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Curitiba e Foz do Iguaçu mostram ao trade como transformar identidade em experiências turísticas

Curitiba e Foz do Iguaçu chegam ao encerramento da ABAV Expo 2026, nesta sexta-feira (2), com uma mensagem ao trade turístico: destinos fortes vão além de seus cartões-postais. A capital paranaense apresenta o turismo de eventos e experiências distribuídas ao longo do ano, enquanto Foz destaca a expansão de atrativos naturais, históricos e de entretenimento. Com perfis diferentes e complementares, as cidades ajudam a mostrar o Paraná como um estado singular, capaz de reunir experiências urbanas, natureza e turismo de fronteira.

O principal destaque de Curitiba na feira é a programação natalina, que completa dez anos no atual formato e terá mais de 150 atrações em 44 dias. Os espetáculos começam em 24 de novembro e seguem até 23 de dezembro; a decoração permanecerá até 6 de janeiro de 2027. A expectativa divulgada pela Prefeitura é superar 515 mil turistas e gerar impacto econômico estimado em R$ 800 milhões.

Para o trade, o Natal também serve como exemplo de como uma programação sazonal pode mobilizar diferentes segmentos da economia e se tornar produto turístico. Em 2025, a celebração recebeu cerca de 3,1 milhões de espectadores, dos quais aproximadamente 470 mil eram turistas, e movimentou, segundo a Prefeitura, R$ 722 milhões na economia local. Na semana passada, Curitiba levou o Natal como case à Feira Internacional de Turismo da América Latina, em Buenos Aires, junto a outros atrativos da cidade, como gastronomia e feiras de artesanato.

A estratégia de Curitiba não se limita ao fim do ano. O material apresentado na ABAV Expo também destaca o Inverno Curitiba, a cultura, a gastronomia, os parques, a Linha Turismo e a economia criativa. As feiras de arte e artesanato, presentes em mais de 20 bairros e praças, reúnem mais de mil artesãos; a Feira do Largo da Ordem, no Centro Histórico, conta com cerca de 800 expositores. A combinação oferece ao visitante diferentes motivos para conhecer a capital em várias épocas e permite ao trade compor roteiros que conectam eventos, identidade local e atrativos permanentes.

Em Foz do Iguaçu, a estratégia é ampliar o repertório do destino para além das Cataratas e estimular estadias mais longas. Petterson Gherlandi, secretário interino de Turismo da cidade, afirma que a oferta vem se diversificando com novidades no Aquário, nos parques temáticos e no Parque Nacional do Iguaçu, incluindo trilhas, ciclovia e a Trilha São João, que dá acesso a um espaço histórico ligado à antiga hidrelétrica construída para apoiar a implantação do parque.

“Há dez anos, Foz era um destino vendido para duas ou três noites; hoje, são pelo menos quatro até sete noites”, relata Gherlandi. Segundo ele, a diversificação atende a diferentes perfis de viajantes, de quem busca natureza a famílias interessadas em atrações de entretenimento. A complementaridade com Ciudad del Este, no Paraguai, e Puerto Iguazú, na Argentina, também integra a experiência de fronteira e pode ampliar as possibilidades de roteiros combinados.

Os resultados recentes ajudam a dimensionar a força dos dois destinos. Em Curitiba, o Natal de 2025 recebeu cerca de 469,8 mil turistas e movimentou R$ 722 milhões, segundo dados do Instituto Municipal de Turismo. Em Foz do Iguaçu, os principais atrativos registraram, juntos, 5.853.389 visitas ao longo de 2025, conforme levantamento divulgado pelo Governo do Paraná. Embora os números correspondam a métricas diferentes, eles evidenciam a capacidade de Curitiba e Foz de atrair visitantes, movimentar a cadeia turística e renovar a oferta de experiências. Na ABAV Expo, as duas cidades apresentam ao trade caminhos próprios para transformar seus diferenciais em produtos, roteiros e oportunidades de negócios.

Fim do veto invisível: nova legislação protege o direito de trabalhar dos motoristas e transportadores

A rotina de milhares de caminhoneiros no Brasil sempre esbarrou em um obstáculo silencioso e invisível: a resposta genérica de “perfil não aprovado” ou “divergente” emitida por gerenciadoras de risco, muitas vezes sem qualquer explicação clara. Essa realidade, no entanto, ganha novos contornos com a sanção da Lei nº 15.485/2026. A legislação altera a Lei do Transporte Rodoviário de Cargas (Lei nº 11.442/2007) para submeter expressamente a análise de risco à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e proibir que processos judiciais ou administrativos sem decisão definitiva sejam usados para impedir a contratação do motorista.

Na prática, a norma coloca um freio em bloqueios automáticos baseados em informações descontextualizadas ou sem relação direta com a operação de transporte. Para a advogada Miriam Ranalli, que atua em Direito dos Transportes, a mudança é um marco necessário para equilibrar a segurança da carga com o direito fundamental ao trabalho.

“A tecnologia pode auxiliar a análise de risco, mas não pode transformar uma informação sem decisão definitiva em uma condenação profissional antecipada, uma verdadeira pena perpétua. O gerenciamento de risco é extremamente importante, assim como o transportador rodoviário, mas passou da hora de equilibrar essa relação”, destaca Ranalli.

