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Whycation: nova tendência está transformando o turismo e a hotelaria

Viajantes trocam o luxo excessivo pela busca por propósito, autoconhecimento e impacto positivo, levando setor hoteleiro a repensar o conceito de hospitalidade

Pontos turísticos famosos, pratos típicos, restaurantes premiados, cenários instagramáveis. O viajante contemporâneo, muito além do destino e das experiências, busca cada vez mais um propósito ao escolher uma cidade, um passeio ou um hotel. No início de 2026, a Revista Tendências do Turismo, produzida pela Embratur e pelo Ministério do Turismo (MTur), já adiantava que uma das expectativas para este ano era justamente o protagonismo das viagens com propósito, as chamadas Whycation – junção dos termos em inglês why (por quê) e vacation (férias).

Whycation é um termo que redefine a forma como as pessoas escolhem seus destinos ao priorizar o ‘porquê’ da viagem, e não apenas o destino. O estado de espírito do viajante, por exemplo, torna-se uma motivação importante, assim como desejos internos, busca por novas conexões ou estímulo à criatividade. O destino se torna secundário diante da vontade de vivenciar culturas e eventos locais e de se permitir novas descobertas”, diz a publicação. A ideia por trás dessas viagens é encontrar experiências transformadoras alinhadas às motivações internas de cada viajante.

Nesse novo formato, o estado de espírito do viajante, seus desejos internos e a busca por estimular a criatividade tornam-se motivações centrais. O foco sai da superfície e vai para a vivência de experiências únicas, capazes de gerar aprendizado, reflexões e até mudanças pessoais profundas. Essa busca por significado esbarra diretamente em uma mudança comportamental em relação ao rastro que deixamos no mundo. Em 2025, uma pesquisa da Booking.com mostrou que 98% dos brasileiros pretendiam fazer viagens mais sustentáveis, consolidando essa atitude não mais como um nicho, mas como um padrão de comportamento.

Hotéis se adaptam à nova realidade

Diante desse viajante mais consciente, que questiona de onde vem o que consome e qual é o impacto de suas escolhas, as redes hoteleiras têm precisado se adaptar. Mesmo em hotéis focados em vivências urbanas e de luxo, a nova realidade traz reflexões sobre a operação e a vivência dos viajantes. “Os hóspedes modernos estão em busca de estadias que façam sentido para o seu momento de vida. Por isso, adaptamos nossos espaços e serviços não apenas para oferecer descanso, mas para criar uma verdadeira imersão na essência de Curitiba, estimulando novas descobertas e a criatividade de quem nos visita”, afirma o diretor do NH Collection Curitiba, Antonio Albuquerque.

Para isso, o hotel conta com exposições temporárias de artistas locais no lobby, roteiros personalizados preparados pelo concierge e ambientes que convidam à autorreflexão e ao autocuidado, como o spa e o terraço ao ar livre. Outro ponto foi uma mudança recente no cardápio da cozinha para atender à tendência de viajantes mais preocupados com os impactos das próprias experiências. A chef Vania Krekniski, que assina o menu de jantar do restaurante Trinitas, tem como foco a valorização de insumos orgânicos provenientes do próprio estado.

É o caso do Mel do Oeste do Paraná, produzido na região às margens do reservatório de Itaipu, da Bala de Banana de Antonina, produzida no município homônimo, no litoral. Ambos têm o registro de Indicação Geográfica (IG) junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). Com denominação de origem registrada no Inpi, o Mel de Melato da Bracatinga do Planalto Sul Brasileiro também integra esse cardápio regional. Vania utiliza, ainda, uvas das parreiras de Marialva, no noroeste do estado, e culatello da Salumeria Romani, uma empresa familiar de Mandirituba que conta com o Selo Alimentos do Paraná. “Estar cada vez mais conectados aos produtores e aos ingredientes locais é uma forma de tornar a cozinha mais sustentável e conseguir atender nossos hóspedes e clientes naquilo que eles mais buscam atualmente: propósito”, pontua a chef.

Como é possível acompanhar nas recentes manifestações contra o alto volume de turistas em cidades como Barcelona, o futuro do turismo passa, necessariamente, pela compreensão de que os valores dos viajantes mudaram. A lógica, hoje, precisa ser benéfica para todos: significativa para quem viaja, justa para quem recebe e respeitosa com o meio ambiente e as comunidades.

BRW apresenta nova marca e amplia portfólio na Escolar Office Brasil 2026

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A BRW, marca paranaense de material escolar e de escritório, participa da Escolar Office Brasil 2026, principal feira de negócios do setor nas Américas, para apresentar sua nova identidade visual, lançar a Brilhaê e atuação em produtos licenciados. As novidades marcam uma nova fase da empresa e serão apresentadas entre os dias 2 e 5 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo, evento que reúne mais de 280 expositores e deve receber cerca de 22 mil visitantes.

Entre os destaques da BRW estão a nova identidade visual, o lançamento da Brilhaê – marca própria que une maquiagem e papelaria em uma proposta inédita no Brasil – e a entrada da empresa no segmento de produtos licenciados, como Play-Doh, Senninha e Pringles.

