Home Blog

Via Araucária conquista Selo Ouro do GHG Protocol pelo segundo ano consecutivo

Classificação de destaque é concedida à empresas que medem e publicam suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE). Concessionária reforça seu comprometimento em jornada de descarbonização

A Via Araucária, concessionária que administra o lote 1 das estradas paranaenses, recebeu pelo segundo ano seguido o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol. Esta é a classificação máxima de reconhecimento concedida a empresas que medem e publicam seus inventários de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), primando por total transparência e rigor técnico. A conquista consagra a concessionária como referência nacional em gestão de emissões de poluentes e demonstra consistência na jornada de descarbonização iniciada em 2024.

O Selo Ouro foi concedido após a apresentação do Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa deste ano, que mapeou as emissões diretas (Escopo 1), indiretas por energia (Escopo 2) e outras indiretas (Escopo 3) ao longo dos 473 km de rodovias administradas pela Via Araucária. A verificação independente foi novamente realizada pelo Instituto Totum, seguindo as diretrizes do Programa Brasileiro GHG Protocol.

Tabata Gallo, Analista de Meio Ambiente Sênior da Via Araucária, ressalta que a recorrência do reconhecimento é a prova de que a sustentabilidade deixou de ser um projeto isolado para se tornar uma prática estruturada na operação. “Receber o Selo Ouro pelo segundo ano consecutivo demonstra o compromisso da Via Araucária com a qualidade, a confiabilidade e a transparência das informações que compõem nosso Inventário de Emissões. Essa certificação evidencia a maturidade dos processos internos de coleta, tratamento e validação de dados, garantindo que as decisões e estratégias de descarbonização sejam baseadas em informações consistentes e tornando as ações implementadas mais eficazes e assertivas”, afirma.

A manutenção do nível Ouro em 2026 reflete a evolução das práticas ambientais da concessionária ao longo do último ciclo. Com base no inventário anterior, a Via Araucária implementou mudanças como a substituição de três guinchos leves movidos a diesel por veículos elétricos destinados ao atendimento aos usuários da rodovia. A medida contribui para a redução do consumo de combustível fóssil e, consequentemente, das emissões de gases de efeito estufa associadas à frota operacional. Além dos benefícios ambientais, a iniciativa representa um importante avanço na incorporação de tecnologias mais sustentáveis às operações.

Ações práticas

A concessionária já havia implementado importantes medidas de redução de emissões em 2024, como uma gestão eficiente de resíduos, e o abastecimento de 100% da frota leve com etanol. Em 2025, o desafio passou a ser identificar soluções mais estruturais, uma vez que iniciativas consideradas mais simples já haviam sido adotadas. Nesse contexto, a incorporação dos guinchos elétricos representou um importante passo na evolução da estratégia de descarbonização. A implementação exigiu adaptação das equipes operacionais, desenvolvimento de novos procedimentos e acompanhamento contínuo do desempenho desses veículos, que realizam uma atividade essencial e precisam permanecer disponíveis para atendimento aos usuários 24 horas por dia.

Mesmo com a nova conquista do selo, a avaliação é que o trabalho da concessionária precisa continuar evoluindo na medida em que o crescimento das operações passará a exigir práticas ainda mais eficientes. Um exemplo desta necessidade é que, na comparação entre os ciclos de 2024 e 2025, houve um aumento nas emissões em diversas categorias do inventário, um fenômeno monitorado de perto pelos gestores. “Essa variação já era esperada, pois a Via Araucária iniciou sua operação em 28 de fevereiro de 2024. Assim, o primeiro inventário contemplou um período operacional inferior a um ano, enquanto o inventário de 2025 considerou um ciclo completo, de 1º de janeiro a 31 de dezembro. Além disso, em 2025 a concessionária deu início a três obras de duplicação (PR-423, PR-418 e BR-277) e a uma obra de implantação de via marginal no Contorno Sul da BR-376, intensificando suas atividades e, consequentemente, as emissões”, explica Tabata. 

Além do Selo Ouro, a Via Araucária renovou sua filiação ao Programa Brasileiro GHG Protocol Ciclo 2026, mantendo-se na vanguarda das melhores práticas globais de sustentabilidade no setor de infraestrutura e reafirmando seu compromisso permanente de seguir como referência neste segmento.

