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Agitaí rompe fronteiras, chega ao Rio de Janeiro e amplia atuação no mercado cultural

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Agitaí rompe fronteiras, chega ao Rio de Janeiro e amplia atuação no mercado cultural

O Agitaí, aplicativo que conecta artistas a contratantes de forma prática e segura, acaba de dar um novo passo em sua trajetória de expansão e já ultrapassou as fronteiras de Curitiba. A plataforma passou a operar oficialmente no Rio de Janeiro, consolidando sua presença também no Litoral do Paraná e ampliando sua atuação em um dos mercados culturais mais simbólicos do país.

Na capital fluminense, o Agitaí já reúne cerca de 20 artistas cadastrados e iniciou sua atuação com ativações diretas junto à população nas praias de Copacabana e Ipanema. As ações incluíram abordagem do público, distribuição de brindes e estímulo ao download do aplicativo, apresentando a proposta da plataforma de forma acessível e integrada ao dia a dia carioca.

Além das ativações nas praias, o Agitaí também marcou presença como patrocinador do evento *Corrida e Samba*, realizado na Orla de Copacabana, reforçando o posicionamento da marca em eventos populares, esportivos e de grande circulação.

Atualmente, o Agitaí conta com mais de 1000 artistas cadastrados e está presente em Curitiba, no Litoral do Paraná e agora no Rio de Janeiro, conectando músicos, DJs, performers e outros profissionais da arte a bares, eventos, empresas e produtores culturais em diferentes regiões.

Para o CEO do Agitaí, Bruno Cordeiro, a chegada ao Rio marca um novo momento do aplicativo. “Estar no Rio de Janeiro é estratégico para o Agitaí. É uma cidade com enorme força cultural, diversidade artística e alto potencial de conexões. Nosso objetivo é ampliar oportunidades para os artistas e facilitar a contratação de forma segura, simples e digital, onde quer que o app esteja presente”, afirma.

Com uma plataforma intuitiva, o Agitaí permite que todo o processo de contratação seja feito de forma digital, oferecendo mais segurança, transparência e agilidade tanto para quem contrata quanto para quem vive da arte.

Juristas e Pesquisadores de Curitiba atuarão como Observadores Eleitorais Internacionais da Eleição Presidencial de Portugal

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Juristas e Pesquisadores de Curitiba atuarão como Observadores Eleitorais Internacionais da Eleição Presidencial de Portugal

O Advogado e Professor Luiz Gustavo de Andrade, Diretor da Escola Paranaense de Direito e Vice-Presidente da Conferência da América Latina de Organismos Eleitorais da Transparência Eleitoral, coordena o grupo de juristas e pesquisadores de Curitiba que integram a delegação brasileira que acompanhará as eleições presidenciais de Portugal. Além de Luiz Gustavo, o grupo de curitibanos é composto por Guilherme Isfer Garcia (advogado), Larissa França (assessora do Ministério Público de Contas do Paraná), Leticia Coradim (advogada) e Luslayra Valichi (advogada). Todos são pesquisadores vinculados à Escola Paranaense de Direito.

Na delegação brasileira há ainda dois Desembargadores do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, servidores da Justiça Eleitoral de Mato Grosso do Sul, Professores e Pesquisadores de São Paulo e do Ceará, dentre outros.

As eleições presidenciais ocorrerão no domingo dia 18 de janeiro de 2026 e é uma das mais disputadas da história de Portugal com cinco candidatos empatados tecnicamente. Portugal vive um semi-presidencialismo, sendo o Presidente o Chefe de Estado e o Primeiro-Ministro o Chefe de Governo.

A delegação brasileira de Observadores Eleitorais se unirá à Missão em Portugal no dia 15 de janeiro, a qual conta com autoridades eleitorais, especialistas, acadêmicos, agentes públicos da Argentina, da Itália, da Espanha e dos Estados Unidos.

Opinião – O mestre e o samurai: lições do Japão para a sala de aula brasileira

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Por Paulo Rocha*

No Japão, quando um professor entra na sala, os alunos se levantam. O gesto é simples, mas carregado de simbolismo. Lá, o mestre ainda é mestre — e não por tradição, mas por escolha social consciente. É chamado de sensei — aquele que veio antes e, por isso, merece respeito. Aqui, muitos professores entram em classe carregando não apenas livros e planos de aula, mas também o medo de serem desacatados, desautorizados ou, em casos extremos, agredidos. Essa diferença de gestos cotidianos revela mais sobre os sistemas educacionais do que qualquer tabela de desempenho.

