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Seara investe mais de R$ 4 bi em plataforma que impulsiona eficiência e renda de produtores integrados

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Seara investe mais de R$ 4 bi em plataforma que impulsiona eficiência e renda de produtores integrados

Com rede de mais de 1,6 mil integrados no Paraná, ‘SuperAgro’ completa 10 anos promovendo capacitação e reconhecimento técnico nas granjas

A Seara, da JBS, ultrapassou a marca de R$ 4 bilhões investidos em 10 anos em uma de suas iniciativas mais estratégicas no campo: a plataforma SuperAgro. Criada há uma década para transformar a relação com produtores integrados, a ferramenta consolidou um novo modelo de parceria agropecuária, baseado em performance, dados técnicos, econômicos e desenvolvimento contínuo de pessoas e propriedades.

Implantada em 2015 com o objetivo de fortalecer vínculos e elevar padrões de produção, a plataforma SuperAgro é hoje um eixo estratégico da operação agropecuária da Seara. A lógica é simples: quem adota boas práticas e alcança desempenho superior é reconhecido técnica e financeiramente. Em casos de alta performance, a remuneração pode ser até 23% maior por animal. O acompanhamento e suporte aos integrados é feito por uma equipe robusta, que tem na figura dos extensionistas o principal ponto de contato entre empresa e produtores.

companhia possui uma das maiores redes de integrados do país, com mais de 1,6 mil produtores. A estrutura de agropecuária inclui ainda uma granja e três incubatórios. A Seara possui fábricas em oito cidades do estado.

Parte fundamental desse ecossistema é o investimento da empresa em tecnologia e infraestrutura no campo. Os aportes financeiros são direcionados para construção, modernização e expansão de granjas, além da automação dos processos produtivos. O investimento da Seara visa melhorias no ambiente de criação, incluindo a instalação de exaustores e sistemas de resfriamento, garantindo mais conforto aos animais e desempenho zootécnico superior. A blindagem para garantia da biosseguridade também é foco importante dos aportes.

Todo esse esforço resulta não apenas em maior eficiência, mas também em uma remuneração significativamente melhor aos produtores. “O produtor tem a propriedade, mas esse relacionamento próximo, acrescido de um robusto suporte técnico e financeiro da Seara mostram o quão benéfico é ser um produtor integrado da Companhia”, afirma João Campos, presidente da Seara.

Atualmente, mais de 9 mil granjas fazem parte da SuperAgro. Entre elas está a dos produtores Carlos Maia e Cae Maia, pai e filho respectivamente. Eles começaram com 140 mil frangos por lote e agora vão alojar mais de 900 mil aves por ciclo. A partir de setembro, eles também iniciarão a produção de ovos, com expectativa de 12 milhões de unidades por ano. “A plataforma me mostrou que crescimento vem com disciplina, gestão e atenção aos detalhes. E a Seara oferece as ferramentas para isso”, afirma Cae. Desde 2017, pai e filho se destacam pelo desempenho consistente e já foram premiados por diversas vezes no programa SuperAgro, reflexo da evolução contínua da sua operação e qualidade da mão-de-obra empregada.

No setor de suínos, a mudança de escala é expressiva. O produtor José Anderson dos Santos saiu de pouco mais de 300 animais há quase 30 anos para mais de 33 mil em terminação. E deve alcançar 44 mil, com a construção de mais dois modais de mais de 10 mil cabeças cada, com a integração Seara. Pelo quinto ano consecutivo, ele vem sendo reconhecido pelo desempenho e evolução da produção, recebendo premiações mensais e anuais do SuperAgro. “O acompanhamento técnico e a previsibilidade de receita nos dão segurança para investir. É isso que sustenta o crescimento”, pontua.

Evolução da plataforma

Ao longo dos anos, a plataforma incorporou novos pilares, como capacitação técnica e gerencial, treinamentos de compliance, ações de estímulo à sucessão familiar e programas como o Mulheres SuperAgro, voltado à ampliação da presença feminina nas granjas. Iniciativas simbólicas, como a escolha de produtores para o calendário anual da empresa, ajudam a dar visibilidade a quem se destaca.

A SuperAgro também se firmou como um instrumento de retenção de talentos no campo. A valorização do trabalho técnico, associada à transparência dos indicadores, ajuda o posicionamento da Seara como referência no relacionamento com integrados.

Neste ano, a plataforma reforçou sua visibilidade nacional com mais uma edição do Prêmio SuperAgro, que reconheceu diversos produtores regionalmente em 18 categorias, com base em critérios como bem-estar animal, manejo, conversão alimentar e qualidade. A cerimônia de premiação reforçou o caráter técnico e meritocrático da iniciativa. Desde o início, a Seara já pagou mais de 12 milhões somente em premiações para os melhores produtores.

“A SuperAgro é um modelo de longo prazo que valoriza quem entrega excelência. Não basta produzir mais, é preciso produzir com qualidade, com técnica e com visão de futuro”, destaca Campos. “Nosso compromisso é construir uma cadeia sólida, moderna e sustentável. O produtor é peça central disso e a SuperAgro nos permite desenvolver essa parceria com base em critérios técnicos e respeito mútuo”, afirma o presidente da Seara.

Sobre a JBS no PR

A JBS possui operação em 11 cidades do Paraná, entre fábricas e centros de distribuição das unidades de negócios, conta com mais de 14 mil colaboradores em todo o Estado e mais de 2.500 produtores rurais integrados. No Brasil, a JBS é uma das maiores empregadoras do país, com 158 mil colaboradores. No mundo todo, a JBS oferece um amplo portfólio de marcas reconhecidas pela excelência e inovação: Friboi, Seara, Swift, Pilgrim’s Pride, Moy Park, Primo, Just Bare, entre muitas outras, que chegam todos os dias às mesas de consumidores em 190 países. A empresa investe em negócios correlacionados, como couros, biodiesel, colágeno, higiene pessoal e limpeza, envoltórios naturais, soluções em gestão de resíduos sólidos, reciclagem e transportes, com foco na economia circular.

