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Sete tendências de material escolar para 2026

Do utilitário ao suporte emocional, papelaria assume novo papel no cotidiano dos estudantes

Com a rotina cada vez mais dominada pelas telas e pela digitalização, a papelaria ressurge como aliada do bem-estar, da expressão pessoal e da reconexão com o mundo offline. Embora o mercado global de artigos escolares mantenha crescimento — com previsão de atingir US$ 111 bilhões em 2026, segundo o relatório School Stationery Supplies Market, da Business Research Insights —, a principal mudança está no comportamento do consumidor. Estudantes e jovens adultos buscam itens que reflitam sua identidade e estilo de vida, deixando de lado o que está apenas “na lista”.

Segundo a gerente de Produtos da BRW Suprimentos, Fernanda Ricci, esse movimento já orienta o desenvolvimento das próximas coleções da marca. “O nosso mix de produtos para 2026 foi concebido para atender a todos os públicos. As tendências direcionam a criação de novas coleções, com foco na conexão emocional e no estímulo à autoexpressão”, afirma.

A seguir, confira os sete principais movimentos que devem marcar o varejo de papelaria em 2026:

1. Papelaria afetiva

A papelaria afetiva surge como uma forma de identificação pessoal, por meio de capas personalizadas, nomes impressos, ilustrações autorais e combinações de cores suaves. Os materiais passam a refletir os gostos, histórias e sentimentos do consumidor, trazendo a sensação de se ter algo que “fala sobre mim”.

2. Emotionaring e inclusão sensorial

Uma das mudanças mais significativas ao longo dos anos é o aumento da atenção à neurodiversidade. O crescente número de diagnósticos de TDAH e TEA gerou uma demanda por materiais que auxiliem na autorregulação emocional. Aqui entra o conceito de emotionaring: produtos que estimulam os sentidos para manter o foco.

Cada elemento do produto é concebido para favorecer o aspecto cognitivo e tornar o ambiente de estudo ou trabalho mais confortável para pessoas neurodivergentes e neurotípicas. Essa tendência também se traduz em soluções inclusivas como lápis com pontas de mordida, materiais com comunicação pictográfica, pautas de alto contraste para baixa visão e pegadores ergonômicos que facilitam a escrita para pessoas com dificuldades motoras.

3. A onda “Kidult”

A tendência “Kidult” (criança + adulto) permite que adultos voltem a brincar, com produtos que misturam a seriedade da vida adulta com humor irônico e referências nostálgicas.

4. Rotina planejada

Em resposta à ansiedade do cotidiano, cresce a busca por organização e planejamento. Planners agora integram habit trackers e wellness logs para monitorar também o sono e o humor.

Paralelamente, o mercado aponta para soluções híbridas que se adaptam às necessidades digitais dos estudantes, como cadernos que sincronizam anotações com aplicativos, canetas que funcionam como stylus para telas e estojos multifuncionais que integram carregadores portáteis.

5. Sustentabilidade

Sustentabilidade deixa de ser um “diferencial” para se tornar o esperado dos consumidores. Nesta tendência, destacam-se produtos feitos com materiais reciclados, selos ambientais e biodegradáveis.

6. Comfort Stationery

Em contraste com o emotionaring, que busca diferentes sensações com diversos propósitos, o comfort stationery prioriza o toque e o conforto físico. Produtos de pelúcia e linhas anti-stress demonstram que a papelaria não precisa ser apenas visual e pode se tornar um aconchego no cotidiano.

7. Sátira Urbana

Entre o público jovem, materiais com humor irônico seguem o sucesso dos memes nas redes sociais, refletindo uma forma mais ácida e autêntica de lidar com as pressões acadêmicas e profissionais. A proposta é unir funcionalidade a um toque de humor, para quem quer que o material traduza personalidade e estado de espírito.

Sugestões de produtos da BRW Suprimentos:

Papelaria afetiva

  • Caneta Capivara utiliza o personagem simpático para criar vínculo emocional.
  • Borracha Caneta Reposicionável incentiva a personalização.
  • Estojo Dual Marker Evoke tem pontas duplas e cores vibrantes – ideais para o scrapbooking e caligrafia artística.

Emotionaring e inclusão sensorial

  • As canetas da linha Infinity Plush possuem texturas de pelúcia.
  • A caneta Gel Squish possui corpo compressível, servindo de apoio tátil a quem escreve.
  • As Washi tapes com cheiro trazem conforto emocional aos neurodivergentes.
  • cola bastão Infinity tem cheiro de chiclete.

Kidult

  • Borracha Spinner, inspirada na febre de 2017, pode ser utilizada como objeto de estímulo tátil, além de trazer a sensação de nostalgia.
  • caneta esferográfica Geek e os Smart notes Vinil apelam para o design nostálgico da cultura pop.

