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Grupo Technocoat tem vagas abertas em produção e logística no Paraná e Santa Catarina

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Indústria movimenta economias regionais ao investir em capacitação de mão de obra local e priorizar contratação de moradores das cidades em que atua

Em meio a um ciclo de expansão e evolução de processos, o Grupo Technocoat tem reforçado suas iniciativas voltadas ao desenvolvimento de pessoas, qualificação profissional e fortalecimento da cultura organizacional. A companhia, que atua no setor industrial com soluções para o mercado de papel e embalagens, tem ampliado investimentos em treinamento, formação interna e novas ferramentas de gestão de desempenho.

O movimento acompanha o crescimento da empresa e a necessidade de preparar as equipes para um cenário de transformação operacional e tecnológica. Entre as iniciativas recentes está a adoção de plataformas digitais voltadas à capacitação dos colaboradores, que disponibilizam conteúdos técnicos e comportamentais para diferentes áreas da organização. A proposta é ampliar o acesso à qualificação e apoiar a evolução profissional dentro da própria empresa, especialmente em funções estratégicas para a operação industrial.

Crescimento interno

Na área de produção, por exemplo, a companhia prioriza o desenvolvimento interno de profissionais. Muitos colaboradores ingressam na empresa em funções iniciais e, ao longo do tempo, recebem treinamento para assumir posições de maior responsabilidade, como a operação de equipamentos industriais.

“Buscamos valorizar quem já está dentro da empresa. Em muitas situações, os operadores são formados internamente, a partir de profissionais que iniciaram como auxiliares e foram se desenvolvendo com o apoio das lideranças e das áreas técnicas”, explica Camila Hilgemberg Ferreira, da área de Pessoas e Cultura do Grupo Technocoat.

Além das capacitações técnicas, a empresa também trabalha na implementação de ferramentas estruturadas de avaliação de desempenho e no fortalecimento de iniciativas voltadas à cultura organizacional, com apoio de consultorias especializadas. A proposta é consolidar, nos próximos ciclos, processos mais estruturados de acompanhamento e desenvolvimento de carreira.

Vagas em produção e logística no Sul do país

Em meio ao atual ciclo de crescimento, o Grupo Technocoat está com vagas abertas, principalmente nas áreas de produção e logística. As oportunidades estão concentradas na unidade de Araucária (PR), com posições também em Telêmaco Borba (PR) e Otacílio Costa (SC), reforçando a expansão das operações e a necessidade de novos profissionais.

A estratégia de atração de talentos prioriza a contratação de moradores das regiões onde a empresa atua, contribuindo para o fortalecimento da economia local e a redução de deslocamentos. As vagas contemplam diferentes perfis e níveis de experiência, incluindo jovens em início de carreira e profissionais mais experientes. A empresa também destaca seu pacote de benefícios, que inclui vale-mercado de até R$ 600, plano de saúde Unimed, refeições no local para colaboradores em turno, auxílio farmácia, convênios com academias e incentivos à prática esportiva. Além disso, o Grupo Technocoat também oferece parceria com o Sistema FIEP (Sesi, Senai e IEL), que conta com descontos em educação, serviços de saúde/segurança do trabalho e consultorias.

As oportunidades contemplam diferentes perfis profissionais e faixas etárias, incluindo jovens em início de carreira e profissionais mais experientes que buscam ingressar ou retornar ao setor industrial.

Os interessados podem conferir as oportunidades e se candidatar pelo site: https://technocoat.selecty.com.br/

O Grupo Technocoat

Há três décadas no setor papeleiro, o Grupo Technocoat está instalado em Telêmaco Borba e Araucária, no Paraná, e em Otacílio Costa, em Santa Catarina. Com investimentos contínuos em tecnologia de ponta e na capacitação de colaboradores, a empresa oferece produtos e serviços focados em inovação e sustentabilidade, respeitando boas práticas de segurança, higiene e uso de produtos químicos. Seus produtos são produzidos a partir de fontes renováveis e certificadas pelo FSC – Conselho de Manejo Florestal.

Protagonismo pessoal e profissional

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Reflexão sobre silêncio e medo de agir inspira debate sobre, tema central do livro Deixe de Ser Bunda Mole

A omissão nem sempre se apresenta como fraqueza. Muitas vezes ela vem disfarçada de prudência, educação ou até maturidade. Foi refletindo sobre esse comportamento comum na vida de muitas pessoas que o empresário e autor Fefo Miléo passou a abordar, em palestras e em seu livro Deixe de Ser Bunda Mole, o impacto do medo de agir nas decisões pessoais e profissionais.

Segundo levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), cerca de 30% das empresas brasileiras encerram suas atividades antes de completar cinco anos. Entre os fatores mais apontados por especialistas estão falhas de gestão, falta de planejamento e dificuldade na tomada de decisões estratégicas. Para Miléo, porém, existe um elemento silencioso que costuma passar despercebido, a omissão diante de escolhas importantes.

