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Chegada do outono alerta para aumento de doenças respiratórias; saiba como se proteger

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Queda nas temperaturas e ar seco da nova estação criam cenário ideal para infecções e alergias

Com a queda nos termômetros, aumentam os espirros, a tosse e o nariz entupido. Com o início do outono, o alerta à saúde respiratória já está aceso. Dados do Informe de Vigilância das Síndromes Gripais, do Ministério da Saúde, revelam um cenário preocupante — em 2025, o Brasil registrou mais de 120 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

O dado que mais chama a atenção, no entanto, é que o grande pico das doenças ocorreu entre o início de abril e o fim de maio, no auge do outono. Nessa curta janela, de pouco mais de um mês, o país registrou cerca de 58 mil casos, o que representa quase metade (48%) de todas as ocorrências do ano.

Efeitos do clima na imunidade

Durante o outono, a queda brusca da temperatura e a redução da umidade do ar deixam o clima mais frio e seco. O nariz funciona como um filtro responsável por aquecer e umidificar o ar antes que ele chegue aos pulmões e, ao respirar esse ar gelado da estação, todo o mecanismo de defesa sofre um estresse intenso. “A mucosa nasal tende a ficar ressecada, o muco se torna espesso e o transporte mucociliar, que é o sistema natural de limpeza dos seios da face, passa a operar de forma mais lenta. Essa soma de fatores cria um ambiente propício ao surgimento de crises alérgicas e abre as portas para a entrada de vírus respiratórios”, explica Pauline Michelin, otorrinolaringologista do Hospital São Marcelino Champagnat.

Além disso, com o nariz trancado, as pessoas passam a respirar pela boca, o que pode ressecar a mucosa da garganta, aumentando o risco de inflamações e infecções.

Como diferenciar alergias e infecções

Com o aumento da circulação viral, doenças como rinite, sinusite, faringite, resfriados, gripes, crises de asma e otite disparam. Para diferenciar os quadros com tantos sintomas semelhantes, o paciente deve observar a evolução do desconforto. A rinite alérgica não tem duração específica e causa espirros, coceira e coriza clara, sem febre nem mal-estar. Já o resfriado comum dura de cinco a dez dias, trazendo os mesmos incômodos nasais, mas acompanhados de dor de garganta e mal-estar leve, com melhora progressiva na primeira semana.

quadro gripal, por sua vez, tem início abrupto e sintomas intensos que duram pelo menos sete dias, incluindo febre, dor no corpo, dor de cabeça forte e tosse. A sinusite, que pode ser causada por vírus ou bactérias, costuma provocar nariz entupido, secreção mais grossa e esverdeada, sensação de pressão no rosto e diminuição do olfato. “Se os sintomas de sinusite persistirem por mais de dez dias sem melhora, ou houver piora, especialmente acompanhada de febre alta e pus, isso sugere evolução para um quadro bacteriano, podendo haver indicação do uso de antibióticos”, aponta a especialista, ressaltando que, quando os sintomas extrapolam o nariz e afetam o corpo todo, provavelmente o quadro é de infecção viral ou bacteriana associada.

O mito da “friagem”

Muita gente acredita que tomar vento ou pisar descalço no chão gelado é o suficiente para ficar doente nas estações mais frias. A otorrinolaringologista esclarece que o frio, isoladamente, não causa nenhuma infecção, pois a contração de uma gripe ou resfriado só ocorre quando o corpo entra em contato direto com um vírus. “Quando o clima está mais frio, a tendência é passar mais tempo em ambientes fechados, com pouca ventilação e mais próximos de outras pessoas, o que favorece a proliferação de microrganismos”, revela.

O que pode acontecer ao pisar no chão gelado ou ligar o ar-condicionado é o desencadeamento da rinite vasomotora, que se trata de uma hiperreatividade em que o nariz identifica o estímulo da mudança de temperatura como algo ruim e dispara uma crise, com espirros e nariz trancado, frequentemente confundida com um resfriado, mas sem causa alérgica ou infecciosa.

Grupos de risco

Como a via aérea é a mesma, há uma relação direta entre o nariz, que é a porta de entrada do ar, e as doenças pulmonares. Por isso, alguns grupos acabam sendo mais vulneráveis a essas complicações. Pacientes asmáticos, idosos com a imunidade reduzida e crianças que frequentam creches e escolas, devido ao contato direto com os colegas, lideram a lista de risco. “Pessoas com inflamações nasais de base, como rinite alérgica e rinossinusite crônica, ou com alterações anatômicas, como o desvio de septo, também sofrem mais impactos. Qualquer fator que prejudique o bom funcionamento do nariz acaba deixando o indivíduo mais suscetível às doenças dessa época do ano”, alerta a médica.

Tratamentos e prevenções

Para proteger o organismo das SRAGs, algumas medidas simples devem ser adotadas diariamente. Beber bastante água é fundamental para hidratar o corpo e as vias respiratórias, ajudando a tornar a secreção mais fluida e fácil de ser eliminada. A lavagem nasal com soro fisiológico também é essencial na prevenção e no tratamento de crises, pois remove alérgenos, poluentes e o excesso de muco de forma mecânica. “No entanto, mesmo com esses cuidados diários, a vacinação contra a gripe continua sendo primordial para evitar as doenças respiratórias. Não é necessário esperar o frio chegar para se vacinar”, recomenda a especialista.

Em casa ou no trabalho, é importante manter os ambientes ventilados, mesmo nos dias frios, e higienizar os filtros do ar-condicionado, se ele for usado no modo aquecedor. “O uso de umidificadores de ar exige cautela e não deve ultrapassar mais de duas horas seguidas de funcionamento. Caso contrário, a umidade excessiva do cômodo pode favorecer a multiplicação de fungos e ácaros”, finaliza Pauline, que reforça a importância de visitar o consultório médico para o tratamento das doenças respiratórias, a fim de evitar que se torne algo mais grave.