Ingrediente best seller que se tornou ícone de Nativa SPA ganha versão mais marcante com lançamento de Ameixa Intensa

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Ingrediente best seller que se tornou ícone de Nativa SPA ganha versão mais marcante com lançamento de Ameixa Intensa

Linha completa aposta em uma intensidade maior da ameixa, com o dobro da concentração para ápice na perfumação, além de contar com o ativo exclusivo da quinoa , que estimula o colágeno

Conhecidas como um dos ingredientes mais queridos de Nativa SPA, as ameixas mais amadas do Brasil* ganham uma nova versão no portfólio do Boticário – agora, ainda mais intensas acompanhando uma das principais tendências do ano, que são as notas frutais mais encorpadas. Para potencializar a fragrância que marcou gerações de consumidoras, a marca lança Nativa SPA Ameixa Intensa, uma experiência olfativa que combina perfumação mais potente aos benefícios de hidratação e cuidado com a pele característicos da linha.

A novidade parte de uma assinatura já consagrada em Nativa SPA para acompanhar a busca por fragrâncias cada vez mais marcantes também na categoria de cuidados corporais. Na nova interpretação, a ameixa ganha maior intensidade e se torna ainda mais sofisticada e licorosa, enquanto o corpo floral ganha força com destaque para o jasmim sambac. Na base, uma overdose de madeiras cremosas, âmbar e musk traz mais peso e lasting à fragrância. O resultado é uma nova faceta para um dos grandes ícones da marca, pensada para permanecer na pele e deixar uma assinatura marcante.

O lançamento ganha um significado especial em 2026, ano em que Nativa SPA completa 20 anos. Ao longo de duas décadas, a marca construiu uma comunidade em torno do cuidado com a pele e da perfumação corporal, transformando fragrâncias e ingredientes em códigos de sofisticação, autocuidado e intensidade reconhecidos por suas consumidoras. Nesse percurso, a ameixa conquistou um lugar de destaque e se consolidou como uma das assinaturas mais emblemáticas do Boticário. Sua nova interpretação celebra essa história ao mesmo tempo em que atualiza um ícone para um novo momento da marca e de sua comunidade.

“O lançamento de Ameixa Intensa parte de uma fragrância que já tem uma relação muito forte com as consumidoras de Nativa SPA. Essa versão mais potente do ingrediente nasce justamente da oportunidade de trazer uma expressão diferente para esse ícone, com mais intensidade e presença, sem perder os códigos que fizeram nossas linhas de ameixa se tornarem tão queridas. E isso acontece em um ano muito especial para a marca, em que Nativa SPA completa 20 anos”, explica Bruna Nunes, diretora de marketing de corpo e banho do Grupo Boticário. “Materializamos esse lançamento para ser, exatamente, uma forma de reconhecer a história construída junto à nossa comunidade e mostrar como seguimos evoluindo a partir do que ela já conhece, valoriza e ama”.

Além da fragrância, o lançamento reforça a combinação entre perfumação e tratamento da pele que caracteriza Nativa SPA. No Creme Desodorante Perfumado Corporal, o óleo de quinoa estimula a produção natural de colágeno em até 77%, enquanto promove hidratação profunda e maciez. Esse território de cuidado também se estende a outros produtos da linha: o Óleo Glorioso Corporal Perfumado combina óleos de quinoa e amêndoas para proporcionar hidratação imediata e ajudar a manter a pele macia mesmo após o banho, enquanto o Esfoliante Açúcar Corporal, enriquecido com óleo puro de quinoa, remove impurezas e células mortas e contribui para manter a hidratação da pele*.

Com uma proposta pensada para acompanhar diferentes momentos da rotina, Nativa SPA Ameixa Intensa chega com Creme Desodorante Perfumado Corporal, nas versões de 180 ml e 400 ml, Body Splash Desodorante Colônia, Óleo Glorioso Corporal Perfumado, Esfoliante Açucarado Corporal e Sabonete em Barra. A combinação de diferentes formatos e texturas amplia as possibilidades de uso da fragrância e permite construir uma experiência mais completa de cuidado e perfumação, levando a assinatura já reconhecida de ameixa para uma versão de maior intensidade e presença na pele.

Para celebrar o dobro do ingrediente mais amado do portfólio de Nativa SPA, O Boticário realizará, pela primeira vez, uma dinâmica especial com a distribuição em dobro da miniatura do Creme Desodorante Perfumado Corporal de Nativa SPA Ameixa Intensa**. A ação convida o público a experimentar de forma ainda mais generosa a nova versão da fragrância. Para a retirada dos produtos, os consumidores deverão realizar um cadastro no aplicativo da marca e buscá-los nas lojas mais próximas do Boticário.

A linha completa está disponível em todas as lojas físicas do país, no e-commerce da marca, além do app do Boticário, para as versões Android e iOS e via revendedores pelo Encontre Boticário. Também é possível fazer pedidos pelo WhatsApp por meio do número 0800 744 0010 – contato oficial e seguro – diretamente na plataforma do dispositivo.

Basta o cliente contatar a marca por esse número para verificar a disponibilidade na região dele. Há ainda a opção de contatar um revendedor da marca pelo link.

*Fonte: Nativa SPA Ameixa, Ameixa Negra e Ameixa Dourada. Worldpanel by Numerator, PanelVoice, campo realizado em abril de 2026. “Ameixas nº 1” com base em amor e preferência declarados pelo consumidor brasileiro. Total no Brasil: 1.149 lares;

**Bioéster 100% puro de quinoa;

***Estudo in vitro em pele 3D do ingrediente bioéster de quinoa.

**Válida para pessoa física a partir de 18 anos, associada ativa ao Beautybox devidamente identificada por seu CPF válido, moradora do Brasil, que não tenha resgatado o brinde na ação anterior realizada no período de 10/08/26 a 30/08/26, para poder emitir de 31/08/26 a 20/09/26 – ou até o estoque se esgotar – 1 (um) voucher vale-brinde no aplicativo O Boticário e resgatar 2 (dois) Nativa SPA Creme Perfumado Desodorante Ameixa Intensa de 50 ml, no período e na loja física participante agendados. Antes de participar, consulte o regulamento no aplicativo O Boticário. CERTIFICADO DE AUTORIZAÇÃO SPA/ME Nº 02.051738/2026.

