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Entre a letra e o abismo: Leon Knopfholz lança novo livro

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Entre a letra e o abismo: Leon Knopfholz lança novo livro

O escritor, empresário e músico Leon Knopfholz lança no dia 21 de maio seu quarto livro, A Bipolaridade do Literal — Uma Pequena Psicanálise de Deus, na Câmara Municipal de Curitiba, das 18h30 às 21 horas. Com 176 páginas e 13 capítulos que transitam entre filosofia, psicanálise, mística judaica e ética contemporânea, a obra representa o trabalho mais ambicioso do autor até agora e talvez o mais necessário.

O livro parte de uma hipótese simples e perturbadora: a literalidade não é um método neutro de leitura. É um mecanismo psíquico. Toda vez que o ser humano se depara com o insuportável — o infinito, a morte, a ausência de sentido —, surge a tentação de reduzir. De tornar o indizível administrável, o transcendente funcional, o mistério previsível. É nesse movimento que o sagrado, quando domesticado, perde sua potência. E é aí que começa o problema.

“Psicanalisar Deus não significa reduzi-lo a uma patologia humana”, escreve Knopfholz na introdução. “Significa investigar aquilo que projetamos quando falamos Dele.” A proposta da obra não é teológica no sentido convencional. Ela é, antes, uma investigação sobre o custo existencial da certeza absoluta e, especialmente, sobre o que se perde quando a letra deixa de apontar para além de si mesma e passa a substituir aquilo que deveria revelar.

Ao longo dos capítulos, o autor percorre figuras e conceitos que raramente aparecem juntos num mesmo texto. Freud e Hitler dividindo a Viena do início do século XX como expressões opostas da mesma angústia humana; o episódio histórico do cabalista Abraham Abulafia tentando converter o Papa Nicolau III em Roma; o Golem do Maharal de Praga como advertência simbólica sobre a criação sem consciência ética; Salomão, Jacó e Jó como espelhos das diferentes formas de relação do humano com o divino; e a Cabala luriânica com seu conceito de tzimtzum (a ideia de que a criação exige, antes de tudo, retirada) como chave de leitura para a contemporaneidade.

O ponto de chegada é desconcertante. Para o autor, o maior risco não está em duvidar de Deus, mas em ter certeza absoluta sobre Ele. O dogma, nessa leitura, não nasce da fé, nasce do medo. Medo da ambiguidade, do silêncio, do vazio que se abre quando a resposta não vem.

A obra fecha com um conceito próprio, a praticanálise. Uma postura diante da experiência cotidiana que nasce da confluência entre psicanálise, mística e ética. Não uma técnica terapêutica, mas uma pergunta permanente: estou apenas funcionando, ou estou existindo?

Com oito prêmios literários ao longo da carreira e reconhecimento internacional pela Divine Académie des Lettres de Paris, Knopfholz é autor também de Do Outro Lado da Mesa, Silentes Confissões e Poesias Mafiosas. Paralelamente à literatura, assina o filme O Despertar de Solomon e o álbum Made in CWB. No campo social, é fundador do Instituto IKA de Apoio ao Migrante e ex-presidente da B’nai B’rith Paraná.

A Bipolaridade do Literal chega num momento em que as perguntas sobre certeza, dogma, criação e responsabilidade deixaram de ser exclusividade da filosofia ou da teologia para se tornarem urgências de um tempo que criou sistemas que aprendem, executam e respondem sem hesitar, enquanto o humano ainda busca uma posição ética à altura do que inventou.

Serviço:

Lançamento: A Bipolaridade do Literal — Uma Pequena Psicanálise de Deus
Autor: Leon Knopfholz
Data: 21 de maio de 2025
Horário: 18h30 às 21 horas
Local: Câmara Municipal de Curitiba
Entrada: Aberta ao público

Alimentação reforça a imunidade e ajuda a enfrentar gripes e resfriados

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Alimentação reforça a imunidade e ajuda a enfrentar gripes e resfriados

Com a chegada das estações mais frias e o aumento dos casos de gripes e resfriados, cresce também a atenção com a alimentação, uma aliada importante na manutenção da saúde. Embora não exista um alimento capaz de impedir sozinho a infecção por vírus, a escolha do que vai ao prato pode fazer diferença na resposta do organismo.

De acordo com a professora do curso de Nutrição da Estácio, Juliana Gonçalves, o papel da alimentação está diretamente ligado ao funcionamento do sistema imunológico. “A alimentação não impede diretamente a infecção viral, mas desempenha um papel central na modulação do sistema imunológico”, explica. Dietas equilibradas tendem a reduzir o risco de infecções e a favorecer uma resposta mais eficiente do organismo, enquanto deficiências nutricionais aumentam a vulnerabilidade a doenças respiratórias.

Entre os nutrientes essenciais para a imunidade estão vitaminas e minerais que atuam em diferentes frentes. A vitamina C, por exemplo, tem ação antioxidante e estimula as células de defesa. Já a vitamina D contribui para a regulação da resposta imune e da inflamação, enquanto o zinco participa do desenvolvimento e da função das células imunológicas. Outros destaques são a vitamina A, que mantém a integridade das mucosas, uma das primeiras barreiras contra vírus, a vitamina E, o selênio, as proteínas e o ômega-3.