Os números do PISA 2022 confirmam o que os gestos já anunciam. Os estudantes brasileiros alcançaram 379 pontos em matemática e 410 em leitura, sempre abaixo da média da OCDE, enquanto os japoneses se destacaram com 536 pontos em matemática e 516 em leitura. A distância não é apenas aritmética: é simbólica. Reflete o modo como cada país cuida de seus mestres. O Japão compreendeu que professores não são meros transmissores de conteúdo, mas guardiões de um projeto de nação. O Brasil, ao contrário, insiste em tratá-los como peças descartáveis de uma engrenagem burocrática.

O Brasil reconhece, no discurso, que a educação é prioridade. Mas, na prática, falha em valorizar quem sustenta esse sistema: os docentes. Dados do relatório Education at a Glance 2023, da OCDE, mostram que professores brasileiros do ensino fundamental recebem menos da metade do que ganham outros profissionais com curso superior. Soma-se a isso uma formação inicial frequentemente precária e uma formação continuada irregular e desarticulada.

Os reflexos são conhecidos de todos os gestores escolares: alta rotatividade, desmotivação e dificuldade em manter equipes estáveis e engajadas. Em contrapartida, o Japão investe de forma planejada e estruturada na carreira docente. Ser aprovado como professor exige passar por rigorosos exames, comparáveis aos concursos para magistratura. Há plano de carreira, progressão salarial e, sobretudo, prestígio. O sensei é uma figura socialmente valorizada.

Não se trata apenas de salário. Trata-se de construir uma cultura institucional e comunitária de apoio ao professor. Durante minha visita, percebi que o respeito pelo docente não é uma decoração cerimonial, mas um eixo estruturante do sistema.

No Brasil, sabemos onde estão os problemas. Muitos de nós, na gestão escolar ou pública, já tivemos que lidar com docentes adoecidos, pedidos de exoneração, dificuldade em preencher vagas, e uma juventude que, cada vez menos, quer seguir carreira docente. Isso não se resolve apenas com aumento de salário — ainda que isso seja urgente. É preciso um pacto pela valorização real do magistério: formação sólida, apoio institucional, segurança nas escolas, reconhecimento simbólico e concreto.

A educação japonesa mostra que isso é possível. E mostra, sobretudo, que começa por uma decisão política clara: colocar o professor no centro. Gestores escolares e públicos têm papel central nesse processo. São eles que podem transformar diretrizes em rotinas, legislações em condições reais, discursos em práticas.

É possível que nunca adotemos o hábito de levantar quando o professor entra. Mas se não mudarmos o que acontece depois que ele entra — desrespeito, abandono, insegurança — logo não teremos mais ninguém entrando para ensinar.

* Paulo R. C. Rocha é gestor e pesquisador em políticas educacionais e vice-presidente do Biopark.

Verão com estilo: como montar looks estilosos e confortáveis usando o que você já tem

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Verão com estilo: como montar looks estilosos e confortáveis usando o que você já tem

Mentora de imagem ensina truques simples e combinações estratégicas para criar produções frescas e elegantes sem precisar renovar o guarda-roupa

O verão está chegando e com ele a vontade de renovar o visual para aproveitar a estação mais quente do ano com leveza e estilo. Mas, será que é possível criar looks frescos, elegantes e atuais sem precisar investir em um guarda-roupa novo? 

A mentora e consultora de imagem pessoal e empresarial, Aliny Simões, garante que a chave para um verão estiloso está na estratégia, e não no consumo. A proposta é olhar com novos olhos para peças que quase todo mundo já tem e combiná-las com inteligência. Segundo a mentora, a maioria das pessoas possui itens-chave capazes de render inúmeros looks, então, basta usar alguns truques de composição e styling. 

Entre as peças estratégicas estão clássicos como a camisa branca, o short de alfaiataria ou jeans, vestidos leves, regatas básicas, saias midi e camisas oversized. “Quando usamos roupas com estratégia, conseguimos looks frescos e elegantes sem precisar comprar nada novo”, afirma. A camisa branca, por exemplo, assume papel quase multifuncional no verão: pode ser terceira peça leve, saída de praia, sobreposição e até substituir o blazer em dias muito quentes. 

Truques que atualizam o que você já tem

Pequenos ajustes podem transformar uma peça antiga em uma produção moderna. Entre os truques mais eficientes, Aliny destaca amarrações na camisa para alongar a silhueta, barras dobradas em calças ou shorts para dar leveza ao look e sobreposições leves com quimonos, lenços e camisas abertas. Os lenços, aliás, são o acessório com melhor custo-benefício do verão: funcionam como top, faixa de cabelo ou detalhe na bolsa. 