Embora a nova lei atribua à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) a função de regulamentar, fiscalizar e aplicar sanções às empresas do setor, a advogada ressalta que as gerenciadoras e transportadoras não devem esperar a norma final para rever seus processos internos.

O primeiro passo das empresas deve ser uma auditoria completa nas bases de dados e nos critérios que alimentam os algoritmos de recusa. Na avaliação de Miriam Ranalli, o setor precisa implementar uma rotina baseada em três filtros fundamentais:

  • Pertinência operacional: verificar se o dado consultado possui relação concreta e objetiva com o risco do frete.
  • Situação jurídica: eliminar bloqueios motivados por processos em andamento e sem trânsito em julgado.
  • Direito à revisão: permitir que o profissional questione a análise e entenda os motivos de uma eventual recusa.

“Cada minuto conta dinheiro para o caminhoneiro. Hoje, análises de risco demoram mais de 24 horas e fazem o motorista perder o frete. A ANTT precisa construir uma regulamentação pautada na proporcionalidade e transparência. Gerenciamento de risco não pode funcionar como um cadastro informal de exclusão profissional”, reforça a advogada.
Caso continue recebendo recusas genéricas sem justificativa plausível, o motorista não deve encarar a resposta como definitiva. A orientação é reunir todas as evidências do frete perdido, registrar as conversas, guardar a negativa formal e formalizar um pedido de esclarecimento diretamente à gerenciadora e à transportadora para exigir o acesso aos dados utilizados.
Se a situação não for resolvida administrativamente, o caminhoneiro pode acionar a ANTT, recorrer à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) ou buscar reparação no Poder Judiciário para questionar restrições indevidas e eventuais prejuízos financeiros.

Empresa paranaense apresenta tecnologia de gestão turística na maior feira do setor na América Latina

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Com sede no Paraná, a Soft Tur participa da 53ª edição da ABAV Expo, realizada de 30 de setembro a 2 de outubro no Expo Center Norte, na capital paulista. A empresa de tecnologia voltada à gestão de negócios turísticos apresenta ao mercado a versão de sua plataforma já ajustada às novas regras de impostos, que passam a valer a partir de 2027. O objetivo é mostrar como a ferramenta pode reduzir riscos fiscais e dar mais controle a quem lida com grandes volumes de reservas, transfers e passeios.

“A reforma tributária é hoje a principal preocupação das empresas médias e grandes do turismo. Não basta emitir a nota com os novos impostos. É preciso saber exatamente de onde vem cada receita e para onde vai cada despesa, reserva por reserva. Nosso sistema já está preparado para isso”, afirma Giliardi de Oliveira, diretor-geral e fundador da Soft Tur.
Considerada a maior feira de turismo da América Latina e o principal encontro de agentes de viagens e profissionais do setor no Brasil, a ABAV Expo voltou a São Paulo depois de sete anos. Organizado pela ABAV Nacional (Associação Brasileira de Agências de Viagens), o evento reúne mais de 2 mil marcas expositoras e tem expectativa de receber acima de 40 mil visitantes.

É nesse ambiente que a empresa paranaense mostra uma solução criada para receptivos, DMCs (Destination Management Companies, empresas que organizam os serviços turísticos no destino), trens turísticos, parques, atrativos e destinos turísticos.

A reforma cria dois novos tributos: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), de estados e municípios, e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), federal. Eles vão substituir aos poucos impostos como PIS, Cofins, ICMS e ISS. Em 2026, as empresas já precisam informar nas notas fiscais alíquotas (percentuais do imposto) de teste de 0,9% de CBS e 0,1% de IBS. Em 2027, a CBS passa a ser cobrada de fato, e a transição completa segue até 2033.

Para o turismo, a lei prevê um regime específico, com redução de 40% nas alíquotas para hotelaria, parques de diversão e temáticos e agências de turismo. O benefício, porém, exige organização.

No caso das agências que atuam como intermediárias, por exemplo, o imposto incide apenas sobre a receita própria, e os valores repassados a hotéis, receptivos e outros fornecedores ficam de fora do cálculo. Sem separar corretamente essas informações, a empresa corre o risco de pagar mais do que deve ou de ter problemas com o fisco.

Inteligência artificial no dia a dia da operação

Além da adequação fiscal, a Soft Tur leva à feira os recursos de inteligência artificial e automação que vem incorporando ao sistema desde o lançamento do seu Agente de IA, em 2025. Entre as funções estão a conciliação bancária automática, que confere se os pagamentos recebidos batem com o extrato do banco, a conferência de faturas, os lançamentos financeiros e a leitura automática de e-mails para registrar reservas sem digitação manual. No evento, a empresa também demonstra o copiloto, um assistente de inteligência artificial integrado à plataforma.

“A tecnologia chega para tirar do caminho as tarefas repetitivas e reduzir falhas. Quem continua fazendo a diferença é o profissional de turismo, que ganha tempo para atender melhor e vender mais”, diz Giliardi.

