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Hospital INC recebe mulheres executivas para debater futuro da empregabilidade e inteligência artificial

A velocidade das transformações provocadas pela inteligência artificial exige que empresas e profissionais revejam modelos e formas de atuação no mercado de trabalho. Essa foi uma das principais reflexões do 7º Encontro Mensal do MEX – Mulheres Executivas, realizado na última sexta-feira (28), no Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba (Hospital INC). Cerca de 70 mulheres participaram da palestra “O futuro da empregabilidade com IA – tendência ou convergência” apresentada pela consultora Cris Alessi.

A abertura do encontro foi realizada pela presidente do MEX, Regina Arns, e pela diretora Administrativa do Hospital INC, Regina Montibeller. A programação também proporcionou um momento de troca e relacionamento entre as participantes, reforçando a proposta do MEX de promover encontros para discussão de temas relevantes à liderança, aos negócios e às transformações da sociedade.

Segundo Cris Alessi, o momento atual é marcado não apenas pelo surgimento de novas tecnologias, mas pela convergência de diferentes mudanças que acontecem de forma simultânea e acelerada. Nesse cenário, acompanhar tendências já não é suficiente, é preciso compreender os movimentos do mercado, identificar sinais de transformação e desenvolver capacidade de adaptação. “A inteligência artificial é uma nova revolução para a sociedade, mas o grande ativo dela não é a tecnologia: é o ser humano e sua capacidade de se atualizar e se preparar para essa nova era”, afirmou.

A especialista também destacou que a adoção da IA deve partir dos objetivos das organizações, e não da tecnologia disponível. Governança, qualidade e organização dos dados são fundamentais para que as ferramentas ofereçam resultados confiáveis, assim como a participação humana na avaliação das respostas produzidas pela inteligência artificial. A palestra abordou ainda inovação, sustentabilidade, educação corporativa, atração de talentos e os desafios e oportunidades da convivência entre diferentes gerações no ambiente de trabalho.

Anfitrião do encontro do MEX, o Hospital INC possui uma presença feminina marcante entre seus colaboradores, com protagonismo também nos cargos de gestão. Dos 736 colaboradores da instituição, 631 são mulheres, o equivalente a 85,73% do total. Entre os gestores, 23 dos 32 gestores são mulheres, o que representa 71,9% das posições de liderança.

INC Neuro Kids

Durante o encontro do MEX, a diretora Regina Montibeller aproveitou para apresentar a cultura de hospitalidade do INC e um dos projetos que traduz esse princípio na prática: o INC Neuro Kids. Criado há 12 anos, o programa social oferece atendimento gratuito a crianças em situação de baixa renda com tumores cerebrais ou epilepsia refratária. Por meio do programa, os pacientes têm acesso a exames de laboratório e de imagem, cirurgia, internamento, tecnologia de ponta, tratamento e acompanhamento pré e pós-operatório, inclusive de longo prazo. “Não é só tratar, é acolher e tratar com carinho”, destacou.

Podem participar crianças e adolescentes de até 15 anos de todo país, que recebem, além da assistência especializada, apoio às necessidades sociais que envolvem o tratamento. A seleção dos pacientes considera a gravidade e a urgência do caso, além da renda familiar.  “A participação da sociedade para ampliar o alcance do programa é de suma importância. O INC oferece a estrutura e a assistência médica de alta complexidade, enquanto empresários e padrinhos podem contribuir com recursos para materiais e medicamentos, possibilitando que mais crianças tenham acesso ao tratamento”, explica Regina Montibeller. A meta do programa é atender em média duas crianças por mês. Mais informações: www.incneurokids.com.br

A notícia não é o assessor

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Assessoria de imprensa transforma fatos em notícia, mas decisão de publicar sempre pertence aos veículos de comunicação

Muitas empresas ainda escolhem uma assessoria de imprensa acreditando que o principal diferencial está na quantidade de contatos que o profissional possui nas redações. No entanto, essa percepção não corresponde à realidade do jornalismo. Assim como o advogado não cria as leis, o assessor de imprensa também não determina o que será publicado pelos veículos de comunicação. Seu papel é identificar informações relevantes, transformá-las em pautas de interesse público e apresentá-las de forma estratégica à imprensa.

A comparação entre a advocacia e a assessoria de imprensa ajuda a compreender essa dinâmica. Enquanto o advogado utiliza os instrumentos previstos no ordenamento jurídico para defender os interesses de seu cliente, o assessor trabalha com fatos, dados, tendências, pesquisas e histórias reais para construir notícias capazes de despertar o interesse editorial. A decisão final, porém, sempre pertence ao jornalista e ao editor.

Segundo a assessora de imprensa e estrategista de reputação Verônica Pacheco da Toda Comunicação, um dos principais fatores para o sucesso de uma pauta depende do próprio cliente. “O assessor não fabrica notícias. Ele transforma conhecimento, resultados e experiências em informação de interesse público. Quanto mais relevantes forem os dados, os cases, as imagens e as novidades apresentados pelo cliente, maiores são as possibilidades de conquistar espaço na imprensa”, explica.

Outro aspecto decisivo está nas redações. Todos os dias, jornalistas recebem dezenas ou até centenas de sugestões de pauta e selecionam apenas aquelas que fazem sentido para seus leitores, ouvintes, telespectadores ou internautas. A escolha segue critérios editoriais próprios de cada veículo, levando em consideração fatores como atualidade, impacto social, interesse público e relevância econômica.

Para Verônica, esse cenário demonstra que relacionamento profissional é importante, mas nunca substitui uma boa notícia. “Construir credibilidade junto aos jornalistas ao longo dos anos facilita o diálogo e garante que a pauta chegue às pessoas certas. Mas quem convence uma redação não é o assessor. É a qualidade da informação apresentada. Quem manda é a pauta”, destaca.

Dados do levantamento Digital News Report 2025, do Reuters Institute, mostram que a credibilidade da informação continua sendo um dos fatores mais valorizados pelo público no consumo de notícias, reforçando a importância de conteúdos relevantes e bem fundamentados para conquistar espaço editorial. Ao mesmo tempo, o crescimento da concorrência entre portais, emissoras, rádios e veículos digitais torna o processo de seleção das pautas cada vez mais criterioso.

