eventos extremos podem comprometer estruturas essenciais para o funcionamento dos serviços de diálise, como abastecimento de água e energia, transporte de pacientes e distribuição de medicamentos e insumos.

As enchentes ocorridas no Rio Grande do Sul em 2024 evidenciaram essa vulnerabilidade. Mais de 2,4 milhões de pessoas foram afetadas e os serviços de saúde enfrentaram desafios relacionados à mobilidade, comunicação, energia, água e logística.

“Um serviço de saúde sustentável também precisa ser resiliente. Não basta pensarmos apenas em consumir menos recursos. Precisamos preparar as unidades para continuar oferecendo um tratamento essencial mesmo diante de eventos climáticos extremos, interrupções no abastecimento de água, energia ou dificuldades de transporte”, destaca o nefrologista.

O debate acompanha um movimento que vem ganhando força no Brasil e no exterior. A Sociedade Brasileira de Nefrologia criou, em 2023, seu Comitê de Sustentabilidade em Nefrologia, incluindo na agenda temas como eficiência no uso de recursos naturais, gestão de resíduos, prevenção da doença renal, transplante, inovação e preparação dos serviços para eventos climáticos extremos.

Em 2026, um documento internacional coordenado pelo KDIGO (Kidney Disease: Improving Global Outcomes) também reforçou a necessidade de tornar a diálise ambientalmente mais sustentável diante do crescimento da população que necessita dessas terapias e da pressão crescente sobre recursos naturais.

O transplante renal também integra essa discussão. Além dos ganhos já reconhecidos em sobrevida e qualidade de vida para pacientes elegíveis, ampliar o acesso ao transplante pode contribuir para reduzir, no longo prazo, a utilização de recursos associada às terapias dialíticas.

“Durante décadas, a medicina avançou para desenvolver tecnologias capazes de substituir a função dos rins e manter milhares de pessoas vivas. Esse avanço precisa continuar. O que estamos acrescentando agora é uma nova pergunta: como garantir esses tratamentos para uma população crescente, preservando também os recursos necessários para cuidar das próximas gerações?”, questiona Fraxino.

Segundo o especialista, a chamada Nefrologia Verde não propõe uma escolha entre paciente e planeta, mas uma visão mais ampla sobre saúde.

“Cuidar dos rins e cuidar do planeta não são responsabilidades opostas. Quando usamos os recursos de maneira consciente, prevenimos a doença renal e tornamos os serviços mais preparados para enfrentar mudanças ambientais, estamos protegendo o paciente de hoje e ajudando a preservar as condições de saúde das próximas gerações”, conclui.

Instituto Buko Kaesemodel leva experiência sobre deficiência intelectual e curatela a congresso internacional em Lisboa

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Participação no encontro aproxima a atuação desenvolvida no Brasil do debate jurídico europeu sobre autonomia, proteção e direitos das pessoas com deficiência

O trabalho desenvolvido pelo Instituto Buko Kaesemodel na defesa dos direitos das pessoas com deficiência intelectual ganhará espaço internacional em novembro. A instituição participará do Congresso Internacional “O Caminhar do Direito de Família, do Direito das Sucessões e do Biodireito”, que será realizado nos dias 17 e 18, em Lisboa, reunindo especialistas para discutir transformações jurídicas e sociais que afetam diretamente as famílias.

O evento é organizado pela Associação de Direito de Família e das Sucessões (ADFAS) e pelo Instituto de Direito Brasileiro (IDB) da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. O Instituto Buko Kaesemodel será representado por Sabrina Mugiatti, idealizadora do Programa Eu Digo X, e por Luz María Romero, gestora da organização.

O Instituto Buko Kaesemodel desenvolve o Programa Eu Digo X, iniciativa voltada à pesquisa, ao mapeamento, à disseminação de informações e ao diagnóstico da síndrome do X Frágil, uma condição genética hereditária considerada a causa mais frequente de deficiência intelectual herdada. Atualmente, o IBK atende famílias de todo o Brasil e já possibilitou a realização de 600 exames diagnósticos. A instituição possui um cadastro ativo de 830 brasileiros com diagnóstico confirmado da síndrome do X Frágil. Esses números são atualizados constantemente, uma vez que a ampliação do acesso à informação aumenta a procura de famílias por orientação, avaliação e diagnóstico.

A participação representa uma oportunidade de levar ao debate europeu a experiência construída no Brasil a partir da convivência direta com pessoas com síndrome do X Frágil e suas famílias. Além da pesquisa e do diagnóstico, o Instituto atua no apoio às famílias e na defesa de políticas que conciliem autonomia, segurança e proteção jurídica. “Estar em Lisboa é uma oportunidade de mostrar que as discussões jurídicas sobre capacidade, curatela e tomada de decisão precisam considerar a vida real das famílias. O Instituto nasceu dessa vivência e hoje pode compartilhar, em um espaço internacional, aprendizados que foram construídos ao longo de muitos anos”, afirma Sabrina Mugiatti.

Durante o congresso, Sabrina será mediadora de um bloco de palestras e apresentará sua perspectiva como mãe de um jovem de 22 anos com síndrome do X Frágil. Ela abordará os processos enfrentados pela família em relação à curatela e os desafios de garantir proteção jurídica sem desconsiderar as capacidades, a individualidade e o direito de participação da pessoa com deficiência.

