Home Blog

Protetor solar: qual é o produto ideal para você?

0

Farmácias Nissei apresenta um guia prático para auxiliar os clientes na escolha da proteção solar ideal para cada tipo de pele

Com a chegada do verão e o aumento da exposição solar, cresce a busca por produtos que promovam a proteção da pele contra os raios UVA e UVB. São muitas as opções disponíveis, por isso para esclarecer as principais dúvidas dos consumidores, as farmácias Nissei preparou um guia prático sobre os diferentes níveis de FPS e as indicações específicas com a linha Aishy, própria da rede.

“Percebemos que as pessoas chegam às nossas lojas cada vez mais conscientes sobre a importância da fotoproteção, mas ainda têm dúvidas sobre qual fator escolher e como incorporar o protetor solar na rotina. Nosso papel vai além da venda – queremos educar a população e ajudar cada pessoa a encontrar o produto que realmente fará diferença no seu dia a dia”, explica Maurício Poliquesi, farmacêutico da rede.

Para isso, junto a orientação sobre todos os produtos disponíveis, as farmácias Nissei também possuem uma linha de produção própria de proteção solar, garantindo acessibilidade e baixo custo para popularizar os cuidados com a pele. A linha Aishy de protetores solares que inclui opções para toda a família, desde corporais em diferentes fatores de proteção até versões específicas para o rosto e uma formulação especial para a pele delicada das crianças. Para isso, o farmacêutico destaca quais são os fatores de proteção solar e produtos indicados para cada situação.

Protetor para usar todos os dias

Para quem não abre mão da proteção diária, protetores com FPS 30 são indicados. “Na Nissei, o Protetor Solar Aishy Corporal FPS 30 (120g e 200g) se destaca para o uso diário, por ter textura leve e toque seco. É resistente à água, hidratante e de rápida absorção”, comenta o farmacêutico

Peles sensíveis independente do tempo

Peles muito claras ou com alergias tendem a ter mais queimaduras solares, principalmente pela falta de melanina, substância que age em proteção dos raios UVA/UVB. Para estes casos, Maurício recomenda o Protetor Solar Aishy Corporal FPS 50 (120g e 200g), que garante alta proteção, previne fotoenvelhecimento com ação antioxidante e se espalha facilmente pela pele, sem deixar manchas esbranquiçadas.

Proteção máxima e cuidado com o rosto

Na busca pela proteção máxima desenvolvida especialmente para o rosto, o Protetor Solar Aishy Facial FPS 70 (50g) se destaca pelo FPS mais alto da linha, também disponível para uso corporal. “Por ser hipoalergênico, não acneico e com toque seco, esse protetor é recomendado para uso no corpo todo”, reforça.

Proteção infantil
“Para as crianças, além de um alto fator de proteção, é indispensável uma fórmula que não gere alergias, seja na pele como respiratória, oftalmológica e outros”, alerta o farmacêutico. Específico para o público infantil, o Protetor Solar Aishy Kids FPS 60 (120g) possui formulação suave, não arde os olhos e é livre de fragrâncias e parabenos.

Tomei sol, e agora?
O cuidado pós exposição solar também é extremamente importante, seja para tratar possíveis queimaduras como até prolongar bronzeados. Para isso, o Gel Hidratante Aishy Pós-Sol (120g) acalma e hidrata a pele de forma refrescante e que ajuda a prolongar o bronzeado. “Por mais que o uso do protetor seja obrigatório, precisamos também divulgar os benefícios da hidratação pós exposição. Produtos pós-sol não servem apenas para tratamento de queimaduras, mas também como apoio na manutenção do tecido, reforçando a hidratação e prevenindo até mesmo insolação”, finaliza.

Sobre as Farmácias Nissei

Com 39 anos de tradição no mercado paranaense e atuação nos estados do Paraná, São Paulo, Santa Catarina, Goiás e Distrito Federal, a Nissei é considerada a sexta maior rede de farmácias do país em número de lojas, segundo o ranking da Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias), e a maior do estado do Paraná. A rede é credenciada do Programa do Governo Federal Farmácia Popular, que oferta descontos especiais e até remédios essenciais gratuitos.

A empresa conta hoje com mais de 470 lojas, que geram mais de 8 mil empregos diretos e atendem a mais de 4 milhões de clientes por mês. A rede foi responsável por introduzir o conceito de drugstore no mercado paranaense e oferece ao estado o maior número de farmácias 24 horas. As lojas são conhecidas por seus espaços modernos, de fácil localização, amplos estacionamentos, diversidade de produtos e disponibilidade de farmacêuticos qualificados, que promovem o melhor atendimento profissional.

