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MRV lança plataforma que usa IA para transformar corretores em criadores de conteúdo digital

“Corretor, Câmera, IAção” revoluciona conceito de conteúdo gerado pelo usuário (UGC) ao apoiar a produção de vídeos em escala com base em tendências das redes 

A MRV, uma empresa do grupo MRV&CO, acaba de lançar a “Corretor, Câmera, IAção”, uma plataforma inédita no mercado imobiliário que utiliza Inteligência Artificial Generativa para potencializar a presença digital dos corretores da companhia. A iniciativa, que conta com a parceria da Newell & Simon Consulting, marca um novo capítulo na estratégia de comunicação e vendas da MRV ao transformar corretores em protagonistas da produção de conteúdo conectado ao comportamento digital dos consumidores.

A iniciativa combina automação, gêmeos digitais (Digital Twins) e conteúdo gerado pelo próprio usuário (UGC, sigla em inglês para User Generated Content) para criar posts, vídeos e memes personalizados em escala, todos conectados às principais tendências da internet e à hiperregionalização dos empreendimentos. Os conteúdos seguem a lógica do Brazilian Marketing: linguagem nativa das redes sociais, com humor, edições criativas e alto potencial de compartilhamento para vender produtos de forma orgânica.

“O objetivo do projeto é potencializar a presença digital dos corretores da MRV. A gente quis conectar o mundo digital, por meio de frames virais e memes, com o universo dos corretores, trazendo informações sobre os produtos da construtora. A plataforma foi criada do zero pela empresa Newell & Simon em parceria com a Sacada, a casa de ideias da MRV, e permite que o corretor, de forma muito simples, se veja inserido nesse ambiente digital de alto engajamento”, afirma Bob Siqueira, Head Criativo da Sacada, agência interna da MRV.

Com a base de corretores sendo fomentados como nano e micro influenciadores e projeção de milhões de impactos orgânicos, a plataforma amplia a presença digital da MRV em um ambiente cada vez mais resistente à publicidade tradicional, aproximando marca, corretores e consumidores.

O processo é simples: o corretor acessa a plataforma e personaliza seu perfil via chat, enquanto a inteligência artificial gera automaticamente os materiais prontos para publicação. O projeto fica no ar até o final da atual temporada do Big Brother Brasil, que tem a MRV como patrocinadora oficial, e servirá de base para outras ativações da marca ao longo de 2026.

“Esse projeto mostra como a Inteligência Artificial pode unir eficiência e criatividade para diferenciar marcas em um ambiente dominado pelo conteúdo nativo gerado pelo usuário”, afirma Icaro de Abreu, General Manager da Newell & Simon Consulting.

Quando o corretor vira creator: MRV Collab amplia voz e alcance nas redes

Como complemento à plataforma, a MRV lança o MRV Collab com Corretores Creators, um projeto colaborativo que transforma conteúdos produzidos espontaneamente pelos corretores — como vídeos sobre imóveis, rotinas de atendimento, dúvidas reais dos clientes e informações sobre os apartamentos apresentados no BBB 26 — em ativos estratégicos da marca. Os materiais com melhor desempenho orgânico podem ser impulsionados pela própria MRV em plataformas como Instagram, Facebook e TikTok, respeitando a autoria e o estilo de cada criador.

Além de fortalecer a imagem da MRV como marca inovadora, o projeto também gera benefícios diretos aos corretores, que passam a ter maior visibilidade dentro do ecossistema da companhia, ampliam sua autoridade no mercado imobiliário e aumentam as oportunidades de geração de leads.

“O BBB 26 amplia a visibilidade da MRV em escala nacional, mas sabemos que a decisão de compra na base do funil depende muito da confiança e da proximidade com a marca. É justamente por isso que os corretores são protagonistas nessa jornada. Ao transformar seus conteúdos em mídia estratégica, conectamos informação, entretenimento e relacionamento local”, explica Thiago Ely, Diretor Executivo Comercial e de Marketing da MRV.

Sobre a MRV

Com 46 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&CO. Tendo como foco empreendimentos residenciais econômicos, com preços acessíveis para um público que busca o sonho da casa própria. A companhia já entregou mais de 500 mil chaves. Hoje, mais de 1,6 milhão de pessoas vivem em um imóvel construído pela MRV. Acesse e conheça mais sobre a companhia em www.mrv.com.br.

