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Sicredi cresce 14,6% em ativos e total alcança R$ 455 bilhões

Com crescimento consistente, Sicredi amplia ativos, carteira de crédito e distribuição de resultados, fortalecendo o desenvolvimento das regiões onde atua

O Sicredi encerrou o ano de 2025 consolidando sua trajetória de crescimento e expansão nacional. A instituição financeira cooperativa atingiu a marca de R$ 455 bilhões em ativos totais, um incremento de 14,6% em relação ao ano anterior. O desempenho reflete a solidez do modelo cooperativo, que prioriza a proximidade com os associados e o desenvolvimento das regiões onde está presente.

O resultado líquido do Sicredi somou R$ 7,5 bilhões em 2025, uma evolução de 13% na comparação com 2024. A partir do resultado total, R$ 3,4 bilhões serão distribuídos diretamente aos associados em conta corrente, poupança ou capital social. Essa distribuição, um dos diferenciais do modelo de negócio do Sicredi, é realizada pelas 100 cooperativas de crédito da instituição. A destinação dos valores aos associados é votada em assembleia de cada cooperativa, sendo que cada associado recebe uma quantia compatível à sua geração de receita ao longo do ano com o uso dos produtos e serviços do portfólio do Sicredi.

Além do valor distribuído diretamente aos associados a partir do resultado líquido, R$ 384,8 milhões foram direcionados ao Fundo Social Sicredi, que investe em projetos voltados ao desenvolvimento social, e ao Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (FATES), que tem como finalidade apoiar associados, colaboradores e a comunidade em geral. Como as cooperativas de crédito não visam o lucro, o restante do resultado é direcionado para as reservas patrimoniais.

O patrimônio líquido também apresentou resultados robustos – cresceu 12,4%, atingindo R$ 49,8 bilhões, reforçando a resiliência da instituição para os desafios futuros. Em depósitos totais e captações, o avanço foi de 17,8%, chegando a R$ 272 bilhões. O montante inclui depósitos à vista e a prazo, interfinanceiros e poupança, além de captação em LCA (Letra de Crédito do Agronegócio), LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e Letras Financeiras.

Indicador relevante para mensurar o fomento do Sicredi às atividades econômicas de seus associados, a carteira de crédito alcançou R$ 289 bilhões, representando um crescimento de 12,2%. O principal destaque foi o segmento agro: considerando as operações de crédito rural, CPRs e moeda estrangeira, a carteira agro atingiu R$ 118,8 bilhões, um incremento de 13,9%. Atualmente, os produtores rurais representam 7% do total de associados.

A carteira de Pessoas Jurídicas (PJ) também apresentou desempenho positivo, com expansão de 11% e saldo total de R$ 92,1 bilhões. Esse público representa 16% do total de associados. Com foco estratégico no apoio a micro, pequenas e médias empresas, o Sicredi atende atualmente cerca de 400 mil CNPJs, o equivalente a 27% de participação entre as pequenas empresas em todo o Brasil. Já a carteira de Pessoas Físicas (PF) cresceu 10,4%, alcançando R$ 77,6 bilhões ao final do período.

“Os resultados de 2025 refletem a solidez do nosso modelo de negócio. Crescemos de forma consistente, com gestão responsável do crédito, e transformamos esse desempenho em valor concreto para nossos associados e para as comunidades onde atuamos. O resultado é um meio para fortalecer o sistema e ampliar o impacto positivo gerado pelas cooperativas, que atuam de forma próxima aos associados em todas as regiões do país”, afirma Alexandre Barbosa, diretor Executivo de Estratégia, Sustentabilidade, Administração e Finanças do Sicredi.

Benefícios econômicos aos associados – Encerrando 2025 com quase 10 milhões de pessoas associadas, o Sicredi registrou R$ 31,1 bilhões em benefícios econômicos gerados para seus associados ao longo do ano – um crescimento de 22% em comparação a 2024. O valor representou uma economia média gerada de R$ 3,1 mil no ano passado para cada um dos associados ao Sicredi.

O Benefício Econômico do Sicredi (BES) é composto por três indicadores. O BEC estima a economia obtida pelos associados em operações de crédito, a partir de taxas médias mais baixas em relação ao Sistema Financeiro Nacional (SFN). O BED mede o ganho adicional decorrente da remuneração mais elevada dos depósitos. Já o BEE reflete a distribuição dos resultados, o pagamento de juros ao capital e os valores destinados a ações educacionais e sociais, reforçando o princípio da participação econômica do cooperativismo de crédito.

