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Outback oferece 86 vagas de emprego para unidade no Shopping Palladium, em Curitiba

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Oportunidades são para atendente de bar, atendente de restaurante, auxiliar de limpeza, auxiliar de cozinha e recepcionista

Quem quer ser um “Outbacker”? Restaurante inspirado na cultura australiana, o Outback Steakhouse inicia um processo seletivo para preencher 86 vagas de emprego em sua unidade do Shopping Palladium, em Curitiba. As oportunidades são para os cargos de atendente de bar, atendente de restaurante, auxiliar de limpeza, auxiliar de cozinha e recepcionista. O processo se inicia em 23 de março e as inscrições podem ser feitas pelo site Outback – Pandapé.

Com um plano de carreira bem estruturado, o Outback se orgulha de ter 86% de seus sócios proprietários, que comandam as unidades ao redor do país, formados internamente. Isso significa que grande parte dos gestores iniciaram as suas carreiras na operação, atuando como recepcionistas, atendentes de restaurante ou bar ou auxiliares de cozinha e limpeza.

Desde o primeiro dia, os colaboradores participam de um programa robusto de treinamento, que dispensa experiência prévia na função. A cada nova etapa da carreira, são oferecidos conteúdos e capacitações para desenvolver sua qualificação e contribuir com o desenvolvimento profissional.

O Outback oferece, além da remuneração, benefícios como vale-transporte, refeição no local, assistência médica e odontológica. A inscrição pode ser feita virtualmente, e o processo seletivo inclui dinâmicas e entrevistas e, para os selecionados, um treinamento prático nos restaurantes, com foco na operação e na cultura da companhia.

Quem pode participar

Podem se candidatar pessoas com mais de 18 anos, ensino médio ou técnico completo e disponibilidade de horário, inclusive aos finais de semana e feriados. O Outback busca profissionais dedicados, com perfil dinâmico e vontade de crescer. Não é necessário ter experiência na área.

Serviço:

Como participar: a inscrição para o processo seletivo pode ser feita por meio do site
https://outback.pandape.infojobs.com.br/

Cargos disponíveis:

Atendente de Restaurante;

Atendente de Bar;

Recepcionista;

Auxiliar de Cozinha;

Auxiliar de Limpeza;

Vagas para Pessoa com Deficiência;

Vagas para Jovem Aprendiz.

Local: Outback – Shopping Palladium Curitiba

Link direto das vagas:https://outback.pandape.infojobs.com.br/Vacancy/Vacancies?search=true&Keywords=palladium&Salary=null&SalaryUpper=true&Deficiency=2

Requisitos: pessoas com ensino médio/técnico completo e disponibilidade de horário, inclusive aos finais de semana e feriados.

Faixa etária: maiores de 18 anos.

Remuneração: variável de acordo com o cargo exercido e as horas trabalhadas.

Benefícios: vale-transporte, refeição no local, assistência médica e odontológica (os dois últimos após o período de experiência).

Etapas do processo seletivo: inscrição online, dinâmica de grupo e entrevistas.

Sobre o Outback Steakhouse

O Outback Steakhouse possui 188 restaurantes no Brasil e está presente em 86 cidades, 21 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback.

Páscoa deve movimentar R$ 5,3 bilhões e reforçar preferência por compras em lojas físicas

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Pesquisa aponta que 91% dos consumidores pretendem comprar presencialmente. A paranaense Barion comercializa produtos de Páscoa em três lojas de marca própria

A Páscoa de 2026 deve movimentar cerca de R$ 5,3 bilhões no comércio brasileiro. A estimativa é da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), em parceria com o Instituto Datafolha, e representa um crescimento de 26,8% em relação ao ano passado.

O levantamento mostra que 67% dos brasileiros pretendem comprar chocolates ou outros produtos relacionados à data. O gasto médio estimado é de R$ 146, valor um pouco menor do que o ticket médio registrado em 2024, que foi de R$ 156.

Entre os itens mais citados pelos consumidores, o ovo de Páscoa aparece na liderança, mencionado por 64% dos entrevistados. Na sequência estão bombons, caixas de bombons e trufas, com 36%, além das barras de chocolate, citadas por 34%.

Compras presenciais dominam preferência

A pesquisa também reforça a força do comércio físico durante o período. Segundo os dados, 91% dos consumidores pretendem comprar produtos ou presentes em lojas físicas, enquanto apenas 9% devem optar por compras online, resultado semelhante ao observado no ano passado.

Dentro desse universo, cerca de 78% afirmam que pretendem adquirir os produtos em estabelecimentos comerciais, enquanto 26% consideram comprar de vendedores autônomos.