Na prática, isso significa incluir no dia a dia alimentos variados. Frutas como laranja, acerola e kiwi, verduras verde-escuras como couve e espinafre, além de oleaginosas, sementes, alho, cebola, iogurtes naturais ou kefir e peixes são algumas das opções recomendadas. Mais do que focar em um único grupo alimentar, a orientação é apostar na diversidade. “As frutas cítricas são importantes, mas não exclusivas. O foco deve ser a variedade alimentar”, ressalta Juliana.

Outro ponto relevante é o efeito combinado dos alimentos. Nutrientes podem atuar de forma sinérgica, potencializando seus benefícios. Combinações simples, como iogurte com aveia, frutas e sementes, ajudam a fortalecer a microbiota intestinal e a melhorar a resposta imune.

As necessidades nutricionais também variam conforme a idade. Crianças, por estarem com o sistema imune em desenvolvimento, demandam maior atenção a nutrientes reguladores. Adultos devem focar na manutenção e prevenção, enquanto idosos precisam redobrar o cuidado devido ao maior risco de deficiências e à chamada imunossenescência, processo natural de envelhecimento do sistema imunológico.

Por outro lado, o consumo frequente de alimentos ultraprocessados pode prejudicar a imunidade. “Dietas ricas em ultraprocessados podem aumentar a inflamação crônica, alterar a microbiota intestinal e reduzir a ingestão de nutrientes essenciais”, alerta a nutricionista, destacando que esse cenário compromete a eficiência da resposta imune.

Para quem tem rotina corrida, pequenas mudanças já fazem diferença. Optar por frutas práticas, como banana, maçã e tangerina, carregar um mix de oleaginosas como lanche e organizar refeições simples com vegetais e fontes de proteína são estratégias viáveis. A inclusão de iogurte natural ou kefir, o uso de temperos naturais, como alho, cúrcuma e gengibre, e a hidratação adequada também entram na lista. Em alguns casos, a suplementação pode ser indicada, desde que com orientação profissional.

Descubra por que investidores estão voltando a olhar para o Centro de Curitiba

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Descubra por que investidores estão voltando a olhar para o Centro de Curitiba

Especialista aponta o que falta para a região voltar a atrair negócios

A Prefeitura de Curitiba lançou um edital que prevê apoio financeiro para projetos de retrofit de imóveis localizados na região central, com o objetivo de estimular a reocupação e a revitalização urbana. A iniciativa, que pode custear parte significativa das obras, é vista pelo mercado como um passo estratégico para reposicionar o Centro como um polo mais atrativo para negócios, serviços e convivência.

Na avaliação de Sergio Zimmermann, diretor da Estruturar Imóveis Comerciais, os incentivos previstos no edital podem funcionar como um gatilho importante para a retomada dos investimentos privados na região central.

“Não tenho dúvida de que esses incentivos vão atrair reformas e investimentos. O subsídio público para retrofit e construção representa um plus de atratividade para que isso aconteça. Mas, no fim das contas, o mais importante é atrair pessoas para o Centro da cidade, porque são elas que vão gerar consumo, fomentar o comércio e dar segurança para o empreendedor voltar a investir”, afirma.

Segundo o especialista, o processo de esvaziamento do Centro de Curitiba vem ocorrendo há anos e foi agravado pela pandemia, o que impactou diretamente o comércio de rua e a ocupação dos imóveis.

“Antes mesmo da pandemia já existia um movimento de descentralização da cidade. A pandemia acelerou isso e muitos imóveis ficaram vazios. Hoje, as pessoas encontram praticamente tudo nos bairros, então o Centro precisa voltar a oferecer atratividade, fluxo e conveniência para que as pessoas circulem novamente pela região”, observa.

Zimmermann acredita que o incentivo ao retrofit residencial pode ter um papel decisivo nesse processo de reocupação urbana. “Eu acredito muito no residencial. Existem diversos empreendimentos sendo lançados no entorno central, muitos estúdios e projetos de uso misto. Isso gera fluxo de pessoas e, consequentemente, consumo. Com mais moradores e mais circulação, os corporativos voltam, os escritórios retomam espaço e as lojas de rua voltam a faturar”, destaca.

Segurança é a chave

Para ele, imóveis voltados a uso misto, comércio de proximidade, gastronomia e serviços tendem a ser os mais beneficiados pela nova dinâmica urbana proposta pelo edital. “Todos esses segmentos acabam sendo impactados positivamente quando existe circulação de pessoas. As pessoas passam em frente às lojas, consomem, utilizam serviços e isso fortalece toda a cadeia imobiliária e comercial do Centro”, diz.

Apesar do cenário considerado promissor, Zimmermann pondera que ainda existem desafios relevantes para garantir a adesão do setor privado, especialmente em relação à segurança, mobilidade e à população em situação de vulnerabilidade social.

“Além dos incentivos fiscais e da subvenção pública para as obras, o principal desafio continua sendo a geração de consumo. Não adianta investir em retrofit, ter desconto de IPTU ou ISS, se o empresário não tiver expectativa de faturamento. O grande desafio é fazer as pessoas voltarem ao Centro, circularem, consumirem e retomarem a confiança na região”, afirma.

O especialista lembra que, há cerca de 15 anos, imóveis comerciais em regiões como a Rua XV de Novembro eram altamente disputados pelo mercado, cenário bastante diferente do atual.

“Em 2010 ou 2011 era muito difícil encontrar uma loja disponível na Rua XV. Existia disputa pelos imóveis. Hoje existem inúmeros espaços vazios no eixo central e os valores de locação caíram bastante. Se essas medidas derem certo, com mais pessoas morando e trabalhando no Centro, a tendência é aumentar a ocupação, reduzir a vacância e valorizar novamente os imóveis da região”, avalia Sergio Zimmermann.

