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Opinião: Universidade sem emprego é promessa vazia

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Dayane Kelly Sabec-Pereira*

O Brasil repete com frequência uma frase que se tornou quase um mantra social: “A educação é o caminho para mudar de vida”. A afirmação é verdadeira, mas incompleta. Para milhares de jovens brasileiros, o dilema não está em escolher qual curso seguir, mas em decidir, diariamente, entre estudar ou pagar as contas.

Mesmo com a recuperação do mercado de trabalho, a desigualdade geracional permanece evidente. A taxa de desemprego entre jovens de 18 a 24 anos fechou 2025 em 11,4%, mais do que o dobro da média nacional de 5,1%, segundo o IBGE. O risco de ficar sem trabalho é justamente maior na faixa etária típica de ingresso no ensino superior.

A equação é simples: sem trabalho, não há renda; sem renda, não há permanência na universidade. Mesmo nas instituições públicas, há custos inevitáveis com transporte, alimentação, moradia e material acadêmico. Por isso, a evasão raramente decorre da falta de capacidade intelectual. Ela nasce, sobretudo, da falta de condições financeiras.

Apesar disso, o debate público ainda insiste em tratar o acesso ao ensino superior como uma questão de mérito individual. Passou no vestibular? Conseguiu uma bolsa? Então “venceu”. O que se ignora é que entrar não significa permanecer.

Pierre Bourdieu já demonstrava que o sistema educacional tende a reproduzir desigualdades ao valorizar o capital cultural herdado das famílias. Jovens de classes populares chegam ao ensino superior com menos recursos, menor rede de apoio e menor familiaridade com o ambiente acadêmico.

Os dados do Censo da Educação Superior de 2024 ilustram esse descompasso. Apenas 33% dos jovens que concluíram o ensino médio ingressaram na universidade no ano seguinte. Entre os que entram, muitos não concluem: a evasão chega a 24,1% na educação a distância e a 9,5% no ensino presencial.

Há ainda um paradoxo silencioso. Em momentos de incerteza econômica, cresce a procura por qualificação, mas muitos estudantes aceitam trabalhos precários para financiar os próprios estudos. Trabalham o dia todo, estudam à noite e vivem sob pressão constante. A sobrecarga compromete o rendimento acadêmico e alimenta a evasão.

Experiências recentes mostram, porém, que esse ciclo pode ser rompido. No interior do Paraná, atuo em uma faculdade inserida em um ecossistema de inovação com mais de 130 empresas. Nesse ambiente, mais de 90% dos estudantes alcançam empregabilidade já a partir do primeiro ano de graduação.

A lógica é simples: o trabalho deixa de competir com os estudos e passa a ser uma extensão deles. Estágios, projetos aplicados e parcerias com empresas permitem que os estudantes aprendam enquanto trabalham. O resultado é uma formação mais conectada à realidade profissional e uma solução concreta para a permanência estudantil.

Programas de assistência, como o PNAES, são importantes, mas insuficientes diante do subfinanciamento crônico. O desafio exige integrar educação, inovação e desenvolvimento regional. Universidades conectadas a empresas e ao poder público criam círculos virtuosos: estudantes permanecem na graduação, empresas encontram mão de obra qualificada e regiões retêm talentos.

Enquanto tratarmos a universidade apenas como um prêmio individual conquistado por mérito, continuaremos naturalizando a exclusão. A questão central não é se o jovem brasileiro quer estudar, mas se o país garante que ele possa fazê-lo sem abrir mão da sobrevivência.

*Dayane Kelly Sabec-Pereira é doutora e pós-doutora em Neuroanatomia (UFG), mestre em Ciências da Saúde (UFG) e especialista em Inovação e Tendências da Educação (MIF Academy/Finlândia). É gerente acadêmica da Faculdade Donaduzzi (Biopark).

Opinião: O que realmente protege nossos adolescentes no mundo digital?

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Celso Hartmann*

Vivemos um raro ponto de convergência em uma sociedade polarizada: a preocupação com os efeitos das redes sociais sobre crianças e adolescentes. Pais, educadores e legisladores divergem em quase tudo, mas compartilham a mesma inquietação: como protegê-los?

Alguns países discutem ou adotam a proibição de redes para menores de 16 anos, como Austrália e Reino Unido. Este último lançou a campanha “You Won’t Know Until You Ask”, incentivando o diálogo entre pais e filhos sobre conteúdos inadequados. Restrição e conversa parecem opostas, mas podem ser complementares.Como diretor de escola, defendo que o caminho mais consistente e formador é o diálogo sustentado pela corresponsabilidade entre família e escola. 