O sistema também se conecta a parceiros comerciais, empresas de transporte e guias, além de controlar a ocupação dos passeios. Para parques e atrações, oferece emissão de bilhetes e vouchers, controle de catracas, leitura de ingressos e gestão de operações de city tour.

Operação em grande escala
Atualmente, a Soft Tur atende mais de 100 clientes em todo o país, com foco em receptivos e destinos turísticos, segmentos que concentram a maior complexidade logística da cadeia de viagens. A plataforma reúne controle de reservas, escalas de veículos, atendimento a grupos, finanças e fluxo de informações, funções essenciais para empresas que chegam a transportar mais de 1,2 mil pessoas por dia.

Os números de 2026 mostram a dimensão da operação. Até setembro, o sistema registrou 3,3 milhões de passageiros atendidos e mais de 550 mil reservas processadas. No financeiro, os clientes movimentaram cerca de R$ 60 milhões em pagamentos feitos por links online e aproximadamente R$ 30 milhões via Pix, tudo dentro da plataforma.

“A maioria das agências começa no Excel. Quando o volume cresce, vem o descontrole, e o risco de esquecer um serviço ou perder uma reserva é grande. Com a reforma tributária, esse risco fica ainda maior”, completa o fundador.

Fundada em 2008 e sediada no Paraná, a Soft Tur nasceu para estruturar a gestão de um receptivo turístico que precisava reunir vendas, operação e finanças em uma única plataforma. Hoje, com clientes em diversas regiões do Brasil, a empresa se posiciona como uma das mais especializadas em tecnologia para gestão de turismo no país e tem como prioridade ampliar implantações e integrações.

soft.tur.br

O Brasil não precisa apenas escolher um presidente. Precisa escolher um custo de capital

(*) Por Charluan Gamballe, CEO da GCS Capital

Em 2026, o Brasil escolherá seu próximo presidente. Para quem toma decisões de investimento, porém, há outra escolha acontecendo simultaneamente, e talvez tão importante quanto: qual será o preço para financiar o Brasil nos próximos anos? Não se trata de preferência política. Capital não vota, mas precifica. E confiança, previsibilidade e risco fiscal acabam se transformando em números bastante concretos na curva de juros, no câmbio e no valor dos ativos.

O Brasil chega a esse debate com a Selic em 14% ao ano. As expectativas de inflação para 2026 e 2027 permanecem acima da meta, em 5,0% e 4,2%, respectivamente. Ao mesmo tempo, a Dívida Pública Federal alcançou R$ 9,298 trilhões em julho. Somente a apropriação de juros adicionou R$ 85,53 bilhões ao estoque naquele mês. Há outro número particularmente relevante: após revisar seu Plano Anual de Financiamento, o Tesouro estima que os títulos vinculados à Selic poderão representar entre 49% e 53% da dívida pública federal ao final de 2026. Isso aumenta a importância da relação entre juros, trajetória fiscal e custo de financiamento do Estado.

É aqui que a discussão deixa de ser apenas fiscal e passa a interessar diretamente a empresários e investidores. Quando alguém compra um título público, financia uma companhia ou aporta recursos em um projeto de infraestrutura, não observa apenas o retorno esperado. Precifica o risco de colocar capital naquele ambiente.

Quanto maior a incerteza sobre inflação, dívida e capacidade de execução da política econômica, maior tende a ser o prêmio exigido. O Banco Central tem sido explícito ao reconhecer essa conexão: dúvidas sobre a estabilização da dívida podem elevar a taxa de juros neutra, enquanto políticas capazes de reduzir o prêmio de risco favorecem a convergência da inflação.

Em outras palavras, o risco soberano não termina no Tesouro Nacional. Ele atravessa a economia.
Se financiar o Estado custa mais, aumenta a referência de retorno exigida para financiar empresas. Projetos precisam oferecer taxas maiores para justificar o risco. O crédito fica mais caro. O valor presente dos ativos diminui. Investimentos que seriam economicamente viáveis com determinado custo de capital podem deixar de sê-lo.

Por isso, responsabilidade fiscal não deveria ser entendida apenas como uma discussão sobre cortar ou ampliar gastos. A questão central é a capacidade de construir uma trajetória que investidores considerem sustentável e previsível.

E esse debate ganha dimensão adicional em uma eleição. O mercado não espera a abertura das urnas para formar expectativas sobre o governo seguinte. Investidores antecipam cenários, reposicionam portfólios e incorporam probabilidades aos preços. Muito antes da posse, expectativas sobre dívida, inflação, política fiscal e reformas já começam a influenciar o custo do dinheiro.
O Prisma Fiscal de agosto ajuda a dimensionar o desafio: a mediana das projeções aponta déficit primário do Governo Central de R$ 59,1 bilhões em 2026 e dívida bruta equivalente a 83% do PIB. Para 2027, a projeção da dívida chega a 86,77%. Esses números não determinam o futuro. Mas deixam claro que haverá pouco espaço para decisões econômicas sem consequências sobre a percepção de risco.