Sobre o Hospital São Marcelino Champagnat

O Hospital São Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia, cirurgia robótica e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

Residencial Córdoba amplia acesso à casa própria em Campo Mourão e reforça estratégia da Pride na região

Novo empreendimento combina condições facilitadas do Minha Casa Minha Vida, infraestrutura completa e localização estratégica para atender famílias em busca do sonho da casa própria

Campo Mourão recebe um novo investimento no setor habitacional com o lançamento do Residencial Córdoba, terceiro empreendimento da Pride Construtora no município. O lançamento será realizado nesta quinta-feira, dia 9, e marca um momento de transformação no perfil dos compradores, que passam a buscar não apenas acesso facilitado ao crédito, mas também mais qualidade de vida dentro dos condomínios.

Voltado a famílias que desejam sair do aluguel e conquistar o primeiro imóvel, o residencial está enquadrado no programa Minha Casa Minha Vida, atendendo principalmente as faixas 2 e 3, com renda entre R$ 2.850 e R$ 8.600. Além disso, famílias da faixa 2 podem contar com subsídios de até R$ 45 mil, o que amplia o acesso à moradia formal. O programa Casa Fácil Paraná, do governo estadual, também pode ser acessado para adquirir unidades no Córdoba.

Para a diretora comercial da Pride, Vevianne Jacques, o empreendimento traduz uma demanda cada vez mais evidente no mercado. “Hoje, o cliente não busca apenas um imóvel acessível. Ele quer um espaço que ofereça qualidade de vida, segurança e bem-estar para a família. O Residencial Córdoba nasce justamente com essa proposta, de entregar mais do que moradia: entregar um novo começo”, afirma.

Nesse cenário, a possibilidade de trocar o aluguel por um financiamento se torna um dos principais atrativos. Mais do que reduzir custos no médio prazo, a aquisição representa a construção de patrimônio e a conquista de estabilidade, fatores decisivos para famílias que desejam planejar o futuro com mais segurança.

Infraestrutura acompanha nova realidade do consumidor

O Residencial Córdoba incorpora uma tendência crescente no mercado imobiliário econômico: a oferta de áreas comuns mais completas. O condomínio contará com guarita, bicicletário, playground, quadra de areia, pet place, espaço fitness externo, salão de festas e área de apoio ao síndico.

Segundo Vevianne, esse cuidado com o projeto reflete a evolução das expectativas do público por parte da Pride. “Existe uma mudança clara no comportamento do consumidor. As pessoas querem viver melhor, mesmo dentro de um orçamento mais acessível. Por isso, pensamos em um condomínio que favoreça convivência, praticidade e segurança no dia a dia”, destaca.

As unidades foram projetadas com plantas inteligentes, que priorizam o melhor aproveitamento dos espaços, trazendo mais praticidade e funcionalidade para o dia a dia dos moradores. Os apartamentos possuem dois quartos, vaga de garagem e opções com jardim privativo (garden). Já o espaçamento entre as torres foi planejado para garantir mais ventilação, iluminação natural e privacidade — diferenciais que impactam diretamente na rotina dos moradores.

Localização e dinamismo econômico impulsionam projeto

Localizado na Rua Alfonso Germano Hruschka, no Jardim Modelo 3, o empreendimento está próximo a importantes pontos da cidade, como o Família Shopping, o Parque de Exposição Getúlio Ferrari, kartódromo, UPA 24h, Detran, unidades da Coamo, além de centros comerciais e supermercados. A proximidade com esses serviços garante a praticidade no deslocamento e valoriza o investimento.

O lançamento também reforça a estratégia da Pride de expandir sua atuação em cidades com forte dinamismo econômico. Campo Mourão, com cerca de 103 mil habitantes, se destaca como polo regional no Centro-Oeste do Paraná, exercendo influência sobre mais de 25 municípios.

A força do agronegócio, com destaque para a presença da Coamo — uma das maiores cooperativas do mundo —, contribui para a geração de emprego, renda e demanda habitacional consistente na região.

“O potencial de Campo Mourão é muito claro. É uma cidade que cresce com base em uma economia sólida, o que gera demanda por moradia de qualidade. Nosso objetivo é acompanhar esse desenvolvimento, oferecendo empreendimentos que estejam alinhados com as necessidades reais da população”, completa a diretora.

Sobre a Pride

Em 2026, a Pride Construtora completa 14 anos de atuação no mercado imobiliário, com mais de 5 mil unidades entregues em diversas cidades do Paraná. Além de contribuir com a economia do estado, gerando empregos e renda, a empresa mantém o foco em empreendimentos voltados tanto para investidores quanto para famílias que desejam conquistar a casa própria, buscando desenvolver projetos alinhados às diferentes realidades e necessidades dos clientes.

É grave ou não? Entenda quando procurar o pronto atendimento ou o serviço eletivo

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Especialistas explicam como diferenciar casos e sintomas que exigem intervenção imediata daqueles que podem esperar por uma consulta agendada

Estudos internacionais apontam que entre 20% e 40% dos atendimentos em serviços de emergência são classificados como não urgentes. No Brasil, levantamentos de secretarias estaduais e hospitais indicam cenário semelhante, com a superlotação frequentemente associada a casos de baixa complexidade. 

A busca por serviços de emergência sem necessidade real contribui para o aumento do tempo de espera de pacientes em situação grave, sobrecarrega equipes e compromete a eficiência do atendimento — mas o movimento inverso também traz riscos relevantes à saúde.

A dúvida sobre quando procurar um pronto atendimento ou um serviço eletivo, no entanto, é mais comum do que se imagina, conta o médico Hael Marcal Chaves Haenisch, coordenador médico do Setor de Emergência no Pilar Hospital, em Curitiba. Uma parcela significativa dos pacientes tem dificuldade em diferenciar situações de urgência de quadros de menor complexidade, especialmente diante de sintomas inespecíficos. 

Como decidir no dia a dia

Nesses casos, a decisão costuma ser guiada mais pela percepção de risco do que pela falta de informação, o que ajuda a explicar tanto a procura excessiva por emergências quanto a demora em buscar atendimento em situações críticas. O especialista lembra que é necessário observar alguns sinais de alerta para a melhor decisão. 

