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Grupo K1 inaugura unidade industrial em Agudos do Sul

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Grupo K1 inaugura unidade industrial em Agudos do Sul

Nova operação voltada ao mercado de bagagens e bens de consumo prevê geração de 90 empregos diretos e integra projeto de expansão industrial do grupo no Paraná

O Grupo K1 inaugura em Agudos do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, sua nova unidade industrial, inicialmente voltada à produção de bagagens e outros bens de consumo, nesta quarta-feira, dia 26 de agosto, às 14:00. A operação começa com previsão de 90 empregos diretos, além dos postos indiretos e da movimentação econômica decorrentes da instalação e do desenvolvimento da atividade industrial no município.

Segundo Francielle Zuffo, diretora de expansão do grupo, a chegada da unidade ao município é resultado de um esforço conjunto entre diferentes esferas de governo. “Foi um trabalho de articulação com o município de Agudos do Sul e com o Governo do Estado do Paraná, por meio da Paraná Invest, que trouxe benefícios a todos”, afirma. “Essa instalação gera empregos, renda, impostos municipais e desenvolvimento para toda a região”, completa.

A primeira etapa ocupa um galpão de 3.500 m² disponibilizado pelo Governo do Estado do Paraná através de uma parceria público-privada com o Grupo Milcheski, de Agudos do Sul. O planejamento contempla a expansão futura para uma nova estrutura de cerca de 6.000 m², além de uma área de 24 mil m², criando condições para a implantação de novas atividades produtivas.

A unidade de Agudos do Sul representa uma etapa importante da estratégia de crescimento do Grupo K1, que se define como um ecossistema de negócios estruturado ao redor de uma holding, conectando gestão de ativos tangíveis e intangíveis, marcas, indústria, comércio, distribuição, inovação, relações internacionais e responsabilidade social.

Entre os principais ativos administrados pelo grupo está a marca ika, tradicional referência paranaense de bagagens com mais de 90 anos de história, que acompanhou diferentes gerações de brasileiros em suas viagens e deslocamentos. “Hoje não estamos simplesmente inaugurando uma fábrica. Estamos materializando uma visão de negócios que vem sendo construída há anos e que encontra, aqui em Agudos do Sul, enorme acolhida e terreno fértil para crescer”, afirma Laura Virmond, sócia da K1 Marketing & Investment, a empresa nuclear do grupo.

Do Paraná para o mundo — e do mundo para o Paraná

A estratégia da K1 também se caracteriza por sua atuação internacional. O grupo mantém atividades, relacionamentos e projetos envolvendo Brasil, China, Hong Kong, Espanha e Paraguai, além de novas perspectivas de atuação na Alemanha. Essa rede de relacionamentos deverá desempenhar um papel importante na próxima etapa do complexo de Agudos do Sul.

A intenção da K1 é criar condições para que a estrutura possa receber novas operações industriais e empresariais e, futuramente, atrair para o município grupos internacionais com os quais mantém relacionamentos, negociações e parcerias.

“Queremos ser uma ponte entre o Paraná e as oportunidades que encontramos em diferentes partes do mundo. Agudos do Sul reúne condições para se tornar uma importante plataforma para novos projetos industriais e empresariais”, destaca Francielle Zuffo, diretora de expansão do grupo.

O grupo trabalha ainda com a integração de múltiplos canais de distribuição, combinando indústria, atacado, varejo, comércio eletrônico e novas soluções de acesso ao mercado. A inovação é outro dos pilares da estratégia empresarial da K1. “Defender o ontem é simplesmente muito mais arriscado do que fazer o amanhã”, afirma Laura, parafraseando Peter Drucker.

Desenvolvimento econômico e responsabilidade social

Para o Grupo K1, crescimento empresarial e responsabilidade social devem caminhar juntos. Essa visão também se materializa por meio do Instituto IKA de Apoio ao Migrante, dedicado ao desenvolvimento de iniciativas de acolhimento, integração e geração de oportunidades para migrantes, refugiados e pessoas que precisaram reconstruir suas vidas longe de seus lugares de origem. A combinação entre tradição, indústria, inovação, internacionalização e responsabilidade social está sintetizada no conceito que orienta a atuação do grupo: “Soluções para um mundo que viaja.”

Para Laura, a inauguração de uma unidade produtiva credenciada e licenciada em Agudos do Sul deve ser entendida sobretudo como o início de uma nova etapa. “Esta inauguração não representa um ponto de chegada. Representa um ponto de partida e nossa viagem começa agora”, diz.

Sobre o Grupo K1

O Grupo K1 é um ecossistema empresarial estruturado ao redor de uma holding, com atuação na gestão de ativos tangíveis e intangíveis, desenvolvimento e gestão de marcas, indústria, distribuição, inovação mercadológica e articulação de oportunidades e parcerias nacionais e internacionais.

Entre seus ativos figura também a IKA, tradicional marca paranaense com mais de 90 anos de história. O grupo mantém atividades, projetos e relacionamentos empresariais no Brasil e no exterior e desenvolve sua atuação social por meio do Instituto IKA de Apoio ao Migrante.

Em Agudos do Sul, a unidade produtiva estará focada em produtos de massa contando com a marca Amerika, também da K1.

“Novo jeito de morar” transforma hábitos e movimenta o mercado imobiliário

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Consumidores buscam imóveis personalizados, funcionais e com potencial de adaptação, influenciando decisões de compra e reforma

O mercado imobiliário brasileiro passa por uma mudança no comportamento dos consumidores. A antiga ideia da “casa vitrine”, com ambientes padronizados e perfeitamente decorados, dá espaço à busca por imóveis com identidade, funcionais e que possam ser adaptados ao estilo de vida dos moradores.

