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Londrina avança como um dos mercados imobiliários mais promissores do Sul em 2026

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Projeção da MRV Paraná aponta valorização de pelo menos 14%, impulsionada pela expansão urbana planejada, novos empreendimentos e pela forte relação entre oferta qualificada e demanda crescente

Impulsionada por um processo consistente de expansão urbana, pela diversificação de produtos imobiliários e por uma demanda que segue aquecida, Londrina caminha para 2026 consolidada como um dos mercados imobiliários mais promissores do Sul do Brasil. A cidade reúne crescimento planejado, novos vetores de valorização e um ambiente favorável tanto para quem busca moradia própria quanto para investidores atentos às oportunidades regionais.

Esse movimento local também se reflete em indicadores nacionais. Segundo o Índice de Demanda Imobiliária (IDI), Londrina está entre as cidades com maior crescimento do setor no país, ocupando a 13ª posição no ranking do segmento econômico e avançando 44 posições no alto padrão. O desempenho reforça a atratividade do mercado local para diferentes perfis de compradores e investidores.

Apenas no Paraná, a MRV, empresa do grupo MRV&CO e maior construtora da América Latina, tem previsão de lançar mais de 2,4 mil unidades em Londrina em 2026, destaca Rafael Kulevicz, gestor comercial da companhia. “No horizonte dos próximos anos, falamos em mais de 13 mil unidades planejadas apenas entre Londrina e a vizinha Maringá, o que demonstra a força e a confiança no mercado regional”, afirma.

Expansão urbana e novos vetores de valorização

Londrina é hoje considerada uma potência da construção civil, um verdadeiro “canteiro de obras”, como define o especialista. O crescimento ocorre de forma organizada, com vetores bem definidos: a região Norte se consolida como um polo expressivo do mercado econômico, enquanto áreas como a Nova Prochet e a Nova Palhano concentram a expansão do médio e alto padrão, com elevado potencial de valorização.

“Há um crescimento expressivo da região Sul, especialmente com a expansão dos condomínios horizontais de alto padrão. Esse movimento fortalece ainda mais a valorização de áreas estratégicas do entorno, como a região do Alameda, que se beneficia diretamente desse novo eixo de desenvolvimento”, explica Kulevicz.

A cidade exerce ainda um papel estratégico no Norte do Paraná ao atrair moradores de diferentes regiões do país, impulsionada por fatores como qualidade de vida, segurança, infraestrutura urbana, oferta de lazer e um sistema educacional consolidado — elementos que sustentam uma demanda imobiliária contínua.

Demanda aquecida e indicadores sustentam o crescimento

Segundo o gestor, o mercado imobiliário de Londrina responde de forma positiva a esses vetores de crescimento, com zonas de desenvolvimento bem definidas e produtos que atendem desde o segmento popular até o altíssimo padrão, respeitando a vocação de cada região.

As perspectivas para 2026 são consideradas bastante favoráveis em todos esses segmentos. “A Nova Palhano deve impulsionar fortemente o mercado de médio e alto padrão na região Sul, enquanto o segmento econômico segue aquecido, com lançamentos expressivos previstos para os próximos anos”, projeta.

O desempenho recente reforça esse cenário. Em 2024, o mercado imobiliário de Londrina encerrou o ano com R$ 3,3 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV) — cerca de R$ 1 bilhão a mais do que em 2023, consolidando um recorde histórico. No período, foram lançadas 5.732 unidades em 36 empreendimentos, entre projetos verticais e horizontais.

Perspectivas para 2026 reforçam o potencial do mercado

“Hoje, apenas a MRV responde por um VGV superior a R$ 500 milhões na região, com mais de 1,8 mil vendas no segmento econômico, o que representa cerca de 40% do funding do FGTS local. A expectativa é ultrapassar os R$ 600 milhões em VGV em 2026”, destaca Kulevicz.

Para ele, Londrina reúne atributos estratégicos. “A cidade combina vetores claros de crescimento com uma demanda consistente. Recebe novos moradores todos os anos, o que sustenta oportunidades tanto em imóveis compactos quanto no médio e alto padrão”, avalia.

A projeção da companhia é de valorização imobiliária de pelo menos 14% em 2026, impulsionada pela expansão urbana planejada, pela chegada de novos empreendimentos e pela relação equilibrada entre oferta qualificada e demanda crescente.

Outro fator relevante é o ambiente regulatório. “A atualização do teto da Faixa 2 do Minha Casa, Minha Vida, agora em R$ 255 mil, foi uma excelente notícia. Isso amplia o acesso a produtos com ticket mais alto e fortalece ainda mais o mercado”, afirma.

A tendência para os próximos anos, segundo o especialista, é de crescimento consistente no médio e alto padrão – tanto em empreendimentos verticais quanto em condomínios horizontais – ao mesmo tempo em que a Zona Norte segue em franca expansão com produtos voltados ao segmento econômico.

Cia Athletica lança plataforma de educação corporativa para apoiar crescimento da rede

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Com tecnologia própria, solução centraliza treinamentos, padroniza processos e apoia a gestão de mais  de 2 mil profissionais

A Cia Athletica, uma das maiores redes de academias do Brasil, lançou uma plataforma digital de aprendizagem corporativa com conteúdos próprios que visam elevar a qualificação de colaboradores, terceiros e personal trainers. A iniciativa faz parte de uma estratégia mais ampla de gestão de talentos e padronização de processos em uma operação que atende mais de 2 mil pessoas.

