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Jovem Aprendiz: como apoiar o adolescente na primeira experiência profissional sem deixar de lado a preocupação com os estudos

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Programa pode ajudar jovens a conquistar autonomia e desenvolver responsabilidade; CIEE/PR orienta famílias sobre como incentivar essa etapa

O ingresso no mercado de trabalho é um passo importante na vida dos jovens e adolescentes, mas também pode gerar dúvidas e receios nas famílias. Como conciliar trabalho e escola? Qual é a idade adequada para começar? E como garantir que a primeira experiência profissional seja positiva? O Programa Aprendiz, oferecido pelo Centro de Integração Empresa Escola do Paraná (CIEE/PR), pode ser a oportunidade para muitos pais e responsáveis tenham as respostas para essas perguntas e ajudarem os filhos na construção de uma trajetória profissional segura e bem orientada.


No Brasil, em 2026, o número de jovens aprendizes com carteira assinada ultrapassou os 664 mil, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). No Paraná, são 27,7 mil aprendizes ativos, com o estado liderando a inserção de adolescentes de 14 a 18 anos no mercado de trabalho na Região Sul. O programa combina formação teórica com a prática profissional em uma empresa. A proposta é permitir que o jovem desenvolva habilidades e conheça o ambiente de trabalho enquanto ainda está estudando.


Estudo e trabalho podem caminhar juntos
Para Carlos Roberto Oliveira de Almeida Santos, Gerente de Aprendizagem do CIEE/PR, o receio de muitos pais de que o emprego possa prejudicar o rendimento escolar é natural. Carlos Santos, no entanto, reforça que a Lei da Aprendizagem estabelece condições específicas para proteger o desenvolvimento do aprendiz. “A frequência escolar é um requisito para quem ainda não concluiu o Ensino Médio, e a jornada reduzida, de até seis horas diárias e até 30 horas semanais, busca favorecer a conciliação entre as atividades profissionais e os estudos”, explica.


O gerente de aprendizagem do CIEE/PR afirma que os benefícios para os jovens que participam do programa são inúmeros. “O contrato também prevê registro em carteira, salário, vale-transporte, férias e formação profissional. A legislação proíbe a realização de horas extras e determina que as férias do aprendiz menor de 18 anos coincidam, obrigatoriamente, com as férias escolares. Além da qualificação, a experiência pode contribuir para o amadurecimento dos adolescentes. Ao integrar uma equipe, eles aprendem a cumprir horários, assumir responsabilidades, lidar com diferentes pessoas e trabalhar em conjunto. O primeiro salário também representa uma oportunidade de desenvolver autonomia financeira e aprender a economizar e planejar gastos”, ressalta.


O papel da família é apoiar, não pressionar
Para que essa experiência seja positiva, a participação dos pais e responsáveis é fundamental. O primeiro passo é conversar com o adolescente sobre seus interesses, expectativas e objetivos, apresentando o programa como uma possibilidade de aprendizado, e não como uma obrigação. “A família também pode ajudar na organização da rotina, definindo horários específicos para as aulas, o trabalho, as tarefas escolares e o descanso. Acompanhar as notas e manter diálogo com a escola são medidas importantes para identificar eventuais dificuldades e ajustar a rotina sempre que necessário”, orienta Carlos Santos.
Outra dica é orientar sobre o uso do salário recebido. Incentivar o jovem a guardar parte do que recebe, se possível, para realizar um objetivo, como fazer um curso ou investir na própria formação, ajuda a desenvolver responsabilidade e planejamento financeiro desde cedo.


Serviço:
Quem pode participar: Jovens de 14 a 24 anos incompletos que estejam cursando o Ensino Fundamental, o Ensino Médio ou que já tenham concluído essa etapa escolar. Para PcD, não há limite máximo de idade. O participante do programa precisa ter Carteira de Trabalho.
Como fazer: O primeiro passo para quem deseja ingressar no programa é cadastrar gratuitamente o currículo no site do CIEE/PR, onde também é possível consultar informações sobre as oportunidades disponíveis.
Site do CIEE/PR: www.cieepr.org.br

Sobre o CIEE/PR
Há 59 anos, o Centro de Integração Empresa-Escola do Paraná (CIEE/PR) atua para promover a integração da comunidade ao mercado de trabalho como agente transformador. Por meio de programas de estágios e aprendizagem e cursos de capacitação, a instituição contribui para o desenvolvimento econômico e social do Estado. Junto com diversas entidades e empresas privadas, o CIEE/PR está presente nos 399 municípios do Paraná de forma física e online, e conta com 37 unidades físicas em cidades do Estado. Já recebeu cerca de 30 títulos de Utilidade Pública Municipal, possui dezenas de registros nos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente e nos Conselhos Municipais de Assistência Social, condição essencial para cumprir o propósito de trabalhar para fortalecer o desenvolvimento humano e social. Ao longo de cinco décadas de atuação, o CIEE/PR contribuiu para a inserção e aperfeiçoamento técnico e profissional de mais de 1,8 milhão de beneficiados.

