Com um conceito que convida à reflexão sobre a era digital, o shopping propõe um olhar de valorização das relações humanas e dos encontros presenciais, consolidando um posicionamento já orientado aos encontros reais
Em um contexto cada vez mais dominado por interações digitais, em que sentimentos, convites e relações são frequentemente traduzidos em emojis e mensagens instantâneas, o Palladium Curitiba apresenta sua nova campanha institucional para 2026 com uma provocação direta sobre o comportamento contemporâneo: representar não é o mesmo que viver.
A campanha parte de uma reflexão simples, mas potente: embora os símbolos digitais facilitem a comunicação, eles também reduzem a complexidade das experiências humanas. Um coração pode sugerir amor, um sorriso pode indicar felicidade, mas nenhum desses códigos substitui a vivência real que representam.
É justamente nesse contraste que a comunicação se constrói. Ao colocar lado a lado o universo digital e o mundo físico, o Palladium propõe um reposicionamento que vai além do varejo e se aproxima de uma plataforma de experiências. A mensagem central reforça que as memórias mais relevantes são construídas no encontro, no toque e na presença, dimensões que não cabem em uma tela.
Com a assinatura “Na real, a vida pode ser mais”, a campanha consolida uma estratégia iniciada há três anos, que reconhece a complementaridade entre os ambientes on e off. Se o digital exerce papel decisivo na jornada de consumo — especialmente na pesquisa e na descoberta — é no espaço físico que a experiência se concretiza, se aprofunda e se transforma em memória afetiva.
“Diferente das campanhas tradicionais do setor, geralmente orientadas por datas promocionais e apelos diretos de venda, a iniciativa institucional do Palladium adota um tom mais humano e relacional. Em vez de “compre”, o convite é “esteja”. A proposta é construir vínculo contínuo com o público ao longo do ano, reforçando identidade e propósito para além dos picos comerciais”, explica a gerente de marketing, Cida Oliveira.
Desenvolvida pela agência Santiago, o filme da campanha traduz esse conceito ao apresentar cenas cotidianas que acontecem no shopping: encontros entre amigos, momentos em família, celebrações espontâneas e experiências de consumo que ganham significado pela vivência. O mall deixa de ser apenas um espaço de passagem para se afirmar como uma “passarela da vida”, onde histórias reais acontecem.
Nesse sentido, o Palladium se posiciona como um ambiente que viabiliza conexões genuínas, um ponto de encontro em um mundo cada vez mais mediado por telas. A estratégia reforça a importância da presença e da humanização na experiência do consumidor, ao mesmo tempo em que dialoga com uma demanda crescente por autenticidade nas relações de marca.
“A campanha será desdobrada ao longo de 2026 em diferentes formatos, ativações e datas, mantendo o mesmo princípio criativo: evidenciar que, diante de um cenário digital dominante, a vida, quando vivida fora das telas, pode ser mais intensa, mais completa e mais memorável”, finaliza Cida.
Vinte e cinco alunos com mais de 60 anos estão participando do Curso de Capacitação Incluir Digital 60+, oferecido pelo Centro de Integração Empresa Escola (CIEE/PR) em parceria com a Prefeitura de Curitiba, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano.
Esta é a primeira turma da parceria com o município e as aulas, iniciadas no dia 07 de abril, acontecem no Espaço de Capacitação e Cidadania do CIEE/PR, situado à Rua Dr. Faivre, 398, no Centro de Curitiba.
No total, são 30 horas de conteúdos distribuídos em dois encontros semanais de três horas cada um, às terças e quintas-feiras, das 13h30 às 16h30. No final do curso, todos recebem um certificado.
Durante as aulas, os participantes recebem noções de informática básica, incluindo sistema operacional Windows, Word, Excel e PowerPoint. No caso do smartphone, o foco é o acesso às plataformas GOV e Meu INSS, além de aplicativos de saúde, utilização do WhatsApp e orientações sobre segurança digital e prevenção de golpes.
“Neste curso, os alunos se familiarizam com o funcionamento de computadores e smartphones, o que amplia o acesso a ferramentas tecnológicas e digitais. A ideia é favorecer a autonomia do público 60+ com segurança”, reforça Eugenio Stefanelo, presidente do CIEE/PR.
O curso desenvolvido pelo CIEE/PR integra a grade de cursos de capacitação ofertados gratuitamente para toda a comunidade e, de acordo com a demanda, pode ser disponibilizado por meio de parcerias externas.
As inscrições para as próximas turmas podem ser feitas pelo portal do CIEE/PR, de acordo com a disponibilidade.
