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Frio impacta mente

Queda de temperatura altera humor, energia e comportamento, mas rotina pode equilibrar o cérebro

Com a chegada das temperaturas mais baixas em Curitiba, quando os termômetros já começam a marcar entre 14 °C e 15 °C, muitas pessoas relatam cansaço, falta de motivação e até mudanças no apetite. O que poucos sabem é que essas reações não são apenas emocionais, mas têm uma explicação biológica. O cérebro humano, ainda adaptado a padrões naturais de sobrevivência, responde ao frio como um sinal de escassez, influenciando diretamente o comportamento e a saúde mental.

Segundo o neurocientista e hipnoterapeuta Renê Skaraboto, o organismo ainda opera com base em mecanismos primitivos. “O nosso cérebro foi moldado ao longo de milhões de anos para viver na natureza, respeitando ciclos como o dia e a noite e as estações do ano. Quando a temperatura cai, ele entende que precisa economizar energia, como se estivesse se preparando para um período de poucos recursos”, explica.

Esse mecanismo ajuda a entender por que, nos dias mais frios, tarefas simples como sair da cama ou manter a rotina de exercícios se tornam mais difíceis. A redução da luz solar, comum nessa época do ano, também interfere diretamente na disposição. “Quando o dia fica mais curto e o sol aparece menos, o cérebro interpreta que ainda não é hora de estar ativo. Isso impacta o humor, a energia e até a produtividade”, destaca.

Outro efeito comum é o aumento do apetite, especialmente por alimentos mais calóricos. Isso acontece porque o corpo precisa gastar mais energia para manter a temperatura interna estável, em torno de 36 °C. “Existe uma tendência natural de buscar alimentos mais energéticos, como doces e comidas mais gordurosas, porque o organismo está tentando compensar essa demanda maior de energia”, afirma Skaraboto.

Apesar das mudanças naturais, é possível minimizar os impactos do frio na saúde mental com ajustes estratégicos na rotina. Uma das principais recomendações é adaptar os horários das atividades ao clima. “Não faz sentido manter exatamente a mesma rotina do verão. Pequenas mudanças, como treinar no fim da tarde em vez da manhã, podem ajudar a manter a consistência ao longo do tempo”, orienta.

A exposição à luz solar, mesmo que breve, também é essencial nesse período. Em cidades como Curitiba, onde os dias nublados são frequentes no inverno, aproveitar qualquer momento de sol pode fazer diferença significativa. “Mesmo alguns minutos de exposição já ajudam na produção de vitamina D e na regulação do humor”, ressalta.

Além disso, manter uma alimentação equilibrada é fundamental para evitar excessos típicos da estação. Embora o aumento da fome seja esperado, o ideal é buscar alternativas saudáveis que sustentem o corpo sem comprometer a saúde a longo prazo.

Para o especialista, o mais importante é entender que essas mudanças são naturais, mas não precisam comprometer a qualidade de vida. “O frio exige adaptação, não paralisação. Quando a gente entende como o cérebro funciona, consegue criar estratégias mais inteligentes para manter o equilíbrio emocional e a produtividade”, conclui.

Serviço: Hipnose para Todos
Renê Skaraboto 
Neurocientista e Hipnoterapeuta
(41) 99692-9774
@hipnose_para_todos
https://www.clinicahipnoseparatodos.com.br/
Ed. Batel Executive Center
Travessa João Turin, nº37 Sala 601, 6ª andar, Água Verde, Curitiba – PR.

O “imposto do pecado” e o impacto no mercado de vinhos no Brasil

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O “imposto do pecado” e o impacto no mercado de vinhos no Brasil

A reforma tributária pode trazer um impacto relevante para o mercado de vinhos no Brasil: o encarecimento do produto ao consumidor e a desaceleração de um setor que vinha em crescimento consistente.

A proposta de criação do Imposto Seletivo, que deverá incidir sobre bebidas alcoólicas, acendeu um alerta entre produtores, importadores e distribuidores. Hoje, o vinho já convive com uma carga tributária próxima de 50% do preço final. Com a nova estrutura, o tributo tende a ser aplicado de forma monofásica e sem possibilidade de compensação ao longo da cadeia, o que, na prática, amplia a pressão sobre os preços ao consumidor e influencia diretamente o futuro do setor.

