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Diversidade abre novos caminhos para quem busca uma oportunidade no mercado de trabalho

Programa do Sicredi e da FEBRABAN oferece formação no mercado financeiro a pessoas de diferentes gerações e em situação de vulnerabilidade

Aos 58 anos, Roseli Winter decidiu trocar os pincéis, as linhas e as agulhas por uma nova experiência: voltar aos estudos. Artesã e integrante da Cooperativa Sicredi Aliança PR/SP, ela estava havia mais de 30 anos longe da sala de aula quando recebeu um convite que poderia abrir novos caminhos em sua trajetória profissional: participar do programa Formação Mercado Financeiro, realizado pelo Sicredi em parceria com a Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN), entidade que representa o setor bancário brasileiro e atua pelo desenvolvimento e fortalecimento do sistema financeiro no país. 

A oportunidade surgiu a partir de uma iniciativa voltada a pessoas que, por diferentes razões, enfrentam barreiras para acessar formação e oportunidades no mercado de trabalho. O programa reúne públicos diversos, incluindo pessoas com deficiência, jovens em situação de vulnerabilidade socioeconômica, mulheres, pessoas negras, indígenas, integrantes da comunidade LGBTQIAPN+, refugiados, migrantes e pessoas de diferentes gerações. A proposta é ampliar o acesso a uma formação especializada e criar condições para que esses profissionais possam disputar novas oportunidades, inclusive no mercado financeiro.

Para Roseli, o convite inicialmente causou surpresa. Afinal, depois de décadas longe dos estudos e do mercado financeiro, ela não sabia exatamente o que esperar. A resposta veio durante a formação, que combinou aulas on-line, atividades e uma semana de imersão na cooperativa. “Eu fiquei impactada. Estava longe do mercado e, de repente, recebi um convite vindo de uma cooperativa do tamanho do Sicredi. Fiquei assustada, mas consegui me colocar no meu lugar e dizer: não, você pode, você vai. Eu aceitei”, relata.

A história de Roseli é uma entre tantas trajetórias possíveis quando oportunidades de qualificação chegam a pessoas que, sem uma iniciativa como essa, dificilmente teriam acesso a uma formação com esse conteúdo ou condições de disputar uma vaga no mercado financeiro. Na mesma turma, estavam pessoas surdas, jovens de baixa renda e profissionais de diferentes faixas etárias, mostrando que diversidade também significa reconhecer diferentes histórias, experiências e desafios.

Formação como caminho para uma nova etapa profissional

O programa Formação Mercado Financeiro, realizado pelo Sicredi em parceria com a FEBRABAN, oferece aos participantes a certificação FBB 510 e busca ampliar o acesso à qualificação e a novas possibilidades profissionais no mercado financeiro e no sistema cooperativo.

A formatura da quinta turma do programa, com 23 alunos, foi realizada em 25 de agosto, na sede do Sicredi, em Curitiba (PR). Com a conclusão dessa turma, mais de 125 pessoas já passaram pela formação e, desse total, mais de 50% foram absorvidas pela força de trabalho do Sicredi, um resultado que demonstra o impacto direto da iniciativa na geração de oportunidades profissionais. Para o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock, a diversidade de perfis e trajetórias é parte importante da proposta. “Estamos muito felizes por este momento de formatura, que é algo que se adiciona ao currículo de cada um e é muito importante para todos os públicos, de todas as idades. Alguns dos participantes já são colaboradores, outros fazem parte do Comitê Jovem, e isso é motivo de muito orgulho para nossa Central”, afirmou. 

A proposta também amplia a compreensão sobre o papel da formação profissional. Para Edinalva Moura, coordenadora pedagógica e docente do programa Somos da FEBRABAN, a iniciativa busca gerar impacto para além da certificação. “Não é para dizer um número de formados dentro de um programa de representatividade e inclusão. É, sim, fazer a diferença na vida da pessoa, porque ela tem a possibilidade de ser colaboradora do Sicredi ou de ir para o mercado. Está no DNA do Sicredi pensar em prosperidade, mas não apenas em si: entregar para a sociedade uma pessoa melhor formada, que acredita nela mesma e que também influencia sua família”, destacou.

Quando experiência e aprendizado se encontram

Para Roseli, o impacto da formação foi justamente a descoberta de que ainda havia espaço para aprender, mudar e experimentar. “Me tiraram do pincel, me tiraram da linha de agulha, me tiraram de tudo para me colocar em um outro mundo. Um mundo que é encantador e que tem um diferencial muito grande. Com certeza, para mim vai somar muito”, afirmou.

Entre os participantes que tiveram a trajetória profissional impactada pela iniciativa está também Sabrina Abigail dos Anjos de Oliveira. Ex-aluna do programa, ela atualmente trabalha como auxiliar do Desenvolvimento do Cooperativismo no Sicredi e, durante a cerimônia, compartilhou como a experiência contribuiu para sua trajetória e, posteriormente, abriu caminho para sua atuação como colaboradora do Sicredi. “A probabilidade de realizar um sonho depende do quanto nos envolvemos com ele”, afirma Sabrina. 

