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Cinco erros que fazem milhares de brasileiros perderem dinheiro na aposentadoria

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Cinco erros que fazem milhares de brasileiros perderem dinheiro na aposentadoria

Especialista explica quais falhas mais comuns podem reduzir o valor do benefício ou adiar a concessão da aposentadoria

A aposentadoria é resultado de décadas de trabalho e contribuição, mas muitos brasileiros acabam recebendo um benefício menor do que poderiam ou enfrentam atrasos na concessão por erros que poderiam ser evitados. Informações incompletas no cadastro do INSS, períodos de trabalho não reconhecidos e pedidos feitos no momento errado estão entre as situações mais frequentes e que podem gerar prejuízos financeiros permanentes.

Para o advogado especialista em Direito Previdenciário, David Mello, sócio-fundador do escritório Mello e Furtado Advocacia, a maioria desses problemas acontece porque o trabalhador acredita que todas as informações já estão corretamente registradas pelo INSS. “É muito comum as pessoas pensarem que basta atingir a idade ou o tempo mínimo de contribuição para fazer o pedido de aposentadoria. Na prática, um planejamento prévio pode fazer uma diferença significativa tanto no valor do benefício quanto na data em que ele será concedido.”

Segundo o advogado, estes são os cinco erros mais comuns:

  1. Não conferir o CNIS antes de pedir a aposentadoria
    O Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) reúne o histórico de vínculos empregatícios e contribuições do trabalhador. No entanto, ele pode apresentar inconsistências. “Existem casos de vínculos que não aparecem, salários registrados incorretamente ou períodos de contribuição que simplesmente não foram computados. Se esses erros não forem corrigidos antes do pedido, o benefício pode ser calculado com um valor inferior ao devido.”
  2. Deixar de comprovar todo o tempo de contribuição
    Nem todo período trabalhado aparece automaticamente nos registros do INSS. Trabalhos antigos, vínculos com documentação incompleta e períodos como servidor público ou em atividades específicas podem exigir documentação complementar. “Muitas pessoas possuem tempo de contribuição que pode ser reconhecido, mas deixam de apresentar os documentos necessários. Esse período pode fazer diferença tanto no valor da aposentadoria quanto no momento em que ela poderá ser solicitada.”
  3. Pedir a aposentadoria na primeira oportunidade
    Ter direito à aposentadoria não significa, necessariamente, que aquele seja o melhor momento para fazer o requerimento. “Em alguns casos, esperar alguns meses pode aumentar significativamente o valor do benefício pelo resto da vida. Por isso, é importante avaliar qual regra previdenciária é mais vantajosa antes de protocolar o pedido.”
  4. Não reconhecer períodos de atividade especial
    Profissionais que trabalharam expostos a agentes nocivos, como ruído, calor, produtos químicos ou agentes biológicos, podem ter direito ao reconhecimento de tempo especial. “Muitos trabalhadores desconhecem esse direito ou acreditam que apenas determinadas profissões se enquadram nessa condição. A análise deve considerar a efetiva exposição aos agentes nocivos, independentemente do nome do cargo.”
  5. Esquecer de incluir períodos de trabalho rural
    Atividades rurais exercidas em regime de economia familiar ou em outras modalidades previstas em lei podem ser utilizadas para fins previdenciários, desde que haja comprovação. “É bastante comum que pessoas que trabalharam no campo durante a juventude não informem esse período ao INSS. Dependendo do caso, esse tempo pode ser decisivo para alcançar os requisitos da aposentadoria.”

Planejamento evita prejuízos

Segundo o advogado, a análise antecipada da vida contributiva permite identificar falhas, reunir documentos e escolher a regra mais vantajosa antes de fazer o pedido. “A aposentadoria é uma decisão que produz efeitos financeiros por muitos anos. Um erro cometido no momento do requerimento pode representar perdas mensais durante toda a vida do segurado. Por isso, vale a pena analisar a documentação com antecedência e entender quais direitos podem ser reconhecidos antes de protocolar o pedido.”

Para Mello, o planejamento previdenciário deixou de ser uma medida indicada apenas para quem está prestes a se aposentar e passou a ser uma ferramenta importante para qualquer trabalhador que deseja garantir o melhor benefício possível.

Sicredi lança novo seguro residencial em parceria com a seguradora Yelum

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Instituição financeira cooperativa aposta em expansão deste segmento, ainda pouco explorado no país, e mira ampliar proteção dos associados

O Sicredi acaba de lançar uma nova opção de seguro residencial, o Sicredi por Yelum, desenvolvido em parceria com a Yelum Seguros, seguradora do Grupo HDI. Com alto nível de personalização e integração tecnológica, o produto marca um avanço na estratégia da instituição financeira cooperativa de ampliar a proteção patrimonial de seus associados e fortalecer a atuação no mercado de seguros residenciais. Entre os principais diferenciais do novo seguro estão a indenização sem depreciação, cobertura para painéis solares, renovação automática, pagamento flexível e cobertura para alagamento, além dos serviços residenciais como encanador, eletricista, entre outros.

O mercado segurador cresceu 7,4% no primeiro trimestre deste ano, com destaque para o seguro residencial, que expandiu 10% no mesmo período. O avanço do seguro residencial está ligado ao aumento de eventos climáticos e à maior preocupação com ocorrências domésticas, como curto-circuito, vazamentos e vendavais, que ampliam a necessidade de proteção patrimonial.