Verão, férias e esporte: Projeto Jogada Certa abre inscrições para crianças e adolescentes nas cidades de Curitiba, Londrina, Araucária e São José dos Pinhais

Com a chegada do verão e das férias escolares, surge a oportunidade perfeita para crianças e adolescentes aproveitarem o tempo livre com saúde, aprendizado e diversão. Estão abertas as inscrições para o Projeto Jogada Certa, uma iniciativa 100% gratuita, realizada em parceria com o Ministério do Esporte, que oferece aulas de futebol e vôlei aliadas a atividades de cidadania e desenvolvimento social.

O projeto é voltado a crianças e adolescentes de 7 a 18 anos e é executado pela organização social GERAR – Geração de Emprego, Renda e Apoio ao Desenvolvimento Regional. As atividades acontecem em Curitiba, São José dos Pinhais, Araucária e Londrina, beneficiando cerca de 250 participantes.

Além de ocupar o período das férias e do contraturno escolar de forma positiva, o Jogada Certa garante aos participantes acesso totalmente gratuito a:

  • Aulas com professor de Educação Física qualificado;
  • Material esportivo completo;
  • Kit lanche em todos os encontros (suco, sanduíche natural e fruta);
  • Chuteira, camiseta do projeto, mochila e uniforme de futebol;
  • Medalha ao final do projeto, em um festival de encerramento.

Segundo o coordenador do projeto, Matheus Jussen, o esporte é uma poderosa ferramenta de transformação social:

“O verão e as férias são momentos ideais para oferecer às crianças e adolescentes experiências positivas. No Jogada Certa, mais do que aprender futebol ou vôlei, eles desenvolvem valores como respeito, disciplina e trabalho em equipe. Tudo isso em um ambiente seguro, acolhedor e sem nenhum custo para as famílias.”

O projeto contribui para o desenvolvimento motor, cognitivo e social dos participantes, fortalecendo o senso de pertencimento e incentivando hábitos saudáveis desde cedo.

As inscrições já estão abertas.
Garanta a vaga e transforme as férias em uma experiência inesquecível por meio do esporte!
Interessados podem entrar em contato com Emily pelo telefone (41) 98728-1295 ou acompanhar o projeto pelo Instagram: @projetojogadacerta.

Locais das turmas

Curitiba

  • Praça Renato Russo – Rua Velcy Bolívar Grandó, 9-37 – Uberaba (aulas à tarde)
  • Rua Olivardo Konoroski Bueno, 100 – Tatuquara – CEP 81470-390 (aulas à tarde)

São José dos Pinhais

  • Rua Antônio Oliveira, 83 – Moradias Trevisan – CEP 83020-255 (aulas manhã e tarde)
  • Rua dos Papagaios, 320 – Bairro Aviação – CEP 83045-650 (aulas manhã e tarde)

Araucária
Av. das Araucárias, 3437 – Thomaz Coelho – CEP 83707-065 (aulas manhã e tarde)

Londrina
Rua da Cidadania, 299 – Jardim União da Vitória II – CEP 86044-346

Sicredi lança multicotador para seguros de condomínio

Nova plataforma, integrada com três seguradoras, traz agilidade e tecnologia na contratação de seguros condominiais

O Sicredi, instituição financeira cooperativa com presença nacional e mais de 9,5 milhões de associados, acaba de lançar o multicotador de seguros de condomínio, uma solução inovadora que demonstra múltiplas opções de cobertura e preços simultaneamente no processo de cotação do produto. A novidade – que integra as três seguradoras líderes do mercado, Allianz, HDI e Tokio Marine – garante mais agilidade e praticidade no atendimento aos associados.

Entre os principais benefícios da ferramenta estão a interface única e simplificada, que apresenta as cotações das três seguradoras e minimiza falhas e duplicações no processo de inserção de dados em múltiplas plataformas. A solução permite comparar propostas rapidamente, sem a necessidade de acessar sistemas diferentes, reduzindo o tempo de cotação e aumentando a eficiência do processo comercial. Desenvolvido para suprir uma lacuna no mercado, o multicotador de seguros para condomínios também foi projetado com flexibilidade para expansão, permitindo a inclusão de novas seguradoras e funcionalidades no futuro.

