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10 curiosidades surpreendentes sobre o alimento mais versátil do mundo

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Eleito melhor queijeiro do Brasil, Kennidy de Bortoli fala sobre a evolução do queijo e sua influência na alimentação ao longo dos séculos

Antes de conquistar tábuas de degustação, harmonizações sofisticadas e receitas que atravessam gerações, o queijo teve uma missão muito mais estratégica: garantir a sobrevivência humana. Há cerca de 5 mil anos, povos que jamais se encontraram descobriram, em diferentes regiões do mundo, uma forma semelhante de transformar leite em um alimento mais durável. O acaso, combinado às enzimas presentes nos estômagos de animais usados para transportar leite, deu origem a um dos alimentos mais consumidos da história.

Da Mesopotâmia ao Egito, passando pelo Tibete e pelo Vale do Indo, o queijo acompanhou migrações, sustentou viajantes, atravessou impérios e chegou ao Brasil carregando histórias pouco conhecidas. Algumas delas explicam desde a chegada das primeiras vacas ao país até a origem do famoso mito de que manga e leite combinados fazem mal. Para compreender essa trajetória, o engenheiro de alimentos e pesquisador do Laboratório de Queijos Finos do Biopark, Kennidy de Bortoli, eleito, com a equipe, melhor queijeiro do Brasil, reuniu curiosidades sobre a evolução do queijo e sua influência na alimentação ao longo dos séculos.

1. O queijo é mais antigo que a escrita

Arqueólogos estimam que a produção de queijo começou há cerca de 8 mil anos, antes mesmo do surgimento da escrita. Mas a prova veio com pesquisadores, que encontraram, na atual Polônia, potes de cerâmica com resíduos de gordura de leite que datam de 5.500 a.C. E essa é considerada a evidência pioneira da produção de laticínios na Europa. Além disso, o queijo é um exemplo perfeito de convergência cultural. Povos de diferentes regiões do planeta, que nunca se cruzaram, tiveram exatamente a mesma ideia na mesma época. Enquanto os egípcios pintavam a fabricação de queijos em suas tumbas, os nômades no Tibete produziam queijo com leite de iaque (um tipo de bovino), e no Vale do Indo nascia o ancestral do queijo paneer (semelhante à cottage).

2. Um símbolo de resistência e exploração

Esqueça a geladeira, a química ou os conservantes modernos. O queijo foi o “superalimento” que permitiu a civilizações inteiras sobreviver a invernos rigorosos. Por durar meses, graças a processos como a salga e a prensagem, ele viabilizou longas explorações territoriais e garantiu o sustento de exércitos e nômades.

3. Para o Brasil, as vacas vieram de barco

Quando os portugueses desembarcaram no Brasil em 1500, não encontraram nenhuma vaca por aqui. As primeiras vieram de navio apenas em 1534, provenientes da colônia de Cabo Verde, na África. Inicialmente, os animais serviam apenas como força de tração nos engenhos de cana-de-açúcar e para o fornecimento de carne e de couro.

4. Artigo de luxo exclusivo da “Casa-Grande”

Quando a produção leiteira finalmente começou no Brasil, era tímida, artesanal e extremamente elitizada. O leite e seus derivados eram artigos de luxo, caros e escassos. Por isso, os primeiros queijos produzidos em solo brasileiro eram de consumo exclusivo dos senhores de engenho e da corte colonial.

5. A origem sombria do mito “Manga com Leite”

Você já deve ter ouvido que comer manga e beber leite faz mal. Esse mito nacional nasceu de uma estratégia cruel de controle social no período colonial. Como o leite e o queijo eram bens de alto valor, os senhores de engenho inventaram e espalharam esse boato, sem fundamento científico, para impedir que as pessoas escravizadas consumissem o leite das fazendas, ameaçando-as com o medo de uma morte dolorosa.

6. Quilombos como polos produtores inovadores

Apesar da opressão, a resiliência e a criatividade dos povos escravizados falaram mais alto. Existem relatos históricos de que, em alguns quilombos, comunidades de escravizados fugidos aplicaram as técnicas queijeiras aprendidas nos engenhos para garantir a própria subsistência. Eles chegavam a construir quartos dedicados exclusivamente à fabricação e maturação dos queijos, devolvendo ao alimento sua essência original: a sobrevivência em condições extremas.

7. Da tradição à alta gastronomia

Com a expansão da pecuária para o interior do país, no início do século XVIII, o queijo se democratizou no Brasil. Durante o Ciclo do Ouro, surgiu o Queijo Minas Artesanal para alimentar os mineradores. No século XIX, imigrantes europeus trouxeram suas tradições para o Sul, dando origem ao famoso Queijo Colonial.

8. O primeiro queijo brasileiro no top 10 mundial

Os queijos brasileiros vêm conquistando cada vez mais espaço nos principais concursos internacionais. Em 2024, pela primeira vez em mais de 36 edições do World Cheese Awards, um queijo do Brasil subiu ao pódio dos 10 melhores do mundo. Criado no laboratório de queijos finos do Biopark, o Passionata se destaca por levar na composição uma infusão de maracujá, fruta nativa das Américas tropicais, provando que o diferencial brasileiro pode estar tanto na técnica quanto na escolha ousada de ingredientes locais. O reconhecimento ajudou a consolidar o terroir brasileiro no cenário global e abriu caminho para que produtores artesanais e grandes indústrias nacionais ganhassem destaque em competições pelo mundo.