Apesar do crescimento recente, o seguro residencial ainda é um produto com baixa penetração no país. Somente 17% das residências brasileiras, aproximadamente, possuem essa cobertura, número significativamente inferior aos cerca de 90% registrados em países desenvolvidos, de acordo com a CNSeg (Confederação Nacional das Seguradoras).

Marcelo Fogaça, gerente de Seguros do Sicredi, destaca que o cenário apresenta uma oportunidade de expansão nesse segmento. Mais de 80% das residências ainda não contam com proteção securitária, o que mostra o grande espaço para crescimento, geração de valor e ampliação da cultura de proteção junto aos associados”, contextualiza o executivo.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3,1 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Sobre a Yelum

A Yelum Seguros faz parte do Grupo HDI e nasceu com um propósito claro: oferecer liberdade por caminhos seguros. Lançada em 2024, a marca chegou ao mercado trazendo jovialidade e inovação, sem abrir mão da solidez e da tradição do grupo ao qual pertence.

Com um portfólio amplo e flexível, a Yelum atende tanto pessoas físicas quanto empresas, com soluções que se encaixam nos mais diferentes perfis e necessidades.

Mais do que proteger, a Yelum se diferencia por uma experiência de excelência, com atendimento humano e ágil, canais digitais completos – incluindo app, chat e WhatsApp – e foco em proporcionar tranquilidade para clientes e parceiros.

Para saber mais, acesse: https://www.yelumseguros.com.br

ais do que um endereço: Ilúnia aposta na experiência de viver Curitiba

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ais do que um endereço: Ilúnia aposta na experiência de viver Curitiba

Lançamento da TUO Empreendimentos chega ao Centro de Curitiba com projeto que une mobilidade, arquitetura contemporânea e vista privilegiada para a Serra do Mar; a entrega está prevista para julho de 2030

Estar perto do trabalho, fazer trajetos a pé, ter acesso facilitado à gastronomia, cultura, serviços e áreas de lazer. A forma de morar nas grandes cidades está mudando e, em Curitiba, esse movimento ganha um novo capítulo com o lançamento do Ilúnia, novo empreendimento da TUO Empreendimentos.

Localizado na Rua Ubaldino do Amaral, no Centro de Curitiba, o Ilúnia ocupa uma posição estratégica da cidade, a poucos metros do Mercado Municipal e da Rodoferroviária, próximo ao Shopping Estação, Teatro Guaíra, Passeio Público e Jardim Botânico, além de oferecer rápida conexão com bairros como Batel, Centro Cívico, Cristo Rei, Alto da XV e Juvevê. Um endereço pensado para quem valoriza praticidade, mobilidade e qualidade de vida, permitindo que grande parte da rotina aconteça a poucos minutos de casa.

“Mais do que um endereço, o Ilúnia nasce da observação de um comportamento cada vez mais presente nas grandes cidades. Hoje, morar bem também significa estar conectado ao entorno, aproveitar melhor o tempo e viver a cidade de forma mais intensa. Foi esse olhar que guiou todo o desenvolvimento do projeto”, afirma o gerente de Incorporação da TUO Empreendimentos, Felipe Felitto.

Essa visão traduz um conceito que faz parte da essência da TUO Empreendimentos. Inspirada na Itália Moderna, a incorporadora desenvolve projetos que unem design, funcionalidade e qualidade de vida, valorizando o presente e propondo uma forma de morar que privilegia experiências, bem-estar e uma relação mais integrada com a cidade. No Ilúnia, esse conceito ganha forma em soluções pensadas para tornar o cotidiano mais prático, confortável e conectado ao entorno.

Nas áreas comuns, os moradores terão à disposição bicicletário, espaço delivery, marketplace, coworking interno e externo, lavanderia OMO compartilhada, piscina coberta e aquecida com deck externo para banho de sol, além de espaços voltados ao lazer e à convivência, como salão de festas, espaço gourmet, salão de jogos, Sky View e um Sky Bar com ambientes interno e externo, que aproveitam a vista privilegiada da cidade para criar novos espaços de encontro e contemplação.

O Ilúnia também foi pensado para atender diferentes perfis de moradores e investidores. O empreendimento reúne studios de 25 m² a 30 m², apartamentos de um dormitório entre 34 m² e 35 m², unidades de dois dormitórios com uma suíte entre 57 m² e 68 m² e opções de dois dormitórios com duas suítes, com metragens de 64 m² a 71 m².

Outro diferencial do projeto é sua implantação em um terreno elevado, que proporciona vista panorâmica para Curitiba e para a Serra do Mar, valorizando a iluminação natural e a integração entre arquitetura e paisagem urbana. A proposta acompanha uma tendência cada vez mais presente no mercado imobiliário: empreendimentos que oferecem uma experiência completa de moradia, em que bem-estar, funcionalidade e conexão com a cidade caminham lado a lado.

Com entrega prevista para julho de 2030, o Ilúnia representa mais um passo da TUO Empreendimentos em Curitiba após a boa aceitação do Natune, reforçando a proposta da incorporadora de desenvolver projetos que acompanhem as diferentes etapas de vida de cada um.