A solução, baseada em um Learning Management System (LMS) moderno, reúne conteúdos em diversas áreas da empresa, incluindo musculação, natação, ginástica, operações, vendas e desenvolvimento pessoal, assim como temas transversais como políticas antiassédio, sistema de qualidade, compliance e proteção de dados (LGPD). Além de treinamento técnico, a ferramenta promete reforçar a cultura organizacional e a aderência a normas corporativas.

“O ambiente digital nos permitirá conduzir a gestão de conhecimento de forma integrada, com trilhas de aprendizagem alinhadas às competências de cada função e métricas para acompanhamento de performance e retorno sobre o investimento”, afirma Mônica Marques, diretora técnica do grupo Cia Athletica.

Tecnologia –  A plataforma oferece recursos de organização de conteúdos por categorias e trilhas específicas por cargo e competência, relatórios personalizados para mensuração de resultados e indicadores de desempenho. Os usuários passam por avaliações de conhecimento com emissão de certificados personalizados, permitindo à empresa rastrear a evolução individual e coletiva de seus profissionais.

Entre as funcionalidades estão fóruns de dúvidas, que podem ser geridos pela própria Cia Athletica, e microlearning, com “pílulas” curtas de conteúdo que facilitam a assimilação e atualização contínua. O sistema, que em breve contará com aplicativo mobile, também emite notificações automáticas sobre novidades, prazos e status de conclusão.

“A educação corporativa estruturada é hoje uma ferramenta-chave para engajar talentos, reduzir a rotatividade e conectar capacitação aos objetivos estratégicos da empresa”, reforça Mônica.

Cultura organizacional – A iniciativa da Cia Athletica ocorre em um momento em que empresas brasileiras têm ampliado investimentos em educação corporativa, muitas vezes com o objetivo de desenvolver competências que vão além do operacional e incluem habilidades comportamentais e digitais, refletindo mudanças no perfil profissional exigido pelo mercado.

“Ao consolidar conteúdos próprios em uma plataforma centralizada, a companhia busca, na avaliação interna, fortalecer sua marca empregadora e fomentar a aprendizagem contínua, transformando a capacitação em elemento estratégico de gestão de pessoas”, finaliza a diretora.

Sobre a Companhia Athletica

A Companhia Athletica está presente no mercado há 40 anos e conta com 18 unidades em operação nas cinco regiões do país, além de mais uma segunda unidade em Brasília em fase de construção. Ao longo de sua trajetória, a rede se firmou como referência no fitness brasileiro pela seriedade, profissionalismo e cuidado com as pessoas. É uma academia completa para todas as fases da vida: do bebê ao bisavô, e tem no seu DNA o compromisso de fazer o aluno sair sempre melhor do que entrou.

A primeira unidade foi inaugurada em 1985, em São Paulo. Instalada na Rua Kansas (Brooklin), nascia como primeiro espaço construído especialmente para abrigar uma academia de ginástica no Brasil.  

Foi a primeira rede de academias a funcionar aos sábados, domingos e feriados (exceto Natal e Ano Novo), oferecendo também um dos maiores parques aquáticos do Brasil, com 22 piscinas, sendo 11 semiolímpicas. Juntas, as unidades somam mais de 60 mil metros quadrados de área construída de academia, fora estacionamentos. 

Sempre em linha com as novas tendências, hoje a rede de academias disponibiliza para os seus alunos uma infraestrutura de primeira: localização privilegiada pela comodidade e segurança, equipamentos de última geração, ambientes exclusivos para diversas modalidades esportivas e todas as idade, professores especialistas e tecnologia a favor da melhor experiência do aluno como o CiaOn: aplicativo de celular que reúne diversas funcionalidades, como a grade de horário das aulas, agendamento de serviços, os treinos elaborados pelos professores e agora também o CIA GO (aulas e treinos virtuais).

Bicampeã da pesquisa “Melhor Academia do Brasil” em Atendimento ao Cliente do Estadão (2024 e 2025), a Companhia Athletica reforça seu compromisso permanente com a excelência, a inovação e o bem-estar de seus alunos.

Mais informações: https://www.ciaathletica.com.br

Maringá ganha mais uma unidade da rede de academias Force One


É a terceira que será inaugurada na “Cidade Canção”. Ela estará localizada no bairro Laranjeiras.