Hospital de Curitiba lidera buscas nacionais por usuários na hora de contratar plano de saúde

0

Levantamento da Click Planos aponta São Marcelino Champagnat como hospital mais buscado entre 1.712 credenciados

O Hospital São Marcelino Champagnat é o mais buscado no Brasil entre os usuários na hora de contratar um plano de saúde. O dado é de um levantamento da Click Planos, primeira plataforma de marketplace de planos de saúde da América Latina, realizado entre 1º de janeiro e 23 de março de 2026. A pesquisa considerou buscas realizadas em oito estados brasileiros.

O estudo analisou as consultas feitas pelos usuários durante a etapa de comparação de planos de saúde, quando são avaliados critérios como preço, cobertura e rede credenciada. Paraná, Distrito Federal e São Paulo concentram cerca de 90% das interações, com destaque para o Paraná, responsável por 37,4% do volume total.

O levantamento da Click Planos se soma a uma série de reconhecimentos recentes da instituição. Em fevereiro de 2026, o hospital foi listado no ranking World’s Best Hospitals, da revista norte-americana Newsweek, uma das avaliações de maior prestígio do setor. No mesmo mês, a instituição conquistou, pela quarta vez, a acreditação da Joint Commission International (JCI), considerada a principal certificação mundial em qualidade e segurança do paciente.  

Para a gerente de Gestão da Qualidade do Hospital São Marcelino Champagnat, Luciane Zanetti, essas conquistas refletem uma cultura organizacional estruturada. “A excelência é resultado de um monitoramento contínuo, que inclui reuniões diárias de alinhamento, aplicação de checklists de segurança antes dos procedimentos, capacitação permanente e transparência nos indicadores. O paciente encontra um hospital orientado por padrões rigorosos de qualidade e segurança”, destaca.

De acordo com um levantamento encomendado pelo Hospital São Marcelino Champagnat e realizado pela empresa de pesquisa de mercado Nexa, em fevereiro de 2026, 71% das pessoas que já utilizaram os serviços da instituição a consideram o melhor hospital da capital paranaense. A instituição também se destaca pela forte associação a atributos considerados decisivos na escolha de um hospital, como atendimento humanizado e acolhedor (80%), hospital completo (79%) e qualificação dos profissionais de apoio (76%). 

O estudo também evidencia que a decisão sobre a escolha do hospital segue uma lógica hierárquica, tendo o convênio de saúde como primeiro filtro. Como  o custo do atendimento representa a principal barreira de acesso, o plano de saúde atua como elemento fundamental para viabilizar o serviço.

Diante da preocupação crescente com o acesso a um atendimento de referência, segurança e previsibilidade de cobertura, o diretor de Comunicação da Click Planos, Fabrizio Gueratto, ressalta que “quando o consumidor pesquisa um hospital antes de contratar um plano, mostra que a rede credenciada deixou de ser uma informação secundária.” “Esse dado revela uma mudança importante no processo de decisão. As pessoas não estão comparando apenas preço; elas querem saber se terão acesso ao hospital que consideram relevante para sua rotina, sua família ou uma eventual emergência”, complementa.

Sobre o Hospital São Marcelino Champagnat

O Hospital São Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia, cirurgia robótica e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

Emoções da Copa do Mundo podem impactar o coração, alerta cardiologista

0

Momentos de grande euforia ou frustração podem desencadear a Síndrome do Coração Partido, que provoca sintomas semelhantes aos de um infarto

Uma classificação dramática, um gol nos minutos finais, uma disputa de pênaltis ou até mesmo uma eliminação inesperada. A Copa do Mundo costuma provocar emoções intensas nos torcedores, sejam elas de alegria ou de tristeza. O que pouca gente sabe é que a chamada Síndrome do Coração Partido não está associada apenas a emoções negativas. Conhecida pelos médicos como Síndrome de Takotsubo, ela também pode ser desencadeada por momentos de felicidade extrema, provocando sintomas semelhantes aos de um infarto.

Descrita pela primeira vez no Japão na década de 1990, a Síndrome de Takotsubo ocorre quando uma descarga intensa de hormônios, principalmente adrenalina, provoca alterações temporárias no funcionamento do músculo cardíaco, que passa a se contrair de forma anormal.

“Apesar do nome, não estamos falando apenas de tristeza ou sofrimento. Para o organismo, o mais importante não é se a emoção é positiva ou negativa, mas a intensidade da resposta que ela provoca. Por isso, tanto uma vitória emocionante quanto uma eliminação inesperada podem atuar como gatilhos da síndrome”, explica o cardiologista dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, Gustavo Lenci.

Em uma pesquisa realizada durante a Copa da Alemanha de 2025, cientistas da Universidade de Bielefeld observaram alterações significativas nos sinais vitais de torcedores ao longo das partidas. Em momentos de maior tensão e logo após os gols, alguns participantes apresentaram aumento de até 36% na frequência cardíaca.