Serviço:

Nativa SPA Creme Desodorante Perfumado Corporal Ameixa Intensa 400 ml – R$ 89,90
Com o dobro de fragrância para o ápice da perfumação*, o creme desodorante perfumado corporal nutre e hidrata profundamente, promovendo uma pele macia e desodorizada. Formulado com óleo de quinoa, estimula em até 77% a produção natural de colágeno, auxiliando na firmeza da pele e deixando uma fragrância sofisticada e marcante.

Nativa SPA Creme Desodorante Perfumado Corporal Ameixa Intensa 180 ml – R$ 64,90
Em versão de 180 ml, o creme desodorante perfumado corporal combina hidratação profunda e perfumação intensa. Sua fórmula com óleo de quinoa estimula em até 77% a produção natural de colágeno, auxiliando na firmeza da pele, enquanto deixa a assinatura marcante de Ameixa Intensa.

Nativa SPA Óleo Glorioso Corporal Perfumado Ameixa Intensa 200 ml – R$ 99,90
Com óleos de quinoa e amêndoas, proporciona hidratação imediata e perfumação intensa, deixando a pele macia mesmo após o banho. Sua fórmula ajuda a formar uma barreira protetora na pele e prolonga a sensação de cuidado e perfumação.

Nativa SPA Body Splash Desodorante Colônia Ameixa Intensa 200 ml – R$ 109,90
Com fragrância marcante e perfumada, o Body Splash Ameixa Intensa realça a feminilidade e prolonga a experiência olfativa da linha. Pode ser combinado com a loção corporal para intensificar a sensorialidade e criar uma explosão de perfumação que marca o dia todo.

Nativa SPA Esfoliante Açucarado Corporal Ameixa Intensa 180 g – R$82,90
Enriquecido com óleo puro de quinoa, promove uma esfoliação efetiva, removendo impurezas e células mortas enquanto ajuda a manter a pele hidratada. Deixa a pele macia e com toque suave, preparando-a para as demais etapas do ritual de cuidados de Ameixa Intensa.

Nativa SPA Sabonete em Barra Ameixa Intensa 90 g – R$ 16,90
Completa o ritual de cuidados corporais de Ameixa Intensa desde o banho, promovendo limpeza da pele e trazendo a fragrância marcante da linha para a primeira etapa da rotina de perfumação.
*Claim referente ao Creme Desodorante Perfumado Corporal Ameixa Intensa. Validar redação legal final.

Refil Creme Perfumado Corporal Ameixa Intensa 350ml – R$ 69,90
A versão refil de 350 ml tem como objetivo reduzir o impacto no meio ambiente; a embalagem possui 78% menos plástico em comparação ao produto regular. O refil creme desodorante perfumado corporal combina hidratação profunda e perfumação intensa. Sua fórmula com óleo de quinoa estimula em até 77% a produção natural de colágeno, auxiliando na firmeza da pele, enquanto deixa a assinatura marcante de Ameixa Intensa.

Sobre o Boticário

O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos e marca primogênita do Grupo Boticário. A marca de perfumaria preferida dos brasileiros* foi inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), e tem a maior rede franqueada** de Beleza e Bem-estar do Brasil, além de ser reconhecido como a maior varejo de beleza do mundo***. O Boticário conta com um amplo portfólio composto por itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais e está presente nos canais de loja, venda direta e e-commerce. Comprometida com as pessoas e o planeta, a marca possui o maior programa de logística reversa em pontos de coleta do Brasil, o Boti Recicla, além de fazer parte do movimento Diversa Beleza – um compromisso com a beleza livre de estereótipos – e não realizar testes em animais.
    
Fonte: Kantar, Worldpanel Division, PanelVoice, campo realizado durante o mês de dezembro de 2024. Total no Brasil: 3.470 lares. P3 – “Como você se sente em relação às marcas de Perfumes e Fragrâncias?”;
**Associação Brasileira de Franchising (ABF). Ranking 2025;
***Fonte Euromonitor International Limited, Pesquisa de varejo, edição 2025, de acordo com as definições da categoria de pontos de
venda especializados em beleza e da classificação de empresa proprietária global da marca (GBO), número de lojas, dados de 2024.

Profissionais liberais buscam formalização e organização para crescer com segurança

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Profissionais liberais buscam formalização e organização para crescer com segurança

O número de profissionais que trabalham por conta própria têm aumentado no Brasil e, junto com esse movimento, cresce também a busca por mais estabilidade, reconhecimento e organização

De acordo com o docente do curso Técnico em Administração da Estácio, Sérgio Campagna Moura, esse cenário é resultado de mudanças recentes nas relações de trabalho. “Nos últimos anos, por diversos motivos, os profissionais autônomos no Brasil aumentaram em números relativos e absolutos”, explica.

Nesse contexto, a formalização surge como um caminho para reduzir a insegurança típica da informalidade. Mas antes de dar esse passo, é preciso planejamento. Abrir um negócio não significa apenas continuar exercendo a própria profissão, já que envolve novas responsabilidades, como gestão financeira, atendimento e tomada de decisões estratégicas. “Ao imaginar um negócio próprio, podemos ser ludibriados pelos possíveis benefícios futuros. Nesse caso, é preciso ser realista”, alerta o professor. Avaliar custos, rotina e capacidade de gestão é essencial para que o projeto seja viável.

Os caminhos para formalizar a atividade variam conforme o tipo e o tamanho do negócio, mas passam por três dimensões principais: técnica, legal e social. Isso significa entender desde a natureza do serviço prestado até as exigências legais e a aceitação do público.

Na gestão, um dos erros mais comuns é confundir objetivos pessoais com os objetivos da empresa. Segundo o docente, o negócio precisa ser visto como uma organização própria, com necessidades e lógica próprias de funcionamento. “Independentemente do propósito do dono, o novo negócio, do ponto de vista organizacional, objetiva-se em sobreviver”, afirma. Ou seja, decisões devem considerar a sustentabilidade da empresa, e não apenas preferências individuais.