Rotina planejada

  • Os Planners da BRW são um exemplo dessa tendência, com versões anuais e mensais, adaptáveis ao estilo de vida do consumidor.
  • estojo perfurado 100 pens facilita a organização e a visualização do material. 

Sustentabilidade

  • Os lápis HD de resina reciclada mostram que o alto desempenho pode e deve caminhar em paralelo ao respeito ao meio ambiente.
  • Os cadernos e planners Disco da BRW  fundem as tendências de sustentabilidade e organização, permitindo o reaproveitamento das folhas que sobraram do ano anterior e sendo mais flexíveis na rotina.

Comfort Stationary

  • Caderno Disco Plush vem com capa “peludinha” (plush), pensado para quem quer um sistema inteligente de folhas reposicionáveis, mas com um visual mais aconchegante e decorativo.
  • estojo de silicone Best Friend é retrátil, flexível e macio ao toque.

Sátira Urbana

  • linha Sátira da BRW apresenta uma papelaria bem-humorada, com frases que brincam com o caos, a ironia e a sinceridade.

Sobre a BRW Suprimentos

Há 17 anos, a BRW Suprimentos tem se destacado ao oferecer soluções inovadoras e criativas para os segmentos educacional, corporativo e artístico, inspirando e despertando a criatividade nas pessoas. Com atuação no Brasil, na Bolívia, no Paraguai, na Argentina e no Uruguai, a marca paranaense é referência no mercado, oferecendo produtos que antecipam as tendências. O portfólio atual conta com mais de 2 mil itens disponíveis em mais de 20 mil pontos de venda.

Volta às aulas: saiba onde descartar material escolar usado em Curitiba

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Projeto Logística Reversa do Colégio Positivo recicla materiais de papel sem uso

Com a chegada do novo ano letivo, a renovação do material escolar faz parte da rotina de muitas famílias. Mas o que fazer com livros, cadernos e apostilas que não serão mais utilizados? Em Curitiba, a campanha Logística Reversa do Colégio Positivo oferece pontos de coleta para o descarte adequado de materiais de papel sem uso.

Em funcionamento desde 2018, a iniciativa incentiva o descarte consciente de livros, agendas, revistas, cadernos e papéis limpos. Os materiais arrecadados são destinados a empresas de reciclagem, evitando o descarte inadequado e reinserindo os itens na cadeia produtiva. Os recursos obtidos com a venda são integralmente revertidos para projetos socioambientais desenvolvidos por alunos e professores em comunidades locais.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, o Brasil perde cerca de R$38 bilhões por ano ao enterrar ou descartar em lixões materiais recicláveis que poderiam retornar ao ciclo produtivo. Em média, o brasileiro gera cerca de 1 quilo de lixo por dia, o equivalente a aproximadamente 380 quilos por ano. Apesar desse volume, apenas 8,3% dos resíduos urbanos são efetivamente reciclados, de acordo com dados da Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (Abrema). 

A gestão da iniciativa é acompanhada pelo Instituto Positivo, que garante a destinação correta dos materiais e a aplicação dos recursos. “A campanha cumpre um papel educativo e social importante na comunidade. Ao manter esses pontos de coleta disponíveis durante todo o ano letivo em nossas unidades, mostramos, na prática, que a Logística Reversa precisa ser parte do cotidiano de toda a comunidade escolar”, destaca o diretor-executivo dos colégios da Rede Positivo, Celso Hartmann.

ResultadosDesde o início da campanha, mais de 96 toneladas de materiais já foram arrecadadas, o equivalente a cerca de 128 mil livros. Entre os projetos beneficiados, está a melhoria das instalações do Centro de Educação Infantil (CEI) Maria Cazetta, no bairro Uberaba. Já em Ponta Grossa (PR), o CMEI Prof.ª Odette Cominato recebeu revitalização e um novo parquinho infantil.

Como participarMoradores de Curitiba e região podem participar da campanha descartando os materiais nas caixas coletoras disponíveis em todas as unidades do Colégio Positivo na capital: Água Verde, Ângelo Sampaio, Boa Vista, Hauer, Jardim Ambiental, Júnior e Positivo International School, além da unidade Centro do Curso Positivo. A iniciativa também ocorre em outras cidades do Paraná — Londrina, Ponta Grossa, Cascavel e Foz do Iguaçu —, além de Joinville e Florianópolis, em Santa Catarina. 