“Dor no peito, falta de ar, desmaios, confusão mental, fraqueza súbita, dificuldade para falar, convulsões, sangramentos intensos ou traumas são exemplos clássicos. Nesses casos, o tempo de resposta faz toda a diferença no desfecho do paciente”, explica. 

Uma forma simples de decidir, orienta, é observar a intensidade e a evolução dos sintomas. Se há sinais súbitos, intensos, piora rápida ou alteração de consciência e respiração, o caminho é o pronto atendimento. Já em quadros leves a moderados, com evolução mais lenta e sem impacto nas funções vitais, o Centro Médico costuma ser a melhor escolha.

“Quando o paciente procura o serviço adequado, o atendimento tende a ser mais rápido, direcionado e eficiente, com menor risco de complicações”, acrescenta. 

Atendimento integrado e continuidade do cuidado

Esse direcionamento também passa pela organização dos serviços de saúde. De acordo com Elena Alves dos Santos Rosa, supervisora do Centro Médico do Pilar, o modelo de atendimento eletivo é estruturado justamente para absorver casos de menor complexidade com mais agilidade e continuidade de cuidado.

“O Centro Médico trabalha exclusivamente com consultas agendadas, voltadas principalmente para acompanhamento, prevenção e tratamento de condições que não exigem intervenção imediata. Isso permite um atendimento mais organizado e focado na necessidade do paciente”, explica.

Segundo ela, a estrutura integrada facilita toda a jornada. “Além das consultas, o paciente já pode sair com retornos, exames e procedimentos encaminhados, o que reduz etapas e evita que ele precise buscar esse cuidado em diferentes locais”, afirma.

A proximidade com o hospital também garante suporte em situações mais complexas. “Embora o atendimento no Centro Médico seja eletivo, estamos totalmente conectados à estrutura hospitalar. Se houver necessidade de avaliação emergencial ou internação, esse encaminhamento é feito de forma ágil e segura”, destaca.

Elena ressalta que essa integração contribui diretamente para a eficiência do sistema como um todo. “Quando cada serviço é utilizado de forma adequada, conseguimos reduzir a sobrecarga no pronto atendimento e garantir que os pacientes recebam o cuidado certo no momento certo, com mais segurança e qualidade”, conclui.

Sobre o Pilar Hospital

Com mais de 60 anos de tradição, o Pilar Hospital é reconhecido como referência na integração de tecnologia avançada e atendimento humanizado. Localizado no bairro Bom Retiro, em Curitiba, o hospital atende pacientes de todo o Paraná, oferecendo suporte essencial em diversas especialidades médicas. Sua estrutura robusta inclui  81 unidades de internação (enfermaria e apartamento) e 39 unidades de terapia intensiva e o Pilar Centro Médico, que realiza procedimentos ambulatoriais e cirúrgicos de baixa complexidade, em regime de hospital dia, consolidando seu papel na qualidade e acesso à saúde para os paranaenses.

A nova era da engenharia: construindo o futuro e liderando a transformação em 2026

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Por Eiki Higaki – Diretor de Operações da Construtora Elevação

Ao longo da minha trajetória, observei a engenharia brasileira passar por diversas fases, mas o momento que vivemos hoje é, sem dúvida, o mais vibrante e desafiador. Em 2026, não estamos apenas operando em um mercado mais complexo; estamos protagonizando um verdadeiro salto de maturidade. A questão central agora não é mais como o setor de grandes obras irá mudar, mas como nós, líderes da engenharia, estamos moldando esse novo ciclo de crescimento, eficiência e inovação. O cenário atual combina um avanço tecnológico acelerado com uma governança cada vez mais sólida, criando um ambiente de negócios confiável, onde a previsibilidade é a maior aliada.

Essa dinâmica de movimento e adaptação é reforçada por eventos globais que aquecem as cadeias produtivas e elevam o nível de competitividade, exigindo o melhor da nossa engenharia. No cenário nacional, a profissionalização contínua do setor tem incentivado um rigor técnico e uma clareza contratual que antes eram metas distantes e hoje são realidade. Entendo que essa transformação passa, obrigatoriamente, pela consolidação da inteligência digital. Ferramentas como o BIM e o monitoramento orientado por dados deixaram de ser tendências para se tornarem o coração da nossa estratégia. Elas nos dão a capacidade de antecipar riscos e integrar informações entre o projeto e o canteiro de obras, com uma precisão que garante o máximo valor em cada entrega.

Essa evolução tecnológica caminha lado a lado com uma mudança profunda na cultura de mercado. Estamos superando o modelo baseado exclusivamente no “menor preço” para abraçar propostas que consideram o equilíbrio técnico e a matriz de risco de forma justa. Quando o mercado compreende que o preço está associado à segurança e à qualidade, os projetos ganham estabilidade e entregam melhores resultados para toda a sociedade. Afinal, grandes obras de infraestrutura são organismos únicos; elas exigem uma engenharia aplicada de forma personalizada, que respeite as especificidades de cada terreno, clima e contexto urbano para alcançar a excelência.

Todos esses avanços convergem para o que temos de mais valioso: as pessoas. O crescimento expressivo que vimos recentemente, com o setor movimentando cerca de R$ 250 bilhões no Brasil apenas em 2025, evidenciou que o nosso maior patrimônio é a inteligência humana qualificada. Ver bilhões de reais em obras de infraestrutura e saneamento é prova da vitalidade do nosso setor e da nossa capacidade de gerar oportunidades. Isso nos motiva a investir continuamente na formação de talentos que sustentem essa expansão.

Olhando para frente, o cenário de 2026 aponta para uma engenharia mais humana, integrada e orientada por decisões inteligentes. Acredito que incorporar inovação e planejamento estruturado é o caminho para transformar a complexidade em progresso real. Com a certeza de que a engenharia brasileira está mais preparada do que nunca para entregar a infraestrutura que o futuro do nosso país exige.