Para Marcos Antonio Primão, gerente de Pessoas e Cultura da Central Sicredi PR/SP/RJ, essa diversidade é importante também para o futuro das organizações. “Estamos preparando uma pessoa que está iniciando sua carreira e dando continuidade à carreira de uma pessoa que, teoricamente, pela idade estaria terminando. A perenidade do empreendimento cooperativo passa exatamente por essa variedade de pessoas, de gênero e de idade. Esse programa tem a finalidade de flutuar entre todos esses públicos e garantir a imersão deles dentro do Sicredi”, destacou.


Sobre o Sicredi 

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3,1 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui

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Semana do Cliente: Outback celebra data com descontos e benefícios para os consumidores

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Ação acontece até domingo (20) em todos os restaurantes das marcas no Brasil

Nesta terça, 15 de setembro, é comemorado o Dia do Cliente, uma oportunidade para fortalecer o vínculo entre a marca e seus consumidores. No Outback Steakhouse, que é parte do grupo Bold Hospitality Company, não poderia ser diferente: a marca promove uma Semana do Cliente com descontos especiais no delivery e nos restaurantes de todo o Brasil, entre hoje e 20 de setembro. 

No Outback, quem for ao restaurante pode garantir 15% de desconto nos pratos Kookaburra Wings, as famosas asinhas de frango empanadas com um blend de temperos, e na Jr. Ribs for Two, ou seja, a versão júnior das icônicas costelas com molho barbecue para duas pessoas, servidas com dois acompanhamentos. A oferta é válida durante toda a semana, até 20 de setembro. 

Para quem prefere aproveitar os descontos em casa, há opções especiais no delivery de acordo com o dia da semana, incluindo pratos como Toowoomba Pasta, Jr. Ribs for Two, Super Wings, The Outbacker Burger e Kookaburra Wings. Os descontos estão disponíveis no aplicativo Meu Outback, iFood ou 99 Food. 

Sobre o Outback 

O Outback Steakhouse possui 196 restaurantes no Brasil e está presente em 94 cidades, 22 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback. 

Proteína virou protagonista, mas e as fibras? Nutriente ainda recebe pouca atenção na alimentação

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Em meio ao boom dos produtos high protein, especialista chama atenção para a importância de olhar também para frutas, vegetais, cereais integrais e leguminosas na composição da dieta

Basta percorrer as prateleiras de um supermercado para perceber: a proteína está por todo lado. Iogurtes, bebidas, snacks, barras, sobremesas e até produtos tradicionalmente distantes do universo esportivo passaram a destacar no rótulo a quantidade do nutriente. Mas, enquanto contar gramas de proteína se tornou um hábito para alguns consumidores, outro componente importante da alimentação recebe menos atenção: as fibras.

“As proteínas têm uma função importante na alimentação, mas nenhum nutriente deve ser observado de forma isolada. O que chama atenção atualmente é o espaço que a proteína conquistou, enquanto as fibras ainda aparecem muito menos nas conversas sobre escolhas alimentares. Uma dieta equilibrada depende justamente da combinação e da variedade de diferentes grupos de alimentos”, explica a nutricionista Andressa Meira, da Polpa Brasil, empresa especializada no desenvolvimento de ingredientes à base de frutas e vegetais.

É importante lembrar que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que adultos consumam pelo menos 25 gramas de fibras alimentares naturalmente presentes nos alimentos por dia. A orientação é priorizar fontes de carboidratos como cereais integrais, vegetais, frutas e leguminosas e consumir ao menos 400 gramas de frutas e vegetais diariamente.

Onde estão as fibras?

As fibras estão naturalmente presentes em alimentos de origem vegetal. Frutas, verduras, legumes, feijões e outras leguminosas, além de cereais integrais, sementes e oleaginosas, estão entre as principais fontes.

Além da quantidade, a variedade dos alimentos consumidos também importa. Diferentes vegetais fornecem combinações distintas de fibras, vitaminas, minerais e compostos bioativos. Por isso, aumentar a diversidade de frutas, legumes e verduras ao longo da semana é uma estratégia para melhorar a qualidade geral da alimentação.

Nesse sentido, a variedade brasileira oferece inúmeras possibilidades. Banana, maçã, manga, morango, açaí, goiaba e outras frutas podem aparecer em diferentes momentos do dia, assim como vegetais como cenoura, abóbora, beterraba e batata-doce.

O desafio é fazer essa diversidade caber em uma rotina na qual conveniência e praticidade têm peso cada vez maior nas decisões de consumo.

Consumidor quer comer melhor, mas busca praticidade

A busca por conveniência ajuda a explicar parte das transformações observadas pela indústria de alimentos. Se, por um lado, existe maior interesse por composição nutricional e ingredientes, por outro, o consumidor nem sempre dispõe de tempo para preparar alimentos in natura em todas as refeições.

É nesse encontro entre nutrição e praticidade que diferentes formas de processamento podem ampliar as possibilidades de utilização de frutas e vegetais. A Polpa Brasil atua justamente no desenvolvimento de ingredientes à base de frutas e vegetais para a indústria de alimentos. Seu portfólio inclui ingredientes desidratados de maçã, banana, morango, manga e açaí, além de opções produzidas com cenoura, abóbora, beterraba e batata-doce, que podem ser incorporadas a diferentes formulações.