Dados do Censo de Moradia da plataforma QuintoAndar mostram que 95% dos brasileiros consideram a casa seu lugar favorito, com nota média de 9,7 para a importância do lar. Nesse cenário, além de localização, metragem e número de dormitórios, ganham peso fatores como iluminação natural, conforto, flexibilidade da planta e possibilidade de personalização.

Para Elza Rocha Loures, diretora da imobiliária Afortiori e presidente da Rede Una Imóveis Conectados, a mudança já é percebida no atendimento aos compradores. “Hoje, o cliente busca cada vez mais um imóvel que possa refletir seu estilo de vida. A personalização e o potencial do espaço passaram a ter muito peso na decisão”, afirma.

Essa tendência também aumenta o interesse por imóveis antigos que apresentam boa localização, planta interessante e possibilidade de reforma. Elementos como pisos de taco, pé-direito alto, ambientes maiores e outros detalhes originais podem se transformar em diferenciais quando integrados a projetos contemporâneos.
“Um imóvel antigo bem reformado pode competir muito bem, especialmente quando oferece localização consolidada, boa planta e personalidade que muitos lançamentos não têm”, acrescenta Elza.

O desafio de vender aquilo que “ainda não existe”

A mudança também transforma o papel do corretor de imóveis. Mais do que apresentar metragem, número de quartos e acabamentos, o profissional precisa ajudar o comprador a visualizar as possibilidades daquele imóvel.

“O corretor deixou de vender apenas características e passou a vender possibilidades. A maior dificuldade é fazer o cliente enxergar aquilo que ainda não existe”, destaca a presidente da Rede Una.

Para Elza, o novo conceito de valor imobiliário combina os atributos tradicionais com a experiência proporcionada pelo espaço. “Hoje, valor é a combinação de localização, metragem e, principalmente, qualidade de vida. O imóvel de valor é aquele que proporciona conforto, funcionalidade, bem-estar e conexão com a rotina de quem vai morar nele”, afirma.

A transformação abre espaço para um mercado imobiliário menos focado em imóveis prontos e mais atento ao potencial de cada propriedade. Para o consumidor, a casa deixa de ser apenas um produto acabado para se tornar um espaço de construção da própria história.

Proprietários precisam se adaptar

A transformação não depende apenas dos compradores e profissionais do setor. Proprietários que colocam imóveis à venda também precisam compreender que apresentar uma propriedade de maneira excessivamente engessada pode limitar sua atratividade.

Na locação, o cenário é semelhante. Embora ainda exista receio dos proprietários em relação a reformas e adaptações, cresce a necessidade de encontrar um equilíbrio entre a preservação do patrimônio e a liberdade para que o morador personalize o espaço.

“Ainda há bastante resistência nesse sentido, principalmente por receio de custos e alterações estruturais. Mas existe uma tendência de maior flexibilidade, desde que as adaptações sejam acordadas e bem documentadas”, explica Elza Rocha Loures.

Sobre a Rede Una

Com mais de 6 mil imóveis para venda e locação em seu portal, a Rede Una Imóveis Conectados, lançada em outubro de 2023, reúne atualmente 45 imobiliárias de Curitiba e Região Metropolitana, com oferta de imóveis exclusivos para venda e locação. Para acessar a carteira de imóveis, basta clicar em https://unaimoveisconectados.com.br.

“Novo jeito de morar” transforma hábitos e movimenta o mercado imobiliário

Consumidores buscam imóveis personalizados, funcionais e com potencial de adaptação, influenciando decisões de compra e reforma

O mercado imobiliário brasileiro passa por uma mudança no comportamento dos consumidores. A antiga ideia da “casa vitrine”, com ambientes padronizados e perfeitamente decorados, dá espaço à busca por imóveis com identidade, funcionais e que possam ser adaptados ao estilo de vida dos moradores.

Dados do Censo de Moradia da plataforma QuintoAndar mostram que 95% dos brasileiros consideram a casa seu lugar favorito, com nota média de 9,7 para a importância do lar. Nesse cenário, além de localização, metragem e número de dormitórios, ganham peso fatores como iluminação natural, conforto, flexibilidade da planta e possibilidade de personalização.

Para Elza Rocha Loures, diretora da imobiliária Afortiori e presidente da Rede Una Imóveis Conectados, a mudança já é percebida no atendimento aos compradores. “Hoje, o cliente busca cada vez mais um imóvel que possa refletir seu estilo de vida. A personalização e o potencial do espaço passaram a ter muito peso na decisão”, afirma.

Essa tendência também aumenta o interesse por imóveis antigos que apresentam boa localização, planta interessante e possibilidade de reforma. Elementos como pisos de taco, pé-direito alto, ambientes maiores e outros detalhes originais podem se transformar em diferenciais quando integrados a projetos contemporâneos.
“Um imóvel antigo bem reformado pode competir muito bem, especialmente quando oferece localização consolidada, boa planta e personalidade que muitos lançamentos não têm”, acrescenta Elza.

O desafio de vender aquilo que “ainda não existe”

A mudança também transforma o papel do corretor de imóveis. Mais do que apresentar metragem, número de quartos e acabamentos, o profissional precisa ajudar o comprador a visualizar as possibilidades daquele imóvel.

“O corretor deixou de vender apenas características e passou a vender possibilidades. A maior dificuldade é fazer o cliente enxergar aquilo que ainda não existe”, destaca a presidente da Rede Una.

Para Elza, o novo conceito de valor imobiliário combina os atributos tradicionais com a experiência proporcionada pelo espaço. “Hoje, valor é a combinação de localização, metragem e, principalmente, qualidade de vida. O imóvel de valor é aquele que proporciona conforto, funcionalidade, bem-estar e conexão com a rotina de quem vai morar nele”, afirma.