Velocidade de venda de imóveis usados atinge segundo melhor índice do ano em Curitiba

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Dados da pesquisa de agosto do Secovi-PR demonstram cenário positivo, mesmo frente às incertezas do período eleitoral 

As incertezas quanto aos resultados das próximas eleições não foram suficientes para conter os resultados positivos do mercado imobiliário de usados em Curitiba (PR). Refletindo a maior confiança no setor, a Venda de Usados Sobre a Oferta (VUSO) residencial em agosto atingiu 5%, igualando-se ao indicador de março, ambos figurando como os melhores do ano e também os maiores desde agosto de 2024. No comparativo mensal, o índice ficou 1,3 ponto percentual (p.p) acima do registrado em julho e 1 p.p. superior em relação ao mesmo mês de 2025.

O segmento de terrenos não ficou atrás e também igualou em agosto os desempenhos dos meses de março e de junho de 2026, os melhores do ano, com a Venda Sobre a Oferta (VSO) de 2,6%. O resultado ficou 1,1 p.p. acima do apurado em julho e 0,9 p.p superior ao de agosto do ano passado. Os dados integram o levantamento recente realizado pelo Secovi Inteligência, ligado ao Sindicato da Habitação e Condomínio do Paraná (Secovi-PR). 

Outro índice que tem animado o mercado de imóveis usados na capital paranaense refere-se às modalidades de pagamento adotadas por quem adquiriu um bem no período. Em agosto, os financiamentos corresponderam a 70,6% das negociações efetivadas, o maior índice desde julho de 2024.

“Mesmo em um período em que as pessoas costumam aguardar o resultado da corrida eleitoral, a velocidade de venda dos imóveis tem subido, assim como a de terrenos, o que demonstra a confiança do investidor e do incorporador. Os financiamentos ultrapassaram os 70%, o que é considerado um marco, e são outro indicador positivo”, comenta Luiz Fernando Martins Alves, presidente do Secovi Inteligência. 

Tipos e endereços mais procurados

Entre as tipologias de imóveis mais procuradas por quem fechou negócio em agosto, os destaques foram as residências em condomínio fechado e as de alvenaria de dois dormitórios, cujas vendas avançaram 3,4 p.ps e alcançaram 4,4% e 5,1% da oferta disponível, respectivamente.  

Em seguida, apareceram os apartamentos de três dormitórios, com alta de 2,6 p.ps e VUSO de 7,4%. O mesmo percentual foi registrado pelos apartamentos de dois quartos, que avançaram 2,1 p.ps frente às unidades negociadas em julho.     

Já entre as localizações mais buscadas por quem adquiriu um imóvel para morar ou investir, o Centro manteve a liderança, concentrando 9,7% das negociações. Depois dele, apareceram CIC (5,8%) e Boqueirão (5,3%), além de Boa Vista e Portão (4,3% cada).

Secovi-PR é o maior doador da Campanha do Agasalho 2026 no Paraná

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Mobilização de condomínios e imobiliárias contribuiu para o resultado de 58 mil peças arrecadadas no Estado

O Secovi-PR se destacou como o maior doador de itens da 18ª Campanha do Agasalho do Sesc Paraná, encerrada nesta quarta-feira (30). A participação do sindicato mobilizou condomínios e imobiliárias e contribuiu para o resultado final de 58 mil peças arrecadadas em todo o Estado.

A campanha contou com pontos de arrecadação em diferentes regiões do Paraná. Londrina foi responsável pela maior quantidade de doações, com mais de 33 mil peças, seguida por Curitiba,Maringá, e Cascavel. Foz do Iguaçu não participou desta edição.

A atuação do Secovi-PR envolveu a mobilização de empresas do setor imobiliário e condomínios, ampliando o alcance da campanha junto à população. A participação reforça uma parceria histórica entre o sindicato, o Sesc Paraná e o Sistema Fecomércio PR em iniciativas voltadas à responsabilidade social.

Representando o Secovi-PR na cerimônia de encerramento, o vice-presidente de Planejamento, Ricardo Hirodi Toyofuku, destacou a participação do setor na campanha.

“A participação dos condomínios e das imobiliárias mostra a força que o setor imobiliário tem para mobilizar a sociedade em torno de uma causa. Para o Secovi, é uma satisfação poder contribuir com uma iniciativa que promove solidariedade e ajuda a levar doações para quem mais precisa. Essa parceria com o Sesc e o Sistema Fecomércio é muito importante e esperamos continuar participando de ações como essa.”

O encerramento da 18ª Campanha do Agasalho reuniu representantes do Sesc, Sistema Fecomércio PR, RPC, entidades parceiras e participantes da mobilização.

Oncologia 360 promove café beneficente com conversa sobre saúde e sexualidade feminina em Curitiba

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Encontro nesta sexta-feira (23), no Aquela Casa, abordará temas como perimenopausa e menopausa e terá arrecadação destinada ao Instituto Forja

A Oncologia 360 promove nesta sexta-feira, 23 de outubro, às 16h, no Aquela Casa, em Curitiba, o café beneficente “Entre fases e flores: uma pausa para o cuidado e a conexão”. A programação foi pensada como um espaço acolhedor para mulheres conversarem sobre saúde e as transformações da vida, com uma roda de conversa conduzida pela médica Stephanie Hanchar sobre sexualidade na perimenopausa e na menopausa.

Acompanhada por café e troca de experiências entre as participantes, a tarde também terá um propósito solidário. O valor de participação, de R$ 150, será revertido ao Instituto Forja, organização sem fins lucrativos que atua no bairro Campo de Santana, em Curitiba. A instituição oferece atividades educativas, culturais, esportivas e de formação para crianças, adolescentes e jovens, ampliando oportunidades dentro e fora da escola.

