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UNIAP promove encontro gratuito para esclarecer impactos da Reforma Tributária no mercado imobiliário

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Universidade de Negócios Apolar, UNIAP, reforça seu compromisso com a capacitação e o desenvolvimento profissional ao reunir especialistas para compartilhar conhecimento e promover a atualização de proprietários, investidores e profissionais do setor

A Reforma Tributária representa uma das maiores mudanças no sistema de arrecadação brasileiro das últimas décadas e seus impactos já começam a mobilizar empresas, investidores e o mercado imobiliário. Atenta a esse novo cenário, a Apolar realizou, no dia 23 de julho, um encontro presencial gratuito dedicado a esclarecer como as novas regras poderão afetar a locação de imóveis, a rentabilidade dos investimentos e a gestão patrimonial.

O evento reuniu especialistas em tributação e mercado imobiliário para apresentar, de forma prática, as principais mudanças previstas pela Reforma Tributária, como o CBS e o IBS, além de responder às dúvidas mais recorrentes de proprietários e investidores de imóveis. Entre os temas abordados estão os impactos sobre contratos de locação, novas formas de tributação e estratégias para preservar a rentabilidade dos patrimônios diante do novo ambiente fiscal.

Em um mercado cada vez mais dinâmico, a Apolar acredita que seu papel vai além da intermediação de negócios. A UNIAP – Universidade de Negócios Apolar, busca atuar como uma fonte confiável de conhecimento, acompanhando de perto as mudanças econômicas, jurídicas e tecnológicas que impactam o setor imobiliário e compartilhando essas informações com toda a sua rede e com o público.

“O mercado imobiliário vive um momento de transformação. Nosso compromisso é garantir que clientes, investidores e profissionais tenham acesso a informações qualificadas para tomar decisões mais seguras. Acreditamos que conhecimento gera confiança e fortalece todo o ecossistema imobiliário”, destaca Tania Kaminski, Coordenadora da UNIAP.

A realização deste encontro integra uma série de iniciativas promovidas pela empresa para manter sua rede e o mercado, permanentemente atualizada. Além de eventos presenciais, a Apolar investe em programas de capacitação, treinamentos e conteúdos especializados por meio da UNIAP, fortalecendo uma cultura de aprendizado contínuo e inovação.

Ao antecipar discussões sobre um tema que impactará diretamente o mercado nos próximos anos, a Apolar reafirma seu compromisso em liderar pelo conhecimento, preparando seus profissionais e mercado, contribuindo para que proprietários e investidores enfrentem as mudanças da Reforma Tributária com mais segurança e previsibilidade.

Sobre a Apolar Franquias Imobiliárias

Fundada em 1969 por Joseph Galiano, a Apolar Imóveis se tornou referência no mercado imobiliário, com 12 conquistas do prêmio ABF do Franchising Brasileiro, pelo modelo de excelência em franchising e pelas inovações no segmento. A Apolar iniciou suas atividades no sistema de franchising em 1995, tornando-se pioneira no setor imobiliário ao adotar o modelo no Brasil. São mais de 90 lojas distribuídas estrategicamente nos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e também no Paraguai, totalizando mais de 20 mil imóveis cadastrados, entre locados e disponíveis para venda e locação.

A rede também se diferencia por oferecer um ecossistema imobiliário completo aos franqueados, que vai além das operações tradicionais de vendas e locação. Esse modelo integra soluções que vão desde a administração de condomínios até frentes como consórcio imobiliário e short stay, ampliando a atuação junto a diferentes perfis de clientes, incluindo investidores. Com isso, a Apolar consolida um modelo único no país, ao conectar múltiplas oportunidades de negócio dentro de uma mesma rede.

Moda deixa de seguir tendências e passa a contar histórias

Durante décadas, a indústria da moda ensinou que o desejo estava sempre associado ao novo. Novas coleções chegavam às vitrines em intervalos cada vez menores, enquanto consumidores eram estimulados a substituir roupas antes mesmo de elas perderem a relevância. Hoje, esse modelo começa a dar sinais claros de esgotamento.

Em diferentes partes do mundo, uma nova lógica ganha força. Em vez da busca incessante pelo novo, cresce o interesse por peças que carregam identidade, qualidade e permanência. O consumo deixa de ser guiado apenas pelas tendências e passa a refletir valores, personalidade e propósito.

Essa transformação já provoca mudanças concretas na própria indústria. Desde 19 de julho, empresas de grande porte da União Europeia estão proibidas de destruir roupas, calçados e acessórios novos que permaneceram sem venda. Pela nova legislação, esses produtos devem ser reutilizados, revendidos, doados ou reciclados, fortalecendo a economia circular e reduzindo o desperdício. Segundo a Comissão Europeia, entre 4% e 9% dos produtos têxteis comercializados no continente eram descartados antes mesmo de serem utilizados, prática responsável pela emissão de aproximadamente 5,6 milhões de toneladas de CO₂ por ano.

As mudanças regulatórias acompanham uma transformação que também pode ser observada no comportamento do consumidor. De acordo com o ThredUp Resale Report 2025, elaborado em parceria com a GlobalData, o mercado global de moda de segunda mão deve movimentar US$ 367 bilhões até 2029, crescendo em ritmo superior ao varejo tradicional. O estudo aponta que consumidores, especialmente das gerações mais jovens, têm priorizado peças com maior durabilidade, autenticidade, exclusividade e menor impacto ambiental.

