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5 mil tsurus simbolizam espera por transplantes em exposição do Hospital Angelina Caron no Aeroporto Afonso Pena

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Com mais de 3,4 mil transplantes realizados em 25 anos, hospital leva ao terminal histórias de pacientes e uma instalação que chama atenção para a importância da doação de órgãos

Uma dobradura de papel é pequena. Quatro mil delas reunidas ajudam a dimensionar uma espera que envolve milhares de famílias. Entre 21 de setembro e 21 de outubro, o Hospital Angelina Caron (HAC) leva ao Aeroporto Internacional Afonso Pena a terceira edição da exposição Histórias de Transplantes, iniciativa criada para aproximar a sociedade das histórias de pacientes transplantados e ampliar a conscientização sobre a importância da doação de órgãos.

Neste ano, a exposição ganha uma instalação formada por 5 mil tsurus, origamis tradicionalmente associados à esperança e à longevidade, que irão representar as mais de 5 mil pessoas que aguardam pela oportunidade de receber um órgão ou tecido no Paraná. A construção da instalação será coletiva e começa antes mesmo da abertura da mostra. No dia 2 de setembro, à tarde, o Hospital Angelina Caron promove uma oficina de origami aberta à comunidade, reunindo também colaboradores, pacientes e acompanhantes para o início da produção dos tsurus. As dobraduras feitas durante a atividade serão incorporadas à instalação que seguirá para o Aeroporto Afonso Pena, transformando a participação de cada pessoa em parte da exposição.

A ação acontece durante o Setembro Verde, mês dedicado à conscientização sobre a doação de órgãos e ganha significado especial no ano em que o Hospital Angelina Caron completa 25 anos de atuação em transplantes.

Hospital Angelina Caron e uma trajetória ligada aos transplantes

Nesse cenário, o Hospital Angelina Caron construiu uma trajetória de referência na realização de transplantes no Paraná. Desde o início do serviço, em 2001, o HAC já realizou 3.401 transplantes, número contabilizado até 16 de agosto de 2026. Somente neste ano, até a mesma data, foram 98 procedimentos, entre transplantes de rim, fígado, coração, pâncreas-rim, córneas e medula óssea, além do transplante renal intervivos.

Em 2026, o hospital já contabiliza 34 transplantes renais, 24 de fígado, 20 de medula óssea e quatro de coração, entre outros procedimentos.

São 25 anos de atuação em uma área que exige estrutura de alta complexidade, equipes especializadas e acompanhamento contínuo dos pacientes. Essa experiência também está na origem da exposição Histórias de Transplantes, criada pelo Hospital Angelina Caron para aproximar a sociedade das histórias de pacientes transplantados e ampliar a conscientização sobre a importância da doação de órgãos. “É motivo de muito orgulho olhar para essa trajetória e para o que o Serviço de Transplantes do Hospital Angelina Caron representa hoje para o Paraná. Esse reconhecimento foi construído ao longo de muitos anos, com dedicação, conhecimento e o trabalho de equipes altamente especializadas. Ser referência também nos traz a responsabilidade de continuar avançando, qualificando a assistência e estando ao lado de pacientes e famílias em um dos momentos mais importantes de suas vidas”, afirma Dr. João Eduardo Leal Nicoluzzi (CRM-PR 14148), coordenador e chefe do Serviço de Transplantes do Hospital Angelina Caron.

Histórias por trás dos números

Dados consolidados de 2025, divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde do Paraná em maio deste ano com base no Registro Brasileiro de Transplantes, mostram que o Paraná registrou 2.255 transplantes de órgãos e tecidos no período. Foram 460 transplantes de rim, 293 de fígado, 31 de coração, 1.066 de córnea e 405 de medula.

O Estado também alcançou 38,9 doadores efetivos por milhão de habitantes em 2025, segunda maior taxa do Brasil e quase o dobro da média nacional, de 20,3. Outro indicador importante está na decisão das famílias: a taxa de recusa à doação no Paraná ficou em 33%, enquanto a média brasileira foi de 45%.

Foi justamente a experiência acumulada ao longo desses 25 anos que deu origem à exposição. Em vez de falar sobre doação apenas por meio de números, Histórias de Transplantes coloca as pessoas no centro da narrativa, apresentando relatos de pacientes e famílias que tiveram suas vidas transformadas pela possibilidade de um transplante.

Keteling Maiara da Silva de Farias, de 27 anos, já esteve entre as pessoas que aguardavam por essa oportunidade. Diabética desde os seis anos, ela descobriu a insuficiência renal após enfrentar a perda da visão e passou três anos e meio em hemodiálise. Nesse período, chegou a ser chamada algumas vezes para um possível transplante, mas a incompatibilidade dos órgãos adiou o procedimento. O desgaste físico e emocional foi tamanho que, em determinado momento, pensou em desistir.

A oportunidade veio no Hospital Angelina Caron e marcou o início de uma nova fase. Hoje, além de ter retomado a rotina, Keteling encontrou no esporte uma forma de ressignificar a própria história e já coleciona medalhas em competições. “Essas medalhas não são só minhas. Tudo o que estou conseguindo hoje também é graças à família do doador, que, no momento mais difícil do luto, me deu a chance de permanecer aqui. Eu preciso fazer essa oportunidade valer a pena. Por isso, cada medalha que conquisto também é da família do meu doador”, afirma.

Depois de passar pelo Shopping Mueller e pelo Aeroporto Afonso Pena, em edições anteriores, a mostra retorna ao terminal aeroportuário em 2026, onde permanecerá durante um mês no saguão de embarque.