Para Sabrina, a legislação precisa dialogar com as diferentes realidades encontradas pelas famílias. “A curatela não pode ser tratada apenas como um procedimento burocrático. Para muitas famílias, ela envolve decisões difíceis, dúvidas e uma preocupação permanente com o presente e o futuro dos filhos. Quero levar ao congresso um olhar que una a experiência materna, a necessidade de proteção e o respeito à dignidade da pessoa com deficiência”, explica.

Luz María Romero ministrará a palestra “Deficiência intelectual: aspectos psicológicos, avaliação do grau de comprometimento e implicações para autonomia e proteção — o caso da síndrome do X Frágil”. A apresentação abordará os diferentes graus de comprometimento intelectual, os aspectos psicológicos envolvidos nas avaliações e as implicações dessas condições para a autonomia e a proteção jurídica.

A gestora também apresentará as particularidades da síndrome do X Frágil, condição genética que pode provocar diferentes níveis de deficiência intelectual e afetar habilidades relacionadas à comunicação, ao comportamento, à aprendizagem e à tomada de decisões. Outro ponto será a forma como a legislação brasileira define a pessoa com deficiência e estabelece procedimentos de avaliação biopsicossocial.

“Não é possível discutir capacidade jurídica considerando apenas um diagnóstico. É preciso compreender o grau de comprometimento, as habilidades preservadas, o contexto familiar e o suporte disponível para cada pessoa. A avaliação deve ser individualizada, porque as necessidades de proteção e os níveis de autonomia são diferentes”, destaca Luz María.

A palestra também discutirá instrumentos como a curatela e a tomada de decisão apoiada. Segundo a gestora, essas medidas precisam ser analisadas a partir das condições concretas de cada pessoa, especialmente nos casos em que a deficiência intelectual apresenta impactos permanentes e exige acompanhamento contínuo. “Na síndrome do X Frágil, existem pessoas que necessitam de apoio durante toda a vida para administrar recursos, compreender documentos, tomar decisões ou proteger-se de situações de abuso. O desafio é encontrar mecanismos jurídicos que ofereçam essa segurança sem apagar a voz e as possibilidades de participação da própria pessoa”, afirma.

Para a Dra. Regina Beatriz Tavares da Silva, sócia fundadora de RBTSSA – Sociedade de Advogados e Presidente da Associação de Direito de Família e das Sucessões (ADFAS), a participação também evidencia a convergência entre o trabalho das duas instituições. “O Instituto participa do Congresso com um tema da maior relevância: a síndrome do X Frágil em seus aspectos psicológico, familiar e social. Ao mesmo tempo, divulga seus esforços e os da ADFAS, instituições parceiras em seus ideais e atuantes em suas respectivas frentes de trabalho. Devemos considerar que nem sempre as pessoas com deficiência intelectual ou mental podem ser reconhecidas como plenamente capazes, pois tudo depende do grau da deficiência. O Estatuto da Pessoa com Deficiência tratou, de maneira irreal, todas as deficiências no mesmo plano, atribuindo capacidade a todas as pessoas com deficiência. É preciso examinar cada caso para definir se há necessidade da tomada de decisão apoiada, em que a pessoa com deficiência participa dos atos da vida civil assistida por apoiadores, ou da curatela, em que é representada por um curador. O projeto de reforma do Código Civil precisa ser emendado para corrigir os equívocos do Estatuto da Pessoa com Deficiência. A ADFAS apresentou propostas de emendas que já foram protocoladas por vários senadores na comissão responsável pelo PL 4/2025”, afirma.

Ao participar do congresso, o Instituto amplia o alcance internacional do Programa Eu Digo X e cria uma ponte entre a experiência das famílias brasileiras e as discussões realizadas em outros países. A presença em Lisboa também contribui para dar visibilidade à síndrome do X Frágil em espaços jurídicos, acadêmicos e científicos, fortalecendo a defesa de soluções que respeitem as particularidades de cada indivíduo.

“Levar esse trabalho à Europa demonstra que as questões vividas pelas famílias não estão restritas a um país. Autonomia, proteção, inclusão e futuro são preocupações universais. Quanto mais conseguirmos aproximar o Direito da realidade das pessoas com deficiência, maiores serão as possibilidades de construir respostas verdadeiramente humanas e efetivas”, conclui Sabrina.

Paraná deve registrar 4,3 mil novos casos de câncer de mama em 2026

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Durante o Outubro Rosa, o Centro Médico Sugisawa e a Oncologia 360 promovem palestra e ações de conscientização sobre a doença

O Paraná deve registrar, em 2026, 4,3 mil novos casos de câncer de mama, de acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Deste total, só em Curitiba são 820 registros. Com a chegada do Outubro Rosa, o Centro Médico Sugisawa, em parceria com a Oncologia 360, promoverá ao longo do mês palestra e ações de conscientização sobre a saúde da mulher e a importância do diagnóstico precoce.