Nesse contexto, Verônica reforça que assessoria de imprensa não deve ser confundida com publicidade. Enquanto anúncios garantem espaço mediante investimento financeiro, a mídia espontânea depende exclusivamente do valor jornalístico da informação. O trabalho do assessor consiste em identificar oportunidades, construir narrativas relevantes, orientar as fontes e conectar cada história ao veículo mais adequado. A publicação é consequência da força da notícia e não da influência de quem a apresenta.

Serviço: Toda Comunicação
Verônica Pacheco

Assessora de Imprensa e Estrategista de Reputação
(41) 98846-9535
@veronicaleticiapacheco
https://todacomunicacao.com.br

Curitiba, Paraná

De Sergipe para o mundo

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Microempresa criada em Aracaju alcança 19,4 milhões de visualizações em 90 dias e leva curadoria de inteligência artificial a quatro continentes

Uma microempresa criada em Aracaju, Sergipe, sem escritório no exterior, investidores internacionais ou uma equipe dedicada à operação global, conseguiu alcançar pessoas em quatro continentes em apenas 90 dias. A SSTFLIX Business Ltda, fundada em setembro de 2020, registrou 19.390.667 visualizações no período com o perfil @sstflixai, operado integralmente por um agente de inteligência artificial desenvolvido para produzir, publicar e interagir com o público. O resultado coloca uma empresa do Nordeste brasileiro em uma disputa por atenção que normalmente é associada a grandes companhias de tecnologia.

Por trás do projeto está Suellem Bierhals, sócia administradora da SSTFLIX, empresa que trabalha com tecnologia, inteligência artificial e soluções para negócios. O crescimento do canal chama atenção não apenas pelo volume, mas pela origem da audiência: 98,1% das visualizações vieram de pessoas que não seguiam o perfil. Entre os principais países estão Estados Unidos, Índia, Brasil, Paquistão e Reino Unido, enquanto cidades como Bangalore, Chennai, Karachi, Lahore e Nairóbi aparecem entre as localidades de maior alcance. “O que construímos não foi uma campanha internacional. Foi um sistema capaz de produzir e distribuir conhecimento em escala. A tecnologia permite que uma empresa pequena, localizada em Sergipe, consiga disputar atenção em mercados que antes exigiriam uma estrutura internacional”, explica Suellem.

O desempenho do canal também mostra a capacidade de crescimento da operação. O perfil passou de 118 para 5.133 seguidores, uma expansão de 3.088,2% desde 17 de maio de 2026. O agente de IA responsável pela operação trabalha diariamente na descoberta de pautas, produção de conteúdos, publicação e interação com os usuários. Em uma mesma publicação, pode responder a comentários em diferentes idiomas, incluindo português e híndi, de acordo com o contexto da conversa. Para Suellem, esse aspecto é uma das principais diferenças do projeto. “Publicar automaticamente é apenas uma parte da automação. O verdadeiro salto acontece quando o sistema consegue compreender o contexto, produzir uma resposta adequada e interagir com pessoas de diferentes culturas e idiomas”, afirma.

O alcance, porém, não se restringe às redes sociais. O sstflix.ai, portal criado pela empresa, funciona como uma plataforma aberta de curadoria de ferramentas de inteligência artificial e tem o Brasil como principal público. Portugal aparece em segundo lugar, seguido por Estados Unidos, Angola, Armênia, Bulgária, Índia, Malásia, México e Moçambique. Ao todo, o portal reúne 1.729 ferramentas de IA, disponibilizadas para consulta, e sua operação contempla conteúdos em português, inglês, espanhol, japonês e chinês. A presença simultânea de Brasil, Portugal, Angola e Moçambique entre os principais países de acesso evidencia ainda a força da estratégia voltada à língua portuguesa.

Essa característica ganha relevância em um momento em que o acesso à inteligência artificial ainda é desigual entre empresas, profissionais e países. Ao disponibilizar gratuitamente uma curadoria organizada de ferramentas, a SSTFLIX busca reduzir uma barreira que muitas vezes não está na existência da tecnologia, mas na dificuldade de descobrir quais soluções existem, para que servem e como podem ser utilizadas. “A nossa intenção sempre foi democratizar o acesso. Não acreditamos que conhecimento sobre tecnologia deva ficar restrito a quem tem dinheiro para contratar grandes equipes ou consultorias. Se uma ferramenta pode ajudar um pequeno empresário, ele precisa conseguir encontrá-la e entender como utilizá-la”, diz Suellem.

A operação também revela uma mudança importante na própria lógica de internacionalização. Tradicionalmente, uma empresa que pretende alcançar outros mercados precisa contratar pessoas, abrir estruturas, investir em publicidade, adaptar conteúdos e criar operações específicas para cada país. Na SSTFLIX, parte dessa expansão acontece por meio da própria tecnologia. A produção multilíngue, a publicação diária e a automação de processos permitem que o custo marginal de alcançar um novo usuário seja muito baixo. “Não construímos uma empresa internacional no modelo tradicional. Construímos uma tecnologia que consegue atravessar fronteiras”, resume a empresária.

Os números são expressivos, mas a SSTFLIX faz questão de separar alcance de resultado comercial. As 19,4 milhões de visualizações não são apresentadas como faturamento ou como número de clientes. No período analisado, o canal registrou 13.535 visitas ao perfil e 80 acessos ao link da bio. A empresa mantém sua atuação comercial concentrada na plataforma SaaS e na consultoria. A distinção, segundo Suellem, é importante para compreender o real significado do projeto. “Nosso alcance internacional demonstra que a tecnologia funciona em escala global. Ele não significa que tenhamos uma operação comercial em todos esses países. O que atravessa fronteiras hoje é o conhecimento que conseguimos distribuir”, explica.