“Queremos que o Ilúnia seja lembrado não apenas pelo lugar onde está, mas pela forma como permite viver Curitiba. Quando arquitetura, mobilidade e cidade caminham juntas, o endereço deixa de ser apenas um ponto no mapa e passa a fazer parte da experiência cotidiana de quem escolhe viver ali”, finaliza Felipe Felitto.

Sobre a TUO Empreendimentos

A TUO Empreendimentos é uma incorporadora do Grupo Equilíbrio, que atua há mais de 50 anos no setor da construção civil e já entregou mais de 300 mil m² construídos. Criada para atender clientes em diferentes momentos da vida, a TUO oferece empreendimentos modernos, bem localizados e alinhados às novas demandas do mercado imobiliário. Inspirada na Itália Moderna, a marca une design, funcionalidade e qualidade de vida, trazendo um conceito que valoriza o presente e transforma o agora no melhor momento para viver. Com o respaldo da experiência do Grupo Equilíbrio, a TUO já nasce consolidada, pronta para inovar e oferecer empreendimentos que aliam praticidade, conforto e sofisticação aos seus clientes.

Wiegrow aposta em Heart Skills para fortalecer culturas mais humanas e saudáveis nas empresas

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Wiegrow aposta em Heart Skills para fortalecer culturas mais humanas e saudáveis nas empresas

Com nove anos de atuação, empresa estrutura metodologia pioneira no Brasil para desenvolver competências como presença, autenticidade, escuta profunda e generosidade dentro das organizações

Em um mercado cada vez mais atravessado por discussões sobre saúde mental, segurança psicológica, bem-estar e os impactos da atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), uma pergunta ganha força entre lideranças: como construir ambientes de trabalho verdadeiramente saudáveis, para além de protocolos, campanhas pontuais e discursos institucionais?

O debate ganhou ainda mais urgência diante do avanço dos afastamentos por questões de saúde mental no país. Em 2025, a Previdência Social concedeu 546.254 benefícios por incapacidade temporária relacionados a transtornos mentais e comportamentais, alta de 15,66% em comparação com 2024, quando foram registrados 472.328 benefícios. Transtornos ansiosos e episódios depressivos estavam entre as principais causas das concessões.

A Wiegrow, empresa com nove anos de atuação em desenvolvimento humano e experiências de aprendizagem, vem fortalecendo no Brasil o conceito de Heart Skills: são 17 competências humanas profundas que ajudam profissionais e lideranças a se relacionarem de forma mais consciente, respeitosa e coerente com os valores que desejam viver dentro das organizações.

Pioneira em trazer o conceito para o país e estruturá-lo em experiências de aprendizagem corporativas, a Wiegrow desenvolveu uma metodologia própria para trabalhar valores humanos e competências que vão além das chamadas Soft Skills, cada vez mais valorizadas pelo mercado de trabalho. Entre elas estão generosidade, autenticidade, presença, comunicação consciente, escuta profund, domínio próprio e a capacidade de construir relações mais saudáveis e colaborativas.

“Não se trata apenas de ensinar alguém a se comunicar melhor ou a liderar uma equipe. O nosso trabalho parte de uma camada mais profunda: quem é essa pessoa, como ela se relaciona consigo mesma e como isso aparece nas relações com os outros”, afirma a psicóloga Cintia Suplicy, sócia da Wiegrow. “Quando uma pessoa encontra mais sentido, propósito e coerência na própria vida, ela tende a construir relações mais saudáveis também no ambiente profissional.”

Embora o termo Heart Skills seja aberto e ainda não tenha competências oficialmente delimitadas, a Wiegrow propõe uma leitura prática do conceito a partir de valores universais. A metodologia busca apoiar empresas que desejam ir além de treinamentos tradicionais e trazer profundidade, especialmente em um cenário marcado por hiperconexão, sobrecarga emocional e relações de trabalho cada vez mais complexas.

A discussão também ganhou contornos regulatórios. O Ministério do Trabalho e Emprego lançou, em março deste ano, um manual para orientar a aplicação da NR-1 e o gerenciamento de riscos ocupacionais, incluindo os riscos psicossociais relacionados ao trabalho. O documento cita, entre os exemplos de fatores que devem ser observados pelas empresas, a sobrecarga de demandas, o assédio e outras condições ligadas à organização do trabalho que podem afetar a saúde dos trabalhadores.

Para Vanessa Mazzaferro, sócia da Wiegrow e especialista em gestão de pessoas, negócios e psicologia junguiana, a discussão não pode se limitar à adequação normativa. “Cultura não é o que está escrito na parede ou no manual da empresa. Cultura é aquilo que as pessoas vivem todos os dias. Quando a liderança não pratica os valores que defende, a organização cria um desalinhamento que afeta confiança, engajamento, produtividade e, consequentemente, os resultados do negócio”, afirma.

Segundo ela, o desenvolvimento das Heart Skills contribui para que empresas olhem para fatores que muitas vezes estão na origem de relações desgastadas e ambientes tóxicos, como ausência de escuta, comunicação agressiva, baixa presença nas interações, pouca abertura ao diálogo e lideranças desconectadas das pessoas. “A transformação começa nas pessoas. São elas que fazem a empresa acontecer. E, quando esse movimento parte da liderança, ele tem mais chance de se espalhar de forma genuína por toda a organização”, completa Vanessa.

