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Sicredi já distribuiu mais de R$ 3 milhões em prêmios para estimular o hábito de poupar

Mais de 400 associados já foram contemplados em 2026 na campanha Poupança Premiada, que segue até dezembro com um prêmio final de R$ 1 milhão

Poupar para realizar um sonho ganhou um incentivo a mais para milhares de associados do Sicredi. Desde o início da campanha Poupança Premiada, em fevereiro deste ano, mais de 400 associados já foram contemplados com prêmios em dinheiro, que somam mais de R$ 3 milhões distribuídos até agora. Os vencedores são dos estados do Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e norte de Santa Catarina.

A campanha, que incentiva o hábito de poupar e o planejamento financeiro, distribuirá R$ 5 milhões em prêmios em 2026, com mais de 600 chances de ganhar. Além dos sorteios semanais de R$ 5 mil, há dois prêmios especiais de R$ 1 milhão, um já sorteado em julho e outro previsto para dezembro, no encerramento da campanha.

Incentivo à educação financeira e à conquista de objetivos 

Entre as histórias que mostram como o hábito de poupar pode ajudar a transformar planos em realidade está a de Jhon Marlon Feltrin Prodentes, eletricista industrial de Cianorte (PR). Associado ao Sicredi, ele faz da poupança uma prática constante há 12 anos, mantendo o hábito como parte de seu planejamento financeiro. 

No começo, a poupança tinha um objetivo muito especial: ajudar Jhon e a então namorada — hoje sua esposa — a realizarem o sonho do casamento. Com o passar dos anos, os objetivos mudaram, mas o hábito permaneceu.

Hoje, o casal poupa pensando na reforma da casa, em melhorar a estrutura do dia a dia e, futuramente, em trocar de carro. Em julho, Jhon foi surpreendido com um prêmio de R$ 5 mil da Poupança Premiada. O valor já tem destino certo: será utilizado na reforma da residência.

“Eu aplico na poupança há 12 anos. No princípio, eu e minha namorada, que hoje é minha esposa, poupávamos para fazer o nosso casamento. Hoje o objetivo é poupar para fazer a reforma da nossa casa e conseguir construir um pouco mais no dia a dia, trocar de carro futuramente. Eu agradeço ao pessoal do Sicredi por nos ajudar nesse sonho nosso”, conta.

Para ele, o prêmio representa um incentivo para continuar poupando. “Os cinco mil reais vão ser usados para fazer a reforma da minha casa. A gente trabalha para construir os nossos sonhos e conseguir uma ajuda dessas é muito bom. Vou continuar aplicando na poupança Sicredi.”

A história de Jhon se soma à de centenas de associados que mantêm o hábito de poupar e, com a campanha, têm uma oportunidade a mais de serem contemplados. 

Ainda dá tempo de ganhar

Para quem ainda não participou, a oportunidade continua aberta. A campanha segue até dezembro e terá sorteios semanais de R$ 5 mil, além do segundo prêmio especial de R$ 1 milhão, previsto para o mesmo mês.

Participar é simples. A cada R$ 100 depositados na Poupança Sicredi, o participante recebe um número da sorte para concorrer aos sorteios semanais. Na modalidade Poupança Programada, contratada na vigência da campanha e com prazo mínimo de 12 meses, os números da sorte são concedidos em dobro. Quanto mais números acumulados, maiores as chances de ganhar.

Mais informações sobre a campanha, os sorteios e os números da sorte estão disponíveis no site oficial da Poupança Premiada Sicredi.

Sobre o Sicredi 

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10,5  milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3,1 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando mais de 300 produtos e serviços financeiros.

Site do Sicredi: Clique aqui

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Shopping Jardim das Américas realiza nova edição do Flash Tattoo em setembro

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Shopping Jardim das Américas realiza nova edição do Flash Tattoo em setembro

Evento acontece nos dias 19 e 20 de setembro, com tatuagens a preços promocionais e condições especiais para piercings

Depois do sucesso das edições anteriores, o Shopping Jardim das Américas realiza mais uma edição do Flash Tattoo, evento exclusivo do empreendimento, promovido em parceria com o estúdio The Red Fox Tattoo. Desta vez, o evento ganha dois dias de programação, 19 e 20 de setembro, ampliando a oportunidade para quem quer fazer a primeira tatuagem, escolher um novo desenho ou registrar na pele uma história, uma lembrança ou simplesmente algo que tenha significado.

Durante os dois dias, o público poderá escolher tatuagens de até 7 cm com valores promocionais: uma por R$ 150 ou duas por R$ 200. Para quem prefere piercing, a ação também terá condição especial, com 50% de desconto na segunda peça. Quem já tem em mente aquela tatuagem que sempre quis fazer pode levar sua referência, desde que a arte respeite o limite de até 7 cm e seja compatível com a proposta do evento. Para quem prefere decidir na hora, o estúdio também disponibilizará diversas sugestões de desenhos para escolher.

O formato segue a proposta das edições anteriores, com atendimento por ordem de chegada e desenhos menores, característicos do flash tattoo. A ideia é tornar a experiência mais prática e acessível, tanto para quem já coleciona tatuagens quanto para quem ainda está criando coragem para fazer a primeira.

Mais do que uma escolha estética, a tatuagem se tornou uma forma de expressão cada vez mais presente entre diferentes gerações. Nomes, símbolos, referências afetivas, viagens e momentos importantes dividem espaço com desenhos escolhidos simplesmente pela identificação com a arte. É justamente essa diversidade que o Flash Tattoo pretende reunir durante os dois dias de evento.

Serviço:

Flash Tattoo

Datas: 19/09/26 – sábado, das 10h às 22h

20/09/26 – domingo, das 14h às 20h

Local: evento exclusivo Shopping Jardim das Américas

Valores promocionais:

  • Tatuagem de até 7 cm: 1 por R$ 150 ou 2 por R$ 200
  • Piercing: 50% de desconto na segunda peça

Atendimento: por ordem de chegada.

