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Consumo de energia deve crescer 3,3% ao ano no Brasil e pressiona indústria por mais eficiência

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Cenário impulsionado por ondas de calor e maior uso de climatização reforça adoção de soluções como iluminação natural para reduzir custos e aumentar a previsibilidade operacional

Dados da Empresa de Pesquisa Energética, vinculada ao Ministério de Minas e Energia, indicam que o consumo de eletricidade no Brasil deve crescer, em média, 3,3% ao ano até 2035, impulsionado tanto pela atividade econômica quanto pelo aumento das temperaturas, pela maior frequência de ondas de calor e pela crescente demanda por climatização.

A estimativa, presente no Caderno de Demanda de Eletricidade do Plano Decenal de Expansão de Energia 2035, reforça a importância da busca por alternativas viáveis de eficiência energética que não impactem a produtividade da indústria nacional, como as soluções de iluminação natural — especialmente ao se considerar que a iluminação artificial pode representar entre 15% e 30% do consumo total de energia em edificações comerciais e industriais.

Para Cássio Pissetti, diretor comercial da Engepoli, especializada neste tipo de solução para a indústria, não há mais tempo a perder. “Os efeitos das mudanças climáticas, com o aumento das temperaturas globais e da frequência dos eventos extremos, já impactam diretamente a operação das indústrias. Por isso, é urgente pensar em alternativas que aliem eficiência energética, redução de custos e mais previsibilidade operacional”, afirma.

ESG na prática

Pissetti lembra que os critérios ESG, sigla em inglês para Meio Ambiente, Social e Governança, já fazem parte da gestão de muitas empresas no país. Nesse contexto, cresce a busca por soluções que contribuam para a eficiência energética e aumentem a resiliência das operações e das próprias estruturas diante de cenários climáticos mais extremos.

A iluminação natural, ao reduzir a dependência de sistemas elétricos e contribuir para o controle térmico dos ambientes, se insere nesse movimento como uma alternativa alinhada às novas exigências de sustentabilidade e desempenho.

“Quando se fala em ESG na prática, estamos tratando de decisões que impactam diretamente o consumo de energia e a eficiência dos ambientes. A iluminação natural é uma dessas soluções porque utiliza um recurso abundante e também contribui para a qualidade do espaço de trabalho”, destaca o diretor.

Aproveitamento de recursos naturais

Entre as opções disponíveis no mercado, estão sistemas de iluminação zenital com certificações internacionais, como a FM Approved, concedida pela FM Approvals (FM Global), que buscam distribuir a iluminação de forma mais uniforme, evitando ofuscamento e reduzindo o ganho térmico em grandes áreas, como galpões industriais e centros logísticos.

Um exemplo dessa aplicação é o Skylux Ultra, desenvolvido pela Engepoli, que reúne iluminação zenital com certificação internacional FM Approved. A certificação atesta o desempenho do sistema em testes rigorosos de resistência, durabilidade e segurança, aspectos cada vez mais relevantes em projetos expostos a condições climáticas adversas.

Além disso, materiais como o policarbonato de alta resistência têm sido empregados para garantir maior durabilidade, proteção contra radiação UV e desempenho ao longo do tempo, fatores considerados relevantes em projetos sujeitos a variações climáticas mais intensas.

Nesse cenário, a tendência é que soluções que combinem eficiência energética, desempenho técnico e segurança ganhem espaço em projetos industriais e logísticos, especialmente diante da necessidade de reduzir custos operacionais e adaptar as edificações a um ambiente climático cada vez mais desafiador.

Sobre a Engepoli
A Engepoli é uma empresa de soluções para iluminação e ventilação natural com atuação no Brasil e no exterior. Desenvolve projetos voltados à eficiência energética e ao conforto ambiental em edificações industriais e comerciais. A empresa trabalha com sistemas certificados e soluções proprietárias, com foco em desempenho técnico e redução do consumo de energia elétrica.

Instituto MRV&CO impacta mais de 115 mil pessoas em 2025 e amplia alcance social por meio da educação

Relatório de Vidas Transformadas 2025 mostra que as iniciativas da instituição fortaleceram a educação pública, apoiaram organizações sociais e contribuíram para políticas educacionais em todo o país

Investir em educação gera impactos que vão muito além das salas de aula. Essa é a principal conclusão do Relatório de Vidas Transformadas 2025, divulgado pelo Instituto MRV&CO, responsável por coordenar os investimentos sociais do Grupo MRV&CO. O documento reúne os resultados do último ano e evidencia como as iniciativas da instituição ampliam oportunidades, fortalecem comunidades e geram valor social mensurável.