9. A lei que prende o sabor no mapa

Você sabia que, para ser chamado de Roquefort, o queijo é obrigado por lei a ser maturado nas cavernas de calcário do vilarejo francês de Roquefort-sur-Soulzon? Se for curado do lado de fora dali, não pode levar o nome. Essa é a lógica das Denominações de Origem Protegida (DOP) – uma espécie de “certidão de nascimento” que amarra a receita ao território para impedir que fábricas do outro lado do mundo copiem a tradição. Na prática, a DOP não é um selo de qualidade, é um escudo histórico: garante que o saber-fazer de séculos não seja engolido por imitações industriais, preservando o clima, o relevo e até os microrganismos nativos que fazem cada queijo ser insubstituível.

10. O queijo fala. E há quem saiba ouvi-lo

Os maturadores experientes fazem isso para saber se o queijo está no ponto. Eles dão batidinhas secas na casca e prestam atenção no som que volta. Com os ouvidos bem treinados, dá para prever a textura do queijo e saber se ele está perfeito ou com defeito. O mais incrível? Um pequeno erro nessa “audição” pode destruir meses de trabalho. Para esses mestres, o queijo não se prova só com a boca, não. Ele fala e esses profissionais precisam saber ouvir.

Sobre o projeto de Queijos Finos do Biopark

O Projeto de Queijos Finos do Biopark está transformando a realidade dos produtores do Oeste do Paraná. A iniciativa oferece suporte gratuito, transferindo tecnologias de queijos de alta qualidade e valor agregado a pequenos e médios produtores de queijos da região. O trabalho abrange não só a transferência de conhecimento, mas todo o processo produtivo – desde as análises do leite e do queijo, passando pelo suporte direto na propriedade rural, até o desenvolvimento de embalagens.

Além de impulsionar a economia local, o projeto cria receitas disruptivas, como queijos inspirados no espaço sideral, que mudam de cor, transmitem a impressão de movimento e provocam sensações térmicas no paladar. “Olhar para essas curiosidades históricas nos mostra que o queijo sempre foi sinônimo de criatividade, adaptação e sobrevivência”, destaca Kennidy de Bortoli. “O que fazemos no Biopark é honrar essa história. Unimos o respeito ao terroir e às origens à tecnologia de ponta. Quando o consumidor morde um queijo premiado produzido em conjunto com o projeto, ele está consumindo séculos de evolução cultural e alimentar”, finaliza.

No Mês da Confeitaria, crianças aprendem a rechear e decorar o próprio mini bolo

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Experiência promovida pela Barion acontece em 19 de setembro


Para celebrar o Mês da Confeitaria, a Barion convida os pequenos a descobrirem, na prática, o universo dos bolos e doces. No dia 19 de setembro, a marca promove o evento infantil “Meu Primeiro Bolo Decorado”, uma experiência em que cada criança poderá rechear, confeitar e decorar o próprio mini bolo.
A atividade será realizada na sede da Barion, no bairro Tarumã, com quatro turmas de 45 minutos, às 14h, 15h, 16h e 17h. As inscrições custam R$ 50 e podem ser feitas pelo Sympla. A proposta é criar uma tarde de aprendizado e diversão, aproximando as crianças da confeitaria de maneira lúdica. Durante a oficina, os pequenos poderão participar das diferentes etapas de finalização do bolo, explorando ingredientes, cores e possibilidades de decoração.
A iniciativa busca valorizar uma atividade que vai além das receitas: a confeitaria também está ligada à criatividade, ao afeto e às memórias construídas em torno da comida. Para as crianças, a experiência ainda oferece a oportunidade de desenvolver autonomia e experimentar o prazer de produzir algo com as próprias mãos.
“O Mês da Confeitaria é uma oportunidade de celebrar toda a criatividade e o afeto que existem nesse universo. Queremos que as crianças também façam parte dessa comemoração, colocando a mão na massa e descobrindo como é divertido criar o próprio bolo. É uma experiência que pode despertar curiosidade, criar boas memórias e aproximar ainda mais as famílias da confeitaria”, afirma o diretor comercial da empresa, Leonardo Barion.

Serviço:

Meu Primeiro Bolo Decorado
Data: 19 de setembro (sábado)
Horários: 14h às 14h45 | 15h às 15h45 | 16h às 16h45 | 17h às 17h45
Ingressos: R$ 50,00. As inscrições podem ser feitas pelo Sympla.
Local: Barion
Endereço: BR-116, 6000 – Tarumã, Curitiba (PR)

Brasil que floresce além do agronegócio tradicional

Em meio aos campos dominados pelas grandes safras, culturas menores e especializadas, como a produção de flores, movimentam negócios, sustentam famílias e revelam a diversidade do agro no país

O campo brasileiro é marcado por gigantes. Soja, milho, cana-de-açúcar, café e algodão, as cinco principais culturas do país, ocupam milhões de hectares e sustentam pilares estratégicos da economia nacional. Mas, entre essas lavouras que abastecem o Brasil e diferentes mercados internacionais, existe outro universo rural, mais discreto, embora igualmente relevante: o das culturas de nicho, especializadas, que atendem segmentos como gastronomia, jardinagem e decoração.

Nesse cenário, produtoras como Maria Lúcia Nogueira Lourenço, da Morro Agudo Hortaliças Especiais, sediada em Bom Sucesso, na cidade de Teresópolis (RJ), encontraram um caminho sólido para prosperar. Há três décadas na lavoura, ela e o marido começaram cultivando alimentos tradicionais, como brócolis e alface. Mas foi ao investir em flores comestíveis, há cinco anos, que o negócio floresceu — literalmente.