Shopping Jardim das Américas

Av. Nossa Senhora de Lourdes, 63 – Jd. das Américas

Compras online – assistente virtual – FLORA (41) 99238-1421

Telefone:(41) 3366-5885

Laço rosa e azul chama atenção para câncer de tireoide, que deve atingir mais de 16 mil brasileiros em 2026

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Laço rosa e azul chama atenção para câncer de tireoide, que deve atingir mais de 16 mil brasileiros em 2026

Doença é quase quatro vezes mais incidente entre mulheres, mas também afeta homens; nódulo no pescoço é um dos sinais que merecem investigação

Uma pequena glândula localizada na parte anterior do pescoço está no centro de uma campanha que ganha visibilidade em setembro. Representado pelo laço rosa e azul, o mês de conscientização sobre o câncer de tireoide chama atenção para uma doença que deve registrar 16.450 novos casos no Brasil em 2026, segundo a estimativa mais recente do Instituto Nacional de Câncer (INCA).

A diferença entre homens e mulheres é significativa. Dos casos previstos para este ano, 13.310 devem ocorrer em mulheres e 3.140 em homens. Entre a população feminina, o tumor de tireoide já aparece como o quinto tipo de câncer mais incidente no Brasil, excluindo os tumores de pele não melanoma, correspondendo a 5,1% dos novos diagnósticos estimados.

No Paraná, são esperados 640 novos casos em 2026, sendo 500 em mulheres e 140 em homens. Em Curitiba, a estimativa é de 140 diagnósticos, 110 entre mulheres e 30 entre homens.

Segundo a Dra. Tabatha Dallagnol, oncologista do IOP – Instituto de Oncologia do Paraná, os números ajudam a colocar a doença em perspectiva, mas a conscientização não deve ser traduzida em uma busca indiscriminada por exames.

“É importante que as pessoas conheçam a doença e saibam quais alterações precisam ser avaliadas. A maioria dos nódulos da tireoide não é câncer. O caminho adequado é procurar avaliação médica quando houver algum sinal de alarme e, a partir daí, definir individualmente se existe necessidade de investigação complementar”, explica Dra. Tabatha.

Um nódulo nem sempre significa câncer

A tireoide produz hormônios importantes para o funcionamento do organismo e para a regulação do metabolismo. O câncer surge quando células da glândula sofrem alterações e passam a se multiplicar de maneira descontrolada.

O carcinoma papilífero é o tipo mais frequente, respondendo por 50% a 80% dos casos, segundo o INCA. Há ainda o carcinoma folicular, o de células de Hürthle e formas menos frequentes da doença, com características e comportamentos distintos.

Um aspecto importante é que nódulos na tireoide são relativamente comuns e, na maioria das vezes, benignos. O próprio INCA aponta prevalência de nódulos entre 4% e 50% da população, dependendo da idade e do método utilizado para identificá-los, enquanto o câncer de tireoide é bem menos frequente.

Essa diferença ajuda a evitar uma associação automática entre encontrar um nódulo e receber um diagnóstico de câncer.

“A descoberta de um caroço no pescoço ou de um nódulo na tireoide em exames de rotina costumam gerar preocupação. Contudo, é fundamental esclarecer que a presença de um nódulo não significa, por si, um diagnóstico de câncer. Cabe ao médico assistente do paciente avaliar fatores de risco como tamanho, características à ultrassonografia e histórico do paciente para definir a necessidade de investigação adicional”, afirma Dra. Tabatha Dallagnol.

Quais sinais merecem atenção?

Muitos tumores da tireoide não provocam sintomas no início e são descobertos durante exames realizados por outros motivos. Quando existem manifestações, um nódulo ou aumento de volume na região do pescoço estão entre os sinais que devem ser avaliados.
Alterações persistentes na voz, dificuldade para engolir e dificuldade para respirar também podem aparecer, especialmente quando uma lesão tem maior volume ou compromete estruturas próximas. Linfonodos aumentados no pescoço associados a um nódulo suspeito em tireoide também precisam ser investigados.

Isso não significa que esses sintomas indiquem necessariamente câncer. Eles podem estar relacionados a diferentes condições. A persistência ou progressão da alteração é que justifica procurar atendimento.

Quem apresenta maior risco?

A exposição à radiação ionizante, especialmente durante a infância e adolescência, é um dos fatores de risco conhecidos para o câncer de tireoide. Algumas formas da doença também podem estar relacionadas a alterações genéticas e histórico familiar.
O excesso de peso também está associado ao aumento do risco. O INCA orienta a manutenção do peso corporal adequado como uma das medidas relacionadas à prevenção da doença.

Existe ainda uma diferença importante entre conscientização e rastreamento. Não há evidência científica de que realizar exames de rastreamento para câncer de tireoide em pessoas sem sintomas ou fatores que indiquem investigação traga mais benefícios do que riscos, razão pela qual essa estratégia não é recomendada atualmente.

“Encontrar alterações muito pequenas que talvez nunca causassem problemas ao longo da vida também pode levar a investigações e intervenções desnecessárias. Por isso, a melhor prática médica exige equilíbrio entre cuidado e prudência. O objetivo é diagnosticar quem realmente precisa e no momento adequado, sem transformar um exame em fonte de ansiedade”, pontua Dra. Tabatha.

Do diagnóstico ao tratamento

Quando há suspeita, a investigação começa pela avaliação clínica e pode incluir ultrassonografia da tireoide, principal exame de imagem utilizado para estudar os nódulos. Dependendo das características encontradas, pode ser indicada a punção aspirativa por agulha fina, conhecida como PAAF, para análise das células.
Confirmado o câncer, a definição do tratamento considera o tipo do tumor, seu tamanho, extensão, características moleculares quando pertinentes, idade e condições clínicas do paciente.

A cirurgia ocupa papel central no tratamento de muitos tumores da tireoide. Conforme o caso, podem ser utilizados também iodoterapia, terapia hormonal e, em situações específicas, radioterapia ou tratamentos sistêmicos. A conduta não é igual para todos e deve ser definida por uma equipe especializada.

