O Grupo Jufap, empresa com mais de 20 anos de atuação no mercado de telecomunicações, amplia sua presença no varejo de tecnologia com a gestão da primeira loja JOVI na região Sul do Brasil. Localizada no Shopping Palladium Curitiba, a unidade é a segunda operação física da marca no país e reforça a estratégia do grupo de ampliar sua presença no país.
A JOVI é a marca exclusiva de smartphones da Vivo Mobile Communication Co., Ltd. para o Brasil, uma das principais empresas chinesas de tecnologia móvel.
A nova loja de Curitiba oferecerá uma experiência completa aos consumidores, oferecendo todo o portfólio de smartphones, atendimento especializado, serviços de pós-venda e a possibilidade de utilizar aparelhos usados como parte do pagamento na aquisição de novos dispositivos.
Localizada no Piso L1 do Shopping Palladium Curitiba, a operação apresenta ao público os modelos JOVI disponíveis no Brasil, incluindo Y31, Y21, Y21 5G e V70 5G, além do JOVI Buds Air 3. No espaço, os visitantes poderão conhecer de perto os produtos, testar os aparelhos e receber orientação da equipe especializada.
Para o Grupo Jufap, a gestão desta loja reforça a estratégia de ampliar sua presença no varejo de tecnologia e oferecer ao consumidor novas opções em smartphones, conectando inovação, qualidade e atendimento próximo.
Fundado no Paraná em 2003, o Grupo Jufap iniciou suas atividades no setor de telefonia, em parceria com a TIM. Atualmente, atua nos segmentos de telecomunicações, tecnologia, agro e energia solar. Com sede em Curitiba, o grupo conta com mais de 360 colaboradores, 35 lojas nos estados do Paraná e São Paulo, além de uma fazenda e uma usina fotovoltaica.
Pela primeira vez na história do país, as motocicletas ultrapassaram os carros de passeio em número de vendas anuais. Em 2025, foram 2,19 milhões de unidades emplacadas no Brasil, segundo dados da Fenabrave, consolidando uma mudança que vai além das estatísticas e revela uma nova configuração da mobilidade urbana nacional.
O fenômeno tem sido ainda mais intenso no Paraná, onde fatores econômicos, mudanças tributárias e a expansão do trabalho por aplicativos aceleraram a presença das motos nas ruas. Hoje, o estado soma quase 1,9 milhão de motocicletas e motonetas, o equivalente a cerca de 20% de toda a frota estadual.
Parte desse avanço é atribuída à isenção do IPVA para motos de até 170 cilindradas, medida em vigor desde janeiro de 2025. O incentivo fez disparar as vendas de modelos de baixa cilindrada, cuja comercialização mais que dobrou no estado em apenas um ano. Nos primeiros quatro meses de 2026, o Paraná já registrou quase 59 mil novos emplacamentos, volume próximo ao total vendido em todo o ano de 2024.
Mas o impacto desse crescimento vai muito além das concessionárias. Com mais motocicletas em circulação, toda uma cadeia econômica passa a se expandir em ritmo acelerado , especialmente setores ligados à manutenção e aos insumos automotivos.
Entre os segmentos diretamente beneficiados está o mercado de lubrificantes para motocicletas, considerado hoje um dos mais dinâmicos da indústria automotiva. Diferentemente dos carros, as motos exigem trocas de óleo mais frequentes, geralmente entre 3 mil e 5 mil quilômetros, o que amplia significativamente a demanda, sobretudo entre entregadores, motoboys e profissionais que dependem das duas rodas como ferramenta diária de trabalho.
Segundo levantamento da plataforma MototraK, o mercado brasileiro de óleo para motores de motocicletas alcançou cerca de 145 milhões de litros em 2025, com crescimento de 4,3% em relação ao ano anterior. A tendência é de expansão contínua.
No Paraná, esse movimento já altera a estrutura das empresas responsáveis pelo abastecimento da cadeia. A Acipar, distribuidora com atuação no estado há mais de cinco décadas, afirma que cerca de 30% de sua operação hoje está concentrada no segmento de motos.