A nova identidade visual acompanha a evolução da BRW, que, nos últimos anos, diversificou seu portfólio e passou a investir em produtos que combinam funcionalidade, design e tendências de comportamento. Entre os lançamentos levados à feira estão mais de 200 novos produtos, refletindo esse movimento de inovação e expansão para novas categorias.

Entre os lançamentos estão as novas extensões das coleções Infinity e Crazy Fluffles, o lápis de cor Ébano, desenvolvido para oferecer maior intensidade e desempenho, além das novas linhas de produtos licenciados.

Outro destaque é a Brilhaê, que reúne produtos de maquiagem e itens de papelaria desenvolvidos para dialogar com o público jovem. A linha de maquiagem possui certificação da Anvisa, enquanto os itens híbridos contam com certificações da Anvisa e do Inmetro, além de patente requerida. A linha também é cruelty-free e livre de parabenos e sulfatos.

“A nova marca reflete o momento da empresa. Crescemos, ampliamos nosso portfólio e entendemos que era hora de evidenciar esse avanço em uma marca mais clara, mais conectada com o consumidor. A ideia é gerar esse efeito de surpresa, o ‘wow’, na rotina das pessoas”, afirma o CEO e cofundador da BRW, Bruno Borgonovo.

Com 250 m², o estande da BRW foi concebido para evidenciar a evolução da marca e o novo posicionamento institucional. O espaço reúne áreas de experimentação e exposição organizadas por linhas, submarcas e licenciamentos, conduzindo os visitantes por um percurso intuitivo e proporcionando uma experiência imersiva.

Segundo a gerente de Marketing da BRW, Franciele Bayer, a Escolar Office marca um momento estratégico para a empresa. “A Escolar Office é um momento muito importante para nós. Além de apresentar os lançamentos, é uma oportunidade de ouvir nossos clientes, trocar experiências e entender de perto os movimentos do mercado”, relata.

Sobre a BRW
Há 17 anos, a BRW desenvolve soluções para os segmentos escolar, artístico e de escritório, inspirando a criatividade por meio de produtos que unem inovação, design e funcionalidade. Com atuação no Brasil, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai, a marca paranaense reúne mais de 2 mil produtos distribuídos em mais de 20 mil pontos de venda.

Grupo Positivo é a primeira empresa de educação do Paraná a conquistar o selo Empresa Pró-Ética, da CGU

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Reconhecimento do Governo Federal coloca empresa paranaense entre as organizações brasileiras referência em integridade, ética, transparência e responsabilidade socioambiental

O Grupo Positivo se tornou a primeira empresa de educação do Paraná a receber o selo Empresa Pró-Ética 2025-2026, iniciativa da Controladoria-Geral da União (CGU) que reconhece empresas comprometidas com elevados padrões de integridade, ética, transparência, responsabilidade socioambiental e respeito aos direitos humanos. A certificação foi entregue na quarta-feira (1º), em Brasília.

Apenas 128 empresas brasileiras foram reconhecidas na edição 2025-2026 do programa. No Paraná, o Grupo Positivo é uma das 12 organizações contempladas, e a primeira do setor educacional do estado a conquistar o selo.

A premiação foi entregue durante o Dia da Integridade Empresarial, realizado em Brasília (DF), evento promovido pela CGU que reúne representantes do setor público, iniciativa privada, academia e sociedade civil para discutir boas práticas de governança e integridade corporativa. O reconhecimento contempla as empresas do Grupo Positivo que atuam nas áreas de educação, soluções educacionais e gráficas, incluindo Colégio Positivo, Curso Positivo, Aprende Brasil Educação e Posigraf.

Para o Grupo Positivo, o reconhecimento reforça valores que fazem parte de sua trajetória há mais de cinco décadas. “Essa conquista coroa toda a nossa jornada em busca da ética, transparência e responsabilidade. Nosso Programa de Integridade, que foi estruturado há cerca de uma década, é uma das ações nesse sentido. Para nós, a integridade e a transparência não são meramente exigências legais, mas uma responsabilidade”, afirma a diretora do Jurídico e Compliance do Grupo Positivo, Selma Saito.

Avaliação rigorosa Para conquistar o reconhecimento, as organizações passam por uma avaliação criteriosa conduzida pela Secretaria de Integridade Privada da CGU. O processo analisa a maturidade e a efetividade dos programas de integridade corporativa em áreas como governança, gestão de riscos, código de ética, treinamento e comunicação, controles internos, auditoria, relacionamento com terceiros, canais de denúncia, monitoramento contínuo e responsabilidade socioambiental.

Além da comprovação documental das práticas adotadas, as empresas precisam atender a uma série de requisitos relacionados à conformidade legal, regularidade fiscal e trabalhista, transparência e estrutura formal de integridade. 

Educação e integridade caminham juntas A conquista tem um significado especial para o Grupo Positivo, por envolver uma organização cuja atuação está diretamente ligada à formação de cidadãos. “Como organização que atua na educação e impacta milhões de pessoas, entendemos que promover uma cultura de integridade também é contribuir para a construção de uma sociedade melhor. Obter o selo Empresa Pró-Ética reforça a convicção de que o ambiente educacional desempenha papel fundamental na promoção de valores como ética, responsabilidade, respeito e cidadania”, diz Selma. 

