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Da caixa de brinquedos às telas: o que Toy Story nos ensina sobre a infância na Era Digital

Especialistas refletem sobre a importância do brincar em um cenário cada vez mais conectado

Quando Toy Story chegou aos cinemas pela primeira vez, em 1995, a rotina das crianças era marcada por brinquedos físicos, brincadeiras ao ar livre e encontros presenciais. Três décadas depois, a realidade mudou significativamente: celulares, tablets e videogames passaram a ocupar parte importante do tempo livre de crianças e adolescentes.

Dados do Comitê Gestor da Internet no Brasil mostram que mais de 90% das crianças e adolescentes brasileiros entre nove e 17 anos utilizam a internet regularmente, reforçando o desafio de equilibrar tecnologia e experiências fundamentais para o desenvolvimento infantil.

Nesse contexto, o universo da animação convida famílias e educadores a refletirem sobre o valor do brincar, da imaginação e das interações presenciais para a formação das novas gerações.

“Embora a tecnologia faça parte da rotina das novas gerações, é importante garantir espaços para experiências que estimulem a imaginação e as relações humanas. Os filmes do Toy Story resgata justamente esse olhar ao mostrar o valor dos brinquedos, das histórias criadas pelas próprias crianças e dos laços de amizade, elementos que contribuem para o desenvolvimento socioemocional e para uma infância mais equilibrada”, destaca a orientadora pedagógica dos anos iniciais do Colégio Marista Anjo da Guarda, Luciane Bolcato Guariza Proenca.

Dentro dessa perspectiva, a Anna Maria Raicoski Chiaretto, também orientadora pedagógica do Colégio destaca cinco aprendizados que o filme traz para as famílias:

  • O brincar continua sendo essencial para o desenvolvimento infantil
  • A imaginação estimula criatividade e resolução de problemas
  • Brinquedos e jogos fortalecem vínculos familiares
  • O equilíbrio entre telas e atividades presenciais é fundamental
  • Experiências compartilhadas geram memórias afetivas duradouras

Mais do que nostalgia para quem cresceu acompanhando a franquia, Toy Story oferece uma oportunidade para refletir sobre os desafios da infância contemporânea. Em um cenário cada vez mais conectado, especialistas defendem que o equilíbrio entre tecnologia e experiências presenciais segue sendo um dos principais caminhos para o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes.

Sobre o Marista Anjo da Guarda

O Colégio Marista Anjo da Guarda, integra o Marista Brasil, uma rede de colégios e escolas presente em 21 estados brasileiros e no Distrito Federal, atendendo mais de 100 mil crianças, jovens e adultos em 97 unidades de ensino. Os estudantes recebem formação integral, composta pela tradição dos valores Maristas e pela excelência acadêmica alinhada aos desafios contemporâneos. Por meio de propostas pedagógicas diferenciadas, crianças e jovens desenvolvem conhecimento, pensamento crítico, autonomia e se tornam mais preparados para viver em uma sociedade em constante transformação. Saiba mais em: maristabrasil.org.

Aussie entra no clima da torcida e lança o Hexa Chicken Sandwich por tempo limitado

Disponível exclusivamente no delivery, o lançamento foi pensado para acompanhar os encontros que reúnem amigos, torcida e boa comida em torno dos jogos

O Aussie, marca conhecida por seus sanduíches de frango crocante pertencente ao mesmo grupo do Outback Steakhouse, entra no clima do maior torneio de futebol do mundo com o lançamento do Hexa Aussie Chicken Sandwich, criado especialmente para o período da competição.

Disponível entre 11 de junho e 19 de julho exclusivamente pelos canais de delivery, como iFood, a novidade aposta em ingredientes que remetem às cores e à energia da torcida brasileira. O sanduíche combina peito de frango crocante, cheddar em dobro (em versão fatiada e cremosa), Brasil Mayo, House Aioli e pão tipo brioche.

A novidade poderá ser adquirida individualmente (R$ 26,90) ou em combo, que acompanha chips e refrigerante (R$ 36,90), e faz parte da estratégia da marca de criar experiências conectadas aos momentos de consumo dos brasileiros, especialmente durante grandes eventos esportivos, quando aumentam os encontros em casa e os pedidos por delivery.

Serviço

Hexa Aussie Chicken Sandwich
Período: 11 de junho a 19 de julho de 2026

Descrição: Peito de frango crocante, cheddar em dobro, Brasil Mayo, House Aioli e pão tipo brioche.

