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Paraná ocupa a 2ª posição no ranking nacional e reforça tendência de esporte com propósito também no ambiente corporativo

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Smile Movement, da Neodent, transforma quilômetros percorridos em apoio a projetos de saúde bucal voltados para populações vulneráveis

O Paraná consolidou-se como um dos principais polos da corrida de rua no Brasil. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Organizadores de Corridas de Rua e Esportes Outdoor (Abraceo), o número de provas oficiais realizadas no país cresceu 85% em 2025, passando de 2.827 para 5.241 eventos. No ranking nacional, o Paraná aparece na segunda posição, com 645 corridas realizadas ao longo do ano, atrás apenas de São Paulo, que registrou 1.311 provas.

O avanço da modalidade reflete uma mudança de comportamento cada vez mais evidente: correr deixou de ser apenas uma atividade física para se tornar uma ferramenta de bem-estar, socialização e propósito. Essa tendência também é observada dentro das empresas, que vêm encontrando no esporte uma forma de estimular hábitos saudáveis e fortalecer o engajamento dos colaboradores.

É nesse contexto que surgiu o Smile Movement, iniciativa global do grupo suíço Straumann, do qual a paranaense Neodent faz parte. A líder em implantes dentários transforma quilômetros percorridos em doações destinadas a projetos de saúde bucal em diferentes regiões do mundo. A ação convida colaboradores a registrarem caminhadas, corridas e pedaladas em grupo por meio de um aplicativo. A cada quilômetro percorrido, o Grupo Straumann destina recursos à sua fundação global, responsável por apoiar programas sociais voltados para a ampliação do acesso à odontologia.

“O Smile Movement é muito mais do que uma campanha de incentivo ao esporte: é uma ação global que conecta pessoas e promove bem-estar e impacto social. Temos orgulho de fazer parte desse movimento ao lado de tantos outros países, reforçando nosso compromisso com a saúde bucal e com uma vida mais saudável para todos. Em 2025, o Brasil se destacou como o país com maior engajamento na iniciativa”, afirma o vice-presidente da Neodent, Almir Zvetz.

A iniciativa ganha ainda mais relevância em um estado como o Paraná, onde a cultura esportiva está em plena expansão e que também abriga a sede da Neodent, em Curitiba. Fundada há mais de 30 anos na capital paranaense, a empresa, que é patrocinadora oficial do Esporte Olímpico Brasileiro, tem como propósito criar novos sorrisos todos os dias.

A ação reforça uma cultura já consolidada dentro da companhia. Há mais de duas décadas, a Neodent promove iniciativas de incentivo ao esporte entre os colaboradores, incluindo equipes de corrida, futebol, ciclismo, triatlo e vôlei. Além disso, a empresa incentiva a participação em provas esportivas realizadas em diversas regiões do país, fortalecendo o senso de comunidade e a qualidade de vida dos profissionais.

Entre os participantes da iniciativa está o gerente de facilities da Neodent, Guilherme Stival, praticante assíduo de corrida de rua. Recentemente, ele concluiu os 42 quilômetros da Maratona de Guaratuba e integra ativamente o Smile Movement, contribuindo para ampliar o impacto social do projeto. Para ele, a iniciativa traz uma motivação extra para manter a prática esportiva. “Saber que cada quilômetro percorrido pode contribuir para levar saúde bucal a pessoas que precisam torna a experiência ainda mais significativa. O Smile Movement une duas coisas que valorizo muito: cuidar da saúde e gerar um impacto positivo na vida de outras pessoas”, afirma.

Mais do que estimular a prática esportiva, o Smile Movement integra uma estratégia mais ampla de impacto social. Os recursos arrecadados contribuem para programas que levam atendimento odontológico a populações em situação de vulnerabilidade e a regiões de difícil acesso. Entre eles, está a Expedição Novos Sorrisos, iniciativa da Neodent, apoiada pela Straumann Group Foundation, que há 10 anos leva cuidados bucais, informação e conscientização a todas as regiões do Brasil. 

Sobre a Neodent

Fundada há mais de 30 anos, a Neodent tem o propósito de criar novos sorrisos todos os dias. Em parceria com milhares de dentistas, a empresa desenvolve soluções estéticas e reabilitadoras, como implantes dentários inovadores, promovendo o bem-estar através do avanço da Odontologia. Com um amplo portfólio e presença em 98 paísesa Neodent é líder no Brasil e uma das maiores empresas do segmento no mundo. O propósito da marca é refletido na cultura organizacional e no dia a dia dos 3 mil colaboradores que se orgulham de fazer parte da empresa, valorizando a diversidade, a colaboração e o desenvolvimento contínuo.

