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PODI Palpitar: Jockey Plaza vai premiar quem acertar o placar do Brasil

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PODI Palpitar: Jockey Plaza vai premiar quem acertar o placar do Brasil

Clientes poderão palpitar gratuitamente pelo app PODI e ganhar figurinhas oficiais do álbum do Mundial 2026 ao acertar resultado da estreia da Seleção contra o Marrocos

O clima de Copa do Mundo já começou no Jockey Plaza Shopping. Entre os dias 10 e 13 de junho, os clientes poderão participar da campanha PODI Palpitar, ação promocional que vai premiar quem acertar o placar exato do primeiro jogo do Brasil contra o Marrocos no Mundial de Futebol 2026. A partida acontece no sábado, 13 de junho, às 19h.

A participação acontece gratuitamente pelo aplicativo PODI, acessando a novidade PODI Palpitar. Para entrar na brincadeira, basta acessar o app do shopping e registrar um único palpite. O sistema aceitará palpites até 61 minutos antes do início oficial da partida.

Os acertadores levam para casa três envelopes de figurinhas oficiais do álbum FIFA Panini Copa do Mundo 2026. O resultado será apurado automaticamente pelo aplicativo após o encerramento da partida, com base no placar oficial do tempo regulamentar do jogo.

A ação faz parte de uma campanha inédita do Grupo Tacla Shopping, realizada simultaneamente nos 12 shoppings da rede. A plataforma de palpites foi integrada ao aplicativo PODI e transforma cada acerto em pontuação, cupons e chances de ganhar brindes e prêmios ao longo da competição. A iniciativa aposta no engajamento digital durante o maior torneio de futebol do mundo, fortalecendo a interação dos consumidores com os empreendimentos e criando novas experiências ligadas ao universo da Copa. “Estamos ampliando o papel do aplicativo PODI para além dos benefícios tradicionais, criando experiências que geram participação e engajamento. O PODI Palpitar é um exemplo de como a tecnologia pode aproximar os clientes dos nossos shoppings por meio de ações intuitivas e conectadas a grandes eventos que mobilizam o público”, destaca Gustavo Tacla, diretor de Inovação do Grupo Tacla Shopping.

Além da campanha, o Jockey Plaza Shopping também conta com uma unidade da Bella Figurinha, projeto desenvolvido em parceria com a Panini e que figura entre os maiores pontos de venda da rede no Sul do país. Localizado no piso L1, no acesso B, o espaço reúne venda de álbuns e figurinhas oficiais, mesas e lounges para trocas, quadros colaborativos para negociação entre colecionadores e atrações interativas. A proposta é transformar a tradição de colecionar figurinhas em uma experiência compartilhada entre famílias, amigos e apaixonados por futebol.

Os participantes contemplados na campanha PODI Palpitar receberão uma notificação diretamente no aplicativo e poderão retirar o vale-prêmio no Balcão de Informações do shopping, no piso L1, dentro de cinco dias após o resultado da partida.

Para participar, é necessário ter mais de 18 anos, possuir CPF válido e realizar cadastro completo no aplicativo. O regulamento completo da promoção está disponível no site do Jockey Plaza Shopping e no app PODI.

O Jockey Plaza Shopping fica no Tarumã, na Rua Konrad Adenauer, 370. O estacionamento tem valor de R$10 por até 30 minutos e R$20 para todo o período dentro da mesma diária. As lojas funcionam de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h. As operações de alimentação funcionam de segunda a sexta, das 10h às 22h, aos sábados, das 10h às 23h, e aos domingos, das 11h às 22h.

Serviço:

PODI Palpitar – Jockey Plaza Shopping

Período da ação para o primeiro jogo do Brasil: de 10 a 13 de junho de 2026

Partida válida: Brasil x Marrocos

Como participar: aplicativo PODI, download nas lojas de app Apple Store E Google Store

Prêmio: 3 envelopes de figurinhas oficiais FIFA Panini Copa do Mundo 2026

Retirada do prêmio: Balcão de Informações do Jockey Plaza Shopping, até 5 dias após contemplação

Regulamento: www.jockeyplaza.com.br

Projeto cultural resgata obras de 150 escritoras brasileiras silenciadas pela história

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Projeto cultural resgata obras de 150 escritoras brasileiras silenciadas pela história

Programação gratuita inclui 200 rodas de leitura, doação de livros, workshops de escrita e oficinas; Luci Collin vai mediar debates com artistas convidadas

Resgatar a memória, divulgar a representatividade feminina e valorizar as obras de aproximadamente 150 escritoras brasileiras dos séculos XIX e XX que foram silenciadas ou são pouco reconhecidas pela história da literatura. Esses são os principais objetivos do projeto cultural “Anônimas – Ciclos de Leitura”, que começou em 2025 e segue até o fim de 2026.