A proposta da Wiegrow não é substituir políticas de saúde, suporte psicológico ou medidas de prevenção previstas pelas empresas, mas atuar em uma camada complementar: o desenvolvimento de relações mais conscientes e culturas mais consistentes. Por meio de jornadas práticas, vivências e processos de desenvolvimento, a empresa convida profissionais a refletirem sobre escolhas, valores e formas de se relacionar, levando esse aprendizado para desafios reais do cotidiano corporativo.

Para as sócias, o avanço das Heart Skills representa uma mudança necessária para organizações que desejam crescer de forma sustentável. “As empresas têm falado muito sobre resultado, inovação e tecnologia. Tudo isso é importante. Mas nenhuma transformação se sustenta se as relações humanas não forem cuidadas. O futuro do trabalho precisa ser mais competente, sim, mas também mais consciente, presente e humano”, conclui Cintia.

Sobre a Wiegrow

Com nove anos de atuação, a Wiegrow desenvolve experiências de aprendizagem e soluções voltadas ao desenvolvimento humano dentro e fora das organizações. A empresa trabalha temas como cultura, liderança, bem-estar, propósito, omniconhecimento e relações de trabalho, com uma abordagem que conecta resultados corporativos e valores humanos.

Curitiba vai debater a competitividade brasileira no principal fórum de mobilidade do Sul do Brasil

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Curitiba vai debater a competitividade brasileira no principal fórum de mobilidade do Sul do Brasil

23º Fórum SAE BRASIL da Mobilidade terá como foco tecnologia, competitividade e sustentabilidade, em uma programação com CEOs, especialistas globais e representantes das maiores empresas do segmento

A indústria da mobilidade discute sua capacidade competitiva em Curitiba nos dias 5 e 6 de agosto. No Centro de Eventos da FIEP, o 23º Fórum SAE BRASIL da Mobilidade (Seção PR/SC) traz para a capital paranaense executivos, economistas e engenheiros que vão avaliar o fôlego da cadeia produtiva nacional para acompanhar a reconfiguração global do setor e quais caminhos ela deve trilhar para garantir protagonismo nesse mercado.

Com o tema “TecnologIA, Competitividade e Sustentabilidade”, o encontro parte da hipótese de que a próxima rodada de ganhos de eficiência e mercado não será apenas tecnológica, mas também estratégica: quem dominar inteligência artificial aplicada ao veículo, modelos de eletrificação eficientes e arranjos industriais sustentáveis terá vantagem competitiva clara. Entre os painéis estarão tópicos centrais para investidores e formuladores de políticas: eletrificação, conectividade veicular, descarbonização, novos combustíveis e a formação de mão de obra qualificada.

O tom econômico do fórum aparece já na abertura, que reúne Ciro Possobom, presidente e CEO da Volkswagen do Brasil, e Fernando Honorato, economista‑chefe do Bradesco. A dupla discutirá impactos macroeconômicos, competitividade, desafios e oportunidades para a indústria automotiva brasileira diante da aceleração das transformações globais.

“Vivemos um momento de transformação sem precedentes. Além das mudanças tecnológicas e energéticas, o setor enfrenta uma nova dinâmica competitiva, que exige capacidade de inovação, fortalecimento da indústria nacional e construção de soluções sustentáveis”, afirma Andrei Kuhnen da Silva, gerente do 23º Fórum SAE BRASIL da Mobilidade.

Entre os painéis técnicos e institucionais, destaque para a mesa de Relações Institucionais, que confrontará a agenda da indústria com a política pública. Estarão presentes Igor Calvet (Anfavea), Luiz Ricardo de Medeiros Santiago (Volkswagen), Alfredo Santana (Volvo do Brasil) e Marcus Aguiar (Renault Geely do Brasil) para debater medidas que podem ampliar competitividade, estimular inovação local e atrair investimentos.

O fórum também traz olhares externos que ajudam a calibrar riscos e oportunidades. Martin Krueger, vice‑presidente de Powertrain da Bosch Alemanha, Everton Lopes, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Mahle South América, e Gisele Tonello, vice-presidente de Software Business da Stellantis South America, farão um panorama das tecnologias para veículos leves e os desafios do desenvolvimento tecnológico no Brasil, incluindo oportunidades da conectividade e a importância que o software veicular ganhará nos próximos anos.

A pauta de sustentabilidade ganha corpo com apresentações sobre descarbonização e competitividade, novos combustíveis e reciclagem de veículos. Andrea Park (Caterpillar) e João Irineu (Stellantis) mostrarão iniciativas corporativas que já alteram a cadeia de suprimentos e custos operacionais, pontos de interesse para gestores financeiros e diretores industriais. Samantha Krietemeyer, engineering manager da TE Connectivity dos Estados Unidos, também apresenta cases aplicáveis ao Brasil.

Curitiba terá atenção especial no painel sobre Smart Cities. A cidade, referência histórica em planejamento urbano, servirá de estudo de caso para discutir integração entre mobilidade e infraestrutura digital. A empresária Cris Alessi abordará experiências práticas de conectividade urbana que impactam decisões de investimento público e privado.