Os cintos também desempenham papel importante ao redefinir proporções e trazer mais impacto visual, mesmo em composições básicas. “A elegância no verão está no acabamento, não no excesso”, reforça a mentora. 

Combinações clássicas que sempre funcionam

Boa parte das combinações de verão podem ser montadas com peças básicas e cores neutras. Tons naturais como branco e bege, o clássico azul claro com branco e o preto combinado a tecidos naturais são apostas certeiras. Entre os pares que nunca falham estão camisa branca com short de alfaiataria e vestidos lisos arrematados por acessórios em cores vibrantes. 

“Esses conjuntos são atemporais, fáceis de adaptar para diferentes ambientes e criam imediatamente uma sensação de frescor e sofisticação”, explica Aliny. 

Como deixar o look confortável mais elegante

Short, vestido leve e regata fazem parte do verão de quase toda mulher. Para deixar essas peças com aparência mais elegante, a recomendação é apostar em tecidos naturais como linho, algodão ou tricoline, preferir modelagens limpas e incluir uma terceira peça leve. Kimonos, coletes ou camisas abertas elevam o visual sem pesar. 

Acessórios estratégicos também fazem diferença: brincos geométricos, sandálias minimalistas e óculos de sol com design marcante ajudam a dar acabamento ao look. Um penteado simples, como coque baixo, é outro truque que transforma a produção. 

Combinações estratégicas nas aquisições

Para quem deseja ampliar as possibilidades sem gastar muito, Aliny recomenda duas compras estratégicas: uma camisa oversized de linho ou tricoline e uma saia midi neutra. São itens com alto potencial de multiplicação e que acrescentam sofisticação imediata a qualquer composição. 

Na hora de adquirir peças novas para o verão, vale observar se o tecido respira bem, se a modelagem tem bom caimento e se as cores valorizam a pele. “Roupa de verão precisa unir conforto térmico e mensagem adequada”, destaca a especialista. 

Mala inteligente para um fim de semana

Se a ideia é preparar a mala para um fim de semana de verão, a regra é a mesma: poucas peças, mas escolhas estratégicas. Camisa branca, saída que funcione como terceira peça, short de alfaiataria, vestido versátil, regata neutra, saia midi e biquíni de boa modelagem já são suficientes para looks casuais ou mais arrumados. 

As peças multifuncionais também ajudam a economizar espaço: canga que vira saída, vestido midi que se transforma com um cinto ou sandálias diferentes e, claro, a camisa oversized que funciona de várias formas. Para completar, acessórios de alto impacto e pouco volume, como argolas, óculos marcantes, lenço grande, sandália neutra e uma versão mais sofisticada para a noite, garantem variedade de forma prática. 

“O verão é a estação da leveza, e isso deve se refletir no nosso vestir. Menos é mais, desde que cada peça seja pensada. Com criatividade, você se sentirá renovada sem precisar esvaziar o armário ou o bolso”, finaliza Aliny Simões. 

Sobre a especialista Aliny Simões

Aliny Simões [@alinysimoesdasilva] é consultora de imagem pessoal e empresarial. Ao compartilhar dicas sobre estilo, vestuário, maquiagem e comportamento, ajuda a criar uma imagem autêntica, impactante e que esteja alinhada aos objetivos e valores individuais.

Sustentabilidade redefine valor e liquidez dos imóveis de alto padrão no Brasil

Eficiência energética, redução de custos operacionais e paisagismo regenerativo estão entre os atributos mais valorizados pelo consumidor de luxo, que agora associa sustentabilidade a segurança, economia e qualidade de vida

A sustentabilidade deixou de ser apenas um diferencial e passou a influenciar diretamente na valorização e na liquidez dos imóveis de alto padrão no Brasil. Nos últimos anos, o setor imobiliário de luxo tem registrado uma mudança consistente no comportamento do consumidor, impulsionada pela conscientização ambiental e pela busca por economia na operação dos edifícios.

O movimento está ancorado em dois fatores decisivos: a percepção crescente dos impactos ambientais — hoje mais tangíveis com os episódios de secas, ciclones, enchentes e incêndios — e a economia proporcionada por empreendimentos sustentáveis. “As pessoas estão mais conscientes sobre como seu consumo impacta o meio ambiente, mas também percebem imediatamente a diminuição das despesas de operação do imóvel”, explica o Iago de Oliveira, Consultor de Sustentabilidade e Sócio da Bloco Base. .