“O mercado de motos tem um giro extremamente dinâmico. Existe uma necessidade muito grande de abastecimento rápido, disponibilidade de estoque e relacionamento próximo com oficinas, lojas e revendas”, afirma Luiz Alberto Gomes Jr., diretor-executivo da empresa.
Segundo ele, a motocicleta deixou de ser apenas uma alternativa econômica para se tornar protagonista da mobilidade urbana brasileira. “A motocicleta passou a ocupar uma posição central no deslocamento diário das pessoas e no funcionamento da economia urbana. Isso aumenta a demanda por lubrificantes de qualidade e exige uma estrutura logística cada vez mais eficiente”, explica.
A resposta do setor tem sido ampliar capacidade e investir em tecnologia. Para acompanhar o crescimento da demanda, a Acipar inaugura uma nova sede em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, com capacidade para armazenar até 3 milhões de litros de produtos.
Alta performance e durabilidade
“A adoção de lubrificantes sintéticos de alta performance ampliam a durabilidade dos motores, reduzem a frequência das trocas e ajudam a diminuir custos operacionais, especialmente relevantes para profissionais que dependem intensamente da motocicleta”, orienta Gomes Jr.
Para ele, o avanço das motos, não representa apenas uma mudança no trânsito ou nos hábitos de consumo. Trata-se de uma transformação estrutural, que tem redefinido setores inteiros da economia, exige adaptação logística e coloca sustentabilidade e eficiência no centro das decisões empresariais.
“Com a projeção de 2,4 milhões de motocicletas vendidas no Brasil em 2026, o setor segue acelerando e, com ele, todos os negócios que giram em torno das duas rodas”, completa.
O Dia dos Namorados está chegando, e o Palladium Curitiba preparou uma ação especial para celebrar a data com experiências, presentes e a chance de conquistar um grande prêmio.
Durante o período da campanha, a cada R$ 350 em compras realizadas nas lojas participantes, o cliente recebe um cupom para concorrer ao sorteio de um Jeep Compass, um dos SUVs mais desejados do mercado. A ação é válida até o dia 14 de junho, com sorteio marcado para 15 de junho. Para ampliar as chances, os participantes que cadastrarem suas notas fiscais por meio do Podi App garantem cupons em dobro, tornando a experiência ainda mais vantajosa.
Além disso, o Palladium Curitiba também presenteia os consumidores com um brinde exclusivo: de 29 de maio a 14 de junho, nas compras a partir de R$ 800, os clientes ganham uma petisqueira de melamina. O item faz parte da coleção especial de brindes colecionáveis de 2026, pensada para acompanhar momentos de convivência e celebração, especialmente em datas como o Dia dos Namorados.
“O Dia dos Namorados é uma das datas mais relevantes para o varejo e também uma oportunidade de criar conexões emocionais com nossos clientes. Pensamos em uma campanha que une desejo, praticidade e benefício real, com um prêmio de grande apelo e um brinde que complementa momentos a dois”, destaca a gerente de marketing do Palladium, Cida Oliveira. A ação acontece por tempo limitado e os brindes são válidos enquanto durarem os estoques.
Crescer nas vendas não garante lucro, e a falta de controle financeiro continua sendo uma das principais causas das dificuldades enfrentadas por pequenas e médias empresas brasileiras
Uma empresa pode aumentar o faturamento durante meses, conquistar novos clientes e parecer estar em seu melhor momento. Ainda assim, estar caminhando para uma crise financeira. Embora pareça contraditório, essa é uma realidade comum entre pequenos e médios negócios brasileiros. O problema, na maioria das vezes, não está na capacidade de vender, mas na dificuldade de entender o que realmente acontece com o dinheiro da empresa.
