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Chef Vania Krekniski assina novo menu autoral de jantar do Restaurante Trinitas

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Premiada chef curitibana traz sua bagagem multicultural para pratos que mesclam sofisticação, afeto e técnica apurada e criam momentos e sabores inesquecíveis

O jantar do Restaurante Trinitas, no NH Collection Curitiba, agora é assinado pela chef curitibana Vania Krekniski, que apresenta um menu autoral inspirado na cozinha brasileira contemporânea. Curitibana de nascença e apaixonada pela alma da cozinha brasileira, a chef Vania Krekniski já é um patrimônio vivo da gastronomia da capital paranaense. À frente do Limoeiro Casa de Comidas desde 2010, ela agora estreia em um novo palco para a sua visão singular e multicultural do que é alimento para o corpo e o coração.

Com uma trajetória que soma mais de 20 anos de dedicação e intensa pesquisa técnica, Vania é conhecida por uma culinária que vai muito além do preparo perfeito. Trata-se de uma alquimia delicada que une identidade local, sofisticação e uma generosa dose de afeto. Esse talento genuíno em despertar memórias afetivas por meio de pratos originais já lhe rendeu merecido destaque nas principais premiações e guias do setor. “O menu que desenhamos para as noites do Trinitas busca celebrar uma culinária multicultural, transformando ingredientes rigorosamente selecionados em histórias que podem ser sentidas e saboreadas”, destaca.

Para o diretor do NH Collection Curitiba, Antonio Albuquerque, a nova fase do jantar do Trinitas chega com a promessa de agradar a todos os paladares. “Ter uma das profissionais mais respeitadas e premiadas de Curitiba escrevendo esse novo capítulo conosco reforça nosso compromisso de oferecer uma experiência única aos nossos visitantes, prezando sempre pela sofisticação e pela essência da culinária autoral.”

Além da nova chef à frente do menu, o restaurante do hotel ainda conta com uma seleção de ingredientes premium especialmente selecionados e, em grande parte, provenientes de produtores paranaenses. Entre esses produtos especiais estão, por exemplo, o Mel do Oeste, produzido em pequenas propriedades do oeste do estado, e a Bala de Banana de Antonina, produzidas no município homônimo. Ambos têm o registro de Indicação Geográfica (IG) junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). Esse tipo de reconhecimento é conferido a serviços ou produtos considerados únicos por possuírem características intrínsecas a seu local de origem, o que os diferencia de similares. Outro fornecedor é a Salumeria Romani, negócio familiar de Mandirituba-PR, detentora do Selo Alimentos do Paraná. 

Cardápio variado tem estrelas do começo ao fim

São mais de 20 pratos que vão de entradas a sobremesas, passando por criações únicas, com opções vegetarianas. As opções de “Boas-Vindas” e entradas atestam a versatilidade da chef, seja com a refrescante burrata com tomate-cereja servida com pão de fermentação natural, o potente curry de camarão, ou a saborosa croqueta de cordeiro. Para as noites de temperaturas mais amenas, tão características de Curitiba, o conforto vem em forma de sopas como a sopa cremosa de batata, a clássica canja de galinha e o capeletti in brodo.

Passando para os pratos principais, o cardápio passeia com elegância por risotos, massas, pescados e carnes, com opções para alegrar os olhos e o paladar. O mar é muito bem representado em pratos como o camarão com mousseline de mandioca e o robalo com creme de milho e bok choy. Para os fãs de cortes nobres, os destaques são o ancho ao molho de cogumelos, o filé mignon acompanhado de rigatoni na fonduta de queijos e um exuberante carré de cordeiro servido com pistache, amêndoas e linguine.

A experiência é coroada com sobremesas que refletem as assinaturas de originalidade e afeto da chef. A torta de banana com especiarias traz brasilidade unindo doce de leite, sorvete de queijo e chantilly de bala de banana, enquanto a pâte sucrée de cacau equilibra o dulçor com uma mousse de chocolate meio amargo e curd de maracujá. A casa conta ainda com opções variadas de cervejas, vinhos e bebidas não alcoólicas.

O jantar do Restaurante Trinitas funciona das 19h às 23h. Não é necessário fazer reserva prévia, mas quem desejar pode fazê-la pelo site ou pelo WhatsApp (41) 98490-2241.

Serviço

Restaurante Trinitas – NH Collection Curitiba

Menu Vania Krekniski no jantar – 19h às 23h

Rua Nunes Machado, 68 – Batel | Curitiba – PR

WhatsApp: (41) 98490-2241

Site: https://www.nh-collection.com/pt/hotel/nh-collection-curitiba

Instagram: @trinitas_restautante

Sobre a NH Collection

A NH Collection Hotels & Resorts é uma marca de hotéis de categoria superior com mais de 100 propriedades na Europa e nas Américas, e com uma presença global crescente. Ela proporciona experiências extraordinárias ao combinar conforto, inovação, serviço intuitivo, ambientes elegantes e sabores surpreendentes. Tudo isso é infundido com a identidade local de cada estabelecimento.