A rede de academias Force One segue acelerando seu plano de expansão e anuncia a abertura
de uma nova unidade em Maringá, reforçando a presença da marca no noroeste paranaense.
Presente em cidades do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, a nova operação será a 21a. da
rede e a terceira em funcionamento na Cidade Canção. A nova unidade integra a estratégia de
crescimento da rede prevista para 2026.
Instalada no bairro Laranjeiras, a unidade chega a uma região de fácil acesso e que até então
não contava com um ponto de referência voltado ao setor de cuidados físicos e fitness. A
escolha do endereço acompanha o comportamento de um público que busca praticidade e a
possibilidade de integrar os exercícios à rotina diária.
De acordo com o fundador e CEO da Force One, Renan Oliveira Pedroche, a expansão da rede
é guiada por um posicionamento claro de propósito e alinhamento às novas demandas do
mercado. “Estamos crescendo com propósito e entregando algo que conversa com o futuro do
fitness. Escolhemos pontos com vocação para receber estruturas modernas, onde as pessoas
já têm uma rotina ativa e buscam conveniência e uma boa experiência durante a realização de
atividades físicas”, afirma.
Criada em Cianorte, no interior do Paraná, a Force One tem como pilar estratégico crescer em
escala e democratizar o acesso ao universo fitness. Esse conceito também se reflete no
modelo de negócios, que combina mensalidades acessíveis com uma estrutura robusta e
serviços de alto valor agregado. “Não somos apenas low cost. Trabalhamos com eficiência
operacional, mas entregamos uma experiência que muitas academias premium não
conseguem oferecer. O nosso modelo é de baixo custo com alto valor agregado”, destaca
Pedroche.
Unidade alia tecnologia e variedade de treinos
A Force One Maringá no bairro Laranjeiras contará com espaços amplos para musculação e
exercícios cardiovasculares. O investimento da rede vai colocar na unidade mais de 200
equipamentos importados para alta performance e condicionamento físico, entre eles o da
conceituada marca Realleader, da Califórnia, além de sala multifuncional, vestiários com
chuveiros aquecidos a gás, ambiente climatizado e estacionamento próprio. As pré-matrículas

já podem ser feitas, dando direito a uma mensalidade promocional de R$ 9,90 no primeiro
mês.
Os treinos e o acompanhamento nutricional serão integrados ao aplicativo da rede, que
concentra o histórico e a evolução dos alunos. Segundo Pedroche, a tecnologia tem papel
fundamental na personalização da experiência. “As pessoas querem informação e suporte para
alcançar resultados de forma personalizada. A tecnologia nos permite oferecer isso em escala,
sem abrir mão da experiência humana que faz diferença na rotina de cada aluno”, explica.
Público de vários perfis
A proposta da Force One é atender públicos com diferentes perfis e objetivos. “Queremos ser
o combustível para uma vida extraordinária para cada um de nossos alunos, seja para quem
quer praticar exercícios com o objetivo de subir uma montanha, seja para uma mãe sedentária
que quer investir em saúde para ver os filhos crescerem ou seja para um idoso que quer
ganhar massa muscular ou tratar doenças crônicas como diabetes e pressão alta”, afirma o
CEO.
Esse compromisso com a individualidade está traduzido no slogan da marca, “a academia do
seu jeito”, reforçando que cada pessoa inicia sua jornada com um propósito próprio e
encontra diferentes caminhos para alcançá-lo.

Hospital IPO investe em energia elétrica do mercado livre de energia e projeta economia de até 25% ao mês na conta de luz

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Transição para fontes alternativas de energia é uma das ações sustentáveis da instituição que contribuem para a redução das emissões de carbono na operação hospitalar

Visando a redução do impacto ambiental da operação hospitalar, o Hospital IPO, em Curitiba, implementou o uso de energia elétrica proveniente do mercado livre de energia e, com isso, projeta uma economia de até 25% ao mês na conta de luz. A iniciativa integra a estratégia de sustentabilidade da instituição, que passa a priorizar o uso de fontes renováveis de energia e a adoção de programas de descarte consciente.

O movimento ocorre em um contexto desafiador para a área da saúde. Se fosse um país, o setor estaria entre os cinco maiores emissores de gases de efeito estufa do mundo, respondendo por cerca de 5% das emissões globais, segundo a WHO Foundation, entidade independente que apoia a missão da Organização Mundial da Saúde, em parceria com a Health Care Without Harm. Esse impacto está diretamente relacionado ao elevado consumo de energia elétrica necessário para o funcionamento de equipamentos, garantia de conforto térmico e à geração de resíduos.

Para André Madureira, CEO do Hospital IPO, cuidar da saúde das pessoas também significa cuidar do ambiente em que elas vivem. “Por isso, a sustentabilidade é parte do nosso olhar para o futuro da assistência em saúde e da prevenção de doenças respiratórias decorrentes da poluição atmosférica”, explica. 

Novas fontes de energia trazem economia e reduzem emissões

Entre as principais medidas adotadas pelo IPO estão a entrada no mercado livre de energia com a utilização de fontes renováveis variadas, como a eólica, a solar e a hidráulica. Essas alternativas, reconhecidas por seu menor impacto ambiental e ampla utilização no país, contribuem para uma gestão mais eficiente e sustentável do consumo energético. 

“Ao optar pela energia renovável, o hospital avança não apenas na redução das emissões  de carbono, mas também na previsibilidade de custos e na sustentabilidade do negócio a longo prazo”, avalia Juliana Santos Viana, gerente de operações do Hospital IPO. “Essa migração também representa um passo importante na mitigação dos impactos ambientais da operação hospitalar, sem abrir mão da segurança e da continuidade do atendimento”, completa.

No aquecimento, o abastecimento de gás natural canalizado em áreas de apoio e infraestrutura como as cozinhas e sistemas térmicos também é pensado para garantir a sustentabilidade das operações do hospital, que mantém parceria com a Companhia Paranaense de Gás (Compagas).   

