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Opinião: Quem ensina a pensar quando a máquina responde a quase tudo?

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*Carolina Balera Trombini

Existe uma mudança importante acontecendo no debate educacional. Durante anos, a discussão sobre tecnologia na escola muitas vezes foi conduzida em torno da mesma pergunta: quanto mais digital a educação se tornar, melhor ela será? 

A Didacta 2026, maior feira de educação da Europa, realizada em Colônia, mostrou que a discussão entrou em uma nova etapa. A inteligência artificial continua no centro das atenções. Mas o foco deixou de ser apenas a adoção de ferramentas. A questão agora é mais sofisticada: como formar estudantes capazes de usar tecnologia com autonomia intelectual, responsabilidade e capacidade crítica? 

Essa mudança de perspectiva é relevante. A IA já começou a transformar profundamente o modo como trabalhamos, pesquisamos, produzimos conhecimento e aprendemos. Ignorar isso seria desconectar a escola da realidade. Ao mesmo tempo, a presença crescente dessas ferramentas torna ainda mais importante desenvolver capacidades essencialmente humanas: interpretação, argumentação, criatividade, repertório cultural, discernimento ético e colaboração. 

Paradoxalmente, quanto mais a tecnologia avança, mais evidente se torna a importância da formação humana. Um estudante hoje consegue acessar informações em segundos, produzir imagens, organizar dados e até gerar textos completos com apoio de inteligência artificial. Isso amplia possibilidades extraordinárias de aprendizagem. Mas também cria uma nova responsabilidade educacional. 

A escola precisa ensinar os estudantes não apenas a utilizar ferramentas, mas a compreender limites, avaliar evidências, formular perguntas relevantes e transformar informação em conhecimento. Esse talvez seja um dos maiores desafios contemporâneos. 

O problema da educação há algum tempo já não é mais a falta de acesso à informação. O desafio agora está na capacidade de interpretar, relacionar e construir sentido. Nesse contexto, a inteligência artificial não reduz a importância da escola nem do professor. Ao contrário, acrescenta uma nova responsabilidade à educação: formar estudantes capazes de usar essas ferramentas com autonomia, criticidade e responsabilidade. 

O professor que sempre ocupou o lugar de transmissor de conteúdo, agora também assume ainda mais o papel de mediador, orientador e formador de pensamento crítico. Foi justamente essa percepção que apareceu com força na Didacta. 

Mesmo em um evento marcado por tecnologia, as discussões mais relevantes envolveram temas como saúde mental, convivência, atenção, criatividade, bem-estar e aprendizagem ativa. A escola do futuro parece caminhar para um modelo mais integrado. 

Tecnologia, ciência, sustentabilidade, formação emocional e competências humanas já não aparecem mais como temas isolados no ambiente educacional. Passam a funcionar como dimensões complementares de uma mesma formação. Isso ajuda a explicar por que metodologias baseadas em projetos, investigação, resolução de problemas e experimentação ganharam tanto espaço. Quando as respostas automáticas estão cada vez mais disponíveis, formular boas perguntas se torna uma habilidade valiosa. 

A inteligência artificial provavelmente ampliará a produtividade, democratizará ferramentas sofisticadas e acelerará processos de aprendizagem. Mas nenhuma tecnologia substitui integralmente aquilo que acontece quando um estudante aprende a argumentar, conviver, investigar, criar conexões e compreender problemas reais. 

A escola do futuro não será menos tecnológica. Ela provavelmente será ainda mais digital, mais conectada e mais orientada por dados, mas seu diferencial continuará sendo profundamente humano: formar pessoas capazes de pensar com autonomia em um mundo cada vez mais automatizado.

*Carolina Balera Trombini é Gerente de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação do Biopark Educação.

Opinião: A eleição que também nos educa

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“A educação é o ponto em que decidimos se amamos o mundo o bastante para assumirmos a responsabilidade por ele.” Hannah Arendt

Em períodos eleitorais, o país volta sua atenção para as propostas, as declarações e os confrontos entre os candidatos. Mas existe outra dimensão desse processo que merece ser observada: o que as crianças aprendem ao acompanhar não apenas o debate político, mas também a maneira como os adultos reagem a ele.