Segundo a médica do IOP, essa abordagem individualizada afasta a ideia de que todo câncer de tireoide segue o mesmo padrão. “O câncer de tireoide reúne doenças com comportamentos diferentes. Há tumores que evoluem lentamente e outros que exigem uma abordagem mais intensiva. Identificar com precisão o cenário de cada paciente é crucial para escolher a melhor conduta e evitar tanto o subtratamento quanto intervenções desnecessárias”.

Neste Setembro Rosa e Azul, a mensagem é menos sobre procurar uma doença e mais sobre não ignorar uma alteração que merece ser avaliada. Perceber um nódulo ou mudança persistente na região do pescoço não significa ter câncer, mas é motivo para conversar com um médico e, quando necessário, iniciar a investigação.

Fontes utilizadas: dados da Estimativa 2026–2028 e informações técnicas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), atualizados em 2025 e 2026

Sobre o Grupo Med4U

A Med4U é uma holding que engloba algumas das marcas mais reconhecidas no setor da saúde, oferecendo soluções integradas e inovadoras para pacientes e profissionais. Entre as empresas que fazem parte da Med4U estão o IOP (Instituto de Oncologia do Paraná), o IOP Educa, o IOP Pesquisa, o Valencis, a Spesia e o Oncoville. Também fazem parte a Santé Cancer Center, com unidades em Lages e Caçador, em Santa Catarina, e a Clínica Prognóstica Oncologia, sediada em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Juntas, essas instituições formam um grupo dedicado à excelência no cuidado oncológico, educação e inovação em saúde.

O IOP, a marca mais antiga do grupo, que completou 31 anos de atuação em 2026, continua sendo uma referência no tratamento do câncer. Com quatro sedes em Curitiba (PR), o IOP se destaca por suas parcerias estratégicas, como a aliança com o Hospital São Marcelino Champagnat que oferece um tratamento integrado e a parceria com o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, sendo a primeira clínica no sul do Brasil a integrar a Rede Einstein de Oncologia e Hematologia. O IOP também se destaca por ter o mais alto nível de acreditação de qualidade no Paraná (ONA 3).

O IOP oferece tratamentos avançados e humanizados, utilizando tecnologia de ponta e uma abordagem multidisciplinar, que inclui Nutrição, Psicologia, Enfermagem, Farmácia e Educador Físico. Além disso, terapias complementares como cromoterapia, aromaterapia e musicoterapia ajudam a proporcionar um cuidado mais completo e humanizado.

Para mais informações ou para agendar sua consulta, acesse nosso site: https://iop.com.br

IOP: Há 31 anos cultivando histórias, cuidando de pessoas.

Mais informações:

Mateus Leme
Rua Mateus Leme, 2631 B
(41) 3207-9797

Batel
Rua Saldanha Marinho, 1814
(41) 3207-9798

Oncoville
Marginal Rodovia BR-277, 1437
(41) 3099-5800

Hospital São Marcelino Champagnat
Av. Presidente Affonso Camargo, 1399
(41) 3087-7600

Depois dos compactos, imóveis para viver por muitos anos recuperam espaço nas capitais

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Depois dos compactos, imóveis para viver por muitos anos recuperam espaço nas capitais

Famílias voltam a procurar plantas maiores, baixa densidade e ambientes que acompanhem diferentes fases da vida

Durante os últimos anos, boa parte dos lançamentos imobiliários nas grandes cidades foi orientada por unidades compactas, voltadas tanto a moradores que buscavam praticidade quanto a investidores interessados em locação. Esse modelo continua relevante, mas começa a dividir espaço com outro movimento: a procura por imóveis pensados como residência definitiva.

No segmento de alto padrão, famílias voltam a valorizar plantas maiores, três ou quatro suítes, ambientes flexíveis e empreendimentos com poucas unidades. Mais do que comprar um endereço ou acompanhar uma tendência de mercado, esse público procura uma casa capaz de atender às mudanças da rotina ao longo dos anos.

Espaço para os filhos, possibilidade de trabalhar em casa, áreas destinadas ao convívio e ambientes de bem-estar passaram a fazer parte dessa decisão. Segurança, privacidade e proximidade de serviços também ajudam a explicar por que moradores de casas consideram a mudança para apartamentos sem abrir mão do conforto.

“Percebemos um comprador mais atento à experiência de morar. Ele não está olhando somente para o momento atual, mas procurando entender se aquele imóvel continuará atendendo à família daqui a cinco, dez ou 15 anos. Isso faz com que plantas bem resolvidas, ambientes flexíveis e espaços de convivência tenham um peso cada vez maior na escolha”, afirma Rodrigo Linhares Porto, diretor da Porto Camargo.

A mudança também aparece na relação do comprador com o bairro. Em vez de deixar uma região onde já construiu vínculos, parte das famílias procura permanecer próxima de escolas, comércio, serviços, áreas verdes e da rede de convivência formada ao longo dos anos. Há ainda quem retorne aos bairros centrais depois de viver em regiões mais afastadas, buscando reduzir deslocamentos e simplificar a rotina.

Nesse contexto, a baixa densidade torna-se um atributo valorizado. Empreendimentos com menos apartamentos oferecem maior privacidade e ajudam a preservar uma atmosfera residencial, ao mesmo tempo que reúnem estruturas de lazer, segurança e bem-estar difíceis de manter em uma casa.

“Não se trata apenas de oferecer uma metragem maior. O projeto precisa compreender como as pessoas vivem e como essa vida pode mudar. Um imóvel de longa permanência deve acomodar diferentes momentos da família, preservar a privacidade e, ao mesmo tempo, criar espaços que favoreçam o encontro e o bem-estar”, diz Diogo Linhares Camargo, diretor da Porto Camargo.

Essa proposta orienta o Montëz, lançamento da incorporadora no Alto da XV, em Curitiba. O empreendimento terá somente 30 unidades, com metragens entre 109 e 298 metros quadrados, opções de três ou quatro suítes e diferentes configurações, entre apartamentos tipo, gardens e coberturas.

As áreas comuns incluem piscina coberta e aquecida, bosque, espaço de bem-estar, academia, ambiente gourmet, playground e espaço para animais de estimação. A estrutura procura levar para dentro do condomínio atividades que fazem parte da rotina das famílias, sem transformar o empreendimento em um complexo excessivamente movimentado.