Para a médica Jerusa Karina Miqueloto, onco-hematologista da Oncologia 360 e uma das organizadoras do evento, a iniciativa conecta o acolhimento às mulheres ao apoio à comunidade. “Queremos abrir espaço para conversas sobre sexualidade e mudanças que fazem parte da vida das mulheres, mas nem sempre encontram oportunidade de escuta”, salienta a médica, reforçando o caráter social do evento, que é o de apoiar as ações do Instituto Forja.

SERVIÇO
Entre fases e flores: uma pausa para o cuidado e a conexão
Data: sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Horário: 16h
Local: Aquela Casa
Endereço: Rua Dr. Nelson de Souza Pinto, 480, São Lourenço, Curitiba
Participação: R$ 150; valor revertido ao Instituto Forja
Informações e inscrições: (41) 99231-5253.

Dor no quadril: identificar o problema é o primeiro passo para definir o tratamento

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Artrose, impacto femoroacetabular, bursites e tendinites podem ter sintomas semelhantes, mas exigem abordagens diferentes

Uma dor na virilha, dificuldade para cruzar as pernas ou até um travamento do quadril podem ter diferentes causas. Artrose, impacto femoroacetabular, bursites e tendinites estão entre os problemas que podem afetar a região, mas a origem do sintoma é o que ajuda a definir a melhor forma de tratamento.

“Os principais problemas do quadril se dividem em problemas intra-articulares, que ficam dentro da articulação, entre o fêmur e a bacia, e extra-articulares, que ficam fora dela”, explica o ortopedista e traumatologista Gladyston Mationski, do Hospital São Vicente e presidente da Regional Paraná da Sociedade Brasileira do Quadril.

Diferentes problemas, diferentes tratamentos

Entre os problemas intra-articulares mais frequentes está a artrose, também chamada de coxartrose quando afeta o quadril. Inicialmente, o quadro pode ser tratado de forma conservadora, com fisioterapia, medicamentos e infiltrações. Em casos graves, pode haver indicação de cirurgia para colocação de prótese total do quadril.

Outro problema que pode afetar adultos jovens, especialmente atletas, é o impacto femoroacetabular, alteração que ocorre entre o fêmur e a bacia. “Cada vez mais diagnosticado em atletas, se não for tratado precocemente, pode evoluir para artrose do quadril no futuro.”

Já entre os problemas extra-articulares estão condições inflamatórias, como a bursite trocantérica, que ocorre em uma bolsa localizada na região lateral do quadril, e diferentes tipos de tendinite. Elas podem afetar, por exemplo, os tendões dos glúteos, do reto femoral, do quadríceps e dos isquiotibiais, além da região do piriforme.

Dor e dificuldade de movimento são sinais de atenção

A dor pode aparecer na virilha, na região lateral ou posterior do quadril e vir acompanhada de outros sinais. Travamento, sensação estranha pela manhã e dificuldade para realizar movimentos do dia a dia também podem indicar que é hora de procurar avaliação especializada. “Também pode haver dificuldade de mobilidade: vestir meia ou calçado, cortar a unha do pé ou cruzar a perna, por exemplo”, indica Mationski.

A prática de atividades físicas, principalmente as de alto impacto, também pode estar relacionada a alguns problemas do quadril, acrescenta o médico. “Corrida e esportes coletivos — futebol, basquete, handebol e tênis — podem gerar impacto excessivo no quadril. O que mais protege as articulações é fazer alongamento e fortalecimento, mantendo a musculatura forte para protegê-las”, afirma.

Investigação começa pelo exame físico

A avaliação de um ortopedista é importante para identificar a origem dos sintomas. O exame físico permite analisar a região da dor, verificar possíveis restrições de mobilidade, avaliar os ângulos dos movimentos e observar a marcha do paciente.

“A parte mais importante da investigação é procurar um ortopedista e fazer o exame físico. É muito importante avaliar a região da dor, verificar se há restrição de mobilidade, calcular os ângulos de mobilidade e avaliar a marcha, ou seja, a forma como o paciente caminha”, explica o especialista.

O raio-X é o primeiro exame complementar utilizado na investigação. Dependendo da suspeita clínica, também podem ser necessários exames como tomografia e ressonância magnética.

Tratamento pode começar sem cirurgia

Mationski destaca que nem toda alteração no quadril exige uma intervenção cirúrgica. A conduta depende da condição identificada e, segundo o especialista, normalmente começa com tratamento conservador.

“Muitas das medidas são medicamentos, fisioterapia e retirada das atividades de impacto quando estão sobrecarregando o quadril. Normalmente, optamos por tratar de forma conservadora por alguns meses. Se o tratamento conservador falhar, a cirurgia pode ser indicada.”

Artroscopia funciona em casos selecionados

Quando há indicação cirúrgica, uma das possibilidades para determinadas condições é a artroscopia do quadril. A técnica minimamente invasiva é utilizada com frequência em casos de impacto femoroacetabular e lesões do labrum, especialmente quando o tratamento conservador não apresenta os resultados esperados.

Realizado por meio de pequenos acessos, o procedimento utiliza equipamentos específicos para permitir a avaliação e o tratamento das estruturas da articulação. Entre as características apontadas pelo especialista estão o menor sangramento e menos dor.