MRV aposta em educação financeira com Gil do Vigor e leva sonho da casa própria ao Big Brother Brasil 26

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Maior construtora da América Latina fortalece estratégia e amplia presença no reality em 2026

A MRV reforça seu compromisso de tornar a casa própria cada vez mais acessível com a ampliação da parceria com o economista e influenciador Gil do Vigor. Iniciada em 2025 com foco em educação financeira, relacionamento com o consumidor (via ferramentas de CRM) e produção de conteúdo, a colaboração evolui em 2026 com a presença do economista em ações da marca no Big Brother Brasil 26, levando ao público informações claras sobre como conquistar o primeiro imóvel.

Economista, professor e doutorando em Economia pela Universidade da Califórnia em Davis (EUA), Gil construiu uma trajetória marcada por superação. Antes do reconhecimento nacional, viveu de aluguel e enfrentou inclusive situações financeiras difíceis — experiência que hoje o conecta de forma genuína a milhões de brasileiros que sonham com a estabilidade da casa própria.

Essa vivência, aliada à sua capacidade de traduzir temas complexos em linguagem acessível, foi determinante para a MRV escolhê-lo como parceiro estratégico. Desde o início da parceria, em 2025, a companhia desenvolveu uma série de conteúdos educativos sobre a jornada de compra do imóvel, esclarecendo dúvidas sobre financiamento, uso do FGTS, etapas do contrato e planejamento financeiro.

No CRM, a estratégia foi além: mensagens personalizadas com o Gil passaram a ser enviadas de acordo com o momento do cliente no funil de compra, oferecendo encorajamento, clareza sobre os próximos passos e informações objetivas para apoiar a decisão de adquirir um imóvel. Já nas redes sociais da MRV, vídeos didáticos e bem-humorados gravados pelo influenciador ajudaram a desmistificar o processo e a diminuir receios comuns na hora de tirar do papel o desejo de comprar um apartamento.

“O sonho da casa própria é sobre ter dignidade, segurança e realizar uma das maiores conquistas da vida. Eu sei o que é não ter essa estabilidade. Já morei de aluguel, já enfrentei dificuldade. Por isso, falar sobre educação financeira e mostrar que é possível, sim, se organizar e conquistar o sonhado apê é algo que faço com o coração. Quando a gente entende o caminho, o sonho deixa de ser distante e vira plano”, afirma Gil.

Da conversão à experiência dentro do reality

Em 2025, a MRV já havia marcado presença no Big Brother Brasil com uma ativação que transformou o quarto do líder em um apê completo da construtora, aproximando o público da experiência real de morar em um imóvel da marca. A ação gerou aumento expressivo nos atendimentos digitais e fortaleceu a conexão emocional com potenciais compradores.

Em 2026, a estratégia ganhou um novo capítulo. Gil do Vigor participou de uma ação especial dentro da casa do BBB 26, durante a Festa do Líder, para apresentar lançamentos e oportunidades da MRV, reforçando as facilidades proporcionadas pela construtora com o apoio do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV).

Com uma renda familiar bruta a partir de R$ 2.850,00, o público já pode acessar condições diferenciadas do MCMV, com taxas de juros pré-fixadas, uso do FGTS e prazos de financiamento de até 35 anos. Esses fatores trazem previsibilidade e ampliam o acesso ao crédito imobiliário.

Para Aléxia Duffles, Diretora de Marketing da MRV, a parceria da marca com Gil do Vigor une credibilidade técnica, conexão emocional e estratégia de negócios.

“O Gil reúne atributos muito importantes para nossa conversa com o público: ele é economista, explica com clareza cada etapa da jornada financeira e, ao mesmo tempo, fala com verdade sobre o que significa conquistar a casa própria. Em 2026, ampliamos essa presença para dentro do BBB, conectando entretenimento, informação e conversão. Nosso objetivo é mostrar que o sonho é possível — e que a MRV está preparada para acompanhar o cliente em cada passo dessa jornada”, destaca Aléxia.

Sobre a MRV

Com 46 anos de mercado e o propósito de construir sonhos que transformam o mundo, a MRV é uma das cinco empresas que compõem o grupo MRV&CO. É considerada a maior construtora e incorporadora da América Latina, tendo como foco empreendimentos residenciais econômicos, com preços acessíveis para um público que busca o sonho da casa própria. A companhia já entregou mais de 500 mil chaves. Hoje, mais de 1,6 milhão de pessoas vivem em um imóvel construído pela MRV. Acesse e conheça mais sobre a companhia www.mrv.com.br.

Grupo Vellore aposta em lançamentos e experiências na Feicon 2026

Empresa apresenta nova parafusadeira Famastil e leva lançamentos das marcas Foxlux e Famastil para a principal feira da construção da América Latina

O Grupo Vellore, referência nacional no setor de materiais de construção, participa da Feicon 2026, realizada no São Paulo Expo, em São Paulo, entre os dias 7 e 10 de abril. Durante o evento, a empresa apresentará uma série de lançamentos, demonstrações práticas de produtos e ativações com o público. Entre os destaques está a nova Parafusadeira/Furadeira de Impacto a Bateria 21V Famastil, além de novidades do portfólio das marcas Foxlux e Famastil.

Considerada uma das principais vitrines do setor na América Latina, a feira também será palco de ações especiais promovidas pelo grupo. Durante o evento, o estande contará com ativações que envolvem parceiros patrocinados pela empresa, como o Bahia Esporte Clube e o piloto da Stock Car Zezinho Muggiati, que participarão de interações com o público e convidados ao longo da programação.

Com presença em milhares de pontos de venda no Brasil e atuação consolidada por meio das marcas Foxlux e Famastil, o Grupo Vellore leva à feira soluções voltadas para diferentes perfis de consumidores, que vão desde eletricistas e profissionais da construção civil até usuários domésticos e hobbistas.