Direito ambiental entra em nova fase com mudanças legais, decisões judiciais e maior rigor regulatório

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Riscos jurídicos alerta empresas e investidores para um cenário de maior responsabilização ambiental

O Direito Ambiental vive um dos momentos mais sensíveis e estratégicos dos últimos anos. Mudanças legislativas, decisões judiciais relevantes e pressões sociais e econômicas vêm redesenhando a forma como empresas, investidores e gestores públicos precisam lidar com temas como licenciamento ambiental, responsabilidade por danos, mudanças climáticas e governança socioambiental.
De acordo com o advogado Bruno Kryminice, sócio da Valdivieso, Kryminice & Silva Advogados (VKS), o cenário atual exige atenção redobrada. “O ambiente regulatório está mais complexo e menos tolerante a improvisações. O que antes era tratado como um entrave burocrático passou a ser um fator central de risco jurídico, financeiro e reputacional”, afirma. Entre os temas mais quentes está o debate em torno do novo marco do licenciamento ambiental no Brasil. A proposta de simplificação dos procedimentos divide opiniões e já é alvo de questionamentos judiciais, inclusive no Supremo Tribunal Federal. Para Kryminice, a insegurança jurídica gerada por interpretações divergentes pode impactar diretamente projetos de infraestrutura, energia, agronegócio e mercado imobiliário. “Empreendimentos aprovados hoje podem ser questionados amanhã se não houver uma análise jurídica sólida desde a origem”, alerta.
Outro ponto de destaque é o fortalecimento da responsabilização ambiental, tanto na esfera administrativa quanto judicial. Decisões recentes reforçam a responsabilidade objetiva por danos ambientais, ampliam o alcance da reparação e atingem não apenas empresas, mas também administradores e investidores. “O risco ambiental deixou de ser apenas operacional e passou a integrar a estratégia de compliance e governança”, explica o advogado.
No campo internacional, decisões judiciais que impõem obrigações climáticas a governos e empresas vêm influenciando o debate jurídico no Brasil. O avanço da chamada justiça climática e o reconhecimento do meio ambiente equilibrado como direito fundamental ampliam a possibilidade de ações judiciais envolvendo emissões, poluição, uso do solo e impactos ambientais de longo prazo. Além disso, cresce a exigência por práticas de ESG com efetividade jurídica, e não apenas discursiva. “Greenwashing virou risco real. Empresas que divulgam compromissos ambientais sem lastro técnico ou legal podem ser responsabilizadas por publicidade enganosa e danos coletivos”, ressalta Kryminice. Para o especialista, a tendência é clara: o Direito Ambiental deixa de ser um tema periférico e passa a ocupar posição central nas decisões estratégicas. “Antecipar riscos, acompanhar a evolução legislativa e estruturar projetos com base em segurança jurídica não é mais diferencial, é necessidade”, conclui.
Serviço: VKS – Valdivieso, Kryminice & Silva Advogados
Dr. Bruno Kryminice
(41) 3618-0204 | (41) 98741-8627
@vks_advogados
https://vks.adv.br
Av. Anita Garibaldi, 850, Torre C, salas 810/811, Cabral – Curitiba/PR.

Autonomoz consolida crescimento com gestão estruturada e`cultura de alta performance

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Empresa brasileira de mobilidade corporativa fortalece
governança e investe na formação de líderes para sustentar
expansão em mais de 175 cidades do país


O crescimento da Autonomoz, empresa brasileira de mobilidade corporativa, é resultado de
uma estratégia estruturada de gestão empresarial aliada à formação de equipes de alta
performance. Em um setor marcado por desafios regulatórios e complexidade operacional,
a companhia consolidou sua expansão apoiada em governança envolvendo clareza de
processos e liderança orientada a resultados sustentáveis.
Iniciada sua operação através de um MVP via WhatsApp e posteriormente por aplicativo
próprio, a Autonomoz nasceu em um cenário de insegurança jurídica no mercado de
mobilidade. Decisões divergentes sobre a relação entre plataformas de intermediação e
motoristas autônomos exigiam cautela, estrutura e visão estratégica para garantir
crescimento com segurança. Esse foi o primeiro movimento para criar um modelo de
governança que não comprometesse as operações.
Foi nesse contexto que a executiva Ariane de Souza Monaro passou a desempenhar papel
central na consolidação da cultura organizacional da empresa. Advogada de formação, ela
ingressou no grupo em 2019 como responsável pelo jurídico estratégico, com o trabalho de
mitigação de risco para operações de intermediação de mobilidade. A partir do contato
direto com motoristas e com a operação na ponta, aprofundou seu entendimento sobre os
desafios jurídicos e operacionais do modelo.
Preocupação
“Minha preocupação sempre foi garantir segurança para a empresa e para os motoristas.
Precisamos estruturar processos claros, treinar o time para evitar qualquer risco de
interpretação no modelo de intermediação que operávamos, incluindo riscos com
subordinação indevida e criação de governança nas interações. A alta performance começa
com responsabilidade”, afirma Ariane.