A escolha de setembro também dialoga com o Dia Nacional da Doação de Órgãos, celebrado em 27 de setembro, data dedicada a ampliar a informação e, principalmente estimular uma conversa que precisa começar dentro das famílias.

No Brasil, mesmo que uma pessoa tenha manifestado em vida o desejo de ser doadora, a doação de órgãos após a morte depende da autorização familiar. Por isso, comunicar às pessoas próximas o desejo de ser doador é uma das principais mensagens da campanha.

Paraná se destaca na doação de órgãos

Dados consolidados de 2025, divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde do Paraná em maio deste ano com base no Registro Brasileiro de Transplantes, mostram que o Paraná registrou 2.255 transplantes de órgãos e tecidos no período. Foram 460 transplantes de rim, 293 de fígado, 31 de coração, 1.066 de córnea e 405 de medula.

O Paraná também alcançou 38,9 doadores efetivos por milhão de habitantes em 2025, segunda maior taxa do Brasil e quase o dobro da média nacional, de 20,3. A taxa de recusa familiar à doação no Estado ficou em 33%, enquanto a média brasileira foi de 45%.

Em 2024, o Paraná registrou 500 doadores efetivos, que possibilitaram 903 transplantes de órgãos e 1.248 transplantes de córneas. Naquele ano, o Estado alcançou 42,3 doadores por milhão de habitantes e liderou o Brasil pelo segundo ano consecutivo. 

A estrutura estadual envolve aproximadamente 700 profissionais, além de equipes transplantadoras, laboratórios e Organizações de Procura de Órgãos distribuídas pelo Paraná.

Para o Hospital Angelina Caron, levar essas histórias para fora do ambiente hospitalar também é uma maneira de aproximar a população de um assunto que muitas vezes só entra na conversa quando uma família se depara diretamente com ele.

“Por trás de cada transplante existem duas famílias vivendo momentos profundamente diferentes: uma enfrenta a dor da perda e, em meio a ela, toma uma decisão de enorme generosidade; a outra recebe uma nova possibilidade de vida. É essa conexão que queremos tornar visível. Falar sobre doação de órgãos dentro de casa é um gesto simples, mas que pode mudar o destino de muitas pessoas”, afirma Bernardo Caron, Co-CEO do Hospital Angelina Caron.

Serviço

Histórias de Transplantes – Hospital Angelina Caron
Período: 21 de setembro a 21 de outubro de 2026
Local: Aeroporto Internacional Afonso Pena – saguão de embarque
São José dos Pinhais – Paraná

Projeto MEGA volta a Paranaguá com 65 vagas e capital semente de R$ 2 mil para os 4 melhores alunos 

Nova turma do programa, terá quatro empreendedores premiados pelo desempenho e frequência; inscrições são abertas para moradores do Litoral

Depois de reunir mais de 150 inscritos na última edição em Paranaguá, o Projeto MEGA, Movimento Empreendedorismo Gerando Alternativas, está de volta ao município com uma nova turma e 65 vagas gratuitas para empreendedores do Litoral. 

Realizado pela GERAR, Geração de Emprego, Renda e Apoio ao Desenvolvimento Regional, o programa oferece formação prática para quem já tem um negócio ou deseja começar a empreender.

A nova turma terá aulas nos dias 8, 9, 10, 11, 14, 15, 16 e 17 de setembro, das 18h30 às 22h30, além de consultorias individuais. 

A formação será realizada no Centro da Juventude de Paranaguá, na Rua Vidal Vanhoni, nº 347, Vila dos Comerciários.

Faça sua inscrição neste link: 

https://forms.gle/G8bZrQpxy8WasVsy9

Uma das novidades desta edição é o aumento do capital semente oferecido aos participantes. Agora, os quatro empreendedores que obtiverem melhor desempenho e frequência integral na capacitação poderão receber R$ 2 mil cada, recurso que deverá ser utilizado exclusivamente no crescimento do próprio empreendimento.

“Estamos voltando a Paranaguá porque percebemos o quanto existe de interesse e potencial entre os empreendedores da região. O Projeto MEGA não entrega apenas conhecimento, ele oferece ferramentas para que cada participante consiga olhar para o próprio negócio de forma mais estratégica, tomar decisões com mais segurança e identificar caminhos para crescer. Nesta edição, ampliamos também o incentivo, com quatro capitais sementes de R$ 2 mil”, afirma a coordenadora do Projeto MEGA, Valquíria Crispim.

Ao longo de 32 horas de formação presencial, os participantes terão contato com conteúdos voltados à realidade dos pequenos negócios, como gestão financeira, marketing, vendas, precificação, atendimento ao cliente, planejamento estratégico e formalização. A proposta é transformar o conhecimento em ferramentas que possam ser aplicadas no dia a dia do empreendimento.

O acompanhamento continua após o encerramento das aulas. Cada participante terá direito a dois meses de consultoria individual com especialistas, que irão auxiliar na aplicação dos conteúdos e no desenvolvimento do negócio.

Além da capacitação e das consultorias, os participantes recebem gratuitamente apostila, bloco de anotações, caneta, camiseta, lanche durante os encontros, certificado de conclusão e uma logomarca personalizada para o empreendimento.

O Projeto MEGA já beneficiou mais de 6 mil pessoas no Paraná e em Santa Catarina, contribuindo para a geração de renda, o fortalecimento de pequenos negócios e a criação de novas oportunidades para centenas de famílias.

A formação é destinada a pessoas com 18 anos ou mais, tanto para quem já possui um negócio quanto para quem pretende começar a empreender.