Depois de quase meio século dedicado à educação e à convivência com crianças e adolescentes, aprendi que eles não escutam apenas aquilo que lhes dizemos. Observam, sobretudo, quem somos quando não estamos tentando ensiná-los.

Essa constatação não me coloca em uma posição confortável. Ao contrário, obriga-me a perguntar quantas vezes minhas atitudes ensinaram algo diferente daquilo que eu pretendia defender com minhas palavras. A distância entre o discurso e a maneira como agimos não é um problema exclusivo dos outros. Ela atravessa todos nós.

É fácil reconhecer a intolerância naquele de quem discordamos. Mais difícil é percebê-la em nosso vocabulário, na impaciência com que interrompemos alguém, no prazer com que ridicularizamos o adversário ou na facilidade com que compartilhamos uma informação apenas porque ela confirma nossas convicções.

As crianças observam essas pequenas escolhas. Percebem como reagimos no trânsito, como tratamos quem nos atende no mercado, como nos comportamos diante de uma derrota no futebol e o que fazemos quando somos contrariados em uma conversa familiar. Também escutam comentários que julgamos inofensivos e acompanham, muitas vezes em silêncio, nossas reações nas redes sociais.

Todos somos educadores, ainda que em diferentes graus de proximidade e influência.

Essa responsabilidade é coletiva, embora não se distribua igualmente. Quanto maior for a visibilidade, a autoridade ou o alcance da palavra de um adulto, maior será o impacto do modelo que ele oferece.

Não educamos apenas quando assumimos formalmente essa tarefa. Nossos comportamentos passam a compor o mundo com base no qual as crianças constroem referências sobre como viver com os outros.

Os estudos do psicólogo Albert Bandura mostraram a importância da aprendizagem por observação. Isso não quer dizer que uma criança reproduza automaticamente tudo o que testemunha. Significa que as atitudes dos adultos passam a integrar o repertório com o qual ela interpreta situações, estabelece relações e faz suas escolhas.

Essa compreensão muda a pergunta que costumamos fazer. Em vez de pensarmos apenas em como devemos educar as crianças, talvez precisemos perguntar: quem devemos nos tornar para que elas encontrem em nós referências que mereçam levar para a vida?

Educar as crianças exige que os adultos continuem educando a si mesmos.

Adela Cortina nos lembra que o ethos, o caráter, se forja nas escolhas reiteradas. Não é algo que possuímos de maneira definitiva, mas uma construção cotidiana. Formamo-nos cada vez que escolhemos como reagir: contendo um impulso, escutando antes de responder, reconhecendo um erro ou revendo uma certeza.

Não se trata de aparentar perfeição diante das crianças. Elas não precisam de adultos infalíveis. Também aprendem quando presenciam alguém admitindo uma falha, pedindo desculpas e tentando reparar o dano.

As campanhas eleitorais intensificam divergências, mobilizam emoções e expõem nossas convicções. Podem estimular a argumentação e a participação democrática, mas também alimentar rótulos, simplificações e hostilidades. Nenhum de nós está inteiramente protegido desse risco.

Por isso, as eleições podem representar uma grande oportunidade de humanização das relações. Não precisamos esconder nossas posições nem criar diante das crianças uma falsa aparência de unanimidade. Podemos mostrar que pessoas com ideias diferentes não precisam se transformar em inimigas e que escutar não significa concordar.

Humanizar o debate, porém, não significa considerar equivalentes todas as posições. Divergências democráticas não podem ser confundidas com discursos que atacam direitos, incitam a violência ou negam a dignidade de determinados grupos.

A tolerância não exige passividade. Ideias devem ser examinadas, questionadas e, quando necessário, rejeitadas. O desafio está em confrontá-las sem reproduzir a mesma desumanização que condenamos. É possível estabelecer limites e defender convicções sem sentir prazer em humilhar quem está do outro lado.

Essa talvez seja uma das aprendizagens mais difíceis da democracia.

Se queremos que as novas gerações construam um mundo mais humano, não basta esperar que sejam melhores do que nós. Precisamos permitir que a presença delas também nos eduque, revele nossas incoerências e nos faça reconsiderar a maneira como convivemos.

Este período pode nos conduzir a uma pergunta que antecede a escolha de qualquer candidato: quem nos tornamos enquanto escolhemos?