A organização financeira também é um ponto central. Manter registros detalhados de entradas e saídas é uma prática básica, mas ainda negligenciada por muitos empreendedores. Além disso, dar preferência ao uso de capital próprio, em vez de depender excessivamente de recursos de terceiros, pode contribuir para maior estabilidade financeira no longo prazo.

No ambiente digital, a presença se tornou praticamente indispensável, mas o professor chama atenção para a importância do contato humano. Estratégias simples, como um atendimento mais próximo e personalizado, ainda são eficazes. “Uma ligação, muitas vezes, resolve em poucos minutos o que diante de uma tela pode ser um cliente perdido”, observa.

ESIC abre nova turma de Master em Recursos Humanos

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ESIC abre nova turma de Master em Recursos Humanos

Com 80% dos empregadores brasileiros enfrentando dificuldades para contratar profissionais qualificados, formação prepara gestores para os novos desafios da gestão de pessoas

A ESIC Internacional está com inscrições abertas para uma nova turma do Master em Direção de Recursos Humanos e Organizações, pós-graduação voltada à formação de profissionais para atuar de forma estratégica na gestão de pessoas. Com 12 módulos, o programa aborda desde liderança, recrutamento e desenvolvimento de talentos até inteligência artificial, novos modelos de trabalho, saúde e segurança, cultura organizacional e relações trabalhistas.

A formação chega em um momento de grandes desafios para as áreas de Recursos Humanos. Em 2026, 80% dos empregadores brasileiros relatam dificuldades para encontrar profissionais com as competências de que precisam, segundo a Pesquisa de Escassez de Talentos 2026, do ManpowerGroup. O índice supera a média mundial, de 72%, e chega a 74% entre os empregadores do Paraná.

Para a professora do curso,Jaqueline Becker, consultora e profissional atuante na área de Recursos Humanos, o cenário reforça a necessidade de uma atuação cada vez mais estratégica. “O RH deixou de ser uma área predominantemente operacional para ocupar um espaço importante nas decisões das empresas. Hoje, gestão de pessoas tem impacto direto na produtividade, na inovação, na retenção de talentos e nos resultados do negócio”, afirma.

O conteúdo do Master acompanha essa transformação. A formação inclui liderança e gestão de equipes de alta performance, planejamento de RH, recrutamento e seleção, avaliação de desempenho, remuneração, desenvolvimento profissional, inteligência emocional, cultura e clima organizacional e relações trabalhistas. Também aborda inteligência artificial generativa, novas tecnologias aplicadas à gestão de pessoas, trabalho a distância, finanças, marketing, sustentabilidade e estratégia. Ao final, os alunos desenvolvem um projeto aplicado com a elaboração de um Plano de Recursos Humanos.

Outro tema que amplia as responsabilidades da área é a saúde mental. Dados do Ministério da Previdência Social mostram que 546.254 benefícios por transtornos mentais e comportamentais foram concedidos em 2025, crescimento de 15,66% em relação ao ano anterior.

“Não basta mais contratar. As empresas precisam pensar em toda a jornada do profissional, da atração e desenvolvimento à carreira, clima, liderança e retenção. Ao mesmo tempo, o gestor precisa acompanhar mudanças como inteligência artificial, novos formatos de trabalho e saúde mental. Isso exige uma visão muito mais ampla do negócio e das pessoas”, destaca Jaqueline.

Voltado à formação de especialistas em gestão de RH capazes de desenvolver pessoas e liderar equipes de alta performance, o Master reúne conhecimentos de diferentes áreas da administração para proporcionar uma visão integrada das organizações.

Serviço:

Master em Direção de Recursos Humanos e Organizações
Instituição: ESIC Internacional
Local: Rua Padre Dehon, 814 – Hauer, Curitiba (PR)
Informações: esic.br
Telefone: 0800 41 37 42
WhatsApp: (41) 99155-9737

Mais de 1,3 milhão de transportadores: cinco desafios da saúde ocupacional nas empresas de transporte

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Mais de 1,3 milhão de transportadores: cinco desafios da saúde ocupacional nas empresas de transporte

Operações espalhadas pelo país, exigências legais e equipes em constante deslocamento exigem uma gestão integrada para garantir conformidade, prevenção e continuidade das operações

O transporte rodoviário de cargas é um dos pilares da economia brasileira. Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) reúne mais de 1,3 milhão de transportadores entre empresas e autônomos. A dimensão do setor e uma força de trabalho que permanece grande parte do tempo fora das estruturas físicas das empresas tornam a gestão da saúde ocupacional um desafio particular para as transportadoras.

Para o médico do trabalho e fundador da Mag Saúde, Vardiceu Genaro, cuidar da saúde desses profissionais vai muito além da realização de exames obrigatórios. “Enquanto uma indústria concentra grande parte dos colaboradores em um mesmo local, as transportadoras precisam administrar profissionais que circulam por diferentes cidades e estados. A saúde ocupacional precisa acompanhar essa dinâmica, integrando atendimento, controle, prevenção e gestão das informações”, afirma.

Entre os principais desafios do setor, o especialista destaca:

  1. Levar a saúde ocupacional até onde o trabalhador está
    Motoristas podem estar a centenas ou milhares de quilômetros da sede quando precisam realizar um exame ocupacional. Contar com uma rede de atendimento descentralizada reduz deslocamentos, facilita o cumprimento dos prazos e diminui impactos sobre a operação.
  2. Controlar exames, prazos e pendências
    Além dos exames admissionais, periódicos, de retorno ao trabalho e demissionais, o setor possui particularidades como os exames toxicológicos obrigatórios para motoristas das categorias C, D e E. “O desafio não é apenas realizar os exames, mas acompanhar prazos, vencimentos e pendências para evitar que uma falha administrativa se transforme em um problema operacional ou de conformidade”, explica Genaro.
  3. Integrar saúde ocupacional, documentos e eSocial
    Documentos como PCMSO e PGR e os eventos de Saúde e Segurança do Trabalho (SST) encaminhados ao eSocial precisam estar organizados e coerentes. Isso exige integração entre Medicina do Trabalho, Segurança do Trabalho, Recursos Humanos e gestão administrativa, reduzindo inconsistências e retrabalho.
  4. Cuidar da saúde sem comprometer a operação
    No transporte rodoviário, uma parada pode impactar diretamente a programação logística. A localização do atendimento, a agilidade dos processos e a integração das informações ajudam a reduzir deslocamentos desnecessários e interrupções. “A saúde ocupacional não pode funcionar isolada da operação. Ela precisa acompanhar a realidade do negócio e estar onde o trabalhador está”, destaca.
  5. Usar afastamentos e dados como ferramentas de prevenção
    Mais do que registrar afastamentos, é importante acompanhar causas, recorrências e impactos. A análise dessas informações pode orientar ações preventivas, melhorar a gestão dos trabalhadores afastados e contribuir para indicadores previdenciários, como o Fator Acidentário de Prevenção (FAP).