Outro aspecto considerado no projeto é a orientação solar. Nenhum apartamento possui face exclusivamente voltada para o sul, característica especialmente relevante em Curitiba por favorecer a insolação, o conforto térmico e a menor incidência de umidade.

Para Rodrigo, empreendimentos voltados à longa permanência também exigem atenção ao entorno. “Quando uma família escolhe um imóvel para morar por muitos anos, ela não compra apenas o apartamento. Compra também a relação com o bairro, os deslocamentos cotidianos e a possibilidade de realizar parte da rotina a pé. Por isso, a escolha do terreno é uma das decisões mais importantes de um projeto”, afirma.

A retomada do interesse por residências mais duradouras não representa o fim dos compactos, mas mostra que o mercado está se tornando mais diversificado. Enquanto unidades menores atendem investidores, jovens e moradores com rotinas mais dinâmicas, cresce também a demanda por imóveis que ofereçam espaço, privacidade e condições para a família criar raízes.

“Uma residência definitiva precisa continuar fazendo sentido mesmo quando a vida muda. O desafio da incorporação é desenvolver projetos que não respondam apenas a uma tendência passageira, mas permaneçam confortáveis, funcionais e desejados ao longo do tempo”, conclui Diogo.

Entre dobras e esperança, origamista autista produz mais de 4 mil tsurus para ação do Hospital Angelina Caron

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Entre dobras e esperança, origamista autista produz mais de 4 mil tsurus para ação do Hospital Angelina Caron

Maria Izabel Corrêa Guiraud encontrou no origami uma profissão e uma forma de expressar suas habilidades; agora, seu trabalho integra instalação do HAC sobre a espera por transplantes no Paraná

Uma folha quadrada, algumas dobras precisas e um símbolo de esperança começa a ganhar forma nas mãos de Maria Izabel Corrêa Guiraud. Autista e origamista profissional, ela assumiu um desafio de grandes proporções: produzir mais de 4 mil tsurus para a terceira edição da exposição Histórias de Transplantes, promovida pelo Hospital Angelina Caron (HAC). A mostra será realizada de 21 de setembro a 21 de outubro, no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

O trabalho de Maria Izabel será a base de uma instalação composta por 5 mil tsurus. As demais peças serão feitas em uma oficina aberta à comunidade, promovida pelo HAC, com a participação de colaboradores, pacientes e acompanhantes. Juntas, as dobraduras irão representar as mais de 5 mil pessoas que aguardam pela oportunidade de receber um órgão ou tecido no Paraná. A ação integra o Setembro Verde, mês de conscientização sobre a doação de órgãos, e marca também os 25 anos de atuação do hospital na área de transplantes.

Para Maria Izabel, cada peça reúne técnica, disciplina e significado. “Saber que meu trabalho pode dar visibilidade a essa causa me emociona, porque leva uma mensagem de esperança para as pessoas. O tsuru é um símbolo mundial de paz, esperança e saúde, e é emocionante pensar que minhas mãos podem ajudar a transformar papel nessa mensagem”, conta.

O encontro com o origami aconteceu ainda na infância, em momentos compartilhados com o avô e o pai. A brincadeira despertou o interesse pela possibilidade de transformar uma folha de papel em figuras, flores e animais. Mais tarde, a atividade também se tornou uma aliada para lidar com a epilepsia, por meio dos exercícios de concentração.

“Desde cedo me encantava essa ideia de transformar uma simples folha de papel em algo bonito e divertido. Com o tempo, ele foi se tornando também uma forma de lidar melhor com a epilepsia e foi ali, nesses exercícios de concentração, que a paixão nasceu e, aos poucos, virou profissão”, afirma.

O fascínio não está apenas na peça pronta. Para a origamista, o percurso entre a folha lisa e a forma final exige paciência, criatividade e presença. “Acho fascinante ver como, com simples dobras, um papel vai se transformando em algo que antes existia só na minha cabeça, um pássaro, uma flor. Aos poucos, fui percebendo que, com mais papéis e dobras mais complexas, dava para ir além e criar arte”, comenta.

No desafio proposto pelo Hospital Angelina Caron, essas competências ganharam escala. Produzir milhares de peças semelhantes requer constância e organização, sem perder a precisão que dá identidade a cada tsuru. Maria Izabel desenvolveu uma rotina pautada por planejamento, foco nos prazos e persistência. “Está sendo desafiador, mas também uma experiência muito especial. Quando o desafio aparece, eu me organizo, mantenho o foco nos prazos, busco a precisão nas dobras e sigo até chegar ao resultado que eu quero”, explica.

Autismo como parte da trajetória

Maria Izabel fala sobre o autismo a partir de sua experiência concreta, sem tratá-lo como barreira nem apagar os desafios que fazem parte da vida. No origami, ela reconhece características que favorecem o trabalho, como concentração, atenção aos detalhes e persistência. São habilidades que encontram espaço em uma atividade marcada por padrões, sequências e precisão.

“O autismo faz parte da minha trajetória como origamista de uma forma muito positiva e não como uma barreira. A concentração, a atenção aos detalhes e a persistência são características que me ajudam muito no origami, transformando desafios em foco e dedicação. Cada desafio superado me faz perceber que posso ir além do que imaginava”, diz.

A trajetória ajuda a ampliar o olhar sobre pessoas autistas e suas possibilidades profissionais. Mais do que uma ocupação, o origami tornou-se para ela um caminho de expressão, autonomia e reconhecimento das próprias capacidades. “Para mim, o origami se tornou uma ferramenta essencial de inclusão, autoconhecimento e superação e a prova de que aquilo que às vezes é visto como diferença pode ser, na verdade, o que me leva mais longe”, afirma.

Ao convidar Maria Izabel e a comunidade para construir a instalação, o Hospital Angelina Caron aproxima duas mensagens: a valorização das diferentes formas de criar e participar da sociedade e a urgência da conscientização sobre a doação de órgãos. O resultado será apresentado em um espaço de grande circulação, levando o tema para além dos corredores hospitalares.