Estudo da CBIC coloca MRV&CO entre referências em ESG na construção civil

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Com o programa “Construção com Propósito” — que inclui iniciativas como o Escola Nota 10, voltado para o ensino de português focado em leitura e escrita visando a alfabetização, matemática, descobertas para a vida e introdução à inclusão digital dos colaboradores nos canteiros de obras —, companhia se destacou na região Sudeste em levantamento que avaliou 75 iniciativas ESG no mercado brasileiro de construção

A MRV&CO está entre as empresas reconhecidas no Mapeamento de Práticas ESG na Indústria da Construção, iniciativa conduzida pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) em parceria com o SESI Nacional. Com a prática “Construção com Propósito”, a companhia foi destaque na região Sudeste dentro do Eixo Integrado, frente que contempla ações capazes de integrar, de forma estruturada, os pilares ambiental, social e de governança à estratégia do negócio.

Segundo a CBIC, o mapeamento visa registrar práticas que evidenciem esforços estruturados de incorporação da agenda ESG na construção civil, setor que responde por cerca de 3,2% do PIB brasileiro e reúne mais de 70 mil empresas no país. O objetivo é fortalecer a competitividade, a sustentabilidade e o alinhamento do setor às agendas globais, contribuindo para a adaptação às novas exigências regulatórias e às demandas do mercado por maior transparência e responsabilidade corporativa.

A iniciativa reconhecida da MRV&CO, “Construção com Propósito”, foi estruturada em 2011 e consolida ações voltadas à gestão climática, eficiência operacional, desenvolvimento social e fortalecimento da governança. Entre os resultados da companhia citadas no mapeamento, destacam-se a implantação de mais de 400 unidades da Escola Nota 10, programa que levou aos canteiros o ensino de português focado em leitura e escrita visando a alfabetização, matemática, introdução à inclusão digital e descobertas para a vida — que consiste no mapeamento do projeto de vida profissional a na construção de caminhos de desenvolvimento para alcançá-lo, incluindo o incentivo à realização do exame do Encceja (Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos).

Outras iniciativas da MRV mencionadas no mapeamento incluem a gestão e transparência dos inventários de emissões de gases de efeito estufa, com reconhecimento nível Ouro no GHG Protocol;  e o book de metas de redução de emissões validadas pela Science Based Targets initiative (SBTi). A empresa também registrou redução de 13% no consumo de energia e insumos em suas operações e integra, desde 2017, o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3.

“O reconhecimento da companhia ocorre em um momento em que o setor da construção vive uma transformação estrutural, marcada por uma exigência cada vez maior de transparência, conformidade regulatória e integração efetiva da agenda ESG com as estratégias de negócio. Estar entre as práticas destacadas é importante porque valida um trabalho que vem sendo construído há anos, com consistência e método”, diz Raphael Lafetá, Diretor Executivo de Relações Institucionais e Sustentabilidade da MRV.

Práticas ESG na construção

O levantamento da CBIC e do SESI reuniu 75 práticas inscritas por empresas de diferentes portes e regiões do Brasil. Ao todo, 20 iniciativas foram selecionadas com base em critérios técnicos alinhados à ABNT PR 2030-1 e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. O estudo é considerado a primeira iniciativa setorial estruturada com foco exclusivo no mapeamento de práticas ESG na construção civil brasileira.

As práticas reconhecidas foram organizadas em quatro eixos: Ambiental, Social, Governança e Integrado — este último voltado a práticas que demonstram integração estruturada e simultânea dos três pilares do ESG na estratégia empresarial. A seleção considerou critérios como relevância e materialidade, estruturação e integração das ações, impacto e monitoramento de resultados, potencial de replicabilidade e capacidade de gestão de riscos e oportunidades. O processo incluiu matriz de avaliação com pontuação padronizada e validação por consultoria externa independente.

Sobre a MRV

Com 46 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&CO. Reconhecida como a maior construtora e incorporadora da América Latina, a companhia tem foco em empreendimentos residenciais acessíveis, voltados à realização do sonho da casa própria. A MRV já entregou mais de 500 mil unidades, impactando positivamente a vida de mais de 1,6 milhão de pessoas em todo o país. Saiba mais em www.mrv.com.br.

Os desafios na defesa de direitos de crianças e adolescentes

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*Por Bárbara Pimpão

O Brasil encerra 2025 diante de um diagnóstico que combina avanços relevantes e lacunas que permanecem na proteção de crianças e adolescentes. O ano marcado pelos 35 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) abriu uma oportunidade simbólica de revisão: três décadas e meia depois, até que ponto fomos capazes de transformar princípios em garantias concretas? A resposta, como mostram os acontecimentos do período, não é linear.

No campo da segurança digital, a sanção da Lei 15.211/2025 — o chamado ECA Digital — representou um dos movimentos mais expressivos. O debate ganhou força após postagem do influenciador Felca, que expôs práticas de adultização e de exploração de crianças e adolescentes por parte de criadores de conteúdo.  O impacto do episódio, somado ao esforço de organizações da sociedade civil que atuam pelo bem-estar e segurança online de meninas e meninos, resultou na pressão social necessária para impulsionar a ação legislativa. A lei atualiza as responsabilidades de plataformas e estabelece mecanismos de proteção, mas sua eficácia dependerá de uma regulamentação precisa, capacidade do Estado de fiscalizar um ecossistema digital complexo, ações de prevenção e orientações adequadas para as famílias.

Ainda sobre os desafios do bem-estar digital, o uso de telas por crianças e adolescentes no ambiente escolar também foi pauta pública. A Lei 15.100/2025 proibiu o uso de celulares nas escolas, seja durante as aulas, seja nos intervalos ou atividades extracurriculares, sendo permitido apenas para fins didáticos ou pedagógicos. A discussão sobre telas envolve impactos no aprendizado, na saúde mental e nas relações, mas também exige considerar desigualdades de acesso, competências digitais e o papel da tecnologia nos processos pedagógicos. A tendência é que o tema siga amadurecendo, sobretudo diante da necessidade de encontrar um ponto de equilíbrio entre a proteção, o desenvolvimento de habilidades digitais e alternativas para atividades offline na escola, nas famílias e nas comunidades.

A agenda climática também apresentou um avanço pouco debatido, mas de grande relevância. A Resolução nº 273 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) determinou que o Sistema de Garantia de Direitos incorpore os impactos das mudanças climáticas em protocolos, fluxos e políticas públicas. Diante da intensidade dos desastres ambientais registrados no país, reconhecer as crianças como grupo desproporcionalmente vulnerável é um passo essencial. Trata-se de admitir que a crise climática não é apenas ambiental — é também social, racial e geracional.

Se no ambiente online e na agenda climática houve avanços, o mesmo não se pode dizer do campo socioeducativo. A aceleração da tramitação do PL 1.473/2025, que amplia o prazo máximo de internação de adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa, sinaliza um movimento de recrudescimento punitivo que contraria evidências e recomendações internacionais. A proposta não considera o tímido investimento em políticas públicas para prevenção, acesso e permanência na educação e para orientação e apoio às famílias, nem reflete sobre a eficácia da privação de liberdade. Entidades como o Fórum Nacional de Direitos da Criança e do Adolescente se posicionaram contra o aumento do tempo de internação, pelo entendimento de que a medida viola direitos e enfraquece políticas públicas.  Compreender as desigualdades, marcadas por recortes raciais, territoriais e estruturais, pode contribuir para que políticas de prevenção sejam mais efetivas do que políticas de restrição de liberdade e aumento do prazo de internação como instrumento educativo para repactuação entre o jovem, seu projeto de vida e a sociedade.

Na contramão da privação de liberdade, Conanda e o Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS) aprovaram este mês o Plano Nacional de Convivência Familiar e Comunitária, instrumento construído com participação social, com diretrizes para criação de ambientes seguros e acolhedores para as infâncias e adolescências. Trata-se de um importante passo para o cumprimento do direito estabelecido no ECA para o fortalecimento de vínculos na vida de crianças, adolescentes e famílias brasileiras.

A prevenção e o enfrentamento às violências contra crianças e adolescentes continua sendo um problema social complexo. O Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025, que apresenta dados do ano anterior, destacou um crescimento de crimes contra meninas e meninos, como mortes violentas intencionais, abandono, maus tratos, agressão e produção e distribuição de material de abuso sexual infantil. No caso da violência sexual, 78% das vítimas de estupro têm até 17 anos. Os dados, ainda que relacionados ao ano de 2024, evidenciam a importância de ações contínuas de prevenção. 