A urna registrará nosso voto. As crianças, porém, estarão aprendendo com o caminho que fizermos até ela.

*Miriã Salles é pedagoga, psicopedagoga e diretora do Colégio Santo Ivo International School.

Grupo Mabu prepara uma das maiores Black Fridays de sua história

Para quem está planejando aproveitar os últimos meses do ano para viajar, descansar ou já começar a organizar as próximas férias, a Black Friday pode ser uma oportunidade para encontrar tarifas mais competitivas. De olho nesse movimento, o Grupo Mabu prepara uma das maiores campanhas de Black Friday de sua história, com condições especiais em todos os seus empreendimentos.

A campanha, que acontece de 23 a 29 de novembro, reúne condições especiais para quem já está planejando as próximas férias ou simplesmente quer aproveitar uma oportunidade para fazer uma pausa. As ofertas incluem hospedagem e lazer em Foz do Iguaçu e Curitiba, com opções que vão de uma temporada no resort à programação do Blue Park e às experiências do My Mabu.

Na hotelaria, os descontos chegam a 50%, com possibilidade de parcelamento em até 10 vezes sem juros. As condições serão válidas para o Mabu Thermas Grand Resort, em Foz do Iguaçu, e para o Mabu Curitiba Business, na capital paranaense. A campanha também contempla o Blue Park, parque aquático do grupo em Foz do Iguaçu, e o My Mabu, operação voltada à propriedade de férias.

A estratégia acompanha um comportamento cada vez mais comum entre os consumidores: antecipar a compra de viagens para conseguir melhores condições e transformar a Black Friday em uma oportunidade não apenas para adquirir produtos, mas também para planejar experiências.

Para quem quiser receber as ofertas antes do público geral, o Grupo Mabu criou uma lista VIP, com acesso antecipado às promoções. Para participar, basta acessar o link disponível na bio do Instagram @hoteismabu e realizar o cadastro.

Com a proximidade da temporada de férias e das festas de fim de ano, a expectativa é de que a campanha também movimente a procura por destinos de lazer, especialmente Foz do Iguaçu, que combina as Cataratas, uma das principais atrações turísticas do Brasil, com a estrutura de entretenimento oferecida pelo complexo Mabu.

Chás Real transforma quase dois séculos de história em minissérie de época para o Instagram

Uma negociação entre o Sr. Fontana e Thomas Shelby é o ponto de partida da nova ação promocional da Chás Real nas redes sociais. O primeiro capítulo da série com seis episódios estreou no domingo (4), no perfil da marca e já ultrapassou as  200 mil visualizações. A produção inédita foi criada para aproximar o público da trajetória da indústria de erva-mate mais antiga do país, fundada em 1834 e hoje na quinta geração da mesma família.

“A nossa história tem quase 200 anos e sempre foi contada em livros, fotos e documentos. Queríamos que as pessoas pudessem assistir a ela com aventura e bom humor, no lugar onde estão hoje, que é o celular”, afirma Henrique Fontana, diretor-geral da Chás Real. Ele assina o roteiro ao lado de Lucas Metzger e Pedro Gamborgi e também atua, no papel do senhor Fontana.

Na trama, Thomas Shelby, protagonista da série britânica Peaky Blinders, desembarca no Brasil dos anos 1920 para negociar com um produtor de chá. Depois de pedir um cavalo ao anfitrião, ele segue até a fábrica e conhece a produção. Um jantar na casa dos Fontana, com a tradição da comida italiana, parece selar a aproximação. Os visitantes, porém, escondem outra intenção.

A história é uma ficção, mas quase tudo o que aparece na tela é real. O automóvel é um Ford 1929 original, do acervo da família. A fábrica é a sede da Chás Real, em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba. 

As cenas de estação e de vagões foram feitas em parceria com a Serra Verde Express, que opera o Trem da Serra do Mar Paranaense. A ferrovia, inaugurada em 1885, era o caminho usado para levar a erva-mate do planalto até o Porto de Paranaguá. E Curitiba foi um dos maiores polos dessa indústria entre meados do século 19 e início do século 20.