É nesse contexto que surgiu a Forward. Criada em 2023 pelas amigas e sócias Maria Fernanda Peixoto e Carina Campos, a marca nasceu inicialmente como uma plataforma digital de moda circular. Em março deste ano, inaugurou sua primeira loja física no Batel, em Curitiba, levando para o espaço físico uma proposta construída em torno da curadoria e da valorização de peças que permanecem relevantes ao longo do tempo.

Seu ponto de partida é outro: a curadoria.

Embora trabalhe com peças que já tiveram outras histórias, a Forward faz questão de deixar claro que não pretende ocupar o lugar de um brechó tradicional. Cada item passa por uma seleção criteriosa que considera design, qualidade de construção, modelagem, estado de conservação, atualidade e potencial de permanecer relevante ao longo do tempo. Em vez de organizar o acervo por tendências ou temporadas, a proposta é reunir peças capazes de atravessar diferentes momentos, preservando sua qualidade, seu estilo e a capacidade de ganhar novos significados.

“Nunca pensamos a Forward como um brechó. Pensamos em um acervo vivo de moda. Cada peça que chega até nós passa por um olhar muito criterioso. Escolhemos porque continua sendo desejável, bem construída e capaz de ganhar uma nova história. O luxo, para nós, está justamente naquilo que permanece”, afirma Maria Fernanda Peixoto.

Carina Campos e Maria Fernanda Peixoto, sócias proprietárias da Foward. Crédito Matheus Dias

Essa mudança acompanha uma transformação mais ampla na forma como as pessoas se relacionam com aquilo que vestem. Na psicologia, o conceito de enclothed cognition, conhecido como cognição vestida, demonstra que as roupas influenciam diretamente a maneira como as pessoas se percebem, impactando autoestima, comportamento e confiança. Vestir-se deixa de ser apenas uma decisão estética para tornar-se também uma manifestação da identidade.

Para Carina Campos, esse movimento ajuda a explicar por que a moda circular passou a ocupar um espaço diferente na vida das pessoas. “Hoje nossa cliente não procura simplesmente uma roupa. Ela procura uma peça que converse com sua personalidade. Existe um prazer muito grande no garimpo, naquele instante em que alguém encontra algo único e percebe que aquilo parecia estar esperando por ela. Não vendemos apenas roupas. Revelamos oportunidades, verdadeiros tesouros que continuam fazendo sentido”, destaca.

Na Forward, essa visão orienta cada escolha. O conceito da marca parte da ideia de que o tempo não reduz o valor de uma peça, mas amplia sua trajetória. É dessa perspectiva que nasce o lema “Old para uns. New para outros.”. Aquilo que um dia ocupou um closet encontra agora outro guarda-roupa, uma nova personalidade, novos significados e novas histórias.

Mais do que acompanhar o crescimento da economia circular, a marca busca ampliar a conversa sobre comportamento, cultura e consumo. Essa proposta se desdobra em iniciativas que extrapolam o ambiente da loja e promovem encontros voltados à reflexão sobre a forma como as pessoas se relacionam com aquilo que vestem.

No próximo dia 5 de agosto, acontece a segunda edição do Forward Sessions, encontro que reúne moda, arte e conversa para clientes e convidados. Nesta edição, o tema será “Usei apenas uma vez. Ainda conta como novo?”, com participação do pesquisador de cultura, comportamento e consumo Felipe Machado, mestre e doutor em Design pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), além da artista e ceramista Bruna Dala Rosa, da ESMO, que realizará intervenções ao vivo em peças exclusivas.

A proposta é discutir porque aquilo que compramos nunca representa apenas um objeto, mas também expressa identidade, memória, cultura e comportamento. “Cada escolha diz alguma coisa sobre quem somos ou sobre quem queremos nos tornar. A roupa é apenas o ponto de partida para uma conversa muito maior sobre identidade, memória e consumo. É isso que queremos construir na Forward”, afirma Maria Fernanda.

A discussão também deve ganhar novos formatos. A marca prepara o lançamento de um podcast que reunirá convidados de diferentes áreas para conversar sobre moda, comportamento, cultura, identidade e estilo de vida, ampliando reflexões que já fazem parte da proposta da Forward.

Ao acompanhar um movimento que ultrapassa a moda, a Forward se insere em uma discussão cada vez mais ampla sobre permanência, economia circular e as transformações na forma como as pessoas se relacionam com aquilo que vestem. Em um mercado cada vez mais atento à origem, à qualidade e ao impacto das escolhas, aquilo que antes era visto apenas como “segunda mão” passa a representar uma nova maneira de adquirir e valorizar peças, baseada na curadoria, na longevidade e na construção de histórias que continuam fazendo sentido.

Mercado de sorvetes se renova com foco em saudabilidade

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Setor bilionário projeta crescimento de até 50% até 2033 e ganha protagonismo na 1ª Jornada Davipan, em Curitiba

Movimentando mais de R$ 14 bilhões ao ano e reunindo cerca de 11 mil empresas no Brasil, o mercado de sorvetes vive um momento de profunda transformação. O setor vem sendo impulsionado por novas exigências do consumidor, inovações tecnológicas e mudanças climáticas. O El Niño, inclusive, promete um verão com temperaturas acima da média em cidades como Curitiba, no Sul do Brasil.

Diante de projeções otimistas de crescimento de até 50% até 2033, o este mercado ganhou destaque central na abertura da primeira edição da Jornada Davipan, evento que aconteceu neste mês de julho no Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba, integrando de forma inédita os segmentos de panificação, confeitaria e gelados comestíveis.