Nesse sentido, destacam-se iniciativas como o INSPIRE, sete estratégias para o fim da violência contra a criança, que teve indicadores adaptados para o Brasil este ano. São orientações técnicas para ações baseadas em evidências que abordam legislação, apoio a famílias, fortalecimento econômico, educação, habilidades para a vida e mais, um conjunto de propostas desenvolvido por organizações internacionais e trazido para o país por organizações da sociedade civil e pelo Ministério dos Direitos Humanos. 

O balanço de 2025, portanto, revela um país que avança ao reconhecer novos riscos, mas permanece com dilemas conhecidos. Modernizamos o ECA para o ambiente digital e incorporamos a pauta climática ao sistema de proteção, mas ainda não valorizamos adequadamente a prevenção para que os direitos não sejam violados. Finalizamos o ano refletindo sobre os avanços e os desafios na proteção de direitos das infâncias e adolescências, com o entendimento de que é necessário consistência entre leis, políticas e investimento público para que a prioridade absoluta seja refletida na realidade de todas as meninas e meninos no Brasil.

*Bárbara Pimpão é gerente do Centro Marista de Defesa da Infância

Mega Feirão de Vagas da GERAR abre mais de 200 oportunidades para quem quer entrar no mercado de trabalho

Uma grande oportunidade para dar o primeiro passo na carreira está chegando. No dia 28 de fevereiro, das 9h às 13h, a GERAR CIC realiza o Mega Feirão de Vagas, com mais de 200 oportunidades para jovens que desejam ingressar no mercado de trabalho como Aprendiz ou Estagiário.

Com inscrição gratuita via formulário disponível no site da GERAR, o Mega Feirão é a chance ideal para quem quer sair na frente e conquistar uma oportunidade real de trabalho.

O evento acontece na sede da instituição, na Rua Senador Accioly Filho, 511, na Cidade Industrial de Curitiba. Voltado para jovens de 17 a 22 anos para aprendiz e a partir de 17 anos para estágio, o feirão promete conectar talentos a empresas de diversos setores, facilitando o acesso ao primeiro emprego e ao desenvolvimento profissional.

As vagas de aprendiz contemplam áreas como alimentação, telemarketing, auxiliar de produção, logística, comércio e varejo — setores com alta demanda e possibilidade de crescimento. Já as oportunidades de estágio são direcionadas a estudantes de Administração, Ciências Contábeis, Engenharia de Produção e Pedagogia.

Mais do que vagas, o evento oferece uma experiência completa: os participantes terão acesso à orientação profissional, contato direto com recrutadores e ainda poderão participar de sorteios de brindes.

Maringá ganha mais uma unidade da rede de academias Force One

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É a terceira que será inaugurada na “Cidade Canção”. Ela estará localizada no bairro Laranjeiras. 

A rede de academias Force One segue acelerando seu plano de expansão e anuncia a abertura de uma nova unidade em Maringá, reforçando a presença da marca no noroeste paranaense. Presente em cidades do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, a nova operação será a 21a. da rede e a terceira em funcionamento na Cidade Canção. A nova unidade integra a estratégia de crescimento da rede prevista para 2026.

Instalada no bairro Laranjeiras, a unidade chega a uma região de fácil acesso e que até então não contava com um ponto de referência voltado ao setor de cuidados físicos e fitness. A escolha do endereço acompanha o comportamento de um público que busca praticidade e a possibilidade de integrar os exercícios à rotina diária.

De acordo com o fundador e CEO da Force One, Renan Oliveira Pedroche, a expansão da rede é guiada por um posicionamento claro de propósito e alinhamento às novas demandas do mercado. “Estamos crescendo com propósito e entregando algo que conversa com o futuro do fitness. Escolhemos pontos com vocação para receber estruturas modernas, onde as pessoas já têm uma rotina ativa e buscam conveniência e uma boa experiência durante a realização de atividades físicas”, afirma.

Criada em Cianorte, no interior do Paraná, a Force One tem como pilar estratégico crescer em escala e democratizar o acesso ao universo fitness. Esse conceito também se reflete no modelo de negócios, que combina mensalidades acessíveis com uma estrutura robusta e serviços de alto valor agregado. “Não somos apenas low cost. Trabalhamos com eficiência operacional, mas entregamos uma experiência que muitas academias premium não conseguem oferecer. O nosso modelo é de baixo custo com alto valor agregado”, destaca Pedroche.

Unidade alia tecnologia e variedade de treinos 

A Force One Maringá no bairro Laranjeiras contará com espaços amplos para musculação e exercícios cardiovasculares. O investimento da rede vai colocar na unidade mais de 200 equipamentos importados para alta performance e condicionamento físico, entre eles o da conceituada marca Realleader, da Califórnia, além de sala multifuncional, vestiários com chuveiros aquecidos a gás, ambiente climatizado e estacionamento próprio. As pré-matrículas já podem ser feitas, dando direito a uma mensalidade promocional de R$ 9,90 no primeiro mês.

Os treinos e o acompanhamento nutricional serão integrados ao aplicativo da rede, que concentra o histórico e a evolução dos alunos. Segundo Pedroche, a tecnologia tem papel fundamental na personalização da experiência. “As pessoas querem informação e suporte para alcançar resultados de forma personalizada. A tecnologia nos permite oferecer isso em escala, sem abrir mão da experiência humana que faz diferença na rotina de cada aluno”, explica.

Público de vários perfis

A proposta da Force One é atender públicos com diferentes perfis e objetivos. “Queremos ser o combustível para uma vida extraordinária para cada um de nossos alunos, seja para quem quer praticar exercícios com o objetivo de subir uma montanha, seja para uma mãe sedentária que quer investir em saúde para ver os filhos crescerem ou seja para um idoso que quer ganhar massa muscular ou tratar doenças crônicas como diabetes e pressão alta”, afirma o CEO.

Esse compromisso com a individualidade está traduzido no slogan da marca, “a academia do seu jeito”, reforçando que cada pessoa inicia sua jornada com um propósito próprio e encontra diferentes caminhos para alcançá-lo.

Barion amplia equipe e anuncia nova fase de contratações temporárias para Páscoa


A tradicional indústria de chocolates Barion Indústria e Comércio de Alimentos S/A, reconhecida nacionalmente por sua qualidade e mais de seis décadas de tradição na produção de chocolates, wafers e produtos derivados do cacau, anuncia um novo plano de contratação de mão de obra temporária para fortalecer sua operação neste período estratégico do ano — especialmente com a chegada da Páscoa, considerada a época mais gostosa e aguardada pelos consumidores e pela própria indústria alimentícia.

Com sede em Colombo (Região Metropolitana de Curitiba), a Barion já contratou 120 colaboradores para atuar na linha de produção de mais de 60 toneladas de produtos para a Páscoa 2026. Agora, para ampliar a presença da marca no varejo e oferecer atendimento de excelência nas lojas durante o período de maior movimento, a empresa anuncia a contratação de 50 novos colaboradores temporários. Eles irão atuar na loja online e nas três lojas da fábrica – na matriz, em Colombo, no Tarumã, na Linha Verde, e na nova unidade na Avenida República Argentina, que será inaugurada até o início de março.

As contratações para as três lojas próprias irão garantir agilidade, qualidade de serviço e uma experiência positiva para o público que visita os espaços da Barion.  Segundo Fernanda Barion, Diretora de Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento, esta etapa de contratações temporárias é fundamental para reforçar a equipe num momento em que a demanda pelos produtos cresce exponencialmente. “Queremos proporcionar aos clientes um atendimento acolhedor e eficiente, valorizando cada momento vivido junto à nossa marca”, afirma.

Fernanda acrescenta que a iniciativa também é uma forma de integrar pessoas à cultura da Barion e ampliar as oportunidades de experiência no varejo e no setor de chocolates. “Com a nova fase de seleções, a Barion reafirma seu compromisso com o desenvolvimento local e a geração de empregos. Certamente, os colaboradores que se destacarem terão chances de serem efetivados”, completa.

Mais informações sobre as vagas no telefone: 41 3888-6180.

Sobre a Barion


Fundada em 1960, a Barion é uma das marcas mais tradicionais do setor de chocolates e produtos derivados de cacau do Brasil, com uma trajetória marcada por inovação e qualidade. A empresa possui sua fábrica em Colombo (PR), lojas próprias e está presente em milhares de pontos de varejo. A marca oferece um portfólio amplo que inclui chocolates, wafers, biscoitos, Pão de Mel, creme de avelã e itens sazonais, como os tradicionais ovos de Páscoa. A empresa emprega mais de 400 colaboradores. 

Exercício físico na gravidez: o que é indicado em cada fase da gestação

Estudo brasileiro aponta que exercícios ajudam a controlar ganho de peso e diminuem riscos de complicações na gravidez

Ter uma vida ativa é essencial para a saúde e bem-estar, e na gestação não é diferente. Segundo o artigo Posicionamento sobre Exercícios Físicos na Gestação e no Pós-Parto, realizado pela Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, a prática regular de atividades físicas proporciona diversos benefícios às gestantes, entre eles a redução em torno de 50% do risco de diabetes gestacional e de até 40% da hipertensão arterial – além de contribuir para o controle do ganho de peso excessivo e reduzir o risco de depressão. “O período da gestação é um processo que causa alterações psicológicas e fisiológicas importantes, e o exercício físico é um grande aliado para equilibrar esses componentes”, explica o coordenador da UPX Sports, Zair Cândido.

No entanto, o especialista faz uma ressalva: “Tudo deve ser planejado. Desde o horário em que a gestante pretende se exercitar até o tipo de atividade, a hidratação, a alimentação e a roupa utilizada”. A partir disso, Cândido indica o que é recomendado em cada trimestre da gestação:

1º trimestre

O primeiro trimestre exige mais cautela, já que nessa fase ocorrem alterações hormonais que podem provocar indisposição, náuseas e mal-estar. Por isso, o exercício físico deve ser de intensidade leve e iniciado apenas após a primeira consulta pré-natal, garantindo a ausência de riscos à gestação.

“É necessário fazer todos os exames e ter um acompanhamento médico durante esse processo, além de procurar um profissional de educação física para desenvolver um treinamento individualizado com intensidade dosada”, alerta o coordenador. Nesse período, o ideal é que sejam trabalhados alongamentos, exercícios respiratórios e caminhadas leves, para que o corpo se adapte às mudanças da gestação.

2º trimestre

Considerado o melhor trimestre para a prática de atividades físicas, esse período costuma ser marcado por maior disposição da gestante. Nessa fase, exercícios aeróbicos de intensidade moderada e musculação são indicados, desde que haja ajustes na intensidade e na duração das atividades. “Nos exercícios aeróbicos, é importante controlar a frequência cardíaca. O ideal é que ela fique em torno de 60% da frequência máxima”, orienta Zair Cândido. Na musculação, devem ser evitadas cargas elevadas e volumes intensos de treinos. Além disso, é fundamental manter uma rotina regular de alongamentos. 

A frequência e a duração das atividades variam de mulher para mulher. De modo geral, para aquelas que já praticavam exercícios antes da gestação, recomenda-se de duas a cinco sessões semanais, com duração média de 30 minutos. Já para mulheres que não tinham o hábito de se exercitar, entre duas e três sessões semanais, com cerca de 20 minutos cada.

3º trimestre

Na fase final da gestação, os cuidados devem ser redobrados. É importante evitar exercícios de alto impacto, esportes de aventura e atividades com risco de queda. Também é recomendado evitar roupas quentes ou apertadas, especialmente na região abdominal.

A intensidade e a adesão ao exercício tendem a diminuir neste trimestre, principalmente em razão dos desconfortos típicos do final da gestação. “No último trimestre, é essencial reforçar a prática de alongamentos, yoga e pilates. São atividades que trabalham o sistema respiratório, o controle muscular e a flexibilidade, e ainda ajudam na preparação para o parto”, finaliza Zair Cândido.

É importante reforçar que antes de iniciar qualquer prática de exercício físico durante a gestação, é fundamental consultar o obstetra responsável e seguir todas as recomendações médicas, respeitando as particularidades de cada gestante, como histórico de saúde, condições físicas e possíveis restrições. Tudo isso garante que a atividade seja realizada de forma segura para a mãe e para o bebê.

Sobre a UP Experience

A UP Experience é o maior e mais completo complexo cultural, esportivo e científico do Brasil. Responsável pela gestão dos espaços de locação de todas as instituições do Grupo Cruzeiro do Sul Educacional, a UP Experience é hoje parte indispensável do ecossistema de eventos e turismo do país, atuando como polo de acesso do grande público à cultura, ao esporte e ao conhecimento em todo o território brasileiro. upx.art.br

GT Building recebe palestras da CASACOR Paraná no Universo GT

Na última quarta-feira (11), o Universo GT foi palco de um evento da CASACOR Paraná, edição paranaense da maior e mais completa plataforma de arquitetura, design e paisagismo das Américas. O espaço da incorporadora GT Building recebeu o elenco da mostra 2026 — formado por prestigiados escritórios de arquitetura e design do Estado — para o tradicional ciclo de palestras que marca o calendário anual da exposição.