“A indústria tem o desafio de entender que o consumidor não busca apenas um atributo nutricional, mas soluções que façam sentido na vida real. Por isso, ampliar a presença e a diversidade de frutas e vegetais em diferentes categorias de produtos pode ajudar a aproximar esses ingredientes da rotina de consumo”, afirma Andressa.

Sobre a Polpa Brasil

A Polpa Brasil é especializada no desenvolvimento e na produção de ingredientes à base de frutas e vegetais para a indústria de alimentos. Seu portfólio reúne produtos desidratados e misturas destinados a diferentes aplicações, combinando tecnologia, praticidade e aproveitamento da diversidade de matérias-primas.

Superfrutas existem? O que as frutas da moda têm que as brasileiras também oferecem

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Enquanto blueberry, cranberry e goji berry ganham espaço associados ao conceito de “superfood”, diversidade nacional reúne frutas com vitaminas, fibras, minerais e compostos bioativos

Blueberry, cranberry e goji berry ganharam espaço em bebidas, smoothies, suplementos e também nas redes sociais, frequentemente associadas a termos como “superfrutas”, “antioxidantes” e “alimentos funcionais”. Apesar da popularidade, porém, o conceito de “superalimento” não possui uma definição científica ou regulamentada. Na prática, o termo é utilizado para destacar alimentos que se diferenciam pela presença relevante de determinados nutrientes e compostos bioativos.

Isso não significa que essas frutas não tenham valor nutricional, mas que seus benefícios precisam ser observados dentro do conjunto da alimentação. O mesmo vale para espécies mais próximas do cotidiano dos brasileiros. Acerola, goiaba, maracujá, manga, abacaxi e açaí, entre tantas outras, oferecem diferentes combinações de vitaminas, fibras, minerais, carotenoides e compostos fenólicos.

“O termo ‘superfruta’ ajuda a despertar a curiosidade do consumidor, mas também pode criar a impressão de que apenas algumas espécies, geralmente mais caras ou importadas, concentram características interessantes. Porém, não existe uma única fruta capaz de oferecer tudo. O mais importante é variar o consumo”, afirma a nutricionista Andressa Meira, da Polpa Brasil, especializada no desenvolvimento de ingredientes à base de frutas e vegetais.

Entre os exemplos nacionais, a acerola é reconhecida pela presença de vitamina C; frutas amarelas e alaranjadas, como manga e maracujá, fornecem carotenoides; enquanto o açaí se destaca pelas antocianinas, pigmentos responsáveis por sua coloração arroxeada. Goiaba e abacaxi também contribuem com diferentes nutrientes e compostos bioativos. Essa composição pode variar conforme a espécie, a variedade, o grau de maturação, as condições de cultivo e a forma de processamento.

A própria coloração das frutas ajuda a demonstrar essa diversidade. Tons vermelhos, amarelos, alaranjados e roxos estão relacionados à presença de diferentes pigmentos naturais. Por isso, em vez de concentrar a alimentação em um único produto tratado como excepcional, a recomendação é combinar frutas variadas ao longo do tempo.

Sazonalidade ainda influencia o consumo

Em um país com ampla diversidade agrícola, o clima e a sazonalidade influenciam a oferta, o preço e as características das frutas. Algumas espécies ficam disponíveis por períodos mais curtos, enquanto outras são produzidas em diferentes regiões e épocas do ano. O desafio, tanto para os consumidores quanto para a indústria, é aproveitar essa diversidade sem depender exclusivamente do calendário de colheita.

Nesse contexto, diferentes formas de processamento podem contribuir para ampliar a disponibilidade das matérias-primas, reduzir perdas e facilitar sua utilização em diferentes aplicações. Frutas congeladas, polpas, pós e ingredientes desidratados podem ser incorporados a bebidas, iogurtes, cereais, produtos de confeitaria e panificação, snacks e outras formulações.

É nesse segmento que atua a Polpa Brasil. A empresa desenvolve ingredientes à base de frutas e vegetais para a indústria de alimentos, incluindo opções desidratadas de maçã, banana, morango, manga e açaí, além de ingredientes produzidos a partir de cenoura, abóbora, beterraba e batata-doce. O portfólio também contempla misturas desenvolvidas para diferentes formulações e aplicações.

Além de ampliar as possibilidades de uso de frutas e vegetais ao longo do ano, esses formatos podem contribuir com características como sabor e cor provenientes das matérias-primas e facilitar etapas como armazenamento, transporte e incorporação aos processos industriais.

“A transformação da fruta em ingrediente permite que sabores e matérias-primas de diferentes safras sejam utilizados durante todo o ano. Para a indústria, isso traz praticidade, padronização e novas possibilidades de desenvolvimento. Para o consumidor, pode significar encontrar uma diversidade maior de frutas em produtos que se adaptam à rotina”, explica a nutricionista.

Sobre a Polpa Brasil

A Polpa Brasil é especializada no desenvolvimento e na produção de ingredientes à base de frutas e vegetais para a indústria de alimentos. Seu portfólio reúne produtos desidratados e misturas destinados a diferentes aplicações, combinando tecnologia, praticidade e aproveitamento da diversidade de matérias-primas.