A relevância estratégica do setor reflete-se na preferência nacional pelo sorvete de pote (massa) e pelo consumo direto em sorveterias, que respondem por 69,6% das compras. Embora os tradicionais sabores de chocolate, morango e creme sigam na liderança, a indústria e os mestres sorveteiros enfrentam agora o desafio de atender a novas tendências de nicho. Dados da pesquisa Mintel/Kantar apresentados no evento indicam que os consumidores buscam cada vez mais saudabilidade e transparência nos rótulos, além de texturas e formatos diferenciados.

A Voz do Consumidor: Saudabilidade e Rótulos Limpos

Durante o painel Fórum 360, promovido pela DR Aromas e Ingredientes em parceria com a Selecta Specialità, foram expostos os fatores de maior interesse do consumidor brasileiro atual. A busca por ingredientes reconhecíveis (rótulos limpos) e apelos funcionais desponta como prioridade absoluta e aparece numa pesquisa que traz as características de interesse no consumo de sorvete. Na preferência dos consumidores, os ingredientes clean label (rótulo limpo) lideram com 87%, seguidos pelas opções funcionais (84%) e por produtos com proteína adicionada (81%).

“Hoje a saudabilidade ganhou protagonismo. Os consumidores querem saúde com sabor no mesmo alimento. A indulgência permissiva é a nova tendência de mercado: a pessoa se permite comer um doce, desde que este produto traga ingredientes melhores. Esse é o conceito do movimento wellness que surgiu há dez anos e que agora está em alta”, aponta Alessandra Carneiro, gerente de marketing de sorvetes da DR Aromas e Ingredientes.

Para atender os anseios desse público, que embarcou na onda do movimento wellness – uma filosofia de consumo que enxerga a comida não apenas como combustível ou prazer, mas como um aliado de saúde preventiva, equilíbrio mental e longevidade – a DR Aromas investiu em novos ingredientes para o preparo do sorvete, com menos gordura. “Conseguimos tirar do produto o selo de ‘alto em gordura saturada’ e mostrar que podemos fazer sobremesas mais saudáveis. Essa é uma tendência que veio para ficar e estamos investindo nesse mercado há 10 anos”, aponta Vagner Paulo Ribeiro, mestre sorveteiro e representante comercial da DR Aromas e Ingredientes.

Inovação no cardápio e geração Z

O especialista Eduardo Coutinho comandou uma palestra imersiva sobre o universo dos sorvetes, destacando o comportamento da Geração Z, que prioriza experiências visuais e sensoriais. Coutinho reforçou a necessidade de equilibrar as novidades com os clássicos comerciais.

“Assim como o morango do amor foi um hype, na sorveteria também surgem sabores emergentes e os sorveteiros precisam surfar na onda. No entanto, 60% do menu de uma sorveteria ainda precisa ser composto por sabores líderes. O chocolate é o sabor que mais vende, e combiná-lo com outro ingrediente é uma forma de despertar a curiosidade do público, especialmente dos jovens que buscam sobremesas instagramáveis”, apontou Coutinho.

Para ilustrar essas tendências, o chef Vinicius Coutinho comandou uma sessão de degustação exclusiva, apresentando lançamentos como o sorvete de cocada de forno, e combinações sofisticadas com pasta de mascarpone e pasta de tiramisù – sobremesa criada na Itália e que leva café na sua composição.

Estratégias para o inverno e o fenômeno da “Snackfication”

Um dos grandes gargalos do setor — a sazonalidade nos meses frios — foi debatido sob a perspectiva de mudança de contexto. Conforme defendido pelos palestrantes, “o frio não muda o desejo, muda o contexto”. Opções como o affogato e combinações de sorvete com vinho foram apresentadas como soluções eficientes para manter o público ativo no inverno.

Andrea Lopes Caneviski, profissional da Sorveteria Fabiana, localizada em Colombo (PR), destacou o impacto prático das soluções apresentadas: Gostei bastante, foi bem explicativo. Estão expondo as novidades e trazendo ideias para a época do inverno, quando as vendas caem bastante. Toda ideia nova traz uma injeção de ânimo para o negócio, celebrou.

Outra grande vertente discutida foi a evolução das embalagens, tratada agora como decisão altamente estratégica. Com a média brasileira de moradores por lar caindo para 3 pessoas — e 18% dos lares sendo compostos por apenas um habitante —, aliada ao movimento wellness de controle de porções, o fenômeno da snackfication (consumo em pequenas porções como lanche rápido) tem impulsionado o sucesso de embalagens menores e funcionais.

Cenário Local e Força das Pequenas Empresas

O Paraná desempenha um papel de vanguarda nesse mercado, posicionando-se como o 4º estado que mais emprega no setor de gelados comestíveis no país. A produção paranaense responde por 9,78% do volume nacional, com forte concentração de indústrias ativas nos municípios de Curitiba, Londrina e Maringá. É um mercado de forte impacto social e econômico, composto por 96% de micro e pequenas empresas enquadradas no Simples Nacional.

Neste cenário, Fátima Yae, sócia da Davipan e idealizadora da Jornada Davipan, criou um evento justamente para apoiar o desenvolvimento dos próprios clientes e fortalecer negócios em um mercado cada vez mais dinâmico.

“A Jornada Davipan nasceu da experiência construída ao longo dos anos em nosso Centro de Treinamento. Queremos promover muito mais do que palestras e demonstrações técnicas. Criamos um espaço de conexão, aprendizado e crescimento para quem empreende diariamente e busca novas oportunidades para evoluir. Não existe hoje no Paraná um evento com esse formato, reunindo conteúdo, relacionamento, experiências e grandes referências do mercado em um único ambiente”, conclui Fátima.