Por isso, talvez a pergunta mais importante para 2026 não seja qual candidato o mercado prefere. Mercados não precisam de unanimidade política. Precisam de previsibilidade econômica. O debate que realmente interessa é saber se o próximo ciclo será capaz de construir condições para reduzir, de maneira sustentável, o prêmio exigido para investir no país.

Porque reduzir o custo de capital não é uma agenda do mercado financeiro. É uma agenda de crescimento. Capital mais barato significa mais projetos viáveis, mais capacidade de investimento, melhores condições de financiamento e maior competitividade para as empresas brasileiras.
Para empresários, investidores e gestores de patrimônio, essa diferença também determina onde investir, como financiar negócios e quanto risco faz sentido assumir no Brasil em comparação com outros mercados.

Em 2026, o Brasil escolherá um presidente. Mas as escolhas econômicas que acompanharão essa decisão ajudarão a responder uma pergunta muito mais duradoura: quanto custará acreditar no Brasil?

(*) Charluan Gamballe é CEO da GCS Capital, gestora independente especializada em Asset & Wealth Management, Multi-Family Office e estruturação de investimentos personalizados para indivíduos, famílias empresárias e investidores de alta renda.

Chef Marcos Oliveira assina cardápio da Oktoberfest Beneficente da Renascer

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Chef Marcos Oliveira assina cardápio da Oktoberfest Beneficente da Renascer

Evento reúne gastronomia, tradição germânica, rock e solidariedade no dia 3 de outubro, com 100% da arrecadação destinada aos projetos sociais da instituição

A gastronomia será um dos destaques da Oktoberfest Beneficente da Renascer, que acontece no dia 3 de outubro (sábado), a partir das 17h, na sede da Associação Beneficente Renascer, no bairro Prado Velho, em Curitiba. Para a ocasião, o chef Marcos Oliveira assina um cardápio especial, criado para integrar a experiência gastronômica do evento à proposta de celebração da cultura germânica.

Conhecido por sua atuação à frente de eventos gastronômicos e por explorar diferentes técnicas de preparo, Marcos Oliveira levará à Oktoberfest uma proposta que valoriza os sabores e a convivência em torno da mesa. O cardápio será harmonizado com chope artesanal da cervejaria Baldoria, completando a experiência gastronômica da festa.

A participação do chef integra uma programação que combina diferentes manifestações culturais. A tradição alemã estará representada pelo Original Einigkeit Tanzgruppe, com apresentações de danças folclóricas típicas. O evento também terá a participação de Rogério Cordoni, conhecido como o “Elvis de Curitiba”, e do cantor Marcelus dos Santos, vocalista da banda curitibana Motorocker, que se apresenta acompanhado por músicos convidados.

Outro destaque será a demonstração de forja de facas artesanais ao vivo, conduzida pelo cuteleiro Miltão das Facas. A atividade permitirá que o público acompanhe de perto o trabalho tradicional da cutelaria e conheça diferentes etapas do processo de produção artesanal das facas.

Mais do que uma festa, a Oktoberfest tem como principal objetivo contribuir para a manutenção e a ampliação dos projetos sociais da Associação Beneficente Renascer, que há mais de 30 anos atua na inclusão social e no suporte a pessoas em situação de dificuldades emocionais e comportamentais em diferentes graus. 100% dos recursos arrecadados com o evento serão destinados às ações da instituição.

A entrada pode ser garantida mediante a doação de 2 kg de alimentos não perecíveis ou por meio do ingresso solidário. O evento contará ainda com estacionamento gratuito no local.

Serviço:

Oktoberfest Beneficente da Renascer

Data: 3 de outubro de 2026 (sábado)

Horário: a partir das 17h

Local: Sede da Associação Beneficente Renascer

Endereço: Rua Imaculada Conceição, 983 – Prado Velho – Curitiba/PR

Entrada: 2 kg de alimentos não perecíveis ou ingresso solidário

Estacionamento: gratuito no local

Mais informações e reservas: WhatsApp (41) 99906-6533

Grand Carimã Resort e Convention Center investe mais de 30 milhões na modernização e ampliação do hotel

Com o turismo nacional aquecido, Foz do Iguaçu ganha cada vez mais destaque entre os destinos desejados por viajantes brasileiros e estrangeiros. Em meio às belezas naturais da Terra das Cataratas, o Grand Carimã Resort e Convention Center se apresenta como uma opção para quem busca dias de descanso, lazer e experiências em família. Sob nova gestão, o empreendimento passou por uma ampla renovação estrutural nos dois últimos anos e vem fortalecendo sua proposta de resort completo, combinando conforto, infraestrutura renovada e a natureza exuberante que marca a identidade do destino.

Você já imaginou relaxar em uma piscina de águas aquecidas com bar molhado após um dia inteiro de passeios pelas impressionantes Cataratas do Iguaçu?

O projeto de renovação do hotel já recebeu investimentos da ordem de mais de R$ 30 milhões. A recepção ganhou linhas contemporâneas em conceito clean, amplos lustres imponentes e peças de arte que acolhem o visitante com sofisticação logo no check-in. Ao todo, os 300 apartamentos do complexo foram revitalizados ou passaram por retrofit, elevando o padrão de hospitalidade e conforto. “Estamos fazendo um grande investimento no Grand Carimã para deixá-lo cada vez mais moderno, equipado com alta tecnologia, seja para receber eventos ou famílias que buscam lazer em Foz do Iguaçu”, destaca o hoteleiro Camilo Rorato.

