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Família Madalosso celebra o Mês da Mulher com experiências à mesa e ações exclusivas

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Família Madalosso celebra o Mês da Mulher com experiências à mesa e ações exclusivas

Campanha especial oferece open de vinho para elas e rodízio cortesia para grupos femininos nas unidades participantes

O mês de março ganha um sabor especial no Família Madalosso. Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, o restaurante lança uma campanha que transforma a experiência gastronômica em um convite à celebração, ao encontro e ao protagonismo feminino. Com ações válidas até 31 de março, a iniciativa contempla benefícios exclusivos, reforçando a tradição da casa em unir boa mesa, afeto e momentos compartilhados.

Às quartas e quintas-feiras, no almoço e jantar, todas as mulheres que consumirem refeição no local poderão desfrutar de open de vinho durante a permanência no restaurante. Serão servidos rótulos da linha Famiglia Madalosso.

Além disso, de segunda a sexta-feira, no almoço e jantar, acontece o “Especial mês da mulher – Juntas à mesa”: a cada três mulheres, um rodízio é por conta da casa.

As ações são válidas somente no restaurante Família Madalosso Matriz ou Velho Madalosso. Para participar, basta apresentar o post de divulgação das ações no Instagram @familiamadalosso.

A campanha foi estruturada com foco em estimular encontros femininos. “Mais do que uma promoção, pensamos em um gesto simbólico. Queremos que as mulheres se sintam acolhidas, celebradas e valorizadas em um ambiente que carrega história, tradição e memória afetiva”, afirma a executiva do Grupo Família Madalosso, Mariana Werner.

O Grupo Família Madalosso é reconhecido por sua tradição, hospitalidade e culinária com memória afetiva, servindo em um ambiente acolhedor e familiar. Fundado em 1963, se tornou um destino favorito para moradores locais e visitantes em busca de uma experiência gastronômica memorável em Curitiba. Com duas unidades de restaurante em Santa Felicidade, um container e três operações Express no ParkShoppingBarigüi, Palladium e Shopping Müeller, o Família Madalosso é patrimônio de Curitiba e um dos principais empreendimentos gastronômicos da cidade. 

O restaurante funciona de quarta-feira a segunda-feira, para almoço, das 11h30 às 15h30 e das 18h30 às 22h, para jantar. No domingo, das 11h30 às 15h30. Nos shoppings, no dia 19, o atendimento é das 12h às 20h. Terças-feiras, a unidade Matriz é fechada.

Serviço:

Campanha Mês da Mulher – Família Madalosso

Período: até 31 de março

Open de Vinho para Elas

Exclusivo no Restaurante Família Madalosso (Novo Madalosso – Matriz)

Quartas e quintas-feiras

Almoço e jantar

Open de vinho da linha Famiglia Madalosso para mulheres, mediante consumo no local

“Especial mês da mulher – Juntas à mesa”

Restaurante Família Madalosso (Novo Madalosso – Matriz) e Restaurante Velho Madalosso

Segunda a sexta-feira

Almoço e jantar

A cada três mulheres pagantes, uma ganha o rodízio

Vanguard vende 100% de empreendimento em menos de 48 horas

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Vanguard vende 100% de empreendimento em menos de 48 horas

A construtora comercializou 463 unidades do MINDSE7, batendo a marca de R$200 milhões em VGV

A Vanguard Curitiba protagonizou um marco inédito em sua trajetória. O MINDSE7, empreendimento que foi oficialmente apresentado ao mercado nesta semana, teve 100% de suas unidades comercializadas em menos de 48 horas após a abertura da pré-venda, realizada na última segunda-feira (23). As 463 unidades totais geraram um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$200 milhões.

“Sabíamos da força do produto e da localização estratégica no Centro, mas o ritmo das vendas superou qualquer cenário projetado. Fomos surpreendidos positivamente pelo mercado e pelas imobiliárias, que rapidamente absorveram a totalidade do estoque disponível”, afirma a superintendente regional da Vanguard Curitiba, Louise Lamb.

“Esse é um resultado histórico para a Vanguard Curitiba. Superamos todas as metas e planejamentos, mostrando a força da marca e a confiança do mercado, principalmente, em um ano que sabemos que será desafiador. O desempenho reforça nossa estratégia de atuação em Curitiba e sinaliza um ciclo importante de crescimento para a regional”, comemora Louise.

Localizado na Avenida Sete de Setembro, no Centro de Curitiba, o MINDSE7 é um projeto voltado ao público jovem-adulto e investidor, com 463 unidades distribuídas em torre de alta densidade: são 24 apartamentos por andar. O empreendimento aposta no conceito de moradia compacta integrada, oferecendo estúdios e apartamentos funcionais com infraestrutura completa de áreas comuns, como coworking, academia, lavanderia compartilhada e espaços de convivência. O modelo atende à crescente demanda por imóveis compactos em regiões centrais, que combinam mobilidade, praticidade e potencial de valorização.

Segundo Louise, o produto foi desenhado com foco em liquidez e aderência ao comportamento contemporâneo de consumo imobiliário. “Não se trata apenas de metragem, mas de um ativo imobiliário alinhado ao estilo de vida urbano e às novas dinâmicas de trabalho e moradia. O investidor hoje busca praticidade, baixa vacância e forte demanda locatícia, e esse projeto entrega exatamente isso.”