Como parte do Grupo Straumann (SIX: STMN), líder global em odontologia, e tendo a inovação em seu DNA, a Neodent investe na criação de produtos e soluções digitais que auxiliam no tratamento de milhares de pacientes. A partir de iniciativas alinhadas aos princípios ESG (ambiental, social e governança), a empresa cumpre sua missão de proporcionar sorrisos para milhares de pessoas.

CASACOR PARANÁ: mercado imobiliário curitibano prioriza comportamento do consumidor

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Tema da humanização foi debatido por especialistas no Fórum WTC Curitiba, realizado no espaço da GT Building no evento

Em um mercado que movimentou R$ 23,9 bilhões em Curitiba em 2025, segundo dados da plataforma Valor CWB, compreender os desejos e as necessidades dos moradores tornou-se um diferencial estratégico para incorporadoras. O tema foi debatido por especialistas durante encontro promovido pelo World Trade Center Curitiba (WTC Curitiba), realizado no Lounge GT Building na CASACOR Paraná 2026. O evento reuniu lideranças do setor para discutir o futuro da habitação e o comportamento do consumidor.

O debate aconteceu durante o Fórum de Competitividade sobre Inteligência Estratégica no Novo Mercado Imobiliário e reuniu o empresário Geninho Thomé, presidente da GT Company e fundador da GT Building, Carlos Eduardo Canto, presidente da Confraria Imobiliária, e Guilherme Werner, sócio da Brain Inteligência Estratégica. Ao longo da conversa, os especialistas discutiram como tecnologia, dados e comportamento do consumidor devem moldar o futuro do setor.

Especialistas destacam importância da experiência do consumidor

Para Thomé, em meio ao avanço da tecnologia e ao uso cada vez mais intenso de dados, o principal diferencial do mercado continua sendo a capacidade de compreender as pessoas. Ao traçar um paralelo com sua trajetória na odontologia, área em que ajudava a devolver autoestima por meio do sorriso, Thomé afirma que encontrou no mercado imobiliário uma nova forma de impactar positivamente a vida das pessoas. “O propósito continua: trabalhar em prol de acomodar melhor as pessoas. O foco é construir algo para acomodar uma família, para que ela viva feliz”, afirmou o empresário durante o evento.

A visão foi compartilhada pelos demais participantes do painel, que defenderam a necessidade de equilibrar tecnologia, inteligência de mercado e compreensão das necessidades humanas. Canto, que mediou o encontro, reforça que o mercado imobiliário passou por diversas transformações, mas as pessoas ainda devem ser o foco. “As ferramentas mudaram, a tecnologia mudou, os dados evoluíram, mas as pessoas continuam procurando exatamente as mesmas coisas: um lugar para viver seus sonhos”, destaca.

“No centro dos projetos da GT Building está a experiência de nossos usuários, sejam moradores ou hóspedes em nossos modelos short long stay. Nossos empreendimentos são pensados com foco na forma como as pessoas vivem e utilizam os espaços”, detalha o diretor de incorporação da GT Building, Marcello Malucelli Thá.

A participação da incorporadora no encontro reforça seu compromisso com a inovação e com o desenvolvimento de projetos alinhados às transformações do comportamento e às novas demandas do mercado imobiliário.

Sobre a GT Building  

A GT Building é uma incorporadora curitibana e um dos principais players do mercado imobiliário da capital. Preocupada com o futuro, a GT Building se posiciona como uma empresa Climability®, que utiliza suas habilidades de criação de projetos inovadores aliada à consciência e vontade de ajudar na construção de um mundo melhor. Com o objetivo de neutralizar sua pegada ecológica, a empresa fez parcerias com organizações de preservação de biomas brasileiros para aquisição de créditos de carbono, compensando suas emissões de gases de efeito estufa.

Endividamento das famílias brasileiras bate recorde e reforça importância da educação financeira

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Com mais de 300 mil pessoas impactadas, ações de educação financeira do Sicredi ganham relevância diante do aumento histórico das dívidas

O percentual de famílias endividadas no Brasil alcançou 80,9% em abril de 2026, o maior nível da série histórica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O índice representa o quarto recorde consecutivo e mostra que o avanço das dívidas tem atingido todas as faixas de renda, ampliando a necessidade de iniciativas voltadas à educação financeira.

Nesse contexto, a 13ª edição da Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF), realizada entre os dias 18 e 24 de maio com o tema “Educação Financeira: construindo um futuro com longevidade e prosperidade”, mobilizou instituições públicas e privadas em todo o país para incentivar o planejamento financeiro, a poupança e a tomada de decisões conscientes sobre o uso do dinheiro.

