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O custo invisível do desconhecimento: por que informação também é estratégia de gestão

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Por Sabrina Muggiati, idealizadora do Programa Eu Digo X e mãe de um jovem com Síndrome do X Frágil

Durante muitos anos, procurei respostas para compreender o desenvolvimento do meu filho. Vieram consultas, terapias, hipóteses e diagnósticos parciais. O diagnóstico inicial foi de autismo. Apenas anos depois descobrimos que havia uma condição genética por trás de toda aquela trajetória: a Síndrome do X Frágil.

Foi nesse momento que compreendi que o maior desafio não era apenas conviver com uma síndrome rara, mas enfrentar algo ainda mais complexo: o desconhecimento.

Essa experiência transformou minha visão sobre saúde, educação, gestão e desenvolvimento humano. Aprendi que decisões mais inteligentes, sejam tomadas por famílias, empresas ou governos – dependem, antes de tudo, da qualidade das informações disponíveis. Sem conhecimento, até os melhores recursos tendem a ser aplicados de forma ineficiente.

Vivemos uma era em que dados orientam investimentos, inteligência artificial redefine modelos de negócio e inovação ocupa lugar central na estratégia das organizações. Paradoxalmente, milhões de pessoas continuam invisíveis porque jamais receberam um diagnóstico correto.

A Síndrome do X Frágil é considerada a principal causa hereditária de deficiência intelectual e uma das alterações genéticas mais frequentemente associadas ao Transtorno do Espectro Autista (TEA). Estudos internacionais estimam que ela esteja presente em aproximadamente um a cada quatro mil homens e uma a cada seis mil a oito mil mulheres. Ainda assim, grande parte dos casos permanece sem diagnóstico ou recebe respostas equivocadas durante anos.

O custo desse atraso raramente aparece nos indicadores econômicos, mas seus impactos são profundos.

Ele está nas intervenções iniciadas tardiamente, na perda de oportunidades de desenvolvimento, nas escolas que desconhecem estratégias adequadas, nos profissionais que não solicitam exames genéticos por falta de conhecimento e nas famílias que percorrem uma longa jornada em busca de respostas.

Quando discutimos inovação, normalmente pensamos em novas tecnologias. No entanto, uma das transformações mais relevantes que ainda precisamos promover é democratizar o acesso ao conhecimento.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 300 milhões de pessoas convivem com doenças raras no mundo. No Brasil, estima-se que aproximadamente 13 milhões de pessoas façam parte dessa realidade. A maioria dessas condições possui origem genética e enfrenta desafios semelhantes: baixa conscientização, diagnóstico tardio e acesso limitado à informação.

O impacto ultrapassa o sistema de saúde. Ele alcança educação, empregabilidade, produtividade, inclusão social e desenvolvimento econômico.

Levantamentos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostram que pessoas com deficiência apresentam taxas significativamente menores de participação no mercado de trabalho em comparação com a população geral. Quando o diagnóstico sequer existe, essa exclusão começa muito antes da entrada na vida profissional.

Há ainda um efeito menos visível, mas igualmente relevante para as organizações: o impacto sobre quem cuida. Diversos estudos apontam que mães de crianças com deficiência frequentemente reduzem sua jornada ou deixam o mercado de trabalho para atender às demandas permanentes de cuidado. Não se trata de falta de qualificação ou de compromisso profissional, mas de estruturas organizacionais que ainda não contemplam diferentes realidades familiares.

Essa é uma reflexão que interessa diretamente às lideranças.

Inclusão não começa na contratação. Ela começa no conhecimento.

Empresas que investem em ambientes psicologicamente seguros, flexibilidade, informação e compreensão das diferentes realidades familiares preservam talentos, reduzem a rotatividade, fortalecem o engajamento e constroem culturas organizacionais mais resilientes. Diversidade deixa de ser apenas um compromisso institucional para se tornar uma vantagem competitiva.

A mesma lógica vale para a gestão pública. O diagnóstico precoce reduz custos futuros com intervenções tardias, otimiza recursos, melhora a eficiência dos sistemas de saúde e amplia a autonomia das pessoas ao longo da vida. Em qualquer contexto, prevenir continua sendo mais inteligente e menos oneroso do que remediar.

Essa discussão ganha ainda mais relevância em julho, quando o dia 22 marca o Dia Mundial de Conscientização sobre a Síndrome do X Frágil. Mais do que lembrar uma condição genética ainda pouco conhecida, a data convida empresas, gestores e formuladores de políticas públicas a refletirem sobre como a informação pode transformar trajetórias individuais e gerar impactos positivos para toda a sociedade.

No Programa Eu Digo X, criado a partir da experiência da minha família, encontramos diariamente pessoas que passaram anos procurando respostas. Curiosamente, o sentimento predominante quando finalmente recebem o diagnóstico não é revolta. É alívio. Alívio por compreender o que, durante tanto tempo, parecia inexplicável.