Três dias de gravação e 13 pessoas

O projeto soma cerca de três meses de trabalho, do roteiro à edição. As filmagens ocuparam três dias inteiros e reuniram 13 pessoas, sendo seis na equipe técnica e sete no elenco.

A captação foi feita com uma câmera Sony A7 III e lentes de 28 mm e 16 mm, esta última do tipo grande angular, que amplia o campo de visão. As imagens têm resolução 4K, de alta definição, e já foram gravadas na vertical, no formato da tela do celular. Cada episódio dura entre um minuto e um minuto e meio.

A Inteligência Artificial entrou em uma única etapa: a criação da trilha sonora, na pós-produção. Todo o restante foi filmado com atores, locações e equipamentos reais, incluindo a fumaça que aparece nas cenas. “Escolhemos fazer como no cinema, com gente, cenário e objeto de verdade. A tecnologia ajudou na música, mas a emoção vem do que foi filmado”, explica Pedro Gamborgi, diretor da minissérie.

Shelby é vivido por Ellinton Noronha, sósia do personagem e único integrante do elenco que não é paranaense. Rossana Fontana interpreta a esposa do senhor Fontana. Aurélio Jr. e Igor Stella fazem os seguranças da família, enquanto Lucas Andrade e Diego Pereira são os capangas do visitante.

O segundo episódio entra no Instagram da marca no próximo domingo, 11 de outubro. 

Serviço Minissérie da Chás Real
Onde: perfil da Chás Real no Instagram @chasreal

 Episódio 1: 4 de outubro (já disponível)
Episódio 2: 11 de outubro
Episódio 3: 18 de outubro
Episódio 4: 25 de outubro
Episódio 5: 1º de novembro
Episódio 6: 8 de novembro

Ficha técnica Texto e roteiro: Henrique Fontana, Lucas Metzger e Pedro Gamborgi
Direção: Pedro Gamborgi
Produção: FOV FILMS
Filmmaker principal: Eduardo Trippia
Áudio: Felipe Pereira
Equipe de suporte: João Garcia e Guilherme Elenco: Ellinton Noronha, Henrique Fontana, Rosana Fontana, Aurélio Jr., Igor Stella, Lucas Andrade e Diego Pereira

Sobre a Chás RealFundada em 1834, a Chás Real é a indústria de erva-mate mais antiga do Brasil. Com fábrica em Almirante Tamandaré (PR), é uma das poucas empresas do país que seguem sob a gestão da mesma família há cinco gerações.

Óleo mais barato pode sair caro para quem trabalha com moto

Na rotina de um motoboy, a quilometragem pode se acumular rapidamente. Uma moto que percorra 200 quilômetros por dia, durante seis dias, chegará a 1.200 quilômetros em uma semana. Dependendo do modelo e do plano de manutenção, essa intensidade de uso pode fazer com que a troca de óleo seja necessária semanalmente. Não há, porém, um prazo semanal válido para todas as motos: a referência deve ser sempre o manual do fabricante.

“Escolher o produto apenas pelo menor preço pode sair caro: um item que não atende a essas exigências perde a capacidade de proteção mais cedo, pede trocas mais frequentes e acelera o desgaste das peças. A longo prazo, esses danos ao motor podem reduzir a vida útil do veículo”, explica Luiz. 

O especialista alerta também que circular com o nível de óleo abaixo do indicado, usar um produto incompatível ou ultrapassar repetidamente o intervalo de troca pode aumentar o desgaste de componentes e contribuir para danos ao motor. 

 “Quem usa a moto para trabalhar precisa olhar para a quilometragem, não apenas para o calendário. Em uma semana de entregas, o veículo pode rodar o equivalente a várias semanas de uso comum. O intervalo de troca e a especificação do óleo devem seguir o manual de cada modelo”, explica. 

Para organizar a manutenção, o motociclista pode anotar a quilometragem percorrida por semana, registrar cada troca e verificar regularmente o nível do óleo conforme as instruções do fabricante. Assim, a decisão deixa de se apoiar apenas no preço imediato e passa a considerar o custo de manter a moto rodando.

