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Site bilíngue: como ser notado em dois países com técnicas de SEO

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Site bilíngue: como ser notado em dois países com técnicas de SEO

Brasileiro que mora no Canadá mostra como trabalhar em dois países de forma digital

Trabalhar para dois países ao mesmo tempo já não é um privilégio restrito a grandes empresas. Com uma estratégia digital bem estruturada, isso se tornou uma possibilidade real, inclusive para pequenas e médias marcas. Essa é a proposta por trás do novo site da Sirène Media & Strategy, agência fundada pelo brasileiro Lucas Raganhan, que hoje vive no Canadá e atende clientes tanto no Brasil, na América Latina quanto na América do Norte.

Mais do que uma versão traduzida, o site nasce bilíngue, pensado estrategicamente para dois mercados diferentes. E Lucas explica quando faz sentido ter um site em dois idiomas e como isso pode abrir portas internacionais.

A história começa no Brasil, passa pelo setor de hospitalidade, marketing e relacionamento com o cliente e ganha um novo capítulo quando Lucas se muda para British Columbia. O que poderia ser apenas uma mudança de país se tornou um reposicionamento profissional: atuar remotamente, em dois idiomas, entendendo as diferenças culturais, comportamentais e de consumo entre brasileiros e canadenses.

“O erro mais comum é acreditar que traduzir um site usando plug-ins de tradução é suficiente. Não é. Cada país pesquisa diferente no Google, consome conteúdo diferente e responde a gatilhos distintos”, orienta.

Quando faz sentido ter um site em dois idiomas?

Segundo especialistas em SEO internacional, a busca por conteúdo multilíngue cresce de forma consistente. De acordo com a CSA Research, 76% dos consumidores preferem comprar em sites disponíveis em seu próprio idioma, e 40% afirmam que não compram em sites que não estão na sua língua nativa.

Além disso, dados do Statista mostram que o Canadá possui uma das maiores taxas de penetração de internet do mundo (mais de 94%), enquanto o Brasil ultrapassa 165 milhões de usuários conectados.

Faz sentido o conteúdo bilíngue para marcas que:

– Atendem imigrantes ou comunidades internacionais;

– Desejam expandir para novos mercados;

– Prestam serviços digitais ou consultivos;

– Trabalham com exportação;

– Ou possuem autoridade que pode atravessar fronteiras.

Dessa forma, um site bilíngue deixa de ser luxo e passa a ser estratégia.

SEO multilíngue não é tradução por plug-in, é posicionamento

Segundo o Google Search Central, a implementação correta de SEO internacional exige estrutura técnica adequada, como uso de hreflang, domínio ou subdiretórios estratégicos e adaptação semântica das palavras-chave.

“Isso significa que marketing digital não necessariamente será pesquisado da mesma forma no Brasil e no Canadá. Intenção de busca muda. Termos mudam. Concorrência muda”, afirma Lucas.

No Brasil, o mercado digital é altamente competitivo e focado em redes sociais. No Canadá, empresas locais valorizam fortemente SEO local e presença estruturada no Google Business Profile. A adaptação cultural faz parte da estratégia. “Ser notado em dois países exige mais do que presença. Atuar entre Brasil e qualquer país também significa entender mentalidade de negócios. O ambiente canadense, por exemplo, valoriza organização, previsibilidade e clareza contratual. O mercado brasileiro responde fortemente a relacionamento, proximidade e narrativa”, complementa.

Conectar esses dois mundos exige equilíbrio, e é justamente isso que molda o posicionamento da Sirène: estratégia com humanidade.

Uma agência que nasce internacional

O novo site da Sirène Media & Strategy foi pensado para refletir essa dualidade:

– Conteúdo em inglês e português;

– Narrativa autoral;

– Posicionamento claro entre branding, SEO e web design;

– Estrutura otimizada para busca em dois mercados;

– Comunicação estratégica, mas acessível.

Mais do que vender serviços, a proposta é mostrar que pequenas empresas podem sim construir presença internacional de forma estruturada. A digitalização acelerada dos últimos anos abriu fronteiras. Mas quem se destaca não é quem está em todos os lugares, é quem se posiciona com clareza.

Para empresas que já atendem online, por exemplo, o próximo passo pode não ser abrir uma filial. Pode ser abrir um segundo idioma. E, às vezes, tudo começa com um site bem pensado e estruturado com este posicionamento.

O site oficial da agência já está disponível em inglês e português: www.sirenemedia.com 

Estrela ADVB debate protagonismo das PMEs na economia contemporânea

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Estrela ADVB debate protagonismo das PMEs na economia contemporânea

Evento acontece no dia 17 de março, às 8h, no Hard Rock Cafe Curitiba, com palestra da CEO da Claro empresas para PME, Roberta Godoi

A ADVB/PR realiza no próximo dia 17 de março, às 8h, no Hard Rock Cafe Curitiba, mais uma edição do Estrela ADVB. A convidada desta edição é a CEO da Claro empresas para Pequenas e Médias Empresas (PME), Roberta Godoi, que apresentará uma palestra com o tema “A Revolução Silenciosa do Século XXI”.

