Simples e acessível, a caminhada pode ser uma aliada poderosa no emagrecimento, desde que feita da forma correta, com intensidade, estratégia e consistência
Zireh Imóveis promove imersão estratégica no litoral do Paraná e Santa Catarina com foco em experiências e alto padrão
Com o objetivo de aprofundar repertório, fortalecer parcerias e vivenciar de perto diferentes abordagens do mercado imobiliário de alto padrão, a equipe da Zireh Imóveis realizou uma imersão de dois dias pelo litoral do Paraná e de Santa Catarina.
A experiência teve início em Caiobá, com visita à central da HJ, onde o time pôde conhecer de perto o posicionamento e os diferenciais dos empreendimentos do incorporador. A passagem pela região também permitiu uma leitura mais ampla sobre o potencial que vem se consolidando como destaque na valorização imobiliária.
“É uma imersão de conhecimento. A gente percorre o litoral entendendo desde a infraestrutura até o valor do metro quadrado e o time está realmente engajado com essa experiência”, destaca Fabiano Cardoso, coordenador de vendas de praias.
Na sequência, o roteiro seguiu para Guaratuba, com passagem pela obra do Briss e pelo Caieiras 55, ampliando a visão sobre desenvolvimento, qualidade e execução de projetos na região.
“Visitamos a maquete do Briss e a obra do Caieiras 55. São unidades com vista definitiva para o mar, amplas e de altíssimo padrão, um produto realmente exclusivo”, compartilhou o gerente de vendas, João Malinoski, durante a visita.
Já em Santa Catarina, o destaque foi a chegada à Praia Brava de Itajaí, onde a equipe foi recepcionada pela Dall Incorporadora para uma experiência imersiva no Atmosphere Home Spa um projeto que se destaca pela integração entre arquitetura, bem-estar e lifestyle. Entre os pontos altos, a vivência no Atmosphere Home Spa, assinado pela Versace, evidenciou a tendência de unir design, hospitalidade e experiência em empreendimentos residenciais de alto padrão.
No segundo dia, a programação seguiu com a visita ao empreendimento Tempo, também na Praia Brava, um projeto de alto padrão assinado por Norman Foster, um dos nomes mais renomados da arquitetura mundial, reconhecido por projetos inovadores e sustentáveis. Com valor geral de vendas bilionário e proposta arquitetônica icônica, o empreendimento se posiciona entre os mais relevantes do mercado imobiliário de luxo no Brasil.
O projeto incorpora o conceito de branded residences em parceria com a Emiliano, trazendo para o residencial a mesma curadoria, serviço e padrão de hospitalidade reconhecidos internacionalmente.
A imersão foi finalizada com a visita à All Wert, um complexo que amplia o conceito de moradia ao integrar esporte, lazer e experiência. Entre os destaques está a estrutura dedicada ao tênis, desenvolvida em parceria com Rafael Nadal, consolidando o empreendimento como um destino residencial voltado a um estilo de vida ativo e exclusivo.
A experiência conectou diferentes players, produtos e visões do mercado, reforçando o olhar estratégico da Zireh sobre o setor.
“Essa imersão amplia o repertório do nosso time e fortalece a forma como olhamos para o mercado. É assim que construímos uma curadoria cada vez mais precisa e alinhada ao perfil dos nossos clientes”, destaca Henry Fuckner, diretor da Zireh Imóveis.
Empreendimento com foco em bem-estar ganha valor e protagonismo no mercado imobiliário
O diretor da Construtora e Incorporadora Porto Camargo, Rodrigo Porto, participou nesta quinta-feira do painel Saúde e Bem-Estar: Lições de Projetos Fitwel Reais no Brasil, durante a Smart City Expo Curitiba, destacando como o conceito de bem-estar tem impactado diretamente o valor e a percepção dos empreendimentos imobiliários. Segundo ele, projetos que incorporam estratégias certificadas, como o Fitwel, não apenas promovem saúde e qualidade de vida, mas também elevam a avaliação dos imóveis — tornando-os mais atrativos e competitivos em relação a outros da mesma região.