A proibição ampla seduz pela simplicidade: se há risco, elimina-se o acesso. Mas soluções simples para problemas complexos acarretam efeitos colaterais. Primeiro, a eficácia é limitada: jovens burlam os bloqueios com VPNs e outras ferramentas. Em segundo lugar, podem migrar para ambientes menos regulados e mais perigosos. Terceiro, há o risco de censura quando o Estado exclui um grupo de um espaço central de informação, cultura e convivência.

Redes sociais não são apenas ameaça. São também espaços de pertencimento para jovens isolados por questões geográficas ou identitárias. São fontes de informação — ainda que misturem qualidade e desinformação. Interditar esse universo ignora sua complexidade. Isso não significa relativizar riscos reais: automutilação, distúrbios alimentares, pornografia, desafios perigosos e cyberbullying exigem resposta firme das plataformas e regulação responsável do Estado. Mas regular não é interditar indiscriminadamente.

A campanha britânica parte de um dado inquietante: muitos pais nunca conversaram com os filhos sobre o que consomem on-line. O problema não é apenas tecnológico; é relacional. Nenhuma lei substitui uma conversa honesta. Nenhum filtro desenvolve senso crítico. Nenhum bloqueio automático constrói maturidade — ao contrário, pode estimular o desafio clandestino.

Educação digital é educação moral e emocional. Acontece em casa, nas conversas cotidianas, e se fortalece na escola, com projetos estruturados e orientação pedagógica. Precisamos ensinar os jovens a questionar o que consomem, como isso os faz sentir, se a informação é confiável e por que a acessam. Essa competência nasce do diálogo, não da proibição.

Completou-se um ano da lei que proibiu celulares no ambiente escolar. Sou favorável à restrição no contexto escolar. A escola é espaço de foco, convivência presencial e construção intelectual. É onde se aprende a sustentar atenção, desenvolver disciplina interna e interagir sem mediação constante de telas.

A restrição não nega a tecnologia; organiza seu uso. Ensina que há contextos que exigem concentração e atividades que não podem competir com notificações infinitas. A distração nem sempre é bem-vinda. Essa é uma aprendizagem para a vida adulta: saber alternar momentos de concentração profunda e uso produtivo da tecnologia. Maturidade é transitar entre esses ambientes.

Proibições devem ser pontuais. Crianças pequenas não têm maturidade cognitiva e emocional para navegar sozinhas: limites rígidos fazem sentido. Na adolescência, o desafio deixa de ser afastar e passa a ser ensinar a usar. Blindar integralmente pode comprometer a autonomia; expor sem orientação é irresponsável. O caminho do meio é educar para o uso consciente. A proteção real não virá de uma decisão isolada, mas da soma de três movimentos: diálogo consistente nas famílias; escolas que ensinam uso crítico da tecnologia; plataformas responsabilizadas por seus algoritmos e designs viciantes, sob regulação e auditoria.

Preparar adolescentes para o futuro não é excluí-los do mundo digital, mas capacitá-los para habitá-lo com consciência. Entre a proibição ampla e a permissividade irrestrita, há um caminho mais exigente — e mais eficaz: o da educação compartilhada.

*Celso Hartmann é diretor executivo dos colégios da Rede Positivo.

Opinião – Educação: o escudo mais poderoso diante da violência contra a mulher

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Por Paulo Rocha*

A violência contra a mulher não começa no tapa. Ela nasce muito antes — nas palavras que ferem, nos silêncios que consentem, nos estereótipos que se repetem, na omissão coletiva que normaliza o inaceitável. E toda cultura que tolera a violência fracassa moralmente.

Por isso, o enfrentamento dessa barbárie vai além da segurança pública. É um desafio educacional, civilizatório. Não se trata de assumir uma posição ideológica — como se houvesse mais de uma possível. A escola precisa romper o silêncio e incorporar esse tema com seriedade.

A educação atua como escudo em três frentes: prevenção, proteção e transformação. Ensinar respeito, empatia e igualdade desde a infância é enfrentar a raiz da violência. Crianças e jovens precisam aprender que força não é dominação, que diferenças não justificam desigualdades e que autonomia, voz e dignidade não são concessões — são direitos de todas as pessoas.

Silenciar é educar para a violência. Ignorar o problema não o elimina — o aprofunda. Os dados são alarmantes: mais de 641 milhões de mulheres no mundo já sofreram violência física, psicológica e/ou sexual de parceiro íntimo. Só no último ano, uma em cada dez mulheres passou por isso. A OMS classifica a violência contra a mulher como emergência de saúde pública e violação grave de direitos humanos.

No Brasil, a tragédia tem números ainda mais gritantes. Em 2023, 3.903 mulheres foram assassinadas — taxa de 3,5 homicídios por 100 mil mulheres, superior à de muitos países de alta renda. Foram registrados 1.467 feminicídios e quase 2.800 tentativas. A cada hora, centenas de mulheres sofrem ameaças, agressões ou abusos, com crescimento em quase todos os indicadores.