Em 2025, o Instituto MRV&CO investiu R$ 3,2 milhões em programas de educação, cidadania e desenvolvimento social, alcançando mais de 115 mil pessoas em todo o país. Os resultados refletem uma trajetória construída ao longo de mais de uma década, com a educação como principal ferramenta de transformação social. O ano também marcou a primeira transição de presidência desde a fundação do Instituto, simbolizando uma nova etapa de ampliação do impacto social.

Quando o impacto se transforma em valor para a sociedade

Um dos principais destaques do relatório é a mensuração do Retorno Social sobre o Investimento (SROI), metodologia internacional que avalia o valor social gerado por iniciativas socioeducacionais. O estudo, aplicado em alguns programas do Instituto, demonstrou retornos expressivos para a sociedade.

O “Educar para Transformar”, gera R$ 3,36 em retorno social para cada R$ 1 investido. Desde sua criação, já foram nove edições e o programa já apoiou 51 projetos em 14 estados brasileiros, beneficiando mais de 212 mil pessoas por meio de iniciativas voltadas à educação e ao desenvolvimento social.

Outro exemplo é o “Seu filho, Nosso futuro”, que gera R$ 2,73 em valor social para cada R$ 1 aplicado. Desenvolvida em 2017, a iniciativa amplia oportunidades para crianças, adolescentes e jovens por meio da distribuição de kits escolares, incentivo à leitura e oferta de bolsas de estudo. Somente em 2025, foram entregues 3.638 kits escolares a filhos e enteados de colaboradores da MRV&CO, além da ampliação de parcerias com instituições de ensino de referência, como a Fundação Dom Cabral e a Faculdade Inteli.

“O SROI nos permite traduzir em números o que vemos diariamente nas histórias das pessoas impactadas pelos nossos programas. Mais do que indicadores, estamos falando de oportunidades criadas, trajetórias transformadas e impactos que permanecem ao longo do tempo”, explica Maria Fernanda, presidente do Instituto MRV&CO.

Um ecossistema de transformação social

Além de ações com crianças e jovens, o Instituto desenvolve iniciativas para educadores, colaboradores e organizações da sociedade civil, formando um ecossistema que amplia seu alcance.

O MRV Voluntários mobiliza colaboradores em ações educacionais e de cidadania. Em 2025, foram 2.716 horas de trabalho voluntário em diferentes estados, beneficiando quase 2 mil pessoas diretamente.

O Instituto iungo, que completou cinco anos em 2025, fortalece a educação pública brasileira. No último ano, 21.937 professores participaram de ações formativas. Desde sua criação, a iniciativa impactou diretamente mais de 356 mil educadores e alcançou indiretamente cerca de 5,6 milhões de estudantes.

O Programa Evoluir, voltado ao fortalecimento de organizações da sociedade civil, capacitou 16 OSCs e promoveu 675 horas de formação em empreendedorismo social, mentorias e desenvolvimento institucional.

O relatório também destaca o Escola Nota 10, criado para promover a alfabetização de colaboradores nos canteiros de obras da MRV. Presente em mais de 160 cidades desde 2011, o programa implantou 319 escolas, alfabetizou mais de 7 mil trabalhadores e recebeu investimentos superiores a R$ 8 milhões.

Legado e impacto de longo prazo

Ao longo de sua trajetória, o Instituto MRV&CO já impactou cerca de 2,9 milhões de pessoas direta e indiretamente, com investimentos superiores a R$ 48 milhões. 

“Na MRV&CO, acreditamos que a educação é uma das ferramentas mais poderosas para promover desenvolvimento social e ampliar oportunidades. Os resultados apresentados neste relatório mostram que, quando o investimento social é realizado de forma estratégica e contínua, é possível gerar impactos duradouros para pessoas, comunidades e para a sociedade como um todo. Seguiremos ampliando nosso alcance e fortalecendo iniciativas que gerem oportunidades reais para crianças, jovens, educadores e comunidades em todo o Brasil”, conclui Maria Fernanda.

Para conhecer mais das iniciativas e resultados do Instituto MRV&CO acesse o relatório pelo site https://institutomrv.com.br/transparencia/relatorio-de-atividades/

Sobre o Instituto MRV&CO

O Instituto MRV&CO acredita que os primeiros passos para trilhar um futuro com mais oportunidades estão diretamente ligados ao poder transformador da educação. Por isso, desde 2014, o lado social da MRV&CO desenvolve e apoia importantes programas e projetos, que têm como essência oferecer possibilidades ainda maiores na área da educação. Dessa forma, já conseguimos proporcionar oportunidades de um futuro melhor para mais de 2,9 milhões de pessoas em doze anos. Saiba mais em institutomrv.com.br.