A médica Jerusa Karina Miqueloto, onco-hematologista da Oncologia 360, ressalta que além de aumentar significativamente as chances de cura, o diagnóstico precoce também impacta em todo o sistema de saúde no país. Segundo um levantamento divulgado pelo INCA, em 2019 os gastos diretos do SUS atribuídos ao tratamento do câncer de mama somaram R$ 848 milhões, o equivalente a 22,8% das despesas diretas com tratamento oncológico de todos os tipos de câncer naquele ano.

Jerusa destaca que, em todo Brasil, a projeção do Inca é de mais de 78 mil casos por ano no triênio 2026–2028. “Em termos comparativos, o total de casos estimados para este ano no Paraná equivale a quase toda a população do bairro Centro Cívico, em Curitiba. São muitas mulheres que sofrem com a doença e isso precisa de tratamento rápido”, comenta.

PROGRAMAÇÃO

A campanha do Centro Médico Sugisawa com a Oncologia 360 é realizada tradicionalmente no último trimestre do ano e reúne, além do Outubro Rosa, ações durante o Novembro Azul, com o câncer de próstata, e Dezembro Laranja, quando a pauta é direcionada para o câncer de pele. Em 2026, a campanha é inspirada no Daruma, boneco japonês associado à perseverança e ao foco. A proposta conecta essa simbologia à divulgação de informações de saúde. Em edições anteriores, a campanha também recorreu a elementos da cultura japonesa, como o Tsuru e o Akabeko.

A tradição do Daruma está ligada à definição de objetivos e à perseverança para alcançá-los. Ao estabelecer uma meta, pinta-se um dos olhos do boneco, que permanece visível como um lembrete daquele propósito. O segundo olho é preenchido quando o objetivo é alcançado. Sua base arredondada, que faz com que o boneco volte à posição original mesmo depois de ser inclinado, remete à expressão japonesa “Nanakorobi yaoki” — “cair sete vezes, levantar oito”.

Ao longo da campanha, essa simbologia será incorporada às ações realizadas no Centro Médico Sugisawa como um convite à reflexão sobre metas, perseverança e os caminhos percorridos diante dos desafios da saúde. A proposta é fazer do Daruma não apenas um elemento visual da campanha, mas um símbolo de propósito e continuidade, especialmente significativo para quem atravessa períodos de diagnóstico, tratamento e recuperação.

Além de atividades diárias, um dos destaques da programação será no dia 14 de outubro, com palestra voltada a pacientes e profissionais do Centro Médico Sugisawa. A conversa contará com a participação da equipe médica da Oncologia 360 e abordará a importância de reconhecer sinais suspeitos e procurar avaliação profissional. “Perceber uma alteração nas mamas e procurar avaliação médica é importante. Um nódulo ou mudança não significa necessariamente câncer, mas precisa ser investigado. O diagnóstico precoce depende também de informação clara sobre os sinais de alerta e de acesso oportuno aos serviços de saúde”, pontua.

O INCA orienta que nódulos endurecidos ou que aumentam de tamanho, alterações na pele da mama e mudança no formato do mamilo estão entre os sinais que devem ser avaliados. O Instituto diferencia diagnóstico precoce — investigação de sinais e sintomas — de rastreamento, voltado a pessoas sem sintomas e com critérios próprios de idade e periodicidade.

SERVIÇO
Outubro Rosa
Data: 08 de outubro de 2026
Horário: 14 hrs
Local: Auditório do Centro Médico Sugisawa, Curitiba

Sicredi amplia atuação em embedded finance com novo ecossistema de parcerias

Iniciativa conecta serviços financeiros a ERPs, software houses e plataformas digitais

O Sicredi anuncia o lançamento do Ecossistema Multiplica do Sicredi, iniciativa que amplia sua atuação em embedded finance ao estruturar uma rede de parceiros para integrar produtos e serviços financeiros às plataformas utilizadas pelas empresas em sua rotina de gestão. A nova frente busca conectar a instituição a ERPs, software houses, plataformas digitais e empresas de tecnologia, criando canais de relacionamento e fortalecendo sua presença no segmento de Pessoa Jurídica.

O movimento representa uma evolução das integrações técnicas pontuais para um modelo de parcerias comerciais mais estruturadas. A proposta é que o Sicredi e as empresas de tecnologia desenvolvam conjuntamente jornadas e modelos de negócio, combinando a capacidade financeira e regulatória da instituição ao conhecimento que os parceiros têm sobre as necessidades e a rotina de seus clientes.

A iniciativa acompanha uma transformação global na forma como pessoas e empresas acessam serviços financeiros. Segundo levantamento da Dealroom e da ABN AMRO Ventures citado pelo Fórum Econômico Mundial, o mercado global de embedded finance deve atingir US$ 7,2 trilhões até 2030. No Brasil, em meio à forte digitalização do sistema financeiro e à expansão das plataformas de gestão e serviços digitais, a previsão é que o segmento movimente aproximadamente US$ 18 bilhões no mesmo período.