A exposição Histórias de Transplantes foi criada pelo HAC para colocar pacientes e famílias no centro da conversa. Em vez de abordar a doação apenas por números, a iniciativa reúne relatos de pessoas transplantadas e chama atenção para a decisão que conecta duas famílias: uma que, em meio ao luto, autoriza a doação; e outra que recebe uma nova possibilidade de vida.

A experiência do Hospital Angelina Caron sustenta essa mobilização. Desde o início do serviço, em 2001, a instituição realizou 3.401 transplantes até 16 de agosto de 2026. Somente neste ano, até a mesma data, foram 98 procedimentos, incluindo transplantes de rim, fígado, coração, pâncreas-rim, córneas e medula óssea, além do transplante renal intervivos.

“Por trás de cada transplante existem duas famílias vivendo momentos profundamente diferentes: uma enfrenta a dor da perda e, em meio a ela, toma uma decisão de enorme generosidade; a outra recebe uma nova possibilidade de vida. É essa conexão que queremos tornar visível”, afirma Bernardo Caron, co-CEO do Hospital Angelina Caron. Segundo ele, falar sobre doação de órgãos dentro de casa é um gesto simples, mas capaz de mudar o destino de muitas pessoas.

No Brasil, a doação de órgãos após a morte depende da autorização da família, mesmo quando a pessoa manifestou em vida o desejo de ser doadora. Por isso, uma das principais mensagens da campanha do HAC é a importância de conversar previamente com familiares sobre essa decisão.

Quando os 5 mil tsurus ocuparem o saguão de embarque do aeroporto Afonso Pena, cada dobradura ajudará a tornar visível uma espera que envolve milhares de pessoas. Na maior parte delas estará também a marca do trabalho de Maria Izabel: a repetição transformada em arte, a diferença convertida em potência e um gesto individual integrado a uma ação coletiva do Hospital Angelina Caron em favor da vida. “Contribuir para uma exposição como Histórias de Transplantes reforça nosso papel como espaço de encontro e conscientização para temas que impactam toda a sociedade. Temos a satisfação de abrir as portas do maior aeroporto do Paraná para uma iniciativa que homenageia a esperança de quem aguarda um transplante, valoriza a trajetória dos pacientes transplantados e incentiva um gesto capaz de transformar vidas: a doação de órgãos”, declara o gerente do Aeroporto Internacional Afonso Pena, Éden Pisani Jr.

Serviço:

Histórias de Transplantes – Hospital Angelina Caron

Período: 21 de setembro a 21 de outubro de 2026

Local: Aeroporto Internacional Afonso Pena — saguão de embarque

Cidade: São José dos Pinhais (PR)

Sobre o Hospital Angelina Caron

Fundado em 1983, o Hospital Angelina Caron (HAC) é uma instituição filantrópica de alta complexidade localizada em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Com mais de quatro décadas de atuação, realiza anualmente mais de 400 mil atendimentos a pacientes do SUS, convênios e particulares com atuação em áreas como oncologia, transplantes, cirurgia robótica, pediatria e reabilitação.

O modelo de cuidado é integrado ao ensino e à pesquisa por meio da UniCaron, do Departamento de Ensino e Pesquisa e dos programas de Residência Médica. Com foco em segurança, qualidade e atendimento humanizado, o HAC mantém como propósito promover saúde com excelência e ampliar seu impacto na assistência à população do Paraná e do Brasil.

Fun’iki Sushi Rooftop amplia cardápio com quatro novos pratos e aposta em diferentes leituras da cozinha japonesa

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Fun’iki Sushi Rooftop amplia cardápio com quatro novos pratos e aposta em diferentes leituras da cozinha japonesa

Novidades vão de combinados com enguia, vieira e atum a uma seleção vegetariana, ampliando as possibilidades para quem busca sabores mais tradicionais e propostas contemporâneas

A cozinha japonesa ganha novas possibilidades no cardápio do Fun’iki Sushi Rooftop, em Curitiba. A casa acaba de incorporar quatro pratos ao menu: Combinado Tokujou, Niguiri Unagui, Sashimi Tataki Shake Maguro e Combinado Vegetariano. As novidades ampliam as escolhas disponíveis no restaurante e exploram ingredientes como enguia, vieira, ovas de salmão, atum, robalo, polvo, cogumelos, algas e edamame.

O lançamento encontra no Paraná um público com forte relação com a gastronomia japonesa. O estado concentra a segunda maior comunidade nipo-brasileira do país, influência que também se reflete à mesa. Ao longo do tempo, o repertório conhecido pelo público se ampliou e ingredientes antes menos familiares, como ponzu, edamame, wakame e unagui, passaram a dividir espaço com sushi, sashimi e outras preparações já incorporadas aos hábitos dos brasileiros.

No Fun’iki, essa diversidade aparece tanto na escolha dos ingredientes quanto nas diferentes formas de preparo. Entre os lançamentos, o Combinado Tokujou é o mais abrangente. A seleção reúne Kimpira Gobo, Ussuzukuri de Robalo, Hira Zukuri Maguro, ovas de Ikura, Hotate, Shake Toro, Unagui com shari e Tako No Su-misso. Robalo, atum, vieira, salmão, enguia e polvo aparecem em diferentes cortes e preparações dentro de uma mesma experiência.

A enguia também ganha um prato próprio no Niguiri Unagui. Sobre o bolinho de shari, uma fatia de enguia grelhada recebe tarê e raspas de laranja Bahia, contrapondo o sabor característico do pescado ao toque cítrico da fruta.

Já o Sashimi Tataki Shake Maguro combina três fatias de salmão e três de atum, rapidamente seladas por fora e mantidas cruas no interior. Levemente picante, o prato é finalizado com molho ponzu, azeite de oliva e gergelim.

Vegetais também ganham protagonismo

Outra novidade é o Combinado Vegetariano, criado para oferecer uma experiência completa sem peixes ou frutos do mar. São quatro hossomakis Kimpira Gobo, quatro Kappa Maki, quatro niguiris de tempurá de shiitake com cream cheese, tarê e raspas de limão Taiti, dois gunkans de edamame, dois de Hiyashi Wakame e quatro uramakis de cenoura com aspargo trufado.