A partir dessa visão, a Autonomoz iniciou um processo de profissionalização que incluiu a
criação de manuais de conduta, implantação de auditorias nas comunicações com
motoristas, definição de parâmetros formais de atendimento e fortalecimento dos
mecanismos de compliance. Não foi só mitigar riscos, mas desenhar uma estrutura capaz
de sustentar a expansão.
Novos departamentos
A empresa estruturou áreas estratégicas como Customer Experience e Relacionamento
com Motoristas, entendendo que a satisfação e o engajamento dos parceiros são
determinantes para a qualidade do serviço. Também foram criados o departamento de
checklist veicular, processos formais de background check e ativação de motoristas, além
do fortalecimento da área de tecnologia com profissionais mais experientes.
“A excelência operacional depende de clareza de papéis e de alinhamento. Cada pessoa
precisa entender o impacto do seu trabalho no todo. Quando há direção clara e confiança, o
resultado aparece de forma consistente”, destaca Ariane.
O modelo estruturado permitiu à Autonomoz atender grandes clientes do setor ferroviário,
como a própria Rumo Logística e, posteriormente, a VLI Multimodal. Os contratos
representaram um salto de maturidade e dobraram a operação da companhia em curto
espaço de tempo.
Mudança
Em 2022, a transferência da sede de Cuiabá para Curitiba marcou uma nova etapa de
aproximação. Ariane assumiu oficialmente, além da direção das operações da Autonomoz,
outras áreas estratégicas do grupo, com clientes e profissionalização da empresa. Em junho
de 2025, uma reorganização interna consolidou novas frentes de liderança, e atualmente,
lidera diretamente 11 gestores.
Para a executiva, liderar exige vivência prática e coerência entre discurso e ação. “Não
existe mais espaço para o chefe que manda e não faz. O maior bônus e o maior ônus da
liderança é ser aquilo que você fala. Se o time não enxerga disciplina, coragem e preparo
técnico no líder, ele não compra o plano.”
A cultura de alta performance da Autonomoz, ressalta ela, está baseada na formação de
equipes que entregam resultados acima da média de forma contínua e sustentável. Mais do

que talentos individuais, a empresa aposta na sinergia, na diversidade de pensamento e no
senso de responsabilidade coletiva. Cada integrante atua com autonomia e maturidade,
compreendendo seu papel dentro da cadeia operacional, tendo espaço para divergir e
debater.
Crescimento e perseverança
“A alta performance não acontece por acaso. Ela nasce de propósito, desenvolvimento
constante e confiança. Nosso crescimento é ambicioso e exige perseverança. Nem todos
estão prontos no mesmo ritmo, e cabe ao líder desenvolver, apoiar e estar próximo”, afirma
Ariane.
Com isso, a empresa aposta no fortalecimento de líderes capazes de criar segurança
psicológica, alinhar cultura e performance e inspirar equipes, tudo como parte central da
estratégia de longo prazo.
Hoje, a Autonomoz opera em mais de 175 cidades brasileiras, conecta mais de 1.000
motoristas parceiros e conta com cerca de 120 colaboradores internos responsáveis por
tecnologia, suporte operacional e atendimento a clientes e motoristas. O modelo de
mobilidade prioriza viagens recorrentes, trajetos conhecidos e passageiros identificados,
oferecendo previsibilidade e segurança às empresas contratantes.
Competência
Além dos resultados operacionais, a liderança da companhia também reforça a importância
da diversidade e da presença feminina em posições estratégicas. Mãe de dois filhos e com
trajetória construída em ambientes majoritariamente masculinos, Ariane defende que
competência e preparo são os principais diferenciais na ocupação de espaços de decisão.
“O empoderamento começa na própria mulher, quando ela reconhece sua capacidade e
ocupa o espaço de igual para igual. Liderança não é sobre confronto, é sobre preparo,
postura e entrega consistente”, aponta. Ariane.
Ela acrescenta que é ambiciosa, mas no melhor sentido da palavra: “quero construir,
expandir e transformar. Se depender de mim, o negócio vai sair. E vai sair bem feito”.

Rebouças terá primeiro Hospital de Transição da Região Sul

A Estruturar Imóveis Comerciais anunciou a inauguração do primeiro hospital de transição do Sul do Brasil, empreendimento viabilizado pela empresa e que marca um novo capítulo na oferta de serviços de saúde na região. O centro médico será operado pelo grupo Royal Care e funcionará no bairro Rebouças, em Curitiba.

Com previsão de inauguração para o final de março, o hospital contará com 60 leitos e quatro centros cirúrgicos. A proposta é atender pacientes que já passaram por atendimentos de alta complexidade, mas que ainda necessitam de cuidados médicos e acompanhamento multiprofissional antes do retorno definitivo para casa.

“O hospital tem um conceito bastante humanizado, tirando o paciente da alta complexidade para aproximá-lo dos familiares e fazer uma transição segura para casa”, explica Sergio Zimmermann, diretor executivo da Estruturar Imóveis Comerciais.