Além das discussões, o evento oferece networking dirigido, workshops colaborativos, experiências interativas e a final do Hackathon SAE BRASIL da Mobilidade, que tem se convertido em vitrine para soluções tecnológicas com potencial de mercado. A organização espera atrair profissionais, investidores e estudantes interessados em avaliar oportunidades de negócios e parcerias estratégicas em um setor em rápida metamorfose.

“Para quem atua em finanças, operações industriais, compras ou formulação de políticas, o fórum também é uma oportunidade para aferir cenários e mapear fornecedores e tecnologias capazes de alterar competitividade nos próximos cinco anos”, alerta Andrei Kuhnen da Silva.

Além das palestras, o evento oferecerá espaços de networking, experiências interativas, workshops colaborativos e a premiação da quinta edição do Hackathon SAE BRASIL da Mobilidade. A expectativa da organização é atrair profissionais, investidores, executivos e empreendedores interessados em avaliar oportunidades de negócios e parcerias estratégicas em um setor em rápida metamorfose.

Serviço:

23º Fórum SAE BRASIL da Mobilidade – Seção PR/SC

Data: 5 e 6 de agosto de 2026

Horário: das 8h às 18h

Local: Centro de Eventos FIEP – Federação das Indústrias do Estado do Paraná

Av. Comendador Franco, 1341 – Jardim Botânico – Curitiba/PR

Tema: TecnologIA, Competitividade e Sustentabilidade

Sobre a SAE BRASIL

A SAE BRASIL é uma associação de pessoas físicas, sem fins lucrativos, que tem como propósito ser “A Casa do Conhecimento da Mobilidade Brasileira”. Participam da entidade profissionais de variadas áreas, unidos pela missão de criar e de disseminar conhecimento, visando desenvolver tecnologia e inovação no ecossistema da mobilidade.

Fundada no Brasil em 1991 por executivos dos segmentos automotivo e aeroespacial conscientes da necessidade de se abrir as fronteiras do conhecimento da mobilidade e da integração do País ao processo de globalização da economia, a SAE BRASIL é referência nacional para a integração da indústria, academia, 3º setor e dos órgãos técnicos do governo. Conta com 6 mil associados e 09 seções regionais distribuídas desde o Nordeste até o extremo Sul do Brasil, constituindo-se hoje em uma das mais relevantes instituições do setor da mobilidade brasileira.

A SAE BRASIL é filiada à SAE International, fundada em 1905, nos EUA, por líderes de grande visão da indústria automotiva e da então nascente indústria aeronáutica, entre os quais se destacam Henry Ford, Orville Wright e Thomas Edison. Ao longo de mais de um século de existência tornou-se em uma das principais fontes de normas, padrões e conhecimento relativos aos setores automotivo e aeroespacial em todo o mundo, com mais de 35 mil normas geradas e mais de 138 mil sócios em cerca de 100 países.

Por que profissionais competentes ficam estagnados na carreira?

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Por que profissionais competentes ficam estagnados na carreira?

Especialista explica como falta de visibilidade, comunicação e posicionamento pode limitar promoções mesmo entre profissionais de alto desempenho

Nem sempre os profissionais mais dedicados são os que recebem promoções, assumem cargos de liderança ou conquistam as melhores oportunidades dentro das empresas. Em muitos casos, colaboradores reconhecidos pela qualidade técnica acabam enfrentando longos períodos de estagnação profissional, mesmo apresentando bons resultados e alto nível de comprometimento.

Uma pesquisa da consultoria global Gallup mostrou que apenas 31% dos trabalhadores afirmam receber reconhecimento significativo pelo trabalho realizado, enquanto estudos do LinkedIn apontam que habilidades de comunicação, influência e construção de relacionamentos estão entre as competências mais valorizadas para crescimento profissional.

Para o consultor de carreira e negócios da ESIC Internacional, Alexandre Weiler, existe uma diferença importante entre desempenho e visibilidade profissional. “Muitos profissionais acreditam que bons resultados falam por si. Embora a entrega seja fundamental, ela nem sempre é suficiente para gerar reconhecimento ou abrir novas oportunidades dentro da organização”, afirma.

Segundo Weiler, um dos erros mais comuns é associar visibilidade profissional à autopromoção excessiva. “Existe um receio de parecer arrogante ou querer aparecer demais. Mas visibilidade não significa marketing pessoal vazio. Significa garantir que as pessoas certas conheçam suas contribuições, entendam os impactos do seu trabalho e reconheçam seu potencial para assumir novos desafios”, explica.

O especialista observa que profissionais tecnicamente muito competentes costumam concentrar seus esforços na execução das atividades, deixando em segundo plano aspectos ligados à comunicação e ao relacionamento interno. “Em muitas empresas, as oportunidades surgem para quem consegue demonstrar resultados, colaborar com outras áreas, participar de projetos estratégicos e construir uma rede de relacionamentos profissionais”, diz.