Whycation: nova tendência está transformando o turismo e a hotelaria

Viajantes trocam o luxo excessivo pela busca por propósito, autoconhecimento e impacto positivo, levando setor hoteleiro a repensar o conceito de hospitalidade

Pontos turísticos famosos, pratos típicos, restaurantes premiados, cenários instagramáveis. O viajante contemporâneo, muito além do destino e das experiências, busca cada vez mais um propósito ao escolher uma cidade, um passeio ou um hotel. No início de 2026, a Revista Tendências do Turismo, produzida pela Embratur e pelo Ministério do Turismo (MTur), já adiantava que uma das expectativas para este ano era justamente o protagonismo das viagens com propósito, as chamadas Whycation – junção dos termos em inglês why (por quê) e vacation (férias).

Whycation é um termo que redefine a forma como as pessoas escolhem seus destinos ao priorizar o ‘porquê’ da viagem, e não apenas o destino. O estado de espírito do viajante, por exemplo, torna-se uma motivação importante, assim como desejos internos, busca por novas conexões ou estímulo à criatividade. O destino se torna secundário diante da vontade de vivenciar culturas e eventos locais e de se permitir novas descobertas”, diz a publicação. A ideia por trás dessas viagens é encontrar experiências transformadoras alinhadas às motivações internas de cada viajante.

Nesse novo formato, o estado de espírito do viajante, seus desejos internos e a busca por estimular a criatividade tornam-se motivações centrais. O foco sai da superfície e vai para a vivência de experiências únicas, capazes de gerar aprendizado, reflexões e até mudanças pessoais profundas. Essa busca por significado esbarra diretamente em uma mudança comportamental em relação ao rastro que deixamos no mundo. Em 2025, uma pesquisa da Booking.com mostrou que 98% dos brasileiros pretendiam fazer viagens mais sustentáveis, consolidando essa atitude não mais como um nicho, mas como um padrão de comportamento.

Hotéis se adaptam à nova realidade

Diante desse viajante mais consciente, que questiona de onde vem o que consome e qual é o impacto de suas escolhas, as redes hoteleiras têm precisado se adaptar. Mesmo em hotéis focados em vivências urbanas e de luxo, a nova realidade traz reflexões sobre a operação e a vivência dos viajantes. “Os hóspedes modernos estão em busca de estadias que façam sentido para o seu momento de vida. Por isso, adaptamos nossos espaços e serviços não apenas para oferecer descanso, mas para criar uma verdadeira imersão na essência de Curitiba, estimulando novas descobertas e a criatividade de quem nos visita”, afirma o diretor do NH Collection Curitiba, Antonio Albuquerque.

Para isso, o hotel conta com exposições temporárias de artistas locais no lobby, roteiros personalizados preparados pelo concierge e ambientes que convidam à autorreflexão e ao autocuidado, como o spa e o terraço ao ar livre. Outro ponto foi uma mudança recente no cardápio da cozinha para atender à tendência de viajantes mais preocupados com os impactos das próprias experiências. A chef Vania Krekniski, que assina o menu de jantar do restaurante Trinitas, tem como foco a valorização de insumos orgânicos provenientes do próprio estado.

É o caso do Mel do Oeste do Paraná, produzido na região às margens do reservatório de Itaipu, da Bala de Banana de Antonina, produzida no município homônimo, no litoral. Ambos têm o registro de Indicação Geográfica (IG) junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). Com denominação de origem registrada no Inpi, o Mel de Melato da Bracatinga do Planalto Sul Brasileiro também integra esse cardápio regional. Vania utiliza, ainda, uvas das parreiras de Marialva, no noroeste do estado, e culatello da Salumeria Romani, uma empresa familiar de Mandirituba que conta com o Selo Alimentos do Paraná. “Estar cada vez mais conectados aos produtores e aos ingredientes locais é uma forma de tornar a cozinha mais sustentável e conseguir atender nossos hóspedes e clientes naquilo que eles mais buscam atualmente: propósito”, pontua a chef.

Como é possível acompanhar nas recentes manifestações contra o alto volume de turistas em cidades como Barcelona, o futuro do turismo passa, necessariamente, pela compreensão de que os valores dos viajantes mudaram. A lógica, hoje, precisa ser benéfica para todos: significativa para quem viaja, justa para quem recebe e respeitosa com o meio ambiente e as comunidades.

BRW apresenta nova marca e amplia portfólio na Escolar Office Brasil 2026

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A BRW, marca paranaense de material escolar e de escritório, participa da Escolar Office Brasil 2026, principal feira de negócios do setor nas Américas, para apresentar sua nova identidade visual, lançar a Brilhaê e atuação em produtos licenciados. As novidades marcam uma nova fase da empresa e serão apresentadas entre os dias 2 e 5 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo, evento que reúne mais de 280 expositores e deve receber cerca de 22 mil visitantes.

Entre os destaques da BRW estão a nova identidade visual, o lançamento da Brilhaê – marca própria que une maquiagem e papelaria em uma proposta inédita no Brasil – e a entrada da empresa no segmento de produtos licenciados, como Play-Doh, Senninha e Pringles.

A nova identidade visual acompanha a evolução da BRW, que, nos últimos anos, diversificou seu portfólio e passou a investir em produtos que combinam funcionalidade, design e tendências de comportamento. Entre os lançamentos levados à feira estão mais de 200 novos produtos, refletindo esse movimento de inovação e expansão para novas categorias.

Entre os lançamentos estão as novas extensões das coleções Infinity e Crazy Fluffles, o lápis de cor Ébano, desenvolvido para oferecer maior intensidade e desempenho, além das novas linhas de produtos licenciados.