A NH Collection faz parte do grupo hoteleiro global Minor Hotels e é membro do programa de fidelidade GHA DISCOVERY.

Para mais informações, visite nh-collection.com e conecte-se com a NH Collection no Facebook, Instagram ou YouTube.

Para mais informações sobre os hotéis NH Collection, visite www.nh-collection.com/en.

Sobre a Minor Hotels

A Minor Hotels é líder global na indústria da hotelaria, com mais de 640* hotéis, resorts e residências de marca em 59 países. O grupo cria experiências inovadoras e inteligentes através de suas marcas de hotéis, incluindo Anantara, Elewana Collection, The Wolseley Hotels, Tivoli, Minor Reserve Collection, NH Collection, nhow, Avani, Colbert Collection, NH, Oaks e iStay, bem como um portfólio diversificado de restaurantes e bares, experiências de viagem, e marcas de spa e bem-estar. Com mais de quatro décadas de experiência, a Minor Hotels constrói marcas mais fortes, fomenta parcerias duradouras e impulsiona o sucesso dos negócios, sempre focando no que é mais importante para nossos hóspedes, membros da equipe e parceiros.

A Minor Hotels é um membro orgulhoso da Global Hotel Alliance (GHA) e reconhece seus hóspedes por meio de um programa de fidelidade unificado, o  Minor DISCOVERY, parte do GHA DISCOVERY.

Descubra nosso mundo em minorhotels.com e conecte-se com a Minor Hotels no FacebookInstagramLinkedInTikTok e YouTube.

*A contagem de propriedades inclui propriedades em operação, bem como empreendimentos comprometidos através de propriedade, joint ventures, arrendamentos assinados e acordos de gestão.

45 anos após a Lei do Divórcio, brasileiros ainda enfrentam barreiras para oficializar separação e recorrem a soluções digitais

Mesmo com avanços legais desde 1977, custo, burocracia e dificuldade de acesso à Justiça ainda impedem milhares de pessoas de encerrar formalmente o casamento no Brasil

A promulgação da Lei do Divórcio, em 1977, representou uma das maiores transformações sociais e jurídicas da história recente do Brasil. Ao permitir que casais encerrassem legalmente seus casamentos, a legislação abriu caminho para novos projetos de vida e ampliou a autonomia individual. Passados 49 anos, porém, o direito ao divórcio ainda esbarra em obstáculos práticos que impedem muitos brasileiros de oficializar o fim da relação.

Embora o processo tenha se tornado mais simples ao longo das últimas décadas, fatores como custo elevado, demora, excesso de burocracia e dificuldade de acesso à orientação jurídica ainda afastam parte da população. Na prática, isso significa que muitos casais seguem separados apenas informalmente, mantendo pendências legais, patrimoniais e emocionais por anos.

O cenário ganha relevância diante dos números mais recentes. O Brasil registrou mais de 428 mil divórcios em 2024, de acordo com o IBGE, e quase metade da proporção entre casamentos e separações já aponta para uma sociedade com relações mais fluidas, novas expectativas afetivas e menor tolerância a vínculos que deixaram de funcionar.

É nesse contexto que cresce a busca por alternativas digitais, capazes de tornar o processo mais acessível e menos desgastante. A Separa Online surgiu com essa proposta: democratizar o divórcio no país, oferecendo atendimento 100% online, com valor fixo, possibilidade de parcelamento e acompanhamento integral por canais digitais.

Criada para atender especialmente pessoas que não conseguem arcar com honorários tradicionais ou enfrentar a morosidade do sistema, a empresa recebe, em média, 500 contatos de interessados por mês. Entre os casos atendidos estão brasileiros residentes no exterior, casais separados há mais de uma década que perderam o contato com o ex-cônjuge e pessoas que não sabem por onde começar o processo.

“O divórcio é um direito consolidado há décadas, mas ainda inacessível para muita gente. Muitas pessoas permanecem presas a uma situação que já terminou emocionalmente, mas que continua aberta no papel por falta de recursos, informação ou apoio jurídico. Nosso propósito é simplificar esse caminho com segurança, agilidade e respeito à história de cada família”, afirma Laura França Bubniak.