Durante o painel, Porto apresentou o próximo projeto da construtora localizado no Alto da XV, que tem na localização um de seus principais diferenciais. Com índice de caminhabilidade de 97%, o empreendimento está inserido em uma região com ampla oferta de serviços, como hospitais, mercados e centros gastronômicos, além da proximidade com áreas verdes. “Hoje, não se trata mais de viver isolado entre muros, mas de estar conectado à cidade. Curitiba pede essa integração, e isso precisa estar no centro do que projetamos e oferecemos ao mercado”, afirmou.
Outro destaque do projeto será a preservação ambiental integrada. O terreno mantém áreas verdes originais, incluindo quatro araucárias, incorporadas ao paisagismo que estimula o convívio entre moradores. A proposta reforça um novo olhar sobre o luxo no mercado imobiliário. “Luxo é ter o que você precisa para viver com qualidade. Isso passa por conforto, bem-estar e pela relação com o entorno”, completou Porto.
O painel reuniu ainda outras empresas que estão implementando o Fitwel em seus projetos, evidenciando uma tendência crescente no setor: empreendimentos que aliam saúde, sustentabilidade e conexão urbana como fatores determinantes de valor e diferenciação no mercado.
Bazar solidário em Curitiba arrecada recursos para projetos sociais e exames para Síndrome do X Frágil
Um bazar solidário vai reunir cinco organizações da sociedade civil no dia 28 de março, das 10h às 16h, no Queroquero Comida e Bar, no Largo da Ordem, em Curitiba. A ação integra a Feira Social organizada pelo Movimento Voluntariado de Curitiba (MVC) e tem como objetivo dar visibilidade ao trabalho das entidades e gerar recursos por meio da venda de produtos institucionais e artesanais.
Entre as instituições participantes está o Instituto Buko Kaesemodel (IBK), que comercializará itens como camisetas, canecas, ecobags, cadernetas e cordões de identificação de condições ocultas. Toda a renda obtida será destinada ao financiamento de exames genéticos para diagnóstico da Síndrome do X Frágil, condição hereditária associada ao atraso no desenvolvimento intelectual e frequentemente relacionada ao transtorno do espectro autista.
Segundo Tania Mara Cardozo, coordenadora do evento e gestora do Movimento Voluntariado de Curitiba, a proposta da feira é aproximar a população das causas sociais e fortalecer o trabalho das organizações. “A Feira Social nasce com o propósito de dar visibilidade às organizações da sociedade civil e oportunizar que elas gerem recursos para seus projetos. Muitas instituições realizam trabalhos essenciais, mas ainda pouco conhecidos pela comunidade”, afirma.
Atualmente, o Instituto Buko Kaesemodel atende famílias de diversas regiões do país e também custeia exames para pessoas que não têm condições financeiras de arcar com o diagnóstico. A demanda pelo teste é crescente e em 2025 o Instituto subsidiou 100 exames moleculares para X Frágil.
Para Luz Maria Romero, gestora do Instituto Buko Kaesemodel, participar do bazar é uma oportunidade de ampliar o alcance da causa e mobilizar apoio da sociedade. “Eventos como este são fundamentais para que possamos arrecadar recursos e continuar oferecendo exames de diagnóstico para famílias que não têm acesso a esse serviço. Além disso, é uma forma de conscientizar a população sobre a Síndrome do X Frágil e a importância do diagnóstico precoce”, destaca.
Além do IBK, participam da feira o Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo, a Associação Escolhidos por Deus para Servir (EPDPS), a Associação de Assistência a Pessoas Idosas Dona França e o Instituto Somos Todos Brasuca. Os recursos arrecadados por cada organização serão integralmente destinados aos projetos sociais desenvolvidos por essas instituições.
Tensões no Oriente Médio pressionam custos globais de energia e acendem alerta para empresas brasileiras
A escalada das tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã volta a acender um alerta no mercado internacional de energia. Historicamente, conflitos no Oriente Médio, região responsável por cerca de 30% da produção global de petróleo, segundo a OPEP, provocam volatilidade imediata nos preços do barril, com reflexos diretos sobre combustíveis, logística e inflação em escala global.