E para quem depende da moto para trabalhar, o preço do óleo é apenas uma parte da conta. “Para o entregador, uma falha no motor pode trazer o custo do conserto e os dias em que a moto fica parada. A manutenção feita no prazo ajuda a proteger o veículo, a segurança e a continuidade do trabalho”, completa. 

www.acipar.com.br

Castelo do Batel recebe evento que reúne mais de 80 fornecedores de casamentos e festas de 15 anos em Curitiba

Planejar um casamento ou uma festa de 15 anos exige tempo, pesquisa e muitas reuniões. Para facilitar a vida de quem está organizando uma celebração inesquecível, Curitiba recebe no dia 18 de outubro (domingo) a Tarde das Noivas e Debutantes. O encontro será realizado no Castelo do Batel, das 14h às 21h, e vai reunir mais de 80 fornecedores do setor de eventos.

O objetivo da feira é permitir que noivas, debutantes e suas famílias consigam resolver praticamente todas as etapas da festa em um único dia. No local, os visitantes poderão conhecer de perto o trabalho de especialistas em vestidos, decoração, alta gastronomia, doces finos, fotografia, filmagem, música, beleza, acessórios e lembrancinhas.

Segundo a organizadora do evento, Larissa Sieradzki, a proposta é criar uma experiência prática, acolhedora e inspiradora. “A ideia é que a pessoa consiga comparar opções, conversar diretamente com os profissionais, tirar dúvidas e encontrar tudo o que precisa para tirar os planos do papel, com a segurança de estar lidando com fornecedores selecionados”, destaca.

Além do contato direto com os profissionais, quem passar pelo Castelo do Batel poderá conferir desfiles de trajes de gala e moda noiva, além de degustar opções de buffet e confeitaria fina. Os ingressos já estão à venda na plataforma Sympla e a expectativa é movimentar o mercado de eventos sociais da capital paranaense nesta reta final de ano.

Serviço:
Tarde das Noivas e Debutantes
Data: 18 de outubro de 2026 (domingo)
Horário: Das 14h às 21h
Local: Castelo do Batel (Av. do Batel, 1323 – Batel, Curitiba/PR)
Atrações: Mais de 80 fornecedores, desfiles, degustação e tendências para festas
Ingressos: À venda pelo Sympla

Rockin’1000 Jam, Disco Fever e Banda Hori são destaques da agenda de outubro do Hard Rock Cafe Curitiba

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Programação do mês reúne músicos da comunidade internacional Rockin’1000, festa inspirada na era Disco e show que marca o retorno do cantor aos palcos após dez anos

A programação de outubro do Hard Rock Cafe Curitiba reúne três atrações que passam por diferentes vertentes da música. No  dia  4  de  outubro,  às  17h,  o  espaço recebe a  1ª  Rockin’1000  Jam, encontro que reúne músicos de diferentes níveis para tocar clássicos do rock. No dia 16, é a vez da Disco Fever, festa temática que resgata o glamour das pistas dos anos 1970. Já no dia 24, Fiuk retorna aos palcos após dez anos, em show que revisita sucessos de sua trajetória.

Conhecido como “a maior banda de rock do mundo”, o Rockin’1000 chega ao Hard Rock Cafe Curitiba em formato Jam, com músicos se revezando no palco, em diferentes formações a cada canção. Criado em 2015, na Itália, o projeto ganhou projeção internacional ao reunir mil músicos para tocar simultaneamente “Learn to Fly”, do Foo Fighters, e seguiu com a realização de concertos que passaram pelos grandes estádios europeus e das Américas. As inscrições para os músicos são gratuitas e seguem abertas via canais oficiais Rockin’ 1000 enquanto houver vagas. O evento acontece neste domingo, 04 de outubro, às 17h, com entrada para o público a R$ 30.

No dia 16, o restaurante entra no clima das pistas dos anos 70 com a Disco Fever. A festa acontece a partir das 18h e terá o DJ Elefar no comando do som, com um set dedicado à disco music e ao boogie. A proposta é recriar a atmosfera das grandes discotecas da época, com trilha sonora, iluminação e uma programação inspirada na estética da década. O público também é convidado a entrar no clima com o dress code “Disco Glam”, que aposta em paetês, lamês, cetim, veludo e tons de dourado, prata e preto. Os ingressos serão vendidos em lotes, a partir de R$ 120.

