Home Blog

Do pré-treino ao escritório: consumidores buscam praticidade sem deixar a saúde de lado

Pesquisas da Ecglobal e da Sodexo mostram que composição e conveniência passaram a caminhar juntas nas escolhas alimentares — e abrem espaço para opções práticas que acompanham a jornada de trabalho sem pesar no rótulo

Comer bem deixou de depender de tempo livre. Numa rotina cada vez mais corrida, o consumidor brasileiro não abre mão de ler o que está por trás do alimento — e a lista de exigências só cresce. Segundo pesquisa da Ecglobal, realizada em junho de 2026 com mais de 500 pessoas, a presença de ingredientes naturais é o principal indicador de saudabilidade para 41% dos entrevistados. Logo atrás, porém, aparece um bloco de critérios ligados à composição: 35% valorizam produtos com menos açúcar, 34% a ausência de conservantes e corantes artificiais, 31% menos gordura e 29% menos sódio.

Esse olhar atento ao rótulo é uma tendência global. De acordo com a Innova Market Insights, quase metade dos consumidores no mundo já escolhe alimentos e bebidas com “rótulo limpo” — fórmulas mais curtas, com ingredientes reconhecíveis e sem aditivos artificiais. O consumidor não quer apenas saber se um produto é saudável: quer entender do que ele é feito.

A mesma exigência chega ao ambiente de trabalho. É o que aponta o Food Experience Tracker, estudo global da Sodexo com mais de 5 mil profissionais — sendo mais de 800 no Brasil: os trabalhadores brasileiros buscam, no dia a dia, opções que unam qualidade e praticidade. O desafio é conciliar esse desejo com a falta de tempo para pausas ao longo do expediente.

É nesse encontro entre conveniência e composição que categorias como a do açaí ganham espaço. Antes restrita à tigela e ao público fitness, a fruta virou hábito nacional e migrou para novos formatos: só no foodservice, movimentou cerca de R$ 1,1 bilhão até junho de 2026, alta de 20% no comparativo com 2025, segundo o Instituto Foodservice Brasil, com base em dados da CREST e da Wise Sales. Hoje, a saudabilidade do açaí é associada não só a quem treina, mas a todos que querem comer melhor.

Para o CEO do Grupo Upper, Shirleno Booz, o movimento redefine as ocasiões de consumo. “As pessoas não deixam de se alimentar porque estão no trabalho ou porque a rotina está corrida. O que muda é a forma como elas fazem isso. Existe uma demanda por opções práticas, que acompanhem diferentes momentos do dia e que estejam alinhadas às escolhas que cada consumidor busca fazer”, afirma.

É nesse espaço que a Vittaí, marca do Grupo Upper voltada à alimentação, aposta em uma linha de smoothies de açaí de fórmula enxuta — sem corantes nem conservantes artificiais, sem glúten, utilizando apenas aromatizantes naturais e com a energia natural do guaraná — pensada para diferentes ocasiões, do café da manhã à pausa no meio do expediente. “Às vezes, a pessoa está entre uma reunião e outra ou precisa de um boost de energia antes de seguir para o próximo compromisso. Nosso objetivo é acompanhar esses momentos, proporcionar o equilíbrio de energia e ampliar as possibilidades de consumo do açaí no dia a dia”, explica o executivo.

Para Booz, a mudança nas expectativas abre caminho para produtos que conciliam conveniência e uma composição alinhada aos novos hábitos. “A praticidade continua importante, mas não é mais o único critério. Cada vez mais, o consumidor olha para o produto, para os ingredientes e para o que faz sentido dentro da sua dieta e da sua rotina”, completa.

Sobre a Vittaí

A Vittaí é uma marca de alimentos e bebidas funcionais do Grupo Upper que nasceu com o propósito de tornar a alimentação equilibrada mais prática, saborosa e acessível. Seu portfólio reúne smoothies de açaí, bebida vegetal à base de gergelim e tahines, combinando ingredientes naturais, inovação e conveniência. Criada pelo Grupo Upper, empresa com mais de 15 anos de experiência em comércio exterior, distribuição, logística e desenvolvimento de produtos, a Vittaí une a expertise de uma companhia com atuação internacional à construção de uma marca voltada às novas demandas de consumo.

