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Uso de canetas para emagrecimento muda rotina de exames laboratoriais

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Uso de canetas para emagrecimento muda rotina de exames laboratoriais

Medicamentos como Mounjaro e Ozempic aumentam procura por monitoramento de vitaminas, massa muscular e função metabólica; mercado dos análogos de GLP-1 deve movimentar R$ 10 bilhões no Brasil até 2026

O avanço do uso de medicamentos injetáveis para emagrecimento, como Mounjaro, Wegovy e Ozempic, vem transformando não apenas a rotina de pacientes e consultórios médicos, mas também o perfil de exames realizados nos laboratórios clínicos. A procura por avaliações laboratoriais aumentou entre usuários dessas medicações, principalmente para acompanhar possíveis impactos nutricionais, metabólicos e musculares associados à perda acelerada de peso.

Indicados inicialmente para o tratamento do diabetes tipo 2 e posteriormente incorporados às estratégias de controle da obesidade, os medicamentos à base de agonistas de GLP-1 ganharam alta popularidade nos últimos anos devido aos resultados expressivos de emagrecimento.

O crescimento da demanda já movimenta o mercado farmacêutico brasileiro. Relatório divulgado pela XP Investimentos em 2025 estima que o mercado de medicamentos agonistas de GLP-1, classe que inclui Ozempic, Wegovy e Mounjaro, deve movimentar cerca de R$ 10 bilhões no Brasil até 2026, impulsionado pela popularização das chamadas “canetas emagrecedoras” e pela ampliação do acesso aos tratamentos.

Segundo o responsável técnico do LANAC, Marcos Kozlowski, os exames de sangue passaram a exercer papel fundamental na segurança clínica desses pacientes. “A perda de peso rápida pode trazer benefícios importantes para a saúde, mas também exige acompanhamento adequado. Hoje observamos um aumento significativo na procura por exames que avaliam estado nutricional, metabolismo, função hepática, função renal e preservação da massa muscular”, explica.

Entre os exames mais solicitados estão hemograma, glicemia, hemoglobina glicada, perfil lipídico, vitaminas B12 e D, ferritina, função hepática, função renal, além de marcadores relacionados à nutrição e ao metabolismo proteico. “O emagrecimento acelerado pode provocar deficiência de vitaminas, perda muscular e alterações metabólicas que muitas vezes não apresentam sintomas imediatos. O exame laboratorial ajuda justamente a identificar esses desequilíbrios precocemente”, afirma Kozlowski.

O especialista destaca que a redução da ingestão alimentar provocada pelos medicamentos também exige atenção nutricional. Em muitos casos, pacientes acabam consumindo menos proteínas e nutrientes essenciais ao funcionamento do organismo. “Nem toda perda de peso significa necessariamente melhora de composição corporal. Existe uma preocupação importante com a preservação da massa muscular, principalmente entre pacientes que emagrecem rapidamente sem acompanhamento multidisciplinar”, ressalta.

Além da segurança clínica, os exames também passaram a ser utilizados para acompanhar a evolução do tratamento e auxiliar em ajustes médicos e nutricionais ao longo do processo. “O laboratório passou a integrar de forma ainda mais ativa as estratégias de medicina preventiva e acompanhamento metabólico. Hoje, os exames ajudam médicos e pacientes a entender como o organismo está reagindo ao tratamento e permitem intervenções antes que surjam complicações”, explica Kozlowski.

O especialista reforça que o uso das chamadas “canetas para emagrecimento” deve sempre ocorrer com orientação profissional. “São medicamentos importantes e que trouxeram avanços relevantes no tratamento da obesidade, mas precisam de acompanhamento médico e laboratorial contínuo. O monitoramento adequado ajuda a garantir que o emagrecimento aconteça de forma mais segura e saudável”, finaliza.