Opções de compra: Sanduíche avulso e combo

Disponibilidade: Delivery

Sobre o Aussie

O Aussie Chicken and More possui mais de 500 operações no Brasil e está presente em mais de 80 cidades, 21 estados e no Distrito Federal. Tendo a proteína do frango como carro-chefe do seu menu, a marca tem em seu DNA o conceito Sweet and Spicy, e prioriza o sabor, a mistura de ingredientes frescos e temperos marcantes. Atuando exclusivamente via delivery e se posicionando como Fast Casual, Aussie Chicken and More explora o mundo em busca de inspirações para criar combinações com sabores intensos, que transformam a experiência de comer em entretenimento. A rede de restaurantes foi criada em 2019 na Arábia Saudita, expandindo posteriormente para outras regiões como Hong Kong e EUA. A primeira operação brasileira da marca foi inaugurada em 2020, em São Paulo. Aussie Chicken and More pertence ao grupo Bold Hospitality Company, que também conta com as marcas Outback Steakhouse e Abbraccio no país.

Fadiga constante e dores no corpo podem indicar doenças autoimunes em mulheres

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Casos como os de Selena Gomez, Selma Blair e Cláudia Rodrigues ajudam a dar visibilidade a condições que ainda passam despercebidas no dia a dia

Cansaço persistente, dores no corpo, alterações de sensibilidade e até mudanças na visão podem ser os primeiros sinais de doenças autoimunes — condições em que o sistema imunológico passa a atacar o próprio organismo. Apesar da ampla ocorrência, essas doenças ainda são frequentemente subdiagnosticadas, especialmente entre mulheres. 

Estimativas de sociedades médicas internacionais indicam que as doenças autoimunes afetam entre 5% e 8% da população mundial. A incidência é maior no público feminino, que concentra a maior parte dos casos e tem risco até quatro vezes superior de desenvolvê-las, sobretudo entre os 30 e 40 anos.

Mais do que uma questão biológica, especialistas chamam atenção para um fator comportamental e social: muitas mulheres tendem a normalizar sintomas como a fadiga e a dor, associando-os à sobrecarga da rotina, ao acúmulo de funções e ao estresse do dia a dia. Esse padrão pode atrasar a busca por atendimento e contribuir para o diagnóstico tardio.

O tema ganhou visibilidade nos últimos anos com figuras públicas no Brasil e no exterior. A cantora Selena Gomez, diagnosticada com lúpus, e as atrizes Selma Blair e Cláudia Rodrigues, que convivem com esclerose múltipla, ajudaram a ampliar o debate sobre doenças que, apesar de relativamente frequentes, ainda têm diagnóstico tardio em muitos casos. 

Segundo a reumatologista do Hospital São Marcelino Champagnat, Ana Cristina Boni Lenci, o início costuma ser marcado por sintomas comuns e pouco específicos, o que contribui para que sejam subestimados. “Observamos com frequência, no consultório, que sinais como fadiga, febre e dores no corpo acabam sendo atribuídos ao estresse ou à sobrecarga da rotina. Com isso, o paciente demora a buscar ajuda e, quando o faz, nem sempre é encaminhado ao especialista adequado”, explica.

Esse atraso na busca por atendimento, aliado à variedade de sintomas, é um dos principais fatores para o diagnóstico tardio. Há ainda um componente biológico relevante: a maior incidência em mulheres está relacionada à influência hormonal sobre o sistema imunológico, especialmente em fases de maior variação hormonal ao longo da vida adulta.

Sinais além do cansaço

Entre as condições sistêmicas, o lúpus é uma das mais conhecidas — e também das que mais geram confusão nas fases iniciais, já que os sinais podem ser facilmente atribuídos a situações comuns, como a exposição ao sol ou o desgaste físico.

Estimativas da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) apontam que a doença afeta entre 150 mil e 300 mil pessoas no país, principalmente mulheres jovens. Em média, o diagnóstico demora de três a seis anos. “Os sinais iniciais do lúpus dependem muito do órgão acometido. Entre os mais comuns, estão lesões de pele no rosto, com vermelhidão que muitas vezes é confundida com rosácea ou com reação ao sol. A dor articular também é frequente, mas, como geralmente não há inchaço ou calor, o paciente tende a atribuí-la ao uso excessivo das articulações”, esclarece a especialista.

O quadro pode envolver fadiga persistente, queda de cabelo localizada e, em estágios mais avançados, comprometimento de órgãos como os rins e o coração. A dor inflamatória apresenta um padrão característico: tende a ser mais intensa ao acordar, com rigidez, e melhora ao longo do dia, com o movimento. Sem tratamento, a doença pode evoluir e levar a complicações graves. Por outro lado, com acompanhamento adequado, é possível controlar a condição e preservar a qualidade de vida. “O paciente pode levar uma vida normal. O principal risco está no diagnóstico tardio, quando a doença já provocou danos”, reforça.

Esse tipo de dor inflamatória também está presente na artrite reumatoide, que atinge principalmente as articulações e pode ser confundida com desgaste natural, como a artrose. A doença afeta duas vezes mais mulheres do que homens, segundo a SBR. “A dor costuma vir acompanhada de rigidez matinal e dificuldade para movimentos simples, como fechar as mãos, e melhora ao longo do dia. É diferente da artrose, que tende a piorar com o uso”, explica.