Do total de R$ 31,1 bilhões, R$ 21,8 bilhões correspondem ao Benefício Econômico de Crédito (BEC), R$ 5,8 bilhões ao Benefício Econômico de Depósitos (BED) e R$ 3,5 bilhões ao Benefício Econômico do Exercício (BEE). Esse último inclui o pagamento de juros ao capital social, a distribuição de resultados e as destinações ao Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (FATES).

Expansão física e relacionamento próximo – O ano de 2025 foi histórico para a expansão física do Sicredi, que superou o marco de 3 mil agências em todo o Brasil. No período, foram inaugurados 190 novos espaços com investimento superior a R$ 295 milhões, reforçando o compromisso com a capilaridade e o atendimento presencial e humano. Atualmente, o Sicredi tem agências em mais de 2,2 mil municípios do Brasil e, em mais de 200 deles, é a única instituição financeira fisicamente presente.

Para o diretor-presidente do Banco Cooperativo Sicredi, César Bochi, o crescimento registrado no período evidencia a relevância do Sicredi como agente de desenvolvimento econômico e de geração de impacto positivo nas regiões onde atua. “Cada novo ponto de atendimento e cada associado beneficiado reforçam o nosso compromisso com a proximidade, o relacionamento humano e o fortalecimento das comunidades locais. O resultado financeiro não é um fim em si mesmo, mas o meio para seguirmos apoiando quem produz, empreende e investe no desenvolvimento sustentável das regiões, mantendo o atendimento personalizado como nosso principal diferencial competitivo”, conclui.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

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Sindirepa-PR amplia geração de negócios e conexões estratégicas na Autopar 2026

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Participação da entidade reforça papel de articulação do setor e impulsiona ações voltadas ao crescimento das oficinas no Paraná

A participação do Sindirepa-PR na Autopar 2026 – 12.ª Feira de Fornecedores da Indústria Automotiva consolida a entidade como um dos principais articuladores do aftermarket automotivo no Paraná, com foco direto na geração de negócios para as empresas associadas. O evento será realizado entre os dias 6 e 9 de maio de 2026, no Expotrade, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, reunindo fabricantes, distribuidores, varejistas de autopeças e profissionais da reparação em um dos principais encontros do setor na América Latina. A expectativa da organização é receber cerca de 80 mil visitantes durante a feira.

Mais do que uma exposição, a Autopar é um ambiente de negócios onde empresas apresentam lançamentos, discutem tendências e estabelecem relações comerciais. Sandro Cruppeizaki, presidente do Sindirepa-PR, explica que a entidade atua para colocar as oficinas no centro dessas conexões, aproximando quem está na ponta – dentro das empresas de reparação – dos decisores da indústria e do mercado de reposição. “Levar os donos de oficinas para dentro desse ambiente é uma forma de fortalecer a integração de toda a cadeia e, também, de ampliar o acesso a oportunidades reais”, explica.

Segundo ele, esse posicionamento está alinhado a um conjunto de ações estruturadas ao longo do ano, voltadas ao aumento da competitividade das oficinas e centros automotivos. Entre os destaques está a campanha Revisão Premiada, que registrou forte adesão e impacto direto no movimento das empresas. A iniciativa será retomada este ano, ampliando o alcance e reforçando a importância da manutenção preventiva como estratégia de geração de receita.

Cruppeizaki afirma que outro eixo importante são os eventos e ações preparatórias, como o Autopar Experience, que antecipam conexões e fortalecem o relacionamento entre oficinas, fornecedores e especialistas do setor. Essas iniciativas ampliam o engajamento e preparam o mercado para aproveitar melhor as oportunidades da feira.

Além disso, durante a Autopar, o Sindirepa-PR promoverá iniciativas voltadas à qualificação e gestão, além de apresentar novos programas e parcerias que contribuem para a evolução das empresas. “A estratégia combina conteúdo técnico, diagnóstico e acesso a soluções práticas, conectando desenvolvimento profissional a resultados concretos”, destaca o presidente da entidade.

Para Cruppeizaki, a atuação da entidade reflete um movimento contínuo de fortalecimento do setor. “Nosso papel é criar conexões que gerem resultado. Quando aproximamos oficinas, indústria e fornecedores, abrimos espaço para novos negócios e contribuímos diretamente para o crescimento das empresas”, pontua.

A continuidade desse trabalho passa pelo fortalecimento de parcerias com fabricantes, distribuidores e varejistas de autopeças, ampliando a presença das oficinas nas decisões estratégicas do mercado.