“O multicotador é muito mais do que uma ferramenta tecnológica. Ele representa um avanço na forma como oferecemos soluções aos nossos associados. Com essa plataforma, as cooperativas do nosso Sistema podem atender às necessidades dos condomínios com mais agilidade e simplicidade, oferecendo variedade de coberturas e a segurança de operar com três das maiores seguradoras do mercado. Estamos confiantes de que essa inovação vai fortalecer nossa presença no segmento”, afirma Thiago Rossoni, diretor de Produtos e Serviços do Sicredi.

Compromisso com o setor

Com presença cada vez mais estratégica no mercado condominial, o Sicredi vem consolidando sua atuação junto ao setor nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, reconhecendo a relevância econômica e social dos condomínios para o desenvolvimento local. No Rio de Janeiro, a cooperativa foi patrocinadora da Feira de Condomínios e Síndicos Profissionais do Secovi Rio no ano passado e, em 2026, ampliou e renovou a parceria, com participação prevista em eventos em diversas cidades do estado. No Paraná, o relacionamento com o Secovi Paraná reforça esse compromisso com o setor.

No Brasil, existem aproximadamente 520 mil condomínios ativos, entre residenciais, comerciais ou mistos, segundo o Instituto Nacional de Condôminos (INCC). No Sicredi, são mais de 40 mil associados ativos com CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) Condomínio. 

Atualmente, o artigo 1.346 do Código Civil estabelece a obrigatoriedade de contratação de seguro para edificações residenciais, comerciais ou mistas. Além disso, muitas convenções condominiais exigem a apresentação de três cotações antes da contratação, reforçando a importância da ferramenta para garantir transparência e melhor escolha. 

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 9,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui  
Redes Sociais: Facebook | Instagram | Twitter | LinkedIn | YouTube | TikTok   

Opinião: Não se planeja a escola do século XXI com a lógica do XIX

0

Paulo Roberto Cordeiro Rocha*

É curioso como a escola brasileira continua prometendo formar cidadãos — mas trata o aluno como se fosse uma máquina de marcar X. Desde sempre, a régua é o vestibular. E enquanto isso, falamos de protagonismo estudantil, habilidades socioemocionais, pensamento crítico. Na prática, a aula segue igual: fila, silêncio, caderno copiado e prova de múltipla escolha.

O discurso da “Educação 5.0” está na moda. Personalização, sustentabilidade, tecnologia, empatia — tudo cabe nesse pacote colorido. Mas a pergunta incômoda é: quem vai bancar isso? Quem vai sustentar uma educação personalizada em turmas com 40 estudantes, dois turnos e salários parcelados?

A Finlândia é sempre citada. Parece até meme de educador. Sim, lá o currículo é atualizado, os professores são valorizados, e os estudantes aprendem brincando, muitas vezes numa floresta. Mas ignoramos um dado básico: o professor finlandês tem, no mínimo, mestrado e tempo para preparar suas aulas — dois luxos raros por aqui. Em Portugal, a Escola da Ponte é genial, mas funciona com uma estrutura que exigiria uma revolução completa na nossa gestão pública.

Não se trata de copiar modelos, pois a educação que não é conectada ao contexto é estéril, mas eles servem para nos inspirar e mostrar que é possível ofertarmos uma educação de qualidade às nossas crianças. Mas antes de qualquer mudança, precisamos nos olhar no espelho, senão é pura ilusão. Aqui, a escola ainda luta para garantir o básico: merenda decente, banheiro limpo, professor na sala. É sobre isso que deveríamos estar falando antes de sonhar com impressoras 3D e aprendizagem por projetos.

A evasão no Ensino Médio é um grito abafado. Os jovens saem porque não se veem ali. Porque o que se ensina parece não ter nada a ver com a vida real. O currículo é tão fragmentado que ninguém sabe mais por que estuda. Pergunte a um aluno de 16 anos para que serve a aula de física que ele teve hoje. A resposta vai do silêncio à ironia. Quem leva isso a sério sabe que “inovar” não é colocar tablet na mão da criança — é mudar a lógica da relação.

É preciso ter coragem para admitir que parte da escola atual fracassa não por falta de boas intenções, mas por fidelidade a um modelo que morreu e ninguém enterrou. A escola que separa mente e corpo, que pune o erro, que valoriza mais a nota do que o afeto, não serve mais. Se fosse falar dos modelos avaliativos então, daria um novo artigo. Isso tudo persiste porque é confortável para quem manda.