De acordo com a Agência Internacional de Energia (IEA), episódios de instabilidade geopolítica podem gerar oscilações de até 10% a 20% no preço do petróleo em curtos períodos, dependendo da intensidade do conflito e da percepção de risco do mercado.
Esse movimento impacta diretamente o custo dos combustíveis, que representam, em média, 30% a 40% do custo logístico no Brasil, conforme dados da Confederação Nacional do Transporte (CNT). Na prática, isso significa aumento no valor do frete, pressionando o preço de alimentos, insumos e produtos ao consumidor final.
Embora o Brasil conte com uma matriz elétrica majoritariamente renovável, com cerca de 60% a 65% da geração baseada em hidrelétricas, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o sistema ainda depende de usinas termelétricas em momentos de maior demanda ou escassez hídrica. Nessas situações, o custo da energia pode subir de forma significativa.
Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) indicam que a geração térmica pode ser até 2 a 3 vezes mais cara do que a geração hídrica, o que aumenta a pressão sobre tarifas e encargos do sistema elétrico.
Para especialistas, o principal impacto desse cenário não está no risco de desabastecimento, mas na volatilidade econômica e na perda de previsibilidade energética. “Conflitos geopolíticos ampliam a instabilidade dos custos e dificultam o planejamento das empresas. O impacto é direto nas margens e na capacidade de prever despesas operacionais”, afirma Rui Procópio da Silva Filho, Diretor de Operações da NHS Energia.
Além disso, a instabilidade internacional também pode afetar cadeias de suprimentos, influenciando o custo e o prazo de entrega de equipamentos, inclusive no setor energético, que depende de componentes importados.
Quando a energia falha, o prejuízo é imediato
Se no cenário global o impacto aparece nos números, no dia a dia das operações ele se traduz em perdas concretas. No Brasil, episódios recentes em regiões do Sul e Sudeste evidenciaram a vulnerabilidade de setores produtivos que dependem de energia contínua. Em atividades como piscicultura e avicultura, poucas horas sem eletricidade podem comprometer sistemas de oxigenação, ventilação e refrigeração.
Em um aviário de médio porte, por exemplo, a falha no sistema de climatização por apenas algumas horas pode levar à perda de cerca de 20 mil aves. Considerando o custo médio de produção, isso representa um prejuízo direto superior a R$ 150 mil, sem contabilizar os custos logísticos de descarte e a quebra do ciclo de fornecimento. Esse tipo de situação reforça um ponto central: energia não é apenas suporte operacional, é parte essencial do processo produtivo.
Soluções híbridas ganham espaço como estratégia de proteção
Diante desse cenário, cresce no Brasil a busca por soluções que aumentem a autonomia e reduzam a dependência exclusiva da rede elétrica convencional. Os sistemas híbridos de energia, que combinam geração solar, rede da concessionária e armazenamento em baterias, vêm se consolidando como uma alternativa eficiente para garantir continuidade operacional. Quando ocorre uma falha no fornecimento, o sistema realiza a transição automática para a energia armazenada, evitando interrupções.
Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o Brasil já ultrapassa 40 gigawatts de capacidade instalada em energia solar, com crescimento expressivo no setor rural e em pequenas e médias empresas.
Nesse contexto, soluções desenvolvidas no país têm ganhado relevância por sua adaptação à realidade local. É o caso do QUAD, inversor híbrido desenvolvido pela NHS Sistemas de Energia, que integra diferentes fontes energéticas e gerencia automaticamente o fornecimento.
Na prática, o sistema funciona conectado à rede, mas também possui capacidade de operação autônoma, utilizando energia armazenada sempre que necessário. Isso permite manter equipamentos e processos em funcionamento mesmo durante interrupções. “Quando analisamos o impacto financeiro de uma falha energética, muitas vezes o prejuízo de um único evento supera o investimento em uma solução de proteção. Por isso, cada vez mais empresas têm tratado a energia como uma variável estratégica”, explica André Sanchez, gestor comercial de energia solar da NHS.