O caso também chama atenção pelo perfil da empresa. Criada e mantida em Aracaju, Sergipe, a SSTFLIX mostra que a distância dos grandes centros tradicionais de tecnologia não impede a criação de soluções capazes de alcançar uma audiência mundial. Em vez de depender de uma grande estrutura, a empresa aposta em automação, inteligência artificial e desenvolvimento próprio para ampliar sua capacidade de produção e distribuição. “Existe uma ideia de que inovação precisa nascer necessariamente em São Paulo, Rio de Janeiro ou fora do Brasil. A nossa trajetória mostra outra possibilidade. É possível construir tecnologia relevante a partir de Sergipe e fazer com que ela seja utilizada por pessoas do outro lado do mundo”, destaca Suellem.

A trajetória ganha ainda uma dimensão especial por ser liderada por uma mulher à frente de uma empresa de tecnologia em um setor que passa por uma transformação acelerada. Mais do que um caso de crescimento de audiência, a experiência da SSTFLIX representa uma demonstração prática de como a inteligência artificial pode alterar a escala de atuação de pequenos negócios. Uma empresa que começou localmente conseguiu criar uma estrutura digital capaz de produzir conhecimento continuamente, atender diferentes idiomas e alcançar usuários em América do Sul, América do Norte, Europa, Ásia e África.

Para Suellem Bierhals, o principal aprendizado está justamente na mudança de escala proporcionada pela tecnologia. “A inteligência artificial não elimina a importância de uma empresa ser pequena, mas muda radicalmente o que uma empresa pequena consegue fazer. Hoje, uma equipe enxuta pode construir sistemas que trabalham todos os dias, atendem públicos diferentes e alcançam pessoas em vários países. Isso muda a relação entre tamanho da empresa e tamanho do impacto que ela pode gerar”, conclui.

Serviço: SSTFLIX Business Ltda

Suellem Bierhals

Especialista em Tecnologia e Gestão Empresarial

(79)99106-3067

@sstflix

suellem@sstflix.com

https://sstflix.com
https://sstflix.ai

Rua: Urquiza Leal 901, sala 07, Salgado Filho, Aracaju/SE

Sobre a SSTFLIX

A SSTFLIX Business Ltda, fundada em Aracaju, Sergipe, em 28 de setembro de 2020, atua no desenvolvimento de soluções de tecnologia, inteligência artificial e consultoria. A empresa mantém o portal sstflix.ai, com curadoria aberta de ferramentas de IA, e desenvolveu um sistema de automação baseado em agente de inteligência artificial responsável pela operação do canal @sstflixai. A proposta da empresa é ampliar o acesso ao conhecimento e às ferramentas de inteligência artificial, especialmente para pequenos negócios.

Atrações do Cê Tá Doido estarão na maior ExpoAstorga da história

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A ExpoAstorga 2026 promete ser uma das maiores edições da história do evento e já começa a chamar a atenção pela grandiosidade de sua programação. Realizada de 3 a 6 de setembro, em Astorga, no Paraná, a feira terá uma agenda especial de entretenimento, com grandes nomes da música nacional.

Entre as novidades desta edição está a presença das atrações do Cê Tá Doido, que passam a integrar a programação da ExpoAstorga e prometem levar ainda mais entretenimento e público para a festa.

A realização é da A6 Produções, que aposta em uma estrutura diferenciada e em uma programação de alto nível para transformar a ExpoAstorga em um dos grandes eventos do calendário do Paraná.

A expectativa é de que a edição de 2026 reúna um grande público durante os quatro dias de festa, movimentando Astorga e a região e consolidando a ExpoAstorga como uma das principais feiras do Noroeste do Paraná.

A ExpoAstorga 2026 chega com a promessa de ser uma edição histórica, reunindo grandes atrações, estrutura diferenciada e uma programação preparada para receber o público de toda a região. A presença das atrações do Cê Tá Doido reforça a grandiosidade do evento, que terá a A6 Produções à frente da produção e promete colocar Astorga novamente em destaque no calendário dos grandes eventos do Paraná.

Você vai ficar de fora? Garanta já o seu ingresso pelo site a6producoes.com.br

Hospital da Criança de Maringá recebe doação recorde de cinco toneladas de alimentos e violão autografado por Luan Santana

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O Hospital da Criança de Maringá (HCM) recebeu cinco toneladas de alimentos arrecadadas durante o show do cantor Luan Santana, realizado na cidade. A entrega, a maior arrecadação de alimentos já recebida pelo hospital desde a sua inauguração, é resultado da parceria firmada entre a A6 Produções, a LG Produções e o HCM, que prevê a destinação dos alimentos arrecadados por meio dos ingressos solidários dos eventos promovidos pelas empresas ao hospital.

Além dos donativos, o cantor Luan Santana também presenteou o HCM com um violão autografado. O instrumento será leiloado em prol do hospital, e mais detalhes sobre a ação serão divulgados em breve.

A parceria entre a A6 Produções, a LG Produções e o hospital tem como objetivo fortalecer iniciativas de responsabilidade social e ampliar o apoio ao HCM, referência em atendimento pediátrico de alta complexidade no Paraná. A iniciativa une o setor de entretenimento à saúde, transformando a mobilização do público em benefícios concretos para crianças, adolescentes e suas famílias, além de incentivar novas ações solidárias em prol da instituição.

“Recebemos essa doação com muita alegria e gratidão. Agradecemos à A6 Produções, à LG Produções e ao cantor Luan Santana por abraçarem essa causa e demonstrarem que o entretenimento também pode gerar um impacto social extremamente positivo. As cinco toneladas de alimentos representam a maior arrecadação de alimentos da história do Hospital da Criança de Maringá e serão muito importantes para fortalecer o atendimento às crianças e adolescentes. O violão autografado certamente será mais uma oportunidade de mobilizar a sociedade em favor da nossa causa”, afirma a diretora executiva de captação de recursos da Liga Álvaro Bahia (gestora do hospital), Lareyne Almeida.