Sobre o Hospital São Vicente

O Hospital São Vicente é um hospital tradicional de Curitiba, há 86 anos em funcionamento, e possui o mais alto padrão de qualidade certificado pela Organização Nacional de Acreditação como Hospital de Excelência. Em uma estrutura moderna, conta com pronto atendimento 24 horas, centros médicos e serviços de diagnóstico e tratamento, centro de ortopedia, centro cirúrgico, e UTI. Possui Certificação em Nível A para Transplantes Hepáticos e Renais – Ministério da Saúde: Reconhecimento pela excelência e segurança nos procedimentos de transplante, consolidando sua posição como referência em transplantes de alta complexidade. Acreditação ONA Nível 3 e classificação Ouro no Programa Segurança em Alta da Unimed. Seu programa de Residência Médica é credenciado pelo Ministério da Educação (MEC) nas especialidades de Cirurgia Geral, Cirurgia Digestiva, Cancerologia Cirúrgica e Radiologia.

Hospital Pilar investe R$ 10 milhões em 2026 e apresenta novos quartos VIP

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Quatro apartamentos inauguram o conceito Uno Care, que amplia a experiência de cuidado com atendimento personalizado, conforto e serviços exclusivos

O Hospital Pilar, em Curitiba, investiu cerca de R$10 milhões em infraestrutura ao longo de 2026 e já começa a materializar essa nova fase com espaços específicos destinados a transformar a experiência do paciente. Entre as principais entregas estão 4 novos quartos VIP, que inauguram o conceito Uno Care, uma proposta de cuidado que combina assistência, conforto e hospitalidade. Os apartamentos receberam investimento de R$1,6 milhão.

Mais do que oferecer uma acomodação diferenciada, o Uno Care é uma proposta do hospital concebida como uma jornada que acompanha o paciente de ponta a ponta. O conceito inclui concierge dedicado antes, durante e após a hospitalização, valet exclusivo, controle personalizado de visitas e serviços de bem-estar. A experiência também contempla o acompanhante, com estrutura e atendimento pensados para proporcionar conforto durante a permanência no hospital.

“Quando a gente fala em apartamento VIP, a gente não está entregando só infraestrutura física. O mais importante é a gente se colocar como um hospital que passa a oferecer uma jornada diferenciada e exclusiva”, afirma Carlos Castanheira, diretor geral do Hospital Pilar. Segundo ele, a proposta representa uma nova maneira de pensar o atendimento. “A gente fala de uma experiência e não de um quarto VIP apenas. É uma forma diferente de pensar no atendimento ao paciente.”

O cuidado se estende também à alimentação. O conceito prevê uma experiência gastronômica personalizada, desde a seleção dos ingredientes até a apresentação dos pratos, considerando as necessidades de cada paciente. O ambiente foi planejado para proporcionar conforto e tranquilidade, com enxoval de alto padrão, incluindo lençois, travesseiros e toalhas com acabamento de 400 fios.

Outro diferencial está na atenção à continuidade do cuidado após a alta hospitalar. A proposta contempla o aprimoramento da preparação para esse momento, com orientações individualizadas, integração entre as equipes multidisciplinares e maior atenção à organização das próximas etapas do tratamento. A iniciativa faz parte de um modelo de cuidado em evolução, que busca fortalecer a conexão entre a experiência hospitalar e o acompanhamento do paciente após a internação. 

Um novo mural, assinado pelo artista curitibano Gardpam, também passa a fazer parte dessa experiência. Nome artístico de Fernando Ferlin, Gardpam, é muralista e grafiteiro paranaense, conhecido por obras de grandes dimensões em Curitiba e em diferentes partes do mundo. Integrado à área dos novos apartamentos, o mural traz em seus traços a arte e identidade local, fazendo conexão entre a cidade e a contemporaneidade do novo conceito. “O mural é um elemento a mais que dá vida à varanda e ajuda a resgatar referências da cidade e da própria história do Pilar. Abrir espaço para uma manifestação artística dentro de uma instituição hospitalar também é uma maneira de ampliar o conceito de cuidado”, explica Castanheira.

Para o diretor, a renovação busca aproximar a estrutura da experiência de cuidado oferecida pela instituição. “O que a gente quer é mostrar que é possível aliar uma saúde de qualidade, com humanização, onde tudo está contemplado, desde a infraestrutura até o acolhimento, conforto, beleza e experiências que contribuam para tornar a jornada do paciente mais leve”, afirma. Os 4 quartos representam o início da expansão do conceito Uno Care no hospital. A previsão é que futuramente esse conceito seja ampliado para uma ala com 16 leitos, aumentando a oferta dessa experiência para outros pacientes.

Sobre o Pilar Hospital

Com mais de 60 anos de tradição, o Pilar Hospital é reconhecido como referência na integração de tecnologia avançada e atendimento humanizado. Localizado no bairro Bom Retiro, em Curitiba, o hospital atende pacientes de todo o Paraná, oferecendo suporte essencial em diversas especialidades médicas. Sua estrutura robusta inclui 81 unidades de internação (enfermaria e apartamento) e 39 unidades de terapia intensiva e o Pilar Centro Médico, que realiza procedimentos ambulatoriais e cirúrgicos de baixa complexidade, em regime de hospital dia, consolidando seu papel na qualidade e acesso à saúde para os paranaenses.

Autonomia e direitos na Síndrome do X Frágil: Instituto brasileiro debate o tema em congresso internacional em Lisboa

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Famílias de pessoas com deficiência intelectual enfrentam o desafio cotidiano de incentivar escolhas e reconhecer necessidades de apoio; tema será levado pelo Instituto Buko Kaesemodel a congresso em Lisboa

Escolher uma atividade, fazer uma compra, visitar um amigo ou participar das decisões da própria casa. Situações comuns do cotidiano podem despertar dúvidas nas famílias de pessoas com deficiência intelectual: quando intervir? Quando oferecer ajuda? Quando dar espaço para que a pessoa experimente, escolha e aprenda? Entre a preocupação com a segurança e o desejo de incentivar a autonomia, essas respostas precisam considerar as habilidades, as dificuldades e as circunstâncias de cada indivíduo.

A discussão faz parte dos temas que o Instituto Buko Kaesemodel (IBK) levará ao Congresso Internacional “O Caminhar do Direito de Família, do Direito das Sucessões e do Biodireito”, nos dias 17 e 18 de novembro, em Lisboa. Por meio do Programa Eu Digo X, a instituição atua na pesquisa, na disseminação de informações, no acesso ao diagnóstico da síndrome do X Frágil e no apoio às famílias. Essa experiência aproxima o debate sobre proteção e direitos das situações vividas dentro de casa, na escola e nos espaços de convivência.

Para Luz María Romero, gestora do IBK, compreender as necessidades de apoio exige olhar para além do diagnóstico. “Não é possível discutir capacidade jurídica considerando apenas um diagnóstico. É preciso compreender o grau de comprometimento, as habilidades preservadas, o contexto familiar e o suporte disponível para cada pessoa. A avaliação deve ser individualizada, porque as necessidades de proteção e os níveis de autonomia são diferentes”, afirma.

Na rotina, isso significa observar cada situação com atenção. Uma pessoa pode escolher o que deseja comprar e precisar de ajuda para conferir o pagamento. Pode manifestar vontade de participar de uma atividade e necessitar de acompanhamento no deslocamento. Também pode compreender uma informação quando ela é apresentada de maneira mais acessível. Identificar essas diferenças ajuda a pensar em formas de apoio que favoreçam sua participação.

O receio de situações de abuso torna essa conversa especialmente delicada. Como reconhecer se a pessoa compreendeu uma proposta? Como ajudá-la a identificar uma abordagem que provoque desconforto? A quem ela pode recorrer quando precisa de ajuda? São perguntas que envolvem comunicação, vínculos de confiança e atenção às condições em que cada experiência acontece.

“Na síndrome do X Frágil, existem pessoas que necessitam de apoio durante toda a vida desde os cuidados pessoais até a administração de recursos, compreender documentos, tomar decisões ou proteger-se de situações de abuso. O desafio é encontrar mecanismos jurídicos que ofereçam essa segurança sem apagar a voz e as possibilidades de participação da própria pessoa”, explica Luz María.

Ouvir essa voz é parte central da discussão. Em uma conversa sobre passeios, compras ou mudanças na rotina, é preciso criar condições para que a pessoa expresse o que deseja, o que não deseja e aquilo que não compreendeu. Conforme suas necessidades de comunicação, essa participação pode exigir mais tempo, explicações acessíveis ou outros recursos de expressão. O ponto de partida é incluir a pessoa na conversa sobre decisões que afetam sua vida.

Dentro de casa, há oportunidades para observar como essa participação acontece: escolher entre atividades, opinar sobre um programa em família, organizar objetos pessoais ou assumir uma tarefa com o apoio necessário. Essas experiências também permitem perceber preferências e dificuldades que podem passar despercebidas quando alguém decide antecipadamente em seu lugar.

Para quem cuida, abrir espaço para escolhas pode exigir uma revisão de hábitos construídos ao longo de muitos anos. O acompanhamento constante favorece o conhecimento sobre a pessoa, mas também pode tornar difícil perceber mudanças em suas habilidades e interesses. A questão ganha novos contornos conforme os filhos crescem e passam a desejar outras experiências e relações.

Sabrina Mugiatti, idealizadora do Programa Eu Digo X e mãe de um jovem de 22 anos com síndrome do X Frágil, participará do congresso como mediadora de um bloco de palestras. Sua contribuição reunirá a experiência materna e o trabalho desenvolvido pelo Instituto. “Estar em Lisboa é uma oportunidade de mostrar que as discussões jurídicas sobre capacidade, curatela e tomada de decisão precisam considerar a vida real das famílias. O Instituto nasceu dessa vivência e hoje pode compartilhar, em um espaço internacional, aprendizados que foram construídos ao longo de muitos anos”, afirma.

No encontro, Luz María ministrará a palestra “Deficiência intelectual: aspectos psicológicos, avaliação do grau de comprometimento e implicações para autonomia e proteção — o caso da síndrome do X Frágil”. Organizado pela Associação de Direito de Família e das Sucessões (ADFAS) e pelo Instituto de Direito Brasileiro (IDB) da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, o congresso discutirá questões que atravessam as relações familiares e a proteção de direitos. As inscrições são gratuitas, e o congresso será transmitido online.