A cor da pele e o endereço agravam a vulnerabilidade: 64% das vítimas de feminicídio são negras, 71% têm entre 18 e 44 anos e 64% morrem dentro de casa. Em nove anos de Lei do Feminicídio, mais de 10 mil mulheres foram mortas por homens com quem tinham laços afetivos ou familiares. O agressor, quase sempre, está ao lado.

A educação protege porque amplia horizontes. Mulheres com acesso ao conhecimento tendem a conquistar mais autonomia, consciência de direitos e capacidade de romper ciclos abusivos. Isso não as torna imunes — mas fortalece sua resistência. Ao mesmo tempo, a educação também forma meninos mais conscientes, capazes de reconhecer limites, respeitar o outro e construir relações baseadas em cuidado, não em poder.

Transformar a sociedade não é apenas punir seus algozes, mas educar suas futuras gerações. Homens de verdade não violentam — cuidam, respeitam, compartilham. E isso se aprende. Ou se ensina.

Tratar a violência contra a mulher como uma questão menor é ser cúmplice da barbárie. Não há neutralidade possível: onde há silêncio, há conivência; onde há omissão, há continuidade. A educação não é ornamento — é trincheira. Por isso, esse tema precisa deixar de ser eventual ou periférico e tornar-se parte explícita do currículo, da formação docente e das práticas pedagógicas. Um currículo que ignora essa realidade não é neutro: é um currículo que consente.

Enquanto apostarmos apenas em grades, sirenes e câmeras, continuaremos a contar corpos. Quando investirmos em empatia, diálogo e informação, começaremos a salvar vidas. Educar é prevenir. Educar é proteger. Educar é afirmar: a dignidade humana não se negocia. Diante da violência contra a mulher, não há outro caminho legítimo além desse.

*Paulo R. C. Rocha é gestor, pesquisador em políticas educacionais e vice-presidente do Biopark.

Acordo Mercosul-União Europeia acelera preparo das agroindústrias para um mercado mais exigente

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Assinado em janeiro e com início previsto para maio, acordo reforça a exigência por rastreabilidade, integração de dados e maior controle da operação

O acordo Mercosul-União Europeia já mobiliza as agroindústrias brasileiras em torno de uma agenda que vai além das tarifas. Antes mesmo de os efeitos comerciais aparecerem com mais clareza, empresas do setor avançam em rastreabilidade, conformidade e integração de dados para comprovar, com mais consistência, a origem da matéria-prima e o controle do processo em toda a jornada do produto.

Em mercados externos mais exigentes, escala, eficiência e qualidade seguem relevantes, mas já não sustentam sozinhas a competitividade. Ganha força a capacidade de responder, com segurança, sobre a origem, o processamento, a armazenagem e o transporte do produto até a entrega final.

“Mais do que criar uma exigência nova, o acordo Mercosul-União Europeia acelera uma agenda que já vinha ganhando força no agro. O que muda, na prática, é que não basta mais dizer que a operação segue boas práticas. Será cada vez mais necessário comprovar isso com rastreabilidade, dados confiáveis e evidências ao longo de toda a cadeia”, afirma o diretor de agronegócios da Senior Sistemas, Fernando Silva.

Da origem à entrega

Nas agroindústrias, essa exigência não se restringe ao ambiente interno da empresa. Ela alcança etapas como originação, recebimento da matéria-prima, processamento, armazenagem, expedição e logística, e qualquer falha nesse percurso pode enfraquecer a capacidade de comprovação.

Por isso, a pressão tende a aparecer primeiro em pontos especialmente sensíveis. A originação ganha centralidade por concentrar informações sobre a procedência, os documentos de entrada e o vínculo com fornecedores. Já a logística deixa de ser tratada apenas como apoio e passa a influenciar diretamente a confiabilidade do processo. Erros de movimentação, mistura de lotes, falhas de armazenagem ou problemas no transporte podem comprometer o histórico do produto e enfraquecer a rastreabilidade.

Esse avanço não parte do zero. No algodão, por exemplo, segmento que já opera com um nível mais maduro de rastreabilidade para atender mercados externos, a Senior atende três das cinco maiores tradings do país. Na base da companhia, 72 das 100 maiores empresas do agro brasileiro são clientes, e a estimativa é que cerca de 50 delas possam ser beneficiadas de forma mais direta pelo acordo. O preparo, porém, ainda avança em ritmos diferentes entre empresas que já estruturaram processos e tecnologia e outras que ainda dependem de controles manuais e registros dispersos entre áreas.