O impacto não deve se limitar ao consumo. Um aumento expressivo da carga tributária pode reduzir a competitividade do mercado formal, desestimular investimentos e afetar toda a cadeia associada ao vinho — que inclui desde produtores e importadores até setores como gastronomia, turismo e hospitalidade.

É nesse contexto que o debate ganha ainda mais relevância às vésperas de uma das maiores feiras profissionais de vinhos das Américas, a Wine South America (WSA), que será realizada entre 12 e 14 de maio, em Bento Gonçalves (RS). Promovida pela Milanez & Milaneze, subsidiária da Vinitaly — um dos maiores eventos de vinho do mundo —, a WSA vai reunir mais de 400 marcas nacionais e internacionais e representantes de 20 países, com expectativa de movimentar cerca de R$ 100 milhões em negócios.”

Mais do que uma feira, a WSA se consolidou como um dos principais termômetros do setor na América Latina e um ambiente estratégico para geração de receita, debates estratégicos, relacionamento comercial e expansão de mercado. Em um momento de incerteza regulatória, o encontro tende a concentrar discussões relevantes sobre os rumos da tributação e seus impactos no ambiente de negócios.

“A discussão sobre a tributação de bebidas alcoólicas é legítima, mas precisa considerar as especificidades de cada categoria. O vinho possui um perfil de consumo distinto, historicamente associado à moderação e à experiência gastronômica, além de desempenhar um papel relevante em cadeias de valor ligadas ao turismo e à economia criativa”, afirma Marcos Milaneze, diretor da Wine South America.

Os números reforçam o potencial do setor. Em 2025, o mercado brasileiro de vinhos e espumantes movimentou cerca de R$ 21,1 bilhões, com crescimento próximo de 10% em relação ao ano anterior, segundo levantamento da Ideal.BI. O avanço foi impulsionado pelo aumento do tíquete médio e pela maior valorização de produtos de qualidade. Os espumantes, por exemplo, já ultrapassam 40 milhões de litros comercializados por ano, refletindo uma mudança consistente no padrão de consumo.

Arquitetura que transforma

Projeto pioneiro mostra como ambientes impactam diretamente o desenvolvimento de autistas

A arquitetura pode ser decisiva no desenvolvimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista, TEA, mas ainda é pouco explorada como ferramenta terapêutica no Brasil. A arquiteta especialista Rosana Paciornik Nathan defende que o ambiente precisa ser pensado de forma estratégica para colaborar com o neurodesenvolvimento. “O espaço não pode ser neutro ou apenas bonito. Ele precisa ser funcional para o cérebro de quem está ali, especialmente quando falamos de autismo”, afirma.

Essa visão ganha força em um momento em que o número de diagnósticos cresce no mundo. Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, CDC, 1 em cada 31 crianças está dentro do espectro. No Brasil, a ausência de normas específicas para o autismo na arquitetura ainda representa um desafio, já que as diretrizes existentes focam principalmente em acessibilidade física.

Para suprir essa lacuna, iniciativas independentes vêm ganhando protagonismo. Um exemplo é o trabalho desenvolvido pelo instituto EDUTEA criado por Rosana, que atua tanto na educação e saúde quanto na viabilização de projetos arquitetônicos inclusivos. “Nosso objetivo é democratizar o acesso. Muitas famílias escolas e clínicas não têm recursos para um projeto completo, então buscamos parcerias para tornar isso possível”, explica.

Esse modelo colaborativo já apresenta resultados concretos. No próximo dia 07 de maio, será inaugurada a Clínica Aampara, considerada um projeto pioneiro no país ao aplicar, na prática, conceitos de arquitetura voltada ao autismo em um espaço clínico multidisciplinar. “É a prova real de que funciona. Não é um conceito teórico ou um projeto no papel. É um ambiente construído para atender as necessidades sensoriais e comportamentais do autista”, destaca.

O projeto enfrentou limitações orçamentárias, comuns em iniciativas financiadas com recursos públicos. Ainda assim, soluções estratégicas permitiram alcançar um resultado eficiente. “Trabalhamos com arquitetura modular e escolhas assertivas de layout e mobiliário. Isso reduz custos e garante funcionalidade”, explica a especialista.

Um dos principais diferenciais está no controle de estímulos. Ao contrário do senso comum, que associa ambientes terapêuticos a excesso de elementos visuais, o foco é a redução de interferências. “A pessoa precisa estar desestimulada para conseguir receber o estímulo da terapia. Se o ambiente já é excessivo, ela não consegue focar no que realmente importa”, afirma.

