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Merendô cria ações para hábitos saudáveis na alimentação de alunos da rede pública de ensino do país


Marca associada à Polpa Brasil ajuda mais de 1,5 milhão de alunos em quatro estados brasileiros

Pesquisas indicam que o consumo regular de alimentos ultraprocessados gera impactos para toda a vida. Um estudo de 2022 divulgado pela Universidade de São Paulo (USP) – realizado em parceria com outras instituições de ensino na área médica e nutricional – aponta uma média de 57 mil mortes prematuras por ano no Brasil associadas a comidas feitas à base de muitos conservantes e produtos químicos. Trata-se de um número alto, equivalente ao gerado em uma guerra entre países.

Na contramão desse cenário, surgem debates e sobretudo ações cruciais da iniciativa privada que apontam para uma redução da mortalidade e melhora da saúde da população, já a partir da infância: o oferecimento de alimentos livres de componentes associados ao câncer, obesidade, doenças do coração e ligadas à demência. Neste contexto, a escola é um ambiente ideal para ajudar a mudar a mentalidade e os hábitos de consumo alimentar, preservando a saúde desde os primeiros anos de vida.

Produtos sem conservantes
A Merendô está alinhada às ações e políticas públicas para implementar uma alimentação mais saudável no ensino público. Inclusive, a atual legislação da merenda escolar prioriza alimentos mais saudáveis, com redução de açúcar e menor presença de ultraprocessados.

A Merendô é uma marca da Polpa Brasil, fornecedora de frutas e vegetais desidratados, sem acréscimo de açúcar e conservantes para a indústria de alimentos, entre outros segmentos.

A empresa fornece produtos para as redes públicas de ensino do país na esfera municipal, estadual e federal no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo.
As barrinhas de frutas livres de componentes artificiais são o item mais requisitado pelas redes públicas de ensino que a marca atende. “Ao todo, mais de 1,5 milhão de alunos são impactados diariamente pelos produtos da Merendô, ajudando a estabelecer uma nova cultura na rotina alimentar dos alunos e também de suas famílias”, afirma Ramon Lacowicz, diretor e sucessor da Polpa Brasil.

Impacto na formação de hábitos alimentares
Para a Merendô não é só o fornecimento regular de alimentação escolar saudável que irá fazer a diferença. Em muitos casos, a refeição oferecida na escola é a principal do dia para o estudante, o que amplia a responsabilidade sobre a qualidade nutricional dos produtos. A meta, portanto, é oferecer produtos minimamente processados e com maior teor de fibras e micronutrientes em comparação a lanches industrializados tradicionais.

A Merendô produz atualmente mais de 200 toneladas de alimentos por ano, com capacidade instalada para chegar a 400 toneladas anuais de barras de frutas. O canal escolar representa 100% do faturamento da marca, que comercializa seus produtos diretamente a órgãos públicos e por meio de distribuidores especializados em licitações.

Aprovação
Para serem incorporados aos cardápios públicos, os produtos passam por testes de aceitabilidade conduzidos por nutricionistas dos órgãos responsáveis. Nas localidades onde está presente, a Merendô obteve índice superior a 85% de aprovação entre os alunos. Trata-se do percentual mínimo exigido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação nas diretrizes do Programa Nacional de Alimentação Escolar.

“A legislação da merenda vem mudando muito nos últimos anos e incentivando cada vez mais o consumo de alimentos saudáveis, com redução de açúcar e de ultraprocessados. Isso tem tudo a ver com o que fazemos na Polpa Brasil. Trabalhamos com frutas e vegetais desidratados e desenvolvemos produtos minimamente processados. Criar alimentos saudáveis para crianças a partir disso contribui para um futuro promissor e sustentável”, ressalta o diretor Ramon Lacowicz.

Sobre a Merendô
A Merendô é uma marca brasileira de alimentos focada em soluções práticas e nutritivas para a alimentação escolar e o consumo cotidiano. Seu portfólio inclui barrinhas à base de frutas, sem adição de açúcares e sem conservantes, desenvolvidas para atender às demandas de instituições de ensino, famílias e gestores públicos. Alinhada às novas diretrizes da merenda escolar, a empresa investe em processos produtivos estruturados para garantir padronização, segurança alimentar e regularidade no fornecimento. A Merendô atua em parceria com escolas, distribuidores e redes de alimentação, contribuindo para a promoção de hábitos alimentares mais equilibrados desde a infância e para a evolução da alimentação escolar no Brasil.

Coffee Party em Curitiba: Boticário leva Coffee Addictive para o centro da vida noturna com festas exclusivas por todo o Brasil

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Coffee Party em Curitiba: Boticário leva Coffee Addictive para o centro da vida noturna com festas exclusivas por todo o Brasil

Projeto conecta café arábica, música eletrônica e perfumaria em experiências sensoriais que chegam ao Paraná nos dias 20 e 21 de março

Em um momento em que encontros tradicionais parecem cada vez mais difíceis, uma nova forma de socialização começa a ganhar espaço entre jovens adultos: experiências sensoriais que substituem o encontro formal por conexões mais espontâneas. É nesse contexto que surgem iniciativas como as Coffee Parties, formato que mistura música, fragrância e experiências sensoriais para transformar a forma como as pessoas se encontram.