Ao levar esse tema a Lisboa, o IBK propõe aproximar as discussões jurídicas das escolhas que acontecem todos os dias. Uma compra, um encontro ou uma decisão em família oferecem situações concretas para perguntar qual apoio é necessário e como a pessoa pode participar. As respostas começam pela disposição de conhecer suas possibilidades, compreender suas dificuldades e escutar o que ela tem a dizer.

SERVIÇO

Congresso Internacional “O Caminhar do Direito de Família, do Direito das Sucessões e do Biodireito

Inscrições gratuitas: clique aqui

18 de novembro

17h00/18h00 – Incapacidade absoluta e capacidade relativa das pessoas com deficiência mental ou intelectual – meios de avaliação e proteção.

Maria Raquel Rei – Portugal | Membro do Centro de Investigação de Direito Privado (CIDP) da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL). Mestre e Doutora em Direito pela FDUL. Professora Auxiliar de Ciências Jurídicas da FDUL. Advogado.  

Luz Maria Romero – Brasil | Gestora do Instituto Buko Kaesemodel. Mestre em Linguística pela Universidade de Salamanca. Psicóloga com especialidade em Saúde Coletiva e Recursos Humanos.

Presidente da mesa: Sabrina Muggiati | Empreendedora no setor não governamental. Idealizadora do Programa Eu Digo X do Instituto Buko Kaesemodel que atende famílias com a Síndrome do X Frágil no Brasil.

Câncer de intestino em jovens: por que os casos antes dos 50 anos estão aumentando?

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Câncer de intestino em jovens: por que os casos antes dos 50 anos estão aumentando?

Morte da atriz Lua Blanco, aos 39 anos, volta a chamar atenção para o câncer colorretal de início precoce. Maioria dos casos não está ligada a síndromes hereditárias conhecidas, enquanto pesquisadores investigam o papel de fatores metabólicos, comportamentais, ambientais e da microbiota intestinal

O câncer de intestino sempre esteve mais associado ao envelhecimento. A idade continua sendo um dos principais fatores de risco, mas um movimento observado nas últimas décadas vem mudando parte desse cenário: os diagnósticos de câncer de cólon e reto estão aumentando entre pessoas com menos de 50 anos em diferentes países.

A morte da atriz e cantora Lua Blanco, neste domingo (18), aos 39 anos, voltou a chamar atenção para o tema. Segundo informações divulgadas após sua morte, ela havia descoberto havia poucos meses um câncer de intestino em estágio avançado.

O caso se soma a outros diagnósticos que ganharam repercussão pública nos últimos anos, como o da cantora Preta Gil, mas não são episódios isolados que permitem falar em uma mudança epidemiológica. O aumento do chamado câncer colorretal de início precoce, diagnosticado antes dos 50 anos, já é objeto de pesquisas internacionais.

Nos Estados Unidos, o National Cancer Institute (NCI) acompanha essa mudança e aponta que a tendência de crescimento entre adultos jovens começou a aparecer por volta da década de 1990. Ao mesmo tempo, a ciência ainda não encontrou uma explicação única para o fenômeno.

“A primeira mensagem importante é que câncer de intestino não é uma doença exclusiva de pessoas mais velhas. A maior parte dos casos ainda ocorre nas faixas etárias mais avançadas, mas estamos observando uma mudança que merece atenção. Um adulto jovem com sintomas persistentes também precisa ser investigado”, explica a Dra. Rosane R. Johnsson, oncologista clínica do IOP – Instituto de Oncologia do Paraná.

Por que o câncer de intestino está aumentando entre os jovens?

Essa é justamente a pergunta que a ciência tenta responder.

Obesidade, sedentarismo, alimentação pobre em fibras, consumo de carnes processadas e em excesso de carne vermelha, tabagismo e bebidas alcoólicas estão entre os fatores já associados ao câncer colorretal. Nos casos de início precoce, no entanto, eles parecem contar apenas parte da história.

Um dado ajuda a entender a complexidade: embora algumas síndromes genéticas aumentem significativamente o risco de desenvolver a doença mais cedo, apenas cerca de 10% a 20% dos cânceres colorretais de início precoce são atribuídos a fatores hereditários, segundo o NCI. A maior parte dos casos, portanto, ocorre sem uma síndrome hereditária conhecida que explique o diagnóstico.

Uma das linhas de pesquisa passa pelo chamado exposoma, conceito usado para estudar o conjunto de exposições acumuladas por uma pessoa ao longo da vida e a maneira como elas interagem com características individuais. Alimentação, obesidade, atividade física, álcool, tabagismo, medicamentos, exposições ambientais e alterações metabólicas estão entre os elementos investigados. A microbiota intestinal também entrou nesse radar.

“Provavelmente estamos diante de uma combinação de fatores. Há hábitos de vida que sabemos que aumentam o risco, existem síndromes hereditárias e histórico familiar, mas também há muitos pacientes jovens que não se encaixam nesses grupos. Por isso, seria precipitado atribuir esse crescimento a uma única causa”, diz a Dra. Rosane.

Obesidade, metabolismo e estilo de vida estão no radar

As mudanças metabólicas e comportamentais observadas nas últimas décadas são outra frente importante de investigação. Obesidade e sedentarismo já são fatores conhecidos de risco para câncer colorretal, mas pesquisadores tentam compreender em que medida o aumento dessas condições entre pessoas mais jovens pode estar relacionado ao crescimento dos diagnósticos precoces.