Serviço

Projeto MEGA, Formação Gratuita de Empreendedorismo emParanaguá
Vagas: 65
Datas: 8, 9, 10, 11, 14, 15, 16 e 17 de setembro
Horário: das 18h30 às 22h30, mais consultorias
Local: Centro da Juventude de Paranaguá
Endereço: Rua Vidal Vanhoni, nº 347, Vila dos Comerciários

Informações: Valquíria, (41) 99905-1757

Curitiba recebe apresentações e oficinas de contações de histórias gratuitas

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Curitiba recebe apresentações e oficinas de contações de histórias gratuitas

Iniciativa reúne artistas que vão ministrar capacitações matutinas e apresentações vespertinas; inscrições já estão abertas pelo (@gogoiacultural)

A Biblioteca Pública do Paraná (BPP) receberá uma extensa programação cultural gratuita voltada aos amantes da arte de contar histórias. As ações ocorrerão de 31 de agosto a 10 de setembro, englobando oficinas formativas pela manhã e espetáculos abertos ao público à tarde. O objetivo é democratizar o acesso à literatura oral e fomentar o intercâmbio entre os profissionais do setor na capital paranaense.

Os interessados já podem se inscrever sem custos pelo perfil oficial da produtora no Instagram (@gogoiacultural). As vagas são limitadas e outras informações podem ser obtidas pelo e-mail quantomaissefala@gmail.com.

A iniciativa visa atender não apenas quem deseja se aperfeiçoar na prática de contar histórias, mas também o público interessado em apreciar boas sessões de narrativas. As aulas da manhã direcionam-se a iniciantes e a profissionais experientes do segmento, abordando desde a expressão corporal até o uso de objetos em cena.

Intercâmbio e seleção artística

Para compor a agenda da tarde, os contadores foram escolhidos por meio de um edital do projeto Quanto mais se fala, mais famoso fica: versões de contos populares, atualmente em sua segunda edição. A escolha busca fortalecer a troca de experiências entre os talentos locais e regionais.

“A ideia de um edital dentro do projeto foi a de promover encontros e intercâmbio entre os artistas. Assim, podemos expandir o olhar e conhecer sempre mais trabalhos”, destaca Lígia Quirino, produtora da Gogoia Cultural (@gogoiacultural).

Múltiplos atrativos

Ao longo de 2026, a programação já vem desenvolvendo eventos descentralizados em Curitiba, como rodas de leitura, workshops e peças teatrais. Essas realizações acontecem em parceria com as Casas da Leitura da Fundação Cultural de Curitiba, a própria BPP, a Secretaria Municipal de Educação e a Fundação de Ação Social (FAS).

No total, o cronograma prevê a execução de 195 atividades voltadas ao incentivo à leitura e à difusão da tradição oral. “A expectativa é impactar mais de 8 mil pessoas de variadas faixas etárias, distribuídas por todas as regionais da capital paranaense”, ressalta Lígia.

A segunda edição de Quanto mais se fala, mais famoso fica: versões de contos populares é viabilizada com recursos do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura Municipal. A produção é assinada pela Gogoia Cultural (@gogoiacultural), com apoio do Colégio Positivo.

Confira a programação completa

Oficinas Formativas

Horário: 8h30 às 12h

Local: Auditório da Biblioteca Pública do Paraná (Rua Cândido Lopes, 133 – Centro, Curitiba)

Inscrições: Link na bio do Instagram @gogoiacultural

31/08 (Segunda-feira): A expressão corporal para contação de histórias, com Carlos Moreira

01/09 (Terça-feira): A contação de histórias como incentivo à leitura, com Ciliane Vendruscolo

02/09 (Quarta-feira): A voz do contador de histórias, com Lilyan de Souza

03/09 (Quinta-feira): Contação de histórias, suas versões e formatos, com Lucas Buchile

04/09 (Sexta-feira): A contação de histórias com objetos, com Lucas Mattana

Apresentações e Espetáculos

Horários: Duas sessões diárias, às 14h e às 15h

Local: Auditório da Biblioteca Pública do Paraná (Rua Cândido Lopes, 133 – Centro, Curitiba)

Entrada: Gratuita (por ordem de chegada) | Classificação: Livre

02/09 (Quarta-feira): Histórias de Encantaria – Contos Africanos, afro-brasileiros e originários, com André Daniel

03/09 (Quinta-feira): Contação de Histórias, com Caroline Casagrande

04/09 (Sexta-feira): Histórias Contadas com Origamis, com Irene Tanabe

09/09 (Quarta-feira): Contações de Histórias, com Vinícius Mazzon

10/09 (Quinta-feira): Causos de Causar, com Contações da Mila

Informações: Pelo e-mail quantomaissefala@gmail.com

Crédito da foto: Allan Martins Fotografia

Sicredi apresenta cases de sucesso no VIII Encontro Nacional de Diversidade e Inclusão

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Evento aconteceu no Espaço de Educação Padre Theodor Amstad, em Curitiba, e apresentou práticas de equidade de empresas como Petrobras, Mondelēz e Votorantim Cimentos

Em um cenário marcado pela polarização e por debates que colocam as políticas de diversidade sob os holofotes, empresas brasileiras têm sido desafiadas a provar que inclusão e resultados caminham juntos. Foi essa a tese que abriu o VIII Encontro Nacional de Diversidade e Inclusão, promovido pela seção Paraná da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) na última sexta-feira (21), em Curitiba, e que serviu de pano de fundo para o case apresentado pelo Sicredi, anfitrião do evento.