O encontro, que marcará o último evento realizado pela Gestão 2024/2025, reunirá lideranças empresariais para discutir o avanço do empreendedorismo e o protagonismo das pequenas e médias empresas na transformação econômica do país. A proposta é analisar a mudança estrutural na forma como a economia se organiza nas últimas décadas, marcada pelo fortalecimento das PMEs como eixo estratégico de geração de renda, inovação e empregos. No Brasil, essas empresas representam a espinha dorsal do desenvolvimento, sustentando milhões de famílias e impulsionando o crescimento regional.

Para a presidente da ADVB/PR, Gislayne Muraro, o tema dialoga diretamente com os desafios contemporâneos do ambiente de negócios e ganha ainda mais significado pelo simbolismo das trajetórias envolvidas. “Discutir o protagonismo das PMEs é reconhecer a força que sustenta a economia brasileira. Trazer para esse debate uma executiva que foi a primeira mulher a ocupar a posição de CEO no setor de telecomunicações no país estabelece uma conexão natural com o momento que vivemos na entidade. Ao encerrar esta gestão como a segunda mulher a presidir a ADVB/PR, reforçamos, juntas, a importância de ampliar espaços de liderança feminina em ambientes historicamente masculinos. São movimentos que sinalizam transformação e inspiram novas trajetórias no mercado”, afirma.

Já o vice-presidente da entidade e coordenador do evento, Cícero Rohr, destaca que o conceito de revolução silenciosa traduz uma transformação consistente, porém muitas vezes pouco percebida em sua dimensão estrutural. “Estamos falando de milhares de iniciativas empreendedoras que, somadas, redesenham o mercado. O Estrela ADVB cria um espaço qualificado para refletir sobre esse cenário e identificar oportunidades em meio às mudanças”, pontua.

Para a CEO da Claro empresas para PMEs, Roberta Godoi, participar do Estrela ADVB é uma oportunidade valiosa para discutir como a tecnologia deixou de ser um diferencial para se tornar o alicerce de qualquer negócio. “Na Claro, entendemos que a ‘Revolução Silenciosa’ é aquela que simplifica processos e empodera o empreendedor. O nosso objetivo é ser a parceira estratégica que fornece não apenas conexão, mas a inteligência necessária para que essa revolução silenciosa impulsione o crescimento sustentável de cada cliente”, comenta Roberta Godoi.

O evento é aberto ao público. Associados têm entrada gratuita. As inscrições devem ser realizadas por meio do link: https://forms.gle/tkYt5RUZ9wKaaZzQ9

Serviço:

Estrela ADVB/PR

Palestra: “A Revolução Silenciosa do Século XXI”

Local: Hard Rock Café Curitiba

Data: 17 de março

Horário: 8h

Inscrições: https://forms.gle/tkYt5RUZ9wKaaZzQ9

Empresas sob ataque: como prevenir vazamentos de dados em um mundo cada vez mais digital

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Empresas sob ataque: como prevenir vazamentos de dados em um mundo cada vez mais digital

2025 foi um ano crítico para a segurança da informação, com milhões de registros expostos em incidentes globais; prevenção exige tecnologia, estratégia e governança integrada

Em um cenário em que cada vez mais informações transitam pela internet, as empresas enfrentam desafios inéditos para proteger dados sensíveis de clientes, parceiros e colaboradores. Em 2025, foram registrados milhares de ataques e vazamentos que expuseram milhões de registros em todo o mundo, demonstrando o aumento de sofisticadas técnicas de violação.

Segundo o Verizon Data Breach Investigations Report (DBIR) 2025, mais de 74% das violações de dados registradas globalmente envolveram o fator humano, seja por meio de phishing, uso indevido de credenciais ou erros operacionais. O relatório, um dos mais respeitados do setor, aponta ainda que o roubo de credenciais continua sendo o principal vetor de ataques cibernéticos contra empresas, especialmente em ambientes corporativos que não adotam autenticação multifator.

Outro levantamento relevante é o IBM Cost of a Data Breach Report 2025, que revela que o custo médio global de um vazamento de dados chegou a US$4,88 milhões por incidente, o maior valor já registrado pela pesquisa. O estudo destaca que organizações sem uma estratégia madura de segurança e resposta a incidentes tendem a sofrer impactos financeiros, operacionais e reputacionais ainda mais severos.

De acordo com o Varonis Global Data Risk Report 2025, mais de 40% das empresas analisadas possuíam dados sensíveis acessíveis a todos os colaboradores, ampliando significativamente o risco de exposição acidental ou maliciosa. O relatório também aponta que falhas de configuração em ambientes de nuvem seguem entre as principais causas de vazamentos corporativos.

Segundo Junior Machado, CEO da Opus Tech, essa realidade mostra a urgência de estratégias robustas de prevenção e gestão de riscos. “O que aconteceu em 2025 não é um alerta isolado, é um sinal claro de que nossa dependência digital traz riscos reais. Vazamentos afetam reputação, confiança e, acima de tudo, a privacidade das pessoas. Por isso, é essencial que as empresas entendam que segurança da informação não é apenas tecnologia, mas também cultura, processos e governança”, afirma.

Para Junior Machado, prevenir vazamentos passa por uma abordagem estruturada e contínua, que inclui:
Mapeamento e classificação de dados críticos: identificar o que realmente precisa de proteção diferenciada.

Autenticação forte e políticas de acesso: a implementação de autenticação multifatorial (MFA) e políticas de privilégio mínimo reduz a chance de invasões por uso de credenciais comprometidas. 

Monitoramento e detecção ativa: sistemas que detectam comportamentos anômalos em tempo real diminuem o tempo de exposição. 

Educação contínua dos colaboradores: muitos ataques começam com engenharia social; a capacitação reduz riscos humanos. 

Testes regulares de vulnerabilidade e resposta a incidentes: simular ataques e revisar planos de contingência prepara organizações para agir rapidamente. 

“Não se trata apenas de evitar que um dado seja exposto, mas de garantir que, quando um incidente acontece, a empresa esteja pronta para mitigar, responder e proteger seus clientes com transparência e eficiência”, explica Machado.

Para garantir a proteção de dados em ambientes de nuvem, Machado destaca algumas práticas fundamentais que toda empresa deve adotar, sendo a primeira delas a autenticação multifator (MFA). A autenticação é uma das formas mais eficazes de impedir acessos indevidos, mesmo que senhas sejam comprometidas. Também é fundamental manter backups regulares e automatizados. Nesse ponto, é importante sempre ter cópias atualizadas dos seus dados armazenadas em ambientes seguros. Isso é vital para recuperação em caso de ataque”, afirma.

O especialista também recomenda a adoção de ferramentas de monitoramento contínuo, capazes de emitir alertas em tempo real sobre atividades suspeitas. “Elas ajudam a identificar comportamentos suspeitos antes que virem incidentes. Outro ponto fundamental é o investimento em treinamento e conscientização da equipe, já que usuários despreparados são a principal porta de entrada para ataques. Além disso, é importante manter os sistemas sempre atualizados, algo que reduz drasticamente as vulnerabilidades exploráveis por hackers”, finaliza.

Sobre a Opus Tech

Fundada em 2016 e 100% curitibana, a Opus Tech é referência em soluções de computação em nuvem no Brasil. Com um portfólio completo de infraestrutura cloud, a empresa atende empresas de diversos portes e setores, garantindo alta performance, segurança e escalabilidade. Tendo o cliente como maior razão e compromisso com com alta disponibilidade e previsibilidade financeira, impulsionou um crescimento expressivo nos últimos anos, consolidando sua posição e marca como um dos principais provedores de cloud computing do Sul do país. Com operação de data center em Curitiba, São Paulo e em Miami, a Opus Tech expande sua atuação para atender à crescente demanda por servidores e soluções tecnológicas em todo o Brasil.

Março reforça alerta para o câncer de intestino e destaca alimentação saudável como aliada na prevenção

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Março reforça alerta para o câncer de intestino e destaca alimentação saudável como aliada na prevenção

Estimativas do INCA para o triênio 2026-2028 indicam 781 mil novos casos de câncer por ano; mudanças no estilo de vida podem reduzir riscos

Março, mês dedicado à conscientização sobre o câncer de intestino, também chamado de câncer colorretal (cólon e reto), reacende um debate essencial para a saúde pública: a influência direta dos hábitos de vida no desenvolvimento da doença. Considerado um dos tipos de câncer mais incidentes no Brasil, o tumor colorretal está fortemente associado a fatores comportamentais, muitos deles modificáveis.

As Estimativas de Incidência de Câncer no Brasil, divulgadas pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) para o triênio 2026-2028, apontam que o país deverá registrar, aproximadamente, 781 mil novos casos de câncer por ano, mantendo o câncer de cólon e reto entre os mais frequentes em homens e mulheres. O cenário reforça a importância das estratégias de prevenção e diagnóstico precoce.

Para o médico cirurgião oncológico do Centro de Oncologia do Paraná (COP), Marciano Anghinoni, o crescimento da incidência acompanha transformações no estilo de vida da população, especialmente no padrão alimentar. “O câncer colorretal é um dos tumores mais relacionados ao comportamento e ao ambiente em que vivemos. Alimentação inadequada, sedentarismo e excesso de peso formam uma combinação de risco bastante conhecida na literatura médica”, explica.

Alimentação e risco: o que a ciência já sabe

Segundo dados do World Cancer Research Fund (WCRF) e do próprio INCA, dietas com alto consumo de carnes e alimentos ultraprocessados, gorduras em excesso e baixo teor de fibras estão associadas a maior risco de câncer de intestino.

Em sentido oposto, padrões alimentares ricos em frutas, verduras, legumes, grãos integrais e fibras demonstram efeito protetor. Isso ocorre porque esses alimentos contribuem para o equilíbrio da microbiota intestinal, reduzem processos inflamatórios e favorecem o funcionamento adequado do trato digestivo.

“A saúde do intestino é profundamente impactada pela dieta. Uma alimentação pobre em fibras e rica em produtos ultraprocessados pode alterar a microbiota intestinal e criar um ambiente inflamatório que, ao longo dos anos, favorece alterações celulares”, destaca Anghinoni.

Além dos fatores alimentares, a literatura médica também associa o risco aumentado da doença ao tabagismo, consumo excessivo de álcool, obesidade e inatividade física, compondo um conjunto de fatores que pode ser significativamente reduzido com mudanças no cotidiano.
Prevenção: pequenas escolhas, grandes impactos

Embora fatores genéticos e histórico familiar também tenham relevância, grande parte dos casos de câncer colorretal estão ligados a aspectos ambientais e comportamentais. Isso torna a prevenção uma ferramenta poderosa.

Entre as principais recomendações dos especialistas estão:

Priorizar alimentos in natura e minimamente processados

Aumentar a ingestão de fibras, frutas, verduras e legumes

Reduzir o consumo de carnes processadas e ultraprocessados

Manter prática regular de atividade física

Controle do peso

Evitar tabagismo e consumo excessivo de álcool 

“Não estamos falando de mudanças radicais, mas de ajustes consistentes no estilo de vida. A prevenção do câncer colorretal passa por decisões diárias e sustentáveis”, ressalta o especialista.

Diagnóstico precoce pode mudar prognósticos

Outro ponto central da campanha de março é o rastreamento. O câncer de intestino, em grande parte dos casos, se desenvolve lentamente e pode ter origem em pólipos: lesões benignas que podem evoluir para tumores malignos ao longo do tempo.

A colonoscopia é considerada o principal exame preventivo, pois permite identificar e remover essas lesões antes que se tornem câncer. Diretrizes médicas internacionais recomendam que o rastreamento seja iniciado, em geral, a partir dos 45 anos, podendo ser antecipado em pessoas com fatores de risco. “O diagnóstico precoce é decisivo. Quando identificado em estágios iniciais, o câncer colorretal apresenta taxas de cura significativamente mais altas. Infelizmente, ainda há muitos casos diagnosticados tardiamente”, finaliza.

Família Madalosso celebra o Mês da Mulher com experiências à mesa e ações exclusivas

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Família Madalosso celebra o Mês da Mulher com experiências à mesa e ações exclusivas

Campanha especial oferece open de vinho para elas e rodízio cortesia para grupos femininos nas unidades participantes

O mês de março ganha um sabor especial no Família Madalosso. Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, o restaurante lança uma campanha que transforma a experiência gastronômica em um convite à celebração, ao encontro e ao protagonismo feminino. Com ações válidas até 31 de março, a iniciativa contempla benefícios exclusivos, reforçando a tradição da casa em unir boa mesa, afeto e momentos compartilhados.

Às quartas e quintas-feiras, no almoço e jantar, todas as mulheres que consumirem refeição no local poderão desfrutar de open de vinho durante a permanência no restaurante. Serão servidos rótulos da linha Famiglia Madalosso.

Além disso, de segunda a sexta-feira, no almoço e jantar, acontece o “Especial mês da mulher – Juntas à mesa”: a cada três mulheres, um rodízio é por conta da casa.

As ações são válidas somente no restaurante Família Madalosso Matriz ou Velho Madalosso. Para participar, basta apresentar o post de divulgação das ações no Instagram @familiamadalosso.

A campanha foi estruturada com foco em estimular encontros femininos. “Mais do que uma promoção, pensamos em um gesto simbólico. Queremos que as mulheres se sintam acolhidas, celebradas e valorizadas em um ambiente que carrega história, tradição e memória afetiva”, afirma a executiva do Grupo Família Madalosso, Mariana Werner.

O Grupo Família Madalosso é reconhecido por sua tradição, hospitalidade e culinária com memória afetiva, servindo em um ambiente acolhedor e familiar. Fundado em 1963, se tornou um destino favorito para moradores locais e visitantes em busca de uma experiência gastronômica memorável em Curitiba. Com duas unidades de restaurante em Santa Felicidade, um container e três operações Express no ParkShoppingBarigüi, Palladium e Shopping Müeller, o Família Madalosso é patrimônio de Curitiba e um dos principais empreendimentos gastronômicos da cidade. 

O restaurante funciona de quarta-feira a segunda-feira, para almoço, das 11h30 às 15h30 e das 18h30 às 22h, para jantar. No domingo, das 11h30 às 15h30. Nos shoppings, no dia 19, o atendimento é das 12h às 20h. Terças-feiras, a unidade Matriz é fechada.

Serviço:

Campanha Mês da Mulher – Família Madalosso

Período: até 31 de março

Open de Vinho para Elas

Exclusivo no Restaurante Família Madalosso (Novo Madalosso – Matriz)

Quartas e quintas-feiras

Almoço e jantar

Open de vinho da linha Famiglia Madalosso para mulheres, mediante consumo no local

“Especial mês da mulher – Juntas à mesa”

Restaurante Família Madalosso (Novo Madalosso – Matriz) e Restaurante Velho Madalosso

Segunda a sexta-feira

Almoço e jantar

A cada três mulheres pagantes, uma ganha o rodízio

Vanguard vende 100% de empreendimento em menos de 48 horas

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Vanguard vende 100% de empreendimento em menos de 48 horas

A construtora comercializou 463 unidades do MINDSE7, batendo a marca de R$200 milhões em VGV

A Vanguard Curitiba protagonizou um marco inédito em sua trajetória. O MINDSE7, empreendimento que foi oficialmente apresentado ao mercado nesta semana, teve 100% de suas unidades comercializadas em menos de 48 horas após a abertura da pré-venda, realizada na última segunda-feira (23). As 463 unidades totais geraram um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$200 milhões.

“Sabíamos da força do produto e da localização estratégica no Centro, mas o ritmo das vendas superou qualquer cenário projetado. Fomos surpreendidos positivamente pelo mercado e pelas imobiliárias, que rapidamente absorveram a totalidade do estoque disponível”, afirma a superintendente regional da Vanguard Curitiba, Louise Lamb.