Energia como estratégia, não apenas como custo
O avanço da digitalização, da automação e da dependência de sistemas críticos transformou a energia em um dos pilares da operação de empresas de todos os portes.
Em um cenário global marcado por instabilidade geopolítica, eventos climáticos extremos e aumento da demanda, garantir continuidade e previsibilidade deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade.
Mais do que reduzir custos, soluções como sistemas híbridos representam uma mudança de mentalidade: a energia deixa de ser apenas um insumo e passa a ser um ativo estratégico, capaz de proteger operações, reduzir riscos e garantir competitividade.
Para empresas brasileiras, especialmente aquelas expostas a variações de custo e interrupções, a capacidade de antecipar riscos e estruturar soluções resilientes será cada vez mais determinante para sustentar crescimento e eficiência nos próximos anos.
Projeto na Praça Ucrânia em Curitiba inspira reflexões urbanas
Em encontro com profissionais do setor, consultor radicado em Londres antecipa conceitos de empreendimento na Praça Ucrânia e reforça o papel da arquitetura na qualidade de vida
Curitiba foi palco de uma reflexão sensível e contemporânea sobre o papel da arquitetura nas cidades. A convite da Construtora e Incorporadora Porto Camargo e do escritório PROA, o arquiteto e consultor Edson Yabiku participou de um bate-papo com arquitetos, construtoras e investidores, trazendo um olhar global sobre Arquitetura, Cidades e Qualidade de Vida e, principalmente, provocando novas formas de pensar o espaço urbano.
Paranaense radicado em Londres, Yabiku compartilhou um panorama da arquitetura mundial, analisando histórias, contextos e propósitos que moldam projetos ao redor do mundo. Mais do que estética ou tendência, a arquitetura contemporânea, segundo ele, precisa carregar significado. “No papel de consultor, sou questionador”, afirmou, ao comentar sua atuação no empreendimento que a Porto Camargo lançará ainda em 2026, em um terreno emblemático na Praça Ucrânia.
Ainda em fase de desenvolvimento, o projeto nasce cercado de questionamentos, e é justamente isso que o torna relevante. Para Yabiku, pensar um novo empreendimento exige ir além da forma: é necessário compreender a história do local, a mensagem que se deseja transmitir e, sobretudo, o propósito que a arquitetura pretende cumprir. “Hoje, idealizar um projeto, seja ele residencial ou comercial, precisa agregar valores, não apenas financeiros, mas também oportunidades ao morador e ao entorno”, destacou.
Um dos elementos mais simbólicos dessa proposta é a criação da Porto das Artes, uma galeria idealizada como uma “gentileza urbana”. O espaço busca promover conexão, convivência e vínculo com a cidade. “É a história além da história. Existe um apelo emocional em beneficiar o entorno, em criar pertencimento”, explicou.
Durante o encontro, Yabiku também trouxe provocações sobre bem-estar e sustentabilidade, ampliando o debate para além da arquitetura em si. Para ele, segurança urbana não precisa, necessariamente, estar associada a muros e barreiras físicas. Há caminhos mais integrados, onde o espaço público qualificado contribui para uma sensação de segurança coletiva. Essa visão dialoga diretamente com o conceito que vem sendo desenvolvido pelo escritório PROA, que aposta na conectividade urbana como pilar do novo empreendimento.
Com cerca de 10 mil metros quadrados e oito pavimentos, o projeto deve reunir diferentes tipologias residenciais voltadas à família. A fachada, segundo Yabiku, seguirá um princípio atemporal. “Arquitetura é sustentabilidade, não é moda. Precisa resistir ao tempo, ser simples, elegante e gerar pertencimento”, pontuou.