“A Feicon é um dos principais pontos de encontro do setor e uma vitrine importante para apresentarmos nossas inovações, fortalecer o relacionamento com parceiros e receber clientes estratégicos em nosso estande para a realização de novos negócios, além de acompanhar as transformações do mercado. Estar presente no evento reforça nosso compromisso com o desenvolvimento contínuo do setor e com a ampliação do nosso portfólio”, afirma Laufran Wosniak, CEO do Grupo Vellore.

Novidades para o setor

O principal destaque do estande é a Parafusadeira/Furadeira de Impacto a Bateria 21V Famastil, lançamento que reforça a estratégia da marca de ampliar seu portfólio com soluções mais robustas e voltadas a aplicações de maior exigência. O equipamento combina potência, mobilidade e praticidade, consolidando a presença da Famastil no segmento de ferramentas elétricas e ampliando a oferta da marca para profissionais e usuários que buscam alto desempenho no dia a dia. O modelo conta com duas baterias, carregador bivolt e LED auxiliar para iluminação da área de trabalho, recursos que ampliam a autonomia e a eficiência no uso.

Além da parafusadeira, o estande também será palco para a apresentação de outros lançamentos do portfólio da Famastil. Entre as novidades apresentadas durante a feira estão o soprador térmico, a motosserra portátil e a linha de chaves isoladas 1000V, soluções desenvolvidas para aplicações profissionais e atividades de manutenção. As novidades reforçam a estratégia da marca de ampliar seu portfólio com ferramentas voltadas a diferentes demandas do setor, combinando desempenho, segurança e praticidade no uso.

Já a Foxlux apresentará na feira a nova bomba para água suja e o kit LED solar portátil, ampliando o portfólio da marca em soluções voltadas a aplicações práticas do dia a dia. No estande também estarão expostos produtos já consolidados no mercado, como a fita isolante e as abraçadeiras, que figuram entre os campeões de venda da marca.

No estande J010, localizado no Pavilhão 1, os visitantes poderão conhecer de perto os lançamentos, acompanhar demonstrações práticas dos produtos e participar de ativações preparadas pelas marcas ao longo da programação da feira. O espaço contará ainda com soluções aplicadas em ambiente real de uso, permitindo que visitantes e clientes testem e compreendam, na prática, o funcionamento das tecnologias e aplicações desenvolvidas pela empresa.

Grupo Vellore

O Grupo Vellore é referência nacional no segmento de materiais de construção, com um portfólio de mais de 1.200 produtos, atuação em todo o território brasileiro e presença internacional por meio de exportações para seis países. Detentor das marcas Foxlux, com soluções em iluminação, materiais elétricos, bombas d’água e utilidades, e Famastil, com ferramentas, jardinagem e linha agrícola, o Grupo conta com fábrica própria em Pinhais (PR) e escritório em Ningbo, na China. Além da indústria, o Grupo Vellore opera um ecossistema de negócios que integra varejo, tecnologia, serviços e soluções financeiras, por meio da Iluzze, Vellore Ventures, Sobmedida e F2 Bank. Com foco no desenvolvimento contínuo, inovação e geração de oportunidades, o Grupo Vellore conecta marcas, mercados e soluções para impulsionar profissionais, parceiros e negócios no Brasil e no exterior.

Autonomia após o AVC: reabilitação e cirurgia podem devolver qualidade de vida

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Especialista explica como tratamentos e intervenções cirúrgicas ajudam a melhorar movimentos e facilitar as atividades do dia a dia desses pacientes

No Dia Mundial da Saúde (7 de abril), que neste ano destaca a importância da cobertura universal, o debate sobre acesso ao cuidado ganha uma dimensão que vai além do atendimento emergencial. No caso do Acidente Vascular Cerebral (AVC), garantir qualidade de vida passa também pela continuidade do tratamento, com reabilitação e, em alguns casos, intervenções cirúrgicas que podem devolver autonomia e independência ao paciente.

O AVC ocorre quando há interrupção do fluxo de sangue para o cérebro, o que pode causar a morte de células cerebrais e deixar sequelas motoras, cognitivas e de fala. Entre os principais fatores de risco estão hipertensão, diabetes, sedentarismo, tabagismo e alimentação inadequada — muitos deles relacionados ao estilo de vida e passíveis de prevenção.

De acordo com estimativas da Sociedade Brasileira de AVC, mais de 300 mil novos casos da doença são registrados por ano no país. Embora mais comum em idosos, a condição também atinge adultos mais jovens. Estimativas de entidades de saúde indicam que entre 10% e 15% dos casos ocorrem antes dos 50 anos. As mortes provocadas por AVC ficam em torno de 100 mil por ano, segundo dados do Ministério da Saúde.

Os números reforçam não apenas a importância de campanhas de diagnóstico precoce, mas também a necessidade de ampliar o acesso a informações sobre abordagens que ajudem a recuperar a qualidade de vida de quem é afetado pelo AVC — hoje uma das principais causas de morte e incapacidade no país.

O tema dos tratamentos, no entanto, é pouco difundido, de acordo com o médico Ivan Kuhn, ortopedista do Hospital Angelina Caron (HAC), na Região Metropolitana de Curitiba. “Ainda existe muito desconhecimento sobre essas possibilidades. São poucos os cirurgiões que realizam esses procedimentos, e muitos pacientes acabam recebendo o diagnóstico de sequela definitiva sem uma avaliação mais aprofundada sobre o potencial de melhora”, explica.

Alternativas viáveis para casos avançados

As abordagens, diz o especialista, incluem procedimentos cirúrgicos ortopédicos que atuam diretamente nos músculos, tendões e nervos afetados. As técnicas vão desde alongamentos musculares e liberações articulares até intervenções mais específicas, como neurectomias e transferências tendinosas, com o objetivo de reduzir a espasticidade (contração involuntária) e melhorar a função dos membros.

“Essas cirurgias são indicadas, principalmente, para casos mais graves, em que a reabilitação e a aplicação de toxina botulínica já não apresentam resposta satisfatória”, reforça Kuhn. “Quando bem indicada, apesar de não recuperar a totalidade do movimento, a cirurgia melhora a capacidade funcional e facilita a realização das atividades de vida diária”, acrescenta o médico, que é responsável pelos procedimentos no HAC. Com efeitos permanentes, os resultados começam a ser percebidos a partir de dois meses do pós-operatório.