Hospital 100% SUS no Paraná abre seleção para 69 vagas de Residência Médica

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Hospital Universitário Cajuru oferece vagas em 19 especialidades; instituição realizou cerca de 150 mil atendimentos e mais de 13 mil cirurgias em 2025

O Hospital Universitário Cajuru, em Curitiba (PR), abriu 69 vagas para o processo seletivo de Residência Médica 2027, em 19 especialidades. As oportunidades contemplam programas com e sem pré-requisito. O edital nº 21/2026 está disponível no site da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), em www.pucpr.br/comunidade/concursos. As inscrições seguem até 21 de setembro, com taxa de R$ 880. 

O processo seletivo será realizado em duas fases: prova objetiva e análise curricular. A prova será aplicada presencialmente no dia 13 de outubro, no câmpus da PUCPR, em Curitiba. O resultado final está previsto para 22 de dezembro.

As 69 vagas estão distribuídas entre 11 especialidades sem pré-requisito e oito especialidades com pré-requisito. A primeira categoria reúne 53 vagas e é destinada a candidatos que estejam concluindo o último semestre do curso de Medicina na data da prova ou que já tenham concluído a graduação e possuam diploma devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina (CRM). A segunda reúne 16 vagas em oito especialidades e é destinada a médicos que tenham concluído ou estejam concluindo a residência médica exigida pelo edital, além de possuírem registro no CRM.

Com atendimento 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o Hospital Universitário Cajuru realiza cerca de 150 mil atendimentos e mais de 13 mil cirurgias por ano. Em 2025, Ortopedia e Traumatologia, Cirurgia Geral, Otorrinolaringologia, Cirurgia Vascular e Neurocirurgia responderam, juntas, por 54,8% dos atendimentos realizados pela instituição.

Entre as especialidades sem pré-requisito, Neurocirurgia conta com uma vaga reservada para candidato aprovado que esteja em Serviço Militar. Também são reservadas uma vaga para Cirurgia Geral e uma para Clínica Médica às ações afirmativas, destinadas a pessoas autodeclaradas negras, indígenas ou quilombolas e a pessoas com deficiência (PcD).

A prova objetiva corresponde a 90% da nota final. Para as especialidades sem pré-requisito, serão 100 questões de múltipla escolha; para as especialidades com pré-requisito, 40 questões. A análise curricular representa os 10% restantes e exige o envio digital da documentação prevista no edital.

SERVIÇO

Processo seletivo: Residência Médica 2027 – Hospital Universitário Cajuru
Edital: www.pucpr.br/comunidade/concursos
Inscrições: até 21/09/2026
Taxa de inscrição: R$ 880
Prova objetiva: 13/10/2026, a partir das 13h

Após quase uma década de queda, tamanho dos imóveis vendidos se estabiliza no Brasil

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Área média das unidades comercializadas chegou a 63,3 m² no primeiro semestre de 2026, após recuo de aproximadamente 28% entre 2016 e 2025; dados do Senior Index também mostram avanço de 1,6% no preço médio do metro quadrado

Depois de quase uma década de redução contínua, o tamanho médio dos imóveis residenciais novos comercializados no Brasil dá sinais de estabilidade. É o que aponta o Senior Index, estudo de inteligência de mercado da Senior Sistemas, que analisou operações reais de comercialização registradas por mais de 200 incorporadoras e construtoras no primeiro semestre de 2026. A área média das unidades vendidas chegou a 63,3 m², interrompendo a tendência de redução observada nos anos anteriores. Entre 2016 e 2025, a metragem média havia acumulado queda de aproximadamente 28%.

O movimento ocorre em um mercado que segue apresentando demanda crescente. No primeiro semestre, as vendas aumentaram 4,8%, totalizando 36.349 unidades comercializadas, enquanto o VGV (Valor Geral de Vendas) analisado, de R$ 21,8 bilhões, permaneceu praticamente estável, com variação de 0,3% em relação ao mesmo período de 2025. Já o preço médio nacional do metro quadrado dos imóveis vendidos avançou 1,6%, para R$ 9.474.

Os dados colocam em evidência uma possível mudança em um dos momentos mais marcantes do mercado residencial da última década: a busca por unidades cada vez menores, o que abre espaço para uma discussão sobre até que ponto a redução das plantas ainda consegue acompanhar as necessidades do consumidor e as condições econômicas do mercado.

Mercado vende mais unidades, mas tamanho médio se estabiliza

A estabilização da metragem ocorre justamente em um semestre de crescimento no número de unidades comercializadas. Segundo a pesquisa proprietária da companhia, foram 36.349 imóveis vendidos, alta de 4,8% em relação ao primeiro semestre de 2025. O resultado mostra que o aumento das vendas não foi acompanhado pela manutenção da tendência de queda na área média dos imóveis.

O comportamento também precisa ser analisado em conjunto com o preço. O preço médio do metro quadrado chegou a R$ 9.474, alta de 1,6%, enquanto o VGV permaneceu praticamente estável. A combinação sugere um mercado em que preço, quantidade e características dos produtos comercializados passam a exigir uma leitura cada vez mais integrada por parte das incorporadoras.