“O Ecossistema Multiplica do Sicredi amplia nossa presença nos ambientes em que as empresas já administram seus negócios. A integração tecnológica é o meio essencial, mas é através do relacionamento próximo que buscamos construir parcerias de longo prazo com plataformas de diferentes portes. Estes parceiros conhecem profundamente a jornada e os desafios de gestão de seus clientes e o Sicredi conecta com a experiência financeira e a proximidade com seus Associados, gerando assim valor para todo o ecossistema”, afirma Stella Fraiha, Superintendente de Negócios PJ do Sicredi

Serviços financeiros integrados à gestão das empresas

Na prática, o ecossistema permitirá que funcionalidades financeiras sejam incorporadas às plataformas que já fazem parte do dia a dia das empresas. Assim, os usuários poderão acessar esses serviços no mesmo ambiente em que acompanham vendas, fluxo de caixa, estoque, fornecedores e outras atividades do negócio, reduzindo etapas e tornando a experiência mais integrada e eficiente.

As possibilidades de integração incluem pagamentos, cobranças, transferências, conciliação e outras soluções financeiras, conforme o escopo definido com cada parceiro. A construção poderá envolver não apenas a conexão por APIs, mas também a definição conjunta da jornada, do modelo comercial, da governança e da evolução das soluções.

Sobre o Sicredi     

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10,5 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3,1 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.  

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Empreendedorismo brasileiro avança: número de novos MEIs cresce 14,5% em 2026

Feira do Empreendedor Sebrae 2026, que acontece em Curitiba de 16 a 19 de setembro, reúne tendências e soluções para pequenos negócios; Sicredi participa do evento com condições especiais e atendimento aos empreendedores

O empreendedorismo segue em expansão no Brasil, impulsionado principalmente pelo crescimento dos micro e pequenos negócios. Um levantamento do Sebrae mostra que, entre janeiro e julho de 2026, foram abertas 3,6 milhões de novas empresas no país. Desse total, 3,4 milhões são microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte.

Na comparação com o mesmo período de 2025, o número de novos pequenos negócios cresceu 14%. Entre os MEIs, o avanço foi de 14,5%, enquanto microempresas e empresas de pequeno porte registraram crescimento de 11%. Os números reforçam a relevância desses negócios para a economia brasileira e apontam para um ambiente cada vez mais dinâmico, em que empreendedores buscam soluções para expandir seus negócios.

Sicredi amplia apoio aos pequenos negócios

É nesse cenário que o Sicredi participa mais uma vez da Feira do Empreendedor Sebrae, em Curitiba, levando condições especiais e soluções financeiras para quem já empreende ou pretende abrir um negócio. A participação será realizada pela Sicredi Empreendedores PR, cooperativa que atende Curitiba e a região metropolitana.

No evento, os visitantes poderão conhecer produtos e serviços voltados a diferentes etapas da jornada empresarial, além de contar com atendimento especializado. Entre as condições oferecidas está o crédito com taxas a partir de 1,59%.

A Sicredi Empreendedores PR também está entre as poucas instituições financeiras que oferecem Pix gratuito e ilimitado nos canais digitais para quem recebe ou realiza pagamentos pela modalidade. Há ainda custo reduzido para recebimentos via API Pix.

No estande, os empreendedores poderão conhecer outras soluções para empresas, como conta PJ, máquinas de cartão Smart, consórcios, crédito para investimento e capital de giro. Também estará disponível uma ferramenta que permite utilizar o próprio celular como máquina de cartão, ampliando as opções de recebimento das empresas.

“Nossa proximidade com o associado é constante, e isso não seria diferente na jornada dos empreendedores. Nosso modelo de negócio nos permite estar presentes em cada passo da trajetória, dando todo o apoio e a instrução necessários para a criação de um negócio de sucesso”, afirma o presidente da Sicredi Empreendedores PR, Evaldo Kosters.

A atuação junto aos pequenos negócios também se reflete nos números. Atualmente, o Sicredi detém cerca de 28% do mercado de pequenas empresas no Brasil, atendendo aproximadamente 427 mil empresas com conta corrente ativa. 

Presença física também faz parte da estratégia

Além das soluções financeiras, a proximidade é um dos diferenciais do modelo de atuação do Sicredi. Enquanto grande parte das instituições financeiras reduziu, nos últimos anos, o número de agências e direcionou investimentos em automação, o Sicredi seguiu em outra direção, ampliando sua presença física.

A instituição acaba de alcançar a marca de 3,1 mil agências em todo o país, sendo 494 no Paraná. O Sicredi está fisicamente em 86% dos municípios paranaenses, reforçando a estratégia de combinar soluções digitais com atendimento próximo e relacionamento local.

Feira reúne tendências e oportunidades

A Feira do Empreendedor Sebrae 2026 acontece de 16 a 19 de setembro, na Viasoft Experience, em Curitiba. Com entrada gratuita, o evento reúne especialistas, empresas e instituições para apresentar tendências, inovações, estratégias e soluções para quem deseja começar ou desenvolver um negócio.

Entre os palestrantes confirmados estão a escritora e especialista em inovação Martha Gabriel; o ex-capitão do Flamengo e referência em liderança e alta performance Diego Ribas; a presidente do Conselho do Magazine Luiza e do Grupo Mulheres do Brasil, Luiza Helena Trajano; e o CEO da Rock World, Luis Justo.