Outra condição que afeta predominantemente mulheres é a síndrome de Sjögren, caracterizada pela secura intensa dos olhos e da boca. Diferente de quadros passageiros, o sintoma é contínuo e não melhora mesmo com hidratação ou uso de colírios, podendo comprometer as saúdes bucal e ocular. Em alguns casos, a doença também está associada a complicações mais graves, como o aumento do risco de linfoma.

Quando os sinais são neurológicos

Entre as doenças neurológicas relacionadas ao sistema imunológico, a esclerose múltipla ocorre com maior frequência em mulheres no início da vida adulta, entre os 20 e 30 anos. Alterações visuais, formigamentos, perda de força e dificuldades motoras podem surgir de forma isolada e, muitas vezes, são interpretadas como condições passageiras. “Toda nova alteração neurológica deve ser investigada, especialmente quando não há uma causa evidente. O início precoce do tratamento é essencial para evitar sequelas e preservar a qualidade de vida”, alerta a neuroimunologista do Hospital São Marcelino Champagnat, Mariana Trintinalha.

A miastenia gravis é outra condição que também afeta mulheres, geralmente por volta dos 30 anos, e tem como principal característica a fraqueza muscular flutuante. Ao contrário do cansaço comum, os sintomas tendem a piorar ao longo do dia. “É uma fadiga diferente: a pessoa começa o dia bem e vai piorando. Pode ter visão dupla e dificuldade para tarefas simples. Essa flutuação dos sintomas é bem característica”, detalha Mariana.

Por que essas doenças surgem — e como podem se acumular

Apesar das diferentes manifestações, as doenças autoimunes compartilham um mecanismo comum. Suas causas exatas ainda não são totalmente conhecidas, mas envolvem uma combinação de fatores genéticos, hormonais e ambientais. Infecções, estresse, exposição a agentes externos e alterações hormonais podem atuar como gatilhos em pessoas predispostas, o que ajuda a explicar tanto a maior frequência em mulheres quanto o surgimento em fases específicas da vida. 

Além disso, pessoas que já têm doença autoimune devem manter acompanhamento contínuo. Segundo as especialistas do Hospital São Marcelino Champagnat, há maior probabilidade de desenvolver outras condições ao longo do tempo, o que torna o monitoramento essencial para o diagnóstico precoce e o controle adequado.

Sobre o Hospital São Marcelino Champagnat

O Hospital São Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia, cirurgia robótica e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

Pequenos reparos entram na rotina das famílias e impulsionam procura por ferramentas portáteis

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Mais de 85% dos brasileiros participam de atividades de manutenção da casa, aponta IBGE; movimento fortalece mercado de equipamentos leves, práticos e a bateria

Pendurar uma prateleira, montar móveis, trocar estruturas simples ou resolver pequenos ajustes da casa sem precisar chamar assistência técnica virou parte da rotina de milhões de brasileiros. O movimento, impulsionado pela busca por praticidade, economia e autonomia dentro de casa, começa a transformar também o mercado de ferramentas portáteis no país.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que 85,7% da população acima de 14 anos participa de atividades relacionadas à manutenção e gerenciamento do lar. Embora os homens ainda representem a maior parte desse público, as mulheres já correspondem a mais de 30% das pessoas que realizam pequenos reparos domésticos de forma independente.

O crescimento da cultura do “Faça Você Mesmo” ou Do It Yourself (em inglês ou simplesmente “DIY”), aliado ao acesso facilitado a tutoriais em plataformas digitais, também modificou o comportamento do consumidor e abriu espaço para uma nova demanda no setor de ferramentas: equipamentos mais leves, fáceis de manusear e adaptados à rotina doméstica.

“O consumidor brasileiro passou a enxergar os pequenos reparos domésticos de uma forma diferente nos últimos anos. Existe uma busca crescente por autonomia dentro de casa e isso impacta diretamente o mercado de ferramentas, principalmente entre consumidores que valorizam praticidade, mobilidade e facilidade de uso”, afirma Ana Paula Lauber, Diretora de Marketing do Grupo Vellore.

O avanço dos pequenos reparos domésticos também acompanha um movimento mais amplo de transformação no comportamento do consumidor brasileiro. Levantamentos recentes do setor de construção e varejo indicam crescimento das reformas de pequeno porte e da realização de serviços por conta própria, especialmente em atividades ligadas à manutenção cotidiana da casa. Em uma das pesquisas do setor, realizada pela “Juntos Somos Mais”, em parceria com a Opinion Box, 23,4% dos consumidores afirmaram ter executado reformas inteiramente por conta própria, sem contratação de mão de obra especializada.

De olho nesse cenário, o Grupo Vellore vem ampliando investimentos em ferramentas portáteis voltadas tanto ao público profissional quanto ao consumidor doméstico. Segundo a companhia, a estratégia acompanha uma tendência de mercado que prioriza equipamentos mais versáteis, ergonômicos e preparados para diferentes perfis de uso.