Uma pesquisa recente da plataforma imobiliária digital Loft reforça essa tendência: mais de 80% dos respondentes afirmam perceber economia de energia em edifícios sustentáveis, e mais de 40% citam o impacto ambiental como determinante na escolha. Ao mesmo tempo, 46% dizem necessitar de mais informações para confirmar se o investimento vale a pena, o que evidencia o papel estratégico da comunicação qualificada nesse processo. “O comprador quer entender com clareza: qual é a economia, onde ela acontece e em quanto tempo se paga”, acrescenta.

Liquidez maior e valorização contínua: imóveis sustentáveis vendem mais rápido

Nos empreendimentos de alto padrão, atributos sustentáveis ampliam a liquidez. Imóveis com eficiência energética, ventilação natural, uso de espécies nativas, redução de consumo de água e tecnologias inteligentes tendem a ser comercializados com mais rapidez, por entregarem economia, conforto e menor impacto ambiental, elementos que hoje geram percepção direta de valor.

Para investidores, o movimento também é claro: a sustentabilidade melhora o desempenho de longo prazo do ativo. A combinação entre menor custo de operação, maior apelo de mercado e resiliência às novas regulamentações ambientais contribui para a valorização contínua do metro quadrado.

O que mais gera valor na visão do comprador de luxo

Entre os atributos sustentáveis mais valorizados pelo consumidor de alta renda, destacam-se:

  • Redução do consumo de água – fator altamente perceptível para o morador, tanto pela economia imediata quanto pela conexão emocional com a pauta ambiental em um país que convive com crises hídricas recorrentes.
  • Eficiência energética e conforto térmico – edifícios mais confortáveis reduzem naturalmente o uso de ar-condicionado e iluminação artificial, gerando economia mensurável, além de afetar o bem-estar – cada vez mais representativa no setor.
  • Paisagismo regenerativo – o uso exclusivo de espécies nativas ganha protagonismo por reforçar a recuperação de ecossistemas e a sensação de pertencimento ao ambiente local.
  • Materiais de baixo impacto e qualidade do ar – redução de compostos orgânicos voláteis, reciclagem de resíduos e práticas de obra limpa tornam-se cada vez mais observadas em empreendimentos de alto padrão, mais uma vez ligados à saúde dos ocupantes.
  • Tecnologias inteligentes e gestão de recursos – sistemas que monitoram consumo, reaproveitam água e otimizam energia são vistos como diferenciais competitivos.

Em muitos casos, grande parte dessas diretrizes não encarece o produto e que reforça seu apelo. “Se dois empreendimentos custam o mesmo, o comprador certamente optará pelo que oferece atributos sustentáveis”, afirma Iago.

Consumidor de luxo mais consciente, exigente e orientado por dados

Além de mais informado, o consumidor de alto padrão demonstra um novo comportamento: busca atributos que reduzam a “culpa do consumo”, conforme apontam macrotendências globais como o green pressure -principal macrotendência de consumo da década – da empresa internacional de pesquisa, Trendwatching. Nesse contexto, soluções regenerativas, que não apenas reduzem, mas compensam impactos, funcionam como um “antídoto” emocional, ampliando a noção de compromisso e pertencimento.

A venda, contudo, depende de dados concretos. Por isso, estudos de eficiência energética, redução no uso de água, impacto em resíduos e emissões tornam-se essenciais para tangibilizar benefícios, embasar a comunicação e fornecer argumentos técnicos aos corretores. “Não produzimos estudos para ficarem na gaveta. São dados claros e mensuráveis que ajudam tanto na comunicação quanto na tomada de decisão”, destaca o especialista.

Sustentabilidade como valor, não apenas diferencial

Ainda que nem todos os consumidores estejam dispostos a pagar mais por esse tipo de produto, a decisão entre dois imóveis de mesmo preço já está praticamente definida: vence o que entrega atributos sustentáveis. A recorrência crescente de eventos climáticos extremos tende a consolidar esse comportamento nos próximos anos.

Assim, a sustentabilidade deixou de ser um acessório e tornou-se parte estrutural da percepção de qualidade, da redução de custos, do bem-estar e da valorização futura. O mercado de alto padrão não apenas reconhece esse movimento, como ajusta sua oferta para permanecer competitivo.