A imperfeição na redação da cláusula compromissória pode ensejar a judicialização do litígio

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A imperfeição na redação da cláusula compromissória pode ensejar a judicialização do litígio

Especialista alerta que erro na redação da cláusula arbitral pode atrasar solução de conflitos e exigir intervenção do Judiciário para possibilitar a instituição da arbitragem

A arbitragem é um mecanismo privado de solução de conflitos, amplamente utilizado no meio empresarial por ser, em regra, mais célere e especializado do que a Justiça comum. No entanto, uma falha na redação do contrato pode comprometer a agilidade vislumbrada pelas partes e obrigá-las a recorrer ao Judiciário antes mesmo de iniciar o procedimento arbitral.

Conforme explica a advogada Mariana Keller, da Assis Gonçalves, Nied e Follador – Advogados, a cláusula compromissória é o dispositivo pelo qual as partes definem que eventuais litígios futuros, decorrentes ou relacionados a determinada relação contratual, serão resolvidos por arbitragem. “Para recorrer à via arbitral, as partes precisam celebrar uma convenção de arbitragem, do qual são espécies a cláusula compromissória e o compromisso arbitral. A cláusula compromissória é o instrumento no qual as partes preveem que conflitos futuros, relacionados a um determinado negócio jurídico, serão solucionados por arbitragem. Ela se diferencia do compromisso arbitral, uma vez que este é firmado quando o litígio já existe. São instrumentos distintos previstos na Lei de Arbitragem”, esclarece.

O problema da cláusula compromissória surge, segundo a especialista, quando há uma redação imprecisa ou incompleta, que não prevê a forma de nomeação dos árbitros e, consequentemente, impede a própria instituição da arbitragem.

A cláusula compromissória chamada “cheia” é aquela que define claramente como o procedimento será instituído, seja pela eleição de uma instituição arbitral e aplicação de suas regras – como o Centro de Arbitragem e Mediação da Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CAM-CCBC) ou a Câmara de Comércio Internacional (CCI) -, seja pelo estabelecimento preciso da forma de nomeação do tribunal arbitral. “Quando a cláusula é completa, contendo todos os elementos para permitir a instituição de arbitragem, o procedimento pode ser iniciado de forma direta, sem necessidade de intervenção judicial”, afirma Mariana.

Já a cláusula patológica é aquela que apresenta falhas que dificultam ou impedem a instituição do tribunal arbitral. Um exemplo comum é a chamada cláusula “vazia”, que apenas indica que o conflito será resolvido por arbitragem, mas não define regras para nomeação de árbitros, tampouco elege uma câmara arbitral para administrar o procedimento. “Nesse cenário, se não houver consenso entre as partes sobre a forma de nomeação dos árbitros ou sobre a escolha de uma instituição arbitral, será preciso recorrer ao Judiciário para suprir a lacuna da cláusula compromissória, o que pode gerar atraso e custos adicionais”, explica.

Mas a patologia também pode ocorrer quando, por exemplo, as partes fazem menção a câmaras inexistentes ou preveem mecanismos inviáveis de indicação de árbitros. “Nesses casos, também será imprescindível a colaboração do poder judiciário para permitir a execução específica da cláusula compromissória”, complementa.

Intervenção judicial e atraso

A Lei nº 9.307/1996 prevê solução para as situações em que há uma cláusula compromissória patológica. Conforme dispõem os artigos 6º e 7º da referida legislação, não havendo acordo prévio sobre a forma de instituir a arbitragem, a parte interessada deve informar a sua intenção de dar início à arbitragem e convocar a outra para firmar o compromisso arbitral. Havendo resistência, o Judiciário pode ser acionado para suprir a vontade das partes por meio de sentença que valerá como próprio compromisso arbitral. “A legislação preserva a arbitragem, mas esse caminho pode retardar significativamente o início do procedimento, frustrando a expectativa de rapidez e eficiência que levou as partes a escolher esse método de resolução de controvérsias”, ressalta Mariana.

A advogada lembra ainda que a cláusula compromissória é autônoma em relação ao contrato principal e que, pela legislação brasileira, compete ao próprio árbitro analisar, em primeiro lugar, a validade e a eficácia da convenção de arbitragem. “A cláusula compromissória não é um detalhe secundário. Ela define o caminho de solução do conflito e impacta diretamente na segurança jurídica e na previsibilidade do contrato”, afirma.