“Grandes eventos também podem gerar um legado social. Essa parceria com o Hospital da Criança de Maringá nos permite transformar a solidariedade do público em benefícios concretos para milhares de crianças e suas famílias. A arrecadação de cinco toneladas de alimentos, somada ao gesto do Luan Santana ao presentear o hospital com um violão autografado, mostra que a música e o entretenimento têm o poder de mobilizar pessoas em torno de uma causa tão importante. Esse é apenas o início de uma parceria que queremos fortalecer a cada novo evento”, afirma Gustavo Cutolo, Sócio da A6 produções.

Inaugurado em setembro de 2024, o Hospital da Criança de Maringá (HCM) consolidou-se rapidamente como um dos principais centros de atendimento pediátrico do Sul do Brasil. Em menos de dois anos de funcionamento, a unidade ultrapassou a marca de 121 mil atendimentos, incluindo mais de 24 mil consultas especializadas e 73 mil exames laboratoriais. No mesmo período, conquistou a certificação de Acreditado Nível 1 da Organização Nacional de Acreditação (ONA), reconhecimento que atesta o cumprimento de rigorosos padrões relacionados à segurança do paciente e à qualidade da assistência prestada.

Com uma estrutura de 24,2 mil metros quadrados, o HCM dispõe de 148 leitos de enfermaria, 20 leitos de UTI pediátrica, 20 leitos de UTI neonatal e sete salas cirúrgicas. A unidade oferece atendimento em 20 especialidades médicas, como cardiologia, ortopedia, neuropediatria e oncologia pediátrica, realizando consultas, cirurgias, exames de imagem, exames laboratoriais e internações. O hospital alia atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), responsável por cerca de 60% dos pacientes, e pela saúde suplementar, ampliando o acesso da população infantil a serviços de alta complexidade.

Agosto Dourado: da amamentação à chupeta, 4 cuidados que fazem diferença na saúde bucal do bebê

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Especialistas explicam o que pode influenciar a formação da arcada dentária, a respiração e a mastigação dos bebês

O Agosto Dourado, campanha dedicada à conscientização sobre a importância do aleitamento materno, vai além dos benefícios nutricionais e imunológicos já conhecidos. A amamentação também desempenha um papel fundamental no desenvolvimento da saúde bucal dos bebês, contribuindo para a formação adequada dos ossos e músculos da face e da oclusão, ou seja, do correto encaixe entre os dentes superiores e inferiores.

Segundo a cirurgiã-dentista e diretora da Neodent, Dra. Priscila Cordeiro, o movimento realizado pelo bebê durante a sucção no seio materno estimula o crescimento harmonioso da face e fortalece músculos essenciais para funções como mastigação, deglutição, fala e respiração. Esse processo ajuda a reduzir o risco de alterações ortodônticas futuras, como mordida aberta, mordida cruzada e outros problemas de alinhamento dentário. “A amamentação é um exercício natural para o sistema estomatognático, responsável pelas funções da boca. O esforço realizado pelo bebê durante a sucção favorece o desenvolvimento equilibrado da face e cria condições mais favoráveis para uma oclusão adequada”, explica.

Embora diversos fatores influenciem a formação da mordida, a Organização Mundial da Saúde recomenda o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida e sua manutenção, de forma complementar, até os dois anos ou mais. Além dos benefícios gerais para a saúde, esse período é importante para o adequado desenvolvimento das estruturas bucais.

Chupetas e mamadeiras exigem atenção

Merecem cuidado os hábitos de sucção não nutritiva, como o uso prolongado de chupetas. Quando utilizados de forma excessiva ou além da idade recomendada, esses acessórios podem interferir no crescimento da arcada dentária e favorecer alterações na posição dos dentes e dos ossos da face.

Entre as consequências mais comuns estão a mordida aberta anterior, em que os dentes da frente não se encostam, a mordida cruzada e alterações na posição da língua, que podem impactar a mastigação, a fala e até a respiração. “O ideal é que chupetas sejam utilizadas apenas quando realmente necessárias e por um período limitado. Quanto mais prolongado for esse hábito, maiores são as chances de alterações no desenvolvimento da oclusão. Já a mamadeira deve ser utilizada apenas para o leite e somente até um ano de idade, sendo então substituída pelo copinho”, destaca a especialista.

Acompanhamento odontológico deve começar cedo

A prevenção também passa pelo acompanhamento odontológico desde os primeiros meses de vida. A primeira consulta com um dentista pode ocorrer ainda no primeiro ano, permitindo orientar pais e responsáveis sobre higiene bucal, erupção dos dentes, hábitos de sucção e desenvolvimento da mordida.

Esse acompanhamento precoce possibilita identificar alterações ainda em fase inicial, favorecendo intervenções menos complexas e contribuindo para um desenvolvimento oral mais saudável ao longo da infância.

Para a dentista e especialista em ortodontia da ClearCorrect, Dra. Fernanda Santini, promover a informação sobre saúde bucal desde os primeiros anos de vida é parte da construção de uma odontologia preventiva, baseada na educação, no diagnóstico precoce e na qualidade de vida. “Dessa forma, é importante realizar correções e tratamentos precocemente, prevenindo que esses problemas se agravem e até mesmo evitando a necessidade de procedimentos mais invasivos e cirurgias no futuro”.

Um dos tratamentos que podem ser realizados antecipadamente é com os alinhadores ortodônticos transparentes, que tratam diversos problemas bucais, como má oclusão, diastema (área de espaço entre um ou mais dentes), mordida cruzada e apinhamento. Essas questões são muito comuns durante a transição entre a dentição de leite e a permanente, conhecida como dentição mista, e os alinhadores se tornam uma opção viável para corrigir possíveis problemas e prevenir outros que podem vir no futuro das crianças.

É preciso, ainda, que os pais estejam atentos a outros sinais que podem ser detectados na infância e que também darão sinal de alerta para a necessidade de tratamentos odontológicos. São exemplos: perda precoce ou tardia dos dentes de leite, dificuldade ao mastigar ou morder, respiração pela boca, chupar o dedo ou usar chupeta excessivamente, desvio ou assimetria facial e ranger ou apertar os dentes. “Essas características podem ser indícios de que o jovem irá precisar de algum tratamento. O ideal é, assim que perceber alguma dessas manifestações, consultar um profissional”, finaliza a Dra. Fernanda.