Os sinais da Síndrome de Takotsubo costumam incluir dor no peito, falta de ar, suor frio, palpitações e mal-estar, sintomas frequentemente confundidos com um infarto. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil, provocando mais de 1.100 óbitos por dia — o equivalente a uma morte a cada 90 segundos.

A Síndrome de Takotsubo é mais comum em mulheres após a menopausa e também pode ocorrer com maior frequência em pessoas com histórico de ansiedade ou depressão. Pessoas com hipertensão e outros fatores de risco cardiovasculares, como diabetes, obesidade e colesterol elevado, devem redobrar os cuidados durante períodos de maior tensão emocional e manter o tratamento médico em dia.

“Na maioria dos casos, os pacientes se recuperam após tratamento e acompanhamento médico. Ainda assim, a síndrome não deve ser subestimada. Existem situações em que pode causar complicações graves, como insuficiência cardíaca, arritmias, choque cardiogênico e, em casos mais raros, até levar à morte. Por isso, qualquer pessoa que apresente dor no peito, falta de ar ou mal-estar durante ou após uma situação de forte emoção deve procurar atendimento médico imediatamente”, afirma Lenci.

Sinais que exigem atenção

  • Dor ou pressão no peito;
  • Falta de ar;
  • Suor frio;
  • Palpitações;
  • Tontura;
  • Sensação de desmaio;
  • Mal-estar súbito após uma emoção intensa.

Sobre o Hospital São Marcelino Champagnat

O Hospital São Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia, cirurgia robótica e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS e com a certificação de qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA) nível 3. Está orientado pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.

Opinião: Educar para o campo, não para a bola

0

A tensão entre Irã e EUA na Copa de 2026 ensina que devemos ir além do conteúdo técnico para formar estudantes capazes de decifrar as complexas tramas da geopolítica e da subjetividade humana

Miriã Salles*

Nelson Rodrigues, um dos maiores observadores da alma humana, escreveu que, no futebol, “o pior cego é o que só vê a bola”. Essa frase encerra uma lição pedagógica profunda: a realidade nunca é um ponto isolado, mas um campo vasto de interações, que acontecem em múltiplas dimensões. Na educação, o desafio contemporâneo é justamente este: formar cidadãos que não fiquem apenas hipnotizados pela “bola” dos fatos imediatos e do conteúdo técnico, mas que consigam enxergar a complexidade de todo o “campo” ao redor.

Um exemplo atual que exige essa visão sistêmica são as questões que envolvem a participação do Irã na Copa do Mundo de 2026, sediada pelos Estados Unidos, México e Canadá. Para quem “só vê a bola”, trata-se apenas de um evento esportivo em que se enfrentarão seleções de diferentes países. Entretanto, para quem foi ensinado a estabelecer conexões, o jogo é o ponto de encontro de uma rede de tensões globais que demanda uma análise que contemple múltiplas camadas.

Sob as lentes histórica, política e econômica, a possibilidade da presença iraniana em solo norte-americano traz à luz uma história marcada por disputas geopolíticas no Oriente Médio que colocam em confronto, há décadas, diferentes perspectivas e, consequentemente, modos antagônicos de ser e estar no mundo. A análise escolar não deve buscar um veredicto sobre qual lado está certo, mas apresentar como esses contextos e suas consequências moldam os movimentos do presente.

Para além do olhar “isto ou aquilo”, para o país A ou para o país B, uma análise sistêmica real considera um terceiro elemento fundamental: o sujeito e a sua subjetividade.

O foco na subjetividade humana é o que impede a desumanização do conhecimento. Por trás das bandeiras e das decisões, existe o indivíduo: o atleta que treinou uma vida inteira, o torcedor que vê no esporte sua identidade cultural e o cidadão comum, atravessado pela violência dos conflitos que não escolheu. A escola cumpre seu papel ao mostrar que, além dos dados estatísticos, existe a experiência humana — um elemento que traz nuances e contradições que nenhuma fórmula simplista consegue explicar.

O papel da educação, portanto, é garantir que o estudante não sofra da “cegueira” a que alude a máxima de Nelson Rodrigues. Ensinar a enxergar apenas a “bola” pode ser suficiente para acompanhar o jogo; ensinar a compreender o “campo” em sua totalidade é mostrar que futebol, política e economia são fios de um mesmo tecido social. Ao abordar o cenário entre Irã e EUA sem juízos de valor, mas com foco na complexidade e na subjetividade dos sujeitos, a escola ajuda o estudante a compreender que nada acontece de forma isolada.