A transformação abre espaço para um mercado imobiliário menos focado em imóveis prontos e mais atento ao potencial de cada propriedade. Para o consumidor, a casa deixa de ser apenas um produto acabado para se tornar um espaço de construção da própria história.

Proprietários precisam se adaptar

A transformação não depende apenas dos compradores e profissionais do setor. Proprietários que colocam imóveis à venda também precisam compreender que apresentar uma propriedade de maneira excessivamente engessada pode limitar sua atratividade.

Na locação, o cenário é semelhante. Embora ainda exista receio dos proprietários em relação a reformas e adaptações, cresce a necessidade de encontrar um equilíbrio entre a preservação do patrimônio e a liberdade para que o morador personalize o espaço.

“Ainda há bastante resistência nesse sentido, principalmente por receio de custos e alterações estruturais. Mas existe uma tendência de maior flexibilidade, desde que as adaptações sejam acordadas e bem documentadas”, explica Elza Rocha Loures.

Sobre a Rede Una

Com mais de 6 mil imóveis para venda e locação em seu portal, a Rede Una Imóveis Conectados, lançada em outubro de 2023, reúne atualmente 45 imobiliárias de Curitiba e Região Metropolitana, com oferta de imóveis exclusivos para venda e locação. Para acessar a carteira de imóveis, basta clicar em https://unaimoveisconectados.com.br.

ESIC Internacional abre nova turma do Master em Logística Internacional

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ESIC Internacional abre nova turma do Master em Logística Internacional

Curso prepara profissionais para gestão de supply chain, comércio exterior e operações logísticas em um mercado cada vez mais estratégico para as empresas

A expansão das cadeias globais de suprimentos, o avanço da tecnologia e a necessidade de reduzir custos e ganhar eficiência têm ampliado a demanda por profissionais qualificados em logística e supply chain. Atenta a esse cenário, a ESIC Internacional está com inscrições abertas para uma nova turma do Master em Logística Internacional, pós-graduação voltada à formação de profissionais para atuar na gestão estratégica das áreas de logística e comércio internacional.

O momento também é favorável para quem pretende construir carreira no segmento. Dados do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego, mostram que somente em maio de 2026 as atividades de Transporte, Armazenagem e Correio criaram 6.227 empregos formais no Brasil, ficando entre os destaques do setor de Serviços no mês. No primeiro semestre, o Paraná também apresentou um dos melhores desempenhos do país no mercado de trabalho, com saldo de 69.638 novos empregos formais.

Para o coordenador do curso, o professor Maurício Mallmann, a logística deixou há muito tempo de ser uma atividade restrita ao transporte e à armazenagem para ocupar uma posição estratégica dentro das organizações. “Hoje, decisões relacionadas à cadeia de suprimentos têm impacto direto em custos, produtividade, experiência do cliente e competitividade. As empresas precisam de profissionais capazes de enxergar toda essa cadeia e tomar decisões com uma visão integrada do negócio”, afirma.

Com padrão internacional, o Master combina teoria e prática e é destinado a profissionais que já atuam ou desejam ingressar em cargos de gerência ou direção nas áreas de logística e comércio internacional. A proposta é desenvolver competências para atuação em empresas nacionais e multinacionais, considerando os desafios de uma cadeia de suprimentos cada vez mais conectada e globalizada.

A formação aborda desde habilidades diretivas e gerenciais, mercados internacionais e Global Supply Chain até planejamento estratégico, compras e distribuição, produção, legislação aduaneira, sustentabilidade, gestão da qualidade e projeto aplicado. Entre os conteúdos estão ainda liderança, gestão de equipes, negociação, gestão de conflitos, inteligência artificial generativa, e-business, logística reversa, Six Sigma e gestão de projetos.

“A formação em logística hoje exige uma visão que vá além da operação. É preciso entender estratégia, tecnologia, gestão de pessoas, comércio internacional, sustentabilidade e os impactos financeiros das decisões. O objetivo do curso é justamente preparar o profissional para assumir posições de maior responsabilidade e participar das decisões estratégicas das empresas”, explica Mallmann.

O cenário brasileiro reforça a importância dessa qualificação. A Confederação Nacional do Transporte (CNT) aponta a infraestrutura logística como um dos grandes desafios para a competitividade brasileira e estima em R$ 865 bilhões a necessidade imediata de investimentos em projetos prioritários envolvendo os diferentes modais, mobilidade urbana e terminais.

Segundo Mallmann, os desafios também abrem espaço para profissionais preparados para buscar eficiência e inovação. “Quanto mais complexa se torna a cadeia logística, maior é a necessidade de gestores que consigam antecipar riscos, integrar áreas e encontrar soluções. É uma área com impacto direto no resultado das organizações e com oportunidades em praticamente todos os setores da economia”, completa.

Serviço:

Master em Logística Internacional

Instituição: ESIC Internacional

Local: Rua Padre Dehon, 814 – Hauer, Curitiba (PR)

Informações: esic.br

Telefone: 0800 41 37 42

WhatsApp: (41) 99155-9737

Congresso Brasileiro de Reumatologia realiza primeiro curso dedicado ao atendimento interprofissional

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Congresso Brasileiro de Reumatologia realiza primeiro curso dedicado ao atendimento interprofissional

Atividade será realizada no dia 2 de setembro, em Curitiba, e reunirá profissionais de diferentes áreas da saúde para discutir o cuidado integrado aos pacientes com doenças reumáticas. Os interessados podem se inscrever exclusivamente para essa atividade, sem a necessidade de adquirir a inscrição para a programação completa do congresso.

Profissionais de diferentes áreas da saúde que atuam ou pretendem aprofundar seus conhecimentos em reumatologia poderão participar do primeiro Curso Interprofissional promovido durante o Congresso Brasileiro de Reumatologia. A atividade será realizada no dia 2 de setembro, das 14h às 18h, no Via Soft, na Universidade Positivo, em Curitiba.