“No início, colhíamos 20 potinhos e vendíamos 10. Não havia mercado. Mesmo assim, não desistimos”, recorda. A persistência transformou a atividade: hoje, Maria Lúcia cultiva mais de dez tipos de flores comestíveis — como amor-perfeito, capuchinha, tagete, cravina e rosas — e se consolidou como uma das principais produtoras do Rio de Janeiro. Seus clientes são restaurantes e chefs que buscam cores, texturas e aromas únicos para a alta gastronomia. “Trabalhamos com tudo que é diferente, buscando sempre inovar na produção”, resume a agricultora.

Assim como Maria Lúcia, o engenheiro agrônomo William R. Hannemann, da empresa Bela Flor Plantas, de Campo Largo (PR), também apostou em uma cultura pouco convencional: o cultivo de plantas ornamentais. O negócio, que surgiu de uma necessidade familiar, evoluiu até se tornar uma referência em qualidade. “O conhecimento foi a maior dificuldade no início — aprender o que cada espécie precisa, entender as pragas, o manejo, o substrato. Hoje, temos duas unidades: uma para mudas e outra para a produção de vasos e cuias”, explica. A empresa, com 20 anos de atuação, atende principalmente prefeituras e grandes lojas de jardinagem, os chamados garden centers.

No Oeste do Paraná, em Maripá, outra história mostra como culturas ornamentais também podem impulsionar economias locais. À frente do Orquidário Maripá & Cia Ltda, o produtor Elemar Stibbe iniciou o cultivo de orquídeas a partir de uma demanda gerada por um projeto do próprio município, que incentivou a ornamentação de ruas e praças com a planta.

“Com o tempo, as orquídeas foram crescendo, ficaram bonitas e começaram a atrair visitantes. As pessoas vinham à cidade e queriam comprar mudas, mas não existia nenhum produtor aqui”, conta. O início foi modesto, no fundo do quintal, enfrentando dificuldades técnicas, financeiras e de infraestrutura. Hoje, após mais de 25 anos de trajetória, o cultivo ocupa uma área de 27 mil metros quadrados. O produtor cultiva espécies nativas e exóticas, trabalha com mudas clonadas de maior valor comercial e vende para todo o Brasil pela internet. 

Já uma cultura pouco conhecida, mas cheia de tradição, resiste no interior de São Paulo. Em Guatapará, a produção da raiz-de-lótus (renkon) atravessa gerações desde antes da década de 1970. Masaharu Takagi assumiu o cultivo em 2012, após o falecimento do sogro, e decidiu manter viva uma atividade histórica do município. “Não posso deixar isso acabar. Esse cultivo faz parte da identidade da cidade”, afirma. Plantada em áreas alagadas, a raiz-de-lótus exige manejo totalmente manual, desde o plantio até a colheita, feita com jatos d’água para evitar danos ao produto. Da planta, praticamente nada se perde. Dos talos, por exemplo, podem ser extraídas fibras internas que dão origem a fios semelhantes ao fio de seda. As folhas grandes e verdes podem ser secas para a produção de chá, conhecido por suas propriedades medicinais e benefícios à saúde humana. Já as sementes são comestíveis, assim como a raiz – principal razão do cultivo da planta. Apesar de toda essa versatilidade, a flor-de-lótus em si tem baixa durabilidade, o que dificulta a comercialização. Ainda assim, sua estética singular mantém a demanda em nichos específicos. Atualmente, a produção de Masaharu Takagi ocupa cerca de um hectare por ano e abastece principalmente a comunidade asiática no estado de São Paulo, rendendo uma produção de 50 a 60 caixas.

Parceria para crescer
Dados da safra 2025/2026 mostram que, especificamente nas atividades relacionadas ao plantio de flores e similares, os números consolidados do Sicredi para os estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro totalizam mais de R$ 16,8 milhões movimentados.

“Esses produtores representam a força da diversidade no campo. Cada investimento feito nessas atividades contribuiu para fortalecer cadeias produtivas locais, gerar renda e ampliar o desenvolvimento regional. É o tipo de crescimento que o cooperativismo acredita e apoia”, destaca o gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Gilson Farias.

Esses exemplos mostram que, no agronegócio brasileiro, há espaço para muito além das grandes commodities. E, para que pequenos e médios produtores consigam investir, inovar e se manter competitivos, o apoio financeiro adequado faz a diferença.

É nesse contexto que o papel das cooperativas ganha força, como explica Thaísa Carla dos Reis Aguiar, gerente de Negócios Agro da agência Sicredi de Teresópolis, que atende Maria Lúcia: “Apoiamos o pequeno produtor com orientação, crédito consciente e soluções personalizadas, ajudando-o a crescer de forma sustentável e com propósito.”

Entre as mais de 300 soluções oferecidas pela instituição financeira cooperativa, há linhas de crédito específicas para o campo, como o crédito de custeio, o Proagro — com cobertura de seguro — e os investimentos via BNDES, voltados para quem deseja construir estufas, adquirir equipamentos ou ampliar a produção. Foi com esse tipo de suporte que Maria Lúcia conseguiu investir em cultivo protegido, automatizar irrigação e adubação e transformar o negócio familiar em uma referência estadual.