Segundo a companhia, o novo hospital reforça a tendência de diversificação do setor imobiliário, com destaque para empreendimentos voltados à área da saúde, que vêm ganhando protagonismo diante das novas demandas demográficas e assistenciais de grandes cidades, como é o caso de Curitiba.

Além do Rebouças, em Curitiba os bairros Água Verde, Batel, Bigorrilho, Cabral e Ecoville devem continuar se destacando como pontos para instalação de empreendimentos comerciais neste ano.

Cenário para 2026

O anúncio foi feito durante um encontro com jornalistas promovido pela Estruturar, ocasião em que a empresa também apresentou sua análise e perspectivas para o mercado de imóveis comerciais em 2026.

No ano passado, Curitiba teve uma das maiores valorizações do País, superando os 10% na valorização dos aluguéis comerciais em algumas análises e com uma das menores taxas de vacância.

A expectativa é que o varejo em geral siga com crescimento até 2035. Para 2026, o setor farmacêutico segue em destaque, com previsão de crescimento de 10,6%.

Hotfloor assina o conforto térmico do Ekko Residencial, novo empreendimento da EBR no Pilarzinho

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Parceria entre empresas familiares une tradição construtiva, tecnologia internacional e foco na experiência de morar

Ao investir em um imóvel de alto padrão, o cliente busca mais do que estética e metragem. Procura diferenciais concretos, conforto contínuo e qualidade de vida. É com esse olhar que nasce o Ekko Residencial, empreendimento da EBR Engenharia Civil Ltda., no bairro Pilarzinho, em Curitiba (PR), que terá a Hotfloor como responsável pelo sistema de climatização por meio de piso aquecido.

No projeto, o conforto térmico não aparece como item adicional, mas como parte do conceito. Ao todo, serão 90 mil watts instalados, integrando arquitetura e tecnologia de forma invisível, silenciosa e eficiente, com impacto direto na experiência do morador em todos os ambientes. A conclusão da obra está prevista para dezembro de 2026.

A relação entre Hotfloor e EBR começou em março de 2012. Desde então, a parceria acumula mais de 230 mil watts instalados, distribuídos em aproximadamente 340 ambientes e 1.340 metros quadrados aquecidos.

Os números refletem mais do que volume de obras: indicam continuidade, segurança técnica e alinhamento de valores. Fundada em 2004, a EBR atua na incorporação e construção de empreendimentos que vão de centros comerciais e indústrias a residências de alto padrão. A empresa surgiu a partir da experiência de mais de 50 anos do sócio fundador, Eugênio Bayer Reichmann, e hoje é conduzida ao lado dos filhos, o engenheiro civil Henrique Reichmann e a arquiteta Natália Reichmann.

Ética, comprometimento, transparência e atenção aos detalhes são apontados como pilares da construtora — princípios que, segundo as empresas, encontram sintonia na trajetória da Hotfloor.

Confiança que começa em casa

A solidez da parceria também se traduz em uma escolha pessoal: a família Reichmann mora em um empreendimento construído pela própria EBR e equipado com o sistema de aquecimento da Hotfloor. O recurso está presente, inclusive, na residência da família.

Quando os próprios responsáveis pelo projeto e execução optam pela mesma solução oferecida aos clientes, a decisão deixa de ser apenas técnica e passa a representar convicção.

O aquecimento do piso proporciona sensação contínua de bem-estar e equilíbrio térmico ao longo do ano. Além do aspecto sensorial, o sistema contribui para aumentar a percepção de alto padrão, diferenciar o empreendimento no mercado, integrar-se de forma discreta à arquitetura e valorizar o imóvel.

Segundo a arquiteta Natália Reichmann, a especificação tornou-se natural nos projetos mais recentes da construtora. Ela afirma que a Hotfloor é parceira da empresa há anos e que já estão na quinta obra em conjunto. De acordo com Natália, os últimos empreendimentos da EBR têm sido entregues com piso aquecido, por se tratar de uma solução valorizada e percebida no dia a dia pelos clientes.

Embora o foco da parceria esteja no sistema de piso aquecido, a Hotfloor também desenvolve soluções voltadas à personalização de ambientes internos, como o HotCloset — sistema de climatização para closets que auxilia no controle da umidade e na preservação de roupas e acessórios.

A arquiteta Natália Reichmann destaca que considera a tecnologia uma inovação interessante dentro dos projetos de interiores, especialmente por atender a demandas contemporâneas de cuidado e conservação do patrimônio. Trata-se de uma solução que amplia as possibilidades de personalização em empreendimentos residenciais. Para ela, o HotCloset representa uma inovação tecnológica que atende a uma demanda real dos clientes. Mais do que conforto, a solução agrega proteção, cuidado e valorização do patrimônio.