Para Mariana Keller, a arbitragem segue sendo um instrumento eficaz, embora seja fundamental que a cláusula compromissória seja estruturada de forma técnica. “Uma cláusula bem redigida garante efetividade e agilidade. Já uma cláusula patológica pode comprometer justamente aquilo que se pretendia assegurar: uma solução mais célere para o litígio”, conclui.

Colégio ESIC Internacional completa 10 anos apostando em empreendedorismo, visão global e formação prática

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Colégio ESIC Internacional completa 10 anos apostando em empreendedorismo, visão global e formação prática

Instituição conta com aproximadamente 500 alunos do ensino fundamental ao médio em modelo conectado às transformações do mercado

Em um cenário em que escolas buscam cada vez mais preparar os alunos para um mundo em transformação, o Colégio ESIC Internacional completa dez anos de atuação em Curitiba apostando em um modelo de ensino voltado à visão global, projeto de vida com empreendedorismo e desenvolvimento de competências além da sala de aula.

Criado em 2016, inicialmente Ensino Médio, o colégio expandiu sua atuação ao longo da última década até atender todo o ensino fundamental e médio. Integrado ao campus da Faculdade ESIC Internacional, instituição de origem europeia fundada em 1965, com 26 anos de atuação no Brasil, o colégio nasceu com a proposta de aproximar os estudantes de uma formação conectada às exigências do futuro profissional e às mudanças no mercado de trabalho.

Segundo o coordenador de ensino do Colégio ESIC Internacional, André Ávila, a principal transformação observada nos últimos anos está no perfil das famílias e dos próprios estudantes. “Os pais passaram a buscar escolas que preparem os filhos não apenas academicamente, mas também para lidar com desafios reais da vida, da tecnologia e das relações humanas. O mercado mudou, as profissões mudaram, e a escola precisou acompanhar esse movimento”, afirma.

A proposta pedagógica da instituição combina disciplinas tradicionais com atividades voltadas ao pensamento crítico, inteligência emocional, comunicação, liderança e empreendedorismo. Um dos exemplos é o Projeto OPEE – Projeto de Vida e Atitude Empreendedora, desenvolvido com os alunos do ensino fundamental e médio para trabalhar temas como educação financeira, escolha profissional, autoconhecimento e mercado de trabalho.

Além disso, o colégio investe em ensino bilíngue, tecnologia educacional, laboratórios e sala maker, atividades extracurriculares e experiências ligadas ao universo empresarial e internacional. A estrutura ocupa uma área de cerca de 19 mil metros quadrados, com espaços esportivos, biblioteca, áreas verdes e ambientes voltados ao desenvolvimento integral dos estudantes.

Para o diretor geral da ESIC Internacional, Alessio da Rosa, o avanço das transformações tecnológicas acelerou a necessidade de novos modelos educacionais. “Hoje não basta mais apenas transmitir conteúdo. A escola precisa desenvolver autonomia, capacidade de adaptação, criatividade e visão global. O profissional do futuro será cada vez mais multidisciplinar, e essa preparação começa ainda na educação básica”, destaca.

Ao longo da última década, o colégio também acumulou reconhecimentos importantes. Em 2021, o ranking School Advisor posicionou o Colégio ESIC entre os principais colégios particulares de Curitiba, com destaque para infraestrutura e corpo docente.

Para André Ávila, os dez anos da instituição refletem uma mudança cada vez mais forte na própria relação entre educação e futuro profissional. “A escola deixou de ser apenas um espaço de transmissão de conteúdo. Hoje ela precisa desenvolver repertório, experiências, convivência, capacidade crítica e preparação para um mundo que muda o tempo todo. É isso que buscamos construir diariamente dentro da ESIC”, finaliza.