A piscina externa foi totalmente reformulada com piso atérmico e antirreflexo, proporcionando segurança e bem-estar sob o sol iguaçuense. Ao entardecer, os jardins e as árvores ganham uma iluminação cênica automatizada, criando uma atmosfera acolhedora. Para os momentos de relaxamento absoluto, o hotel dispõe de piscina coberta e aquecida, equipada com hidromassagem, jacuzzis integradas e bar molhado, além de um spa com várias técnicas de relaxamento. “Estamos ampliando o número de quartos e vamos revitalizar toda a fachada do hotel. Também já está projetada a construção de uma ampla brinquedoteca, que ofereça conforto e tranquilidade para os pais e suas crianças”, anuncia.

Os amantes de esportes e atividades ao ar livre encontram um leque variado de opções, incluindo quadras de beach tennis, vôlei de areia, campo de futebol, parede de escalada e trapézio. Já no entorno do lago privativo, a prática de pesca esportiva no sistema pesque e solte divide espaço com lounges para luau com fogueira a gás, amplos jardins e um quiosque bar já está sendo construído.

O que acha de ter uma super equipe realizando recreação?

A programação de recreação do Grand Carimã é outra atração. A equipe opera diariamente das 09h às 22h, liderada por um time fixo de 12 profissionais qualificados, com reforço na alta temporada. Focadas em proporcionar momentos longe das telas, as atividades infantis e adultas incluem gincanas, contação de histórias, peças de teatro, oficinas de dança e cinema educativo. O contato direto com a fauna do hotel, onde pavões e galinhas-d’angola circulam livremente pelos gramados, encanta crianças e adultos.

Alta gastronomia e enoturismo no Grand Carimã

A gastronomia do resort foi pensada para atender aos paladares mais exigentes. Um novo restaurante climatizado, com decoração requintada e imensas paredes de vidro, integra a vista dos jardins às refeições. A operação culinária é comandada por uma dupla de peso: o chef João Santos, responsável pelo planejamento dos cardápios gourmet, harmonia dos buffets e apresentação visual dos pratos, e o chef Alexandro Costa, que lidera com maestria a rotina da cozinha do complexo. “Nós construímos um restaurante para cerca de 300 pessoas, exclusivo para eventos e comemorações festivas. Nosso objetivo é garantir total conforto para as famílias que estão de férias em Foz do Iguaçu e suprir a alta demanda de eventos do Grand Carimã”, acrescenta Camilo Rorato.

Para os apreciadores de um bom rótulo, a antiga boate do hotel deu lugar a um sofisticado Wine Bar. O espaço promove sessões de degustação guiada e harmonização de renomados vinhos argentinos, embaladas por apresentações intimistas de tango e boa música.

Qual é o verdadeiro segredo de um destino que consegue unir aventura, relaxamento e alta gastronomia em um único endereço? Segundo Julio Andrade, gerente comercial do empreendimento, o segredo está na constante evolução:

“O masterplan do Grand Carimã é grandioso e reserva muitas novidades. Os investimentos que ultrapassou os 30 milhões realizados até aqui fazem parte de uma estratégia contínua para elevar ainda mais o padrão, luxo e sofisticação dos nossos serviços, proporcionando memórias inesquecíveis para quem visita Foz do Iguaçu”, destaca o executivo.

Entre as próximas entregas do masterplan estão quatro suítes premium de alto padrão, equipadas com sistemas modernos de automação e arquitetura desenhada para integrar os quartos aos jardins com vista panorâmica para o lago. “Os quatro primeiros apartamentos entregues servem como protótipos e serão implementados gradativamente nas demais unidades do resort nos próximos anos”, anuncia Júlio Andrade. Além disso, o hotel prepara o lançamento de voos cativos de balão, que levarão os visitantes a cerca de 30 metros de altura para contemplar as paisagens naturais da região trinacional.

Adquirido e gerido por um grupo de empresários com sólida atuação no setor de turismo e eventos do Paraná, o Grand Carimã reafirma sua posição de destaque no cenário hoteleiro nacional, apresentando-se como o refúgio perfeito para famílias que buscam viver o melhor de Foz do Iguaçu nas diferentes datas comemorativas ou nas férias que se aproxima.

Serviços
Site: https://grandcarima.com.br/
Instragram: @grandcarimaresort/
E-mail: reservas@grandcarima.com.br
contato: 45 3521-3060

JOOG transforma sonho em marca própria e movimenta negócios, empregos e turismo na Tríplice Fronteira Iguaçu

Há sonhos que nascem de uma oportunidade. Outros são construídos lentamente, entre desafios, escolhas e anos de experiência. E existem aqueles que permanecem vivos mesmo quando a rotina profissional parece apontar para outros caminhos.