A programação também será uma oportunidade para os participantes ampliarem sua rede de contatos, conhecerem novas ferramentas e acompanharem as principais transformações do mercado de pequenos negócios.

Na feira, o Sicredi busca conectar empreendedores a soluções financeiras e a um atendimento voltado às necessidades específicas de cada negócio.


Sobre o Sicredi 

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3,1 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

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Sicredi Rio mobiliza voluntários em mutirão de limpeza na Praia do Arpoador no Rio de Janeiro

Ação realizada no Dia de Cooperar reuniu colaboradores, familiares e a Transformando – Cooperativa de Recicladores Ambientais em uma manhã de educação ambiental, conscientização e cuidado com o espaço público

A Sicredi Rio reuniu voluntários na Praia do Arpoador, no último sábado (29), para um mutirão de limpeza em celebração ao Dia C – Dia de Cooperar. A mobilização promoveu uma manhã de aprendizado, conscientização e cuidado com o meio ambiente, envolvendo colaboradores da cooperativa e seus familiares em uma ação coletiva de impacto socioambiental.

Coordenado nacionalmente pelo Sistema OCB, o Dia C é um movimento de voluntariado do cooperativismo brasileiro que estimula cooperativas a desenvolver iniciativas capazes de gerar benefícios para as comunidades. A mobilização materializa o sétimo princípio cooperativista — o interesse pela comunidade — e, em 2026, foi celebrada nacionalmente em 29 de agosto, próximo ao Dia Nacional do Voluntariado.

Na ação promovida pela Sicredi Rio, os participantes contribuíram para a limpeza da faixa de areia e da Pedra do Arpoador. Todos tiveram a oportunidade de refletir sobre o descarte correto de resíduos, a preservação dos ambientes costeiros e a responsabilidade compartilhada na construção de cidades mais sustentáveis.

A iniciativa contou com a participação da Transformando – Cooperativa de Recicladores Ambientais. A parceria fortaleceu a intercooperação e evidenciou a importância do trabalho realizado por profissionais da reciclagem para a destinação adequada de materiais, a proteção ambiental e a geração de oportunidades por meio da economia circular.

“O Dia C traduz, na prática, a essência do cooperativismo: unir pessoas em torno de um propósito comum e transformar realidades. Ao cuidar de um patrimônio natural tão importante para o Rio de Janeiro, reforçamos que atitudes coletivas podem gerar impactos positivos e duradouros para toda a sociedade”, afirma a presidente da Sicredi Rio, Denise Damian.

A Sicredi Rio agradece a todos os participantes e parceiros que integraram essa corrente do bem. A ação reafirma o compromisso da cooperativa com o desenvolvimento sustentável, a transformação social e o fortalecimento das comunidades onde está presente. Porque, quando cooperamos, transformamos realidades.

Sobre o Sicredi 

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10  milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3,1 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

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Eleições: Especialista traz orientações sobre os limites em condomínios

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Eleições: Especialista traz orientações sobre os limites em condomínios

Especialista destaca que a proibições abrangem desde a distribuição de santinhos até o uso de canais oficiais para debates partidários

O acirramento dos ânimos durante o período eleitoral exige atenção redobrada na gestão de condomínios residenciais e comerciais. Como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entende que esses locais são propriedades privadas, e não bens de uso comum ou de livre acesso, a legislação não traz regras exclusivas para os prédios, conferindo soberania às convenções e aos regimentos internos.

De acordo com Luiz Fernando Martins Alves, advogado e diretor jurídico da Associação das Administradoras de Condomínios do Estado do Paraná (AACEP) — entidade que congrega 32 administradoras associadas, representando mais de 2.700 condomínios e cerca de 740 mil pessoas —, a comunicação antecipada é a ferramenta mais eficaz.

“Esse é o momento de enviar uma circular, colocar no aplicativo, no grupo de WhatsApp e afixar um cartaz nos editais das garagens. É preciso informar que a campanha está chegando ao ápice, relembrar o Regimento Interno e a Convenção do Condomínio para evitar intolerância, exposição de opiniões calorosas e fixação de materiais de comunicação”, destaca.

Como gestor do ambiente coletivo, o síndico ou administrador tem o dever de manter a ordem. Alves enfatiza que qualquer tipo de exaltação, seja no ambiente digital ou presencialmente, exige intervenção rápida para garantir a segurança e a harmonia entre os moradores.

Neutralidade e controle de acesso

Outro ponto crucial para a ordem no ambiente coletivo é a postura da equipe de trabalho. O diretor da AACEP explica que os colaboradores devem permanecer totalmente imparciais durante o expediente, sendo vedado o uso de camisetas de candidatos, broches ou quaisquer manifestações de apoio.

Cabe aos porteiros e zeladores também o controle rígido da entrada. “Eles não devem prolongar conversas nem permitir o acesso de pessoas não autorizadas para fazer campanha lá dentro. Qualquer movimentação política nas dependências deve ser informada à administração para as providências necessárias, instruindo o morador de que aquilo não é permitido”, detalha o especialista.