“Percebemos um crescimento consistente na procura por ferramentas a bateria, principalmente porque elas oferecem mais liberdade e praticidade para atividades do dia a dia. O consumidor busca soluções que consigam unir desempenho e facilidade de operação, sem exigir conhecimento técnico avançado”, explica a Diretora de Marketing.

Entre os destaques está a Parafusadeira/Furadeira de Impacto a Bateria 21V Famastil, desenvolvida para unir potência, mobilidade e ergonomia. O equipamento funciona sem fio, permitindo maior liberdade de uso em diferentes ambientes da casa, como garagens, quintais e áreas externas, sem necessidade de extensões elétricas.

O modelo também foi pensado para facilitar o uso contínuo na rotina doméstica. O kit inclui duas baterias recarregáveis, carregador bivolt e iluminação em LED integrada, recurso que auxilia na execução de reparos em locais com pouca iluminação, como armários, corredores e cantos de parede.

Estudos apresentados no Congresso Pesquisa e Desenvolvimento em Design indicam que atividades de manutenção e personalização do lar estão diretamente relacionadas à sensação de bem-estar e pertencimento dos moradores. Nesse cenário, o mercado de ferramentas acompanha uma tendência em que funcionalidade e experiência de uso ganham cada vez mais relevância.

“Hoje, existe uma preocupação da indústria em desenvolver ferramentas mais intuitivas e confortáveis para o uso contínuo. Isso inclui desde o design até recursos que facilitem a execução das tarefas domésticas e aumentem a segurança do usuário. O consumidor quer equipamentos potentes, mas que também sejam leves, seguros e fáceis de utilizar no dia a dia”, completa Ana Paula.

Grupo Vellore

O Grupo Vellore é referência nacional no segmento de materiais de construção, com um portfólio de mais de 1.200 produtos, atuação em todo o território brasileiro e presença internacional por meio de exportações para seis países. Detentor das marcas Foxlux, com soluções em iluminação, materiais elétricos, bombas d’água e utilidades, e Famastil, com ferramentas, jardinagem e linha agrícola, o Grupo conta com fábrica própria em Pinhais (PR) e escritório em Ningbo, na China. Além da indústria, o Grupo Vellore opera um ecossistema de negócios que integra varejo, tecnologia, serviços e soluções financeiras, por meio da Iluzze, Vellore Ventures, Sobmedida e F2 Bank. Com foco no desenvolvimento contínuo, inovação e geração de oportunidades, o Grupo Vellore conecta marcas, mercados e soluções para impulsionar profissionais, parceiros e negócios no Brasil e no exterior.

Beleza que transforma: programa oferece cursos gratuitos e online para mulheres empreenderem e aumentarem a renda

Inscrições estão abertas para capacitações online que facilitam o acesso ao conhecimento

Mulheres que desejam iniciar ou fortalecer sua atuação no mercado da beleza têm uma nova oportunidade de qualificação gratuita.

 O Instituto Grupo Boticário está com inscrições abertas até o dia 9 de agosto para o programa Empreendedoras da Beleza, iniciativa que oferece formação online e gratuita para ampliar o acesso à qualificação profissional, fortalecer o empreendedorismo feminino e apoiar mulheres que buscam desenvolver conhecimentos, conquistar autonomia financeira e impulsionar seus negócios.

A divulgação da oportunidade conta com o apoio da GERAR (Geração de Emprego, Renda e Apoio ao Desenvolvimento Regional), que está mobilizando mulheres interessadas em participar da capacitação.

A formação é realizada de forma totalmente digital, permitindo que as participantes estudem de onde estiverem, utilizando celular, tablet ou computador, e avancem nos conteúdos de acordo com sua disponibilidade.

As participantes podem escolher entre diferentes trilhas de aprendizagem voltadas às principais áreas do setor da beleza e da gestão de negócios. Entre os cursos disponíveis estão maquiagem básica, maquiagem avançada, design de sobrancelha, trancista, penteados, unhas e alongamento de unhas, além de conteúdos voltados para vendas, empreendedorismo, gestão de atendimento e gestão financeira.

Todos os cursos oferecem certificação, contribuindo para a qualificação profissional e para a ampliação das oportunidades de trabalho e geração de renda.

Desde sua criação, o programa já capacitou mais de 140 mil mulheres em todo o país. Os resultados também demonstram seu potencial de transformação: de acordo com levantamento realizado pelo Instituto Grupo Boticário, cerca de 54% das participantes formadas relataram aumento na percepção de renda após a conclusão da capacitação.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelo site do programa.: https://empreendedorasdabeleza.grupoboticario.com.br/inscricao/

Copa do Mundo impulsiona vendas e lançamentos da categoria de snacks

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Pesquisas indicam que 72% dos brasileiros pretendem consumir produtos da categoria de snacks durante torneio, à frente de doces e carnes; produtos proteicos registram crescimento ainda maior

A Copa do Mundo deve aquecer diversos segmentos da economia brasileira. Segundo o estudo “O Brasileiro e a Copa: Mídia, Influência e Consumo”, conduzido pela Data-Makers, 71% dos brasileiros pretendem consumir mais produtos e serviços durante o mundial. Entre os itens mais procurados, os snacks aparecem como protagonistas: 72% dos consumidores afirmam que pretendem consumir esse tipo de produto durante a Copa, à frente de categorias como doces e chocolates (66%) e carnes (60%).