Sobre a Neodent

A Neodent é a marca de implantes dentários mais utilizada pelos dentistas no Brasil. Com o propósito de criar novos sorrisos todos os dias e contribuir para a democratização da saúde bucal, vai além do desenvolvimento e fornecimento de soluções odontológicas de alta qualidade e tecnologia, promovendo iniciativas que ampliam o acesso ao cuidado odontológico, como a Expedição Novos Sorrisos, que leva cuidado odontológico e ações educativas a comunidades carentes em todo o Brasil. 

Sobre a ClearCorrect

A ClearCorrect é uma das principais marcas de alinhadores transparentes para tratamentos ortodônticos do mundo. A integrante do grupo suíço Straumann está presente no Brasil desde 2018, se consolidando no primeiro mercado fora dos Estados Unidos, com produção concentrada em fábrica própria em Curitiba (PR). O sistema da ClearCorrect promove a movimentação dentária por meio de pressões exercidas em determinadas regiões da arcada, resultando na remodelação óssea, além de levar à correção da má-oclusão com a elaboração de um planejamento ortodôntico virtual. Mais informações em www.clearcorrect.com.br.

Ano eleitoral exige atenção, não alarme: o que realmente muda para as empresas 

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Especialista da GFX alerta que empresários devem separar o ruído político dos impactos econômicos concretos e atualizar cenários sem tomar decisões precipitadas 

Anos eleitorais costumam elevar a percepção de incerteza no ambiente de negócios. Oscilações no câmbio, expectativas sobre inflação e juros e especulações sobre os rumos da política econômica passam a ocupar mais espaço nas discussões de empresários e investidores. Para as empresas, porém, a eleição não deve ser tratada como um gatilho automático para mudanças bruscas de estratégia. 

Na avaliação de Phillipe Enke Mathieu, CEO da GFX – Inteligência Financeira, o primeiro passo é separar aquilo que está sob controle da empresa das variáveis externas. Isso significa compreender de que forma o ambiente político pode, de fato, interferir no setor em que a companhia atua, em seus clientes e em sua cadeia de negócios.  

“O empresário precisa olhar para o que acontece da porta para dentro da empresa, que é o micro, sem deixar de entender o que acontece da porta para fora, que é o macro. A eleição faz parte desse ambiente externo e a pergunta não deve ser apenas quem será eleito, mas o que as propostas e eventuais mudanças políticas representam concretamente para o setor e para os clientes que a empresa atende”, afirma.  

Uma das ferramentas utilizadas no planejamento empresarial para essa leitura é a análise PESTEL, metodologia que observa fatores políticos, econômicos, sociais, tecnológicos, ambientais e legais capazes de afetar uma organização. Em um ano eleitoral, os dois primeiros componentes – político e econômico – tendem a ganhar relevância, mas seus efeitos variam de acordo a atividade. 

Uma empresa ligada à infraestrutura ferroviária, por exemplo, pode encontrar oportunidades diante de um governo que priorize investimentos em ferrovias. Já negócios relacionados a fontes de energia que possam sofrer restrições ambientais ou regulatórias precisam considerar os impactos de possíveis mudanças nas políticas públicas. Questões como legislação, concessões, incentivos, regulação e prioridades de investimento são, portanto, mais relevantes para o planejamento empresarial do que simplesmente tentar antecipar o resultado das urnas. 

Três cenários em vez de uma aposta 

Para o especialista, a resposta à incerteza eleitoral deve estar no planejamento, e não na tentativa de prever com precisão o comportamento da economia após a votação. 

Uma estratégia possível é revisar os três cenários tradicionalmente utilizados no planejamento empresarial: otimista, realista e pessimista. Em cada um, a companhia pode avaliar como diferentes combinações de juros, inflação, câmbio, atividade econômica e decisões regulatórias afetariam seu caixa, custos, margens e demanda. 

Essa análise também ajuda a identificar medidas que estão efetivamente sob controle da gestão. Dependendo do negócio, isso pode envolver redução de custos, revisão do nível de endividamento, proteção contra oscilações cambiais, diversificação de fornecedores, lançamento de novos produtos ou ajustes no planejamento de investimentos. 

“A principal recomendação é separar o ruído do fato. É preciso atualizar os cenários otimista, realista e pessimista e entender como a empresa se comportaria em cada um deles. O que deve ser evitado são atitudes bruscas baseadas apenas na expectativa de vitória de um candidato ou de outro. O resultado da eleição não está sob controle do empresário; preparar a empresa para diferentes cenários, sim”, explica Mathieu. 

Mais do que tentar antecipar cada movimento do mercado, portanto, o ano eleitoral exige capacidade de adaptação. Para as empresas, acompanhar propostas, possíveis mudanças regulatórias e os sinais da política econômica é parte do planejamento. Transformar cada oscilação ou declaração política em uma mudança imediata de estratégia, por outro lado, pode criar riscos adicionais para o próprio negócio. 

A recomendação é substituir a lógica da reação pela preparação: entender quais variáveis externas realmente afetam a empresa, estabelecer limites de exposição e definir previamente quais medidas deverão ser adotadas caso cada cenário se concretize. Em períodos de maior incerteza, planejamento e disciplina tendem a ser ferramentas mais eficientes do que decisões tomadas no calor do noticiário. 

Política econômica também entra na conta 

Outro ponto de atenção está na equipe econômica e na orientação que poderá ser adotada pelo próximo governo. A percepção de uma condução mais liberal ou mais intervencionista, por exemplo, pode alterar expectativas do mercado e influenciar projeções para inflação, câmbio, juros, atividade econômica e investimentos. 

Para o empresário, o mais importante é traduzir essas variáveis para a realidade do próprio negócio. Uma valorização do dólar pode elevar custos para empresas dependentes de insumos importados, enquanto pode favorecer negócios exportadores. Da mesma maneira, juros elevados tendem a pressionar quem depende de crédito para financiar expansão, estoques ou capital de giro. 