Estudos recentes também investigam alterações metabólicas, como níveis elevados de insulina, além da interação entre alimentação, inflamação e microbiota intestinal. Os resultados ajudam a montar um quadro mais amplo, mas ainda não permitem afirmar que um único desses fatores seja responsável pela tendência.

Essa cautela é importante. Ter obesidade, por exemplo, não significa que uma pessoa desenvolverá câncer de intestino, assim como ter hábitos considerados saudáveis não elimina completamente o risco.

E o que a microbiota intestinal tem a ver com isso?

Nos últimos anos, o ambiente intestinal ganhou espaço nessa investigação.

Um estudo internacional identificou uma assinatura de mutações relacionada à colibactina, uma toxina produzida por determinadas cepas da bactéria Escherichia coli, com maior frequência em tumores de pacientes diagnosticados antes dos 40 anos.

O achado despertou interesse porque sugere que determinadas exposições ocorridas mais cedo na vida possam deixar marcas no DNA das células do cólon. Ainda assim, trata-se de uma linha de pesquisa. Não significa que uma bactéria específica seja, sozinha, a causa do aumento do câncer colorretal entre jovens.

É justamente a combinação entre genética, ambiente, metabolismo, comportamento e microbiota que está entre as hipóteses estudadas para compreender por que pessoas nascidas em gerações mais recentes parecem apresentar maior risco.

Genética explica os casos em pessoas jovens?

Explica uma parcela, mas está longe de responder por todo o fenômeno.

Algumas condições hereditárias aumentam significativamente o risco de câncer colorretal em idades mais baixas, especialmente a síndrome de Lynch e a polipose adenomatosa familiar. O histórico familiar também precisa ser considerado. Mas os dados do NCI mostram que os fatores hereditários conhecidos estão presentes em uma minoria dos cânceres colorretais de início precoce.

Na prática, isso significa que não ter casos de câncer de intestino na família não elimina a possibilidade da doença. E esse é um ponto particularmente importante entre os mais jovens. Quando nem o paciente nem o profissional de saúde esperam encontrar um câncer naquela idade, existe o risco de sinais persistentes serem inicialmente associados a condições benignas.

Sangue nas fezes em uma pessoa jovem não deve ser automaticamente atribuído a hemorroidas

Uma das análises mais abrangentes sobre o assunto ajuda a dimensionar esse problema. Uma revisão sistemática e meta-análise publicada no JAMA Network Open reuniu 81 estudos e mais de 24,9 milhões de pessoas com menos de 50 anos. Entre os pacientes com câncer colorretal de início precoce, 45% apresentaram sangue nas fezes, 40% dor abdominal e 27% alteração do hábito intestinal.

O estudo mostrou ainda outro dado relevante: atrasos entre o início dos sintomas e o diagnóstico foram frequentes. A mediana encontrada foi de quatro meses e a média, de pouco mais de seis meses. Ter sangue nas fezes, dor abdominal ou uma mudança no funcionamento intestinal não significa automaticamente câncer. O problema está em normalizar sintomas que persistem.

Perda de peso sem explicação e anemia também merecem investigação, especialmente quando não há uma causa definida. “Não é preciso transformar qualquer alteração intestinal em motivo de medo. O problema é normalizar um sintoma que persiste. Sangramento recorrente, mudança no funcionamento do intestino ou uma anemia sem explicação precisam ter sua causa esclarecida, independentemente da idade”, orienta a oncologista.

Brasil deve registrar mais de 53 mil novos casos de câncer de cólon e reto em 2026

O aumento entre jovens merece atenção, mas é importante colocá-lo em perspectiva: a maior parte dos diagnósticos ainda acontece em pessoas mais velhas. No Brasil, as estimativas mais recentes do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apontam 53.810 novos casos de câncer de cólon e reto em 2026, sendo 26.270 entre homens e 27.540 entre mulheres. Excluindo os tumores de pele não melanoma, cólon e reto aparecem como o segundo tipo de câncer mais incidente nos dois sexos.

A nova estimativa do INCA vale para o triênio de 2026 a 2028 e prevê cerca de 53,8 mil novos diagnósticos da doença a cada ano. Os números brasileiros, entretanto, não devem ser usados para concluir que o país apresenta exatamente a mesma velocidade de crescimento entre jovens identificada em estudos realizados nos Estados Unidos ou na Europa. São populações e bases epidemiológicas diferentes.

O que os estudos internacionais deixam claro é que o câncer colorretal de início precoce deixou de ser tratado como uma ocorrência excepcional e passou a ser investigado como uma mudança que precisa ser compreendida.

É possível prevenir o câncer de intestino?

Nem todos os fatores de risco podem ser modificados, mas parte deles pode.

Manter o peso adequado, praticar atividade física regularmente e ter uma alimentação com frutas, verduras, legumes, cereais integrais e outras fontes de fibras estão entre as medidas recomendadas para redução do risco. Limitar o consumo de carnes vermelhas, evitar carnes processadas, não fumar e evitar bebidas alcoólicas também fazem parte das orientações de prevenção.

Há ainda uma característica importante do câncer colorretal: muitos tumores surgem a partir de pólipos, alterações que podem ser encontradas e retiradas antes que evoluam para câncer.