O comportamento de consumo reforça o papel estratégico do varejo e do trade marketing nesse período. Em Copas anteriores, levantamentos do setor indicaram aumento médio de até 10% nas vendas de itens como salgadinhos e bebidas nas vésperas dos jogos da seleção brasileira, evidenciando a concentração da demanda em produtos diretamente associados à experiência de assistir às partidas.

Esse avanço ocorre dentro de um mercado já aquecido. No Brasil, o setor de snacks movimenta dezenas de bilhões de reais por ano e apresenta crescimento consistente, impulsionado pela mudança nos hábitos de consumo e pelo aumento das ocasiões dentro do lar. Dados da Kantar apontam que mais de 90% dos lares brasileiros consomem algum tipo de snack regularmente, com forte presença em momentos de lazer e socialização.

Tendência dos snacks proteicos

Dentro desse universo, um dos segmentos que mais cresce é o de snacks proteicos. Produtos à base de proteína animal, como torresmo e pururuca, vêm sendo ressignificados e ganhando espaço tanto no varejo quanto em novas ocasiões de consumo. Tradicionalmente associados à cultura alimentar brasileira, esses itens passam a dialogar com tendências contemporâneas, como dietas hiperproteicas e consumo mais consciente de macronutrientes, além de se encaixarem perfeitamente em momentos de compartilhamento, como os jogos da Copa.

É nesse contexto que a Rudolph Snacks, operação brasileira da americana Rudolph Foods Company, se posiciona como uma das protagonistas do avanço da categoria no país. Atuando no modelo B2B, a empresa é especializada em co-packing para grandes indústrias alimentícias, assumindo todo o processo produtivo e viabilizando o crescimento de marcas que desejam entrar ou expandir sua atuação no segmento de produtos proteicos.

“A Copa do Mundo é um momento emblemático de consumo. As pessoas se reúnem mais, compartilham experiências e buscam alimentos práticos, saborosos e que agreguem valor e, no Brasil, o nicho avança rapidamente, impulsionado pela busca por alimentos que conciliam indulgência, praticidade e valor nutricional”, afirma Raphael Guedes Mattos, gerente comercial da Rudolph Snacks no Brasil.

Com presença global em mais de 30 países e uma trajetória de 70 anos, o grupo tem ampliado sua operação no Brasil, acompanhando o amadurecimento do mercado. A unidade de Piraquara (PR), responsável pela fritura e empacotamento, e a estrutura em Chapecó (SC), voltada à desidratação, formam uma base industrial estratégica alinhada à cadeia produtiva da suinocultura, especialmente forte na região Sul.

“Nos últimos anos, nossa operação brasileira acelerou de forma consistente. Entre 2024 e 2025, nosso crescimento foi de 27%, e a projeção para 2026 é avançar mais 23%, resultado direto de investimentos em capacidade produtiva, inovação e eficiência operacional, ainda impulsionado pela ampliação de contratos e pelo desenvolvimento de novos produtos”, completa Mattos.

Sobre a Rudolph Snacks

A Rudolph Snacks faz parte do Grupo Rudolph Foods Company, que há 70 anos é referência na fabricação de torresmo e pururuca nos Estados Unidos. No Brasil, a empresa possui uma fábrica na região metropolitana de Curitiba/PR, especializada em fritura e empacotamento, oferecendo soluções completas de co-packing para produtos prontos para consumo.

Com o Selo de Inspeção Federal (SIF), a Rudolph Snacks assegura qualidade e segurança em cada etapa do processo produtivo. Mais do que fabricar, atua como parceira estratégica de grandes marcas, unindo eficiência, inovação e suporte para ampliar a presença e a competitividade de seus clientes no mercado.

Com posição de destaque global em produção, Brasil intensifica protocolos de segurança na indústria de papel e celulose

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Crescimento do setor reforça importância de tecnologia, controle de processos e qualificação para operações mais seguras em toda a cadeia produtiva

Apenas em 2025, a produção brasileira de celulose chegou a quase 30 milhões de toneladas, um crescimento de quase 7% em relação ao ano anterior, de acordo com o relatório da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá). As exportações também tiveram alta de 11,6% em 2024. São números que comprovam a força do setor no país, que é o segundo maior produtor de papel e celulose do mundo, e a necessidade de se manter rigorosos controles no que diz respeito à segurança, especialmente em um contexto de expansão produtiva e maior complexidade operacional.

Cristiano Macedo, CEO do Grupo Technocoat, empresa brasileira do setor papeleiro especializada em barreiras e acabamentos de papel, lembra que o segmento opera com processos que envolvem equipamentos de grande porte, altas temperaturas e o uso de insumos químicos, o que exige protocolos rigorosos dentro das unidades de produção, em linha com padrões internacionais de segurança industrial e saúde ocupacional.

“À medida que o setor cresce e se torna mais sofisticado, segurança e higiene deixam de ser apenas requisitos operacionais e passam a ocupar um papel central na performance industrial. Processos mais controlados são essenciais para garantir previsibilidade, eficiência e competitividade”, diz o executivo, ao destacar que empresas com maior maturidade em segurança tendem a apresentar melhores indicadores de produtividade e menor incidência de paradas não planejadas.

Entre os principais riscos, segundo o executivo, estão o uso de substâncias potencialmente agressivas e a possibilidade de incêndios em ambientes com alta concentração de material fibroso. Nesse contexto, a adoção de protocolos estruturados e o uso de tecnologias de controle tornam-se essenciais para reduzir riscos e aumentar a confiabilidade das operações, além de contribuir para a redução de acidentes e afastamentos, tema cada vez mais relevante na agenda ESG da indústria.

Para Macedo, a indústria evoluiu muito na adoção de tecnologias e protocolos que reduzem riscos e aumentam o controle sobre os processos. Segundo ele, isso envolve desde a escolha de insumos até o monitoramento das etapas produtivas, sempre com foco em previsibilidade, rastreabilidade e segurança operacional, com apoio crescente de soluções digitais e automação para minimizar a exposição humana a situações de risco.

“Nosso papel, mais do que nunca, é contribuir para que a indústria opere com mais controle e previsibilidade. Isso passa pelo desenvolvimento de materiais que apoiem processos mais seguros, eficientes e alinhados às exigências do mercado, sempre com olhar para segurança, eficiência e sustentabilidade”, afirma.

O Grupo Technocoat

Com mais de 25 anos no setor papeleiro, o Grupo Technocoat está instalado em Telêmaco Borba e Araucária, no Paraná, e em Otacílio Costa, em Santa Catarina. Com investimentos contínuos em tecnologia de ponta e na capacitação de colaboradores, a empresa oferece produtos e serviços focados em inovação e sustentabilidade, respeitando boas práticas de segurança, higiene e uso de produtos químicos. Seus produtos são produzidos a partir de fontes renováveis e certificadas pelo FSC – Conselho de Manejo Florestal.

Audi Curitiba é a primeira concessionária do Brasil a receber e a entregar o novo Q3

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Novo modelo de SUV premium da Audi combina sofisticação, tecnologia e conectividade

A Audi Curitiba recebeu o novo Q3 com um evento exclusivo no dia 10 de junho. A noite reuniu clientes e convidados para um coquetel e a apresentação oficial do SUV premium de terceira geração, marcando o primeiro lançamento da marca no Brasil em 2026 e o mais relevante da linha Q3 em anos.

A concessionária teve motivo extra para celebrar: foi a primeira do país a receber e a entregar as unidades do novo modelo, reforçando sua posição de referência no mercado automotivo premium de Curitiba.

A nova geração do Q3 chega ao Brasil na versão Launch Edition quattro, com preço inicial de R$ 389.990 na carroceria SUV. O conjunto mecânico traz motor 2.0 TFSI atualizado, agora com 258 cv e 370 Nm de torque, transmissão S tronic de sete marchas e tração integral quattro. O desempenho resultante leva o SUV de 0 a 100 km/h em 5,9 segundos, com velocidade máxima de 210 km/h.

O interior do novo Audi Q3 combina sofisticação, tecnologia e conectividade em um ambiente totalmente digitalizado. O destaque fica para o conjunto formado pelo Audi Virtual Cockpit Plus de 11,9 polegadas e pela central multimídia Audi MMI Plus com tela panorâmica curva de 12,8 polegadas, integrados em uma única peça que reforça a sensação de modernidade e imersão a bordo. O sistema oferece navegação nativa, Audi Smartphone Interface com Apple CarPlay e Android Auto sem fio, além de recursos que elevam a experiência dos ocupantes, como o sistema de som, o mais poderoso produzido pela Audi, com 10 alto-falantes e 260 W de potência, carregador de celular por indução e iluminação ambiente personalizável. 

Visualmente, o modelo adota a linguagem mais recente da marca: farol “dividido” em dois, com a parte superior sendo DRL (Daytime Running Light), a grade Singleframe redesenhada e os novos emblemas em acabamento bidimensional. Na traseira, as lanternas passam a ser interligadas e incorporam iluminação nos anéis da marca.

“Ser a primeira concessionária do Brasil a receber e a entregar o novo Q3 é um reconhecimento direto da força do mercado curitibano e da confiança que a Audi deposita na nossa operação. Curitiba tem um consumidor exigente, que valoriza tecnologia e engenharia de verdade, e o novo Q3 foi feito exatamente para esse perfil”, destaca o gerente de marca da Audi Curitiba, Afonso Hauser.