Segundo Laura, a tecnologia tem papel central na humanização do atendimento. “Quando falamos em digitalização, não estamos tratando apenas de praticidade. Estamos falando de acolher pessoas em um momento delicado da vida, oferecendo orientação clara, atendimento sem julgamentos e a possibilidade de resolver tudo com privacidade, no tempo de cada um”, destaca.

Ela explica que toda a jornada pode ser feita pelo celular, desde o primeiro contato até a conclusão do processo, sem necessidade de deslocamentos. “Muitas vezes atendemos pessoas que moram em cidades pequenas, brasileiros no exterior ou ex-casais que sequer conseguem manter contato presencial. O ambiente online elimina barreiras e reduz conflitos desnecessários”, acrescenta.

Em muitos casos, a tramitação inicial ocorre em poucos dias, dependendo apenas dos prazos judiciais ou cartorários. Para Laura, o avanço desse modelo acompanha uma mudança mais ampla na sociedade. “As relações mudaram, as famílias mudaram e a forma de acessar direitos também precisa evoluir. O divórcio não pode continuar sendo um processo caro, demorado ou inacessível para quem mais precisa”, conclui.

Até que a morte os separe?

Mais do que uma tendência tecnológica, a digitalização do divórcio reflete uma mudança cultural. Se em 1977 a grande conquista foi permitir a separação legal, agora o desafio é garantir que esse direito seja, de fato, acessível a todos.

O retrato do divórcio no Brasil mudou de forma expressiva nos últimos anos e revela novas dinâmicas familiares, afetivas e parentais. Dados recentes do IBGE mostram que a separação costuma ocorrer em fases mais maduras da vida: atualmente, os homens têm em média 44 anos no momento do divórcio, enquanto entre as mulheres a média é de 41 anos.

Outro indicador relevante é a redução do tempo de duração dos casamentos. Em 2010, as uniões terminavam, em média, após 16 anos. Hoje, esse período caiu para 13,8 anos. Além disso, 47,7% dos divórcios acontecem antes de o casal completar uma década de casamento, sinalizando transformações na forma como os brasileiros encaram relações que já não correspondem às expectativas de continuidade.

As mudanças também alcançam a parentalidade após a separação. Nos casos envolvendo filhos menores, a guarda compartilhada ganhou força ao longo da última década. Em 2014, esse modelo estava presente em apenas 7,5% das decisões. Em 2022, o índice avançou para 37,8%. No sentido oposto, a guarda unilateral materna caiu de 85% para 50,3% no mesmo intervalo, refletindo uma participação mais equilibrada entre mães e pais na criação dos filhos.

Para mais informações sobre a Separa Online, acesse: https://separaonline.com.br/

Campanha de Dia das Mães do Plaza Campos Gerais sorteia R$ 50 mil em vales-compras

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A cada R$ 300, clientes recebem um cupom para concorrer na ação, que segue até dia 10 de maio

O Shopping Plaza Campos Gerais iniciou na quinta-feira (23) a campanha de Dia das Mães com uma ação que deve impulsionar as vendas das lojas do empreendimento. Com foco em fortalecer a experiência dos clientes, a campanha traz como destaque o sorteio de cinco vales-compras de R$ 10 mil, cada. Durante o período da ação, que segue até o dia 10 de maio, a cada R$ 300 gastos nas lojas participantes, os consumidores recebem um cupom para concorrer aos vales-compras – totalizando R$ 50 mil em prêmios. O sorteio será realizado no dia 11 de maio. 

Com mais de 100 lojas participantes, o mais novo shopping de Ponta Grossa (PR) reúne opções variadas que atendem diferentes perfis de mães, com produtos que vão desde moda e acessórios até beleza, serviços e gastronomia. “A campanha de Dia das Mães foi pensada para valorizar nossos clientes e tornar essa data ainda mais significativa. Além de ampliar a experiência de compra no shopping”, destaca o superintendente do Plaza Campos Gerais, Frederico Galvão.

Serviço:

Campanha: Dia das Mães Shopping Plaza Campos Gerais

Período: de 23 de abril a 10 de maio

Mecânica: R$ 300 em compras = 1 cupom

Prêmios: cinco vales-compras de R$ 10 mil cada

Data do sorteio: 11 de maio

SOBRE O PLAZA CAMPOS GERAIS

Maior shopping da região, o Plaza Campos Gerais é o 12º empreendimento do Grupo Tacla, maior conglomerado de shopping centers do Sul do Brasil. Inaugurado em 2025, o mall tem 76 mil metros quadrados de área total e 27 mil de área locável. Localizado na região da Ronda, em Ponta Grossa (PR), conta com dois pavimentos comerciais e 130 operações entre lojas e quiosques. Inspirado nas linhas e formas da Escarpa Devoniana, o projeto arquitetônico transformou o mall em um marco para a cidade. Com dezenas de grandes marcas nacionais e internacionais, o Plaza Campos Gerais abriga ainda seis salas de cinema. 