Sobre o MINDSE7

Localizado na Avenida Sete de Setembro, o MINDSE7 tem projeto arquitetônico assinado por Gustavo Pinto Arquitetura, e de interiores pela Bohrer Arquitetos, e nasce alinhado a uma transformação clara do mercado: a busca por unidades mais eficientes, integradas à dinâmica da cidade e conectadas ao cotidiano de um público que prioriza praticidade sem abrir mão de identidade. O MINDSE7 oferece plantas que variam de 23 m² a 40 m², pensadas para diferentes perfis de moradores e investidores.

No MINDSE7, as áreas comuns assumem papel central na experiência proposta pelo empreendimento. O projeto contempla ambientes pensados para acompanhar a rotina dinâmica do morador urbano, incluindo lobby com design autoral, espaços de convivência, piscina e pátio externo, concebidos como extensões naturais das unidades privativas. A configuração desses espaços reforça a integração entre bem-estar, socialização e conveniência, criando ambientes de encontro e descompressão dentro do próprio edifício — um diferencial cada vez mais valorizado em empreendimentos compactos e localizações centrais.

A proposta dialoga diretamente com um público urbano que enxerga a moradia como plataforma de vida: um espaço capaz de reunir trabalho, lazer, descanso e socialização em uma mesma lógica. Hoje, a casa deixou de ser apenas um espaço de permanência e passou a representar estilo de vida. O projeto foi pensado para quem valoriza a mobilidade, praticidade e a possibilidade de viver a cidade de forma intensa, com tudo ao alcance.

Opinião – Comunicação sob coerção: falar claro ou pagar o preço

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João Nyegray e Lorena Nogaroli*

Quando o primeiro-ministro do Canadá subiu ao palco de Davos e evocou a metáfora de Václav Havel sobre o lojista que exibe um slogan no qual ninguém acredita, não fazia um aparte filosófico. Tratava-se de um diagnóstico preciso sobre poder, linguagem e vulnerabilidade no sistema internacional. 

O mundo transformou-se mais rápido do que a história costumava contar e, hoje, é moldado por assimetrias de alavancagem — e não por regras previsíveis. Assim, as frases que os países repetem deixaram de ser rituais inofensivos e passaram a funcionar como passivos estratégicos.

Esse é um ponto central da gestão de reputação. Mantras institucionais que perderam aderência à realidade deixam de ser ativos simbólicos e passam a operar como riscos latentes. O mesmo ocorre com empresas que insistem em discursos de “propósito”, “neutralidade” ou “compromisso com regras” que não se sustentam na prática.

Mark Carney centrou seu discurso no colapso da chamada ordem internacional baseada em regras. Por décadas, potências médias como o Canadá se beneficiaram de um sistema que prometia multilateralismo e contenção legal, ainda que a aplicação dessas regras fosse seletiva e o poder, desigual. Essa ficção compartilhada teve valor enquanto a potência dominante arcava com os bens públicos e exercia certa contenção. O slogan na vitrine preservava a estabilidade. Segundo Carney, esse pacto foi rompido.

O que se desenrola não é uma transição gradual, mas uma ruptura explícita. A integração econômica, antes vista como ganho mútuo, passou a operar como instrumento de coerção: tarifas usadas como ameaça, infraestrutura financeira convertida em arma e cadeias produtivas transformadas em pontos de pressão.

Do ponto de vista do risco, trata-se da passagem de um ambiente regido pela previsibilidade para outro dominado pela intencionalidade estratégica. Para governos e organizações, isso significa que dependências não mapeadas se convertem em vulnerabilidades exploráveis, inclusive no campo narrativo.

A obra O Poder dos Sem Poder, de Havel, ilumina esse fenômeno. Sistemas autoritários não persistem apenas pela repressão, mas pela participação coletiva em falsidades conhecidas. Sua força reside nessa adesão; sua fragilidade, no abandono dela. Estados e corporações hoje assumem o papel do lojista, repetindo mantras de neutralidade e de regras como forma de evitar confrontos.

A reação às declarações de Carney expôs a futilidade dessa postura. Dias depois, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos afirmou ter recuado de comentários feitos em uma ligação com Trump. A veracidade do episódio importa menos do que a dinâmica revelada: disputas narrativas convertem-se rapidamente em alavancas de pressão, seja pelo não convite do Canadá a um “Conselho da Paz” liderado pelos EUA, seja pela renovação de ameaças tarifárias.

Esse episódio ilustra um princípio clássico da gestão de crises: recuos discursivos sob pressão raramente apaziguam. Em geral, sinalizam vulnerabilidade. No campo reputacional, a tentativa de “corrigir o tom” após o impacto costuma ampliar o dano.

É nesse ponto que comunicação e estratégia se fundem. Em rivalidades entre grandes potências, a ambiguidade convida ao teste. Expressões de desconforto com a coerção, seguidas de recuos linguísticos, não sinalizam moderação, mas exposição. O teatro da soberania substitui sua realidade.