“A omissão muitas vezes se esconde atrás de boas justificativas. A pessoa diz que está esperando o momento certo, que precisa se preparar mais ou que não quer se expor. Mas, no fundo, é medo de agir”, afirma o autor. Segundo ele, esse comportamento aparece em diferentes áreas da vida, desde relacionamentos até oportunidades de carreira e negócios.

Miléo observa que muitas pessoas passam anos acreditando que prudência significa silêncio e que maturidade significa esperar. “Existe uma geração inteira que aprendeu a não incomodar, a não ocupar espaço, a não pedir. Só que o mundo real funciona de outra forma. Quem não se posiciona acaba deixando que outros decidam por ele”, explica.

No livro Deixe de Ser Bunda Mole, o autor propõe justamente uma ruptura com esse padrão de comportamento. A obra reúne reflexões e provocações diretas para estimular uma postura mais ativa diante da vida. “Não é sobre ser agressivo ou imprudente. É sobre assumir responsabilidade pelas próprias escolhas e parar de terceirizar a própria vida para o medo ou para a aprovação dos outros”, diz.

Para Miléo, reconhecer as próprias omissões é um passo importante para o amadurecimento. Ele afirma que muitas decisões que deixamos de tomar acabam se transformando em aprendizados importantes. “Todo mundo tem histórias de momentos em que ficou em silêncio quando deveria ter falado, ou deixou passar oportunidades por insegurança. O importante é transformar essas experiências em consciência e ação”, destaca.

Na avaliação do autor, coragem não significa ausência de medo, mas disposição para agir mesmo quando ele está presente. “O medo quase nunca desaparece antes da decisão. Ele diminui depois que você se move. Quando a pessoa entende isso, percebe que viver com mais atitude é a única forma de construir uma história que realmente faça sentido”, conclui Fefo Miléo.

Serviço: Fefo Milléo 

Psicólogo, escritor e palestrante

@fefomilleo

Preço certo, negócio saudável

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Precificação estratégica na gastronomia é decisiva para a sustentabilidade do restaurante e para a percepção de valor do cliente

Em um cenário de custos elevados, alta concorrência e consumidor cada vez mais atento, a precificação correta deixou de ser apenas uma questão financeira e passou a ser fator determinante para a sobrevivência dos restaurantes. Definir o preço de um prato envolve muito mais do que somar ingredientes, é uma decisão estratégica que impacta margem de lucro, posicionamento de marca e experiência do cliente.

Segundo Edher Brandão, especialista em gestão gastronômica e à frente da ConceptFood, muitos estabelecimentos ainda erram ao basear preços apenas na concorrência ou na intuição. “Quando o restaurante não conhece seu custo real, trabalha no escuro. A precificação precisa considerar ficha técnica, desperdício, impostos, encargos, aluguel, equipe e margem planejada. Sem isso, o empresário pode vender muito e ainda assim ter prejuízo”, explica.

Levantamentos do setor mostram que a alimentação fora do lar representa uma parcela significativa do orçamento das famílias brasileiras, o que aumenta a sensibilidade do consumidor ao preço. Ao mesmo tempo, insumos como proteínas, laticínios e hortifrúti sofreram oscilações relevantes nos últimos anos, pressionando o caixa dos restaurantes. Nesse contexto, precificar corretamente é encontrar equilíbrio entre sustentabilidade financeira e percepção justa de valor.

Para o cliente, o preço também comunica qualidade e posicionamento. Valores muito baixos podem gerar desconfiança sobre procedência e padrão do produto, enquanto preços elevados sem justificativa clara afastam o público. “Preço não é apenas número, é mensagem. Ele precisa refletir proposta, experiência, atendimento e padrão de entrega. Quando isso está alinhado, o cliente entende e aceita”, destaca Edher.

Outro erro comum é não atualizar a precificação periodicamente. Custos variam, fornecedores mudam, desperdícios aumentam ou diminuem, e o cardápio evolui. A ausência de revisão pode corroer a margem de lucro silenciosamente. Uma gestão profissional acompanha indicadores como CMV, ticket médio e margem de contribuição para manter o negócio saudável.

A precificação estratégica também permite promoções inteligentes, combos rentáveis e cardápios mais equilibrados, favorecendo tanto o fluxo de caixa quanto a satisfação do consumidor. “O restaurante precisa ganhar dinheiro de forma estruturada, e o cliente precisa sentir que está pagando um valor justo pelo que recebe. Quando essa equação fecha, o relacionamento se fortalece”, afirma.

Em um mercado onde muitos empreendimentos fecham antes de completar cinco anos, gestão técnica e controle financeiro são diferenciais competitivos. Precificar corretamente não é aumentar preço, é organizar o negócio para crescer com consistência e gerar valor real.

Serviço: ConceptFood

Gestão de restaurantes

Edher Brandão

41 99143-0049

@edher.brandao
conceptfood.adm@outlook.com
Rua: Mateus Leme, 531, andar superior, Curitiba, Paraná. 

Processar não é condenar: o risco de transformar investigação em punição antecipada

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Advogado alerta para o dilema entre segurança pública e garantias constitucionais em meio ao aumento de prisões cautelares e debates nos tribunais superiores

O avanço da criminalidade e a pressão social por respostas mais duras do Estado reacenderam um dilema central no sistema penal brasileiro, como equilibrar segurança pública e garantias constitucionais. Em meio a discussões recentes no Supremo Tribunal Federal e no Superior Tribunal de Justiça sobre prisões cautelares, produção de provas e nulidades processuais, especialistas defendem que processar alguém não pode significar, na prática, antecipar uma condenação.

O advogado criminalista Jefferson Nascimento da Silva, OAB PR 86.750, afirma que o debate ganhou força diante do número expressivo de pessoas presas sem condenação definitiva no país. “A prisão cautelar é medida excepcional, não pode ser utilizada como resposta automática ao clamor social. Quando o processo ignora o contraditório e a ampla defesa, o risco de erro judicial aumenta significativamente”, destaca.

Dados do sistema prisional brasileiro indicam que uma parcela relevante da população carcerária é composta por presos provisórios, ou seja, pessoas que ainda aguardam julgamento. Esse cenário gera impacto direto não apenas sobre o acusado, mas também sobre famílias, mercado de trabalho e estrutura social. A privação de liberdade antes da condenação definitiva, quando aplicada de forma indiscriminada, pode produzir danos irreversíveis.

Outro ponto sensível envolve o chamado “túnel investigativo”, quando a investigação direciona esforços para confirmar uma hipótese inicial, limitando a produção de provas que poderiam favorecer o investigado. Para Jefferson, esse é um dos maiores riscos ao devido processo legal. “A Constituição garante ampla defesa, contraditório e presunção de inocência. Se a defesa não pode produzir prova ou se a investigação ignora elementos que contrariem a tese acusatória, o processo perde legitimidade”, afirma.

O debate se intensifica em um contexto de políticas públicas voltadas ao endurecimento penal. Para o advogado, a busca por eficiência repressiva não pode atropelar garantias fundamentais previstas no artigo 5º da Constituição. “Defender alguém não é defender crime. É defender a Constituição e garantir que ninguém seja punido sem prova robusta e julgamento justo. O sistema penal só é legítimo quando respeita regras claras e assegura julgamento justo. Punir sem prova robusta compromete a confiança na Justiça”, ressalta.

Decisões recentes dos tribunais superiores têm reforçado a necessidade de fundamentação concreta para decretação e manutenção de prisões preventivas, além de reafirmar o direito da defesa à produção de provas. Essas discussões refletem uma tensão permanente entre a urgência por segurança e a preservação do Estado de Direito.

Para Jefferson Nascimento da Silva, o caminho não está na flexibilização das garantias, mas na qualificação das investigações e no fortalecimento do processo penal. “Uma condenação só é justa quando construída com base em prova sólida, contraditório efetivo e respeito à presunção de inocência. Porque julgamentos justos não protegem apenas o acusado. Eles protegem toda a sociedade.”, conclui.

Serviço: Jefferson Nascimento da Silva

Advogado Criminalista, OAB/PR 86.750

(41) 98400-6686

@jeeffeh

jeffe.adv@gmail.com

Rua Conselheiro Laurindo, 600 – sala 1006/1007, Centro, Curitiba/PR.

Banhos Espirituais em Alta

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Práticas energéticas personalizadas buscam tratar a raiz espiritual de problemas emocionais e cotidianos

A busca por equilíbrio emocional e espiritual tem levado cada vez mais pessoas a recorrer a práticas ancestrais de cuidado energético. Entre elas, os banhos espirituais africanos têm ganhado espaço como alternativa para quem deseja reorganizar energias, aliviar tensões e compreender melhor bloqueios que se manifestam na vida pessoal, afetiva ou profissional.

De acordo com a taróloga e espiritualista Dafne Ribeiro, esses banhos são indicados a partir de uma consulta espiritual, geralmente realizada por meio do jogo de búzios. “O jogo permite identificar a origem energética ou espiritual de determinadas dificuldades que a pessoa está enfrentando. A partir dessa leitura é possível indicar um banho específico que vai atuar na raiz daquele problema”, explica.

Segundo ela, muitas pessoas procuram orientação quando sentem que a vida está travada ou quando enfrentam dificuldades recorrentes. Situações como problemas financeiros, conflitos afetivos, insônia, nervosismo constante ou sensação de caminhos fechados estão entre as queixas mais comuns no consultório espiritual.