Comandado pelo médico reumatologista e fisiatra Dr. Eduardo de Paiva Magalhães, coordenador da Comissão Multiprofissional da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), o curso terá uma programação voltada ao atendimento interprofissional em reumatologia. A proposta vai além da participação de diferentes especialistas no tratamento, com foco em um cuidado integrado, no qual os profissionais trabalham de forma conjunta e coordenada.

“O curso foi pensado para reumatologistas e também para fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, psicólogos, nutricionistas, dentistas, profissionais de enfermagem e todos aqueles que tenham interesse pela área ou já trabalhem com pacientes reumáticos”, explica Magalhães. “A reumatologia é uma especialidade que requer envolvimento multiprofissional, quanto mais compartilharmos conhecimento, melhor será o acompanhamento para o bem estar do paciente”, completa Dr. José Eduardo Martinez, presidente da SBR.

Entre os assuntos que serão discutidos estão o modelo biopsicossocial, baseado na atenção centrada no paciente, o trabalho interprofissional em equipe, os cuidados paliativos, a nutrição, a abordagem psicológica e a utilização de recursos auxiliares de locomoção e órteses. A programação também abordará a importância dos exercícios e da atividade física no acompanhamento dos pacientes.

De acordo com Magalhães, o cuidado das doenças reumáticas exige uma visão ampla sobre as diferentes necessidades de cada paciente. A integração entre as áreas permite avaliar não apenas os aspectos clínicos, mas também as condições físicas, emocionais, nutricionais, funcionais e sociais envolvidas no tratamento.

Para facilitar a participação dos profissionais de Curitiba e Região Metropolitana, o curso possui uma modalidade de inscrição independente. Dessa forma, os interessados podem se inscrever exclusivamente para a atividade do dia 2 de setembro, sem a necessidade de adquirir a inscrição para toda a programação do congresso.

O curso integra a programação do 43º Congresso Brasileiro de Reumatologia, promovido pela Sociedade Brasileira de Reumatologia e pela Sociedade Paranaense de Reumatologia. O evento será realizado de 2 a 5 de setembro e reunirá médicos, pesquisadores, profissionais da saúde e estudantes de diversas regiões do Brasil e do exterior.

Serviço:

Curso Interprofissional em Reumatologia

Data: 2 de setembro de 2026

Horário: das 14h às 18h

Público alvo: Profissionais de saúde (multidisciplinar)

Local: Via Soft, Universidade Positivo

Endereço: Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300, Cidade Industrial de Curitiba

Inscrições e informações: www.sbr2026.com.br

Billabong Hour movimenta fins de tarde com bebidas pela metade do preço no Outback em Curitiba

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Famoso happy hour da rede temática australiana oferece drinks e chopp com 50% de desconto de domingo a sexta-feira e destaca o novo ambiente da recém-inaugurada unidade no Shopping Palladium  

O Outback Steakhouse reforça a tradição de seus finais de tarde na capital paranaense com o Billabong Hour, o happy hour oficial da rede. A ação promocional acontece em todas as quatro unidades de Curitiba: nos shoppings Curitiba, Mueller,  Barigui e Palladium. De domingo a sexta-feira (exceto feriados), das 17h às 20h, os clientes podem aproveitar 50% de desconto em bebidas selecionadas, como chopp e drinks.  

O grande diferencial para o público curitibano fica por conta da nova unidade do Shopping Palladium, inaugurada recentemente com um investimento médio de R$ 6 milhões. O espaço é o primeiro da cidade a receber o novo conceito arquitetônico do Outback, apresentando um ambiente mais contemporâneo, clean e integrado, ideal para quem busca uma experiência de happy hour totalmente renovada e descontraída.  

Para embalar os brindes, o menu de bebidas com metade do preço tem como destaque o icônico chopp Brahma servido na caneca congelada, além de coquetéis clássicos da marca, como a Gold Coast Rita, margarita de tequila com licores, e o Moscow Mule, com a tradicional espuma de gengibre.  

A marca também tem opções de drinks sem álcool, como o Berries no Booze, preparado com morango, amoras, suco de cranberry e toques de gengibre e xarope cítrico. O menu sem álcool traz ainda o Tropical Summer Fresh, uma combinação de Red Bull Tropical com limonada, xarope e espuma de gengibre.    

Na parte gastronômica, as quatro operações oferecem um cardápio recheado de aperitivos ideais para compartilhar. O favorito do público fica entre a famosa cebola gigante Bloomin’ Onion e as batatas Aussie Cheese Fries, cobertas com mix de queijos e bacon. Ainda no cardápio, há uma opção de prato 100% vegetal, o Royal Plant Barbecue, inspirado na tradicional costela barbecue da casa. 

Para quem fica na dúvida ou quer experimentar um pouco de tudo, o restaurante oferece o Big Five Boomerang. A opção reúne cinco dos aperitivos mais pedidos da casa: pétalas de cebola da Bloomin’ Onion, as batatas Aussie Cheese Fries, as sobreasas de frango empanadas da Kookaburra Wings, as clássicas costelas Billy Ribs ao molho Billabong ou Barbecue e os camarões empanados e picantes da Firecracker Shrimp. Tudo isso vem acompanhado dos lendários molhos Bloom e Blue Cheese.  

De acordo com Wagner Villaverde, sócio regional do Outback, o momento vai muito além das ofertas comerciais. “O Billabong Hour foi desenhado para ser uma pausa necessária na rotina, seja para celebrar metas profissionais no after office ou para reunir amigos ao redor da mesa. Com a chegada da unidade do Palladium Curitiba, trazemos um design moderno que eleva ainda mais o conforto dessa experiência na cidade”, afirma. 

Sobre o Outback  

O Outback Steakhouse possui 195 restaurantes no Brasil e está presente em 91 cidades, 22 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback. 

