Home Blog

Empresa estimula ambiente positivo e conquista reconhecimento internacional


Eletron Energia recebe pela sexta vez consecutiva certificação Great Place to Work. Prêmio valoriza confiança, inovação e desenvolvimento humano no ambiente de trabalho

Trabalhar em um ambiente positivo, no qual as pessoas se sentem respeitadas, seguras e estimuladas a crescer, é um fator determinante não apenas para o bem-estar dos colaboradores, mas também para a eficiência e a sustentabilidade das operações das empresas. Organizações que investem em clima organizacional colhem equipes mais engajadas, maior produtividade e capacidade de inovação. É nesse contexto que a Eletron Energia S.A., especialista em soluções de eficiência energética, chega à conquista, pela sexta vez consecutiva, da certificação Great Place to Work (GPTW), um dos reconhecimentos mais respeitados quando o assunto é gestão de pessoas.
O selo GPTW é concedido a empresas que atingem altos níveis de confiança e satisfação entre seus próprios colaboradores, a partir de uma metodologia internacionalmente reconhecida. Presente em cerca de 100 países, o Great Place to Work avalia organizações que alcançam, no mínimo, 70 pontos no Trust Index (TI), indicador que mede a percepção dos funcionários sobre o ambiente de trabalho.
Além da certificação internacional, a Eletron Energia também foi reconhecida no Paraná com o Selo Troféu Sesi, iniciativa do Serviço Social da Indústria em parceria com o Great Place to Work que avalia práticas corporativas voltadas à segurança, saúde e bem-estar dos trabalhadores. Na avaliação realizada com base em questionário aplicado aos colaboradores, a empresa alcançou nota 72,7, superando o índice mínimo exigido para a certificação e reforçando o compromisso da organização com a qualidade do ambiente de trabalho.
O reconhecimento permite que a Eletron utilize o selo do Troféu Sesi em suas comunicações institucionais durante um ano. Os certificados serão entregues em evento programado para 26 de maio de 2026, no Campus da Indústria, em Curitiba, ocasião em que também serão anunciadas as três empresas vencedoras do 7º Troféu Sesi em cada categoria.
Cultura organizacional como pilar de crescimento