Na palestra de abertura, “A Virada da Diversidade”, o fundador da consultoria Mais Diversidade e do Instituto Mais Diversidade, João Yosef Torres, defendeu que as estratégias de inclusão deixaram de ser agenda social para se tornarem fator de performance, engajamento e vantagem competitiva. O diagnóstico deu o tom de um dia dedicado a cases de grandes empregadores do país, entre eles Petrobras, Mondelēz International, MBRF, Sicredi e Votorantim Cimentos.

“O segredo é a gente deixar de tratar as pautas de diversidade e inclusão como pautas paralelas e colocá-las como alavanca de negócio. Precisamos olhar para a diversidade e inclusão não como um fim em si mesmo, mas como um meio para que as organizações tenham mais sucesso, vendam mais e aumentem sua produtividade”, argumentou o palestrante.

O encontro foi realizado no Espaço de Educação Padre Theodor Amstad, em Curitiba, e teve a abertura conduzida pelo gerente de Pessoas e Cultura da Central Sicredi PR/SP/RJ, Marcos Antônio Primão – que também é Coordenador do Comitê de Inclusão, Diversidade e Equidade, ao lado do presidente da ABTD, Ademar Ramos. “Ver aqui as grandes indústrias do país compartilhando cases, com especialistas como o João, e saber que o Sicredi também está nesse caminho, é muito bom”, destacou o presidente.

“Sediar um evento nacional como esse é motivo de orgulho: ampliamos nosso horizonte, trocamos experiências por meio dos cases e das palestras e fortalecemos um tema que é essencial para nós. O Sicredi é uma sociedade de pessoas, não uma sociedade de capital, e isso se traduz na prática do dia a dia, nas contratações e no nosso ambiente interno de inclusão. O objetivo de uma área de pessoas e cultura é cuidar de todo o ciclo de vida do colaborador, e em cada etapa — da atração ao desligamento — a diversidade e a inclusão precisam estar presentes”, ressaltou Primão.

Cases de Sucesso

O Sicredi já desenvolve inúmeras iniciativas voltadas ao tema, por meio das quase 100 cooperativas do sistema espalhadas pelo país. Durante o evento, foi apresentado o trabalho de uma delas: a Sicredi Campos Gerais, Grande Curitiba, Vale do Ribeira e Força dos Ventos PR/SP. Durante o evento, a gerente de Pessoas e Cultura, Juliana Denck, apresentou a palestra “Sicredi: Experiência de Boas Práticas em Diversidade, Equidade e Inclusão”. Em sua fala, ela lembrou que a diversidade faz parte do DNA do cooperativismo de crédito, refletindo a pluralidade dos próprios associados.

“Apresentamos o que já fazemos na nossa essência, sem precisar de um case específico. A diversidade de uma cooperativa existe para atender a diversidade dos nossos associados”, afirmou Juliana. “Queremos que as pessoas se vejam aqui, cheguem à liderança e não sejam apenas a pessoa com deficiência ou a pessoa negra que entrou para cumprir uma cota, mas que participem ativamente de tudo”, reforçou.

A executiva apresentou os números da cooperativa em dimensões como gênero, raça, orientação sexual e pessoas com deficiência, e ressaltou o trabalho de atração de talentos. Entre as iniciativas, está a busca ativa de candidatos imigrantes — de países como Angola e Haiti — por meio dos grupos de afinidade e do contato direto pelo LinkedIn, ampliando a representatividade nas equipes, especialmente em um centro urbano como Curitiba.

Outro destaque foi o projeto “Trabalho Protegido”, desenvolvido em parceria com a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE). Três colaboradores efetivos da cooperativa — Thais, Paulinha e Wesley — atuam na produção das sacolas de papel kraft entregues aos novos associados na abertura de contas, conciliando as atividades com o acompanhamento educacional e de cuidado oferecido pela instituição.

“São colaboradores efetivos, que usam o crachá com orgulho e participam de todas as nossas ações e convenções. As famílias nunca imaginaram que os filhos estariam em uma empresa como o Sicredi, e isso emociona muito”, relatou Juliana.

Além disso, a cooperativa mantém, desde 2021, um comitê de inclusão, diversidade e equidade, que promove ciclos de discussão duas vezes por ano envolvendo seus mais de 1.400 colaboradores. Entre os temas já abordados estão religião e espiritualidade e a vivência de pessoas neurodivergentes, com foco no transtorno do espectro autista. Novos módulos de formação, em formato on-line, estão previstos para setembro e novembro.

Para o Sicredi, sediar e integrar o encontro reforça o compromisso da instituição em construir ambientes de trabalho plurais, nos quais cada pessoa possa se reconhecer e desenvolver-se — princípio alinhado à própria natureza do cooperativismo. E esse conceito vem sendo replicado no dia a dia das cooperativas nas comunidades onde estão inseridas.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10  milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3,1 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui

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Sicredi leva ao Concred 2026 debate sobre o bem-estar financeiro no Brasil

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Instituição financeira cooperativa destaca o papel do cooperativismo na construção de uma relação mais saudável e sustentável com o dinheiro

O bem-estar financeiro vem ganhando espaço nas discussões sobre a relação dos brasileiros com o dinheiro. Mais do que ter acesso ao crédito ou organizar o orçamento no curto prazo, o conceito engloba aspectos como planejamento, capacidade de lidar com imprevistos, realização de projetos de vida e construção de uma relação mais equilibrada e sustentável com as finanças ao longo do tempo.

É nesse contexto que o Sicredi, instituição financeira cooperativa com presença em todo o Brasil e mais de 10,5 milhões de associados, levará o tema ao 16º CONCRED, que acontece do dia 26 ao dia 28 de agosto, promovido pela Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebras) e considerado o maior evento de cooperativismo de crédito da América Latina, reunindo cerca de 3 mil participantes, entre lideranças, pesquisadores e representantes das principais instituições do setor.