Para Jorbel Griebeler, um brasileiro que empreendeu no Paraguai, a criação de uma marca própria pertence a essa última categoria. Depois de mais de três décadas dedicadas ao universo da tecnologia, o empresário decidiu transformar um projeto antigo em uma operação que reúne inovação, estratégia comercial, geração de empregos e uma nova maneira de apresentar a Tríplice Fronteira ao mercado.

A JOOG nasceu desse movimento. Mais do que uma marca de produtos, representa uma etapa de reinvenção profissional e a tentativa de colocar no mercado algo que carregasse sua identidade, suas experiências e uma visão de futuro.

O empreendimento também ganhou relevância econômica dentro da Cellshop, uma das grandes lojas de departamento instaladas no coração de Ciudad del Este, no Paraguai. A expansão da marca contribuiu para a criação de dezenas de empregos e passou a integrar uma estrutura comercial que movimenta consumidores, profissionais e negócios na região fronteiriça.

Por trás dos produtos expostos nas prateleiras, existe uma trajetória marcada por viagens, aprendizado e uma inquietação que acompanhou Jorbel ao longo da carreira. A decisão de criar a própria marca significou deixar de atuar apenas na comercialização de tecnologias para participar, de maneira mais direta, da concepção e do desenvolvimento das soluções oferecidas ao consumidor.

“Ter uma marca própria sempre foi um sonho que carreguei comigo ao longo da minha trajetória. Foram anos de aprendizado, desafios e experiências até encontrar o momento de transformar essa vontade em realidade. A JOOG traz a minha identidade, a dedicação de uma equipe e a realização de um projeto que foi construído com muito trabalho. É a certeza de que nunca é tarde para acreditar em um novo começo”, declara Jorbel Griebeler, fundador e CEO da Cellshop.

Da experiência acumulada à construção de uma identidade própria

O caminho até a JOOG começou muito antes do lançamento dos primeiros produtos. A ideia de ter uma marca própria acompanhava Jorbel havia anos, mas transformar o desejo em realidade exigia decisões que iam além da escolha de um nome ou da definição de um catálogo.

A primeira etapa foi encontrar uma identidade capaz de representar o novo negócio. Utilizar o nome completo do empresário poderia criar dificuldades de comunicação e posicionamento comercial. O sobrenome Griebeler, embora carregasse uma história familiar importante, também não correspondia à simplicidade que ele buscava para uma marca com possibilidades de atuação internacional.

Vieram os testes, as combinações de letras e as tentativas de encontrar uma identidade que fosse curta, marcante e funcional. As iniciais JG serviram como ponto de partida até surgir JOG. “Posteriormente, uma conversa com um amigo de Curitiba trouxe uma sugestão que ajudaria a definir a marca: a duplicação da letra ‘O’, explica.

A mudança abriu novas possibilidades para a comunicação e a identidade visual. Também encontrou significado na percepção do próprio empresário, que associou o duplo O ao conceito de infinito.

A simbologia dialogava com uma característica presente em sua trajetória: disposição para continuar aprendendo, experimentar novas ideias e buscar alternativas em um mercado que se transforma constantemente.

A formalização da marca, contudo, demandou tempo. Foram quase dois anos de tramitação para o registro de marcas e patentes, período em que o projeto continuou sendo desenvolvido e ganhou contornos mais definidos.

A experiência internacional também teve papel importante nessa construção. Desde 2011, Jorbel mantém contato frequente com a China, onde acumulou mais de 15 anos de vivência em um dos principais centros industriais e tecnológicos do mundo.

Essa aproximação contribuiu para ampliar seu conhecimento sobre a cadeia de produção e sobre os componentes que estão por trás dos equipamentos comercializados.

Para o empresário, encontrar um produto não era suficiente. Era necessário compreender sua estrutura, avaliar seus componentes e identificar possibilidades de aprimoramento.

O processo reuniu profissionais de diferentes áreas. Gestores com experiência em segmentos da tecnologia, especialistas em marketing e publicidade, além de engenheiros de hardware e software, participaram da construção da marca. Ao todo, cerca de 40 especialistas estiveram envolvidos em diferentes etapas do projeto.

A equipe passou a analisar os produtos de maneira detalhada, incluindo componentes como chipsets, memórias, baterias e materiais internos. A proposta era desenvolver uma relação mais cuidadosa entre tecnologia, qualidade e custo-benefício.

“Esse trabalho ajudou a estruturar um portfólio que já ultrapassa 300 produtos, distribuídos entre categorias como áudio, eletroportáteis, climatização e dispositivos de alta performance”, numera Jorbel.

O crescimento do catálogo revela a dimensão do investimento realizado e a intenção de construir uma operação com identidade própria, capaz de acompanhar diferentes necessidades de consumo.

Uma marca que movimenta a economia e amplia a visibilidade da região

O desenvolvimento da JOOG também passou a produzir efeitos que ultrapassam a relação entre fabricante, loja e consumidor. Inserida na operação da Cellshop, em Ciudad del Este, a marca participa de uma dinâmica comercial que envolve empregos, atendimento, logística, vendas e comunicação.