Segundo Danilo Fermino, contador e especialista em gestão financeira empresarial, um dos erros mais frequentes é confundir dinheiro entrando na conta com lucro. “Muitos empresários olham para o saldo bancário e acreditam que aquilo representa o resultado da empresa. Mas o dinheiro que está na conta pode ter destino. Pode ser imposto, fornecedor, folha de pagamento ou compromissos futuros. Saldo bancário não é lucro.” A consequência é que decisões importantes acabam sendo tomadas sem informações confiáveis sobre margem de lucro, fluxo de caixa, custos operacionais e rentabilidade.
Com mais de 14 anos de atuação na área contábil e financeira, Danilo acompanha diariamente a realidade de pequenas e médias empresas e afirma que a falta de visibilidade financeira continua sendo um dos maiores desafios para o crescimento sustentável dos negócios.
“Muitos empreendedores trabalham o dia inteiro, vendem, atendem clientes, contratam pessoas, resolvem problemas e fazem a empresa acontecer. Mas quando eu faço uma pergunta simples, quanto realmente sobrou no mês passado? Muitos não conseguem responder. E sem essa resposta, qualquer decisão importante passa a ser tomada na base da percepção.”
O problema costuma se agravar justamente quando a empresa começa a crescer. “É comum o empresário acreditar que está prosperando porque o faturamento aumentou. Mas crescimento sem controle pode gerar mais estoque, mais despesas, mais impostos, mais necessidade de capital de giro e mais risco. Já vimos empresas venderem mais e, ao mesmo tempo, ficarem financeiramente mais frágeis.”
Para enfrentar esse desafio, algumas organizações estruturam equipes financeiras internas. Outras optam pela terceirização especializada de processos financeiros, modelo conhecido como BPO Financeiro (Business Process Outsourcing).
Independentemente do formato escolhido, o objetivo é o mesmo: transformar informações dispersas em dados que permitam decisões mais seguras e estratégicas. “O empresário não precisa decorar indicadores financeiros, mas precisa ter acesso a eles. Quem toma decisões sem números está administrando no escuro. Quando existe informação organizada, fica mais fácil identificar desperdícios, melhorar margens, planejar investimentos, negociar melhor com fornecedores e crescer com mais segurança.”
Para Danilo Fermino, um dos maiores equívocos é acreditar que problemas financeiros surgem de forma repentina. “Nenhuma empresa quebra de um dia para o outro. Os sinais aparecem muito antes. Queda de margem, aumento de despesas, falta de caixa, endividamento crescente e dificuldade para formar reservas normalmente começam meses antes da crise se tornar visível.”
Por isso, a gestão financeira deixou de ser apenas uma atividade administrativa e passou a ocupar um papel estratégico dentro das empresas. “No fim das contas, empresas raramente quebram por falta de esforço. A maioria quebra porque toma decisões sem enxergar os próprios números. E quando o empresário passa a entender o que os números estão dizendo, ele deixa de apenas trabalhar no negócio e começa, de fato, a gerir uma empresa.”
Evento em Curitiba discutiu como transformar políticas institucionais em práticas pedagógicas concretas, com foco em acesso, permanência, participação e aprendizagem significativa.
Em um momento em que a educação brasileira amplia o debate sobre inclusão escolar e permanência com aprendizagem, o Marista Brasil realizou, entre os dias 9 e 11 de junho, em Curitiba (PR), o Encontro do Serviço de Atendimento Educacional Especializado (SAEE). O evento reuniu cerca de 200 educadores que atuam diretamente no atendimento educacional especializado nas unidades da instituição, com o objetivo de alinhar políticas institucionais, qualificar práticas pedagógicas e fortalecer uma cultura escolar que acolha, valorize e potencialize cada estudante.
Com o tema “Educação Inclusiva no Marista Brasil: da Política à Prática Transformadora”, o encontro foi estruturado a partir de quatro premissas consideradas centrais para a educação inclusiva: Acesso, Permanência, Participação e Aprendizagem Significativa. Ao longo dos três dias, os participantes acompanharam painéis, oficinas e momentos de partilha voltados à implementação da Política de Educação Inclusiva da instituição e à construção de respostas pedagógicas concretas para os diferentes contextos escolares.
A programação abordou temas como educação inclusiva como expressão do carisma marista, a transição do paradigma médico para o social no processo de escolarização, recursos de acessibilidade, transtorno do espectro autista (TEA), gerenciamento de crises, aprendizagem socioemocional, proteção integral, indicadores e leitura de dados do SAEE, além do papel estratégico da educação inclusiva nas unidades escolares.
Também integraram o encontro oficinas sobre Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA), escrita de documentos técnicos, estratégias pedagógicas para altas habilidades/superdotação, tecnologias educacionais e compartilhamento de práticas entre diferentes níveis de ensino.
“Este encontro é a consolidação de um compromisso com uma educação que, de fato, seja inclusiva. Nosso desafio é transformar diretrizes em práticas cotidianas, garantindo que cada estudante encontre condições reais para estar presente, participar ativamente e aprender com sentido. O encontro também tem um papel estratégico de alinhamento de recursos, processos e formação dos profissionais que atuam diretamente nesse contexto”, afirma Olavo Chicoski, coordenador da área de Cuidado Integral do Marista Brasil, responsável pela área de Educação Inclusiva.
Por que o tema ganha relevância nacional
O encontro ocorre em um contexto de expansão da matrícula de estudantes público-alvo da educação especial na rede regular. Segundo o Censo Escolar 2023, o Brasil registrou cerca de 1,9 milhão de matrículas da educação especial, crescimento de aproximadamente 42% em relação a 2019, e 91% desses estudantes já estão incluídos em classes comuns do ensino regular. Os dados reforçam a necessidade de investir não apenas no acesso, mas também na permanência, participação e aprendizagem efetiva desses estudantes.
De acordo com Olavo, a inclusão não se realiza apenas com matrícula; ela se concretiza quando a escola cria condições intencionais para que cada estudante participe, aprenda e se desenvolva plenamente. “Ao reunir 180 educadores do SAEE de diferentes regiões do país, o Marista Brasil fortalece uma estratégia que conecta formação, indicadores, proteção integral e práticas pedagógicas, transformando a Política de Educação Inclusiva em ações concretas nas unidades escolares”.
De 5 a 13 de junho de 2026, a CAIXA Cultural Curitiba recebe a segunda edição de ENCUENTROS | ações de diálogo em dança Curitiba – América Latina, transformando Curitiba em um território de intersecção e partilha ao longo de 9 dias de programação. Durante este período, o projeto reúne criadores dedicados ao trabalho colaborativo e coletivo. A programação articula apresentações de espetáculos, residências artísticas, pocket shows e espaços de convívio, transformando a mostra em um campo de investigação contínua. ENCUENTROS se estrutura sob a premissa de que o encontro é uma ação imperativa que constrói, modifica e urge. É a partir desse entendimento que a mostra se desenha, criando espaços voltados ao compartilhamento de trajetórias, perguntas e inquietações artísticas, estéticas e políticas, focando na potência dos processos e no movimento.
Conceitualmente, a edição 2026 se articula a partir da relação somática entre corpo e território. Curitiba torna-se o ponto de partida para caminhar, mover-se e conversar sobre as performatividades, mapeando as cartografias singulares que cada artista produz em sua comunidade e na cidade que habita. A mostra de dança acompanha criadores que investigam suas práticas estéticas, inserções territoriais e projeções em rede, indagando como essas manifestações dialogam com outros contextos sem perder suas singularidades. O projeto surge também diante do distanciamento cultural histórico entre o Brasil e os demais países latino-americanos, que frequentemente desconhecem as realidades, as narrativas e as referências artísticas das nações vizinhas. Diante desse panorama, a mostra amplia os espaços de interlocução para construir redes de intercâmbio entre artistas de várias nacionalidades, provocando alteridade e mexendo com a cena curitibana.