Uma gestão ocupacional eficiente pode reduzir burocracias, organizar processos e diminuir os impactos de deslocamentos, pendências e afastamentos. Mas, para Genaro, o principal avanço está em deixar de enxergar a saúde ocupacional apenas como cumprimento de obrigações e passar a utilizar exames, afastamentos e indicadores também como ferramentas de prevenção. “Prevenir significa agir antes que um problema se transforme em afastamento, perda de produtividade ou risco para o trabalhador. Para isso, a gestão precisa estar baseada em dados, acompanhamento e integração das informações”, explica o médico.

Para empresas com operações distribuídas pelo país, a capilaridade do atendimento também passa a fazer parte dessa estratégia. A Mag Saúde, por exemplo, atende empresas em mais de 390 cidades brasileiras, por meio de uma rede com mais de 500 clínicas credenciadas. A estrutura reúne exames clínicos e laboratoriais, toxicológicos e ASO, elaboração e gestão de PCMSO e PGR, controle documental, integração com o eSocial, gestão de afastamentos e assistência técnica em perícias. “No transporte, a saúde ocupacional precisa acompanhar a dinâmica de quem está na estrada. Aproximar o atendimento do trabalhador, integrar informações e agir preventivamente ajuda a reduzir riscos e impactos na operação”, conclui Genaro.

Executiva paranaense está entre principais nomes da comunicação corporativa do país

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Fernanda Yanaze Maia, da Valmet, foi eleita vencedora da Região Sul no TOP Mega Brasil 2026; Central Press, agência paranaense que atende a multinacional finlandesa, também venceu a premiação

A paranaense Fernanda Yanaze Maia, gerente de Marketing e Comunicação para a América Latina da Valmet, está entre os principais nomes da comunicação corporativa do Brasil. Ela foi eleita Executiva de Comunicação Corporativa da Região Sul na 11ª edição do TOP Mega Brasil, uma das principais premiações do setor no país, além de integrar o TOP 15 Brasil, grupo formado pelos profissionais mais votados nacionalmente.

O resultado foi anunciado na noite de 26 de agosto, durante cerimônia realizada na Unibes Cultural, em São Paulo. Fernanda foi a vencedora entre cinco finalistas da Região Sul, que também contou com Carmem Murara (Grupo Marista), Heloisa Janz Laibida (Ademicon), Priscila Canesin Basile (Klabin) e Renata Mansque (CMPC Brasil).

Na edição de 2026, o TOP Mega Brasil recebeu quase 12,5 mil votos de todo o país. Na primeira etapa, foram indicados cerca de 1.100 executivos e 480 agências. Após o segundo turno, 45 executivos e 45 agências se classificaram para as categorias nacionais e regionais.

Ao todo, a premiação entregou 22 Troféus da Onça Pintada, sendo 11 destinados a executivos de comunicação corporativa e 11 a agências, contemplando o Pódio Brasil e todas as regiões do país.

A presença de Fernanda entre os 15 profissionais mais votados do Brasil amplia a dimensão do reconhecimento. Além de conquistar o primeiro lugar regional, a executiva paranaense se destacou em uma disputa que reuniu profissionais de diferentes estados e empresas de todo o país.

O reconhecimento também marca um momento de destaque para o mercado paranaense de comunicação corporativa, que teve representantes entre os vencedores da premiação. 

A Central Press, agência de reputação com sede no Paraná e responsável pela assessoria de imprensa da Valmet há oito anos, também foi eleita a melhor Agência de Comunicação da Região Sul, conquistando o título pela quinta vez e, com isso, o “TOP de Ouro”, reconhecimento concedido pelo histórico de cinco vitórias na mesma categoria.

Seu filho já precisa trocar de colchão? Saiba quais são os sinais de que chegou a hora

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Seu filho já precisa trocar de colchão? Saiba quais são os sinais de que chegou a hora

Especialista explica como o crescimento das crianças influencia na escolha do colchão e orienta o que os pais devem observar

Quando o assunto é acompanhar o crescimento dos filhos, os pais costumam prestar atenção às roupas, aos calçados e até à altura da escrivaninha. Mas um item essencial para o descanso durante essa fase costuma passar despercebido: o colchão. Embora muitas famílias utilizem o mesmo modelo por anos, as necessidades de suporte e conforto mudam à medida que a criança cresce.

Segundo o fundador da Carneiro Colchões Artesanais, Jarbas Carneiro, não existe uma idade exata para trocar o colchão infantil, mas alguns sinais indicam que ele pode não atender mais às necessidades da criança. “A infância e a adolescência são períodos de intenso crescimento e desenvolvimento corporal. Conforme a criança cresce, ganha peso e muda de hábitos, o colchão pode deixar de oferecer o suporte adequado. Mais do que olhar para o tempo de uso, é importante observar como ele está respondendo a essas mudanças”, explica.

Durante o crescimento, a postura corporal também está em desenvolvimento, o que torna importante oferecer uma superfície de descanso que proporcione sustentação adequada e favoreça o alinhamento do corpo durante o sono. Por isso, além de avaliar o próprio colchão, os pais podem observar mudanças na postura dos filhos e eventuais queixas de desconforto. “Um colchão deformado, com afundamentos ou que já não oferece sustentação adequada pode prejudicar o conforto e o posicionamento do corpo durante várias horas de sono. É mais um aspecto que merece atenção dos pais nessa fase”, afirma Jarbas.