“A Maria Lúcia é um grande exemplo disso. Ela confiou no Sicredi, e hoje tudo é resolvido com visitas e mensagens — sem precisar ir à agência. Esse relacionamento próximo é o que faz a diferença”, observa Thaísa.

Do alimento ao ornamento, das flores comestíveis às orquídeas e à raiz de lótus, histórias como as de Maria Lúcia, William, Elemar e Masaharu mostram que o agronegócio brasileiro é diverso, resiliente e pulsante. Pequenas culturas, quando bem cuidadas, também podem gerar grandes resultados — e colorir o futuro da agricultura nacional com novas possibilidades.


Sobre o Sicredi 

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3,1 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui

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Às vésperas de completar 30 anos, Foxlux inicia novo ciclo de fortalecimento da marca e anuncia parceria com o Coritiba

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Marca paranaense do Grupo Vellore será apresentada como nova patrocinadora do clube durante o  desta sexta-feira (11)

A Foxlux, marca paranaense do Grupo Vellore especializada em iluminação, materiais elétricos e bombas d’água, é a nova patrocinadora do Coritiba. O anúncio será realizado nesta sexta-feira (11), durante a partida do time alviverde contra o Athletico-PR, às 21h, no Estádio Couto Pereira, em Curitiba, pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. Um dos mais tradicionais duelos do país, o AtleTiba é o principal clássico do futebol do estado. 

A parceria entre Foxlux e Coritiba tem vínculo inicial até dezembro de 2027. Prevê a exposição da marca na barra frontal da camisa de jogo, também nos uniformes de treino e aquecimento. A marca também estará com o Verdão em ativações como o Aquece Coxa, nos canais oficiais do clube, placas e leds de publicidade, backdrop de entrevistas, dentre outras entregas. 

A chegada da marca ao clube aproxima duas instituições que têm as mesmas raízes, aqui no Estado do Paraná. Amplia as oportunidades de relacionamento da Foxlux com consumidores, lojistas e parceiros comerciais.

Com mais de 600 produtos em seu portfólio, a Foxlux está presente em todo o território nacional e também exporta para seis países. A marca mantém a fábrica em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, onde está instalada a operação industrial do Grupo Vellore.

“A Foxlux nasceu no Paraná, cresceu para todo o Brasil e está construindo um novo capítulo da sua história. Estar na camisa do Coritiba representa muito mais do que visibilidade: é uma oportunidade de fortalecer nossa marca, ampliar a conexão com consumidores e parceiros e estar ainda mais próximos das pessoas”, afirma Laufran Wosniak, CEO do Grupo Vellore.

Laufran ressalta que este é o momento de união entre duas marcas paranaenses com história, tradição e presença nacional. “Para nós, esse patrocínio faz parte de uma estratégia de crescimento e fortalecimento da Foxlux para os próximos anos.”, ressalta Laufran.

“É motivo de orgulho e um privilégio ter ao nosso lado uma empresa como a Foxlux”, destaca o gerente de marketing e comunicação do Coritiba, Beto Matta. “Assim como a Foxlux, também valorizamos muito as nossas raízes, a nossa história. Uma empresa aqui do nosso estado, que construiu, ao longo de quase três décadas, uma trajetória de crescimento e credibilidade. Essa identificação com a nossa origem, aliada à solidez da marca, torna essa parceria especialmente significativa para nós”, afirma.

A parceria também abre espaço para a associação entre os territórios de atuação da Foxlux e do clube. Braço do Grupo Vellore, a Foxlux caminha para completar 30 anos em 2027 e trabalha com produtos que levam iluminação e energia para milhares de clientes. O Coritiba construiu sua trajetória centenária ao longo de mais de 116 anos de conquistas. É um dos clubes mais tradicionais e respeitados do país, que hoje também conta com um modelo administrativo que tem tornado o clube referência em gestão.

Além da Foxlux, o Grupo Vellore tem a Famastil, uma das mais tradicionais no mercado de ferramentas de jardinagem e construção. Juntas, as duas marcas possuem mais de 1.200 produtos e atuação em todo o território nacional, além de exportações para seis países.

Para o Diretor de Operações do Grupo Vellore, Diego Prestes, a parceria com o Coritiba reflete a energia e o orgulho de unir a marca ao futebol paranaense. “A Foxlux sempre esteve presente no dia a dia das pessoas levando energia e luz, e não existe lugar no Brasil com mais energia e paixão do que um estádio lotado. Fazer parte da história do Coxa e estar junto dessa torcida incrível é motivo de enorme orgulho para todo o nosso time”, comemora Diego.

Projeto do Instituto A.Yoshii ensina a transformar resíduos da construção civil em design e arte

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Iniciativa promoveu a criação de peças exclusivas sob a mentoria do renomado designer Fabrício Ronca.

O Instituto A.Yoshii finalizou a oficina do Obra e Arte II, em Maringá. O encontro, no último dia 12, marcou o encerramento de um ciclo focado em sustentabilidade, economia circular e sinergia corporativa, convertendo sobras de materiais de obras e indústrias em artigos decorativos e mobiliário de alto valor estético.

Nesta edição, viabilizada com o apoio do Ministério da Cultura, profissionais do canteiro de obras e dos setores administrativos uniram forças para desenvolver quatro obras inéditas. O processo de criação e produção contou com a mentoria do arquiteto e designer de projeção internacional Fabrício Ronca.

O presidente do Instituto A.Yoshii, Aparecido Siqueira, esteve presente no encerramento acompanhado de Ana Carolina Yoshii e destacou a relevância da ação para a comunidade e para o setor imobiliário.