No dia 24, a Banda Hori sobe ao palco do Hard Rock Cafe Curitiba com Fiuk entre os integrantes. A apresentação marca o retorno oficial do cantor aos palcos após uma década sem realizar uma turnê completa, com um repertório que inclui “Quem Eu Sou”, “Só Você”, “Eterno Pra Você” e “Quero Toda Noite”.

Serviço

1ª Rockin’1000 Jam

Data: 4 de outubro

Horário: 17h

Entrada: R$ 30

Local: Hard Rock Cafe Curitiba – Rua Buenos Aires, 50 – Batel

Informações: https://pages.rockin1000.com/jams-brazil

Disco Fever

Data: 16 de outubro 

Horário: das 18h à meia-noite

Local: Hard Rock Cafe Curitiba – Rua Buenos Aires, 50 – Batel

Ingressos: a partir de R$ 120 (1º lote promocional), via Pix

Informações: (41) 99821-1930

Ingressos: https://discofever.pplx.app/

Banda Hori

Data: 24 de outubro 

Horário: Abertura 18h | Meet & Greet —  20h | Show — 21h

Ingressos: a partir de R$ 50 (meia-entrada) e R$ 100 (inteira)

Meet & Greet: R$ 200 (não inclui ingresso para o show)

Ingressos: https://www.diskingressos.com.br/event/3920

SOBRE O HARD ROCK CAFE CURITIBA

Inaugurado em 2015, o Hard Rock Cafe Curitiba realiza em torno de 1.460 shows anuais. Instalada no bairro do Batel e com capacidade para receber simultaneamente 1.000 pessoas, a maior unidade da marca no Brasil já recebeu mais de 3 milhões de clientes desde sua abertura. O empreendimento conta com áreas para atender a vários formatos de eventos (corporativos e sociais), além de uma das lojas mais completas do Hard Rock.

NH Collection Curitiba promove Brunch de Dia das Crianças com atração interativa sobre folclore brasileiro

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Experiência imersiva com caça ao tesouro ganha edição especial no próximo domingo, 11 de outubro, acompanhada de brunch em família

Para evitar que os seres fantásticos do folclore brasileiro desapareçam do imaginário infantil, as crianças curitibanas têm uma missão urgente e cheia de mistério. No domingo, 11 de outubro, o hotel NH Collection Curitiba recebe a experiência cultural e educativa “Inventuras Extraordinárias: a reunião dos seres fantásticos do folclore”, idealizada pela @foradoquadrado.oficial, uma atração interativa que combina narrativa instigante, brincadeiras e investigação para salvar a memória do nosso folclore.

A história começa quando Saci, Curupira, Iara e outras criaturas percebem que cada vez menos crianças acreditam neles e conhecem suas histórias. Para salvar os personagens, os pequenos são convocados como detetives para uma missão de aproximadamente uma hora, percorrendo espaços previamente definidos no hotel.

Guiadas pelo espírito de investigação, as crianças usam lupas, encontram mensagens enigmáticas e escaneiam QR Codes espalhados pelo caminho criado no hotel. Pelos códigos, elas escutam áudios com as vozes dos próprios seres fantásticos, precisam solucionar desafios, criar hipóteses e usar a imaginação para resolver os problemas apresentados. Essa experiência lúdica foi concebida para crianças com idades entre 3 e 9 anos.

Brunch especial para toda a família

Para completar o dia, a programação conta com um Brunch Especial de Dia das Crianças, servido das 11h30 às 15h para que a família desfrute unida deste momento.

O evento traz o menu tradicional de brunch do NH Collection Curitiba, além de um cardápio exclusivo e pensado especialmente para os pequenos detetives. A seleção infantil conta com batata frita, pizza, mini hambúrguer, churros e uma mesa especial de doces.

Serviço

NH Collection Curitiba

Dia das Crianças com Brunch Especial – das 11h30 às 15 horas

“Inventuras Fantásticas: a reunião dos seres fantásticos do folclore” – das 14 às 15 horas

Valor: R$ 185 por pessoa

Rua Nunes Machado, 68 – Batel | Curitiba – PR

WhatsApp:  (41) 98490-2241

Site: https://www.nh-collection.com/pt/hotel/nh-collection-curitiba

Instagram: @nhcollection.br

Sobre a NH Collection

A NH Collection Hotels & Resorts é uma marca de hotéis de categoria superior com mais de 100 propriedades na Europa e nas Américas, e com uma presença global crescente. Ela proporciona experiências extraordinárias ao combinar conforto, inovação, serviço intuitivo, ambientes elegantes e sabores surpreendentes. Tudo isso é infundido com a identidade local de cada estabelecimento.