Inspirado por essa mudança de comportamento, O Boticário, marca nascida no Paraná e hoje presente em todo o Brasil, apresenta uma série de ativações que colocam Coffee Addictive no centro da vida noturna ao conectar café arábica, música eletrônica e perfumaria em uma atmosfera imersiva.

A abertura das Coffee Parties acontece em São Paulo, no dia 17 de março, na flagship do Boticário em São Paulo, em Pinheiros, que será transformada em uma festa eletrônica exclusiva para convidados. O evento marca o início da jornada da experiência pelo país e terá como destaque a presença de Gabriela Prioli e do DJ ATKÖ, casal que estrela a campanha de Coffee Addictive e traduz, na vida real, a intensidade, o magnetismo e a energia que definem o território da fragrância. A noite contará com headline assinada por ATKÖ, além de experiências sensoriais.

Após a estreia na capital paulista, o circuito segue para outras cidades brasileiras incluindo Curitiba, onde o público poderá vivenciar a proposta da marca nos dias 20 e 21 de março, a partir das 18h. As ativações também passam por Recife e Fortaleza, levando o mesmo conceito para diferentes regiões do país.

“A iniciativa reforça o posicionamento de Coffee Addictive ao assumir o desafio de ampliar a percepção de modernidade da marca. Ao nos apropriarmos de um formato em plena ascensão, como as Coffee Parties, passamos a ocupar de maneira proprietária o território da música eletrônica e a conectar fragrância, cultura e experiência de forma integrada”, Carolina Carrasco, Diretora de Branding e Comunicação do Boticário e Quem Disse, Berenice?.

Toda a estratégia se desdobra na Track Addictive, música autoral assinada por ATKÖ, que conecta as ativações físicas à campanha digital e se consolida como trilha sonora oficial do projeto. A faixa embala ainda a campanha estrelada por Gabriela Prioli e o DJ, reforçando o magnetismo e a química que traduzem o espírito de Coffee Addictive.

Serviço:

Coffee Party O Boticário

Local: O Boticário do Pátio Batel

Data: 20 e 21 de março

Horário: das 18h às 22h

Entrada gratuíta

Sobre O Boticário

O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos e marca primogênita do Grupo Boticário. A marca de beleza mais amada e preferida dos brasileiros* foi inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), e tem a maior rede franqueada** de Beleza e Bem-estar do Brasil com pontos de venda em 1.650 cidades brasileiras e com presença em 15 países. O Boticário conta com um amplo portfólio composto por itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais e está presente nos canais de loja, venda direta e e-commerce. Comprometida com as pessoas e o planeta, a marca possui o maior programa de logística reversa em pontos de coleta do Brasil, o Boti Recicla, além de fazer parte do movimento Diversa Beleza – um compromisso com a beleza livre de estereótipos – e não realizar testes em animais.    

Fontes: 

*Kantar, Worldpanel Division, LinkQ On-line, campo realizado durante o mês de dezembro de 2023. Total no Brasil: 9.079 lares. Marcas de Beleza são produtos, como perfumaria, cuidados com a pele e maquiagem;

** Associação Brasileira de Franchising (ABF). Ranking das 50 maiores redes de franquias do Brasil por número de unidades de 2022.

Chupeta ‘antiestresse’ vira moda entre adultos e preocupa especialistas

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Chupeta ‘antiestresse’ vira moda entre adultos e preocupa especialistas

Profissionais de saúde alertam para os riscos e indicam estratégias para eliminar o hábito

Após a onda dos bebês reborn, uma nova moda que começou na China e se espalhou nas redes sociais chama a atenção em todo mundo. O uso da chupeta ‘antiestresse’ por adultos está provocando discussões entre especialistas da área da saúde, pois além do aspecto comportamental, a tendência de adultos usarem um acessório atribuído às crianças também levanta questões relacionadas à saúde bucal.

“Essa atitude pode ocasionar alterações na mordida, no alinhamento e o desgaste irregular dos dentes em virtude da pressão constante. Também pode haver traumas periodontais, retrações gengivais que levam à exposição da raiz, gerando sensibilidade, mobilidade nos dentes e retração do osso”, explica a coordenadora do curso de Odontologia do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão (PR) e mestre em Endodontia, Thamara Maluf.

O uso frequente da chupeta por adultos ainda pode afetar a articulação temporomandibular – que liga a mandíbula ao crânio e permite os movimentos da boca – causar alterações na musculatura orofacial e zumbidos. As consequências podem ser dor, estalos, dificuldade para abrir ou fechar a boca e problemas relacionados à mastigação e à fala. 

Risco de infecções e outros males

Além de comprometer a dentição, o uso frequente do acessório infantil pode trazer outras ameaças à saúde. “Esse pequeno objeto pode aumentar a chance de infecções orais e respiratórias”, ressalta Thamara.

Os impactos psicológicos também não estão descartados. A especialista salienta que o uso da chupeta por adultos pode criar dependência comportamental como mecanismo de enfrentamento do estresse, o que dificulta a busca por estratégias mais saudáveis.

Reversão dos danos

Uma vez constatados, os problemas de saúde bucal provocados pela ‘chupeta antiestresse’ podem receber diferentes tratamentos, a depender da gravidade.