Além do impacto técnico, a iniciativa também levanta um debate social importante: a falta de visibilidade do autismo em políticas públicas e sinalizações cotidianas. “Hoje vemos placas para idosos, gestantes e pessoas com deficiência física, mas quase nada voltado ao autista. Isso mostra uma mistura de falta de conhecimento e esquecimento”, pontua.

Para ampliar o acesso à informação, Rosana também organiza um congresso EDUTEA nacional que reúne profissionais de diferentes áreas para discutir o tema sob uma perspectiva multidisciplinar. O evento acontece em junho, em Curitiba, e toda a arrecadação será destinada ao instituto. “A inclusão só acontece quando todas as áreas trabalham juntas. Arquitetura, educação, saúde e família precisam estar alinhadas”, reforça.

Como mensagem final, a especialista destaca um ponto central que ainda precisa avançar no país. “O autismo é uma deficiência e precisa ser tratado como tal em todas as disciplinas. Quando o ambiente é pensado corretamente, ele deixa de ser um obstáculo e passa a ser uma ferramenta de desenvolvimento”, conclui.

Serviço: Mantro Arquitetura Sensorial
Rosana Paciornik Nathan
Arquiteta especialista em autismo
(41) 99675 8855
@arq.rosanapaciorniknathan
contato@rosanapaciorniknathan.com.br
www.rosanapaciorniknathan.com.br
Av. Sete de Setembro 5402 sala 121 Batel / Curitiba, PR

Proteção ou excesso a misoginia

Equiparar misoginia ao racismo pode gerar impactos psicológicos e afetar relações sociais

A proposta de equiparar a misoginia ao racismo tem gerado debates não apenas no campo jurídico, mas também no psicológico. Embora a intenção de combater o preconceito e proteger grupos vulneráveis seja legítima, especialistas alertam que a ampliação imprecisa de conceitos pode trazer efeitos colaterais relevantes, especialmente nas relações sociais e emocionais.

De acordo com o psicólogo Luti Christóforo, toda sociedade que busca evolução precisa enfrentar a discriminação com seriedade, mas sem perder o equilíbrio. “Quando uma proposta legal amplia conceitos de forma desproporcional, ela pode gerar impactos psicológicos importantes, tanto para quem se pretende proteger quanto para toda a sociedade”, afirma.

Um dos principais pontos de atenção está na forma como essa equiparação pode afetar a percepção sobre as mulheres. Segundo o especialista, ao transformar críticas, discordâncias ou conflitos em potenciais crimes equiparados ao racismo, cria-se um ambiente de fragilidade simbólica. “A mulher deixa de ser vista como um sujeito forte, capaz de se posicionar e lidar com conflitos, e passa a ocupar um lugar de vulnerabilidade constante, o que pode enfraquecer a autonomia emocional”, explica.

Outro risco apontado é o da banalização. Quando diferentes situações passam a ser enquadradas dentro do mesmo conceito, casos graves podem perder força diante do excesso de interpretações. “Quando tudo pode ser interpretado como misoginia, existe o risco de que situações realmente graves sejam diluídas, prejudicando justamente quem mais precisa de proteção”, destaca.

O impacto também se estende às relações afetivas. A possibilidade de interpretações equivocadas e punições severas pode gerar retração emocional, especialmente entre os homens. “Há uma tendência de evitar interações mais profundas ou conversas sinceras por medo de consequências legais, o que leva a relações mais superficiais e menos autênticas”, pontua o psicólogo.

Para os homens, o cenário também pode trazer consequências emocionais significativas. Ansiedade, insegurança e isolamento social são alguns dos efeitos possíveis diante do receio de acusações. “A espontaneidade dá lugar a um comportamento excessivamente calculado. Isso não constrói relações saudáveis, constrói relações tensas”, afirma.

Além disso, a ampliação do conceito pode abrir espaço para interpretações subjetivas e eventuais injustiças. Segundo o especialista, acusações indevidas podem gerar traumas profundos e impactar diferentes áreas da vida. “Um homem injustamente acusado não sofre apenas juridicamente, sofre emocionalmente, socialmente e, muitas vezes, profissionalmente”, ressalta.