Palladium Curitiba celebra Dia das Crianças com guarda-chuvas de bichinhos em campanha especial para as famílias

0

Clientes que acumularem R$ 550 em compras entre 5 e 12 de outubro poderão escolher entre cinco modelos da coleção Chuvichos

Criar experiências que aproximam as famílias e tornam a visita ao shopping mais especial faz parte do DNA do Palladium Curitiba. Para o Dia das Crianças, o empreendimento traduz essa proposta em uma campanha que une diversão, memória afetiva e um item que acompanha os pequenos no dia a dia. Entre 5 e 12 de outubro, clientes que acumularem R$ 550 em compras poderão trocar as notas fiscais por um guarda-chuva da coleção Chuvichos, com cinco modelos de bichinhos à escolha.

A ação foi pensada para transformar um objeto cotidiano em uma lembrança divertida da infância. Coloridos e inspirados em animais, os guarda-chuvas remetem às brincadeiras na chuva e àqueles momentos em que ela deixa de ser um impedimento e vira parte da diversão.

“Acreditamos que o shopping também pode ser um espaço para criar memórias em família. No Dia das Crianças, quisemos transformar essa ideia em uma experiência simples, afetiva e que faça sentido para os pequenos. O guarda-chuva é um objeto que eles realmente podem usar, mas que também pode trazer uma lembrança gostosa das brincadeiras na chuva, de escolher um personagem e sair colorindo os dias de verão”, afirma a gerente de marketing do shopping, Cida Oliveira.

A coleção Chuvichos reúne cinco modelos de bichinhos, entre os quais o cliente poderá escolher o seu preferido. Para participar, basta acumular R$ 550 em compras no Palladium Curitiba, cadastrar as notas fiscais conforme as regras da ação e retirar o presente. A promoção é válida de 5 a 12 de outubro, ou enquanto durar o estoque.

Com a campanha, o Palladium reforça a proposta de ampliar as opções de lazer e entretenimento oferecidas ao público em datas comemorativas, integrando a programação do shopping às diferentes ocasiões do calendário.

Tendência nas casas, automação coloca conforto, praticidade e simplicidade no centro dos projetos

Programar o aquecimento para os horários de uso dos ambientes, ajustar a iluminação para trabalhar ou descansar e controlar equipamentos pelo celular são possibilidades da automação residencial. Para que esses recursos facilitem a vida, a escolha precisa começar pelos hábitos de quem mora na casa. Entender quais tarefas se deseja simplificar ajuda a investir em soluções que tenham utilidade no cotidiano.

“A primeira pergunta deve ser sobre a rotina do morador: o que ele gostaria de tornar mais fácil dentro de casa? A partir dessa resposta, conseguimos pensar nos recursos que fazem sentido para aquela família”, afirma Scheyla Ciruelos, Head da Hotfloor e SmartLy.

Antes de comparar equipamentos, vale observar quais ambientes são utilizados ao longo do dia, quem precisa operar os sistemas e quais ajustes se repetem com frequência. Essas informações ajudam a definir prioridades e a avaliar a automação pelo benefício que pode oferecer.

Uma das questões a esclarecer antes da compra é a compatibilidade entre os dispositivos. O consumidor deve perguntar quais equipamentos podem ser integrados, quais dependem de aplicativos próprios e o que será necessário para acrescentar novos recursos no futuro.

Também é importante entender o alcance da integração oferecida. Controlar dois equipamentos pelo celular não significa, necessariamente, que eles possam participar de uma mesma programação. Pedir uma demonstração da rotina desejada ajuda a verificar se a solução atende à necessidade apresentada.

“O morador precisa entender como os recursos vão funcionar juntos. Quando falamos de conforto térmico, por exemplo, precisamos considerar o aquecimento, o controle da temperatura e os horários de utilização do ambiente. Essa combinação deve ser fácil de ajustar”, explica Scheyla.

A integração entre piso aquecido e termostatos permite estabelecer horários e temperaturas de funcionamento, conforme os recursos disponíveis no modelo escolhido. O consumidor deve conferir quais programações são possíveis e como poderá alterá-las quando sua rotina mudar.

Uma demonstração precisa permitir que o consumidor experimente tarefas básicas: alterar uma temperatura, ajustar um horário, desligar uma programação e retomar o controle manual. Se essas ações exigem muitas etapas ou explicações, vale avaliar se a configuração pode ser simplificada.