Grupo Vellore conquista dois títulos no Top of Mind Revenda Construção 2026

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Foxlux e Famastil alcançam o 1º lugar em categorias estratégicas e reforçam trajetória entre as marcas mais lembradas do setor de materiais de construção

O Grupo Vellore foi novamente destaque no Top of Mind Revenda Construção, uma das mais importantes premiações do setor de materiais de construção do Brasil. Na edição de 2026, realizada na última terça-feira (09/06), em São Paulo, as marcas Foxlux e Famastil conquistaram dois títulos de 1º lugar e mantiveram presença entre as três marcas mais lembradas pelos lojistas brasileiros em seis categorias estratégicas.

A Foxlux recebeu o troféu de 1º lugar na categoria Refletor de LED, repetindo o desempenho de liderança alcançado em 2025 e consolidando sua força no segmento de iluminação. Já a Famastil conquistou o 1º lugar na categoria Ferramenta Manual para Jardim e Agricultura, ampliando seu histórico de reconhecimento junto ao varejo especializado e aos profissionais do setor.

Além dos títulos, o Grupo Vellore também alcançou posições de destaque em outras categorias da premiação. A Famastil ficou em 2º lugar em Ferramenta Manual para Construção e 2º lugar em Mangueira para Jardim, enquanto a Foxlux conquistou o 2º lugar em Fita Isolante e o 2º lugar em Luminária de LED.

Promovido pela Revista Revenda Construção, o Top of Mind é resultado de uma pesquisa espontânea realizada com lojistas de todo o país, que apontam as primeiras marcas que lhes vêm à mente em diferentes categorias do mercado. O levantamento é considerado um dos principais indicadores de força de marca e reconhecimento no setor da construção civil.

“Conquistar dois primeiros lugares e manter nossas marcas entre as mais lembradas do Brasil é um reconhecimento muito importante. Esse resultado reflete a confiança dos lojistas, a consistência do trabalho desenvolvido ao longo dos anos e nosso compromisso permanente com qualidade, inovação e proximidade com o mercado”, afirma Laufran Wosniak, CEO do Grupo Vellore.

Com os resultados de 2026, o Grupo Vellore amplia uma trajetória de destaque construída ao longo da última década no Top of Mind Revenda Construção. Entre 2014 e 2026, Foxlux e Famastil acumularam dezenas de indicações entre as marcas mais lembradas do país e agora somam sete títulos de 1º lugar, consolidando sua relevância em categorias estratégicas dos segmentos de iluminação, materiais elétricos, ferramentas e jardinagem.

Grupo Vellore

O Grupo Vellore é referência nacional no segmento de materiais de construção, com um portfólio de mais de 1.200 produtos, atuação em todo o território brasileiro e presença internacional por meio de exportações para seis países. Detentor das marcas Foxlux, com soluções em iluminação, materiais elétricos, bombas d’água e utilidades, e Famastil, com ferramentas, jardinagem e linha agrícola, o Grupo conta com fábrica própria em Pinhais (PR) e escritório em Ningbo, na China. Além da indústria, o Grupo Vellore opera um ecossistema de negócios que integra varejo, tecnologia, serviços e soluções financeiras, por meio da Iluzze, Vellore Ventures, Sobmedida e F2 Bank. Com foco no desenvolvimento contínuo, inovação e geração de oportunidades, o Grupo Vellore conecta marcas, mercados e soluções para impulsionar profissionais, parceiros e negócios no Brasil e no exterior.

Grupo Jufap assume operação da primeira loja JOVI da região Sul

O Grupo Jufap, empresa com mais de 20 anos de atuação no mercado de telecomunicações, amplia sua presença no varejo de tecnologia com a gestão da primeira loja JOVI na região Sul do Brasil. Localizada no Shopping Palladium Curitiba, a unidade é a segunda operação física da marca no país e reforça a estratégia do grupo de ampliar sua presença no país.

A JOVI é a marca exclusiva de smartphones da Vivo Mobile Communication Co., Ltd. para o Brasil, uma das principais empresas chinesas de tecnologia móvel.

A nova loja de Curitiba oferecerá uma experiência completa aos consumidores, oferecendo todo o portfólio de smartphones, atendimento especializado, serviços de pós-venda e a possibilidade de utilizar aparelhos usados como parte do pagamento na aquisição de novos dispositivos.

Localizada no Piso L1 do Shopping Palladium Curitiba, a operação apresenta ao público os modelos JOVI disponíveis no Brasil, incluindo Y31, Y21, Y21 5G e V70 5G, além do JOVI Buds Air 3. No espaço, os visitantes poderão conhecer de perto os produtos, testar os aparelhos e receber orientação da equipe especializada.

Para o Grupo Jufap, a gestão desta loja reforça a estratégia de ampliar sua presença no varejo de tecnologia e oferecer ao consumidor novas opções em smartphones, conectando inovação, qualidade e atendimento próximo.