“Esse é um resultado histórico para a Vanguard Curitiba. Superamos todas as metas e planejamentos, mostrando a força da marca e a confiança do mercado, principalmente, em um ano que sabemos que será desafiador. O desempenho reforça nossa estratégia de atuação em Curitiba e sinaliza um ciclo importante de crescimento para a regional”, comemora Louise.

Localizado na Avenida Sete de Setembro, no Centro de Curitiba, o MINDSE7 é um projeto voltado ao público jovem-adulto e investidor, com 463 unidades distribuídas em torre de alta densidade: são 24 apartamentos por andar. O empreendimento aposta no conceito de moradia compacta integrada, oferecendo estúdios e apartamentos funcionais com infraestrutura completa de áreas comuns, como coworking, academia, lavanderia compartilhada e espaços de convivência. O modelo atende à crescente demanda por imóveis compactos em regiões centrais, que combinam mobilidade, praticidade e potencial de valorização.

Segundo Louise, o produto foi desenhado com foco em liquidez e aderência ao comportamento contemporâneo de consumo imobiliário. “Não se trata apenas de metragem, mas de um ativo imobiliário alinhado ao estilo de vida urbano e às novas dinâmicas de trabalho e moradia. O investidor hoje busca praticidade, baixa vacância e forte demanda locatícia, e esse projeto entrega exatamente isso.”

Sobre o MINDSE7

Localizado na Avenida Sete de Setembro, o MINDSE7 tem projeto arquitetônico assinado por Gustavo Pinto Arquitetura, e de interiores pela Bohrer Arquitetos, e nasce alinhado a uma transformação clara do mercado: a busca por unidades mais eficientes, integradas à dinâmica da cidade e conectadas ao cotidiano de um público que prioriza praticidade sem abrir mão de identidade. O MINDSE7 oferece plantas que variam de 23 m² a 40 m², pensadas para diferentes perfis de moradores e investidores.

No MINDSE7, as áreas comuns assumem papel central na experiência proposta pelo empreendimento. O projeto contempla ambientes pensados para acompanhar a rotina dinâmica do morador urbano, incluindo lobby com design autoral, espaços de convivência, piscina e pátio externo, concebidos como extensões naturais das unidades privativas. A configuração desses espaços reforça a integração entre bem-estar, socialização e conveniência, criando ambientes de encontro e descompressão dentro do próprio edifício — um diferencial cada vez mais valorizado em empreendimentos compactos e localizações centrais.

A proposta dialoga diretamente com um público urbano que enxerga a moradia como plataforma de vida: um espaço capaz de reunir trabalho, lazer, descanso e socialização em uma mesma lógica. Hoje, a casa deixou de ser apenas um espaço de permanência e passou a representar estilo de vida. O projeto foi pensado para quem valoriza a mobilidade, praticidade e a possibilidade de viver a cidade de forma intensa, com tudo ao alcance.

Opinião – Comunicação sob coerção: falar claro ou pagar o preço

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João Nyegray e Lorena Nogaroli*

Quando o primeiro-ministro do Canadá subiu ao palco de Davos e evocou a metáfora de Václav Havel sobre o lojista que exibe um slogan no qual ninguém acredita, não fazia um aparte filosófico. Tratava-se de um diagnóstico preciso sobre poder, linguagem e vulnerabilidade no sistema internacional. 

O mundo transformou-se mais rápido do que a história costumava contar e, hoje, é moldado por assimetrias de alavancagem — e não por regras previsíveis. Assim, as frases que os países repetem deixaram de ser rituais inofensivos e passaram a funcionar como passivos estratégicos.

Esse é um ponto central da gestão de reputação. Mantras institucionais que perderam aderência à realidade deixam de ser ativos simbólicos e passam a operar como riscos latentes. O mesmo ocorre com empresas que insistem em discursos de “propósito”, “neutralidade” ou “compromisso com regras” que não se sustentam na prática.

Mark Carney centrou seu discurso no colapso da chamada ordem internacional baseada em regras. Por décadas, potências médias como o Canadá se beneficiaram de um sistema que prometia multilateralismo e contenção legal, ainda que a aplicação dessas regras fosse seletiva e o poder, desigual. Essa ficção compartilhada teve valor enquanto a potência dominante arcava com os bens públicos e exercia certa contenção. O slogan na vitrine preservava a estabilidade. Segundo Carney, esse pacto foi rompido.

O que se desenrola não é uma transição gradual, mas uma ruptura explícita. A integração econômica, antes vista como ganho mútuo, passou a operar como instrumento de coerção: tarifas usadas como ameaça, infraestrutura financeira convertida em arma e cadeias produtivas transformadas em pontos de pressão.

Do ponto de vista do risco, trata-se da passagem de um ambiente regido pela previsibilidade para outro dominado pela intencionalidade estratégica. Para governos e organizações, isso significa que dependências não mapeadas se convertem em vulnerabilidades exploráveis, inclusive no campo narrativo.