Sobre o Pró-Ética Criado em 2010, o Pró-Ética é considerado uma das mais importantes iniciativas brasileiras de promoção da integridade empresarial. O programa reconhece organizações que demonstram compromisso efetivo com a prevenção, detecção e remediação de atos relacionados à corrupção, fraude, violações socioambientais e desrespeito aos direitos humanos. A iniciativa é reconhecida internacionalmente por organismos como a Organização dos Estados Americanos (OEA), a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).

Sobre o Grupo Positivo O Positivo nasceu em 1972 a partir da ideia de uma equipe de professores que criaram um curso pré-vestibular inovador. Hoje, a marca Positivo consolidou a liderança em todas as suas áreas de atuação: ensino, soluções educacionais, tecnologia e gráfica. O Grupo atua desde a Educação Infantil até o pré-vestibular, com aproximadamente 22 mil alunos em unidades próprias. Além disso, mais de 2,1 milhões de estudantes já utilizam o Sistema de Ensino Aprende Brasil, em escolas públicas brasileiras, com presença em 3.100 escolas da rede pública municipal. A Posigraf, uma das maiores gráficas da América Latina, imprime e distribui mais de 80 milhões de livros por ano.. Em 2026, o Grupo Positivo conquistou o Selo Empresa Pró-Ética 2025-2026, concedido pela Controladoria-Geral da União (CGU), reconhecimento que destaca organizações comprometidas com elevados padrões de ética, integridade e governança corporativa.

ARTIGO – Prosperidade além do dinheiro: uma construção multidimensional

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Por Maria Reiniger da Luz

O que significa, afinal, ser próspero? Para muitos, a resposta imediata remete a um saldo bancário robusto ou a um cargo de prestígio. No entanto, um estudo realizado pelo Sicredi em parceria com o Datafolha mostra que, para os brasileiros, prosperidade vai muito além do dinheiro.

A pesquisa nasceu da inquietação em compreender como as pessoas percebem prosperidade no Brasil de hoje, um tema diretamente conectado ao propósito do Sicredi de construir juntos uma sociedade mais próspera.  Nesse contexto, o estudo revela que a prosperidade é compreendida de forma plural, a partir de quatro dimensões fundamentais: econômica, psicológica, espiritual e social.

Enquanto a dimensão econômica se relaciona à estabilidade e à segurança, as demais valorizam o equilíbrio emocional, o senso de propósito e a qualidade dos vínculos familiares e comunitários. Embora a dimensão econômica seja a base dessa construção, com maior peso relativo, o dinheiro aparece como meio, não como fim. Ele viabiliza escolhas e oportunidades, mas não garante, por si só, a sensação de prosperidade, pois esse conceito está muito mais associado à possibilidade de viver bem de forma integral.

O retrato de quem faz acontecer

O estudo também traça o retrato de um país marcado pelo esforço contínuo. Quase metade dos brasileiros (47%) afirma estar prosperando “com dificuldade”, lidando com instabilidade no mercado de trabalho, insegurança de renda e pouco espaço para planejar o futuro.

Ainda assim, o otimismo se mantém: 41% se consideram muito prósperos. Essa percepção reflete a resiliência da população. Para a maioria, prosperar não significa ausência de desafios, mas a capacidade de seguir em frente apesar deles.

O recorte geográfico também chama atenção: moradores do interior tendem a se sentir mais prósperos do que aqueles que vivem em regiões metropolitanas, onde o ritmo acelerado e a pressão cotidiana são mais intensos.

O desafio de olhar para o amanhã

Apesar dessa visão mais ampla, o planejamento financeiro ainda é um dos principais desafios. Muitos brasileiros vivem em um modo constante de urgência, no qual imprevistos e instabilidade de renda dificultam planos de longo prazo. Quando há alguma folga no orçamento, ela costuma ser absorvida por emergências.

Esse cenário reforça que a educação financeira precisa ir além de conceitos técnicos. Ela deve dialogar com as escolhas reais do dia a dia, considerando contextos e histórias de vida, para apoiar decisões mais conscientes e sustentáveis ao longo do tempo.

O diferencial do modelo cooperativo

A pesquisa também aborda a relação das pessoas com o sistema financeiro. Para muitos brasileiros, especialmente nas faixas de menor renda, essa relação ainda é marcada por desconfiança e experiências negativas. Já entre aqueles que se percebem mais prósperos, observa-se maior organização financeira, uso mais diversificado de produtos e mais segurança para planejar o futuro.

Nesse contexto, modelos baseados em proximidade, escuta e orientação ganham relevância. Quando se observa a percepção de prosperidade a partir da relação das pessoas com o sistema financeiro, o estudo revela diferenças. Entre aquelas que se relacionam com cooperativas de crédito, 86% se consideram prósperas, índice que sobe para 92% entre os associados do Sicredi, patamar superior ao observado entre clientes de instituições financeiras tradicionais.