Ao final, o arquiteto também fez questão de valorizar a produção nacional. Para ele, a arquitetura brasileira vive um momento potente, com profissionais cada vez mais reconhecidos no exterior. “A riqueza da arquitetura brasileira é enorme. A geração atual e a que está surgindo são incríveis. Precisamos valorizar esses talentos”, afirmou.
Nesse cenário, Curitiba surge não apenas como pano de fundo, mas como protagonista de uma nova narrativa urbana, onde conceitos como amor, solidariedade e tolerância passam a integrar, de forma cada vez mais concreta, o desenho das cidades e a forma como as pessoas vivem e se relacionam com elas.
Paixão de Cristo do Grupo Lanteri terá participação da soprano ítalo-brasileira Ornella de Lucca
Paixão de Cristo do Grupo Lanteri terá participação da soprano ítalo-brasileira Ornella de Lucca
Encenação entra na reta final dos preparativos; montagem da megaestrutura começa na próxima semana
A tradicional encenação da Paixão de Cristo, realizada pelo Grupo Lanteri, chega à sua fase decisiva em Curitiba. Considerado o segundo maior espetáculo do gênero no Brasil, o evento integra o calendário oficial da capital paranaense e celebrará sua 48ª edição na Sexta-Feira Santa, dia 3 de abril, às 19h, com entrada gratuita.
A montagem da megaestrutura começa na próxima semana no Espaço Lanteri (Rua Amadeu Piotto, 590, bairro Orleans). Em uma área de 14 mil m², serão erguidos quatro palcos fixos interligados por uma passarela, além de complexos sistemas de iluminação e sonorização. Com a estrutura pronta, os integrantes do Grupo Lanteri — todos voluntários — iniciam os ensaios finais no local da apresentação.
Novidades e participação especial
O espetáculo contará novamente com a presença da renomada soprano ítalo-brasileira Ornella de Lucca. Formada pela Universität Mozarteum de Salzburg, a artista interpretará o papel de Verônica e executará peças como Vocalise op. 34 nº 14, de Rachmaninoff, e Hallelujah, de Leonard Cohen.
“Estive na encenação em 2024 e foi emocionante. Foi a maior produção em que já pude trabalhar profissionalmente, uma sensação ímpar”, destaca a soprano, que já participou de diversos concertos, festivais internacionais, óperas e operetas, tanto no Brasil quanto no exterior, interpretando papéis principais e atuando sob a regência de maestros consagrados.
Além disso, a encenação de 2026 terá duas cenas inéditas: O Lava-pés e o Encontro de Jesus com Nicodemos. “Essas passagens foram escolhidas para promover uma reflexão sobre tolerância e convivência harmônica, principalmente em tempos de divisões e radicalismos”, explica o diretor geral do Grupo Lanteri, Aparecido Izabel Massi.
Voluntariado e solidariedade
Embora a entrada seja gratuita, o público é convidado a doar um quilo de alimento não perecível, que será destinado ao Provopar. A expectativa é de que 15 mil pessoas acompanhem a encenação, que ocorre mesmo em caso de chuva e tem duração de duas horas.
A encenação de 2026 utiliza-se da Lei Rouanet, com o patrocínio da Sanepar, Festval e Luson. A proposta é realizada com apoio da Prefeitura Municipal de Curitiba e Fundação Cultural de Curitiba.