Para ele, o sucesso do programa dependerá da capacidade do poder público e da iniciativa privada de atuarem conjuntamente na recuperação da vitalidade urbana do Centro de Curitiba.

“Se esse movimento se confirmar, o cenário tende a ser bastante otimista. Mais pessoas circulando geram mais consumo, mais empregos, mais negócios e mais investimentos. O retrofit pode ser um instrumento importante para transformar novamente o Centro em um espaço vivo, dinâmico e economicamente forte”, conclui.

Crédito da foto: Isabella Mayer

Maio Vermelho reforça alerta: casos de câncer de boca devem ultrapassar 15 mil por ano no Brasil

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Campanha nacional de conscientização ganha força e se conecta ao Dia Mundial Sem Tabaco, em 31 de maio, para destacar sinais precoces e estratégias de prevenção além do óbvio

O mês de maio concentra duas importantes mobilizações de saúde pública: o Maio Vermelho, dedicado à conscientização sobre o câncer de boca, e o Dia Mundial Sem Tabaco, em 31 de maio. Juntas, as datas ampliam o debate sobre um ponto ainda pouco explorado: os primeiros impactos do cigarro tradicional e dos dispositivos eletrônicos, como o vape, costumam surgir na cavidade oral, muitas vezes de forma silenciosa.

Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) estimaram cerca de 15,1 mil novos casos de câncer de boca por ano no entre 2023 e 2025. Ainda assim, muitos diagnósticos ocorrem em estágios avançados, o que pode comprometer as chances de sucesso no tratamento. Quando a doença é identificada precocemente, porém, as taxas de cura podem ultrapassar 80%. A doença, apesar de pouco conhecida, é o oitavo câncer mais frequente no Brasil. Esse cenário ganha relevância diante de dados do Vigitel (Ministério da Saúde), que apontam desaceleração na queda do tabagismo nas capitais desde 2015. A prevalência caiu de 15,7% em 2006 para 9,3% em 2023 (redução média anual de 3,3%). Mantido esse ritmo, a projeção para 2030 é de 7,96%, acima da meta de 6,24% prevista no plano nacional de enfrentamento das DANTs.

O dentista especialista em Implantodontia da Neodent, Dr. Sérgio Bernardes, chama a atenção para o fato de que alterações aparentemente simples podem ser os primeiros indícios de problemas mais graves. Feridas que não cicatrizam em até 15 dias, manchas esbranquiçadas ou avermelhadas, caroços, dor persistente, dificuldade para mastigar ou engolir e até mudanças na voz são sinais que merecem atenção. “A boca funciona como uma porta de entrada e como um termômetro da saúde. Muitos pacientes ignoram sintomas iniciais por não associarem ao risco de câncer”, destaca.

O uso de cigarros eletrônicos, frequentemente visto como uma alternativa menos nociva, também preocupa. O vape pode provocar inflamações na mucosa oral, alterações celulares e maior ressecamento bucal, criando um ambiente propício para lesões e infecções. Em alguns casos, essas alterações podem evoluir para quadros mais graves quando não identificadas precocemente.

Prevenção além do “não fumar”

Embora evitar o tabaco continue sendo a principal recomendação, o especialista reforça que a prevenção do câncer de boca envolve um conjunto de cuidados no dia a dia:

  • Atenção aos sinais persistentes: qualquer alteração na boca que dure mais de duas semanas deve ser avaliada por um dentista.
  • Higiene bucal adequada: a escovação correta, o uso diário do fio dental e as visitas regulares ao dentista ajudam a identificar lesões precocemente.
  • Proteção solar labial: a exposição prolongada ao sol pode estar associada ao câncer de lábio.
  • Moderação no consumo de álcool: o consumo frequente pode potencializar os efeitos nocivos do tabaco e agride a mucosa oral.
  • Alimentação equilibrada: dietas ricas em frutas, verduras e antioxidantes podem contribuir para a saúde celular.
  • Autoexame da boca: simples e rápido, pode ser feito em frente ao espelho, observando língua, gengivas, bochechas e céu da boca.
  • Idade avançada: o risco de câncer de boca aumenta com o envelhecimento, especialmente após os 50 anos.

Para quem possui implantes dentários, os cuidados preventivos são os mesmos, mas o acompanhamento profissional ganha ainda mais importância. “O dentista consegue identificar qualquer alteração durante as consultas de manutenção, o que é imprescindível não só para manter a integridade dos implantes, como também para investigar afundo possíveis lesões que mereçam mais atenção. Pacientes com implantes devem manter a rotina de higiene e acompanhamento profissional, assim como qualquer outro paciente”, reforça Bernardes.

A integração entre o Maio Vermelho e o Dia Mundial Sem Tabaco reforça a necessidade de ampliar a conscientização, fazer avaliações periódicas com o dentista, pelo menos a cada seis meses, e realizar o autoexame da boca com regularidade. “O alerta é: antes de qualquer outro sintoma, é na boca que podem surgir os primeiros sinais de que algo não vai bem no organismo”, finaliza o especialista.

Sobre a Neodent

A Neodent é a marca de implantes dentários mais utilizada pelos dentistas no Brasil. Com o propósito de criar novos sorrisos todos os dias e contribuir para a democratização da saúde bucal, vai além do desenvolvimento e fornecimento de soluções odontológicas de alta qualidade e tecnologia, promovendo programas como o Neodent+, que conecta correntistas Bradesco aos dentistas Neodent e oferecem condições especiais para a realização de tratamentos, e a Expedição Novos Sorrisos, que leva cuidado odontológico e ações educativas a comunidades carentes em todo o Brasil.