Esse ambiente de intersecção e cooperação é costurado por uma comissão curatorial heterogênea, composta pela curadora e gestora argentina Jimena Garcia Blaya, pela artista e curadora mexicana Olga Gutiérrez, e pelo artista-gestor curitibano Leonardo Kunta, que desenham o chamamento e acompanham toda a programação para potencializar as redes internacionais de colaboração nas artes vivas latino-americanas, contando ainda com a interlocução curatorial da idealizadora e diretora artística Mariana Mello. Ao acionar esses espaços coletivos de intercâmbio, ENCUENTROS entende a travessia, o embate e a relação com outros corpos-geografias como uma provocação fundamental para os modos atuais de organização e criação nas artes vivas da América Latina e de Curitiba.
O panorama internacional reúne artistas de diferentes territórios latino-americanos na programação da CAIXA Cultural Curitiba. Do Uruguai, a criadora Eugenia S. Chirimini apresenta KRUMPFORMismo. Da Argentina, participam Iván Haidar, com a obra ¿Cómo las cosas llegaron aquí?, e a dupla formada por Constanza Copello e Delfina Serra, que apresenta Tropismo y Nastía. Representando a cena colombiana, Sara Idárraga Hamid integra a mostra com Des-emboca-dura con-mover lo atascado. Já o México marca presença com Azhareel Sierra e a performance Códice del placer. Em diálogo direto com as propostas internacionais, a cena de Curitiba se faz presente com os trabalhos ULTRAVIOLETA, de Adriana Omoto, Suíte Deserto, da Korpa Enkantada, MARIMBONDO, de André Oliveira, REGENERAÇÕES, de Majo Farias e Vitória Gabarda, e Por onde o corpo é rastro, de Nadya Romanowski.
A experiência na CAIXA Cultural Curitiba se expande ainda por meio de ações formativas e apresentações musicais que complementam a dimensão coletiva e relacional da mostra. O público e os artistas compartilharão saberes nas oficinas ministradas por Cinthia Kunifas, Laremi Paixão, Raphael Fernandes e Juliana Adur, que propõem práticas corporais de sensibilização e pensamento sobre o corpo e o mundo.
O cruzamento entre música e performance ganha força nos pocket shows que acontecem ao longo da programação. No dia de estreia, ENCUENTROS recebe Lu Faccini e o espetáculo convidado MONSTRUOSAS ALIANÇAS, de Gabriel Machado. Na segunda semana de evento, Gabriel conduzirá também o Diálogo # CITA, bate-papo público entre artistas, curadoria e público; ação acompanhada pela performance musical de Klüber. A mostra encerra com o pocket show Las Pájaras, e com o lançamento e a distribuição gratuita de uma publicação criada por Luana Navarro e Raro de Oliveira com registros criativos do projeto, estendendo a memória das escritas corporais, dos afetos e dos diálogos travados durante a mostra.
Ao conectar a cena local às urgências criativas da América Latina, ENCUENTROS consolida-se como uma cartografia viva. Cada movimento gerado ao longo desses nove dias ativa redes de alteridade, colaboração e intercâmbio. Porque o encontro é uma ação perfurativa.
Códice del placer. Crédito foto: Azur Martínez.
PROGRAMAÇÃO COMPLETA ENCUENTROS
05.06 SEX 19h30: ABERTURA ENCUENTROS POCKET SHOW VOA NOITE DUO de Lu Faccini e Leo Gumiero [LIVRE] MONSTRUOSAS ALIANÇAS de Gabriel Machado, Hedra Rockenbach e Stéfani Belo [LIVRE]
06.06 SÁB 14h – 17h OFICINA CORPO-CORPO CORPO-MUNDO com Cinthia Kunifas [16] 19h30 MARIMBONDO de André Oliveira (Curitiba) [LIVRE] TROPISMO Y NASTÍA de Constanza Copello y Delfina Serra (Argentina) [18]
07.06 DOM 14h – 17h OFICINA DANÇAR É PERTENCER com Laremi Paixão [16] 18h KRUMPFORMismo de Eugenia S. Chirimini (Uruguai) [LIVRE] SUÍTE DESERTO de Korpa Enkantada (Curitiba) [16]
09.06 TER 19h30 POCKET SHOW MELINDRE de Julia Klüber Diálogo Curitiba # América Latina Bate-papo entre artistas, curadoria e público. Mediação: Gabriel Machado.