A composição explora uma vertente da culinária japonesa que tem nos vegetais, cogumelos, algas e derivados da soja elementos importantes de sua tradição. No novo combinado, esses ingredientes deixam de ocupar uma posição complementar e passam a conduzir a experiência.

Tradição que atravessou fronteiras

A relação da cultura japonesa com a alimentação recebeu reconhecimento internacional em 2013, quando a Unesco incluiu o washoku, conjunto de práticas alimentares tradicionais do Japão, na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. O conceito está relacionado não apenas às receitas, mas à escolha e ao preparo dos ingredientes, à sazonalidade e à maneira de apresentar e compartilhar os alimentos.

No Fun’iki Sushi Rooftop, as quatro novidades partem desse amplo repertório gastronômico para apresentar propostas distintas dentro de um mesmo menu, de cortes e ingredientes tradicionalmente associados à cozinha japonesa a combinações que dialogam com novos hábitos de consumo.

Serviço:

Fun’iki Sushi Rooftop

Rua Desembargador Motta, 2311 – Batel, Curitiba – PR

(41) 99993-2361

funikirooftop.com.br

Segunda a quinta: 18h30 às 23h | Sexta e sábado: 18h30 à 00h

Para quem vive na estrada, uma parada que faz a diferença

Em Campina Grande do Sul, no Paraná,  Posto Pelanda Alpino 2 reúne alimentação, descanso e serviços especializados para caminhoneiros e viajantes que circulam pela BR-116

Para o motorista de carreta Sérgio Pichau, de Joinville, em Santa Catarina, cada viagem começa com uma despedida. Casado há 27 anos e pai de duas filhas, ele deixa a família para enfrentar longos trechos de estrada transportando cargas pelo Brasil. No caminho, encontrar um lugar onde possa abastecer, fazer uma refeição, tomar banho, descansar e cuidar do caminhão representa muito mais do que uma simples parada.

Há quase dez anos na profissão, Sérgio encontrou no Posto Pelanda Alpino 2, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, um desses pontos de confiança. Localizado no km 25 da BR-116, no sentido Sul, o posto faz parte da rotina de motoristas que percorrem a ligação entre São Paulo e a Região Sul do país.

“ O posto  é especial por todo o aparato que ela nos entrega, todo o conforto que o posto pode proporcionar para nós, motoristas que vivemos na estrada. É um bom lugar para tomar banho, almoçar, jantar, descansar e seguir viagem”, conta Sérgio, que utiliza principalmente os serviços de abastecimento e engraxamento.

Segundo ele, outro diferencial está na relação construída com a equipe. “A gente sempre que precisa deles são muito solícitos, assim como os frentistas e também os atendentes de caixa. A gente se sente em casa mesmo com eles.”

Essa sensação de proximidade também está presente entre os profissionais que trabalham no Alpino 2. O gerente do restaurante, Oesley Santana de Arruda, conhecido como Elinho, começou na Rede Pelanda, em 2005, como balconista. Mais de duas décadas depois, continua na empresa e hoje comanda a operação do restaurante.

Morador da região de Campina Grande do Sul, Elinho também destaca a importância da empresa para a comunidade do entorno. Segundo ele, cerca de 80% dos trabalhadores do posto vivem nas proximidades.

“A rotina do restaurante acompanha o intenso movimento da rodovia. São cerca de 800 atendimentos por dia durante a semana e mais de mil aos finais de semana. O público é formado principalmente por caminhoneiros, mas turistas e outros viajantes também fazem parte da clientela”, conta Elinho.

Entre os pratos mais procurados está a chuleta com polenta, considerada a especialidade da casa. A unidade também oferece diferentes opções de pratos executivos, além da lanchonete.

Estrutura para caminhões e motoristas

Além da alimentação, o Posto Pelanda  Alpino 2 concentra serviços que atendem diretamente às necessidades de quem trabalha com transporte rodoviário.

A unidade conta com estacionamento fechado, banheiros, chuveiros com suíte e Lava Truck 24 horas. O serviço de lavagem inclui três etapas, utilização de produtos específicos e limpeza manual da cabine.

O posto também abriga o Pelanda Truck Center, com serviços de mecânica, elétrica, borracharia e estofamento. A estrutura oferece ainda serviços especializados para caminhões, como molas, freios, embuchamentos, soldas, alinhamento, auto elétrica, sistema de válvulas a ar com teste em bancada, polimento de cabine, tanque e rodas e higienização de cabine.

Para o gerente Fábio Alves de Jesus, que trabalha na Rede Pelanda desde 2012, a estrutura faz do Alpino 2 uma das unidades mais completas da rede. Ele começou como operador de caixa e passou cerca de dez anos na função antes de assumir a gerência do posto.

“Acho que é o posto mais completo da rede, com vários serviços para prestar ao cliente, uma estrutura muito ampla, estacionamento fechado e lavagem de qualidade. Temos também serviços de molas, freios, estofaria, elétrica, borracharia e polimento”, afirma o gerente.

Fábio destaca ainda que os caminhoneiros são o principal público da unidade e que os elogios recebidos vão desde os serviços prestados até a alimentação do restaurante.

Para Paulo Pelanda, proprietário da Rede Pelanda, a estrutura é importante, mas o diferencial está na experiência oferecida ao cliente.

“Quem está na estrada precisa encontrar um lugar em que possa confiar. Nossa responsabilidade é fazer com que essa parada seja completa, segura e confortável, seja para abastecer, fazer uma refeição, descansar ou cuidar do caminhão. O nosso compromisso é fazer com que o motorista siga viagem melhor do que chegou”, diz Paulo

A gerente de marketing da Rede Pelanda, Ana Paula Pelanda, destaca que a relação construída com os clientes também é resultado do trabalho das equipes que estão diariamente nas unidades.

“Quando um cliente diz que se sente em casa, isso mostra que o atendimento conseguiu ultrapassar a relação comercial. Existe uma equipe por trás de cada experiência, pessoas que conhecem a rotina de quem está na estrada e entendem a importância de receber bem. É essa combinação entre estrutura e atendimento que queremos oferecer em cada parada”, afirma Ana Paula.