Michel Desmurget tem razão ao soar o alarme sobre o excesso de telas. O problema maior, porém, não está só no celular, mas no abandono silencioso dos vínculos. O estudante se isola na tela porque não encontra sentido no mundo adulto ao redor. E isso inclui a escola.

Não precisamos de palavras bonitas, precisamos de políticas corajosas. Que enfrentem o descompasso entre o que a escola diz que é e o que ela faz todos os dias. Que deem ao professor tempo para estudar, autonomia para criar e dignidade para ficar.

Queremos empatia? Comecemos pela escola. Mas não apenas para os estudantes. A escola também precisa de empatia institucional. Porque ninguém consegue cuidar se está sendo descartado.

A educação precisa fazer sentido na medida da capacidade de cada indivíduo. Podemos e devemos usar as máquinas, mas sem esquecer que estamos educando humanos.

*Paulo R. C. Rocha é vice-presidente do Biopark.

Estratégia faz Hospital de Clínicas de São Paulo implementar tecnologia inteligente e preventiva nas ruas e avenidas do seu entorno

0

Quadrilátero da Saúde e Ensino Público mostram como tecnologia, integração institucional e participação social elevaram a segurança a outro patamar

O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) inovou na forma de proteger pacientes, profissionais e moradores do entorno ao exercitar além de um modelo tradicional, baseado na resposta a ocorrências, por uma estratégia preditiva e preventiva apoiada em tecnologia. Desde 2015, o HC-FMUSP desenvolve um sistema integrado de segurança urbana, estruturado em equipes multidisciplinares, diálogo permanente com forças públicas e uso de ferramentas de monitoramento. Nos últimos anos, esse processo incorporou os Postos Eletrônicos de segurança desenvolvidos pela Helper, equipamentos instalados e aprimorados desde 2017 e que hoje se consolidam como peça de composição na proteção no Quadrilátero da Saúde e Ensino Público na Cidade de São Paulo.

Instalados em pontos estratégicos — como a Avenida Dr. Arnaldo (próximo ao Viaduto Okuhara Koei), a Avenida Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, áreas do entorno do IML Central e a Rua Cotoxó — os Postos integram um ecossistema de segurança conectado.
Mais do que estruturas físicas, funcionam como pontos inteligentes de monitoramento e comunicação, reunindo visão 360°, áudio para orientação e alertas, iluminação integrada e botão de emergência, todos conectados à Central de Comando e Controle do HC-FMUSP, ampliando a capacidade de prevenção, resposta e coordenação operacional. Desde o início da operação, os novos dispositivos contribuíram para uma redução de aproximadamente 87% nas ocorrências de furtos e roubos, na comparação entre 2017 e 2023, com impacto direto para as mais de 45 mil pessoas que circulam diariamente pelo maior complexo de saúde pública da América Latina.

De acordo com Josué Paes, Relações Institucionais em Segurança na Diretoria de Segurança Corporativa do HC-FMUSP, o fator inovar com tecnologia robusta e integrada nas ruas e avenidas do entorno do HC-FMUSP permitiu avançar de um modelo reativo para uma lógica capaz de antecipar riscos, orientar e conscientizar a população frente a importância de cuidar dos seus pertences e organizar respostas de forma colaborativa entre as instituições envolvidas.

Segurança validada por quem vive e trabalha na região

A consolidação da estratégia se reflete na percepção cotidiana de quem circula pelo entorno do HC-FMUSP. Usuários relatam que os Postos Eletrônicos atuam como uma “presença de segurança 24 horas”, promovendo apoio preventivo e ostensivo permanente à população. A sensação de proteção, afirmam, aumenta porque “as pessoas sabem que há uma segurança no local”.

Entre os profissionais que atuam no Quadrilátero da Saúde e Ensino Público HC-FMUSP, o impacto e melhorias também são reconhecidos. Para o infectologista do Instituto Emílio Ribas, Doutor Sérgio Cimerman, a solução “soma muito para a segurança urbana, na prevenção e na proteção da sociedade”. Já o prefeito do Quadrilátero da Saúde, Prof. Dr. Raymundo Soares de Azevedo Neto, destaca o caráter dissuasório dos equipamentos: os Postos Eletrônicos  ajudam a “desestimular potenciais criminosos pela percepção do aparato de ação e olhar para o ambiente em tempo real e pelos alertas de áudio”.