Carney — acompanhado por líderes europeus — argumentou que fingir a sobrevivência da antiga ordem acelera sua decomposição. Citar regras multilaterais enquanto se aceita sua aplicação seletiva corrói a legitimidade. Condenar a intimidação dos rivais enquanto se ignora a dos aliados aprofunda o enredamento.

Para a comunicação institucional, a advertência é direta: incoerência seletiva destrói confiança. Públicos estratégicos — investidores, parceiros, funcionários e opinião pública qualificada — identificam rapidamente quando princípios são aplicados de forma conveniente.

Carney rejeitou tanto a postura moralizante quanto a ingenuidade. Defendeu, em vez disso, um realismo orientado por valores: compromissos firmes com soberania, integridade territorial e proibição do uso da força, combinados com pragmatismo em relação a interesses, concessões e parceiros imperfeitos. Para potências médias, os riscos são existenciais. O bilateralismo assimétrico impõe termos, não negociações. Tentativas concorrentes de acomodação equivalem à submissão administrada.

Coalizões flexíveis, formadas tema a tema, representam hoje gestão de riscos, não um multilateralismo ultrapassado. O Brasil, exposto a guerras tarifárias e a cadeias globais sensíveis, encarna esse dilema. Clareza sobre coerções chinesas ou americanas exige diversificação prévia de comércio e finanças. Não há discurso de autonomia que se sustente sem estratégia de mitigação de dependências. Pronunciamento sem lastro estrutural é risco reputacional elevado.

A comunicação, portanto, torna-se elemento de resiliência nacional. Nomear realidades reduz incertezas para aliados e mercados. O alinhamento entre narrativas domésticas e externas eleva o custo da pressão externa. As nações conquistam clareza ao enfrentar primeiro suas próprias vulnerabilidades — como fez a Europa após a invasão da Ucrânia, ao criar fundos de defesa e rotas alternativas de suprimento. Em gestão de crises, a máxima é conhecida: credibilidade externa nasce da coerência interna. Não se comunica força; constrói-se.

Davos oferece uma lição que vai além do Canadá. Governos e empresas precisam abandonar slogans obsoletos. O léxico de uma ordem extinta não navega os riscos de um planeta fraturado. Onde o poder exerce pressão em vez de persuasão, a encenação convida à escalada. Havel observou que viver a mentira corrói tanto o sistema quanto seus participantes. O mesmo vale para a geopolítica contemporânea. A ruptura é real. A nostalgia não oferece estratégia. A clareza — desconfortável e custosa — oferece.

Para líderes de organizações públicas e privadas, a mensagem é inequívoca: clareza não é bravata, é gestão de risco. Diante da hipervisibilidade e da coerção, o maior perigo não é o conflito, mas a dissonância entre o discurso e a realidade.

*João Alfredo Lopes Nyegray é mestre e doutor em Internacionalização e Estratégia. Especialista em Negócios Internacionais. Advogado, graduado em Relações Internacionais. Professor de Negócios Internacionais da PUCPR e de Relações Internacionais da FAE. 

Lorena Nogaroli é gestora de reputação, jornalista, especializada em Marketing, Serviços e Gestão de Riscos e Crises. Fundadora da Central Press, dirige o escritório da agência de reputação em Londres.

MRV&CO consolida governança e integridade com avanços estruturais e novos compromissos públicos

Grupo fortalece canal de denúncia, amplia treinamentos e adere a iniciativas nacionais de integridade, evidenciando maturidade ética e evolução contínua nos mecanismos de prevenção, apuração e transparência

O grupo MRV&CO acaba de publicar a segunda edição do Relatório Anual de Governança, Riscos, Compliance e Privacidade (GRC&P), referente a 2025. O documento consolida um ciclo de amadurecimento institucional, com avanço dos mecanismos de prevenção e apuração, fortalecimento do canal de denúncia e novos compromissos públicos com a integridade. 

Ao longo do último ano, o Grupo fortaleceu sua estrutura de apuração com a segregação formal entre as áreas de Investigação Corporativa e Auditoria Interna, garantindo maior independência, imparcialidade e robustez nos processos. No período foram registrados 1.805 relatos recebidos e tratados pelo Canal Confidencial, representando avanço em relação à 2024 e evidenciando maior confiança no mecanismo. Além do aumento no volume, a companhia aprimorou fluxos e governança, ampliando a eficiência na análise e tratamento das denúncias.

Paralelamente, a agenda preventiva ganhou escala: 98% dos colaboradores foram treinados em Cultura de Integridade e 92% capacitados em Código de Conduta, consolidando a internalização dos valores corporativos e contribuindo diretamente para a qualidade e agilidade das apurações.

Alex Medeiros, diretor de Governança, Riscos, Compliance e Privacidade (GRC&P) da MRV&CO destaca que “fazer o certo, sempre” é um valor efetivamente vivenciado na organização. “Evoluir com integridade é uma responsabilidade compartilhada. Ao revisitar nossas ações e resultados de 2025, vemos materializada a evolução contínua que consolida os pilares que fortalecem nossa governança, nossa reputação e a integridade em tudo que fazemos”. Ainda afirma que 2025 marcou a consolidação da maturidade institucional. “Vivenciamos uma evolução expressiva nas frentes de aculturamento ético e percebemos uma tolerância cada vez menor à convivência com desvios. A integridade e a conduta são elementos centrais na reputação da MRV&CO”, destaca.

Outros destaques do Relatório 2025:

Canal Confidencial fortalecido

Um dos principais indicadores de amadurecimento da cultura de integridade foi o fortalecimento do Canal Confidencial, mantido desde 2012 e operado por empresa independente, garantindo anonimato e proteção ao denunciante de boa-fé. O site foi atualizado com novo layout, recursos de acessibilidade — como tradução em Libras e leitura em voz — e integração com chatbot via WhatsApp, ampliando o acesso e a transparência.

Compromissos públicos

Outro destaque do relatório de 2025 foi a adesão da MRV&CO ao Pacto Brasil pela Integridade Empresarial, iniciativa da Controladoria-Geral da União (CGU). 

No âmbito do Movimento Transparência 100%, da Rede Brasil do Pacto Global da ONU, a MRV&CO avançou em compromissos como 100% de transparência sobre o desempenho dos canais de denúncia e a vinculação de metas ESG à remuneração variável da alta administração, conectando governança e estratégia de longo prazo.

Tecnologia para o gerenciamento de riscos

Maior integração da área de TI com as estruturas de Conformidade para antecipação de cenários — a partir de IA, data analytics e automação —, focando em uma atuação mais preventiva.

A íntegra do documento está disponível no site de integridade da companhia: https://mrveco.com.br/etica-e-integridade.

Sobre a MRV&CO

A MRV&CO é uma plataforma de soluções habitacionais composta por cinco empresas que tem como objetivo oferecer as melhores opções de moradia que se adaptem ao momento de vida e necessidades de seus clientes. Seja com a aquisição de apartamentos prontos ou na planta por meio da MRV ou de Sensia, pela compra de um terreno em loteamentos completamente urbanizados pela Urba, ou mesmo alugando imóveis especialmente pensados, com inúmeros serviços, oferecidos pela startup Luggo de forma totalmente digital e sem burocracia. A MRV&CO atua em diferentes nichos do mercado imobiliário, trazendo propostas distintas e complementares para o mercado nacional. A plataforma habitacional se completa com a empresa Resia, voltada para o mercado de moradia norte-americano, fazendo o intercâmbio de tecnologias e consolidando o grupo internacionalmente.

Legislação urbana e inclusão: binômio possível

Em São Paulo, o alinhamento entre regras, planejamento territorial e investimento em infraestrutura produz escala habitacional e inclusão social e se destaca no debate sobre desenvolvimento urbano.

Por Eduardo Fischer (*)

São Paulo é uma cidade de extremos. De um lado, potência econômica, diversidade cultural e elevada concentração de oportunidades. Do outro, desigualdade urbana, longos deslocamentos e uma lógica de expansão que, por anos, empurrou parte significativa da população para longe de áreas com maior oferta de empregos e serviços.

Até o início da década de 2010, o conjunto normativo na capital paulista teve um efeito perverso: quanto menor a renda, mais distante do Centro a moradia. Empurrar a habitação social para as bordas criou uma cidade extensa, com logística cara e complexa e perda de qualidade de vida. Para milhões de famílias, morar longe passou a ser o preço a se pagar pelo acesso à casa própria.

Esse modelo foi gradualmente modificado a partir da implementação do Plano Diretor de 2014 e de sua revisão em 2023, que integraram planejamento territorial, novas políticas de habitação e investimentos em infraestrutura – um processo consistente de correção de distorções históricas.

O reordenamento tem revertido assimetrias da expansão da cidade. A lei municipal vem redirecionando as novas moradias para áreas mais centrais e estruturadas; também, fortalece instrumentos como as Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS). Assim, é possível levar a população de menor renda para áreas antes inacessíveis, oferecendo empreendimentos mais qualificados, com melhor padrão construtivo e preço adequado a esse público.

Os números materializam a transformação: segundo a Prefeitura de São Paulo, entre 2021 e junho de 2023 a cidade licenciou mais de 330 mil moradias populares – 78% delas destinadas a famílias com renda de até seis salários mínimos, evidenciando o foco em escala e inclusão social.

Esse novo olhar também começa a reposicionar áreas historicamente subutilizadas, como o Centro, que vive uma reocupação com mais de 30 mil novos apartamentos viabilizados em apenas quatro anos, recompondo a vitalidade do coração da cidade.

A nova política urbanística aproximou, ainda, as residências dos eixos de transporte público, reduzindo custos e a distância dos deslocamentos e ampliando o acesso a empregos e serviços essenciais, em um cenário em que metrô, trem ou BRT no entorno podem elevar o valor de um imóvel em até 20%.

Os efeitos são claros também nas autorizações concedidas ao longo da última década. Até 2025, a Prefeitura de São Paulo aprovou quase 6 mil empreendimentos com unidades de habitação social, muitos em locais de maior dinamismo e conectados à rede de transporte coletivo. Bairros como Barra Funda e Lapa, assim como a zona de transição entre eles, são exemplos de territórios com forte atividade econômica onde essa inflexão se torna realidade.