Segurança jurídica no campo ganha protagonismo diante da expansão do agronegócio brasileiro

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O agronegócio brasileiro segue como um dos principais motores da economia nacional. Segundo dados da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), o PIB da Agropecuária cresceu 11,7% no ano de 2025, em comparação com 2024. A participação do setor alcançou 7,5% do PIB total, o maior patamar da série histórica iniciada em 1996.

Esse cenário de crescimento acelerado amplia não apenas as oportunidades, mas também a complexidade das operações no campo, que passam a envolver, cada vez mais, aspectos jurídicos, ambientais, tributários e contratuais.

Nesse contexto, a segurança jurídica se torna um elemento estratégico para produtores, investidores e empresas do setor. “A ausência de uma análise jurídica aprofundada pode esconder riscos relevantes, capazes de comprometer o retorno financeiro e até a viabilidade de uma operação”, explica Leandro Mirra, especialista em agronegócio e sócio da NWADV.

O risco que nem sempre aparece na matrícula

Um dos principais equívocos em negociações envolvendo imóveis rurais é considerar que a matrícula do imóvel reflete toda a sua realidade jurídica. Na prática, diversos passivos podem estar associados à propriedade e só são identificados por meio de uma análise detalhada.

Entre os problemas mais comuns estão inconsistências no Cadastro Ambiental Rural (CAR), passivos ambientais e multas, débitos fiscais relacionados ao Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR), disputas judiciais envolvendo o imóvel e contratos de arrendamento ou parceria não registrados. “Esses fatores podem gerar custos inesperados e impactar diretamente a segurança do investimento”, alerta o advogado.

Outro ponto de atenção é que, no direito imobiliário rural, muitos passivos acompanham o imóvel e não o antigo proprietário. Isso significa que o novo titular pode assumir responsabilidades relacionadas à regularização ambiental, débitos fiscais vinculados à propriedade, conflitos possessórios e compromissos contratuais anteriores.

Due diligence jurídica rural: prevenção como estratégia

Para mitigar esses riscos, a due diligence jurídica rural tem se consolidado como uma etapa essencial em operações no campo. Trata-se de um processo estruturado de análise que permite identificar riscos antes da aquisição ou exploração de um imóvel rural.

Essa avaliação abrange diferentes frentes, como a análise fundiária, que verifica a regularidade da matrícula e o histórico da propriedade; a ambiental, que inclui a checagem do CAR, licenças e eventuais passivos; a judicial, voltada à identificação de processos e disputas; a tributária, que analisa a situação fiscal; e a contratual, que revisa arrendamentos, parcerias agrícolas e outros vínculos existentes.

“Com uma due diligence bem conduzida, é possível não apenas reduzir riscos, mas também estruturar operações mais seguras, com maior previsibilidade e eficiência”, destaca o advogado.

Assessoria jurídica como aliada do crescimento

Grande parte dos conflitos envolvendo propriedades rurais poderia ser evitada com uma avaliação jurídica preventiva adequada. Antes da assinatura de contratos ou da aquisição de ativos, identificar riscos e estruturar soluções é fundamental para proteger o investimento.

Na prática, a assessoria jurídica no agronegócio vem deixando de atuar apenas de forma reativa para assumir um papel estratégico. Quando integrada à gestão do negócio, ela se torna um instrumento de proteção, previsibilidade e crescimento sustentável.

“Segurança jurídica não é apenas uma questão de conformidade, mas um diferencial competitivo no agronegócio. É o que garante estabilidade para investir, produzir e crescer com confiança”, conclui o advogado da NWADV.

Inclusão que se ouve e se sente, ação em shopping de Curitiba amplia olhar sobre o autismo sindrômico

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Iniciativa do Instituto Buko Kaesemodel, Vonder e ParkShoppingBarigui convida o público a compreender, na prática, desafios sensoriais e diagnósticos ainda pouco conhecidos

Em meio ao Mês da Conscientização do Autismo, Curitiba recebe, no próximo dia 11 de abril, uma ação que vai além da informação e propõe uma experiência concreta de empatia e inclusão. Promovida pelo Instituto Buko Kaesemodel em parceria com a Vonder e ParkShoppingBarigui, a iniciativa busca ampliar o entendimento sobre o chamado autismo sindrômico, quando o Transtorno do Espectro Autista (TEA) está associado a condições genéticas, como a Síndrome do X Frágil e seus impactos no cotidiano.