Sobre o CIEE/PR
Há 58 anos, o Centro de Integração Empresa-Escola do Paraná (CIEE/PR) atua para promover a integração da comunidade ao mercado de trabalho como agente transformador. Por meio de programas de estágios e aprendizagem e cursos de capacitação, a instituição contribui para o desenvolvimento econômico e social do Estado. Junto com diversas entidades e empresas privadas, o CIEE/PR está presente nos 399 municípios do Paraná de forma física e online, e conta com 37 unidades físicas em cidades do Estado. Já recebeu cerca de 30 títulos de Utilidade Pública Municipal, possui dezenas de registros nos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente e também nos Conselhos Municipais de Assistência Social, condição essencial para cumprir o propósito de trabalhar para fortalecer o desenvolvimento humano e social. Ao longo de cinco décadas de atuação, o CIEE/PR contribuiu para a inserção e aperfeiçoamento técnico e profissional de mais de 1,8 milhão de beneficiados.
Atualização nas faixas do Minha Casa Minha Vida permite que mais famílias financiem imóveis e amplia o público de projetos como o Solare Essenza, London Plaza e Felicce, da Pride, em Londrina
O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou novas regras que ampliam os limites de renda das famílias e os valores máximos de financiamento de imóveis. A medida autorizada a partir de março deve ampliar o acesso à casa própria e já movimenta o setor da construção civil.
Na prática, a atualização das faixas do programa Minha Casa, Minha Vida expande o número de famílias aptas ao financiamento, incluindo um público que antes ficava fora das regras. Com isso, empreendimentos já em desenvolvimento passam a atender uma demanda maior — especialmente em cidades como Londrina, onde o déficit habitacional convive com a busca por imóveis mais acessíveis.
Os novos tetos de renda mensal passam a ser de R$ 3.200 (faixa 1), R$ 5.000 (faixa 2), R$ 9.600 (faixa 3) e R$ 13.000 (faixa 4). A mudança ocorre em um contexto de juros elevados e retração da poupança, e tem como objetivo facilitar o financiamento e ampliar o uso do FGTS na compra da casa própria.
Mais famílias aptas, mais oportunidades no mercado
Para construtoras com foco em habitação de interesse social e econômico, como a Pride, o impacto é imediato. “A mudança não apenas facilita o acesso à moradia, mas também reposiciona empreendimentos já existentes dentro de um novo cenário de demanda”, aponta Vevianne Jacques, diretora comercial da Pride Construtora.
Projetos já lançados da Pride, por exemplo, passam a se encaixar em novas faixas de renda. É o caso dos residenciais Solare Essenza, London Plaza e Felicce, todos em Londrina. Agora, o financiamento dos empreendimentos pode ser estendido a famílias enquadradas na faixa 2, que ampliou o teto da renda para R$ 5000,00 – o que amplia significativamente o perfil de compradores.
Na prática, os três projetos traduzem diferentes momentos da expansão urbana da cidade. Na Zona Sul, o Solare Essenza marca a chegada da Pride com um conceito que alia funcionalidade e lazer, reunindo apartamentos de dois quartos, opções com garden e torres com elevador — um diferencial relevante dentro da categoria econômica. Já na Zona Norte, os residenciais London Plaza e Felicce seguem uma proposta alinhada ao perfil da região, com plantas compactas e versáteis, que podem incluir sacada e unidades térreas com jardim privativo.
Em comum, os empreendimentos compartilham uma estrutura completa de áreas de lazer — com espaços como piscina, salão de festas, quadra de areia e ambientes ao ar livre — além de itens que elevam o padrão dos projetos econômicos, como elevador em todos os pavimentos e unidades com vaga de estacionamento. O resultado é um portfólio que combina acessibilidade, conforto e soluções adaptadas ao novo perfil de consumo habitacional.
Movimento estratégico do setor
Vevianne Jacques enfatiza que a atualização das regras representa um avanço importante para o mercado e para as famílias. “As novas faixas ampliam o acesso ao crédito e permitem que mais pessoas realizem o sonho da casa própria. Ao mesmo tempo, criam um ambiente mais dinâmico para o setor, com empreendimentos atendendo diferentes perfis de renda”, afirma.
De acordo com a executiva, a Pride já vinha se antecipando a esse movimento. “Estamos planejando novas unidades de dois quartos justamente para atender essa demanda crescente, com foco em qualidade construtiva e preços compatíveis com os programas habitacionais”, completa.
A expectativa é que a combinação entre novas regras do FGTS e produtos bem posicionados impulsione o mercado imobiliário, especialmente em cidades de médio e grande porte do Paraná, como Curitiba, Londrina, Apucarana e Campo Mourão, praças onde a Pride está presente.
Sobre a Pride
Em 2026, a Pride Construtora completa 14 anos de atuação no mercado imobiliário, com mais de 4 mil unidades entregues em diversas cidades do Paraná. A empresa atua no desenvolvimento de empreendimentos voltados tanto para investidores quanto para famílias que buscam a casa própria, com projetos alinhados às diferentes realidades e necessidades do público.