O que é proibido nas campanhas

Como regra geral, as convenções condominiais proíbem a transformação do edifício em uma extensão de palanques partidários. Veja as principais restrições e vedações nas áreas comuns:

  1. Fachadas, janelas e sacadas: É proibido pendurar bandeiras, estandartes, faixas ou colar adesivos nas paredes externas. A jurisprudência considera a prática uma alteração irregular da estética do prédio (a legislação abre exceção apenas para pequenos adesivos plásticos do lado de dentro das janelas, mas veda a transformação do local em outdoor).
  2. Propaganda nas áreas comuns: Não é permitida a fixação de cartazes, cavaletes, panfletos ou banners em halls, elevadores, portarias, salões de festas, academias, muros e churrasqueiras.
  3. Panfletagem e “santinhos”: Distribuir materiais impressos por baixo de portas, nas cabines dos elevadores ou em caixas de correio coletivas fere as normas de limpeza e de circulação do prédio.
  4. Eventos políticos: A realização de showmícios, discursos ou reuniões de campanha nos espaços de lazer do residencial é estritamente proibida.
  5. Acesso de militantes: A entrada de cabos eleitorais para visitas porta a porta costuma ser bloqueada, já que os corredores não são vias de livre circulação pública.
  6. Canais oficiais de comunicação: É vedado utilizar grupos de WhatsApp geridos pela administração, aplicativos de gestão ou murais de avisos para impulsionar debates polarizados ou fazer propaganda eleitoral.
  7. Perturbação do sossego: O uso de alto-falantes, megafones ou gritos de ordem que quebrem a paz da vizinhança é passível de autuação.

Penalidades e multas

As sanções para os condôminos que transformam o prédio em palanque eleitoral variam de acordo com a gravidade da infração e o que está estipulado na Convenção de cada condomínio. Na esfera administrativa interna, a medida inicial costuma ser uma advertência formal.

Em caso de reincidência ou recusa em retirar o material (como uma bandeira na sacada), o morador é punido com multa, que geralmente varia de uma a cinco vezes o valor da taxa condominial, conforme previsto no artigo 1.336 do Código Civil. Se a conduta for reiterada e gerar perturbação extrema — caracterizando comportamento antissocial —, a multa pode chegar a dez vezes o valor da cota, com base no artigo 1.337.

“O descumprimento dessas normas sujeita os infratores a penalidades pecuniárias aplicadas pela administração. Além das sanções internas, irregularidades eleitorais graves dentro ou no entorno do condomínio podem ser denunciadas oficialmente à Justiça por meio do aplicativo Pardal, disponibilizado pelo TSE”, complementa o advogado e diretor jurídico da AACEP, Luiz Fernando Martins Alves.

Sobre a AACEP

A Associação das Administradoras de Condomínios do Estado do Paraná (AACEP) congrega 32 administradoras associadas, que representam mais de 2.700 condomínios no estado do Paraná e onde vivem cerca de 740 mil pessoas.

A AACEP tem sede na capital paranaense e membros filiados em Curitiba, Campo Largo, Londrina, Ponta Grossa, Colombo, Guarapuava, Francisco Beltrão, Pato Branco, Cascavel e Foz do Iguaçu. A entidade atua para levar informações, profissionalismo à gestão condominial e busca novas administradoras nas cidades de médio porte do Paraná.

Crédito da foto: Magnific (banco de dados gratuito)

O próximo desafio da medicina brasileira começa depois do diploma

Por Laura Pazzini (*)

O Brasil vive uma transformação importante na medicina. Nunca discutimos tanto a formação de novos profissionais, abertura de cursos, qualidade das universidades e necessidade de ampliar o número de especialistas. Mas talvez estejamos chegando ao momento de fazer uma pergunta diferente: o que acontece com o médico depois que ele recebe o diploma? A expansão da formação é uma realidade. Entre janeiro de 2024 e setembro de 2025, o Ministério da Educação deferiu 1.199 novas vagas em cursos de Medicina. Ao mesmo tempo, os primeiros resultados do Enamed trouxeram um alerta: cerca de 30% dos cursos avaliados apresentaram desempenho considerado insatisfatório.

Esses números não devem servir para desqualificar uma geração de médicos. Seria uma simplificação injusta. Eles devem servir para aperfeiçoarmos o sistema.

Medicina nunca foi uma profissão que termina na graduação. O diploma é, na realidade, o início de uma longa jornada de residência, especialização, provas de título, atualização científica e desenvolvimento permanente. O próprio poder público parece reconhecer esse desafio. Em 2026, o Ministério da Saúde anunciou mais de 3 mil novas bolsas de residência. Com a expansão da política federal, mais de 60% dos residentes médicos do país passaram a contar com financiamento do governo. É um avanço relevante. Mas residência, universidade e políticas públicas não precisam enfrentar sozinhas desafio dessa dimensão.

Há espaço para construirmos um ecossistema de formação continuada que envolva instituições de ensino, hospitais, sociedades médicas e também novas soluções de educação e tecnologia.