Nos estados do Paraná, de São Paulo e do Rio de Janeiro, a participação do Sicredi impactou mais de 300 mil pessoas por meio de mais de duas mil ações promovidas pelas 30 cooperativas de crédito e investimento da região. As atividades incluíram palestras, oficinas e conteúdos educativos voltados a colaboradores, associados e comunidades.

“Os números do endividamento mostram que a educação financeira é cada vez mais necessária na vida das pessoas. Quando ampliamos o acesso à informação e ao conhecimento, contribuímos para que as famílias possam tomar decisões mais conscientes, planejar melhor o futuro e construir uma relação mais equilibrada com o dinheiro”, afirma o assessor de Desenvolvimento do Cooperativismo da Central Sicredi PR/SP/RJ, Altair Carrara.

Entre as iniciativas desenvolvidas durante a Semana ENEF estiveram spots de rádio produzidos em parceria com a especialista em comportamento humano e neurociência Michele Mueller. Os conteúdos abordaram conceitos da economia comportamental e buscaram explicar, de forma acessível, fatores que influenciam as decisões financeiras do dia a dia, além de apresentar caminhos para superar hábitos que dificultam uma gestão mais saudável dos recursos.

Embora a mobilização tenha sido intensificada durante a Semana ENEF, o trabalho de educação financeira do Sicredi se estende ao longo de todo o ano. A instituição mantém iniciativas permanentes voltadas ao estímulo de uma relação mais consciente com o dinheiro e à promoção do bem-estar financeiro nas comunidades onde atua. Entre elas está o programa Finanças na Mochila, que leva às escolas conteúdos sobre orçamento, consumo consciente e planejamento financeiro. Já o programa Cooperativas Escolares contribui para o desenvolvimento de habilidades como liderança, protagonismo e trabalho em equipe entre crianças e adolescentes.

Outra iniciativa é a parceria com a Mauricio de Sousa Produções, que utiliza o universo da Turma da Mônica para abordar temas relacionados à educação financeira de forma lúdica. Por meio de gibis e atividades educativas, o projeto incentiva crianças e famílias a refletirem sobre planejamento, consumo consciente e uso responsável do dinheiro. Para saber mais, acesse: Educação Financeira.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 9 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.900 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui  

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Five Lounge apresenta nova carta de coquetelaria autoral e menu de Tapas contemporâneas

Com drinques assinados por Mayk Manoel e gastronomia exclusiva, o bar do NH Collection Curitiba une infusões artesanais a sabores cosmopolitas em uma experiência sensorial completa

O Five Lounge, refúgio cosmopolita localizado no complexo do NH Collection Curitiba, está lançando sua nova carta de drinques e menu gastronômico. O espaço reafirma sua identidade como o ponto de encontro ideal para quem busca experiências que equilibram técnica apurada e criatividade. Isso tudo no coração de Curitiba. A estrela da hora é a carta Five Lounge Specials, assinada pelo bartender Mayk Manoel da Silva. Com trajetória sólida na alta coquetelaria, Mayk desenvolve coquetéis que priorizam a complexidade de sabores e o equilíbrio do teor alcoólico por meio de infusões próprias e processos artesanais. 

Entre as novidades na carta de drinques estão o Véu, que combina vodka infusionada com queijo, creme de goiaba e Jerez Fino; o Grão, com Bourbon infusionado com café catuaí vermelho; e o Duna, que traz Rum Havana 7 anos com espuma de coco e paçoca. Para quem prefere opções não alcoólicas, o lounge oferece os “Mocktails” de assinatura, como o Oásis e o Radix, garantindo uma experiência inclusiva.

A experiência se completa com o novo menu de Tapas & Cia. A proposta valoriza ingredientes selecionados e o prazer de compartilhar, apresentando pratos versáteis como o culatello servido em tostata de fermentação natural com stracciatella e mel nativo; as croquetas de cordeiro com aioli de hortelã; e as cremosas croquetas de hongos (funghi). O menu ainda conta com as tradicionais papas bravas, a pizza de presunto parma com molho rústico e, para encerrar, os mini churros de doce de leite.

O Five Lounge foi projetado para ser uma pausa no ritmo da cidade, agora celebrado pela coquetelaria de Mayk Manoel e por uma gastronomia única. “Buscamos um equilíbrio entre o clássico e o inesperado. A proposta é que o cliente não apenas deguste um drink, mas descubra narrativas líquidas que se harmonizam com a gastronomia. É uma entrega de sofisticação técnica em cada detalhe do copo. Queremos que o Five Lounge seja o refúgio onde a cidade desacelera”, afirma Mayk.

