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Como motoristas autônomos estão encontrando segurança e previsibilidade no trabalho

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Como motoristas autônomos estão encontrando segurança e previsibilidade no trabalho

A expansão do trabalho por plataformas digitais no Brasil abre espaço para modelos de transporte corporativo que oferecem rotinas mais organizadas aos motoristas

Janeiro costuma ser um mês de ajustes e reavaliações profissionais. Vagas temporárias se encerram, contratos não são renovados e muitas pessoas passam a buscar alternativas para reorganizar a renda. Em meio a esse cenário, o trabalho autônomo mediado por plataformas digitais segue como uma das portas de entrada mais acessíveis para quem está em transição profissional ou busca flexibilizar sua jornada.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de pessoas que trabalham por meio de plataformas digitais cresceu 25,4% entre 2022 e 2024, passando de cerca de 1,3 milhão para 1,7 milhão de trabalhadores no país. Este total inclui ocupações em transporte de passageiros, entregas e serviços gerais.

Por trás dessa estatística estão histórias de quem passou a dirigir como forma de sustentar a família, reorganizar a rotina ou atravessar períodos de transição. É o caso da imigrante palestina Thaereh Sadeh, moradora de Apucarana, no norte do Paraná, que encontrou no trabalho como motorista uma alternativa depois de fechar a loja de autopeças que manteve por anos.

Thaereh vive no Brasil há mais de três décadas. Empreendedora, passou a maior parte da vida profissional atrás do balcão do próprio negócio. A pandemia, no entanto, comprometeu a viabilidade da empresa. Sem planos de abrir outra loja e ainda distante da aposentadoria, ela precisou buscar uma nova ocupação. A decisão foi seguir para o volante, mas dentro de um modelo que oferecesse mais organização e segurança.

Desde 2022, ela atua como motorista autônoma vinculada à Autonomoz, empresa brasileira especializada em mobilidade corporativa. Diferentemente dos aplicativos urbanos de corrida sob demanda, a plataforma conecta motoristas autônomos a empresas que precisam transportar colaboradores em rotas programadas, muitas vezes fora dos centros urbanos.

Um modelo diferente de trabalho ao volante

“Nosso modelo não é o da corrida aleatória. O motorista dirige para empresas, com viagens recorrentes, passageiros identificados e rotas conhecidas”, explica Leandro Farias, fundador da Autonomoz, que complementa: “Isso muda completamente a experiência de trabalho, pois o profissional sabe quanto vai rodar, para onde vai e quanto vai receber.”

Na prática, a rotina de Thaereh inclui deslocamentos intermunicipais entre Apucarana, Londrina, Maringá, Arapongas e cidades menores da região, além de trajetos em áreas rurais. A jornada diária tem limite definido, e a motorista escolhe quando trabalhar ou folgar, inclusive em fins de semana e feriados. Atualmente, essa é sua única fonte de renda.

Previsibilidade e segurança pesam na escolha

A previsibilidade foi um dos fatores decisivos para a para a decisão de Thaereh de permanecer nesse modelo de trabalho. “Quando eu tinha loja, não conseguia sair nem para resolver coisas básicas, mas agora consigo organizar meus horários e minha vida”, relata a motorista. Segundo ela, o pagamento regular e a recorrência das viagens trouxeram mais estabilidade do que o comércio oferecia nos últimos anos.

Para Farias, esse ponto ajuda a explicar por que o transporte corporativo tem atraído motoristas que já atuaram em outros segmentos ou que estão entrando agora no trabalho ao volante. “Existe uma diferença grande entre trabalhar com picos de demanda imprevisíveis e atuar em um serviço contínuo. A previsibilidade permite planejamento financeiro e reduz a sensação de incerteza”, afirma.

Outro aspecto citado por Thaereh é a sensação de segurança. Transportar colaboradores de empresas, com embarques programados e suporte permanente, pesa na escolha, especialmente para motoristas mulheres e para quem atua em regiões afastadas. “São pessoas que já têm vínculo com a empresa. Isso traz mais tranquilidade”, diz.

Embora o IBGE trate o crescimento do trabalho por plataformas de forma ampla, especialistas apontam que o debate sobre esse tipo de ocupação passa, cada vez mais, pela qualidade do modelo adotado. Nem todo trabalho ao volante oferece as mesmas condições, e a tendência é que soluções mais organizadas ganhem espaço à medida que o setor amadurece.

Um caminho possível para 2026

Para 2026, a expectativa da Autonomoz é ampliar a atuação em regiões onde empresas dependem de transporte regular para manter operações ativas. “Há uma demanda crescente por mobilidade estruturada fora dos grandes centros. Isso abre espaço tanto para empresas quanto para motoristas que buscam condições mais estáveis e previsíveis de trabalho”, afirma Farias.

Thaereh, por sua vez, não planeja mudar de rota. O que começou como alternativa após o fechamento da loja se transformou em um projeto de longo prazo. “Enquanto eu puder trabalhar, quero continuar”, diz. Em um mercado em transformação, a história dela ajuda a entender por que, para muitos brasileiros, o volante segue como caminho possível de trabalho e renda no início de um novo ano.

Sobre a Autonomoz

A Autonomoz é uma empresa brasileira de mobilidade corporativa que conecta motoristas autônomos a empresas que precisam de transporte programado de colaboradores em áreas urbanas e intermunicipais. O modelo prioriza viagens recorrentes, trajetos conhecidos e passageiros identificados, em contraste com a lógica de corridas por demanda.

Atualmente, a empresa opera em mais de 175 cidades e concentra uma comunidade de trabalho composta por mais de 1.000 motoristas parceiros. A estrutura interna conta com cerca de 120 colaboradores, responsáveis por suporte operacional, tecnologia e atendimento aos motoristas e clientes. O cadastro e a ativação de motoristas são realizados por meio dos canais oficiais da Autonomoz com etapas de validação e orientação para garantir a conformidade com os requisitos de segurança e qualidade.

Mais informações estão disponíveis em https://site.autonomoz.com.br/

Inova Pride gera ganhos de eficiência em toda a operação

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Inova Pride gera ganhos de eficiência em toda a operação

Programa criado para transformar sugestões de colaboradores em projetos práticos alcança 41 iniciativas em 2025 e reforça a cultura de inovação acessível na Pride Construtora.

O aumento de índices de satisfação com o trabalho na empresa está associado a uma maior participação dos colaboradores nos métodos de produtividade e cumprimento de tarefas. Estudos sobre o engajamento direto dos funcionários na gestão de processos apontam resultados positivos para todos, tanto do ponto de vista da empresa quanto dos colaboradores.

Esse movimento já alcançou empresas da área de construção civil como a Pride Construtora, que notou um vasto potencial na aplicação de iniciativas para incentivar o quadro de funcionários a influenciar de forma decisiva no dia a dia de trabalho. E os resultados estão aí. A Pride encerra o ciclo 2025 com resultados que confirmam a adesão da equipe de colaboradores a um modelo que apoia a inovação prática e conectado ao cotidiano da operação. Criado em 2024, o programa Inova Pride nasceu com o objetivo de mudar a lógica tradicional de inovação concentrada em áreas técnicas ou cargos de liderança. Na Pride, qualquer colaborador pode propor melhorias capazes de gerar eficiência, reduzir desperdícios ou aprimorar processos internos.

Uma pesquisa, baseada no impacto financeiro do engajamento dos colaboradores nos processos de gestão, ajuda a lançar luz sobre a importância deste tipo de cultura no ambiente corporativo. Em abril deste ano, a Gallup, uma empresa global de análise e consultoria, divulgou o relatório State of the Global Workplace. O documento mede o engajamento e o bem-estar global dos funcionários. Do ponto de vista financeiro, o estudo revelou que US$ 9,6 trilhões em produtividade têm potencial de serem acrescidos à economia do planeta (9% do PIB global).

Já o Estudo Engaja S/A – conduzido pela Flash, em parceria com a FGV-EAESP e o Grupo Talenses – mostra que no ambiente corporativo brasileiro há muito espaço para promover a adesão dos colaboradores em ações para melhorar a operação nas empresas. Por exemplo, 50% responderam que ainda se sentem “desengajados”, ou seja, um exército pronto a entrar em ação para aprimorar sua capacidade de trabalho. Entre outras descobertas do estudo, divulgado em fevereiro deste ano, também foi confirmado durante as mais de duas mil entrevistas com gestores e executivos que a definição de metas e valorização do feedback impactam um clima de trabalho produtivo entre as equipes.

Melhor clima

Esta última característica trazida pela pesquisa, focada em criar um melhor clima no ambiente corporativo, está presente no espírito de funcionamento do Inova Pride. Ele funciona a partir de um fluxo estruturado, que começa com a proposta do próprio colaborador, estimulando o protagonismo. Na sequência, o gestor da área atua como patrocinador e encaminha a ideia para avaliação do comitê responsável. As iniciativas são classificadas em três níveis: Bronze, Prata e Ouro, conforme a amplitude do impacto do projeto na empresa. O colaborador responsável apresenta o pitch do projeto, acompanha a execução e participa da mensuração dos resultados.

O ciclo 2025 do programa somou 41 projetos criados, classificados entre 4 Ouro, 22 Prata e 15 Bronze. Ao todo, as iniciativas representam 976 horas de ganhos operacionais e envolveram R$ 73 mil em premiações. Do total, 18 projetos já foram finalizados e outros 23 seguem em andamento, demonstrando um pipeline constante de melhorias.

Os resultados refletem o propósito do Inova Pride: entregar ganhos operacionais reais. Entre os impactos mais frequentes estão a redução de custos por meio de processos mais enxutos, a eliminação de desperdícios, otimizações de rotinas, aumento da produtividade e maior precisão na gestão por indicadores. Muitas iniciativas utilizam ferramentas como BI, Power Automate, ClickUp, List e otimizações do ERP Mega, além de práticas Lean que fortalecem a tomada de decisão baseada em dados.

Integração de áreas

Outro ponto de destaque é a integração entre áreas, impulsionada pela gestão de projetos via ClickUp, que aproxima equipes e estimula colaboração. Cada iniciativa segue um fluxo de diagnóstico, plano de ação, execução e revisão, o que ajuda a desenvolver tanto competências técnicas quanto comportamentais entre os colaboradores envolvidos.

“O incentivo à inteligência coletiva precisa acontecer nas organizações, pois boas ideias não têm hierarquia. Elas podem surgir do administrativo ou do almoxarifado. O que faz diferença é ter um ambiente em que essas ideias sejam levadas a sério”, afirma Thiago Kuntze, diretor executivo da Pride.

Além do reconhecimento interno, os autores dos projetos aprovados contam ainda com incentivo financeiro. “É um incentivo real, que contribui para manter a chama da inovação acesa em todos os níveis da organização”, finaliza o diretor.