Em tempos de leituras rápidas e posicionamentos imediatos, educar para a complexidade não é apenas uma escolha pedagógica; é uma necessidade. Precisamos ensinar nossos jovens a olhar para além da bola e a compreender a imensidão do campo — e das pessoas que nos cercam.

*Miriã Salles é diretora do Colégio Santo Ivo.

Com 26 toneladas de carne, 45 mil pessoas e tentativa de recorde mundial, ASSAFEST busca projetar Paraná no cenário dos festivais gastronômicos

0

Evento prevê investimento de R$ 2,45 milhões, espetáculo com 1.500 drones e mais de mil costelas assadas simultaneamente em Curitiba, numa grande celebração da cultura do churrasco

Muito antes de o Paraná se tornar um dos principais polos do agronegócio brasileiro, os tropeiros já cruzavam os caminhos do Sul do país transportando mercadorias, conectando regiões e ajudando a construir a identidade cultural paranaense. É justamente essa história que inspira a segunda edição do ASSAFEST – Festival Nacional do Assado, que acontece no dia 15 de novembro, em Curitiba.

Com expectativa de reunir cerca de 45 mil pessoas, o evento promete entrar para a história ao promover o maior churrasco do mundo em número de participantes, além de realizar uma tentativa de recorde mundial com o preparo simultâneo de mais de mil costelas assadas no tradicional sistema de fogo de chão. Ao todo, serão 26 toneladas de carne preparadas ao longo do festival.

Mais do que um evento gastronômico, o ASSAFEST nasce como uma grande homenagem aos tropeiros do século XVIII e à cultura interiorana do Paraná e da região Sul. A proposta é transportar para o ambiente urbano tradições que ajudaram a moldar a identidade do estado, reunindo gastronomia, manifestações culturais, música, entretenimento e inovação tecnológica em um único espaço.

Com investimento estimado em R$ 2,45 milhões, o festival foi aprovado pelo Ministério da Cultura por meio da Lei Rouanet (PRONAC 261343), com publicação no Diário Oficial da União, consolidando-se como uma das maiores iniciativas culturais e gastronômicas em execução no Paraná e um dos mais relevantes festivais temáticos do país.

Maior espetáculo de drones da América Latina

Entre as atrações mais aguardadas está um espetáculo inédito com 1.500 drones sincronizados, produzido pela Fly Works. A apresentação será a maior já realizada na América Latina e promete transformar o céu de Curitiba em uma grande tela digital, com imagens, animações e efeitos visuais que contarão histórias ligadas à cultura tropeira e à tradição sulista.

A combinação entre tecnologia e tradição é uma das apostas da organização para posicionar o ASSAFEST entre os eventos mais inovadores do calendário nacional.

Gastronomia típica e churrasco sem limites

O grande destaque do festival será o almoço inspirado na culinária dos tropeiros. Os visitantes poderão desfrutar de um cardápio preparado para valorizar sabores tradicionais do campo, composto por arroz carreteiro, feijão tropeiro, salada de cebola com tomate, maionese e costela assada por oito horas no fogo de chão.

O sistema será de consumo livre: o público paga um valor único e pode comer à vontade durante o evento. Os ingressos para o almoço custam R$ 77 no lote antecipado e R$ 90 no dia do evento. Crianças de até 6 anos não pagam. As vendas acontecem pela plataforma Zig Tickets.

Cultura paranaense em evidência

Além da gastronomia, o ASSAFEST foi concebido para valorizar as raízes culturais do Paraná. A programação inclui apresentações folclóricas representando os diversos povos que contribuíram para a formação do estado, como poloneses, ucranianos, italianos e alemães, além de danças gaúchas, espetáculos teatrais, atrações circenses e shows musicais ao longo do dia.

A proposta é transformar Curitiba em um grande palco de celebração da cultura sulista, aproximando moradores e turistas de tradições que permanecem vivas na identidade regional.

Turismo, economia e projeção nacional

A expectativa da organização é que o ASSAFEST contribua para movimentar o turismo, a hotelaria, o comércio e os serviços de Curitiba, atraindo visitantes de diversas regiões do Brasil.

Ao unir tradição tropeira, gastronomia, entretenimento, tecnologia e cultura, o festival busca consolidar o Paraná no circuito dos grandes eventos temáticos nacionais e ampliar sua projeção como destino para experiências culturais e gastronômicas de grande porte.