A análise deve considerar todos os moradores. A localização dos controles, a clareza dos comandos e a possibilidade de realizar ajustes sem depender exclusivamente do celular merecem atenção.

“Na demonstração, vale pedir para fazer aquilo que será necessário no dia a dia. Alterar a temperatura ou mudar um horário precisa ser compreensível para quem vai utilizar o sistema. A facilidade de uso faz parte da entrega”, observa a executiva.
Também é importante esclarecer quais funções dependem da internet, quais continuam disponíveis sem conexão e como os equipamentos são operados nessas condições. O consumidor deve perguntar o que acontece após uma interrupção de energia e se as configurações são preservadas.

Instalação exige planejamento

A contratação deve incluir uma avaliação das condições do imóvel. Rede elétrica, conexão, localização dos equipamentos e eventuais intervenções precisam ser discutidas com os profissionais responsáveis antes da instalação.

Em uma obra ou reforma, a conversa entre fornecedores, arquiteto e projetistas permite organizar essas necessidades desde o início. Em imóveis prontos, o consumidor deve solicitar uma descrição do que será instalado, quais adaptações serão necessárias e como ocorrerá a execução.

“A simplicidade que o cliente encontra ao utilizar a tecnologia começa no planejamento. Entender o imóvel, alinhar o projeto com os profissionais envolvidos e orientar o morador são etapas fundamentais para uma boa experiência”, diz Scheyla.

O orçamento também deve apresentar o custo da solução completa. Além dos equipamentos, é necessário esclarecer os valores de instalação, configuração, acessórios, manutenção e eventuais cobranças recorrentes. Saber o que está incluído permite comparar propostas com maior precisão.

Recursos de programação podem ajudar a adequar o funcionamento dos equipamentos à rotina. Entretanto, uma promessa de redução de consumo deve vir acompanhada de informações sobre como o resultado foi medido e quais condições foram consideradas.

No aquecimento, características do imóvel, clima, área atendida, temperatura escolhida e tempo de utilização influenciam o consumo. Também é útil esclarecer se o sistema mede a energia utilizada ou apresenta uma estimativa.

“O controle permite adequar horários e temperaturas às necessidades do morador. Para falar em economia, é preciso observar as condições de uso e ter uma referência de comparação. A orientação deve ajudar o cliente a compreender o que influencia o consumo”, afirma Scheyla.

O suporte merece fazer parte da decisão de compra. Quem ajuda a ajustar uma programação? Como solicitar assistência? Há orientações de uso acessíveis? O que está coberto pela garantia? Essas perguntas ajudam a conhecer a continuidade do serviço.
Nos recursos conectados, também vale esclarecer quais dados são coletados, quem pode acessar a conta e como remover permissões. O consumidor deve perguntar como funcionam as atualizações e o que é necessário para transferir o controle dos equipamentos a outro morador.

“A entrega continua quando a família começa a usar a solução. É nesse momento que surgem dúvidas e necessidades de ajuste. O atendimento precisa ajudar o morador a incorporar os recursos à própria rotina”, destaca a Head da Hotfloor e SmartLy.

Uma casa inteligente facilita a vida quando seus recursos acompanham as necessidades de quem vive nela. Escolher funções úteis, testar os comandos e compreender as condições de instalação e atendimento são cuidados que ajudam a transformar tecnologia em conforto e praticidade.

Opinião: Quem ensina a pensar quando a máquina responde a quase tudo?

0

*Carolina Balera Trombini

Existe uma mudança importante acontecendo no debate educacional. Durante anos, a discussão sobre tecnologia na escola muitas vezes foi conduzida em torno da mesma pergunta: quanto mais digital a educação se tornar, melhor ela será? 

A Didacta 2026, maior feira de educação da Europa, realizada em Colônia, mostrou que a discussão entrou em uma nova etapa. A inteligência artificial continua no centro das atenções. Mas o foco deixou de ser apenas a adoção de ferramentas. A questão agora é mais sofisticada: como formar estudantes capazes de usar tecnologia com autonomia intelectual, responsabilidade e capacidade crítica? 

Essa mudança de perspectiva é relevante. A IA já começou a transformar profundamente o modo como trabalhamos, pesquisamos, produzimos conhecimento e aprendemos. Ignorar isso seria desconectar a escola da realidade. Ao mesmo tempo, a presença crescente dessas ferramentas torna ainda mais importante desenvolver capacidades essencialmente humanas: interpretação, argumentação, criatividade, repertório cultural, discernimento ético e colaboração. 