Com nova fórmula, Campeonato Paranaense 2026 terá patrocínio do Sicredi

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Competição vai reunir os principais clubes de futebol do estado

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 9,5 milhões de associados – reafirma seu papel como parceiro do esporte ao anunciar o patrocínio oficial do Campeonato Paranaense de Futebol 2026, que acaba de começar e segue até 7 de março. A competição mudou a fórmula de disputa após seis anos: 12 times vão estar divididos em dois grupos de seis equipes na primeira fase e terá mata-mata a partir das quartas-de-final..

Entre os participantes estão Athletico-PR, Coritiba, Operário-PR, Londrina, Maringá, Cianorte, São Joseense, Cascavel, Azuriz e Andraus, além de Galo Maringá e Foz do Iguaçu, que voltam este ano à elite do futebol paranaense. 

O apoio do Sicredi ao esporte é uma prática consolidada ao longo dos anos. Presente em competições regionais, a instituição financeira cooperativa investe no futebol e em diversas iniciativas esportivas em todo o país. “Acreditamos no esporte como um agente de transformação, capaz de unir pessoas, fortalecer comunidades e gerar oportunidades – além de reforçar o espírito de coletividade do cooperativismo. Apoiar o Campeonato Paranaense é também investir no desenvolvimento do Paraná e valorizar uma paixão que faz parte da identidade do nosso estado”, destaca o gerente de comunicação e marketing da Central Sicredi PR/SP/RJ, Rogério de Lorenzo Leal.

Sobre o Sicredi 

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 9,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui

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Saiba como economizar na lista de material escolar sem abrir mão de qualidade

A temporada de volta às aulas é um dos períodos que mais impactam o orçamento das famílias brasileiras. Para 2026, o Grupo Minipreço adota uma estratégia focada em economia real para o consumidor, ao manter preços antigos em parte relevante dos produtos de material escolar, mesmo diante do aumento dos custos do setor.

“A volta às aulas é um momento importante e que pesa no orçamento das famílias. Para 2026, nos organizamos com antecedência e trabalhamos com expectativa de crescimento em torno de 16% nas vendas”, afirma o diretor comercial da rede, Beni Gelhorn. Com foco em praticidade, as lojas organizam a compra a partir das listas escolares, permitindo que pais e responsáveis encontrem todos os itens exigidos pelas escolas em um único local.

Para garantir mais conforto e agilidade, o Grupo Minipreço realiza uma preparação especial durante a volta às aulas, com reforço no número de colaboradores, organização dos espaços por setores e horários de funcionamento estendidos.

Variedade de produtos
O mix disponível nas lojas do grupo contempla produtos para diferentes perfis e orçamentos, com opções que vão de mochilas mais neutras a modelos licenciados com personagens da Disney, além de cadernos variados e marcas líderes como Faber-Castell, BIC e Lyke.

De acordo com levantamentos frequentes da rede, alguns itens de material escolar podem apresentar variação de até duas vezes e meia entre diferentes lojas, fazendo com que o mesmo produto custe mais que o dobro dependendo do local de compra. “A principal dica que a gente dá é pesquisar, planejamento e comparação são fatores decisivos para reduzir o valor final da lista. Quem pesquisa economiza de verdade”, acrescenta o diretor comercial.

Além dos descontos aplicados diretamente nos produtos escolares, o consumidor pode ampliar a economia por meio do Clube Minipreço, que oferece descontos exclusivos, cashback de 10% em toda a loja e participação em sorteios de prêmios de até R$ 50 mil a cada R$ 150 em compras. Ao todo, são mais de dez setores com opções para a casa e para toda a família, reunindo variedade, qualidade e condições que facilitam o planejamento financeiro.

Com essa combinação de preços congelados, benefícios e organização, o Grupo Minipreço se posiciona como uma alternativa estratégica para famílias que buscam economizar na volta às aulas sem abrir mão de variedade e qualidade.

Serviço:
Volta às Aulas Grupo MiniPreço
Horário de atendimento: de segunda a sábado, das 9h às 20h. Domingos e feriados, das 10h às 19h.
Confira o endereço mais próximo em: https://site.minipreco.com.br/lojas/
Redes Sociais: @miniprecobr
Clube MiniPreço: https://onelink.to/ncpdcu

Papelaria afetiva é tendência para 2026

Conexão emocional, autoexpressão e experiências offline colocam a papelaria no centro do cotidiano de estudantes

Em uma realidade marcada pelo excesso de telas e pela rotina cada vez mais digital, a papelaria vive um novo momento em 2026. Cadernos, canetas e acessórios passam a desempenhar um papel afetivo no cotidiano, atuando como ferramentas de expressão pessoal e de respiro do mundo on-line.