Inteligência Artificial promove escalada de desinformação no Brasil

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Inteligência Artificial promove escalada de desinformação no Brasil

Uso de IA em fake news cresce 308% em um ano e acende o alerta para a disseminação de informações manipuladas nas Eleições 2026

A desinformação no Brasil entrou em uma nova era: mais sofisticada, ágil e difícil de detectar. É isso o que mostra a primeira edição do Panorama da Desinformação no Brasil. Entre 2024 e 2025, a produção e a disseminação de conteúdos falsos com uso de inteligência artificial cresceram 308%.

A escalada não é apenas quantitativa. O estudo inédito feito pelo Observatório Lupa mostra que a tecnologia deixou de ser experimental para se tornar uma ferramenta recorrente de manipulação informacional: 81,2% das fake news com o uso de IA surgiram nos últimos dois anos.

Os conteúdos falsos vão desde notícias inteiramente fabricadas por geradores de imagem até deepfakes (vídeos hiper-realistas que simulam falas e expressões de figuras públicas). Em 2025, 45% dessas divulgações tinham viés ideológico, contra 33% em 2024.

Para especialistas em Direito Eleitoral, o fenômeno representa uma mudança estrutural no ambiente democrático e acrescenta uma camada extra de preocupação em ano de eleições.

“A inteligência artificial não só ampliou o volume de desinformação como elevou o grau de credibilidade desse tipo de conteúdo. O eleitor não está mais lidando com boatos grosseiros, mas com materiais que imitam perfeitamente a realidade”, analisa Roosevelt Arraes, advogado com mais de 20 anos de experiência em Direito Eleitoral e diretor da Escola Paranaense de Direito.

Velocidade da desinformação desafia o sistema

Nos últimos anos, o Brasil fortaleceu a capacidade de resposta à disseminação de fake news e informações manipuladas.

A Justiça Eleitoral ampliou sua atuação na remoção de conteúdos, firmou acordos com plataformas digitais e consolidou entendimentos importantes, como o de que não apenas conteúdos falsos, mas também informações verdadeiras fora de contexto podem ser consideradas irregulares.

Ainda assim, há muito a se fazer, já que o uso de automação e a inteligência artificial trouxeram mais agilidade à produção e ao compartilhamento de conteúdo manipulado.

Segundo Roosevelt Arraes, os perfis automáticos (bots), que funcionam em larga escala e sem análise crítica humana, são um ponto de atenção. O recurso é usado para espalhar informações sem checagem.

“Esses perfis são automatizados e divulgam conteúdos de maneira massiva, sem análise crítica humana. Como isso pode favorecer o compartilhamento de desinformação e representar um risco para a qualidade do debate eleitoral, o ideal é que sejam removidos.”

Na avaliação do advogado Luiz Gustavo de Andrade, membro da Comissão de Direito Eleitoral da OAB/PR e vice-presidente da Conferencia Americana de Organismos Electorales Subnacionales por la Transparencia Electoral (CAOESTE), o desafio é agir antes que a desinformação ou qualquer tipo de material manipulado se espalhe.

“O país não está desprotegido legalmente. Existem instrumentos jurídicos relevantes, como o direito de resposta, a remoção de conteúdo das plataformas digitais e a responsabilização civil e criminal. O problema é que a dinâmica digital opera em outra velocidade”, analisa Andrade, que também é professor na Escola Paranaense de Direito.

Expectativas para as Eleições 2026

As Eleições 2026 devem enfrentar um novo patamar de desinformação e um aumento significativo na circulação de conteúdos manipulados.

“A desinformação deixou de ser artesanal. Hoje, ela é escalável, segmentada e muitas vezes invisível aos mecanismos tradicionais de controle. Além da automação da disseminação e da capacidade da IA de gerar materiais altamente realistas, a tecnologia também reduziu drasticamente o custo de produção das fake news”, diz Roosevelt Arraes, doutor em Filosofia Jurídica e Política.

Outra discussão importante é a mudança nas táticas utilizadas. Em vez de fake news explícitas, as estratégias estão cada vez mais sutis e envolvem a manipulação de informações.

Em muitos casos, explica o advogado, os conteúdos são verdadeiros, mas apresentados fora de contexto: cortes seletivos das falas com distorção do sentido original, deepfakes “suficientemente convincentes” para gerar dúvida, sobrecarga informacional (o chamado “flood de conteúdo”) e disseminação em redes fechadas, como grupos de WhatsApp e Telegram.

De acordo com o advogado Luiz Gustavo de Andrade, a estratégia, nesses casos, não é convencer, mas confundir. “O objetivo de quem produz e divulga desinformação é criar dúvida, o que já é suficiente para influenciar o comportamento do eleitor”, comenta o especialista, membro do Instituto Paranaense de Direito Eleitoral.

Responsabilização existe, mas não é automática

A legislação brasileira prevê responsabilização para quem produz ou dissemina desinformação, especialmente em contexto eleitoral. As penalidades podem incluir o pagamento de indenizações, enquadramento por propaganda irregular e até crimes como calúnia e difamação.