Paradoxalmente, quanto mais a tecnologia avança, mais evidente se torna a importância da formação humana. Um estudante hoje consegue acessar informações em segundos, produzir imagens, organizar dados e até gerar textos completos com apoio de inteligência artificial. Isso amplia possibilidades extraordinárias de aprendizagem. Mas também cria uma nova responsabilidade educacional. 

A escola precisa ensinar os estudantes não apenas a utilizar ferramentas, mas a compreender limites, avaliar evidências, formular perguntas relevantes e transformar informação em conhecimento. Esse talvez seja um dos maiores desafios contemporâneos. 

O problema da educação há algum tempo já não é mais a falta de acesso à informação. O desafio agora está na capacidade de interpretar, relacionar e construir sentido. Nesse contexto, a inteligência artificial não reduz a importância da escola nem do professor. Ao contrário, acrescenta uma nova responsabilidade à educação: formar estudantes capazes de usar essas ferramentas com autonomia, criticidade e responsabilidade. 

O professor que sempre ocupou o lugar de transmissor de conteúdo, agora também assume ainda mais o papel de mediador, orientador e formador de pensamento crítico. Foi justamente essa percepção que apareceu com força na Didacta. 

Mesmo em um evento marcado por tecnologia, as discussões mais relevantes envolveram temas como saúde mental, convivência, atenção, criatividade, bem-estar e aprendizagem ativa. A escola do futuro parece caminhar para um modelo mais integrado. 

Tecnologia, ciência, sustentabilidade, formação emocional e competências humanas já não aparecem mais como temas isolados no ambiente educacional. Passam a funcionar como dimensões complementares de uma mesma formação. Isso ajuda a explicar por que metodologias baseadas em projetos, investigação, resolução de problemas e experimentação ganharam tanto espaço. Quando as respostas automáticas estão cada vez mais disponíveis, formular boas perguntas se torna uma habilidade valiosa. 

A inteligência artificial provavelmente ampliará a produtividade, democratizará ferramentas sofisticadas e acelerará processos de aprendizagem. Mas nenhuma tecnologia substitui integralmente aquilo que acontece quando um estudante aprende a argumentar, conviver, investigar, criar conexões e compreender problemas reais. 

A escola do futuro não será menos tecnológica. Ela provavelmente será ainda mais digital, mais conectada e mais orientada por dados, mas seu diferencial continuará sendo profundamente humano: formar pessoas capazes de pensar com autonomia em um mundo cada vez mais automatizado.

*Carolina Balera Trombini é Gerente de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação do Biopark Educação.

Opinião: A eleição que também nos educa

0

“A educação é o ponto em que decidimos se amamos o mundo o bastante para assumirmos a responsabilidade por ele.” Hannah Arendt

Em períodos eleitorais, o país volta sua atenção para as propostas, as declarações e os confrontos entre os candidatos. Mas existe outra dimensão desse processo que merece ser observada: o que as crianças aprendem ao acompanhar não apenas o debate político, mas também a maneira como os adultos reagem a ele.

Depois de quase meio século dedicado à educação e à convivência com crianças e adolescentes, aprendi que eles não escutam apenas aquilo que lhes dizemos. Observam, sobretudo, quem somos quando não estamos tentando ensiná-los.

Essa constatação não me coloca em uma posição confortável. Ao contrário, obriga-me a perguntar quantas vezes minhas atitudes ensinaram algo diferente daquilo que eu pretendia defender com minhas palavras. A distância entre o discurso e a maneira como agimos não é um problema exclusivo dos outros. Ela atravessa todos nós.

É fácil reconhecer a intolerância naquele de quem discordamos. Mais difícil é percebê-la em nosso vocabulário, na impaciência com que interrompemos alguém, no prazer com que ridicularizamos o adversário ou na facilidade com que compartilhamos uma informação apenas porque ela confirma nossas convicções.

As crianças observam essas pequenas escolhas. Percebem como reagimos no trânsito, como tratamos quem nos atende no mercado, como nos comportamos diante de uma derrota no futebol e o que fazemos quando somos contrariados em uma conversa familiar. Também escutam comentários que julgamos inofensivos e acompanham, muitas vezes em silêncio, nossas reações nas redes sociais.

Todos somos educadores, ainda que em diferentes graus de proximidade e influência.