Serviço

Five Lounge (NH Collection Curitiba)

Endereço: Rua Nunes Machado, 68 – Batel, Curitiba – PR

Horário: Segunda a Sábado, das 16h à 1h

Sobre a NH Collection

A NH Collection Hotels & Resorts é uma marca de hotéis de categoria superior com mais de 100 propriedades na Europa e nas Américas, e com uma presença global crescente. Ela proporciona experiências extraordinárias ao combinar conforto, inovação, serviço intuitivo, ambientes elegantes e sabores surpreendentes. Tudo isso é infundido com a identidade local de cada estabelecimento.

A NH Collection faz parte do grupo hoteleiro global Minor Hotels e é membro do programa de fidelidade GHA DISCOVERY.

Para mais informações, visite nh-collection.com e conecte-se com a NH Collection no Facebook, Instagram ou YouTube.

Para mais informações sobre os hotéis NH Collection, visite www.nh-collection.com/en.

Sobre a Minor Hotels

A Minor Hotels é líder global na indústria da hotelaria, com mais de 640* hotéis, resorts e residências de marca em 59 países. O grupo cria experiências inovadoras e inteligentes através de suas marcas de hotéis, incluindo Anantara, Elewana Collection, The Wolseley Hotels, Tivoli, Minor Reserve Collection, NH Collection, nhow, Avani, Colbert Collection, NH, Oaks e iStay, bem como um portfólio diversificado de restaurantes e bares, experiências de viagem, e marcas de spa e bem-estar. Com mais de quatro décadas de experiência, a Minor Hotels constrói marcas mais fortes, fomenta parcerias duradouras e impulsiona o sucesso dos negócios, sempre focando no que é mais importante para nossos hóspedes, membros da equipe e parceiros.

A Minor Hotels é um membro orgulhoso da Global Hotel Alliance (GHA) e reconhece seus hóspedes por meio de um programa de fidelidade unificado, o  Minor DISCOVERY, parte do GHA DISCOVERY.

Descubra nosso mundo em minorhotels.com e conecte-se com a Minor Hotels no Facebook, Instagram, LinkedIn, TikTok e YouTube.

*A contagem de propriedades inclui propriedades em operação, bem como empreendimentos comprometidos através de propriedade, joint ventures, arrendamentos assinados e acordos de gestão.

‘É clima de Outback’: marca lança maior campanha de futebol de sua história no Brasil com ecossistema de entretenimento e gastronomia

Outback aposta na parceria com a CazéTV, com ativações exclusivas, volta do rodízio e novidades para o delivery

O Outback Steakhouse apresenta a maior campanha para futebol de sua história no Brasil, apostando no clima de festa que toma conta dos brasileiros durante um grande campeonato. Desenvolvida pela agência DAVID, a campanha adota o conceito “É Clima de Outback”, estruturando um ecossistema de comunicação para posicionar os restaurantes, os canais digitais e o delivery da rede como os grandes pontos de encontro dos torcedores durante a temporada de jogos.

O filme publicitário da campanha é estrelado pelo apresentador Luisinho, da CazéTV, que convoca o público a vivenciar a experiência e o clima do Outback. A peça se inspira nas entradas ao vivo no jornalismo esportivo e brinca com a quebra da quarta parede, transformando a cabine de narração do Luisinho em uma mesa farta no meio do restaurante. Os jargões do esporte não ficaram de fora, estando presentes na escalação de clássicos do Outback. 

O filme foi divulgado no último sábado (13), pelas redes sociais do Outback, e está disponível neste link.

A marca está apostando em uma comunicação leve e divertida, traduzindo a energia de que a melhor parte da torcida é compartilhar momentos à mesa. Para amarrar a mensagem, o Outback anunciou a volta do seu rodízio, nas opções não-alcoólica (R$ 119,90) e alcoólica (R$ 139,90), e o lançamento do box “Celebração em Casa” no delivery. 

“Mais do que uma campanha promocional, ‘É Clima de Outback’ reforça a nossa proposta de transformar cada partida em uma oportunidade de encontro, celebração e conexão entre as pessoas, seja nos restaurantes, na Casa CazéTV ou dentro de casa”, afirma Claudia Vilhena, vice-presidente de Marketing, Vendas e Growth da Bold Hospitality Company, grupo detentor das marcas Outback, Abbraccio e Aussie no Brasil.

Juntas, agência e marca também desenharam uma ativação inédita fora dos restaurantes: o Outback é o restaurante oficial da Casa CazéTV em São Paulo, contando com um espaço de mais de 100m² e um cronograma de mais de 40 ações de marca ao longo do torneio. As ativações incluem quiz com curiosidades sobre o Brasil e Austrália, a presença de um sósia do apresentador Luisinho e a distribuição de pães australianos e brindes, como bucket hat e porta-copos, além de vouchers de desconto.

FICHA TÉCNICA

 Agência: DAVID

Campanha: É Clima de Outback

Cliente: Outback

Produto: Outback – Rodízio

Partner, Global CCO: Pancho Cassis

Global COO: Sylvia Panico

CCO: Marie Julie Gerbauld

Diretor de Criação Executivo: João Gandara

Diretor de Criação: Fabio Natan

Criação: Guilherme Prado, Matheus Santos, Carol Carrillo, Henrique Soares, Jessica Sanguino, Malu de Deus e Camila Castello

Atendimento: Tom Gil, Juliana Chediac, Bruna Pereira, Rafaela Villa Real

Produção: Fernanda Peixoto, Ana Marques, Leticia Brito

Revisão: Ava Silva

Arte Final: Victor Folha

Planejamento: Carolina Silva, Rafael Gonçales, Gabriel Ridolfi

Mídia: Raoni Oliveira, Valdete Flor

Social Media e Influência: Joel Antunes, Ully Correa, Bruno Portela, Lorena Marques

Data Intelligence: Daniel Nobemassa

Global PR Director: Sandra Azedo

Aprovação do cliente: Claudia Vilhena, Sedenir de Oliveira Junior, Fabiana Sanches de Souza, Laura Davila Couto Pessoa.

Produtora de Imagem: Corazon Filmes

Diretor de Dena: Bruno Zanetti
Direção Executiva: Igor Ferreira e Renato Chabuh

Produtora executiva: Regiani Pettinelli

Atendimento: Babi Kosloff, Vitor Meyer, Bê Crepaldi 

Equipe de Coordenação de Produção: Dani Oliveira, Rafael Pinto e Rafaella Blat

Diretor de Fotografia: William Etchebehere

Assistente de Direção I: Bruno Galvão 

Assistente de Direção II: Marcelo Selingardi
Assistente de Direção III: Caio Torretta

Diretor de arte: Cacá Montagnana
Assistente de Arte: Fernanda Zottis 

Produtor de Objeto: Paty di Giorgio

Figurino: Helô Cobra

Make/Hair: Camila Mendes
Culinarista: Candida Food Stylist

Produtora de elenco: Tuca

Diretor de Produção: Ale Pierro
Produtora: Bruna Carvalho 

Atendimento de Pós-produção: Carol Azambuja e Nadelly Miranda

Pós-Produção: Post It

Coordenação de pós: Felipe Righeto 

Montador: Ariel Serrão

Finalizador: Lucas Aires

Color: Ariel Serrão – Silo 

Produtora de Áudio: CANJA
Direção Musical: Eduardo Karas, Filipe Resende e Bruno Vieira Brixel
Head de Novos Negócios: Lari Storch
Produtor Executivo: Claudio Leal
Gerenciamento de Projeto: Flavia Medeiros, Kaleb Oliveira
Supervisão Musical: Levi Mynssen de Mello e Nando de Castro
Trilha: Levi Mynssen de Mello
Sound Design: Daniele Dantas


Sobre o Outback

O Outback Steakhouse possui 191 restaurantes no Brasil e está presente em 87 cidades, 21 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback.

Biopark leva modelo premiado de inovação a gestores públicos

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O vice-presidente do Biopark, Paulo Rocha, cumpriu agenda de trabalho em Curitiba e Pinhais para apresentar a gestores públicos o ecossistema do Oeste paranaense, reconhecido pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) como o melhor hub de inovação do Brasil e diplomado com o título de utilidade pública estadual pela Assembleia Legislativa do Estado do Paraná. O objetivo dos encontros foi pavimentar o caminho para futuros projetos integrados de educação e tecnologia entre as regiões.

Futuros Projetos

Em Curitiba, o executivo foi recebido pelo prefeito Eduardo Pimentel e pelo secretário municipal da Educação, Paulo Afonso Schmidt. Em Pinhais, a reunião foi com a prefeita Rosa Maria de Jesus Colombo. Nas audiências, foram detalhadas as características do hub — que engloba escola, faculdade e a Academia Donaduzzi —, com foco nos mais de 50 módulos práticos em robótica, programação e ciências. As reuniões contaram com a participação do fundador do Grupo Inepar, Atilano de Oms, e do diretor do CTNI, Augusto de Oms.

Opinião – Além do “prompt”: o abismo na formação docente diante da IA

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Miriã Salles*

A Inteligência Artificial chegou às salas de aula sem pedir licença, mas encontrou um sistema de defesa fragilizado. O problema não reside na tecnologia, mas em um gargalo histórico que agora cobra seu preço: a formação de professores no Brasil. Enquanto discutimos o que o estudante deve ou não fazer com a ferramenta, ignoramos que o corpo docente, em sua maioria, foi formado em uma “pedagogia da resposta”, num modelo que pouco prioriza a construção da autonomia e do pensamento crítico, exatamente as competências que a IA agora torna vitais.