A obra O Poder dos Sem Poder, de Havel, ilumina esse fenômeno. Sistemas autoritários não persistem apenas pela repressão, mas pela participação coletiva em falsidades conhecidas. Sua força reside nessa adesão; sua fragilidade, no abandono dela. Estados e corporações hoje assumem o papel do lojista, repetindo mantras de neutralidade e de regras como forma de evitar confrontos.

A reação às declarações de Carney expôs a futilidade dessa postura. Dias depois, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos afirmou ter recuado de comentários feitos em uma ligação com Trump. A veracidade do episódio importa menos do que a dinâmica revelada: disputas narrativas convertem-se rapidamente em alavancas de pressão, seja pelo não convite do Canadá a um “Conselho da Paz” liderado pelos EUA, seja pela renovação de ameaças tarifárias.

Esse episódio ilustra um princípio clássico da gestão de crises: recuos discursivos sob pressão raramente apaziguam. Em geral, sinalizam vulnerabilidade. No campo reputacional, a tentativa de “corrigir o tom” após o impacto costuma ampliar o dano.

É nesse ponto que comunicação e estratégia se fundem. Em rivalidades entre grandes potências, a ambiguidade convida ao teste. Expressões de desconforto com a coerção, seguidas de recuos linguísticos, não sinalizam moderação, mas exposição. O teatro da soberania substitui sua realidade.

Carney — acompanhado por líderes europeus — argumentou que fingir a sobrevivência da antiga ordem acelera sua decomposição. Citar regras multilaterais enquanto se aceita sua aplicação seletiva corrói a legitimidade. Condenar a intimidação dos rivais enquanto se ignora a dos aliados aprofunda o enredamento.

Para a comunicação institucional, a advertência é direta: incoerência seletiva destrói confiança. Públicos estratégicos — investidores, parceiros, funcionários e opinião pública qualificada — identificam rapidamente quando princípios são aplicados de forma conveniente.

Carney rejeitou tanto a postura moralizante quanto a ingenuidade. Defendeu, em vez disso, um realismo orientado por valores: compromissos firmes com soberania, integridade territorial e proibição do uso da força, combinados com pragmatismo em relação a interesses, concessões e parceiros imperfeitos. Para potências médias, os riscos são existenciais. O bilateralismo assimétrico impõe termos, não negociações. Tentativas concorrentes de acomodação equivalem à submissão administrada.

Coalizões flexíveis, formadas tema a tema, representam hoje gestão de riscos, não um multilateralismo ultrapassado. O Brasil, exposto a guerras tarifárias e a cadeias globais sensíveis, encarna esse dilema. Clareza sobre coerções chinesas ou americanas exige diversificação prévia de comércio e finanças. Não há discurso de autonomia que se sustente sem estratégia de mitigação de dependências. Pronunciamento sem lastro estrutural é risco reputacional elevado.

A comunicação, portanto, torna-se elemento de resiliência nacional. Nomear realidades reduz incertezas para aliados e mercados. O alinhamento entre narrativas domésticas e externas eleva o custo da pressão externa. As nações conquistam clareza ao enfrentar primeiro suas próprias vulnerabilidades — como fez a Europa após a invasão da Ucrânia, ao criar fundos de defesa e rotas alternativas de suprimento. Em gestão de crises, a máxima é conhecida: credibilidade externa nasce da coerência interna. Não se comunica força; constrói-se.

Davos oferece uma lição que vai além do Canadá. Governos e empresas precisam abandonar slogans obsoletos. O léxico de uma ordem extinta não navega os riscos de um planeta fraturado. Onde o poder exerce pressão em vez de persuasão, a encenação convida à escalada. Havel observou que viver a mentira corrói tanto o sistema quanto seus participantes. O mesmo vale para a geopolítica contemporânea. A ruptura é real. A nostalgia não oferece estratégia. A clareza — desconfortável e custosa — oferece.

Para líderes de organizações públicas e privadas, a mensagem é inequívoca: clareza não é bravata, é gestão de risco. Diante da hipervisibilidade e da coerção, o maior perigo não é o conflito, mas a dissonância entre o discurso e a realidade.

*João Alfredo Lopes Nyegray é mestre e doutor em Internacionalização e Estratégia. Especialista em Negócios Internacionais. Advogado, graduado em Relações Internacionais. Professor de Negócios Internacionais da PUCPR e de Relações Internacionais da FAE. 

Lorena Nogaroli é gestora de reputação, jornalista, especializada em Marketing, Serviços e Gestão de Riscos e Crises. Fundadora da Central Press, dirige o escritório da agência de reputação em Londres.

MRV&CO consolida governança e integridade com avanços estruturais e novos compromissos públicos

Grupo fortalece canal de denúncia, amplia treinamentos e adere a iniciativas nacionais de integridade, evidenciando maturidade ética e evolução contínua nos mecanismos de prevenção, apuração e transparência

O grupo MRV&CO acaba de publicar a segunda edição do Relatório Anual de Governança, Riscos, Compliance e Privacidade (GRC&P), referente a 2025. O documento consolida um ciclo de amadurecimento institucional, com avanço dos mecanismos de prevenção e apuração, fortalecimento do canal de denúncia e novos compromissos públicos com a integridade. 