A geração de dezenas de postos de trabalho representa uma das dimensões mais concretas desse processo. Cada nova oportunidade criada se conecta a uma cadeia de profissionais que atua na comercialização, na apresentação dos produtos e no relacionamento com os consumidores.

“Em uma região como a Tríplice Fronteira, onde o comércio, o turismo e os serviços mantêm uma relação estreita, iniciativas empresariais dessa natureza também podem ampliar a circulação de pessoas e a exposição dos destinos”, destaca.

A estratégia de divulgação adotada pela JOOG inclui o convite a artistas e personalidades para conhecer a marca e vivenciar experiências na região. A presença desses convidados não se limita ao espaço comercial. A proposta envolve também a aproximação com os atrativos turísticos de Foz do Iguaçu e das cidades fronteiriças.

Quando compartilham suas experiências nas redes sociais, esses visitantes ampliam o alcance da comunicação para públicos que podem não ter contato prévio com a Tríplice Fronteira.

A divulgação alcança diferentes segmentos ligados ao turismo, como lazer, passeios, gastronomia e experiências de viagem. Nesse movimento, a marca passa a funcionar também como uma ponte entre o consumo, o entretenimento e a promoção do território.

“A exposição digital de artistas e personalidades não substitui as estratégias institucionais de divulgação turística, mas acrescenta novos canais de visibilidade para a região, especialmente quando as publicações apresentam experiências vividas pelos próprios convidados”, informa o empresário.

Para o ambiente econômico local, essa conexão entre negócios e turismo evidencia como as empresas podem ampliar sua atuação para além da venda de produtos. A movimentação de visitantes, a geração de empregos e a divulgação de experiências ajudam a compor uma rede de atividades que envolve diferentes setores da economia.

O sonho pessoal que ganhou dimensão empresarial

A história da JOOG vai muito além de seus números expressivos, pois seu portfólio de mais de 300 produtos e sua forte presença na Cellshop nascem de uma profunda motivação pessoal. Após mais de três décadas dedicadas ao mercado de tecnologia, Jorbel decidiu assumir os riscos de uma nova construção profissional, investindo em pesquisa, unindo talentos e testando possibilidades comerciais.

Todo esse processo exigiu enorme paciência e disposição para rever decisões, reforçando que uma marca sólida se constrói não apenas pela qualidade, mas pela consistência das escolhas feitas ao longo do tempo.

“A experiência adquirida em viagens e negócios passou a conviver com a necessidade de aprender novamente. A criação da JOOG representou, nesse sentido, uma mudança de posição: de quem acompanha as transformações do setor para quem também busca participar de sua construção”, explica Jorbel.

O significado atribuído ao duplo ‘O’, associado ao infinito, ganha outra dimensão quando relacionado a essa trajetória. A marca passa a simbolizar a continuidade de um projeto que não se encerra no lançamento de um produto ou na ampliação de um catálogo. “Há novos mercados a conhecer, tecnologias a acompanhar e possibilidades que ainda precisam ser desenvolvidas”, declara o inquieto empreendedor, o CEO da Cellshop.

A JOOG surge, portanto, de uma história pessoal, mas se expande por meio de uma estrutura empresarial que envolve profissionais, empregos, consumidores e estratégias de divulgação.

Sua presença na Cellshop reforça a conexão com o comércio de Ciudad del Este, enquanto a aproximação com artistas e personalidades amplia a possibilidade de apresentar a Tríplice Fronteira a diferentes públicos.

Entre a experiência de décadas e a disposição para começar novamente, Jorbel Griebeler constrói uma nova etapa de sua vida profissional. O sonho que permaneceu por anos no campo das ideias ganhou nome, identidade e espaço no mercado. Agora, a trajetória da JOOG passa a ser escrita não apenas pelo empresário que a idealizou, mas também pelas pessoas que participam de sua operação e pelos caminhos que a marca ainda pretende percorrer.

A marca Joog tem acelerado sua presença no país e consolidado sua operação em 2026, ampliando a distribuição e conquistando espaço nas principais plataformas de e-commerce e lojas físicas de várias regiões do Brasil. Com forte atuação planejada a partir de 2027 para cinco países da América Latina e próximos à Europa, a empresa comercializará seus produtos por meio de site próprio e de lojas oficiais dentro das principais plataformas digitais.

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Chef Marcos Oliveira assina cardápio da Oktoberfest Beneficente da Renascer

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Chef Marcos Oliveira assina cardápio da Oktoberfest Beneficente da Renascer

Evento reúne gastronomia, tradição germânica, rock e solidariedade no dia 3 de outubro, com 100% da arrecadação destinada aos projetos sociais da instituição

A gastronomia será um dos destaques da Oktoberfest Beneficente da Renascer, que acontece no dia 3 de outubro (sábado), a partir das 17h, na sede da Associação Beneficente Renascer, no bairro Prado Velho, em Curitiba. Para a ocasião, o chef Marcos Oliveira assina um cardápio especial, criado para integrar a experiência gastronômica do evento à proposta de celebração da cultura germânica.