No varejo, uma eventual desaceleração econômica também pode afetar vendas. Por isso, acompanhar os indicadores macroeconômicos é importante, mas a análise só se torna útil quando conectada à estrutura de receitas, custos, endividamento e mercado de cada empresa.

Safra de soja começa com a análise do solo, antes do plantio

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Tecnologias de biologia molecular permitem identificar patógenos, avaliar a saúde do solo e otimizar o potencial produtivo antes mesmo do plantio

Antes de as plantadeiras entrarem no campo, os testes moleculares podem complementar as análises químico-físicas do solo e revelar informações importantes para o planejamento da safra de soja. Elas fornecem informações precisas sobre a microbiologia, a sanidade e o potencial produtivo da área antes da semeadura, permitindo decisões mais assertivas sobre inoculação, manejo biológico, correção do solo e prevenção de doenças.

Os testes moleculares permitem uma compreensão mais profunda do ambiente produtivo, contribuindo para decisões estratégicas que impactam diretamente a produtividade, a sustentabilidade e a rentabilidade da lavoura.  Por meio de técnicas de qPCR (Reação em Cadeia da Polimerase em Tempo Real) é possível detectar e quantificar a presença de fungos e nematoides antes mesmo da manifestação de sintomas nas plantas. Em uma cadeia que projeta colher 180,6 milhões de toneladas na safra 2026/27, esse cuidado contribui para um manejo mais preciso desde o início do ciclo produtivo.

“Antes do plantio, é importante conhecer as condições do solo, que podem abrigar diferentes patógenos. Quando a semente germina e a planta começa a se desenvolver, esses organismos encontram condições favoráveis para se multiplicarem e podem comprometer a lavoura. A análise antecipada ajuda o produtor a selecionar cultivares mais adequadas, definir o melhor bioinsumos para o tratamento das sementes e tomar medidas preventivas de manejo fitossanitário”, explica Tatiani Janegitz, gerente de Desenvolvimento de Mercado – Agronegócio da Loccus, empresa especializada em soluções para biotecnologia e diagnóstico molecular.

Segundo o 10º Levantamento da Safra de Grãos 2025/26 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado em julho de 2026, a produção brasileira de grãos deve alcançar 360,1 milhões de toneladas nesta temporada. A soja responde por aproximadamente metade desse volume, com estimativa de 180,6 milhões de toneladas, 5,3% acima da safra anterior.

Na preparação para o plantio, germinação e vigor estão entre os indicadores tradicionalmente avaliados nas sementes. Outra importante aplicação é a análise do microbioma do solo por meio do sequenciamento de DNA de nova geração (NGS). A tecnologia permite mapear a diversidade e a composição das comunidades microbianas presentes na área, identificando microrganismos benéficos e potenciais agentes causadores de doenças.

Esse diagnóstico possibilita avaliar o equilíbrio biológico do solo, identificar áreas com baixa biodiversidade microbiana e orientar o uso de bioinsumos e estratégias de manejo regenerativo.

“É uma abordagem de precisão: primeiro se busca compreender o que está presente no solo e, com base nesse diagnóstico, direcionar melhor o manejo. A análise molecular não substitui a avaliação agronômica, mas acrescenta informações objetivas para apoiar as decisões antes do plantio”, afirma Tatiani.

Produção de bioinsumos acompanha o calendário da safra

A proximidade da semeadura também movimenta as indústrias de bioinsumos. Como muitos desses produtos são formulados com microrganismos vivos, a produção precisa ser planejada para que eles cheguem ao produtor com viabilidade e eficiência adequadas.

O mercado brasileiro de bioinsumos movimentou mais de R$ 6,2 bilhões em 2025, alta de 15% em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados em 2026 pela CropLife Brasil. A área tratada com produtos biológicos chegou a 194 milhões de hectares, um crescimento de 28%. A soja é a principal cultura desse mercado: levantamento referente à safra 2024/25 mostra que a oleaginosa concentrou 62% do uso de bioinsumos no país, enquanto a taxa média de adoção por área plantada avançou de 23% para 26%.

A crescente adoção de bioinsumos no agronegócio reforça a importância de processos rigorosos de controle de qualidade ao longo da produção. Entre os principais parâmetros monitorados estão a identidade, a pureza e a concentração dos microrganismos de interesse, além da detecção de possíveis contaminantes. Nesse contexto, a tecnologia de qPCR se destaca como uma ferramenta estratégica, permitindo a quantificação precisa dos microrganismos-alvo e a identificação precoce de contaminações. Com resultados obtidos em um intervalo de tempo significativamente menor em comparação aos métodos convencionais, a técnica proporciona maior confiabilidade analítica, otimiza os processos produtivos e contribui para a liberação mais ágil dos lotes, garantindo segurança e qualidade ao produto final.

“A eficácia dos bioinsumos está diretamente ligada à viabilidade dos microrganismos que compõem sua formulação. As ferramentas moleculares ampliam a capacidade de monitoramento dos fabricantes, oferecendo maior precisão, rastreabilidade e segurança na verificação da identidade e da integridade biológica dos produtos”, destaca a especialista.

Do diagnóstico do solo ao tratamento das sementes

Na prática, o planejamento pode começar pela coleta de amostras do solo e pela investigação dos patógenos relevantes para a cultura. Os resultados devem ser interpretados em conjunto com o histórico da área, as características da lavoura e a orientação de profissionais habilitados.

A partir dessas informações, é possível definir um tratamento de sementes mais direcionado, com fungicidas, inoculantes ou outros bioinsumos compatíveis com as necessidades identificadas. Registro, validade, procedência e condições de conservação dos produtos também devem ser observados.