Reabilitação associada

A reabilitação precoce e conduzida por uma equipe multidisciplinar — com profissionais como fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais — tem papel fundamental na recuperação. Segundo o médico, esse acompanhamento ajuda o paciente a reconhecer os ganhos obtidos com a cirurgia e a atingir o melhor nível funcional possível após a intervenção.

“A cirurgia deve sempre estar associada à reabilitação, pois é essa combinação que potencializa os resultados”, afirma. “Além disso, é fundamental manter a imobilização quando indicada, cuidar adequadamente dos curativos e comparecer aos retornos com a equipe médica”, completa.

 Sobre o Hospital Angelina Caron

O Hospital Angelina Caron tem como missão promover saúde com excelência, segurança e gestão eficiente, assegurando atendimento integral, humanizado e qualidade de vida aos seus mais diversos públicos. Localizada ao lado de Curitiba, em Campina Grande do Sul, a instituição é um centro médico-hospitalar de referência no Sul do Brasil. Tem como pilares os mais rigorosos princípios éticos e o compromisso social, além de 42 anos de tradição para oferecer a melhor promoção em saúde e possibilitar a retomada da qualidade de vida. O HAC realiza mais de 400 mil atendimentos por ano em pacientes de todo o país, incluindo particulares e por convênios, sendo um dos maiores parceiros do SUS no estado. É o maior centro transplantador de órgãos sólidos do Paraná, com mais de 3 mil transplantes realizados. A instituição é referência nacional em saúde de alta complexidade, com atuação em todas as vertentes da medicina, incluindo procedimentos de cirurgia robótica. Com investimentos constantes em tecnologia e equipamentos de última geração, também se destaca como um centro tradicional de fomento ao ensino e à pesquisa.

Font Life apresenta novidades e novo posicionamento na ExpoApras 2026

Empresa paranaense lança produtos, entra no segmento premium e reforça propósito com o conceito “Viva Mais”

A Font Life, tradicional indústria de água mineral do Paraná, prepara novidades e marca uma nova fase durante a ExpoApras 2026, maior feira de supermercados do estado, que acontece nos dias 14, 15 e 16 de abril no Expotrade Convention Center, em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. O evento reúne mais de 450 marcas expositoras em uma área de aproximadamente 25 mil metros quadrados e deve movimentar mais de R$ 1,1 bilhão em negócios, consolidando-se como um dos principais encontros do varejo alimentar no Brasil.

Na feira, a empresa apresenta novos produtos e, principalmente, seu reposicionamento de marca, que passa a ser guiado pelo conceito “Viva Mais”. A proposta amplia o papel da Font Life no mercado, que deixa de ser apenas uma fornecedora de água mineral para se posicionar como uma marca conectada a bem-estar, consciência e qualidade de vida.

Entre os lançamentos, um dos destaques é a linha infantil Elefontinho, criada para estimular de forma lúdica a educação ambiental e o hábito da hidratação entre crianças. O projeto também tem impacto social direto, já que parte das vendas é destinada ao Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba.

Outro movimento estratégico é a entrada no segmento premium com a linha Font Life Supreme, composta por garrafas de vidro voltadas ao mercado de gastronomia e hospitalidade. A valorização da cultura paranaense também ganha espaço com a Font Life Collection, que traz rótulos colecionáveis com pontos turísticos do estado. As ilustrações são assinadas por artistas autistas, dentro do projeto A(u)tistas, iniciativa que promove inclusão, visibilidade e geração de renda para talentos neurodivergentes. 

“O que apresentamos na ExpoApras é mais do que novos produtos, é uma nova forma de enxergar o nosso papel como empresa. Queremos que a Font Life esteja presente na vida das pessoas de forma mais consciente, incentivando escolhas melhores no dia a dia”, afirma Célio Baggio, proprietário da empresa.

Segundo ele, o conceito “Viva Mais”, que está sendo desenvolvido pela empresa The Great Full Marketing,  se sustenta em três pilares que orientam todas as decisões da marca. O primeiro é o Viva Mais Consciente, com foco na preservação dos recursos naturais e na responsabilidade social. O segundo é o Viva Mais Saudável, que incentiva hábitos de hidratação e bem-estar. E o terceiro é o Viva Mais Qualidade, que reforça o compromisso com produtos que atendem desde o consumo cotidiano até o mercado premium.

“Estamos vivendo um novo momento. Não se trata apenas de vender água, mas de oferecer direcionamentos de vida. A ExpoApras é o palco ideal para mostrar essa transformação e nos aproximar ainda mais dos nossos parceiros e consumidores”, completa Baggio.

O estande da Font Life na feira também reflete esse novo posicionamento, com experiências que conectam produto, propósito e consciência, incluindo a presença de elementos visuais da linha cultural e das iniciativas sociais apoiadas pela marca.

Benefícios para visitantes

Revendedores da empresa estarão no local oferecendo consultoria sobre o mix de produtos e atendimento direto aos clientes, que poderão aproveitar condições especiais para pedidos realizados durante a feira.

Os visitantes do estande também receberão brindes exclusivos, como kits com itens da linha infantil e squeezes térmicas.

Sobre a ExpoApras 2026

A edição anterior registrou crescimento superior a 20%, reforçando a relevância da feira como ambiente estratégico para geração de negócios, networking e atualização profissional.

Neste ano, a programação contará com palestras, fóruns e painéis sobre comportamento do consumidor, gestão, inovação, tecnologia e tendências do varejo, reunindo especialistas e lideranças do setor.

Inscrições: www.apras.org.br/expoapras

Infarto em jovens cresce no Brasil

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Infarto em jovens cresce no Brasil

Especialista aponta estilo de vida como principal causa, reforça sinais de alerta, fatores de risco e estratégias de prevenção

O que antes era uma preocupação quase exclusiva da terceira idade, agora acende um alerta entre jovens adultos: cada vez mais pessoas de até 40 anos têm sofrido ataques cardíacos.