Plaza Campos Gerais lança projeto de música ao vivo nas noites de quinta-feira

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Plaza Campos Gerais lança projeto de música ao vivo nas noites de quinta-feira 

Plaza Music leva programação cultural gratuita à praça de alimentação e combina diversos estilo musicais com as opções gastronômicas do local

As noites de quinta-feira acabam de ganhar um ritmo diferente no Shopping Plaza Campos Gerais. O empreendimento acaba de lançar um novo projeto cultural: o Plaza Music, que leva música ao vivo, gratuitamente, à praça de alimentação, todas as quintas-feiras, das 18h às 20h.

O Plaza Music foi criado para acompanhar o happy hour e o jantar, oferecendo uma trilha sonora de qualidade aos clientes. Com uma proposta eclética, a programação aposta na diversidade de gêneros, como o sertanejo, pop rock e MPB, com apresentações acústicas, de diferentes artistas regionais a cada semana.

“Nosso objetivo com o Plaza Music é criar uma atmosfera acolhedora, onde as pessoas possam desacelerar da rotina de trabalho, reunir os amigos e a família e curtir boa música enquanto aproveitam as opções gastronômicas da nossa praça de alimentação. Uma excelente oportunidade para antecipar o fim de semana com boa energia e muita música”, destaca o superintendente do Shopping Plaza Campos Gerais, Frederico Galvão. 

A programação de agosto na praça de alimentação teve Cleverson Santos, no dia 13, e JP Carneiro, no dia 20. A próxima edição será no dia 27, com a apresentação de Scilas, com o melhor da MPB. 

O Plaza Music é gratuito e aberto ao público de todas as idades.  

Serviço:

  • Evento: Plaza Music
  • Quando: todas as quintas-feiras
  • Horário: das 18h às 20h
  • Local: Praça de Alimentação do Shopping Plaza Campos Gerais (Av. Visconde de Taunay, 2023 – Ronda, Ponta Grossa (PR)
  • Entrada: gratuita

Tecnologia brasileira inaugura nova era no rastreamento do HPV 

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Equipamento da Loccus integra todas as etapas do diagnóstico molecular em um único sistema e foi desenvolvido para ampliar a capacidade dos programas de rastreamento no Brasil 

Uma nova etapa no rastreamento do câncer do colo do útero começa a ganhar forma no Brasil. Com a ampliação do teste molecular para HPV como estratégia prioritária de prevenção da doença, um dos principais desafios passa a ser ampliar a capacidade dos laboratórios para atender a uma demanda muito maior de exames. Nesse cenário, a Loccus, empresa brasileira especializada em diagnóstico molecular, apresenta uma plataforma de automação inédita desenvolvida para aumentar a escala, a segurança e a eficiência do processamento laboratorial. 

Batizada de Amplio Station 9600, a plataforma foi desenvolvida a partir da escuta de especialistas, laboratórios e gestores da saúde para atender a uma necessidade concreta: automatizar o processamento dos exames de HPV. 

O equipamento integra todas as etapas do teste, do processamento da amostra primária à emissão do resultado e ao descarte automático do material, reduzindo riscos de contaminação, aumentando a produtividade e simplificando a rotina laboratorial. A novidade será apresentada durante o 58º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (CBPC/ML), que acontece em setembro, em Florianópolis (SC).

O HPV é a infecção sexualmente transmissível mais comum no mundo. No Brasil, cerca de 10 milhões de pessoas convivem com o vírus e aproximadamente 700 mil novos casos são registrados todos os anos, segundo o Ministério da Saúde. Como a infecção persistente pelos tipos de alto risco é a principal causa do câncer do colo do útero, ampliar o acesso ao diagnóstico é considerado um dos pilares para reduzir a incidência e a mortalidade da doença.

“O desafio agora não é apenas ampliar a oferta do teste de HPV, mas garantir que os laboratórios consigam absorver essa demanda com segurança e eficiência. Pensamos nessa plataforma para simplificar a rotina, reduzir etapas manuais e aumentar a capacidade de processamento, independentemente do porte do laboratório. Assim, podemos apoiar de forma concreta a expansão do rastreamento do câncer do colo do útero no Brasil”, afirma Eduardo Araújo, CEO da Loccus.

Projetado para ampliar significativamente a capacidade operacional dos laboratórios, o Amplio Station 9600 processa até 192 amostras por ciclo, permitindo analisar aproximadamente 960 amostras por turno. Além da alta produtividade, adota o conceito one stop shop, em que a Loccus fornece todos os insumos necessários para a realização dos testes, desde o processamento automatizado das amostras até os kits de amplificação.

A empresa oferece duas soluções para o diagnóstico do HPV: uma desenvolvida em parceria com o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), voltada ao rastreamento, e outra de fabricação própria, composta por um painel completo de genotipagem.

Outro diferencial da plataforma é seu formato compacto. Enquanto o fluxo convencional do PCR em Tempo Real normalmente exige até três ambientes distintos para processamento, extração e amplificação, o Amplio Station 9600 concentra todas essas etapas em um único equipamento instalado em somente uma sala. Essa integração reduz o risco de contaminação, otimiza o espaço físico dos laboratórios e torna a rotina mais ágil, segura e eficiente.

“A plataforma foi desenvolvida para facilitar a rotina dos laboratórios. Ela é compacta e pode ser operada por um único profissional. Com isso, conseguimos oferecer mais segurança, agilidade e eficiência, além de contribuir para a redução dos custos operacionais”, destaca Lucas de Oliveira Rossetti Nascimento, diretor de Inteligência de Negócios da Loccus.