Outro fator que contribui para a estagnação é a falta de conversas sobre carreira com lideranças. De acordo com levantamento da consultoria Gartner, profissionais que recebem feedbacks frequentes e têm clareza sobre possibilidades de crescimento apresentam maior engajamento e desenvolvimento ao longo da trajetória profissional. “Muitas pessoas esperam que a empresa perceba automaticamente seu interesse por crescimento. Mas isso nem sempre acontece. É importante demonstrar disposição para assumir responsabilidades, participar de projetos relevantes e conversar abertamente sobre objetivos de carreira”, afirma Weiler.

A transformação digital também ampliou a necessidade de posicionamento profissional. Em um mercado cada vez mais conectado, especialistas apontam que a construção de reputação profissional ultrapassa os limites da empresa e envolve participação em eventos, atualização constante, produção de conhecimento e presença em redes profissionais.

Para Weiler, outro comportamento que limita o crescimento é permanecer exclusivamente na zona de conforto. “Alguns profissionais se tornam excelentes executores de uma função específica, mas deixam de desenvolver novas competências. O mercado valoriza cada vez mais pessoas capazes de aprender, se adaptar e assumir desafios diferentes ao longo da carreira”, comenta.

Entre as atitudes que podem ajudar a romper esse ciclo estão buscar feedbacks estruturados, participar de iniciativas fora da rotina operacional, desenvolver habilidades de comunicação e ampliar a rede de contatos profissionais dentro e fora da organização. “O crescimento profissional raramente depende apenas de competência técnica. As empresas procuram pessoas capazes de gerar resultados, influenciar positivamente equipes, colaborar com diferentes áreas e demonstrar potencial de evolução. Quem entende essa dinâmica amplia significativamente suas oportunidades de carreira”, conclui.

Seu colchão aguenta seu peso? Etiqueta pode enganar na hora da compra

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Seu colchão aguenta seu peso? Etiqueta pode enganar na hora da compra

Especialista explica por que dois colchões indicados para a mesma faixa de peso podem oferecer conforto e durabilidade completamente diferentes

Na hora de comprar um colchão, muitos consumidores observam apenas uma informação: o peso máximo indicado pelo fabricante. A lógica parece simples: se o produto suporta o peso da pessoa, a escolha está correta. Mas, na prática, essa é apenas uma parte da avaliação. Estrutura interna, densidade das espumas, sistema de molas e até a distribuição do peso corporal influenciam diretamente no conforto, na durabilidade e na qualidade do sono.

O mercado brasileiro de colchões segue em expansão. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Colchões (Abicol), o setor movimenta mais de R$ 13 bilhões por ano e continua registrando crescimento impulsionado pela maior preocupação dos consumidores com saúde, bem-estar e qualidade de vida. Com tantas opções disponíveis, no entanto, entender as diferenças técnicas entre os produtos tornou-se um desafio para quem busca fazer uma compra consciente.

Para Jarbas Carneiro de Freitas, diretor da Carneiro Colchões Artesanais, um dos equívocos mais comuns é acreditar que a indicação de peso, sozinha, determina se um colchão será adequado. “É comum vermos pessoas comparando dois colchões que informam suportar até 120 quilos e imaginando que eles oferecem exatamente o mesmo desempenho. Mas isso está longe da realidade. Essa informação é apenas uma referência. O que realmente determina o conforto e a vida útil do colchão é a qualidade da estrutura que existe por dentro dele.”

Segundo o especialista, fatores como a densidade das espumas utilizadas nas camadas de conforto, o tipo e a quantidade de molas, os reforços laterais e a forma como os materiais trabalham em conjunto fazem toda a diferença. Ele explica ainda que a indicação de peso presente na etiqueta costuma estar relacionada, principalmente, à capacidade de sustentação da estrutura de molas, e não necessariamente ao desempenho das espumas responsáveis pelo conforto. “Por isso, o consumidor não deve avaliar apenas o limite de peso informado. Também é importante verificar a densidade das espumas utilizadas no colchão e pesquisar se elas são adequadas para sua altura e seu peso. É essa combinação entre estrutura e materiais que garante conforto, suporte e maior durabilidade”, orienta Jarbas.

Outro ponto importante é que o peso informado normalmente considera uma distribuição adequada da carga sobre toda a superfície do colchão. “Na prática, ninguém dorme parado e com o peso distribuído de forma perfeitamente uniforme. Ombros, quadris e região lombar concentram maior pressão. Se a estrutura não for preparada para absorver essas cargas, o colchão tende a perder desempenho mais rapidamente.”

Jarbas explica que esse é um dos motivos pelos quais algumas pessoas relatam deformações precoces, mesmo utilizando um colchão compatível com seu peso. “Muitas vezes o problema não é excesso de peso, mas a combinação entre materiais de menor qualidade e uso diário. O colchão continua ‘suportando’ a pessoa, mas deixa de oferecer o alinhamento adequado da coluna e o conforto esperado.”

Outro aspecto frequentemente ignorado é que pessoas com o mesmo peso podem precisar de colchões completamente diferentes. “Altura, biotipo, posição de dormir e até a frequência de movimentos durante a noite interferem na escolha. Dois consumidores com 90 quilos, por exemplo, podem ter necessidades totalmente distintas.”

Para reduzir o risco de uma compra inadequada, o diretor recomenda que o consumidor vá além da etiqueta e procure entender a composição do produto. “Vale perguntar quais espumas são utilizadas, qual o sistema de molas, como funciona o reforço estrutural e qual é a proposta daquele colchão. Quanto mais informação o consumidor tiver, maior a chance de fazer um investimento que realmente traga conforto por muitos anos.”