Ao estruturar o programa com base em método, governança e escuta ativa, a Pride Construtora fortalece uma cultura de melhoria contínua que se renova a cada ciclo. Thiago Kuntze ressalta que o Inova Pride avança como um pilar estratégico para eficiência, engajamento e desenvolvimento de pessoas, “pavimentando um ambiente em que inovar faz parte da rotina”.

Sobre a Pride

Com mais de 13 anos de experiência no ramo imobiliário, a Pride tem mais de 4 mil unidades entregues em várias cidades do Paraná. Os empreendimentos são planejados para quem quer investir ou sair do aluguel. A empresa tem focado em empreendimentos que possam responder a todas as demandas e realidades dos clientes.

Pedalar, suar e sorrir: por que o spinning segue conquistando adeptos

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Pedalar, suar e sorrir: por que o spinning segue conquistando adeptos

Modalidade recebe inovações em rede de academia do Paraná. Cada aula procura cativar o aluno a uma imersão coletiva de incentivo mútuo, com resultados garantidos para todos 

Entrar em uma sala de spinning é, para muita gente, como atravessar uma porta para um novo estado de energia. Luzes vibrantes, música pulsante, ritmo envolvente, e uma sensação imediata de que ali começa um treino que transforma corpo e humor. A atividade, que se tornou uma das mais requisitadas do universo fitness, combina alta queima calórica com baixo impacto articular, fortalecendo pernas, glúteos e abdômen enquanto melhora a capacidade cardiorrespiratória. Tudo isso em uma bicicleta estacionária que, paradoxalmente, leva o aluno muito mais longe do que ele imagina: na autoestima, na disposição e na sensação de bem-estar alimentada por endorfina.

Esse encanto não é por acaso. O spinning reúne estímulo físico e mental em um formato dinâmico, divertido e acessível para diferentes idades. A cada pedalada, há ganhos concretos: melhora na circulação sanguínea, redução de colesterol e glicose, menor risco de lesões e até diminuição da celulite, graças à combinação de esforço muscular e aumento do fluxo sanguíneo local. É uma modalidade que, quando bem conduzida, equilibra intensidade e autonomia, sem perder o clima contagiante que faz cada aula parecer um evento.

A experiência Force One: imersão, tecnologia e liberdade para pedalar

A partir dessa atmosfera envolvente, a rede Force One desenvolveu seu próprio conceito de aula: o Force Spinning Tech, uma modalidade virtual ministrada pelos melhores professores da rede, disponível em diversos horários do dia nas salas exclusivas de spinning. Tudo começa no telão, instalado em frente às bicicletas dos alunos, de onde o professor comanda a sessão, ao som de uma trilha sonora pulsante para incentivar a todos. Com duração de até 25 minutos, o treino une alta queima calórica, tonificação muscular, estímulo cardiorrespiratório e uma dose generosa de diversão, sendo embalado pela estrutura moderna das unidades.

Mas na Force One, a proposta vai além da simples pedalada e os exercícios embalados ao som das músicas que mantêm em alta o pique da aula. Outros detalhes que ajudam nos treinos: as salas são propositalmente escuras, com iluminação cênica exclusiva, feita para criar um clima de show, enquanto o som marca o ritmo e convida à imersão completa. “A batida define o ritmo da pedalada. Tem aluno que fecha os olhos. Outro dança com os ombros. Todo mundo se move, mas sem competição”, explica o educador físico Augusto Lacerda. A lógica é clara: quem encontra liberdade para modular o próprio treino descobre também mais autonomia, um dos pilares da motivação autêntica.

Esse ambiente acolhedor favorece a participação de públicos muito diferentes. Augusto vivencia isso diariamente. “Já dei aulas de spinning com adolescentes e idosos na mesma turma. Todos pedalando juntos, cada um com sua carga, no seu tempo. E sorrindo”, conta. Para ele, a inclusão não está apenas em permitir diferentes ritmos, mas em fazer cada aluno se sentir capaz. Ajustar a intensidade ao corpo, à história e ao momento de cada um fortalece a sensação de competência e, consequentemente, a autoconfiança.

Mas há um fator que pesa tanto quanto o estímulo físico: o vínculo criado dentro da sala. “Quando o aluno se sente acolhido pelo ambiente e pelo grupo, ele quer voltar”, afirma Augusto. Esse sentimento de pertencimento, mesmo em uma atividade que, na teoria, é individual, faz com que as pessoas se conectem entre si e, por tabela, com seus próprios objetivos.

O poder das aulas coletivas: ciência confirma benefícios extras

E essa percepção não é apenas testemunhada durante os treinos, de forma empírica. A ciência tem reforçado a força das atividades em grupo, especialmente no caso do spinning. Um estudo conduzido em 2023 pela University of New England College of Osteopathic Medicine, nos Estados Unidos, avaliou os impactos emocionais e físicos de praticantes que se exercitavam individualmente e de pessoas que frequentavam aulas coletivas.

Os resultados foram claros: quem participava das aulas em grupo relatou níveis significativamente menores de estresse e uma maior qualidade de vida física, mental e emocional, superando largamente os que treinavam sozinhos. Já o grupo sem exercício não apresentou mudança em nenhuma das medidas avaliadas.