A programação contempla mais de 200 rodas de leitura gratuitas que já estão sendo realizadas em diferentes escolas públicas de Curitiba, nos grupos de atividades da Fundação de Ação Social (FAS), nos Centros de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e nos Centros Estaduais de Educação Básica para Jovens e Adultos (CEEBJAs) da capital paranaense.

“Pretendemos impactar mais de 9 mil pessoas. Vamos democratizar o acesso à literatura escrita por mulheres e fortalecer a valorização da produção literária feminina, especialmente no Paraná”, explica o produtor cultural e idealizador do projeto, Cristiano Nagel.

As próximas atividades serão realizadas entre os dias 16 a 18 de junho no Instituto de Educação do Paraná, no Centro de Curitiba. Entre os dias 17 a 23 de junho, as ações acontecem no Colégio Estadual Cívico Militar República Oriental do Uruguai, no Capão da Imbuia.

Estímulo à leitura e ao pensamento crítico

As rodas de leitura são práticas pedagógicas e culturais em que um grupo de pessoas se reúne — geralmente em círculo — para ler, compartilhar e discutir textos literários, artigos, poesias ou qualquer outro tipo de material escrito.

Essa dinâmica vai muito além da simples leitura individual: ela transforma o ato de ler em uma experiência coletiva e social, que estimula o pensamento crítico e a formação de novos leitores. Nessas atividades, os participantes são incentivados a expressar suas opiniões, sentimentos e interpretações, enquanto aprendem a respeitar o ponto de vista dos colegas.

Nas atividades do “Anônimas – Ciclos de Leitura”, serão utilizados textos literários e biografias de escritoras fundamentais, como Maria Firmina dos Reis (autora de Úrsula, o primeiro romance abolicionista e de autoria negra do país), Narcisa Amália (elogiada por Dom Pedro II, mas depois esquecida), entre outras.

A literatura paranaense ganha destaque especial com o resgate de Júlia da Costa (considerada a primeira poeta do Estado), Maria Nicolas, Laura Santos, Didi Caillet, Helena Kolody e Mariana Coelho, pioneira na defesa da emancipação feminina e do acesso das mulheres à educação para evitar o “aniquilamento da alma”.

Contra o apagamento histórico

O apagamento histórico dessas mulheres reflete um período em que a produção feminina enfrentava barreiras severas. Muitas autoras dos séculos XIX e XX precisavam escrever às escondidas ou depender do endosso masculino para obter legitimidade.

“Suas vozes foram frequentemente subtraídas das análises literárias e da memória cultural por conta de críticas conservadoras e da falta de estímulo à época. Resgatar esses nomes é um passo fundamental para corrigir o atraso na igualdade de gênero no meio literário e oferecer novas referências de representatividade para os jovens leitores de hoje”, reforça Nagel.

Ações para além da sala de aula

Para além das discussões nas salas de aula, o projeto expande seu impacto por meio de diferentes frentes de democratização cultural como:

· Doação de livros: Distribuição de acervo literário para as instituições públicas atendidas;

· Ciclo de palestras: Debates mediados pela escritora Luci Collin com artistas convidadas Glória Kirinus, Ana Rapha Nunes, Célia Cris Silva, Luciana Melamed, Lilyan de Souza e Cleo Cavalcantty;

· Workshops de escrita literária: Oficinas práticas voltadas ao desenvolvimento da escrita, ministradas por Glória Kirinus e Luci Collin;

· Oficinas de mediação de leitura: Capacitação técnica para a formação de novos agentes leitores, conduzida por Carla Viccini.

Vozes do passado, referências do presente

“Com todas essas ações gratuitas, desejamos que mais pessoas conheçam essas e muitas outras escritoras brasileiras dos séculos XIX e XX, vejam seus trabalhos, apreciem os conteúdos dos livros e valorizem essas vozes do passado, que ainda são referências do presente”, complementa Cristiano Nagel.

O projeto “Anônimas – Ciclos de Leitura” é realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal de Curitiba. A iniciativa conta com a captação da Sauí Responsabilidade Social e tem o apoio do Colégio Positivo e da Universidade Positivo.