Esse talvez seja o maior aprendizado dessa caminhada.

O diagnóstico não limita possibilidades. O desconhecimento, sim.

Liderar sempre significou enxergar antes dos demais, identificar oportunidades invisíveis e antecipar soluções para desafios complexos. Em uma sociedade que valoriza inovação, talvez seja hora de ampliar esse conceito.

Porque organizações verdadeiramente inovadoras não são apenas aquelas que desenvolvem novas tecnologias.

São aquelas capazes de enxergar todas as pessoas.

“Depois dos ganhos operacionais, desafio da IA ainda é virar valor econômico comprovado”, diz head de IA da Senior

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Rogerio Nascimento, executivo à frente da área de IA da Senior, defende uma agenda de maturidade para empresas que já avançaram no uso operacional da tecnologia

Rogerio Nascimento, head de IA da Senior Sistemas, referência em software para gestão na América Latina, sinaliza que o próximo passo da aplicação de Inteligência Artificial (IA) na gestão das empresas brasileiras será mais exigente do que contar com copilotos, automações, assistentes e agentes de apoio às tarefas operacionais. O desafio agora está em metrificar, provar impacto econômico, definir governança e transformar iniciativas dispersas em uma plataforma conectada ao negócio. 

“A discussão não pode ficar restrita ao ganho de horas. O ponto é como transformar IA em valor econômico comprovado, vantagem competitiva e capacidade organizacional”, afirma Nascimento. Na avaliação do executivo, o avanço da tecnologia nos próximos 18 a 24 meses será decisivo para empresas de ERP consolidarem protagonismo em um mercado cada vez mais orientado por dados, automação e inteligência aplicada à gestão. 

A avaliação parte de uma mudança de maturidade. Empresas que desejam avançar em IA precisam superar a fase de experimentação pontual. A pauta está menos em adotar ferramentas e mais em criar uma arquitetura operacional capaz de organizar iniciativas, definir prioridades, medir ROI e dar escala ao que já gera impacto. “Hoje, a pergunta mais relevante para CEOs e CIOs é como metrificar IA. Sem métrica, a tecnologia vira custo; com governança e clareza de valor, ela passa a orientar decisões.” 

Esse movimento aparece em um cenário de contraste. Dados da Bain & Company apontam que 67% das organizações brasileiras consideram IA uma de suas cinco prioridades estratégicas. Ao mesmo tempo, um levantamento da Fundação Dom Cabral em estudo com a Meta, indica que 68% das organizações não possuem um núcleo responsável pela coordenação estratégica de projetos de IA. Para o executivo, esse descompasso revela um desafio comum: a tecnologia avança no uso cotidiano antes de se tornar uma capacidade governada. 

A consequência é o crescimento de iniciativas isoladas, muitas vezes sem rastreabilidade, padronização ou conexão com indicadores de negócio. Segundo o head de IA da Senior, o papel das empresas não deve ser bloquear esse movimento, mas canalizá-lo. Isso passa por criar guardrails, definir plataformas, organizar prioridades e transformar o uso espontâneo da IA em capacidade organizacional. 

Na prática, a evolução exige que as companhias atuem em três frentes ao mesmo tempo: implementar soluções que tragam ganhos rápidos, reformular fluxos de trabalho de ponta a ponta e criar modelos de negócio baseados em dados e agentes. Para Rogerio Nascimento, é nessa transição que a IA deixa de ser uma camada de produtividade individual e passa a influenciar estratégia, portfólio, processos e a gerar receita. 

Era agêntica e maturidade de IA 

A visão se conecta com a jornada da Senior, referência em software para gestão na América Latina, que vem avançando em inteligência artificial aplicada a sistemas de ERP e HCM. Entre as iniciativas estão a Sara (Senior Agent for Recommendation and Analysis) e a evolução da Sara Studio, plataforma que apoia empresas a criarem seus próprios agentes de IA sem a necessidade de conhecimento profundo em programação. 

O diferencial, segundo o especialista, estará na maturidade de dados. Em sistemas de gestão, esse ativo ganha peso por meio de históricos transacionais, jornadas de pessoas, estruturas hierárquicas, competências, papéis e processos operacionais. São esses fatores que formam a base para que a IA deixe de apenas responder a comandos e passe a apoiar decisões com mais autonomia e aderência ao negócio. 

Outro eixo da atuação será apoiar a mudança de mentalidade das lideranças. O head de IA da Senior acredita no conceito de “Executivo 10X”, inspirado na discussão sobre profissionais multiplicados por IA. A tese é que líderes preparados para a era agêntica deixam de concentrar energia na gestão de tarefas e passam a integrar redes de pessoas, dados e agentes para redesenhar fluxos de trabalho e criar caminhos de receita. 

“A liderança que vai se diferenciar na era agêntica é aquela que entende IA como uma nova lógica de operação, e não como uma ferramenta isolada. O Executivo 10X é quem define a intenção, cria os guardrails e mobiliza a organização para transformar inteligência artificial em decisão, produtividade e novas fontes de valor”, aponta. 