A instituição é uma das patrocinadoras do evento, que será realizado de 26 a 28 de agosto, no Centro de Convenções da PUC Goiás, em Goiânia (GO). Durante a programação, o  Diretor-Presidente do Banco Cooperativo SIcredi, César Gioda Bochi, participará do painel “Além do Crédito: As Forças que Vão Moldar o Cooperativismo Financeiro até 2030”, levando para o debate o tema “Cooperativismo que transforma: o futuro do bem-estar financeiro no Brasil”.

O painel reunirá representantes de diferentes sistemas cooperativos para uma discussão conjunta sobre os desafios e as oportunidades do setor na promoção do bem-estar financeiro, inovação e do futuro do cooperativismo financeiro

“A construção do bem-estar financeiro está diretamente relacionada à capacidade de as pessoas tomarem decisões mais conscientes sobre o dinheiro e desenvolverem segurança para realizar seus projetos de vida. O modelo cooperativo de crédito proporciona proximidade do associado e das comunidades e por isso que acreditamos e defendemos tanto que este tema deve fazer parte do da agenda estratégica das cooperativas”, afirma César Bochi.

A participação no CONCRED 2026 reforça ainda a importância da intercooperação, da convergência das prioridades, especialmente em cenários desafiadores e o compromisso coletivo com a perenidade e crescimento do modelo de negócio cooperativo no Brasil.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3,1 mil agências, está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando mais de 300 produtos e serviços financeiros.

Sicredi supera R$ 500 bilhões em ativos e reforça trajetória de expansão

Em cinco anos, instituição quase triplicou de tamanho, ampliou sua base de associados e fortaleceu sua atuação junto a produtores rurais, empresas e famílias em todo o país

O Sicredi superou a marca de R$ 500 bilhões em ativos totais em julho de 2026, consolidando uma trajetória de forte expansão nos últimos cinco anos. Desde julho de 2021, os ativos cresceram 175%, passando de R$ 182,5 bilhões para R$ 502 bilhões. O avanço representa mais de R$ 319,5 bilhões adicionados ao balanço da instituição, tornando o Sicredi 2,8 vezes maior no período.

O crescimento foi impulsionado pela combinação de presença física, relacionamento próximo e investimentos contínuos na evolução da experiência digital dos associados. O número de associados praticamente dobrou em cinco anos, passando de 5,28 milhões para 10,5 milhões.

Buscando atender as pessoas de forma cada vez mais consultiva e próxima, o Sicredi abriu mais de mil agências desde 2021, ampliando sua presença física em 49% e alcançando a marca de mais de 3,1 mil pontos de atendimento em todo o país, distribuídos por mais de 2,1 mil municípios. Atualmente, a instituição está presente em mais de 200 municípios onde é a única instituição financeira com atendimento físico à população.

“O alcance do marco reflete a confiança dos associados, a solidez do nosso modelo de negócio e a capacidade de crescer de forma sustentável, mantendo uma estrutura financeira robusta para apoiar o desenvolvimento das pessoas, das empresas e das comunidades onde atuamos.” afirma Alexandre Barbosa, diretor executivo de Administração e Finanças do Sicredi.

No mesmo período em que os ativos cresceram 174%, a carteira de crédito expandida avançou 165,5%, passando de R$ 111,7 bilhões para R$ 296,7 bilhões. Esse crescimento reflete a expansão da atividade financeira do Sicredi como um todo. Para além do crédito, destacam-se também, entre os ativos, os títulos, aplicações interfinanceiras de liquidez e outros ativos financeiros, evidenciando o avanço da instituição tanto na concessão de crédito quanto na administração dos recursos confiados pelos associados.

O desempenho acompanha a expansão do cooperativismo financeiro no Brasil. Em dezembro de 2025, os ativos do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo ultrapassaram a marca de R$ 1 trilhão, segundo dados do Banco Central. Com mais de R$ 500 bilhões em ativos, o Sicredi responde por aproximadamente metade desse volume, reforçando sua relevância para o desenvolvimento do segmento no país.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10,5 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3,1 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

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De pai para filha: voluntariado aproxima gerações e transforma a rotina de pacientes

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Com 430 voluntários e 21 programas, iniciativa dos hospitais Universitário Cajuru e São Marcelino Champagnat vai da condução de pacientes às visitas de animais

“Espero que essa jornada e esse amor que ele plantou em mim não acabem e que eu possa passar adiante para meus filhos e conhecidos o quão necessário e bom é ser voluntário.” Aos 18 anos, Maria Clara Demarchi dá continuidade a uma história que começou antes mesmo de ela nascer. Na infância, cresceu ouvindo o pai, Marcio Juarez Demarchi, contar sobre os anos em que dedicou parte da rotina ao voluntariado. Desde maio de 2026, os dois dividem as manhãs de sexta-feira pelos corredores do Hospital Universitário Cajuru, em Curitiba (PR), que atende 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Pai e filha fazem parte de um programa que completa 20 anos de história em 2026. Criado em 2006, o Voluntariado Marista Hospitalar, iniciativa dos hospitais Universitário Cajuru e São Marcelino Champagnat, do Grupo Marista, começou com poucas pessoas e uma única atividade. Hoje, reúne 430 voluntários em 21 programas que combinam acolhimento, solidariedade e humanização no ambiente hospitalar.