Até o término da vigência do Plano Diretor, em 2029, a contribuição das construtoras para essas mudanças deve ser medida menos pelo discurso e mais pela capacidade de transformar diretrizes urbanas em soluções construtivas eficientes – com rigor no cumprimento das regras urbanísticas e coordenação entre engenharia, orçamento e obra.

Em um país marcado por déficit habitacional e problemas de infraestrutura, a experiência paulistana deve ser celebrada: ela mostra que é possível alinhar legislação, planejamento e investimento para produzir escala, qualidade e inclusão social. Mais do que respostas pontuais, é um sistema urbano coerente que sustenta resultados no longo prazo, fazendo de São Paulo é um laboratório de políticas de urbanização adaptáveis a diferentes realidades do país. Isso estende os efeitos desse movimento bem-sucedido para muito além da capital paulista – que, mais uma vez, é referência para todo o país ao contribuir para o futuro urbano brasileiro.

Eduardo Fischer é CEO da MRV&CO

Apoio durante licença-maternidade ajuda colaboradora a crescer na carreira e liderar equipe de mulheres

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História de profissional  do Grupo Vellore mostra como acolhimento no trabalho pode fazer diferença na vida de mães profissionais

Dados recentes sobre maternidade e mercado de trabalho acendem um alerta. Segundo levantamento da plataforma de empregos Catho, cerca de 56% das mulheres foram demitidas ou conhecem alguém que foi desligada após retornar da licença-maternidade. O mesmo estudo aponta que 40% relatam ter enfrentado discriminação em processos seletivos ao mencionarem a maternidade. 

Em meio a esse cenário, a trajetória de Andressa Pereira segue na contramão dessa estatística. Funcionária do Grupo Vellore há 20 anos, ela começou como assistente administrativa aos 22 anos e hoje lidera a área de vendas internas. No meio do caminho, viveu um dos momentos mais delicados da vida quando a filha recém-nascida precisou ser internada e encontrou na empresa o apoio que precisava para continuar.

Em outubro de 2019, meses antes da pandemia transformar o home office em regra, Andressa precisou se afastar completamente do trabalho para permanecer por dois meses no hospital acompanhando a filha, que enfrentava complicações de saúde após contrair um vírus. Durante esse período, a rotina passou a ser dividida entre leitos, exames e a expectativa pela recuperação da bebê. “Como mãe, eu só pensava na recuperação da minha filha. Mas como profissional, existia aquele medo silencioso e a dúvida se  meu espaço estaria garantido quando eu voltasse?”, afirma Andressa.

O apoio, no entanto, veio da própria empresa. Durante todo o período de internação da filha, o RH e a diretoria mantiveram contato e ofereceram suporte, inclusive auxiliando na interlocução com o plano de saúde e em demandas administrativas relacionadas aos exames. Após a alta hospitalar, já em casa, a empresa sugeriu que Andressa retornasse gradualmente em regime de home office até que a filha ganhasse imunidade suficiente para frequentar a escola com segurança. 

A medida foi adotada ainda antes da pandemia e não trouxe qualquer impacto negativo à sua trajetória na organização. Ao contrário, reforçou ainda mais a confiança mútua construída ao longo dos anos.“Eu tinha duas preocupações. Minha filha e o trabalho. Mas a empresa me acolheu antes mesmo que eu precisasse pedir”, relembra.

Ela permaneceu trabalhando remotamente até dezembro daquele ano e retornou presencialmente em janeiro de 2020. Poucos meses depois, a pandemia generalizou o modelo remoto, algo que ela já havia experimentado em um momento crítico da vida pessoal. Nos anos seguintes, sua trajetória dentro da empresa continuou evoluindo. Em 2024, após quase duas décadas na área administrativa, Andressa recebeu o convite para assumir a liderança de vendas internas, mesmo sem experiência prévia direta na função comercial. Aceitou o desafio, liderou uma reestruturação no setor e hoje coordena uma equipe formada exclusivamente por mulheres.
“O apoio à maternidade não é apenas uma política interna, é uma forma de garantir que profissionais talentosas possam continuar crescendo. A trajetória da Andressa mostra que, quando há confiança e flexibilidade, o resultado pode ser permanência, desenvolvimento e liderança”, garante Juliano Paolini, Coordenador de RH do Grupo Vellore.

Technocoat reforça liderança na fabricação de tubetes de alta performance para a indústria de papel e embalagens

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O Grupo Technocoat consolida sua atuação como uma das principais fabricantes nacionais de tubetes de alta performance, atendendo grandes players das indústrias de papel e embalagens flexíveis de alta resistência. Com produção 100% nacional, controle rigoroso de qualidade e foco em eficiência operacional, a empresa desenvolve soluções sob medida para operações que exigem precisão, regularidade e confiabilidade.

Os tubetes produzidos pela Technocoat são fabricados com diferentes composições, incluindo opções 100% recicláveis e 100% papel kraft, incluindo operações da Technofibra, sua unidade de negócios para celulose reciclada, além de receitas específicas para atender demandas exclusivas de mercado.