Quando a informação se perde

Se a exigência por comprovação cresce, a fragmentação da informação cobra um preço maior. Em muitas agroindústrias, os dados até existem, mas permanecem dispersos entre áreas, planilhas e controles manuais. O problema aparece quando surge uma auditoria, uma exigência contratual ou uma demanda comercial e a operação precisa reconstruir, às pressas, etapas que deveriam estar organizadas no dia a dia.

O resultado é uma rotina marcada por retrabalho, demora na consolidação de documentos, decisões mais lentas e maior exposição a riscos fiscais, contratuais e logísticos. Em vez de sustentar a competitividade, a operação perde eficiência justamente quando o mercado exige rapidez e consistência.

“Quando surge a exigência de comprovar uma informação, a resposta não pode depender de buscas em diferentes áreas nem de esforço manual para reunir dados. Sem informação consolidada e validada, a empresa perde agilidade, aumenta custos e enfraquece sua capacidade de resposta”, diz Silva.

Em operações de comércio de commodities, é possível dimensionar esse cenário com alguns exemplos. “O benefício tarifário associado ao acordo UE–Mercosul pode representar algo entre 2% e 5% do faturamento, a depender de fatores como tipo de produto, volume exportado e condições contratuais. Por outro lado, eventuais falhas documentais — como inconsistências na comprovação de origem — podem gerar impactos relevantes, incluindo custos adicionais com demurrage, perda de benefícios tarifários e capital imobilizado ao longo da operação. Em determinados contextos, esses efeitos podem atingir uma faixa estimada entre US$ 2 milhões e US$ 5 milhões por operação, considerando diferentes variáveis envolvidas e o tamanho da empresa, o que ilustra como a gestão documental pode influenciar diretamente a eficiência financeira das exportações.”

O que muda na prática

Nesse novo contexto, o preparo das agroindústrias passa a ser medido menos pela quantidade de relatórios e mais pela capacidade de localizar documentos, rastrear lotes, reunir evidências e responder ao mercado com rapidez e segurança. A cobertura da rastreabilidade, a qualidade documental na entrada, o tempo para reunir comprovações, o volume de retrabalho e a visibilidade logística ganham peso nessa conta. Sem integração entre sistemas e áreas, a empresa até coleta informações, mas não consegue transformá-las em conteúdo disponível quando necessário.

“Nesse novo cenário, maturidade operacional é reduzir o tempo entre a pergunta e a prova. Quanto mais rápida e consistente for a capacidade de reunir evidências, maior tende a ser a preparação da agroindústria para competir em mercados mais exigentes”, conclui o executivo.

Vacinação contra gripe ganha reforço nas farmácias

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Com a chegada do outono e aumento das doenças respiratórias, Farmácias Nissei amplia acesso à imunização e facilita prevenção no dia a dia da população

A antecipação do aumento de casos de doenças respiratórias neste início de outono reforça o alerta das autoridades sanitárias para a vacinação, considerada a principal estratégia para evitar complicações e minimizar impactos no sistema de saúde.

Dados mais recentes do Ministério da Saúde indicam que, até o início de abril, o país já registrou mais de 12,6 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave com hospitalização e 554 mortes associadas a vírus respiratórios em 2026, um cenário que evidencia a circulação precoce dessas doenças.

Diante desse contexto, redes de farmácia vêm ampliando a oferta de serviços de imunização para facilitar o acesso da população às vacinas. A Farmácias Nissei, por exemplo, disponibiliza aplicação de vacinas em unidades com estrutura clínica. “Sabemos que a vacinação é uma das estratégias mais eficazes de prevenção em saúde pública. Ao ampliar o acesso a esse serviço, reforçamos nosso compromisso com a saúde preventiva e com o cuidado contínuo da população”, diz Maurício Poliquesi, farmacêutico nas Farmácias Nissei.

Os serviços não exigem agendamento e podem ser realizados a qualquer momento, desde que a vacina desejada esteja disponível. O atendimento é feito por farmacêuticos capacitados, que realizam uma avaliação prévia para verificar a indicação do imunizante e garantir a segurança do paciente.

“Além da aplicação, os farmacêuticos também orientam sobre o calendário vacinal e ajudam a esclarecer dúvidas da população, contribuindo para decisões mais seguras e informadas”, acrescenta Poliquesi. Pela presença no cotidiano das pessoas, “a farmácia também exerce um papel importante como ponto de orientação e proximidade”, reforça.

Do calendário infantil à imunização adulta

A vacinação na rede de Farmácias Nissei está disponível para diferentes públicos, incluindo crianças, adolescentes, adultos e idosos. Entre as opções, estão vacinas voltadas à prevenção de doenças respiratórias, como gripe (influenza), Covid-19 e vírus sincicial respiratório (VSR), além de imunizantes contra HPV, herpes-zóster, hepatites A e B, meningite e pneumonia.