Atenta à preferência do consumidor pelas lojas físicas, a paranaense Barion aposta na experiência presencial como parte do encanto da data. Os consumidores podem visitar a loja da fábrica, em Colombo, a unidade do Tarumã, na Linha Verde, em Curitiba, e a nova loja localizada na Avenida República Argentina, também na capital do Paraná. A proposta é transformar a compra em um momento sensorial, em que o aroma de chocolate fresco, a diversidade de produtos e o ambiente acolhedor convidam o público a vivenciar a Páscoa de forma mais próxima da marca e de suas tradições.

Variedade de produtos para diferentes bolsos

Diante desse cenário, a Barion também investiu em diversidade de produtos e faixas de preço para atender diferentes perfis de consumidores. A empresa aposta em opções que vão desde lembranças acessíveis até ovos de Páscoa mais elaborados.

Entre os itens de entrada estão barras de chocolate a partir de R$ 7,90 e coelhinhos de chocolate desde R$ 9,90. Para o público infantil, a linha inclui produtos temáticos como o ovo unicórnio, o ovo dinossauro e o ovo de chocolate ao leite com confeitos, com preços que variam entre R$ 26,90 e R$ 59,90.

O portfólio também reúne diferentes versões de ovos de Páscoa, com combinações de sabores e texturas. Entre as opções estão o exclusivo ovo feito com chocolate e wafer na casca, o ovo que combina chocolate branco e pistache, o ovo Speculoos (novo pistache), além de clássicos como o ovo Tubetes, o ovo de chocolate ao leite e o Mendowafer, que une chocolate ao leite com pedaços de wafer.

Memória afetiva impulsiona consumo

Para Fernanda Barion, diretora de Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento da Barion, a Páscoa mantém um forte apelo emocional, que também contribui para o interesse dos consumidores.

“A Páscoa é uma data muito ligada às memórias afetivas. Muitas pessoas lembram das celebrações em família, da infância e da tradição de ganhar chocolates. Por isso buscamos oferecer opções para todos os gostos e bolsos, desde lembranças mais acessíveis até ovos mais elaborados”, afirma.

Segundo ela, essa conexão emocional com a data faz com que o chocolate vá além do presente e represente também um momento de compartilhamento entre familiares e amigos.

Com expectativa de maior circulação de consumidores nas lojas e uma oferta diversificada de produtos, o setor aposta que a combinação entre tradição, preço acessível e experiência de compra presencial deve contribuir para o desempenho positivo das vendas neste ano.

Sobre a Barion

Fundada em 1960, a Barion é uma das marcas mais tradicionais do setor de chocolates e produtos derivados de cacau do Brasil, com uma trajetória marcada por inovação e qualidade. A empresa possui sua fábrica em Colombo (PR), lojas próprias e está presente em milhares de pontos de varejo. A marca oferece um portfólio amplo que inclui chocolates, wafers, biscoitos, Pão de Mel, creme de avelã e itens sazonais, como os tradicionais ovos de Páscoa. A empresa emprega mais de 400 colaboradores.

Terreno que abrigava fábrica de instrumentos musicais dá lugar a empreendimento residencial na Vila Izabel

Em uma noite que contou com a palestra do especialista em imóveis Murilo Arjona, a ATR Incorporadora apresentou, na sede Concórdia do Clube Curitibano, o empreendimento Sonatta, com VGV de mais de R$100 milhões. Construído em um terreno onde antes funcionava uma fábrica de instrumentos musicais, o Sonatta remete ao latim “sonare”. “Sonata” significa “tocar”, referindo-se à música instrumental.

O pré-lançamento contou com a participação de mais de 350 corretores de imóveis. Segundo o CEO da ATR, Rafael Rosa, o Sonatta é um produto diferenciado, com 85 unidades em duas torres residenciais espelhadas. “É o produto certo, no lugar certo, no timing certo. A Vila Izabel é um bairro com grande potencial de transformação, também apostamos na data por conta do corte da taxa de juros”, explica o CEO.

A ATR conta com 18 empreendimentos lançados, sendo dez entregues. Atualmente, são 34 mil metros quadrados em cinco canteiros de obras. Durante a noite, a gerente de plataforma da ATR, Hellida Zopechouka; a coordenadora de Novos Negócios, Incorporação e Produtos, Bianca Gabardo, e a gerente comercial Andressa Gomes Moraes apresentaram a planta do Sonatta, suas especificidades e vantagens para o comprador. As vendas iniciam neste final de semana.