Além do desgaste natural, um dos principais fatores a ser considerado é o aumento do peso corporal. Um colchão que era adequado para uma criança pequena pode perder eficiência alguns anos depois, deixando de oferecer o mesmo nível de sustentação e conforto durante o sono.

Outro aspecto que merece atenção é um hábito comum em muitas famílias: pais que deitam ou dormem com os filhos, especialmente nos primeiros anos de vida. “Quando um adulto utiliza com frequência um colchão desenvolvido para uma criança, a estrutura sofre uma sobrecarga para a qual não foi projetada. Isso pode acelerar o desgaste e reduzir a capacidade de sustentação do colchão”, afirma Jarbas.

Na hora da escolha, o especialista orienta que o colchão infantil seja firme o suficiente para oferecer estabilidade ao corpo, mas sem abrir mão do conforto. Também é importante considerar materiais de qualidade, boa ventilação e revestimentos que facilitem a higienização, já que o colchão infantil está mais sujeito a pequenos acidentes e ao acúmulo de ácaros. “Não faz sentido comprar um colchão pensando apenas na fase atual da criança. Vale considerar o ritmo de crescimento, a qualidade dos materiais e a durabilidade do produto. Um colchão bem construído pode acompanhar essa evolução por mais tempo, oferecendo conforto e suporte adequado durante uma etapa importante do desenvolvimento”, destaca.

Jarbas também recomenda que os pais observem alguns sinais de alerta: afundamentos, deformações, ruídos, perda de firmeza, mudanças perceptíveis na postura e a sensação de que a criança acorda cansada ou reclama de desconforto ao dormir podem indicar que é hora de avaliar o colchão. “Os pais costumam investir em alimentação, atividades físicas e acompanhamento médico para garantir um crescimento saudável. O sono também faz parte desse processo. Dormir bem é fundamental para o desenvolvimento e o colchão contribui para a qualidade desse descanso”, conclui.

Como saber se está na hora de trocar o colchão da criança?

  1. A criança cresceu bastante ou ganhou peso desde a compra do colchão;
  2. O colchão apresenta afundamentos, deformações ou perda de firmeza;
  3. O adulto costuma deitar ou dormir com frequência na cama da criança;
  4. O revestimento está desgastado ou difícil de higienizar;
  5. A criança reclama de desconforto, parece não descansar bem ou os pais percebem mudanças em sua postura.

Escassez de talentos atinge 80% das empresas e acirra disputa por lideranças no Brasil

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Escassez de talentos atinge 80% das empresas e acirra disputa por lideranças no Brasil

Com desemprego de apenas 2,5% entre profissionais qualificados, empresas enfrentam dificuldade para encontrar executivos que reúnam conhecimento técnico, visão de negócio e capacidade de liderar transformações

Encontrar profissionais qualificados é um dos principais desafios das empresas brasileiras em 2026. Oito em cada dez empregadores (80%) relatam dificuldade para contratar talentos com as competências necessárias, acima da média mundial de 72%, segundo a Pesquisa de Escassez de Talentos 2026, do ManpowerGroup. Nas empresas brasileiras com 1.000 a 4.999 funcionários, o índice chega a 90%.

O desafio aumenta nas posições de liderança. Com taxa de desemprego de apenas 2,5% entre profissionais qualificados, segundo dados do IBGE analisados pela Robert Half, as empresas disputam um grupo reduzido de candidatos. Pesquisa da consultoria mostra ainda que 84% dos gestores de contratação enfrentam dificuldades para preencher posições em aberto.

Para Diego Godoy, especialista em recrutamento executivo e sócio da MUUDA.work, a questão não está apenas na quantidade de profissionais disponíveis, mas nas competências exigidas. “As empresas buscam líderes que reúnam experiência técnica, visão estratégica, gestão de pessoas, entendimento de tecnologia e aderência à cultura da organização. Quanto mais estratégica a posição, mais específica é essa combinação e menor o universo de candidatos”, explica.

Ainda segundo a pesquisa do ManpowerGroup, a escassez atinge diferentes setores: 85% dos empregadores de Serviços Profissionais, Científicos e Técnicos relatam dificuldade para contratar, assim como 83% das empresas de Informação e 79% das organizações de Manufatura, Comércio e Logística, Hospitalidade, Serviços Públicos e Recursos Naturais.

Sucessão preocupa empresas

O problema vai além das vagas abertas. Pesquisa da Robert Half divulgada em 2026 mostra que 78% dos gestores estão preocupados em encontrar sucessores capazes de sustentar seus negócios até 2035. A falta de profissionais preparados internamente pode levar as empresas a buscar executivos somente quando uma posição estratégica fica vaga. “Sucessão não deveria começar a ser discutida quando um executivo anuncia que está saindo. É preciso identificar posições críticas, desenvolver potenciais sucessores e conhecer o mercado previamente. Começar uma busca do zero somente quando a cadeira fica vazia vai gerar um impacto enorme no negócio”, afirma Godoy.

Como resposta à escassez, 44% dos empregadores brasileiros investem em capacitação e requalificação dos próprios colaboradores, segundo o ManpowerGroup. Outros 25% buscam profissionais em novos grupos de talentos e 18% ajustam salários para aumentar a competitividade das vagas.

Busca por executivos exige estratégia

Para posições de média e alta liderança, o recrutamento também difere dos processos tradicionais. Muitos executivos estão empregados e não procuram ativamente uma nova posição, o que exige busca ativa e mapeamento do mercado, incluindo concorrentes e setores correlatos. “O desafio não é receber muitos currículos, mas chegar às pessoas certas. É preciso mapear o mercado, identificar quem reúne as competências necessárias e fazer uma abordagem e entender a demanda de cada empresa, cada segmento, cada geografia. Além disso, o processo precisa ser ágil, porque os profissionais mais disputados em grande maioria estão sempre sendo abordados para outras oportunidades”, destaca Godoy.