É preciso reconhecer que as matrizes curriculares das licenciaturas ainda operam em um inevitável descompasso em relação à velocidade estonteante das transformações tecnológicas. Nossos cursos de Pedagogia, em sua maioria, foram estruturados para um mundo analógico, em que o professor era a fonte primária da informação. Mais do que apontar falhas isoladas, é urgente que as instituições de ensino superior liderem uma revisão profunda de suas bases, integrando a lógica da investigação e a ética da IA como pilares centrais. Ou reformamos a formação de quem ensina, ou continuaremos preparando profissionais para salas de aula que já não existem mais.

Ensinar um estudante a “fazer boas perguntas” para uma IA não é um exercício trivial; é uma técnica que exige domínio de lógica, síntese e, acima de tudo, um vasto repertório cultural. No entanto, como exigir que o professor medie essa arquitetura do pensamento se ele mesmo não foi instrumentalizado para tal? O que vemos é um abismo entre a realidade tecnológica das escolas e currículos que raramente abordam como ensinar e desenvolver estudantes autônomos e críticos.

Se não houver uma modificação profunda e urgente na formação docente, a exclusão educacional no país mudará de face. O risco não é mais o “analfabetismo digital”, mas o “analfabetismo funcional cognitivo”. Teremos uma elite educada para ser arquiteta de sistemas, que sabe usar a IA para potencializar seu intelecto, e uma massa de estudantes que apenas consome passivamente o que o algoritmo entrega, sem capacidade de crítica ou validação.

A formação de professores precisa migrar da entrega de conteúdo para a gestão da investigação. Isso exige currículos que abordem a ética dos dados, a lógica da argumentação e a mediação de processos de aprendizagem. O professor não será substituído pela IA se ele for o mentor que ensina o estudante a navegar no mar de dados com bússola própria. A exclusão aumentará drasticamente se continuarmos ignorando que a base do sistema precisa de uma nova gramática pedagógica.

*Miriã Salles é diretora do Colégio Santo Ivo.

Opinião: Leitura para salvar nossas meninas

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*Maíra Weber

A violência contra meninas e mulheres, seja física ou simbólica, esteve sempre presente, tristemente, na realidade de diferentes sociedades ao redor do mundo. No Brasil, dados de 2025 indicam 1.568 feminicídios, o que representa uma alta de 4,7% em relação a 2024. E o pior: os números têm aumentado em 2026, com o crescimento de 3,49% registrado apenas em janeiro.

As obras de arte, ao longo do tempo, refletem a sociedade e retratam suas mazelas. As primeiras narrativas literárias voltadas ao público infantil, como os contos de fadas, por exemplo, carregam uma concepção estereotipada da mulher, intimamente ligada à visão de mundo moldada pela coletividade. Muitos clássicos ensinaram meninas a terem como ideal de vida um príncipe salvador e a naturalizar o distanciamento entre os papéis sociais concebidos para homens e mulheres na sociedade.

Ao longo do tempo, isso pode desencadear, inclusive, comportamentos extremistas, como retratado na excelente e multipremiada série britânica Adolescência, que mostra como meninos podem ser ludibriados por discursos misóginos que circulam nas redes sociais. Influenciadores associados ao chamado movimento red pill difundem a ideia de que mulheres devem ocupar um lugar inferior e disseminam a crença de que os homens são vítimas de um sistema social manipulado por mulheres.

Como enfrentar esse desafio? Romper esse ciclo pede mais do que discursos e legislações: exige formação crítica profunda para que ocorram transformações nas ações. É nesse contexto que a literatura pode se tornar uma poderosa aliada, ao trazer a ficção como substrato para o debate. O estudioso austríaco da mente humana Bruno Bettelheim, autor de A psicanálise dos contos de fadas, aponta que, para que a criança compreenda sua existência e dê sentido a seus sentimentos, precisa entrar em contato com recursos que possibilitem lidar com seus conflitos.

Assim, a literatura torna-se uma ferramenta importante. Ler é um processo individual de autoconhecimento: é um momento em que a pessoa está sozinha com suas sensações e reflexões – sem televisão, sem celular, sem videogame, sem conversas com outros. Quando se lê, entra-se em um mundo no qual o leitor faz sua própria interpretação da narrativa e reflete sobre questões amplas da humanidade, colocando-se no lugar dos personagens.