Com mais de 20 anos de experiência em negócios digitais, plataformas orientadas por dados e monetização de informação, Nascimento atuou por mais de uma década na Positivo Tecnologia, onde liderou projetos de IA, dados e novos negócios. Na Senior desde junho, está à frente da área de IA com atuação transversal entre produtos, serviços, precificação, processos, pessoas e geração de valor. 

Além da Senior, Rogerio Nascimento é membro do comitê Brasil Digital para Todos. Sua formação reúne o Stanford Digital Transformation Certificate, Data Monetization Strategy pelo MIT Sloan Executive Education e especializações em Tecnologia da Informação pela PUCPR e Marketing pela UFPR. Em 2026, também obteve certificação em Agentic AI pela DeepLearning.AI. 

Fim do prazo de MP sem avanços nas pautas dos caminhoneiros acende alerta para possível paralisação

Com a proximidade do dia 16 de julho, data em que se encerra o prazo de vigência da Medida Provisória (MP) que impacta o setor de transporte de cargas, a categoria dos caminhoneiros manifesta crescente preocupação diante da ausência de respostas às suas principais reivindicações. Segundo a advogada atuante em Direito dos Caminhoneiros, Dra. Miriam Ranalli, o cenário atual de estagnação nas negociações gera um clima de forte insatisfação e acende um sinal de alerta para o risco iminente de uma nova paralisação nacional, caso nenhuma medida concreta seja adotada pelas autoridades nos próximos dias.
A defesa da categoria reforça que o objetivo principal não é o confronto, mas sim a busca por um diálogo efetivo que garanta a sustentabilidade do transporte rodoviário e evite prejuízos ao abastecimento do país. A Dra. Miriam Ranalli destaca que o esgotamento do prazo legal sem soluções práticas deixa a categoria sem alternativas viáveis, tornando o monitoramento dos desdobramentos desta semana crucial tanto para os profissionais do volante quanto para a economia da região de Curitiba e de todo o Brasil.

Mercado de automação residencial avança 30% ao ano e impulsiona expansão da Iluzze, do Grupo Vellore

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O mercado brasileiro de casas inteligentes e iluminação vive um ciclo de modernização acelerada. O setor movimenta cerca de R$14 bilhões por ano e a projeção é alcançar R$34,9 bilhões até 2033. Impulsionado por esse novo comportamento do consumidor, que prioriza conectividade, praticidade e eficiência energética, o Grupo Vellore consolida a expansão comercial da Iluzze, sua loja multimarcas, com mais de 10.000 SKUs, que completa dois anos de atuação no mercado nacional.

A estratégia de crescimento da marca está baseada na oferta de soluções integradas que unem design de iluminação e automação de ambientes. Como parte desse posicionamento, a empresa inaugurou sua primeira loja conceito em 2024, em Curitiba (PR), um espaço desenvolvido para demonstrar, na prática, tecnologias voltadas à automação residencial e aproximar arquitetos, designers de interiores e consumidores das soluções oferecidas pela marca.

Segundo o CEO do Grupo Vellore, Laufran Wosniak, a consolidação da Iluzze representa um passo estratégico para o ecossistema de negócios do Grupo, que já possui forte atuação na indústria e no comércio internacional.

“A automação deixou de ser um artigo de luxo inacessível para se tornar uma demanda real em projetos de reforma e construção civil. O investimento na Iluzze responde diretamente a esse mercado, que busca sofisticação técnica, conectividade e eficiência energética”, afirma Wosniak.

O crescimento do setor é respaldado por dados da consultoria International Data Corporation (IDC), que apontam uma taxa média de expansão anual de 30% para o mercado brasileiro de automação residencial, acima da média global. Interruptores inteligentes, lâmpadas conectadas e sistemas integrados por assistentes de voz estão entre os produtos mais procurados, com aumento superior a 22% nas buscas online nos últimos meses.

Para a gerente de Operações da Iluzze, Alessandra Abage Gomes, a evolução do mercado exigiu uma reestruturação estratégica do portfólio da empresa.

“O cliente mudou definitivamente sua jornada de compra. Hoje ele não procura apenas uma lâmpada ou um interruptor. Ele busca soluções completas que conversem entre si e entreguem praticidade no dia a dia. O grande diferencial da Iluzze foi entender que o produto físico passou a ser apenas parte da experiência. Em nossa loja, oferecemos o nosso portfólio e a nossa logística de atendimento para soluções intuitivas, conectadas e capazes de transformar a rotina das pessoas”, destaca Gomes.

A expansão comercial da Iluzze reforça o ecossistema do Grupo Vellore, que reúne as marcas comerciais Foxlux e Famastil, possui fábrica própria em Pinhais (PR) e exporta produtos e tecnologias para seis países. Com a estrutura logística e operacional do grupo, a Iluzze pretende ampliar seu portfólio de soluções inteligentes conectadas e fortalecer sua presença entre arquitetos, designers de interiores, engenheiros e demais especificadores dos segmentos de arquitetura e construção civil.