Fundado no Paraná em 2003, o Grupo Jufap iniciou suas atividades no setor de telefonia, em parceria com a TIM. Atualmente, atua nos segmentos de telecomunicações, tecnologia, agro e energia solar. Com sede em Curitiba, o grupo conta com mais de 360 colaboradores, 35 lojas nos estados do Paraná e São Paulo, além de uma fazenda e uma usina fotovoltaica.

Boom das motocicletas transforma mobilidade e movimenta nova cadeia econômica no Paraná

Pela primeira vez na história do país, as motocicletas ultrapassaram os carros de passeio em número de vendas anuais. Em 2025, foram 2,19 milhões de unidades emplacadas no Brasil, segundo dados da Fenabrave, consolidando uma mudança que vai além das estatísticas e revela uma nova configuração da mobilidade urbana nacional.

O fenômeno tem sido ainda mais intenso no Paraná, onde fatores econômicos, mudanças tributárias e a expansão do trabalho por aplicativos aceleraram a presença das motos nas ruas. Hoje, o estado soma quase 1,9 milhão de motocicletas e motonetas, o equivalente a cerca de 20% de toda a frota estadual.

Parte desse avanço é atribuída à isenção do IPVA para motos de até 170 cilindradas, medida em vigor desde janeiro de 2025. O incentivo fez disparar as vendas de modelos de baixa cilindrada, cuja comercialização mais que dobrou no estado em apenas um ano. Nos primeiros quatro meses de 2026, o Paraná já registrou quase 59 mil novos emplacamentos, volume próximo ao total vendido em todo o ano de 2024.

Mas o impacto desse crescimento vai muito além das concessionárias. Com mais motocicletas em circulação, toda uma cadeia econômica passa a se expandir em ritmo acelerado , especialmente setores ligados à manutenção e aos insumos automotivos.

Entre os segmentos diretamente beneficiados está o mercado de lubrificantes para motocicletas, considerado hoje um dos mais dinâmicos da indústria automotiva. Diferentemente dos carros, as motos exigem trocas de óleo mais frequentes, geralmente entre 3 mil e 5 mil quilômetros, o que amplia significativamente a demanda, sobretudo entre entregadores, motoboys e profissionais que dependem das duas rodas como ferramenta diária de trabalho.

Segundo levantamento da plataforma MototraK, o mercado brasileiro de óleo para motores de motocicletas alcançou cerca de 145 milhões de litros em 2025, com crescimento de 4,3% em relação ao ano anterior. A tendência é de expansão contínua.

No Paraná, esse movimento já altera a estrutura das empresas responsáveis pelo abastecimento da cadeia. A Acipar, distribuidora com atuação no estado há mais de cinco décadas, afirma que cerca de 30% de sua operação hoje está concentrada no segmento de motos.

“O mercado de motos tem um giro extremamente dinâmico. Existe uma necessidade muito grande de abastecimento rápido, disponibilidade de estoque e relacionamento próximo com oficinas, lojas e revendas”, afirma Luiz Alberto Gomes Jr., diretor-executivo da empresa.

Segundo ele, a motocicleta deixou de ser apenas uma alternativa econômica para se tornar protagonista da mobilidade urbana brasileira. “A motocicleta passou a ocupar uma posição central no deslocamento diário das pessoas e no funcionamento da economia urbana. Isso aumenta a demanda por lubrificantes de qualidade e exige uma estrutura logística cada vez mais eficiente”, explica.

A resposta do setor tem sido ampliar capacidade e investir em tecnologia. Para acompanhar o crescimento da demanda, a Acipar inaugura uma nova sede em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, com capacidade para armazenar até 3 milhões de litros de produtos.

Alta performance e durabilidade

“A adoção de lubrificantes sintéticos de alta performance ampliam a durabilidade dos motores, reduzem a frequência das trocas e ajudam a diminuir custos operacionais,  especialmente relevantes para profissionais que dependem intensamente da motocicleta”, orienta Gomes Jr.

Para ele, o avanço das motos, não representa apenas uma mudança no trânsito ou nos hábitos de consumo. Trata-se de uma transformação estrutural, que tem redefinido setores inteiros da economia, exige adaptação logística e coloca sustentabilidade e eficiência no centro das decisões empresariais.

“Com a projeção de 2,4 milhões de motocicletas vendidas no Brasil em 2026, o setor segue acelerando e, com ele, todos os negócios que giram em torno das duas rodas”, completa.

Palladium Curitiba lança campanha de Dia dos Namorados com sorteio de Jeep Compass e brinde exclusivo

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O Dia dos Namorados está chegando, e o Palladium Curitiba preparou uma ação especial para celebrar a data com experiências, presentes e a chance de conquistar um grande prêmio. 