“Pequenas alterações na mordida podem se corrigir naturalmente, após a interrupção do hábito. Por outro lado, casos mais severos podem exigir tratamento ortodôntico, fisioterapia orofacial ou acompanhamento com especialista em disfunções temporomandibulares. Já as lesões musculares ou articulares precisam de acompanhamento odontológico especializado para controle da dor e reabilitação”, orienta a coordenadora do curso de Odontologia do Centro Universitário Integrado.

Dicas para abolir o hábito

Para quem deseja eliminar esse hábito – que traz mais prejuízos à saúde do que os supostos benefícios ‘antiestresse’ mencionados nas redes sociais, sem nenhuma comprovação científica – Thamara Maluf repassa algumas dicas.

· Técnicas de relaxamento: Pratique a respiração, meditação, atividade física ou alongamento. Isso ajuda o corpo e a mente a gerir as respostas ao estresse;

· Substitutos menos prejudiciais: Faça exercícios com bolinhas antiestresse ou a mastigação de gomas sem açúcar;

· Acompanhamento: Para casos em que o hábito esteja associado à ansiedade ou a compulsões, busque a ajuda de um psicólogo ou de outros profissionais de saúde;

· Orientação odontológica: Fale com um dentista para avaliar se já existem danos à saúde bucal, para receber apoio e prevenir casos mais graves.

Sobre o Centro Universitário Integrado

Localizado em Campo Mourão–PR, o Centro Universitário Integrado oferece, há mais de 25 anos, ensino superior de excelência reconhecido pelo MEC, com nota máxima no Conceito Institucional. Alinhado às demandas do mercado, a instituição busca promover uma formação voltada ao desenvolvimento de competências essenciais para os profissionais de hoje e do futuro. 

Conta com infraestrutura moderna, laboratórios com tecnologia de ponta, metodologias de ensino inovadoras e um corpo docente com sólida experiência acadêmica e prática profissional. 

Em 2022, implementou o Integrow — Ecossistema de Inovação Integrado, voltado à promoção da cultura empreendedora, da pesquisa aplicada e da inovação. 

Atualmente, o Integrado oferece mais de 60 cursos de graduação nas modalidades presencial, semipresencial e a distância — incluindo áreas como Direito, Medicina e Odontologia — além de mais de 70 cursos de pós-graduação em diversas áreas do conhecimento.

Hard Rock Cafe Curitiba aposta em pratos leves e saudáveis para celebrar St. Patrick’s Day

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Evento promete ambiente animado, boa comida e uma experiência especial para celebrar a tradicional festa irlandesa

Para as celebrações do St. Patrick’s Day, o Hard Rock Cafe Curitiba preparou uma campanha voltada para a experiência gastronômica compartilhada e saudável. Com o conceito “A sorte está no prato”, a proposta conecta o tema sorte, tradicional na celebração inspirada na cultura irlandesa, à ideia de fazer boas escolhas à mesa – convidando o público a aproveitar a experiência completa do restaurante, com boa gastronomia, música de qualidade e atmosfera festiva.

A ação prioriza opções mais leves. Entre os destaques do cardápio estão as saladas e as fajitas, servidas em porções generosas, ideais para compartilhar com amigos e família. As receitas valorizam o frescor dos ingredientes e a possibilidade de personalização. Os pratos podem ser combinados com diferentes proteínas, como frango, salmão ou steak, permitindo que cada cliente adapte a refeição às próprias preferências.

“Vivemos uma época em que as pessoas se preocupam com a saúde e fazem escolhas mais conscientes. Por isso, além de oferecermos o chope e os drinks tradicionais do St. Patrick’s Day, resolvemos apostar também nos pratos mais saudáveis e numa experiência diferenciada. Tudo com base nas pesquisas que fazemos com nossos clientes e nas análises das tendências de mercado”, explica o proprietário do Hard Rock Cafe Curitiba, Rafael Magosso.

Para completar a proposta, o restaurante também contará com programação de música ao vivo, com apresentações de folk e country rock, garantindo uma trilha sonora animada para a noite.

Serviço

Data: 17/03

Horário: das 11h às 00h

Apresentação ao vivo: Banda Framboesa Trio — a partir das 19h30

Local: Hard Rock Cafe Curitiba (Rua Buenos Aires, 50 – Batel)

SOBRE O HARD ROCK CAFE CURITIBA

Inaugurado em 2015, o Hard Rock Cafe Curitiba realiza em torno de 1.460 shows anuais. Instalada no bairro do Batel e com capacidade para receber simultaneamente 1.000 pessoas, a maior unidade da marca no Brasil já recebeu mais de 3 milhões de clientes desde sua abertura. O empreendimento conta com áreas para atender a vários formatos de eventos (corporativos e sociais), além de uma das lojas mais completas do Hard Rock.

Solo ‘Hiperfabulária Tropical’ retorna a Curitiba com proposta radical

Performance gratuita de Carmen Jorge mistura dança, política e caos nos dias 20 e 21 de março, na Casa Hoffmann

A artista da dança Carmen Jorge traz de volta ao palco, em Curitiba, o solo Hiperfabulária Tropical, uma performance que tensiona corpo, palavra e política em cena. As apresentações acontecem nos dias 20 e 21 de março, às 19h, na Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento, com entrada gratuita.