Outro destaque é a Brilhaê, que reúne produtos de maquiagem e itens de papelaria desenvolvidos para dialogar com o público jovem. A linha de maquiagem possui certificação da Anvisa, enquanto os itens híbridos contam com certificações da Anvisa e do Inmetro, além de patente requerida. A linha também é cruelty-free e livre de parabenos e sulfatos.

“A nova marca reflete o momento da empresa. Crescemos, ampliamos nosso portfólio e entendemos que era hora de evidenciar esse avanço em uma marca mais clara, mais conectada com o consumidor. A ideia é gerar esse efeito de surpresa, o ‘wow’, na rotina das pessoas”, afirma o CEO e cofundador da BRW, Bruno Borgonovo.

Com 250 m², o estande da BRW foi concebido para evidenciar a evolução da marca e o novo posicionamento institucional. O espaço reúne áreas de experimentação e exposição organizadas por linhas, submarcas e licenciamentos, conduzindo os visitantes por um percurso intuitivo e proporcionando uma experiência imersiva.

Segundo a gerente de Marketing da BRW, Franciele Bayer, a Escolar Office marca um momento estratégico para a empresa. “A Escolar Office é um momento muito importante para nós. Além de apresentar os lançamentos, é uma oportunidade de ouvir nossos clientes, trocar experiências e entender de perto os movimentos do mercado”, relata.

Sobre a BRW
Há 17 anos, a BRW desenvolve soluções para os segmentos escolar, artístico e de escritório, inspirando a criatividade por meio de produtos que unem inovação, design e funcionalidade. Com atuação no Brasil, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai, a marca paranaense reúne mais de 2 mil produtos distribuídos em mais de 20 mil pontos de venda.

Grupo Positivo é a primeira empresa de educação do Paraná a conquistar o selo Empresa Pró-Ética, da CGU

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Reconhecimento do Governo Federal coloca empresa paranaense entre as organizações brasileiras referência em integridade, ética, transparência e responsabilidade socioambiental

O Grupo Positivo se tornou a primeira empresa de educação do Paraná a receber o selo Empresa Pró-Ética 2025-2026, iniciativa da Controladoria-Geral da União (CGU) que reconhece empresas comprometidas com elevados padrões de integridade, ética, transparência, responsabilidade socioambiental e respeito aos direitos humanos. A certificação foi entregue na quarta-feira (1º), em Brasília.

Apenas 128 empresas brasileiras foram reconhecidas na edição 2025-2026 do programa. No Paraná, o Grupo Positivo é uma das 12 organizações contempladas, e a primeira do setor educacional do estado a conquistar o selo.

A premiação foi entregue durante o Dia da Integridade Empresarial, realizado em Brasília (DF), evento promovido pela CGU que reúne representantes do setor público, iniciativa privada, academia e sociedade civil para discutir boas práticas de governança e integridade corporativa. O reconhecimento contempla as empresas do Grupo Positivo que atuam nas áreas de educação, soluções educacionais e gráficas, incluindo Colégio Positivo, Curso Positivo, Aprende Brasil Educação e Posigraf.

Para o Grupo Positivo, o reconhecimento reforça valores que fazem parte de sua trajetória há mais de cinco décadas. “Essa conquista coroa toda a nossa jornada em busca da ética, transparência e responsabilidade. Nosso Programa de Integridade, que foi estruturado há cerca de uma década, é uma das ações nesse sentido. Para nós, a integridade e a transparência não são meramente exigências legais, mas uma responsabilidade”, afirma a diretora do Jurídico e Compliance do Grupo Positivo, Selma Saito.

Avaliação rigorosa Para conquistar o reconhecimento, as organizações passam por uma avaliação criteriosa conduzida pela Secretaria de Integridade Privada da CGU. O processo analisa a maturidade e a efetividade dos programas de integridade corporativa em áreas como governança, gestão de riscos, código de ética, treinamento e comunicação, controles internos, auditoria, relacionamento com terceiros, canais de denúncia, monitoramento contínuo e responsabilidade socioambiental.

Além da comprovação documental das práticas adotadas, as empresas precisam atender a uma série de requisitos relacionados à conformidade legal, regularidade fiscal e trabalhista, transparência e estrutura formal de integridade. 

Educação e integridade caminham juntas A conquista tem um significado especial para o Grupo Positivo, por envolver uma organização cuja atuação está diretamente ligada à formação de cidadãos. “Como organização que atua na educação e impacta milhões de pessoas, entendemos que promover uma cultura de integridade também é contribuir para a construção de uma sociedade melhor. Obter o selo Empresa Pró-Ética reforça a convicção de que o ambiente educacional desempenha papel fundamental na promoção de valores como ética, responsabilidade, respeito e cidadania”, diz Selma. 

Sobre o Pró-Ética Criado em 2010, o Pró-Ética é considerado uma das mais importantes iniciativas brasileiras de promoção da integridade empresarial. O programa reconhece organizações que demonstram compromisso efetivo com a prevenção, detecção e remediação de atos relacionados à corrupção, fraude, violações socioambientais e desrespeito aos direitos humanos. A iniciativa é reconhecida internacionalmente por organismos como a Organização dos Estados Americanos (OEA), a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).