Na apresentação, Andressa falou sobre as condições especiais do empreendimento. “Conseguimos uma redução no valor do metro quadrado da região que é de R$13,5 mil para R$12,2 mil, excelente para as vendas”.

Palestra

O palestrante Murilo Arjona fez uma avaliação do mercado e falou sobre os desafios do setor. “O corretor não pode ser apenas um mostrador de imóveis. Precisa ter conhecimento, atualização, para sempre poder mostrar opções aos seus clientes. 2026 será um dos melhores anos do mercado”. Sobre o crédito associativo, Murilo traçou comparativos com outros formatos de financiamento. “O corretor precisa conhecer todos, pois muitas vezes o cliente desconhece e é uma grande possibilidade de oferecer outras opções, não podemos ficar apenas na venda fácil”, acrescenta.

Rafael Rosa elogiou a palestra e destacou que Murilo Arjona tocou em pontos essenciais e muito utilizados no dia a dia. “A palestra foi ao encontro da forma com que a gente vende. Usamos o crédito associativo e isso vem ao encontro de nossas experiências nesse modelo”, finaliza o CEO.

Fábrica de instrumentos

Um dos participantes do evento, o luthier Tom Castelli era o proprietário da Fábrica de Instrumentos Castelli. O local foi vendido para dar lugar ao Sonatta. “É sempre uma emoção quando passo na frente, no local onde a fábrica funcionou por 35 anos. É uma sensação diferente, mas vejo que está sendo feito um empreendimento com qualidade, que sempre foi nossa marca registrada”.

No início da noite, durante a recepção, os convidados foram recebidos com coquetéis e uma apresentação do Quarteto Alma, que executou peças musicais modernas e antigas.

Curitiba entra no modo inteligente ,  mas a verdadeira inovação começa nas obras

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Nesta semana, Smart City Expo Curitiba transforma a capital paranaense em um dos principais polos de debate sobre o futuro urbano. Especialistas, gestores públicos e líderes do setor privado se reúnem para discutir temas como mobilidade, tecnologia e cidades inteligentes , conceitos que, cada vez mais, deixam de ser tendência para se tornar necessidade.

Mas, em meio a painéis sobre inovação digital e soluções urbanas conectadas, é preciso ampliar o olhar. A inteligência de uma cidade não se constrói apenas com sensores, aplicativos ou plataformas integradas. Ela começa, silenciosamente, nas obras. Está na forma como projetamos, construímos e operamos os espaços onde a vida urbana acontece.

Uma obra verdadeiramente sustentável vai além do uso de materiais certificados ou da busca por selos ambientais. Ela considera todo o seu ciclo de vida: desde a concepção até a operação. Isso inclui eficiência energética, conforto térmico, redução de desperdícios, integração com o entorno e, principalmente, a capacidade de adaptação às novas demandas da sociedade. Construir com inteligência é, antes de tudo, construir com responsabilidade.

Nesse contexto, o uso eficiente da energia se torna um dos pilares centrais. A energia, embora invisível, é um dos recursos mais estratégicos dentro de qualquer edificação. E é justamente nesse ponto que a tecnologia pode, e devem atuar de forma mais assertiva.

Foi com esse propósito que surgiu, em 2023, a SmartLy: transformar o consumo energético em algo inteligente, acessível e gerenciável. A proposta é simples, mas poderosa,  permitir que residências e ambientes sejam controlados à distância, por meio do celular, otimizando o uso de equipamentos, ajustando condições ambientais e evitando desperdícios.

Mais do que automação, trata-se de consciência. Desligar equipamentos remotamente, programar o funcionamento de sistemas e adaptar o consumo às reais necessidades do usuário são ações que, somadas, geram impacto direto na sustentabilidade urbana. Afinal, uma cidade inteligente não é apenas aquela que coleta dados, mas aquela que sabe utilizá-los para melhorar a vida das pessoas e preservar recursos.

Ao discutir o futuro das cidades, é fundamental lembrar que inovação não está apenas no que vemos, mas também no que sustenta, literalmente,  o funcionamento urbano. A tecnologia que impressiona nos palcos precisa dialogar com a engenharia que transforma o cotidiano.

Curitiba, reconhecida por seu histórico de planejamento urbano, tem agora a oportunidade de reforçar esse protagonismo ao integrar tecnologia e construção sustentável de forma ainda mais profunda. Porque, no fim, cidades inteligentes são aquelas que equilibram inovação, eficiência e responsabilidade.

E isso começa na base.