Um caminho compartilhado

Ao final, a pesquisa aponta uma conclusão clara: prosperidade não é um estado fixo, mas uma construção cotidiana. Ela se dá no equilíbrio entre segurança material, bem-estar emocional e relações que fortalecem as pessoas ao longo da vida.

Em um país tão diverso quanto o Brasil, prosperar é, muitas vezes, criar condições para que mais pessoas possam avançar, mesmo diante das adversidades. Reconhecer essa complexidade é essencial para pensar soluções que ampliem oportunidades, fortaleçam vínculos e contribuam para uma sociedade mais próspera, construída de forma coletiva.

* Superintendente de Estratégia, Sustentabilidade e Inovação

Mulheres empreendedoras se reúnem em Almirante Tamandaré

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Mulheres empreendedoras se reúnem em Almirante Tamandaré

Evento no dia 30/07 terá palestra, talk show, rodadas de negócios, networking e feira de expositores; inscrições abertas e vagas limitadas

Mais de cem mulheres empreendedoras dos municípios de Almirante Tamandaré, Rio Branco do Sul, Araucária, Itaperuçu, Cerro Azul, Colombo, Campo Magro, São José dos Pinhais e Curitiba vão se reunir no dia 30 de julho (quinta-feira) para a 3ª edição do Conecta Elas Brasil – Conexões que Transformam.

O encontro será realizado na Associação dos Servidores Municipais de Almirante Tamandaré (ASSEMAT), localizada na Rua Antônio Baptista de Siqueira, 622, Vila Santa Terezinha, a partir das 18h, com credenciamento iniciando às 17h30.

A oportunidade também é aberta a quem deseja iniciar a jornada no mundo dos negócios. As inscrições podem ser feitas antecipadamente pela plataforma Beacons Conecta Elas ([clique aqui]) e as vagas são limitadas. Informações pelo telefone: (41) 99620-6119.

O evento surge como uma plataforma para impulsionar a autonomia financeira e o crescimento das iniciativas locais. A programação contempla painéis de capacitação comercial, talk show, rodadas de conversa sobre os desafios da gestão feminina, feira de expositores, networking e troca de experiências estratégicas.

Força feminina impulsiona economia paranaense

A realização do Conecta Elas Brasil acompanha o momento de forte expansão da liderança feminina no ambiente corporativo nacional. Dados recentes apontam que o número de gestoras cresceu 27% na última década, atingindo em 2025 o patamar mais elevado da história e respondendo por 42% da abertura de pequenos empreendimentos no país.

Mapeamentos do Sebrae indicam ainda que a presença de mulheres na criação de novas empresas alcança 46,8% das iniciativas em estágio inicial. No Paraná, essa atuação está fortemente concentrada nos pequenos negócios.

Levantamentos da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/Sebrae-PR) mostram que elas correspondem a 33,8% do total de trabalhadores autônomos e empresários do estado, operando majoritariamente nos setores de comércio e serviços — dos quais 90,7% enquadram-se como Microempreendedor Individual (MEI) ou Microempresa (ME).

Diante da necessidade de estruturar e expandir essas operações enxutas, o fortalecimento de redes de apoio torna-se crucial. “O networking deixou de ser apenas uma troca de cartões para se tornar uma estratégia capaz de abrir portas para novos clientes, investidores e oportunidades de crescimento”, destaca a relações-públicas Jordana Brotto, idealizadora do projeto.

Programação alia técnica e trajetórias inspiradoras

Desenvolvida a partir das demandas sinalizadas por mais de 200 participantes da edição anterior, a grade deste ano dedica espaço especial à qualificação técnica.

Em formato de talk show, o painel principal abordará a resiliência no ecossistema empresarial com a presença da ex-prefeita de Rio Branco do Sul, Karime Fayad, ao lado das executivas Herida Caroline e Letícia Mello, referências no setor de vendas.

A programação inclui ainda palestra com a estrategista em vendas Maria Emília Lepinski, profissional com mais de três décadas de experiência em liderança e desenvolvimento comercial.

“O público terá a oportunidade de conhecer mulheres que tiveram coragem de começar, vender e construir trajetórias inspiradoras que impactam a economia do nosso estado”, reforça Jordana.

Serviço:

Evento: 3ª edição do Conecta Elas Brasil – Conexões que Transformam

Data e Horário: 30 de julho (quinta-feira), às 18h (credenciamento a partir das 17h30)

Local: ASSEMAT Almirante Tamandaré (Rua Antônio Baptista de Siqueira, 622, Vila Santa Terezinha)

Inscrições: Pela plataforma Beacons Conecta Elas

Informações: (41) 99620-6119

Sobre a idealizadora

Jordana Brotto, 44 anos, é mãe, fotógrafa e empreendedora há mais de 13 anos. Formada em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), atua na área de comunicação institucional e imagem.

Também é coordenadora do Comitê Mulher da Cooperativa Sicredi em Almirante Tamandaré, contribuindo para o fortalecimento do protagonismo feminino e da educação financeira no município.