O curador da CASACOR, Pedro Ariel, apresentou o tema da edição 2026, “Mente e Coração”. Na sequência, a arquiteta Paula Neder, com mais de 30 participações na CASACOR entre Rio de Janeiro e São Paulo, compartilhou sua trajetória profissional e trouxe reflexões aos profissionais expositores da edição paranaense.

Pela primeira vez, a CASACOR Paraná é parceira da incorporadora curitibana GT Building, que também abriga a mostra em um de seus terrenos, com 2.060 metros quadrados no Bigorrilho. Esse mesmo espaço sediará em breve um projeto exclusivo, composto por apenas 18 residências distribuídas em duas torres de 10 andares. Os apartamentos terão metragens que variam de 265 a 300 m², além de coberturas duplex de até 470 m².

Empreendedores de São José dos Pinhais podem se inscrever em curso gratuito com chance de capital semente

Formação presencial inclui consultoria individual e já impactou mais de 6 mil pessoas no Paraná e em Santa Catarina

Começam no dia 24 de fevereiro, em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, as aulas do Projeto MEGA 2026, Movimento Empreendedorismo Gerando Alternativas. 

O curso, totalmente gratuito, será realizado na Subprefeitura do Guatupê com aulas presenciais a partir das 19h, e oferece formação empreendedora, consultoria individual e  possibilidade de 3  participantes receberem capital semente de R$ 1.500 para investir no próprio negócio.

Faça sua inscrição no  link  abaixo: 

https://forms.gle/mmzAEgPYRTR5erwi8

 O MEGA é uma iniciativa da organização social GERAR (Geração de Emprego, Renda e Apoio ao Desenvolvimento Regional), que há  mais de 20 anos transforma vidas por meio da qualificação profissional e da empregabilidade.

A nova edição reforça o alcance e o impacto do projeto, que já beneficiou mais de  5 mil pessoas no Paraná e mais de 200 em Blumenau, Santa Catarina, promovendo geração de renda, fortalecimento de pequenos negócios e inclusão produtiva por meio do empreendedorismo.

Voltado a jovens e adultos a partir de 18 anos, com negócio próprio ou ideia de empreendimento, o MEGA oferece 32 horas de formação presencial, distribuídas ao longo de oito dias de aula, além de dois meses de consultoria individual após o encerramento do curso. Os conteúdos abordam gestão, marketing, precificação, estruturação e formalização do negócio.

Os três participantes com melhor desempenho e presença integral em cada turma recebem incentivo financeiro de R$ 1.500, destinado exclusivamente ao desenvolvimento do empreendimento. Ao longo da formação, os alunos também recebem apostila, bloco de notas, caneta, camiseta, lanche e uma logomarca personalizada, sem nenhum custo, além de certificado de conclusão.

De acordo com Valquíria Crispim, coordenadora do Projeto MEGA, o diferencial da capacitação está na combinação entre técnica e desenvolvimento humano. “O MEGA atende tanto quem já empreende quanto quem sonha em começar. Além do conteúdo prático, o projeto trabalha autoestima, confiança e visão de futuro, fatores que fazem diferença na trajetória dos participantes”, afirma.

Após a inscrição, a equipe do projeto entra em contato com os selecionados para orientar sobre os próximos passos e confirmar a participação.

Serviço

Projeto MEGA, Movimento Empreendedorismo Gerando Alternativas em São José dos Pinhais 

Data de início: 24 de fevereiro- Terça-feira 

 Horário: das 19h às 22h
Local: Subprefeitura do Guatupê 

 Endereço: Praça da Juventude, s/n – Guatupê – São José dos Pinhais/PR

Dúvidas ou mais informações:

 Valquíria Crispim: (41) 99905-1757

Instagram: @mega.gerar

Foto: Divulgação

Londrina avança como um dos mercados imobiliários mais promissores do Sul em 2026

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Projeção da MRV Paraná aponta valorização de pelo menos 14%, impulsionada pela expansão urbana planejada, novos empreendimentos e pela forte relação entre oferta qualificada e demanda crescente

Impulsionada por um processo consistente de expansão urbana, pela diversificação de produtos imobiliários e por uma demanda que segue aquecida, Londrina caminha para 2026 consolidada como um dos mercados imobiliários mais promissores do Sul do Brasil. A cidade reúne crescimento planejado, novos vetores de valorização e um ambiente favorável tanto para quem busca moradia própria quanto para investidores atentos às oportunidades regionais.