Preço e metragem entram na equação do produto imobiliário

A estabilização das metragens ganha relevância em um cenário no qual o preço do metro quadrado continua avançando. No primeiro semestre de 2026, o valor médio nacional chegou a R$ 9.474, crescimento de 1,6% na comparação anual. No Paraná, a valorização foi ainda mais expressiva: o preço médio do metro quadrado subiu 20,4%. Em Curitiba, o VGV cresceu 24,6%, alcançando R$ 1,1 bilhão no período. Em São Paulo, líder da base analisada, o indicador registrou alta de 5,3%, para R$ 11,7 bilhões, acompanhado de crescimento de 7,4% nas unidades vendidas. Já Goiás apresentou alta de 11,5% no VGV, chegando a R$ 2,2 bilhões, enquanto Goiânia movimentou R$ 1,8 bilhão, com aumento de 8,3% nesse indicador e 21,5% nas vendas. Os diferentes ritmos observados reforçam que preço, metragem e demanda precisam ser analisados de forma conjunta pelas incorporadoras na definição dos produtos imobiliários. 

Segundo a Senior, num contexto em que preço, metragem e comportamento da demanda pesam de forma conjunta na definição dos empreendimentos, o uso de dados e de um sistema de ERP para construção, também ganha relevância para as incorporadoras e construtoras. A análise do que efetivamente foi comercializado pode ser combinada a informações da jornada de vendas (como interesses dos clientes, tipologias procuradas e comportamento das oportunidades ao longo do funil), ampliando a capacidade de identificar mudanças na demanda e apoiar decisões sobre os produtos imobiliários.

“Por muitos anos, reduzir a metragem foi uma das alternativas encontradas pelas incorporadoras para equilibrar preço e demanda. O Senior Index mostra que essa estratégia parece ter chegado a um ponto de estabilização: depois de uma queda acumulada de aproximadamente 28% entre 2016 e 2025, a área média das unidades vendidas ficou em 63,3 m² no primeiro semestre de 2026. Isso sugere que o preço do metro quadrado não é a única variável na definição do produto ideal. Existe também um limite de funcionalidade e de percepção de valor para o consumidor, e entender onde está esse equilíbrio passa a ser cada vez mais importante para as incorporadoras”, finaliza Rafael Bahr, head de Construção na Senior Sistemas. 

Curso gratuito ensina o que fazer quando uma criança revela uma situação de violência

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Centro Marista de Defesa da Infância e Farol 1817 lançam formação para preparar educadores e adultos para acolher relatos de violência

O Disque 100 (Disque Direitos Humanos), do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, registrou mais de 53 mil casos de violência sexual contra crianças e adolescentes no primeiro semestre de 2026, um aumento de quase 60% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em muitos desses casos, a própria criança ou adolescente conta espontaneamente o que está vivendo a um adulto de confiança. E a forma como esse primeiro relato é acolhido pode influenciar diretamente a proteção da vítima e o encaminhamento adequado do caso.

Para preparar educadores e outros adultos a agir diante dessas situações, o Centro Marista de Defesa da Infância (CMDI) e o Farol 1817 lançam o curso online e gratuito Revelação Espontânea, com apoio do Centro Universitário Católica de Santa Catarina e da FTD Educação. A formação, disponível gratuitamente na plataforma Farol 1817, busca ampliar o acesso à capacitação de adultos que podem receber relatos de violência contra crianças e adolescentes em diferentes contextos.

O que é uma revelação espontânea

Diferentemente de um depoimento formal, a revelação espontânea costuma surgir de maneira inesperada, durante uma conversa, uma brincadeira ou uma atividade cotidiana. Sem orientação adequada, muitos adultos podem reagir com choque, fazer perguntas invasivas, repetir questionamentos ou prometer guardar segredo. Embora bem-intencionadas, essas atitudes podem gerar desconforto na criança, influenciar seu relato e dificultar procedimentos de proteção e cuidados necessários.

“Quando uma criança decide contar que sofre violência, ela deposita sua confiança naquele adulto. A forma como esse primeiro relato é acolhido pode influenciar todo o processo de proteção. Saber escutar sem julgamentos, evitar perguntas inadequadas e realizar os encaminhamentos corretos é essencial para garantir os direitos de crianças e adolescentes”, afirma a analista de projetos do Centro Marista de Defesa da Infância, Cecília Landarin.

Para quem é o curso

Com 23 aulas e carga horária de 22 horas, o curso Revelação Espontânea reúne especialistas em educação, direito, psicologia e proteção das infâncias para abordar, de forma prática:

  • como identificar, acolher e encaminhar uma revelação espontânea;
  • como se portar no momento, aprendendo o que perguntar e o que evitar; 
  • quais são os fluxos de encaminhamento para a rede de proteção;
  • a diferença entre o papel dos profissionais e o papel das instituições na rede de proteção, evitando a confusão frequente entre responsabilidades individuais e institucionais;
  • o que prevê a legislação de proteção à infância, incluindo o ECA Digital.

A formação tem como foco professores, gestores escolares, educadores e profissionais de do serviço de convivência e fortalecimento de vínculos, conselheiros tutelares, equipes técnicas de unidades de atendimento, catequistas, agentes de pastoral, lideranças comunitárias e demais profissionais do Sistema de Garantia de Direitos e adultos que convivem com crianças e adolescentes em diferentes espaços de educação, convivência e proteção. 