“Cada projeto é pensado de forma personalizada, considerando fatores como resistência, tipo de aplicação, diâmetro, comprimento, percentual de umidade e especificações dimensionais, garantindo melhor performance nas máquinas dos clientes, ganho de resistência e redução de custos operacionais”, explica o CEO do Grupo Technocoat, Cristiano Macedo.

Para dar suporte a esse desafio, a empresa conta com um laboratório próprio e um time dedicado de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), que realiza testes internos para validar desempenho, resistência e qualidade dos tubetes antes da entrega. Esse cuidado se reflete em produtos preparados para atender operações de alta exigência, com programação precisa e assistência técnica especializada.

“Nosso foco é desenvolver tubetes que realmente façam diferença na operação dos clientes, combinando resistência, padronização e eficiência logística”, completa o CEO.

A capacidade produtiva da Technocoat soma 3.400 toneladas mensais de tubetes, distribuídas entre as plantas de Telêmaco Borba/PR (3.000 toneladas/mês) e Otacílio Costa/SC (400 toneladas/mês). Ao longo do ano, isso representa mais de 40 mil toneladas produzidas, com operação contínua, garantindo regularidade no fornecimento.

Outro ponto estratégico é o modelo de entregas programadas. De acordo com a programação do cliente, a Technocoat mantém estoque dedicado, assegurando abastecimento constante, previsibilidade logística e redução de riscos na cadeia produtiva.

“Com investimentos em aquisições e melhorias de processos, seguimos ampliando nossa performance industrial e elevando nosso padrão de excelência entregue ao mercado. A combinação entre tecnologia, controle de qualidade, negociação próxima e acompanhamento contínuo faz parte do nosso DNA e sustenta relações de longo prazo com nossos clientes”, finaliza o executivo.

Grupo Technocoat

Com mais de 25 anos no setor papeleiro, o Grupo Technocoat está instalado em Telêmaco Borba e Araucária, no Paraná, e em Otacílio Costa, em Santa Catarina. Com investimentos contínuos em tecnologia de ponta e na capacitação de colaboradores, a empresa oferece produtos e serviços focados em inovação e sustentabilidade, respeitando boas práticas de segurança, higiene e uso de produtos químicos. Seus produtos são produzidos a partir de fontes renováveis e certificadas pelo FSC – Conselho de Manejo Florestal.

O primeiro trimestre como bússola: economia compartilhada vira solução estratégica para finanças em fase de juros elevados

Uso estratégico de frotas compartilhadas permite que empresas preservem o caixa e garantem previsibilidade operacional em setores críticos como agro e mineração, evitando armadilha de manter veículos próprios e gerir altas despesas

O fechamento do primeiro trimestre consolida-se como o termômetro definitivo para o planejamento empresarial. Com faturamento e contratos já mapeados, este período oferece uma referência real para projetar o desempenho da companhia até dezembro. No entanto, para que as expectativas se confirmem em resultados positivos, a gestão inteligente de recursos logísticos surge como o diferencial entre o lucro e o gargalo operacional, levando em conta o ambiente financeiro marcado por juros elevados para qualquer operação empresarial.

Mais do que um deslocamento, a mobilidade corporativa bem estruturada permite o cumprimento rigoroso de cronogramas sem a necessidade de imobilizar capital em ativos fixos. Ao optar por modelos que dispensam frota própria, as empresas preservam seu capital de giro e eliminam variáveis críticas como manutenção, depreciação de veículos, gestão de combustíveis e encargos de equipes dedicadas.

Essa escolha estratégica determina como o orçamento será trabalhado ao longo do ano e o impacto direto nas receitas. Enquanto frotas próprias exigem um planejamento rígido e oneroso, serviços especializados de transporte oferecem escalabilidade e previsibilidade. Esse modelo “as a service” encurta caminhos, evita improvisos e garante que o que foi projetado no início do ano se materialize no balanço final.

Esses desafios coincidem com a consolidação de um mercado que exige deslocamentos contínuos, em horários variados e, frequentemente, em regiões afastadas dos centros urbanos. Nesse cenário, onde o transporte público ou modelos de transporte convencionais falham em oferecer regularidade, as soluções compartilhadas e orientadas por dados preenchem a lacuna, promovendo o uso racional de veículos e a máxima eficiência logística.

Exclusividade

Fundada em 2017, a Autonomoz desenvolveu tecnologia para gestão de mobilidade corporativa em escala nacional. Por meio de sua plataforma digital, a empresa possibilita que organizações planejem e operem o deslocamento recorrente de seus colaboradores até diferentes unidades de trabalho, com eficiência operacional e acompanhamento em tempo real.

“Mais do que simplesmente acionar um aplicativo de mobilidade, a Autonomoz estrutura operações de transporte planejadas e recorrentes para empresas, garantindo previsibilidade e aderência às necessidades de deslocamento dos colaboradores”, afirma Ariane Monaro, diretora de operações da Autonomoz. Esse modelo reduz situações comuns em serviços voltados ao público em geral, como atrasos, cancelamentos ou indisponibilidade de veículos em horários de maior demanda.

“Nem é preciso dizer que a mobilidade, se não estiver bem organizada dentro da empresa que precisa de transporte de pessoal, irá gerar um efeito em cadeia em todos os seus departamentos, atingindo produtividade”, destaca Leandro Farias, CEO da Autonomoz.