Inspirado no universo experimental do multiartista José Agrippino de Paula e da bailarina e coreógrafa Maria Esther Stockler, o espetáculo propõe uma experiência intensa, em que dança, texto e som se sobrepõem para criar um estado de “corpocaos”, conceito que atravessa toda a obra.

A montagem parte do romance PanAmérica (1967), marco do experimentalismo brasileiro e obra associada à Tropicália, para construir uma cena que questiona mitos culturais e confronta discursos dominantes. No palco, Carmen articula técnicas de dança urbana, como o Popping, com emissão de texto fragmentado, criando rupturas e um fluxo propositalmente instável.

Experiência entre colapso e reinvenção

Mais do que um espetáculo, Hiperfabulária Tropical se apresenta como um gesto performativo de resistência. A dramaturgia incorpora textos de Agrippino reinterpretados no corpo da artista, atravessando temas como destruição, reconstrução e a relação entre humanidade e natureza.

A obra também dialoga com o pensamento do líder indígena Ailton Krenak, evocando reflexões sobre a vida para além da lógica humana dominante. Em cena, o corpo assume estados físicos extremos, alternando contrações e rupturas de movimento que rompem com a ideia tradicional de espetáculo.

A criação conta ainda com colaboração da designer sonora Edith de Camargo, figurino de Luan Valloto e iluminação de Wagner Corrêa.

Trajetória e pesquisa

Fundadora da PIP Pesquisa em Dança, Carmen Jorge desenvolve desde 2002 uma pesquisa que cruza corpo, política e experimentação. Ao longo da carreira, apresentou trabalhos no Brasil e no exterior, além de atuar como coreógrafa, curadora e preparadora corporal em produções teatrais.

Hiperfabulária Tropical integra essa trajetória ao propor uma cena que transforma o corpo em território de conflito e criação, refletindo sobre o caos contemporâneo como sintoma e possibilidade de transformação.

O projeto Hiperfabulária Tropical é realizado com recursos do Fundo Municipal da Cultura de Curitiba.
🔗 www.criacorpo.art

Serviço:

Solo “Hiperfabulária Tropical” com Carmen Jorge

Onde: Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento (Rua Dr. Claudino dos Santos, 58 – São Francisco)
Quando: 20 e 21 de março (sexta e sábado)

*Obs.: No dia 21 terá intérprete de libras)
Que horas: 19h

Quanto: Entrada gratuita

Ficha Técnica:

Proponente: Arco Produções Artísticas

Realização: PIP Pesquisa em Dança

Concepção, Intérprete Criadora e Dramaturgia: Carmen Jorge

Produção: Bia Reiner

Design e Operadora de som: Edith de Camargo e Demian Garcia

Consultoria de Figurino: Luan Valloto

Iluminação: Wagner Corrêa

Diretor de Palco e cocriação luz: Marcio Juliano

Assessoria de Imprensa: Glaucia Domingos

Design Gráfico: Adriana Alegria

Vídeo: Lívea Castro e Alan Raffo

Fotógrafo: João Debs

Intérpretes de Libras: Kelly Cristina Caobianco

Romance inspirado no rock curitibano chega ao público dia 21

“Sobre rugas e músicas”, de Rodrigo Medeiros, será lançado dia 21 de março na Gabo – Livros e Vinhos, em Curitiba, com sessão de autógrafos e show musical.

A contagem regressiva já começou: no dia 21 de março, Curitiba recebe o lançamento de “Sobre rugas e músicas”, romance de estreia do escritor e músico Rodrigo Medeiros. O encontro com os leitores acontece às 16h, na Gabo – Livros e Vinhos, no bairro Água Verde, com sessão de autógrafos e apresentação musical do autor ao lado do músico Allan Yokohama, da banda Terminal Guadalupe.

Publicado pela editora paulista Fissura, o livro chega ao público após ser selecionado em um edital nacional e traz uma história em que música, memória e afeto atravessam gerações. Embora tenha sido escrito há 15 anos, o romance chega agora nas livrarias com uma narrativa que mistura sensibilidade, rock e redescobertas familiares.

Ambientada no universo musical, a trama acompanha Bruno, jovem músico e produtor que encara o que parece ser sua última chance de fazer o sonho artístico acontecer. No meio do caminho, ele encontra registros da juventude do avô, Chico, e descobre um passado cheio de histórias, experiências e sonhos interrompidos. A partir daí, a música se transforma em ponte entre tempos diferentes, aproximando avô e neto em um processo de descoberta e reconexão.

A história nasceu da própria vivência de Rodrigo na cena independente curitibana dos anos 2000. Na época, ele integrava a banda Narciso Nada, presença frequente no circuito autoral da cidade, especialmente na região da Trajano Reis. Entre ensaios, shows e composições, o romance começou a tomar forma num processo que levou cerca de quatro anos e marcou a passagem do autor da música para a literatura.

Embora classificado como infantojuvenil, “Sobre rugas e músicas” dialoga com leitores de diferentes idades ao abordar temas como criação artística, conflitos geracionais e os caminhos inesperados da vida.

“É uma literatura despretensiosa. A força do livro está em lembrar que a vida pode ser boa quando a gente se permite vivê-la, apesar das desilusões, da doença, da velhice e das maluquices”, afirma Rodrigo.

A publicação também tem um significado especial para o autor. “Curiosamente, escrevi sobre um personagem que lida com a repercussão de sua arte tardiamente. Sem perceber, acabei fazendo algo parecido: o livro ficou guardado por 15 anos. Quando reli, entendi por que precisava publicar, eu não queria esquecer”, conta.

Psicólogo dedicado à psicanálise, Rodrigo Medeiros mantém uma trajetória criativa constante entre música e literatura. Após o fim da banda Narciso Nada, lançou um disco solo em 2017 e segue produzindo. Ele já tem outros dois livros inéditos prontos para publicação: “Pantanal Particular” e “Guiratinga”.

O lançamento de “Sobre rugas e músicas” marca, assim, não apenas sua estreia editorial, mas também a chegada de uma narrativa que mistura rock, memória e encontros entre gerações, tudo isso celebrado com música ao vivo no evento.

Serviço:
Lançamento do livro ‘Sobre rugas e músicas’
Autor: Rodrigo Medeiros
Editora: Fissura
236 páginas

Data: 21 de março
Horário: 16h
Local: Gabo – Livros e Vinhos
Endereço: Rua Silveira Peixoto, 601 – Água Verde / Curitiba

Nova sede marca fase de expansão da Eletron Energia


Projeto em Pinhais, na região de Curitiba, acompanha crescimento da empresa paranaense, que saiu de duas mesas em um coworking para uma operação industrial em expansão nas áreas de Automação Industrial e Eficiência Energética.

A Eletron Energia S.A. iniciou a construção de sua nova sede em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. O empreendimento, com cerca de dois mil metros quadrados, acompanha o momento de expansão da companhia paranaense nas áreas de automação industrial e eficiência energética. A nova estrutura terá capacidade para mais que triplicar a operação atual e marca mais uma etapa na trajetória da Eletron, que começou em 2015 em um coworking próximo ao Teatro Guaíra, no centro da capital.

De lá para cá, cada mudança de endereço ocorreu por uma razão simples: a necessidade de crescer. Agora, com o início das obras de uma sede projetada sob medida para suas operações, a companhia se prepara para uma nova etapa de expansão em suas atividades nas áreas de automação industrial e eficiência energética.

Segundo Ricardo Kenji, diretor da Eletron, o novo empreendimento acompanha o momento de transformação da empresa. “A história da Eletron sempre foi marcada por mudanças que vieram junto com o crescimento. Começamos em um coworking com duas mesas. Poucos meses depois já precisávamos de uma sala pequena, depois outra maior. Cada passo representou uma nova fase da empresa”, afirma.

Do coworking ao barracão industrial
Após os primeiros meses no coworking, a empresa alugou uma pequena sala com quatro mesas. Menos de um ano depois, no fim de 2016, já foi necessário mudar novamente para um espaço maior.

Em 2018 houve uma mudança simbólica. A equipe passou a ocupar uma sala de 39 metros quadrados no Edifício 7th Avenue, um prédio moderno em Curitiba. Apesar de não ser muito maior, o local oferecia salas de reunião compartilhadas e uma estrutura corporativa que marcou uma nova fase. “Foi ali que começamos a sentir que a Eletron tinha cara de empresa de verdade. Não parecia mais uma empresa de garagem”, relembra Kenji.
No ano seguinte veio outra transformação estratégica. Até então focada apenas em projetos de iluminação LED, a Eletron decidiu também executar suas próprias instalações e passou a desenvolver projetos de geração solar. A mudança exigiu estoque de equipamentos, equipe para cuidar das importações e estrutura operacional.
Em 2019 a empresa se mudou para um barracão industrial de 600 metros quadrados em Pinhais. “Não foi apenas um espaço físico maior, precisamos estruturar a parte administrativa/financeira para conseguir o RADAR de importação na Receita Federal, crédito com fornecedores internacionais, etc… Por conta das adequações, aproveitamos e transformamos a empresa em uma S.A., passamos a ser auditados por uma Big Four, ou seja, um passo importante na profissionalização e governança da empresa”, explica Kenji. “Éramos meia dúzia de pessoas em um barracão enorme. Perdemos um pouco do charme do prédio moderno, mas ganhamos muito espaço para crescer”, acrescenta o diretor.
Em 2021, o crescimento voltou a exigir adaptações. Foi ampliada a área de escritório com a finalidade de acomodar cerca de 30 pessoas. A reforma também incluiu um espaço de convivência com mesa de ping pong, sinuca, pebolim, videogame, TV, área de café e biblioteca. “Essa nova área foi uma forma de compensar a falta das áreas comuns que tínhamos no 7th Avenue”, observa Kenji.

Automação industrial impulsiona nova fase
A capacidade logo foi preenchida. Apesar de 2023 ter sido um ano desafiador para a empresa, 2024 e 2025 foram dedicados a reorganizar a operação e preparar o terreno para uma nova etapa de crescimento.
Nos últimos dois anos, a Eletron passou a concentrar seus esforços em projetos de automação industrial, área que exige maior estrutura técnica e operacional. “Conseguimos atrair profissionais com muitos anos de experiencia e entrar neste mercado”, ressalta Kenji.