Alto padrão reinventa lazer para famílias e pets e transforma o condomínio em extensão da casa

Empreendimentos ampliam o conceito de áreas comuns para atender às novas dinâmicas familiares, integrar gerações e incorporar o bem-estar como ativo central de valor

O que antes era visto como um diferencial passa a ser decisivo: o lazer nos empreendimentos de alto padrão está no centro da estratégia de desenvolvimento imobiliário. A mudança reflete um novo perfil de comprador — mais presente na rotina familiar, com forte vínculo com seus pets e cada vez mais orientado para a qualidade do tempo dentro de casa. Nesse cenário, os condomínios deixam de ser apenas locais de moradia e assumem o papel de verdadeiros ambientes integrados de convivência, trabalho, descanso e experiências.

Piscinas e playgrounds, ainda importantes, já não são suficientes para responder a essa demanda mais complexa. O que se vê é uma reconfiguração das áreas comuns, que passam a contemplar uma diversidade de espaços pensados para diferentes perfis, idades e momentos do dia. A lógica é clara: oferecer infraestrutura capaz de acomodar, no mesmo endereço, múltiplas rotinas, do home office ao lazer em família, do autocuidado à socialização.

Entre as soluções que ganham protagonismo estão ambientes como o spa e o beauty space, áreas com fireplace (lareiras), bares integrados e espaços gourmet completos, além de livrarias, lounges de convivência e espaços de coworking. Mais do que itens de sofisticação, esses ambientes traduzem uma mudança de comportamento: morar bem hoje está diretamente ligado à possibilidade de viver experiências sem sair de casa.

A presença dos pets, por sua vez, deixa de ser um detalhe e passa a influenciar diretamente o desenho dos projetos. Os chamados pet places evoluem para espaços estruturados, com equipamentos, áreas de circulação e soluções que priorizam o conforto e a segurança — reflexo de um núcleo familiar que inclui, cada vez mais, os animais de estimação.

Para as crianças, a transformação também é evidente. A infância ganha novas possibilidades dentro dos empreendimentos, com áreas que estimulam a criatividade, a autonomia e a interação. O conceito tradicional de playground dá lugar a ambientes mais dinâmicos e multifuncionais, pensados para acompanhar diferentes fases do desenvolvimento infantil.

Essa mudança acompanha um movimento cultural mais amplo, em que famílias mais participativas buscam qualidade de vida e valorizam experiências compartilhadas. Nesse contexto, o imóvel passa a ser percebido não apenas como patrimônio, mas como uma plataforma de bem-estar.

De acordo com o arquiteto da GT Building, Fábio Lima, essa tendência deve se intensificar nos próximos anos, impulsionada por um consumidor mais exigente e atento a como o espaço em que vive impacta sua rotina. Projetos que conseguem traduzir, em arquitetura e serviços, as novas formas de viver, conviver e aproveitar o tempo tendem a se destacar em um mercado cada vez mais competitivo. 

Mais do que metragem ou localização, o novo luxo está na experiência, que começa, cada vez mais, dentro de casa.

Frio impacta mente

Queda de temperatura altera humor, energia e comportamento, mas rotina pode equilibrar o cérebro

Com a chegada das temperaturas mais baixas em Curitiba, quando os termômetros já começam a marcar entre 14 °C e 15 °C, muitas pessoas relatam cansaço, falta de motivação e até mudanças no apetite. O que poucos sabem é que essas reações não são apenas emocionais, mas têm uma explicação biológica. O cérebro humano, ainda adaptado a padrões naturais de sobrevivência, responde ao frio como um sinal de escassez, influenciando diretamente o comportamento e a saúde mental.

Segundo o neurocientista e hipnoterapeuta Renê Skaraboto, o organismo ainda opera com base em mecanismos primitivos. “O nosso cérebro foi moldado ao longo de milhões de anos para viver na natureza, respeitando ciclos como o dia e a noite e as estações do ano. Quando a temperatura cai, ele entende que precisa economizar energia, como se estivesse se preparando para um período de poucos recursos”, explica.

Esse mecanismo ajuda a entender por que, nos dias mais frios, tarefas simples como sair da cama ou manter a rotina de exercícios se tornam mais difíceis. A redução da luz solar, comum nessa época do ano, também interfere diretamente na disposição. “Quando o dia fica mais curto e o sol aparece menos, o cérebro interpreta que ainda não é hora de estar ativo. Isso impacta o humor, a energia e até a produtividade”, destaca.