Durante o período da campanha, a cada R$ 350 em compras realizadas nas lojas participantes, o cliente recebe um cupom para concorrer ao sorteio de um Jeep Compass, um dos SUVs mais desejados do mercado. A ação é válida até o dia 14 de junho, com sorteio marcado para 15 de junho. Para ampliar as chances, os participantes que cadastrarem suas notas fiscais por meio do Podi App garantem cupons em dobro, tornando a experiência ainda mais vantajosa.

Além disso, o Palladium Curitiba também presenteia os consumidores com um brinde exclusivo: de 29 de maio a 14 de junho, nas compras a partir de R$ 800, os clientes ganham uma petisqueira de melamina. O item faz parte da coleção especial de brindes colecionáveis de 2026, pensada para acompanhar momentos de convivência e celebração, especialmente em datas como o Dia dos Namorados.

“O Dia dos Namorados é uma das datas mais relevantes para o varejo e também uma oportunidade de criar conexões emocionais com nossos clientes. Pensamos em uma campanha que une desejo, praticidade e benefício real, com um prêmio de grande apelo e um brinde que complementa momentos a dois”, destaca a gerente de marketing do Palladium, Cida Oliveira. A ação acontece por tempo limitado e os brindes são válidos enquanto durarem os estoques.

Faturamento não é lucro

Crescer nas vendas não garante lucro, e a falta de controle financeiro continua sendo uma das principais causas das dificuldades enfrentadas por pequenas e médias empresas brasileiras

Uma empresa pode aumentar o faturamento durante meses, conquistar novos clientes e parecer estar em seu melhor momento. Ainda assim, estar caminhando para uma crise financeira. Embora pareça contraditório, essa é uma realidade comum entre pequenos e médios negócios brasileiros. O problema, na maioria das vezes, não está na capacidade de vender, mas na dificuldade de entender o que realmente acontece com o dinheiro da empresa.

Segundo Danilo Fermino, contador e especialista em gestão financeira empresarial, um dos erros mais frequentes é confundir dinheiro entrando na conta com lucro. “Muitos empresários olham para o saldo bancário e acreditam que aquilo representa o resultado da empresa. Mas o dinheiro que está na conta pode ter destino. Pode ser imposto, fornecedor, folha de pagamento ou compromissos futuros. Saldo bancário não é lucro.” A consequência é que decisões importantes acabam sendo tomadas sem informações confiáveis sobre margem de lucro, fluxo de caixa, custos operacionais e rentabilidade.

Com mais de 14 anos de atuação na área contábil e financeira, Danilo acompanha diariamente a realidade de pequenas e médias empresas e afirma que a falta de visibilidade financeira continua sendo um dos maiores desafios para o crescimento sustentável dos negócios.

“Muitos empreendedores trabalham o dia inteiro, vendem, atendem clientes, contratam pessoas, resolvem problemas e fazem a empresa acontecer. Mas quando eu faço uma pergunta simples, quanto realmente sobrou no mês passado? Muitos não conseguem responder. E sem essa resposta, qualquer decisão importante passa a ser tomada na base da percepção.”

O problema costuma se agravar justamente quando a empresa começa a crescer. “É comum o empresário acreditar que está prosperando porque o faturamento aumentou. Mas crescimento sem controle pode gerar mais estoque, mais despesas, mais impostos, mais necessidade de capital de giro e mais risco. Já vimos empresas venderem mais e, ao mesmo tempo, ficarem financeiramente mais frágeis.”

Para enfrentar esse desafio, algumas organizações estruturam equipes financeiras internas. Outras optam pela terceirização especializada de processos financeiros, modelo conhecido como BPO Financeiro (Business Process Outsourcing).

Independentemente do formato escolhido, o objetivo é o mesmo: transformar informações dispersas em dados que permitam decisões mais seguras e estratégicas. “O empresário não precisa decorar indicadores financeiros, mas precisa ter acesso a eles. Quem toma decisões sem números está administrando no escuro. Quando existe informação organizada, fica mais fácil identificar desperdícios, melhorar margens, planejar investimentos, negociar melhor com fornecedores e crescer com mais segurança.”

Para Danilo Fermino, um dos maiores equívocos é acreditar que problemas financeiros surgem de forma repentina. “Nenhuma empresa quebra de um dia para o outro. Os sinais aparecem muito antes. Queda de margem, aumento de despesas, falta de caixa, endividamento crescente e dificuldade para formar reservas normalmente começam meses antes da crise se tornar visível.”

Por isso, a gestão financeira deixou de ser apenas uma atividade administrativa e passou a ocupar um papel estratégico dentro das empresas. “No fim das contas, empresas raramente quebram por falta de esforço. A maioria quebra porque toma decisões sem enxergar os próprios números. E quando o empresário passa a entender o que os números estão dizendo, ele deixa de apenas trabalhar no negócio e começa, de fato, a gerir uma empresa.”