A especialista explica que cada ferramenta espiritual tem uma função diferente no processo de orientação. “As cartas mostram os acontecimentos e situações que estão acontecendo na vida da pessoa no plano terreno. Já os búzios ajudam a compreender as causas espirituais dessas situações e indicam quais caminhos podem ser seguidos para reorganizar a energia”, afirma.

Após a consulta, quando há indicação, o banho espiritual é preparado de forma personalizada. O material é enviado pronto para a pessoa realizar o ritual em casa, seguindo orientações específicas sobre o modo de uso e os horários recomendados. Em geral, o processo envolve uma sequência de aplicações que podem ser feitas semanalmente.

“O objetivo é reorganizar o campo energético da pessoa para que ela consiga retomar o equilíbrio emocional e espiritual. Muitas vezes, quando a energia se harmoniza, a pessoa passa a lidar melhor com as situações da vida e encontra novos caminhos”, destaca Dafne.

Segundo a espiritualista, essas práticas fazem parte de tradições espirituais antigas e continuam sendo procuradas por pessoas que buscam autoconhecimento, fortalecimento interior e maior clareza para enfrentar desafios pessoais.

Serviço: Dafne Ribeiro

Taróloga e Espiritualista

(41)995294084

@dafne_cartomante

dafnesmoger@gmail.com

Regularização Imobiliária no Paraná: Programas e mecanismos para acelerar em 2026

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A regularização imobiliária no ganha força em 2026. Entenda como a adjudicação compulsória e a usucapião extrajudicial podem garantir sua segurança jurídica e valorizar seu patrimônio.

A regularização imobiliária urbana deve ganhar protagonismo no Paraná em 2026, impulsionada por programas estaduais, modernização de cadastros e maior integração entre municípios e cartórios. Estimativas de órgãos públicos apontam que milhares de imóveis ainda permanecem em situação irregular no Estado, seja por ausência de matrícula individualizada, contratos de gaveta ou ocupações antigas sem titulação definitiva. Para proprietários e empresários no Paraná, este é um momento estratégico para formalizar seus ativos.

O advogado Carlos Alberto Zonta Junior, especialista em Direito Imobiliário, avalia que o este ano tende a consolidar um movimento de formalização em larga escala. “A regularização transforma posse em propriedade formal, garante segurança jurídica e permite que o imóvel entre definitivamente no mercado formal, com possibilidade de financiamento, venda estruturada e sucessão sem entraves. O Governo do Estado do Paraná está investindo forte em projetos de regularização fundiária.”, afirma.

O Governo do Paraná, já anunciou investimentos significativos para apoiar municípios na regularização de até 50 mil moradias urbanas, especialmente voltadas a famílias de baixa renda com o programa “Casa Fácil”. Esse cenário cria uma janela estratégica para proprietários que aguardavam políticas públicas mais estruturadas para resolver pendências documentais antigas.

Para Zonta, a formalização traz impactos diretos na valorização do patrimônio. “Imóveis sem matrícula atualizada ou sem registro definitivo costumam ter liquidez reduzida e maior dificuldade de negociação. Além disso, a ausência de regularização impede acesso a crédito imobiliário e pode gerar entraves em inventários, partilhas e garantias reais em operações empresariais”, destaca.

Outro ponto relevante é a modernização dos cadastros municipais e o avanço da digitalização registral, que tornam mais eficiente o cruzamento de informações urbanísticas e fiscais. A tendência é que imóveis irregulares fiquem cada vez mais expostos a notificações administrativas e limitações legais. “Quem antecipa a regularização evita autuações futuras e organiza o patrimônio de forma estratégica”, afirma o especialista.

Além do programa de regularização fundiária, algumas inovações legais recentes para a regularização de imóveis como a adjudicação compulsória extrajudicial e a usucapião extrajudicial, contribuem para o aumento de imóveis regularizados.

 A adjudicação compulsória extrajudicial, introduzida pela Lei nº 14.382/2022, que alterou a Lei de Registros Públicos, permite que o comprador de um imóvel, munido de um contrato de promessa de compra e venda quitado, obtenha a escritura definitiva diretamente no cartório, sem a necessidade de um processo judicial, nos casos em que o vendedor se recusa a outorgar o documento.

“O procedimento é uma ferramenta poderosa para resolver os chamados contratos de gaveta. Para dar início ao processo, o interessado deve apresentar o contrato, a prova de quitação do valor e notificar o vendedor por meio do cartório de registro de imóveis, acompanhada de uma documentação complementar.. Se o vendedor não se manifestar no prazo legal, o oficial de registro poderá registrar a propriedade em nome do comprador.” Explica o Zonta. Essa via extrajudicial representa uma economia significativa de tempo e recursos para os cidadãos.