Do ponto de vista psicológico, relações saudáveis são construídas com base em diálogo, empatia e responsabilidade emocional. Para Luti Christóforo, a transformação social não acontece pelo medo. “Não é a punição extrema que educa, é a consciência. O desenvolvimento interno é o que sustenta relações mais equilibradas”, afirma.

O especialista reforça que combater a misoginia é fundamental, especialmente em casos reais de violência e discriminação. No entanto, defende que esse enfrentamento deve ocorrer com precisão e responsabilidade. “Quando a sociedade passa a legislar de forma ampla sobre comportamentos e sentimentos, há o risco de transformar conflitos naturais em disputas judiciais, o que fragiliza as relações em vez de fortalecê-las”, explica.

Para ele, o caminho mais eficaz está no fortalecimento individual e coletivo. “Proteger é necessário, mas fortalecer é ainda mais. A verdadeira proteção está em formar mulheres emocionalmente fortes, homens conscientes de seus comportamentos e relações baseadas em respeito genuíno, não em medo”, conclui.

Serviço: Luti Christóforo
Psicólogo clínico
(41) 99809-8887
@luti.psicologo
lutipsicologo@gmail.com
YouTube.com/@lutipsicologo

IRPF exige estratégia

Prazo, organização e orientação contábil evitam multas e prejuízos financeiros

O período de entrega do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026 já está em andamento e segue até o dia 29 de maio, mobilizando milhões de brasileiros e exigindo atenção redobrada tanto de pessoas físicas quanto de empresários. A expectativa da Receita Federal é receber cerca de 44 milhões de declarações neste ano, o que reforça a importância de organização e planejamento para evitar erros e penalidades.  Mais do que uma obrigação fiscal, o IRPF se tornou um instrumento estratégico para comprovação de renda, acesso a crédito e regularidade financeira. No entanto, a falta de orientação adequada ainda leva muitos contribuintes a cometerem erros simples, como omissão de rendimentos, inconsistência em despesas médicas ou falhas no preenchimento de dados, fatores que frequentemente resultam na chamada “malha fina”.

Para o contador Danilo Fermino, da Flow Contabilidade, o maior erro ainda é deixar tudo para a última hora. “O Imposto de Renda não começa no prazo de entrega, ele começa na organização ao longo do ano. Quem deixa para resolver isso perto do fim corre muito mais risco de erro, de pagar mais imposto do que deveria ou até de cair na malha fina”, afirma. Entre as principais orientações, ele destaca a importância de reunir com antecedência documentos como informes de rendimentos, comprovantes de despesas médicas e educacionais, dados bancários e documentação de bens. Essa organização prévia reduz inconsistências, já que a Receita Federal cruza automaticamente as informações com bancos, empresas e outras instituições.  

Outro ponto crítico é entender quem está obrigado a declarar. Em 2026, devem prestar contas contribuintes que tiveram rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 no ano anterior, além de quem possui bens acima de R$ 800 mil, realizou operações em bolsa ou teve ganhos de capital, entre outros critérios.  

No caso das empresas, embora o IRPF seja voltado à pessoa física, há impacto direto na vida do empresário. Pró-labore, distribuição de lucros, investimentos e patrimônio pessoal precisam estar corretamente declarados, o que exige alinhamento entre contabilidade empresarial e pessoal. “O empresário que não integra essas informações corre risco de inconsistência e exposição fiscal desnecessária”, alerta Danilo.

A penalidade para quem perde o prazo pode pesar no bolso. A multa por atraso é de 1% ao mês sobre o imposto devido, podendo chegar a 20%, com valor mínimo de R$ 165,74. Além disso, o CPF pode ficar irregular, impedindo financiamentos, participação em concursos e até a emissão de passaporte.  Diante desse cenário, a atuação do contador deixa de ser operacional e passa a ser estratégica. “Não é só preencher uma declaração. É analisar cenário, orientar decisões e garantir que o cliente pague o justo, nem mais nem menos. Um bom planejamento evita prejuízos e pode até gerar economia”, destaca. A recomendação final é clara: antecipação e acompanhamento profissional são decisivos para transformar o Imposto de Renda de uma dor de cabeça em uma ferramenta de controle e crescimento financeiro. Quanto antes o contribuinte organiza seus dados e busca orientação, maiores são as chances de segurança, agilidade e até restituição mais rápida.