Ficha Técnica da Paixão de Cristo 2026
Direção Geral, Texto, Trilha Sonora e Iluminação: Aparecido Izabel Massi
Direção de Produção: Edi Proença; Edson Luiz Martins; Júlio César Miranda do Rosário
Direção Artística: Aclelio Camargo Junior
Coordenação de Elenco e Ensaios: Michele Prado
Coordenação de Adereços: Claudia Antonievicz; Loiri Ieda Vasem Vecchio; Selma Mayer
Concepção de Cenários: Ana Valeria Chaves
Coordenação de Produção de Cenários: Anderson Beraldin; Gelson Freitas
Coordenação de Figurinos: Aclelio Camargo Junior; Blanca Spisila; Eluana Litz; Sirlei (Sissi) de Andrade
Coordenação de Maquiagem: Juceane Martins; Camila Martinez Martins; Larissa Baulhout Correa
Coordenação de Comunicação: Carol Buhrer
Coordenação de Secretaria: Larissa Baulhout Correa
Coordenação de Iluminação: Cássio Murilo
Elenco
Jesus: Gustavo Ferreira de Deus
Maria: Blanca Spisila
Maria Madalena: Carla Gomes Teixeira
Verônica: Ornella de Lucca (Soprano)
Pedro: Carlos Assad Mady
Judas: Antonio Marcos Baulhout
João: Thiago Litz
João Batista: Jefferson Santana
Caifás: Gilberto Harder
Pilatos: Sergio Serrato
Cláudia: Daiane Fardin
Herodes: André Costa Rosa
Sobre o Grupo Lanteri
Fundado em 1978 por 45 pessoas, o Grupo Lanteri nasceu com o objetivo de levar o teatro ao povo, utilizando elementos da própria comunidade. Em 48 anos de atividades, já realizou 745 apresentações de 18 peças teatrais em 95 localidades do Brasil — sendo 82 no Paraná —, atingindo um público estimado de quase 1,4 milhão de espectadores.
A companhia funciona como uma instituição sem fins lucrativos. O realismo da crucificação e a escala monumental da produção da Paixão de Cristo transformaram o Grupo Lanteri em um patrimônio cultural de Curitiba. Todos os 500 atores da encenação são voluntários.
Serviço:
O que: 48ª Encenação da Paixão de Cristo pelo Grupo Lanteri
Quando: Sexta-feira Santa (03/04), às 19h (portões abrem às 15h)
Onde: Espaço Lanteri (Rua Amadeu Piotto, 590, Orleans, Curitiba-PR)
Quanto custa: A entrada é gratuita (sugere-se a doação de 1 kg de alimento não perecível para o Provopar)
Encenação da Paixão de Cristo em Curitiba acontecerá na Sexta-Feira Santa (03/04), às 19h, mesmo com chuva; são esperadas 15 mil pessoas; soprano Ornella de Lucca está confirmada
Crédito das fotos do Grupo Lanteri
Olavo S. E. Simões/2025
Crédito da foto de Ornella de Lucca
DWD Corp Fotografia
Café B Curitiba reúne lideranças para debater negócios de impacto
Evento do Sistema B terá participação da Vapza; a empresa possui a certificação desde 2024
Curitiba recebe na terça-feira, 31, mais uma edição do Café B, evento oficial do Sistema B, promovido pelas empresas B do Paraná, que reúne empresas, lideranças e interessados na agenda de impacto socioambiental. O evento, realizado na FIEP, a partir das 8h, propõe uma imersão no universo das Empresas B, com troca de experiências e discussões sobre modelos de negócio que conciliam resultado financeiro e responsabilidade social e ambiental.
A programação inclui uma conversa com nomes do ecossistema e imersão de impacto das empresas, entre elas o da Vapza Alimentos, que é certificada pelo Sistema B desde 2024 e vai demonstrar como aplicar os direcionamentos da agenda. Representando a empresa estarão o diretor de Operações, José Flávio Corso; o head de Marketing, Guilherme Scorsin Krüger e a gestora de SGI, Thais Aparecida Santos.
Com formato interativo, que envolve os participantes em diferentes experiências, o Café B busca fortalecer conexões e incentivar a adoção de práticas mais responsáveis, reforçando o papel das empresas na construção de uma economia mais inclusiva e sustentável.
Serviço:
Café B – encontro promovido pelo Sistema B
Local: Sistema Fiep – Campus da Indústria, Avenida Comendador Franco, 1341, Jardim Botânico, Curitiba
Horário: a partir das 8h
Endometriose: diagnóstico precoce ainda é um desafio para muitas mulheres
Especialista do Pilar Hospital explica sintomas, exames e tratamentos da doença que afeta milhões de brasileiras, entre elas a cantora Anitta
Estima-se que uma em cada dez mulheres em idade reprodutiva conviva com a endometriose no Brasil. Apesar da incidência da doença — que atinge cerca de 176 milhões de mulheres no mundo —, o diagnóstico pode levar de sete a dez anos após o início dos sintomas.