“O Obra e Arte mostra que a sustentabilidade vai além do discurso: ela ganha forma, utilidade e novos significados. Ver o engajamento do nosso time convertendo o que seria descartado em acervo de altíssimo nível reafirma o compromisso da instituição com a inovação social e a preservação ambiental”, ressaltou Aparecido Siqueira.

Idealizado em 2019 e estruturado a partir de 2022, o projeto, que já realizou duas edições em Londrina, alia o reaproveitamento de insumos à expressão artística. Com o término das atividades práticas, os itens concebidos entram em fase final de acabamento para compor futuras exposições abertas ao público.

Sobre o Instituto A.Yoshii

Fundada em 2006, a entidade sem fins lucrativos promove projetos e ações solidárias ligadas à educação, ao meio ambiente e à cultura, em busca de resultados com impacto social positivo. Ao longo dos 20 anos de atuação, o Instituto A.Yoshii promoveu diversas iniciativas voltadas para pessoas em situação de vulnerabilidade econômica-social, minimização de impactos no meio ambiente e democratização do acesso à cultura e à educação. O Instituto é reconhecido com o Selo Sesi ODS, certificação concedida a instituições que demonstram compromisso com os Objetivos de 

Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU. Mais informações: www.instagram.com/institutoa.yoshii

A cidade começa no térreo: como os novos empreendimentos estão mudando a relação com as ruas

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Fachadas ativas aproximam edifícios do espaço público, estimulam a circulação de pedestres e criam novas áreas de convivência

Integrar a arquitetura privada ao espaço público é uma das principais tendências do desenvolvimento urbano contemporâneo. A aplicação do conceito de fachada ativa — que se caracteriza pela destinação do térreo dos edifícios a atividades comerciais, serviços ou áreas de convivência integradas à calçada — vem transformando a dinâmica das cidades e contribuindo para tornar as ruas mais movimentadas, acolhedoras e seguras. Esse modelo acompanha uma discussão que ganhou força nas cidades brasileiras: como criar bairros mais caminháveis, seguros e dinâmicos, reduzindo a dependência do automóvel e aproximando as pessoas do comércio, dos serviços e dos espaços de lazer.


Embora o conceito tenha se tornado mais presente nos projetos atuais, seus princípios não são novos. “Em Curitiba, por exemplo, soluções semelhantes já estavam presentes no chamado Plano Massa, adotado na década de 1970, no contexto da implantação dos setores estruturais e do sistema trinário da cidade. A aplicação da fachada ativa promove benefícios como o aumento da circulação de pedestres, a melhoria da segurança pública pela ocupação constante das vias, o incentivo à circulação a pé ou de bicicleta e o fortalecimento do conceito de ‘cidade de 15 minutos’”, explica a arquiteta e urbanista do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC), Maria Cristina Santana.


A regulamentação atual da fachada ativa em Curitiba baseia-se nas diretrizes do Plano Diretor de 2015 e na Lei de Zoneamento, Uso e Ocupação do Solo de 2019. A legislação estabelece a fachada ativa como uma estratégia para estimular o uso misto, aproximar o comércio e os serviços dos pedestres e qualificar o espaço público. A aplicação dos incentivos prioriza regiões estratégicas para o desenvolvimento urbano, como os Eixos Estruturantes e as zonas de uso misto, com o objetivo de concentrar moradia, comércio e serviços em locais dotados de infraestrutura e transporte.


Quando o empreendimento passa a contribuir para a cidade


Na prática, uma fachada ativa pode contemplar lojas, restaurantes, cafés, serviços, jardins e áreas de convivência diretamente conectados à calçada. O objetivo é criar uma transição menos rígida entre o espaço privado e o público, estimulando diferentes usos no decorrer do dia. A mudança também representa uma nova maneira de enxergar o próprio empreendimento. Em vez de funcionar como uma estrutura isolada, o edifício passa a considerar a dinâmica de seu entorno e as formas pelas quais pode contribuir para o bairro.

É essa lógica que a GT Building aplica em projetos como o Lange,Turin, no Batel, em Curitiba. Com lojas e uma praça aberta ao público, o empreendimento incorpora o conceito de gentileza urbana, criando espaços de transição e convivência que ampliam sua conexão com a cidade. Um dos principais elementos é a Praça Lange,Turin, aberta para a rua e com projeto paisagístico assinado por Benedito Abbud. O espaço reúne vegetação nativa da Mata Atlântica, uma araucária central e esculturas do renomado artista paranaense João Turin, criando uma espécie de galeria a céu aberto.

A proposta é que a praça não funcione apenas como área de passagem para os moradores, mas também estabeleça uma relação mais generosa com quem circula pela região. “Entendemos que um empreendimento não termina na porta de entrada. Ele faz parte de um bairro e interfere na experiência de quem vive e circula naquele entorno. Por isso, buscamos criar projetos que tenham uma relação mais aberta com a cidade, oferecendo espaços que contribuam para a convivência e para a qualidade urbana”, afirma o arquiteto da GT Building, Fábio de Lima.