Sobre o Grupo Servopa

Há 70 anos atuando no mercado, o Grupo Servopa se consolidou como um dos principais grupos do setor automotivo no Brasil, representando 15 marcas de renome como Volkswagen, Audi, Hyundai, BYD, GAC, Honda, Peugeot, Volvo e Harley-Davidson. Com sede em Curitiba (PR), reúne operações em concessionárias de veículos, consórcios e serviços relacionados, com 52 lojas distribuídas nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Das capitais para o interior: Franquias já estão em 7 de cada 10 municípios brasileiros

Setor chega a 70% das cidades e foco da expansão está nas médias e pequenas – justamente onde cresce a demanda por crédito, meios de pagamento e apoio à gestão financeira

O próximo ciclo de crescimento das franquias brasileiras não está nas capitais. Em apenas um ano, a presença do franchising saltou de 61% para 69% dos municípios do país, consolidando cidades médias e pequenas como a principal fronteira de expansão de um setor que faturou mais de R$ 300 bilhões em 2025. Hoje, o segmento reúne mais de 3 mil redes, mais de 202 mil operações e gera cerca de 1,76 milhão de empregos, números que reforçam seu papel como um dos motores do empreendedorismo nacional – principalmente no interior.

A mudança reflete uma transformação estratégica das marcas. Com mercados mais maduros e concorridos nos grandes centros, redes de diversos segmentos passaram a direcionar seus planos de crescimento para localidades onde ainda existe espaço para expansão, custos operacionais mais competitivos e demanda crescente por produtos e serviços. Mas o avanço para além das capitais traz um desafio que vai além da escolha do ponto comercial: a infraestrutura financeira necessária para sustentar esse crescimento.

À medida que as franquias chegam a novos municípios, aumenta também a demanda por crédito, capital de giro, antecipação de recebíveis, meios de pagamento e ferramentas que permitam uma gestão financeira mais eficiente. Para muitos empreendedores, especialmente aqueles que estão abrindo a primeira unidade ou expandindo suas operações, o acesso a esses serviços pode ser decisivo para o sucesso do negócio.

A experiência da empresária Vanessa Battaglini Garpelli Stecca, franqueada da Wizard em Laranjal Paulista (SP), ilustra essa realidade. Há 12 anos à frente da unidade, ela afirma que a gestão financeira está entre os fatores mais importantes para a sustentabilidade da operação, que conta com o suporte do Sicredi, instituição financeira cooperativa que tem uma presença expressiva nos pequenos e médios municípios do país – e também nas grandes capitais. “Se não houver uma organização financeira bem estruturada e planejada, não tem como investir e se precaver de possíveis contratempos”, afirma. 

Outro exemplo é o dos empresários Sandra Regina Contes Michels e Élvio Luiz Corridioli Michels, associados do Sicredi desde 2011 e franqueados de uma rede de chocolates finos em Maringá (PR). À frente de quatro unidades da marca, eles destacam o papel da gestão financeira no crescimento sustentável do negócio. “A organização financeira é fundamental para a sustentabilidade do negócio. Ela permite tomar decisões com mais segurança, planejar investimentos, administrar o capital de giro e enfrentar períodos de maior ou menor demanda”, afirma Sandra. A empresária também ressalta a contribuição das soluções financeiras utilizadas na operação. “As soluções relacionadas à gestão financeira, movimentação bancária, crédito, PIX, DDA e pagamentos são as que mais contribuem para a rotina da empresa”, destaca. Segundo ela, cidades de porte médio como Maringá seguem oferecendo oportunidades promissoras para a expansão de franquias.

É nesse contexto que instituições com forte presença regional ganham espaço no setor. Com mais de 3 mil agências distribuídas pelo país e cerca de 28% de participação no mercado de pequenas empresas, o Sicredi vê na interiorização das franquias uma das principais tendências para os próximos anos.

Patrocinador da ABF Franchising Expo pelo segundo ano consecutivo, a primeira instituição financeira cooperativa do país (fundada há mais de 120 anos) leva para a feira uma proposta baseada em três pilares: conveniência, economia e relacionamento próximo. A instituição reúne em uma única plataforma soluções como conta PJ, crédito, meios de pagamento, antecipação de recebíveis, folha de pagamento, seguros, consórcios e investimentos, buscando simplificar a gestão dos franqueados.

“O franchising é um importante motor de desenvolvimento econômico, geração de empregos e empreendedorismo. O crescimento das franquias no interior reforça a importância de oferecer soluções financeiras completas e atendimento próximo aos empreendedores, apoiando todas as etapas de expansão dos negócios”, afirma o diretor de Desenvolvimento da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adilson de Sá.