Outro efeito comum é o aumento do apetite, especialmente por alimentos mais calóricos. Isso acontece porque o corpo precisa gastar mais energia para manter a temperatura interna estável, em torno de 36 °C. “Existe uma tendência natural de buscar alimentos mais energéticos, como doces e comidas mais gordurosas, porque o organismo está tentando compensar essa demanda maior de energia”, afirma Skaraboto.

Apesar das mudanças naturais, é possível minimizar os impactos do frio na saúde mental com ajustes estratégicos na rotina. Uma das principais recomendações é adaptar os horários das atividades ao clima. “Não faz sentido manter exatamente a mesma rotina do verão. Pequenas mudanças, como treinar no fim da tarde em vez da manhã, podem ajudar a manter a consistência ao longo do tempo”, orienta.

A exposição à luz solar, mesmo que breve, também é essencial nesse período. Em cidades como Curitiba, onde os dias nublados são frequentes no inverno, aproveitar qualquer momento de sol pode fazer diferença significativa. “Mesmo alguns minutos de exposição já ajudam na produção de vitamina D e na regulação do humor”, ressalta.

Além disso, manter uma alimentação equilibrada é fundamental para evitar excessos típicos da estação. Embora o aumento da fome seja esperado, o ideal é buscar alternativas saudáveis que sustentem o corpo sem comprometer a saúde a longo prazo.

Para o especialista, o mais importante é entender que essas mudanças são naturais, mas não precisam comprometer a qualidade de vida. “O frio exige adaptação, não paralisação. Quando a gente entende como o cérebro funciona, consegue criar estratégias mais inteligentes para manter o equilíbrio emocional e a produtividade”, conclui.

Serviço: Hipnose para Todos
Renê Skaraboto 
Neurocientista e Hipnoterapeuta
(41) 99692-9774
@hipnose_para_todos
https://www.clinicahipnoseparatodos.com.br/
Ed. Batel Executive Center
Travessa João Turin, nº37 Sala 601, 6ª andar, Água Verde, Curitiba – PR.

O “imposto do pecado” e o impacto no mercado de vinhos no Brasil

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O “imposto do pecado” e o impacto no mercado de vinhos no Brasil

A reforma tributária pode trazer um impacto relevante para o mercado de vinhos no Brasil: o encarecimento do produto ao consumidor e a desaceleração de um setor que vinha em crescimento consistente.

A proposta de criação do Imposto Seletivo, que deverá incidir sobre bebidas alcoólicas, acendeu um alerta entre produtores, importadores e distribuidores. Hoje, o vinho já convive com uma carga tributária próxima de 50% do preço final. Com a nova estrutura, o tributo tende a ser aplicado de forma monofásica e sem possibilidade de compensação ao longo da cadeia, o que, na prática, amplia a pressão sobre os preços ao consumidor e influencia diretamente o futuro do setor.

O impacto não deve se limitar ao consumo. Um aumento expressivo da carga tributária pode reduzir a competitividade do mercado formal, desestimular investimentos e afetar toda a cadeia associada ao vinho — que inclui desde produtores e importadores até setores como gastronomia, turismo e hospitalidade.

É nesse contexto que o debate ganha ainda mais relevância às vésperas de uma das maiores feiras profissionais de vinhos das Américas, a Wine South America (WSA), que será realizada entre 12 e 14 de maio, em Bento Gonçalves (RS). Promovida pela Milanez & Milaneze, subsidiária da Vinitaly — um dos maiores eventos de vinho do mundo —, a WSA vai reunir mais de 400 marcas nacionais e internacionais e representantes de 20 países, com expectativa de movimentar cerca de R$ 100 milhões em negócios.”

Mais do que uma feira, a WSA se consolidou como um dos principais termômetros do setor na América Latina e um ambiente estratégico para geração de receita, debates estratégicos, relacionamento comercial e expansão de mercado. Em um momento de incerteza regulatória, o encontro tende a concentrar discussões relevantes sobre os rumos da tributação e seus impactos no ambiente de negócios.

“A discussão sobre a tributação de bebidas alcoólicas é legítima, mas precisa considerar as especificidades de cada categoria. O vinho possui um perfil de consumo distinto, historicamente associado à moderação e à experiência gastronômica, além de desempenhar um papel relevante em cadeias de valor ligadas ao turismo e à economia criativa”, afirma Marcos Milaneze, diretor da Wine South America.

Os números reforçam o potencial do setor. Em 2025, o mercado brasileiro de vinhos e espumantes movimentou cerca de R$ 21,1 bilhões, com crescimento próximo de 10% em relação ao ano anterior, segundo levantamento da Ideal.BI. O avanço foi impulsionado pelo aumento do tíquete médio e pela maior valorização de produtos de qualidade. Os espumantes, por exemplo, já ultrapassam 40 milhões de litros comercializados por ano, refletindo uma mudança consistente no padrão de consumo.