Segundo Jarbas, o colchão deve ser encarado como um bem de uso contínuo, e não apenas como um produto de consumo. “Passamos cerca de um terço da vida dormindo. Escolher um colchão apenas pelo peso indicado ou pelo preço pode parecer suficiente no momento da compra, mas, no longo prazo, qualidade construtiva e conforto fazem muito mais diferença para a experiência e para a durabilidade do produto.”

O novo luxo é ganhar tempo: conveniência vira diferencial competitivo no varejo

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O novo luxo é ganhar tempo: conveniência vira diferencial competitivo no varejo

Entrega rápida, retirada simplificada e menos burocracia transformam a experiência do consumidor e passam a gerar mais valor do que descontos

Durante muitos anos, preço e variedade foram os principais fatores de decisão na hora da compra. Agora, um novo atributo vem ganhando protagonismo: o tempo. Em um cenário em que consumidores conciliam trabalho, família e uma rotina cada vez mais acelerada, empresas que eliminam etapas, reduzem filas e simplificam processos conquistam vantagem competitiva.

Essa mudança foi um dos principais destaques da NRF 2026, maior evento mundial do varejo, realizado em Nova York. Em relatório sobre as tendências apresentadas no encontro, a PwC afirma que o setor entrou em uma fase de transformação estrutural, em que inovação, agilidade e foco profundo nas necessidades do consumidor deixaram de ser diferenciais e passaram a ser requisitos para competir. O estudo destaca que jornadas fluidas, pagamentos invisíveis, uso de inteligência artificial e integração entre canais têm como objetivo principal reduzir o atrito na experiência de compra e devolver tempo ao consumidor.

Para o especialista em marketing e estratégia de negócios, Frederico Burlamaqui, diretor da Burlamaqui Marketing & Estratégia, essa mudança representa uma nova lógica de valor para o varejo. “Durante muito tempo as empresas venderam produtos. Hoje, elas vendem tempo. Quando uma marca permite que o cliente resolva sua necessidade em poucos minutos, sem filas, burocracia ou dificuldades, ela entrega um benefício que vale tanto quanto o próprio produto.”

Segundo Burlamaqui, a conveniência deixou de ser percebida apenas como um serviço adicional e passou a fazer parte da decisão de compra. “O consumidor já espera encontrar opções como retirada rápida, autoatendimento, pagamento simplificado, entrega eficiente e canais digitais integrados. Quando isso não acontece, a sensação é de perda de tempo, e essa frustração pesa bastante na escolha da próxima compra.”

Na avaliação do especialista, a mudança também explica por que empresas vêm investindo cada vez mais em soluções que reduzem etapas da jornada do cliente. “Cada clique desnecessário, cada formulário longo ou cada fila representa um risco de desistência. O consumidor valoriza empresas que respeitam seu tempo e tornam a compra simples.”

O relatório da PwC destaca justamente que o varejo caminha para experiências cada vez mais fluidas, com tecnologias capazes de antecipar necessidades, integrar canais físicos e digitais e tornar a compra praticamente invisível do ponto de vista operacional. O conceito é criar jornadas nas quais a tecnologia trabalha nos bastidores para reduzir atritos e aumentar a conveniência.

Para Burlamaqui, essa transformação não depende apenas de grandes investimentos em tecnologia. “Muitas vezes, simplificar um processo gera mais resultado do que lançar uma nova campanha de marketing. Rever etapas, eliminar burocracias e facilitar o atendimento costuma produzir impacto imediato na satisfação do cliente.”

Segundo ele, essa lógica vale para empresas de todos os portes. “Pequenos varejistas também podem competir oferecendo agilidade. Responder rapidamente pelo WhatsApp, facilitar trocas, agilizar a retirada de pedidos ou reduzir o tempo de atendimento são iniciativas que fazem diferença e fortalecem a percepção de valor.”

Outro reflexo desse comportamento é a mudança na forma como o consumidor avalia uma boa experiência. “Antigamente, encantar significava surpreender. Hoje, muitas vezes, significa simplesmente não fazer o cliente perder tempo. Quando tudo funciona de forma rápida, intuitiva e sem obstáculos, a experiência já é percebida como excelente.”

Para o especialista, essa tendência deve continuar crescendo à medida que a tecnologia se torna mais integrada ao cotidiano. “A empresa que entender que conveniência é parte do produto estará mais preparada para conquistar e fidelizar clientes. No varejo atual, economizar alguns minutos da rotina do consumidor pode valer mais do que oferecer alguns reais de desconto.”

Brasil bate recorde com 546 mil afastamentos por transtornos mentais em um ano

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Brasil bate recorde com 546 mil afastamentos por transtornos mentais em um ano

Especialista aponta cinco sinais de que o ambiente de trabalho pode estar adoecendo os colaboradores e explica por que a gestão de riscos psicossociais vai além do cumprimento da NR-1

A saúde mental dos trabalhadores brasileiros nunca gerou tantos afastamentos quanto nos dias de hoje. Dados do Ministério da Previdência Social mostram que, em 2025, foram concedidos 546.254 benefícios por incapacidade temporária relacionados a transtornos mentais e comportamentais, um crescimento de 15,6% em relação a 2024 e o maior número já registrado no país. Ansiedade, depressão e burnout estão entre as principais causas.