Serviço: Flow Contabilidade
Danilo Fermino
Contador CRC PR 078065/O-2
(41) 99727-8762
@danilofermino
danilo@orconsil.com.br
www.flowcontabilidadedigital.com.br

Ansiedade do presente

Evitar certos comportamentos ampliam sobrecarga emocional e impactam decisões

A ansiedade nem sempre está ligada ao futuro ou ao desconhecido. Em muitos casos, ela nasce de situações presentes que estão sendo evitadas, como decisões adiadas, conversas difíceis ou limites que não foram estabelecidos. Esse comportamento, comum na rotina de profissionais e empreendedores, pode gerar um acúmulo emocional silencioso, que compromete não apenas o bem-estar, mas também a produtividade e a clareza nas escolhas.

De acordo com dados recentes da Organização Mundial da Saúde, o Brasil está entre os países com maior índice de pessoas ansiosas no mundo, com cerca de 9,3% da população afetada por transtornos de ansiedade. No ambiente corporativo, esse cenário se reflete em queda de desempenho, procrastinação e dificuldade na tomada de decisões estratégicas, especialmente entre profissionais que acumulam responsabilidades e evitam conflitos.

Para o escritor e provocador comportamental Fefo Milléo, a raiz do problema está na forma como as pessoas lidam com o desconforto emocional. “A ansiedade muitas vezes não vem do futuro, ela nasce do presente que você está evitando enfrentar. Cada decisão adiada, cada conversa não resolvida e cada limite que você não coloca vira um peso a mais dentro da sua cabeça”, afirma.

Esse acúmulo, segundo ele, não desaparece com o tempo, pelo contrário, tende a crescer. “Quanto mais você adia, mais esse peso aumenta. E chega um momento em que não é mais sobre o problema em si, mas sobre o desgaste emocional de carregar tudo isso”, explica.

Na prática, esse comportamento pode afetar desde relações pessoais até negociações importantes, impactando diretamente resultados financeiros e posicionamento profissional. Em um mercado cada vez mais competitivo, a habilidade de lidar com conflitos, tomar decisões rápidas e estabelecer limites claros deixou de ser diferencial e passou a ser uma competência essencial.

Fefo reforça que enfrentar o desconforto é o único caminho para aliviar a ansiedade de forma consistente. “Resolver o que está pendente exige coragem, mas é isso que devolve leveza mental e controle da própria vida. Fugir só prolonga o sofrimento”, pontua.

A reflexão proposta pelo autor convida a uma mudança de postura: sair da inércia emocional e assumir uma atitude mais ativa diante dos próprios desafios. Em vez de esperar o “momento certo”, o movimento estratégico está em agir no presente, onde, de fato, as soluções começam a ser construídas.

Serviço: Fefo Milléo 

Psicólogo, escritor e palestrante

@fefomilleo

Gestão eleva faturamento

Estratégia orientada por dados e domínio das plataformas digitais impulsionam resultados no delivery