A NH Collection faz parte do grupo hoteleiro global Minor Hotels e é membro do programa de fidelidade GHA DISCOVERY.

Para mais informações, visite nh-collection.com e conecte-se com a NH Collection no Facebook, Instagram ou YouTube.

Para mais informações sobre os hotéis NH Collection, visite www.nh-collection.com/en.

Sobre a Minor Hotels

A Minor Hotels é líder global na indústria da hotelaria, com mais de 640* hotéis, resorts e residências de marca em 59 países. O grupo cria experiências inovadoras e inteligentes através de suas marcas de hotéis, incluindo Anantara, Elewana Collection, The Wolseley Hotels, Tivoli, Minor Reserve Collection, NH Collection, nhow, Avani, Colbert Collection, NH, Oaks e iStay, bem como um portfólio diversificado de restaurantes e bares, experiências de viagem e marcas de spa e bem-estar. Com mais de quatro décadas de experiência, a Minor Hotels constrói marcas mais fortes, fomenta parcerias duradouras e impulsiona o sucesso dos negócios, sempre focando no que é mais importante para nossos hóspedes, membros da equipe e parceiros.

A Minor Hotels é um membro orgulhoso da Global Hotel Alliance (GHA) e reconhece seus hóspedes por meio de um programa de fidelidade unificado, o  Minor DISCOVERY, parte do GHA DISCOVERY.

Descubra nosso mundo em minorhotels.com e conecte-se com a Minor Hotels no Facebook, Instagram, LinkedIn, TikTok e YouTube.

*A contagem de propriedades inclui propriedades em operação, bem como empreendimentos comprometidos por meio de propriedades, joint ventures, arrendamentos assinados e acordos de gestão.

Da construtora ao contrato: o que analisar antes de comprar um imóvel na planta

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Especialista da Blendi lista pontos que merecem atenção antes de fechar negócio e explica como avaliar desde o histórico da incorporadora até as condições de pagamento.


Comprar um apartamento na planta pode ser uma alternativa para quem busca o primeiro imóvel ou pretende investir, mas a decisão exige atenção a uma série de fatores que vão muito além do valor da parcela. Antes de assinar o contrato, é importante conhecer o histórico da construtora, avaliar a localização e o projeto, entender o fluxo de pagamento e conferir cuidadosamente as condições previstas no contrato.

Para Beto Justus, sócio-fundador da Blendi Empreendimentos, o primeiro passo é pesquisar a empresa responsável pelo empreendimento. “O consumidor precisa olhar para além do projeto que está sendo apresentado. É importante conhecer o histórico da construtora, verificar quais empreendimentos já foram entregues, os padrões de qualidade e a capacidade da empresa de cumprir os prazos e o que foi apresentado na venda”, explica.

Outro ponto importante é analisar a localização. Mesmo quando a compra é feita pensando na moradia, é preciso considerar a infraestrutura disponível no entorno, o acesso a serviços, comércio, escolas e transporte, além das perspectivas de desenvolvimento da região. Esses fatores também podem influenciar a valorização do imóvel ao longo do tempo.

Planta e condomínio também merecem atenção

Na avaliação do imóvel, o comprador deve observar se a planta atende às suas necessidades e se a distribuição dos ambientes é adequada à rotina da família. A metragem, por si só, não deve ser o único critério: a disposição dos espaços e a funcionalidade do projeto também fazem diferença no dia a dia.

O mesmo vale para a estrutura do condomínio. Áreas de lazer, espaços de convivência, segurança e outros equipamentos podem representar diferenciais importantes, mas é necessário entender quais deles realmente fazem sentido para o perfil do comprador e quais custos estarão envolvidos na manutenção do condomínio.