Conhecido por sua atuação à frente de eventos gastronômicos e por explorar diferentes técnicas de preparo, Marcos Oliveira levará à Oktoberfest uma proposta que valoriza os sabores e a convivência em torno da mesa. O cardápio será harmonizado com chope artesanal da cervejaria Baldoria, completando a experiência gastronômica da festa.

A participação do chef integra uma programação que combina diferentes manifestações culturais. A tradição alemã estará representada pelo Original Einigkeit Tanzgruppe, com apresentações de danças folclóricas típicas. O evento também terá a participação de Rogério Cordoni, conhecido como o “Elvis de Curitiba”, e do cantor Marcelus dos Santos, vocalista da banda curitibana Motorocker, que se apresenta acompanhado por músicos convidados.

Outro destaque será a demonstração de forja de facas artesanais ao vivo, conduzida pelo cuteleiro Miltão das Facas. A atividade permitirá que o público acompanhe de perto o trabalho tradicional da cutelaria e conheça diferentes etapas do processo de produção artesanal das facas.

Mais do que uma festa, a Oktoberfest tem como principal objetivo contribuir para a manutenção e a ampliação dos projetos sociais da Associação Beneficente Renascer, que há mais de 30 anos atua na inclusão social e no suporte a pessoas em situação de dificuldades emocionais e comportamentais em diferentes graus. 100% dos recursos arrecadados com o evento serão destinados às ações da instituição.

A entrada pode ser garantida mediante a doação de 2 kg de alimentos não perecíveis ou por meio do ingresso solidário. O evento contará ainda com estacionamento gratuito no local.

Serviço:

Oktoberfest Beneficente da Renascer

Data: 3 de outubro de 2026 (sábado)

Horário: a partir das 17h

Local: Sede da Associação Beneficente Renascer

Endereço: Rua Imaculada Conceição, 983 – Prado Velho – Curitiba/PR

Entrada: 2 kg de alimentos não perecíveis ou ingresso solidário

Estacionamento: gratuito no local

Mais informações e reservas: WhatsApp (41) 99906-6533

Dia das Crianças com sabor de churrasco na Churrascaria Los Pampas

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Dia das Crianças com sabor de churrasco na Churrascaria Los Pampas

Buffet variado, espeto corrido e muitas opções para os pequenos escolherem o que mais gostam

Dia das Crianças combina com mesa cheia, sabores variados e aquele almoço em família que vira memória. Na Churrascaria Los Pampas, em São José dos Pinhais, a data pode ser celebrada com espeto corrido e um buffet farto, que reúne frios, saladas, massas e pratos quentes.

Para as crianças, o buffet oferece uma variedade de preparos para montar o prato de acordo com suas preferências, enquanto o espeto corrido leva diferentes cortes de carnes à mesa.

E para quem quiser finalizar a refeição com um toque doce, a casa conta com uma seleção de sobremesas que merece atenção. Entre as opções estão mousses de chocolate, brigadeiro, chocolate branco, Sonho de Valsa, nozes, morango e sensação, além de tortas alemã e de limão, pudim e sorvetes.

No Dia das Crianças, os pequenos também contam com uma condição especial: crianças de até 5 anos não pagam e, de 6 a 8 anos, pagam meia.

Uma programação gastronômica para reunir a família, deixar as crianças à vontade para escolher seus sabores preferidos e transformar o almoço em uma comemoração especial.

Serviço:

Churrascaria Los Pampas

Avenida das Torres, 1231 – São José dos Pinhais

(41) 3283-5915 | (41) 3283-2494

Instagram: @churrascarialos_lospampas

Almoço
Segunda a sexta, das 11h às 15h
Sábados, até 15h30
Domingos, até 16h

Jantar
Segunda a sábado, das 18h às 23h
Domingos à noite, fechado

Crianças: até 5 anos não pagam; de 6 a 8 anos pagam meia.

Centro Histórico Divertido no Quintal do Monge tem programação especial para as crianças

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Centro Histórico Divertido no Quintal do Monge tem programação especial para as crianças

Camarim de pintura e prato especial kids são atrações do sábado, 3 de outubro

O Centro Histórico Divertido chega ao Quintal do Monge com uma programação especial para celebrar antecipadamente o Dia das Crianças. No sábado, 3 de outubro, das 12h às 14h30, os pequenos poderão se divertir com um camarim de pintura comandado pela Tia Carol, que prepara pinturas criativas para a criançada.

Para completar a programação, a casa oferece uma opção especial no cardápio infantil: frango ou bife acompanhado de massa.

Para os adultos, o cardápio reúne opções variadas, incluindo peixes, parmegianas, pratos veganos e churrasco, além de outras sugestões saborosas.

O espaço também é pet friendly na área externa, permitindo que toda a família aproveite a programação.

Serviço:

Quintal do Monge

Centro Histórico Divertido – Dia das Crianças antecipado

Data: sábado, 3 de outubro

Local: Quintal do Monge

Endereço: Rua Dr. Claudino dos Santos, 24 – São Francisco (Largo da Ordem)

Funcionamento: de segunda a segunda

Instagram: @quintaldomonge

Reservas e informações: WhatsApp (41) 3232-5679

Pet friendly: área externa

Crédito da foto: A Hora do Chá Publicidade