Tecnologia inspira expansão e integração com Unidades de Serviços de Segurança Pública

O desempenho no Quadrilátero da Saúde e Ensino Público HC-FMUSP transforma o case do HC-FMUSP em referência para iniciativas de segurança urbana, como o aumento do número dos Postos Eletrônicos Helper na Área Central de São Paulo, e impulsiona a expansão dos Postos para outras cidades e projetos governamentais. Segundo o diretor da Helper Tecnologia, Edison Endo, os equipamentos representam um avanço significativo na lógica de prevenção e proteção à população. “Os Postos Eletrônicos elperHel Helper não apenas contribuem para reduzir a criminalidade e ampliar a sensação de proteção, como também representam um avanço no conceito de segurança preventiva e protetiva”, afirma. Ele acrescenta que a integração com projetos de segurança pública agiliza o atendimento às ocorrências: “Em um único dispositivo, diversas funcionalidades exclusivas atuam no combate à criminalidade”.

O Governo do Estado de São Paulo também iniciou, no último ano, um projeto-piloto no Centro da Capital, com totens instalados na Rua 25 de Março, na Praça da República e na região das cenas abertas de uso. Os equipamentos incluem botão de emergência, câmeras 360°, leitura de placas e, em alguns pontos, um sistema em teste que permite vídeo chamadas diretas com o Centro de Operações da Polícia Militar de São Paulo.

O conjunto dessas iniciativas – do HC-FMUSP com Projetos de Segurança Pública e ao Centro da Capital de São Paulo – evidencia como a combinação de monitoramento contínuo, resposta ágil e inovação tecnológica molda um novo paradigma de segurança urbana. “Ao unir tecnologias, integrá-las e contar com a participação social, o HC-FMUSP consolida um case que antecipa riscos, fortalece a sensação de segurança e inspira modelos que se conectem com as diretrizes do que chamamos de Cidades e Comunidades Inteligentes”, menciona Josué Paes.

Sobre a Helper Tecnologia

A Helper Tecnologia é uma empresa que desenvolve e aplica tecnologia avançada para a segurança e monitoramento das cidades brasileiras. Conta com a visão inovadora de um time de executivos com grande experiência nas áreas de segurança e projetos voltados ao setor público. 

Responsável pela criação e pela patente dos Totens de Segurança que oferecem recursos como: formato imponente e robusto à prova de vandalismo, sistema de giroflex – que remetem às viaturas policiais -, botão de emergência, comunicador bidirecional de alta potência, que enviam alertas à população, mensagens automáticas de áudio e monitoramento por câmeras 360°. A empresa está alinhada às tendências de cidades inteligentes e conectadas, usando os benefícios da digitalização para oferecer serviços eficientes e, com isso, melhorar a segurança e a qualidade de vida das pessoas.

ARTIGO – O “S” que dá sentido ao ESG

0

*Por Carmem Murara

Toda transformação começa quando alguém decide olhar para o outro. Essa atitude, simples e ao mesmo tempo profunda, é o que confere sentido real à sigla ESG, sobretudo ao “S”, que simboliza o social. Em tempos em que sustentabilidade e governança ganham espaço nas agendas corporativas, o pilar social ainda é, muitas vezes, o mais negligenciado. E justamente por isso, o mais urgente.

O “S” é o coração do ESG. Ele revela como uma instituição, seja ela pública, privada ou do terceiro setor, se posiciona diante da desigualdade e das oportunidades desproporcionais que marcam o país. Não se trata de caridade, mas de responsabilidade social e política. Em um Brasil que ainda convive com altos índices de pobreza, exclusão e evasão escolar, falar em ESG sem considerar o impacto humano é esvaziar o conceito. O social não é um adendo — é a base sobre a qual se constrói qualquer projeto de transformação verdadeira.

Na educação, por exemplo, o “S” se manifesta quando o gestor entende que ensinar é também um ato político. Garantir acesso à escola, criar ambientes de pertencimento, ouvir as famílias, acolher a diversidade e promover oportunidades para quem mais precisa são decisões que refletem escolhas de sociedade. Cada bolsa de estudo, cada projeto comunitário, cada espaço de escuta é uma forma concreta de promover equidade. Educação não é apenas transmissão de conhecimento, mas instrumento de justiça social e de cidadania.