Automação completa para o diagnóstico molecular

O Amplio Station 9600 reúne, em um único equipamento, etapas que tradicionalmente dependem de diferentes sistemas e de diversas intervenções manuais. O fluxo totalmente automatizado inclui:

  • Transferência de líquidos;
  • Extração de ácidos nucleicos;
  • Preparo das reações de PCR;
  • Selagem das placas;
  • Amplificação em tempo real;
  • Leitura dos resultados e descarte do material utilizado.

Após o carregamento inicial das amostras, todo o processo ocorre de forma autônoma, aumentando a padronização, a rastreabilidade e a eficiência operacional dos laboratórios.”A automatização é uma necessidade crescente nos laboratórios. Ao integrar o fluxo de trabalho, conseguimos padronizar processos e ampliar a rastreabilidade das análises”, explica o diretor.

Compatível com diferentes matrizes biológicas, a plataforma aceita variados tipos de tubos de coleta e incorpora tecnologias como extração por esferas magnéticas, dois módulos independentes de PCR em Tempo Real, pipetagem de alta precisão, abertura e fechamento automáticos dos tubos, esterilização por luz ultravioleta e sistema de filtragem HEPA (que reduz significativamente o risco de contaminação cruzada).

A solução é complementada pela família Extracta®, composta por kits nacionais para extração de DNA e RNA compatíveis com diferentes equipamentos do mercado e aplicáveis a uma ampla variedade de amostras biológicas.

“Desenvolvemos uma tecnologia flexível,  preparada para acompanhar a evolução do diagnóstico molecular. Embora o lançamento esteja voltado ao rastreamento do HPV, o equipamento permite incorporar novos ensaios e aplicações. Nossa expectativa é ampliar essa plataforma, nos próximos meses, para atender também outras demandas do diagnóstico molecular”, conclui o CEO da Loccus. 

5 medidas que ajudam a explicar por que o Paraná chegou ao topo da educação pública no Brasil

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Das avaliações contínuas ao fortalecimento da gestão escolar, conheça as políticas por trás da liderança do Estado no Ideb e no Saeb em todas as etapas da educação básica

O Paraná tornou-se, em 2025, o único estado brasileiro a liderar simultaneamente o Ideb e o Saeb em todas as etapas da educação básica no ensino público. Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, alcançou o Ideb de 6,9, acima da média nacional de 6,1. Nos anos finais, chegou a 5,8, enquanto o país registrou 5,0. No Ensino Médio — historicamente o maior gargalo da educação pública brasileira — o Estado atingiu 5,1, tornando-se a única rede estadual a ultrapassar a nota 5,0, frente à média nacional de 4,3.

Além de liderar o ranking nacional, o Paraná também reduziu a distância entre a qualidade do ensino público e do privado. Em apenas dois anos, a diferença no Ideb caiu pela metade nos anos iniciais do Ensino Fundamental — de 1,1 para 0,5 ponto — e diminuiu de 1,2 para 0,8 ponto no Ensino Médio. O resultado mostra que a rede pública estadual cresceu mais rapidamente do que a privada, um movimento pouco comum no cenário educacional brasileiro, o que reforça o avanço da qualidade do ensino oferecido aos estudantes da rede pública.

IDEB 2025 (rede pública)
EtapaParanáBrasil
Anos iniciais6,96,1
Anos finais5,85,0
Ensino Médio5,14,3
Fonte: Inep/MEC

O que explica esse resultado?

Especialistas costumam afirmar que nenhum indicador educacional melhora com uma única política pública. No caso do Paraná, documentos da Secretaria de Estado da Educação (Seed), avaliações do Todos Pela Educação e dados do próprio governo apontam para um conjunto de medidas implementadas ao longo dos últimos anos.

1. A aprendizagem passou a ser acompanhada continuamente — e não apenas a cada dois anos

Antes, a principal fotografia da aprendizagem era o Saeb, aplicado bienalmente. Hoje, todas as escolas estaduais participam da Prova Paraná, uma avaliação periódica criada para identificar dificuldades e orientar intervenções pedagógicas ao longo do próprio ano letivo. Segundo a Seed, os resultados permitem que gestores e professores reorganizem os conteúdos antes que as defasagens se consolidem.

2. Formação de professores deixou de ser evento e virou política permanente

A Secretaria Estadual de Educação do Paraná ampliou a formação continuada para professores, pedagogos e diretores. Além da capacitação pedagógica, os gestores escolares passaram a receber acompanhamento mais próximo por parte dos Núcleos Regionais de Educação.

Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a qualidade da liderança escolar está entre os fatores que mais influenciam o desempenho dos estudantes.

3. Tecnologia e infraestrutura passaram a fazer parte da política pedagógica

Nos últimos anos, o Estado do Paraná ampliou os investimentos em conectividade, laboratórios, notebooks, robótica, climatização, reformas e novos equipamentos. A própria Secretaria informa que destina cerca de 30% do orçamento estadual à educação, percentual superior ao mínimo constitucional. “Mais do que comprar equipamentos, a estratégia foi integrá-los ao currículo”, afirma o secretário Roni Miranda.

4. Gestão escolar baseada em metas e apoio permanente

Uma das características mais citadas por pesquisadores e educadores é a combinação entre a autonomia das escolas e o acompanhamento sistemático por meio de indicadores.

Os resultados do Ideb passaram a ser monitorados juntamente com a frequência, a aprendizagem, o abandono e a evolução dos estudantes. Segundo Miranda, “esse modelo reduz o tempo entre a identificação do problema e sua solução”.

5. Foco no pedagógico

Embora os resultados do Ideb reflitam políticas implementadas ao longo de vários anos, um dos programas mais recentes do governo é o Parceiro da Escola, iniciado em 2023 e ampliado nos últimos dois anos.