Convivo diariamente com médicos em diferentes momentos dessa trajetória e uma coisa ficou clara para mim: não sofremos por falta de informação. Sofremos, muitas vezes, pelo excesso dela sem direcionamento. Hoje, um médico tem aulas, artigos, livros, vídeos, bancos de questões e conteúdos científicos disponíveis praticamente o tempo inteiro. O novo desafio da educação deixou de ser simplesmente entregar conteúdo. Precisamos ajudar cada profissional a entender o que precisa aprender, onde estão suas lacunas, como organizar seu estudo e como medir sua evolução.
É aí que acredito que tecnologia, dados, inteligência artificial e, paradoxalmente, uma relação mais humana de mentoria podem fazer diferença.

Imagine uma formação capaz de identificar padrões de erro, reconhecer dificuldades individuais, adaptar cronogramas, recomendar conteúdos e acompanhar a evolução de cada médico ao longo do tempo. Não se trata de substituir professores. Muito menos universidades, residências médicas ou sociedades de especialidade. Trata-se de usar novas ferramentas para potencializar aquilo que elas já fazem.

Também precisamos abandonar a ideia de que educação médica existe apenas até a obtenção de um título. A velocidade com que conhecimento, tecnologia, protocolos e possibilidades terapêuticas evoluem tornou a aprendizagem permanente parte do próprio exercício da profissão. Eu mesma percorri essa jornada como estudante, residente e médica antes de escolher a educação como atividade profissional. Talvez por isso enxergue esse problema menos como uma questão de mercado e mais como uma responsabilidade.

Porque existe algo que não podemos esquecer quando discutimos formação médica. Na outra ponta de todo esse processo existe um paciente. Melhorar a formação, facilitar o acesso à especialização, individualizar o aprendizado e utilizar tecnologia para desenvolver profissionais melhores não beneficia apenas o médico. Beneficia quem um dia estará diante dele. O Brasil avançou muito na discussão sobre quantos médicos queremos formar. O próximo salto precisa responder a uma pergunta mais difícil: como queremos formar os médicos de que o país precisará nas próximas décadas?

(*) Dra. Laura Pazzini é médica com formação em Oftalmologia. Após atuar na formação e mentoria de médicos, passou a dedicar sua carreira à educação médica, à gestão e ao desenvolvimento de soluções voltadas à especialização e qualificação profissional.

Candidatura pelo WhatsApp reduz quase metade do tempo para se inscrever em vagas

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Solução da Senior Sistemas transforma o aplicativo de mensagens em porta de entrada para processos seletivos e reduz etapas para quem busca emprego

Preencher formulários, repetir informações que já estão no currículo e enfrentar um processo longo estão entre os obstáculos que podem fazer um candidato desistir de uma oportunidade. Segundo pesquisa da Employ Inc., 39% dos candidatos abandonariam uma candidatura se ela demorasse demais. Entre as principais dificuldades estão a necessidade de redigitar informações já presentes no currículo (28%) e a obrigatoriedade de entrar em uma rede de talentos (27%). Além disso, 78% esperam concluir o processo em menos de 30 minutos.

Para reduzir essa burocracia, empresas brasileiras de tecnologia estão incorporando novos canais aos processos seletivos. É o caso do Senior ATS by JobConvo, sistema de recrutamento e seleção da Senior Sistemas, que permite realizar candidaturas pelo WhatsApp. Entre janeiro e agosto de 2026, a plataforma registrou 3,78 milhões de candidaturas, sendo que 162,5 mil foram realizadas pelo aplicativo de mensagens.

Nos testes aplicados pela empresa, a inscrição pelo aplicativo levou 2 minutos e 32 segundos, contra 4 minutos e 48 segundos no fluxo tradicional, uma redução próxima de 50% no tempo dos processos seletivos e trabalho operacional do RH.

A funcionalidade faz parte da evolução da plataforma, que utiliza inteligência artificial agêntica para automatizar etapas do recrutamento e tornar a jornada mais simples para candidatos e empresas. Pelo WhatsApp, o candidato pode enviar o currículo, fornecer informações e responder por áudio às perguntas de pré-entrevista aprovadas pelo recrutador, no momento mais conveniente para ele. Após a aprovação, o candidato continua a jornada pelo aplicativo por meio de uma admissão digital, podendo enviar documentos, acompanhar pendências e realizar a assinatura eletrônica, com validação automática.

“A experiência de candidatura precisa acompanhar a expectativa que as pessoas já têm em outros serviços digitais. Se o candidato consegue resolver diversas situações pelo celular em poucos minutos, ele também espera encontrar essa agilidade quando busca uma oportunidade de trabalho. A IA nos permite reduzir etapas e tornar essa jornada mais simples, sem abrir mão da qualidade do processo seletivo”, diz Jessica Ariane Bartosewiz, head-executiva do Senior HCM, ecossistema de soluções para gestão de pessoas da Senior.

A automação também está presente em outras funcionalidades da plataforma. Do total de vagas, 24,49% utilizaram a candidatura rápida, enquanto a inteligência artificial já processou 3,52 milhões de currículos de janeiro a agosto. No mesmo período, foram enviados 20,5 milhões de e-mails por meio de automações.

O uso de IA também pode agilizar a preparação de etapas posteriores da seleção. Em testes realizados pela Senior, a criação de uma entrevista em áudio caiu de 8 minutos e 37 segundos para 3 minutos e 50 segundos com o uso de IA, o que representa uma redução de aproximadamente 55%. 

“A tecnologia ajuda a reduzir barreiras para quem procura emprego. Ao simplificar a candidatura pelo WhatsApp, facilitamos a participação do candidato, que pode compartilhar suas experiências e encaixar o processo seletivo dentro da sua rotina. Já para as empresas, a IA reduz o trabalho de organizar informações e acompanhar candidaturas, permitindo que o recrutador avalie os profissionais com mais contexto. A decisão sobre quem contratar permanece com as pessoas”, afirma Ronaldo Bahia, head de HCM para Recrutamento e Seleção da Senior.

Segundo a companhia, a inteligência artificial vem contribuindo em diferentes pontos da jornada de vida dos colaboradores nas empresas. A evolução do ATS integra os investimentos da Senior em inteligência artificial no Senior HCM, conectando o recrutamento e seleção a outras etapas da gestão de pessoas, como admissão digital, saúde ocupacional e gestão de desenvolvimento e carreira.

Sobre a Senior  

A Senior Sistemas é a escolha de empresas líderes de mercado que buscam inovação e gestão de alta performance. A multinacional oferece um portfólio completo que abrange todas as etapas da cadeia produtiva em setores estratégicos da economia, como Indústria, Agronegócio, Atacado e Distribuição, Construção e Logística. A companhia também possui um dos mais completos ecossistemas de Gestão de Pessoas do país. O HCM da Senior administra mais de 16 milhões de vidas. 38 anos de excelência já transformaram a gestão de mais de 14 mil empresas de médio e grande portes no Brasil e em outros países da América Latina. Com 15 filiais e mais de 3,8 mil colaboradores no Brasil e no exterior, a Senior acredita que com sua profunda expertise e soluções tecnológicas tem a oportunidade de impulsionar empresas rumo a maior eficiência operacional, expansão de receitas e liderança em seus segmentos. Por isso, entrega mais que tecnologia. Para mais informações, visite www.senior.com.br.

“Temos que pegar!”: Palladium Curitiba celebra 30 anos da franquia Pokémon com atrações exclusivas

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Fãs poderão se reunir em um espaço de 150 m² com produtos, jogos e experiências inspirados na franquia

A partir de 25 de setembro, os aficionados por Pokémon poderão visitar o Palladium Curitiba e se encantar com a Arena TCG da Bella Figurinha, espaço de 150 m² que reúne produtos, jogos e experiências da franquia. Além da comercialização de produtos da marca, o espaço promove a interação entre fãs, colecionadores, famílias e aqueles que estão começando sua jornada Pokémon.

Três décadas após entrar para a cultura pop, a franquia Pokémon segue sendo uma das maiores forças do mundo do entretenimento. Desde o lançamento de Pokémon Red e Pokémon Green em 27 de fevereiro de 1996 no Japão, a marca ganhou projeção mundial. A estreia do anime ampliou o alcance de Pokémon ao redor do mundo, além de consolidar Pikachu como o mascote da franquia.

O Trading Card Game (TCG), jogo estratégico em que os participantes personalizam seus próprios baralhos com cartas colecionáveis, foi lançado em outubro de 1996 e se popularizou com o passar dos anos, a ponto de algumas das cartas colecionáveis mais raras custarem milhões de dólares.

Para tornar esse momento ainda mais marcante, a celebração de 30 anos na Arena TCG do Palladium Curitiba contará com uma coleção comemorativa disponível no espaço. O público também encontrará um mix diversificado de itens, incluindo produtos da Copag, baralhos, jogos de tabuleiro, Funkos e acessórios para cards. 

A chegada da Arena TCG ao Palladium Curitiba reforça a estratégia do empreendimento de oferecer experiências que vão além do consumo e aproximam o público de marcas de forte conexão com a cultura pop. Ao receber uma atração dedicada a uma franquia global como Pokémon, o shopping amplia seu calendário de experiências e cria um espaço de encontro para diferentes gerações de fãs, combinando entretenimento, colecionismo e interação em um ambiente pensado para ser vivido e compartilhado. A iniciativa também evidencia o papel do Palladium como destino para ativações que transformam a relação do público com marcas relevantes e seus universos. 

“Para o Palladium Curitiba, receber a celebração dos 30 anos de Pokémon é uma oportunidade de criar uma experiência que conecta diferentes gerações. A Arena TCG reúne entretenimento, interação e colecionismo em um ambiente pensado para fãs e famílias, fortalecendo ainda mais o shopping como destino de experiências e momentos compartilhados. Esta é uma ação inédita que reforça nossa estratégia de apostar em experiências especiais, que criem conexão com o público e tragam novas formas de interação com as marcas”, destaca o diretor de merchandising e inovação do Grupo Tacla Shopping, Gustavo Tacla. 

A Arena TCG terá atrações gratuitas, com encontros de fãs do TCG e uma programação especial para o Dia das Crianças, voltada para toda a família. As datas serão divulgadas posteriormente.

Serviço – Bella Figurinha | Arena TCG

Local: Palladium Curitiba – Piso L1

Inauguração: 25 de setembro de 2026

Horário: segunda a sexta, das 11h às 23h; sábado, das 10h às 23h; domingo, das 11h às 22h

Entrada: gratuita