Consumo de energia deve crescer 3,3% ao ano no Brasil e pressiona indústria por mais eficiência

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Cenário impulsionado por ondas de calor e maior uso de climatização reforça adoção de soluções como iluminação natural para reduzir custos e aumentar a previsibilidade operacional

Dados da Empresa de Pesquisa Energética, vinculada ao Ministério de Minas e Energia, indicam que o consumo de eletricidade no Brasil deve crescer, em média, 3,3% ao ano até 2035, impulsionado tanto pela atividade econômica quanto pelo aumento das temperaturas, pela maior frequência de ondas de calor e pela crescente demanda por climatização.

A estimativa, presente no Caderno de Demanda de Eletricidade do Plano Decenal de Expansão de Energia 2035, reforça a importância da busca por alternativas viáveis de eficiência energética que não impactem a produtividade da indústria nacional, como as soluções de iluminação natural — especialmente ao se considerar que a iluminação artificial pode representar entre 15% e 30% do consumo total de energia em edificações comerciais e industriais.

Para Cássio Pissetti, diretor comercial da Engepoli, especializada neste tipo de solução para a indústria, não há mais tempo a perder. “Os efeitos das mudanças climáticas, com o aumento das temperaturas globais e da frequência dos eventos extremos, já impactam diretamente a operação das indústrias. Por isso, é urgente pensar em alternativas que aliem eficiência energética, redução de custos e mais previsibilidade operacional”, afirma.

ESG na prática

Pissetti lembra que os critérios ESG, sigla em inglês para Meio Ambiente, Social e Governança, já fazem parte da gestão de muitas empresas no país. Nesse contexto, cresce a busca por soluções que contribuam para a eficiência energética e aumentem a resiliência das operações e das próprias estruturas diante de cenários climáticos mais extremos.

A iluminação natural, ao reduzir a dependência de sistemas elétricos e contribuir para o controle térmico dos ambientes, se insere nesse movimento como uma alternativa alinhada às novas exigências de sustentabilidade e desempenho.

“Quando se fala em ESG na prática, estamos tratando de decisões que impactam diretamente o consumo de energia e a eficiência dos ambientes. A iluminação natural é uma dessas soluções porque utiliza um recurso abundante e também contribui para a qualidade do espaço de trabalho”, destaca o diretor.

Aproveitamento de recursos naturais

Entre as opções disponíveis no mercado, estão sistemas de iluminação zenital com certificações internacionais, como a FM Approved, concedida pela FM Approvals (FM Global), que buscam distribuir a iluminação de forma mais uniforme, evitando ofuscamento e reduzindo o ganho térmico em grandes áreas, como galpões industriais e centros logísticos.

Um exemplo dessa aplicação é o Skylux Ultra, desenvolvido pela Engepoli, que reúne iluminação zenital com certificação internacional FM Approved. A certificação atesta o desempenho do sistema em testes rigorosos de resistência, durabilidade e segurança, aspectos cada vez mais relevantes em projetos expostos a condições climáticas adversas.

Além disso, materiais como o policarbonato de alta resistência têm sido empregados para garantir maior durabilidade, proteção contra radiação UV e desempenho ao longo do tempo, fatores considerados relevantes em projetos sujeitos a variações climáticas mais intensas.

Nesse cenário, a tendência é que soluções que combinem eficiência energética, desempenho técnico e segurança ganhem espaço em projetos industriais e logísticos, especialmente diante da necessidade de reduzir custos operacionais e adaptar as edificações a um ambiente climático cada vez mais desafiador.

Sobre a Engepoli
A Engepoli é uma empresa de soluções para iluminação e ventilação natural com atuação no Brasil e no exterior. Desenvolve projetos voltados à eficiência energética e ao conforto ambiental em edificações industriais e comerciais. A empresa trabalha com sistemas certificados e soluções proprietárias, com foco em desempenho técnico e redução do consumo de energia elétrica.

Instituto MRV&CO impacta mais de 115 mil pessoas em 2025 e amplia alcance social por meio da educação

Relatório de Vidas Transformadas 2025 mostra que as iniciativas da instituição fortaleceram a educação pública, apoiaram organizações sociais e contribuíram para políticas educacionais em todo o país

Investir em educação gera impactos que vão muito além das salas de aula. Essa é a principal conclusão do Relatório de Vidas Transformadas 2025, divulgado pelo Instituto MRV&CO, responsável por coordenar os investimentos sociais do Grupo MRV&CO. O documento reúne os resultados do último ano e evidencia como as iniciativas da instituição ampliam oportunidades, fortalecem comunidades e geram valor social mensurável.