*Euclides Ciruelos
Engenheiro civil, mestre em sustentabilidade e Co-Funder da Hotfloor e SmartLy

Hospital INC debate avanços no tratamento cirúrgico da epilepsia

A curitibana Rafaela Araque Gurgel, 44, recebeu o diagnóstico de epilepsia aos dois anos de idade. No início, foi tratada com remédios e, aos 17 anos foi submetida à primeira cirurgia. “Houve redução das crises, mas não acabaram. Por isso realizei uma segunda cirurgia aos 22 anos. Fiquei um período de seis anos sem crises epilépticas, porém elas retornaram e passaram a atrapalhar a minha vida. Eu buscava uma solução mais efetiva”, relata. Em 2021, Rafaela passou por um procedimento cirúrgico para implante de VNS (Estimulação do Nervo Vago) no Hospital INC (Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba). “Estou há cinco anos sem crises. Minha vida mudou completamente. Hoje consigo fazer tudo o que eu não podia antes, como ir a shows, viajar sozinha. Ainda faço uso de medicação, mas não como antes”.

A terapia com VNS é um dos procedimentos cirúrgicos indicados para os casos de epilepsia refratária, ou seja, aqueles que não apresentam controle adequado com o uso de medicamentos. A epilepsia é uma doença que apresenta a prevalência de 2% na população, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), atingindo todas as classes, gêneros e faixa etária. Cerca de 30% dos pacientes são refratários ao tratamento medicamentoso e podem se beneficiar da cirurgia, que deve ser determinada após investigação com exames como ressonância magnética e videoeletroencefalograma.

Além de VNS, outras intervenções podem ser realizadas para eliminar ou reduzir as crises, como a cirurgia para implantação de Estimulação Cerebral Profunda (DBS) e os procedimentos de lobectomia, calosotimia, lesionectomia e hemisferectomia. “Há técnicas minimamente invasivas e outras que envolvem a remoção de áreas específicas do cerébro responsáveis pela origem das crises. Com o tratamento correto, por meio do controle com medicamentos ou de cirurgia e aparelhos adequados, os pacientes podem levar uma vida normal”, explica o neurologista do Hospital INC Dr. Bruno Takeshita.

Com o objetivo de ampliar a conscientização sobre a epilepsia, seu tratamento e o enfrentamento do estigma associado à doença, todos os anos, o Hospital INC realiza uma ação de conscientização no Purple Day. Neste ano, a programação abordará as alternativas cirúrgicas para tratar a epilepsia em uma roda de conversa com especialistas. O evento é aberto ao público e será realizado no próximo sábado (28), a partir das 10h30, na filial do INC Imagem, localizada no centro médico do ParkShoppingBarigüi. A participação é gratuita.

INC lidera número de implantes de VNS na região Sul

Referência no diagnóstico e tratamento da epilepsia, o INC é um dos pioneiros na realização da terapia da Estimulação do Nervo Vago (VNS). O hospital já implantou mais de 150 aparelhos de VNS para tratar epilepsia, consolidando-se como o centro especializado com o maior número de neurocirurgias para este fim na região Sul. Esse tratamento é eficaz para reduzir em 60 a 70% das crises epilépticas. O VNS consiste na implantação de um marcapasso cerebral – um pequeno computador que  ajuda a neuromodular a atividade cerebral –  que pode levar ao controle total das crises.

Há 25 anos, o Hospital INC mantém a Unidade de Cirurgia de Epilepsia que se dedica a desenvolver estudos e o atendimento especializado, principalmente, de pacientes refratários ao tratamento convencional. Segundo o Dr. Takeshita, entre as pessoas com epilepsia que são resistentes aos medicamentos, ainda há aquelas que acabam apresentando um quadro mais grave, com perdas cognitivas e outras alterações neurológicas.

Técnicas mais complexas de estimulação cerebral ou do nervo vago já fazem parte do rol da ANS (Agência Nacional de Saúde) e são aprovadas pela Anvisa, com cobertura pelos planos de saúde.

SERVIÇO

Roda de conversa – Você sabia que a epilepsia pode ser tratada com cirurgia?

Data: 28 de março de 2026, às 10h30

Local: Filial INC Imagem – Centro Médico do ParkShoppingBarigüi –  Piso L3 (R. Prof. Pedro Viriato Parigot Souza, 600)

Inscrição: gratuita, por meio do link eventosinc.com.br

Termina nesta segunda (23/03) o prazo de inscrição para o concurso da Araucária Nitrogenados S.A.

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Termina nesta segunda (23/03) o prazo de inscrição para o concurso da Araucária Nitrogenados S.A.