O avanço do delivery no Paraná tem exigido mais do que bons produtos: a gestão estratégica passou a ser determinante para o crescimento e a rentabilidade dos negócios. Dados da Abrasel PR indicam que o delivery já responde por mais de 30% do faturamento de pequenos estabelecimentos, pressionando empreendedores a profissionalizar processos, reduzir desperdícios e melhorar margens.
É nesse cenário que o trabalho de Edher Brandão, à frente da ConceptFood, vem ganhando destaque ao transformar operações com foco direto em resultado econômico. Em São José dos Pinhais, a atuação do especialista foi decisiva para reestruturar a Só Fritos Salgaderia Artesanal, que hoje opera com múltiplas marcas e maior eficiência financeira.
A empresa, liderada por John David Palacio Idalgo, já possuía qualidade de produto e experiência na produção, mas enfrentava limitações na gestão após uma consultoria anterior que não entregou o retorno esperado. “A gente investiu alto e não teve o resultado proporcional. Foi aí que percebemos que precisava de uma gestão mais prática, mais próxima da realidade do negócio”, afirma.
O primeiro contato com Edher aconteceu na implantação do sistema Saipos, mas rapidamente evoluiu para uma gestão completa. A partir daí, a operação passou por uma reorganização estratégica com foco em rentabilidade e escala sustentável. “Nosso trabalho não é só implantar sistema, é garantir que o cliente ganhe dinheiro com ele. A tecnologia só faz sentido quando melhora margem, reduz custo e aumenta previsibilidade”, explica Edher Brandão.
Com a nova gestão, a empresa passou a operar três marcas simultâneas no delivery, Só Fritos Salgaderia, Só Fritos Pastelaria e Salgada Express, ampliando presença no iFood e iniciando expansão para a 99. A centralização via sistema permitiu controle total de pedidos, estoque, ficha técnica e precificação, reduzindo perdas e aumentando o controle financeiro.
Além disso, foram implementadas soluções como cardápio digital, pedidos via QR Code e roteirização de entregas, otimizando a operação e diminuindo custos logísticos. “Hoje a gente consegue enxergar tudo. Antes era muito mais no feeling, agora é decisão baseada em número”, destaca John.
Um dos principais ganhos veio da construção de estratégias personalizadas para o perfil do negócio. Com ticket médio entre R$ 35 e R$ 40, ações comuns como frete grátis e cupons agressivos se mostraram inviáveis economicamente. A solução foi reposicionar a loja dentro das plataformas, criando ofertas e produtos específicos para melhorar visibilidade sem comprometer margem.“O erro de muitos restaurantes é copiar estratégia. Cada operação tem uma lógica financeira diferente. Quando você entende isso, começa a crescer de forma saudável”, afirma Edher.
Outro diferencial está no acompanhamento constante das mudanças nas plataformas digitais. A ConceptFood atua diretamente na análise de contratos, regras e oportunidades em aplicativos como iFood e 99, evitando decisões que possam gerar prejuízo ou dependência excessiva. A parceria também inclui a busca por inovação, como a implantação de inteligência artificial no atendimento e melhoria da experiência do cliente. Movimento alinhado ao crescimento do setor, que deve avançar mais de 15% ao ano no Brasil, segundo projeções de mercado.
Para John, o impacto da gestão vai além da organização. “Hoje a gente tem alguém que olha pelo negócio junto com a gente. Isso dá segurança para crescer. Sem essa gestão, seria muito difícil operar tudo isso sozinho”, afirma. O caso da Só Fritos mostra que, no cenário atual, o crescimento no delivery está diretamente ligado à capacidade de gestão. Mais do que vender, é preciso estruturar, analisar e decidir com precisão e é nesse ponto que a atuação estratégica se transforma em resultado financeiro.

Serviço: ConceptFood
Gestão de restaurantes
Edher Brandão
41 99143-0049
@edher.brandao
conceptfood.adm@outlook.com
Rua: Mateus Leme, 531, andar superior, Curitiba, Paraná.

Advogado ganha destaque

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Atuação técnica e presença digital impulsionam crescimento no Direito Penal

O advogado Jefferson Nascimento da Silva tem consolidado sua atuação no Direito Penal ao unir prática jurídica consistente, produção de conteúdo e iniciativas voltadas à formação de novos profissionais. Com uma trajetória marcada por reconhecimento internacional e crescimento no ambiente digital, o profissional vem ampliando sua visibilidade no cenário jurídico.

Em 2022, Jefferson foi reconhecido com o prêmio “Lawyer of the Year”, concedido pelo Latin American Quality Institute, durante evento realizado no Panamá. A premiação destaca profissionais com atuação relevante em critérios como desempenho técnico, ética e impacto social, e representou um marco na projeção do advogado no contexto latino-americano.

No mesmo período, o advogado iniciou a produção de conteúdo jurídico nas redes sociais, compartilhando análises, orientações e explicações sobre temas do Direito Penal. Desde então, manteve constância nas publicações e consolidou sua presença digital, alcançando mais de 130 mil seguidores. “A comunicação acessível é uma forma de aproximar o Direito das pessoas e ampliar o entendimento sobre garantias fundamentais”, afirma.

Na advocacia criminal, Jefferson atua com foco na defesa de direitos fundamentais, especialmente em casos que envolvem restrições à liberdade individual. Sua abordagem prioriza não apenas os aspectos técnicos dos processos, mas também os impactos das decisões judiciais na vida dos envolvidos. “Cada caso carrega uma história, e compreender o contexto é essencial para uma atuação mais justa e eficaz”, destaca.

Nos últimos anos, o advogado também passou a investir na formação de outros profissionais do Direito, por meio de mentorias direcionadas a advogados que desejam atuar na área penal. Entre os temas abordados estão estratégia processual, atuação em audiências e desenvolvimento de postura profissional alinhada à prática criminal.