“A Justiça Eleitoral tende a distinguir quem estrutura e impulsiona a desinformação de quem apenas compartilha. A responsabilização depende de fatores como intenção, alcance e impacto”, explica Roosevelt Arraes, vice-presidente da comissão de Direito Eleitoral e coordenador de Direito Eleitoral da Escola Superior da Advocacia da OAB/PR.

Diante desse cenário, reforça o especialista em Direito Eleitoral, o eleitor assume um papel decisivo. Se antes ele era apenas receptor, hoje também é vetor de disseminação. “Interromper o impulso de compartilhar é uma das atitudes mais eficazes contra a desinformação. A velocidade de propagação depende diretamente do comportamento das pessoas”, finaliza.

Checklist rápido para identificar fake news

Antes de compartilhar qualquer conteúdo, vale passar por este filtro simples e eficaz

  1. Quem ganha com essa divulgação? Toda informação atende a algum interesse.
  2. A informação está em mais de uma fonte confiável? Se a postagem só aparece em grupos ou perfis isolados, desconfie.
  3. A postagem é completa ou apenas um recorte? Conteúdo fora de contexto é uma das formas mais comuns de manipulação.
  4. A “notícia” é atual ou é algo antigo reutilizado? Informações antigas frequentemente são recicladas para enganar o eleitor.
  5. O conteúdo provoca reação emocional imediata? Se a informação gera indignação instantânea, vale redobrar a cautela.

Segundo Luiz Gustavo de Andrade, observador de processos eleitorais internacionais, a disputa contra a desinformação não é estática e evolui na mesma velocidade da tecnologia. “O Brasil chega às Eleições 2026 com um arcabouço jurídico mais robusto, mas também enfrenta um ambiente digital muito mais complexo.”

Nesse novo contexto, tanto Andrade quanto Arraes são enfáticos: a integridade do processo eleitoral depende não apenas das instituições, mas também da forma como cada informação é consumida e compartilhada pelos eleitores.

Sobre a Escola Paranaense de Direito

Sediada em Curitiba (PR), a Escola Paranaense de Direito é um centro de excelência jurídica focado em pós-graduação, mestrado, cursos e capacitação prática.

Composta por advogados, promotores, juízes, desembargadores e magistrados de prestígio internacional, a instituição une qualidade acadêmica à vivência real dos tribunais para formar juristas diferenciados, por meio da convivência direta entre professores e alunos.

Crédito da foto: Magnific

Além da finalidade estética, ácido hialurônico ganha espaço na recuperação de lesões no futebol

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Aplicação da substância via viscossuplementação, diretamente na área afetada, ajuda a reduzir dor, atrito e inflamação

Em ano de Copa e com o futebol dominando conversas dentro e fora de campo, um tema acompanha atletas e amadores: as lesões. Seja após uma dividida mais intensa, uma torção ou o desgaste acumulado ao longo das partidas, articulações e tendões estão entre as estruturas mais exigidas do corpo. Nesse cenário, o ácido hialurônico — já conhecido nos consultórios de medicina estética — vem ganhando protagonismo também na medicina esportiva, auxiliando na recuperação e no retorno mais rápido às atividades físicas.

Enquanto na pele promove hidratação, preenchimento e sustentação, nas articulações e tecidos como tendões, a substância atua na redução da dor, do atrito e de processos inflamatórios.

O médico Luiz Renato Brand, ortopedista do Pilar Hospital, em Curitiba, explica que a aplicação é indicada principalmente para pacientes com artrose inicial ou moderada. “Dentro da articulação, ele atua como um lubrificante, melhorando o deslizamento e ajudando a retardar a progressão da doença, que é uma condição degenerativa de evolução lenta”, afirma.

Em quadros mais avançados, pondera o especialista, a resposta tende a ser mais limitada, mas a aplicação ainda é possível. “Por isso, é fundamental alinhar a expectativa do paciente em relação ao tratamento”, reforça. “Os efeitos da viscossuplementação costumam ser mais duradouros em pacientes com artrose leve a moderada. Quanto mais avançado o quadro, menor tende a ser o benefício ao longo do tempo”, completa.

Como é feito o procedimento
A aplicação é realizada em consultório ou em centro cirúrgico, dependendo da articulação e da experiência do profissional, diz Brand. “Em articulações mais superficiais, como joelho e tornozelo, é possível fazer a infiltração com ou sem auxílio de ultrassom. Já no quadril, normalmente utilizamos métodos de imagem, como a radioscopia, para garantir maior precisão”, detalha.

Além do efeito mecânico, o ácido hialurônico também atua biologicamente nas articulações. A substância melhora a viscosidade do líquido sinovial — responsável pela lubrificação natural —, tem ação anti-inflamatória e antioxidante e contribui para a proteção da cartilagem, ajudando a desacelerar seu desgaste ao longo do tempo.

Aplicações possíveis
Na prática, o tratamento é indicado tanto para casos de artrose quanto para outras condições, como condropatias (desgaste da cartilagem) e lesões em tendões — comuns em esportes de impacto e mudança rápida de direção, como o futebol. Ao facilitar o deslizamento entre as estruturas articulares, o ácido hialurônico contribui para a redução da dor e para a melhora da mobilidade.

No contexto esportivo, isso pode representar um diferencial importante. Com menos dor e melhor função articular, jogadores — profissionais ou amadores — conseguem retomar treinos e partidas com mais segurança, reduzindo o risco de novas lesões e evitando afastamentos prolongados.

Outro benefício está na recuperação e na performance. Com a melhora da função articular, muitos pacientes conseguem retomar atividades físicas com mais conforto e regularidade, o que também auxilia na preservação da saúde das articulações a longo prazo.