Em 2025, o Instituto MRV&CO investiu R$ 3,2 milhões em programas de educação, cidadania e desenvolvimento social, alcançando mais de 115 mil pessoas em todo o país. Os resultados refletem uma trajetória construída ao longo de mais de uma década, com a educação como principal ferramenta de transformação social. O ano também marcou a primeira transição de presidência desde a fundação do Instituto, simbolizando uma nova etapa de ampliação do impacto social.

Quando o impacto se transforma em valor para a sociedade

Um dos principais destaques do relatório é a mensuração do Retorno Social sobre o Investimento (SROI), metodologia internacional que avalia o valor social gerado por iniciativas socioeducacionais. O estudo, aplicado em alguns programas do Instituto, demonstrou retornos expressivos para a sociedade.

O “Educar para Transformar”, gera R$ 3,36 em retorno social para cada R$ 1 investido. Desde sua criação, já foram nove edições e o programa já apoiou 51 projetos em 14 estados brasileiros, beneficiando mais de 212 mil pessoas por meio de iniciativas voltadas à educação e ao desenvolvimento social.

Outro exemplo é o “Seu filho, Nosso futuro”, que gera R$ 2,73 em valor social para cada R$ 1 aplicado. Desenvolvida em 2017, a iniciativa amplia oportunidades para crianças, adolescentes e jovens por meio da distribuição de kits escolares, incentivo à leitura e oferta de bolsas de estudo. Somente em 2025, foram entregues 3.638 kits escolares a filhos e enteados de colaboradores da MRV&CO, além da ampliação de parcerias com instituições de ensino de referência, como a Fundação Dom Cabral e a Faculdade Inteli.

“O SROI nos permite traduzir em números o que vemos diariamente nas histórias das pessoas impactadas pelos nossos programas. Mais do que indicadores, estamos falando de oportunidades criadas, trajetórias transformadas e impactos que permanecem ao longo do tempo”, explica Maria Fernanda, presidente do Instituto MRV&CO.

Um ecossistema de transformação social

Além de ações com crianças e jovens, o Instituto desenvolve iniciativas para educadores, colaboradores e organizações da sociedade civil, formando um ecossistema que amplia seu alcance.

O MRV Voluntários mobiliza colaboradores em ações educacionais e de cidadania. Em 2025, foram 2.716 horas de trabalho voluntário em diferentes estados, beneficiando quase 2 mil pessoas diretamente.

O Instituto iungo, que completou cinco anos em 2025, fortalece a educação pública brasileira. No último ano, 21.937 professores participaram de ações formativas. Desde sua criação, a iniciativa impactou diretamente mais de 356 mil educadores e alcançou indiretamente cerca de 5,6 milhões de estudantes.

O Programa Evoluir, voltado ao fortalecimento de organizações da sociedade civil, capacitou 16 OSCs e promoveu 675 horas de formação em empreendedorismo social, mentorias e desenvolvimento institucional.

O relatório também destaca o Escola Nota 10, criado para promover a alfabetização de colaboradores nos canteiros de obras da MRV. Presente em mais de 160 cidades desde 2011, o programa implantou 319 escolas, alfabetizou mais de 7 mil trabalhadores e recebeu investimentos superiores a R$ 8 milhões.

Legado e impacto de longo prazo

Ao longo de sua trajetória, o Instituto MRV&CO já impactou cerca de 2,9 milhões de pessoas direta e indiretamente, com investimentos superiores a R$ 48 milhões. 

“Na MRV&CO, acreditamos que a educação é uma das ferramentas mais poderosas para promover desenvolvimento social e ampliar oportunidades. Os resultados apresentados neste relatório mostram que, quando o investimento social é realizado de forma estratégica e contínua, é possível gerar impactos duradouros para pessoas, comunidades e para a sociedade como um todo. Seguiremos ampliando nosso alcance e fortalecendo iniciativas que gerem oportunidades reais para crianças, jovens, educadores e comunidades em todo o Brasil”, conclui Maria Fernanda.

Para conhecer mais das iniciativas e resultados do Instituto MRV&CO acesse o relatório pelo site https://institutomrv.com.br/transparencia/relatorio-de-atividades/

Sobre o Instituto MRV&CO

O Instituto MRV&CO acredita que os primeiros passos para trilhar um futuro com mais oportunidades estão diretamente ligados ao poder transformador da educação. Por isso, desde 2014, o lado social da MRV&CO desenvolve e apoia importantes programas e projetos, que têm como essência oferecer possibilidades ainda maiores na área da educação. Dessa forma, já conseguimos proporcionar oportunidades de um futuro melhor para mais de 2,9 milhões de pessoas em doze anos. Saiba mais em institutomrv.com.br.

Grupo Vellore conquista dois títulos no Top of Mind Revenda Construção 2026

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Foxlux e Famastil alcançam o 1º lugar em categorias estratégicas e reforçam trajetória entre as marcas mais lembradas do setor de materiais de construção

O Grupo Vellore foi novamente destaque no Top of Mind Revenda Construção, uma das mais importantes premiações do setor de materiais de construção do Brasil. Na edição de 2026, realizada na última terça-feira (09/06), em São Paulo, as marcas Foxlux e Famastil conquistaram dois títulos de 1º lugar e mantiveram presença entre as três marcas mais lembradas pelos lojistas brasileiros em seis categorias estratégicas.

A Foxlux recebeu o troféu de 1º lugar na categoria Refletor de LED, repetindo o desempenho de liderança alcançado em 2025 e consolidando sua força no segmento de iluminação. Já a Famastil conquistou o 1º lugar na categoria Ferramenta Manual para Jardim e Agricultura, ampliando seu histórico de reconhecimento junto ao varejo especializado e aos profissionais do setor.

Além dos títulos, o Grupo Vellore também alcançou posições de destaque em outras categorias da premiação. A Famastil ficou em 2º lugar em Ferramenta Manual para Construção e 2º lugar em Mangueira para Jardim, enquanto a Foxlux conquistou o 2º lugar em Fita Isolante e o 2º lugar em Luminária de LED.

Promovido pela Revista Revenda Construção, o Top of Mind é resultado de uma pesquisa espontânea realizada com lojistas de todo o país, que apontam as primeiras marcas que lhes vêm à mente em diferentes categorias do mercado. O levantamento é considerado um dos principais indicadores de força de marca e reconhecimento no setor da construção civil.

“Conquistar dois primeiros lugares e manter nossas marcas entre as mais lembradas do Brasil é um reconhecimento muito importante. Esse resultado reflete a confiança dos lojistas, a consistência do trabalho desenvolvido ao longo dos anos e nosso compromisso permanente com qualidade, inovação e proximidade com o mercado”, afirma Laufran Wosniak, CEO do Grupo Vellore.

Com os resultados de 2026, o Grupo Vellore amplia uma trajetória de destaque construída ao longo da última década no Top of Mind Revenda Construção. Entre 2014 e 2026, Foxlux e Famastil acumularam dezenas de indicações entre as marcas mais lembradas do país e agora somam sete títulos de 1º lugar, consolidando sua relevância em categorias estratégicas dos segmentos de iluminação, materiais elétricos, ferramentas e jardinagem.

Grupo Vellore

O Grupo Vellore é referência nacional no segmento de materiais de construção, com um portfólio de mais de 1.200 produtos, atuação em todo o território brasileiro e presença internacional por meio de exportações para seis países. Detentor das marcas Foxlux, com soluções em iluminação, materiais elétricos, bombas d’água e utilidades, e Famastil, com ferramentas, jardinagem e linha agrícola, o Grupo conta com fábrica própria em Pinhais (PR) e escritório em Ningbo, na China. Além da indústria, o Grupo Vellore opera um ecossistema de negócios que integra varejo, tecnologia, serviços e soluções financeiras, por meio da Iluzze, Vellore Ventures, Sobmedida e F2 Bank. Com foco no desenvolvimento contínuo, inovação e geração de oportunidades, o Grupo Vellore conecta marcas, mercados e soluções para impulsionar profissionais, parceiros e negócios no Brasil e no exterior.

Grupo Jufap assume operação da primeira loja JOVI da região Sul

O Grupo Jufap, empresa com mais de 20 anos de atuação no mercado de telecomunicações, amplia sua presença no varejo de tecnologia com a gestão da primeira loja JOVI na região Sul do Brasil. Localizada no Shopping Palladium Curitiba, a unidade é a segunda operação física da marca no país e reforça a estratégia do grupo de ampliar sua presença no país.

A JOVI é a marca exclusiva de smartphones da Vivo Mobile Communication Co., Ltd. para o Brasil, uma das principais empresas chinesas de tecnologia móvel.

A nova loja de Curitiba oferecerá uma experiência completa aos consumidores, oferecendo todo o portfólio de smartphones, atendimento especializado, serviços de pós-venda e a possibilidade de utilizar aparelhos usados como parte do pagamento na aquisição de novos dispositivos.