Missão internacional inédita: Liga Muçulmana Mundial realiza 20 cirurgias cardíacas de alta tecnologia em pacientes do SUS em hospital de Curitiba

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Missão internacional inédita: Liga Muçulmana Mundial realiza 20 cirurgias cardíacas de alta tecnologia em pacientes do SUS em hospital de Curitiba

Intercâmbio com equipe de Cirurgia Cardíaca Minimamente Invasiva e CardioRobótica do Hospital Angelina Caron (HAC) traz ao Brasil próteses e dispositivos ainda não disponíveis no sistema público, com apoio do HMRI – Health and Medical Robotic Research Institute (Instituto de Pesquisa em Robótica Médica e em Saúde); projeto piloto pode expandir modelo para toda a América Latina

Vinte pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) com doenças cardíacas complexas serão beneficiados com procedimentos de última geração em uma ação humanitária e científica inédita no Brasil.

Uma comissão médica da Liga Muçulmana Mundial, desembarca em Curitiba esta semana para realizar, em parceria com o Hospital Angelina Caron (HAC) e com apoio do HMRI – Health and Medical Robotic Research Institute (Instituto de Pesquisa em Robótica Médica e em Saúde), uma força-tarefa cirúrgica que une tecnologia de ponta, troca de expertises e diplomacia em saúde.

A missão, que vai até 17 de setembro, é resultado de um encontro do escritório da Liga no Brasil com o Ministro da Saúde e da busca por centros de excelência no país. Por laços de amizade, conhecimento técnico prévio e reconhecimento internacional na área, a instituição escolhida para o projeto piloto foi o Hospital Angelina Caron (HAC), em parceria com sua equipe de Cirurgia Cardíaca Minimamente Invasiva e CardioRobótica e com a expertise da UniCaron e do HMRI.

Os pacientes selecionados são todos institucionais do SUS, já em acompanhamento no Hospital Angelina Caron (HAC), e foram priorizados dentro da rotina do sistema para receberem tecnologias que ainda não estão disponíveis de forma universal no país.

Na prática, as cirurgias serão realizadas em conjunto. A equipe local atuará com as técnicas que já são rotina na instituição, somando a expertise dos especialistas internacionais e a utilização de dispositivos cardíacos e próteses de nova geração, ainda não liberadas para uso rotineiro no SUS.

À frente do intercâmbio estão os Drs. Milton Santoro e Rodrigo Ribeiro, que coordenam a integração entre as duas equipes. Segundo o Dr. Milton Santoro, a iniciativa vai muito além da assistência: “Estamos falando de um ganho triplo. O paciente do SUS tem acesso a uma tecnologia que ele demoraria anos para conseguir, nossa equipe tem a oportunidade de operar lado a lado com experts internacionais e a Liga encontra no HAC um parceiro estratégico para expandir ações humanitárias. É a medicina sem fronteiras na sua essência.”

Para o Dr. Rodrigo Ribeiro, o foco está no legado que o projeto deixa para o sistema público: “Essa integração com a missão da Arábia Saudita é uma troca mútua e muito proveitosa. Não estamos apenas trazendo médicos de fora para operar; estamos realizando um intercâmbio real de técnicas e tecnologias. O que aprendemos aqui ficará incorporado à nossa rotina, elevando o patamar de cuidado que podemos oferecer a todos os pacientes do SUS daqui para frente.”

Mais do que 20 cirurgias, o projeto tem um objetivo estratégico. Após este piloto, a ideia é ampliar a atuação da Liga Muçulmana para outras regiões do Brasil e para outros países da América Latina, com a possibilidade de credenciar a equipe do Hospital Angelina Caron (HAC) e a expertise da UniCaron e do HMRI – Health and Medical Robotic Research Institute (Instituto de Pesquisa em Robótica Médica e em Saúde) como centro de formação e multiplicador desses programas financiados pela Liga.

Serviço:

O que: Força-tarefa internacional com 20 cirurgias cardíacas de alta tecnologia em pacientes do SUS

Quem: Missão de saúde da Liga Muçulmana Mundial + Equipe de Cirurgia Cardíaca Minimamente Invasiva e CardioRobótica do Hospital Angelina Caron (HAC) (Coordenação: Dr. Milton Santoro e Dr. Rodrigo Ribeiro)

Apoio: HMRI – Health and Medical Robotic Research Institute (Instituto de Pesquisa em Robótica Médica e em Saúde)

Onde: Hospital Angelina Caron (HAC) – [Rodovia do Caqui, 1150 – Araçatuba – Campina Grande do Sul/PR]

Endividamento afeta produtividade de um em cada três trabalhadores

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Endividamento afeta produtividade de um em cada três trabalhadores

Dívidas afetam autoestima, sono e concentração e transformam a saúde financeira dos colaboradores em um ponto de atenção para as áreas de Recursos Humanos; 33% dos trabalhadores relatam queda na produtividade devido às questões ligadas a dinheiro

O endividamento deixou de ser uma preocupação restrita à vida pessoal dos trabalhadores. As dificuldades para pagar as contas também chegam ao ambiente de trabalho, afetando a concentração, o bem-estar e a produtividade dos colaboradores.

Uma pesquisa realizada pela SalaryFits, empresa da Serasa Experian, e divulgada em outubro de 2025, mostra que 66% dos trabalhadores perceberam aumento do estresse em razão do endividamento. No ambiente profissional, 51% relataram mais estresse, 47% exaustão física e 33% queda de produtividade provocada pelos problemas financeiros.

O impacto vai além do desempenho. Outro estudo, realizado pela Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box, revelou que 84% dos brasileiros já tiveram a saúde mental afetada por problemas financeiros. Entre as consequências mais citadas estão alterações no humor e na estabilidade emocional, mencionadas por 48% dos entrevistados, prejuízos à autoestima, apontados por 44%, redução da energia e disposição, com 32%, e dificuldade de concentração no trabalho ou nos estudos, relatada por 30%. Além disso, 70% disseram já ter perdido o sono por preocupação com dívidas.