O cenário ganhou ainda mais relevância com as atualizações da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que passou a exigir das empresas a identificação, avaliação e o gerenciamento dos chamados riscos psicossociais, como excesso de pressão, sobrecarga de trabalho, assédio moral e conflitos interpessoais. A mudança inaugura uma nova etapa para a saúde e segurança do trabalho, ao reconhecer que fatores emocionais e organizacionais também impactam diretamente a saúde dos colaboradores, a produtividade das equipes e os resultados das empresas.

Segundo o médico do trabalho e fundador da Mag Saúde, Vardiceu Genaro, a mudança representa uma nova visão sobre saúde ocupacional. “Muitas empresas ainda associam a segurança do trabalho apenas à prevenção de acidentes. Hoje, fatores emocionais e organizacionais também precisam ser identificados e gerenciados. A saúde mental passou a fazer parte da gestão de riscos das empresas”, afirma. A exigência vale para organizações de todos os portes, incluindo pequenas e médias empresas.

Para auxiliar gestores na identificação dos chamados riscos psicossociais previstos na NR-1, o médico Vardiceu Genaro aponta cinco sinais que merecem atenção dentro das organizações:

  1. Aumento de afastamentos e atestados médicos
    Licenças frequentes relacionadas à ansiedade, ao estresse ou a outros transtornos emocionais podem indicar problemas no ambiente de trabalho. “Quando os afastamentos começam a crescer de forma recorrente, a empresa precisa olhar além do atestado e buscar entender o que está acontecendo no ambiente de trabalho”, afirma Genaro.
  2. Rotatividade acima do normal
    Pedidos recorrentes de desligamento costumam estar associados a problemas de liderança, clima organizacional ou excesso de pressão. “Uma alta rotatividade geralmente é um sintoma de que algo não está funcionando bem. Muitas vezes, o colaborador deixa a empresa por questões relacionadas ao ambiente e não necessariamente à função”, explica.
  3. Queda de produtividade e aumento de falhas
    A sobrecarga emocional pode comprometer a concentração, a tomada de decisão e o desempenho das equipes. “Metas são importantes, mas precisam ser compatíveis com a realidade da equipe. Quando a pressão é excessiva, os erros tendem a aumentar”, destaca o médico.
  4. Conflitos frequentes entre colaboradores
    Discussões recorrentes e aumento de reclamações internas podem indicar desgaste emocional e problemas de relacionamento. “Conflitos acontecem em qualquer organização, mas, quando se tornam frequentes, é preciso avaliar se existem falhas na comunicação, na liderança ou na distribuição das responsabilidades”, observa.
  5. Sensação constante de urgência
    Quando tudo é prioridade e as equipes trabalham sob pressão permanente, aumentam os riscos de estresse crônico e burnout. “Empresas que operam continuamente em clima de urgência acabam criando um ambiente propício ao esgotamento emocional. É importante estabelecer prioridades claras e expectativas realistas”, pontua Genaro.

De acordo com o especialista, identificar esses sinais precocemente permite que as empresas adotem medidas preventivas antes que os problemas resultem em afastamentos prolongados, perda de produtividade ou passivos trabalhistas. “Mais do que cumprir uma exigência legal, a gestão dos riscos psicossociais é uma oportunidade para fortalecer a cultura organizacional, reduzir custos relacionados a afastamentos e construir ambientes de trabalho mais saudáveis e sustentáveis. A prevenção continua sendo a estratégia mais eficiente para as pessoas e para os negócios”, finaliza.

Churrascaria Los Pampas: espeto corrido e buffet completo no almoço e no jantar

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Churrascaria Los Pampas: espeto corrido e buffet completo no almoço e no jantar

Com espeto corrido e buffet à vontade, a Churrascaria Los Pampas é uma excelente opção tanto para o almoço quanto para o jantar. O buffet é repleto de opções, incluindo frutos do mar, culinária japonesa, saladas e frios, enquanto uma grande variedade de cortes circula o tempo todo no tradicional sistema de rodízio.

A casa segue o autêntico estilo do churrasco gaúcho, oferecendo uma estrutura completa com cortes de boi, porco, cordeiro e frango servidos à mesa. Para acompanhar, o buffet traz uma grande variedade de pratos quentes, saladas, frios, frutos do mar e uma seleção da culinária japonesa, agradando quem gosta de experimentar um pouco de tudo na mesma refeição.

Com ambiente agradável e atendimento acolhedor, a Churrascaria Los Pampas é a escolha ideal para quem busca uma refeição farta, variada e de qualidade.

Serviço:

Churrascaria Los Pampas

Avenida das Torres, 1231 – São José dos Pinhais

(41) 3283-5915 | (41) 3283-2494

Instagram: @churrascarialos_lospampas

Horários de funcionamento

Almoço:
Segunda a sexta: das 11h às 15h
Sábado: das 11h às 15h30
Domingo: das 11h às 16h

Jantar:
Segunda a sábado: das 18h às 23h
Domingo à noite: fechado