Atualização nas faixas do Minha Casa Minha Vida permite que mais famílias financiem imóveis e amplia o público de projetos como o Solare Essenza, London Plaza e Felicce, da Pride, em Londrina
O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou novas regras que ampliam os limites de renda das famílias e os valores máximos de financiamento de imóveis. A medida autorizada a partir de março deve ampliar o acesso à casa própria e já movimenta o setor da construção civil.
Na prática, a atualização das faixas do programa Minha Casa, Minha Vida expande o número de famílias aptas ao financiamento, incluindo um público que antes ficava fora das regras. Com isso, empreendimentos já em desenvolvimento passam a atender uma demanda maior — especialmente em cidades como Londrina, onde o déficit habitacional convive com a busca por imóveis mais acessíveis.
Os novos tetos de renda mensal passam a ser de R$ 3.200 (faixa 1), R$ 5.000 (faixa 2), R$ 9.600 (faixa 3) e R$ 13.000 (faixa 4). A mudança ocorre em um contexto de juros elevados e retração da poupança, e tem como objetivo facilitar o financiamento e ampliar o uso do FGTS na compra da casa própria.
Mais famílias aptas, mais oportunidades no mercado
Para construtoras com foco em habitação de interesse social e econômico, como a Pride, o impacto é imediato. “A mudança não apenas facilita o acesso à moradia, mas também reposiciona empreendimentos já existentes dentro de um novo cenário de demanda”, aponta Vevianne Jacques, diretora comercial da Pride Construtora.
Projetos já lançados da Pride, por exemplo, passam a se encaixar em novas faixas de renda. É o caso dos residenciais Solare Essenza, London Plaza e Felicce, todos em Londrina. Agora, o financiamento dos empreendimentos pode ser estendido a famílias enquadradas na faixa 2, que ampliou o teto da renda para R$ 5000,00 – o que amplia significativamente o perfil de compradores.
Na prática, os três projetos traduzem diferentes momentos da expansão urbana da cidade. Na Zona Sul, o Solare Essenza marca a chegada da Pride com um conceito que alia funcionalidade e lazer, reunindo apartamentos de dois quartos, opções com garden e torres com elevador — um diferencial relevante dentro da categoria econômica. Já na Zona Norte, os residenciais London Plaza e Felicce seguem uma proposta alinhada ao perfil da região, com plantas compactas e versáteis, que podem incluir sacada e unidades térreas com jardim privativo.
Em comum, os empreendimentos compartilham uma estrutura completa de áreas de lazer — com espaços como piscina, salão de festas, quadra de areia e ambientes ao ar livre — além de itens que elevam o padrão dos projetos econômicos, como elevador em todos os pavimentos e unidades com vaga de estacionamento. O resultado é um portfólio que combina acessibilidade, conforto e soluções adaptadas ao novo perfil de consumo habitacional.
Movimento estratégico do setor
Vevianne Jacques enfatiza que a atualização das regras representa um avanço importante para o mercado e para as famílias. “As novas faixas ampliam o acesso ao crédito e permitem que mais pessoas realizem o sonho da casa própria. Ao mesmo tempo, criam um ambiente mais dinâmico para o setor, com empreendimentos atendendo diferentes perfis de renda”, afirma.
De acordo com a executiva, a Pride já vinha se antecipando a esse movimento. “Estamos planejando novas unidades de dois quartos justamente para atender essa demanda crescente, com foco em qualidade construtiva e preços compatíveis com os programas habitacionais”, completa.
A expectativa é que a combinação entre novas regras do FGTS e produtos bem posicionados impulsione o mercado imobiliário, especialmente em cidades de médio e grande porte do Paraná, como Curitiba, Londrina, Apucarana e Campo Mourão, praças onde a Pride está presente.
Sobre a Pride
Em 2026, a Pride Construtora completa 14 anos de atuação no mercado imobiliário, com mais de 4 mil unidades entregues em diversas cidades do Paraná. A empresa atua no desenvolvimento de empreendimentos voltados tanto para investidores quanto para famílias que buscam a casa própria, com projetos alinhados às diferentes realidades e necessidades do público.
Anantara Zanti Coorg Resort e Anantara Kolkata Hotel reforçam estratégia dupla da marca em destinos de lazer e negócios
A Minor Hotels, grupo hoteleiro internacional com mais de 640 hotéis e resorts em 63 países, anuncia as primeiras incorporações na Índia de sua marca de luxo Anantara Hotels & Resorts, com o Anantara Zanti Coorg Resort e o Anantara Kolkata Hotel. Ambos os estabelecimentos representam um momento histórico para a marca no país por se tratarem do seu primeiro resort e do seu primeiro hotel urbano na Índia.