Essa responsabilidade é coletiva, embora não se distribua igualmente. Quanto maior for a visibilidade, a autoridade ou o alcance da palavra de um adulto, maior será o impacto do modelo que ele oferece.

Não educamos apenas quando assumimos formalmente essa tarefa. Nossos comportamentos passam a compor o mundo com base no qual as crianças constroem referências sobre como viver com os outros.

Os estudos do psicólogo Albert Bandura mostraram a importância da aprendizagem por observação. Isso não quer dizer que uma criança reproduza automaticamente tudo o que testemunha. Significa que as atitudes dos adultos passam a integrar o repertório com o qual ela interpreta situações, estabelece relações e faz suas escolhas.

Essa compreensão muda a pergunta que costumamos fazer. Em vez de pensarmos apenas em como devemos educar as crianças, talvez precisemos perguntar: quem devemos nos tornar para que elas encontrem em nós referências que mereçam levar para a vida?

Educar as crianças exige que os adultos continuem educando a si mesmos.

Adela Cortina nos lembra que o ethos, o caráter, se forja nas escolhas reiteradas. Não é algo que possuímos de maneira definitiva, mas uma construção cotidiana. Formamo-nos cada vez que escolhemos como reagir: contendo um impulso, escutando antes de responder, reconhecendo um erro ou revendo uma certeza.

Não se trata de aparentar perfeição diante das crianças. Elas não precisam de adultos infalíveis. Também aprendem quando presenciam alguém admitindo uma falha, pedindo desculpas e tentando reparar o dano.

As campanhas eleitorais intensificam divergências, mobilizam emoções e expõem nossas convicções. Podem estimular a argumentação e a participação democrática, mas também alimentar rótulos, simplificações e hostilidades. Nenhum de nós está inteiramente protegido desse risco.

Por isso, as eleições podem representar uma grande oportunidade de humanização das relações. Não precisamos esconder nossas posições nem criar diante das crianças uma falsa aparência de unanimidade. Podemos mostrar que pessoas com ideias diferentes não precisam se transformar em inimigas e que escutar não significa concordar.

Humanizar o debate, porém, não significa considerar equivalentes todas as posições. Divergências democráticas não podem ser confundidas com discursos que atacam direitos, incitam a violência ou negam a dignidade de determinados grupos.

A tolerância não exige passividade. Ideias devem ser examinadas, questionadas e, quando necessário, rejeitadas. O desafio está em confrontá-las sem reproduzir a mesma desumanização que condenamos. É possível estabelecer limites e defender convicções sem sentir prazer em humilhar quem está do outro lado.

Essa talvez seja uma das aprendizagens mais difíceis da democracia.

Se queremos que as novas gerações construam um mundo mais humano, não basta esperar que sejam melhores do que nós. Precisamos permitir que a presença delas também nos eduque, revele nossas incoerências e nos faça reconsiderar a maneira como convivemos.

Este período pode nos conduzir a uma pergunta que antecede a escolha de qualquer candidato: quem nos tornamos enquanto escolhemos?

A urna registrará nosso voto. As crianças, porém, estarão aprendendo com o caminho que fizermos até ela.

*Miriã Salles é pedagoga, psicopedagoga e diretora do Colégio Santo Ivo International School.

Grupo Mabu prepara uma das maiores Black Fridays de sua história

Para quem está planejando aproveitar os últimos meses do ano para viajar, descansar ou já começar a organizar as próximas férias, a Black Friday pode ser uma oportunidade para encontrar tarifas mais competitivas. De olho nesse movimento, o Grupo Mabu prepara uma das maiores campanhas de Black Friday de sua história, com condições especiais em todos os seus empreendimentos.

A campanha, que acontece de 23 a 29 de novembro, reúne condições especiais para quem já está planejando as próximas férias ou simplesmente quer aproveitar uma oportunidade para fazer uma pausa. As ofertas incluem hospedagem e lazer em Foz do Iguaçu e Curitiba, com opções que vão de uma temporada no resort à programação do Blue Park e às experiências do My Mabu.

Na hotelaria, os descontos chegam a 50%, com possibilidade de parcelamento em até 10 vezes sem juros. As condições serão válidas para o Mabu Thermas Grand Resort, em Foz do Iguaçu, e para o Mabu Curitiba Business, na capital paranaense. A campanha também contempla o Blue Park, parque aquático do grupo em Foz do Iguaçu, e o My Mabu, operação voltada à propriedade de férias.