Esse compromisso também se expressa na saúde, na cultura, na assistência e em tantas outras áreas em que a presença institucional pode mudar realidades. O “S” está nas ações de inclusão, nas políticas de apoio e nas iniciativas que ampliam o acesso e garantem dignidade a quem, historicamente, foi deixado de lado. É o social que transforma discurso de ESG em impacto real — não no relatório anual, mas na vida das pessoas.

E ele começa dentro de casa. Organizações que cuidam de quem faz parte delas (colaboradores, fornecedores, profissionais, voluntários) constroem bases sólidas para gerar impacto positivo fora. Um ambiente de trabalho saudável, diverso e respeitoso não é um favor, é política de gestão. É ali que nascem o engajamento, a criatividade e a disposição para inovar em prol de um bem comum.

Mais do que cumprir metas e validar conformidades, incorporar o “S” é construir coerência entre propósito e prática. É entender que cada decisão, do orçamento aos projetos sociais, produz efeito coletivo. É transformar valores em atitudes e intenções em políticas. O verdadeiro ESG não se mede apenas em indicadores ambientais ou financeiros, mas em vidas impactadas, comunidades fortalecidas e relações mais justas.

O “S” é o que garante que o ESG não seja apenas marketing. Ele exige compromisso e visão de longo prazo. Exige que instituições e lideranças compreendam que o desenvolvimento sustentável passa, antes de tudo, por inclusão e justiça social. Sem humanidade, não há sustentabilidade possível. 

Investir no social é investir em cidadania. É apostar em um país em que educação, saúde e dignidade sejam direitos, não privilégios. Porque, no fim das contas, transformar pessoas é a forma mais poderosa de transformar o país. Sem humanidade, não há sustentabilidade possível. O “S” é o elo que conecta o propósito à prática, o discurso ao resultado. E esse “S” não é só uma letra — é o que dá sentido a todas as outras do ESG.

*Carmem Murara é diretora de Relações Institucionais e Governamentais do Grupo Marista.

Confraria de Conselheiros e Governança recebe presidente do conselho do Grupo Laguna

O primeiro encontro de 2026 da Confraria de Conselheiros e Governança foi marcado por uma apresentação de Gabriel Raad, cofundador e vice-presidente do conselho do Grupo FAR/Laguna, especializado na gestão de empreendimentos imobiliários de grande valor.

O grupo é administrado pela holding Sorrento, que conecta todas as áreas de atuação da marca, incluindo empresas de alimentação, infraestrutura, investimentos financeiros e mercado imobiliário. “A gente é uma típica empresa familiar e tenho muito orgulho disso”, conta Gabriel Raad.

A holding realiza auditorias externas, é responsável pelos controles internos das empresas do grupo, gestão de bens, investimentos, contabilidade e governança corporativa. “Nosso conselho de administração tem controles internos muito rígidos e específicos que garantem a transparência de todas as nossas operações. Ética é um preceito fundamental que seguimos”, acrescenta o vice-presidente do Conselho do Grupo Laguna.

“Este será um ano de consolidação e crescimento para a Confraria, que tem um papel fundamental de educar o mercado. O noticiário atual não deixa dúvidas sobre a importância de conselhos e governança em grandes empresas, como bancos, big techs e também em empresas de menor porte”, ressalta o presidente da Confraria de Conselheiros e Governança, Idevan Lopes.

Realizado na Perfacto Casa, loja de mobiliário sob medida de alto padrão que une arquitetura, design e mercado imobiliário, o evento contou com a presença dos confrades e convidados da diretoria.

Ao todo, a Confraria de Conselheiros e Governança é composta por 40 líderes empresariais e é voltada ao networking, fomento da governança corporativa e à formação e estruturação de conselhos consultivos e de administração nas empresas.

Trabalho infantil afeta 1,6 milhão de crianças e adolescentes no Brasil

0

No Paraná, taxa supera média nacional; no mês de comemoração do Dia das Crianças, é importante lembrar que o enfrentamento exige políticas públicas articuladas e combate à naturalização do problema

Mesmo com a proibição legal, o trabalho infantil faz parte da realidade de milhares de crianças e adolescentes no Brasil. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PnadC) de 2023 apontam que 1,6 milhão de meninas e meninos entre 5 e 17 anos estavam em situação de trabalho infantil – uma em cada 24 pessoas nessa faixa etária. No Paraná, o índice é ainda mais alto: 5,3%, totalizando mais de 109 mil crianças em atividade laboral, acima da média nacional de 4,9%.