A proposta parte de um ponto sensível e ainda pouco debatido: a hipersensibilidade auditiva. Durante a ação, abafadores de ruído serão disponibilizados gratuitamente para pessoas com TEA e síndromes raras, permitindo que circulem pelo shopping com mais conforto e autonomia. Mais do que um recurso funcional, o equipamento simboliza uma adaptação simples, mas essencial, para tornar espaços públicos verdadeiramente acessíveis.

De acordo com especialistas, o autismo sindrômico apresenta desafios adicionais ao diagnóstico e ao acompanhamento, justamente por compartilhar características com o TEA clássico. A falta de informação, nesse contexto, pode atrasar intervenções e dificultar o acesso a terapias adequadas. “Ainda existe uma grande confusão entre diferentes condições do neurodesenvolvimento. Informar é o primeiro passo para incluir”, afirma Luz Maria Romero, gestora do Instituto Buko Kaesemodel.

A ação também busca sensibilizar o público sobre comportamentos frequentemente incompreendidos, como a necessidade de isolamento em ambientes ruidosos ou o uso de dispositivos como abafadores. Para famílias, essas adaptações representam a possibilidade de participação social com mais segurança e dignidade.

Como parte da mobilização, a Companhia Athletica promove, no sábado, uma aula especial de spinning com o uso de abafadores. A proposta não é reproduzir a vivência de pessoas com hipersensibilidade auditiva, mas estimular uma nova percepção do ambiente e provocar reflexão sobre a importância de reduzir estímulos sonoros em determinados contextos. “Queremos convidar os alunos a perceberem como o som influencia diretamente na experiência e no bem-estar durante a atividade. É uma forma de ampliar o olhar para a necessidade de ambientes mais equilibrados e acolhedores para todos”, explica Monica Dellatre.

Dados internacionais reforçam a urgência do tema: estimativas levantadas pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), divulgadas em 2025, apontam que 1 em cada 31 crianças apresenta autismo em algum nível de suporte. Dados do Censo Demográfico de 2025 do IBGE apontam que no Brasil a prevalência está 1 a cada 38 totalizando cerca de 2,4 milhões de pessoas, o que representa em média 1,2% da população brasileira. No caso das síndromes associadas, como o X Frágil, o desconhecimento é ainda maior, o que torna iniciativas de conscientização fundamentais.

Ao levar o debate para um espaço de grande circulação, a ação no shopping convida a sociedade a sair da teoria e enxergar, na prática, como pequenas mudanças podem transformar experiências. Mais do que um evento pontual, trata-se de um chamado coletivo: compreender para respeitar, adaptar para incluir.

A participação é aberta ao público e reforça um movimento cada vez mais necessário,  o de construir cidades e espaços que acolham, de fato, todas as pessoas.

MRV leva experiência inspirada no BBB26 para lojas e aposta em entretenimento para impulsionar a jornada de compra

Ambientação temática e ativações interativas inspiradas no reality show transformam pontos de venda da MRV em experiências de marca e aproximam consumidores da decisão de conquistar a casa própria.

A MRV, maior construtora da América Latina e patrocinadora do Big Brother Brasil 26, está transformando seus pontos de venda em todo o país em uma experiência inspirada no reality show. A iniciativa faz parte da estratégia da companhia de conectar cultura, marca e jornada de compra, levando para o ambiente físico das lojas elementos que dialogam diretamente com um dos maiores fenômenos da televisão brasileira

O BBB, que há mais de duas décadas mobiliza milhões de espectadores e domina as conversas nas redes sociais, tornou-se uma plataforma estratégica para marcas que buscam ampliar a conexão com o público. No caso da MRV, o patrocínio ao programa extrapola a visibilidade na TV e se desdobra em uma experiência integrada que conecta audiência, canais digitais e ponto de venda — etapa fundamental da jornada de quem busca conquistar o primeiro imóvel.

Cerca de 80 lojas da companhia, distribuídas de norte a sul do Brasil, receberam ambientação inspirada no universo do programa. Os espaços foram transformados com identidade visual temática e passaram a contar com ativações interativas, criando um ambiente que aproxima o público do clima do reality e, ao mesmo tempo, reforça a proposta da marca: mostrar que “Seu apê MRV vai virar realidade”.

No Paraná, a experiência pode ser vivenciada em Maringá, na Avenida Brasil, 2330, e em Londrina, na loja preparada localizada na Av. Juscelino Kubitscheck, 283.

“Em Londrina, temos percebido que o cliente chega à loja cada vez mais informado, mas ainda busca viver a experiência antes de tomar a decisão. Trazer o universo do BBB para dentro do ponto de venda cria um ambiente mais leve, interativo e próximo da realidade das pessoas, o que facilita essa conexão e ajuda o cliente a se imaginar no próprio apartamento. Isso tem impacto direto no fluxo da loja e na conversão”, afirma Rafael Kulevicz, gestor comercial da MRV em Londrina.