Descarte consciente

A geração de resíduos é outro grande gargalo nas operações hospitalares. Atualmente, o Hospital IPO possui um fluxo organizado de segregação, armazenamento e destinação de resíduos, em conformidade com as normas sanitárias e ambientais vigentes. “Sempre que possível, buscamos reaproveitar materiais e equipamentos, evitando descartes desnecessários e fortalecendo práticas de economia circular”, reforça Alexandre Mattos, coordenador de infraestrutura do Hospital IPO. 

Isso significa que resíduos de serviços de saúde, recicláveis, lixo eletrônico e materiais reaproveitáveis são destinados por empresas licenciadas e certificadas, com controle e rastreabilidade dos volumes gerados, reciclados ou descartados corretamente. São adotadas, ainda, práticas de reaproveitamento de materiais que não são mais aptos ao uso assistencial, mas que mantêm condições seguras para uso não clínico, como mobiliário e equipamentos de apoio e administrativos.  

“Essas práticas vão além da redução de custos. É o modo como o IPO reafirma seu compromisso com a saúde coletiva. Falar em sustentabilidade é falar, necessariamente, de cuidado”, finaliza Juliana Santos Viana, gerente de operações do Hospital IPO.

Sobre o Hospital IPO

Fundado em 1992, o Hospital IPO é a maior referência em Otorrinolaringologia na América Latina. Localizado em Curitiba (PR), oferece atendimento 24 horas focado em nariz, ouvido e garganta, com uma equipe altamente qualificada formada por mais de 115 especialistas. Reconhecido internacionalmente, o IPO destaca-se também pelo seu Núcleo de Ensino e Pesquisa, que mantém parcerias com instituições como a Universidade Federal do Paraná (UFPR), a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL/CCF), o Instituto Assistencial de Saúde do Paraná (IASP) além de outras entidades voltadas à Otorrinolaringologia. O compromisso com a inovação e a excelência no cuidado especializado consolidam o IPO como referência em qualidade.

Mais informações em www.hospitalipo.com ou nas redes sociais @ipo_hospital.

Com patrocínio ao Bahia no Brasileirão, Grupo Vellore anuncia projetos incentivados para 2026

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Com o início da temporada 2026 do Campeonato Brasileiro, a Foxlux, empresa do Grupo Vellore, retorna ao futebol nacional como patrocinadora oficial do Esporte Clube Bahia, consolidando sua presença no esporte e reforçando a estratégia do grupo em iniciativas de visibilidade de marca e posicionamento estratégico. O Bahia concentra cerca de 7,8 milhões de torcedores, sendo a maior torcida do Nordeste e uma das dez maiores do Brasil, segundo pesquisas de mercado, e integra o Grupo City, garantindo alcance nacional e visibilidade estratégica ao investimento da Foxlux.

O Nordeste representa aproximadamente 27% da população brasileira e movimenta milhões de reais em receitas ligadas ao futebol, incluindo bilheteria, merchandising e consumo associado ao esporte, tornando-se um mercado-chave para patrocinadores que buscam relacionamento direto com o consumidor final.

Segundo Laufran Wosniak, CEO do Grupo Vellore, “o retorno da Foxlux ao Campeonato Brasileiro faz parte da estratégia do Grupo Vellore de fortalecer nossa presença no esporte, consolidar investimentos de marca e ampliar a relação com o consumidor em mercados estratégicos do país.”

Investimento em esportes

Além do futebol, o Grupo Vellore mantém presença em outras modalidades esportivas. Entre elas, o patrocínio ao piloto Zezinho Muggiati na Stock Car, que em 2026 competirá pela Equipe RC, uma das mais premiadas da principal categoria do automobilismo nacional, comandada por Rosinei Campos e Marcel Campos. Toda a equipe está sediada em Pinhais (PR), cidade natal e residência do piloto, reforçando o vínculo regional e a estratégia do Grupo de apoiar talentos locais.

Projetos Incentivados em 2026 

Para 2026, o Grupo Vellore, por meio de suas marcas Foxlux e Famastil, anunciou uma série de apoios e incentivos viabilizados por projetos previstos em leis de incentivo, abrangendo cultura, esporte e ações sociais, com foco no fortalecimento de comunidades locais.

Entre os projetos culturais apoiados pelo grupo estão o Risorama, festival de comédia realizado durante o Festival de Teatro de Curitiba, e a Dikaion, associação beneficente que oferece oficinas de canto, coral e break para crianças e adolescentes em situação de risco em Piraquara (PR).

O Grupo apoia ainda a ABAF – Associação Beneficente Adolf Fritz, voltada ao desenvolvimento sociocultural, cognitivo, motor e emocional de crianças de três a nove anos em Pinhais (PR), e a Escolinha de Futebol Menina Olímpica, com sedes em Curitiba, São Paulo e Paranaguá, que atende 360 meninas de seis a 18 anos, oferecendo formação em futebol feminino em ambiente seguro e educativo.

Na área da saúde, os projetos incentivados apoiados pelo Grupo Vellore incluem o Hospital Pequeno Príncipe, por meio do programa O Melhor Cuidado, e o Pequeno Cotolengo, com o projeto Transformação Digital, voltado à modernização de processos hospitalares para garantir atendimento ágil e humanizado a 60 idosos. Os projetos são financiados por meio de incentivos legais.