Para enfrentar essa violação de direitos, o Centro Marista de Defesa da Infância (CMDI) lançou o informe temático Os direitos de crianças e adolescentes e a erradicação do trabalho infantil, por meio do projeto CADÊ Paraná. A publicação reúne dados atualizados, explica as causas do problema, detalha as piores formas de trabalho infantil e aponta caminhos para a construção de políticas públicas mais eficazes. “O trabalho infantil priva crianças e adolescentes do acesso à educação, ao lazer, ao convívio familiar e comunitário. É uma violação grave que afeta o presente e compromete o futuro dessas meninas e meninos”, afirma a analista do CMDI, Débora Reis.

Realidade persistente no Paraná e desafios para o futuro

O informe mostra que o Paraná concentra números preocupantes em diferentes tipos de violação. Em 2019, o estado ocupava a quarta posição entre os com mais casos de trabalho infantil doméstico no Brasil, com 5.796 crianças e adolescentes em situação de exploração — sendo 85% delas meninas entre 14 e 17 anos. Já na zona rural, o Censo Agropecuário de 2017 identificou quase 24 mil crianças com menos de 14 anos ocupadas em estabelecimentos agropecuários. Além disso, entre 2012 e 2022, o estado registrou mais de 2 mil acidentes de trabalho envolvendo adolescentes.

Em um período de 20 anos, 56 crianças e adolescentes foram resgatados de condições análogas à escravidão no Paraná. Segundo dados da Polícia Rodoviária Federal, a região Sul concentra 22,5% dos pontos vulneráveis à exploração sexual de crianças e adolescentes nas rodovias federais, sendo 704 apenas no Paraná. “O discurso de que ‘trabalhar cedo forma caráter’ ainda é muito comum. Ele mascara os impactos reais do trabalho infantil, que vão desde o abandono escolar até traumas físicos e emocionais”, complementa Débora.

O documento também chama atenção para as causas estruturais do problema: pobreza; demanda pelo trabalho de crianças e adolescentes; cultura do trabalho precoce; dificuldades financeiras na família; desejo de acessar bens de consumo e lazer; dificuldades no acesso à escola; má qualidade da educação formal; e baixa escolaridade dos pais.. Essas causas, somadas à ausência de políticas públicas eficazes, contribuem para consequências graves e duradouras, como o comprometimento do desenvolvimento físico e psicológico, a exposição a abusos e acidentes, a evasão escolar, a baixa qualificação profissional e a perpetuação do ciclo de pobreza.

Falta de estrutura e novo Plano Decenal em construção

Mesmo com dados alarmantes, o Paraná ainda enfrenta dificuldades na estruturação das políticas públicas voltadas ao tema. Segundo levantamento da Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho (SEJUF), de 2021, apenas 40 municípios afirmaram ter um Plano Municipal de Enfrentamento ao Trabalho Infantil. Outros 252 não possuem Fórum Municipal para discutir a temática, e 231 não contam com grupos de trabalho intersetoriais.

Essas fragilidades impactaram o cumprimento das metas estabelecidas no último Plano Decenal dos Direitos da Criança e do Adolescente (2014–2023). Das oito ações propostas para a erradicação do trabalho infantil, duas não foram executadas — incluindo a produção de materiais informativos e o levantamento atualizado dos dados estaduais.

Agora, com a construção do novo plano para os próximos dez anos, abre-se uma oportunidade estratégica de corrigir falhas, integrar esforços e fortalecer a rede de proteção à infância. “O enfrentamento ao trabalho infantil precisa ser constante, estruturado e coletivo. Não basta atuar nos efeitos — é necessário atacar as causas com informação, proteção social, educação de qualidade e fortalecimento das redes de apoio”, conclui Débora.

A publicação completa está disponível em: cadeparana.org.br

Natura Aura Alba é eleito o melhor perfume feminino do Brasil no Fragrantica Awards 2025

0

Natura Aura Alba é eleito o melhor perfume feminino do Brasil no Fragrantica Awards 2025

Além de Aura Alba, a fragrância Essencial Sentir masculina também foi destaque no ranking especializado

A Natura, líder em perfumaria no Brasil e uma das cinco maiores marcas de fragrâncias do mundo, conquistou o topo do pódio no Fragrantica Readers’ Choice Awards 2025. O lançamento de 2025, Natura Aura Alba, foi eleito pelos usuários da plataforma no Brasil como o Melhor Perfume Feminino do ano, consolidando a estratégia da marca no segmento de perfumaria prestige. Além do reconhecimento olfativo, o design de Aura Alba também alcançou a 10ª posição na categoria de Frasco Mais Bonito do Ano, sendo a única representante brasileira a figurar no top 10.