Los Pampas destaca opções de peixes para os dias frios de inverno

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Los Pampas destaca opções de peixes para os dias frios de inverno

Quando se fala em churrascaria, a primeira imagem que vem à mente costuma ser a variedade de cortes de carne. A Los Pampas, além dos mais de 16 cortes de carnes suculentas servidos em seu tradicional rodízio, mostra que é possível ir além da tradição e surpreender os clientes com opções igualmente saborosas, especialmente para quem aprecia peixes e frutos do mar.

Entre os destaques do cardápio está o cação ao molho, um prato que conquista pelo sabor marcante e pela combinação equilibrada de ingredientes selecionados. Com molho encorpado e preparo cuidadoso, a receita oferece uma experiência gastronômica que harmoniza perfeitamente com os dias frios do inverno curitibano, trazendo aquele conforto típico das refeições que aquecem a barriga e a alma.

Além dos pratos à base de peixe, a Los Pampas oferece um buffet diversificado, com saladas, frios, culinária japonesa e italiana, além de uma grande variedade de acompanhamentos preparados diariamente. A proposta é proporcionar uma experiência gastronômica completa, reunindo sabores para todos os gostos em um só lugar.

O ambiente amplo e familiar torna a refeição ainda mais agradável, oferecendo conforto para quem deseja aproveitar bons momentos à mesa. Neste inverno, a Los Pampas convida os clientes a descobrirem novos sabores e a experimentarem pratos que vão além da churrasqueira, mostrando que os peixes também podem ser protagonistas de uma refeição memorável.

Serviço:

Churrascaria Los Pampas
Avenida das Torres, 1231 – São José dos Pinhais
(41) 3283-5915 | (41) 3283-2494
Instagram: @churrascarialos_lospampas

Horários de funcionamento

Almoço: de segunda a sexta, das 11h às 15h; aos sábados até 15h30; aos domingos até às 16h.

Jantar: de segunda a sábado, das 18h às 23h. Aos domingos à noite, o restaurante permanece fechado.

Curitiba recebe a primeira Jornada Davipan, encontro que une conteúdo, tendências e oportunidades de negócios

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Curitiba recebe a primeira Jornada Davipan, encontro que une conteúdo, tendências e oportunidades de negócios

Evento reúne grandes nomes do setor, palestras do Sebrae/PR, aulas-show exclusivas com profissionais renomados e benefícios para os participantes

Curitiba receberá, em julho, um dos maiores encontros voltados aos profissionais da confeitaria, panificação e gelados comestíveis do sul do Brasil. Entre os dias 7 e 9 de julho, o Museu Oscar Niemeyer será palco da primeira edição da Jornada Davipan, evento que reunirá especialistas, chefs, empresários e empreendedores em uma programação que combina conhecimento, tendências, receitas, networking e oportunidades de negócios.

Mais do que um evento técnico, a proposta é criar um ambiente de troca de experiências, inspiração e fortalecimento do setor. A programação inclui palestras, aulas-show, cases de sucesso, debates sobre gestão e empreendedorismo, além da participação de nomes reconhecidos nacionalmente, como a confeiteira Tathi Fabulosa e o mestre confeiteiro Eduardo Beltrame.

Outro diferencial é o formato inovador do ingresso. Parte do valor investido pelos participantes poderá ser utilizada durante o evento na aquisição de produtos comercializados pela Davipan. Além disso, algumas linhas terão condições especiais de compra exclusivas para os participantes.

A Jornada também contará com sorteios de prêmios — um dos mais cobiçados é a visita técnica à fábrica da DR Aromas e Ingredientes, que proporciona aos profissionais uma experiência prática e uma aproximação com processos, tendências e inovações que movimentam o mercado.

“Queremos promover muito mais do que palestras e demonstrações técnicas. A Jornada nasceu para ser um espaço de conexão, aprendizado e crescimento para quem empreende diariamente e busca novas oportunidades para evoluir. Não existe hoje no Paraná um evento com esse formato, reunindo conteúdo, relacionamento, experiências e grandes referências do mercado em um único ambiente”, afirma Fátima Yae, sócia da Davipan e idealizadora da Jornada Davipan.