Atuação nacional e internacional

Com presença no Brasil e no exterior, a Hotfloor se apresenta como referência nacional e internacional em climatização de ambientes por meio de piso aquecido. A empresa associa tecnologia e eficiência ao que define como “conforto mágico”.

Segundo o diretor e mentor da companhia, Euclides Ciruelos, a proposta vai além da técnica. Ele afirma que a empresa acredita que o calor transmite cuidado e que busca estar presente em lares e espaços que necessitam de conforto. No Ekko Residencial, tradição construtiva e tecnologia internacional se combinam para oferecer mais do que estrutura física. O empreendimento aposta na experiência cotidiana do morador como principal diferencial.

Em um mercado cada vez mais competitivo, o alto padrão não se limita ao que é visível. Está também naquilo que se sente — todos os dias.

Parceria aproxima alunos de Engenharia da UTFPR Londrina da realidade do setor energético

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Integração entre universidade e iniciativa privada representa avanços para o mercado de trabalho e o ensino superior

A aproximação entre universidades e empresas tem se consolidado como um caminho estratégico para fortalecer a formação de profissionais mais preparados para os desafios do mercado e, ao mesmo tempo, impulsionar inovação e desenvolvimento tecnológico. Nesse contexto, o campus da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) de Londrina firmou parceria com a Insight Energy, empresa com atuação nacional no setor energético, criando um ambiente de troca de conhecimento, experiências práticas e oportunidades para alunos, professores e colaboradores da companhia.

Na prática, a parceria prevê visitas técnicas às instalações da Insight Energy, oferta de estágios, desenvolvimento de projetos conjuntos e a realização de cursos ministrados por professores da UTFPR aos funcionários da empresa. Além disso, docentes com mestrado e doutorado poderão prestar serviços e consultorias em suas áreas de especialidade, contribuindo para a solução de desafios reais enfrentados pela companhia.

Esforços

Segundo o professor José Luis Dalto, economista e doutor em gestão de projetos, vinculado ao Departamento de Engenharia de Produção da UTFPR Londrina e chefe do Departamento de Apoio a Projetos Tecnológicos, as universidades têm feito um esforço crescente para estar mais próximas das empresas, embora esse movimento, em muitos casos, envolve desafios. “Os processos das instituições e das empresas podem ser lentos, dependendo da realidade de cada uma. Mesmo assim, esse esforço é fundamental. Via estágio, por exemplo, o aluno leva o conhecimento da universidade para dentro da empresa, e a empresa passa a entender melhor como as instituições funcionam e quais parcerias podem ser estabelecidas”, explica.

O campus da UTFPR de Londrina conta atualmente com oito cursos, e a expectativa é que a parceria envolva principalmente as engenharias Mecânica, de Materiais, de Produção e Ambiental e Sanitária, além do curso de Sistemas e Informação. A participação dos estudantes deve ocorrer, em geral, a partir do segundo ano, variando conforme as características de cada curso e as demandas da empresa.

Crescimento

Para Dalto, as universidades têm muito a oferecer além da formação tradicional. “Existem empresas juniores, cursos, palestras, consultorias e professores que podem atuar como prestadores de serviços. Também temos programas de mestrado e doutorado que permitem que funcionários das empresas se aprofundem nos temas de que precisam, gerando ciência e criando conhecimento”, afirma.

Ele destaca ainda que a UTFPR dispõe de uma incubadora de empresas e está em processo de estruturação do Parque Tecnológico, ampliando a oferta de serviços entre universidades e empresas, com a criação do Centro de Pesquisa e Inovação das Universidades. “A ideia é aprofundar o desenvolvimento científico e tecnológico, inclusive com geração de patentes”, acrescenta.

Do ponto de vista da Insight Energy, a parceria representa uma oportunidade de se aproximar de talentos em formação e fortalecer uma cultura de inovação. Fundador e diretor-presidente da empresa, Sérgio Fagundes avalia que a integração com a universidade contribui tanto para o crescimento da companhia quanto para a formação dos futuros profissionais. “O dia a dia das empresas é muito dinâmico, e ter essa troca com a universidade permite incorporar novas ideias, metodologias e conhecimentos. Ao mesmo tempo, os alunos passam a entender melhor como funciona a realidade de uma empresa de engenharia”, afirma o empresário.

Resiliência

Dalto, da UTFPR, também ressalta que, além da parte técnica, os estudantes poderão vivenciar aspectos ligados ao desenvolvimento profissional e à cultura organizacional da Insight Energy. “Vejo muito da história do Sérgio ligada à cultura empreendedora, à resiliência e ao dinamismo. Isso é algo que os alunos podem absorver. Existem empresas que são mais frias, mas a Insight tem uma postura muito ligada ao empreendedorismo, que faz parte da vida do Sérgio. Trabalhar com exemplos assim é muito rico para a universidade”, observa.