Esse movimento local também se reflete em indicadores nacionais. Segundo o Índice de Demanda Imobiliária (IDI), Londrina está entre as cidades com maior crescimento do setor no país, ocupando a 13ª posição no ranking do segmento econômico e avançando 44 posições no alto padrão. O desempenho reforça a atratividade do mercado local para diferentes perfis de compradores e investidores.

Apenas no Paraná, a MRV, empresa do grupo MRV&CO e maior construtora da América Latina, tem previsão de lançar mais de 2,4 mil unidades em Londrina em 2026, destaca Rafael Kulevicz, gestor comercial da companhia. “No horizonte dos próximos anos, falamos em mais de 13 mil unidades planejadas apenas entre Londrina e a vizinha Maringá, o que demonstra a força e a confiança no mercado regional”, afirma.

Expansão urbana e novos vetores de valorização

Londrina é hoje considerada uma potência da construção civil, um verdadeiro “canteiro de obras”, como define o especialista. O crescimento ocorre de forma organizada, com vetores bem definidos: a região Norte se consolida como um polo expressivo do mercado econômico, enquanto áreas como a Nova Prochet e a Nova Palhano concentram a expansão do médio e alto padrão, com elevado potencial de valorização.

“Há um crescimento expressivo da região Sul, especialmente com a expansão dos condomínios horizontais de alto padrão. Esse movimento fortalece ainda mais a valorização de áreas estratégicas do entorno, como a região do Alameda, que se beneficia diretamente desse novo eixo de desenvolvimento”, explica Kulevicz.

A cidade exerce ainda um papel estratégico no Norte do Paraná ao atrair moradores de diferentes regiões do país, impulsionada por fatores como qualidade de vida, segurança, infraestrutura urbana, oferta de lazer e um sistema educacional consolidado — elementos que sustentam uma demanda imobiliária contínua.

Demanda aquecida e indicadores sustentam o crescimento

Segundo o gestor, o mercado imobiliário de Londrina responde de forma positiva a esses vetores de crescimento, com zonas de desenvolvimento bem definidas e produtos que atendem desde o segmento popular até o altíssimo padrão, respeitando a vocação de cada região.

As perspectivas para 2026 são consideradas bastante favoráveis em todos esses segmentos. “A Nova Palhano deve impulsionar fortemente o mercado de médio e alto padrão na região Sul, enquanto o segmento econômico segue aquecido, com lançamentos expressivos previstos para os próximos anos”, projeta.

O desempenho recente reforça esse cenário. Em 2024, o mercado imobiliário de Londrina encerrou o ano com R$ 3,3 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV) — cerca de R$ 1 bilhão a mais do que em 2023, consolidando um recorde histórico. No período, foram lançadas 5.732 unidades em 36 empreendimentos, entre projetos verticais e horizontais.

Perspectivas para 2026 reforçam o potencial do mercado

“Hoje, apenas a MRV responde por um VGV superior a R$ 500 milhões na região, com mais de 1,8 mil vendas no segmento econômico, o que representa cerca de 40% do funding do FGTS local. A expectativa é ultrapassar os R$ 600 milhões em VGV em 2026”, destaca Kulevicz.

Para ele, Londrina reúne atributos estratégicos. “A cidade combina vetores claros de crescimento com uma demanda consistente. Recebe novos moradores todos os anos, o que sustenta oportunidades tanto em imóveis compactos quanto no médio e alto padrão”, avalia.

A projeção da companhia é de valorização imobiliária de pelo menos 14% em 2026, impulsionada pela expansão urbana planejada, pela chegada de novos empreendimentos e pela relação equilibrada entre oferta qualificada e demanda crescente.

Outro fator relevante é o ambiente regulatório. “A atualização do teto da Faixa 2 do Minha Casa, Minha Vida, agora em R$ 255 mil, foi uma excelente notícia. Isso amplia o acesso a produtos com ticket mais alto e fortalece ainda mais o mercado”, afirma.

A tendência para os próximos anos, segundo o especialista, é de crescimento consistente no médio e alto padrão – tanto em empreendimentos verticais quanto em condomínios horizontais – ao mesmo tempo em que a Zona Norte segue em franca expansão com produtos voltados ao segmento econômico.