Um dos diferenciais de sua metodologia é a utilização de referências históricas e religiosas como recurso didático. O julgamento de Jesus Cristo, por exemplo, é frequentemente citado como um caso de injustiça processual, servindo como base para reflexões sobre garantias fundamentais, devido processo legal e imparcialidade. “Trazer esses paralelos ajuda a tornar o aprendizado mais crítico e aprofundado”, explica.

A combinação entre atuação técnica, presença digital e formação de profissionais tem fortalecido a posição de Jefferson no meio jurídico. O reconhecimento internacional conquistado em 2022 é apontado como um dos marcos iniciais de uma trajetória que segue em expansão, acompanhando as novas demandas da advocacia contemporânea.

Serviço: Jefferson Nascimento da Silva
Advogado Criminalista, OAB/PR 86.750
(41) 98400-6686
@jeeffeh
jeffe.adv@gmail.com
https://advjeffersonsilva.com.br
Rua Conselheiro Laurindo, 600 – sala 1006/1007, Centro, Curitiba/PR.

Vícios construtivos geram prejuízos e ações judiciais crescem no Brasil

Não há momento de maior expectativa para uma família ou para um investidor do que o recebimento das chaves de um imóvel recém-construído. O cheiro de tinta fresca, os pisos brilhantes e a promessa de um novo começo ou de um negócio lucrativo inebriam os sentidos. Contudo, no Brasil, esse sonho frequentemente esbarra em uma realidade incômoda: estamos falando dos temidos vícios construtivos.

Vícios construtivos são defeitos originados do projeto, execução ou materiais da obra que podem gerar grandes prejuízos e que vem se tornando uma das principais causas de disputas no setor imobiliário. É um problema crônico que assombra tanto pessoas físicas quanto empresários do setor imobiliário de norte a sul do país. O tema ganha ainda mais relevância diante do crescimento da construção civil no país. Em 2025, o setor movimentou cerca de R$ 277 bilhões em investimentos, com avanço de quase 4%, o que amplia também o volume de entregas e, consequentemente, de possíveis falhas construtivas. Ao mesmo tempo, o custo da construção subiu 5,63% no ano, pressionando prazos e execução das obras, fatores que podem impactar diretamente na qualidade final dos empreendimentos.

De acordo com o advogado imobiliário Carlos Alberto Zonta Junior, muitos compradores só percebem o problema após a mudança. “Os vícios construtivos podem ser aparentes, quando são visíveis logo na entrega, ou ocultos, que aparecem com o tempo. E são esses últimos que costumam gerar maiores prejuízos, porque envolvem estrutura, infiltrações e problemas que comprometem o uso do imóvel”, explica.

A legislação brasileira prevê prazos específicos para que o consumidor busque seus direitos. Pelo Código de Defesa do Consumidor, o prazo para reclamar de vícios aparentes pode ser de até 90 dias, enquanto vícios ocultos passam a contar a partir do momento em que são identificados. Já o Código Civil estabelece garantia de até cinco anos para problemas relacionados à solidez e segurança da construção. “Muita gente perde o direito de ação por desconhecer esses prazos. Por isso, agir rapidamente é fundamental”, alerta o especialista. Nos tribunais brasileiros, a discussão sobre o que é um “vício construtivo” e o que é apenas “desgaste natural” ou “mau uso” deixou de ser um debate subjetivo para se tornar uma análise estritamente técnica, pautada pelas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

“As normas da ABNT são a verdadeira bússola nessas disputas”, destaca Zonta. “Quando um juiz precisa decidir se uma construtora entregou um imóvel defeituoso, ele também olha para as normas técnicas como a NBR 15575 (normas de desempenho) e NBR 17170 (garantias e prazos)”. Elas estabelecem os requisitos mínimos de qualidade para as edificações habitacionais, desde o conforto acústico até a durabilidade da estrutura e garantia dos componentes e equipamentos.

Com isso, os impactos financeiros podem ser expressivos. Além dos custos com reparos, há desvalorização do imóvel, gastos com perícias técnicas e, em alguns casos, a impossibilidade de uso do bem. Quando o problema afeta as áreas comuns de um condomínio, é síndico quem deve acionar a construtora. Nos últimos anos, o aumento de ações judiciais relacionadas a vícios construtivos também tem chamado atenção de entidades do setor, que já discutem medidas para reduzir conflitos e trazer mais segurança jurídica tanto para consumidores quanto para empresas.