Grupo Vellore

O Grupo Vellore é referência nacional no segmento de materiais de construção, com um portfólio de mais de 1.200 produtos, atuação em todo o território brasileiro e presença internacional por meio de exportações para seis países. Detentor das marcas Foxlux, com soluções em iluminação, materiais elétricos, bombas d’água e utilidades, e Famastil, com ferramentas, jardinagem e linha agrícola, o Grupo conta com fábrica própria em Pinhais (PR) e escritório em Ningbo, na China. Além da indústria, o Grupo Vellore opera um ecossistema de negócios que integra varejo, tecnologia, serviços e soluções financeiras, por meio da Iluzze, Vellore Ventures, Sobmedida e F2 Bank. Com foco no desenvolvimento contínuo, inovação e geração de oportunidades, o Grupo Vellore conecta marcas, mercados e soluções para impulsionar profissionais, parceiros e negócios no Brasil e no exterior.

Dor no peito pode ter diversas causas; entenda os sinais que merecem atenção 

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Casos de infarto aumentam até 30% durante os meses mais frios do ano, reforçando a importância de reconhecer sintomas que exigem atendimento imediato 

Dor no peito é um sintoma que costuma gerar preocupação e, embora nem sempre esteja relacionada a problemas cardíacos, não deve ser ignorada. Com a chegada do inverno, o alerta ganha ainda mais relevância. Dados do Instituto Nacional de Cardiologia indicam que os casos de infarto podem aumentar entre 12% e 30% nos períodos de temperaturas mais baixas.

Neste tipo de situação, saber identificar os sinais de alerta e procurar atendimento rapidamente pode ser decisivo para evitar complicações e salvar vidas, alerta a médica Thaise Wrubleski, cardiologista do Hospital São Vicente. 

“A dor no peito não é sempre de origem cardíaca, podendo estar relacionada a problemas respiratórios, gastrointestinais, musculares ou até emocionais. No entanto, diante desse sintoma, a avaliação médica deve sempre priorizar a identificação de condições graves, como o infarto”, explica.

Frio afeta saúde cardiovascular

O inverno representa um período de maior risco para a saúde do coração. As baixas temperaturas provocam a contração dos vasos sanguíneos, aumentam a pressão arterial e elevam a frequência cardíaca, fatores que podem sobrecarregar o sistema cardiovascular.

Além disso, fatores como menor prática de atividades físicas, aumento do consumo de alimentos mais calóricos e maior incidência de infecções respiratórias também contribuem para elevar o risco de eventos cardiovasculares nesta época do ano.

“As evidências mostram que, para cada 1°C de queda na temperatura, a mortalidade cardiovascular aumenta em cerca de 1,6%. O frio favorece a inflamação e a coagulação do sangue, além de tornar mais instáveis as placas de gordura presentes nas artérias, criando um cenário que facilita a ocorrência de infartos”, afirma a cardiologista.

Levantamentos mostram que idosos, pessoas com histórico de infarto ou doença arterial coronariana, além de pacientes com diabetes, hipertensão e fumantes, estão entre os grupos mais vulneráveis durante os períodos de frio intenso.

Segundo o Ministério da Saúde, as doenças cardiovasculares são responsáveis por cerca de 400 mil mortes por ano no Brasil, o equivalente a aproximadamente 30% de todos os óbitos registrados no país. Entre elas, o infarto agudo do miocárdio figura entre as principais causas de morte, reforçando a necessidade de diagnóstico e atendimento rápidos diante de sintomas suspeitos.

Quando a dor no peito exige atenção imediata?

Embora nem toda dor no peito esteja relacionada a problemas cardíacos, alguns sinais exigem avaliação médica urgente. Sintomas como pressão, aperto, peso ou queimação no peito, especialmente quando irradiam para braços, ombros, costas, pescoço ou mandíbula, podem indicar um infarto em curso.

Outros sinais de alerta incluem falta de ar, suor frio, náuseas, vômitos, cansaço intenso e alterações do estado mental. Em mulheres e idosos, os sintomas podem ser menos típicos e se manifestar principalmente por falta de ar, mal-estar, náuseas ou sensação de fraqueza.

“A história clínica é um dos principais elementos para diferenciar uma dor menos preocupante de uma possível emergência cardíaca. Dores desencadeadas por esforço físico ou estresse emocional e que persistem por mais de alguns minutos merecem atenção especial”, destaca Thaise.

A especialista alerta que esperar os sintomas passarem pode comprometer o tratamento. “O tempo é um fator decisivo nos casos de infarto. Quanto mais rápido o atendimento e o início do tratamento, maior a chance de preservar o músculo cardíaco e evitar complicações como insuficiência cardíaca, arritmias e até o óbito”, afirma.