Para Tatiani, a combinação entre diagnóstico e manejo contribui para decisões mais precisas em uma etapa estratégica da safra. “A proposta não é realizar uma análise molecular da semente antes do plantio, mas compreender melhor o ambiente em que ela será inserida. Quanto mais informações o produtor tiver sobre o solo, maior será sua capacidade de direcionar o tratamento e reduzir riscos antes da implantação da lavoura”, conclui

Sobre a Loccus

A Loccus é uma empresa brasileira especializada no desenvolvimento de soluções para biologia molecular, diagnóstico e automação laboratorial. Com foco em inovação científica e tecnológica, fornece equipamentos, reagentes, kits e sistemas automatizados para laboratórios, hospitais, universidades, centros de pesquisa e indústrias em todo o país. A companhia desenvolve soluções voltadas ao diagnóstico molecular, genômica, biotecnologia e extração automatizada de DNA e RNA, contribuindo para ampliar a precisão, a segurança e a agilidade dos processos laboratoriais.

5 mil tsurus simbolizam espera por transplantes em exposição do Hospital Angelina Caron no Aeroporto Afonso Pena

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Com mais de 3,4 mil transplantes realizados em 25 anos, hospital leva ao terminal histórias de pacientes e uma instalação que chama atenção para a importância da doação de órgãos

Uma dobradura de papel é pequena. Quatro mil delas reunidas ajudam a dimensionar uma espera que envolve milhares de famílias. Entre 21 de setembro e 21 de outubro, o Hospital Angelina Caron (HAC) leva ao Aeroporto Internacional Afonso Pena a terceira edição da exposição Histórias de Transplantes, iniciativa criada para aproximar a sociedade das histórias de pacientes transplantados e ampliar a conscientização sobre a importância da doação de órgãos.

Neste ano, a exposição ganha uma instalação formada por 5 mil tsurus, origamis tradicionalmente associados à esperança e à longevidade, que irão representar as mais de 5 mil pessoas que aguardam pela oportunidade de receber um órgão ou tecido no Paraná. A construção da instalação será coletiva e começa antes mesmo da abertura da mostra. No dia 2 de setembro, à tarde, o Hospital Angelina Caron promove uma oficina de origami aberta à comunidade, reunindo também colaboradores, pacientes e acompanhantes para o início da produção dos tsurus. As dobraduras feitas durante a atividade serão incorporadas à instalação que seguirá para o Aeroporto Afonso Pena, transformando a participação de cada pessoa em parte da exposição.

A ação acontece durante o Setembro Verde, mês dedicado à conscientização sobre a doação de órgãos e ganha significado especial no ano em que o Hospital Angelina Caron completa 25 anos de atuação em transplantes.

Hospital Angelina Caron e uma trajetória ligada aos transplantes

Nesse cenário, o Hospital Angelina Caron construiu uma trajetória de referência na realização de transplantes no Paraná. Desde o início do serviço, em 2001, o HAC já realizou 3.401 transplantes, número contabilizado até 16 de agosto de 2026. Somente neste ano, até a mesma data, foram 98 procedimentos, entre transplantes de rim, fígado, coração, pâncreas-rim, córneas e medula óssea, além do transplante renal intervivos.

Em 2026, o hospital já contabiliza 34 transplantes renais, 24 de fígado, 20 de medula óssea e quatro de coração, entre outros procedimentos.

São 25 anos de atuação em uma área que exige estrutura de alta complexidade, equipes especializadas e acompanhamento contínuo dos pacientes. Essa experiência também está na origem da exposição Histórias de Transplantes, criada pelo Hospital Angelina Caron para aproximar a sociedade das histórias de pacientes transplantados e ampliar a conscientização sobre a importância da doação de órgãos. “É motivo de muito orgulho olhar para essa trajetória e para o que o Serviço de Transplantes do Hospital Angelina Caron representa hoje para o Paraná. Esse reconhecimento foi construído ao longo de muitos anos, com dedicação, conhecimento e o trabalho de equipes altamente especializadas. Ser referência também nos traz a responsabilidade de continuar avançando, qualificando a assistência e estando ao lado de pacientes e famílias em um dos momentos mais importantes de suas vidas”, afirma Dr. João Eduardo Leal Nicoluzzi (CRM-PR 14148), coordenador e chefe do Serviço de Transplantes do Hospital Angelina Caron.

Histórias por trás dos números

Dados consolidados de 2025, divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde do Paraná em maio deste ano com base no Registro Brasileiro de Transplantes, mostram que o Paraná registrou 2.255 transplantes de órgãos e tecidos no período. Foram 460 transplantes de rim, 293 de fígado, 31 de coração, 1.066 de córnea e 405 de medula.

O Estado também alcançou 38,9 doadores efetivos por milhão de habitantes em 2025, segunda maior taxa do Brasil e quase o dobro da média nacional, de 20,3. Outro indicador importante está na decisão das famílias: a taxa de recusa à doação no Paraná ficou em 33%, enquanto a média brasileira foi de 45%.

Foi justamente a experiência acumulada ao longo desses 25 anos que deu origem à exposição. Em vez de falar sobre doação apenas por meio de números, Histórias de Transplantes coloca as pessoas no centro da narrativa, apresentando relatos de pacientes e famílias que tiveram suas vidas transformadas pela possibilidade de um transplante.

Keteling Maiara da Silva de Farias, de 27 anos, já esteve entre as pessoas que aguardavam por essa oportunidade. Diabética desde os seis anos, ela descobriu a insuficiência renal após enfrentar a perda da visão e passou três anos e meio em hemodiálise. Nesse período, chegou a ser chamada algumas vezes para um possível transplante, mas a incompatibilidade dos órgãos adiou o procedimento. O desgaste físico e emocional foi tamanho que, em determinado momento, pensou em desistir.

A oportunidade veio no Hospital Angelina Caron e marcou o início de uma nova fase. Hoje, além de ter retomado a rotina, Keteling encontrou no esporte uma forma de ressignificar a própria história e já coleciona medalhas em competições. “Essas medalhas não são só minhas. Tudo o que estou conseguindo hoje também é graças à família do doador, que, no momento mais difícil do luto, me deu a chance de permanecer aqui. Eu preciso fazer essa oportunidade valer a pena. Por isso, cada medalha que conquisto também é da família do meu doador”, afirma.

Depois de passar pelo Shopping Mueller e pelo Aeroporto Afonso Pena, em edições anteriores, a mostra retorna ao terminal aeroportuário em 2026, onde permanecerá durante um mês no saguão de embarque.