O projeto inédito posiciona o ponto de venda como parte relevante da estratégia de marca e de relacionamento com o consumidor. No mercado imobiliário, a iniciativa se destaca pela escala e integração entre patrocínio de entretenimento e experiência física em loja, conectando diretamente o impacto do reality à jornada de decisão de compra. 

“Essa iniciativa faz parte de um movimento da MRV de se aproximar da cultura, transformando a experiência em geração de negócio no varejo. O ponto de venda é um elo fundamental da jornada de compra, sendo o momento de maior conexão emocional com a marca, e onde o cliente passa da fase de pesquisa pelo imóvel para começa a se imaginar morando nele. Por isso, oferecer essa experiência se torna uma estratégia essencial para potencializar o movimento nas lojas e acelerar o momento da tomada de decisão. Ao trazer o universo do BBB para dentro das lojas, conseguimos aproximar ainda mais o público da marca e da realização do sonho da casa própria”, afirma Camila Palhares Guimarães, Gestora de Core Operation Marketing da MRV. 

Do entretenimento à jornada de compra

A experiência nas lojas também se conecta diretamente às ativações da MRV dentro do reality. A cada edição da Festa no Apê MRV do Líder, três empreendimentos reais da companhia, localizados em diferentes regiões do país, ganham visibilidade nacional, reforçando a capilaridade da empresa e aproximando o público das oportunidades disponíveis.

“Estamos ampliando a estratégia da MRV dentro do BBB e conectando essa presença diretamente à jornada de compra. O entretenimento funciona como porta de entrada para a conversa com o cliente e o ponto de venda é onde a conexão acontece, transformando audiência em presença física, experiência e, principalmente, em oportunidade de negócio”, completa Camila. 

Clareza além das cartas

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Taróloga Dafne Ribeiro afirma que consultas funcionam como orientação estratégica e emocional, não como sentença definitiva

Em um momento em que ansiedade, insegurança profissional e dúvidas afetivas fazem parte da rotina de milhões de brasileiros, cresce a busca por ferramentas que ofereçam direcionamento e clareza. A taróloga Dafne Ribeiro, que atua há mais de sete anos exclusivamente na área espiritualista, afirma que o tarô tem sido procurado como instrumento de orientação prática, inclusive por empresários e executivos.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, o Brasil está entre os países com maiores índices de ansiedade no mundo, o que impacta diretamente decisões afetivas e profissionais. Para Dafne, essa instabilidade emocional explica por que cerca de 80% do público que a procura é feminino e por que o tema amor representa aproximadamente 90% das consultas. “O amor é o campo onde as pessoas menos conseguem ser racionais. Quando a emoção domina, a visão fica distorcida. O tarô ajuda a enxergar o que está por trás do sentimento”, afirma.

Ela explica que o atendimento começa sempre com uma leitura geral, antes mesmo de ouvir a pergunta específica do cliente. “Primeiro eu observo o que a pessoa vibra. Muitas vezes ela pergunta sobre amor, mas a energia mostra que o bloqueio está na postura, na autoestima ou na forma de se relacionar. O tarô não é adivinhação isolada, é leitura de padrão”, ressalta.

Na área profissional, o processo é semelhante. Empresários e executivos costumam buscar orientação para decisões estratégicas, contratações ou mudanças de carreira. “Às vezes a previsão é mais fixa, porque a pessoa já não está desempenhando bem ou não está no lugar certo. Em outros casos, o tarô mostra claramente: se você não se especializar, se não mudar sua postura, a tendência é perder espaço. É orientação, não imposição”, explica.

Um dos principais mitos enfrentados por Dafne é a ideia de que o tarô determina um futuro imutável. Ela reforça que o livre-arbítrio sempre prevalece. “O tarô mostra tendência a partir da energia atual. Se a pessoa muda atitude, muda resultado. Não existe sentença. Existe consequência”, afirma.

A taróloga também diferencia o atendimento de uma conversa informal. “Uma amiga opina. O tarô não é opinião, é leitura energética. Eu não julgo, não tomo partido. Eu traduzo o que aparece. Muitas vezes a pessoa já sabe a resposta, só precisa de confirmação para agir”, pontua.