10.06 QUA 19h30 ¿CÓMO LAS COSAS LLEGARON AQUÍ? de Iván Haidar (Argentina) [LIVRE] ULTRAVIOLETA de Adriana Omoto (Curitiba) [16]
11.06 QUI 19h30 REGENERAÇÕES de Majo Farias e Vitória Gabarda (Curitiba) [18] CÓDICE DEL PLACER de Azhareel Sierra (México) [18]
12.06 SEX 19h30 POR ONDE O CORPO É RASTRO de Nadya Romanowski (Curitiba) [LIVRE] DES-EMBOCA-DURA CON-MOVER LO ATASCADO de Sara Idárraga Hamid (Colômbia) [10]
13.06 SÁB 10h – 13h OFICINA ARQUITETURAS ORGÂNICAS DO MOVIMENTO com Raphael Fernandes [16] 14h – 17h OFICINA JOGO DE INTERESSES – O INTERESSE COMO FORÇA DE APROXIMAÇÃO E CRIAÇÃO com Juliana Adur [16] 19h30 ENCERRAMENTO ENCUENTROS POCKET SHOW LAS PÁJARAS [LIVRE] Lançamento e distribuição da PUBLICAÇÃO | REGISTRO CRIATIVO [LIVRE]
SERVIÇO: Mostra ENCUENTROS | ações de diálogo em dança Curitiba – América Latina # 2ª Edição Data: De 05 a 13 de junho de 2026 Local: CAIXA Cultural Curitiba Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro, Curitiba – PR Ingressos por noite: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada) Oficinas gratuitas INFOS E INSCRIÇÕES OFICINAS: https://linktr.ee/mostraencuentros https://www.encuentros.art
Taxa de atrasos no pagamento do aluguel é de 0,9% na capital paranaense
Enquanto diversos setores do mercado enfrentam altos índices de inadimplência — em março, o Brasil registrou 81,2 milhões de endividados —, imobiliárias e proprietários de imóveis comemoram o baixo índice de atrasos no pagamento dos aluguéis em Curitiba (PR): 0,9% em abril.
O percentual é o menor registrado desde o início do ano. Além disso, demonstra a estabilidade positiva do segmento de locação imobiliária na capital paranaense, cuja inadimplência mantém-se abaixo de 1,5% desde janeiro de 2022. Os dados são do levantamento divulgado pelo Instituto Paranaense de Pesquisa e Desenvolvimento do Mercado Imobiliário e Condominial (Inpespar), integrante do Sindicato da Habitação e Condomínio do Paraná (Secovi-PR).
“A explicação para esse baixo índice de inadimplência está na solidez das imobiliárias, que não só realizam uma análise cadastral criteriosa antes da locação, como operam com modalidades de garantia capazes de oferecer ao locador uma previsibilidade de recebimento próxima de 100%”, avalia Luiz Fernando Martins Alves, presidente do Inpespar.
Estabilidade nos aluguéis
Assim como a inadimplência, o mercado de locação também apresentou estabilidade na capital paranaense. Em abril, a Locação sobre a Oferta (LSO) residencial foi de 18,7%, uma retração de 3,1 pps no comparativo com o mês anterior.
Entre as tipologias de imóveis cujas unidades registraram melhor desempenho destacaram-se as casas de dois dormitórios, com 45,7% da oferta locada, e os apartamentos de um (35,3%) e dois dormitórios (29,5%).
O aluguel de unidades comerciais também registrou leve queda, de 2,5 p.p, encerrando abril com LSO de 6,7%. As casas comerciais se destacaram entre as tipologias do segmento, com 10,7% da oferta locada — em março, o índice havia sido de 6,8%.
Seja para comércio ou moradia, o Centro manteve a liderança como o endereço mais procurado pelos inquilinos que assinaram contratos de aluguel em abril, concentrando 26,1% das locações comerciais e 13,9%, das residenciais.