Um exemplo desse movimento é o Residencial Mirantti, lançamento da Blendi em Londrina. Com 416 apartamentos de dois quartos, o empreendimento terá plantas de 40,47 m² e 41 m² e uma estrutura que inclui piscina, quadra de areia, miniquadra esportiva, academia, salão de festas, playground, pet place, bicicletário, horta comunitária, redário e quiosques. O projeto representa o maior lançamento já realizado pela incorporadora.

“Hoje, o consumidor está mais atento ao conjunto da compra. Não é apenas escolher um apartamento, mas entender o que aquele projeto oferece, onde está localizado e como ele se encaixa no planejamento financeiro e na rotina da família”, afirma Justus.

Atenção ao fluxo de pagamento

Outro cuidado está nas condições financeiras. O comprador deve analisar o valor da entrada, as parcelas previstas durante o período de obras e como será estruturado o financiamento após a entrega. Olhar apenas para o valor da prestação pode esconder compromissos que precisam ser considerados no orçamento.

Também é importante colocar na conta outros gastos relacionados à aquisição e à ocupação do imóvel, como documentação, impostos, custos de mudança e, no caso de condomínios, as despesas mensais de manutenção.

“É fundamental entender o fluxo completo da compra antes de assumir o compromisso. O consumidor precisa saber quanto vai desembolsar em cada etapa e avaliar se esse planejamento cabe no orçamento sem comprometer outras despesas da família”, orienta o sócio-fundador da Blendi.

Contrato exige atenção antes da assinatura

A etapa documental também merece cuidado. Antes de assinar, o comprador deve ler o contrato integralmente e verificar informações como prazo de entrega, condições de pagamento, características e especificações do imóvel, responsabilidades das partes e eventuais condições previstas para alterações ou desistência.

Em caso de dúvidas, a recomendação é buscar orientação profissional antes de assinar. “O contrato formaliza tudo aquilo que foi acordado durante a negociação. Por isso, é importante que o comprador não tenha pressa nessa etapa e esclareça qualquer ponto que não esteja claro”, destaca Justus.

Para a Blendi, a decisão de comprar um imóvel deve ser acompanhada de planejamento e informação. Fundada em 2019, a incorporadora já lançou cerca de 3 mil unidades em 12 empreendimentos, com atuação concentrada em Londrina, Maringá e Apucarana. Em Londrina, são 1.424 apartamentos lançados, dos quais 1.072 já foram entregues.

Entre fases e flores: encontro beneficente une conversa, cuidado e solidariedade em Curitiba

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Uma tarde para desacelerar, ouvir e compartilhar e, ainda, para apoiar o futuro de crianças e jovens de Curitiba. Esse é o convite da Clínica Oncologia 360, que organiza o café beneficente “Entre fases e flores: uma pausa para o cuidado e a conexão”, no dia 23 de outubro, em Curitiba

A programação foi pensada como um espaço acolhedor e de encontro para as mulheres conversarem sobre saúde e as transformações da vida. A médica Stephanie Hanchar conduzirá uma roda de conversa sobre sexualidade nas fases da perimenopausa e da menopausa, em uma tarde acompanhada por café e troca de experiências com as participantes.

O encontro também tem um propósito solidário: o valor de participação, de R$ 150, será revertido ao Instituto Forja, organização sem fins lucrativos que atua no bairro Campo de Santana, em Curitiba. A instituição oferece atividades educativas, culturais, esportivas e de formação para crianças, adolescentes e jovens, ampliando oportunidades dentro e fora da escola.

“Quando nos reunimos para conversar sobre saúde da mulher e acolhimento, também podemos ampliar essa rede de cuidado para além do encontro. Convidamos as mulheres a participar dessa tarde e apoiar o trabalho do Instituto Forja, que oferece oportunidades de formação e desenvolvimento para crianças e jovens de Curitiba”, salienta a médica Jerusa Karina Miqueloto, onco-hematologista da Oncologia 360 e uma das organizadoras do evento.

SERVIÇO:

Entre fases e flores — uma pausa para o cuidado e a conexão

Data: 23 de outubro de 2026

Horário: 16h

Local: Aquela Casa, Rua Dr. Nelson de Souza Pinto, 480, São Lourenço, Curitiba

Participação: R$ 150; valor revertido ao Instituto Forja

Informações e reservas: Hellena (41) 99231-5253