Segundo Laufran Wosniak, CEO do Grupo Vellore, “além da atuação nacional, priorizamos o fortalecimento das comunidades locais onde investimos. O Grupo Vellore, por meio da Foxlux e da Famastil, mantém compromisso com iniciativas nas áreas de cultura, esporte e saúde, garantindo que os recursos gerem impacto direto nas cidades onde operamos”.

Presença nacional

Com atuação em mais de 2.500 municípios brasileiros, o Grupo Vellore detém a estratégia e a coordenação dos investimentos da Foxlux, conglomerado industrial com sede em Pinhais (PR) que atua nos mercados de materiais elétricos, iluminação, utilidades, ferramentas e soluções para o dia a dia. O grupo já patrocinou clubes como Santos, Sport Recife e Corinthians, consolidando um histórico consistente de investimentos em esportes de grande alcance.

O patrocínio ao Bahia fortalece o posicionamento da Foxlux e do Grupo Vellore como parceiros estratégicos do esporte, da cultura e de ações sociais, conectando marca, consumidor e responsabilidade social em mercados estratégicos do Brasil e reforçando a estratégia nacional do grupo com atenção às comunidades locais.

Grupo Vellore

O Grupo Vellore é referência nacional no segmento de materiais de construção, com um portfólio de mais de 1.200 produtos, atuação em todo o território brasileiro e presença internacional por meio de exportações para seis países. Detentor das marcas Foxlux, com soluções em iluminação, materiais elétricos, bombas d’água e utilidades, e Famastil, com ferramentas, jardinagem e linha agrícola, o Grupo conta com fábrica própria em Pinhais (PR) e escritório em Ningbo, na China. Além da indústria, o Grupo Vellore opera um ecossistema de negócios que integra varejo, tecnologia, serviços e soluções financeiras, por meio da Iluzze, Vellore Ventures, Sobmedida e F2 Bank. Com foco no desenvolvimento contínuo, inovação e geração de oportunidades, o Grupo Vellore conecta marcas, mercados e soluções para impulsionar profissionais, parceiros e negócios no Brasil e no exterior.

Estudo aponta que o Brasil poderá registrar até 1,8 milhão de casos prováveis de dengue até 2026

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Com o avanço do verão e a intensificação dos surtos da doença no país, um alerta adicional ganha força para além dos sintomas mais conhecidos

O projeto internacional IMDC (InfoDengue-Mosqlimate Dengue Challenge), realizado em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Fundação Getúlio Vargas, estima que o Brasil poderá registrar até 1,8 milhão de casos prováveis de dengue em 2026. O dado reforça a preocupação de especialistas com manifestações da doença que vão além da febre alta e das dores no corpo. Entre elas, estão sinais na cavidade oral, ainda pouco divulgados e frequentemente confundidos com problemas bucais comuns, que podem surgir durante a infecção e tendem a se intensificar no período pós-dengue, quando a imunidade permanece comprometida.

Em alguns casos, é possível, mas nem sempre conhecido por todos, que manifestações bucais sejam observadas, e elas podem ser cruciais para o diagnóstico. Pacientes com dengue grave, antes conhecida como dengue hemorrágica, tendem a apresentar problemas como sangramento nas gengivas, boca seca e lesões como úlceras e hiperpigmentações (vermelhidão). Essas manifestações estão associadas à redução das plaquetas e ao aumento da permeabilidade vascular, características desse estágio da doença. “Quem tem uma boa atenção à saúde bucal está mais apto a identificar essas alterações, que, especialmente se associadas a outros sintomas, podem indicar o início ou uma já evolução de um quadro mais grave”, explica o cirurgião-dentista e especialista em Saúde Coletiva da Neodent, João Piscinini. Ao mesmo tempo, doenças como gengivite e periodontite aumentam as chances de intensificação do processo inflamatório e sobrecarga do sistema imunológico, representando um risco maior para pacientes que já enfrentam sintomas da dengue. Isso significa que, nestes casos, ter a saúde bucal em dia, com um bom acompanhamento de um dentista, se torna um cuidado ainda mais valioso.

Na dengue clássica, como são conhecidos os quadros mais leves, os primeiros sintomas da doença incluem febre alta, dores no corpo e atrás dos olhos, vermelhidão na pele e fadiga. Nessa fase, a doença pode ser controlada com hidratação intensa e algumas medicações.

Vale lembrar que ações simples, como eliminar recipientes que possam acumular água parada, ajudam no combate à dengue.

Cuidados após o tratamento

Para aqueles que apresentam manifestações bucais da dengue, o cuidado com a saúde bucal no pós-tratamento também é fundamental. Isso inclui visitas ao dentista para monitoramento de lesões e orientações sobre os melhores cuidados para cada paciente. “Escovar os dentes pelo menos três vezes ao dia, usar fio dental diariamente, evitar traumas na mucosa oral e adotar outros cuidados pontuais que o profissional pode recomendar são práticas básicas, mas que contribuem com a recuperação da saúde bucal daqueles que passaram pela doença”, afirma Piscinini.