Salários chegam a R$ 8,2 mil; profissionais experientes podem obter diploma técnico em até 20 dias e participar da seleção

Termina nesta segunda-feira (23/03) o prazo para se inscrever no concurso da Araucária Nitrogenados S.A. (ANSA). O edital prevê o preenchimento de 126 vagas imediatas, além da formação de cadastro reserva, em 28 áreas distintas de níveis médio e superior. As remunerações variam de R$ 4.144,77 a R$ 8.248,49.

Os interessados devem se inscrever exclusivamente pelo site https://www.cebraspe.org.br/concursos/ansa_26 até as 18h de segunda-feira (23/03). As provas objetivas serão aplicadas no dia 26 de abril nas cidades de Curitiba, Londrina, Guarapuava e Cascavel.

As vagas de nível superior contemplam as áreas de Administração, Direito, Contabilidade, Engenharias e Medicina do Trabalho. Já as oportunidades de nível médio focam em operação de processos, manutenção industrial e inspeção de equipamentos, entre outras.

Certificação reconhece competência técnica

Para quem deseja disputar as vagas de nível médio, possui experiência prática, mas ainda não tem o diploma técnico, há uma alternativa ágil. É possível obter o documento em até 20 dias por meio de uma aferição de competências, que comprova os conhecimentos já adquiridos.

A certificação técnica por competência já existe no Brasil há 30 anos, é autorizada pelo artigo 41 da Lei Federal nº 9.394/96 (LDB), mas ainda é pouco conhecida pelo grande público.

“Após o envio da documentação, o candidato passa por uma avaliação online. Se aprovado, recebe a via digital do diploma de técnico em até 20 dias. O documento é reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), tem o mesmo valor jurídico do diploma regular e permite a participação em concursos públicos, como o da ANSA”, explica Juliane Cris Galvão, diretora do Ietaam Regional Paraná, instituição autorizada pelo MEC a realizar o processo.

Dúvidas comuns sobre a certificação

Para esclarecer o funcionamento do processo, a diretora Juliane Cris Galvão respondeu aos principais questionamentos:

1. O que é a certificação técnica e qual sua validade legal? É um processo de avaliação oficial (LDB art. 41) que reconhece a experiência prática e a converte em um diploma técnico. O documento é reconhecido pelo MEC, tem o mesmo valor jurídico de um curso regular e permite o registro em conselhos de classe (como CFT ou CRT) e a participação em concursos, como o da ANSA.

2. Quem pode solicitar e quais áreas são atendidas? Profissionais com ensino médio completo e pelo menos dois anos de experiência comprovada (CLT, declaração ou contrato), além de estudantes de graduação a partir do 5º período em áreas correlatas. São mais de 50 áreas disponíveis, incluindo Gás e Petróleo, Mecânica, Eletrotécnica, Segurança do Trabalho, Química e Administração. A lista geral pode ser conferida no site www.tecnicoporcompetencia.com.br

3. Como funciona o processo de avaliação e quanto tempo demora? O processo consiste em uma análise documental rigorosa seguida de uma prova teórica online. Diferente de um curso tradicional, aqui o profissional apenas prova o que já sabe. A conquista do diploma é rápida, levando entre 20 e 40 dias corridos.

4. Qual é o valor de investimento e o que acontece em caso de reprovação? A avaliação documental e a prova objetiva são gratuitas. O candidato só paga uma taxa única de certificação se for aprovado. Caso não passe, recebe um feedback sobre as lacunas de conhecimento e pode reiniciar o processo sem custos adicionais.

5. Posso me inscrever no concurso da ANSA mesmo sem o diploma em mãos? Sim, você pode realizar a inscrição no concurso enquanto conduz o processo de certificação. No entanto, é recomendável iniciar a avaliação o quanto antes para garantir que o diploma esteja pronto até a data da convocação e apresentação de documentos.

Lei de proibição dos Celulares melhora convivência nas escolas particulares do Paraná

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Após um ano de vigência, medida transformou smartphone de “vilão” a aliado pedagógico, zerando retenção em turmas e resgatando socialização entre alunos

Boletins com médias em ascensão, turmas inteiras sem nenhuma reprovação e um salto na concentração dos alunos. Este é o saldo prático nas escolas particulares do Paraná após um ano da implementação da Lei nº 15.100/2025, que restringiu o uso recreativo de celulares na educação básica. O movimento, que inicialmente gerava apreensão, revelou-se uma alavanca de desempenho acadêmico e de transformação social.

Dados da Frente Parlamentar Mista da Educação já apontavam a tendência: 83% dos estudantes afirmam prestar mais atenção nas aulas, e 77% dos gestores perceberam redução no cyberbullying. No cotidiano escolar, os resultados são ainda mais visíveis e vão além da disciplina.