Hoje, exames como o eletrocardiograma e a dosagem de troponina de alta sensibilidade permitem identificar rapidamente alterações cardíacas e agilizar o início do tratamento, aumentando as chances de recuperação.

Embora nem toda dor no peito represente um infarto, ignorar o sintoma pode atrasar o diagnóstico de condições potencialmente graves. Por isso, diante de qualquer desconforto torácico de início recente, especialmente quando acompanhado de falta de ar, suor excessivo ou náuseas, a recomendação é procurar atendimento médico sem demora. O diagnóstico precoce continua sendo uma das principais ferramentas para salvar vidas.

Projeto leva circo tradicional a mais de 6 mil estudantes da rede pública no Paraná

Circulação gratuita dos Irmãos Queirolo realizou 23 apresentações em oito municípios, aproximando crianças e comunidades da arte circense

O encanto, a criatividade e a tradição do circo chegaram a milhares de estudantes da rede pública do Paraná por meio do projeto “Irmãos Queirolo – 80 anos de Tradição Circense no Paraná”. A iniciativa realizou uma circulação gratuita com 23 apresentações e três palestras em oito municípios paranaenses, alcançando mais de 6.400 crianças e estudantes, além de professores e comunidades locais.

O projeto levou o circo tradicional para diferentes regiões do Estado, proporcionando aos alunos uma experiência cultural completa, com números de palhaçaria, malabarismo, mágica e grandes ilusões. Mais do que uma apresentação artística, a proposta buscou aproximar novas gerações de uma linguagem cultural que faz parte da história brasileira.

A circulação passou por municípios como Matinhos, Pontal do Paraná, Itaperuçu, Rio Branco do Sul, Campina Grande do Sul, Mandirituba, Campo Magro e Lapa, levando o trabalho da Família Queirolo para públicos diversos, principalmente estudantes da rede pública de ensino.

Além do espetáculo, os encontros também tiveram um caráter educativo, com momentos de conversa e contextualização sobre a história do circo no Brasil e a trajetória da Família Queirolo no Paraná.

Para Marilene Lopes Queirolo Buch, sócia administrativa da Queirolo e Buch LTDA, diretora de Produção e chefe de Camarim do projeto, cada apresentação envolve um trabalho coletivo para garantir que o público tenha uma experiência marcante. “Cada detalhe de uma apresentação de circo carrega muito cuidado e dedicação. Desde a organização dos bastidores até o momento em que o artista entra em cena, existe uma equipe trabalhando para que as crianças tenham uma experiência de encantamento, alegria e contato com a cultura.”

Já para Paulo Buch Neto, integrante da família, palhaço e diretor de cena do projeto, levar o circo para as escolas representa manter viva uma conexão que atravessa gerações: “O circo tem uma capacidade única de criar uma relação imediata com o público. Quando vemos uma criança sorrindo, participando e se emocionando com o espetáculo, percebemos que essa arte continua tendo um papel muito importante na formação de novas memórias.”

O projeto que celebra os 80 anos foi realizado por meio do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (PROFICE), via Secretaria de Estado da Cultura, do Governo do Estado do Paraná, e com apoio da Copel, aproximando novas gerações dessa linguagem artística.

Sobre o Circo Irmãos Queirolo

Com mais de um século de história, os Irmãos Queirolo representam uma das famílias mais tradicionais do circo brasileiro. A trajetória começou com José Queirolo e Petrona Salas, artistas que uniram música, teatro e acrobacia, dando origem a uma linhagem de artistas que percorreu palcos da Europa, Estados Unidos e América Latina antes de consolidar seu legado no Brasil. Em 1917, a família inaugurou o Circo dos Irmãos Queirolo no Rio de Janeiro, iniciando uma história marcada pela inovação, talento e dedicação à arte circense.

Pioneiros em diferentes linguagens, os Queirolo criaram a Banda do Circo Irmãos Queirolo (que se tornou Jazz Queirolo e depois Bandinha dos Palhaços), levaram ao público grandes espetáculos de circo e foram responsáveis pelo primeiro programa ao vivo da televisão paranaense, o “Cirquinho Canal 6”. Em Curitiba, construíram uma forte relação cultural com a cidade, mantendo viva a tradição por meio de apresentações, projetos educativos e ações sociais. Hoje, a família segue preservando esse legado por meio da Queirolo e Buch LTDA, mantendo a magia do circo viva para novas gerações.

Inventuras em Curitiba convida famílias para busca das memórias perdidas pelo Centro Histórico

Experiência inédita une contação de histórias, patrimônio histórico e incentivo à leitura nos dias 14, 15 e 16 de julho

Para evitar que as memórias de Curitiba se apaguem, famílias com crianças de 6 a 12 anos têm uma missão importante. Nos dias 14, 15 e 16 de julho, os participantes serão convidados a ajudar a recuperá-las durante a experiência cultural e educativa: Inventuras em Curitiba – Em Busca das Memórias Perdidas, que acontece no Memorial de Curitiba. As inscrições são gratuitas, mas as vagas são limitadas. Para garantir a acessibilidade, a experiência conta com intérprete de Libras.