Segundo o especialista, o uso da substância integra o chamado tratamento conservador, que inclui ainda fortalecimento muscular e outras abordagens clínicas. Nesses casos, a viscossuplementação pode ajudar a retardar a progressão da artrose e, em alguns pacientes, até postergar a necessidade de cirurgia.

Sobre o Pilar Hospital

Com mais de 60 anos de tradição, o Pilar Hospital é reconhecido como referência na integração de tecnologia avançada e atendimento humanizado. Localizado no bairro Bom Retiro, em Curitiba, o hospital atende pacientes de todo o Paraná, oferecendo suporte essencial em diversas especialidades médicas. Sua estrutura robusta inclui 81 unidades de internação (enfermaria e apartamento) e 39 unidades de terapia intensiva e o Pilar Centro Médico, que realiza procedimentos ambulatoriais e cirúrgicos de baixa complexidade, em regime de hospital dia, consolidando seu papel na qualidade e acesso à saúde para os paranaenses.

Mudança no padrão do CNPJ impõe novos desafios de compliance tecnológico às empresas

A partir de julho de 2026, o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) passará pela maior alteração estrutural de sua história com a introdução de caracteres alfanuméricos. A medida, anunciada pela Receita Federal, visa expandir as combinações disponíveis, que já identificaram cerca de 60 milhões de estabelecimentos, se aproximando do limite técnico.

O Brasil registrou a abertura de 4.158.122 novos negócios em 2024, um crescimento de 9,9% comparado ao ano anterior, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Este volume acelera a necessidade do novo formato, que manterá os 14 dígitos, mas substituirá posições específicas por letras de A a Z.

Embora o número das empresas atuais permaneça inalterado, a mudança traz ao compliance tecnológico a necessidade de adaptar softwares e processos internos ao novo padrão, a fim de não interromper transações com novos parceiros. A complexidade técnica reside especialmente na validação do Dígito Verificador (DV). No novo modelo, cada letra será convertida em um valor numérico, o que exigirá uma atualização de sistemas de faturamento e bancos de dados para que não rejeitem documentos válidos de novos fornecedores.

Advogado especialista em Direito Tributário, Rafael Guazelli, comentou sobre a nova medida, ressaltando que a preparação deve ser feita de forma imediata para evitar um entrave operacional.

“O empresário precisa entender que a preparação não é apenas para quem abre uma empresa agora, mas para quem deseja continuar operando. Quem não adaptar sua estrutura de leitura agora, ficará isolado de uma nova geração de fornecedores e parceiros que já nascerão sob este formato alfanumérico.”
Além do impacto tributário, a alteração reflete em toda a cadeia de integração bancária, formulários de cadastro e sistemas de gestão (ERP). A Receita Federal deverá divulgar um calendário oficial de implantação progressiva, definindo as etapas de emissão conforme o tipo de empresa ou atividade econômica. Essa estratégia permite que os sistemas públicos e a iniciativa privada testem suas integrações à REDESIM. No campo jurídico, a convivência entre os dois formatos exige que contratos e cadastros comerciais sejam flexibilizados para aceitar a nova identidade visual.

Empresas e profissionais liberais que não realizarem as adaptações podem enfrentar dificuldades em processos básicos, como a abertura de contas bancárias e assinaturas de serviços essenciais.

A transição para o CNPJ alfanumérico não é meramente estética, mas se trata de uma atualização importante para a segurança jurídica das transações, evitando que erros de validação resultem em inconformidades fiscais.

Para Guazelli, o movimento prepara o terreno para a modernização do sistema tributário nacional. “A adequação sistêmica é um passo fundamental para a integração de dados exigida pelos novos tributos, como a CBS e o IBS. Estar em conformidade com o padrão alfanumérico é garantir que a empresa possua governança e agilidade para aproveitar as futuras simplificações de crédito tributário que o país busca implementar.”

A projeção para os próximos anos delineia um ambiente de negócios no qual a agilidade tecnológica deixa de ser um diferencial para se tornar um requisito de sobrevivência comercial. A atualização de bancos de dados e a capacitação de suas equipes, permite que as companhias não apenas evitem gargalos operacionais imediatos, mas assegurem uma transição transparente e segura. Estar preparado para a implementação do CNPJ alfanumérico consolida-se como um passo estratégico para fortalecer a continuidade das relações de mercado em um cenário econômico ainda mais digitalizado.

Curitibana transforma luto em literatura e lança livro de estreia na capital paranaense

A administradora de empresas, Ana Beira, lança seu primeiro livro no dia 22 de maio, sexta-feira, às 19h, no saguão da Serra Verde Express, em evento para convidados. Minha Saudade Tem Olhos Azuis é uma obra sobre amor, perda e o difícil, mas possível, caminho de reaprender a viver após a morte do marido, vítima de um acidente de bicicleta em novembro de 2021. 

Mulher de números e planejamentos, Ana jamais imaginou que encontraria nas palavras o caminho de volta para si mesma.  “Minha Saudade Tem Olhos Azuis nasceu durante uma das minhas sessões de terapia, no auge do meu processo de luto. Surgiu da saudade, da necessidade de eternizar tudo o que vivi ao lado do Luis e da tentativa de transformar a dor em memória, amor e permanência”, afirma. 

O casal se conheceu quando ambos tinham 19 anos. Foram quase três décadas de convivência, entre namoro, noivado e casamento.  Uma vida inteira construído lado a lado, com cumplicidade, sonhos realizados e uma família cheia de amor e histórias que mereciam ser eternizadas. 