Sobre o Grupo Positivo O Positivo nasceu em 1972 a partir da ideia de uma equipe de professores que criaram um curso pré-vestibular inovador. Hoje, a marca Positivo consolidou a liderança em todas as suas áreas de atuação: ensino, soluções educacionais, tecnologia e gráfica. O Grupo atua desde a Educação Infantil até o pré-vestibular, com aproximadamente 22 mil alunos em unidades próprias. Além disso, mais de 2,1 milhões de estudantes já utilizam o Sistema de Ensino Aprende Brasil, em escolas públicas brasileiras, com presença em 3.100 escolas da rede pública municipal. A Posigraf, uma das maiores gráficas da América Latina, imprime e distribui mais de 80 milhões de livros por ano.. Em 2026, o Grupo Positivo conquistou o Selo Empresa Pró-Ética 2025-2026, concedido pela Controladoria-Geral da União (CGU), reconhecimento que destaca organizações comprometidas com elevados padrões de ética, integridade e governança corporativa.

ARTIGO – Prosperidade além do dinheiro: uma construção multidimensional

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Por Maria Reiniger da Luz

O que significa, afinal, ser próspero? Para muitos, a resposta imediata remete a um saldo bancário robusto ou a um cargo de prestígio. No entanto, um estudo realizado pelo Sicredi em parceria com o Datafolha mostra que, para os brasileiros, prosperidade vai muito além do dinheiro.

A pesquisa nasceu da inquietação em compreender como as pessoas percebem prosperidade no Brasil de hoje, um tema diretamente conectado ao propósito do Sicredi de construir juntos uma sociedade mais próspera.  Nesse contexto, o estudo revela que a prosperidade é compreendida de forma plural, a partir de quatro dimensões fundamentais: econômica, psicológica, espiritual e social.

Enquanto a dimensão econômica se relaciona à estabilidade e à segurança, as demais valorizam o equilíbrio emocional, o senso de propósito e a qualidade dos vínculos familiares e comunitários. Embora a dimensão econômica seja a base dessa construção, com maior peso relativo, o dinheiro aparece como meio, não como fim. Ele viabiliza escolhas e oportunidades, mas não garante, por si só, a sensação de prosperidade, pois esse conceito está muito mais associado à possibilidade de viver bem de forma integral.

O retrato de quem faz acontecer

O estudo também traça o retrato de um país marcado pelo esforço contínuo. Quase metade dos brasileiros (47%) afirma estar prosperando “com dificuldade”, lidando com instabilidade no mercado de trabalho, insegurança de renda e pouco espaço para planejar o futuro.

Ainda assim, o otimismo se mantém: 41% se consideram muito prósperos. Essa percepção reflete a resiliência da população. Para a maioria, prosperar não significa ausência de desafios, mas a capacidade de seguir em frente apesar deles.

O recorte geográfico também chama atenção: moradores do interior tendem a se sentir mais prósperos do que aqueles que vivem em regiões metropolitanas, onde o ritmo acelerado e a pressão cotidiana são mais intensos.

O desafio de olhar para o amanhã

Apesar dessa visão mais ampla, o planejamento financeiro ainda é um dos principais desafios. Muitos brasileiros vivem em um modo constante de urgência, no qual imprevistos e instabilidade de renda dificultam planos de longo prazo. Quando há alguma folga no orçamento, ela costuma ser absorvida por emergências.

Esse cenário reforça que a educação financeira precisa ir além de conceitos técnicos. Ela deve dialogar com as escolhas reais do dia a dia, considerando contextos e histórias de vida, para apoiar decisões mais conscientes e sustentáveis ao longo do tempo.

O diferencial do modelo cooperativo

A pesquisa também aborda a relação das pessoas com o sistema financeiro. Para muitos brasileiros, especialmente nas faixas de menor renda, essa relação ainda é marcada por desconfiança e experiências negativas. Já entre aqueles que se percebem mais prósperos, observa-se maior organização financeira, uso mais diversificado de produtos e mais segurança para planejar o futuro.

Nesse contexto, modelos baseados em proximidade, escuta e orientação ganham relevância. Quando se observa a percepção de prosperidade a partir da relação das pessoas com o sistema financeiro, o estudo revela diferenças. Entre aquelas que se relacionam com cooperativas de crédito, 86% se consideram prósperas, índice que sobe para 92% entre os associados do Sicredi, patamar superior ao observado entre clientes de instituições financeiras tradicionais.

Um caminho compartilhado

Ao final, a pesquisa aponta uma conclusão clara: prosperidade não é um estado fixo, mas uma construção cotidiana. Ela se dá no equilíbrio entre segurança material, bem-estar emocional e relações que fortalecem as pessoas ao longo da vida.

Em um país tão diverso quanto o Brasil, prosperar é, muitas vezes, criar condições para que mais pessoas possam avançar, mesmo diante das adversidades. Reconhecer essa complexidade é essencial para pensar soluções que ampliem oportunidades, fortaleçam vínculos e contribuam para uma sociedade mais próspera, construída de forma coletiva.

* Superintendente de Estratégia, Sustentabilidade e Inovação

Mulheres empreendedoras se reúnem em Almirante Tamandaré

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Mulheres empreendedoras se reúnem em Almirante Tamandaré

Evento no dia 30/07 terá palestra, talk show, rodadas de negócios, networking e feira de expositores; inscrições abertas e vagas limitadas

Mais de cem mulheres empreendedoras dos municípios de Almirante Tamandaré, Rio Branco do Sul, Araucária, Itaperuçu, Cerro Azul, Colombo, Campo Magro, São José dos Pinhais e Curitiba vão se reunir no dia 30 de julho (quinta-feira) para a 3ª edição do Conecta Elas Brasil – Conexões que Transformam.

O encontro será realizado na Associação dos Servidores Municipais de Almirante Tamandaré (ASSEMAT), localizada na Rua Antônio Baptista de Siqueira, 622, Vila Santa Terezinha, a partir das 18h, com credenciamento iniciando às 17h30.