Embora o mercado global de artigos de papelaria escolar siga em crescimento, estimado em cerca de US$ 111 bilhões em 2026, segundo o relatório School Stationery Supplies Market, da Business Research Insights, o que mais chama a atenção não são apenas os números, mas a mudança no comportamento do consumidor. Estudantes e jovens adultos buscam produtos que reflitam identidade e emoções, além do que apenas “está na lista”.

A chamada “papelaria afetiva” surge, assim, como uma das principais tendências para 2026. A ideia é simples: objetos cotidianos ganham valor emocional a partir da escolha, estética e da experiência de uso. Capas com nome, stickers, layouts exclusivos e combinações de cores pensadas para diferentes perfis ganham espaço nas prateleiras.

Outro conceito que ganha força é o emotionaring: a capacidade de produtos evocarem emoções e sensações específicas. O toque, a gramatura, as estampas e acabamentos passam a ser tão importantes quanto a função do item.

Segundo a gerente de Produtos da BRW Suprimentos, Fernanda Ricci, o comportamento do consumidor já orienta o desenvolvimento das próximas coleções da marca. “O nosso mix de produtos em 2026 está bastante eclético e foi pensado para atender a todos os públicos. Existem tendências que direcionam a criação das coleções que ainda estão em desenvolvimento e que o consumidor começará a ver a partir de agosto de 2026. Uma das grandes apostas está em produtos que criam conexão emocional com o consumidor e estimulam a autoexpressão”, afirma.

Estética emocional e apelo sensorial

Itens do cotidiano passam a ser vistos como objetos de afeto e identificação. Além das tendências da moda, texturas, volumes e materiais diferenciados transformam o uso da papelaria em uma experiência tátil, confortável e mais envolvente.

  • Caneta Capivara – Com ilustração divertida, alia funcionalidade a um visual leve e amigável.
  • Caderno Disco Plush – Caderno com capa macia e volumosa, que combina praticidade com sensação de conforto no manuseio.
  • Marca-texto Lip Marker – Inspirado no universo de maquiagem, o produto está disponível em quatro cores e traz uma abordagem lúdica para a rotina de estudos.
  • Cola bastão Infinity com cheiro – Item utilitário que se destaca pelo aroma de chiclete, adicionando um estímulo sensorial ao uso diário.
  • Caneta Plush Infinity – Item que está fazendo o maior sucesso. Se destaca pelo tamanho exagerado e corpo em plush, adicionando um estímulo sensorial ao uso diário.
  • Borracha Spinner – Produto multifuncional que apaga lápis grafite e caneta gel. Também pode ser usado como objeto de estímulo tátil, auxiliando no controle da ansiedade.

Personalização

Produtos que permitem adaptação, customização e reorganização incentivam a autoexpressão e transformam o material escolar em uma extensão da identidade de quem usa.

  • Planner Disco Best Friend – Modelo flexível que pode ser reorganizado conforme a rotina do estudante, funcionando também como item de planejamento pessoal.
  • Livro de colorir com adesivos – Produto interativo que estimula a criatividade e a personalização do material.
  • Borracha caneta reposicionável – Permite trocar cores de borracha, incentivando o uso criativo e personalizado.
  • Smart notes Sátira – Blocos adesivos em formato de coração dividido ao meio, com frases irônicas que se complementam, trazendo humor à organização do dia a dia.
  • Lápis HB Sátira – Lápis HB com frases de humor autodepreciativo, alinhadas à tendência entre jovens de usar o humor como forma de expressão pessoal.

Sobre a BRW Suprimentos

Há 16 anos, a BRW Suprimentos tem se destacado ao oferecer soluções inovadoras e criativas para os segmentos educacional, corporativo e artístico, inspirando e despertando a criatividade nas pessoas. Com atuação no Brasil, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai, a marca paranaense é referência no mercado, oferecendo produtos que antecipam as tendências. O portfólio atual conta com mais de 2 mil itens disponíveis em mais de 20 mil pontos de venda.

Após a abertura, água mineral de galão deve ser consumida em até duas semanas, alerta indústria

Prazo de consumo, validade do vasilhame e limpeza correta são cuidados essenciais para evitar contaminação

Muito presente na rotina de casas e empresas, a água mineral em galões exige atenção a um ponto pouco conhecido pelos consumidores: após a abertura, o consumo deve ocorrer em até duas semanas. O alerta é da Font Life, indústria paranaense de água mineral.