O secretário sustenta que o programa contribuiu para criar condições administrativas que favorecem a aprendizagem. De acordo com o Secretário de Educação, ao transferir atividades administrativas, de manutenção e limpeza, e parte da gestão operacional para empresas especializadas, os diretores passaram a dedicar mais tempo ao acompanhamento pedagógico das equipes e à aprendizagem dos estudantes. “Esse modelo tem reduzido os cancelamentos de aulas e ampliado a presença dos gestores nas ações pedagógicas”, evidencia Miranda. 

Atualmente, 95 escolas participam do programa, atendendo cerca de 61 mil estudantes. Segundo dados oficiais apresentados pela Seed-PR e pela APG.Gov, essas escolas registraram um crescimento de 67% nas observações pedagógicas realizadas pelos diretores, com aprovação do programa por 99% dos diretores participantes. “Com a entrada do parceiro, eu consegui me desvencilhar de atividades burocráticas e administrativas e me dedicar 100% ao pedagógico, o que se refletiu em mais aprendizado para nossos alunos”, salienta a diretora do Colégio Estadual João de Oliveira Franco, em Curitiba, Viviane Buch.

Para Frederico Melo, diretor-executivo da APG.Gov – uma das instituições parceiras -, um dos principais ganhos do Programa Parceiro da Escola foi criar condições para que alunos e professores permanecessem em sala de aula. “Nenhuma estratégia educacional funciona sem estudantes aprendendo e professores ensinando. Por isso, garantir o funcionamento regular das escolas foi nossa primeira meta”, destaca. O resultado, segundo ele, contribui para um cenário em que o Paraná registrou, em 2025, a maior taxa de frequência escolar do Ensino Médio entre as redes estaduais do país: 86,6%, acima da média nacional de 80,6%.

De acordo com a Seed-PR, uma das mudanças observadas nas escolas que aderiram ao programa foi a eliminação das chamadas aulas vagas — situações em que o professor se ausenta e a turma fica sem atendimento por falta de substituição, sendo um problema recorrente na educação pública brasileira. Um levantamento do Todos Pela Educação aponta que estudantes da rede pública perdem, em média, 21 dias letivos por ano devido a horários descobertos, o que equivale a 11% do calendário escolar. Em algumas redes, segundo a auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), essa perda pode chegar a 20% das aulas previstas. Na rede privada, a incidência é inferior a 5%, o que evidencia o impacto que a continuidade das aulas pode ter na aprendizagem.

O desafio agora é manter a liderança

Os resultados do Ideb e do Saeb colocam o Paraná em uma posição inédita na educação pública brasileira. O desafio agora é compreender quais políticas produziram efeitos mais duradouros, distinguir os impactos de ações consolidadas daqueles de iniciativas recentes e avaliar se esse modelo conseguirá manter um desempenho elevado nos próximos ciclos de avaliação. A resposta interessa não apenas ao Paraná, mas a gestores públicos de todo o país que buscam caminhos para elevar a qualidade da aprendizagem sem perder de vista a equidade e a sustentabilidade das políticas educacionais.

Sobre o Ideb

Criado em 2007 pelo Ministério da Educação (MEC), o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) é o principal indicador da qualidade da educação brasileira. A nota, que varia de zero a dez, combina dois fatores: o desempenho dos estudantes nas provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), que medem a aprendizagem em Língua Portuguesa e Matemática, e os indicadores de fluxo escolar, como aprovação, reprovação e evasão. Isso significa que um bom resultado no Ideb depende não apenas dos alunos aprenderem mais, mas também de permanecerem na escola e avançarem regularmente ao longo da trajetória escolar. Os resultados são divulgados a cada dois anos e servem de referência para acompanhar a evolução da educação pública e privada em estados, municípios e escolas de todo o país.

Sobre o APG.Gov

O APG Gov foi criado em 2023 pela Rede de Ensino Apogeu, instituição com 25 anos de atuação no setor educacional, reconhecida pela excelência acadêmica, pela inovação em gestão e pelos resultados consistentes construídos ao longo de sua trajetória. A Rede Apogeu integra o ecossistema da Raiz Educação, grupo educacional com atuação nacional, que contribui para o fortalecimento da governança, a expansão e a sustentabilidade do negócio, em sintonia com o propósito educacional e a trajetória de resultados da instituição. Atualmente, o APG Gov atua no Programa Parceiro da Escola, iniciativa vinculada à Secretaria de Estado da Educação do Paraná (SEED), sendo responsável pela gestão administrativa, operacional e de infraestrutura de 20 escolas públicas. Atende aproximadamente 15 mil alunos em oito municípios paranaenses e contribui para o fortalecimento da aprendizagem e para a ampliação de oportunidades para milhares de estudantes.

Direção segura começa antes de ligar o carro: ergonomia pode reduzir fadiga e riscos na condução

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Às vésperas da Semana Nacional de Trânsito, especialista alerta que postura, regulagem do banco e posição dos comandos podem interferir na capacidade de resposta do motorista

Com a proximidade da Semana Nacional de Trânsito, realizada de 18 a 25 de setembro, agosto pode ser um momento para motoristas reverem hábitos e condições que influenciam a segurança ao volante. Em 2026, a campanha nacional traz como mensagem “Desacelere. Seu bem maior é a vida”, reforçando a importância da prevenção e do comportamento responsável no trânsito.

Os números ajudam a dimensionar o problema. No Paraná, dados preliminares apontam 2.660 mortes no trânsito em 2025, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). No mesmo período, foram registradas 12.697 internações por lesões decorrentes do trânsito, que representaram mais de R$ 23,5 milhões em custos para o Sistema Único de Saúde (SUS).

“Segurança não começa quando o veículo entra em movimento. Ela começa no momento em que o motorista se posiciona para dirigir. Banco, volante, pedais e comandos precisam estar ajustados para que os movimentos sejam naturais, sem exigir esforço excessivo ou posições desconfortáveis. Quando o condutor precisa compensar uma regulagem inadequada com o próprio corpo, isso pode gerar cansaço e desconforto ao longo do trajeto”, explica Ariane Monaro, diretora da Autonomoz.