A oportunidade também é aberta a quem deseja iniciar a jornada no mundo dos negócios. As inscrições podem ser feitas antecipadamente pela plataforma Beacons Conecta Elas ([clique aqui]) e as vagas são limitadas. Informações pelo telefone: (41) 99620-6119.

O evento surge como uma plataforma para impulsionar a autonomia financeira e o crescimento das iniciativas locais. A programação contempla painéis de capacitação comercial, talk show, rodadas de conversa sobre os desafios da gestão feminina, feira de expositores, networking e troca de experiências estratégicas.

Força feminina impulsiona economia paranaense

A realização do Conecta Elas Brasil acompanha o momento de forte expansão da liderança feminina no ambiente corporativo nacional. Dados recentes apontam que o número de gestoras cresceu 27% na última década, atingindo em 2025 o patamar mais elevado da história e respondendo por 42% da abertura de pequenos empreendimentos no país.

Mapeamentos do Sebrae indicam ainda que a presença de mulheres na criação de novas empresas alcança 46,8% das iniciativas em estágio inicial. No Paraná, essa atuação está fortemente concentrada nos pequenos negócios.

Levantamentos da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/Sebrae-PR) mostram que elas correspondem a 33,8% do total de trabalhadores autônomos e empresários do estado, operando majoritariamente nos setores de comércio e serviços — dos quais 90,7% enquadram-se como Microempreendedor Individual (MEI) ou Microempresa (ME).

Diante da necessidade de estruturar e expandir essas operações enxutas, o fortalecimento de redes de apoio torna-se crucial. “O networking deixou de ser apenas uma troca de cartões para se tornar uma estratégia capaz de abrir portas para novos clientes, investidores e oportunidades de crescimento”, destaca a relações-públicas Jordana Brotto, idealizadora do projeto.

Programação alia técnica e trajetórias inspiradoras

Desenvolvida a partir das demandas sinalizadas por mais de 200 participantes da edição anterior, a grade deste ano dedica espaço especial à qualificação técnica.

Em formato de talk show, o painel principal abordará a resiliência no ecossistema empresarial com a presença da ex-prefeita de Rio Branco do Sul, Karime Fayad, ao lado das executivas Herida Caroline e Letícia Mello, referências no setor de vendas.

A programação inclui ainda palestra com a estrategista em vendas Maria Emília Lepinski, profissional com mais de três décadas de experiência em liderança e desenvolvimento comercial.

“O público terá a oportunidade de conhecer mulheres que tiveram coragem de começar, vender e construir trajetórias inspiradoras que impactam a economia do nosso estado”, reforça Jordana.

Serviço:

Evento: 3ª edição do Conecta Elas Brasil – Conexões que Transformam

Data e Horário: 30 de julho (quinta-feira), às 18h (credenciamento a partir das 17h30)

Local: ASSEMAT Almirante Tamandaré (Rua Antônio Baptista de Siqueira, 622, Vila Santa Terezinha)

Inscrições: Pela plataforma Beacons Conecta Elas

Informações: (41) 99620-6119

Sobre a idealizadora

Jordana Brotto, 44 anos, é mãe, fotógrafa e empreendedora há mais de 13 anos. Formada em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), atua na área de comunicação institucional e imagem.

Também é coordenadora do Comitê Mulher da Cooperativa Sicredi em Almirante Tamandaré, contribuindo para o fortalecimento do protagonismo feminino e da educação financeira no município.

Eficiência energética ganha espaço em debate na Expo Mais Indústria, em Pinhais

Com mais de R$ 200 milhões em projetos no Paraná e Santa Catarina, Eletron Energia confirma presença na primeira edição de evento com foco na competitividade das indústrias

A indústria brasileira responde por mais de 30% do consumo final de energia e por quase 40% de toda a eletricidade consumida no país, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Nesse cenário, aumentar a eficiência energética tornou-se uma estratégia cada vez mais importante para reduzir custos operacionais, elevar a produtividade e ampliar a competitividade das empresas.

Com mais de R$ 200 milhões geridos em projetos de modernização energética em organizações do Paraná e de Santa Catarina, a Eletron Energia consolidou sua atuação como uma das principais referências do segmento no Sul do país. Para ampliar o acesso da indústria a soluções de eficiência energética e automação industrial, a companhia intensifica sua presença em eventos estratégicos voltados ao setor produtivo.

A próxima iniciativa será a participação como patrocinadora da primeira edição da Expo Mais Indústria, promovida pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), entre os dias 25 e 27 de agosto, no Expotrade, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O evento reunirá fornecedores de tecnologia, automação, equipamentos, softwares industriais e startups em uma programação dedicada à inovação, à geração de negócios e ao fortalecimento da competitividade da indústria.

Durante a feira, a Eletron contará com estande próprio, onde apresentará uma bancada de eficiência energética para demonstrar, na prática, como a modernização de sistemas pode contribuir para a redução do consumo e dos custos com energia. A empresa também promoverá uma palestra sobre oportunidades de financiamento para projetos de modernização industrial, tema cada vez mais relevante para empresas que desejam investir em inovação sem comprometer o fluxo de caixa.

“Mais do que apresentar nossas soluções, queremos estar próximos da indústria para entender seus desafios e mostrar que eficiência energética é um investimento capaz de gerar ganhos reais de competitividade. Hoje existem linhas de financiamento que tornam essa transformação acessível para empresas”, afirma Ricardo Kenji, diretor da Eletron, com sede em Pinhais.