Regularidade e pontualidade

“A proposta da Autonomoz ganhou força nas rotas que exigem regularidade, pontualidade e segurança”, afirma Ariane. Ao criar uma rede de motoristas parceiros apoiada por tecnologia, a empresa passou a entregar previsibilidade e eficiência para setores estratégicos da economia nacional, como ferrovia, energia, mineração e agronegócio.

São áreas que dependem de operações diárias em regiões distantes dos grandes centros. “Nossa plataforma, diferentemente dos app de massa, tem suporte contínuo, 24 horas por dia durante sete dias da semana, e consegue entregar um alto nível de SLA (contrato que define padrões de qualidade, prazos de resposta e resolução de problemas) para o cliente tomador, mesmo em situações extraordinárias”, ressalta Leandro.

Sobre a Autonomoz

A Autonomoz opera em mais de 175 cidades brasileiras, conecta mais de 1.000 motoristas parceiros e conta com cerca de 120 colaboradores internos responsáveis por tecnologia, suporte operacional e atendimento a clientes e motoristas. O modelo de mobilidade prioriza viagens recorrentes, trajetos conhecidos e passageiros identificados, oferecendo previsibilidade e segurança às empresas contratantes.

Hospital INC promove roda de conversa gratuita sobre sono e memória

A qualidade do sono exerce papel fundamental no funcionamento do cérebro, influenciando diretamente processos como atenção, aprendizado, consolidação da memória e regulação emocional. Para discutir esses aspectos de forma acessível e com base em evidências científicas, o Hospital INC (Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba) promove uma roda de conversa com o tema “Sono e Memória – porque dormir bem é essencial para lembrar melhor”. O encontro será realizado no dia 18 de março, às 19h, na filial INC Imagem, localizada no centro médico do ParkShoppingBarigüi, com participação gratuita.

A roda de conversa será conduzida pela médica Dra. Carla Fabiane da Costa Zonta, otorrinolaringologista especialista em Medicina do Sono, e a neurologista Dra. Amanda Batista Machado, especialista em Memória, Demência e Alzheimer. A proposta é abordar, de maneira clara e didática, como o sono atua na organização das memórias, quais são os impactos da privação de sono no desempenho cognitivo e quais hábitos podem favorecer tanto o descanso quanto a capacidade de lembrar, aprender e tomar decisões.

Manter um ciclo saudável de sono é fundamental para fixar as memórias e também influencia a capacidade de aprendizagem. “Nossa proposta é levar informação às pessoas interessadas em aprimorar sua qualidade de vida por meio de hábitos saudáveis de sono. Esclarecer a relação entre sono, memória e saúde cerebral, além de orientar sobre práticas que promovem melhor qualidade de sono”, explica a Dra. Carla Fabiane.

Segundo a especialista, o sono é formado pelo sono REM (rapid eye movement ou movimento rápido dos olhos), em que ocorre a maior parte dos sonhos, e o não REM (sem movimento rápido dos olhos). Cada fase desempenha funções distintas no processo de consolidação de memórias, além de atuar na remoção de resíduos do cérebro. “Muitos estudos sobre esse tema nos mostram que tanto a privação de sono (menos de seis horas) ou a duração excessiva de sono (mais de dez horas) estão associadas ao declínio cognitivo”, informa.

Durante a roda de conversa, haverá um momento para responder dúvidas frequentes sobre insônia, esquecimento, cochilos e rotina de descanso. O encontro é aberto à comunidade, incluindo estudantes, profissionais, cuidadores e idosos. De acordo com a Associação Brasileira do Sono (ABS), 45% dos brasileiros apresentam insônia e 33% da população adulta sofre de apneia do sono. Estima-se que cerca de 73 milhões de brasileiros já tiveram alguma dificuldade para dormir ao longo da vida.

Estudos sono X funções cognitivas

A revista JAMA Neurology publicou, em 2017, uma meta-análise robusta que examinou a relação dos distúrbios respiratórios do sono (como a apneia), a função cognitiva e o risco de comprometimento cognitivo. Entre os principais achados, verificou-se que distúrbios do sono estão associados ao declínio cognitivo global, incluindo prejuízos de memória. Estudos longitudinais indicam, ainda, maior risco de demência em pessoas com apneia não tratada. Indivíduos com distúrbios respiratórios do sono (DRS) têm 26% mais probabilidade de desenvolver comprometimento cognitivo.

Outro estudo publicado, em 2020, identificou uma associação em forma de U invertido entre a duração do sono e o declínio cognitivo global, indicando que a função cognitiva deve ser monitorada em indivíduos com duração de sono insuficiente (≤ 4 horas por noite) ou excessiva (≥ 10 horas por noite).