De acordo com Jordana Pereira, cirurgiã ginecológica do Pilar Hospital, em Curitiba, isso acontece porque, durante muito tempo, a dor menstrual intensa foi considerada normal.
“Muitas mulheres escutam isso desde adolescentes, vão convivendo com a dor por anos antes de procurar ajuda ou antes de alguém investigar mais aprofundadamente”, relata. “Além disso, exames frequentemente realizados, como ultrassom abdominal ou transvaginal, não são adequados para a detecção da doença”, completa.
A endometriose consiste no crescimento anormal do endométrio — tecido semelhante ao revestimento interno do útero — fora da cavidade uterina. “O tecido se espalha, pode atingir ovários, trompas, intestino, bexiga e até mesmo outras regiões da pelve e fora dela”, detalha Jordana.
Diagnóstico exige atenção
Além da cólica menstrual intensa que impede a realização de atividades do dia a dia, podem aparecer sintomas como a dor durante a relação sexual, ao urinar e evacuar, distensão abdominal, funcionamento intestinal irregular e a dificuldade em engravidar. “São sinais importantes para que a mulher busque por um especialista”, alerta.
A médica lembra casos emblemáticos, como o da cantora Anitta, que tinha endometriose na bexiga e que passou nove anos sendo tratada com infecção urinária sem que se desconfiasse da condição. “Ao finalmente passar pelo mapeamento de endometriose, foi corretamente diagnosticada, fez cirurgia e apresentou boa recuperação”, explica.
Melhores exames e tratamento
O mapeamento específico por meio de ultrassom ou de ressonância magnética está entre os exames mais indicados para o diagnóstico da endometriose, explica a cirurgiã do Pilar. “Lembrando que uma consulta bem feita, com escuta ativa e exame físico cuidadoso, também pode levantar a suspeita da doença”, reforça.
A endometriose é uma condição que muitas vezes pode envolver diferentes órgãos e, por isso, exige uma equipe experiente e um centro médico especializado. Nesses locais, é possível realizar exames específicos e oferecer uma abordagem multidisciplinar. Em alguns casos, a cirurgia pode exigir a atuação de profissionais de diferentes especialidades, o que aumenta a segurança e a qualidade da abordagem.
Em relação ao tratamento, a médica destaca que é possível controlar a doença com medicamentos e mudanças no estilo de vida, principalmente com a prática de exercícios físicos e uma dieta anti-inflamatória.
“A cirurgia geralmente é indicada em três situações específicas: quando a paciente continua com dor mesmo após um tratamento adequado; quando há comprometimento de órgãos; ou quando a paciente está em tentativa de engravidar”, enumera.
Nos casos cirúrgicos, a médica destaca o uso de técnicas minimamente invasivas, como a laparoscopia e a cirurgia robótica, realizadas por pequenas incisões. “As câmeras ampliam a visão das estruturas, o que torna a cirurgia mais precisa, com menos trauma, menos dor e uma recuperação mais rápida. Na cirurgia robótica, a visão tridimensional e os movimentos mais delicados contribuem para melhores resultados em relação à dor e à fertilidade.”
Impactos da doença
O mês de março, de sensibilização para o diagnóstico da endometriose, é o momento de lembrar o impacto que a doença pode causar na vida das pacientes. “A dor passa a interferir ativamente no trabalho, performance, nas relações afetivas e familiares e, até mesmo, no psicológico”, lamenta a especialista. “Além disso, há a infertilidade: até 50% das pacientes com endometriose terão algum grau de dificuldade para engravidar”, completa.