Anantara Zanti Coorg Resort
Com abertura prevista para 2028, o Anantara Zanti Coorg Resort levará as experiências imersivas e a hospitalidade de luxo da marca aos Ghats Ocidentais, reconhecidos pela UNESCO. Localizado num enclave arborizado perto de Madikeri, em Coorg (Karnataka), o resort de 69 quartos foi concebido pelo reconhecido arquiteto ceilonês Channa Daswatte, considerado o principal discípulo de Geoffrey Bawa, pioneiro do modernismo tropical. A conceção do projeto foi inspirada nas paisagens naturais da região, na sua tradição cafeeira e na cultura Kodava.
Entre as instalações, o resort contará com quatro espaços gastronómicos, piscina, lobby lounge e biblioteca, Anantara Spa e centro de wellness, academia, espaços para reuniões e eventos, bem como um kids club.
Bimal Desai, presidente da Zanti Hospitality, proprietária do Anantara Zanti Coorg, destaca que “nossa colaboração com a Minor Hotels permitirá levar uma marca de referência a um dos destinos mais cativantes da Índia. Com esse desenvolvimento do zero, queremos oferecer experiências autênticas que mergulhem os hóspedes na rica cultura de Coorg e nas suas paisagens virgens, estabelecendo uma nova referência para a hospitalidade de luxo na região”.
Por sua vez, William Heinecke, fundador e presidente da Minor International, grupo ao qual pertence a Minor Hotels, acrescenta que “a beleza natural de Coorg reflete perfeitamente o potencial da Índia para o luxo de experiências e enquadra-se plenamente na essência da marca Anantara. O futuro Anantara Zanti Coorg Resort materializará nossa visão de criar estadias que honrem a cultura local, permitindo que os hóspedes se conectem de forma profunda com a natureza e as tradições do destino”.
Anantara Kolkata Hotel
Com abertura prevista para 2032, esse hotel de cerca de 170 quartos será uma das peças centrais do futuro complexo de uso misto World Trade Center Salt Lake Kolkata. Concebido para responder à crescente relevância da cidade no âmbito corporativo e ao aumento da procura de reuniões e eventos, o hotel terá dois restaurantes, lobby lounge e espaços flexíveis para MICE, além de instalações de lazer complementares, entre as quais o Anantara Spa e centro de wellness, academia e piscina.
O World Trade Center Salt Lake é uma joint venture entre a Aryan Realty e o Merlin Group. Sanjay Saraf, copresidente da Aryan Realty, afirma que “o World Trade Center Kolkata é um desenvolvimento emblemático para Calcutá e Bengala Ocidental, que reforça a posição da cidade como centro regional de negócios e cultura. Nossa aliança com a Minor Hotels para introduzir o Anantara em Calcutá reflete nosso compromisso com a criação de um destino que impulsione o crescimento comercial da cidade a longo prazo e eleve sua proposta hoteleira”.
Por sua vez, Sushil Mohta, presidente do Merlin Group, acrescenta que “a nossa aliança com a Minor Hotels e a chegada do Anantara ao World Trade Center representam um passo decisivo na criação de um destino que não apenas responde a padrões internacionais, mas redefine a forma como os negócios e a hospitalidade se encontram no leste da Índia”.
William Heinecke ressalta, ainda, que “a assinatura do Anantara Kolkata como nosso primeiro hotel urbano da marca na Índia representa um passo importante no nosso crescimento no país e evidencia a versatilidade do Anantara tanto em ambientes urbanos como de férias. Estamos muito satisfeitos por colaborar com a Aryan Realty e o Merlin Group para desenvolver um hotel à altura da dimensão e ambição do projeto World Trade Center”.
Expansão da Minor Hotels na Índia
O Anantara Zanti Coorg Resort e o Anantara Kolkata Hotel são as mais recentes incorporações no crescente portfólio da Minor Hotels na Índia. Essas assinaturas vêm na esteira dos sólidos resultados do Anantara Jewel Bagh Jaipur, que introduziu a marca Anantara no país em 2025, e chegam após a primeira assinatura de um estabelecimento da marca Avani, o Avani+ Sunray Beach Visakhapatnam Resort. O grupo conta com um pipeline em crescimento na Índia e avança de forma sustentada rumo ao objetivo de alcançar 50 propriedades na próxima década.
A estratégia da Minor Hotels na Índia tem como foco a implantação de suas marcas tanto em destinos de férias como em grandes cidades, tal como ilustram as novas incorporações do Anantara em Coorg e Calcutá, com o objetivo de responder ao rápido crescimento do mercado nacional e atrair também viajantes internacionais. A expansão do grupo no país é liderada por suas marcas de luxo e premium, entre as quais Anantara, Avani e NH Collection, orientadas para uma procura crescente de resorts de experiência e focados no bem-estar, bem como de hotéis lifestyle contemporâneos.