Com milhares de pessoas reunidas em torno de toneladas de carne assada simultaneamente e o maior show de drones da América Latina iluminando o céu da capital paranaense, o ASSAFEST pretende posicionar Curitiba como palco de uma das maiores celebrações da cultura do churrasco, da tradição tropeira e da gastronomia brasileira já realizadas no país.

Opinião: A engenharia do futuro exige mais do que cálculo

0

Da inteligência artificial à evasão universitária, os desafios da formação de engenheiros no Brasil apontam para a necessidade de um novo modelo educacional

Joel Cordeiro Júnior*

Mais da metade dos estudantes de engenharia no Brasil abandona o curso antes da formatura. Estimativas indicam que entre 50% e 70% dos alunos desistem da graduação — um dos maiores índices de evasão do ensino superior no Brasil.

O dado se torna ainda mais preocupante quando confrontado com outra realidade: o país precisa de mais engenheiros. A Confederação Nacional da Indústria estima um déficit atual de cerca de 75 mil profissionais, enquanto projeções do Confea indicam que o Brasil poderá precisar de até 1 milhão de novos engenheiros até 2030.

Temos, portanto, uma contradição evidente. O país precisa ampliar sua capacidade de inovação, infraestrutura e competitividade industrial justamente quando enfrenta dificuldades para formar os profissionais responsáveis por esse processo.

Ao mesmo tempo, a própria engenharia passa por uma profunda transformação. Inteligência artificial, digitalização industrial e cadeias produtivas globais estão redesenhando o trabalho técnico em praticamente todos os setores da economia. Sistemas automatizados já executam tarefas antes restritas a especialistas, enquanto novos desafios exigem soluções cada vez mais complexas.

Nesse cenário, dominar ferramentas técnicas continua essencial — mas já não é suficiente. O engenheiro do século XXI precisa combinar conhecimento técnico com competências humanas sofisticadas. Pensamento crítico, criatividade, capacidade de adaptação e tomada de decisão tornaram-se habilidades cada vez mais valorizadas. O relatório Future of Jobs, do Fórum Econômico Mundial, indica que quase metade das competências profissionais atuais deverá mudar até o fim da década. Organizações buscam cada vez mais profissionais capazes de aprender continuamente e de atuar em contextos de rápida transformação tecnológica.

É nesse ambiente que ganha força o conceito de Educação 5.0. Diferentemente dos modelos tradicionais, centrados na transmissão de conteúdo, essa abordagem coloca o estudante no centro do processo formativo. Mais do que incorporar tecnologia às salas de aula, propõe integrar inovação digital, metodologias ativas e desenvolvimento socioemocional.

O objetivo deixa de ser apenas transmitir conhecimento e passa a ser formar profissionais capazes de compreender problemas complexos e construir soluções relevantes para a sociedade.

Essa mudança exige repensar profundamente a formação em engenharia. Currículos excessivamente fragmentados e distantes da realidade profissional contribuem para a evasão e, muitas vezes, formam profissionais pouco preparados para enfrentar os desafios contemporâneos.

Hoje, projetos industriais envolvem equipes multidisciplinares, integração digital de processos e decisões tomadas em ambientes de alta incerteza. O engenheiro contemporâneo precisa dominar tecnologias avançadas — mas também liderar equipes, comunicar ideias e tomar decisões estratégicas.

Reformular a formação em engenharia deixou de ser apenas uma necessidade educacional. É uma escolha sobre o tipo de país que o Brasil pretende ser no futuro.

Joel Cordeiro Júnior é mestre em Ciências Ambientais, especialista em gestão de processos industriais, Black Belt em Lean Six Sigma e doutorando em Engenharia Química. Coordenador do curso de Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia e da Academia Lean da Faculdade Donaduzzi (Biopark-PR).

Sicredi disponibiliza R$ 72,1 bilhões no Plano Safra 2026/2027

Valor representa aumento de 4,4% em relação ao crédito concedido no ano-safra anterior

O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 10 milhões de associados e presença em todo o Brasil, vai disponibilizar R$ 72,1 bilhões, em cerca de 340 mil operações, aos produtores rurais no Plano Safra 2026/2027. O valor representa um aumento de 4,4% em relação ao ciclo anterior, no qual foram concedidos R$ 69 bilhões em mais de 320 mil operações. Com uma carteira de crédito agro que totaliza R$ 121 bilhões em saldo, o Sicredi se mantém como a instituição financeira privada que mais concede crédito rural no país.