Com formação inicial na área de educação e aprofundamento em simbologia e oráculos como o Tarô de Marselha e búzios africanos, utiliza de rituais africanos para reequilíbrio da boa sorte e magias africanas em forma de banho, além de magias para amor e dinheiro em geral. Dafne reforça que o processo exige estudo, prática e responsabilidade. “É uma construção. Eu comecei atendendo com valores simbólicos, pedindo feedback, estudando muito. Hoje entendo que o tarô é uma ferramenta de clareza. Ele abre os olhos para o que já está ali”, conclui. 

Serviço: Dafne Ribeiro

Taróloga e Espiritualista

(41)995294084

@dafne_cartomante

dafnesmoger@gmail.com

Governança tem papel decisivo na sobrevivênciade empresas em cenários de instabilidade econômica

Em meio à instabilidade econômica, episódios recentes envolvendo as Lojas Americanas, Polishop, Bombril e, em 2026, o Banco Master, evidenciam como falhas na governança corporativa podem impactar diretamente a tomada de decisões e comprometer a sustentabilidade dos negócios. Os casos reforçam o papel estratégico dos conselhos de administração, especialmente em momentos de crise.

Em janeiro, em caso de ampla repercussão, as Americanas anunciaram inconsistências contábeis que resultaram em um rombo financeiro de R$ 20 bilhões. A revelação provocou uma forte queda nas ações e aumentou a insegurança entre investidores, colaboradores e o mercado. Apenas no segundo semestre de 2025 a empresa apresentou sinais de recuperação, com redução de 92,5% do prejuízo. Segundo o CEO Fernando Dias Soares, a reestruturação estratégica foi um dos principais fatores para a melhora dos resultados. Polishop e Bombril enfrentaram situações semelhantes, com pedido de recuperação judicial em 2024 e 2025, respectivamente.

O Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro, teve sua liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central em 18 de novembro de 2025, após investigações revelarem uma fraude financeira bilionária e insolvência. A instituição, que cresceu rapidamente oferecendo CDBs com taxas muito acima da média (até 150% do CDI), tornou-se o centro de um dos maiores escândalos financeiros recentes no Brasil.

Atuação dos conselhos

Para Yoshio Kawakami, sócio-fundador da RAIZ Consultoria e membro da Confraria de Conselheiros e Governança de Curitiba, empresas em risco econômico precisam revisar suas estratégias e, em determinados casos, contar com conselhos mais atuantes. “Em processos de reestruturação, é possível observar conselhos com atuação mais próxima da operação, como no caso da Americanas, com ajustes importantes no digital, incluindo entregas e retiradas em loja”, afirma.

O especialista destaca que, em cenários críticos, essa atuação tende a se intensificar. “Quando a empresa é impactada por instabilidade econômica, torna-se necessário revisar a estratégia e, eventualmente, atuar de forma mais operacional para mitigar riscos e proteger o negócio”, explica.

Além de orientar decisões em momentos adversos, os conselhos desempenham papel fundamental na identificação de riscos futuros. Para Bianca Scarpellini, diretora executiva do Conselho de Família da WPA, fundadora da BS Scarpellini Consultoria e também participante da Confraria de Conselheiros e Governança, o valor do conselho está na qualidade das decisões. “O conselho não executa, ele qualifica, tensiona e sustenta decisões. As empresas não quebram apenas por falta de caixa, mas por decisões mal calibradas”, diz.

Entre os principais indicadores que devem ser monitorados em períodos de instabilidade estão geração de caixa, liquidez, endividamento, perfil da dívida, margens operacionais, inadimplência, eficiência operacional e retenção de talentos. Aspectos como clima organizacional, reputação e governança de stakeholders também ganham relevância.

Na prática, os conselhos apoiam diretamente a gestão de riscos ao definir limites de alçada, estabelecer níveis aceitáveis de exposição, coordenar cenários e estruturar planos de contingência. Mais do que isso, ajudam a promover um ambiente de transparência e agilidade na tomada de decisão. Bianca Scarpellini entende que o conceito de governança evoluiu. “Governança eficiente não é a que controla mais, mas a que permite decisões rápidas com segurança”, complementa.

Nesse contexto, a governança deixa de ser apenas uma estrutura formal e passa a representar um diferencial competitivo. Em um ambiente econômico incerto, empresas com conselhos atuantes e estratégicos tendem a responder melhor às adversidades e a sair delas mais fortalecidas.

Sobre a Confraria

Fundada em 2025, a Confraria de Conselheiros e Governança é composta por 40 líderes empresariais e é voltada ao networking, fomento da governança corporativa e à formação e estruturação de conselhos consultivos e de administração nas empresas.