Para Gil Vicente Moraes, diretor de Ensino Médio do Sinepe/PR, a lei promoveu um resgate do aluno. “O silêncio digital deu lugar ao burburinho humano. Você tinha um isolamento de muitos jovens no intervalo. Hoje, as tradicionais rodinhas de bate-papo voltaram. No primeiro momento, volta até a ter bolinha de papel voando na sala. Melhor a bolinha de papel do que o celular tirando foto o tempo todo”, ilustra o educador.

De vilão a ferramenta pedagógica 

O sucesso da medida não se deu por uma “guerra” à tecnologia, mas pela mudança de status do aparelho. O uso recreativo foi vetado, mas o pedagógico é incentivado. “O celular não foi abolido, e sim utilizado em prol do aluno”, explica Moraes. Atualmente, os aparelhos integram metodologias ativas para pesquisas rápidas e acesso a plataformas. “Há professores que pausam a aula e lançam desafios para que pesquisem na internet”, destaca.

Salto nas notas e queda da reprovação 

Com o fim da distração, o reflexo nos boletins foi imediato. “Na instituição onde sou diretor, o índice geral de reprovação escolar caiu mais de 70%. Tivemos 170 formandos de 9º ano em 2025, com zero retenção. No 1º ano do Ensino Médio, etapa historicamente sensível, a redução de reprovações ultrapassou 80%. Além disso, a quantidade de estudantes reconhecidos por mérito acadêmico triplicou em algumas turmas”, comemora o educador.

O receio de conflitos constantes também diminuiu, com a retenção de aparelhos tornando-se rara. “Houve o entendimento dos próprios estudantes de que o uso excessivo prejudicava a aprendizagem. A ocupação deles hoje é ser estudantes”, resume Moraes. A medida também abriu um canal vital de diálogo com as famílias sobre a educação digital e os limites na formação dos jovens.

Eco nas universidades

Esse movimento de conscientização, inclusive, já começa a ecoar além da educação básica. Segundo o diretor, há um movimento crescente de instituições de ensino superior adotando restrições semelhantes. “No começo deste ano, pelo menos cinco ou seis universidades já sinalizaram que o uso livre de celulares na sala de aula não será mais permitido”, revela. Para Moraes, essa expansão consolida um caminho sem volta. “Cria-se um alinhamento cultural. Não pode na educação básica, não pode no ensino superior, a não ser que tenha intencionalidade didático-pedagógica”, finaliza.

Postos Pelanda levam 150 crianças e famílias ao Beto Carrero World em ação que incentiva educação

 Viagem do Boletim Premiado 2026 reuniu colaboradores e filhos em dia especial de reconhecimento pelo desempenho escolar

Os Postos Pelanda realizaram, no último dia 21 de março, mais uma edição do Boletim Premiado, projeto criado pela empresa para incentivar o desempenho escolar de filhos de colaboradores. A iniciativa premia crianças e adolescentes com bom rendimento nos estudos com uma viagem especial, reunindo educação, reconhecimento e integração familiar.

Neste ano, cerca de 150 crianças participaram do passeio ao Beto Carrero World, acompanhadas de suas famílias. A ação proporcionou um dia de lazer em um cenário de sol e animação, com pais e filhos celebrando juntos o resultado de um ano de dedicação aos estudos.

A diretora dos Postos Pelanda, Ana Paula Pelanda, acompanhou a viagem ao lado da família e destacou o impacto do projeto. “A gente acredita muito no poder da educação para transformar vidas. Incentivar essas crianças hoje é investir diretamente no futuro delas e de toda a sociedade”, afirma.

Segundo ela, participar do momento ao lado das famílias reforça o propósito da iniciativa. “É sempre um prazer enorme participar desse momento. Eu faço questão de estar presente com a minha família, de viver esse dia junto com eles e sentir de perto a alegria de cada criança e de cada pai”, destaca.

Ana Paula também ressaltou o significado do projeto para além da premiação. “Cada criança que se dedicou, que conquistou sua média e viveu esse momento especial nos enche de alegria e esperança. Isso vai muito além de uma viagem, estamos falando de valores, de futuro, de família. Acreditamos de verdade na importância de vocês viverem momentos de qualidade com seus filhos. São essas memórias que marcam a vida. Nosso compromisso é seguir fazendo mais, levando essa experiência para cada vez mais famílias. E tudo isso só é possível por causa de vocês, pela dedicação, pelo trabalho e amor com nossos clientes”, completa.

Com momentos de diversão e convivência, a edição deste ano reforçou o espírito do projeto, que busca fortalecer os laços entre empresa, colaboradores e suas famílias.