Do total previsto para este novo ciclo, a expectativa é liberar R$ 27,6 bilhões para operações de custeio, R$ 15,4 bilhões para investimentos e R$ 2 bilhões para comercialização e industrialização. A instituição financeira cooperativa prevê ainda a concessão de R$ 18 bilhões em créditos por meio de Cédulas de Produto Rural (CPR). Além disso, R$ 9 bilhões correspondem a operações de crédito em moeda estrangeira (linhas dolarizadas), atendendo os produtores ligados diretamente à cadeia de exportação e oferecendo alternativas competitivas para o planejamento financeiro do setor.

Como um importante e consolidado parceiro dos pequenos e médios produtores rurais, o Sicredi direciona grande parte dos recursos para o fortalecimento da base da produção agrícola nacional. Para a agricultura familiar, serão disponibilizados R$ 13,3 bilhões, já para os produtores de médio porte, serão destinados R$ 14,6 bilhões. Os pequenos e médios produtores concentram 88% do total de operações previstas. Aos demais produtores, serão disponibilizados R$ 17,1 bilhões. 

O apoio completo ao sistema de produção rural se reflete também na atuação junto ao BNDES, onde o Sicredi se destaca como um dos principais agentes privados nos repasses e líder no setor do agronegócio. No ano de 2025, a instituição viabilizou um total de R$ 11,2 bilhões em liberações, sendo R$ 8,6 bilhões destinados exclusivamente ao agro.

De acordo com Gustavo Freitas, diretor executivo de Crédito e Segmentos do Sicredi, neste Plano Safra a instituição financeira cooperativa segue com o objetivo de reafirmar seu papel como parceiro estratégico do agronegócio brasileiro: “Acreditamos que o atendimento e a forma como nos relacionamos com as pessoas é um grande diferencial do nosso modelo de negócio. Por meio da atuação regional das nossas cooperativas, amparadas por uma rede de mais de 3 mil agências, conseguimos compreender profundamente as necessidades de cada produtor e a realidade de cada região, sendo inclusive a única instituição financeira fisicamente presente em mais de 200 municípios brasileiros”.

“A nossa atuação vai muito além do crédito rural tradicional. No Sicredi, oferecemos um portfólio completo de produtos e serviços voltados ao agronegócio, como consórcios para aquisição de máquinas e equipamentos, seguros rurais, investimentos, soluções de meios de pagamento, e mais. Com esse conjunto de soluções financeiras, mapeamos a necessidade de cada produtor e apoiamos em todas as etapas da sua jornada, do planejamento da safra à colheita”, complementa Vitor Moraes, superintendente de Agronegócio do Sicredi.

Atuação regional

Nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, o Sicredi disponibilizará mais de R$ 22,6 bilhões em crédito rural para o Plano Safra 2026/2027, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento do agronegócio na região. Os recursos contemplam linhas para custeio agrícola e pecuário, investimentos equalizados, financiamento via BNDES e operações dolarizadas. Do total, R$ 11 bilhões serão destinados aos demais produtores, R$ 3 bilhões à agricultura familiar e R$ 8,6 bilhões à agricultura empresarial. A expectativa é viabilizar aproximadamente 75 mil operações ao longo da safra, ampliando o acesso ao crédito e apoiando produtores rurais de diferentes perfis. “Como instituição financeira cooperativa, acreditamos que o crédito é um importante instrumento para fortalecer o campo e impulsionar o desenvolvimento das comunidades onde atuamos”, afirma Gilson Nogueira Farias, gerente de desenvolvimento de negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ.

Balanço da safra 2025/2026 no Sicredi

No ano-safra 2025/2026, o Sicredi liberou um volume recorde de financiamento aos produtores rurais. Foram R$ 69 bilhões em mais de 320 mil operações, considerando R$ 16,9 bilhões em CPR. Os principais públicos atendidos foram os pequenos e médios produtores, que concentraram 88% do total de operações realizadas.

Apesar do cenário desafiador, o desempenho da instituição contou com capacidade de adaptação ao cenário macroeconômico e manteve sua forte relevância no crédito rural nacional, registrando R$ 18,7 bilhões em Investimento, R$ 25,6 bilhões em Custeio e R$ 2 bilhões em Industrialização e Comercialização.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui  

Redes Sociais: Facebook | Instagram | Twitter | LinkedIn | YouTube | TikTok      

Industrialização no interior muda a rota do transporte corporativo

0

Expansão da indústria fora das capitais amplia a demanda por mobilidade corporativa e leva a Autonomoz a crescer 26,7% nos primeiros cinco meses de 2026

À medida que a atividade econômica se espalha para além dos grandes centros urbanos, cresce também a demanda por serviços de apoio a empresas que atendem, principalmente, os setores de indústria, logística, energia e agronegócio. Nesse cenário, uma das áreas que têm registrado crescimento é a de transporte corporativo voltado ao deslocamento de colaboradores, fornecedores e equipes terceirizadas. 