Outro exemplo é o A. Andersen, também em Curitiba. No térreo, um restaurante reforça a relação com a cidade. O segundo e o terceiro pavimentos abrigam 17 salas comerciais. A partir do quarto pavimento, estão distribuídos os 197 apartamentos de alto padrão, com metragens entre 20 e 35 metros quadrados, concebidos para atender diferentes perfis de uso — desde estadias curtas ou médias até a moradia permanente e a locação tradicional ou por temporada
“Quando um empreendimento oferece uma boa relação com a cidade, ele amplia a experiência de morar naquele endereço. A combinação entre localização, conveniência, qualidade arquitetônica e espaços urbanos qualificados pode aumentar a atratividade do imóvel e contribuir para a percepção de valor ao longo do tempo”, completa Fábio de Lima, arquiteto da GT Building.

Sobre a GT Building
A GT Building é uma incorporadora curitibana e um dos principais players do mercado imobiliário da capital. Preocupada com o futuro, a GT Building se posiciona como uma empresa Climability®, que utiliza suas habilidades de criação de projetos inovadores aliada à consciência e vontade de ajudar na construção de um mundo melhor. Com o objetivo de neutralizar sua pegada ecológica, a empresa fez parcerias com organizações de preservação de biomas brasileiros para aquisição de créditos de carbono, compensando suas emissões de gases de efeito estufa.

Série documental Sabores do Paraná chega a Palmeira para última etapa de expedição pela cozinha paranaense

Depois de percorrer Foz do Iguaçu, Antonina e Curitiba, a série documental Sabores do Paraná chega nesta sexta-feira (10) a Palmeira, nos Campos Gerais, para a última etapa de sua expedição audiovisual pelo estado. Desta vez, a produção mergulha na trajetória do Restaurante Girassol e de Rosane Radecki de Oliveira, que transformou a herança gastronômica de sua família em um trabalho de pesquisa, preservação e valorização dos ingredientes, produtores e histórias da região. O projeto foi aprovado no Edital de Audiovisual I da Secretaria de Estado da Cultura (SEEC), com recursos da Lei Paulo Gustavo do Ministério da Cultura – Governo Federal.

Com quatro episódios, Sabores do Paraná se propõe a ouvir personagens reais, registrar memórias familiares e revelar como práticas culinárias atravessam gerações, moldam identidades e conectam o público às suas raízes culturais. A diretora Ana Azevedo explica a motivação do projeto: “Sabores do Paraná viaja pelo estado para descobrir o que há por trás dos pratos que marcam a nossa cultura. Encontramos pessoas que usam a cozinha para contar suas histórias e, ao fazer isso, preservam suas memórias e mantêm vivas tradições que fazem parte do cotidiano delas.”

Comida como linguagem

A série parte da compreensão de que a gastronomia carrega valores, conexões e práticas sociais que vão muito além do ato de cozinhar. “Ao contar essas histórias, descobrimos um Paraná super diverso. Isso nos permite valorizar tradições, trazer as raízes de volta e aproximar o público das suas próprias referências culturais”, observa Ana Azevedo.

Em Palmeira, esse olhar encontra uma história que atravessa gerações. Fundado no início dos anos 1980 pelo pai e pelo avô de Rosane, o Restaurante Girassol faz parte da memória da cidade e também de quem percorre a BR-277. Rosane cresceu dentro do restaurante: depois da escola, ajudava o avô na chapa, o pai no salão e a mãe, Gabriela, na cozinha. Décadas depois, assumiu o negócio familiar e passou a conciliar a preservação dessa herança com a modernização do restaurante.

O episódio recupera também receitas e modos de preparo transmitidos pela família. Rosane e Gabriela cozinham juntas o pierogi feito pela avó e relembram pratos que permanecem no cotidiano do Girassol, como o pão, o chucrute e as carnes na chapa. São sabores que sobreviveram à ausência de quem os ensinou e continuam presentes tanto no restaurante quanto à mesa da família.

Patrimônio de Palmeira

Um dos eixos do episódio é o Pão no Bafo, prato que ganhou nova projeção a partir do trabalho de Rosane. Desafiada a apresentar uma receita que representasse Palmeira, ela recuperou da memória um preparo que conhecia desde a infância e passou a pesquisar suas origens e a trajetória das famílias que o trouxeram para a região. A receita ganhou circulação em eventos dentro e fora do Paraná e tornou Rosane uma das divulgadoras da gastronomia local.

Esse trabalho de resgate contribuiu para o reconhecimento do Pão no Bafo como patrimônio imaterial de Palmeira e abriu novos caminhos para o Girassol, que passou a integrar a Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança. A partir daí, pratos e ingredientes passaram a funcionar também como formas de narrar episódios da formação cultural do Paraná.

A relação com a região ganha ainda outra dimensão na aproximação de Rosane com agricultores e criadores locais. As gravações percorrem propriedades da região e mostram uma rede que conecta restaurante e produtores, valorizando ingredientes pouco conhecidos, variedades cultivadas localmente e práticas que buscam reduzir o desperdício e manter os recursos circulando dentro da própria comunidade.


O roteiro passa ainda pela história dos tropeiros, imigrantes, pela Colônia Cecília e pelos antigos porcadeiros, referências pesquisadas por Rosane para a criação de pratos e para compreender como a alimentação pode ajudar a narrar a formação do Paraná. O episódio culmina no Porcadeiros, encontro que reúne cozinheiros, agricultores, criadores e produtores em torno do fogo, recuperando a história dos homens que conduziam tropas de suínos pelo estado e, ao mesmo tempo, dando visibilidade à produção contemporânea da região.