Outro mecanismo fundamental é a usucapião extrajudicial, prevista no artigo 216-A da Lei de Registros Públicos. Este procedimento permite que o possuidor de um imóvel, que o ocupa de forma mansa, pacífica, ininterrupta e com ânimo de dono por um determinado período, possa requerer o reconhecimento da propriedade diretamente no cartório de registro de imóveis, com a assistência de um advogado.

“Existem diferentes modalidades de usucapião, como a extraordinária (posse por 15 anos) e a ordinária (posse por 10 anos, com justo título e boa-fé), com prazos que podem ser reduzidos a depender do caso. A via extrajudicial simplificou um processo que antes era exclusivamente judicial, tornando a regularização mais acessível e célere para milhares de famílias e empresários que possuem imóveis em situação irregular há anos.”, afirma Zonta.

No âmbito jurídico, o processo de regularização pode envolver diversas estratégias, como a regularização fundiária urbana (Reurb), retificação de matrícula, além da usucapião e da adjudicação compulsória. Cada caso exige análise técnica individualizada para garantir que o procedimento seja feito de forma segura e definitiva. “Não existe solução padronizada. A análise correta evita retrabalho e custos desnecessários”, explica o advogado.

Diante do cenário de investimentos públicos, modernização administrativa e maior exigência de conformidade documental, 2026 tende a ser um ano decisivo para quem deseja transformar insegurança jurídica em patrimônio consolidado. Regularizar não é apenas cumprir uma formalidade, é proteger o imóvel e ampliar suas possibilidades econômicas, garantindo um futuro mais seguro para seus investimentos e sua família.

Serviço: Carlos Alberto Zonta Junior
Advogado Imobiliário
OAB/PR 77920
44 9925-7972
@bzonta
contato@zonta.adv.br
www.zonta.adv.br
Avenida Horácio Racanello Filho, 5550, Zona 07, Maringá – PR.

Além da higiene bucal: mitos e verdades sobre o mau hálito

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Problemas respiratórios e de garganta podem estar por trás do incômodo

O mau hálito é um problema que vai muito além da saúde física: afeta a autoestima e prejudica as relações sociais. Quando o odor desagradável surge, a primeira reação costuma ser caprichar na escovação ou culpar o estômago. No entanto, o caminho para o diagnóstico correto pode ser diferente. O otorrinolaringologista dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, Henrique Furlan, elencou alguns mitos e verdades sobre o mau hálito.

Problemas estomacais são as principais causas do mau hálito: MITO

Muita gente acredita que o mau hálito vem do estômago, mas isso quase sempre é um mito. Na maioria dos casos, o problema não está no estômago, mas sim na própria boca. As causas mais frequentes incluem a saburra lingual (aquela camada esbranquiçada no fundo da língua), doenças na gengiva e o acúmulo de placa bacteriana nos dentes. “Essas situações fazem com que bactérias quebrem proteínas e aminoácidos presentes na saliva e nos restos de alimentos, gerando gases com enxofre, que têm cheiro forte. Essas substâncias são as verdadeiras responsáveis pelo odor característico da halitose”, explica Furlan, que reforça a importância da higiene bucal completa para evitar esses problemas, com o uso diário do fio dental e a escovação na língua.

Problemas respiratórios também podem causar mau hálito: VERDADE

Se o dentista atestar que a saúde bucal está em dia, o problema pode estar no sistema respiratório. Doenças das vias aéreas superiores contribuem diretamente para a alteração do hálito por meio de diversos mecanismos fisiopatológicos. De acordo com o especialista, em quadros de rinite e sinusite, por exemplo, ocorre um fenômeno chamado gotejamento pós-nasal, em que a secreção excessiva do nariz escorre pela parte de trás da garganta. “Esse muco carrega proteínas e células inflamatórias que alimentam as bactérias da boca, intensificando a produção de odores desagradáveis. Além disso, as inflamações persistentes no nariz também podem alterar a flora natural das vias aéreas, contribuindo para o mau hálito”, detalha.

Outro fator mecânico importante é a respiração bucal. Pacientes com o nariz entupido tendem a respirar pela boca, o que provoca o ressecamento da mucosa, condição chamada xerostomia. “A saliva tem a função essencial de lavar a cavidade oral, controlar as bactérias e neutralizar odores. Quando a boca fica seca, a proliferação bacteriana aumenta drasticamente, agravando significativamente o mau hálito”, completa Furlan. Para prevenir a halitose causada por problemas respiratórios, é fundamental consultar um especialista para investigar a causa do problema e realizar o tratamento, além de manter a higiene bucal reforçada.