Eficiência energética ganha espaço em debate na Expo Mais Indústria, em Pinhais

Com mais de R$ 200 milhões em projetos no Paraná e Santa Catarina, Eletron Energia confirma presença na primeira edição de evento com foco na competitividade das indústrias

A indústria brasileira responde por mais de 30% do consumo final de energia e por quase 40% de toda a eletricidade consumida no país, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Nesse cenário, aumentar a eficiência energética tornou-se uma estratégia cada vez mais importante para reduzir custos operacionais, elevar a produtividade e ampliar a competitividade das empresas.

Com mais de R$ 200 milhões geridos em projetos de modernização energética em organizações do Paraná e de Santa Catarina, a Eletron Energia consolidou sua atuação como uma das principais referências do segmento no Sul do país. Para ampliar o acesso da indústria a soluções de eficiência energética e automação industrial, a companhia intensifica sua presença em eventos estratégicos voltados ao setor produtivo.

A próxima iniciativa será a participação como patrocinadora da primeira edição da Expo Mais Indústria, promovida pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), entre os dias 25 e 27 de agosto, no Expotrade, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O evento reunirá fornecedores de tecnologia, automação, equipamentos, softwares industriais e startups em uma programação dedicada à inovação, à geração de negócios e ao fortalecimento da competitividade da indústria.

Durante a feira, a Eletron contará com estande próprio, onde apresentará uma bancada de eficiência energética para demonstrar, na prática, como a modernização de sistemas pode contribuir para a redução do consumo e dos custos com energia. A empresa também promoverá uma palestra sobre oportunidades de financiamento para projetos de modernização industrial, tema cada vez mais relevante para empresas que desejam investir em inovação sem comprometer o fluxo de caixa.

“Mais do que apresentar nossas soluções, queremos estar próximos da indústria para entender seus desafios e mostrar que eficiência energética é um investimento capaz de gerar ganhos reais de competitividade. Hoje existem linhas de financiamento que tornam essa transformação acessível para empresas”, afirma Ricardo Kenji, diretor da Eletron, com sede em Pinhais.

A experiência da Eletron em projetos de eficiência energética também se reflete no acesso a linhas de financiamento sem juros para a indústria. Somente neste ano, a companhia estruturou projetos que acessaram integralmente os cerca de R$ 30 milhões disponibilizados pela Copel para financiamentos destinados a iniciativas de eficiência energética na indústria paranaense, consolidando sua posição como uma das principais especialistas na área.

O avanço desse tipo de projeto reflete uma mudança na forma como a indústria enxerga os custos com energia. Em muitos segmentos, essa despesa já representa um impacto superior ao da própria folha de pagamento, tornando a gestão eficiente do consumo um fator estratégico para aumentar a competitividade e preservar a rentabilidade dos negócios.

“Quando a indústria reduz desperdícios energéticos, ela não apenas diminui custos. Ela cria condições para investir em expansão, inovação e aumento da capacidade produtiva. A eficiência energética deixa de ser apenas uma medida de economia e passa a ser uma vantagem competitiva para o negócio”, destaca Kenji.

Como parte da programação da Expo Mais Indústria, Ricardo Kenji ministrará a palestra “Como sua Indústria Pode Obter Financiamento da Copel Sem Juros”, no dia 26 de agosto, às 16h. A apresentação mostrará como empresas paranaenses podem acessar recursos do Programa de Eficiência Energética da Copel para viabilizar projetos de modernização, redução do consumo de energia e aumento da eficiência operacional.

Cinco erros que fazem milhares de brasileiros perderem dinheiro na aposentadoria

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Cinco erros que fazem milhares de brasileiros perderem dinheiro na aposentadoria

Especialista explica quais falhas mais comuns podem reduzir o valor do benefício ou adiar a concessão da aposentadoria

A aposentadoria é resultado de décadas de trabalho e contribuição, mas muitos brasileiros acabam recebendo um benefício menor do que poderiam ou enfrentam atrasos na concessão por erros que poderiam ser evitados. Informações incompletas no cadastro do INSS, períodos de trabalho não reconhecidos e pedidos feitos no momento errado estão entre as situações mais frequentes e que podem gerar prejuízos financeiros permanentes.

Para o advogado especialista em Direito Previdenciário, David Mello, sócio-fundador do escritório Mello e Furtado Advocacia, a maioria desses problemas acontece porque o trabalhador acredita que todas as informações já estão corretamente registradas pelo INSS. “É muito comum as pessoas pensarem que basta atingir a idade ou o tempo mínimo de contribuição para fazer o pedido de aposentadoria. Na prática, um planejamento prévio pode fazer uma diferença significativa tanto no valor do benefício quanto na data em que ele será concedido.”