Tensão entre EUA e Irã pressiona petróleo e eleva custos globais

A escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã nas últimas semanas tem provocado efeitos imediatos nos mercados globais de energia, especialmente no petróleo e seus derivados, reforçando um cenário de instabilidade geopolítica e alta volatilidade.

Desde o início das tensões, o preço do barril chegou a ultrapassar os US$ 100, com picos próximos de US$ 119 após ataques a infraestruturas energéticas e riscos de interrupção no transporte pelo Estreito de Ormuz — rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial. Esse cenário elevou o chamado “prêmio de risco geopolítico”, pressionando custos em toda a cadeia produtiva.

A reação do mercado, no entanto, tem sido marcada por oscilações bruscas. Apenas nesta semana, sinais de um possível cessar-fogo fizeram o petróleo recuar mais de 5%, voltando para a faixa abaixo dos US$ 100, após semanas de forte alta. Ainda assim, analistas apontam que a volatilidade permanece elevada, com impactos diretos sobre inflação, câmbio e custos industriais.

Essa instabilidade já começa a ser sentida no Brasil, especialmente em setores dependentes de derivados do petróleo. De acordo com Luiz Alberto Gomes Jr., diretor-executivo da Acipar, o momento é de cautela. “A gente vive um cenário de muita apreensão. O mercado reage rapidamente a qualquer movimento geopolítico, e isso tem impacto direto nos custos das matérias-primas. O setor está atento e preocupado com a continuidade desse conflito”, afirma.

Entre os reflexos mais imediatos está o aumento nos custos de insumos industriais. Com a pressão sobre a cadeia de petróleo, os óleos lubrificantes podem sofrer reajuste de até 30% a partir de abril, acompanhando a alta recente da commodity. Segundo Luiz Alberto, o cenário ainda é incerto e pode trazer novos impactos. “Esse é um reajuste inicial, mas se o conflito persistir ou se houver novas interrupções no fornecimento global, outros impactos podem acontecer ao longo dos próximos meses”, explica.

Além dos lubrificantes, outros itens ligados à cadeia automotiva e industrial também já apresentam pressão de custos. Aditivos, pneus e diversos insumos derivados do petróleo devem sofrer reajuste, refletindo tanto a alta recente da commodity quanto os custos logísticos e de produção, que tendem a ser repassados ao longo das próximas semanas.

Apesar das recentes sinalizações diplomáticas, o mercado segue sensível a qualquer novo desdobramento no Oriente Médio. Para empresas e consumidores, o momento exige atenção redobrada, planejamento e adaptação a um ambiente econômico cada vez mais influenciado por fatores geopolíticos.

Aurora Garden traduz o novo luxo de viver bem no Ecoville

Com apenas oito casas e arquitetura assinada, lançamento da Damiani combina natureza, conforto e privacidade em um condomínio exclusivo na rua Paulo Gorski

O mercado de casas de alto padrão em Curitiba vive um desafio conhecido: há poucas opções que reúnam projeto contemporâneo, segurança e localização privilegiada. Muitas das construções novas estão em áreas afastadas, enquanto os bairros tradicionais concentram imóveis antigos e pouco tecnológicos. Nesse cenário, o terreno da rua Paulo Gorski, 2043, no Ecoville, tornou-se uma raridade. É ali que nasce o Aurora Garden, novo condomínio horizontal da Damiani Empreendimentos, com oito residências exclusivas ao lado de um bosque preservado.

Mais do que metragem ou tecnologia, o alto padrão imobiliário passou a incorporar um conceito cada vez mais valorizado globalmente: o wellness living. A proposta vai além da estética e do conforto tradicional, integrando arquitetura, natureza e soluções que promovem saúde física e mental no cotidiano.

No Aurora Garden, essa visão se materializa em escolhas de projeto que privilegiam iluminação natural, ventilação cruzada, contato com áreas verdes e ambientes voltados ao relaxamento e à convivência. O condomínio está integrado a um bosque preservado de 680 m² e foi concebido para proporcionar uma experiência de moradia que valoriza silêncio, privacidade e qualidade de vida.

Segundo Marçal Ambrósio, diretor comercial da Damiani ,essa abordagem reflete uma mudança clara no comportamento do público de alto padrão. “Hoje, luxo não está apenas nos acabamentos ou na tecnologia, mas principalmente na experiência de viver bem. Projetos que integram natureza, conforto térmico, iluminação e espaços de convivência passam a fazer parte do conceito de bem-estar dentro de casa”, afirma.