Aquelas “bolinhas brancas” na garganta podem ser a raiz do problema: VERDADE

Algumas pessoas notam a formação de pequenas bolinhas esbranquiçadas ou amareladas na garganta, acompanhadas de um cheiro extremamente forte. Trata-se dos cáseos amigdalianos, que se formam nas cavidades das amígdalas. Os cáseos não são apenas restos de comida, mas um acúmulo de material orgânico que inclui células descamadas, bactérias e muco. O otorrinolaringologista revela que essas cavidades amigdalianas criam um ambiente perfeito, escuro e com baixa oxigenação, para que as bactérias atuem continuamente, gerando compostos malcheirosos. “É por isso que pacientes que sofrem com cáseos amigdalianos frequentemente relatam um gosto ruim constante na boca, uma sensação incômoda de corpo estranho na garganta e a eliminação dessas bolinhas de odor intenso”, aponta.

O tratamento contra os cáseos pode ser realizado por meio de uma higiene bucal completa, incluindo gargarejos com água morna e sal, que podem ajudar a soltar as bolinhas e reduzir a inflamação. Além disso, caso a higiene bucal não seja o suficiente, os cáseos podem ser removidos manualmente por um otorrinolaringologista.

Mascar chiclete elimina o mau hálito: MITO

A goma de mascar pode, sim, mascarar o mau hálito, mas não por muito tempo. Normalmente, após alguns minutos, o chiclete perde o sabor e o aroma. Se a pessoa estiver com halitose, após esse curto período, o mau hálito volta. “A goma de mascar não resolve o problema, e, se for um chiclete com açúcar, pode até piorar a halitose, pois as bactérias presentes na boca se alimentam de açúcares, contribuindo para a produção de substâncias que podem aumentar o mau cheiro”, detalha Furlan. Ele aponta que chicletes sem açúcar podem ter efeito temporário, por estimular a salivação, mas não tratam a causa.

Se a higiene bucal está adequada e o odor continua, o problema não tem solução: MITO

É fundamental saber identificar os sinais de que a halitose deixou de ser uma questão odontológica e passou a ser otorrinolaringológica. O mau hálito persistente, mesmo após uma higiene oral rigorosa, é o primeiro sinal de alerta. O problema tem solução, desde que o profissional competente seja consultado para investigar a raiz do distúrbio. “O paciente deve observar se a halitose está acompanhada de sintomas como congestão nasal frequente, dor ou pressão no rosto, boca constantemente seca e amigdalites de repetição. Nesses cenários, a avaliação de um médico otorrinolaringologista é indispensável, pois a origem do odor crônico pode estar escondida nas amígdalas, na cavidade nasal ou nos seios da face”, alerta o especialista.

Cirurgia para remover amígdalas é o primeiro passo para acabar com o problema: MITO

Com o diagnóstico em mãos, muitas pessoas acreditam que a única saída para os cáseos (as “bolinhas” nas amígdalas) e para o mau hálito de origem na garganta é a mesa de cirurgia. A retirada das amígdalas (amigdalectomia) não é o tratamento inicial e costuma ser indicada como último recurso, visto que a medicina atual prioriza uma abordagem mais voltada à mudança de hábitos e tratamentos clínicos. De acordo com Furlan, o tratamento inicial é focado na higiene da boca e da garganta, lavagem nasal com soro, uso de medicamentos específicos para rinite ou sinusite (quando necessário) e limpeza das cavidades das amígdalas, onde os cáseos se formam. “A cirurgia é considerada apenas em casos extremamente específicos, como em pacientes com mau hálito muito forte que não melhora com tratamento, formação contínua de cáseos ou amigdalites crônicas que impactem drasticamente a qualidade de vida”, finaliza.

Independentemente da causa, a prevenção ainda é o melhor remédio. Manter o corpo hidratado, tratar doenças gengivais, controlar alergias respiratórias e limpar a língua diariamente são passos simples que garantem não apenas um bom hálito, mas a saúde integral do organismo.

Sobre o Hospital São Marcelino Champagnat

O Hospital São Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia, cirurgia robótica e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS e com a certificação de qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA) nível 3. Está orientado pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.

Com commodities em alta, Campo Mourão vive novo ciclo de crescimento e impulsiona a construção civil

Produção agrícola nacional superou os 11% no ano passado em comparação a 2024. Cidades com perfil agropecuário sentem os reflexos positivos e viram polo de novos investimentos em setores estratégicos como o imobiliário

O bom momento das commodities agrícolas no Brasil tem gerado reflexos diretos em cidades com forte vocação agroindustrial, e Campo Mourão, no noroeste do Paraná, desponta como um dos principais exemplos desse movimento. Com uma economia ancorada na produção de grãos, aves e suínos, o município vem colhendo os frutos de um cenário internacional favorável, que fortalece cooperativas, amplia a circulação de renda e estimula investimentos em diferentes setores. Esse dinamismo se soma a características locais já consolidadas, como planejamento urbano eficiente, qualidade de vida e papel de destaque como polo educacional e de serviços, criando um ambiente propício para o crescimento sustentável.