Na sequência, para fins comerciais, apareceram Santa Felicidade (6,8%) e Batel e Bigorrilho (5,7% cada). Já para moradia, destacaram-se Água Verde (6,9%) e Portão (3,9%).
O cenário de estabilidade também se refletiu no ticket médio total de locação, que permaneceu em R$ 2.481 reais, o mesmo valor registrado em março. Já no segmento residencial, houve alta de 0,3% no período, elevando o valor médio do aluguel para R$ 2.313.
Comparativo trimestral aponta que, desde 2024, o aumento foi de quase 10%; Centro é o bairro mais buscado pelos compradores
O ticket médio dos imóveis residenciais usados segue em alta em Curitiba (PR). Entre março e abril de 2026, o avanço foi de 1,9%, com o valor médio das negociações atingindo R$ 496.471. Na análise trimestral, o ticket médio da categoria registrou crescimento de 0,6% no comparativo entre fevereiro e abril de 2025 e de 9,6% em relação ao igual período de 2024, somando R$ 486.747. Os dados são do Instituto Paranaense de Pesquisa e Desenvolvimento do Mercado Imobiliário e Condominial (Inpespar), integrante do Sindicato da Habitação e Condomínio do Paraná (Secovi-PR).
“O imóvel segue sendo visto como uma forma importante de constituição patrimonial, seja para moradia ou investimento. O comportamento do ticket médio reflete esse movimento do mercado”, avalia Luiz Fernando Martins Alves, presidente do Inpespar.
O financiamento seguiu como a modalidade de pagamento mais utilizada, correspondendo a 69,4% das negociações efetivadas, contra 30,2% das aquisições realizadas à vista, em abril.
Tipologia e localização
Na capital paranaense, as tipologias residenciais que mais atraíram a atenção dos compradores foram os apartamentos. O destaque ficou com as unidades de dois dormitórios, que tiveram 7,1% de sua oferta comercializada. Na sequência, apareceram os apartamentos de três quartos (6,2%) e os studios (4,4%). As casas de dois dormitórios também registraram boa performance, com 3,8% de sua oferta vendida no período.
O Centro foi o endereço preferido pelos compradores, concentrando 8,7% das negociações efetivadas. Em seguida, aparecem Água Verde (6%), Bairro Alto (4,9%) e Boa Vista (4,4%), bairros que também registraram forte procura em abril.
A Venda de Usados sobre a Oferta (VUSO) residencial no período foi de 4,3%, recuo de 0,7 ponto porcentual (p.p) no comparativo com março. No segmento comercial, o índice avançou 0,7 p.p, atingindo 1,8%. A maior retração, por sua vez, foi registrada na comercialização de terrenos, cuja VUSO recuou 1,7 p.p entre março e abril, encerrando o último mês em 0,9%.
Com diversos tipos de gastronomia, operações da Ópera de Arame e da Rua da Música prometem clima de romance para os casais
Jantar à beira de um lago e música ao vivo em um dos cenários mais conhecidos de Curitiba. O Parque Jaime Lerner terá programação especial para o Dia dos Namorados, com cinco restaurantes e bares preparando menus e experiências voltadas aos casais que escolherem celebrar a data no complexo que reúne a Ópera de Arame, a Rua da Música e a Pedreira Paulo Leminski.
As opções agradam diferentes estilos, da gastronomia de boteco à culinária tex-mex, passando por hambúrgueres artesanais e cozinha italiana. Na Rua da Música, que conecta a Pedreira Paulo Leminski à Ópera de Arame, estão localizadas as operações Mustang Sally, Cão Véio, Ernesto Music Hall e Cana Benta.
Além dos menus especiais preparados para a ocasião, os casais poderão aproveitar apresentações de música instrumental ao vivo, em uma programação pensada especialmente para tornar a noite ainda mais romântica.
Já no Ópera Arte, restaurante instalado às margens do lago da Ópera de Arame, a proposta é de uma experiência mais intimista. O espaço também contará com cardápio exclusivo para a data e vista privilegiada para o palco flutuante do Vale da Música, projeto cultural realizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Bradesco.