De acordo com Célio Baggio, diretor administrativo da Font Life, depois que o galão é aberto e colocado no bebedouro, a água fica exposta ao contato com o ambiente. “Mesmo sendo um produto natural e seguro na origem, a água mineral deve ser consumida em até duas semanas após a abertura do galão, para evitar riscos de contaminação”, explica.

Além do prazo de consumo da água, outro cuidado importante está relacionado à validade do próprio galão. Os vasilhames retornáveis de 10 e 20 litros têm validade de até três anos a partir da data de fabricação, que pode ser conferida no fundo ou próximo ao bico do recipiente. “Com o tempo, o plástico se desgasta, pode apresentar microfissuras e comprometer a higiene da água”, afirma Baggio.

O diretor reforça que o consumidor deve sempre verificar se o galão está íntegro, sem rachaduras, cortes ou danos visíveis. Caso o vasilhame esteja vencido ou em más condições, a responsabilidade pela troca é do fornecedor. “O cliente não pode ser obrigado a comprar um galão novo. A substituição deve ser feita pela empresa”, ressalta.

Como fazer a limpeza do galão

A limpeza correta do galão também é fundamental para preservar a qualidade da água. A recomendação é higienizar a parte externa antes de cada troca, com detergente neutro ou álcool 70%, e evitar tocar no gargalo ao retirar o lacre e posicionar o galão no bebedouro.  Uma sugestão para a limpeza interna da área, onde o galão é inserido no bebedouro, é deixar de molho por 15 minutos em uma mistura de água e vinagre em partes iguais. Depois, basta drenar a solução pela torneira ou saída de água e finalizar com bastante água corrente.

Higienização dos galões na indústria


Quando os galões retornam à indústria, passam por um rigoroso processo de higienização antes de serem reutilizados. Na Font Life, os vasilhames passam por inspeção visual e sensorial para identificar odores, danos ou irregularidades. Os galões que não atendem aos padrões são destinados à reciclagem. Já os aprovados são lavados em equipamentos exclusivos, com o uso de sanitizantes específicos, como soda cáustica e ácido peracético, além da atualização da data de envase e da troca do rótulo, quando necessário. “Seguimos todas as normas e legislações vigentes para garantir total eficiência no processo de higienização”, afirma Baggio.

Crescimento do consumo de água mineral

 O cuidado com a validade e a higienização dos galões se torna ainda mais relevante diante do crescimento do consumo de água mineral no país. O Brasil ocupa a quinta posição entre os maiores mercados de água engarrafada do mundo, com mais de 21 bilhões de litros consumidos por ano. A alta está ligada à busca por hábitos mais saudáveis e à maior preocupação com hidratação e qualidade da água. Em períodos de calor intenso, como no verão,a demanda pela compra pode crescer até 40%, reforçando a importância de manter os galões em boas condições para garantir uma água segura e de qualidade até o consumo final.

Sobre a Font Life
Fundada em 2000, a Font Life é uma marca paranaense de água mineral reconhecida pela qualidade e pelo compromisso com a sustentabilidade. A empresa investe em tecnologia, preservação dos recursos naturais e inovação, oferecendo produtos voltados à saúde e ao bem-estar dos consumidores e sendo referência no mercado de água mineral.

Natura ampliou presença em celebrações brasileiras e consolidou a cultura como pilar estratégico da marca

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Natura ampliou presença em celebrações brasileiras e consolidou a cultura como pilar estratégico da marca

Em 2025, celebrando 20 anos da plataforma Natura Musical, a marca fortaleceu vínculos com o público ao investir de forma consistente em festivais e movimentos culturais em todo o país

Das quadrilhas em Campina Grande às vibrações ao som de novos artistas da música brasileira, a Natura tem marcado presença focal nos principais eventos culturais do país. Nos últimos anos, a empresa apostou estrategicamente em patrocínio e apoio de festivais e celebrações ao redor do Brasil, fortalecendo assim a relação com o consumidor brasileiro.

Em 2025, a marca esteve entre os patrocinadores de mais de 10 festividades culturais espalhadas pelo país, com destaque para festivais diretamente conectados à música, como Coala, do qual é parceira há sete anos, Sensacional!, Zepelim, pelo segundo ano consecutivo, No Ar Coquetel Molotov, o qual já marca presença há 8 anos, e na Turnê Caju, da cantora Liniker, que percorreu diversas capitais brasileiras. Além disso, esteve no Círio de Nazaré, São João de Campina Grande e, pela primeira vez, na 58ª edição do Festival de Parintins, onde celebrou os 25 anos de Natura Ekos, historicamente ligada à atuação da empresa na Amazônia. “Quando nos conectamos a vivências tão simbólicas quanto essas estamos reforçando que a cultura é parte do nosso DNA. Isso é muito mais do que um movimento pontual, é uma escolha estratégica de posicionamento”, afirma Júlia Ceschin, Head da Marca Natura e Marketing Estratégico no Brasil.