O avanço de mais de 11% do setor agropecuário em 2025 tem impulsionado diretamente a construção civil em cidades com forte vocação agrícola. O segmento ganha força diante do aumento da demanda por moradia e da maior capacidade de investimento da população. Nesse contexto, construtoras como a Pride vêm ampliando sua atuação na cidade, confirmando novos aportes e reforçando a confiança no potencial de expansão de Campo Mourão. “Identificamos no município um ambiente favorável à expansão, impulsionado tanto pela demanda habitacional quanto pelo interesse das famílias em conquistar a casa própria”, afirma a diretora comercial da Pride, Vevianne Jacques.

 Expansão acelerada e efeito multiplicador na economia

A trajetória recente da Pride em Campo Mourão ilustra de forma clara esse ciclo virtuoso. O primeiro empreendimento, o residencial Marbella, lançado em junho de 2024, registrou desempenho expressivo, com todas as unidades vendidas, e que terá entrega antecipada, em julho de 2026. O resultado não apenas confirmou a demanda reprimida por habitação planejada, como também sinalizou um ambiente favorável para novos investimentos. “O desempenho inicial reforça nossa confiança no mercado local e mostrou que havia espaço para ampliar nossa atuação na cidade”, destaca Vevianne.

Na sequência, em setembro de 2024, a construtora lançou um segundo residencial, o Sevilha,  ampliando sua presença e consolidando sua estratégia voltada a famílias que buscam a realização do sonho da casa própria. Este empreendimento também terá entrega antecipada, ainda em 2026, e está com 100% das unidades vendidas. Agora, com a confirmação de um terceiro projeto, que será lançado no dia 9 de abril, a empresa reforça o entendimento de que Campo Mourão vive um momento diferenciado. “A continuidade dos investimentos reflete a resposta positiva do público e o potencial de crescimento que enxergamos no município”, completa a executiva.

Além de atender à demanda habitacional, os empreendimentos têm impacto direto nas operações da própria construtora, que amplia sua participação na cidade, gerando empregos. Cada nova obra mobiliza fornecedores, prestadores de serviço e mão de obra, contribuindo para a dinamização da economia. “Cada novo projeto movimenta diferentes setores, amplia oportunidades de emprego e renda e reforça o compromisso da Pride em crescer junto com Campo Mourão”, afirma Vevianne Jacques.

Empreendimentos da Pride em Campo Mourão

Os três residenciais da Pride em Campo Mourão seguem um padrão voltado à acessibilidade às novas moradias e qualidade de vida, com unidades de dois quartos, áreas comuns que são um convite ao lazer para toda família. Eles se enquadram ainda em programas habitacionais que facilitam o acesso ao crédito, como o Minha Casa, Minha Vida e o Casa Fácil Paraná, ambos com benefícios que aproximam às famílias de realizar o sonho da casa própria.

Sobre a Pride

Em 2026, a Pride Construtora completa 14 anos de atuação no mercado imobiliário, com mais de 4 mil unidades entregues em diversas cidades do Paraná. Além de contribuir com a economia do estado, gerando empregos e rendas, a empresa mantém o foco em empreendimentos voltados tanto para investidores quanto para famílias que desejam conquistar a casa própria, buscando desenvolver projetos alinhados às diferentes realidades e necessidades dos clientes.

Gestão empresarial com IA deixou de ser tendência e se tornou ferramenta estratégica

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Imersão em Curitiba mostra, na prática, como aplicar inteligência artificial para aumentar produtividade, reduzir erros e melhorar resultados

A aplicação da Inteligência Artificial na gestão deixou de ser tendência para se tornar ferramenta estratégica nas empresas brasileiras. No dia 11 de abril, empresários, gestores e profissionais liberais terão a oportunidade de entender, na prática, como utilizar essa tecnologia para organizar processos, ganhar eficiência e tomar decisões mais assertivas durante a Imersão “IA para Gestão & Negócios”, conduzida pelo consultor Bruno Castro, da B.Castro Consultoria.

O encontro será realizado no IBQP (Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade), próximo ao Jardim Botânico, das 9h00 às 17h, com coffee de recepção a partir das 8h30 e estacionamento disponível para os participantes. A proposta é oferecer um dia totalmente voltado à aplicação real de ferramentas e metodologia, saindo do discurso teórico para a implementação prática.

Segundo Bruno Castro, consultor em Processos, Tecnologia e Mentalidade, muitas empresas ainda utilizam a inteligência artificial de forma superficial. “A IA não é apenas para criar textos ou automatizar respostas. Quando aplicada à gestão, ela ajuda a mapear gargalos, padronizar processos, analisar dados e apoiar decisões estratégicas com base em informação concreta”, afirma.