Localizada no Piso L1 do Shopping Palladium Curitiba, a operação apresenta ao público os modelos JOVI disponíveis no Brasil, incluindo Y31, Y21, Y21 5G e V70 5G, além do JOVI Buds Air 3. No espaço, os visitantes poderão conhecer de perto os produtos, testar os aparelhos e receber orientação da equipe especializada.

Para o Grupo Jufap, a gestão desta loja reforça a estratégia de ampliar sua presença no varejo de tecnologia e oferecer ao consumidor novas opções em smartphones, conectando inovação, qualidade e atendimento próximo.

Fundado no Paraná em 2003, o Grupo Jufap iniciou suas atividades no setor de telefonia, em parceria com a TIM. Atualmente, atua nos segmentos de telecomunicações, tecnologia, agro e energia solar. Com sede em Curitiba, o grupo conta com mais de 360 colaboradores, 35 lojas nos estados do Paraná e São Paulo, além de uma fazenda e uma usina fotovoltaica.

Boom das motocicletas transforma mobilidade e movimenta nova cadeia econômica no Paraná

Pela primeira vez na história do país, as motocicletas ultrapassaram os carros de passeio em número de vendas anuais. Em 2025, foram 2,19 milhões de unidades emplacadas no Brasil, segundo dados da Fenabrave, consolidando uma mudança que vai além das estatísticas e revela uma nova configuração da mobilidade urbana nacional.

O fenômeno tem sido ainda mais intenso no Paraná, onde fatores econômicos, mudanças tributárias e a expansão do trabalho por aplicativos aceleraram a presença das motos nas ruas. Hoje, o estado soma quase 1,9 milhão de motocicletas e motonetas, o equivalente a cerca de 20% de toda a frota estadual.

Parte desse avanço é atribuída à isenção do IPVA para motos de até 170 cilindradas, medida em vigor desde janeiro de 2025. O incentivo fez disparar as vendas de modelos de baixa cilindrada, cuja comercialização mais que dobrou no estado em apenas um ano. Nos primeiros quatro meses de 2026, o Paraná já registrou quase 59 mil novos emplacamentos, volume próximo ao total vendido em todo o ano de 2024.

Mas o impacto desse crescimento vai muito além das concessionárias. Com mais motocicletas em circulação, toda uma cadeia econômica passa a se expandir em ritmo acelerado , especialmente setores ligados à manutenção e aos insumos automotivos.

Entre os segmentos diretamente beneficiados está o mercado de lubrificantes para motocicletas, considerado hoje um dos mais dinâmicos da indústria automotiva. Diferentemente dos carros, as motos exigem trocas de óleo mais frequentes, geralmente entre 3 mil e 5 mil quilômetros, o que amplia significativamente a demanda, sobretudo entre entregadores, motoboys e profissionais que dependem das duas rodas como ferramenta diária de trabalho.

Segundo levantamento da plataforma MototraK, o mercado brasileiro de óleo para motores de motocicletas alcançou cerca de 145 milhões de litros em 2025, com crescimento de 4,3% em relação ao ano anterior. A tendência é de expansão contínua.

No Paraná, esse movimento já altera a estrutura das empresas responsáveis pelo abastecimento da cadeia. A Acipar, distribuidora com atuação no estado há mais de cinco décadas, afirma que cerca de 30% de sua operação hoje está concentrada no segmento de motos.

“O mercado de motos tem um giro extremamente dinâmico. Existe uma necessidade muito grande de abastecimento rápido, disponibilidade de estoque e relacionamento próximo com oficinas, lojas e revendas”, afirma Luiz Alberto Gomes Jr., diretor-executivo da empresa.

Segundo ele, a motocicleta deixou de ser apenas uma alternativa econômica para se tornar protagonista da mobilidade urbana brasileira. “A motocicleta passou a ocupar uma posição central no deslocamento diário das pessoas e no funcionamento da economia urbana. Isso aumenta a demanda por lubrificantes de qualidade e exige uma estrutura logística cada vez mais eficiente”, explica.

A resposta do setor tem sido ampliar capacidade e investir em tecnologia. Para acompanhar o crescimento da demanda, a Acipar inaugura uma nova sede em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, com capacidade para armazenar até 3 milhões de litros de produtos.

Alta performance e durabilidade

“A adoção de lubrificantes sintéticos de alta performance ampliam a durabilidade dos motores, reduzem a frequência das trocas e ajudam a diminuir custos operacionais,  especialmente relevantes para profissionais que dependem intensamente da motocicleta”, orienta Gomes Jr.