Inserida nesse contexto, a Autonomoz, plataforma especializada em mobilidade corporativa, registrou crescimento de 26,7% no faturamento e de 19,7% no número de viagens realizadas entre janeiro e maio de 2026, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Dos 175 municípios atendidos pela empresa, 170 estão localizados fora das capitais, evidenciando o avanço da demanda por transporte em cidades médias e polos regionais. 

O desempenho acompanha uma transformação observada na economia brasileira. Estudo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) mostra que a indústria nacional passa por um processo contínuo de interiorização há mais de quatro décadas. Em 1985, cerca de um terço dos empregos da indústria de transformação estava localizado fora das capitais e regiões metropolitanas. Em 2024, essa participação alcançou 54,4%, evidenciando a crescente relevância dos polos produtivos instalados em cidades médias e regiões estratégicas do país.

Essa tendência pode ser observada em municípios que vêm atraindo investimentos industriais, centros de distribuição e projetos de infraestrutura. Cidades como Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Rio Verde, Rondonópolis, Joinville, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Feira de Santana e Três Lagoas consolidaram-se nos últimos anos como importantes vetores de desenvolvimento econômico, ampliando a necessidade de soluções especializadas para atender às demandas corporativas.

Mobilidade acompanha a nova geografia econômica do país

Entre os mercados atendidos pela empresa estão cidades estratégicas como Ribeirão Preto, Campinas, São José do Rio Preto, Jundiaí, Paulínia, Sorocaba, Piracicaba, Limeira, São Carlos e cidades da Baixada Santista, em São Paulo; Londrina, Maringá, Cascavel, Ponta Grossa, Paranaguá e São José dos Pinhais, no Paraná; Joinville  em Santa Catarina; Belo Horizonte, Juiz de Fora, Uberlândia, Betim, Sete Lagoas e Divinópolis, em Minas Gerais; além de Goiânia, Anápolis e Rio Verde, em Goiás.

A atuação nesses mercados acompanha a descentralização dos investimentos produtivos. Nos últimos anos, cidades médias passaram a receber novas plantas industriais, operações agroindustriais, empreendimentos logísticos e projetos ligados aos setores de energia e infraestrutura, fortalecendo economias regionais e criando novas demandas por mobilidade corporativa.

Nesse contexto, o transporte empresarial assumiu um papel cada vez mais estratégico. Além de viabilizar o deslocamento de colaboradores, fornecedores e equipes terceirizadas, tornou-se uma ferramenta importante para garantir eficiência operacional, segurança e maior controle dos custos.

“Estamos acompanhando uma mudança estrutural na economia brasileira. O fortalecimento dos polos regionais gera novas demandas de mobilidade e exige soluções capazes de oferecer previsibilidade, controle e segurança para as empresas. Nossos resultados refletem diretamente essa transformação e a crescente relevância econômica das cidades fora dos grandes centros”, afirma o fundador e CEO da Autonomoz, Leandro Farias.

Expansão regional fortalece demanda por transporte corporativo

Segundo Leandro, parte significativa desse avanço está relacionada ao crescimento de mercados ligados ao agronegócio, à indústria de transformação, à logística, e aos setores de energia,infraestrutura, rodovia, ferrovia e portos . Municípios como Rondonópolis (MT), Três Lagoas (MS), Feira de Santana (BA), Serra (ES), Rio Grande (RS), Inocência (GO) e Itaguaí (RJ) estão entre os exemplos de localidades que vêm atraindo investimentos e ampliando sua participação na economia nacional.

A evolução dos indicadores também revela uma mudança no perfil da mobilidade corporativa. Com operações cada vez mais distribuídas geograficamente, empresas passaram a buscar plataformas capazes de atender diferentes localidades, integrar informações e proporcionar maior visibilidade sobre deslocamentos e despesas.

“O transporte corporativo deixou de ser apenas uma atividade de suporte para assumir uma função estratégica dentro das organizações. À medida que as empresas ampliam sua presença em novas regiões, se tornam necessárias soluções que atuem em qualquer lugar ou cidade, independente do tamanho, e que possa centralizar tudo em apenas uma plataforma. Isso contribui com a produtividade, a gestão eficiente de recursos e a segurança dos colaboradores”, destaca o CEO da Autonomoz.

Com atuação em estados como São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Goiás, Bahia, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Pará, Bahia e Tocantins, a Autonomoz projeta ampliar sua presença em novos mercados ao longo de 2026, acompanhando o fortalecimento econômico dos polos regionais brasileiros.