No entanto, é preciso qualificar a leitura. É necessário ultrapassar leituras de caráter utilitário, que utilizam o texto meramente como pretexto para atividades didáticas, prática encontrada durante muito tempo nas escolas do país. É importante escolher livros de literatura de qualidade, voltados à formação estética, capazes de educar as sensibilidades e de possibilitar ao leitor um espaço para refletir com criticidade e liberdade interpretativa.

Projetos de leitura literária na escola que engajam estudantes e até suas famílias com histórias que valorizem meninas e mulheres – que podem ser frágeis, fortes, mas sobretudo humanas – oferecem às crianças e aos jovens ferramentas simbólicas para enfrentar a violência e a desigualdade.

A literatura escrita por mulheres é fundamental para ampliar esse horizonte. Autoras como Marina Colasanti, Clarice Lispector, Lygia Fagundes Telles e Conceição Evaristo revelam, em suas obras, a complexidade, a inteligência e a dignidade das experiências femininas. Ao ler essas vozes, jovens meninas e meninos podem rever seus pensamentos e comportamentos. Além disso, há uma imensidão de livros de literatura infantil e infantojuvenil de extrema qualidade – escritos por mulheres e por homens do Brasil e do mundo – que desmistificam o imaginário da fragilidade, da passividade e da inferioridade femininas. Inspirar projetos de mediação de leitura baseados em narrativas potentes pode salvar muitas vidas.

*Maíra Weber é doutora em Educação e pesquisadora do Instituto Positivo.

GFX inaugura polo em São José do Rio Preto e aposta no potencial econômico do noroeste paulista 

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Empresa especializada em inteligência financeira escolhe a cidade como base estratégica para ampliar o acesso ao planejamento patrimonial integrado no interior de São Paulo 

Um dos principais polos econômicos e de serviços do interior paulista passa a contar com uma nova operação voltada à inteligência financeira. A GFX – Inteligência Financeira inaugura em 23 de junho seu novo polo em São José do Rio Preto, como parte do plano de expansão nacional da companhia. 

A chegada da empresa à cidade acompanha um movimento crescente da população por soluções que integrem planejamento financeiro, investimentos, proteção patrimonial, crédito e sucessão familiar. 

Fundada com o propósito de democratizar o acesso ao planejamento financeiro de alta performance, a GFX desenvolveu um modelo que reúne especialistas em diferentes áreas para construir estratégias completas para pessoas físicas, empresários e famílias. 

Economia de referência para o noroeste paulista 

A escolha de São José do Rio Preto ocorreu em função das características econômicas da região. Considerada referência para dezenas de municípios do noroeste paulista, a cidade reúne forte concentração de profissionais liberais, especialmente da área da saúde, empresários em fase de expansão e um mercado imobiliário aquecido. 

“São José do Rio Preto é uma cidade dinâmica e reúne características que dialogam diretamente com a proposta da GFX. Nossa chegada representa a oportunidade de aproximar a inteligência financeira de famílias, empresários e profissionais que buscam construir patrimônio de forma estruturada, protegida e sustentável”, afirma Philippe Enke Mathieu, fundador e CEO da GFX. 

Metodologia própria organiza a vida financeira 

A metodologia própria da GFX, denominada A Casa Financeira, organiza a construção patrimonial em quatro pilares: organização financeira, proteção, investimentos e planejamento sucessório. O objetivo é transformar patrimônio em legado por meio de uma visão integrada, diferentemente da atuação fragmentada tradicionalmente encontrada no mercado financeiro. 

Atualmente, a GFX soma mais de 12 mil clientes atendidos, mais de 200 consultores especializados, mais de 100 instituições parceiras e R$ 500 milhões em negócios realizados, além de crescimento superior a 100% ao ano. 

“São José do Rio Preto é uma das cidades mais dinâmicas do interior brasileiro e reúne características que dialogam diretamente com a proposta da GFX. Nossa chegada representa a oportunidade de aproximar a inteligência financeira de famílias, empresários e profissionais que buscam construir patrimônio de forma estruturada, protegida e sustentável ao longo das gerações”, afirma Philippe Enke Mathieu, fundador e CEO da GFX. 

A expansão para Rio Preto integra a estratégia nacional da companhia de ampliar sua presença regional e levar soluções de planejamento financeiro integrado para mercados considerados estratégicos. 

Brasil celebra pela primeira vez o Dia do Orgulho Autista e avança na agenda relacionada ao tema

Agora é lei: 18 de junho está oficialmente no calendário brasileiro. O dia do Orgulho Autista chega para promover a aceitação, o respeito e o orgulho da própria identidade. Criado em 2005 pela organização americana Aspies For Freedom, a data foca na neurodiversidade. Em vez de tratar o autismo como uma doença, o movimento defende o Transtorno do Espectro Autista (TEA) como uma variação neurológica natural, uma forma diferente de processar e experimentar o mundo.