A programação começa às 10h, no Memorial de Curitiba, com a contação de histórias do livro Fio da Memória, de Monica Aquino, realizada por Nádia Opalinski, contadora de história da LêConto. A partir da narrativa, os participantes recebem um chamado misterioso: um áudio original, com texto de autoria e interpretação da doutora em Literatura Brasileira, Marta Morais da Costa, ocupante da cadeira 23 da Academia Paranaense de Letras, que dá voz à personagem “Curitiba”, a qual lamenta o sumiço de suas memórias. “As lembranças são como águas que passaram por mim e se foram por tantos caminhos. E vocês sabem: águas, quando correm com força, ninguém segura. Mas eu gostaria de prender, de represar algumas dessas águas. Gostaria de tecer um grande tapete mágico que ficasse encharcado de lembranças e que pudesse reter, segurar em seus fios, as flores do tempo que escorre”, declara. 

Guiadas por mapas, pistas e mensagens enigmáticas em QR Codes deixadas pela personagem, as famílias vão buscar os chamados “fios da memória”: elementos simbólicos que representam as lembranças perdidas de Curitiba. Os participantes investigam as pistas para resgatar algumas histórias de Curitiba, em um percurso por cinco “lugares de memória” do Centro Histórico da capital, para explorar o entorno e conhecer curiosidades desses espaços. 

Organizadas em grupos, as famílias são acompanhadas por guias turísticos e pelas mediadoras do projeto: Camile Gonçalves Hesketh Cardoso, pedagoga e doutora em Educação, e Ivana Cristina Lima de Almeida, historiadora e doutora em Sociologia. “Curitiba”, a personagem protagonista da narrativa, conduz a investigação e incentiva a imaginação, a escuta e o olhar atento sobre a cidade. 

Ao final do percurso, de volta ao Memorial de Curitiba, os grupos desvendam o mistério final a partir das memórias resgatadas. Como encerramento, os participantes compartilham suas descobertas com uma ação simbólica de costura coletiva em um grande mapa de parte do Centro Histórico da capital. Além disso, cada participante ganha uma mini versão do “Jogo da Memória”, criado especialmente para o projeto, como lembrança da experiência vivenciada.

As inscrições estão abertas e os links para cada dia estão disponíveis no Sympla. Como o ingresso é gratuito e as vagas são limitadas a 50 participantes por dia, a orientação é que o responsável realize a inscrição apenas se tiver intenção real de participar da atividade. Como parte das ações de incentivo à leitura promovidas pelo projeto, quem desejar pode levar um livro em bom estado de conservação para doação. A arrecadação será realizada durante a atividade e os exemplares recebidos serão destinados a ações de promoção da leitura. 

O projeto é realizado com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural e da Prefeitura Municipal de Curitiba, com incentivo do Colégio Positivo. 


Serviço:
Inventuras em Curitiba – Em Busca das Memórias Perdidas 
Data: 14, 15 e 16 de julho de 2026
Horário: Das 10h às 13h 
Ingresso: Gratuito 
Inscrições e mais informações: 
Dia 14/07: https://www.sympla.com.br/evento/inventuras-em-curitiba-em-busca-das-memOrias-perdidas/3478167 
Dia 15/07: https://www.sympla.com.br/evento/inventuras-em-curitiba-em-busca-das-memOrias-perdidas-copia/3481005
Dia 16/07: https://www.sympla.com.br/evento/inventuras-em-curitiba-em-busca-das-memOrias-perdidas-copia/3481010 

Inventuras em Curitiba – Em Busca das Memórias Perdidas é uma experiência cultural e educativa voltada para famílias, que une contação de histórias, patrimônio histórico, turismo cultural e incentivo à leitura. Por meio de uma jornada investigativa pelo Centro Histórico de Curitiba, crianças e adultos são convidados a ajudar a cidade a recuperar suas memórias perdidas, transformando o aprendizado sobre a história local em uma aventura lúdica e afetiva.

Assessoria de imprensa – Inventuras em Curitiba
Central Press
Caroline Giotti – (77) 99867-9000
Bruna Zembuski – (41) 99111-5395

Posto Pelanda Alpino 1 completa mais de três décadas como referência de atendimento na BR-116, no Paraná

Primeira unidade da Rede Pelanda, em Campina Grande do Sul, mantém a tradição de acolher caminhoneiros, turistas e famílias que passam pela rodovia

Para quem percorre a BR-116, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, o Posto Pelanda Alpino 1 é mais do que um ponto de abastecimento. Há mais de três décadas, caminhoneiros  fazem uma pausa para o café antes de seguir viagem, famílias aproveitam o restaurante para descansar durante o trajeto e muitos clientes já chegam sendo chamados pelo nome. Essa foi a primeira unidade da Rede Pelanda e a relação de confiança com os clientes sempre foi uma prioridade.