Segundo o advogado, estes são os cinco erros mais comuns:

  1. Não conferir o CNIS antes de pedir a aposentadoria
    O Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) reúne o histórico de vínculos empregatícios e contribuições do trabalhador. No entanto, ele pode apresentar inconsistências. “Existem casos de vínculos que não aparecem, salários registrados incorretamente ou períodos de contribuição que simplesmente não foram computados. Se esses erros não forem corrigidos antes do pedido, o benefício pode ser calculado com um valor inferior ao devido.”
  2. Deixar de comprovar todo o tempo de contribuição
    Nem todo período trabalhado aparece automaticamente nos registros do INSS. Trabalhos antigos, vínculos com documentação incompleta e períodos como servidor público ou em atividades específicas podem exigir documentação complementar. “Muitas pessoas possuem tempo de contribuição que pode ser reconhecido, mas deixam de apresentar os documentos necessários. Esse período pode fazer diferença tanto no valor da aposentadoria quanto no momento em que ela poderá ser solicitada.”
  3. Pedir a aposentadoria na primeira oportunidade
    Ter direito à aposentadoria não significa, necessariamente, que aquele seja o melhor momento para fazer o requerimento. “Em alguns casos, esperar alguns meses pode aumentar significativamente o valor do benefício pelo resto da vida. Por isso, é importante avaliar qual regra previdenciária é mais vantajosa antes de protocolar o pedido.”
  4. Não reconhecer períodos de atividade especial
    Profissionais que trabalharam expostos a agentes nocivos, como ruído, calor, produtos químicos ou agentes biológicos, podem ter direito ao reconhecimento de tempo especial. “Muitos trabalhadores desconhecem esse direito ou acreditam que apenas determinadas profissões se enquadram nessa condição. A análise deve considerar a efetiva exposição aos agentes nocivos, independentemente do nome do cargo.”
  5. Esquecer de incluir períodos de trabalho rural
    Atividades rurais exercidas em regime de economia familiar ou em outras modalidades previstas em lei podem ser utilizadas para fins previdenciários, desde que haja comprovação. “É bastante comum que pessoas que trabalharam no campo durante a juventude não informem esse período ao INSS. Dependendo do caso, esse tempo pode ser decisivo para alcançar os requisitos da aposentadoria.”

Planejamento evita prejuízos

Segundo o advogado, a análise antecipada da vida contributiva permite identificar falhas, reunir documentos e escolher a regra mais vantajosa antes de fazer o pedido. “A aposentadoria é uma decisão que produz efeitos financeiros por muitos anos. Um erro cometido no momento do requerimento pode representar perdas mensais durante toda a vida do segurado. Por isso, vale a pena analisar a documentação com antecedência e entender quais direitos podem ser reconhecidos antes de protocolar o pedido.”

Para Mello, o planejamento previdenciário deixou de ser uma medida indicada apenas para quem está prestes a se aposentar e passou a ser uma ferramenta importante para qualquer trabalhador que deseja garantir o melhor benefício possível.

Sicredi lança novo seguro residencial em parceria com a seguradora Yelum

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Instituição financeira cooperativa aposta em expansão deste segmento, ainda pouco explorado no país, e mira ampliar proteção dos associados

O Sicredi acaba de lançar uma nova opção de seguro residencial, o Sicredi por Yelum, desenvolvido em parceria com a Yelum Seguros, seguradora do Grupo HDI. Com alto nível de personalização e integração tecnológica, o produto marca um avanço na estratégia da instituição financeira cooperativa de ampliar a proteção patrimonial de seus associados e fortalecer a atuação no mercado de seguros residenciais. Entre os principais diferenciais do novo seguro estão a indenização sem depreciação, cobertura para painéis solares, renovação automática, pagamento flexível e cobertura para alagamento, além dos serviços residenciais como encanador, eletricista, entre outros.

O mercado segurador cresceu 7,4% no primeiro trimestre deste ano, com destaque para o seguro residencial, que expandiu 10% no mesmo período. O avanço do seguro residencial está ligado ao aumento de eventos climáticos e à maior preocupação com ocorrências domésticas, como curto-circuito, vazamentos e vendavais, que ampliam a necessidade de proteção patrimonial.

Apesar do crescimento recente, o seguro residencial ainda é um produto com baixa penetração no país. Somente 17% das residências brasileiras, aproximadamente, possuem essa cobertura, número significativamente inferior aos cerca de 90% registrados em países desenvolvidos, de acordo com a CNSeg (Confederação Nacional das Seguradoras).

Marcelo Fogaça, gerente de Seguros do Sicredi, destaca que o cenário apresenta uma oportunidade de expansão nesse segmento. Mais de 80% das residências ainda não contam com proteção securitária, o que mostra o grande espaço para crescimento, geração de valor e ampliação da cultura de proteção junto aos associados”, contextualiza o executivo.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3,1 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Sobre a Yelum

A Yelum Seguros faz parte do Grupo HDI e nasceu com um propósito claro: oferecer liberdade por caminhos seguros. Lançada em 2024, a marca chegou ao mercado trazendo jovialidade e inovação, sem abrir mão da solidez e da tradição do grupo ao qual pertence.

Com um portfólio amplo e flexível, a Yelum atende tanto pessoas físicas quanto empresas, com soluções que se encaixam nos mais diferentes perfis e necessidades.

Mais do que proteger, a Yelum se diferencia por uma experiência de excelência, com atendimento humano e ágil, canais digitais completos – incluindo app, chat e WhatsApp – e foco em proporcionar tranquilidade para clientes e parceiros.