A última parada da expedição

Palmeira encerra um percurso que levou Sabores do Paraná a diferentes territórios e maneiras de compreender a relação entre comida e identidade. Em Foz do Iguaçu, a série acompanhou Sr. Ali e Hussein e a culinária como elo com as raízes libanesas. Em Antonina, registrou com Lindamar a tradição do barreado e sua relação com memória e pertencimento. Em Curitiba, acompanhou a trajetória de Manu Buffara e sua cozinha ligada à natureza, ao território, aos produtores e à sustentabilidade.

Os quatro episódios de Sabores do Paraná serão lançados ainda em 2026.

Os episódios

Raízes (Curitiba)
A trajetória de Manu Buffara é o ponto de partida para refletir sobre como família, natureza e território influenciam a formação de uma cozinha autoral, conectada à sustentabilidade e ao pertencimento.

Travessia (Foz do Iguaçu)
Com Sr. Ali e Hussein, a série aborda a memória da imigração libanesa, a reconstrução da vida em Foz do Iguaçu e a culinária como elo com o país de origem. A comida aparece como gesto de preservação e identidade, mantendo viva uma herança que hoje faz parte do cotidiano da cidade.

Memória (Antonina)
Em Antonina, Lindamar revisita lembranças da infância e da família para manter viva a tradição do barreado. Ao transformar seu restaurante em espaço de preservação cultural, mostra como cozinhar pode ser um ato de continuidade e pertencimento.

Legado (Palmeira)
A história do Restaurante Girassol e de Rosane revela como uma herança familiar pode se ampliar para o território. Entre receitas transmitidas por gerações, o resgate do Pão no Bafo, a relação com produtores e a pesquisa sobre a história regional.

Série documental Sabores do Paraná (@docsabores)
Direção: Ana Azevedo
Produção Executiva: Edward Fabris
Direção de Fotografia: Bic Rafagnin (Rafael Damen Rafagnin)
Direção de Arte: Gui Almeida (Guilherme Henrique de Almeida)

Projeto aprovado pelo Edital Audiovisual I da Secretaria de Estado da Cultura (SEEC), com recursos da Lei Paulo Gustavo do Ministério da Cultura – Governo Federal.

Hospital INC promove V Simpósio de Hospitalidade com foco no acolhimento e na experiência do paciente

A hospitalidade faz parte da rotina assistencial do Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba (Hospital INC) há mais de dez anos. A instituição mantém um setor formal de Hospitalidade, criado com a missão de exceder as expectativas do paciente e oferecer atendimento humano e personalizado durante toda a permanência no hospital, da chegada até a alta. Essa cultura de acolhimento, que envolve também familiares e acompanhantes, será o tema central do V Simpósio INC de Hospitalidade, que será realizado no dia 18 de setembro, reunindo profissionais de diferentes áreas para compartilhar experiências e conhecimentos sobre humanização, experiência do paciente e práticas de cuidado.

No Hospital INC, a cultura de hospitalidade reúne acolhimento, humanização, integração com a equipe médica, atendimento personalizado, experiência do paciente, alimentação, conforto e bem-estar. A hospitalidade integra ações que vão além da assistência médica, como refeições personalizadas, comemoração de aniversários, banho de sol, dia de beleza para pacientes da UTI, flores para visitantes e música ao vivo na recepção do hospital. O setor é formado por profissionais de diferentes áreas e atua de maneira integrada com as equipes, buscando tornar mais fluida a comunicação com pacientes, acompanhantes, colaboradores e público externo. A proposta é fazer com que a humanização permeie toda a jornada de atendimento.

A atenção individualizada está presente em todos os pontos de contato, reconhecendo que a experiência hospitalar envolve não apenas o tratamento, mas também as emoções, necessidades e expectativas do paciente e acompanhantes. “O INC implementou a hospitalidade porque o nosso objetivo sempre foi ser referência também na parte humana do atendimento, além de ser um centro especializado de assistência à saúde, com tecnologia de ponta. Por meio do simpósio, estamos organizando conhecimento, reunindo especialistas e disseminando uma prática que já faz parte da nossa cultura institucional”, afirma a diretora administrativa do Hospital INC, Regina Montibeller.

Entre os destaques desta quinta edição está a participação de Alzira Teixeira, multiplicadora facilitadora do Ensino Einstein – Sistema Einstein de Saúde, que abordará a “Identidade de atendimento Einstein”, com foco nos conceitos de segurança, paixão em servir e atenção aos detalhes. A programação também inclui temas como práticas humanizadas no atendimento hospitalar, o programa de alta hospitalar segura do INC, o Programa INCasa, além do preparo para o cuidado e a capacitação de acompanhantes por meio de simulação realística. O evento ainda contará com um momento cultural: a apresentação do Coral do INC, que fará o lançamento de uma música em homenagem à enfermagem – cujo papel é fundamental para humanizar o atendimento hospitalar.

Livro reúne histórias vivenciadas no ambiente hospitalar

O simpósio também marcará o lançamento do livro “Nenhum dia é um dia qualquer”, idealizado por Regina Montibeller e escrito por Tatiane Sottomaior, que é coordenadora do Serviço Social do INC. A obra é inspirada nos encontros vividos nos corredores do hospital e reúne 20 histórias baseadas em experiências de pacientes e familiares, revelando, para além dos diagnósticos, pessoas, sentimentos, memórias e recomeços.

Fruto de anos de atuação na assistência social hospitalar e de uma escuta atenta e acolhedora, o livro aborda histórias marcadas por perdas, sonhos, saudades, fé, coragem e esperança. A obra destaca o valor da empatia, do cuidado e da presença, mostrando como momentos de fragilidade também podem revelar força e humanidade. 