Para escrever, a autora precisou mergulhar em caixas de fotografias, cartas e lembranças guardadas com cuidado e com dor. Foram quatro anos de escrita e reescrita, de capítulos iniciados entre lágrimas, de momentos em que desistir parecia mais fácil do que continuar. Mas no fundo, escrever era parte da cura, e Ana sabia disso. 

Sobre o livro 

A obra é dividida em dois momentos profundamente humanos. Na primeira parte, Ana reconstrói com ternura a história que viveu ao lado de Luis: o encontro, a construção de uma vida juntos e os momentos felizes vividos em família. Na segunda parte, ela abre o coração sobre o luto, a dor da perda, o vazio que ocupa todos os espaços, o desafio imenso de reaprender a viver após um trauma que muda tudo. 

Mais do que um relato pessoal, Minha Saudade Tem Olhos Azuis é uma obra que nasce do amor e da ausência, da lembrança e da fé. Entre memórias, encontros e despedidas, o livro convida o leitor a percorrer uma jornada da alma, onde a saudade ganha cor, voz e significado. “E onde o amor verdadeiro prova que permanece, mesmo depois da despedida”, diz a autora. 

A mensagem que Ana quer deixar 

“Durante o luto, existe um momento em que acreditamos que não vamos sobreviver. A dor ocupa todos os espaços: o pensamento, o sono, a rotina, a alma. Mas com ajuda profissional, apoio da família, dos amigos, da espiritualidade e encontrando forças dentro de si mesma, é possível reaprender a viver”, reflete. 

Hoje, quase cinco anos após a partida de Luis, Ana conseguiu acomodar o luto dentro de si, sem esquecer, sem apagar, mas seguindo. E é com essa certeza que ela entrega este livro ao mundo. “Como um abraço para quem também enfrenta a dor da perda e como prova de que é possível sobreviver, encontrar luz nos momentos mais escuros e compreender que o amor verdadeiro existe e permanece, mesmo depois da despedida”, completa a autora. 

Serviço 

Livro Minha saudade tem olhos azuis 

Editora Insight / abril 2026 

Disponível para Kindle na Amazon 

Patrocínio cultural: Serra Verde Express 

Sicredi reforça atuação no segmento PJ e amplia patrocínio no Festival APAS Show

Instituição financeira cooperativa já detém 28% de market share em pequenas empresas e se consolida como parceira do empreendedor brasileiro

O Sicredi marca presença e amplia patrocínio no Festival Apas Show 2026, considerado o maior festival supermercadista do mundo e um dos principais encontros de negócios do varejo global. Organizado pela Associação Paulista de Supermercados (APAS), o evento acontece entre os dias 18 e 21 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo, e promete ser a edição mais vibrante e impactante de sua história. Após movimentar R$ 16,5 bilhões em negócios em 2025, a expectativa é superar essa marca neste ano. A feira contará com mais de 900 expositores e representantes de 24 países, consolidando-se como um importante ecossistema de inovação, networking e geração de oportunidades para o setor supermercadista.

Neste ano, o Sicredi contará com dois espaços no evento: um estande na área de expositores e outro na Área VIP, da qual a instituição é patrocinadora. A presença no Festival Apas Show reforça a estratégia do Sicredi de ampliar sua atuação junto ao segmento Pessoa Jurídica. Atualmente, a instituição financeira cooperativa atende cerca de 28% das pequenas empresas brasileiras, somando aproximadamente 427 mil CNPJs. Em 2025, a carteira de crédito PJ alcançou R$ 104 bilhões, sendo 90% desse volume destinado a empresas de até médio porte, fortalecendo o apoio aos micros, pequenos e médios empreendedores. A base de cartões PJ chegou a 1,3 milhão, com faturamento de R$ 30,42 bilhões, crescimento de 21,6% frente a 2024

Durante o evento, o Sicredi apresenta um portfólio completo de soluções voltadas ao varejo, incluindo crédito, capital de giro, seguros, consórcios, investimentos, meios de pagamento, folha de pagamento de funcionários e soluções de RH – como Vales-Alimentação e Refeição – soluções de cobrança, diversos modelos de maquininhas (desde as compactas até sistemas TEF e tótens de autosserviço), além de integrações digitais via APIs. A proposta é oferecer mais eficiência operacional e financeira para supermercadistas e empresários do setor. 

“O varejo supermercadista demanda agilidade, planejamento e soluções financeiras integradas. Por isso, o Sicredi oferece um portfólio completo para atender a este público e a participação em um evento como o Festival APAS Show mostra a relevância desse setor para nossa instituição”, afirma o diretor de desenvolvimento da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adilson de Sá.


Parceria que faz a diferença

Essa proximidade se reflete na experiência de supermercadistas que encontraram no Sicredi um parceiro para apoiar o crescimento e a gestão dos negócios. Um dos exemplos é Omar Abdul Assaf, presidente do Supermercado Pirâmide, de São Vicente (SP). Com 46 anos de história e mil metros quadrados de área de venda, o supermercado mantém relacionamento com o Sicredi desde 2021. “Hoje concentro minhas aplicações e negócios no Sicredi e sempre fui muito bem atendido. Acredito que o Sicredi é uma excelente instituição financeira, que recomendo para qualquer varejista”, destaca Omar. Segundo ele, o setor enfrenta desafios importantes, principalmente com a pressão da inflação sobre os preços e o consumo, exigindo criatividade e planejamento dos empresários.