Nas últimas duas décadas, o Ministério da Saúde registrou um aumento de 150% nas internações por infarto nessa faixa etária. Apenas entre 2022 e 2024, foram mais de 234 mil atendimentos relacionados a essa condição em indivíduos dessa idade.

Para o cardiologista e professor do curso de Medicina do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão (PR), Ricardo Alves Correa, esse fenômeno está diretamente ligado às mudanças no estilo de vida. “Vivemos em um ritmo mais intenso e estressante. Isso favorece a má alimentação, reduz o tempo para atividade física e aumenta o consumo de substâncias nocivas como cigarro e álcool”, explica.

Segundo o médico, a combinação desses fatores expõe cada vez mais cedo as artérias coronárias ao desenvolvimento de placas de ateroma, que são depósitos de gordura, colesterol e outras substâncias nas paredes dos vasos sanguíneos. Essas alterações silenciosas podem evoluir para um infarto grave. 

Fatores de risco

Os fatores de risco que levam ao infarto são classificados em dois grupos: os não modificáveis, como idade e histórico familiar, e os modificáveis, fortemente relacionados ao estilo de vida. Entre os mais jovens, dois deles se destacam: o tabagismo e o diabetes.

“Isoladamente ou associados, eles estão entre os principais responsáveis pelo infarto nessa faixa etária. Obesidade, sedentarismo e hipertensão também contribuem para a antecipação dos problemas cardíacos. Em comum, todos esses fatores favorecem a formação da placa de ateroma, que é o primeiro passo da doença coronariana”, afirma o doutor Ricardo.

Sintomas não podem ser ignorados

Ao contrário do que se imagina, o infarto em pessoas jovens não costuma ser “mais leve”. Os sinais são semelhantes aos observados em adultos com mais idade. “O principal sintoma é a dor no peito, geralmente descrita como aperto, peso ou opressão. Náuseas, palpitações e falta de ar também podem surgir”, detalha o cardiologista.

A atenção deve ser redobrada quando o desconforto aparece após esforço físico ou momentos de forte estresse emocional. “O infarto não vem ‘do nada’, como muitos imaginam. Por isso, qualquer dor torácica deve ser investigada”, reforça o médico. 

Como evitar o infarto?

Em grande parte dos casos, o risco de eventos cardíacos pode ser reduzido com mudanças consistentes no estilo de vida.

Manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física regular, controlar o peso, monitorar pressão arterial, colesterol e glicemia e abandonar o tabagismo são ações fundamentais. “O controle dessas comorbidades, aliado à interrupção de vícios, reduz significativamente as chances de um infarto”, explica Correa.

O médico ainda reforça os cuidados para quem tem casos na família. “Homens antes dos 55 anos e mulheres antes dos 60 anos precisam de atenção especial. Esse grupo deve ter uma estratégia preventiva mais rigorosa, com acompanhamento regular e realização de exames adequados”, orienta.

Sobre o Centro Universitário Integrado

Localizado em Campo Mourão–PR, o Centro Universitário Integrado oferece, há mais de 25 anos, ensino superior de excelência reconhecido pelo MEC, com nota máxima (5) no Conceito Institucional. Alinhado às demandas do mercado, a instituição busca promover uma formação voltada ao desenvolvimento de competências essenciais para os profissionais de hoje e do futuro.

Conta com infraestrutura moderna, laboratórios com tecnologia de ponta, metodologias de ensino inovadoras e um corpo docente com sólida experiência acadêmica e prática profissional.

Em 2022, implementou o Integrow — Ecossistema de Inovação Integrado, voltado à promoção da cultura empreendedora, da pesquisa aplicada e da inovação.

Atualmente, o Integrado oferece mais de 60 cursos de graduação nas modalidades presencial, semipresencial e a distância — incluindo áreas como Direito, Medicina e Odontologia — além de mais de 70 cursos de pós-graduação em diversas áreas do conhecimento.

Crédito da foto: Freepik

Afinidade para os negócios: dois irmãos, uma mesma direção e um app que acelera o transporte corporativo

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A história dos paranaenses Leandro e Maurício é marcada por respeito mútuo, rivalidade zero e foco na entrega além do prometido. Esse é o motor do app “Autonomoz”

A história dos paranaenses Leandro e Maurício Dias de Farias é movida por alinhamento, confiança e zero disputa interna. Sem derrapagens de ego ou disputas por espaço, os irmãos seguem na mesma pista há mais de duas décadas, com foco em performance, entrega acima do prometido e visão de longo prazo. Esse conjunto é o verdadeiro motor da Autonomoz, plataforma de mobilidade corporativa que conecta empresas a motoristas parceiros por meio de tecnologia.

A trajetória começa em Cuiabá (MT), e percorre estradas improváveis até chegar a operações de transporte corporativo de alta complexidade. Ao longo do caminho, os irmãos aprenderam a trocar marchas em momentos de crise, a manter o controle mesmo em terrenos instáveis e, sobretudo, a ler o mapa antes de acelerar. O resultado é um negócio sólido, construído com decisões difíceis, resiliência e atenção constante às curvas do mercado.

Desde cedo, Leandro e Maurício já demonstravam inquietação. “Desde moleque eu queria ser empresário”, lembra Maurício. O combustível vinha de casa: pai, avós e outros familiares sempre estiveram ligados ao empreendedorismo, especialmente no setor rodoviário e no comércio. Mas foi fora do Brasil que essa vocação ganhou tração e passou por seu primeiro teste de resistência.

Um ano que mudou a rota

No início dos anos 2000, os irmãos decidiram passar uma temporada nos Estados Unidos, país que eles definem como a Meca do empreendedorismo. Não houve glamour nem pista livre. “Lavamos carro, fomos manobristas e até garçom. Fizemos de tudo para ganhar dinheiro”, conta Maurício. A experiência foi dura, mas funcionou como escola prática — daquelas que exigem braço firme na direção.