Os especialistas destacam, ainda, a importância do cuidado com a saúde bucal como medida valiosa não apenas quando se fala de sua relação com a dengue, mas também para prevenir e controlar diversas outras doenças. Nesse contexto, os hábitos de higiene bucal são o primeiro passo, e alguns casos requerem cuidados especiais, como pacientes que utilizam próteses dentárias ou aparelhos ortodônticos convencionais. No caso dos aparelhos fixos, por exemplo, a limpeza adequada pode se tornar mais difícil, favorecendo o acúmulo de resíduos alimentares e a formação de placas bacterianas. Como alternativa, os alinhadores ortodônticos transparentes, como os da ClearCorrect, oferecem vantagens significativas. “Os alinhadores se destacam positivamente como uma alternativa que oferece mais conforto e facilidade na higiene. Por serem removíveis, eles facilitam a escovação e o uso do fio dental, o que reduz o acúmulo de placa nos dentes e, consequentemente, o risco de doenças”, analisa a dentista especialista em Ortodontia da ClearCorrect, Ana Alvoledo. Essa praticidade torna os alinhadores transparentes uma opção vantajosa para quem deseja aliar o tratamento ortodôntico a uma melhor manutenção da saúde bucal e geral.

Sobre a Neodent

A Neodent é a marca de implantes dentários mais utilizada pelos dentistas no Brasil. Com o propósito de criar novos sorrisos todos os dias e contribuir para a democratização da saúde bucal, vai além do desenvolvimento e fornecimento de soluções odontológicas de alta qualidade e tecnologia, promovendo programas como o Neodent+, que conecta correntistas Bradesco aos dentistas Neodent e oferecem condições especiais para a realização de tratamentos, e a Expedição Novos Sorrisos, que leva cuidado odontológico e ações educativas a comunidades carentes em todo o Brasil. 

Consórcio agro cresce como alternativa para produtores rurais

Sicredi registra R$ 16,1 bilhões em carteira de consórcios para o público agro em 2025

O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 9,5 milhões de associados, alcançou em dezembro a marca de R$ 16,1 bilhões em créditos ativos em consórcios para o agronegócio, um crescimento de 24,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Atualmente, o agro representa 26% da carteira de consórcios do Sicredi, que já ultrapassa R$ 61,8 bilhões. Somente em vendas para o agro, foram R$ 4 bilhões, crescimento de 23% no ano.

Em 2025, os associados ao Sicredi ligados ao agro adquiriram consórcios principalmente para a compra de automóveis (51,6%), seguido por veículos pesados — como máquinas agrícolas, implementos e drones — (16,3%) e para a aquisição de imóveis (15,2%). O ticket médio de vendas no segmento é superior ao dos consórcios em geral, com valor de R$ 154,4 mil.

A solução se consolidou em 2025 como uma ferramenta fundamental para o agronegócio. Segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), o setor registrou um crescimento expressivo: de janeiro a outubro, o volume de créditos comercializados para a aquisição de máquinas agrícolas avançou 16,9%, totalizando R$ 21,9 bilhões.

“O consórcio agro do Sicredi se destaca por oferecer taxas competitivas, altos índices de contemplação mensal e planos flexíveis, alinhados ao ciclo produtivo do campo. Nosso portfólio atende diferentes perfis de produtores, reforçando nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável do setor”, afirma o diretor executivo de Produtos e Serviços do Sicredi, Thiago Rossoni.

O principal atrativo do consórcio agro oferecido pelo Sicredi é a ausência de cobrança de taxa de juros, contando apenas com taxa de administração e fundo de reserva.  Outro diferencial é a abrangência: o portfólio contempla todos os perfis e subsegmentos do agro, viabilizando a aquisição de diversos bens, como maquinários agrícolas, drones e placas solares. “A instituição possui forte atuação no setor rural e reconhece o consórcio como uma solução estratégica para o produtor, permitindo planejamento e investimento de forma sustentável”, completa Rossoni.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 9,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui  

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Pizzaria de Curitiba aposta em clássico da comida de rua da Itália

A Pizzaria BeatOven, com duas unidades em Curitiba, acaba de expandir seu repertório gastronômico. Agora, os clientes têm uma nova opção que vai além da pizza tradicional, mas sem abandonar a alma da casa: o panuozzo.

Original da região de Gragnano, próxima a Nápoles, e criado na década de 80, o panuozzo é um ícone da comida de rua do sul da Itália. Trata-se de um sanduíche feito com a própria massa de pizza, assada, dobrada ao meio e recheada com ingredientes variados. Na versão da BeatOven, a iguaria ganha a assinatura da casa: a massa de fermentação lenta.

Não é pizza, é panuozzo
Segundo Fernando Muller, proprietário da BeatOven, a ideia por trás do lançamento é variar o cardápio e oferecer uma alternativa para quem ama a massa da pizza, mas busca uma experiência diferente, mais leve e prática. “O panuozzo é para alguém que gosta da nossa massa, mas quer comer algo com uma personalidade própria”, explica Fernando.

Para garantir essa personalidade, a marca apostou em produtos da Rom’s Sauce e da Beer FoodLab, que conferem notas marcantes aos sanduíches. Sendo assim, a BeatOven entra no circuito com receitas autorais e um tamanho que chama a atenção. O sanduíche chega com 25cm, descrito pela própria casa como “exageradamente grande”, tanto que uma versão menor já está nos planos futuros.