Serviço: Flow Contabilidade Digital
Danilo Fermino, Contador CRC PR 078065/O-2
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Marista Brasil reúne 180 educadores do SAEE em encontro nacional sobre educação inclusiva

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Evento em Curitiba discutiu como transformar políticas institucionais em práticas pedagógicas concretas, com foco em acesso, permanência, participação e aprendizagem significativa.

Em um momento em que a educação brasileira amplia o debate sobre inclusão escolar e permanência com aprendizagem, o Marista Brasil realizou, entre os dias 9 e 11 de junho, em Curitiba (PR), o Encontro do Serviço de Atendimento Educacional Especializado (SAEE). O evento reuniu cerca de 200 educadores que atuam diretamente no atendimento educacional especializado nas unidades da instituição, com o objetivo de alinhar políticas institucionais, qualificar práticas pedagógicas e fortalecer uma cultura escolar que acolha, valorize e potencialize cada estudante.

Com o tema “Educação Inclusiva no Marista Brasil: da Política à Prática Transformadora”, o encontro foi estruturado a partir de quatro premissas consideradas centrais para a educação inclusiva: Acesso, Permanência, Participação e Aprendizagem Significativa. Ao longo dos três dias, os participantes acompanharam painéis, oficinas e momentos de partilha voltados à implementação da Política de Educação Inclusiva da instituição e à construção de respostas pedagógicas concretas para os diferentes contextos escolares.

A programação abordou temas como educação inclusiva como expressão do carisma marista, a transição do paradigma médico para o social no processo de escolarização, recursos de acessibilidade, transtorno do espectro autista (TEA), gerenciamento de crises, aprendizagem socioemocional, proteção integral, indicadores e leitura de dados do SAEE, além do papel estratégico da educação inclusiva nas unidades escolares.

Também integraram o encontro oficinas sobre Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA), escrita de documentos técnicos, estratégias pedagógicas para altas habilidades/superdotação, tecnologias educacionais e compartilhamento de práticas entre diferentes níveis de ensino.

“Este encontro é a consolidação de um compromisso com uma educação que, de fato, seja inclusiva. Nosso desafio é transformar diretrizes em práticas cotidianas, garantindo que cada estudante encontre condições reais para estar presente, participar ativamente e aprender com sentido. O encontro também tem um papel estratégico de alinhamento de recursos, processos e formação dos profissionais que atuam diretamente nesse contexto”, afirma Olavo Chicoski, coordenador da área de Cuidado Integral do Marista Brasil, responsável pela área de Educação Inclusiva.

Por que o tema ganha relevância nacional

O encontro ocorre em um contexto de expansão da matrícula de estudantes público-alvo da educação especial na rede regular. Segundo o Censo Escolar 2023, o Brasil registrou cerca de 1,9 milhão de matrículas da educação especial, crescimento de aproximadamente 42% em relação a 2019, e 91% desses estudantes já estão incluídos em classes comuns do ensino regular. Os dados reforçam a necessidade de investir não apenas no acesso, mas também na permanência, participação e aprendizagem efetiva desses estudantes.

De acordo com Olavo, a inclusão não se realiza apenas com matrícula; ela se concretiza quando a escola cria condições intencionais para que cada estudante participe, aprenda e se desenvolva plenamente. “Ao reunir 180 educadores do SAEE de diferentes regiões do país, o Marista Brasil fortalece uma estratégia que conecta formação, indicadores, proteção integral e práticas pedagógicas, transformando a Política de Educação Inclusiva em ações concretas nas unidades escolares”.

CAIXA CULTURAL CURITIBA APRESENTA ENCUENTROS – AÇÕES DE DIÁLOGO EM DANÇA CURITIBA – AMÉRICA LATINA

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De 5 a 13 de junho de 2026, a CAIXA Cultural Curitiba recebe a segunda edição de ENCUENTROS | ações de diálogo em dança Curitiba – América Latina, transformando Curitiba em um território de intersecção e partilha ao longo de 9 dias de programação. Durante este período, o projeto reúne criadores dedicados ao trabalho colaborativo e coletivo. A programação articula apresentações de espetáculos, residências artísticas, pocket shows e espaços de convívio, transformando a mostra em um campo de investigação contínua. ENCUENTROS se estrutura sob a premissa de que o encontro é uma ação imperativa que constrói, modifica e urge. É a partir desse entendimento que a mostra se desenha, criando espaços voltados ao compartilhamento de trajetórias, perguntas e inquietações artísticas, estéticas e políticas, focando na potência dos processos e no movimento.