A pesquisa GPTW avalia dimensões como credibilidade da liderança, respeito, equidade, orgulho e camaradagem. Os resultados obtidos pela Eletron Energia são associados a uma cultura organizacional que estimula a renovação de melhorias nos processos de gestão de pessoas. Quatro fortalezas se destacaram na avaliação, sendo que três delas receberam nota máxima.
As instalações da empresa foram avaliadas com 100 pontos, reconhecendo a contribuição do espaço físico para a construção de um ambiente de trabalho positivo. O sentimento de acolhimento no ingresso à empresa também alcançou nota máxima, demonstrando que os novos colaboradores se sentem bem-vindos desde o primeiro contato com a organização. Outro destaque foi a segurança física no trabalho, igualmente avaliada com 100 pontos, reforçando a percepção de um ambiente protegido e adequado para o desempenho das atividades profissionais.
A Eletron se prepara para reforçar os conceitos que norteiam o GPTW ao confirmar investimentos para a construção de sua nova sede. A nova sede será construída no condomínio empresarial Pineville, em Pinhais, onde a Eletron será a primeira empresa instalada. O prédio terá cerca de dois mil metros quadrados e foi desenhado especificamente para as necessidades da operação. A nova estrutura terá capacidade para mais que triplicar a operação atual e marca mais uma etapa na trajetória da Eletron.
O incentivo ao desenvolvimento profissional também foi amplamente reconhecido, com pontuação de 92, acima da média de 88 registrada entre as empresas certificadas pelo GPTW. Para o fundador da Eletron Energia, Ricardo Kenji, esse resultado reflete uma estratégia consistente de valorização das pessoas. “O plano de negócios da Eletron se baseia em desenvolver os melhores talentos para que sejam os novos líderes e donos da empresa. Isso é um sinal forte de que as pessoas são realmente o principal ativo da empresa”, afirma.
Ambiente que estimula inovação e aprendizado contínuo
Outro aspecto analisado pelo Great Place to Work é a capacidade das empresas de fomentar a inovação, medida pelo Innovation Velocity Ratio (IVR). Nesse indicador, a Eletron Energia foi classificada no estágio Funcional, o que demonstra que a organização já oferece espaço concreto para o surgimento de novas ideias e para a melhoria contínua de processos.
Esse posicionamento coloca a empresa à frente de mais de 65% das organizações certificadas, que ainda se encontram no estágio de Fricção, caracterizado por maiores barreiras à criatividade e à transformação interna. Para Ricardo Kenji, o resultado é consequência direta do incentivo ao aprendizado constante e da abertura ao novo. “Buscamos manter uma cultura de startup para não perder a agilidade e melhorar sempre. Para isso, é essencial promover um ambiente de aprendizado contínuo, com incentivo à leitura, cursos, consultorias externas e participação em projetos inovadores”, explica.
Segundo o fundador, a inovação não está restrita à tecnologia, mas também à forma como as pessoas se relacionam, colaboram e contribuem para o crescimento da empresa. “Quando o colaborador percebe que sua opinião é valorizada e que ele pode participar ativamente das melhorias, a inovação acontece de forma natural”, completa.
Ações práticas
O reconhecimento da Eletron Energia pelo GPTW é resultado de uma série de iniciativas voltadas à construção de um ambiente organizacional estruturado e humanizado. Entre as práticas destacadas pelos colaboradores estão os investimentos em infraestrutura, com espaços de convivência projetados para estimular a integração das equipes e proporcionar momentos de descanso ao longo da jornada de trabalho.
Essas áreas contam com biblioteca e recursos voltados à interação entre as pessoas, como jogos e espaços confortáveis para pausas. “O espaço de convivência, com cantinho do café, mesa de ping pong, Playstation, sinuca, biblioteca, etc.. é importante para que o pessoal crie laços que fortalecem o espírito de trabalho em equipe”, comenta Kenji.
A empresa também se destaca pelo incentivo à saúde e ao bem-estar no ambiente corporativo. A oferta de alimentação saudável é apontada como um diferencial pelos próprios colaboradores, assim como o estímulo a hábitos que contribuem para a qualidade de vida. O desenvolvimento profissional é outro pilar importante da política interna da Eletron, com incentivo a treinamentos, certificações e planos de carreira estruturados.
“Estamos sempre tentando melhorar a jornada do colaborador desde a contratação, oferecendo oportunidades reais de crescimento e progressão profissional. Nosso objetivo é que cada pessoa consiga se desenvolver junto com a empresa”, ressalta o fundador.
Trajetória da Eletron
Com sede em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, a Eletron Energia nasceu há mais de uma década para otimizar o uso de recursos energéticos em indústrias. Para isso, aplica soluções de eficiência energética graças à expertise dos profissionais que a compõem. Ainda, garante que a economia pague as melhorias aplicadas e, para tanto, assume o compromisso de cobrar a remuneração apenas após os resultados medidos e comprovados. Não por acaso, seu modelo de negócio tem como premissa tornar os clientes mais competitivos e sustentáveis.
A Eletron permanece entre as melhores empresas de engenharia no que tange à aprovação de projetos de indústrias que aderiram ao Programa de Eficiência Energética (PEE) gerenciado pelas distribuidoras de energia e regulado pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), tendo consolidado mais de R$ 200 milhões em projetos de eficiência energética para organizações paranaenses e catarinenses.

 Font Life adoça a Páscoa de alunos da APAE de Agudos do Sul e reforça parceria com ações sociais

 Iniciativa que começou entre funcionários se transformou em tradição da empresa, beneficiando cerca de 120 alunos

A Páscoa deste ano vai ser  mais doce para cerca de 120 alunos atendidos pela APAE de Agudos do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. A ação foi promovida pela Font Life Indústria de Água, que realizou a doação de chocolates para crianças, jovens e adultos com idades entre 6 meses e 61 anos.

A iniciativa, que hoje faz parte do calendário da empresa, começou de forma simples,há 8 anos,  a partir de uma mobilização interna entre colaboradores. Na época, os próprios funcionários arrecadaram chocolates e confeccionaram manualmente as cestas que foram entregues aos alunos. Com o passar dos anos, a ação ganhou força e passou a ser incorporada oficialmente pela empresa, que assumiu a doação e mantém o compromisso de levar alegria às crianças todos os anos.

“A gente começou com uma ação pequena, feita pelos próprios colaboradores, e isso foi crescendo. Hoje, a empresa abraça essa causa e faz questão de manter essa tradição, porque sabemos o quanto esse gesto é esperado e significativo para os alunos”, afirma o diretor comercial da Font Life, Edson Naimeg.

Para a diretora da APAE de Agudos do Sul, Veri Pruchack, o momento é sempre marcado por emoção. “Todos os anos nossos alunos esperam pelos chocolates na Páscoa, e é um momento de muita alegria, pois em sua maioria eles só recebem esse carinho por meio da escola. A Font Life é uma grande parceira e ações como essa realmente fazem a diferença na vida de quem mais precisa”, destaca.

Além da ação de Páscoa, a parceria entre a empresa e a instituição vai além e se estende a outras iniciativas. Um dos destaques é o projeto de equoterapia, desenvolvido no Rancho WN, em Quitandinha (PR), com a participação dos alunos da APAE.