Para ele, o avanço das motos, não representa apenas uma mudança no trânsito ou nos hábitos de consumo. Trata-se de uma transformação estrutural, que tem redefinido setores inteiros da economia, exige adaptação logística e coloca sustentabilidade e eficiência no centro das decisões empresariais.

“Com a projeção de 2,4 milhões de motocicletas vendidas no Brasil em 2026, o setor segue acelerando e, com ele, todos os negócios que giram em torno das duas rodas”, completa.

Palladium Curitiba lança campanha de Dia dos Namorados com sorteio de Jeep Compass e brinde exclusivo

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O Dia dos Namorados está chegando, e o Palladium Curitiba preparou uma ação especial para celebrar a data com experiências, presentes e a chance de conquistar um grande prêmio. 

Durante o período da campanha, a cada R$ 350 em compras realizadas nas lojas participantes, o cliente recebe um cupom para concorrer ao sorteio de um Jeep Compass, um dos SUVs mais desejados do mercado. A ação é válida até o dia 14 de junho, com sorteio marcado para 15 de junho. Para ampliar as chances, os participantes que cadastrarem suas notas fiscais por meio do Podi App garantem cupons em dobro, tornando a experiência ainda mais vantajosa.

Além disso, o Palladium Curitiba também presenteia os consumidores com um brinde exclusivo: de 29 de maio a 14 de junho, nas compras a partir de R$ 800, os clientes ganham uma petisqueira de melamina. O item faz parte da coleção especial de brindes colecionáveis de 2026, pensada para acompanhar momentos de convivência e celebração, especialmente em datas como o Dia dos Namorados.

“O Dia dos Namorados é uma das datas mais relevantes para o varejo e também uma oportunidade de criar conexões emocionais com nossos clientes. Pensamos em uma campanha que une desejo, praticidade e benefício real, com um prêmio de grande apelo e um brinde que complementa momentos a dois”, destaca a gerente de marketing do Palladium, Cida Oliveira. A ação acontece por tempo limitado e os brindes são válidos enquanto durarem os estoques.

Faturamento não é lucro

Crescer nas vendas não garante lucro, e a falta de controle financeiro continua sendo uma das principais causas das dificuldades enfrentadas por pequenas e médias empresas brasileiras

Uma empresa pode aumentar o faturamento durante meses, conquistar novos clientes e parecer estar em seu melhor momento. Ainda assim, estar caminhando para uma crise financeira. Embora pareça contraditório, essa é uma realidade comum entre pequenos e médios negócios brasileiros. O problema, na maioria das vezes, não está na capacidade de vender, mas na dificuldade de entender o que realmente acontece com o dinheiro da empresa.

Segundo Danilo Fermino, contador e especialista em gestão financeira empresarial, um dos erros mais frequentes é confundir dinheiro entrando na conta com lucro. “Muitos empresários olham para o saldo bancário e acreditam que aquilo representa o resultado da empresa. Mas o dinheiro que está na conta pode ter destino. Pode ser imposto, fornecedor, folha de pagamento ou compromissos futuros. Saldo bancário não é lucro.” A consequência é que decisões importantes acabam sendo tomadas sem informações confiáveis sobre margem de lucro, fluxo de caixa, custos operacionais e rentabilidade.

Com mais de 14 anos de atuação na área contábil e financeira, Danilo acompanha diariamente a realidade de pequenas e médias empresas e afirma que a falta de visibilidade financeira continua sendo um dos maiores desafios para o crescimento sustentável dos negócios.

“Muitos empreendedores trabalham o dia inteiro, vendem, atendem clientes, contratam pessoas, resolvem problemas e fazem a empresa acontecer. Mas quando eu faço uma pergunta simples, quanto realmente sobrou no mês passado? Muitos não conseguem responder. E sem essa resposta, qualquer decisão importante passa a ser tomada na base da percepção.”

O problema costuma se agravar justamente quando a empresa começa a crescer. “É comum o empresário acreditar que está prosperando porque o faturamento aumentou. Mas crescimento sem controle pode gerar mais estoque, mais despesas, mais impostos, mais necessidade de capital de giro e mais risco. Já vimos empresas venderem mais e, ao mesmo tempo, ficarem financeiramente mais frágeis.”

Para enfrentar esse desafio, algumas organizações estruturam equipes financeiras internas. Outras optam pela terceirização especializada de processos financeiros, modelo conhecido como BPO Financeiro (Business Process Outsourcing).