Do primeiro projeto a 8 mil atendimentos em 2025

O Acompanhamento Solidário foi o primeiro programa de voluntariado dos hospitais e permanece, 20 anos depois, como o maior deles. Atualmente, cerca de 110 voluntários, entre eles Maria Clara e Marcio, auxiliam na condução de pacientes em cadeiras de rodas e macas para unidades de internação, exames, pré-operatório, centro cirúrgico e outros setores, conforme os protocolos estabelecidos. Somente em 2025, foram cerca de 8 mil atendimentos.

“Esse trabalho permite que o técnico de enfermagem permaneça onde está cuidando do paciente, enquanto o voluntário dá apoio nos deslocamentos que pode realizar. Quando os voluntários retornam depois do período de recesso, os profissionais dizem: ‘Graças a Deus vocês voltaram’. Isso mostra a importância que o trabalho conquistou dentro da rotina do hospital”, destaca a coordenadora do Voluntariado, Pastoral e NIMV – Núcleo de Identidade, Missão e Vocação dos hospitais Universitário Cajuru e São Marcelino Champagnat, Kelly Lorusso.

Antes de iniciar as atividades, os voluntários passam por capacitações específicas. Entre elas está o “Sentindo na Pele”, experiência em que utilizam macas e cadeiras de rodas para compreender a perspectiva de quem está hospitalizado. “É se colocar no lugar do outro. A gente trabalha desde o cuidado durante a condução até aquilo que pode ou não ser dito. São detalhes que fazem a diferença para quem está vivendo aquele momento”, explica Kelly.

Quando o cuidado vai além dos corredores

Com o passar dos anos, o trabalho ultrapassou os deslocamentos pelos corredores e passou a incluir iniciativas de acolhimento espiritual, contação de histórias, música, ludicidade e autocuidado, além de visitas de animais.

No Amigo Bicho, animais previamente avaliados por uma médica-veterinária voluntária visitam os pacientes acompanhados por seus tutores, que também fazem parte do voluntariado. Cães, gatos e até um pônei já passaram pelos hospitais. Mais recentemente, carneirinhos também começaram a realizar visitas duas vezes por mês. “Não é simplesmente ter um animal de estimação e trazê-lo. Existe uma avaliação para saber se ele está apto a entrar no ambiente hospitalar e como vai reagir”, salienta Kelly.

Já o Momento da Beleza busca levar à rotina de internação experiências simples de autocuidado, como maquiagem e limpeza de pele. “Quem está em um leito quer fazer mil coisas, menos estar ali. Às vezes, uma paciente faz uma maquiagem e diz: ‘Hoje eu precisava desse momento’. É um cuidado que ajuda a renovar a autoestima”, pontua.

Há ainda iniciativas voltadas à música e à ludicidade. O coral Encanto Marista reúne cerca de 20 voluntários e colaboradores, com ensaios semanais e apresentações pelos corredores dos dois hospitais, enquanto a Heroterapia leva personagens até os pacientes. “Às vezes pensam que isso só funciona com crianças, mas não. Quando eles passam pelos corredores, as pessoas ficam encantadas, querem tirar fotos. Essa parte lúdica também transforma o ambiente”, ressalta a coordenadora.

“Falo mais que o homem da cobra”

É na entrevista de ingresso que a equipe procura identificar em qual dessas atividades cada voluntário se encaixa melhor. Foi assim que Raul Otto Schneider, de 74 anos, encontrou seu lugar. Depois de trabalhar até dezembro de 2023 e enfrentar cinco cirurgias em decorrência de um descolamento de retina, ele decidiu, em 2026, procurar uma maneira de ajudar outras pessoas.

Na conversa com Kelly, Raul disse que “falava mais que o homem da cobra” e começou a explicar a origem da expressão curitibana. “Eu estava ouvindo e pensando onde poderia encaixá-lo. Quando ele contou aquela história, pensei: ‘Já sei onde vou colocar o senhor: contador de histórias’”, relembra.

Hoje, Raul percorre os quartos conversando com pacientes. “É uma experiência incrível. Ver enfermos que, pelo menos nos minutos em que o grupo permanece no quarto, esquecem seus problemas e compartilham sorrisos é gratificante. Estou muito feliz por participar desses momentos”, afirma.

O caminho de Maria Clara até o voluntariado começou dentro de casa. Em 2023, seu pai passou por uma cirurgia no Hospital Universitário Cajuru e também foi acolhido pelos voluntários. Após a alta, Marcio decidiu que, quando retomasse a atividade que havia exercido anos antes, seria na instituição. A filha foi junto. “Cresci ouvindo suas histórias, vendo vídeos e fotos e testemunhando as amizades que ele fez e que duram até hoje. Eu me apaixonei pelo voluntariado e queria ser voluntária o quanto antes”, relata Maria.

De uma escadinha para 430 integrantes

Kelly também acompanha essa transformação desde 2006. Ela chegou ao Hospital Universitário Cajuru no mesmo ano em que Nilza Maria Brenny idealizou o programa. Inicialmente auxiliar de escritório no Núcleo de Epidemiologia e Controle de Infecção (NECIH), começou a ajudar Nilza nas demandas do voluntariado, passou a atuar diretamente na área e, após a aposentadoria da idealizadora, assumiu a coordenação no início de 2026.

“Quando a gente fala de humanização, a gente pensa em voluntariado. Não basta executar uma atividade. É preciso acolher, estar presente e fazer com que o voluntário também se sinta pertencente à instituição”, frisa Kelly. O crescimento pode ser percebido até nas fotografias. Nos primeiros encontros, uma única escada era suficiente para reunir os voluntários. Hoje, os 430 integrantes precisam ser divididos em cinco grupos para as fotografias. Para celebrar o Dia Nacional do Voluntariado, em 28 de agosto, os hospitais prepararam uma programação especial em homenagem aos voluntários, com uma vivência no Memorial Marista e o tradicional jantar, que aconteceu dia 27.