O lançamento apresenta cinco opções de recheio, variando entre clássicos e combinações agridoces :
● Panuozzo Club: Uma versão robusta com lombinho, bacon fatiado, tomate, ovos, rúcula, queijo e maionese.
● Frango e Bacon: Cubos de frango com o tempero secreto BeatOven, bacon fatiado, requeijão, azeitonas e queijo.
● Frango, Mel e Mostarda: Uma opção agridoce com frango temperado, rúcula e queijo.
● Lombinho e Tomate Seco: Combinação clássica com lombinho, tomate seco, rúcula e queijo.
● Pepperoni e Mel: O toque picante do pepperoni equilibrado pelo mel, rúcula e queijo.

A novidade chega acompanhada de uma oferta agressiva. O preço original de R$44,99 foi reduzido para R$29,99 (tamanho de 25cm) durante o período promocional. Os pedidos podem ser feitos diretamente pelo site da BeatOven ou via WhatsApp.

Serviço:
Beat Oven – Unidade Santa Felicidade (entrega e retirada)
Endereço: Av. Ver. Toaldo Túlio, 4293 – Santa Felicidade

BeatOven – Unidade Mercês – Apenas delivery
R. Visconde do Rio Branco, 539 – Mercês

Contato e Pedidos: (41) 3272-4592
Horário de Atendimento: Segunda a quinta, das 18h00 às 22h00, e de sexta a domingo, das 17h30 às 23h00
Site: https://beatoven.com.br/
Redes Sociais: @beatovenpizza

Chegou a vez de Itaperuçu receber o curso gratuito de empreendedorismo que  oferece formação completa e chance de ganhar capital semente

Formação presencial inclui consultoria individual e já impactou mais de 6 mil pessoas no Paraná e em Santa Catarina

Começam no dia 23 de fevereiro, em Itaperuçu as aulas do Projeto MEGA 2026, Movimento Empreendedorismo Gerando Alternativas. 

O curso, totalmente gratuito, será realizado no Centro Municipal de Cultura Artes Vivas  com aulas presenciais a partir das 19h, e oferece formação empreendedora, consultoria individual e  possibilidade de os participantes receberem capital semente de R$ 1.500 para investir no próprio negócio.

Faça sua inscrição no  link  abaixo: 

https://forms.gle/zWgAnvkGr77gyNB2A

 O MEGA é uma iniciativa da organização social GERAR (Geração de Emprego, Renda e Apoio ao Desenvolvimento Regional), que há  mais de 20 anos transforma vidas por meio da qualificação profissional e da empregabilidade.

A nova edição reforça o alcance e o impacto do projeto, que já beneficiou mais de  5 mil pessoas no Paraná e mais de 200 em Blumenau, Santa Catarina, promovendo geração de renda, fortalecimento de pequenos negócios e inclusão produtiva por meio do empreendedorismo.

Voltado a jovens e adultos a partir de 18 anos, com negócio próprio ou ideia de empreendimento, o MEGA oferece 32 horas de formação presencial, distribuídas ao longo de oito dias de aula, além de dois meses de consultoria individual após o encerramento do curso. Os conteúdos abordam gestão, marketing, precificação, estruturação e formalização do negócio.

Os três participantes com melhor desempenho e presença integral em cada turma recebem incentivo financeiro de R$ 1.500, destinado exclusivamente ao desenvolvimento do empreendimento. Ao longo da formação, os alunos também recebem apostila, bloco de notas, caneta, camiseta, lanche e uma logomarca personalizada, sem nenhum custo, além de certificado de conclusão.

De acordo com Valquíria Crispim, coordenadora do Projeto MEGA, o diferencial da capacitação está na combinação entre técnica e desenvolvimento humano. “O MEGA atende tanto quem já empreende quanto quem sonha em começar. Além do conteúdo prático, o projeto trabalha autoestima, confiança e visão de futuro, fatores que fazem diferença na trajetória dos participantes”, afirma.

Após a inscrição, a equipe do projeto entra em contato com os selecionados para orientar sobre os próximos passos e confirmar a participação.

Serviço

Projeto MEGA, Movimento Empreendedorismo Gerando Alternativas em  Itaperuçu

Data de início: 23 de fevereiro- Segunda-feira

 Horário: das 19h às 22h
Local: Centro Municipal de Cultura Artes Vivas

 Endereço: Avenida Anita Garibaldi, 65 – Santa Maria

Dúvidas ou mais informações:

 Valquíria Crispim: (41) 99905-1757

Instagram: @mega.gerar

Foto: Divulgação

Indústria de papel e celulose segue em expansão e reforça a necessidade de eficiência energética

Estudos apontam que segmento é responsável por 16% do consumo industrial de energia no Brasil. Demanda cada vez maior vai exigir uso estratégico de eletricidade para manter competitividade do setor.

O segmento de papel e celulose no Brasil e no mundo segue em trajetória de crescimento, impulsionado por fatores estruturais como urbanização, aumento da classe média global, mudanças no perfil de consumo e maior demanda por materiais recicláveis e de base florestal. Ao mesmo tempo, a expansão de capacidade produtiva e os novos investimentos previstos ampliam um desafio já conhecido do setor: o alto consumo de energia e a pressão constante sobre os custos operacionais.

Segundo Alisson D´Agostin, gerente técnico da Eletron Energia, o consumo específico do setor ajuda a dimensionar a importância da busca por eficiência energética. A produção de celulose pode demandar cerca de 600 kWh por tonelada, enquanto a transformação em papel exige aproximadamente mais 800 kWh por tonelada. Nesse contexto, pequenos ganhos percentuais se traduzem em impactos relevantes no custo final do produto, influenciando diretamente a competitividade, a previsibilidade operacional e o cumprimento de metas de sustentabilidade.