Há, ainda, vacinas do calendário infantil, como as combinadas pentavalente e hexavalente, ampliando a cobertura desde a infância até a terceira idade. De modo geral, não é necessária prescrição médica para a aplicação — apenas uma avaliação prévia pelo farmacêutico. Em casos específicos, conforme o perfil do paciente e do imunizante, pode haver recomendação de orientação médica.

Iluminação e ventilação natural ganham espaço em supermercados e impulsionam experiência de compra e eficiência operacional

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Novas soluções arquitetônicas e tecnológicas ajudam redes varejistas a reduzir custos com energia em até 94%, além de melhorar conforto térmico e proporcionar uma jornada de compra mais tranquila

A busca por eficiência energética e melhor experiência de compra tem levado redes supermercadistas a investirem cada vez mais em soluções de iluminação e ventilação natural. Em um cenário de margens apertadas e consumidores mais exigentes, criar ambientes agradáveis, sustentáveis e economicamente viáveis deixou de ser um diferencial e passou a ser uma estratégia essencial para o setor.

A iluminação natural, quando bem planejada, reduz significativamente o consumo de energia elétrica ao longo do dia, além de valorizar a apresentação dos produtos. Ambientes mais iluminados naturalmente tornam-se visualmente mais atrativos, favorecendo a percepção de qualidade de itens frescos, como frutas, verduras e padaria, e contribuindo diretamente para a decisão de compra.

Referência no setor, a Engepoli desenvolve projetos voltados à eficiência energética e ao conforto ambiental em edificações industriais e comerciais. Segundo estudos, os sistemas oferecidos pela empresa podem proporcionar a redução de até 94% na conta de luz de grandes empreendimentos, como redes varejistas. Em casos reais, empresas que pagavam R$ 100 mil por mês passaram a desembolsar cerca de R$ 10 mil, evidenciando o impacto direto que a iluminação natural bem aplicada pode oferecer.

“Nos projetos desenvolvidos pela Engepoli, também já se observa economia de até 80% no uso de iluminação artificial durante o dia e até 40% na climatização em algumas plantas industriais, dependendo da atividade e do porte da instalação”, afirma Cássio Pissetti, diretor comercial da empresa.

Em supermercados, onde há grande circulação de pessoas e equipamentos que geram calor, garantir a renovação constante do ar ajuda a reduzir a sensação de abafamento e melhora a experiência do cliente. Ambientes mais confortáveis estimulam uma jornada de compra mais tranquila, fazendo com que o consumidor explore melhor a loja e permaneça mais tempo dentro dela.

“Supermercados são ambientes dinâmicos, que exigem conforto, eficiência e estética. Quando trabalhamos iluminação e ventilação natural de forma integrada, conseguimos reduzir custos operacionais e, ao mesmo tempo, criar um espaço mais agradável, que convida o consumidor a permanecer por mais tempo. Isso impacta diretamente nos resultados do varejista”, acrescenta Pissetti.

Além do impacto na experiência, a combinação entre iluminação e ventilação natural contribui para a redução de custos operacionais e para o cumprimento de metas de sustentabilidade, uma pauta cada vez mais presente nas grandes redes varejistas e também valorizada pelo consumidor final.

Sobre a EngepoliA Engepoli é uma empresa de soluções para iluminação e ventilação natural com atuação no Brasil e no exterior. Desenvolve projetos voltados à eficiência energética e ao conforto ambiental em edificações industriais e comerciais. A empresa trabalha com sistemas certificados e soluções proprietárias, com foco em desempenho técnico e redução do consumo de energia elétrica.

Insight Energy conquista certificação internacional ISO 45001 e reforça compromisso com segurança no trabalho

Empresa de Londrina alcança um dos mais rigorosos reconhecimentos globais em saúde e segurança ocupacional e já projeta avanços em ESG

A Insight Energy, fabricante de equipamentos para hidrelétricas com sede em Londrina, conquistou a certificação internacional ISO 45001, um dos selos mais exigentes do mundo em saúde e segurança do trabalho. A certificação atesta que todos os processos da empresa atendem a requisitos rigorosos que garantem a integridade física e o bem-estar dos colaboradores, consolidando um ambiente seguro e alinhado às melhores práticas globais que envolvem ambientes livres de contaminação e riscos de acidentes.

De acordo com o CEO e fundador da Insight Energy, Sérgio Fagundes, a obtenção do certificado representa mais do que um reconhecimento técnico. “A obtenção do certificado é uma manifestação de respeito aos nossos colaboradores, à nossa atividade e aos nossos vizinhos”, afirma.

O executivo destaca que o objetivo sempre foi garantir as condições ideais para o desempenho profissional. “Nossa empresa está preparada para entregar um ambiente de trabalho com segurança e sem nenhum risco à saúde. Não há risco de realização de atividades insalubres, como inalação de poeira ou produtos químicos provenientes de tintas, por exemplo”, explica.