Esses movimentos se somam ao papel estruturante do Natura Musical, plataforma que completa 20 anos em 2025 e que, ao longo de duas décadas, se consolidou como uma das mais relevantes iniciativas de fomento à música e à cultura no Brasil. Com mais de 600 projetos apoiados, o programa impulsiona novos sons, artistas em diferentes momentos de carreira e narrativas, valorizando a potência das cenas regionais. Neste ano, o edital Natura Musical 25/26 reforçou a continuidade desse compromisso com a seleção de 20 novos projetos de diversas regiões do país. “A plataforma Natura Musical sempre foi uma expressão viva do que acreditamos enquanto marca, que é a cultura como ferramenta de transformação e como espelho da nossa essência brasileira”, reforça Júlia.

A retrospectiva do ano também celebra a força dos palcos proprietários e apoiados pela marca. A Casa Natura Musical reafirmou sua relevância na cena cultural de São Paulo com números expressivos: foram 158 shows realizados que atraíram um público geral de 107 mil pessoas. Expandindo essa atuação física para o Norte, a marca patrocinou recentemente a Casa Apoena, em Belém. O espaço se tornou palco de grandes momentos institucionais, abrigando desde o anúncio das ativações da Natura no Círio de Nazaré até o show alusivo à COP 30, reforçando o compromisso e atuação da empresa com a região amazônica.

Natura é cara do Brasil

Essa consistência de apoio à cultura e valorização da identidade nacional reflete diretamente na percepção dos brasileiros. É o que aponta a pesquisa realizada pela MindMiners, na edição 2025 do estudo original “Brasilidades: Quantos Brasis Cabem no Brasil?”. A partir da percepção de 2.400 pessoas, o levantamento mapeou os elementos que definem a identidade brasileira, como força, resiliência e felicidade.

De acordo com o levantamento, a Natura foi percebida como um símbolo autêntico do Brasil pela capacidade de aliar negócio, propósito e a celebração da identidade e diversidade do país, o que a torna uma das marcas mais queridas e representativas para os brasileiros em quatro das cinco regiões do Brasil.

Diante de todas as movimentações em prol da cultura local, a Natura também se posicionou entre as marcas de beleza mais associadas a festivais e celebrações brasileiras. A marca figurou entre as mais associadas espontaneamente ao festival de Parintins, sendo a mais lembrada no segmento de beleza entre o público geral. Segundo pesquisa da NielsenIQ, 55% dos entrevistados afirmaram que vão aumentar o consumo da marca, índice que chega a 89% entre quem esteve fisicamente no evento.

Já em pesquisa realizada pela COE Intel Mercado Brasil, com mais de 200 Consultoras de Beleza da marca na região Norte durante Parintins, 94% afirmam que a presença da Natura atrai novos consumidores, enquanto 91% veem aumento direto nas vendas. Além disso, 97% indicaram que a empresa representa orgulho regional e 96% disseram que a gigante de cosméticos simboliza a Amazônia.

E os resultados do engajamento da marca com o público não se restringiu apenas à Parintins. De acordo com outra pesquisa da NielsenIQ, a iniciativa de patrocínio ao São João de Campina Grande consolidou a empresa como a marca de cosméticos mais lembrada pelo público presente e como a marca que mais combina com o evento. Além de Campina Grande, a Natura ampliou sua presença no festejo atuando também em São Luís, Gravatá, Itabuna, Santo Antônio de Jesus, Belo Horizonte e São Paulo.

Com a ativação mais bem avaliada da festa, que chegou em um índice de satisfação de 89%, segundo dados da pesquisa, o desempenho superou o de 2024 em múltiplas frentes. Se, no pré-São João, a marca ocupava a quarta posição entre os patrocinadores mais lembrados, durante o evento assumiu a liderança isolada em awareness, reforçando a eficácia da estratégia.

“A cultura brasileira é um dos nossos maiores bens como nação, e a Natura tem o propósito de valorizar esse orgulho nacional. Estar presente em momentos que movimentam o Brasil culturalmente, como o Festival de Parintins, e o São João, faz parte do nosso comprometimento em celebrar a essência, a diversidade e todas as expressões do nosso país”, finaliza a executiva.

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br 

Crédito: Nicole Rodrigues