A colonoscopia permite visualizar o cólon e o reto e retirar pólipos durante o próprio procedimento. Em 2026, o SUS também passou a adotar o teste imunoquímico fecal, o FIT, como estratégia para detectar pequenas quantidades de sangue oculto nas fezes antes mesmo do aparecimento de sintomas, com encaminhamento para exames complementares quando necessário.

A indicação do rastreamento e o momento de iniciá-lo dependem da idade e do risco individual. Pessoas com histórico familiar relevante, síndromes hereditárias ou determinadas condições clínicas podem precisar de acompanhamento diferente daquele recomendado para a população geral.

“Prevenção não significa apenas fazer um exame. Significa conhecer o histórico familiar, reduzir fatores de risco modificáveis e não ignorar sintomas. E, quando existe indicação de rastreamento, realizá-lo no momento adequado. O aumento dos casos entre jovens reforça principalmente uma mudança de percepção: idade baixa, sozinha, não deve ser motivo para descartar a investigação”, conclui a Dra. Rosane R. Johnsson.

Sobre o Grupo Med4U

A Med4U é uma holding que engloba algumas das marcas mais reconhecidas no setor da saúde, oferecendo soluções integradas e inovadoras para pacientes e profissionais. Entre as empresas que fazem parte da Med4U estão o IOP (Instituto de Oncologia do Paraná), o IOP Educa, o IOP Pesquisa, o Valencis, a Spesia e o Oncoville. Também fazem parte a Santé Cancer Center, com unidades em Lages e Caçador, em Santa Catarina, e a Clínica Prognóstica Oncologia, sediada em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Juntas, essas instituições formam um grupo dedicado à excelência no cuidado oncológico, educação e inovação em saúde.

O IOP, a marca mais antiga do grupo, que completou 31 anos de atuação em 2026, continua sendo uma referência no tratamento do câncer. Com quatro sedes em Curitiba (PR), o IOP se destaca por suas parcerias estratégicas, como a aliança com o Hospital São Marcelino Champagnat que oferece um tratamento integrado e a parceria com o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, sendo a primeira clínica no sul do Brasil a integrar a Rede Einstein de Oncologia e Hematologia. O IOP também se destaca por ter o mais alto nível de acreditação de qualidade no Paraná (ONA 3).

O IOP oferece tratamentos avançados e humanizados, utilizando tecnologia de ponta e uma abordagem multidisciplinar, que inclui Nutrição, Psicologia, Enfermagem, Farmácia e Educador Físico. Além disso, terapias complementares como cromoterapia, aromaterapia e musicoterapia ajudam a proporcionar um cuidado mais completo e humanizado.

Para mais informações ou para agendar sua consulta, acesse nosso site: https://iop.com.br

IOP: Há 31 anos cultivando histórias, cuidando de pessoas.

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Hospital São Marcelino Champagnat
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(41) 3087-7600

Shopping Jardim das Américas funciona normalmente no domingo de eleições

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Shopping Jardim das Américas funciona normalmente no domingo de eleições

O Shopping Jardim das Américas funcionará normalmente neste domingo, 25 de outubro, data do segundo turno das Eleições 2026. As lojas e operações de lazer estarão abertas das 14h às 20h, enquanto a praça de alimentação funcionará das 12h às 21h. Cinema e academia seguem seus horários próprios.

Quem estiver pela região antes ou depois da votação poderá aproveitar o domingo para almoçar, ir ao cinema, passear com a família ou fazer compras. O funcionamento segue os horários habituais de domingo, sem alteração em razão das eleições.

Confira os horários de funcionamento

• Lojas e lazer: das 14h às 20h
• Alimentação: das 12h às 21h
• Cinema e academia: conforme horários próprios.

Serviço:

Shopping Jardim das Américas

Endereço: Av. Nossa Senhora de Lourdes, 63, Jardim das Américas, Curitiba.

Compras online – assistente virtual – FLORA (41) 99238-1421

Telefone:(41) 3366-5885

Shopping Jardim das Américas terá Halloween com doces e criatividade

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Shopping Jardim das Américas terá Halloween com doces e criatividade

Dias assustadoramente divertidos estão chegando ao Shopping Jardim das Américas, com atividades temáticas e muita criatividade para as crianças. Nos dias 24 e 25 de outubro, a tradicional Caça aos Doces convida os pequenos a entrar no clima da data pelos corredores do mall, com inscrições no valor de R$ 15.

A diversão continua nos dias 31 de outubro, com pintura em gesso de Halloween, 1º de novembro, com a oficina Porta Trecos Assustador, e 2 de novembro, com a atividade Óculos Maluco. As três atrações são gratuitas, com inscrições realizadas no local.

As atividades acontecem na Praça de Eventos, no 2º piso, das 14h às 20h. As vagas são limitadas, garantindo momentos de diversão para as famílias que desejam aproveitar o Halloween no Shopping Jardim das Américas.

Serviço:

24 e 25/10: Caça aos Doces – Inscrições pelo app – R$ 15,00.

31/10: Pintura em gesso de Halloween – Inscrições no local – Gratuito

01/11: Porta Trecos assustador – Inscrições no local – Gratuito

02/11: Óculos maluco – Inscrições no local – Gratuito

Praça de Eventos – 2º Piso | Das 14h às 20h | Vagas limitadas

Shopping Jardim das Américas

Av. Nossa Senhora de Lourdes, 63 – Jd. das Américas

Compras online – assistente virtual – FLORA (41) 99238-1421

(41) 3366-5885