A proposta é fortalecer a atuação desses profissionais e adultos de referência para acolher relatos de violência de forma responsável e contribuir para que cada situação receba a devida atenção e atendimento adequado.

Serviço

Curso Revelação Espontânea
Formato: online, gratuito e gravado
Carga horária: 22 horas
Conteúdo: 23 aulas com especialistas e material complementar
Inscrições: https://portal.farol1817.com.br/p/checkout/wte1704iyj
Realização: Centro Marista de Defesa da Infância e Farol 1817
Apoio: Católica de Santa Catarina e FTD Educação

Sobre o Centro Marista de Defesa da Infância  

Iniciativa do Grupo Marista que, desde 2010, contribui com a defesa e a proteção dos direitos de crianças e adolescentes, tornando dados e informações acessíveis para qualificar a ação de redes, organizações e conselhos. Com uma equipe multidisciplinar, atuamos em temas urgentes e emergentes, em especial na prevenção e enfrentamento às violências contra crianças e adolescentes e no orçamento público. Saiba mais em centrodedefesa.org.br.

Ansiedade e claustrofobia podem fazer paciente interromper ou até inviabilizar exames; sedação é alternativa em casos selecionados

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Recurso pode ser utilizado em exames como ressonância magnética, endoscopia e colonoscopia, conforme o procedimento e as condições de cada paciente

Entrar em um aparelho fechado, permanecer imóvel ou lidar com desconforto durante um procedimento pode ser um desafio para alguns pacientes. Em situações específicas, a ansiedade, a claustrofobia e outras dificuldades podem até impedir a realização de exames.

  Um estudo publicado em 2024 na revista Radiography, que avaliou a experiência de 118 adultos em diferentes tipos de equipamentos de ressonância magnética, identificou que 58,3% dos participantes com experiência em aparelhos convencionais fechados relataram episódios de claustrofobia. Nos equipamentos abertos verticais, o índice foi de 18,4%. A interrupção do exame também foi mais frequente nas experiências com os equipamentos fechados: 31% contra 5,3%.

  Os dados se referem ao grupo avaliado na pesquisa, mas ajudam a demonstrar como fatores como ansiedade e claustrofobia podem interferir na realização do procedimento.

  Em situações específicas, a sedação pode ser utilizada para reduzir a ansiedade e o desconforto e permitir que o exame seja realizado com segurança. A indicação, porém, depende do procedimento e das condições de cada paciente.

“Na ressonância, o paciente precisa ficar imóvel durante a aquisição das imagens. Quando há movimentação, as imagens podem apresentar artefatos e perder qualidade, o que pode exigir novas sequências ou até a repetição do exame”, explica o dr. Bruno Pedrazzani, médico da clínica de imagem CEDIP.

  A necessidade de sedação varia de acordo com o exame e as condições de cada paciente. Segundo o dr. Bruno Pedrazzani, a indicação deve ser avaliada individualmente. 

  “A indicação é individual. Primeiro avaliamos o motivo pelo qual aquele paciente não consegue realizar o exame e quais são as condições clínicas. A sedação é considerada quando essas dificuldades realmente comprometem a realização do procedimento”, afirma Pedrazzani.

Segurança exige avaliação e estrutura adequada

  A sedação pode ocorrer em diferentes níveis e não significa necessariamente anestesia geral. A estratégia utilizada depende do tipo de exame e das condições clínicas de cada paciente.

  Quando há indicação, o procedimento deve ser realizado com estrutura adequada e monitoramento. “A segurança vem antes da realização do exame. É necessário ter equipe preparada, equipamentos para monitorização e profissionais capazes de intervir caso ocorra alguma alteração durante o procedimento”, diz o médico.

  No Paraná, a clínica de imagem CEDIP, oferece acompanhamento de equipe de anestesiologia em exames de imagem e procedimentos nos quais há indicação de suporte anestésico

  A decisão pelo uso da sedação é tomada individualmente, após avaliação médica. Ansiedade, claustrofobia, desconforto e dificuldade de permanecer imóvel são alguns dos fatores considerados pela equipe na definição da estratégia mais adequada para cada paciente.

Sobre o Pilar Hospital

Com mais de 60 anos de tradição, o Pilar Hospital é reconhecido como referência na integração de tecnologia avançada e atendimento humanizado. Localizado no bairro Bom Retiro, em Curitiba, o hospital atende pacientes de todo o Paraná, oferecendo suporte essencial em diversas especialidades médicas. Sua estrutura robusta inclui 81 unidades de internação (enfermaria e apartamento) e 39 unidades de terapia intensiva e o Pilar Centro Médico, que realiza procedimentos ambulatoriais e cirúrgicos de baixa complexidade, em regime de hospital dia, consolidando seu papel na qualidade e acesso à saúde para os paranaenses.