Outback leva clima de estádio para dentro de casa com box exclusivo em parceria com a Casa CazéTV

Se nos restaurantes o Outback Steakhouse quer ser o ponto de encontro dos torcedores, dentro de casa a missão é a mesma. Como parte da campanha “É Clima de Outback”, a maior plataforma de futebol já criada pela marca no Brasil, a rede lança o Box Comemoração em Casa, uma edição limitada desenvolvida em parceria com a Casa CazéTV para levar toda a energia dos jogos para a sala dos consumidores.

Mais do que um combo de delivery, a novidade foi criada para transformar cada partida em uma experiência completa de celebração. A caixa traz identidade visual exclusiva, inspirada no universo da Casa CazéTV, e reúne alguns dos produtos mais icônicos do Outback em uma seleção pensada para compartilhar durante os jogos.

A experiência inclui Ripas de Ribs nos molhos Barbecue e Billabong, Quesadillas de queijo e cogumelos, Kookaburra Wings, Mini Burgers, Nachos e molhos especiais, compondo uma verdadeira mesa de celebração para reunir amigos e família sem precisar sair de casa.

O item exclusivo está disponível para pedidos pelo delivery nas plataformas iFood, 99 com o valor de R$299,90 e pelo Meu Outback, novo app de relacionamento exclusivo da marca, pelo preço de R$199,90, que conta com valores especiais, cupons e incentivos para aproximar a experiência de quem deseja celebrar de casa. O box serve até quatro pessoas.

Empresa curitibana amplia atuação em soluções de vidro para fachadas e áreas externas

Especializada em projetos de engenharia com vidro e alumínio, ArtCober  acompanha a crescente demanda por soluções que unem segurança, iluminação natural e valorização dos imóveis

Com projetos que unem segurança, tecnologia e arquitetura contemporânea, a ArtCober vem consolidando sua atuação no mercado de vidro e alumínio para empreendimentos residenciais e comerciais. Fundada em 2013, em Curitiba, a empresa ampliou sua estrutura, investiu em novos equipamentos e passou a concentrar esforços em soluções de engenharia para fachadas, coberturas, guarda corpos, brises, muros de vidro e revestimentos arquitetônicos, acompanhando a evolução da construção civil e das tendências internacionais.

A empresa atende projetos personalizados que exigem alta performance, combinando materiais de qualidade, mão de obra especializada e soluções sob medida para arquitetos, construtoras e clientes finais.

Segundo o proprietário da ArtCober, Pedro Brollo, o mercado tem passado por uma transformação impulsionada pela busca por edificações mais modernas, eficientes e valorizadas.

“O setor da construção evoluiu muito nos últimos anos. Hoje, arquitetos e clientes procuram soluções que tragam mais iluminação natural, integração dos ambientes, sofisticação e, principalmente, segurança. O vidro deixou de ser apenas um elemento estético para se tornar parte da engenharia da edificação”, afirma.

A empresa também acompanha uma tendência crescente de retrofit de fachadas, prática consolidada em países europeus e que ganha espaço no Brasil ao modernizar edificações existentes sem a necessidade de grandes intervenções estruturais.

Para Brollo, a utilização de sistemas em vidro oferece vantagens que outros materiais dificilmente conseguem reunir:

“Quando utilizamos vidros laminados, temperados e sistemas desenvolvidos para cada projeto, conseguimos entregar segurança, durabilidade e baixa necessidade de manutenção. Além disso, o vidro valoriza o imóvel, melhora o aproveitamento da luz natural e cria ambientes mais agradáveis. Hoje ele é um investimento em qualidade de vida e também em patrimônio.”

Outro diferencial está na personalização dos projetos. Cada instalação é desenvolvida considerando características estruturais, necessidades do cliente e desempenho técnico.

“Não trabalhamos com soluções padronizadas. Cada projeto é estudado individualmente para garantir que beleza e segurança caminhem juntas. Nossa missão é transformar ideias em estruturas duráveis, inovadoras e capazes de agregar valor aos empreendimentos”, destaca o empresário.

Além de residências de alto padrão, a ArtCober desenvolve projetos para hospitais, indústrias, edifícios corporativos e construtoras, atuando em diferentes regiões do país.

Com investimentos contínuos em infraestrutura, tecnologia e capacitação da equipe, a empresa projeta ampliar sua participação em um mercado que segue em expansão e cada vez mais orientado por inovação, sustentabilidade e soluções arquitetônicas de alto desempenho.