Arquitetura que transforma

Projeto pioneiro mostra como ambientes impactam diretamente o desenvolvimento de autistas

A arquitetura pode ser decisiva no desenvolvimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista, TEA, mas ainda é pouco explorada como ferramenta terapêutica no Brasil. A arquiteta especialista Rosana Paciornik Nathan defende que o ambiente precisa ser pensado de forma estratégica para colaborar com o neurodesenvolvimento. “O espaço não pode ser neutro ou apenas bonito. Ele precisa ser funcional para o cérebro de quem está ali, especialmente quando falamos de autismo”, afirma.

Essa visão ganha força em um momento em que o número de diagnósticos cresce no mundo. Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, CDC, 1 em cada 31 crianças está dentro do espectro. No Brasil, a ausência de normas específicas para o autismo na arquitetura ainda representa um desafio, já que as diretrizes existentes focam principalmente em acessibilidade física.

Para suprir essa lacuna, iniciativas independentes vêm ganhando protagonismo. Um exemplo é o trabalho desenvolvido pelo instituto EDUTEA criado por Rosana, que atua tanto na educação e saúde quanto na viabilização de projetos arquitetônicos inclusivos. “Nosso objetivo é democratizar o acesso. Muitas famílias escolas e clínicas não têm recursos para um projeto completo, então buscamos parcerias para tornar isso possível”, explica.

Esse modelo colaborativo já apresenta resultados concretos. No próximo dia 07 de maio, será inaugurada a Clínica Aampara, considerada um projeto pioneiro no país ao aplicar, na prática, conceitos de arquitetura voltada ao autismo em um espaço clínico multidisciplinar. “É a prova real de que funciona. Não é um conceito teórico ou um projeto no papel. É um ambiente construído para atender as necessidades sensoriais e comportamentais do autista”, destaca.

O projeto enfrentou limitações orçamentárias, comuns em iniciativas financiadas com recursos públicos. Ainda assim, soluções estratégicas permitiram alcançar um resultado eficiente. “Trabalhamos com arquitetura modular e escolhas assertivas de layout e mobiliário. Isso reduz custos e garante funcionalidade”, explica a especialista.

Um dos principais diferenciais está no controle de estímulos. Ao contrário do senso comum, que associa ambientes terapêuticos a excesso de elementos visuais, o foco é a redução de interferências. “A pessoa precisa estar desestimulada para conseguir receber o estímulo da terapia. Se o ambiente já é excessivo, ela não consegue focar no que realmente importa”, afirma.

Além do impacto técnico, a iniciativa também levanta um debate social importante: a falta de visibilidade do autismo em políticas públicas e sinalizações cotidianas. “Hoje vemos placas para idosos, gestantes e pessoas com deficiência física, mas quase nada voltado ao autista. Isso mostra uma mistura de falta de conhecimento e esquecimento”, pontua.

Para ampliar o acesso à informação, Rosana também organiza um congresso EDUTEA nacional que reúne profissionais de diferentes áreas para discutir o tema sob uma perspectiva multidisciplinar. O evento acontece em junho, em Curitiba, e toda a arrecadação será destinada ao instituto. “A inclusão só acontece quando todas as áreas trabalham juntas. Arquitetura, educação, saúde e família precisam estar alinhadas”, reforça.

Como mensagem final, a especialista destaca um ponto central que ainda precisa avançar no país. “O autismo é uma deficiência e precisa ser tratado como tal em todas as disciplinas. Quando o ambiente é pensado corretamente, ele deixa de ser um obstáculo e passa a ser uma ferramenta de desenvolvimento”, conclui.

Serviço: Mantro Arquitetura Sensorial
Rosana Paciornik Nathan
Arquiteta especialista em autismo
(41) 99675 8855
@arq.rosanapaciorniknathan
contato@rosanapaciorniknathan.com.br
www.rosanapaciorniknathan.com.br
Av. Sete de Setembro 5402 sala 121 Batel / Curitiba, PR

Proteção ou excesso a misoginia

Equiparar misoginia ao racismo pode gerar impactos psicológicos e afetar relações sociais

A proposta de equiparar a misoginia ao racismo tem gerado debates não apenas no campo jurídico, mas também no psicológico. Embora a intenção de combater o preconceito e proteger grupos vulneráveis seja legítima, especialistas alertam que a ampliação imprecisa de conceitos pode trazer efeitos colaterais relevantes, especialmente nas relações sociais e emocionais.