Conceitualmente, a edição 2026 se articula a partir da relação somática entre corpo e território. Curitiba torna-se o ponto de partida para caminhar, mover-se e conversar sobre as performatividades, mapeando as cartografias singulares que cada artista produz em sua comunidade e na cidade que habita. A mostra de dança acompanha criadores que investigam suas práticas estéticas, inserções territoriais e projeções em rede, indagando como essas manifestações dialogam com outros contextos sem perder suas singularidades. O projeto surge também diante do distanciamento cultural histórico entre o Brasil e os demais países latino-americanos, que frequentemente desconhecem as realidades, as narrativas e as referências artísticas das nações vizinhas. Diante desse panorama, a mostra amplia os espaços de interlocução para construir redes de intercâmbio entre artistas de várias nacionalidades, provocando alteridade e mexendo com a cena curitibana.

Esse ambiente de intersecção e cooperação é costurado por uma comissão curatorial heterogênea, composta pela curadora e gestora argentina Jimena Garcia Blaya, pela artista e curadora mexicana Olga Gutiérrez, e pelo artista-gestor curitibano Leonardo Kunta, que desenham o chamamento e acompanham toda a programação para potencializar as redes internacionais de colaboração nas artes vivas latino-americanas, contando ainda com a interlocução curatorial da idealizadora e diretora artística Mariana Mello. Ao acionar esses espaços coletivos de intercâmbio, ENCUENTROS entende a travessia, o embate e a relação com outros corpos-geografias como uma provocação fundamental para os modos atuais de organização e criação nas artes vivas da América Latina e de Curitiba.

O panorama internacional reúne artistas de diferentes territórios latino-americanos na programação da CAIXA Cultural Curitiba. Do Uruguai, a criadora Eugenia S. Chirimini apresenta KRUMPFORMismo. Da Argentina, participam Iván Haidar, com a obra ¿Cómo las cosas llegaron aquí?, e a dupla formada por Constanza Copello e Delfina Serra, que apresenta Tropismo y Nastía. Representando a cena colombiana, Sara Idárraga Hamid integra a mostra com Des-emboca-dura con-mover lo atascado. Já o México marca presença com Azhareel Sierra e a performance Códice del placer. Em diálogo direto com as propostas internacionais, a cena de Curitiba se faz presente com os trabalhos ULTRAVIOLETA, de Adriana Omoto, Suíte Deserto, da Korpa Enkantada, MARIMBONDO, de André Oliveira, REGENERAÇÕES, de Majo Farias e Vitória Gabarda, e Por onde o corpo é rastro, de Nadya Romanowski.

A experiência na CAIXA Cultural Curitiba se expande ainda por meio de ações formativas e apresentações musicais que complementam a dimensão coletiva e relacional da mostra. O público e os artistas compartilharão saberes nas oficinas ministradas por Cinthia Kunifas, Laremi Paixão, Raphael Fernandes e Juliana Adur, que propõem práticas corporais de sensibilização e pensamento sobre o corpo e o mundo.

O cruzamento entre música e performance ganha força nos pocket shows que acontecem ao longo da programação. No dia de estreia, ENCUENTROS recebe Lu Faccini e o espetáculo convidado MONSTRUOSAS ALIANÇAS, de Gabriel Machado. Na segunda semana de evento, Gabriel conduzirá também o Diálogo # CITA, bate-papo público entre artistas, curadoria e público; ação acompanhada pela performance musical de Klüber. A mostra encerra com o pocket show Las Pájaras, e com o lançamento e a distribuição gratuita de uma publicação criada por Luana Navarro e Raro de Oliveira com registros criativos do projeto, estendendo a memória das escritas corporais, dos afetos e dos diálogos travados durante a mostra.

Ao conectar a cena local às urgências criativas da América Latina, ENCUENTROS consolida-se como uma cartografia viva. Cada movimento gerado ao longo desses nove dias ativa redes de alteridade, colaboração e intercâmbio. Porque o encontro é uma ação perfurativa.

Códice del placer. Crédito foto: Azur Martínez.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA
ENCUENTROS

05.06 SEX
19h30: ABERTURA ENCUENTROS
POCKET SHOW VOA NOITE DUO de Lu Faccini e Leo Gumiero [LIVRE]
MONSTRUOSAS ALIANÇAS de Gabriel Machado, Hedra Rockenbach e Stéfani Belo [LIVRE]

06.06 SÁB
14h – 17h OFICINA CORPO-CORPO CORPO-MUNDO com Cinthia Kunifas [16]
19h30
MARIMBONDO de André Oliveira (Curitiba) [LIVRE]
TROPISMO Y NASTÍA de Constanza Copello y Delfina Serra (Argentina) [18]

07.06 DOM
14h – 17h OFICINA DANÇAR É PERTENCER com Laremi Paixão [16]
18h
KRUMPFORMismo de Eugenia S. Chirimini (Uruguai) [LIVRE]
SUÍTE DESERTO de Korpa Enkantada (Curitiba) [16]

09.06 TER
19h30 POCKET SHOW MELINDRE de Julia Klüber
Diálogo Curitiba # América Latina
Bate-papo entre artistas, curadoria e público. Mediação: Gabriel Machado.