Para saber mais, acesse: https://www.yelumseguros.com.br

ais do que um endereço: Ilúnia aposta na experiência de viver Curitiba

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ais do que um endereço: Ilúnia aposta na experiência de viver Curitiba

Lançamento da TUO Empreendimentos chega ao Centro de Curitiba com projeto que une mobilidade, arquitetura contemporânea e vista privilegiada para a Serra do Mar; a entrega está prevista para julho de 2030

Estar perto do trabalho, fazer trajetos a pé, ter acesso facilitado à gastronomia, cultura, serviços e áreas de lazer. A forma de morar nas grandes cidades está mudando e, em Curitiba, esse movimento ganha um novo capítulo com o lançamento do Ilúnia, novo empreendimento da TUO Empreendimentos.

Localizado na Rua Ubaldino do Amaral, no Centro de Curitiba, o Ilúnia ocupa uma posição estratégica da cidade, a poucos metros do Mercado Municipal e da Rodoferroviária, próximo ao Shopping Estação, Teatro Guaíra, Passeio Público e Jardim Botânico, além de oferecer rápida conexão com bairros como Batel, Centro Cívico, Cristo Rei, Alto da XV e Juvevê. Um endereço pensado para quem valoriza praticidade, mobilidade e qualidade de vida, permitindo que grande parte da rotina aconteça a poucos minutos de casa.

“Mais do que um endereço, o Ilúnia nasce da observação de um comportamento cada vez mais presente nas grandes cidades. Hoje, morar bem também significa estar conectado ao entorno, aproveitar melhor o tempo e viver a cidade de forma mais intensa. Foi esse olhar que guiou todo o desenvolvimento do projeto”, afirma o gerente de Incorporação da TUO Empreendimentos, Felipe Felitto.

Essa visão traduz um conceito que faz parte da essência da TUO Empreendimentos. Inspirada na Itália Moderna, a incorporadora desenvolve projetos que unem design, funcionalidade e qualidade de vida, valorizando o presente e propondo uma forma de morar que privilegia experiências, bem-estar e uma relação mais integrada com a cidade. No Ilúnia, esse conceito ganha forma em soluções pensadas para tornar o cotidiano mais prático, confortável e conectado ao entorno.

Nas áreas comuns, os moradores terão à disposição bicicletário, espaço delivery, marketplace, coworking interno e externo, lavanderia OMO compartilhada, piscina coberta e aquecida com deck externo para banho de sol, além de espaços voltados ao lazer e à convivência, como salão de festas, espaço gourmet, salão de jogos, Sky View e um Sky Bar com ambientes interno e externo, que aproveitam a vista privilegiada da cidade para criar novos espaços de encontro e contemplação.

O Ilúnia também foi pensado para atender diferentes perfis de moradores e investidores. O empreendimento reúne studios de 25 m² a 30 m², apartamentos de um dormitório entre 34 m² e 35 m², unidades de dois dormitórios com uma suíte entre 57 m² e 68 m² e opções de dois dormitórios com duas suítes, com metragens de 64 m² a 71 m².

Outro diferencial do projeto é sua implantação em um terreno elevado, que proporciona vista panorâmica para Curitiba e para a Serra do Mar, valorizando a iluminação natural e a integração entre arquitetura e paisagem urbana. A proposta acompanha uma tendência cada vez mais presente no mercado imobiliário: empreendimentos que oferecem uma experiência completa de moradia, em que bem-estar, funcionalidade e conexão com a cidade caminham lado a lado.

Com entrega prevista para julho de 2030, o Ilúnia representa mais um passo da TUO Empreendimentos em Curitiba após a boa aceitação do Natune, reforçando a proposta da incorporadora de desenvolver projetos que acompanhem as diferentes etapas de vida de cada um.

“Queremos que o Ilúnia seja lembrado não apenas pelo lugar onde está, mas pela forma como permite viver Curitiba. Quando arquitetura, mobilidade e cidade caminham juntas, o endereço deixa de ser apenas um ponto no mapa e passa a fazer parte da experiência cotidiana de quem escolhe viver ali”, finaliza Felipe Felitto.

Sobre a TUO Empreendimentos

A TUO Empreendimentos é uma incorporadora do Grupo Equilíbrio, que atua há mais de 50 anos no setor da construção civil e já entregou mais de 300 mil m² construídos. Criada para atender clientes em diferentes momentos da vida, a TUO oferece empreendimentos modernos, bem localizados e alinhados às novas demandas do mercado imobiliário. Inspirada na Itália Moderna, a marca une design, funcionalidade e qualidade de vida, trazendo um conceito que valoriza o presente e transforma o agora no melhor momento para viver. Com o respaldo da experiência do Grupo Equilíbrio, a TUO já nasce consolidada, pronta para inovar e oferecer empreendimentos que aliam praticidade, conforto e sofisticação aos seus clientes.