A estratégia acompanha um comportamento cada vez mais comum entre os consumidores: antecipar a compra de viagens para conseguir melhores condições e transformar a Black Friday em uma oportunidade não apenas para adquirir produtos, mas também para planejar experiências.

Para quem quiser receber as ofertas antes do público geral, o Grupo Mabu criou uma lista VIP, com acesso antecipado às promoções. Para participar, basta acessar o link disponível na bio do Instagram @hoteismabu e realizar o cadastro.

Com a proximidade da temporada de férias e das festas de fim de ano, a expectativa é de que a campanha também movimente a procura por destinos de lazer, especialmente Foz do Iguaçu, que combina as Cataratas, uma das principais atrações turísticas do Brasil, com a estrutura de entretenimento oferecida pelo complexo Mabu.

Chás Real transforma quase dois séculos de história em minissérie de época para o Instagram

Uma negociação entre o Sr. Fontana e Thomas Shelby é o ponto de partida da nova ação promocional da Chás Real nas redes sociais. O primeiro capítulo da série com seis episódios estreou no domingo (4), no perfil da marca e já ultrapassou as  200 mil visualizações. A produção inédita foi criada para aproximar o público da trajetória da indústria de erva-mate mais antiga do país, fundada em 1834 e hoje na quinta geração da mesma família.

“A nossa história tem quase 200 anos e sempre foi contada em livros, fotos e documentos. Queríamos que as pessoas pudessem assistir a ela com aventura e bom humor, no lugar onde estão hoje, que é o celular”, afirma Henrique Fontana, diretor-geral da Chás Real. Ele assina o roteiro ao lado de Lucas Metzger e Pedro Gamborgi e também atua, no papel do senhor Fontana.

Na trama, Thomas Shelby, protagonista da série britânica Peaky Blinders, desembarca no Brasil dos anos 1920 para negociar com um produtor de chá. Depois de pedir um cavalo ao anfitrião, ele segue até a fábrica e conhece a produção. Um jantar na casa dos Fontana, com a tradição da comida italiana, parece selar a aproximação. Os visitantes, porém, escondem outra intenção.

A história é uma ficção, mas quase tudo o que aparece na tela é real. O automóvel é um Ford 1929 original, do acervo da família. A fábrica é a sede da Chás Real, em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba. 

As cenas de estação e de vagões foram feitas em parceria com a Serra Verde Express, que opera o Trem da Serra do Mar Paranaense. A ferrovia, inaugurada em 1885, era o caminho usado para levar a erva-mate do planalto até o Porto de Paranaguá. E Curitiba foi um dos maiores polos dessa indústria entre meados do século 19 e início do século 20.

Três dias de gravação e 13 pessoas

O projeto soma cerca de três meses de trabalho, do roteiro à edição. As filmagens ocuparam três dias inteiros e reuniram 13 pessoas, sendo seis na equipe técnica e sete no elenco.

A captação foi feita com uma câmera Sony A7 III e lentes de 28 mm e 16 mm, esta última do tipo grande angular, que amplia o campo de visão. As imagens têm resolução 4K, de alta definição, e já foram gravadas na vertical, no formato da tela do celular. Cada episódio dura entre um minuto e um minuto e meio.

A Inteligência Artificial entrou em uma única etapa: a criação da trilha sonora, na pós-produção. Todo o restante foi filmado com atores, locações e equipamentos reais, incluindo a fumaça que aparece nas cenas. “Escolhemos fazer como no cinema, com gente, cenário e objeto de verdade. A tecnologia ajudou na música, mas a emoção vem do que foi filmado”, explica Pedro Gamborgi, diretor da minissérie.

Shelby é vivido por Ellinton Noronha, sósia do personagem e único integrante do elenco que não é paranaense. Rossana Fontana interpreta a esposa do senhor Fontana. Aurélio Jr. e Igor Stella fazem os seguranças da família, enquanto Lucas Andrade e Diego Pereira são os capangas do visitante.

O segundo episódio entra no Instagram da marca no próximo domingo, 11 de outubro. 