Atualmente a empresa tem projetos em andamento em indústrias como Mondelez, Ibema, Embraco, CVG, Gtfoods e Rebras, além de um volume expressivo de contratos para 2027.
O modelo de negócios da empresa também tem sido um diferencial no mercado industrial. A Eletron costuma estruturar projetos em que parte da remuneração está ligada aos resultados obtidos pelo cliente, reduzindo riscos e barreiras de contratação.
“Nosso modelo de ganhar com o resultado do cliente foi muito bem aceito pela indústria. Ele reduz incertezas e aumenta a confiança na implementação dos projetos”, explica Kenji.

Uma sede projetada para a operação
A nova sede será construída no condomínio empresarial Pineville, em Pinhais, onde a Eletron será a primeira empresa instalada. O alvará do condomínio foi liberado em novembro de 2025. Apenas 30 dias depois, o projeto da sede já tinha autorização de construção e fornecedores definidos.

O prédio terá cerca de dois mil metros quadrados e foi desenhado especificamente para as necessidades da operação.
Entre os diferenciais estão áreas planejadas para uma expansão da capacidade de montagens de painéis de automação, laboratório de qualidade, bancadas de testes e desenvolvimento de novas soluções, carga e descarga de equipamentos, layout de escritório adaptado à engenharia da empresa, melhor isolamento termo/acústico, estacionamento e infraestrutura completa para expansão da equipe.
“Quando você constrói algo sob medida, cada detalhe é pensado para a operação. Desde o layout das mesas, iluminação natural, ventilação, etc… Isso gera muito mais eficiência e valor agregado para o negócio”, afirma Kenji.
Um detalhe curioso do projeto arquitetônico é que a fachada da nova sede traz referências visuais ao Edifício 7th Avenue, um dos marcos da trajetória da empresa.

Plano de crescimento e atração de talentos
A mudança também está ligada à estratégia de crescimento da companhia e à ampliação do time técnico. A entrada mais forte no segmento de automação industrial exigiu a contratação de profissionais seniores do mercado.
Nesse processo, um dos diferenciais da empresa tem sido sua estrutura societária. A Eletron é organizada como sociedade anônima e possui um programa de stock options que permite que profissionais estratégicos se tornem sócios da companhia.
“Queremos que quem ajuda a construir a empresa participe do crescimento dela. Esse modelo cria um ambiente muito mais estimulante para quem quer crescer junto”, afirma Kenji.

Nova sede também representa uma visão de longo prazo

Ele acrescenta: “Eu penso que nossa estrutura societária quase como um processo de sucessão. Gostaria que a Eletron fosse uma empresa perene, que continue existindo e crescendo por muitos anos quando eu não estiver mais por aqui. O mérito do crescimento daqui para frente pertence às pessoas que estão trabalhando para que tudo isso dê certo.”
Se o cronograma da obra for cumprido, a empresa espera realizar sua confraternização de fim de ano já no novo endereço, marcando simbolicamente o início de mais uma etapa na história da Eletron.

Resultado de especialista em casa: novo soprador térmico portátil da Famastil facilita reparos e acabamentos

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Com bateria de 21V e temperatura de até 550 °C, equipamento oferece mobilidade e desempenho para tarefas como remoção de tintas e adesivos, ajustes em PVC e aplicação de películas

Quando o assunto é reparo ou manutenção rápida, não é mais necessário escolher entre eficiência e praticidade. O novo soprador térmico portátil da Famastil chega ao mercado combinando mobilidade e desempenho técnico em um equipamento sem fio indicado para aplicações que vão do uso profissional a projetos domésticos e atividades de bricolagem.

Com bateria de 21V, potência de 300W e temperatura de até 550 °C, o equipamento foi desenvolvido para atividades como moldagem de materiais, retração de tubos termo-retráteis e reparos em plásticos. O modelo conta ainda com aquecimento rápido, atingindo a temperatura de trabalho em até 10 segundos, o que reduz o tempo de espera durante a execução das tarefas.

Em casa, o soprador pode facilitar, por exemplo, tarefas simples como a remoção de tinta antiga de portas ou janelas, de adesivos colados em superfícies, ajuste de peças em PVC ou aplicação de películas em vidros, móveis e outras superfícies.

Para Matheus Azevedo Garcia, gerente de Qualidade do Grupo Vellore, detentor da Famastil, o principal diferencial do produto é a versatilidade e a facilidade de uso, sem abrir mão do desempenho. “Por ser leve e sem fio, o soprador amplia as possibilidades de aplicação em diferentes ambientes”, afirma. “E por chegar a 550 °C, oferece desempenho térmico elevado aliado à mobilidade do formato sem fio”, completa.

A bateria oferece até 18 minutos de autonomia em uso contínuo e tempo de recarga aproximado de duas horas, garantindo maior independência durante o uso. A eficiência energética também é destaque, em função da bateria e potência controlada. O equipamento consome energia de forma mais pontual do que modelos com fio de maior potência, evitando desperdícios em usos intermitentes. 

“Além disso, o soprador possui difusor térmico em colmeia, que distribui o calor de forma mais homogênea e contribui para maior eficiência nas aplicações. O equipamento também conta com trava de gatilho, que mantém o acionamento contínuo sem necessidade de pressionar o botão o tempo todo, oferecendo mais conforto em usos prolongados”, reforça Garcia.