A velocidade é outro desafio: 80% dos gestores citam a dificuldade de encontrar candidatos qualificados, 72% de atrair profissionais com habilidades especializadas ou de nicho e 64% apontam a necessidade de contratar mais rapidamente, segundo a Robert Half.

Para Godoy, o cenário exige planejamento. “As empresas precisam trabalhar em duas frentes: desenvolver quem já está dentro e conhecer continuamente os talentos disponíveis no mercado. Quanto mais afinado esse trabalho, menor o risco de uma posição estratégica ficar descoberta quando a organização mais precisa dela”, conclui.

Estúdio Engenhoka inicia atividades com 60 estudantes em escola pública de Curitiba

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Estúdio Engenhoka inicia atividades com 60 estudantes em escola pública de Curitiba

Novo espaço reúne arte, tecnologia e robótica em atividades gratuitas que seguem até dezembro

Sessenta estudantes da Escola José Busnardo, na Vila Fanny, em Curitiba, já estão colocando em prática a criatividade no novo Estúdio Engenhoka de artes e robótica. Inaugurado na última sexta-feira (21), o espaço será utilizado ao longo dos próximos meses nas atividades da terceira edição do projeto, realizado pelo Instituto Burburinho Cultural.

A inauguração reuniu professores, estudantes, familiares e representantes do Instituto Burburinho Cultural e marcou o início de uma formação gratuita com aproximadamente 40 horas de atividades em robótica educacional e diferentes linguagens artísticas. As oficinas serão realizadas até dezembro, na própria escola e no novo estúdio, equipado com impressoras 3D, tablets e materiais pedagógicos.

“A proposta do Engenhoka é aproximar os estudantes de uma educação fora do padrão tradicional, conectando áreas que muitas vezes são vistas de forma separada, como artes, matemática, ciência e tecnologia. A chegada do estúdio à escola democratiza o acesso a essas ferramentas e abre novas possibilidades para os alunos experimentarem e criarem suas próprias soluções. Queremos estimular o pertencimento, o pensamento crítico e a colaboração, mostrando que arte e ciência podem caminhar juntas na formação de estudantes mais criativos e preparados para transformar ideias em projetos”, afirma Priscila Seixas, CEO do Instituto Burburinho Cultural.

Da ideia à criação

Durante a formação, os estudantes serão estimulados a experimentar diferentes linguagens artísticas e conceitos de robótica para desenvolver projetos que aproximam criatividade, tecnologia e resolução de problemas. Ao longo do semestre, serão desenvolvidos quatro projetos: uma peça produzida com impressão 3D, um robô, uma luminária criativa e, ao final, uma escultura interativa. Os trabalhos serão apresentados à comunidade escolar, e a equipe vencedora será premiada.

A proposta foi apresentada aos estudantes durante a inauguração do estúdio, quando também foi lançado o Fagulha, novo mascote do Engenhoka. Produzido em impressora 3D, o personagem representa a ideia que acende, inspira e pode transformar tudo ao redor. Os materiais que serão utilizados ao longo da formação foram desenvolvidos pela PiCode Education e organizados em boxes maker, pensados para acompanhar as diferentes etapas das atividades. Segundo Luiz Henrik Martins de Oliveira Payao, da PiCode Education, a proposta é colocar os estudantes em contato direto com o processo de criação. “Os boxes foram pensados para que os alunos possam experimentar, construir e acompanhar de forma prática cada etapa dos projetos”, explica.

Para o diretor da Escola José Busnardo, Francisco Diogo Ximenes, a chegada do estúdio representa uma oportunidade de aproximar a escola de uma forma de aprendizagem mais prática e criativa. “Esse estúdio maker é a escola que eu sempre sonhei. A melhor forma de se aprender é brincando. Nós fazemos nossos esforços, mas são os nossos alunos que vão colocar a mão na massa e fazer acontecer. Tenho certeza de que vamos continuar com esse projeto no ano que vem. Minha gratidão ao Instituto Burburinho Cultural por esse projeto maravilhoso”, afirma.

A vice-diretora Patrícia Fernandes também destacou a oportunidade de os estudantes terem contato com ferramentas e experiências que aproximam tecnologia e arte. “Receber esse projeto é de grande valia para a escola, porque une tecnologia e arte. Os estudantes devem aproveitar esses meses de prática do Engenhoka para criar grandes ideias e grandes projetos. Eles terão a oportunidade de utilizar todo esse aparato, inclusive a impressora 3D. Tenho certeza de que esse projeto pode ajudar os alunos a traçarem novos horizontes”, diz.

Mais criadores, menos espectadores

A expectativa em torno da novidade também chegou às famílias. Jeferson Faria da Silva, pai de Arthur Bernardo Berger da Silva, estudante do 8º ano, acompanhou a inauguração e destacou a possibilidade de os alunos terem acesso, na escola pública, a ferramentas que nem sempre fazem parte de sua realidade. “Estamos recebendo esse projeto com muita expectativa. Os alunos estão muito animados e conversamos sobre isso em casa. O projeto tira os estudantes do papel de apenas consumidores e dá a eles a possibilidade de serem criadores também”, afirma.

Entre os estudantes, a curiosidade está principalmente nas possibilidades de criação. Lívia Berlofa Mariotti, do 9º ano, conta que já gosta de robótica e vê no projeto uma oportunidade de aprender de uma forma diferente. “Estou gostando bastante e tenho expectativa de criar coisas novas. Acho que vai ser uma oportunidade muito boa para aprender, trabalhar em equipe e descobrir novas possibilidades”, afirma.

Para Monike Correr, do 8º ano, a expectativa é que o projeto ajude não apenas nas atividades escolares, mas também em aprendizados que poderão ser levados para a vida. “Espero que dê muito certo. Acho que vai ajudar a gente a mexer mais no computador e a conhecer melhor as tecnologias. Também vai ajudar a escola e trazer aprendizados que vamos levar para a vida”, diz.