Serviço Minissérie da Chás Real
Onde: perfil da Chás Real no Instagram @chasreal

 Episódio 1: 4 de outubro (já disponível)
Episódio 2: 11 de outubro
Episódio 3: 18 de outubro
Episódio 4: 25 de outubro
Episódio 5: 1º de novembro
Episódio 6: 8 de novembro

Ficha técnica Texto e roteiro: Henrique Fontana, Lucas Metzger e Pedro Gamborgi
Direção: Pedro Gamborgi
Produção: FOV FILMS
Filmmaker principal: Eduardo Trippia
Áudio: Felipe Pereira
Equipe de suporte: João Garcia e Guilherme Elenco: Ellinton Noronha, Henrique Fontana, Rosana Fontana, Aurélio Jr., Igor Stella, Lucas Andrade e Diego Pereira

Sobre a Chás RealFundada em 1834, a Chás Real é a indústria de erva-mate mais antiga do Brasil. Com fábrica em Almirante Tamandaré (PR), é uma das poucas empresas do país que seguem sob a gestão da mesma família há cinco gerações.

Óleo mais barato pode sair caro para quem trabalha com moto

Na rotina de um motoboy, a quilometragem pode se acumular rapidamente. Uma moto que percorra 200 quilômetros por dia, durante seis dias, chegará a 1.200 quilômetros em uma semana. Dependendo do modelo e do plano de manutenção, essa intensidade de uso pode fazer com que a troca de óleo seja necessária semanalmente. Não há, porém, um prazo semanal válido para todas as motos: a referência deve ser sempre o manual do fabricante.

“Escolher o produto apenas pelo menor preço pode sair caro: um item que não atende a essas exigências perde a capacidade de proteção mais cedo, pede trocas mais frequentes e acelera o desgaste das peças. A longo prazo, esses danos ao motor podem reduzir a vida útil do veículo”, explica Luiz. 

O especialista alerta também que circular com o nível de óleo abaixo do indicado, usar um produto incompatível ou ultrapassar repetidamente o intervalo de troca pode aumentar o desgaste de componentes e contribuir para danos ao motor. 

 “Quem usa a moto para trabalhar precisa olhar para a quilometragem, não apenas para o calendário. Em uma semana de entregas, o veículo pode rodar o equivalente a várias semanas de uso comum. O intervalo de troca e a especificação do óleo devem seguir o manual de cada modelo”, explica. 

Para organizar a manutenção, o motociclista pode anotar a quilometragem percorrida por semana, registrar cada troca e verificar regularmente o nível do óleo conforme as instruções do fabricante. Assim, a decisão deixa de se apoiar apenas no preço imediato e passa a considerar o custo de manter a moto rodando.

E para quem depende da moto para trabalhar, o preço do óleo é apenas uma parte da conta. “Para o entregador, uma falha no motor pode trazer o custo do conserto e os dias em que a moto fica parada. A manutenção feita no prazo ajuda a proteger o veículo, a segurança e a continuidade do trabalho”, completa. 

www.acipar.com.br

Castelo do Batel recebe evento que reúne mais de 80 fornecedores de casamentos e festas de 15 anos em Curitiba

Planejar um casamento ou uma festa de 15 anos exige tempo, pesquisa e muitas reuniões. Para facilitar a vida de quem está organizando uma celebração inesquecível, Curitiba recebe no dia 18 de outubro (domingo) a Tarde das Noivas e Debutantes. O encontro será realizado no Castelo do Batel, das 14h às 21h, e vai reunir mais de 80 fornecedores do setor de eventos.

O objetivo da feira é permitir que noivas, debutantes e suas famílias consigam resolver praticamente todas as etapas da festa em um único dia. No local, os visitantes poderão conhecer de perto o trabalho de especialistas em vestidos, decoração, alta gastronomia, doces finos, fotografia, filmagem, música, beleza, acessórios e lembrancinhas.

Segundo a organizadora do evento, Larissa Sieradzki, a proposta é criar uma experiência prática, acolhedora e inspiradora. “A ideia é que a pessoa consiga comparar opções, conversar diretamente com os profissionais, tirar dúvidas e encontrar tudo o que precisa para tirar os planos do papel, com a segurança de estar lidando com fornecedores selecionados”, destaca.

Além do contato direto com os profissionais, quem passar pelo Castelo do Batel poderá conferir desfiles de trajes de gala e moda noiva, além de degustar opções de buffet e confeitaria fina. Os ingressos já estão à venda na plataforma Sympla e a expectativa é movimentar o mercado de eventos sociais da capital paranaense nesta reta final de ano.