O estudo reforça que, embora qualquer forma de atividade física traga benefícios, o apoio social encontrado nas aulas coletivas pode encorajar as pessoas a se esforçarem mais, a obter melhores resultados e até a transferir o impacto emocional positivo para o restante do dia. A sensação de pertencimento, a motivação compartilhada e o humor elevado após o treino ajudam a manter a regularidade, transformando a experiência de exercício em algo prazeroso e sustentável.

Na Force One, onde a música, o ambiente e o suporte do professor criam uma experiência marcante, esses efeitos aparecem de forma ainda mais evidente. “O aluno não vem só para pedalar. Ele vem para se sentir bem”, resume Augusto. E é exatamente essa combinação de emoção, movimento e conexão que torna o spinning uma das práticas mais completas do universo fitness.

Sobre a Force One

A Force One nasceu em 2017, em Cianorte (PR), com uma proposta clara: acolher diferentes perfis de alunos, oferecendo estrutura de qualidade e preços acessíveis, sempre com foco na experiência do usuário. O que começou como um projeto regional cresceu de forma acelerada. Hoje, a rede está consolidada como uma das maiores do Sul do Brasil, somando 19 academias e mais de 35 mil alunos ativos.

Em 2025, a marca inaugurou três novas unidades e planeja encerrar o ano com 20 endereços. Com áreas amplas de musculação, equipamentos modernos de cardio, salas climatizadas e vestiários com chuveiros aquecidos, a Force One investe em tecnologia e praticidade como diferenciais. O portfólio inclui mais de dez modalidades, entre elas Pilates One, Black Hiit, Force Fight e o próprio Force Spinning Tech.

Toda a experiência é integrada ao Force One App, que reúne treinos, acompanhamento nutricional e histórico de desempenho, ampliando o vínculo com o aluno dentro e fora da academia.

Com essa união de estrutura, acolhimento e inovação, a Force One reforça seu compromisso com a saúde, o bem-estar e o prazer de treinar. São valores que se refletem em cada pedalada.

Protetor solar: qual é o produto ideal para você?

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Farmácias Nissei apresenta um guia prático para auxiliar os clientes na escolha da proteção solar ideal para cada tipo de pele

Com a chegada do verão e o aumento da exposição solar, cresce a busca por produtos que promovam a proteção da pele contra os raios UVA e UVB. São muitas as opções disponíveis, por isso para esclarecer as principais dúvidas dos consumidores, as farmácias Nissei preparou um guia prático sobre os diferentes níveis de FPS e as indicações específicas com a linha Aishy, própria da rede.

“Percebemos que as pessoas chegam às nossas lojas cada vez mais conscientes sobre a importância da fotoproteção, mas ainda têm dúvidas sobre qual fator escolher e como incorporar o protetor solar na rotina. Nosso papel vai além da venda – queremos educar a população e ajudar cada pessoa a encontrar o produto que realmente fará diferença no seu dia a dia”, explica Maurício Poliquesi, farmacêutico da rede.

Para isso, junto a orientação sobre todos os produtos disponíveis, as farmácias Nissei também possuem uma linha de produção própria de proteção solar, garantindo acessibilidade e baixo custo para popularizar os cuidados com a pele. A linha Aishy de protetores solares que inclui opções para toda a família, desde corporais em diferentes fatores de proteção até versões específicas para o rosto e uma formulação especial para a pele delicada das crianças. Para isso, o farmacêutico destaca quais são os fatores de proteção solar e produtos indicados para cada situação.

Protetor para usar todos os dias

Para quem não abre mão da proteção diária, protetores com FPS 30 são indicados. “Na Nissei, o Protetor Solar Aishy Corporal FPS 30 (120g e 200g) se destaca para o uso diário, por ter textura leve e toque seco. É resistente à água, hidratante e de rápida absorção”, comenta o farmacêutico

Peles sensíveis independente do tempo

Peles muito claras ou com alergias tendem a ter mais queimaduras solares, principalmente pela falta de melanina, substância que age em proteção dos raios UVA/UVB. Para estes casos, Maurício recomenda o Protetor Solar Aishy Corporal FPS 50 (120g e 200g), que garante alta proteção, previne fotoenvelhecimento com ação antioxidante e se espalha facilmente pela pele, sem deixar manchas esbranquiçadas.

Proteção máxima e cuidado com o rosto

Na busca pela proteção máxima desenvolvida especialmente para o rosto, o Protetor Solar Aishy Facial FPS 70 (50g) se destaca pelo FPS mais alto da linha, também disponível para uso corporal. “Por ser hipoalergênico, não acneico e com toque seco, esse protetor é recomendado para uso no corpo todo”, reforça.

Proteção infantil
“Para as crianças, além de um alto fator de proteção, é indispensável uma fórmula que não gere alergias, seja na pele como respiratória, oftalmológica e outros”, alerta o farmacêutico. Específico para o público infantil, o Protetor Solar Aishy Kids FPS 60 (120g) possui formulação suave, não arde os olhos e é livre de fragrâncias e parabenos.

Tomei sol, e agora?
O cuidado pós exposição solar também é extremamente importante, seja para tratar possíveis queimaduras como até prolongar bronzeados. Para isso, o Gel Hidratante Aishy Pós-Sol (120g) acalma e hidrata a pele de forma refrescante e que ajuda a prolongar o bronzeado. “Por mais que o uso do protetor seja obrigatório, precisamos também divulgar os benefícios da hidratação pós exposição. Produtos pós-sol não servem apenas para tratamento de queimaduras, mas também como apoio na manutenção do tecido, reforçando a hidratação e prevenindo até mesmo insolação”, finaliza.