Investimento em criatividade e novos talentos

O Engenhoka também conta com o apoio de empresas que veem na iniciativa uma oportunidade de contribuir para a formação de novos talentos e ampliar o acesso à ciência e à tecnologia. Entre os patrocinadores está a ExxonMobil, que participa do projeto desde a primeira edição por meio de iniciativas ligadas à área de STEM — ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

Jéssica Aline Choque, consultora de estratégia de TI da ExxonMobil e integrante do comitê STEM da empresa, destaca a importância de estimular talentos e criatividade desde a escola.

“Atrair e desenvolver talentos na comunidade é um dos pilares do nosso trabalho. Ficamos muito felizes em poder contribuir com uma estrutura que fomenta a criatividade. O projeto é muito interessante porque não se limita à robótica: estimula a criatividade em vários campos do conhecimento.”

Maria Eugênia Damonte, gerente de projetos do comitê de voluntariado da ExxonMobil, ressalta o impacto de levar esse tipo de estrutura para a rede pública. “Tudo o que pode melhorar a vida da comunidade é muito importante para nós. É interessante ver esse espaço dentro de uma escola pública e acompanhar como os alunos se envolvem, se expressam e mostram seu potencial.”

A Escola José Busnardo é a segunda instituição de ensino de Curitiba a receber o Engenhoka. A iniciativa já passou pelo Colégio Estadual Integral Professor Homero Baptista de Barros. Para Priscila Seixas, a chegada do projeto à nova escola amplia uma trajetória de parceria do Instituto Burburinho Cultural com a cidade.

“Curitiba é uma capital efervescente e inovadora, e temos uma história de parceria com a cidade, com projetos como o Arco-Íris e o Arena Viva. Agora, com o Engenhoka, essa relação se fortalece a partir da parceria com a rede de ensino, criando uma sinergia entre arte e tecnologia e novas possibilidades para os estudantes”, afirma.

Em sua terceira edição, o Engenhoka atenderá 420 estudantes de escolas públicas do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Além de Curitiba, o projeto será realizado em São Bernardo do Campo, Macaé, Rio de Janeiro e Salvador. Desde a primeira edição, mais de mil estudantes já participaram da iniciativa e 17 estúdios maker foram implantados.

Mantido pelo Instituto Burburinho Cultural, o Engenhoka aproxima arte e ciência por meio de uma metodologia multidisciplinar. A formação é dividida em cinco módulos, conduzidos por instrutores e monitores, e cada participante recebe um box maker com os materiais utilizados durante as atividades.

O projeto é viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Otis, Trident Energy, SLB, Wilson Sons, Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), ExxonMobil, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura. É realizado pelo Instituto Burburinho Cultural e Ministério da Cultura.

Advogados são o maior alvo dos ciberbandidos

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Advogados são o maior alvo dos ciberbandidos

Com o país liderando estatísticas de ataques cibernéticos na América Latina, a Accessa alerta para a vulnerabilidade do setor jurídico e apresenta soluções de gestão de senhas que aliam proteção a ganhos diretos de produtividade

O avanço dos crimes digitais consolidou os riscos de cibersegurança como a maior ameaça no ecossistema da internet. No centro dessa tempestade está o Brasil, que figura nas primeiras posições dos rankings globais e lidera na América Latina como o país mais atingido por cibertentativas de invasão, vazamento de dados e ataques de phishing. Nesse cenário crítico, um setor em particular emergiu como alvo prioritário dos criminosos virtuais: os escritórios de advocacia.

Segundo a head comercial da Accessa, Elisa Santin, por manipularem informações estratégicas, segredos industriais, dados financeiros e documentos sigilosos de clientes, advogados e bancas jurídicas tornaram-se alvos extremamente lucrativos. “A porta de entrada mais comum para esses ataques não são softwares complexos, mas sim a fragilidade na gestão de credenciais: senhas fracas, repetidas entre diferentes serviços ou compartilhadas de forma insegura por aplicativos de mensagem”, explica.

O Custo da Insegurança vs. O Ganho de Produtividade

“Além do risco iminente de sanções regulatórias, tais como as multas da LGPD e danos irreparáveis à reputação, a gestão inadequada de acessos gera um gargalo invisível no dia a dia dos advogados que é a perda de tempo”, alerta Elisa. De acordo com estudos desenvolvidos pela Accessa, o esquecimento de credenciais, redefinições constantes de senhas e a burocracia para liberar acessos a estagiários e sócios consomem horas preciosas de trabalho semanal.

A empresa criou uma solução que surge como a resposta estratégica para transformar essa vulnerabilidade em vantagem competitiva. “Oferecemos ferramentas avançadas de gestão e proteção de senhas, a plataforma elimina o erro humano na ponta do processo, garantindo blindagem de dados e otimização da rotina de trabalho”, salienta.

“A segurança da informação não precisa ser um obstáculo para a agilidade do escritório. Quando o advogado não precisa se preocupar em memorizar, gerenciar ou redefinir dezenas de senhas todos os dias, ele ganha tempo útil para se dedicar ao que realmente importa: a defesa dos seus clientes”, destaca a executiva.

Tranquilidade

Ao adotar a ferramenta, os escritórios de advocacia alcançam dois pilares fundamentais para a gestão moderna. O primeiro deles é a tranquilidade operacional gerada pela criptografia de ponta a ponta e controle centralizado de acessos, garantindo que apenas pessoas autorizadas visualizem dados sensíveis, mitigando drasticamente o risco de invasões. E a consequência disso é a produtividade decorrente do acesso rápido e seguro a sistemas tribunais, bancos de dados e ferramentas internas com poucos cliques, eliminando o estresse do esquecimento de senhas e os bloqueios de rotina.

Em um mercado onde a confiança é o principal ativo, proteger as credenciais de acesso deixou de ser uma decisão de TI e tornou-se uma prioridade de negócio. A Accessa entrega a tecnologia necessária para que advogados operem com total segurança, foco e eficiência.

Sobre a Accessa

A Accessa é especialista em soluções para gestão de identidades e proteção de credenciais. Focada em otimizar a segurança digital e a produtividade de empresas e escritórios profissionais, a plataforma oferece controle de acesso intuitivo, robusto e alinhado às melhores práticas globais de cibersegurança.