Para o economista e CEO do Conta Cheia, Gabriel Nasser, os números demonstram que a saúde financeira precisa entrar de forma mais estruturada na agenda das empresas. “O colaborador não deixa as preocupações financeiras do lado de fora quando começa o expediente. Uma dívida pode ocupar seus pensamentos durante todo o dia, afetar o sono, a autoestima, a capacidade de concentração e até a forma como ele se relaciona com colegas e familiares. Por isso, essa não é apenas uma questão individual. É também uma preocupação legítima do RH e das lideranças”, afirma.

O cenário é agravado pelo elevado nível de endividamento das famílias brasileiras. Em abril de 2026, 80,9% das famílias do país possuíam algum tipo de dívida, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. A inadimplência atingia 29,7% das famílias e 12,3% afirmavam não ter condições de quitar seus débitos. No Paraná, o percentual de famílias endividadas chegou a 86% no mesmo período, conforme levantamento da CNC e da Fecomércio PR.

Embora nem toda dívida represente inadimplência, o uso de modalidades com juros elevados pode dificultar ainda mais a reorganização financeira. Dados do Banco Central mostram que a taxa média do crédito livre destinado às pessoas físicas chegou a 61,5% ao ano em março de 2026. O acesso a alternativas com condições mais equilibradas pode ajudar o trabalhador a substituir dívidas mais caras e recuperar previsibilidade sobre o orçamento, desde que a contratação seja feita com planejamento e respeito à capacidade de pagamento.

Foi a partir dessa preocupação que surgiu o Conta Cheia, fintech paranaense especializada em crédito consignado privado para trabalhadores com carteira assinada. A empresa atua por meio de convênios com médias e grandes companhias, oferecendo aos colaboradores acesso a crédito com desconto em folha, taxas mais competitivas e prazos de até 60 meses.

“O Conta Cheia nasceu da percepção de que o endividamento provoca uma dor que vai muito além do bolso. Nosso objetivo é oferecer uma alternativa mais justa para o trabalhador que precisa reorganizar sua vida financeira, especialmente quando ele está recorrendo ao cartão rotativo, cheque especial ou outras modalidades mais caras. Crédito não deve ser tratado como renda extra nem como resposta automática para qualquer dificuldade, mas pode ser uma ferramenta de reorganização quando usado com consciência e transparência”, explica Nasser.

Para as empresas conveniadas, a adesão ao Conta Cheia não gera custo, integração de sistemas ou responsabilidade financeira. A companhia apenas comunica a disponibilidade do benefício aos colaboradores, sem atuar como ofertante, vendedora ou intermediadora do crédito. Todo o processo, da simulação à contratação, é digital, e o trabalhador mantém autonomia para avaliar as condições, comparar propostas e decidir se deseja ou não contratar.

Segundo Nasser, o papel do RH não deve ser controlar a vida financeira do funcionário, mas criar um ambiente seguro para orientação e acesso a alternativas responsáveis. “Existe muita vergonha associada ao endividamento. Quando a empresa aborda o tema sem julgamento, oferece educação financeira e disponibiliza soluções mais equilibradas, ela ajuda o colaborador a enfrentar o problema antes que ele se agrave. É uma forma de cuidado que pode refletir em mais tranquilidade, concentração e qualidade de vida”, destaca.

Em menos de seis meses de operação, o Conta Cheia recebeu 134 mil pedidos de crédito consignado, que somaram mais de R$ 58 milhões em volume solicitado. A fintech também captou R$ 50 milhões de um fundo de investimentos para acelerar sua expansão e ampliar os convênios com empresas de médio e grande porte.

Hospital Veterinário alerta para os perigos das “saidinhas” e o risco de doenças graves em gatos

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Hospital Veterinário alerta para os perigos das “saidinhas” e o risco de doenças graves em gatos

O Hospital Veterinário Municipal de Curitiba (HVMC) faz um alerta essencial para quem tem gatos em casa: lugar de felino é dentro de casa. Permitir que o gato dê “voltinhas” ou “saidinhas” na vizinhança traz sérios riscos à vida do animal e põe em xeque a guarda responsável, facilitando ocorrências de maus-tratos acidentais ou intencionais e, nos casos mais graves, o abandono por contração de zoonoses evitáveis.

Muitos responsáveis ainda acreditam que o felino precisa da rua para “gastar energia” ou exercer seus instintos, mas a liberdade sem supervisão expõe o pet a uma série de perigos letais.

Ao acesso livre à rua, o animal fica vulnerável a diversos imprevistos que costumam superlota a emergência do hospital. Permitir que o gato tenha acesso livre à rua expõe o animal a riscos letais que costumam lotar a emergência hospitalar, como atropelamentos graves, brigas violentas com outros animais, envenenamentos e o contágio de doenças e zoonoses altamente perigosas, a exemplo da esporotricose, FIV e FeLV.

Rafael Binder, Diretor Clínico do Hospital Veterinário Municipal de Curitiba, enfatiza que a telagem e o enriquecimento ambiental são as melhores ferramentas de proteção. “A grande maioria das emergências graves com gatos que chegam através da nossa classificação de risco poderia ter sido evitada mantendo o animal dentro de casa. As saídas expõem o pet ao contágio da esporotricose, brigas violentas e atropelamentos. Gato protegido é gato em casa, com janelas teladas, espaço enriquecido com brinquedos e arranhadores, e vacinação atualizada. A prevenção de acidentes começa dentro do próprio lar,” alerta Binder.

Como manter o felino seguro e feliz em casa?

Instalação de redes de proteção: telar janelas, sacadas e muros para impedir fugas físicas.
Enriquecimento ambiental: instalar prateleiras, nichos no alto, arranhadores e disponibilizar brinquedos interativos.

Castração: a castração reduz o instinto de demarcação territorial e o interesse do animal em dar “saidinhas” para cruzar.

As consultas de rotina, acompanhamento e orientação de saúde felina no hospital devem ser agendadas previamente de forma online pelo sistema da Prefeitura de Curitiba ou pelo portal da Rede de Proteção Animal. O serviço é destinado a protetores independentes, ONGs e famílias de baixa renda.