Depois de acompanhar praticamente toda essa trajetória, Kelly resume o significado que o trabalho assumiu em sua própria vida. “Minha filha tem seis anos e pergunta o que eu faço no hospital. Depois ela mesma responde: ‘Já sei, mamãe. Você cuida de pessoas’. É isto: eu cuido de pessoas, sou apaixonada por esse trabalho e faço por amor”, declara.


Sobre o Hospital São Marcelino Champagnat

O Hospital São Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia, cirurgia robótica e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS e com a certificação de qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA) nível 3. Está orientado pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.

Academia XPlay acelera ritmo do Shopping Plaza Campos Gerais

Nova operação de 1.200 m² está instalada no piso G1, com estacionamento gratuito para alunos, área kids e integração a planos corporativos

Entrou em operação no dia 22 de agosto no piso G1 do Plaza Campos Gerais, em Ponta Grossa (PR), a XPlay Campos Gerais. A academia, que dispõe de uma área de 1.200 metros quadrados, funciona de segunda a sexta-feira, das 6h às 23h, e, aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 16h.

A XPlay é especializada em musculação, com aparelhos modernos e instrutores que auxiliam os alunos durante os treinos. Para a comodidade dos pais, o local dispõe de espaço kids com câmeras de monitoramento, permitindo que acompanhem os filhos em tempo real.

De acordo com o superintendente do Plaza Campos Gerais, Frederico Galvão, a chegada da academia deve contribuir para uma nova dinâmica de visitação ao shopping. “A expectativa é que a abertura da academia contribua de forma relevante para o aumento do fluxo recorrente do shopping, principalmente nos dias úteis e nos horários de menor movimento. Acreditamos que a nova operação terá um papel importante na atração de público, além de ampliar a permanência e a utilização dos serviços e da gastronomia do nosso empreendimento”, afirma o superintendente.

A unidade está oferecendo um plano promocional de inauguração por R$ 199 mensais. Além dos planos individuais, o estabelecimento mantém parceria com as plataformas de benefícios corporativos Wellhub e TotalPass. Além disso, os alunos matriculados na XPlay têm direito à isenção do estacionamento do shopping por duas horas diárias, durante o uso da academia.

Sobre o Shopping Plaza Campos Gerais 

Maior shopping da região, o Plaza Campos Gerais é o 12º empreendimento do Grupo Tacla, maior conglomerado de shopping centers do Sul do Brasil. Inaugurado em 2025, o mall tem 76 mil metros quadrados de área total e 27 mil de área locável. Localizado na região da Ronda, em Ponta Grossa (PR), conta com dois pavimentos comerciais e 130 operações entre lojas e quiosques. Inspirado nas linhas e formas da Escarpa Devoniana, o projeto arquitetônico transformou o mall em um marco para a cidade. Com dezenas de grandes marcas nacionais e internacionais, o Plaza Campos Gerais abriga ainda seis salas de cinema.

ANDRITZ é reconhecida com dois prêmios no Destaques do Setor ABTCP 2026

Premiação da ABTCP reforça o protagonismo da ANDRITZ na oferta de tecnologias eficientes, circulares e de baixo carbono para a indústria de celulose e papel

A ANDRITZ Brasil acaba de conquistar dois importantes reconhecimentos no Prêmio Destaques do Setor ABTCP 2026, uma das principais premiações da indústria de celulose e papel no Brasil. A empresa foi vencedora nas categorias Inovação, com a tecnologia SulfoLoop, e Sustentabilidade Ambiental, com uma solução integrada que reúne tecnologias avançadas para uma operação de celulose mais eficiente e sustentável.
O reconhecimento reforça a posição da ANDRITZ como parceira tecnológica da indústria e destaca sua capacidade de transformar desafios complexos do processo produtivo em soluções inovadoras, eficientes e alinhadas às demandas de sustentabilidade do setor.
Promovido pela Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), o Prêmio Destaques do Setor reconhece empresas e profissionais que contribuem para o desenvolvimento e a evolução de toda a cadeia de celulose e papel.
Na categoria Inovação, o destaque foi o SulfoLoop, tecnologia que permite produzir ácido sulfúrico dentro da própria fábrica de celulose a partir de correntes contendo enxofre geradas no processo produtivo. A solução recupera esse subproduto e o transforma em um insumo de valor, reduzindo a necessidade de aquisição externa e contribuindo para uma operação mais circular e eficiente.
O SulfoLoop integra a iniciativa CircleToZero, da ANDRITZ, que busca desenvolver tecnologias capazes de reduzir resíduos e emissões e transformar correntes secundárias dos processos industriais em produtos de maior valor.
Já na categoria Sustentabilidade Ambiental, a ANDRITZ foi reconhecida pela implantação de uma solução de gaseificação de biomassa que contribui para reduzir significativamente a dependência de combustíveis fósseis na produção de celulose. A tecnologia transforma cavacos e cascas de madeira em gás renovável, utilizado como combustível nos fornos de cal, permitindo a substituição de 100% do óleo BPF utilizado nessa etapa do processo.
Além de reduzir as emissões associadas ao uso de combustíveis fósseis, a solução aproveita recursos provenientes da própria cadeia produtiva, integrando a biomassa ao processo industrial e ampliando o uso de fontes renováveis na matriz energética da operação. O projeto demonstra como a integração entre tecnologia, recursos renováveis e processos industriais pode gerar ganhos ambientais concretos e apoiar a transição da indústria de celulose para uma operação de baixo carbono.
“Este reconhecimento representa muito mais do que a conquista de dois prêmios. Ele demonstra o impacto que a inovação tecnológica pode gerar quando está diretamente conectada aos desafios de sustentabilidade da indústria. Temos orgulho de desenvolver soluções que ajudam nossos clientes a operar de forma mais eficiente, circular e sustentável, contribuindo para o futuro do setor de celulose e papel”, afirma Luis Bordini, Diretor Presidente da ANDRITZ Brasil.
Os reconhecimentos evidenciam a capacidade da ANDRITZ de transformar desafios da indústria em soluções de alto valor, combinando tecnologia, experiência e conhecimento profundo dos processos para apoiar a evolução do setor de celulose e papel.