A Minor Hotels também deve introduzir na Índia as marcas NH, iStay e Oaks, especializadas no segmento select-service, o que permitirá reforçar seu crescimento em cidades secundárias e terciárias, bem como em localizações aeroportuárias. Além disso, as novas marcas de coleção do grupo, pensadas para conversões hoteleiras, a Minor Reserve Collection e a Colbert Collection, abrem novas oportunidades para que hotéis independentes se integrem às plataformas globais de distribuição e comercialização da Minor Hotels, bem como ao ecossistema de fidelização Minor DISCOVERY. A Minor Hotels impulsiona seu crescimento na Índia principalmente por meio de acordos de gestão hoteleira e oportunidades de franquia, em linha com a estratégia global asset-right do grupo.
Sobre a Minor Hotels
A Minor Hotels é uma líder global no setor de hospitalidade com mais de 640* hotéis, resorts e residências de marca em 63 países. O grupo elabora experiências inovadoras e perspicazes através de suas marcas de hotéis, incluindo Anantara, Elewana Collection, The Wolseley Hotels, Tivoli, Minor Reserve Collection, NH Collection, nhow, Avani, Colbert Collection, NH, Oaks e iStay, bem como um portfólio diversificado de restaurantes e bares, experiências de viagem e marcas de spa e bem-estar. Com mais de quatro décadas de experiência, a Minor Hotels constrói marcas mais fortes, promove parcerias duradouras e impulsiona o sucesso dos negócios focando sempre no que mais importa para nossos hóspedes, membros da equipe e parceiros.
Oportunidades são para atendente de bar, atendente de restaurante, auxiliar de limpeza, auxiliar de cozinha, recepcionista, jovens aprendizes e diversas outras funções
Quem quer ser um “Outbacker”? O restaurante inspirado na cultura australiana Outback Steakhouse vai dar início a um processo seletivo para preencher 85 vagas de trabalho em sua nova unidade no Shopping Plaza Campos Gerais, em Ponta Grossa (PR). As oportunidades contemplam diversos cargos, incluindo atendimento, cozinha e limpeza, além de vagas afirmativas para Pessoas com Deficiência (PcD) e Jovem Aprendiz. O processo começa no dia 27 de abril de 2026 e as inscrições podem ser feitas pelo site de vagas do Outback.
Com um plano de carreira bem estruturado, a rede de restaurantes se orgulha de ter 86% de seus sócios proprietários, que comandam as unidades ao redor do país, formados internamente. Isso significa que grande parte dos gestores iniciaram as suas carreiras na operação, atuando como recepcionistas, atendentes ou auxiliares.
Desde o primeiro dia, os colaboradores participam de um programa robusto de treinamento, que dispensa experiência prévia na função. A cada nova etapa da carreira, são oferecidos conteúdos e capacitações para desenvolver sua qualificação e contribuir com o desenvolvimento profissional e pessoal.
O Outback oferece, além da remuneração, benefícios como vale-transporte, refeição no local, assistência médica e odontológica (após o período de experiência). O processo seletivo inclui inscrições online, dinâmicas de grupo e entrevistas e, para os selecionados, um treinamento prático nos restaurantes, com foco total na operação e na cultura da companhia.
Quem pode participar
Podem se candidatar pessoas com mais de 18 anos, ensino médio ou técnico completo e disponibilidade de horário, inclusive aos finais de semana e feriados. O Outback busca profissionais dedicados, com perfil dinâmico e vontade de crescer. Não é necessário ter experiência na área.
Requisitos: Pessoas com ensino médio/técnico completo e disponibilidade de horário, inclusive aos finais de semana e feriados.
Faixa etária: Maiores de 18 anos.
Remuneração: Variável de acordo com o cargo exercido e as horas trabalhadas.
Benefícios: Vale-transporte, refeição no local, assistência médica e odontológica (após o período de experiência).
Etapas do processo seletivo: Inscrição online, dinâmica de grupo e entrevistas.
Sobre o Outback Steakhouse
O Outback Steakhouse possui 188 restaurantes no Brasil e está presente em 86 cidades, 21 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback.
Um dos cenários mais emblemáticos do Cerrado brasileiro agora pode ser explorado sob uma nova perspectiva: durante a noite. Isso porque o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros passa a oferecer a Trilha Noturna dos Saltos, experiência que convida visitantes a percorrerem algumas das paisagens mais icônicas da unidade de conservação sob o céu estrelado.
A atividade contempla trechos que levam aos famosos mirantes dos Saltos do Rio Preto, além de piscinas naturais e formações rochosas que ganham novos contornos com a iluminação das lanternas e o silêncio da noite. A proposta é proporcionar uma imersão sensorial diferente da visita diurna, destacando sons, temperaturas e a atmosfera única do bioma Cerrado após o pôr do sol.