SERVIÇO:

V Simpósio INC de Hospitalidade

Data: sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Horário: 8h30 às 16h

Local: Auditório INC (Rua Jeremias Maciel Perreto, 300 – Campo Comprido – Curitiba/PR)

Inscrições: https://www.eventosinc.com.br/evento.php?evento=132

PROGRAMAÇÃO
8h30 – Coffee de abertura
9h- Abertura do Simpósio com a Sra. Regina Montibeller, diretora Administrativa do Hospital INC
9h – Lançamento do livro “Nenhum dia é um dia qualquer”, com a Sra. Tatiane Sottomaior, coordenadora do Serviço Social INC
9h20 – Práticas humanizadas no atendimento hospitalar: da recepção à alta, com Edna Rodrigues Menezes, coordenadora de Hospitalidade e Recepção Central do Hospital INC
10h – Programa INCasa – preparo para o cuidado, com Fernanda Ricci, coordenadora do Núcleo de Educação Profissional INC
11h20 – Perguntas
11h40 – Intervalo para almoço
13h30 – Apresentação do Coral INC, com a maestrina Jesana Correia
13h45 – Hospitalidade que transcende o hospital: capacitando o acompanhante leigo por meio da simulação realística, com Sra. Paôla Barbosa Schmitt, enfermeira do Hospital INC e especialista em Educação Permanente
14h45 – Identidade de atendimento Einstein SPA – segurança | paixão em servir | atenção aos detalhes, com Sra. Alzira Teixeira, multiplicadora facilitadora do Ensino Einstein – Sistema Einstein de Saúde
15h30 – Perguntas
15h40 – Considerações finais
16h – Coffee de encerramento

Sicredi está entre as principais instituições financeiras do Brasil no Valor 1000

Instituição conquista posição de destaque no ranking em meio ao avanço da base de associados e expansão nacional

O Sicredi foi destaque na edição 2026 do Valor 1000, anuário organizado pelo jornal Valor Econômico que reúne as maiores empresas do país. Na categoria “100 Maiores Bancos”, a instituição financeira cooperativa conquistou a 7ª posição, mantendo o destaque alcançado nas edições mais recentes do ranking.

O reconhecimento acompanha uma trajetória consistente de crescimento do Sicredi. Em julho de 2026, a instituição superou a marca de R$ 500 bilhões em ativos totais. Hoje, está presente em mais de 2,1 mil municípios brasileiros, com mais de 3,1 mil agências e uma base de 10,5 milhões de associados.

“Figurar entre as maiores instituições financeiras do país demonstra a força do modelo cooperativo e sua capacidade de crescer de forma consistente, sem perder a proximidade com os associados. Esse resultado reflete uma construção conjunta com as cooperativas do Sicredi, que impulsionam o desenvolvimento de pessoas, empresas e comunidades em diferentes regiões do Brasil”, destaca Alexandre Barbosa, diretor executivo de Administração e Finanças do Sicredi.

O Prêmio Valor 1000, tradicional iniciativa do Valor Econômico, reconhece anualmente empresas de destaque em diferentes setores da economia brasileira. A premiação integra o anuário Valor 1000 e considera diversos indicadores para avaliar o desempenho e a posição das companhias em seus respectivos segmentos. Ao longo dos anos, consolidou-se como uma das principais referências do cenário empresarial brasileiro.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10,5 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3,1 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui  

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Diego Godoy debate novas competências do mercado de trabalho na PUCPR

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Diego Godoy debate novas competências do mercado de trabalho na PUCPR

Headhunter e sócio da MUUDA.work participa de painel sobre upskilling e reskilling ao lado de lideranças de RH da Olist, Fiat Lux e Mercafácil

As competências que os profissionais têm hoje serão suficientes para atender às necessidades das empresas nos próximos anos? Diego Godoy, headhunter e sócio da MUUDA.work, participa, no dia 22 de setembro, do Liderança Ambidestra, encontro que vai discutir como empresas podem desenvolver talentos e preparar seus times para as transformações do mercado de trabalho. O evento acontece às 19h, no HOTMILK | PUCPR, em Curitiba.

Godoy integra o painel “As competências de hoje sustentam o negócio de amanhã?”, com foco em upskilling e reskilling – desenvolvimento de novas habilidades e requalificação profissional. Também participam da conversa Priscila Coelho, Head de RH da Fiat Lux; Patricia Tourinho, CHRO da Olist; e Fernanda Barbosa, diretora de Pessoas e Cultura da Mercafácil.

“As competências exigidas pelo mercado estão mudando cada vez mais rápido. O desafio das empresas não é apenas encontrar profissionais preparados, mas identificar quais habilidades serão necessárias daqui para frente e desenvolver continuamente quem já está nos times, conectando pessoas às necessidades do negócio”, afirma Godoy.

Com atuação em recrutamento e desenvolvimento de profissionais de média e alta liderança, a MUUDA.work acompanha as mudanças nas competências buscadas pelas empresas e os impactos da tecnologia e dos novos modelos de trabalho sobre carreiras e organizações. O Liderança Ambidestra acontece no dia 22 de setembro, às 19h, no HOTMILK | PUCPR. As inscrições estão disponíveis pela plataforma Sympla.

Serviço:

Liderança Ambidestra – “As competências de hoje sustentam o negócio de amanhã?”

Data: 22 de setembro

Horário: 19h

Local: HOTMILK | PUCPR