A parceria é flexível e será moldada conforme as necessidades da empresa. “Da forma como a Insight precisar, não há restrições. Pode ser desde estágio, processos de seleção e visitas técnicas sempre que houver condições”, completa Dalto.

Para Sérgio Fagundes, a união entre a UTFPR e a Insight Energy reforça um movimento essencial para o futuro do país. “Quando universidade e iniciativa privada caminham juntas, quem ganha é a sociedade. Formamos profissionais mais preparados, desenvolvemos tecnologia nacional e criamos um ambiente mais favorável à inovação”, conclui.

Conheça a Insight Energy

Com sede em Londrina, a Insight Energy caminha para completar 16 anos de atividades em 2026. A empresa conta com mais de 300 colaboradores, entre eles cerca de 50 engenheiros, e atende mais de 500 clientes em todo o país. Além de atuar na modernização de usinas, é fabricante de geradores, realiza manutenção de turbinas hidráulicas e desenvolve soluções completas em engenharia mecânica para o setor energético, com uma carteira de projetos que soma aproximadamente R$ 500 milhões.

Expansão urbana redefine Londrina e cria novos eixos de valorização imobiliária

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Investimentos em infraestrutura, mobilidade e serviços impulsionam novos empreendimentos habitacionais na cidade do Norte do Paraná

Impulsionada por investimentos em infraestrutura, mobilidade e serviços urbanos, Londrina vive um novo ciclo de expansão que vem redesenhando o mapa imobiliário da cidade. Regiões como a zona Norte e a Nova Palhano se consolidam como vetores de crescimento, atraindo moradores e investidores em busca de qualidade de vida, conveniência e potencial de valorização residencial.

“Londrina vive um momento muito forte de expansão urbana. A cidade se tornou um verdadeiro canteiro de obras, com regiões bem definidas de crescimento conforme o perfil do produto imobiliário”, confirma Rafael Kulevicz, gestor comercial da MRV Paraná. “A zona Norte se consolida como um polo estratégico para o mercado econômico, enquanto áreas como a Nova Palhano e a região da Nova Prochet se destacam no médio e alto padrão, com grande potencial de valorização e expansão”, completa. 

Atrativa para morar e investir

O gestor acredita que esse crescimento é impulsionado por uma “combinação muito clara de fatores”: infraestrutura urbana, mobilidade, oferta de serviços e qualidade de vida. “Londrina é um polo regional forte no Norte do Paraná, com bons indicadores de segurança, educação, lazer e acesso a serviços, o que sustenta uma demanda imobiliária constante”, explica.

Além disso, lembra, a cidade oferece ampla disponibilidade de áreas para expansão, forte geração de empregos e necessidade constante de novos serviços, o que cria um ambiente favorável não só para o mercado imobiliário, mas para toda a economia. 

Novos eixos, diferentes perfis de moradia

Esse movimento de expansão se reflete em um mercado imobiliário cada vez mais segmentado e alinhado às características de cada região da cidade. Segundo Kulevicz, Londrina apresenta zonas de desenvolvimento bem definidas, que acompanham o perfil do produto imobiliário, do econômico ao alto padrão.

“A cidade cresce de forma organizada, seguindo eixos conforme o segmento. Isso permite atender diferentes perfis de moradores, desde quem busca o primeiro imóvel até famílias e investidores interessados em produtos de médio e alto padrão”, afirma.

Enquanto a zona Norte concentra grande parte da produção habitacional voltada ao mercado econômico, regiões como a Nova Palhano e o entorno da Nova Prochet se destacam pela oferta qualificada de empreendimentos verticais, com infraestrutura urbana consolidada, acesso facilitado a serviços e forte potencial de valorização.

A força da Nova Palhano e da região Sul

Exemplo emblemático desse processo é a Nova Palhano, que se consolidou como um dos principais polos de valorização imobiliária de Londrina. A região reúne fatores decisivos para o consumidor contemporâneo, como mobilidade, proximidade com áreas comerciais, serviços e opções de lazer.

“O desenvolvimento da Nova Palhano mostra como o planejamento urbano aliado à infraestrutura gera valorização consistente ao longo do tempo”, destaca o gestor. Para os próximos anos, a expectativa é que novos empreendimentos fortaleçam ainda mais o mercado de médio e alto padrão na região Sul da cidade.

Além dos projetos verticais, a expansão da zona Sul também vem sendo impulsionada por condomínios horizontais de alto padrão, movimento que amplia a atratividade da região e cria um novo ciclo de valorização imobiliária.

Mercado aquecido e indicadores em alta

Os números reforçam o dinamismo do mercado imobiliário local. Atualmente, a MRV responde por um Volume Geral de Vendas (VGV) superior a meio bilhão de reais em Londrina, com mais de 1.800 unidades comercializadas no segmento econômico. A empresa é responsável por cerca de 40% do funding via FGTS na região.