Foi no Alpino 1 que nasceu a filosofia que ainda orienta todas as unidades da rede. Desde o início, o desafio era conquistar quem passava pela rodovia oferecendo muito mais do que combustível.

“Começamos com um único posto, que precisava dar certo porque era o sustento da nossa família. Sabíamos que não bastava vender combustível. Precisávamos oferecer um atendimento que fizesse as pessoas quererem voltar. Esse pensamento nasceu aqui no Alpino 1 e continua guiando todas as nossas unidades”, afirma o diretor da Rede Pelanda, Paulo Irineu Pelanda.

Mais de três décadas depois, essa cultura permanece presente tanto na experiência dos clientes quanto nas histórias de colaboradores que construíram suas carreiras dentro da empresa. Os atuais gerentes do posto e do restaurante são exemplos dessa trajetória, iniciada em funções operacionais e consolidada em cargos de liderança.

Crescimento que acompanha a estrada

O gerente João Paulo Carvalho da Silva começou como frentista no Alpino 1. Depois passou pelo caixa do restaurante, trabalhou em outra unidade da rede, conheceu diferentes setores e, anos mais tarde, assumiu a gerência do posto. São mais de dez anos de uma trajetória construída dentro da Rede Pelanda. Para ele, o atendimento continua sendo o principal diferencial da empresa.

“Quando um caminhão encosta para abastecer, nossa equipe já orienta a entrada, limpa o para-brisa, completa a barrica de água, verifica óleo, radiador e procura ajudar no que for preciso. São pequenos cuidados que fazem diferença para quem passa muitas horas na estrada”, explica o gerente.

Da cozinha à gerência

No restaurante, a história de Leomar Vit dos Santos segue o mesmo caminho. Ele começou como balconista, depois foi frentista, churrasqueiro e chapeiro até assumir a gerência da equipe que atende diariamente caminhoneiros, turistas e moradores da região.

Entre os pratos mais pedidos estão a chuleta com polenta, a chuleta completa e a salada Caesar. Ao longo dos anos, o restaurante recebeu artistas, empresários e outras personalidades que passaram pela rodovia.

“Nosso objetivo é que as pessoas saiam satisfeitas e tenham vontade de voltar. Tudo é preparado com muito carinho, dedicação e cuidado. Alguns clientes passam aqui toda semana e acabam se tornando amigos da equipe”, conta Leomar.

Muito além do abastecimento

Localizado às margens da BR-116, sentido São Paulo, o Posto Pelanda Alpino 1 funciona 24 horas por dia e oferece uma estrutura completa para quem está viajando. Além do abastecimento, reúne restaurante, lanchonete, conveniência, farmácia, barbearia, loja de presentes, banheiros amplos e limpos, estacionamento para caminhões e diversos serviços voltados aos motoristas.

Para a diretora de Marketing da Rede Pelanda, Ana Paula Pelanda, preservar essa cultura é um compromisso diário.

“Sempre acreditamos que quem vive da estrada merece ser recebido com respeito, boa comida, um ambiente limpo e pessoas dispostas a ajudar. O caminhoneiro sempre fez parte da nossa história, mas esse cuidado vale para todos que param aqui, sejam turistas, famílias ou moradores da região”, afirma a diretora

Além de atender diariamente quem passa pela BR-116, o Alpino 1 também movimenta a economia de Campina Grande do Sul. Atualmente, o posto emprega 48 colaboradores e o restaurante conta com outros 37 profissionais, muitos deles moradores da região.

Conforto térmico transforma a experiência dentro de casa durante as férias de inverno

Baixas temperaturas impulsionam a busca por projetos que unem tecnologia, conforto e acolhimento dentro de casa

As férias escolares e a queda das temperaturas fazem com que as famílias permaneçam mais tempo em casa, aumentando a procura por ambientes que proporcionem conforto, acolhimento e bem-estar. Nesse cenário, o conforto térmico vem ganhando espaço nos projetos residenciais, deixando de ser um diferencial para se tornar um investimento em qualidade de vida.

Além de proporcionar uma sensação agradável nos dias frios, tecnologias como pisos aquecidos, toalheiros térmicos, closets aquecidos e sistemas de automação contribuem para uma rotina mais confortável e funcional. O controle da temperatura dos ambientes também auxilia na preservação de roupas, calçados, bolsas e enxovais, reduzindo a umidade e prevenindo problemas como mofo e odores.

Para a Head da Hotfloor, Scheyla Ciruelos, o conceito de conforto térmico está diretamente ligado à forma como as pessoas vivenciam seus lares. “O inverno convida naturalmente a permanecer mais tempo em casa. Quando o ambiente oferece conforto térmico, ele deixa de ser apenas um espaço físico e passa a proporcionar uma experiência de acolhimento, bem-estar e qualidade de vida para toda a família. Hoje, investir nesse tipo de solução significa cuidar da saúde, preservar o patrimônio e tornar a rotina muito mais agradável”, afirma.