História do projeto

Criado em 2017, o Boletim Premiado já beneficiou diretamente 158 crianças, impactando um total de 320 pessoas. O programa é voltado a estudantes entre 6 e 17 anos, matriculados no ensino fundamental e médio, que precisam atingir média mínima de 80 pontos, além de critérios como frequência, disciplina e participação familiar.

Mais do que premiar boas notas, a iniciativa estimula valores como responsabilidade, comprometimento e dedicação, além de incentivar a presença ativa dos pais na vida escolar dos filhos.

Sobre os Postos Pelanda

Os Postos Pelanda são uma rede de combustíveis com atuação consolidada no Paraná e presença em outros estados do Sul e Sudeste do Brasil. Fundada em 1991, a empresa completa 35 anos em 2026, destacando-se por oferecer uma experiência completa aos clientes, que vai além do abastecimento. Com unidades estrategicamente localizadas, os Postos Pelanda reúnem serviços como lojas de conveniência, restaurantes, estrutura para caminhoneiros e atendimento voltado à qualidade e praticidade. Reconhecida pela tradição, inovação e forte conexão com o público, a marca se posiciona como referência regional no setor, unindo mobilidade, serviços e conveniência em um só lugar.

Futuro da bariátrica: bipartição intestinal avança no tratamento de obesidade grave e diabetes tipo 2

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Enquanto as canetas emagrecedoras ganham espaço no país, técnica cirúrgica estimula hormônios semelhantes e é indicada para quadros graves e de difícil controle metabólico

Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de um quarto da população adulta brasileira já vive com obesidade, e mais da metade está acima do peso. O cenário ajuda a explicar a crescente procura por medicamentos injetáveis para emagrecimento, como a semaglutida e a liraglutida, princípios ativos originalmente indicados para o tratamento do diabetes tipo 2 e que passaram a ser utilizados também no manejo da obesidade. 

As popularmente chamadas canetas emagrecedoras despertam a atenção pela sua ação rápida e quase sem esforço na perda de peso por meio da ação hormonal no organismo, com a regulação da saciedade e metabolismo. Mas, em casos mais graves de obesidade e diabetes, os pacientes precisam recorrer a outro tipo de tratamento, como cirurgia de bipartição intestinal, que tem efeito semelhante ao da medicação.

De acordo com o médico Pedro Henrique Caron, cirurgião do aparelho digestivo e nutrólogo do HAC, trata-se de uma técnica de cirurgia bariátrica e metabólica, que promove um desvio intestinal e aumenta a liberação de hormônios. “É um procedimento que tem foco metabólico, especialmente no controle do diabetes tipo 2 e não apenas na perda de peso”, destaca o médico do Hospital Angelina Caron (HAC). “A cirurgia pode, até mesmo, ser associada ao uso das chamadas canetas, conforme decisão médica”, completa.

Como funciona

O especialista explica que existem três tipos do procedimento desenvolvido pelo cirurgião Nilton Kawahara, que já promoveu tratamentos junto à equipe do HAC. São elas: a bipartição clássica, que envolve a realização de uma retirada de cerca de 80% do estômago, com comunicação direta entre estômago e íleo, mantendo também o trajeto natural do alimento; a duodenal, semelhante à anterior, mas com a conexão feita no duodeno; e a jejunal, desenvolvida em 2025, que realiza duas conexões no intestino, promovendo dupla estimulação ileal, sem comunicação direta com estômago ou duodeno.

Caron reforça que a bipartição jejunal reduz riscos de estenose e complicações gástricas, além de diminuir a probabilidade de deficiências de vitaminas e minerais. “É uma excelente alternativa para o paciente que busca melhora importante do diabetes, mas tem receio de deficiências nutricionais”, explica.

Para quem é indicada

A cirurgia é indicada principalmente para pacientes com diabetes tipo 2 de difícil controle, inclusive insulinodependentes, pessoas com complicações associadas ao diabetes, como retinopatia, insuficiência renal ou problemas vasculares, casos de superobesidade (IMC acima de 50) e pacientes que já realizaram outras cirurgias bariátricas e apresentaram reganho de peso ou persistência do diabetes (cirurgias revisionais).

Mais do que um procedimento para emagrecimento, o foco é metabólico. “A grande maioria dos pacientes que busca a bipartição está procurando melhora metabólica. É aquele paciente que já está cansado de usar muita medicação e de não conseguir controlar o açúcar no sangue”, afirma o médico.

Procedimento exige equipe experiente

Por se tratar de uma técnica mais complexa, com tempo cirúrgico que pode chegar a três horas, a bipartição intestinal exige experiência avançada em cirurgia bariátrica e no manejo clínico do diabetes. “Ela exige grande experiência, tanto técnica quanto no acompanhamento metabólico do paciente”, alerta.