Ao longo do último ano, o Grupo fortaleceu sua estrutura de apuração com a segregação formal entre as áreas de Investigação Corporativa e Auditoria Interna, garantindo maior independência, imparcialidade e robustez nos processos. No período foram registrados 1.805 relatos recebidos e tratados pelo Canal Confidencial, representando avanço em relação à 2024 e evidenciando maior confiança no mecanismo. Além do aumento no volume, a companhia aprimorou fluxos e governança, ampliando a eficiência na análise e tratamento das denúncias.

Paralelamente, a agenda preventiva ganhou escala: 98% dos colaboradores foram treinados em Cultura de Integridade e 92% capacitados em Código de Conduta, consolidando a internalização dos valores corporativos e contribuindo diretamente para a qualidade e agilidade das apurações.

Alex Medeiros, diretor de Governança, Riscos, Compliance e Privacidade (GRC&P) da MRV&CO destaca que “fazer o certo, sempre” é um valor efetivamente vivenciado na organização. “Evoluir com integridade é uma responsabilidade compartilhada. Ao revisitar nossas ações e resultados de 2025, vemos materializada a evolução contínua que consolida os pilares que fortalecem nossa governança, nossa reputação e a integridade em tudo que fazemos”. Ainda afirma que 2025 marcou a consolidação da maturidade institucional. “Vivenciamos uma evolução expressiva nas frentes de aculturamento ético e percebemos uma tolerância cada vez menor à convivência com desvios. A integridade e a conduta são elementos centrais na reputação da MRV&CO”, destaca.

Outros destaques do Relatório 2025:

Canal Confidencial fortalecido

Um dos principais indicadores de amadurecimento da cultura de integridade foi o fortalecimento do Canal Confidencial, mantido desde 2012 e operado por empresa independente, garantindo anonimato e proteção ao denunciante de boa-fé. O site foi atualizado com novo layout, recursos de acessibilidade — como tradução em Libras e leitura em voz — e integração com chatbot via WhatsApp, ampliando o acesso e a transparência.

Compromissos públicos

Outro destaque do relatório de 2025 foi a adesão da MRV&CO ao Pacto Brasil pela Integridade Empresarial, iniciativa da Controladoria-Geral da União (CGU). 

No âmbito do Movimento Transparência 100%, da Rede Brasil do Pacto Global da ONU, a MRV&CO avançou em compromissos como 100% de transparência sobre o desempenho dos canais de denúncia e a vinculação de metas ESG à remuneração variável da alta administração, conectando governança e estratégia de longo prazo.

Tecnologia para o gerenciamento de riscos

Maior integração da área de TI com as estruturas de Conformidade para antecipação de cenários — a partir de IA, data analytics e automação —, focando em uma atuação mais preventiva.

A íntegra do documento está disponível no site de integridade da companhia: https://mrveco.com.br/etica-e-integridade.

Sobre a MRV&CO

A MRV&CO é uma plataforma de soluções habitacionais composta por cinco empresas que tem como objetivo oferecer as melhores opções de moradia que se adaptem ao momento de vida e necessidades de seus clientes. Seja com a aquisição de apartamentos prontos ou na planta por meio da MRV ou de Sensia, pela compra de um terreno em loteamentos completamente urbanizados pela Urba, ou mesmo alugando imóveis especialmente pensados, com inúmeros serviços, oferecidos pela startup Luggo de forma totalmente digital e sem burocracia. A MRV&CO atua em diferentes nichos do mercado imobiliário, trazendo propostas distintas e complementares para o mercado nacional. A plataforma habitacional se completa com a empresa Resia, voltada para o mercado de moradia norte-americano, fazendo o intercâmbio de tecnologias e consolidando o grupo internacionalmente.

Legislação urbana e inclusão: binômio possível

Em São Paulo, o alinhamento entre regras, planejamento territorial e investimento em infraestrutura produz escala habitacional e inclusão social e se destaca no debate sobre desenvolvimento urbano.

Por Eduardo Fischer (*)

São Paulo é uma cidade de extremos. De um lado, potência econômica, diversidade cultural e elevada concentração de oportunidades. Do outro, desigualdade urbana, longos deslocamentos e uma lógica de expansão que, por anos, empurrou parte significativa da população para longe de áreas com maior oferta de empregos e serviços.

Até o início da década de 2010, o conjunto normativo na capital paulista teve um efeito perverso: quanto menor a renda, mais distante do Centro a moradia. Empurrar a habitação social para as bordas criou uma cidade extensa, com logística cara e complexa e perda de qualidade de vida. Para milhões de famílias, morar longe passou a ser o preço a se pagar pelo acesso à casa própria.

Esse modelo foi gradualmente modificado a partir da implementação do Plano Diretor de 2014 e de sua revisão em 2023, que integraram planejamento territorial, novas políticas de habitação e investimentos em infraestrutura – um processo consistente de correção de distorções históricas.

O reordenamento tem revertido assimetrias da expansão da cidade. A lei municipal vem redirecionando as novas moradias para áreas mais centrais e estruturadas; também, fortalece instrumentos como as Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS). Assim, é possível levar a população de menor renda para áreas antes inacessíveis, oferecendo empreendimentos mais qualificados, com melhor padrão construtivo e preço adequado a esse público.

Os números materializam a transformação: segundo a Prefeitura de São Paulo, entre 2021 e junho de 2023 a cidade licenciou mais de 330 mil moradias populares – 78% delas destinadas a famílias com renda de até seis salários mínimos, evidenciando o foco em escala e inclusão social.