Na prática, esse impacto também é percebido em ambientes voltados ao bem-estar. Proprietária do Spa Bruna Passaura, em Curitiba, Bruna Passaura Lima conta que o piso aquecido transformou a experiência das clientes desde a chegada ao espaço. “Como elas ficam descalças e, durante as massagens, usam apenas roupão ou ficam cobertas pelos lençóis, o conforto é muito maior desde o momento em que entram na sala. É um detalhe que transforma a sensação de acolhimento, faz com que relaxem mais rápido e deixa a experiência ainda mais especial”, relata.

Ela destaca ainda que a automação contribui para manter a qualidade do atendimento. “O Smartly facilitou muito a nossa rotina, mantendo a temperatura sempre agradável e constante, além de permitir controlar todos os parâmetros. Hoje, sinceramente, não consigo imaginar o SPA sem essa tecnologia”, afirma Bruna.

Segundo Scheyla Ciruelos, a evolução da tecnologia também ampliou o acesso a esses sistemas, permitindo que o conforto térmico seja integrado aos projetos arquitetônicos desde a construção ou mesmo em reformas, com recursos de automação que oferecem praticidade e eficiência no controle dos ambientes, inclusive possível através da automação, controle à distância e com ativação de modo viagem.

Como forma de celebrar a temporada de inverno, a Hotfloor e a Smartly promovem uma campanha especial na matriz de Curitiba, entre os dias 9 e 27 de julho. Durante o período, clientes que realizarem compras acima de 7.000 watts ou equivalente em soluções Hotfloor, HotCloset, Toalheiros Aquecidos e Smartly receberão uma experiência de massagem em sala aquecida no Spa Bruna Passaura, com unidades no Pátio Batel e ParkShopping Barigüi, conforme regulamento, disponibilidade e agendamento.

De Norte a Sul, o Brasil fica azul pela Síndrome do X Frágil

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No próximo 22 de julho, monumentos, prédios históricos, espaços culturais e pontos turísticos em diferentes regiões do país serão iluminados em azul em um grande movimento internacional de conscientização sobre a Síndrome do X Frágil, considerada a principal causa hereditária de deficiência intelectual e uma das causas genéticas mais frequentes do transtorno do espectro autista. A mobilização é coordenada, no Brasil, pelo Instituto Buko Kaesemodel, responsável pela campanha nacional do Dia Mundial de Conscientização da Síndrome do X Frágil.

A iluminação em azul busca dar visibilidade a uma condição ainda pouco conhecida pela população, apesar de seu impacto na vida de milhares de famílias. A campanha reforça a importância do diagnóstico precoce, do acesso à informação e da inclusão de pessoas com a síndrome, além de incentivar que a sociedade participe do movimento vestindo uma peça azul no dia 22 de julho.

Neste ano, a ação reúne monumentos e edifícios públicos de cinco regiões brasileiras. Em Brasília, a Torre de TV de Brasília receberá a iluminação especial. Em Goiânia, será a vez da Assembleia Legislativa de Goiás. No Nordeste, Recife iluminará o Hospital Dom Pedro II, o Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (CISAM/UPE) e o Recife Expo Center, enquanto Teresina participa com o Palácio Karnak.

Na Região Norte, o Mirante Edileusa Lóz, no Parque do Rio Branco, também ficará azul. Já no Sul, Curitiba concentra uma das maiores mobilizações do país, com a iluminação do Palácio Garibaldi, da Estufa do Jardim Botânico, do Obelisco da Praça 19 de Dezembro, do Monumento da Praça 29 de Março, da Ponte Preta da Rua João Negrão, do Viaduto Estaiado, do Museu Municipal de Arte (MUMA), do Museu do Automóvel do Parque Barigui e do Teatro Positivo.

A campanha também chega ao Palácio Piratini, no Rio Grande do Sul, e à FG Big Wheel, em Santa Catarina, ampliando a visibilidade da causa em importantes cartões-postais brasileiros.

Para o Instituto Buko Kaesemodel, cada monumento iluminado representa uma oportunidade de levar informação à sociedade e reduzir o tempo entre os primeiros sinais e o diagnóstico. Embora a Síndrome do X Frágil tenha origem genética e possa afetar o desenvolvimento cognitivo, comportamental e de aprendizagem, muitas famílias ainda enfrentam uma longa jornada até obter um diagnóstico correto, o que reforça a necessidade de campanhas de conscientização em âmbito nacional.

Além da iluminação dos monumentos, a organização convida a população a aderir ao movimento usando uma peça de roupa azul no dia 22 de julho e compartilhando informações sobre a Síndrome do X Frágil nas redes sociais. O gesto simbólico fortalece a mensagem de que conhecer a condição é o primeiro passo para promover inclusão, acolhimento e acesso ao diagnóstico para milhares de brasileiros.