A expectativa para 2026 é ainda mais positiva. “Nossa projeção é ultrapassar os R$ 600 milhões em VGV, acompanhando o crescimento da cidade e a manutenção de uma demanda forte por moradia”, afirma Kulevicz.

Sucesso em todo o Brasil, telefilme paranaense “Meu Avô Stanislau” volta à tela neste sábado

Após conquistar o Brasil e emocionar mais de 20 milhões de espectadores, o telefilme paranaense Meu Avô Stanislau será reexibido em sessão especial pela RPC neste sábado, dia 28 de fevereiro, às 15h10, logo após o programa Plug.

Gravado em Prudentópolis, no interior do Paraná, o filme ganhou projeção nacional ao levar para a televisão aberta as paisagens, a cultura e a identidade da região, transformando uma história regional em um fenômeno de alcance nacional. A produção emocionou o público ao apresentar uma narrativa sensível sobre afeto, memória e conexão entre gerações.

No enredo, o jovem Bóris vive imerso no universo dos videogames e precisará descobrir que as conexões mais importantes vão além das telas. Ao mesmo tempo, seu avô, Stanislau, redescobre o valor dos vínculos genuínos. O encontro entre os dois mundos constrói uma história que mistura família, amizade e tradição — elementos que ajudaram a consolidar o telefilme como um dos maiores sucessos recentes da dramaturgia regional brasileira.

Coproduzido pela TV Globo, pela RPC e pela GP7 Cinema, e realizado com equipe majoritariamente paranaense, o projeto é considerado um marco para o audiovisual do estado e demonstra a força de histórias locais com capacidade de tocar públicos em todo o país.

A reexibição é uma oportunidade para o público paranaense rever, ou conhecer pela primeira vez, uma obra que valoriza as raízes, a cultura e os cenários do estado, e que levou o nome de Prudentópolis e do Paraná para milhões de brasileiros.

SERVIÇO
O quê: Reexibição do telefilme Meu Avô Stanislau
Quando: Sábado, 28 de fevereiro, às 15h10
Onde: RPC, após o Plug

Especialista dá dicas de como ter uma alimentação saudável na volta à rotina

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Nutricionista dá dicas para famílias manterem uma rotina de alimentação saudável mesmo em meio ao dia a dia cheio de compromissos

Com a retomada da rotina ao longo do ano, conciliar trabalho, treinos, escola das crianças e atividades complementares se torna um desafio para muitas famílias. Em meio à agenda cheia, boa parte das pessoas acaba priorizando a praticidade e deixa em segundo plano o planejamento de uma alimentação equilibrada — um hábito que impacta não apenas a saúde do adulto, mas também o comportamento alimentar dos filhos.

Para a nutricionista Karem Quintas Garcez, Gerente Operacional da MENU Restaurantes Corporativos, é possível manter bons hábitos alimentares com certa praticidade. Karem sugere seguir as recomendações do Guia Alimentar para a População Brasileira, tanto nas compras para casa quanto na hora de fazer as refeições fora dela.  

Segundo a publicação do Ministério da Saúde, um prato de almoço equilibrado deve ser composto majoritariamente por alimentos in natura ou minimamente processados. “O ideal é que metade seja preenchida por verduras e legumes variados, um quarto por fontes de carboidratos como arroz, feijão, batata ou massas simples, e o outro quarto por proteínas, como carnes magras, ovos ou leguminosas”, exemplifica.

É quase uma “receita de bolo” para montar o prato em um buffet de almoço, brinca a especialista. “Mas é preciso ficar atento às tentações. Quem come em restaurantes, ainda pode encontrar alimentos fritos por imersão ou um pouco mais ricos em gordura e sal”, alerta. “Alguns estabelecimentos e, principalmente, os restaurantes corporativos contam com profissionais de nutrição para equilibrar os cardápios e garantir boas escolhas”, completa.

A mesma lógica vale fora do ambiente de trabalho. Em casa, ter esses itens recomendados e optar por deixar parte da comida pré-pronta facilita quando há necessidade de servir uma refeição mais rápida. “É claro que todos nós temos o direito de estar com preguiça de entrar na cozinha após um dia exaustivo de trabalho, o que vai evitar cair no delivery de alimentos mais pesados é o planejamento”, reforça. 

Aprender pelo exemplo

O comportamento dos adultos à mesa tem papel decisivo na formação dos hábitos alimentares das crianças, acredita Karem. “Quando pais e responsáveis fazem boas escolhas e mantêm uma rotina alimentar mais organizada, eles ensinam pelo exemplo, o que aumenta as chances de esses hábitos serem levados pelos filhos para a vida adulta”, explica a nutricionista.