Com quase 11 quilômetros de percurso (ida e volta) e duração de seis a sete horas, a trilha é classificada como “nível pesado”, sendo indicada para visitantes com bom preparo físico. A visitação ocorre entre quarta-feira e domingo, além de feriados nacionais, sempre com acompanhamento obrigatório de condutores credenciados.
Entre as orientações, está o uso de lanterna individual (não é permitido o uso de celulares como fonte de luz), além da orientação de não entrar nos rios durante o período noturno. Não é permitido acampar ou levar barracas, e os ingressos devem ser adquiridos antecipadamente.
A experiência percorre roteiros como Saltos, Carrossel, Corredeiras e Seriema, reforçando o potencial do Parque para oferecer atividades que combinam natureza, aventura e contemplação em diferentes formatos.
Os ingressos custam R$ 49,00, com opções de meia-entrada para jovens entre 15 e 29 anos cadastrados no CadÚnico (mediante comprovação de cadastro), estudante (mediante apresentação de carteira estudantil) e pessoas com deficiência. Moradores de municípios do entorno — como Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante e São João d’Aliança — contam com tarifa reduzida de R$ 5,00, mediante comprovação de residência. Melhor idade (60 anos ou mais, mediante apresentação de documento oficial, com foto) paga R$ 10,00.
Sobre a Parquetur
A Parquetur é uma empresa brasileira e uma das maiores concessionárias do setor de parques naturais no Brasil, que presta serviços de apoio aos visitantes dos parques, com foco na conservação e na proteção da natureza e grande atuação na educação ambiental.
Atua na administração do uso público do Parque Nacional do Itatiaia, no Rio de Janeiro; do Caminhos do Mar, em São Paulo, que faz parte do Parque Estadual Serra do Mar; do Parque Estadual do Ibitipoca, em Minas Gerais; do Parque Estadual do Itacolomi, também em Minas Gerais; e do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás.
Também detém a concessão do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso, cujo processo de administração do uso público está em fase de implementação e que passará a ser operado pela Parquetur em breve. A proposta da Parquetur é (re)encantar as pessoas a partir de uma abertura gentil e imersiva da natureza, promovendo maior acessibilidade ao público visitante destas áreas, conservando a biodiversidade, indo além do ecoturismo e colocando a natureza como protagonista e como um recurso a ser conservado e valorizado. Mais informações: parquetur.com.br | instagram.com/parquetur
Enquanto as telas disputam, segundo a segundo, a atenção de crianças e adolescentes, os livros perdem espaço nas casas e nas rotinas brasileiras. E os números comprovam: o levantamento mais recente da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, revelou que 53% dos brasileiros não leram nem parte de um livro nos três meses anteriores à pesquisa, uma queda de 6,7 milhões de leitores em apenas quatro anos.
No mês em que é comemorado o Dia Nacional do Livro Infantil e di Mundial do Livro, a pergunta que ecoa entre especialistas em educação não é apenas “por que as crianças não leem mais”, mas o que escolas e famílias deixaram de fazer para que a leitura pudesse competir com o universo digital.
O cérebro sequestrado
A explicação para o afastamento dos livros passa, em parte, pela biologia. Um estudo do pesquisador Trevor Haynes, da Harvard Medical School, publicado em 2018, descreveu mecanismo por trás das telas: celulares e tablets acionam as mesmas áreas do cérebro ativadas por caça-níqueis e cocaína, o sistema de recompensa do cérebro, alimentado pela dopamina.
Do outro lado da balança, a leitura age de forma oposta: reduz os níveis de hormônios do estresse como adrenalina e cortisol, diminui a pressão arterial e desacelera a frequência cardíaca e respiratória. Mais do que entretenimento, ler é, literalmente, um ato de saúde.
Mas como convencer uma criança disso quando o celular vibra no bolso?
“A escola ainda trata a leitura como instrumento de avaliação”
Para André Ceruzi, diretor da Escola Willy Janz, em Curitiba e pai de sete filhos, com anos de experiência na formação de leitores, o problema tem raiz anterior à chegada das telas. “O erro principal não é a tela é o que deixou de acontecer antes dela”, afirma.
Segundo ele, a escola segue tratando a leitura como ferramenta de avaliação: a criança lê para responder um questionário, não para se envolver com uma história. “Quando tem livre escolha, obviamente vai para o que dá prazer imediato”, analisa. Em casa, o cenário se repete de outra forma: o hábito de ler junto foi sendo progressivamente substituído pela tela como recurso de entretenimento para a criança.
A solução, para Ceruzi, está em simples hábitos. “Vinte minutos de leitura em voz alta antes de dormir podem fazer mais pela formação do leitor do que qualquer projeto escolar”, diz. “Não é culpa, é rotina. E a rotina se muda com decisão.”