Independentemente do formato escolhido, o objetivo é o mesmo: transformar informações dispersas em dados que permitam decisões mais seguras e estratégicas. “O empresário não precisa decorar indicadores financeiros, mas precisa ter acesso a eles. Quem toma decisões sem números está administrando no escuro. Quando existe informação organizada, fica mais fácil identificar desperdícios, melhorar margens, planejar investimentos, negociar melhor com fornecedores e crescer com mais segurança.”

Para Danilo Fermino, um dos maiores equívocos é acreditar que problemas financeiros surgem de forma repentina. “Nenhuma empresa quebra de um dia para o outro. Os sinais aparecem muito antes. Queda de margem, aumento de despesas, falta de caixa, endividamento crescente e dificuldade para formar reservas normalmente começam meses antes da crise se tornar visível.”

Por isso, a gestão financeira deixou de ser apenas uma atividade administrativa e passou a ocupar um papel estratégico dentro das empresas. “No fim das contas, empresas raramente quebram por falta de esforço. A maioria quebra porque toma decisões sem enxergar os próprios números. E quando o empresário passa a entender o que os números estão dizendo, ele deixa de apenas trabalhar no negócio e começa, de fato, a gerir uma empresa.”

Serviço: Flow Contabilidade Digital
Danilo Fermino, Contador CRC PR 078065/O-2
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Marista Brasil reúne 180 educadores do SAEE em encontro nacional sobre educação inclusiva

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Evento em Curitiba discutiu como transformar políticas institucionais em práticas pedagógicas concretas, com foco em acesso, permanência, participação e aprendizagem significativa.

Em um momento em que a educação brasileira amplia o debate sobre inclusão escolar e permanência com aprendizagem, o Marista Brasil realizou, entre os dias 9 e 11 de junho, em Curitiba (PR), o Encontro do Serviço de Atendimento Educacional Especializado (SAEE). O evento reuniu cerca de 200 educadores que atuam diretamente no atendimento educacional especializado nas unidades da instituição, com o objetivo de alinhar políticas institucionais, qualificar práticas pedagógicas e fortalecer uma cultura escolar que acolha, valorize e potencialize cada estudante.

Com o tema “Educação Inclusiva no Marista Brasil: da Política à Prática Transformadora”, o encontro foi estruturado a partir de quatro premissas consideradas centrais para a educação inclusiva: Acesso, Permanência, Participação e Aprendizagem Significativa. Ao longo dos três dias, os participantes acompanharam painéis, oficinas e momentos de partilha voltados à implementação da Política de Educação Inclusiva da instituição e à construção de respostas pedagógicas concretas para os diferentes contextos escolares.

A programação abordou temas como educação inclusiva como expressão do carisma marista, a transição do paradigma médico para o social no processo de escolarização, recursos de acessibilidade, transtorno do espectro autista (TEA), gerenciamento de crises, aprendizagem socioemocional, proteção integral, indicadores e leitura de dados do SAEE, além do papel estratégico da educação inclusiva nas unidades escolares.

Também integraram o encontro oficinas sobre Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA), escrita de documentos técnicos, estratégias pedagógicas para altas habilidades/superdotação, tecnologias educacionais e compartilhamento de práticas entre diferentes níveis de ensino.

“Este encontro é a consolidação de um compromisso com uma educação que, de fato, seja inclusiva. Nosso desafio é transformar diretrizes em práticas cotidianas, garantindo que cada estudante encontre condições reais para estar presente, participar ativamente e aprender com sentido. O encontro também tem um papel estratégico de alinhamento de recursos, processos e formação dos profissionais que atuam diretamente nesse contexto”, afirma Olavo Chicoski, coordenador da área de Cuidado Integral do Marista Brasil, responsável pela área de Educação Inclusiva.

Por que o tema ganha relevância nacional

O encontro ocorre em um contexto de expansão da matrícula de estudantes público-alvo da educação especial na rede regular. Segundo o Censo Escolar 2023, o Brasil registrou cerca de 1,9 milhão de matrículas da educação especial, crescimento de aproximadamente 42% em relação a 2019, e 91% desses estudantes já estão incluídos em classes comuns do ensino regular. Os dados reforçam a necessidade de investir não apenas no acesso, mas também na permanência, participação e aprendizagem efetiva desses estudantes.

De acordo com Olavo, a inclusão não se realiza apenas com matrícula; ela se concretiza quando a escola cria condições intencionais para que cada estudante participe, aprenda e se desenvolva plenamente. “Ao reunir 180 educadores do SAEE de diferentes regiões do país, o Marista Brasil fortalece uma estratégia que conecta formação, indicadores, proteção integral e práticas pedagógicas, transformando a Política de Educação Inclusiva em ações concretas nas unidades escolares”.