Outro exemplo é o do Supermercado Bagarelli, de Pederneiras (SP), associado ao Sicredi desde 1996. Sob direção comercial de Hugo Razuk Bagarelli, a empresa passou por um amplo processo de expansão entre 2022 e 2024, dobrando sua área de venda de 1.120 m² para 2.260 m² sem interromper as operações. O projeto contou com apoio financeiro e soluções do Sicredi, incluindo capital de giro, seguros, folha de pagamento e estruturação financeira das empresas do grupo. “Um mercado espera de uma instituição financeira uma parceria firme em tudo aquilo que precisa para crescer”, afirma Hugo. Além da ampliação da loja, o grupo também investiu em um novo centro de distribuição e projeta a abertura de novas unidades na região.

Casos como os do Supermercado Pirâmide e Bagarelli refletem a estratégia do Sicredi de ampliar sua atuação junto ao segmento empresarial, oferecendo soluções financeiras alinhadas às necessidades de cada negócio. Com mais de 10 milhões de associados em todo o país e presença crescente no segmento PJ, a instituição segue fortalecendo sua participação em eventos estratégicos como o Festival APAS Show, ampliando conexões e impulsionando o desenvolvimento regional por meio do cooperativismo financeiro.

“O segmento PJ tem papel estratégico para o Sicredi. Nosso objetivo é estar cada vez mais próximos dos empreendedores, com um olhar consultivo dos nossos gerentes de negócios, para entender as necessidades de cada um e oferecer soluções financeiras que apoiem o crescimento sustentável das empresas e das comunidades onde atuamos”, afirma Stella Fraiha, superintendente de Negócios PJ do Sicredi.

Sobre o Sicredi 

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

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PrimeX Club nasce em Curitiba

Conecta empresários para acelerar resultados

Em um cenário onde empreender se tornou cada vez mais desafiador e, muitas vezes, solitário, o PrimeX Club surge em Curitiba com uma proposta clara: transformar conexões em crescimento real de negócios. Fundado por Marília Cruz, Thiago da Costa e Vinicius de Paula, o PrimeX Club é um ecossistema voltado a empresários, líderes e profissionais autônomos que buscam mais do que networking tradicional, oferecendo acesso a ferramentas, conhecimento prático e oportunidades concretas de geração de negócios.

A iniciativa reúne soluções integradas que incluem eventos presenciais e digitais, grupos de MasterMind e um clube de benefícios com acesso a tecnologias essenciais para gestão, vendas e crescimento empresarial. A proposta é criar um ambiente onde conexões geram faturamento, parcerias e evolução estratégica. O projeto é liderado por fundadores com atuação complementar nas áreas de pessoas, finanças e tecnologia. Marília Cruz, cofundadora, possui mais de 15 anos de experiência em recrutamento e seleção, com atuação na identificação de talentos para posições estratégicas. É formada em Gestão de RH, com pós-graduação em Gestão de Pessoas pela FAE, além de sócia-fundadora da Find4You. Na frente financeira, Vinicius de Paula traz mais de 15 anos de experiência em gestão estratégica e performance, com formação em Administração, pós-graduação em Controladoria e Finanças e certificação ANBIMA. Atua com foco em crescimento sustentável e tomada de decisão orientada a resultados. Já Thiago da Costa lidera a área de inovação e tecnologia, com mais de 20 anos de experiência em projetos de transformação digital e atuação em ecossistemas como SAP, Oracle, Microsoft e Salesforce. Possui pós-graduação pelo Mackenzie e MBA em Inovação, Gestão e Liderança pela Conquer, além de também ser sócio da Find4You.

O PrimeX Club já nasce com uma estrutura robusta. Para 2026, estão previstos mais de 15 eventos, além de alianças estratégicas com mais de 10 empresas nas áreas de tecnologia, educação e finanças. Entre os parceiros estão plataformas como Apollo.io, HubSpot, Olist, XP Educação e Cresol, ampliando o acesso dos membros a ferramentas que impactam diretamente o faturamento e a eficiência dos negócios. A estrutura do clube é baseada em cinco pilares estratégicos: networking, finanças, pessoas, marketing e inovação. A partir disso, os membros têm acesso a conteúdos exclusivos, encontros direcionados e grupos de discussão segmentados, promovendo troca qualificada e aplicação prática. Para Marília Cruz, o grande diferencial está na intencionalidade das conexões: “Grandes negócios não são construídos sozinhos. Eles nascem das conexões certas, das conversas certas e do ambiente certo. Criamos um novo conceito de networking, onde empresários evoluem juntos e transformam interesses em oportunidades reais de crescimento.”

O público do PrimeX Club inclui desde profissionais autônomos que buscam estruturação até empresários que enfrentam a solidão da gestão e desejam acelerar resultados por meio de troca estratégica e conexões qualificadas. Além disso, o clube também se posiciona como uma alternativa para redução de custos operacionais, oferecendo benefícios e descontos em ferramentas essenciais para operação e crescimento. Com planos acessíveis e diferentes níveis de participação, o PrimeX Club chega ao mercado com o objetivo de se consolidar como um dos principais hubs de conexão empresarial de Curitiba, acompanhando uma tendência crescente: comunidades estratégicas como aceleradoras de crescimento e geração de negócios.

Serviço: PrimeX Club
Marília Cruz, Thiago da Costa e Vinicius de Paula
Co-Founders
@primexclub_br
https://primexclub.com