10.06 QUA
19h30
¿CÓMO LAS COSAS LLEGARON AQUÍ? de Iván Haidar (Argentina) [LIVRE]
ULTRAVIOLETA de Adriana Omoto (Curitiba) [16]

11.06 QUI
19h30
REGENERAÇÕES de Majo Farias e Vitória Gabarda (Curitiba) [18]
CÓDICE DEL PLACER de Azhareel Sierra (México) [18]

12.06 SEX
19h30
POR ONDE O CORPO É RASTRO de Nadya Romanowski (Curitiba) [LIVRE]
DES-EMBOCA-DURA CON-MOVER LO ATASCADO de Sara Idárraga Hamid (Colômbia) [10]

13.06 SÁB
10h – 13h OFICINA ARQUITETURAS ORGÂNICAS DO MOVIMENTO com Raphael Fernandes [16]
14h – 17h OFICINA JOGO DE INTERESSES – O INTERESSE COMO FORÇA DE APROXIMAÇÃO E CRIAÇÃO com Juliana Adur [16]
19h30 ENCERRAMENTO ENCUENTROS
POCKET SHOW LAS PÁJARAS [LIVRE]
Lançamento e distribuição da PUBLICAÇÃO | REGISTRO CRIATIVO [LIVRE]

SERVIÇO:
Mostra ENCUENTROS | ações de diálogo em dança Curitiba – América Latina # 2ª Edição
Data: De 05 a 13 de junho de 2026
Local: CAIXA Cultural Curitiba
Endereço: Rua Conselheiro Laurindo, 280 – Centro, Curitiba – PR
Ingressos por noite: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada)
Oficinas gratuitas
INFOS E INSCRIÇÕES OFICINAS:
https://linktr.ee/mostraencuentros
https://www.encuentros.art

Na contramão do mercado, inadimplência na locação imobiliária é baixíssima em Curitiba

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Taxa de atrasos no pagamento do aluguel é de 0,9% na capital paranaense

Enquanto diversos setores do mercado enfrentam altos índices de inadimplência — em março, o Brasil registrou 81,2 milhões de endividados —, imobiliárias e proprietários de imóveis comemoram o baixo índice de atrasos no pagamento dos aluguéis em Curitiba (PR): 0,9% em abril.

O percentual é o menor registrado desde o início do ano. Além disso, demonstra a estabilidade positiva do segmento de locação imobiliária na capital paranaense, cuja inadimplência mantém-se abaixo de 1,5% desde janeiro de 2022. Os dados são do levantamento divulgado pelo Instituto Paranaense de Pesquisa e Desenvolvimento do Mercado Imobiliário e Condominial (Inpespar), integrante do Sindicato da Habitação e Condomínio do Paraná (Secovi-PR).  

“A explicação para esse baixo índice de inadimplência está na solidez das imobiliárias, que não só realizam uma análise cadastral criteriosa antes da locação, como operam com modalidades de garantia capazes de oferecer ao locador uma previsibilidade de recebimento próxima de 100%”, avalia Luiz Fernando Martins Alves, presidente do Inpespar. 

Estabilidade nos aluguéis

Assim como a inadimplência, o mercado de locação também apresentou estabilidade na capital paranaense. Em abril, a Locação sobre a Oferta (LSO) residencial foi de 18,7%, uma retração de 3,1 pps no comparativo com o mês anterior. 

Entre as tipologias de imóveis cujas unidades registraram melhor desempenho destacaram-se as casas de dois dormitórios, com 45,7% da oferta locada, e os apartamentos de um (35,3%) e dois dormitórios (29,5%). 

O aluguel de unidades comerciais também registrou leve queda, de 2,5 p.p,  encerrando abril com LSO de 6,7%. As casas comerciais se destacaram entre as tipologias do segmento, com 10,7% da oferta locada — em março, o índice havia sido de 6,8%.  

Seja para comércio ou moradia, o Centro manteve a liderança como o endereço mais procurado pelos inquilinos que assinaram contratos de aluguel em abril, concentrando 26,1% das locações comerciais e 13,9%, das residenciais. 

Na sequência, para fins comerciais, apareceram Santa Felicidade (6,8%) e Batel e Bigorrilho (5,7% cada). Já para moradia, destacaram-se Água Verde (6,9%) e Portão (3,9%). 

O cenário de estabilidade também se refletiu no ticket médio total de locação, que permaneceu em R$ 2.481 reais, o mesmo valor registrado em março. Já no segmento residencial, houve alta de 0,3% no período, elevando o valor médio do aluguel para R$ 2.313.