De acordo com o psicólogo Luti Christóforo, toda sociedade que busca evolução precisa enfrentar a discriminação com seriedade, mas sem perder o equilíbrio. “Quando uma proposta legal amplia conceitos de forma desproporcional, ela pode gerar impactos psicológicos importantes, tanto para quem se pretende proteger quanto para toda a sociedade”, afirma.

Um dos principais pontos de atenção está na forma como essa equiparação pode afetar a percepção sobre as mulheres. Segundo o especialista, ao transformar críticas, discordâncias ou conflitos em potenciais crimes equiparados ao racismo, cria-se um ambiente de fragilidade simbólica. “A mulher deixa de ser vista como um sujeito forte, capaz de se posicionar e lidar com conflitos, e passa a ocupar um lugar de vulnerabilidade constante, o que pode enfraquecer a autonomia emocional”, explica.

Outro risco apontado é o da banalização. Quando diferentes situações passam a ser enquadradas dentro do mesmo conceito, casos graves podem perder força diante do excesso de interpretações. “Quando tudo pode ser interpretado como misoginia, existe o risco de que situações realmente graves sejam diluídas, prejudicando justamente quem mais precisa de proteção”, destaca.

O impacto também se estende às relações afetivas. A possibilidade de interpretações equivocadas e punições severas pode gerar retração emocional, especialmente entre os homens. “Há uma tendência de evitar interações mais profundas ou conversas sinceras por medo de consequências legais, o que leva a relações mais superficiais e menos autênticas”, pontua o psicólogo.

Para os homens, o cenário também pode trazer consequências emocionais significativas. Ansiedade, insegurança e isolamento social são alguns dos efeitos possíveis diante do receio de acusações. “A espontaneidade dá lugar a um comportamento excessivamente calculado. Isso não constrói relações saudáveis, constrói relações tensas”, afirma.

Além disso, a ampliação do conceito pode abrir espaço para interpretações subjetivas e eventuais injustiças. Segundo o especialista, acusações indevidas podem gerar traumas profundos e impactar diferentes áreas da vida. “Um homem injustamente acusado não sofre apenas juridicamente, sofre emocionalmente, socialmente e, muitas vezes, profissionalmente”, ressalta.

Do ponto de vista psicológico, relações saudáveis são construídas com base em diálogo, empatia e responsabilidade emocional. Para Luti Christóforo, a transformação social não acontece pelo medo. “Não é a punição extrema que educa, é a consciência. O desenvolvimento interno é o que sustenta relações mais equilibradas”, afirma.

O especialista reforça que combater a misoginia é fundamental, especialmente em casos reais de violência e discriminação. No entanto, defende que esse enfrentamento deve ocorrer com precisão e responsabilidade. “Quando a sociedade passa a legislar de forma ampla sobre comportamentos e sentimentos, há o risco de transformar conflitos naturais em disputas judiciais, o que fragiliza as relações em vez de fortalecê-las”, explica.

Para ele, o caminho mais eficaz está no fortalecimento individual e coletivo. “Proteger é necessário, mas fortalecer é ainda mais. A verdadeira proteção está em formar mulheres emocionalmente fortes, homens conscientes de seus comportamentos e relações baseadas em respeito genuíno, não em medo”, conclui.

Serviço: Luti Christóforo
Psicólogo clínico
(41) 99809-8887
@luti.psicologo
lutipsicologo@gmail.com
YouTube.com/@lutipsicologo

IRPF exige estratégia

Prazo, organização e orientação contábil evitam multas e prejuízos financeiros

O período de entrega do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026 já está em andamento e segue até o dia 29 de maio, mobilizando milhões de brasileiros e exigindo atenção redobrada tanto de pessoas físicas quanto de empresários. A expectativa da Receita Federal é receber cerca de 44 milhões de declarações neste ano, o que reforça a importância de organização e planejamento para evitar erros e penalidades.  Mais do que uma obrigação fiscal, o IRPF se tornou um instrumento estratégico para comprovação de renda, acesso a crédito e regularidade financeira. No entanto, a falta de orientação adequada ainda leva muitos contribuintes a cometerem erros simples, como omissão de rendimentos, inconsistência em despesas médicas ou falhas no preenchimento de dados, fatores que frequentemente resultam na chamada “malha fina”.

Para o contador Danilo Fermino, da Flow Contabilidade, o maior erro ainda é deixar tudo para a última hora. “O Imposto de Renda não começa no prazo de entrega, ele começa na organização ao longo do ano. Quem deixa para resolver isso perto do fim corre muito mais risco de erro, de pagar mais imposto do que deveria ou até de cair na malha fina”, afirma. Entre as principais orientações, ele destaca a importância de reunir com antecedência documentos como informes de rendimentos, comprovantes de despesas médicas e educacionais, dados bancários e documentação de bens. Essa organização prévia reduz inconsistências, já que a Receita Federal cruza automaticamente as informações com bancos, empresas e outras instituições.  