Sobre o Pilar Hospital
Com mais de 60 anos de tradição, o Pilar Hospital é reconhecido como referência na integração de tecnologia avançada e atendimento humanizado. Localizado no bairro Bom Retiro, em Curitiba, o hospital atende pacientes de todo o Paraná, oferecendo suporte essencial em diversas especialidades médicas. Sua estrutura robusta inclui 81 unidades de internação (enfermaria e apartamento) e 39 unidades de terapia intensiva e o Pilar Centro Médico, que realiza procedimentos ambulatoriais e cirúrgicos de baixa complexidade, em regime de hospital dia, consolidando seu papel na qualidade e acesso à saúde para os paranaenses.
Autonomoz amplia oferta de mobilidade corporativa e passa a disponibilizar vans para empresas
Plataforma de transporte corporativo registra economia anual de R$ 1,8 milhão em projeto realizado em oito localidades no país ao substituir contratos tradicionais de fretamento por modelo de pagamento por quilômetro rodado
A Autonomoz, plataforma especializada em mobilidade corporativa, passou a disponibilizar também vans em sua operação de transporte empresarial. A ampliação da frota integra a estratégia da companhia de oferecer soluções mais flexíveis e eficientes para deslocamentos de equipes, ajustando o tipo de veículo à demanda real de cada operação.
O novo modelo foi aplicado recentemente em um projeto desenvolvido para uma grande companhia do setor logístico, com operações em diferentes regiões do Brasil. A iniciativa envolveu a substituição de contratos tradicionais de fretamento contínuo pelo sistema de pagamento por quilômetro rodado, aliado à reorganização da frota utilizada no transporte dos colaboradores.
Segundo a empresa, a mudança permitiu uma economia anual de R$1,8 milhão, considerando oito localidades analisadas no projeto. Em sete delas houve redução de custos. Para efeito de comparação: com o aumento da demanda no modelo tradicional, os contratos seriam muito mais caros do que os firmados entre o cliente e a Autonomoz.
Curitiba foi a primeira cidade onde houve a implantação do serviço de vans. A redução nos custos foi de 70%, o que fez o cliente decidir pela substituição do serviço. Entre outras cidades com maior impacto financeiro anualizado também estão Três Lagoas, Campo Grande e Cascavel, com quedas significativas após a reestruturação da operação. Cada localidade passou por um estudo específico de demanda e rotas, o que permitiu a adoção de diferentes formatos de transporte, incluindo o uso de vans e veículos menores em determinados trajetos.
Flexibilidade e controle operacional
De acordo com o CEO da Autonomoz, Leandro Farias, a proposta da empresa é tornar a mobilidade corporativa mais eficiente ao substituir o fretamento tradicional por mobilidade corporativa inteligente. “Durante muito tempo o transporte corporativo funcionou com base em exclusividade e veículos ociosos em parte da operação. O modelo Autonomoz permite que a empresa pague exatamente pelo que utiliza, com maior controle e previsibilidade”, afirma.
Com a inclusão de vans no portfólio, a plataforma amplia as possibilidades de atendimento a operações de médio porte, especialmente em trajetos que exigem transporte coletivo, mas não demandam ônibus completos. Segundo Leandro, a maior capacidade e alta taxa de ocupação nos veículos são fatores que contribuem para a redução de custos e para a melhoria da eficiência logística.
“O objetivo é que a mobilidade corporativa seja mais eficiente, econômica, sustentável e segura”, explica.
A empresa afirma que o modelo vem sendo replicado em diferentes perfis de operação, com análise individualizada de rotas, horários e volumes de passageiros. A expectativa da Autonomoz é ampliar a adoção desse formato em novos contratos de transporte corporativo, consolidando o uso combinado de veículos de diferentes portes, incluindo vans, micro-ônibus e ônibus para atender à demanda de deslocamento de equipes em diversos setores da economia.
Sobre a Autonomoz
A Autonomoz opera em mais de 175 cidades brasileiras, conecta mais de 1.000 motoristas parceiros e conta com cerca de 120 colaboradores internos responsáveis por tecnologia, suporte operacional e atendimento a clientes e motoristas. O modelo de mobilidade prioriza viagens recorrentes, trajetos conhecidos e passageiros identificados, oferecendo previsibilidade e segurança às empresas contratantes.