Sobre as Farmácias Nissei

Com 39 anos de tradição no mercado paranaense e atuação nos estados do Paraná, São Paulo, Santa Catarina, Goiás e Distrito Federal, a Nissei é considerada a sexta maior rede de farmácias do país em número de lojas, segundo o ranking da Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias), e a maior do estado do Paraná. A rede é credenciada do Programa do Governo Federal Farmácia Popular, que oferta descontos especiais e até remédios essenciais gratuitos.

A empresa conta hoje com mais de 470 lojas, que geram mais de 8 mil empregos diretos e atendem a mais de 4 milhões de clientes por mês. A rede foi responsável por introduzir o conceito de drugstore no mercado paranaense e oferece ao estado o maior número de farmácias 24 horas. As lojas são conhecidas por seus espaços modernos, de fácil localização, amplos estacionamentos, diversidade de produtos e disponibilidade de farmacêuticos qualificados, que promovem o melhor atendimento profissional.

Verão, férias e esporte: Projeto Jogada Certa abre inscrições para crianças e adolescentes nas cidades de Curitiba, Londrina, Araucária e São José dos Pinhais

Com a chegada do verão e das férias escolares, surge a oportunidade perfeita para crianças e adolescentes aproveitarem o tempo livre com saúde, aprendizado e diversão. Estão abertas as inscrições para o Projeto Jogada Certa, uma iniciativa 100% gratuita, realizada em parceria com o Ministério do Esporte, que oferece aulas de futebol e vôlei aliadas a atividades de cidadania e desenvolvimento social.

O projeto é voltado a crianças e adolescentes de 7 a 18 anos e é executado pela organização social GERAR – Geração de Emprego, Renda e Apoio ao Desenvolvimento Regional. As atividades acontecem em Curitiba, São José dos Pinhais, Araucária e Londrina, beneficiando cerca de 250 participantes.

Além de ocupar o período das férias e do contraturno escolar de forma positiva, o Jogada Certa garante aos participantes acesso totalmente gratuito a:

  • Aulas com professor de Educação Física qualificado;
  • Material esportivo completo;
  • Kit lanche em todos os encontros (suco, sanduíche natural e fruta);
  • Chuteira, camiseta do projeto, mochila e uniforme de futebol;
  • Medalha ao final do projeto, em um festival de encerramento.

Segundo o coordenador do projeto, Matheus Jussen, o esporte é uma poderosa ferramenta de transformação social:

“O verão e as férias são momentos ideais para oferecer às crianças e adolescentes experiências positivas. No Jogada Certa, mais do que aprender futebol ou vôlei, eles desenvolvem valores como respeito, disciplina e trabalho em equipe. Tudo isso em um ambiente seguro, acolhedor e sem nenhum custo para as famílias.”

O projeto contribui para o desenvolvimento motor, cognitivo e social dos participantes, fortalecendo o senso de pertencimento e incentivando hábitos saudáveis desde cedo.

As inscrições já estão abertas.
Garanta a vaga e transforme as férias em uma experiência inesquecível por meio do esporte!
Interessados podem entrar em contato com Emily pelo telefone (41) 98728-1295 ou acompanhar o projeto pelo Instagram: @projetojogadacerta.

Locais das turmas

Curitiba

  • Praça Renato Russo – Rua Velcy Bolívar Grandó, 9-37 – Uberaba (aulas à tarde)
  • Rua Olivardo Konoroski Bueno, 100 – Tatuquara – CEP 81470-390 (aulas à tarde)

São José dos Pinhais

  • Rua Antônio Oliveira, 83 – Moradias Trevisan – CEP 83020-255 (aulas manhã e tarde)
  • Rua dos Papagaios, 320 – Bairro Aviação – CEP 83045-650 (aulas manhã e tarde)

Araucária
Av. das Araucárias, 3437 – Thomaz Coelho – CEP 83707-065 (aulas manhã e tarde)

Londrina
Rua da Cidadania, 299 – Jardim União da Vitória II – CEP 86044-346

Sicredi lança multicotador para seguros de condomínio

Nova plataforma, integrada com três seguradoras, traz agilidade e tecnologia na contratação de seguros condominiais

O Sicredi, instituição financeira cooperativa com presença nacional e mais de 9,5 milhões de associados, acaba de lançar o multicotador de seguros de condomínio, uma solução inovadora que demonstra múltiplas opções de cobertura e preços simultaneamente no processo de cotação do produto. A novidade – que integra as três seguradoras líderes do mercado, Allianz, HDI e Tokio Marine – garante mais agilidade e praticidade no atendimento aos associados.

Entre os principais benefícios da ferramenta estão a interface única e simplificada, que apresenta as cotações das três seguradoras e minimiza falhas e duplicações no processo de inserção de dados em múltiplas plataformas. A solução permite comparar propostas rapidamente, sem a necessidade de acessar sistemas diferentes, reduzindo o tempo de cotação e aumentando a eficiência do processo comercial. Desenvolvido para suprir uma lacuna no mercado, o multicotador de seguros para condomínios também foi projetado com flexibilidade para expansão, permitindo a inclusão de novas seguradoras e funcionalidades no futuro.

“O multicotador é muito mais do que uma ferramenta tecnológica. Ele representa um avanço na forma como oferecemos soluções aos nossos associados. Com essa plataforma, as cooperativas do nosso Sistema podem atender às necessidades dos condomínios com mais agilidade e simplicidade, oferecendo variedade de coberturas e a segurança de operar com três das maiores seguradoras do mercado. Estamos confiantes de que essa inovação vai fortalecer nossa presença no segmento”, afirma Thiago Rossoni, diretor de Produtos e Serviços do Sicredi.