Wiegrow aposta em Heart Skills para fortalecer culturas mais humanas e saudáveis nas empresas

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Wiegrow aposta em Heart Skills para fortalecer culturas mais humanas e saudáveis nas empresas

Com nove anos de atuação, empresa estrutura metodologia pioneira no Brasil para desenvolver competências como presença, autenticidade, escuta profunda e generosidade dentro das organizações

Em um mercado cada vez mais atravessado por discussões sobre saúde mental, segurança psicológica, bem-estar e os impactos da atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), uma pergunta ganha força entre lideranças: como construir ambientes de trabalho verdadeiramente saudáveis, para além de protocolos, campanhas pontuais e discursos institucionais?

O debate ganhou ainda mais urgência diante do avanço dos afastamentos por questões de saúde mental no país. Em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária relacionados a transtornos mentais e comportamentais, alta de 15,66% em comparação com 2024, quando foram registrados 472.328 benefícios. Transtornos ansiosos e episódios depressivos estavam entre as principais causas das concessões.

A Wiegrow, empresa com nove anos de atuação em desenvolvimento humano e experiências de aprendizagem, vem fortalecendo no Brasil o conceito de Heart Skills: são 17 competências humanas profundas que ajudam profissionais e lideranças a se relacionarem de forma mais consciente, respeitosa e coerente com os valores que desejam viver dentro das organizações.

Pioneira em trazer o conceito para o país e estruturá-lo em experiências de aprendizagem corporativas, a Wiegrow desenvolveu uma metodologia própria para trabalhar valores humanos e competências que vão além das chamadas Soft Skills, cada vez mais valorizadas pelo mercado de trabalho. Entre elas estão generosidade, autenticidade, presença, comunicação consciente, escuta profund, domínio próprio e a capacidade de construir relações mais saudáveis e colaborativas.

“Não se trata apenas de ensinar alguém a se comunicar melhor ou a liderar uma equipe. O nosso trabalho parte de uma camada mais profunda: quem é essa pessoa, como ela se relaciona consigo mesma e como isso aparece nas relações com os outros”, afirma a psicóloga Cintia Suplicy, sócia da Wiegrow. “Quando uma pessoa encontra mais sentido, propósito e coerência na própria vida, ela tende a construir relações mais saudáveis também no ambiente profissional.”

Embora o termo Heart Skills seja aberto e ainda não tenha competências oficialmente delimitadas, a Wiegrow propõe uma leitura prática do conceito a partir de valores universais. A metodologia busca apoiar empresas que desejam ir além de treinamentos tradicionais e trazer profundidade, especialmente em um cenário marcado por hiperconexão, sobrecarga emocional e relações de trabalho cada vez mais complexas.

A discussão também ganhou contornos regulatórios. O Ministério do Trabalho e Emprego lançou, em março deste ano, um manual para orientar a aplicação da NR-1 e o gerenciamento de riscos ocupacionais, incluindo os riscos psicossociais relacionados ao trabalho. O documento cita, entre os exemplos de fatores que devem ser observados pelas empresas, a sobrecarga de demandas, o assédio e outras condições ligadas à organização do trabalho que podem afetar a saúde dos trabalhadores.

Para Vanessa Mazzaferro, sócia da Wiegrow e especialista em gestão de pessoas, negócios e psicologia junguiana, a discussão não pode se limitar à adequação normativa. “Cultura não é o que está escrito na parede ou no manual da empresa. Cultura é aquilo que as pessoas vivem todos os dias. Quando a liderança não pratica os valores que defende, a organização cria um desalinhamento que afeta confiança, engajamento, produtividade e, consequentemente, os resultados do negócio”, afirma.

Segundo ela, o desenvolvimento das Heart Skills contribui para que empresas olhem para fatores que muitas vezes estão na origem de relações desgastadas e ambientes tóxicos, como ausência de escuta, comunicação agressiva, baixa presença nas interações, pouca abertura ao diálogo e lideranças desconectadas das pessoas. “A transformação começa nas pessoas. São elas que fazem a empresa acontecer. E, quando esse movimento parte da liderança, ele tem mais chance de se espalhar de forma genuína por toda a organização”, completa Vanessa.

A proposta da Wiegrow não é substituir políticas de saúde, suporte psicológico ou medidas de prevenção previstas pelas empresas, mas atuar em uma camada complementar: o desenvolvimento de relações mais conscientes e culturas mais consistentes. Por meio de jornadas práticas, vivências e processos de desenvolvimento, a empresa convida profissionais a refletirem sobre escolhas, valores e formas de se relacionar, levando esse aprendizado para desafios reais do cotidiano corporativo.

Para as sócias, o avanço das Heart Skills representa uma mudança necessária para organizações que desejam crescer de forma sustentável. “As empresas têm falado muito sobre resultado, inovação e tecnologia. Tudo isso é importante. Mas nenhuma transformação se sustenta se as relações humanas não forem cuidadas. O futuro do trabalho precisa ser mais competente, sim, mas também mais consciente, presente e humano”, conclui Cintia.

Sobre a Wiegrow

Com nove anos de atuação, a Wiegrow desenvolve experiências de aprendizagem e soluções voltadas ao desenvolvimento humano dentro e fora das organizações. A empresa trabalha temas como cultura, liderança, bem-estar, propósito, omniconhecimento e relações de trabalho, com uma abordagem que conecta resultados corporativos e valores humanos.