A tendência é que a interiorização continue moldando o futuro do franchising brasileiro. Se antes o desafio das redes era conquistar espaço nas capitais, agora a disputa está em cidades que se tornaram polos regionais de consumo e investimento. E, junto com a chegada das marcas, cresce também a necessidade de estruturas financeiras capazes de acompanhar esse novo ciclo de desenvolvimento econômico.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui  

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Pamplona reduz em mais de 50% o tempo de contratação com solução de RH da Senior

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Com automação e inteligência artificial, agroindústria catarinense digitalizou etapas de recrutamento, admissão e jornada do colaborador com o HCM da Senior

A Pamplona Alimentos S.A, referência nacional no segmento de agroindústrias, reduziu em mais de 50% o tempo médio de contratação de novos talentos após digitalizar seus processos de recrutamento e seleção, admissão e jornada do colaborador com soluções do HCM (Gerenciamento de Capital Humano) da Senior Sistemas. Maior ecossistema integrado para gestão de pessoas do Brasil, a solução aposta na automação e aplicação de inteligência artificial para apoiar o crescimento de médias e grandes empresas na América Latina. 

Com mais de 3,6 mil colaboradores diretos, atuação em praticamente todas as regiões do país e presença em mais de 20 países, a Pamplona reduziu o ciclo de seleção e contratação de até 40 dias para 19 dias, em média, e ampliou o volume de candidatos cadastrados no banco de talentos da empresa com as soluções do ATS Recrutamento e Solução e a Admissão Digital da Senior. 

Sediada em Rio do Sul (SC), a Pamplona enfrentava desafios relacionados à gestão manual dos processos de recrutamento e seleção. A organização de currículos, banco de talentos e etapas seletivas demandava alto esforço operacional da equipe de RH, tornando o processo mais lento e dificultando a identificação de profissionais aderentes às posições abertas. 

“O processo era muito moroso e consumia bastante tempo da equipe. Em alguns casos, profissionais capacitados acabavam ficando de fora pela dificuldade de organização e acesso às informações”, afirma Josiane Schultz, Coordenadora de Gestão de Pessoas na Pamplona Alimentos.

Para transformar essa operação, a companhia ampliou sua parceria de longa data com a Senior, liderada pela Soeltech – canal de distribuição das soluções Senior Sistemas, iniciada ainda na década de 1990, implementando soluções de diferentes soluções de Talent Acquisition, Talent Operation e Talent Management da Senior. 

Com apoio de Inteligência Artificial embarcada ao HCM, o processo seletivo passou a contar com recursos para criação de descrições de vagas, análise de aderência de candidatos e apoio à triagem de currículos. O ATS Recrutamento e Seleção trouxe mais autonomia para os gestores e maior agilidade na tomada de decisão. 

“A plataforma já mostra quais candidatos possuem maior aderência à vaga, permitindo avaliações mais assertivas e acelerando o processo seletivo”, destaca Aline Naiane Silva, analista de gestão de pessoas na Pamplona Alimentos. 

Menos burocracia, mais estratégia 

Além do recrutamento, a solução de Admissão Digital trouxe ganhos operacionais importantes para o RH da Pamplona. Antes dependente de processos físicos e organização manual de documentos, a empresa passou a centralizar toda a jornada admissional em ambiente digital. 

Outro avanço ocorreu com o Painel de Gestão e os módulos de Gestão de Desempenho. Atualmente, os cerca de 2 mil colaboradores aptos a participar das avaliações internas e pesquisas de clima da empresa conseguem participar do processo, algo que antes era desafiador ser feito no tempo certo de cada ciclo de avaliação. A digitalização também permitiu consolidar históricos de desenvolvimento e fortalecer o acompanhamento do plano de carreira e de evolução profissional dos colaboradores. 

“O que é muito claro para a gente, com a desoperacionalização através do uso da tecnologia, é a possibilidade de atuar em outras questões que antes ficavam secundárias. Porque a burocracia, essa parte mais operacional, acabava consumindo o nosso dia. E hoje, não! A gente está com foco muito grande na questão do desenvolvimento dos colaboradores, na parte de treinamento, na parte de evolução profissional, que demanda muita atenção, cuidado e tempo”, avalia Josiane Schultz.  

Esse resultado reflete o impacto da transformação digital na gestão de pessoas como um ativo estratégico dentro das empresas, que buscam transformar o RH em uma área mais analítica, eficiente e conectada aos objetivos do negócio. 

“Quando a tecnologia reduz a complexidade operacional, o RH ganha espaço para atuar de forma mais estratégica, com dados, inteligência e foco no crescimento das pessoas. Nosso case de sucesso com a Pamplona mostra como a digitalização ao longo de toda a jornada do colaborador consolida o setor de RH em uma alavanca de eficiência, produtividade e competitividade para o negócio”, afirma Jessica Ariane Bartosewiz, head-executiva de HCM da Senior. 

A força da Senior no mercado de HCM reforça esse movimento. Hoje, mais de 5,2 mil empresas de médio e grande porte utilizam diferentes soluções do HCM da Senior, plataforma responsável pela gestão de mais de 11 milhões de vidas e pelo processamento de aproximadamente 18% das folhas de pagamento do país.