Outro ponto crítico é entender quem está obrigado a declarar. Em 2026, devem prestar contas contribuintes que tiveram rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 no ano anterior, além de quem possui bens acima de R$ 800 mil, realizou operações em bolsa ou teve ganhos de capital, entre outros critérios.  

No caso das empresas, embora o IRPF seja voltado à pessoa física, há impacto direto na vida do empresário. Pró-labore, distribuição de lucros, investimentos e patrimônio pessoal precisam estar corretamente declarados, o que exige alinhamento entre contabilidade empresarial e pessoal. “O empresário que não integra essas informações corre risco de inconsistência e exposição fiscal desnecessária”, alerta Danilo.

A penalidade para quem perde o prazo pode pesar no bolso. A multa por atraso é de 1% ao mês sobre o imposto devido, podendo chegar a 20%, com valor mínimo de R$ 165,74. Além disso, o CPF pode ficar irregular, impedindo financiamentos, participação em concursos e até a emissão de passaporte.  Diante desse cenário, a atuação do contador deixa de ser operacional e passa a ser estratégica. “Não é só preencher uma declaração. É analisar cenário, orientar decisões e garantir que o cliente pague o justo, nem mais nem menos. Um bom planejamento evita prejuízos e pode até gerar economia”, destaca. A recomendação final é clara: antecipação e acompanhamento profissional são decisivos para transformar o Imposto de Renda de uma dor de cabeça em uma ferramenta de controle e crescimento financeiro. Quanto antes o contribuinte organiza seus dados e busca orientação, maiores são as chances de segurança, agilidade e até restituição mais rápida.

Serviço: Flow Contabilidade
Danilo Fermino
Contador CRC PR 078065/O-2
(41) 99727-8762
@danilofermino
danilo@orconsil.com.br
www.flowcontabilidadedigital.com.br

Ansiedade do presente

Evitar certos comportamentos ampliam sobrecarga emocional e impactam decisões

A ansiedade nem sempre está ligada ao futuro ou ao desconhecido. Em muitos casos, ela nasce de situações presentes que estão sendo evitadas, como decisões adiadas, conversas difíceis ou limites que não foram estabelecidos. Esse comportamento, comum na rotina de profissionais e empreendedores, pode gerar um acúmulo emocional silencioso, que compromete não apenas o bem-estar, mas também a produtividade e a clareza nas escolhas.

De acordo com dados recentes da Organização Mundial da Saúde, o Brasil está entre os países com maior índice de pessoas ansiosas no mundo, com cerca de 9,3% da população afetada por transtornos de ansiedade. No ambiente corporativo, esse cenário se reflete em queda de desempenho, procrastinação e dificuldade na tomada de decisões estratégicas, especialmente entre profissionais que acumulam responsabilidades e evitam conflitos.

Para o escritor e provocador comportamental Fefo Milléo, a raiz do problema está na forma como as pessoas lidam com o desconforto emocional. “A ansiedade muitas vezes não vem do futuro, ela nasce do presente que você está evitando enfrentar. Cada decisão adiada, cada conversa não resolvida e cada limite que você não coloca vira um peso a mais dentro da sua cabeça”, afirma.

Esse acúmulo, segundo ele, não desaparece com o tempo, pelo contrário, tende a crescer. “Quanto mais você adia, mais esse peso aumenta. E chega um momento em que não é mais sobre o problema em si, mas sobre o desgaste emocional de carregar tudo isso”, explica.

Na prática, esse comportamento pode afetar desde relações pessoais até negociações importantes, impactando diretamente resultados financeiros e posicionamento profissional. Em um mercado cada vez mais competitivo, a habilidade de lidar com conflitos, tomar decisões rápidas e estabelecer limites claros deixou de ser diferencial e passou a ser uma competência essencial.

Fefo reforça que enfrentar o desconforto é o único caminho para aliviar a ansiedade de forma consistente. “Resolver o que está pendente exige coragem, mas é isso que devolve leveza mental e controle da própria vida. Fugir só prolonga o sofrimento”, pontua.

A reflexão proposta pelo autor convida a uma mudança de postura: sair da inércia emocional e assumir uma atitude mais ativa diante dos próprios desafios. Em vez de esperar o “momento certo”, o movimento estratégico está em agir no presente, onde, de fato, as soluções começam a ser construídas.

Serviço: Fefo Milléo 

Psicólogo, escritor e palestrante

@fefomilleo