Esse novo olhar também começa a reposicionar áreas historicamente subutilizadas, como o Centro, que vive uma reocupação com mais de 30 mil novos apartamentos viabilizados em apenas quatro anos, recompondo a vitalidade do coração da cidade.

A nova política urbanística aproximou, ainda, as residências dos eixos de transporte público, reduzindo custos e a distância dos deslocamentos e ampliando o acesso a empregos e serviços essenciais, em um cenário em que metrô, trem ou BRT no entorno podem elevar o valor de um imóvel em até 20%.

Os efeitos são claros também nas autorizações concedidas ao longo da última década. Até 2025, a Prefeitura de São Paulo aprovou quase 6 mil empreendimentos com unidades de habitação social, muitos em locais de maior dinamismo e conectados à rede de transporte coletivo. Bairros como Barra Funda e Lapa, assim como a zona de transição entre eles, são exemplos de territórios com forte atividade econômica onde essa inflexão se torna realidade.

Até o término da vigência do Plano Diretor, em 2029, a contribuição das construtoras para essas mudanças deve ser medida menos pelo discurso e mais pela capacidade de transformar diretrizes urbanas em soluções construtivas eficientes – com rigor no cumprimento das regras urbanísticas e coordenação entre engenharia, orçamento e obra.

Em um país marcado por déficit habitacional e problemas de infraestrutura, a experiência paulistana deve ser celebrada: ela mostra que é possível alinhar legislação, planejamento e investimento para produzir escala, qualidade e inclusão social. Mais do que respostas pontuais, é um sistema urbano coerente que sustenta resultados no longo prazo, fazendo de São Paulo é um laboratório de políticas de urbanização adaptáveis a diferentes realidades do país. Isso estende os efeitos desse movimento bem-sucedido para muito além da capital paulista – que, mais uma vez, é referência para todo o país ao contribuir para o futuro urbano brasileiro.

Eduardo Fischer é CEO da MRV&CO

Apoio durante licença-maternidade ajuda colaboradora a crescer na carreira e liderar equipe de mulheres

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História de profissional  do Grupo Vellore mostra como acolhimento no trabalho pode fazer diferença na vida de mães profissionais

Dados recentes sobre maternidade e mercado de trabalho acendem um alerta. Segundo levantamento da plataforma de empregos Catho, cerca de 56% das mulheres foram demitidas ou conhecem alguém que foi desligada após retornar da licença-maternidade. O mesmo estudo aponta que 40% relatam ter enfrentado discriminação em processos seletivos ao mencionarem a maternidade. 

Em meio a esse cenário, a trajetória de Andressa Pereira segue na contramão dessa estatística. Funcionária do Grupo Vellore há 20 anos, ela começou como assistente administrativa aos 22 anos e hoje lidera a área de vendas internas. No meio do caminho, viveu um dos momentos mais delicados da vida quando a filha recém-nascida precisou ser internada e encontrou na empresa o apoio que precisava para continuar.

Em outubro de 2019, meses antes da pandemia transformar o home office em regra, Andressa precisou se afastar completamente do trabalho para permanecer por dois meses no hospital acompanhando a filha, que enfrentava complicações de saúde após contrair um vírus. Durante esse período, a rotina passou a ser dividida entre leitos, exames e a expectativa pela recuperação da bebê. “Como mãe, eu só pensava na recuperação da minha filha. Mas como profissional, existia aquele medo silencioso e a dúvida se  meu espaço estaria garantido quando eu voltasse?”, afirma Andressa.

O apoio, no entanto, veio da própria empresa. Durante todo o período de internação da filha, o RH e a diretoria mantiveram contato e ofereceram suporte, inclusive auxiliando na interlocução com o plano de saúde e em demandas administrativas relacionadas aos exames. Após a alta hospitalar, já em casa, a empresa sugeriu que Andressa retornasse gradualmente em regime de home office até que a filha ganhasse imunidade suficiente para frequentar a escola com segurança. 

A medida foi adotada ainda antes da pandemia e não trouxe qualquer impacto negativo à sua trajetória na organização. Ao contrário, reforçou ainda mais a confiança mútua construída ao longo dos anos.“Eu tinha duas preocupações. Minha filha e o trabalho. Mas a empresa me acolheu antes mesmo que eu precisasse pedir”, relembra.

Ela permaneceu trabalhando remotamente até dezembro daquele ano e retornou presencialmente em janeiro de 2020. Poucos meses depois, a pandemia generalizou o modelo remoto, algo que ela já havia experimentado em um momento crítico da vida pessoal. Nos anos seguintes, sua trajetória dentro da empresa continuou evoluindo. Em 2024, após quase duas décadas na área administrativa, Andressa recebeu o convite para assumir a liderança de vendas internas, mesmo sem experiência prévia direta na função comercial. Aceitou o desafio, liderou uma reestruturação no setor e hoje coordena uma equipe formada exclusivamente por mulheres.
“O apoio à maternidade não é apenas uma política interna, é uma forma de garantir que profissionais talentosas possam continuar crescendo. A trajetória da Andressa mostra que, quando há confiança e flexibilidade, o resultado pode ser permanência, desenvolvimento e liderança”, garante Juliano Paolini, Coordenador de RH do Grupo Vellore.