Ergonomia deve fazer parte dos cuidados no trânsito 

Quando se fala em prevenção, velocidade, uso do celular, manutenção do veículo e respeito às leis costumam ocupar o centro das discussões. Mas a direção segura começa antes mesmo de ligar o carro. A forma de se posicionar no banco, a distância dos pedais e do volante, o apoio da coluna e a facilidade para alcançar os comandos interferem no conforto e na forma de conduzir o veículo.

A ergonomia ganha importância principalmente para motoristas profissionais e pessoas que permanecem longos períodos ao volante. Uma posição inadequada mantida durante horas pode favorecer desconfortos musculares, dores nas costas e fadiga, tornando a condução mais desgastante e reforçando a necessidade de incorporar o tema às medidas de prevenção.

Prevenção também passa pela rotina do motorista

Para quem trabalha diariamente no trânsito, a segurança depende de um conjunto de fatores que começa antes da primeira corrida e se estende por toda a jornada. Além da postura adequada, entram nesta rotina a verificação das condições do veículo, o uso correto dos equipamentos de segurança, o planejamento do trajeto, o respeito aos períodos de descanso e a atenção aos primeiros sinais de cansaço.

No caso do transporte corporativo, a segurança deve fazer parte da cultura e dos processos. Na Autonomoz, a prevenção inclui monitoramento das viagens em tempo real por videotelemetria, orientações periódicas sobre direção defensiva e condução segura, além de recomendações sobre manutenção preventiva e cumprimento das normas de trânsito. A empresa, que está há nove anos no mercado, já atingiu a marca de mais de 270 milhões de quilômetros percorridos.

A experiência da empresa reforça que ações aparentemente simples – como orientar a postura correta, discutir fadiga, revisar comportamentos de risco e acompanhar indicadores da operação – podem contribuir para tornar a segurança um hábito permanente entre os profissionais.

“É preciso olhar para tudo aquilo que pode ser corrigido antes. Preparar o motorista, oferecer condições adequadas e manter a segurança presente na rotina são atitudes que ajudam a construir um trânsito mais responsável. Esse cuidado precisa acontecer durante o ano inteiro”, conclui Ariane.

Seniortec 2026 abre inscrições gratuitas para todo o Brasil e debate como IA acelera decisões, produtos e resultados

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Evento da Senior reúne especialistas do Mercado Livre, AWS, Oracle, Alura e Hering e terá transmissão online para profissionais, estudantes e entusiastas de tecnologia

À medida que a inteligência artificial ganha espaço nas operações das empresas, o debate passa a se concentrar em seus efeitos práticos, em decisões mais ágeis, novos caminhos para o desenvolvimento de produtos e o impacto nos resultados. É com base nessa proposta que o Seniortec 2026, um dos principais eventos técnicos de tecnologia do país, chega à sua 18ª edição com o conceito “Inteligência que acelera”. As inscrições para acompanhar o evento on-line e ter acesso à programação são gratuitas e seguem até 23 de setembro.

Realizado pela Senior, o Seniortec acontece no dia 23 de setembro,  das 8h às 18h25, no Teatro Carlos Gomes, em Blumenau (SC). A programação presencial é voltada aos colaboradores da companhia, enquanto profissionais de tecnologia e estudantes de todo o país poderão acompanhar gratuitamente o evento on-line, com acesso às palestras, plenárias e interações com o público remoto.

Ao longo de quase duas décadas, o evento já reuniu mais de 17 mil participantes e 185 palestrantes, consolidando-se como um espaço de troca de conhecimento entre profissionais que acompanham as principais transformações do setor. Em 2026, a programação terá 14 espaços para palestras, sendo 12 deles já com conteúdos  confirmados, com discussões sobre inteligência artificial, engenharia de plataforma, dados, produto e design.

Entre os nomes confirmados estão especialistas e lideranças com atuação em empresas como Mercado Livre, AWS, Dati, Alura e Hering, reunindo diferentes perspectivas sobre o mercado de tecnologia. A edição também conta com o patrocínio de empresas como Oracle, AWS, Dati, AK Networks, SentinelOne, MongoDB, Selbetti e Unitech.

Da adoção da IA à velocidade da transformação

A proposta do Seniortec 2026 é mostrar como as empresas estão utilizando a tecnologia na prática e o potencial que ela gera no futuro das organizações. O conceito “Inteligência que acelera” parte da percepção de que ter acesso à IA já não representa, por si só, uma vantagem competitiva. O diferencial está na capacidade de aplicar essa inteligência para acelerar processos, decisões, produtos e resultados.

A programação reúne keynotes, palestras técnicas e momentos de networking sobre temas como inovação, dados e inteligência artificial, aproximando desenvolvedores, profissionais de TI, estudantes, parceiros e demais integrantes do ecossistema de tecnologia.

Além da programação presencial em Blumenau, estão previstas atividades em Aparecida de Goiânia (GO), Rio de Janeiro (RJ) e Itu (SP), ampliando o alcance do evento dentro da companhia.

Para quem não faz parte da Senior, a transmissão on-line mantém a programação aberta à comunidade de tecnologia. O formato permite que profissionais e estudantes de diferentes regiões do país acompanhem todo o conteúdo, sem necessidade de vínculo com uma empresa específica.

Serviço – Seniortec 20266

Data: 23 de setembro de 2026
Hora: das 8h às 18h25
Local: Teatro Carlos Gomes — Blumenau (SC)
Formato: presencial para colaboradores da Senior e transmissão on-line aberta ao público
Inscrições on-line: de 11 agosto a 23 de setembro
Informações e inscrições: senior.com.br/seniortec