Fisioterapia é aliada no tratamento das doenças respiratórias

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Fisioterapia é aliada no tratamento das doenças respiratórias

Com a chegada da primavera aumentam casos de rinites e asma

Faltando poucos dias para o início da primavera, aumenta a preocupação com as alergias sazonais. A maior circulação de pólen, poeira e ácaros no ar costuma afetar a respiração de pessoas que sofrem com rinites, conjuntivites, asma e polinose. Na região Sul, estima-se que 20% a 25% da população tenha algum tipo de sensibilidade relacionada às flores e plantas.

Em contato com as mucosas, o pólen liberado por gramíneas (como o azevém), árvores (ipês, carvalhos, pinheiros, ciprestes) e ervas daninhas desencadeia uma reação inflamatória, momento em que ocorrem diferentes tipos de reações alérgicas:

· Rinite sazonal (Febre do Feno): Causa espirros em série, coriza, congestão nasal e coceira intensa no nariz e na garganta.

· Conjuntivite: Deixa os olhos vermelhos, lacrimejantes, inchados e com forte coceira ou sensação de areia.

· Asma: A inalação dessas partículas irrita os brônquios, provocando tosse, chiado no peito e falta de ar em indivíduos predispostos.

· Polinose: Nome médico para o quadro inflamatório sistêmico leve que simula um estado gripal recorrente durante a época de polinização.

Ação preventiva

A boa notícia é que o tratamento pode ser iniciado antes mesmo de o problema aparecer. “Em vez de esperar as crises acontecerem, é possível iniciar os cuidados de saúde desde já, por meio da fisioterapia respiratória. A especialidade ajuda na prevenção, no tratamento e na reabilitação de diferentes disfunções do sistema pulmonar”, explica o professor do curso de Fisioterapia do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão (PR), Anderson Brandão dos Santos.

Longe de ser apenas uma técnica voltada para eliminar secreções, o método serve para manejar o funcionamento dos pulmões e recuperar a funcionalidade do paciente.

“A fisioterapia respiratória é uma importante aliada quando a condição provoca alterações na ventilação, presença de catarro ou redução da capacidade física. Avaliando cada indivíduo de forma personalizada, é possível definir as melhores estratégias para contornar o desconforto”, destaca o professor.

Resultados progressivos

A área ganhou enorme visibilidade durante a pandemia de Covid-19, principalmente nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e no período pós-infecção. Contudo, suas indicações abrangem doenças como H1N1, bronquiolite e pneumonia, atendendo desde bebês até a terceira idade.

Entre os principais benefícios da fisioterapia respiratória, destacam-se:

· Melhora da ventilação pulmonar e redução do esforço para respirar;

· Auxílio rápido na mobilização e eliminação de secreções (catarro);

· Fortalecimento da musculatura torácica;

· Aumento da capacidade física e da tolerância aos esforços do dia a dia;

· Prevenção de complicações graves ligadas à imobilidade prolongada.

“Enquanto a eliminação de fluidos retidos pode apresentar alívio imediato já na primeira sessão, a reabilitação de fraquezas musculares exige um trabalho progressivo, dependendo da gravidade e da idade”, ressalta o professor Santos.

Do recém-nascido aos idosos

Segundo o professor do Centro Universitário Integrado, a intervenção fisioterapêutica é recomendada para pessoas de todas as idades que apresentem algum comprometimento da função pulmonar, seja de forma aguda, crônica ou preventiva. As principais indicações incluem:

· Doenças crônicas e inflamatórias: Asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC, que engloba bronquite crônica e enfisema), fibrose cística e bronquiectasia.

· Infecções agudas: Pneumonias, bronquiolite (muito comum em bebês) e na recuperação de sequelas respiratórias.

· Pré e pós-operatório: Especialmente em cirurgias torácicas, cardíacas, abdominais ou bariátricas. A anestesia e a dor podem deixar a respiração superficial, favorecendo complicações evitáveis com a técnica.

· Pacientes internados ou acamados: Pessoas restritas ao leito por muito tempo precisam manter o pulmão ativo e prevenir a perda de força muscular.

· Distúrbios neuromusculares: Doenças que causam fraqueza progressiva, como Esclerose Lateral Amiotrófica, distrofias musculares ou sequelas de Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Cuidado redobrado no envelhecimento

Com a aproximação do Dia do Idoso (celebrado em 1º de outubro), o alerta para os cuidados com essa parcela da população também se intensifica. O envelhecimento natural traz mudanças na força e na reserva funcional do organismo. Quando esses fatores se associam a disfunções respiratórias, o impacto sobre a independência pode ser severo.

Para os acamados, a assistência do fisioterapeuta torna-se crucial para evitar a perda de massa magra. “Nosso objetivo não é olhar apenas para a quantidade de ar que entra e sai dos pulmões. Devemos pensar no indivíduo de maneira global: respirar melhor para conseguir se movimentar bem, realizar suas atividades e preservar sua autonomia”, enfatiza o professor Anderson Brandão dos Santos.

Incorporação na rotina

Os exercícios direcionados da fisioterapia respiratória são vitais, principalmente, às pessoas acima de 70 anos. Isso ocorre pelo fato de que, por serem mais frágeis, o sistema respiratório também exige mais trabalho.

“A prática também auxilia pacientes em tratamento da apneia do sono, caracterizada pelo relaxamento da musculatura da garganta e da língua. Neste cenário, a atividade ajuda a manter os músculos mais firmes”, complementa o especialista.