Entre ruas arborizadas e uma atmosfera residencial consolidada, o Aurora Garden traduz exatamente esta proposta, de ser um refúgio urbano: um condomínio que preserva o silêncio e o verde, sem abrir mão do ritmo da cidade. 

Ambrósio explica que mais do que ocupar um endereço nobre, o Aurora Garden foi pensado para responder a uma nova forma de morar. A proposta é unir o conforto e a autonomia de uma casa com a praticidade e a segurança de um condomínio fechado, em um projeto de escala intimista. Da arquitetura autoral à seleção de materiais, cada detalhe traduz o propósito da Damiani de criar empreendimentos que valorizam o bem-estar, a funcionalidade e a estética atemporal.

Arquitetura autoral e residências com identidade própria

O Aurora Garden é resultado de uma curadoria de profissionais reconhecidos. O projeto arquitetônico é assinado por Leonardo Cabral, os interiores levam a assinatura de Elaine Zanon e Cláudia Machado (Arquitetare), e o paisagismo é de Lupion. Cada uma das oito casas tem projeto arquitetônico exclusivo, mantendo, ainda assim, a harmonia estética do conjunto e valorizando a sensação de singularidade.

As metragens variam entre 285 e 332 m², distribuídas em três pavimentos: subsolo com duas vagas de garagem cobertas, área de serviço e depósito; térreo com living integrado, cozinha gourmet, churrasqueira e espaço para adega; e piso superior com quatro suítes, incluindo uma master com banheira.

Entre os diferenciais, estão piscina privativa, piso aquecido em todo o pavimento superior, persianas motorizadas, vidros duplos com tecnologia alemã, elevador individual e infraestrutura para automação, energia solar e veículos elétricos.

Privacidade e estrutura em harmonia

Mesmo em um condomínio de pequenas proporções, o projeto oferece estrutura completa. A área comum reúne uma academia climatizada com equipamentos Life Fitness e um espaço gourmet mobiliado e decorado, além de uma sala gamer com consoles, TV dupla e área de convivência.

Outro pilar do projeto é a segurança patrimonial, desenvolvida em parceria com o Grupo Hanagá, referência nacional em soluções de proteção e controle perimetral. O Aurora conta com portaria blindada, acesso biométrico, monitoramento com inteligência artificial e uma central de delivery protegida, integrada à guarita.

“Nosso objetivo foi oferecer conforto e sociabilidade, sem abrir mão da privacidade. Esse equilíbrio entre convivência e exclusividade é o que define o Aurora”, afirma Ambrósio.

Localização privilegiada

Localizado na Rua Paulo Gorski, o Aurora Garden ocupa uma das áreas mais valorizadas do Ecoville, região reconhecida pelo planejamento urbano, segurança e qualidade de vida. 

O endereço também garante acesso rápido a alguns dos principais pontos de referência da capital: o ParkShopping Barigui e o Pátio Batel, além de instituições de ensino como o Colégio Everest Internacional, o Marista Paranaense e a Universidade Positivo.

O entorno reúne ruas arborizadas, serviços de alto padrão e áreas verdes preservadas, compondo um ambiente residencial consolidado e de alta valorização. Próximo ao Parque Barigui, um dos espaços mais emblemáticos de Curitiba, o bairro oferece opções de lazer ao ar livre, esportes e gastronomia diversa — de restaurantes premiados a cafés e mercados gourmet.

Essa combinação de natureza, infraestrutura e conveniência faz do Ecoville um dos endereços mais desejados da cidade, com vantagens claras para quem decide morar e também para quem pensa em investir.

Mais informações: https://auroraecoville.com.br/

Shoppings divulgam horários de funcionamento para Páscoa

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Os horários de funcionamento dos shoppings em Curitiba sofrerão algumas aterações no feriado da Páscoa. Confira a seguir os horários:

Shopping Palladium Curitiba

Sexta-feira Santa (03/04)

Lojas: 14h às 20h

Praça de alimentação: 11h às 22h

Sábado (04/04)

Lojas: 10h às 22h

Praça de alimentação: 10h às 23h

Domingo (05/04) 

Lojas: das 14h às 20h

Praça de alimentação: 11h às 22h

Endereço: Av. Presidente Kennedy, 4.121 – Portão

Ventura Shopping

Sexta-feira Santa (03/04)

Lojas: 14h às 20h

Praça de alimentação: 12h às 20h

Sábado (04/04)

Lojas e praça de alimentação: 10 às 22h 

Domingo (05/04) 

Lojas: 14h às 20h (abertura facultativa às 12h)

Praça de alimentação: 12 às 20h

Endereço: Rua Itacolomi, 292 – Portão