Compromisso com o setor

Com presença cada vez mais estratégica no mercado condominial, o Sicredi vem consolidando sua atuação junto ao setor nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, reconhecendo a relevância econômica e social dos condomínios para o desenvolvimento local. No Rio de Janeiro, a cooperativa foi patrocinadora da Feira de Condomínios e Síndicos Profissionais do Secovi Rio no ano passado e, em 2026, ampliou e renovou a parceria, com participação prevista em eventos em diversas cidades do estado. No Paraná, o relacionamento com o Secovi Paraná reforça esse compromisso com o setor.

No Brasil, existem aproximadamente 520 mil condomínios ativos, entre residenciais, comerciais ou mistos, segundo o Instituto Nacional de Condôminos (INCC). No Sicredi, são mais de 40 mil associados ativos com CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) Condomínio. 

Atualmente, o artigo 1.346 do Código Civil estabelece a obrigatoriedade de contratação de seguro para edificações residenciais, comerciais ou mistas. Além disso, muitas convenções condominiais exigem a apresentação de três cotações antes da contratação, reforçando a importância da ferramenta para garantir transparência e melhor escolha. 

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 9,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui  
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Opinião: Não se planeja a escola do século XXI com a lógica do XIX

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Paulo Roberto Cordeiro Rocha*

É curioso como a escola brasileira continua prometendo formar cidadãos — mas trata o aluno como se fosse uma máquina de marcar X. Desde sempre, a régua é o vestibular. E enquanto isso, falamos de protagonismo estudantil, habilidades socioemocionais, pensamento crítico. Na prática, a aula segue igual: fila, silêncio, caderno copiado e prova de múltipla escolha.

O discurso da “Educação 5.0” está na moda. Personalização, sustentabilidade, tecnologia, empatia — tudo cabe nesse pacote colorido. Mas a pergunta incômoda é: quem vai bancar isso? Quem vai sustentar uma educação personalizada em turmas com 40 estudantes, dois turnos e salários parcelados?

A Finlândia é sempre citada. Parece até meme de educador. Sim, lá o currículo é atualizado, os professores são valorizados, e os estudantes aprendem brincando, muitas vezes numa floresta. Mas ignoramos um dado básico: o professor finlandês tem, no mínimo, mestrado e tempo para preparar suas aulas — dois luxos raros por aqui. Em Portugal, a Escola da Ponte é genial, mas funciona com uma estrutura que exigiria uma revolução completa na nossa gestão pública.

Não se trata de copiar modelos, pois a educação que não é conectada ao contexto é estéril, mas eles servem para nos inspirar e mostrar que é possível ofertarmos uma educação de qualidade às nossas crianças. Mas antes de qualquer mudança, precisamos nos olhar no espelho, senão é pura ilusão. Aqui, a escola ainda luta para garantir o básico: merenda decente, banheiro limpo, professor na sala. É sobre isso que deveríamos estar falando antes de sonhar com impressoras 3D e aprendizagem por projetos.

A evasão no Ensino Médio é um grito abafado. Os jovens saem porque não se veem ali. Porque o que se ensina parece não ter nada a ver com a vida real. O currículo é tão fragmentado que ninguém sabe mais por que estuda. Pergunte a um aluno de 16 anos para que serve a aula de física que ele teve hoje. A resposta vai do silêncio à ironia. Quem leva isso a sério sabe que “inovar” não é colocar tablet na mão da criança — é mudar a lógica da relação.

É preciso ter coragem para admitir que parte da escola atual fracassa não por falta de boas intenções, mas por fidelidade a um modelo que morreu e ninguém enterrou. A escola que separa mente e corpo, que pune o erro, que valoriza mais a nota do que o afeto, não serve mais. Se fosse falar dos modelos avaliativos então, daria um novo artigo. Isso tudo persiste porque é confortável para quem manda.

Michel Desmurget tem razão ao soar o alarme sobre o excesso de telas. O problema maior, porém, não está só no celular, mas no abandono silencioso dos vínculos. O estudante se isola na tela porque não encontra sentido no mundo adulto ao redor. E isso inclui a escola.

Não precisamos de palavras bonitas, precisamos de políticas corajosas. Que enfrentem o descompasso entre o que a escola diz que é e o que ela faz todos os dias. Que deem ao professor tempo para estudar, autonomia para criar e dignidade para ficar.

Queremos empatia? Comecemos pela escola. Mas não apenas para os estudantes. A escola também precisa de empatia institucional. Porque ninguém consegue cuidar se está sendo descartado.

A educação precisa fazer sentido na medida da capacidade de cada indivíduo. Podemos e devemos usar as máquinas, mas sem esquecer que estamos educando humanos.

*Paulo R. C. Rocha é vice-presidente do Biopark.

Estratégia faz Hospital de Clínicas de São Paulo implementar tecnologia inteligente e preventiva nas ruas e avenidas do seu entorno

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Quadrilátero da Saúde e Ensino Público mostram como tecnologia, integração institucional e participação social elevaram a segurança a outro patamar

O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) inovou na forma de proteger pacientes, profissionais e moradores do entorno ao exercitar além de um modelo tradicional, baseado na resposta a ocorrências, por uma estratégia preditiva e preventiva apoiada em tecnologia. Desde 2015, o HC-FMUSP desenvolve um sistema integrado de segurança urbana, estruturado em equipes multidisciplinares, diálogo permanente com forças públicas e uso de ferramentas de monitoramento. Nos últimos anos, esse processo incorporou os Postos Eletrônicos de segurança desenvolvidos pela Helper, equipamentos instalados e aprimorados desde 2017 e que hoje se consolidam como peça de composição na proteção no Quadrilátero da Saúde e Ensino Público na Cidade de São Paulo.

Instalados em pontos estratégicos — como a Avenida Dr. Arnaldo (próximo ao Viaduto Okuhara Koei), a Avenida Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, áreas do entorno do IML Central e a Rua Cotoxó — os Postos integram um ecossistema de segurança conectado.
Mais do que estruturas físicas, funcionam como pontos inteligentes de monitoramento e comunicação, reunindo visão 360°, áudio para orientação e alertas, iluminação integrada e botão de emergência, todos conectados à Central de Comando e Controle do HC-FMUSP, ampliando a capacidade de prevenção, resposta e coordenação operacional. Desde o início da operação, os novos dispositivos contribuíram para uma redução de aproximadamente 87% nas ocorrências de furtos e roubos, na comparação entre 2017 e 2023, com impacto direto para as mais de 45 mil pessoas que circulam diariamente pelo maior complexo de saúde pública da América Latina.

De acordo com Josué Paes, Relações Institucionais em Segurança na Diretoria de Segurança Corporativa do HC-FMUSP, o fator inovar com tecnologia robusta e integrada nas ruas e avenidas do entorno do HC-FMUSP permitiu avançar de um modelo reativo para uma lógica capaz de antecipar riscos, orientar e conscientizar a população frente a importância de cuidar dos seus pertences e organizar respostas de forma colaborativa entre as instituições envolvidas.

Segurança validada por quem vive e trabalha na região

A consolidação da estratégia se reflete na percepção cotidiana de quem circula pelo entorno do HC-FMUSP. Usuários relatam que os Postos Eletrônicos atuam como uma “presença de segurança 24 horas”, promovendo apoio preventivo e ostensivo permanente à população. A sensação de proteção, afirmam, aumenta porque “as pessoas sabem que há uma segurança no local”.

Entre os profissionais que atuam no Quadrilátero da Saúde e Ensino Público HC-FMUSP, o impacto e melhorias também são reconhecidos. Para o infectologista do Instituto Emílio Ribas, Doutor Sérgio Cimerman, a solução “soma muito para a segurança urbana, na prevenção e na proteção da sociedade”. Já o prefeito do Quadrilátero da Saúde, Prof. Dr. Raymundo Soares de Azevedo Neto, destaca o caráter dissuasório dos equipamentos: os Postos Eletrônicos  ajudam a “desestimular potenciais criminosos pela percepção do aparato de ação e olhar para o ambiente em tempo real e pelos alertas de áudio”.

Tecnologia inspira expansão e integração com Unidades de Serviços de Segurança Pública

O desempenho no Quadrilátero da Saúde e Ensino Público HC-FMUSP transforma o case do HC-FMUSP em referência para iniciativas de segurança urbana, como o aumento do número dos Postos Eletrônicos Helper na Área Central de São Paulo, e impulsiona a expansão dos Postos para outras cidades e projetos governamentais. Segundo o diretor da Helper Tecnologia, Edison Endo, os equipamentos representam um avanço significativo na lógica de prevenção e proteção à população. “Os Postos Eletrônicos elperHel Helper não apenas contribuem para reduzir a criminalidade e ampliar a sensação de proteção, como também representam um avanço no conceito de segurança preventiva e protetiva”, afirma. Ele acrescenta que a integração com projetos de segurança pública agiliza o atendimento às ocorrências: “Em um único dispositivo, diversas funcionalidades exclusivas atuam no combate à criminalidade”.

O Governo do Estado de São Paulo também iniciou, no último ano, um projeto-piloto no Centro da Capital, com totens instalados na Rua 25 de Março, na Praça da República e na região das cenas abertas de uso. Os equipamentos incluem botão de emergência, câmeras 360°, leitura de placas e, em alguns pontos, um sistema em teste que permite vídeo chamadas diretas com o Centro de Operações da Polícia Militar de São Paulo.

O conjunto dessas iniciativas – do HC-FMUSP com Projetos de Segurança Pública e ao Centro da Capital de São Paulo – evidencia como a combinação de monitoramento contínuo, resposta ágil e inovação tecnológica molda um novo paradigma de segurança urbana. “Ao unir tecnologias, integrá-las e contar com a participação social, o HC-FMUSP consolida um case que antecipa riscos, fortalece a sensação de segurança e inspira modelos que se conectem com as diretrizes do que chamamos de Cidades e Comunidades Inteligentes”, menciona Josué Paes.

Sobre a Helper Tecnologia

A Helper Tecnologia é uma empresa que desenvolve e aplica tecnologia avançada para a segurança e monitoramento das cidades brasileiras. Conta com a visão inovadora de um time de executivos com grande experiência nas áreas de segurança e projetos voltados ao setor público. 

Responsável pela criação e pela patente dos Totens de Segurança que oferecem recursos como: formato imponente e robusto à prova de vandalismo, sistema de giroflex – que remetem às viaturas policiais -, botão de emergência, comunicador bidirecional de alta potência, que enviam alertas à população, mensagens automáticas de áudio e monitoramento por câmeras 360°. A empresa está alinhada às tendências de cidades inteligentes e conectadas, usando os benefícios da digitalização para oferecer serviços eficientes e, com isso, melhorar a segurança e a qualidade de vida das pessoas.

ARTIGO – O “S” que dá sentido ao ESG

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*Por Carmem Murara

Toda transformação começa quando alguém decide olhar para o outro. Essa atitude, simples e ao mesmo tempo profunda, é o que confere sentido real à sigla ESG, sobretudo ao “S”, que simboliza o social. Em tempos em que sustentabilidade e governança ganham espaço nas agendas corporativas, o pilar social ainda é, muitas vezes, o mais negligenciado. E justamente por isso, o mais urgente.

O “S” é o coração do ESG. Ele revela como uma instituição, seja ela pública, privada ou do terceiro setor, se posiciona diante da desigualdade e das oportunidades desproporcionais que marcam o país. Não se trata de caridade, mas de responsabilidade social e política. Em um Brasil que ainda convive com altos índices de pobreza, exclusão e evasão escolar, falar em ESG sem considerar o impacto humano é esvaziar o conceito. O social não é um adendo — é a base sobre a qual se constrói qualquer projeto de transformação verdadeira.

Na educação, por exemplo, o “S” se manifesta quando o gestor entende que ensinar é também um ato político. Garantir acesso à escola, criar ambientes de pertencimento, ouvir as famílias, acolher a diversidade e promover oportunidades para quem mais precisa são decisões que refletem escolhas de sociedade. Cada bolsa de estudo, cada projeto comunitário, cada espaço de escuta é uma forma concreta de promover equidade. Educação não é apenas transmissão de conhecimento, mas instrumento de justiça social e de cidadania.

Esse compromisso também se expressa na saúde, na cultura, na assistência e em tantas outras áreas em que a presença institucional pode mudar realidades. O “S” está nas ações de inclusão, nas políticas de apoio e nas iniciativas que ampliam o acesso e garantem dignidade a quem, historicamente, foi deixado de lado. É o social que transforma discurso de ESG em impacto real — não no relatório anual, mas na vida das pessoas.

E ele começa dentro de casa. Organizações que cuidam de quem faz parte delas (colaboradores, fornecedores, profissionais, voluntários) constroem bases sólidas para gerar impacto positivo fora. Um ambiente de trabalho saudável, diverso e respeitoso não é um favor, é política de gestão. É ali que nascem o engajamento, a criatividade e a disposição para inovar em prol de um bem comum.

Mais do que cumprir metas e validar conformidades, incorporar o “S” é construir coerência entre propósito e prática. É entender que cada decisão, do orçamento aos projetos sociais, produz efeito coletivo. É transformar valores em atitudes e intenções em políticas. O verdadeiro ESG não se mede apenas em indicadores ambientais ou financeiros, mas em vidas impactadas, comunidades fortalecidas e relações mais justas.

O “S” é o que garante que o ESG não seja apenas marketing. Ele exige compromisso e visão de longo prazo. Exige que instituições e lideranças compreendam que o desenvolvimento sustentável passa, antes de tudo, por inclusão e justiça social. Sem humanidade, não há sustentabilidade possível. 

Investir no social é investir em cidadania. É apostar em um país em que educação, saúde e dignidade sejam direitos, não privilégios. Porque, no fim das contas, transformar pessoas é a forma mais poderosa de transformar o país. Sem humanidade, não há sustentabilidade possível. O “S” é o elo que conecta o propósito à prática, o discurso ao resultado. E esse “S” não é só uma letra — é o que dá sentido a todas as outras do ESG.

*Carmem Murara é diretora de Relações Institucionais e Governamentais do Grupo Marista.

Confraria de Conselheiros e Governança recebe presidente do conselho do Grupo Laguna

O primeiro encontro de 2026 da Confraria de Conselheiros e Governança foi marcado por uma apresentação de Gabriel Raad, cofundador e vice-presidente do conselho do Grupo FAR/Laguna, especializado na gestão de empreendimentos imobiliários de grande valor.

O grupo é administrado pela holding Sorrento, que conecta todas as áreas de atuação da marca, incluindo empresas de alimentação, infraestrutura, investimentos financeiros e mercado imobiliário. “A gente é uma típica empresa familiar e tenho muito orgulho disso”, conta Gabriel Raad.

A holding realiza auditorias externas, é responsável pelos controles internos das empresas do grupo, gestão de bens, investimentos, contabilidade e governança corporativa. “Nosso conselho de administração tem controles internos muito rígidos e específicos que garantem a transparência de todas as nossas operações. Ética é um preceito fundamental que seguimos”, acrescenta o vice-presidente do Conselho do Grupo Laguna.

“Este será um ano de consolidação e crescimento para a Confraria, que tem um papel fundamental de educar o mercado. O noticiário atual não deixa dúvidas sobre a importância de conselhos e governança em grandes empresas, como bancos, big techs e também em empresas de menor porte”, ressalta o presidente da Confraria de Conselheiros e Governança, Idevan Lopes.

Realizado na Perfacto Casa, loja de mobiliário sob medida de alto padrão que une arquitetura, design e mercado imobiliário, o evento contou com a presença dos confrades e convidados da diretoria.

Ao todo, a Confraria de Conselheiros e Governança é composta por 40 líderes empresariais e é voltada ao networking, fomento da governança corporativa e à formação e estruturação de conselhos consultivos e de administração nas empresas.