No Brasil, a data ganhou status oficial com a sanção da Lei 15.365, de 2026. A celebração complementa o Dia Nacional de Conscientização sobre o Autismo, já existente em 2 de abril, mas com um propósito distinto: enquanto abril informa, junho celebra.

“Precisamos que toda a sociedade entenda que o autista é apenas diferente, processa e interpreta o mundo de outra forma. O que queremos celebrar são essas formas únicas de pensar, de interagir e de perceber o mundo ao redor”, afirma Liang Jansen, coordenadora de inclusão da Escola Willy Janz, em Curitiba.

Os números mostram a dimensão do tema. Segundo o IBGE, cerca de 2,4 milhões de brasileiros têm diagnóstico de autismo, o equivalente a 1,2% da população. Apesar disso, 46,1% dos autistas adultos no país não concluíram o ensino fundamental, índice bem acima dos 35,2% registrados na população geral. Os dados reforçam que celebrar o orgulho autista não basta: é preciso garantir direitos concretos, começando pela educação.

Respeitar o diferente

Para Liang, a inclusão é papel de toda a sociedade e também da escola. E ela começa, antes de tudo, pelo conhecimento. “A gente só inclui quando entende, quando conhece. Muitas vezes o preconceito não é maldoso, é falta de informação sobre como agir”, diz a coordenadora.

Na Escola Willy Janz, em Curitiba, esse entendimento se traduz em prática diária. Entre os alunos de inclusão, a instituição atende 49 alunos neurodivergentes e adota uma postura que não espera o diagnóstico formal para agir. “Quando um professor percebe comportamentos atípicos, como dificuldade de comunicação, de interação social ou sensibilidade exagerada a sons e estímulos, a equipe estuda o caso e convida a família para uma conversa”, relata Liang.

  De acordo com a especialista, o corpo acadêmico não precisa do laudo para criar estratégias que atendam às necessidades do aluno. “Mas é importante que os pais busquem o diagnóstico para entender o filho e buscar seus direitos. São papéis diferentes”, explica.

Cada autista é único

O símbolo do quebra-cabeça colorido, referência mundial do autismo, carrega uma mensagem: não existe um perfil único. O TEA se manifesta de formas muito diferentes, com impactos variados na comunicação, na interação social e nos comportamentos repetitivos. Há autistas que falam com fluência e outros que não se comunicam pela fala. Há os que interagem com facilidade e os que têm grande dificuldade. “Nenhum autista é igual ao outro. Cada um tem seus desafios e também muito a oferecer”, reforça a coordenadora.

Na prática, isso significa que cada aluno da Willy Janz tem um plano de ensino próprio. A rotina é antecipada para que o inesperado não vire fonte de angústia. Os movimentos repetitivos que alguns estudantes apresentam, como balançar o corpo ou agitar as mãos, são tratados como uma forma de se acalmar diante do excesso de estímulos, e não como comportamentos a corrigir. “O professor está ali para compreender esse processo, não para interrompê-lo. Depois que o aluno se organiza, ele volta às atividades”, explica Liang.

A turma que se reorganizou

Um episódio recente ilustra como a inclusão, quando bem conduzida, transforma toda a comunidade escolar. Um estudante do quinto ano, autista que não se comunica pela fala, precisava sentar na frente da sala ao lado de sua tutora e usar imagens e cartões para acompanhar as aulas. Quando a situação foi explicada à turma, um colega se levantou e ofereceu sua cadeira espontaneamente. A classe inteira se reorganizou. “Todos foram a favor. Hoje ele se sente incluído e a família está feliz”, conta Liang.

Para a coordenadora, histórias como essa mostram que a escola é um ponto de partida. “A inclusão não é só para o aluno com deficiência. É para idosos, para pessoas negras, para quem é obeso, para quem é branco. Quando formamos crianças com esses valores, elas levam isso para a vida.”

Esse princípio está no coração do movimento “Nada sobre nós, sem nós”, que defende que as próprias pessoas autistas sejam protagonistas nas discussões sobre o tema. No Brasil, o conceito foi difundido pelo professor Romeu Sassaki, referência nacional em inclusão. “Ninguém fala melhor de mim do que eu. A pessoa autista pode e deve mostrar suas limitações, mas também aquilo que é capaz”, resume Liang Jansen.

No Paraná, o cenário reflete a realidade nacional e coloca escolas como a Willy Janz em um papel que vai além do pedagógico: o de demonstrar, na prática, que a inclusão é possível, viável e transformadora. “Poder comemorar esse dia oficialmente é mais do que um símbolo. É a confirmação de que a inclusão deixou de ser pauta marginal para se tornar compromisso de todos”, conclui a coordenadora.