A escolha de setembro também dialoga com o Dia Nacional da Doação de Órgãos, celebrado em 27 de setembro, data dedicada a ampliar a informação e, principalmente estimular uma conversa que precisa começar dentro das famílias.

No Brasil, mesmo que uma pessoa tenha manifestado em vida o desejo de ser doadora, a doação de órgãos após a morte depende da autorização familiar. Por isso, comunicar às pessoas próximas o desejo de ser doador é uma das principais mensagens da campanha.

Paraná se destaca na doação de órgãos

Dados consolidados de 2025, divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde do Paraná em maio deste ano com base no Registro Brasileiro de Transplantes, mostram que o Paraná registrou 2.255 transplantes de órgãos e tecidos no período. Foram 460 transplantes de rim, 293 de fígado, 31 de coração, 1.066 de córnea e 405 de medula.

O Paraná também alcançou 38,9 doadores efetivos por milhão de habitantes em 2025, segunda maior taxa do Brasil e quase o dobro da média nacional, de 20,3. A taxa de recusa familiar à doação no Estado ficou em 33%, enquanto a média brasileira foi de 45%.

Em 2024, o Paraná registrou 500 doadores efetivos, que possibilitaram 903 transplantes de órgãos e 1.248 transplantes de córneas. Naquele ano, o Estado alcançou 42,3 doadores por milhão de habitantes e liderou o Brasil pelo segundo ano consecutivo. 

A estrutura estadual envolve aproximadamente 700 profissionais, além de equipes transplantadoras, laboratórios e Organizações de Procura de Órgãos distribuídas pelo Paraná.

Para o Hospital Angelina Caron, levar essas histórias para fora do ambiente hospitalar também é uma maneira de aproximar a população de um assunto que muitas vezes só entra na conversa quando uma família se depara diretamente com ele.

“Por trás de cada transplante existem duas famílias vivendo momentos profundamente diferentes: uma enfrenta a dor da perda e, em meio a ela, toma uma decisão de enorme generosidade; a outra recebe uma nova possibilidade de vida. É essa conexão que queremos tornar visível. Falar sobre doação de órgãos dentro de casa é um gesto simples, mas que pode mudar o destino de muitas pessoas”, afirma Bernardo Caron, Co-CEO do Hospital Angelina Caron.

Serviço

Histórias de Transplantes – Hospital Angelina Caron
Período: 21 de setembro a 21 de outubro de 2026
Local: Aeroporto Internacional Afonso Pena – saguão de embarque
São José dos Pinhais – Paraná

Projeto MEGA volta a Paranaguá com 65 vagas e capital semente de R$ 2 mil para os 4 melhores alunos 

Nova turma do programa, terá quatro empreendedores premiados pelo desempenho e frequência; inscrições são abertas para moradores do Litoral

Depois de reunir mais de 150 inscritos na última edição em Paranaguá, o Projeto MEGA, Movimento Empreendedorismo Gerando Alternativas, está de volta ao município com uma nova turma e 65 vagas gratuitas para empreendedores do Litoral. 

Realizado pela GERAR, Geração de Emprego, Renda e Apoio ao Desenvolvimento Regional, o programa oferece formação prática para quem já tem um negócio ou deseja começar a empreender.

A nova turma terá aulas nos dias 8, 9, 10, 11, 14, 15, 16 e 17 de setembro, das 18h30 às 22h30, além de consultorias individuais. 

A formação será realizada no Centro da Juventude de Paranaguá, na Rua Vidal Vanhoni, nº 347, Vila dos Comerciários.

Faça sua inscrição neste link: 

https://forms.gle/G8bZrQpxy8WasVsy9

Uma das novidades desta edição é o aumento do capital semente oferecido aos participantes. Agora, os quatro empreendedores que obtiverem melhor desempenho e frequência integral na capacitação poderão receber R$ 2 mil cada, recurso que deverá ser utilizado exclusivamente no crescimento do próprio empreendimento.

“Estamos voltando a Paranaguá porque percebemos o quanto existe de interesse e potencial entre os empreendedores da região. O Projeto MEGA não entrega apenas conhecimento, ele oferece ferramentas para que cada participante consiga olhar para o próprio negócio de forma mais estratégica, tomar decisões com mais segurança e identificar caminhos para crescer. Nesta edição, ampliamos também o incentivo, com quatro capitais sementes de R$ 2 mil”, afirma a coordenadora do Projeto MEGA, Valquíria Crispim.

Ao longo de 32 horas de formação presencial, os participantes terão contato com conteúdos voltados à realidade dos pequenos negócios, como gestão financeira, marketing, vendas, precificação, atendimento ao cliente, planejamento estratégico e formalização. A proposta é transformar o conhecimento em ferramentas que possam ser aplicadas no dia a dia do empreendimento.

O acompanhamento continua após o encerramento das aulas. Cada participante terá direito a dois meses de consultoria individual com especialistas, que irão auxiliar na aplicação dos conteúdos e no desenvolvimento do negócio.

Além da capacitação e das consultorias, os participantes recebem gratuitamente apostila, bloco de anotações, caneta, camiseta, lanche durante os encontros, certificado de conclusão e uma logomarca personalizada para o empreendimento.

O Projeto MEGA já beneficiou mais de 6 mil pessoas no Paraná e em Santa Catarina, contribuindo para a geração de renda, o fortalecimento de pequenos negócios e a criação de novas oportunidades para centenas de famílias.

A formação é destinada a pessoas com 18 anos ou mais, tanto para quem já possui um negócio quanto para quem pretende começar a empreender.

Serviço

Projeto MEGA, Formação Gratuita de Empreendedorismo emParanaguá
Vagas: 65
Datas: 8, 9, 10, 11, 14, 15, 16 e 17 de setembro
Horário: das 18h30 às 22h30, mais consultorias
Local: Centro da Juventude de Paranaguá
Endereço: Rua Vidal Vanhoni, nº 347, Vila dos Comerciários

Informações: Valquíria, (41) 99905-1757