Serviço:
Tarde das Noivas e Debutantes
Data: 18 de outubro de 2026 (domingo)
Horário: Das 14h às 21h
Local: Castelo do Batel (Av. do Batel, 1323 – Batel, Curitiba/PR)
Atrações: Mais de 80 fornecedores, desfiles, degustação e tendências para festas
Ingressos: À venda pelo Sympla

Rockin’1000 Jam, Disco Fever e Banda Hori são destaques da agenda de outubro do Hard Rock Cafe Curitiba

0

Programação do mês reúne músicos da comunidade internacional Rockin’1000, festa inspirada na era Disco e show que marca o retorno do cantor aos palcos após dez anos

A programação de outubro do Hard Rock Cafe Curitiba reúne três atrações que passam por diferentes vertentes da música. No  dia  4  de  outubro,  às  17h,  o  espaço recebe a  1ª  Rockin’1000  Jam, encontro que reúne músicos de diferentes níveis para tocar clássicos do rock. No dia 16, é a vez da Disco Fever, festa temática que resgata o glamour das pistas dos anos 1970. Já no dia 24, Fiuk retorna aos palcos após dez anos, em show que revisita sucessos de sua trajetória.

Conhecido como “a maior banda de rock do mundo”, o Rockin’1000 chega ao Hard Rock Cafe Curitiba em formato Jam, com músicos se revezando no palco, em diferentes formações a cada canção. Criado em 2015, na Itália, o projeto ganhou projeção internacional ao reunir mil músicos para tocar simultaneamente “Learn to Fly”, do Foo Fighters, e seguiu com a realização de concertos que passaram pelos grandes estádios europeus e das Américas. As inscrições para os músicos são gratuitas e seguem abertas via canais oficiais Rockin’ 1000 enquanto houver vagas. O evento acontece neste domingo, 04 de outubro, às 17h, com entrada para o público a R$ 30.

No dia 16, o restaurante entra no clima das pistas dos anos 70 com a Disco Fever. A festa acontece a partir das 18h e terá o DJ Elefar no comando do som, com um set dedicado à disco music e ao boogie. A proposta é recriar a atmosfera das grandes discotecas da época, com trilha sonora, iluminação e uma programação inspirada na estética da década. O público também é convidado a entrar no clima com o dress code “Disco Glam”, que aposta em paetês, lamês, cetim, veludo e tons de dourado, prata e preto. Os ingressos serão vendidos em lotes, a partir de R$ 120.

No dia 24, a Banda Hori sobe ao palco do Hard Rock Cafe Curitiba com Fiuk entre os integrantes. A apresentação marca o retorno oficial do cantor aos palcos após uma década sem realizar uma turnê completa, com um repertório que inclui “Quem Eu Sou”, “Só Você”, “Eterno Pra Você” e “Quero Toda Noite”.

Serviço

1ª Rockin’1000 Jam

Data: 4 de outubro

Horário: 17h

Entrada: R$ 30

Local: Hard Rock Cafe Curitiba – Rua Buenos Aires, 50 – Batel

Informações: https://pages.rockin1000.com/jams-brazil

Disco Fever

Data: 16 de outubro 

Horário: das 18h à meia-noite

Local: Hard Rock Cafe Curitiba – Rua Buenos Aires, 50 – Batel

Ingressos: a partir de R$ 120 (1º lote promocional), via Pix

Informações: (41) 99821-1930

Ingressos: https://discofever.pplx.app/

Banda Hori

Data: 24 de outubro 

Horário: Abertura 18h | Meet & Greet —  20h | Show — 21h

Ingressos: a partir de R$ 50 (meia-entrada) e R$ 100 (inteira)

Meet & Greet: R$ 200 (não inclui ingresso para o show)

Ingressos: https://www.diskingressos.com.br/event/3920

SOBRE O HARD ROCK CAFE CURITIBA

Inaugurado em 2015, o Hard Rock Cafe Curitiba realiza em torno de 1.460 shows anuais. Instalada no bairro do Batel e com capacidade para receber simultaneamente 1.000 pessoas, a maior unidade da marca no Brasil já recebeu mais de 3 milhões de clientes desde sua abertura. O empreendimento conta com áreas para atender a vários formatos de eventos (corporativos e sociais), além de uma das lojas mais completas do Hard Rock.