O projeto conta com o apoio da Font Life, que contribui com a estrutura, os animais e os profissionais necessários para as atividades, incluindo acompanhamento especializado para garantir o bem-estar dos cavalos e dos participantes.

“Sempre tive o sonho de desenvolver um trabalho com equoterapia e ajudar as pessoas. Lido com cavalos desde a infância e sei o quanto eles fazem bem. Quando conseguimos montar a estrutura, procuramos a APAE de Agudos do Sul e iniciamos essa parceria, que só tem crescido ao longo dos anos”, explica Edson.

Segundo ele, o envolvimento da empresa com ações sociais faz parte da essência da Font Life. “Acreditamos muito no trabalho da APAE e sabemos o quanto ele é sério e dedicado. A Font Life é uma empresa que valoriza projetos sociais, porque entendemos que ajudar quem precisa também transforma a nós mesmos”, completa.

Com iniciativas que unem solidariedade e impacto social, a empresa reforça seu compromisso com a comunidade e contribui para promover mais qualidade de vida e inclusão para os alunos atendidos pela instituição.

Ressignificar para recomeçar

0

Páscoa simboliza encerramento de ciclos e destaca importância do recomeço na saúde emocional

A Páscoa, tradicionalmente associada a significados religiosos, também carrega um simbolismo profundo no campo da psicologia. O período convida à reflexão sobre ciclos de vida, encerramentos e recomeços, não apenas no sentido literal, mas especialmente no que diz respeito aos processos internos que precisam ser finalizados para dar espaço ao novo.

Na prática clínica, é comum observar a dificuldade das pessoas em encerrar fases que já não fazem mais sentido. Relacionamentos esvaziados, padrões emocionais que geram sofrimento, culpas antigas e até versões de si mesmas que já não correspondem à realidade atual permanecem ativos por apego ao que é conhecido, mesmo quando isso causa dor.

“Recomeçar exige coragem, mas encerrar também exige, e muitas vezes encerrar dói ainda mais”, explica o psicólogo Luti Christóforo. Segundo ele, existe uma tendência natural da mente humana em buscar segurança no que é previsível, ainda que isso represente sofrimento emocional.

Um exemplo recorrente na clínica é o de pessoas que permanecem por anos em relações sem conexão emocional. “Muitos preferem uma dor conhecida a um vazio desconhecido. O medo da incerteza acaba sendo maior do que o desconforto da permanência”, afirma o especialista.

Outro caso comum envolve a dificuldade de se libertar de culpas do passado. Mesmo após reconstruírem suas vidas, algumas pessoas continuam presas a erros antigos, como se não tivessem o direito de seguir em frente. “Deixar o passado ‘morrer’ pode ser interpretado como abrir mão de uma parte da própria identidade, o que torna o processo ainda mais difícil”, destaca.

De acordo com o psicólogo, o sofrimento não está apenas na dor vivida, mas na resistência em encerrar ciclos. A Páscoa, sob essa perspectiva, reforça a ideia de que não existe transformação sem perda. “Não existe renascimento sem uma morte simbólica. E essa morte pode representar o fim de uma fase, de um papel ou até de uma versão antiga de si mesmo”, explica.

O processo de recomeço também envolve o enfrentamento do luto, que não se restringe à perda de pessoas. Ele pode surgir na perda de sonhos, projetos ou identidades. Esse luto precisa ser vivido e elaborado para que a pessoa consiga avançar de forma saudável.

“Recomeçar dói, mas permanecer no que não faz mais sentido adoece”, afirma Luti. Segundo ele, insistir em ciclos encerrados pode aumentar a ansiedade, reduzir a autoestima e gerar uma sensação constante de estagnação, afastando a pessoa de si mesma.

Por outro lado, quando há a decisão consciente de encerrar um ciclo, mesmo com dor, abre-se espaço para novas possibilidades. Esse novo não precisa ser imediato ou perfeito, mas precisa ser verdadeiro. Nesse contexto, a ressignificação surge como um caminho para integrar o passado sem que ele continue determinando o presente.

“A Páscoa nos convida a olhar para dentro, reconhecer o que já cumpriu seu papel e permitir que isso se encerre. O maior desafio não é começar de novo, é ter coragem de deixar para trás o que já não faz sentido”, conclui.

O especialista reforça que esse processo exige maturidade emocional, autoconhecimento e, em muitos casos, apoio profissional. “Existem processos internos que não conseguimos atravessar sozinhos. Refletir com honestidade sobre o que precisa ser encerrado pode ser o primeiro passo para um novo ciclo mais saudável”, finaliza.