Processo

A certificação foi resultado de um trabalho iniciado há dois anos, envolvendo a adequação completa dos processos, equipamentos e rotinas da empresa. Os auditórios, conduzidos pela FQC Brasil, envolveram a análise de mais de mil documentos, além da verificação de máquinas, ferramentas e capacitação dos profissionais.

“Fui avisado que era uma certificação extremamente difícil de ser obtida e que era melhor esquecer isso. Mas esse conselho acabou conveniente como motivação. Transformamos em desafio”, relembra Fagundes.

Segundo ele, o processo de mudanças estruturais e culturais. “Antigamente, o mercado olhou mais para preço e prazo. Hoje, o foco é técnica e atendimento às normas de segurança e saúde no trabalho”, diz.

Ambiente

Entre as medidas inovadoras, estão o controle rigoroso de matéria inflamável, mantido fora de ambientes fechados, e a adequação completa de atividades em altura e espaços confinados, com uso correto de equipamentos de proteção individuais e coletivos.

“A gente acredita que, ao oferecer a melhor ferramenta, a melhor máquina e o melhor ambiente, conseguimos garantir a saúde do profissional, agregar qualidade ao produto, reduzir prazos de entrega e aumentar a eficiência”, afirma o CEO.

Certificação

A ISO 45001 é uma norma internacional que estabelece princípios para sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional, exigindo das empresas controle rigoroso de riscos, cumprimento de legislações e melhoria contínua dos processos.

“Cada vez mais é necessário que empresas, públicas e privadas apertem o cerco contra condições inseguras. Existe também uma tendência de mercado em exigir fornecedores de certificados internacionalmente, garantindo a segurança do trabalhador em toda a cadeia”, observa Fagundes.

Legado e passos

Para o executivo, o investimento traz retorno direto em competitividade. “Estamos nos preparando para as exigências do mercado. Isso aumenta nossa competitividade e, acima de tudo, melhora o ambiente de trabalho.”

Com a certificação conquistada, a Insight Energy agora direciona seus esforços para um novo objetivo estratégico: examinar práticas comprovadas aos princípios de ESG (Environmental, Social and Government, na sigla em inglês). As condutas empresariais envolvidas nas regras de ESG mostram que os negócios empresariais devem estar comprometidos com a sustentabilidade a respeito do impacto da atividade no meio ambiente, os reflexos para a comunidade em que a empresa está inserida e a transparência nos processos de funcionamento da empresa, entre eles como seus executivos são remunerados e o relacionamento com fornecedores e parceiros. 

“Atingimos essa meta e já traçamos um novo objetivo. Queremos adotar práticas cada vez mais consistentes nos pilares ambientais, sociais e de governança. Essa é a nossa próxima etapa”, afirma Fagundes.

Conheça a Insight Energy

Com sede em Londrina, a Insight Energy caminha para completar 16 anos de atividades em 2026. A empresa conta com mais de 300 profissionais, entre eles cerca de 50 engenheiros, e atende as principais empresas de geração de energia elétrica em todo o Brasil. Além de atuar na modernização de usinas hidrelétricas, é fabricante de geradores, realiza manutenção de turbinas hidráulicas e desenvolve soluções completas em engenharia mecânica para o setor energético.

Estudo mostra que adolescentes dormem menos do que o necessário

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Estudo mostra que adolescentes dormem menos do que o necessário

Privação do sono traz consequências negativas para a saúde e o aprendizado; saiba os perigos da “hiperconexão” noturna

Um estudo publicado pela revista científica Jama, realizado com 120 mil jovens americanos, revelou que 76,8% dos adolescentes sofrem de déficit de sono (dormem 7 horas ou menos por noite) e 25% dormem apenas 5 horas. Dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) confirmam que metade dos jovens brasileiros também não atinge o descanso mínimo recomendado.

A pesquisa faz um alerta de que a falta de sono na quantidade certa na adolescência tem se tornado o novo gatilho para diferentes tipos de crises. O reflexo disso tem aparecido nos consultórios médicos com problemas de saúde mental (aumento da ansiedade, irritabilidade, tristeza e maior risco de depressão); cognição (dificuldade de atenção e memória, queda no rendimento escolar) e saúde física (alterações no apetite, risco aumentado de obesidade, doenças metabólicas e redução da imunidade).

Por que os jovens estão dormindo menos?

Entre os principais fatores que levam os jovens a dormirem menos do que o necessário está o estilo de vida contemporâneo, que envolve o uso de telas e redes sociais à noite. Esses hábitos mantêm a atenção do usuário, estimulam o cérebro e dificultam o relaxamento necessário antes de dormir.

Rotinas intensas de estudos e trabalhos, pressão acadêmica e social de estar sempre disponível e conectado, falta de uma rotina estruturada, consumo de cafeína à noite, atividade física no período noturno e a ausência de horários fixos para dormir e acordar também contribuem para as poucas horas de descanso.

Falta de sono desequilibra o “relógio biológico”

“De forma geral, adolescentes precisam de cerca de 8 horas de sono por noite, pois o sono é fundamental para o desenvolvimento psíquico saudável e para manter o bom funcionamento do organismo como um todo. Porém, não é só dormir, e sim ter condições de ter uma noite de sono de qualidade”, explica a coordenadora do curso de Psicologia do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão (PR), Thais Carolina Ferreira.

A privação de sono desequilibra o ciclo circadiano, nosso “relógio biológico” interno que dura aproximadamente 24 horas e que “diz ao corpo” quando é o momento de dormir e acordar. Lilian Ferreira Shikasho, professora de Medicina da mesma instituição, detalha que esse ciclo coordena processos fisiológicos vitais, como a produção de hormônios (exemplo: melatonina para o sono e cortisol para o alerta), a temperatura corporal e a digestão.

Sincronizado principalmente pela luz solar, o ciclo circadiano, quando desalinhado, resulta em insônia, sonolência diurna excessiva, fadiga e prejuízo no aprendizado, já que o cérebro não consegue processar as informações recebidas durante o dia.

“Problemas persistentes de sono devem ser avaliados por um médico. A orientação profissional pode ajudar a identificar causas e ajustar hábitos, geralmente sem necessidade de medicação, com foco em mudanças comportamentais”, reforça Lilian.

Como os pais podem ajudar

Para Marcela Ribeiro Antunes, coordenadora pedagógica do Ensino Médio e Ensino Bilíngue do Colégio Integrado, os pais e responsáveis devem ajudar os adolescentes a estabelecerem uma boa rotina, mas a abordagem não deve ser apenas proibitiva.

Ela explica que o adolescente ainda não possui maturidade cerebral plena para gerenciar suas escolhas de forma consistente, por isso os pais devem:

· Construir acordos: Em vez de apenas impor regras, é importante conversar e ouvir o que o jovem busca nas telas (afeto, pertencimento ou fuga).

· Dar o exemplo: Adultos hiper conectados dificilmente conseguirão convencer os filhos a se desligarem.

· Estabelecer limites: Definir horários para o desligamento digital, preferencialmente retirando os aparelhos do quarto durante a noite.

Guia da higiene do sono em casa

Para melhorar a qualidade do descanso, as três educadoras recomendam a “higiene do sono” residencial, um tipo de checklist composto por um conjunto de hábitos que sinaliza ao cérebro que é hora de repousar:

1) O ambiente ideal

Conforto: O quarto deve ser escuro, silencioso e com temperatura agradável.

Uso restrito: A cama deve ser usada apenas para dormir (evite estudar ou ver TV).

Desligamento digital: Celulares e tablets devem ficar fora do quarto de 1 a 2 horas antes de deitar. Isso funciona como uma barreira de autocontrole contra o impulso de usar o aparelho na madrugada.

2) O ritual de desaceleração

Crie um hábito: Um banho morno, leitura de livro físico ou música calma ajudam o corpo a reconhecer os sinais de descanso.

Regra dos 30 minutos: Se não conseguir pegar no sono em até 30 minutos, levante-se, vá para outro cômodo com luz baixa, faça uma atividade relaxante e só volte para a cama quando o sono surgir.

3) Hábitos noturnos (O que evitar)

Estimulantes: Evite café, chás pretos, refrigerantes e chocolate pelo menos 6 horas antes de dormir.

Refeições pesadas: Prefira lanches leves para evitar desconforto digestivo.

Conteúdos densos: Evite filmes ou jogos que causem grande impacto emocional antes de deitar.

4) Hábitos diurnos (O que incentivar)

Luz solar: Exponha-se à luz do sol pela manhã para regular o ritmo biológico.

Atividade física: Pratique exercícios, mas evite atividades intensas de 3 a 4 horas antes de deitar.

Cochilos: Se necessários, devem ser curtos (20 a 30 minutos).

Consistência: Dormir e acordar em horários semelhantes, inclusive nos fins de semana.

“Mais do que proibir o uso de telas à noite, o objetivo é ensinar o adolescente a entender que o sono é vital para a saúde. Dormir bem é parte do desenvolvimento, da aprendizagem e do equilíbrio emocional”, conclui Marcela Ribeiro Antunes.

Crédito da foto: Freepik

Mili aposta em ação especial para engajar famílias na Copa do Mundo de 2026

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De olho no engajamento das famílias durante a Copa do Mundo, a Mili, maior fabricante 100% brasileira de tissue, lança a campanha “Meu bebê na torcida”, a partir do dia 12 de maio. A ação traz um kit exclusivo com fraldas e toalhas umedecidas, acompanhado de uma meia infantil personalizada com temática esportiva, criada especialmente para inserir os bebês no clima de torcida. Ao todo, mais de 5 mil unidades serão distribuídas em pontos de venda selecionados em todo o país.

A estratégia tem foco maior nos estados do Paraná e Santa Catarina, com comercialização em farmácias específicas, reforçando a presença regional da marca. A edição limitada aposta no apelo emocional e na conexão com momentos coletivos, incentivando a participação das famílias e ampliando a visibilidade da Mili em um período de alta mobilização nacional.

Sobre a Mili

Há 42 anos no mercado nacional, a Mili ocupa a posição de maior empresa 100% brasileira no setor de papel tissue. Atualmente, emprega mais de 3 mil funcionários, distribuídos em três unidades fabris, localizadas em Santa Catarina, Paraná e Alagoas. A marca possui um dos mais completos portfólios do setor de higiene e limpeza do país, composto por: papel higiênico, toalha de papel, guardanapos, fraldas descartáveis, absorventes higiênicos, hastes flexíveis, lenços e toalhas umedecidas. Produtos de algumas categorias, como a de papel higiênico, estão entre os líderes nacionais de mercado.

Plaza Campos Gerais fecha naming rights de setor do Estádio Germano Krüger

Unindo a força do novo gigante do varejo à tradição do futebol de Ponta Grossa (PR) em uma estratégia de valorização regional

O Shopping Plaza Campos Gerais e o Operário Ferroviário Esporte Clube anunciam uma parceria estratégica que reforça a identidade e a valorização de Ponta Grossa (PR) e da região. 

Essa mudança reflete uma estratégia consistente de valorização de marca e de união de forças entre dois importantes agentes locais. Muito mais do que uma nova identidade visual, a alteração simboliza o compromisso mútuo em exaltar o potencial dos Campos Gerais. Todo o setor foi revitalizado e plotado com a identidade visual do shopping, criando um ambiente que une o conforto e a modernidade do novo centro de compras à paixão vibrante das arquibancadas do “Fantasma”. 

A parceria consolida o Plaza Campos Gerais, empreendimento que faz parte do Grupo Tacla, como um apoiador ativo da cultura e do esporte de Ponta Grossa, enquanto o Operário fortalece seu ecossistema de parceiros com uma marca que já nasce como um marco econômico para a cidade.

Para o gerente de marketing do shopping, Gian Machado, a iniciativa é um passo natural na consolidação do empreendimento como parte do dia a dia da população. “A mudança do Setor Diamante para o Setor Plaza Campos Gerais é a materialização de um compromisso que assumimos com Ponta Grossa. Estamos unindo a tradição centenária do Operário à inovação do nosso shopping para celebrar o orgulho que temos pela região e oferecer ao torcedor um espaço que carrega o nome de quem acredita e investe aqui”, destaca Gian.

Com o novo setor totalmente personalizado, a marca do Plaza Campos Gerais passa a fazer parte da experiência direta dos torcedores em todos os jogos, reforçando que o shopping e o clube caminham juntos para valorizar o que os Campos Gerais têm de melhor.

Sobre o Plaza Campos Gerais 

Maior shopping da região, o Plaza Campos Gerais é o 12º empreendimento do Grupo Tacla, maior conglomerado de shopping centers do Sul do Brasil. Inaugurado em 2025, o mall tem 76 mil metros quadrados de área total e 27 mil de área locável. Localizado na região da Ronda, em Ponta Grossa (PR), conta com dois pavimentos comerciais e 130 operações entre lojas e quiosques. Inspirado nas linhas e formas da Escarpa Devoniana, o projeto arquitetônico transformou o mall em um marco para a cidade. Com dezenas de grandes marcas nacionais e internacionais, o Plaza Campos Gerais abriga ainda seis salas de cinema. 

Sobre o Operário Ferroviário Esporte Clube

Fundado em 1º de maio de 1912 por trabalhadores ferroviários em Ponta Grossa, o Operário Ferroviário é o segundo clube mais antigo em atividade no Paraná e um patrimônio cultural da região dos Campos Gerais. Conhecido carinhosamente como “Fantasma de Vila Oficinas”, o clube realiza seus jogos no histórico Estádio Germano Krüger.

O Operário consolidou-se como a maior força do interior paranaense, sendo o único clube do Brasil a conquistar os títulos nacionais das Séries D (2017) e C (2018) de forma consecutiva. Em nível estadual, o Fantasma é o atual bicampeão paranaense (2025-2026), acumulando três títulos da elite em sua galeria de troféus. Atualmente, a equipe disputa a Série B do Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil, mantendo um dos programas de sócio-torcedor mais ativos do estado.