Nextcomm prepara franquias para chegar a 5 mil clientes no Brasil

Empresa de tecnologia, que já atendeu mais de 700 companhias e entregou 5 mil projetos, quer ampliar acesso a soluções de IA, atendimento e comunicação e alcançar 5 mil clientes até final de 2027

A Nextcomm completa 18 anos neste mês com os olhos voltados para a próxima etapa de sua trajetória: acelerar a expansão nacional por meio de um modelo de franquias. A empresa paranaense de tecnologia, fundada em 2008, em Curitiba, já entregou mais de 5 mil projetos e atendeu mais de 700 empresas em todos os estados brasileiros. Agora, pretende transformar a experiência acumulada em um modelo de negócio capaz de ampliar sua presença no país e contribuir para a meta de chegar a 5 mil clientes até dezembro de 2017.

A estratégia ocorre em um momento de avanço da inteligência artificial no relacionamento entre empresas e consumidores. Um levantamento da Twilio divulgado em janeiro deste ano mostra que 31% das empresas da América Latina já concluíram o desenvolvimento e implementaram IA conversacional para atendimento ao cliente. O índice supera a média global, de 28%.

Para Luiz Carlos Santin Junior, CEO e fundador da Nextcomm, a expansão por franquias representa um novo capítulo para uma empresa que passou por uma transformação significativa ao longo dos últimos anos.

“Chegamos aos 18 anos com uma empresa muito diferente daquela que começou em 2008. Construímos conhecimento, desenvolvemos tecnologia, entendemos as necessidades de diferentes mercados e, principalmente, percebemos que existe uma demanda enorme por soluções acessíveis e eficientes. Agora, queremos levar essa experiência para mais empresas e mais regiões do Brasil,”, afirma Santin.

Da telefonia à inteligência artificial

A Nextcomm iniciou sua trajetória como integradora de telefonia em nuvem e soluções digitais sob medida. Ao longo dos anos, ampliou sua atuação para áreas como automação de atendimento, CRM, cibersegurança e inteligência artificial.

A transformação ganhou força especialmente a partir da pandemia, quando a digitalização acelerou a demanda por ferramentas de comunicação e atendimento remoto. Em 2025, a empresa reposicionou sua marca e passou a apostar em soluções mais leves, modulares e acessíveis, especialmente para pequenas e médias empresas. Naquele momento, a companhia já estabelecia a meta de alcançar 5 mil clientes.

Entre as soluções desenvolvidas estão ferramentas de inteligência artificial para atendimento, relacionamento e vendas. A empresa também avançou na utilização de IA de voz por meio de uma parceria com a britânica ElevenLabs, especializada em tecnologia de voz gerada por inteligência artificial.

O acordo amplia a capacidade da Nextcomm de desenvolver soluções de atendimento por voz com IA para empresas brasileiras, incluindo aplicações em call centers, prospecção, vendas e relacionamento com clientes. A tecnologia permite que agentes de inteligência artificial realizem atendimentos simultâneos e funcionem de forma contínua, além de integrar informações das interações aos sistemas de CRM.

“A inteligência artificial deixou de ser uma promessa distante. Ela já está transformando a maneira como as empresas atendem, vendem e se relacionam com seus clientes. Nosso papel é tornar essa tecnologia mais acessível e aplicável à realidade das empresas brasileiras”, explica Santin.

Franquias como próximo passo

A criação do modelo de franquias surge como uma evolução natural da estratégia de escala da Nextcomm. A proposta é estruturar uma operação que possa ser replicada em diferentes regiões do país, aproximando a empresa de novos mercados e ampliando a oferta de soluções de tecnologia para empresas de diferentes portes.

A expansão também acompanha o posicionamento que a Nextcomm vem construindo nos últimos anos: democratizar o acesso à tecnologia e oferecer ferramentas que ajudem pequenas e médias empresas a ganhar eficiência, melhorar o atendimento e aumentar sua capacidade de vendas.

A empresa acredita que o modelo poderá combinar a tecnologia desenvolvida pela sede com a presença local dos franqueados, criando uma rede comercial capaz de identificar demandas regionais e aproximar as soluções da realidade de cada mercado.

“Durante 18 anos, construímos uma metodologia, um portfólio e uma forma de atender nossos clientes. O próximo desafio é transformar esse conhecimento em uma operação escalável. A franquia nos permite estar mais próximos dos mercados locais e, ao mesmo tempo, levar a tecnologia da Nextcomm para um número muito maior de empresas”, afirma o CEO.

Com a nova estratégia, a empresa entra em seu 19º ano mirando um mercado no qual a adoção da inteligência artificial já avança rapidamente. A expectativa é que a combinação entre tecnologia acessível, inteligência artificial e expansão por franquias permita à Nextcomm ampliar sua presença nacional e avançar em direção à meta de 5 mil clientes.