A janela da infância
Existe uma idade ideal para despertar o gosto pela leitura? Para o educador, a resposta surpreende: o gosto começa muito antes de a criança saber ler.
“O cérebro leitor se forma na escuta, no encantamento, em experiências afetivas anteriores à alfabetização”, explica. Ouvir histórias no colo, folhear livros de imagens, inventar narrativas, tudo isso é pré-leitura. E os primeiros anos da infância são, na prática, os mais decisivos.
“É quando a criança ainda está aberta ao lúdico. Essa janela, uma vez fechada, exige uma abordagem completamente diferente para ser reaberta”, alerta Ceruzi. Com adolescentes, o caminho muda: “Liberdade de escolha total. Que ele leia o que quiser. O hábito vem primeiro.”
Livros ao alcance das mãos
A ciência respaldou o que muitos educadores já percebiam na prática. Um estudo publicado no Journal of Developmental Psychology mostrou que crianças criadas em casas com muitos livros têm, em média, três anos a mais de escolaridade efetiva ao longo da vida, independentemente da renda ou da escolaridade dos pais.
Ceruzi vê essa diferença todo início de ano nas turmas de alfabetização. “A criança que convive com livros desde cedo os trata como objetos normais. Ela folheia, inventa história pelas imagens, pergunta o que está escrito. Isso já é pré-leitura.”
O conselho para os pais é deixar a criança experimentar: “Coloquem livros onde a criança consiga pegar sozinha. Que ela possa dobrar a página, rabiscar, estragar. Um livro maltratado por uma criança pequena fez exatamente o que precisava fazer.”
Quando a criança vira autora
A Escola Willy Janz encontrou em uma atividade o antídoto prático para a passividade das telas. Com 30 anos de tradição no bairro Uberaba, em Curitiba, a instituição atende 450 crianças do ensino infantil e fundamental e, todos os anos, conduz um projeto que inverte a lógica e coloca as crianças para escreverem seus próprios livros.
A tarefa tem duração de três meses e, ao longo do processo, desenvolve nas crianças a criatividade, a expressão escrita, o vocabulário, a capacidade de estruturar narrativas e, sobretudo, uma relação afetiva com a palavra escrita e lida. No encerramento do ano letivo, um evento reúne os pequenos autores para uma sessão de autógrafos. Eles assinam suas obras, são aplaudidos pelos professores e celebrados pelas famílias.
Para André Ceruzi, iniciativas como essa tocam exatamente no ponto que a escola tradicional costuma ignorar. “Quando a criança escreve uma história, ela passa a entender a leitura por dentro. Ela sabe o que é escolher uma palavra, construir um personagem, decidir como a história vai terminar. Isso transforma o leitor”, afirma. “A criança que viveu a experiência de ser autora nunca mais vai olhar para um livro da mesma forma.”
Para o educador, o evento de autógrafos não é apenas uma celebração: é um gesto com peso simbólico profundo. “Ver o próprio nome na capa de um livro, autografar para a mãe, para o avô, isso ancora uma identidade. Essa criança passa a se enxergar como alguém que tem histórias para contar. E quem tem histórias para contar quer, também, ouvir as histórias dos outros.”
O protagonismo que conquista
Ana Laura Guebert, 10 anos, aluna do 5º ano da Willy Janz, assinou sua primeira obra em novembro do ano passado. Ela não esconde que a experiência começou com resistência. “No começo foi difícil, porque a gente sempre quer ficar no celular”, admite. “Mas quando eu comecei a inventar a história, fui gostando. E quando o livro ficou pronto e eu vi meu nome na capa, fiquei muito feliz.”
O projeto deixou mais do que uma lembrança. Ana Laura conta que a experiência a fez querer ler mais. “Agora eu fico curiosa para saber como os outros escritores fazem. Quero ler mais livros para ver como eles escrevem.”.
Um convite à leitura
A mensagem dos especialistas não é de culpa, mas de possibilidade. Formar leitores não exige projetos grandiosos nem a proibição das telas, exige presença, rotina e a escolha deliberada de colocar uma história no caminho de uma criança antes que o algoritmo o faça.
Falta de energia pode comprometer vacinas em minutos e expõe fragilidade na gestão energética da saúde
A conservação de vacinas e medicamentos termolábeis exige controle rigoroso e contínuo de temperatura, geralmente entre 2°C e 8°C, conforme determina a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Anvisa, por meio da RDC nº 304/2019. Qualquer variação fora dessa faixa pode comprometer a eficácia dos insumos, colocando em risco a segurança dos pacientes e a efetividade dos tratamentos. “Dependendo da carga térmica, da vedação do equipamento e da temperatura ambiente, 15 minutos sem energia já podem ser suficientes para iniciar um desvio crítico de temperatura”, afirma Elisangela Auer – Diretora Comercial e Marketing da NHS.