Estudos recentes indicam que empresas que adotam soluções de automação e análise inteligente conseguem elevar a produtividade em dois dígitos percentuais, além de reduzir falhas operacionais. Para Bruno, o maior erro é acreditar que a tecnologia substitui liderança. “A inteligência artificial potencializa a gestão, mas precisa de direção clara, metas definidas e cultura organizacional alinhada. Sem isso, vira só mais uma ferramenta subutilizada”, destaca.

A imersão também aborda mentalidade empresarial, estruturação de processos e integração entre tecnologia e estratégia, três pilares que sustentam o crescimento consistente. “O empresário precisa entender que gestão é método. A IA acelera resultados quando existe organização. Caso contrário, ela apenas digitaliza o caos”, pontua.

O evento é voltado para quem deseja sair com um plano de ação estruturado, aplicável imediatamente na rotina da empresa. As informações completas sobre programação, investimento e inscrição estão disponíveis na página oficial: https://bcastro-gestao-ia.lovable.app

Serviço: B.Castro Consultoria

Bruno Castro

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Quando o INSS muda o benefício

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Qual benefício do INSS se aplica a cada situação e por que essa diferença impacta diretamente o valor e a duração do amparo

Mais de 4,1 milhões de benefícios por incapacidade temporária foram concedidos pelo INSS no Brasil em 2025. O número representa um aumento de cerca de 15% em relação ao ano anterior, segundo dados do Ministério da Previdência Social. Esse cenário revela não apenas o crescimento dos afastamentos por saúde, mas também o quanto ainda existem dúvidas sobre qual benefício é devido em cada situação.

Entre os benefícios que mais geram confusão estão o benefício por incapacidade temporária, ainda popularmente conhecido como auxílio-doença, e a aposentadoria por incapacidade permanente. Após a Reforma da Previdência, essa distinção se tornou ainda mais relevante. E aqui está um ponto importante: não se trata apenas de nomes diferentes. Estamos falando de impactos diretos no valor recebido e no tempo de proteção do segurado.

De forma objetiva, o benefício por incapacidade temporária é destinado ao trabalhador que se encontra impossibilitado de exercer sua atividade habitual por mais de 15 dias consecutivos, mas que possui expectativa de recuperação e retorno ao trabalho. Já a aposentadoria por incapacidade permanente é concedida quando a perícia médica do INSS conclui que a incapacidade é total, definitiva e sem possibilidade de reabilitação para qualquer atividade que garanta a subsistência do segurado, conforme previsto nos arts. 42 e 59 da Lei nº 8.213/91.

“A diferença central está na natureza da incapacidade. No benefício temporário, existe a perspectiva de recuperação. Na aposentadoria, o entendimento é de incapacidade definitiva para o trabalho”, explica a Dra. Maiara Apaz, especialista em Direito da Saúde da Ozon & Tommasi Advogados. Segundo a especialista, a perícia médica é o momento decisivo, pois é nela que se define se a limitação é transitória ou irreversível.

A Reforma da Previdência, em vigor desde 2019, trouxe impactos relevantes especialmente no valor dos benefícios. O benefício por incapacidade temporária permanece calculado com base em 91% da média dos salários de contribuição, observados os limites legais. Já a aposentadoria por incapacidade permanente, na regra geral, passou a corresponder a 60% da média de todos os salários, com acréscimos de 2% ao ano que exceder 20 anos de contribuição para homens e 15 anos para mulheres. Há exceção nos casos de acidente de trabalho, doença profissional ou do trabalho, em que o benefício pode atingir 100% da média.

Na prática, isso gera uma situação que surpreende muitos segurados: em alguns casos, o valor da aposentadoria pode ser inferior ao benefício por incapacidade temporária anteriormente recebido. Trata-se de uma mudança significativa, já reconhecida na doutrina e aplicada reiteradamente na jurisprudência.

Outro ponto relevante é que esses benefícios não são estáticos. É comum que o benefício por incapacidade temporária seja concedido inicialmente e, diante da evolução do quadro clínico ou da constatação de incapacidade definitiva, seja convertido em aposentadoria por incapacidade permanente. Essa transição depende de nova avaliação pericial e de documentação médica consistente, atualizada e bem estruturada.

Nesse contexto, a organização documental deixa de ser um detalhe e passa a ser estratégia. Exames, relatórios médicos detalhados e histórico de tratamentos são elementos essenciais para demonstrar a real condição de saúde do segurado. Em casos de indeferimento ou concessão equivocada, a atuação jurídica especializada pode ser determinante para o reconhecimento do direito correto, inclusive com respaldo na jurisprudência dos Tribunais Regionais Federais e do Superior Tribunal de Justiça.

Em um sistema previdenciário cada vez mais técnico e rigoroso, informação é proteção. Compreender as diferenças entre os benefícios por incapacidade não apenas evita prejuízos financeiros, mas garante que o segurado receba o amparo adequado no momento em que mais precisa.

Serviço: Ozon & Tommasi Advogados

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