Sobre o Centro Universitário Integrado

O Centro Universitário Integrado oferta ensino superior de excelência. A instituição tem nota máxima (5) no Ministério da Educação (MEC), é reconhecida como o melhor Centro Universitário do Paraná (CPC/MEC) e figura entre as mais sustentáveis do Brasil (ranking UI GreenMetric).

Sediado em Campo Mourão (PR), com presença no Paraná, Goiás, Mato Grosso do Sul e Amapá, o Centro Universitário Integrado proporciona educação de vanguarda em mais de 60 cursos de graduação — incluindo Medicina, Agronomia, Odontologia e Direito — e em mais de 70 cursos de pós-graduação. A formação multidisciplinar oferecida ajuda a transformar vidas e está conectada às demandas do mercado global.

A instituição de ensino superior possui estrutura moderna, laboratórios com tecnologia de ponta, ecossistema próprio de inovação, pesquisa e fomento ao empreendedorismo, frente de investimento em startups, professores mestres e doutores com vivência prática e experiência profissional.

O Centro Universitário Integrado faz parte do Grupo Integrado, que em 2026 completa 40 anos e engloba o Colégio Integrado, o Instituto Integrado de Ciência e Tecnologia (IN2), a Integrado Genética, as plataformas Super Professor e Coonect.se e a Faculdade Integrado de Macapá.

Outback aposta em transformação digital para personalizar a experiência dos clientes e lança novo ecossistema de relacionamento

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Marca de temática australiana transforma dados em hospitalidade para estreitar conexões e ampliar o valor de cada interação com o consumidor

Durante quase três décadas no Brasil, o Outback Steakhouse construiu sua relação com os consumidores apoiado em um dos principais ativos da marca: a hospitalidade. Agora, a rede de restaurantes inicia uma nova fase dessa estratégia ao colocar dados e inteligência artificial a serviço da experiência do cliente. E no coração da estratégia está o Clube Outback, primeiro programa proprietário de relacionamento da marca, disponível no também recém-lançado aplicativo Meu Outback, e desenvolvido para transformar informações de consumo em experiências cada vez mais personalizadas, entregando benefícios sob medida, no momento certo.

“Somos uma marca baseada em hospitalidade e no relacionamento próximo com nossos clientes. Agora, damos um novo passo ao colocar os dados a serviço dessa missão. Não se trata apenas de conhecer melhor quem nos visita, mas de usar esse conhecimento para surpreender, reconhecer preferências e criar experiências. A tecnologia fica nos bastidores e o protagonista continua sendo o cliente”, afirma Claudia Vilhena, vice-presidente de Marketing, Vendas e Growth da Bold Hospitality Company, grupo detentor do Outback Steakhouse no Brasil.

Em seu primeiro mês, o aplicativo figurou entre os 5 mais baixados da categoria de comida na App Store e superou em 48% a meta de cadastros, ultrapassando 100 mil membros. As vendas pelo app superaram 4,4 vezes a meta inicial, com um ticket médio 31% maior do que em outras plataformas. Além disso, a marca vendeu quase 3 vezes mais pelo novo app nos dias de jogos do Brasil no principal torneio de futebol do ano.

Muito além de cuponagem genérica

Mais do que um programa de benefícios, o Clube Outback representa uma evolução na forma como a marca entende e se relaciona com seus clientes. Apoiado por uma plataforma de gestão integrada de dados e inteligência artificial, o ecossistema interpreta o comportamento dos consumidores, como frequência de pedidos e visitas, e preferências de consumo, para tornar cada interação mais relevante, oferecendo experiências alinhadas ao perfil de cada cliente.

Longe de ser um modelo de cuponagem genérico, o programa nasce com uma proposta que vai além do tradicional modelo baseado apenas em pontos e descontos, e acontece por meio de níveis de relacionamento, com benefícios desbloqueados conforme a interação do cliente com a marca. Entre eles estão também cupons personalizados, mas principalmente acesso a menus exclusivos, consumo gratuito de determinados produtos, brindes colecionáveis, prioridade em serviços e experiências especiais.

Como funciona

O Clube Outback foi desenvolvido para acompanhar o cliente em toda a sua jornada com a marca. Além das interações realizadas pelo aplicativo, pedidos para retirada (takeaway) e refeições nos restaurantes físicos também passam a fazer parte do mesmo ecossistema. Nos restaurantes, basta que o cliente informe seu CPF no momento do pagamento para que a experiência seja reconhecida e integrada ao seu histórico.

A partir dessa identificação, os pontos são acumulados e o consumidor evolui de nível no programa. Ao se cadastrar, o cliente inicia sua jornada como Explorer, com acesso a descontos e benefícios. Conforme interage com a marca, avança para os níveis Adventurer e Outbacker, desbloqueando vantagens como prioridade na fila, acesso a menus especiais, itens gratuitos e produtos colecionáveis.

O Clube Outback faz parte do aplicativo Meu Outback, disponível gratuitamente para download nas plataformas Android e iOS.

Sobre o Outback

O Outback Steakhouse possui 196 restaurantes no Brasil e está presente em 94 cidades, 22 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback.