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Opinião: A crise dos empregos é real, mas culpar a IA talvez seja simplificar demais

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Bruno Borgonovo*

Por muitos anos, trabalhar com tecnologia parecia um passaporte automático para estabilidade, altos salários e crescimento contínuo. O setor virou símbolo da nova economia e atraiu uma geração inteira de profissionais convencidos de que havia espaço infinito para expansão. Mas a realidade mudou.

Nos últimos dois anos, empresas de tecnologia no mundo inteiro anunciaram ondas sucessivas de demissões. Nomes como Google, Amazon, Meta e Microsoft reduziram equipes, congelaram contratações e revisaram estruturas inteiras. O fenômeno é tão amplo que já começa a afetar cidades inteiras cuja economia dependia da exuberância do setor.

Naturalmente, a primeira reação foi apontar a inteligência artificial como culpada. Afinal, estamos vivendo a maior revolução tecnológica desde a internet comercial. Mas será mesmo que a IA já substituiu milhões de trabalhadores? A resposta, pelo menos por enquanto, parece ser: ainda não.

A recente análise da revista The Economist traz uma reflexão importante e bastante lúcida. O problema atual do mercado tech parece menos uma “rebelião das máquinas” e mais uma combinação de excesso de contratações durante a pandemia, juros altos, pressão por rentabilidade e amadurecimento do próprio setor.

Entre 2020 e 2022, as empresas contrataram em ritmo frenético. O mundo digitalizou tudo ao mesmo tempo: trabalho, consumo, educação, entretenimento, atendimento e comunicação. Parecia que o crescimento não teria fim. Muitas empresas expandiram equipes não apenas para atender à demanda real, mas também para agradar investidores e transmitir imagem de expansão acelerada.

Agora veio a conta. O dinheiro ficou mais caro, investidores passaram a cobrar eficiência e as empresas descobriram que estruturas gigantescas não significam necessariamente produtividade proporcional. O mercado entrou numa fase mais racional. E isso tudo costuma gerar cortes.

Do ponto de vista de quem emprega no Brasil, acompanhando o cenário global, há algo ainda mais importante acontecendo: o mercado não está eliminando apenas vagas. Ele está mudando profundamente o perfil de valor do profissional.

A inteligência artificial talvez não esteja acabando com empregos na velocidade que muitos imaginavam. Mas ela certamente está eliminando tarefas. E existe uma diferença enorme entre as duas coisas.

Funções extremamente operacionais, repetitivas e previsíveis passaram a ser executadas com muito mais rapidez por sistemas inteligentes. Isso não significa que o profissional deixou de ser necessário. Significa que ele deixou de ser suficiente apenas com execução técnica básica.

O mercado começa a premiar outras competências, como pensamento estratégico, repertório, comunicação, capacidade de decisão, visão sistêmica, inteligência emocional, criatividade aplicada e integração entre tecnologia ao negócio.

Em outras palavras: a IA não substitui facilmente profissionais que pensam. Ela substitui mais rapidamente profissionais treinados apenas para repetir. Isso muda radicalmente a lógica da empregabilidade.

No Brasil, essa transformação talvez seja ainda mais sensível porque convivemos com um paradoxo: ao mesmo tempo em que empresas reclamam da falta de talentos preparados, muitos profissionais continuam presos a modelos antigos de formação e produtividade. Há uma geração inteira que aprendeu a trabalhar executando tarefas. O problema é que o mundo começa a valorizar quem resolve problemas.

Como empregador, percebo diariamente que as empresas não estão necessariamente procurando pessoas que saibam “mais ferramentas”. Elas procuram pessoas que consigam produzir mais valor com menos estrutura, mais autonomia e maior capacidade de adaptação. E a IA acelera esse movimento.

Hoje, um profissional mediano com inteligência artificial produz mais do que pequenas equipes produziam há poucos anos. Isso inevitavelmente reduz a necessidade de estruturas infladas. Mas também cria espaço para profissionais muito mais qualificados, estratégicos e versáteis.

Por isso, talvez a discussão correta não seja “a IA vai roubar empregos?”, mas sim: quais profissionais continuarão indispensáveis em um mercado no qual a execução virou commodity? A resposta provavelmente está menos na tecnologia e mais na capacidade humana de interpretar contexto, construir relações, tomar decisões complexas e gerar confiança.

Porque, no fim, empresas continuam sendo feitas de pessoas para pessoas. E nenhuma inteligência artificial, pelo menos até agora, conseguiu substituir completamente isso.

*Bruno Borgonovo é sócio-fundador da BRW Suprimentos.

Crianças aprendem regras de trânsito em uma “mini cidade” montada dentro da escola

Uma pequena cidade, com cruzamentos, placas, sinalização e vagas de estacionamento, vai ocupar o pátio da Escola Willy Janz entre os dias 18 e 25 de setembro. No circuito “Minha Cidade, Meu Trânsito”, os alunos vivenciam situações reais das ruas, exercitando na prática a atenção, a segurança e o respeito ao outro. A iniciativa responde a uma preocupação latente de famílias e autoridades: cresce nas cidades o número de crianças e adolescentes circulando sobre duas rodas, muitas vezes sem qualquer orientação sobre as regras de circulação.

“A criança aprende de verdade quando vive a experiência. Ao parar no semáforo, dar passagem na faixa e respeitar o colega que vem pelo cruzamento, ela entende que as regras de trânsito existem para proteger as pessoas. É um aprendizado de cidadania que ela leva para a vida”, afirma André Ceruzi, diretor da Escola Willy Janz.

Trânsito é o acidente que mais mata crianças no Brasil

Os números explicam a urgência do tema. O trânsito é uma das principais causas de mortes por acidentes entre crianças e adolescentes de zero a 14 anos no Brasil, segundo levantamentos da ONG Criança Segura com base nos dados do Ministério da Saúde.

O problema segue em alta. Em 2025, 162 mil crianças e adolescentes de até 14 anos foram internados por acidentes no país. O trânsito aparece em terceiro lugar entre as causas, com 12,6 mil internações, metade delas na faixa dos 10 aos 14 anos, justamente a idade em que muitos começam a circular sozinhos de bicicleta e patinete. O relatório aponta ainda uma tendência de crescimento nas internações de crianças por acidentes: alta de 2,2% em 2024 e de 5,4% em 2025.

O Paraná está no centro dessa estatística. O estado é o terceiro do país em internações de crianças e adolescentes por acidentes, com 10.708 casos em 2025, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais.

O cenário ganhou um ingrediente novo nos últimos anos. Autoridades de trânsito e profissionais da saúde registram um crescimento preocupante no número de acidentes com patinetes e motos elétricas, principalmente entre adolescentes, com ocorrências que vão de quedas com fraturas leves a colisões graves com carros e pedestres.

Educação desde a infância está na lei, mas pouco sai do papel

Para Jefferson Johannes Roth, empresário do setor de autoescolas há mais de 30 anos, o problema começa muito antes da primeira habilitação. “Recebemos na autoescola jovens de 18 anos que nunca tiveram contato com noções básicas de trânsito. Eles precisam aprender em poucos meses o que deveriam ter construído desde a infância. Quando a criança entende cedo o que significa um semáforo ou uma faixa de pedestres, ela chega ao volante com outra consciência”, avalia.

Roth lembra que a educação para o trânsito nas escolas é uma obrigação legal antiga. O artigo 76 do Código de Trânsito Brasileiro, em vigor desde 1997, determina que o tema seja trabalhado de forma contínua, da educação infantil ao ensino médio. Na prática, porém, o conteúdo ainda é tratado de maneira pontual, superficial ou simplesmente não aparece na sala de aula. “Iniciativas como a da Willy Janz mostram que é possível cumprir esse papel de um jeito lúdico e eficiente. A criança de hoje é o pedestre, o ciclista e o motorista de amanhã”, completa.

Durante o circuito, os alunos se revezam nos papéis de condutores e pedestres. Eles precisam respeitar o semáforo, parar na faixa, observar as placas e estacionar nas vagas demarcadas. Segundo Ceruzi, a proposta também trabalha valores. “Mais do que decorar placas, queremos formar crianças que enxergam o outro. Empatia e respeito se ensinam desde cedo, e o trânsito é um espaço poderoso para isso”, diz o diretor.

A ação da escola dialoga com o espírito da campanha da Semana Nacional de Trânsito 2026, que acontece de 18 a 25 de setembro, e mantém a mensagem “Desacelere. Seu bem maior é a vida”, definida pelo Conselho Nacional de Trânsito, para reforçar a redução de velocidade e a preservação da vida como prioridade.

Picanha, costela ou maminha? Entenda o que muda entre os cortes mais pedidos no churrasco

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Picanha, costela ou maminha? Entenda o que muda entre os cortes mais pedidos no churrasco

Na hora de escolher a carne para o churrasco, três cortes costumam estar entre os mais conhecidos dos brasileiros: picanha, costela e maminha. Apesar de fazerem parte do mesmo universo, cada um tem características próprias de gordura, textura e sabor, que influenciam diretamente na experiência à mesa.

Na Churrascaria Los Pampas, os três fazem parte dos 16 tipos de cortes servidos no rodízio e apresentam características diferentes para quem gosta de variar durante a refeição.

A picanha é conhecida pela capa de gordura uniforme e marcante, que contribui para seu sabor intenso e suculência. É uma carne extremamente macia e saborosa, especialmente apreciada por quem gosta de cortes com presença de gordura.

A maminha apresenta uma capa de gordura menor e uma carne mais magra quando comparada à picanha. Tem textura muito macia e suculenta, com sabor mais suave e delicado, sendo uma opção para quem prefere uma carne de sabor equilibrado.

Já a costela é um corte mais gorduroso e fibroso, com sabor forte e acentuado. Seu preparo exige mais tempo e cuidado para que a carne alcance a textura característica, ficando macia e desmanchando após um preparo lento e prolongado.

As diferenças entre os cortes mostram como gordura, textura e preparo podem resultar em experiências completamente diferentes à mesa. No rodízio, experimentar cada um deles é também uma forma de descobrir qual perfil de carne combina mais com cada paladar.

Além dos cortes servidos no espeto, a churrascaria oferece buffet com massas, risotos, saladas, frios, queijos, pratos quentes, peixes e comida japonesa.

Serviço:

Churrascaria Los Pampas
Avenida das Torres, 1231 – São José dos Pinhais

Almoço
Segunda a sexta: 11h às 15h
Sábado: 11h às 15h30
Domingo: 11h às 16h

Jantar
Segunda a sábado: 18h às 23h
Domingo à noite: fechado

Informações: (41) 3283-5915 | (41) 3283-2494
Instagram: @churrascarialos_lospampas

Crédito da foto: Emerson Vieira/Unsplash

Natura UNA brilha nas passarelas com PatBO na New York Fashion Week

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Natura UNA brilha nas passarelas com PatBO na New York Fashion Week

Marca de maquiagem reforça a sofisticação e a latinidade na passarela da coleção “Brasil Esplêndido”, em Nova York

Natura UNA, linha de maquiagem de alta performance e sofisticação da marca, compõe o look das makes do desfile Spring 27 de PatBO na New York Fashion Week (NYFW). A apresentação da coleção “Brasil Esplêndido”, idealizada por Patricia Bonaldi, aconteceu nesta terça, 15 de setembro, no Domino Square.

Os looks de make foram criados com os produtos da collab exclusiva Natura UNA + PatBO, que chega em edição limitada no e-commerce da Natura no próprio dia 15 de setembro e dia 23 do mesmo mês em lojas selecionadas.

Ao reunir duas grandes referências da moda e da beleza, a coleção celebra a riqueza cultural latino-americana. A maquiagem desenvolvida por Natura UNA dialoga com a proposta do desfile, destacando uma beleza natural, fluida e sofisticada sob a luz do espaço aberto. A parceria une alta tecnologia, ingredientes da biodiversidade brasileira e o savoir-faire nacional, fortalecendo a presença do ecossistema criativo do país no cenário global de moda e beleza. Para arrematar, as embalagens reproduzem a textura dos bordados característicos da estilista, conferindo ainda mais sofisticação aos produtos.

Conheça os produtos da collab Natura UNA + PatBO que brilharam na NYFW

Paleta de Sombras Latin Soul – R$299,90
Com alta pigmentação e textura sofisticada, reúne acabamentos matte, metálico e brilhante em cores exuberantes inspiradas na coleção Latin Soul. A combinação de roxos, marrons e dourados permite criar desde produções sofisticadas até looks marcantes, realçando o olhar de forma magnética.

Paleta Duo Cremoso Blush e Iluminador R$ 199,90
Disponível em duas combinações com cores intensas de alta pigmentação e fórmula balm de toque macio, o Duo Blush e Iluminador Cremoso é o aliado perfeito para uma maquiagem prática e impecável. Lotus: blush rosé com iluminador rosado e Peony: blush vermelho com iluminador dourado.

Batom Balm R$ 109,90
Disponível nas cores Rose e Coral, o Batom Balm combina um acabamento brilhante com cobertura média. Sua fórmula, enriquecida com ingredientes que auxiliam na hidratação, confere um toque de cor aos lábios, realçando-os com sofisticação e suavidade.

Agência ICE encerra amanhã (18/9) em Curitiba a 5ª edição dos roadshows I Love Italian Wines

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Agência ICE encerra amanhã (18/9) em Curitiba a 5ª edição dos roadshows I Love Italian Wines

Já realizados em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, evento reúne cerca de 60 importadoras e vinícolas, muitas das quais ainda inéditas no Brasil

Chega ao fim amanhã (18/9), em Curitiba, a 5ª edição dos roadshows I Love Italian Wines, que foram realizados em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. O evento é uma iniciativa da ICE – Agência para a promoção no exterior e a internacionalização das empresas italianas | Departamento para a promoção de intercâmbios da Embaixada da Itália (ITA – Italian Trade Agency) –, em parceria com as feiras Vinitaly e Wine South America.

Um dos destaques do evento é a presença de 20 vinícolas ainda inéditas no mercado nacional, localizadas em várias regiões da Itália. É o caso da Agricola Bellaria e da La Guardiense – Janare, localizadas na Campânia. Da Toscana, chega a Azienda Agricola Pian Delle Querci e a Cantina de Monterinaldi. Quatro empresas operam no Vêneto: a Bettili Wines (também presente na Toscana e em Friuli-Venezia Giulia), a Bortolomiol SpA, Secondo Marco e a Cantina Colli Euganei.

A Cantina Kaltern fica na região do Trentino-Alto Ádige, enquanto a Cantina Stentella é do Lazio e a Cantina di Dolianova é da Sardenha. Do Piemonte, está o Castello di Perno e Taverna. A Emilia-Romagna é outra localidade italiana representada pela Cantina Messori, pela Poderi Morini e pela Fortevini (que atua em outras regiões italianas). Abruzzo traz ao Brasil Lidia & Amato, Pesolillo Tenuta Agricola e The Wine Company, também presente em outras regiões do país europeu.

Entre as uvas utilizadas por essas vinícolas na produção de seus vinhos, estão, entre outras a aglianico, sangiovese, friulano, pinot grigio, vermentino, moscato giallo, Nebbiolo e labrusco, o que destaca a grande variedade cultivada na Itália, que é a maior do mundo.

Além da exposição de vinhos, o I Love Italian Wines, a exemplo do que ocorreu nas outras capitais, vai promover duas masterclasses conduzidas por Julio Kunz, sommelier, consultor internacional e palestrante, é diretor de vinhos da Academia Brasileira de Sommeliers-RS, foi presidente e atualmente é vice-presidente da ABS-Brasil, além de coordenar o mestrado da OIV – Organização Internacional da Vinha e do Vinho. É Embaixador do Vinho Italiano pela Vinitaly International Academy e especializado em empreendedorismo e negócios internacionais pela MIB Trieste School of Management.

Ronaldo Padovani, Analista Sênior da Agência ICE, durante a Masterclass do I Love Italian Wines São Paulo. Crédito da foto: Gladstone Campos

Diversidade abre novos caminhos para quem busca uma oportunidade no mercado de trabalho

Programa do Sicredi e da FEBRABAN oferece formação no mercado financeiro a pessoas de diferentes gerações e em situação de vulnerabilidade

Aos 58 anos, Roseli Winter decidiu trocar os pincéis, as linhas e as agulhas por uma nova experiência: voltar aos estudos. Artesã e integrante da Cooperativa Sicredi Aliança PR/SP, ela estava havia mais de 30 anos longe da sala de aula quando recebeu um convite que poderia abrir novos caminhos em sua trajetória profissional: participar do programa Formação Mercado Financeiro, realizado pelo Sicredi em parceria com a Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN), entidade que representa o setor bancário brasileiro e atua pelo desenvolvimento e fortalecimento do sistema financeiro no país. 

A oportunidade surgiu a partir de uma iniciativa voltada a pessoas que, por diferentes razões, enfrentam barreiras para acessar formação e oportunidades no mercado de trabalho. O programa reúne públicos diversos, incluindo pessoas com deficiência, jovens em situação de vulnerabilidade socioeconômica, mulheres, pessoas negras, indígenas, integrantes da comunidade LGBTQIAPN+, refugiados, migrantes e pessoas de diferentes gerações. A proposta é ampliar o acesso a uma formação especializada e criar condições para que esses profissionais possam disputar novas oportunidades, inclusive no mercado financeiro.

Para Roseli, o convite inicialmente causou surpresa. Afinal, depois de décadas longe dos estudos e do mercado financeiro, ela não sabia exatamente o que esperar. A resposta veio durante a formação, que combinou aulas on-line, atividades e uma semana de imersão na cooperativa. “Eu fiquei impactada. Estava longe do mercado e, de repente, recebi um convite vindo de uma cooperativa do tamanho do Sicredi. Fiquei assustada, mas consegui me colocar no meu lugar e dizer: não, você pode, você vai. Eu aceitei”, relata.

A história de Roseli é uma entre tantas trajetórias possíveis quando oportunidades de qualificação chegam a pessoas que, sem uma iniciativa como essa, dificilmente teriam acesso a uma formação com esse conteúdo ou condições de disputar uma vaga no mercado financeiro. Na mesma turma, estavam pessoas surdas, jovens de baixa renda e profissionais de diferentes faixas etárias, mostrando que diversidade também significa reconhecer diferentes histórias, experiências e desafios.

Formação como caminho para uma nova etapa profissional

O programa Formação Mercado Financeiro, realizado pelo Sicredi em parceria com a FEBRABAN, oferece aos participantes a certificação FBB 510 e busca ampliar o acesso à qualificação e a novas possibilidades profissionais no mercado financeiro e no sistema cooperativo.

A formatura da quinta turma do programa, com 23 alunos, foi realizada em 25 de agosto, na sede do Sicredi, em Curitiba (PR). Com a conclusão dessa turma, mais de 125 pessoas já passaram pela formação e, desse total, mais de 50% foram absorvidas pela força de trabalho do Sicredi, um resultado que demonstra o impacto direto da iniciativa na geração de oportunidades profissionais. Para o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock, a diversidade de perfis e trajetórias é parte importante da proposta. “Estamos muito felizes por este momento de formatura, que é algo que se adiciona ao currículo de cada um e é muito importante para todos os públicos, de todas as idades. Alguns dos participantes já são colaboradores, outros fazem parte do Comitê Jovem, e isso é motivo de muito orgulho para nossa Central”, afirmou. 

A proposta também amplia a compreensão sobre o papel da formação profissional. Para Edinalva Moura, coordenadora pedagógica e docente do programa Somos da FEBRABAN, a iniciativa busca gerar impacto para além da certificação. “Não é para dizer um número de formados dentro de um programa de representatividade e inclusão. É, sim, fazer a diferença na vida da pessoa, porque ela tem a possibilidade de ser colaboradora do Sicredi ou de ir para o mercado. Está no DNA do Sicredi pensar em prosperidade, mas não apenas em si: entregar para a sociedade uma pessoa melhor formada, que acredita nela mesma e que também influencia sua família”, destacou.

Quando experiência e aprendizado se encontram

Para Roseli, o impacto da formação foi justamente a descoberta de que ainda havia espaço para aprender, mudar e experimentar. “Me tiraram do pincel, me tiraram da linha de agulha, me tiraram de tudo para me colocar em um outro mundo. Um mundo que é encantador e que tem um diferencial muito grande. Com certeza, para mim vai somar muito”, afirmou.

Entre os participantes que tiveram a trajetória profissional impactada pela iniciativa está também Sabrina Abigail dos Anjos de Oliveira. Ex-aluna do programa, ela atualmente trabalha como auxiliar do Desenvolvimento do Cooperativismo no Sicredi e, durante a cerimônia, compartilhou como a experiência contribuiu para sua trajetória e, posteriormente, abriu caminho para sua atuação como colaboradora do Sicredi. “A probabilidade de realizar um sonho depende do quanto nos envolvemos com ele”, afirma Sabrina. 

Para Marcos Antonio Primão, gerente de Pessoas e Cultura da Central Sicredi PR/SP/RJ, essa diversidade é importante também para o futuro das organizações. “Estamos preparando uma pessoa que está iniciando sua carreira e dando continuidade à carreira de uma pessoa que, teoricamente, pela idade estaria terminando. A perenidade do empreendimento cooperativo passa exatamente por essa variedade de pessoas, de gênero e de idade. Esse programa tem a finalidade de flutuar entre todos esses públicos e garantir a imersão deles dentro do Sicredi”, destacou.


Sobre o Sicredi 

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3,1 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui

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Semana do Cliente: Outback celebra data com descontos e benefícios para os consumidores

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Ação acontece até domingo (20) em todos os restaurantes das marcas no Brasil

Nesta terça, 15 de setembro, é comemorado o Dia do Cliente, uma oportunidade para fortalecer o vínculo entre a marca e seus consumidores. No Outback Steakhouse, que é parte do grupo Bold Hospitality Company, não poderia ser diferente: a marca promove uma Semana do Cliente com descontos especiais no delivery e nos restaurantes de todo o Brasil, entre hoje e 20 de setembro. 

No Outback, quem for ao restaurante pode garantir 15% de desconto nos pratos Kookaburra Wings, as famosas asinhas de frango empanadas com um blend de temperos, e na Jr. Ribs for Two, ou seja, a versão júnior das icônicas costelas com molho barbecue para duas pessoas, servidas com dois acompanhamentos. A oferta é válida durante toda a semana, até 20 de setembro. 

Para quem prefere aproveitar os descontos em casa, há opções especiais no delivery de acordo com o dia da semana, incluindo pratos como Toowoomba Pasta, Jr. Ribs for Two, Super Wings, The Outbacker Burger e Kookaburra Wings. Os descontos estão disponíveis no aplicativo Meu Outback, iFood ou 99 Food. 

Sobre o Outback 

O Outback Steakhouse possui 196 restaurantes no Brasil e está presente em 94 cidades, 22 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback. 

Proteína virou protagonista, mas e as fibras? Nutriente ainda recebe pouca atenção na alimentação

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Em meio ao boom dos produtos high protein, especialista chama atenção para a importância de olhar também para frutas, vegetais, cereais integrais e leguminosas na composição da dieta

Basta percorrer as prateleiras de um supermercado para perceber: a proteína está por todo lado. Iogurtes, bebidas, snacks, barras, sobremesas e até produtos tradicionalmente distantes do universo esportivo passaram a destacar no rótulo a quantidade do nutriente. Mas, enquanto contar gramas de proteína se tornou um hábito para alguns consumidores, outro componente importante da alimentação recebe menos atenção: as fibras.

“As proteínas têm uma função importante na alimentação, mas nenhum nutriente deve ser observado de forma isolada. O que chama atenção atualmente é o espaço que a proteína conquistou, enquanto as fibras ainda aparecem muito menos nas conversas sobre escolhas alimentares. Uma dieta equilibrada depende justamente da combinação e da variedade de diferentes grupos de alimentos”, explica a nutricionista Andressa Meira, da Polpa Brasil, empresa especializada no desenvolvimento de ingredientes à base de frutas e vegetais.

É importante lembrar que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que adultos consumam pelo menos 25 gramas de fibras alimentares naturalmente presentes nos alimentos por dia. A orientação é priorizar fontes de carboidratos como cereais integrais, vegetais, frutas e leguminosas e consumir ao menos 400 gramas de frutas e vegetais diariamente.

Onde estão as fibras?

As fibras estão naturalmente presentes em alimentos de origem vegetal. Frutas, verduras, legumes, feijões e outras leguminosas, além de cereais integrais, sementes e oleaginosas, estão entre as principais fontes.

Além da quantidade, a variedade dos alimentos consumidos também importa. Diferentes vegetais fornecem combinações distintas de fibras, vitaminas, minerais e compostos bioativos. Por isso, aumentar a diversidade de frutas, legumes e verduras ao longo da semana é uma estratégia para melhorar a qualidade geral da alimentação.

Nesse sentido, a variedade brasileira oferece inúmeras possibilidades. Banana, maçã, manga, morango, açaí, goiaba e outras frutas podem aparecer em diferentes momentos do dia, assim como vegetais como cenoura, abóbora, beterraba e batata-doce.

O desafio é fazer essa diversidade caber em uma rotina na qual conveniência e praticidade têm peso cada vez maior nas decisões de consumo.

Consumidor quer comer melhor, mas busca praticidade

A busca por conveniência ajuda a explicar parte das transformações observadas pela indústria de alimentos. Se, por um lado, existe maior interesse por composição nutricional e ingredientes, por outro, o consumidor nem sempre dispõe de tempo para preparar alimentos in natura em todas as refeições.

É nesse encontro entre nutrição e praticidade que diferentes formas de processamento podem ampliar as possibilidades de utilização de frutas e vegetais. A Polpa Brasil atua justamente no desenvolvimento de ingredientes à base de frutas e vegetais para a indústria de alimentos. Seu portfólio inclui ingredientes desidratados de maçã, banana, morango, manga e açaí, além de opções produzidas com cenoura, abóbora, beterraba e batata-doce, que podem ser incorporadas a diferentes formulações.

“A indústria tem o desafio de entender que o consumidor não busca apenas um atributo nutricional, mas soluções que façam sentido na vida real. Por isso, ampliar a presença e a diversidade de frutas e vegetais em diferentes categorias de produtos pode ajudar a aproximar esses ingredientes da rotina de consumo”, afirma Andressa.

Sobre a Polpa Brasil

A Polpa Brasil é especializada no desenvolvimento e na produção de ingredientes à base de frutas e vegetais para a indústria de alimentos. Seu portfólio reúne produtos desidratados e misturas destinados a diferentes aplicações, combinando tecnologia, praticidade e aproveitamento da diversidade de matérias-primas.

Superfrutas existem? O que as frutas da moda têm que as brasileiras também oferecem

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Enquanto blueberry, cranberry e goji berry ganham espaço associados ao conceito de “superfood”, diversidade nacional reúne frutas com vitaminas, fibras, minerais e compostos bioativos

Blueberry, cranberry e goji berry ganharam espaço em bebidas, smoothies, suplementos e também nas redes sociais, frequentemente associadas a termos como “superfrutas”, “antioxidantes” e “alimentos funcionais”. Apesar da popularidade, porém, o conceito de “superalimento” não possui uma definição científica ou regulamentada. Na prática, o termo é utilizado para destacar alimentos que se diferenciam pela presença relevante de determinados nutrientes e compostos bioativos.

Isso não significa que essas frutas não tenham valor nutricional, mas que seus benefícios precisam ser observados dentro do conjunto da alimentação. O mesmo vale para espécies mais próximas do cotidiano dos brasileiros. Acerola, goiaba, maracujá, manga, abacaxi e açaí, entre tantas outras, oferecem diferentes combinações de vitaminas, fibras, minerais, carotenoides e compostos fenólicos.

“O termo ‘superfruta’ ajuda a despertar a curiosidade do consumidor, mas também pode criar a impressão de que apenas algumas espécies, geralmente mais caras ou importadas, concentram características interessantes. Porém, não existe uma única fruta capaz de oferecer tudo. O mais importante é variar o consumo”, afirma a nutricionista Andressa Meira, da Polpa Brasil, especializada no desenvolvimento de ingredientes à base de frutas e vegetais.

Entre os exemplos nacionais, a acerola é reconhecida pela presença de vitamina C; frutas amarelas e alaranjadas, como manga e maracujá, fornecem carotenoides; enquanto o açaí se destaca pelas antocianinas, pigmentos responsáveis por sua coloração arroxeada. Goiaba e abacaxi também contribuem com diferentes nutrientes e compostos bioativos. Essa composição pode variar conforme a espécie, a variedade, o grau de maturação, as condições de cultivo e a forma de processamento.

A própria coloração das frutas ajuda a demonstrar essa diversidade. Tons vermelhos, amarelos, alaranjados e roxos estão relacionados à presença de diferentes pigmentos naturais. Por isso, em vez de concentrar a alimentação em um único produto tratado como excepcional, a recomendação é combinar frutas variadas ao longo do tempo.

Sazonalidade ainda influencia o consumo

Em um país com ampla diversidade agrícola, o clima e a sazonalidade influenciam a oferta, o preço e as características das frutas. Algumas espécies ficam disponíveis por períodos mais curtos, enquanto outras são produzidas em diferentes regiões e épocas do ano. O desafio, tanto para os consumidores quanto para a indústria, é aproveitar essa diversidade sem depender exclusivamente do calendário de colheita.

Nesse contexto, diferentes formas de processamento podem contribuir para ampliar a disponibilidade das matérias-primas, reduzir perdas e facilitar sua utilização em diferentes aplicações. Frutas congeladas, polpas, pós e ingredientes desidratados podem ser incorporados a bebidas, iogurtes, cereais, produtos de confeitaria e panificação, snacks e outras formulações.

É nesse segmento que atua a Polpa Brasil. A empresa desenvolve ingredientes à base de frutas e vegetais para a indústria de alimentos, incluindo opções desidratadas de maçã, banana, morango, manga e açaí, além de ingredientes produzidos a partir de cenoura, abóbora, beterraba e batata-doce. O portfólio também contempla misturas desenvolvidas para diferentes formulações e aplicações.

Além de ampliar as possibilidades de uso de frutas e vegetais ao longo do ano, esses formatos podem contribuir com características como sabor e cor provenientes das matérias-primas e facilitar etapas como armazenamento, transporte e incorporação aos processos industriais.

“A transformação da fruta em ingrediente permite que sabores e matérias-primas de diferentes safras sejam utilizados durante todo o ano. Para a indústria, isso traz praticidade, padronização e novas possibilidades de desenvolvimento. Para o consumidor, pode significar encontrar uma diversidade maior de frutas em produtos que se adaptam à rotina”, explica a nutricionista.

Sobre a Polpa Brasil

A Polpa Brasil é especializada no desenvolvimento e na produção de ingredientes à base de frutas e vegetais para a indústria de alimentos. Seu portfólio reúne produtos desidratados e misturas destinados a diferentes aplicações, combinando tecnologia, praticidade e aproveitamento da diversidade de matérias-primas.

Hospital 100% SUS no Paraná abre seleção para 69 vagas de Residência Médica

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Hospital Universitário Cajuru oferece vagas em 19 especialidades; instituição realizou cerca de 150 mil atendimentos e mais de 13 mil cirurgias em 2025

O Hospital Universitário Cajuru, em Curitiba (PR), abriu 69 vagas para o processo seletivo de Residência Médica 2027, em 19 especialidades. As oportunidades contemplam programas com e sem pré-requisito. O edital nº 21/2026 está disponível no site da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), em www.pucpr.br/comunidade/concursos. As inscrições seguem até 21 de setembro, com taxa de R$ 880. 

O processo seletivo será realizado em duas fases: prova objetiva e análise curricular. A prova será aplicada presencialmente no dia 13 de outubro, no câmpus da PUCPR, em Curitiba. O resultado final está previsto para 22 de dezembro.

As 69 vagas estão distribuídas entre 11 especialidades sem pré-requisito e oito especialidades com pré-requisito. A primeira categoria reúne 53 vagas e é destinada a candidatos que estejam concluindo o último semestre do curso de Medicina na data da prova ou que já tenham concluído a graduação e possuam diploma devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina (CRM). A segunda reúne 16 vagas em oito especialidades e é destinada a médicos que tenham concluído ou estejam concluindo a residência médica exigida pelo edital, além de possuírem registro no CRM.

Com atendimento 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o Hospital Universitário Cajuru realiza cerca de 150 mil atendimentos e mais de 13 mil cirurgias por ano. Em 2025, Ortopedia e Traumatologia, Cirurgia Geral, Otorrinolaringologia, Cirurgia Vascular e Neurocirurgia responderam, juntas, por 54,8% dos atendimentos realizados pela instituição.

Entre as especialidades sem pré-requisito, Neurocirurgia conta com uma vaga reservada para candidato aprovado que esteja em Serviço Militar. Também são reservadas uma vaga para Cirurgia Geral e uma para Clínica Médica às ações afirmativas, destinadas a pessoas autodeclaradas negras, indígenas ou quilombolas e a pessoas com deficiência (PcD).

A prova objetiva corresponde a 90% da nota final. Para as especialidades sem pré-requisito, serão 100 questões de múltipla escolha; para as especialidades com pré-requisito, 40 questões. A análise curricular representa os 10% restantes e exige o envio digital da documentação prevista no edital.

SERVIÇO

Processo seletivo: Residência Médica 2027 – Hospital Universitário Cajuru
Edital: www.pucpr.br/comunidade/concursos
Inscrições: até 21/09/2026
Taxa de inscrição: R$ 880
Prova objetiva: 13/10/2026, a partir das 13h