Indicado para diferentes tipos de obra

O soprador apresenta bom desempenho em pequenas reformas residenciais e reparos elétricos, podendo ser utilizado, por exemplo, na remoção de tinta antiga de portas e janelas, no ajuste de peças em PVC, na aplicação de películas ou no encolhimento de tubos termo-retráteis usados na proteção de fios e cabos.

O equipamento também pode ser utilizado em instalações elétricas em prédios comerciais, serviços de manutenção e trabalhos de acabamento, como ajustes em conduítes, preparação de superfícies e outras aplicações técnicas pontuais em obras ou serviços de campo.

A Famastil integra o Grupo Vellore, empresa com portfólio de 1.200 SKUs voltados aos segmentos de ferramentas, iluminação, ferragens e utilidades para construção e manutenção. A companhia tem presença em mais de 7 mil pontos de venda no Brasil e também atua no mercado internacional, com exportações para sete países.

Outback atende pedidos dos consumidores e traz clássicos de volta em campanha com Dani Calabresa

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Cinco produtos escolhidos pelos consumidores retornam por tempo limitado, reforçando a estratégia da marca de colocar o cliente no centro das decisões

Depois de muitos pedidos dos consumidores nas redes sociais, o Outback Steakhouse anuncia o retorno de cinco pratos clássicos do cardápio na nova campanha Back to Outback. Com o conceito “Vocês pediram tanto que eles voltaram”, a ação traz a humorista e apresentadora Dani Calabresa, em filme que estará disponível nas redes sociais, reagindo a comentários e manifestações dos consumidores que pediram calorosamente a volta de seus itens favoritos. Os pratos retornam ao menu de todas as unidades do Brasil por tempo limitado até o dia 10 de maio.

Mais do que um resgate de sucessos, o movimento reforça uma estratégia clara: transformar escuta ativa em ação concreta. A escolha dos pratos foi baseada em pesquisas e na análise estruturada de feedbacks recebidos nos canais oficiais da marca, redes sociais e interações diretas com clientes, evidenciando o compromisso do Outback em responder de forma consistente aos desejos do seu público.

Entre as entradas escolhidas estão as Aussie Beef Quesadillas (R$ 99,90), uma suculenta quesadilla com pétalas de Bloomin’ Onion, tiras de filet mignon, mix de queijos e tomate; a Chook’n Dillas (R$ 89,90), outra opção da famosa e inesquecível quesadilla recheada com tiras de frango temperada, coberta com  bacon, champignons e queijos; e a Ribs Rocker Crown R$ 179,90, uma versão especial da clássica costela em formato de coroa, com um recheio cremoso de Mac ‘n’ Cheese e coberta com costela desfiada, servida com Aussie Cheese Fries e um acompanhamento à escolha do cliente.

Já os amantes de hamburguer têm como opção o Catupiry® Madness Burger (R$ 66,90), um hamburger suculento de 200g com disco de Catupiry® Original empanado, maionese verde Outback, Smoked Mayo e picles de cebola roxa, servidos no pão brioche. 

Para finalizar com uma sobremesa icônica, o S’mores Outback (R$ 34,90) traz uma combinação perfeita com base de cookie com gotas de chocolate e um toque brasileiro: brigadeiro cremoso, marshmallow gratinado, calda e raspas de chocolate, servido quentinho para uma verdadeira experiência do mais puro bold flavour.

Para Claudia Vilhena, vice-presidente de Marketing, Vendas e Growth da Bold Hospitality Company, a iniciativa traduz a evolução da marca na relação com seu público e mostra que a narrativa hoje não está mais com a marca, mas sim com os clientes. “Hoje, o consumidor não apenas consome a marca, ele participa ativamente da sua construção. No Outback, estruturamos nossos processos para que cada feedback seja analisado e transformado em inteligência para o negócio. Além dos comentários, também realizamos uma enquete aberta com nossos mais de 3 milhões de seguidores no Instagram para entender o que eles gostariam de ver de volta. Colocar o consumidor no centro não é discurso: é prática, é método e é decisão estratégica. Quando ele sinaliza o que deseja, nós escutamos, priorizamos e agimos”, comenta a executiva.

Os pratos passam a integrar o cardápio de todos os 188 restaurantes da rede no Brasil até o dia 10 de maio e estarão disponíveis no delivery — com exceção da Ribs Rocker Crown, oferecida exclusivamente nas unidades físicas. Para mais informações, acesse o site oficial do Outback.

Sobre o Outback 

O Outback Steakhouse possui 188 restaurantes no Brasil e está presente em 86 cidades, 21 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback.

Opinião: A peregrinação das marcas

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Franciele Bayer*

A marca deixou de ser um símbolo. Deixou de ser um produto. Deixou até mesmo de ser apenas uma história. Hoje, as marcas querem ser lugares. E não estou falando em sentido metafórico.

Nos últimos anos, vimos uma movimentação intensa de empresas que tradicionalmente operavam no simbólico — moda, alimentação, mídia, entretenimento — investirem em experiências físicas de grande escala, permanência e imersão. Não são mais quiosques temporários; são parques temáticos, restaurantes-conceito e centros imersivos com endereço fixo. 