Leandro destaca o impacto cultural daquela vivência. “Eu admiro muito a cultura americana de fazer negócios. Se você se destaca, tem recompensa pelo que faz. Lá, o empresário é aplaudido. Aqui, muitas vezes, ele é criticado.” Essa lógica de meritocracia e respeito ao risco passou a orientar as decisões que viriam depois.

O retorno ao Brasil, em 2001, foi acelerado pelo temor gerado pelos atentados de 11 de setembro. “Se não fosse isso, a gente não teria voltado. Nossa mãe ficou muito preocupada”, relembra Leandro. E o que parecia uma freada brusca acabou sendo apenas uma parada estratégica antes de uma longa jornada empreendedora.

Primeiras engrenagens e divisão de papéis

O primeiro projeto veio em 2006, quando Maurício iniciou um negócio de transporte escolar em Cuiabá, vencendo uma licitação para atender a área rural. Leandro ainda empreendia por outra pista, atuando com marketing digital, mas já apoiava o irmão em manobras pontuais.

A união definitiva aconteceu alguns anos depois, após a crise do subprime, em 2008, que afetou os negócios de Leandro em Curitiba. “Quando isso passou, surgiu a oportunidade na locação de veículos. Foi quando integrei de vez a operação”, afirma. A partir daí, as funções ficaram bem distribuídas, como em uma equipe de rali bem ajustada: Leandro assumiu a condução de toda a operação nas pontas, com a responsabilidade de manter a eficiência de todas as atividades. Já Maurício ficou com o backoffice, administrativo e o financeiro.

Estradas difíceis, decisões firmes

A expansão levou os irmãos a desafios que poucos aceitariam enfrentar. Contratos com grandes construtoras abriram caminho para o transporte de trabalhadores em obras de hidrelétricas no Mato Grosso e em Rondônia. “No meio do bioma amazônico, numa cidade desconhecida, com pouca infraestrutura. Isso exigiu muita coragem e determinação”, lembra Leandro.

Tudo começou de forma bastante difícil. “Compramos ônibus de massa falida, ativos de terceira mão, e colocamos para rodar”, conta Maurício. Aos poucos, a frota foi sendo renovada até atingir padrão zero quilômetro e serviços premium. Os próprios irmãos assumiam funções operacionais. “Já dirigi ônibus, levei veículo para oficina, fiz de tudo”, relembra Maurício. Em Porto Velho, quando nosso abastecedor do turno noturno faltou e não havia ninguém para fazer o trabalho, Leandro e o gerente operacional Odair, que continua na empresa até hoje, foram para a linha de frente abastecer a frota. “Nossa operação era 24 horas. Se alguém falhava, a gente assumia.”

Crises, desvios e novas rotas

A Operação Lava Jato representou mais uma mudança abrupta no trajeto. Obras foram paralisadas, contratos cancelados e o segmento de construção de grandes obras praticamente estagnou. Mais uma vez, foi preciso decidir: parar no acostamento ou recalcular a rota.

A resposta veio com os aplicativos de transporte. Os irmãos passaram a atuar como frotistas, alugando veículos para motoristas logo no início da Uber em São Paulo. “Jamais imaginávamos que, alguns anos depois, teríamos a nossa própria plataforma”, admite Leandro. Com a entrada das grandes locadoras, a partir de 2017, o modelo perdeu competitividade — e a necessidade de reinvenção voltou ao painel de direção.

A virada e o nascimento da Autonomoz

A virada veio com o setor ferroviário, mas em operações tradicionais de transporte de pessoal dessas companhias, com a empresa Rhyno. Já a Autonomoz é fundada na sequência, nascendo como centro de controle para essas operações da Rhyno, que substituíram 32 empresas. A operação cresceu rapidamente, exigindo tecnologia embarcada, monitoramento constante e um centro de controle 24 horas. Assim foi criada a Autonomoz — primeiro como centro de controle, e na sua expansão depois disso como uma plataforma completa de mobilidade corporativa.

“O projeto com a ferrovia substituiu 32 fornecedores. Entregamos mais do que prometemos e resolvemos os problemas do cliente”, resume Maurício. Para os irmãos, o cliente é quem sustenta o negócio. “Muita gente acha que o empresário não tem patrão. Mas tem, sim: é o cliente”, reforça Leandro.

Tecnologia no painel, pessoas no comando

Hoje, a Autonomoz opera em mais de 175 cidades, em 14 estados, com quase mil motoristas parceiros ativos. São mais de dois mil passageiros transportados por mês e mais de 220 mil viagens realizadas em 2025. A expectativa é encerrar o ano com receita de R$15 milhões, crescimento de 18%. Esse valor representa o “take rate” e é a principal fonte de receita para esse modelo de negócio, funcionando como um custo de intermediação para conectar as duas pontas do negócio (motoristas e a empresa). A Autonomoz presta serviços para grandes empresas como a Rumo Logística, Raizen, Grupo Votorantim (Cimentos, Nexa, Auren e CBA), entre outras.

As operações se sustentam em quatro pilares: eficiência, economia, sustentabilidade e segurança. A Autonomoz foi pioneira no uso de videotelemetria embarcada em veículos de aplicativo, com um Centro de Segurança Operacional ativo 24 horas. Ainda assim, os fundadores reforçam que tecnologia nenhuma substitui pessoas alinhadas e comprometidas.

Dois irmãos, o mesmo destino

A sociedade entre Leandro e Maurício é um dos principais ativos da empresa. Unidos desde a infância, da mesma geração e com decisões sempre compartilhadas, eles seguem dirigindo o negócio com confiança mútua. “O empreendedorismo é muita porrada e algumas alegrias. Por isso, a confiança é essencial”, resume Leandro.

Depois de mais de duas décadas na estrada, os irmãos seguem olhando para frente. “A gente foi pra onde ninguém ia”, diz Leandro. E é com essa mesma disposição para pegar caminhos pouco explorados que novas ideias já aguardam o sinal verde para sair do papel

Foto: da esq. para a direita: Mauricio e Leandro – Autonomoz

Créditos: Divulgação Autonomoz