Serviço: Luti Christóforo

Psicólogo clínico

(41) 99809-8887

@luti.psicologo

lutipsicologo@gmail.com

YouTube.com/@lutipsicologo

Periculosidade em motos

0

Nova portaria define regras claras para pagamento de adicional e reduz insegurança jurídica nas empresas

Após mais de uma década de debates judiciais e interpretações divergentes, a regulamentação do adicional de periculosidade para trabalhadores que utilizam motocicletas ganhou novos contornos no Brasil. A mudança ocorre com a publicação da Portaria MTE nº 2.021/2025, que altera a Norma Regulamentadora nº 16 e estabelece critérios objetivos para o pagamento do adicional de 30% aos empregados que utilizam motocicletas em suas atividades profissionais.

A medida impacta diretamente empresas de diversos setores, especialmente aquelas que utilizam motocicletas como ferramenta de trabalho ou meio de locomoção para execução das atividades. Para o advogado trabalhista Luiz Henrique Cunha, a nova regra traz maior previsibilidade jurídica. “Após anos de incerteza, a regulamentação define com mais clareza quando o adicional é devido, reduzindo conflitos e interpretações divergentes que geraram um volume significativo de ações trabalhistas”, afirma.

A controvérsia teve início em 2014, quando a Lei nº 12.997 alterou a Consolidação das Leis do Trabalho para incluir como atividade perigosa o trabalho realizado com motocicletas. Na época, a regulamentação foi questionada judicialmente por entidades empresariais, sob o argumento de ausência de debate adequado entre governo, empregadores e trabalhadores. O resultado foi um cenário de insegurança jurídica, com decisões judiciais distintas e empresas adotando práticas diferentes em relação ao pagamento do adicional.

Com a nova portaria, o Ministério do Trabalho e Emprego busca encerrar esse impasse. A norma estabelece um período de adaptação de 120 dias e passa a ser obrigatória a partir de abril de 2026. O principal avanço está na definição objetiva das situações em que o adicional deve ser pago.

De acordo com a regulamentação, o adicional de 30% será devido quando o trabalhador utilizar motocicleta de forma habitual como ferramenta de trabalho, especialmente em atividades que exigem deslocamento frequente em vias públicas, como vendedores externos, técnicos, entregadores e profissionais de monitoramento. “O ponto central é a habitualidade do uso da motocicleta na atividade profissional, independentemente de o veículo ser da empresa ou do próprio trabalhador”, explica o especialista.

Por outro lado, a norma também delimita situações em que o adicional não se aplica, como no deslocamento entre residência e trabalho, uso eventual da motocicleta ou atividades realizadas exclusivamente em áreas privadas ou vias não abertas à circulação pública. A regulamentação também exclui casos envolvendo veículos que não exigem habilitação ou emplacamento.

Além do impacto financeiro na folha de pagamento, a nova regra reforça a necessidade de gestão de riscos nas empresas. O uso de motocicletas está associado a elevados índices de acidentes e pode gerar responsabilização do empregador. “Mais do que cumprir a obrigação legal, é fundamental investir em prevenção, com fornecimento de equipamentos de proteção, treinamentos e manutenção adequada dos veículos”, destaca Cunha.

Com a entrada em vigor prevista para 2026, empresas têm a oportunidade de revisar processos internos, mapear funções que exigem o uso de motocicletas e avaliar os impactos da nova regra. A adequação antecipada pode evitar passivos trabalhistas e fortalecer a segurança nas operações.

“A nova portaria representa um marco importante ao encerrar um longo período de incertezas. Agora, o desafio das empresas será transformar essa clareza normativa em práticas seguras e sustentáveis no ambiente de trabalho”, conclui.

Serviço: Manso & Cunha Advogados

Luiz Henrique Cunha OAB/al 8.399

Advogado especialista em Direito do Trabalho Empresarial

@mansoecunhaadvogados

Ortodontia invisível cresce 60% ao ano no Brasil e impulsiona clubes de benefícios

0

ClearCorrect lança programa inédito que oferece vantagens, educação e ferramentas de crescimento para profissionais que trabalham com alinhadores transparentes

Ortodontia invisível cresce 60% ao ano no Brasil e impulsiona clubes de benefícios

ClearCorrect lança programa inédito que oferece vantagens, educação e ferramentas de crescimento para profissionais que trabalham com alinhadores transparentes

A ortodontia invisível — que utiliza alinhadores transparentes e tecnologia digital para corrigir a posição dos dentes — cresce cerca de 60% ao ano no Brasil, segundo a Associação Paulista de Ortodontia. Esse avanço aumenta a demanda por soluções tecnológicas nas clínicas e por iniciativas que beneficiem também os pacientes, tornando os tratamentos mais acessíveis.

Nesse contexto, a ClearCorrect, que é uma das maiores fabricantes de alinhadores ortodônticos transparentes do mundo, acaba de anunciar no Brasil o ClubClear, um programa de benefícios para fortalecer o relacionamento com ortodontistas parceiros e com potencial para impulsionar o crescimento das clínicas. A iniciativa é inédita no país: nenhuma outra marca possui um programa estruturado de benefícios dedicado a profissionais que utilizam suas soluções. O ClubClear funciona como uma solução estratégica de fidelização. Quanto mais o dentista utiliza os alinhadores ClearCorrect, mais benefícios ele acumula, incluindo suporte e recursos que aprimoram a qualidade do atendimento, o que se traduz em tratamentos mais previsíveis, confortáveis e com uma experiência ainda melhor para os pacientes. 

“A proposta vai além de um programa tradicional de fidelidade. O ClubClear foi desenvolvido para acelerar o crescimento de consultórios odontológicos, oferecendo ferramentas que ajudam a otimizar processos, ampliar a base de pacientes e aumentar a rentabilidade de clínicas. E ao reduzir custos para os ortodontistas, também beneficia os pacientes, tornando os tratamentos mais acessíveis”, explica o Vice-presidente da ClearCorrect, Michele Sassano. 

Um dos recursos disponíveis e que ajuda pacientes interessados em conhecer melhor esses benefícios é o localizador oficial de dentistas da ClearCorrect, ferramenta que conecta pacientes interessados em iniciar tratamento com alinhadores a parceiros credenciados à marca em sua região. Segundo a empresa, estar listado nessa solução aumenta a exposição de clínicas, facilitando o acesso dos pacientes a tratamentos modernos e discretos.

Estratégia para fidelizar e expandir o mercado

Para a ClearCorrect, o ClubClear tem papel estratégico no Brasil. O programa busca fortalecer o relacionamento com ortodontistas, aumentar o engajamento com a marca e estimular o crescimento no número de tratamentos realizados com alinhadores.

“Ao oferecer benefícios, educação continuada e reconhecimento profissional, incentivamos dentistas a adotarem os alinhadores de forma recorrente, ampliando o acesso de pacientes a tratamentos mais acessíveis e eficientes”, finaliza Michele.

Sobre a ClearCorrect

A ClearCorrect é uma das principais marcas de alinhadores transparentes para tratamentos ortodônticos do mundo. A integrante do grupo suíço Straumann está presente no Brasil desde 2018, se consolidando no primeiro mercado fora dos Estados Unidos, com produção concentrada em fábrica própria em Curitiba (PR). O sistema da ClearCorrect promove a movimentação dentária por meio de pressões exercidas em determinadas regiões da arcada, resultando na remodelação óssea, além de levar à correção da má-oclusão com a elaboração de um planejamento ortodôntico virtual. Mais informações em www.clearcorrect.com.br.

Leão exige atenção

0

Com prazo já definido, especialistas orientam contribuintes a se organizarem para evitar erros e cair na malha fina

Com a chegada do período de declaração do Imposto de Renda, que começa por volta de 23 de março e segue até abril, contribuintes de todo o país entram em alerta para evitar inconsistências que possam levar à temida malha fina. A organização antecipada e o envio correto das informações são fundamentais para garantir tranquilidade durante o processo.

De acordo com o contador Danilo Fermino, da Flow Contabilidade, empresa familiar com mais de 51 anos de atuação, já na terceira geração, o principal erro ainda está na falta de planejamento. “O contribuinte precisa entender que o Imposto de Renda não começa em março, ele é construído ao longo do ano. Quem deixa para a última hora corre mais riscos de esquecer informações e cometer erros”, afirma.

Segundo ele, a Flow Contabilidade atua de forma completa, indo além da contabilidade tradicional, com serviços como BPO financeiro, gestão de marcas e patentes e assinatura digital, o que permite acompanhar o cliente de maneira estratégica e preventiva ao longo de todo o ano.

Para ajudar os contribuintes, o especialista elenca orientações práticas que podem fazer a diferença no momento da declaração.

Entre as principais recomendações está reunir toda a documentação com antecedência, como informes de rendimentos, recibos médicos, comprovantes de despesas com educação e extratos bancários. A ausência ou inconsistência desses dados é uma das principais causas de retenção na malha fina.

Outro ponto essencial é declarar todos os rendimentos, inclusive aqueles considerados secundários, como trabalhos freelancers, aluguéis ou aplicações financeiras. A omissão de receita é um dos erros mais graves e facilmente identificada pelo cruzamento de dados da Receita Federal.

Também é fundamental ter atenção ao informar despesas dedutíveis. Gastos médicos, por exemplo, precisam ser comprovados e devem estar alinhados com os dados declarados pelos profissionais de saúde. Valores divergentes geram alertas automáticos no sistema.

A escolha do modelo de declaração, simplificado ou completo, deve ser feita com critério. Muitas pessoas optam automaticamente pelo simplificado, mas, dependendo do volume de despesas dedutíveis, o modelo completo pode ser mais vantajoso.

Além disso, revisar todos os dados antes do envio é uma etapa indispensável. Informações incorretas, como CPF errado de dependentes ou erros de digitação, podem gerar pendências desnecessárias.

Outro cuidado importante é evitar deixar a entrega para os últimos dias. O sistema da Receita costuma ficar congestionado, aumentando o risco de falhas no envio e dificultando eventuais correções dentro do prazo.

Por fim, Danilo reforça que a transparência é sempre o melhor caminho. “A informação correta, clara e bem documentada é o que garante segurança para o contribuinte. Tentar omitir ou ajustar dados pode parecer uma solução rápida, mas quase sempre gera problemas futuros”, alerta.

Com o avanço da tecnologia e o cruzamento cada vez mais preciso de dados pela Receita Federal, o nível de exigência aumentou. Por isso, contar com orientação especializada pode ser um diferencial importante para evitar prejuízos e garantir conformidade fiscal.

Serviço: Flow Contabilidade

Danilo Fermino

Contador CRC PR 078065/O-2

(41) 99727-8762

@danilofermino

danilo@orconsil.com.br

www.flowcontabilidadedigital.com.br

Grupo Technocoat tem vagas abertas em produção e logística no Paraná e Santa Catarina

0

Indústria movimenta economias regionais ao investir em capacitação de mão de obra local e priorizar contratação de moradores das cidades em que atua

Em meio a um ciclo de expansão e evolução de processos, o Grupo Technocoat tem reforçado suas iniciativas voltadas ao desenvolvimento de pessoas, qualificação profissional e fortalecimento da cultura organizacional. A companhia, que atua no setor industrial com soluções para o mercado de papel e embalagens, tem ampliado investimentos em treinamento, formação interna e novas ferramentas de gestão de desempenho.

O movimento acompanha o crescimento da empresa e a necessidade de preparar as equipes para um cenário de transformação operacional e tecnológica. Entre as iniciativas recentes está a adoção de plataformas digitais voltadas à capacitação dos colaboradores, que disponibilizam conteúdos técnicos e comportamentais para diferentes áreas da organização. A proposta é ampliar o acesso à qualificação e apoiar a evolução profissional dentro da própria empresa, especialmente em funções estratégicas para a operação industrial.

Crescimento interno

Na área de produção, por exemplo, a companhia prioriza o desenvolvimento interno de profissionais. Muitos colaboradores ingressam na empresa em funções iniciais e, ao longo do tempo, recebem treinamento para assumir posições de maior responsabilidade, como a operação de equipamentos industriais.

“Buscamos valorizar quem já está dentro da empresa. Em muitas situações, os operadores são formados internamente, a partir de profissionais que iniciaram como auxiliares e foram se desenvolvendo com o apoio das lideranças e das áreas técnicas”, explica Camila Hilgemberg Ferreira, da área de Pessoas e Cultura do Grupo Technocoat.

Além das capacitações técnicas, a empresa também trabalha na implementação de ferramentas estruturadas de avaliação de desempenho e no fortalecimento de iniciativas voltadas à cultura organizacional, com apoio de consultorias especializadas. A proposta é consolidar, nos próximos ciclos, processos mais estruturados de acompanhamento e desenvolvimento de carreira.

Vagas em produção e logística no Sul do país

Em meio ao atual ciclo de crescimento, o Grupo Technocoat está com vagas abertas, principalmente nas áreas de produção e logística. As oportunidades estão concentradas na unidade de Araucária (PR), com posições também em Telêmaco Borba (PR) e Otacílio Costa (SC), reforçando a expansão das operações e a necessidade de novos profissionais.

A estratégia de atração de talentos prioriza a contratação de moradores das regiões onde a empresa atua, contribuindo para o fortalecimento da economia local e a redução de deslocamentos. As vagas contemplam diferentes perfis e níveis de experiência, incluindo jovens em início de carreira e profissionais mais experientes. A empresa também destaca seu pacote de benefícios, que inclui vale-mercado de até R$ 600, plano de saúde Unimed, refeições no local para colaboradores em turno, auxílio farmácia, convênios com academias e incentivos à prática esportiva. Além disso, o Grupo Technocoat também oferece parceria com o Sistema FIEP (Sesi, Senai e IEL), que conta com descontos em educação, serviços de saúde/segurança do trabalho e consultorias.

As oportunidades contemplam diferentes perfis profissionais e faixas etárias, incluindo jovens em início de carreira e profissionais mais experientes que buscam ingressar ou retornar ao setor industrial.

Os interessados podem conferir as oportunidades e se candidatar pelo site: https://technocoat.selecty.com.br/

O Grupo Technocoat

Há três décadas no setor papeleiro, o Grupo Technocoat está instalado em Telêmaco Borba e Araucária, no Paraná, e em Otacílio Costa, em Santa Catarina. Com investimentos contínuos em tecnologia de ponta e na capacitação de colaboradores, a empresa oferece produtos e serviços focados em inovação e sustentabilidade, respeitando boas práticas de segurança, higiene e uso de produtos químicos. Seus produtos são produzidos a partir de fontes renováveis e certificadas pelo FSC – Conselho de Manejo Florestal.

Protagonismo pessoal e profissional

0

Reflexão sobre silêncio e medo de agir inspira debate sobre, tema central do livro Deixe de Ser Bunda Mole

A omissão nem sempre se apresenta como fraqueza. Muitas vezes ela vem disfarçada de prudência, educação ou até maturidade. Foi refletindo sobre esse comportamento comum na vida de muitas pessoas que o empresário e autor Fefo Miléo passou a abordar, em palestras e em seu livro Deixe de Ser Bunda Mole, o impacto do medo de agir nas decisões pessoais e profissionais.

Segundo levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), cerca de 30% das empresas brasileiras encerram suas atividades antes de completar cinco anos. Entre os fatores mais apontados por especialistas estão falhas de gestão, falta de planejamento e dificuldade na tomada de decisões estratégicas. Para Miléo, porém, existe um elemento silencioso que costuma passar despercebido, a omissão diante de escolhas importantes.

“A omissão muitas vezes se esconde atrás de boas justificativas. A pessoa diz que está esperando o momento certo, que precisa se preparar mais ou que não quer se expor. Mas, no fundo, é medo de agir”, afirma o autor. Segundo ele, esse comportamento aparece em diferentes áreas da vida, desde relacionamentos até oportunidades de carreira e negócios.

Miléo observa que muitas pessoas passam anos acreditando que prudência significa silêncio e que maturidade significa esperar. “Existe uma geração inteira que aprendeu a não incomodar, a não ocupar espaço, a não pedir. Só que o mundo real funciona de outra forma. Quem não se posiciona acaba deixando que outros decidam por ele”, explica.

No livro Deixe de Ser Bunda Mole, o autor propõe justamente uma ruptura com esse padrão de comportamento. A obra reúne reflexões e provocações diretas para estimular uma postura mais ativa diante da vida. “Não é sobre ser agressivo ou imprudente. É sobre assumir responsabilidade pelas próprias escolhas e parar de terceirizar a própria vida para o medo ou para a aprovação dos outros”, diz.

Para Miléo, reconhecer as próprias omissões é um passo importante para o amadurecimento. Ele afirma que muitas decisões que deixamos de tomar acabam se transformando em aprendizados importantes. “Todo mundo tem histórias de momentos em que ficou em silêncio quando deveria ter falado, ou deixou passar oportunidades por insegurança. O importante é transformar essas experiências em consciência e ação”, destaca.

Na avaliação do autor, coragem não significa ausência de medo, mas disposição para agir mesmo quando ele está presente. “O medo quase nunca desaparece antes da decisão. Ele diminui depois que você se move. Quando a pessoa entende isso, percebe que viver com mais atitude é a única forma de construir uma história que realmente faça sentido”, conclui Fefo Miléo.

Serviço: Fefo Milléo 

Psicólogo, escritor e palestrante

@fefomilleo

Preço certo, negócio saudável

0

Precificação estratégica na gastronomia é decisiva para a sustentabilidade do restaurante e para a percepção de valor do cliente

Em um cenário de custos elevados, alta concorrência e consumidor cada vez mais atento, a precificação correta deixou de ser apenas uma questão financeira e passou a ser fator determinante para a sobrevivência dos restaurantes. Definir o preço de um prato envolve muito mais do que somar ingredientes, é uma decisão estratégica que impacta margem de lucro, posicionamento de marca e experiência do cliente.

Segundo Edher Brandão, especialista em gestão gastronômica e à frente da ConceptFood, muitos estabelecimentos ainda erram ao basear preços apenas na concorrência ou na intuição. “Quando o restaurante não conhece seu custo real, trabalha no escuro. A precificação precisa considerar ficha técnica, desperdício, impostos, encargos, aluguel, equipe e margem planejada. Sem isso, o empresário pode vender muito e ainda assim ter prejuízo”, explica.

Levantamentos do setor mostram que a alimentação fora do lar representa uma parcela significativa do orçamento das famílias brasileiras, o que aumenta a sensibilidade do consumidor ao preço. Ao mesmo tempo, insumos como proteínas, laticínios e hortifrúti sofreram oscilações relevantes nos últimos anos, pressionando o caixa dos restaurantes. Nesse contexto, precificar corretamente é encontrar equilíbrio entre sustentabilidade financeira e percepção justa de valor.

Para o cliente, o preço também comunica qualidade e posicionamento. Valores muito baixos podem gerar desconfiança sobre procedência e padrão do produto, enquanto preços elevados sem justificativa clara afastam o público. “Preço não é apenas número, é mensagem. Ele precisa refletir proposta, experiência, atendimento e padrão de entrega. Quando isso está alinhado, o cliente entende e aceita”, destaca Edher.

Outro erro comum é não atualizar a precificação periodicamente. Custos variam, fornecedores mudam, desperdícios aumentam ou diminuem, e o cardápio evolui. A ausência de revisão pode corroer a margem de lucro silenciosamente. Uma gestão profissional acompanha indicadores como CMV, ticket médio e margem de contribuição para manter o negócio saudável.

A precificação estratégica também permite promoções inteligentes, combos rentáveis e cardápios mais equilibrados, favorecendo tanto o fluxo de caixa quanto a satisfação do consumidor. “O restaurante precisa ganhar dinheiro de forma estruturada, e o cliente precisa sentir que está pagando um valor justo pelo que recebe. Quando essa equação fecha, o relacionamento se fortalece”, afirma.

Em um mercado onde muitos empreendimentos fecham antes de completar cinco anos, gestão técnica e controle financeiro são diferenciais competitivos. Precificar corretamente não é aumentar preço, é organizar o negócio para crescer com consistência e gerar valor real.

Serviço: ConceptFood

Gestão de restaurantes

Edher Brandão

41 99143-0049

@edher.brandao
conceptfood.adm@outlook.com
Rua: Mateus Leme, 531, andar superior, Curitiba, Paraná. 

Processar não é condenar: o risco de transformar investigação em punição antecipada

0

Advogado alerta para o dilema entre segurança pública e garantias constitucionais em meio ao aumento de prisões cautelares e debates nos tribunais superiores

O avanço da criminalidade e a pressão social por respostas mais duras do Estado reacenderam um dilema central no sistema penal brasileiro, como equilibrar segurança pública e garantias constitucionais. Em meio a discussões recentes no Supremo Tribunal Federal e no Superior Tribunal de Justiça sobre prisões cautelares, produção de provas e nulidades processuais, especialistas defendem que processar alguém não pode significar, na prática, antecipar uma condenação.

O advogado criminalista Jefferson Nascimento da Silva, OAB PR 86.750, afirma que o debate ganhou força diante do número expressivo de pessoas presas sem condenação definitiva no país. “A prisão cautelar é medida excepcional, não pode ser utilizada como resposta automática ao clamor social. Quando o processo ignora o contraditório e a ampla defesa, o risco de erro judicial aumenta significativamente”, destaca.

Dados do sistema prisional brasileiro indicam que uma parcela relevante da população carcerária é composta por presos provisórios, ou seja, pessoas que ainda aguardam julgamento. Esse cenário gera impacto direto não apenas sobre o acusado, mas também sobre famílias, mercado de trabalho e estrutura social. A privação de liberdade antes da condenação definitiva, quando aplicada de forma indiscriminada, pode produzir danos irreversíveis.

Outro ponto sensível envolve o chamado “túnel investigativo”, quando a investigação direciona esforços para confirmar uma hipótese inicial, limitando a produção de provas que poderiam favorecer o investigado. Para Jefferson, esse é um dos maiores riscos ao devido processo legal. “A Constituição garante ampla defesa, contraditório e presunção de inocência. Se a defesa não pode produzir prova ou se a investigação ignora elementos que contrariem a tese acusatória, o processo perde legitimidade”, afirma.

O debate se intensifica em um contexto de políticas públicas voltadas ao endurecimento penal. Para o advogado, a busca por eficiência repressiva não pode atropelar garantias fundamentais previstas no artigo 5º da Constituição. “Defender alguém não é defender crime. É defender a Constituição e garantir que ninguém seja punido sem prova robusta e julgamento justo. O sistema penal só é legítimo quando respeita regras claras e assegura julgamento justo. Punir sem prova robusta compromete a confiança na Justiça”, ressalta.

Decisões recentes dos tribunais superiores têm reforçado a necessidade de fundamentação concreta para decretação e manutenção de prisões preventivas, além de reafirmar o direito da defesa à produção de provas. Essas discussões refletem uma tensão permanente entre a urgência por segurança e a preservação do Estado de Direito.

Para Jefferson Nascimento da Silva, o caminho não está na flexibilização das garantias, mas na qualificação das investigações e no fortalecimento do processo penal. “Uma condenação só é justa quando construída com base em prova sólida, contraditório efetivo e respeito à presunção de inocência. Porque julgamentos justos não protegem apenas o acusado. Eles protegem toda a sociedade.”, conclui.

Serviço: Jefferson Nascimento da Silva

Advogado Criminalista, OAB/PR 86.750

(41) 98400-6686

@jeeffeh

jeffe.adv@gmail.com

Rua Conselheiro Laurindo, 600 – sala 1006/1007, Centro, Curitiba/PR.