A experiência da Eletron em projetos de eficiência energética também se reflete no acesso a linhas de financiamento sem juros para a indústria. Somente neste ano, a companhia estruturou projetos que acessaram integralmente os cerca de R$ 30 milhões disponibilizados pela Copel para financiamentos destinados a iniciativas de eficiência energética na indústria paranaense, consolidando sua posição como uma das principais especialistas na área.

O avanço desse tipo de projeto reflete uma mudança na forma como a indústria enxerga os custos com energia. Em muitos segmentos, essa despesa já representa um impacto superior ao da própria folha de pagamento, tornando a gestão eficiente do consumo um fator estratégico para aumentar a competitividade e preservar a rentabilidade dos negócios.

“Quando a indústria reduz desperdícios energéticos, ela não apenas diminui custos. Ela cria condições para investir em expansão, inovação e aumento da capacidade produtiva. A eficiência energética deixa de ser apenas uma medida de economia e passa a ser uma vantagem competitiva para o negócio”, destaca Kenji.

Como parte da programação da Expo Mais Indústria, Ricardo Kenji ministrará a palestra “Como sua Indústria Pode Obter Financiamento da Copel Sem Juros”, no dia 26 de agosto, às 16h. A apresentação mostrará como empresas paranaenses podem acessar recursos do Programa de Eficiência Energética da Copel para viabilizar projetos de modernização, redução do consumo de energia e aumento da eficiência operacional.

Cinco erros que fazem milhares de brasileiros perderem dinheiro na aposentadoria

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Cinco erros que fazem milhares de brasileiros perderem dinheiro na aposentadoria

Especialista explica quais falhas mais comuns podem reduzir o valor do benefício ou adiar a concessão da aposentadoria

A aposentadoria é resultado de décadas de trabalho e contribuição, mas muitos brasileiros acabam recebendo um benefício menor do que poderiam ou enfrentam atrasos na concessão por erros que poderiam ser evitados. Informações incompletas no cadastro do INSS, períodos de trabalho não reconhecidos e pedidos feitos no momento errado estão entre as situações mais frequentes e que podem gerar prejuízos financeiros permanentes.

Para o advogado especialista em Direito Previdenciário, David Mello, sócio-fundador do escritório Mello e Furtado Advocacia, a maioria desses problemas acontece porque o trabalhador acredita que todas as informações já estão corretamente registradas pelo INSS. “É muito comum as pessoas pensarem que basta atingir a idade ou o tempo mínimo de contribuição para fazer o pedido de aposentadoria. Na prática, um planejamento prévio pode fazer uma diferença significativa tanto no valor do benefício quanto na data em que ele será concedido.”

Segundo o advogado, estes são os cinco erros mais comuns:

  1. Não conferir o CNIS antes de pedir a aposentadoria
    O Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) reúne o histórico de vínculos empregatícios e contribuições do trabalhador. No entanto, ele pode apresentar inconsistências. “Existem casos de vínculos que não aparecem, salários registrados incorretamente ou períodos de contribuição que simplesmente não foram computados. Se esses erros não forem corrigidos antes do pedido, o benefício pode ser calculado com um valor inferior ao devido.”
  2. Deixar de comprovar todo o tempo de contribuição
    Nem todo período trabalhado aparece automaticamente nos registros do INSS. Trabalhos antigos, vínculos com documentação incompleta e períodos como servidor público ou em atividades específicas podem exigir documentação complementar. “Muitas pessoas possuem tempo de contribuição que pode ser reconhecido, mas deixam de apresentar os documentos necessários. Esse período pode fazer diferença tanto no valor da aposentadoria quanto no momento em que ela poderá ser solicitada.”
  3. Pedir a aposentadoria na primeira oportunidade
    Ter direito à aposentadoria não significa, necessariamente, que aquele seja o melhor momento para fazer o requerimento. “Em alguns casos, esperar alguns meses pode aumentar significativamente o valor do benefício pelo resto da vida. Por isso, é importante avaliar qual regra previdenciária é mais vantajosa antes de protocolar o pedido.”
  4. Não reconhecer períodos de atividade especial
    Profissionais que trabalharam expostos a agentes nocivos, como ruído, calor, produtos químicos ou agentes biológicos, podem ter direito ao reconhecimento de tempo especial. “Muitos trabalhadores desconhecem esse direito ou acreditam que apenas determinadas profissões se enquadram nessa condição. A análise deve considerar a efetiva exposição aos agentes nocivos, independentemente do nome do cargo.”
  5. Esquecer de incluir períodos de trabalho rural
    Atividades rurais exercidas em regime de economia familiar ou em outras modalidades previstas em lei podem ser utilizadas para fins previdenciários, desde que haja comprovação. “É bastante comum que pessoas que trabalharam no campo durante a juventude não informem esse período ao INSS. Dependendo do caso, esse tempo pode ser decisivo para alcançar os requisitos da aposentadoria.”

Planejamento evita prejuízos

Segundo o advogado, a análise antecipada da vida contributiva permite identificar falhas, reunir documentos e escolher a regra mais vantajosa antes de fazer o pedido. “A aposentadoria é uma decisão que produz efeitos financeiros por muitos anos. Um erro cometido no momento do requerimento pode representar perdas mensais durante toda a vida do segurado. Por isso, vale a pena analisar a documentação com antecedência e entender quais direitos podem ser reconhecidos antes de protocolar o pedido.”

Para Mello, o planejamento previdenciário deixou de ser uma medida indicada apenas para quem está prestes a se aposentar e passou a ser uma ferramenta importante para qualquer trabalhador que deseja garantir o melhor benefício possível.