A entrega de um produto de qualidade é obrigação da construtora, mas a vida útil do imóvel depende diretamente dos cuidados e da manutenção realizados pelo dono. Zelar pela conservação preventiva e evitar reformas que afetem a estrutura são medidas essenciais de segurança. Para Zonta, “é fundamental conscientizar que nem todo problema demanda um processo judicial: a resolução extrajudicial costuma ser o caminho mais rápido e eficaz para solucionar o conflito. Mas, caso não seja resolvido, o consumidor não deve hesitar em buscar seus direitos”, orienta Carlos Alberto Zonta Junior. Diante de um mercado cada vez mais aquecido e exigente, o cuidado com a qualidade das construções e a informação do consumidor tornam-se fatores decisivos para evitar prejuízos e garantir segurança jurídica nas relações imobiliárias.

Serviço: Carlos Alberto Zonta Junior
Advogado Imobiliário
OAB/PR 77920
44 9925-7972
@bzonta
contato@zonta.adv.br
www.zonta.adv.br
Avenida Horácio Racanello Filho, 5550, Zona 07, Maringá – PR.

Inteligência nos processos

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Empresas equilibram fator humano e tecnologia para ganhar eficiência e competitividade

Em um cenário cada vez mais orientado por dados, automação e produtividade, empresas de todos os portes têm buscado estruturar seus processos com mais inteligência. A integração entre capacidade humana e tecnologia, especialmente com o avanço da inteligência artificial, vem se consolidando como um dos principais diferenciais competitivos no mercado atual.

Segundo estudos recentes de mercado, mais de 70% das empresas no Brasil já utilizam algum nível de automação em seus processos, enquanto cerca de 40% afirmam estar investindo diretamente em inteligência artificial para ganho de eficiência e redução de custos. No entanto, especialistas alertam que a tecnologia, sozinha, não resolve problemas estruturais é a combinação com uma gestão bem definida que gera resultados consistentes. De acordo com o consultor Bruno Castro, especialista em Processos, Tecnologia e Mentalidade, o grande erro das empresas está em tentar automatizar processos que ainda não estão organizados. “A inteligência artificial não corrige processos ruins. Quando você automatiza algo desorganizado, você apenas acelera o erro. O primeiro passo é estruturar, padronizar e dar clareza ao processo, só depois entra a tecnologia”, explica.

A chamada “inteligência natural”, que envolve tomada de decisão, análise crítica e visão estratégica, continua sendo indispensável. Mesmo com sistemas avançados, é o fator humano que define prioridades, interpreta cenários e conduz a cultura organizacional. Nesse sentido, empresas que conseguem alinhar pessoas, processos e tecnologia tendem a apresentar resultados superiores.

Outro dado relevante aponta que organizações com processos bem definidos podem aumentar sua produtividade em até 30% e reduzir retrabalho em mais de 25%. Esse impacto é percebido principalmente em áreas operacionais e administrativas, onde a falta de padronização costuma gerar desperdícios, falhas de comunicação e perda de tempo. Para Bruno Castro, a tecnologia deve ser vista como uma aliada, e não como substituta. “A inteligência artificial potencializa o que já existe. Quando combinada com uma gestão eficiente e uma equipe bem direcionada, ela se torna uma ferramenta poderosa para escalar resultados sem perder qualidade”, afirma.

Além da eficiência operacional, a integração entre inteligência humana e artificial também contribui para a tomada de decisões mais rápidas e assertivas. Com acesso a dados em tempo real, gestores conseguem identificar gargalos, prever cenários e agir de forma estratégica, reduzindo riscos e aumentando a competitividade. Nesse contexto, a construção de processos inteligentes deixa de ser uma opção e passa a ser uma necessidade para empresas que desejam crescer de forma sustentável. Mais do que adotar tecnologia, o desafio está em criar uma base sólida de gestão, onde pessoas e sistemas trabalhem de forma integrada. “Processos inteligentes não são sobre substituir pessoas por máquinas, mas sobre fazer com que ambos trabalhem melhor juntos. O resultado disso é mais eficiência, mais clareza e mais resultado para o negócio”, finaliza o consultor.

Serviço: B.Castro Consultoria
Bruno Castro
Consultor em Processos, Tecnologia e Mentalidade
(41) 99952 8310
@bcastro.consultoria
comercial@bcastroconsultoria.com
https://gruposavel.com.br/