Serviço
Dia dos Namorados no Parque Jaime Lerner
Quando: sexta-feira 12/06
Onde: Rua da Música | Rua João Gava, 970 – Abranches
*As reservas e informações sobre os menus especiais podem ser obtidas diretamente com cada operação.
Com alta de 191% em Curitiba e mais de 9,4 mil veículos vendidos em 2025, estado avança na eletrificação e recebe novo modelo da GAC com tecnologia premium
Com uma frota de veículos elétricos em rápida expansão, o Paraná tem se consolidado como um dos principais mercados brasileiros de eletromobilidade. Estudo recente do IPARDES, divulgado em fevereiro deste ano, mostrou que o estado ficou entre os cinco maiores mercados nacionais de veículos eletrificados em 2025, com mais de 9,4 mil unidades vendidas até agosto de 2025 e mais de 1,2 mil eletropostos instalados.
Em Curitiba, segundo dados da Secretaria Nacional de Trânsito (SENATRAN), compilados pela NeoCharge, a frota de veículos elétricos passou de 4.294 unidades em abril de 2023 para 12.477 em abril de 2025, crescimento de 191%. A capital paranaense também inaugurou recentemente o primeiro eletroposto público do estado, reforçando os investimentos em infraestrutura para acompanhar o aumento da demanda por modelos eletrificados.
“A expectativa é de que esse número aumente exponencialmente nos próximos anos. A preferência por veículos elétricos tem crescido consideravelmente, passando de cerca de 800 veículos no mercado em Curitiba, em 2023, para mais de 11 mil atualmente. Projetamos que a capital alcance a marca de 50 mil unidades até 2028”, explica o gerente de marca GAC do Grupo Servopa, Fábio Borges.
Novo modelo elétrico da GAC, Aion UT, chegou ao Paraná
No dia 3 de junho, o Paraná recebeu o Aion UT, hatch 100% elétrico da chinesa GAC, referência em veículos elétricos. O modelo reúne tecnologia e conforto em um veículo premium e está entre os mais avançados da categoria, combinando design sofisticado, autonomia competitiva e amplo espaço interno. O Aion UT conta com 4,27 m de comprimento e entre-eixos de 2,75 m, além de motorização de 204 cv, torque de até 21,4 kgfm e autonomia de até 310 km. Entre os recursos tecnológicos, um painel digital de 8”, central multimídia de 14,6”, câmera 360°, sensores de estacionamento e pacote ADAS nível 2 na versão Elite. Com teto solar panorâmico, tampa elétrica do porta-malas e carregamento bidirecional (V2L), também na versão Elite, o veículo proporciona uma experiência de conforto premium.
“O diferencial do Aion UT está na proposta de um compacto elétrico urbano desenvolvido sobre uma arquitetura dedicada, priorizando eficiência energética e integração digital. Ele oferece uma experiência de categoria superior, com foco em conforto, conectividade e eficiência para o uso diário”, detalha Borges.
Com preço entre R$ 130 mil e R$ 150 mil, o Aion UT se posiciona como uma alternativa tecnológica premium acessível, oferecendo mais espaço interno e recursos avançados em comparação aos concorrentes. A apresentação do novo modelo da GAC foi realizada simultaneamente nas concessionárias GAC Servopa de Curitiba, Londrina, Maringá e Cascavel. “O lançamento em quatro cidades paranaenses reforça o compromisso do Grupo Servopa com a democratização da mobilidade elétrica e com a oferta de veículos que unem inovação, sustentabilidade e exclusividade”, finaliza Fábio.
Sobre o Grupo Servopa
Há 70 anos atuando no mercado, o Grupo Servopa se consolidou como um dos principais grupos do setor automotivo no Brasil, representando 15 marcas de renome como Volkswagen, Audi, Hyundai, BYD, GAC, Honda, Peugeot, Volvo e Harley-Davidson. Com sede em Curitiba (PR), reúne operações em concessionárias de veículos, consórcios e serviços relacionados, com 52 lojas distribuídas nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.