Estudo divulgado pela Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel mostra continuidade de crescimento global e protagonismo brasileiro do setor. No cenário internacional, a demanda por celulose permanece aquecida, com destaque para a China, que responde sozinha por mais de 31% do consumo global, superando a Europa, com 21%, e a América do Norte, com 17%. As preocupações ambientais e a busca por soluções mais sustentáveis reforçam o papel estratégico da indústria de base florestal, mesmo em um contexto de incertezas políticas que afetam o comércio global.

O Brasil ocupa uma posição de destaque nesse cenário. Entre 2005 e 2024, a produção brasileira de celulose cresceu a uma taxa média de 4,9% ao ano, com tendência de continuidade nesta década. Nesse mesmo período, o perfil do setor se tornou ainda mais exportador: se em 2005 cerca de 53% da produção era destinada ao mercado externo, em 2024 essa participação alcançou 73%, consolidando o país como o maior exportador mundial de celulose. Apenas em 2024, a produção cresceu 5,2% em relação ao ano anterior, enquanto as exportações avançaram 2,8% e o consumo aparente interno saltou 12,4%, atingindo o maior volume desde 2005. A China concentrou 44% das exportações brasileiras, seguida pela Europa, com 27%.

Energia como fator crítico de competitividade

Esse ritmo contínuo de crescimento traz consigo um impacto direto sobre o consumo energético. O setor de papel e celulose é um dos maiores consumidores de energia elétrica da indústria brasileira. De acordo com o estudo “A indústria de papel e celulose no Brasil e do Mundo”, elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) em conjunto com a Agência Internacional de Energia, o segmento responde por 16% de todo o consumo industrial de energia elétrica no país. Em 1970, essa participação era de apenas 5%, o que representa um crescimento médio de 5,4% ao ano até 2020.

Com a perspectiva de novos projetos e ampliações de plantas industriais nos próximos anos para absorver essa expansão constante da produção, a energia deixa de ser apenas um insumo básico e passa a ocupar um papel estratégico. Para Alisson D´Agostin, da Eletron, ainda é comum encontrar projetos que subestimam a importância do planejamento energético, priorizando a redução do investimento inicial em detrimento da eficiência ao longo da vida útil da planta. Esse tipo de decisão pode resultar em desperdícios recorrentes e margens pressionadas à medida que a produção aumenta.

Investimentos e expansão da capacidade produtiva

Para sustentar esse ritmo de crescimento nos próximos anos, o setor projeta investimentos robustos. Estão previstos R$ 105,4 bilhões em aportes no Brasil entre 2024 e 2028, incluindo projetos já concluídos, em andamento ou em fase de implantação. No longo prazo, a combinação entre crescimento demográfico, avanço tecnológico, novas aplicações para a celulose e a centralidade do tema da sustentabilidade indica que a tendência de expansão deve se manter tanto no Brasil quanto no mercado global.

A eficiência energética, segundo Alisson, exige também visão de longo prazo, engenharia aplicada ao processo e, muitas vezes, um investimento inicial maior, compensado por ganhos consistentes e duradouros. “Indústrias que planejam bem o uso da energia conseguem crescer com maior controle de custos, evitando que a expansão da produção venha acompanhada de perdas energéticas”, afirma.

Trabalho especializado

Embora o planejamento interno da empresa visando economizar no consumo de energia seja um passo importante, ele raramente é suficiente para capturar todo o potencial de economia. “A experiência mostra que os melhores resultados surgem a partir de diagnósticos baseados em dados, medições em campo e projetos de engenharia focados nas particularidades de cada processo industrial”, ressalta Alisson, da Eletron. É nesse ponto que a atuação de empresas especializadas se torna decisiva, seja para otimizar plantas antigas, seja para desenhar novas unidades já com sistemas energéticos mais eficientes desde a concepção.

Especializada na elaboração e execução de projetos de eficiência energética para o setor industrial, a Eletron Energia atua de forma integrada, desde o diagnóstico inicial até a execução e o comissionamento das soluções. O processo começa com estudos de viabilidade técnica, que identificam as reais necessidades de cada planta, e avança para o desenvolvimento de projetos que priorizam a redução do consumo específico de energia, medido em kWh por tonelada, sem comprometer a confiabilidade operacional. As soluções incluem automação de equipamentos e sistemas, substituição de motores por versões de alta eficiência e otimizações em sistemas de climatização e processos produtivos.

Sobre a Eletron Energia S.A.

Com sede em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, a Eletron Energia nasceu há mais de uma década com o propósito de otimizar o uso de recursos energéticos na indústria. Apoiada na expertise técnica de sua equipe, a empresa aplica soluções de eficiência energética com foco em competitividade e sustentabilidade, adotando um modelo de negócio no qual a economia gerada paga os investimentos realizados. A remuneração ocorre apenas após os resultados serem medidos e comprovados. A Eletron figura entre as empresas com maior taxa de aprovação de projetos no Programa de Eficiência Energética da ANEEL, tendo consolidado mais de R$ 200 milhões em projetos para organizações do Paraná e de Santa Catarina, contribuindo diretamente para a modernização energética da indústria brasileira.