O procedimento é preferencialmente realizado por cirurgia robótica, tecnologia que contribui para maior precisão e recuperação mais confortável. O Hospital Angelina Caron é referência em cirurgia robótica no Paraná e integra protocolo de estudo multicêntrico para avaliação da técnica mais recente de bipartição jejunal.

Para Caron, o futuro do tratamento da obesidade passa pela integração entre terapias medicamentosas e cirúrgicas. “Eu acredito que a metabólica é o futuro da bariátrica. Cada vez mais vamos buscar técnicas que tratem o diabetes tipo 2 de forma mais eficaz, com segurança e individualização”, conclui.

OÁS alcança 50º andar e ergue em Curitiba torre com altura quase quatro vezes superior à do Cristo Redentor

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Empreendimento avança com ritmo de obra equivalente à construção simultânea de dois edifícios de grande porte, mobilizando estrutura e equipes em escala inédita na cidade

A paisagem urbana de Curitiba acaba de ganhar um novo marco. A obra do OÁS alcançou o 50º andar e atingiu 149 metros de altura. Com 179 metros previstos, o empreendimento já se consolida como o edifício mais alto da capital paranaense e passa a ocupar posição de destaque no skyline da cidade.

A chegada ao 50º pavimento representa mais do que um avanço numérico. À medida que a estrutura se afasta do solo, aumentam as cargas estruturais e o nível de exigência técnica. Cada novo pavimento demanda soluções de engenharia específicas, análises detalhadas e controle rigoroso de execução. Na prática, a complexidade cresce na mesma proporção da altura.

A cerca de 149 metros, a obra exige ajustes constantes na logística de materiais, monitoramento permanente das condições de segurança e protocolos rígidos de conformidade. “Os riscos e impactos de qualquer não conformidade se tornam exponencialmente maiores à medida que a obra ganha altura”, afirma o diretor de operações da GT Building, Maurício Fassina.

Ritmo de obra e planejamento

O 50º andar foi alcançado em três anos e quatro meses, dentro do prazo previsto. Enquanto a estrutura avança, os serviços de acabamento já chegam ao 24º pavimento, incluindo a instalação da fachada ventilada. Na prática, o ritmo equivale à execução simultânea de dois edifícios de aproximadamente 25 andares, resultado de um planejamento integrado entre as frentes de trabalho.

Embora a etapa estrutural represente 17% do cronograma físico, a conclusão do 50º pavimento corresponde a 16,38% do avanço global da obra. Considerando todas as etapas em andamento, o empreendimento já registra 56,62% de execução, marcando a transição para as fases finais.

Números da construção

Com mais de 30 mil m² de área construída, o canteiro reúne atualmente cerca de 150 profissionais por dia. Outros 45 atuam nas áreas administrativas e de apoio, além de 34 equipes de projeto responsáveis pelas diferentes disciplinas técnicas. Desde o início, centenas de trabalhadores já participaram da obra.

Até aqui, foram utilizados aproximadamente 11.531 m³ de concreto — o equivalente a cerca de 1.441 caminhões-betoneira — e 1.469 toneladas de aço na estrutura, volume comparável ao peso de cerca de 1.130 automóveis de passeio. Entre os principais desafios estão o controle estrutural, a logística vertical de materiais, a coordenação de equipes e a execução de atividades em altura. Condições climáticas, como ventos e chuvas, exigem monitoramento contínuo e ajustes no planejamento.

Ainda na fase de projeto, o OÁS passou por estudos em túnel de vento para simular o comportamento da estrutura. Em obra, são utilizadas gruas com altura superior à convencional e sistemas de segurança com múltiplas camadas de proteção coletiva, linhas de vida, guarda-corpos, telas piso a piso e monitoramento da velocidade do vento, com paralisações preventivas quando necessário.

Impacto urbano e próximos passos

A marca do 50º pavimento reforça o movimento de verticalização de Curitiba, especialmente no Bigorrilho, que se consolida como eixo de novos empreendimentos.

Entre os próximos marcos estão a conclusão da fachada até o 25º pavimento, o avanço das áreas comerciais e a execução das lajes técnicas e da cobertura, incluindo o pináculo que levará o edifício aos 179 metros. Com isso, o OÁS se posiciona definitivamente como o prédio mais alto de Curitiba.

Nesta etapa, a obra entra em fase de ampliação das frentes de trabalho, com foco em acabamento, instalações e fachada. A previsão de entrega permanece mantida, conforme o cronograma inicial.