A Carreta da Alegria, ícone itinerante da cultura popular brasileira, agora tem um ponto fixo. O MasterChef se tornou um restaurante. A Netflix vai abrir sua própria “casa”. O Magazine Luiza transformou a Galeria Magalu, na Avenida Paulista, em um espaço híbrido de varejo, tecnologia e cultura — um endereço pensado não apenas para vender, mas para materializar o ecossistema da marca no cotidiano urbano. E a Melissa consolidou sua loja‑conceito na Galeria Melissa, em São Paulo, como um espaço permanente de experimentação, design e pertencimento — onde o produto é apenas uma parte da experiência.

Estamos presenciando uma virada estrutural no branding contemporâneo: a passagem do marketing de presença para o marketing de permanência. Da experiência momentânea para o ecossistema. É o que alguns teóricos da comunicação já chamam de “brand world building” — a construção de universos proprietários onde o consumidor não apenas compra, mas habita a marca.

Esse movimento não é uma simples moda inspirada na Disneyland. Ele é a resposta a uma crise silenciosa: a saturação dos ambientes 100% digitais. Com cada vez mais marcas brigando pelos mesmos segundos de atenção, mais anúncios sendo ignorados e menos paciência para discursos abstratos, as empresas perceberam que talvez a única forma de realmente se conectar com as pessoas seja tirando-as das telas e colocando-as dentro da história.

A lógica é clara. Se as redes sociais transformaram tudo em conteúdo, por que não transformar a própria experiência de marca em um cenário recorrente para esse conteúdo? As marcas entenderam que, no atual ecossistema algorítmico, a permanência física pode se tornar um diferencial digital. Quando o conteúdo sobre uma pop-up viralizava, ela já havia encerrado. Agora, com experiências fixas, a viralização é contínua. Cada visita vira vídeo. Cada foto gera um novo post. Cada vez mais, o espaço físico é concebido como um hub de distribuição de mídia espontânea.

Por trás disso está também uma mudança no comportamento do consumidor: a ascensão do fandom como força econômica. Não se trata mais de vender para todo mundo, mas de cultivar uma base apaixonada, leal e participativa — pessoas que não apenas consomem, mas defendem, compartilham e se emocionam com a marca. Os parques da Disney sempre funcionaram assim. Agora, o NBA Park em Gramado e o Popland, da Pop Mart, seguem o mesmo modelo. Eles capitalizam o vínculo emocional de quem já ama e, ao mesmo tempo, atuam como portais de entrada para novos fãs. A experiência é o gatilho de pertencimento.

Essa transformação dialoga diretamente com os conceitos de marketing experiencial propostos por Bernd Schmitt e Shaz Smilansky. Não basta mais entregar um bom produto ou serviço: é preciso provocar uma memória, criar uma atmosfera, encenar um ritual. Marcas que conseguem isso ocupam um lugar raro na mente — e no coração — do consumidor. Elas deixam de ser lembradas apenas nas decisões de compra e passam a integrar o cotidiano emocional das pessoas. Tornam-se parte da identidade delas.

Mas o fenômeno vai além do emocional. Ele também é territorial. Ao instalar experiências imersivas em cidades secundárias — como Sorocaba, Itu e Gramado —, as marcas fazem um movimento deliberado de expansão cultural. Elas não querem mais apenas comunicar; querem colonizar o imaginário local. Quando o chocolate se transforma em parque, o entretenimento em restaurante e o streaming em espaço físico, a marca ganha raízes. Ganha cheiro, temperatura, rotina. E o consumidor se desloca para viver isso — literalmente.

É um modelo que se cruza com o turismo de experiência e com o desejo contemporâneo por vivências que justifiquem o deslocamento. Vivemos uma era de “peregrinação de marca”. Assim como fãs da Apple viajavam para conhecer a loja da Quinta Avenida ou seguidores de Star Wars visitam a Galaxy’s Edge, agora brasileiros vão a Gramado por causa da NBA. E não duvide: se a experiência for profunda, autêntica e compartilhável, o destino se torna um ponto no mapa afetivo de quem passou por ali.

Claro que nem toda marca está pronta para esse salto. O investimento é alto, a manutenção é complexa e o risco de se tornar irrelevante — ou pior, ridículo — é real. A cultura do naming right excessivo, ironizada pelo Porta dos Fundos, mostra que a fronteira entre a experiência autêntica e a caricatura corporativa é tênue. Criar um parque temático de marca exige mais do que verba. Exige universo, narrativa, personagens, símbolos, vocabulário e, sobretudo, um público disposto a participar.

Esse é talvez o ponto mais negligenciado por quem vê na experiência imersiva uma panaceia. Não se constrói vínculo entre arquitetura e figurino. O espaço é só o palco. O que importa é o enredo. E isso depende de anos de coerência, escuta e construção de significado.

Por isso, antes de alugar um galpão, criar mascotes e montar um tobogã instagramável, é melhor se perguntar: “minha marca tem história para contar? Tem comunidade para receber? Tem memória afetiva suficiente para virar destino?”

Se a resposta for sim, talvez seja hora de construir um parque. Se for não, comece com um bom propósito — e cumpra-o.

* Franciele Bayer é gerente de Marketing & Comunicação da BRW Suprimentos