A Ciência e a Poesia da Rosa Alba

A fragrância é uma obra-prima da perfumaria autoral, utilizando de forma inédita o óleo natural da Rosa Alba, proveniente de Konare, na Bulgária. A composição, assinada pela perfumista exclusiva da Natura, Verônica Kato, em parceria com Jean-Christophe Hérault, traz uma leitura moderna e sofisticada do caminho floral.
“Exploramos caminhos inesperados de texturas que tiram o imaginário da rosa do lugar-comum, levando-o a um estado de sofisticação e encanto. Criamos algo realmente inédito: um presente da Natura para a perfumaria mundial” afirma Tatiana Ponce, vice-presidente de Marketing e P&D da Natura.

Expansão da Linha e Outros Destaques

O sucesso de Aura Alba impulsionou a criação de novos produtos que estendem a experiência sensorial para o cuidado corporal, como o Óleo Corporal e o Creme Aveludado Corporal, que será lançado a nível nacional em março deste ano. Segundo a executiva, o objetivo foi transformar a joia máxima da perfumaria em rituais diários de bem-estar.

A Natura também brilhou na categoria masculina: a fragrância Essencial Sentir, lançada em 2024, garantiu o 2º lugar como Melhor Fragrância Masculina de 2025, reforçando o prestígio da linha Essencial entre os consumidores mais exigentes.

Os itens premiados e as extensões de linha de Aura Alba já podem ser encontrados nos canais digitais (e-commerce e app), nas lojas físicas e por meio da rede de Consultoras de Beleza em todo o país.

¹ Fonte: Kantar, Divisão Worldpanel | Participação do Mercado em Valor, Volume e Penetração | Período: FY2024 | Total Brasil | Categoria: Perfumaria.

² Fonte: Euromonitor International Limited, Beleza e Cuidados Pessoais edição 2025; Marca Guarda-Chuva Natura.

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br 

Como reorganizar vínculos familiares após as festas e o início de um novo ano

0

Como reorganizar vínculos familiares após as festas e o início de um novo ano

Ajustar expectativas, exercitar a escuta e compreender que nem tudo precisa ser resolvido imediatamente são passos importantes para começar bem 2026

O começo do ano costuma ser marcado por promessas de mudança, metas pessoais e reorganização da rotina. No entanto, após o convívio intenso das festas de fim de ano, janeiro também pode se tornar um período emocionalmente delicado para muitas famílias. Conflitos antigos, expectativas frustradas e padrões de relacionamento que pareciam adormecidos tendem a surgir com mais força nesse momento.

Segundo a psicóloga sistêmica familiar Cris Aguiar, autora do livro “Ninguém quer ser Madrasta!”, é comum que as pessoas associem o começo do ano à necessidade de resolver tudo de uma vez, inclusive questões emocionais complexas. “O início do ano não precisa ser o momento de colocar todas as pendências familiares na mesa. Forçar conversas profundas logo após as festas pode aumentar a tensão. Respeitar o tempo de cada um também é cuidado”, explica.

A especialista ressalta que o retorno à rotina, somado às cobranças internas e externas típicas de janeiro, cria um ambiente propício ao desgaste emocional. “Janeiro traz consigo metas, cobranças e expectativas. Limites não precisam ser rígidos, mas precisam ser claros. Dizer ‘não posso agora’ ou ‘prefiro falar sobre isso depois’ evita desgastes maiores”, orienta Cris.

Sob a ótica da psicologia sistêmica familiar, esse período evidencia ciclos e dinâmicas que se repetem ao longo do tempo, muitas vezes de forma inconsciente. A boa notícia é que pequenas mudanças de postura podem gerar impactos positivos significativos nas relações. Ajustar expectativas, exercitar a escuta e compreender que nem tudo precisa ser resolvido imediatamente são passos importantes para um recomeço mais saudável.

Para Cris Aguiar, reorganizar vínculos familiares não significa evitar conflitos, mas aprender a lidar com eles de maneira mais respeitosa e consciente. “O começo do ano pode ser um convite para observar padrões, rever combinados e fortalecer relações, sem pressa e sem imposições”, conclui.