SERVIÇO:

Roda de conversa – Sono e Memória

Data: 18 de março de 2026, às 19h,

Local: Filial INC Imagem – Centro Médico do ParkShoppingBarigüi –  Piso L3 (R. Prof. Pedro Viriato Parigot Souza, 600)

Inscrição: gratuita, por meio do link eventosinc.com.br

Centro Universitário Integrado oferece treinamento gratuito e focado em tecnologia 

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Centro Universitário Integrado oferece treinamento gratuito e focado em tecnologia 

Inscrições vão até 30/03 e serão ofertadas 35 vagas; Iniciativa capacita talentos para o mercado de TI; mais de 500 pessoas já foram beneficiadas pelo projeto 

O Centro Universitário Integrado de Campo Mourão (PR) está com inscrições abertas para o Bootcamp4all 2026, um treinamento intensivo e totalmente gratuito voltado a quem deseja dar os primeiros passos no universo da programação, desenvolver ou ampliar as competências digitais. 

O projeto é uma porta de entrada para um dos setores mais aquecidos da economia e não exige conhecimento prévio em informática, apenas vontade de aprender. Serão oferecidas 35 vagas e as inscrições devem ser realizadas até 30 de março pelo link https://betech.grupointegrado.br/evento/8/bootcamp4all-2026 

Com duração estimada de três meses, o treinamento será presencial, com aulas às segundas e quintas-feiras, das 19h30 às 22h30, no Laboratório 1 do Integrado (Av. Irmãos Pereira, 670, Centro, Campo Mourão). Durante o curso, os participantes aprenderão a desenvolver sites responsivos e dinâmicos utilizando tecnologias fundamentais como HTML, CSS e JavaScript. 

Escassez de mão de obra qualificada

A realização do bootcamp responde a uma demanda do mercado de trabalho, pois o setor de tecnologia carece de novos profissionais qualificados. Segundo estudos, o Brasil tem um déficit estimado em mais de 500 mil vagas, contra apenas 53 mil formandos anuais. 

“Esse mercado é um dos que mais cresce e precisa de gente preparada. O bootcamp funciona como uma forma de ingresso e um primeiro contato com tecnologias de desenvolvimento”, explica o coordenador e docente dos cursos de Tecnologia da Informação do Centro Universitário Integrado, Anderson Mine Fernandes. 

Oportunidades de carreira

A iniciativa dessa capacitação faz parte da BeTech Integrado, vertical de tecnologia criada para formar profissionais aptos a atender às necessidades da transformação digital. O programa busca criar uma rede de talentos com foco em habilidades práticas e alta empregabilidade, beneficiando tanto estudantes, quanto profissionais em transição de carreira. 

“Desde 2021, mais de 500 pessoas já passaram por esses treinamentos gratuitos oferecidos pelo Integrado. Grande parte já conquistou ótimas vagas no mercado de trabalho regional e em outros estados. Por isso, é uma excelente oportunidade que o público deve aproveitar”, complementa Anderson Mine Fernandes. 

Estrutura e certificação

Para garantir que a oportunidade seja acessível a todos, o Integrado disponibilizará o uso dos computadores do laboratório aos participantes. Além disso, as aulas serão ministradas por professores experientes no projeto e atuantes no mercado, trazendo uma visão prática para a sala de aula. 

Ao final, os alunos que concluírem o ciclo receberão um certificado de participação de 48 horas, fortalecendo o currículo de quem busca uma recolocação ou o primeiro emprego na área. 

Serviço:

O quê: Bootcamp4all 2026 (Treinamento gratuito em desenvolvimento de sites)

Quanto custa: Gratuito

Precisa de experiência: Não. O treinamento é aberto a todos os interessados, mesmo sem conhecimento prévio em informática

Inscrições: Devem ser feitas até 30 de março pelo link https://betech.grupointegrado.br/evento/8/bootcamp4all-2026.

Total de vagas: Serão oferecidas 35 vagas

Onde serão as aulas: Serão realizadas de maneira presencial (Segundas e quintas, das 19h30 às 22h30), no Laboratório 1 do Centro Universitário Integrado (Av. Irmãos Pereira, 670, Centro, Campo Mourão-PR)

Precisa levar computador: Não. O Centro Universitário Integrado vai disponibilizará o uso dos computadores do laboratório aos participantes 

Sobre o Centro Universitário Integrado

O Centro Universitário Integrado oferta ensino superior de excelência. A instituição tem nota máxima (5) no Ministério da Educação (MEC), é reconhecida como o melhor Centro Universitário do Paraná (CPC/MEC) e figura entre as mais sustentáveis do Brasil (ranking UI GreenMetric). 

Sediado em Campo Mourão (PR), com presença no Paraná, Mato Grosso do Sul e Amapá, o Centro Universitário Integrado proporciona educação de vanguarda em mais de 60 cursos de graduação — incluindo Medicina, Agronomia, Odontologia e Direito — e em mais de 70 cursos de pós-graduação. A formação multidisciplinar oferecida ajuda a transformar vidas e está conectada às demandas do mercado global. 

A instituição de ensino superior possui estrutura moderna, laboratórios com tecnologia de ponta, ecossistema próprio de inovação, pesquisa e fomento ao empreendedorismo, frente de investimento em startups, professores mestres e doutores com vivência prática e experiência profissional. 

O Centro Universitário Integrado faz parte do Grupo Integrado, que em 2026 completa 40 anos e engloba o Colégio Integrado, o Instituto Integrado de Ciência e Tecnologia (IN2), a Integrado Genética, as plataformas Super Professor e Coonect.se e a Faculdade Integrado de Macapá.