O que ainda passa despercebido em muitas operações é a velocidade com que esse risco pode se concretizar. Em uma interrupção de energia, equipamentos de refrigeração podem começar a perder estabilidade térmica em poucos minutos, especialmente em ambientes com alta demanda, abertura frequente de portas ou temperaturas externas elevadas.
Casos recentes no Brasil mostram que perdas não são apenas teóricas. Em diferentes estados, episódios de falha elétrica já resultaram no descarte de lotes inteiros de vacinas e medicamentos, gerando prejuízos financeiros e impacto direto em campanhas de imunização e atendimento à população. Em um cenário em que cada dose tem valor estratégico, a vulnerabilidade da cadeia de armazenamento se torna ainda mais crítica.
De acordo com o Manual de Boas Práticas de Armazenamento do Ministério da Saúde, o monitoramento térmico deve ser contínuo, justamente porque oscilações, mesmo que breves, podem afetar a qualidade dos imunobiológicos. Na prática, isso significa que minutos sem energia já são suficientes para iniciar um processo de degradação, muitas vezes irreversível.
O tema ganha relevância diante do aumento de eventos climáticos extremos e da instabilidade no fornecimento de energia em diversas regiões do país. Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica, Aneel, o Brasil ainda registra milhares de interrupções no sistema elétrico ao longo do ano, muitas delas de curta duração, mas com alto potencial de impacto em operações sensíveis como a área da saúde.
Nesse contexto, a gestão energética deixa de ser apenas uma questão operacional e passa a ocupar um papel estratégico dentro de clínicas, hospitais, laboratórios e farmácias. Garantir a continuidade do fornecimento não é apenas evitar prejuízo financeiro, mas proteger a integridade de tratamentos e a segurança dos pacientes.
Especialistas do setor apontam que soluções de backup, redundância e modelos híbridos de energia são hoje essenciais para mitigar riscos e assegurar a estabilidade de ambientes críticos. “O problema, na maioria dos casos, não está na refrigeração em si, mas na falta de proteção da infraestrutura que sustenta esses equipamentos. A cadeia do frio depende diretamente da continuidade energética. Quando essa base falha, todo o sistema fica vulnerável, independentemente da qualidade dos equipamentos utilizados. Por isso, olhar para a energia como parte estratégica da operação é fundamental para garantir a segurança de vacinas e medicamentos”, finaliza Elisangela.
Empresas brasileiras como a NHS, com atuação nacional no desenvolvimento de soluções de energia, vêm concentrando esforços justamente nesse ponto, a proteção da infraestrutura que garante o funcionamento contínuo de equipamentos críticos. O foco está em evitar que oscilações ou interrupções, mesmo que breves, comprometam toda a cadeia de armazenamento. Mais do que tecnologia, o tema exige mudança de mentalidade. Em um sistema cada vez mais dependente de precisão e controle, garantir energia contínua deixa de ser suporte e passa a ser parte essencial do cuidado em saúde.
Sobre a NHS
Com 37 anos de atuação, a NHS é uma das maiores fabricantes brasileiras de nobreaks e soluções de proteção elétrica. Com sede em Curitiba (PR) e presença nacional, a empresa desenvolve tecnologia própria e atua na proteção de residências, comércios, indústrias e serviços essenciais.
Dia das Mães movimenta o varejo e reforça busca por presentes com significado
Com a aproximação do Dia das Mães, uma das datas mais importantes para o varejo brasileiro, o movimento vai além das compras. A escolha do presente se transforma em um gesto de carinho, carregado de significado e intenção.
Em Curitiba, o Shopping Jardim das Américas entra no clima da data com uma campanha especial. Entre os dias 28 de abril e 10 de maio, ou enquanto durar o estoque, a cada R$ 600 em compras, os clientes podem trocar suas notas fiscais por uma shoulder bag da Lupo Sport, em duas opções de cores (preta ou branca). A participação é limitada a um brinde por CPF, com trocas feitas de forma prática pelo aplicativo do shopping. A proposta segue a tendência do varejo de oferecer benefícios imediatos, ao mesmo tempo em que convida o público a circular pelo mall e encontrar, em um só lugar, diferentes opções de presentes para a data.
Com opções que vão de moda a itens de cuidado pessoal, o shopping se posiciona como um ponto de conveniência para quem busca praticidade sem abrir mão de significado e carinho. Em um cenário em que o presente vai além do objeto, o que realmente ganha valor é o carinho colocado na escolha, a intenção por trás do gesto e a forma de celebrar quem sempre esteve presente.
Shopping Jardim das Américas
Av. Nossa Senhora de Lourdes, 63 – Jd. das Américas