Mais do que capacitação, uma rede de oportunidades

A Jornada Davipan nasce da experiência construída pela empresa ao longo dos anos em seu Centro de Treinamento, iniciativa criada para apoiar o desenvolvimento dos clientes e fortalecer negócios em um mercado cada vez mais competitivo.

Mais do que fornecer insumos, a Davipan construiu sua atuação com base em um relacionamento próximo aos empreendedores do setor, oferecendo orientação técnica, suporte especializado e oportunidades de atualização profissional.

“Nosso propósito sempre foi ir além da venda de produtos. Queremos ser parceiros dos nossos clientes, entender seus desafios, compartilhar conhecimento e contribuir para que seus negócios cresçam de forma sustentável. A Jornada é uma extensão desse trabalho que realizamos diariamente em nossa empresa”, destaca Fátima.

Três dias de conteúdo, conexões e inspiração

A Jornada Davipan foi estruturada para oferecer uma experiência completa aos profissionais da confeitaria, panificação e gelados comestíveis, reunindo conteúdos técnicos, tendências de mercado, gestão, empreendedorismo e oportunidades de networking.

A programação começa no dia 7 de julho com o Fórum 360, realizado em parceria com a Selecta Specialita, promovido pela DR Aromas e Ingredientes. O encontro reunirá especialistas para discutir tendências de consumo, inovação, gestão patrimonial e oportunidades ligadas a mercados em expansão, como produtos fit, proteicos e sem lactose. O chef Vinicius Coutinho também comandará uma degustação voltada às principais tendências do setor.

Para Vagner Paulo Ribeiro, mestre sorveteiro e representante comercial da DR Aromas e Ingredientes, a Jornada Davipan surge em um momento importante para o setor, marcado pela integração entre diferentes segmentos e pela busca constante por inovação.

“Nossa proposta é aproximar três segmentos que compartilham desafios, oportunidades e tendências de consumo: panificação, confeitaria e gelados comestiveis. Em mercados mais maduros, como São Paulo, essa integração já é uma realidade, e vemos esse movimento ganhar força também em Curitiba, com padarias incorporando vitrines de gelato e sorvetes, ampliando sua oferta de produtos. A Jornada Davipan foi concebida justamente para discutir temas atuais e relevantes para esses negócios, ajudando empresários e gestores a identificar oportunidades de crescimento, inovação e diferenciação. Mais do que apresentar tendências, queremos promover conhecimento e incentivar a profissionalização do setor”, afirma Vagner Paulo Ribeiro.

Segundo Ribeiro, iniciativas como essa contribuem para elevar o nível de gestão, qualidade e competitividade das empresas, fortalecendo toda a cadeia produtiva e preparando os empreendedores para as novas demandas do mercado.

Davipan Com Elas destaca força do empreendedorismo feminino

No dia 8 de julho, a Jornada abre espaço para o Davipan Com Elas, projeto criado para fortalecer mulheres empreendedoras e ampliar conexões dentro do mercado de confeitaria, panificação e gelateria.

A programação contará com palestras do Sebrae/PR, talk shows, cases inspiradores e aulas-show com profissionais reconhecidos nacionalmente. Entre os destaques estão as participações da confeiteira Tathi Fabulosa e do mestre confeiteiro Eduardo Beltrame, que compartilharão experiências, tendências e estratégias para impulsionar negócios em um mercado cada vez mais competitivo.

“Quando mulheres incríveis se unem, coisas grandiosas acontecem, esse é o lema do projeto Davipan com Elas que nasceu com propósito de conectar, compartilhar experiências e fortalecer, negócios conduzidos por mulheres, a Jornada será uma oportunidade de ampliar ainda mais essa rede de apoio e desenvolvimento”, afirma Fátima.

Comportamento empreendedor e história de inspiração

O encerramento, no dia 9 de julho, será dedicado ao comportamento empreendedor, às transformações do mercado e às histórias que inspiram crescimento. A programação reunirá profissionais que construíram trajetórias de sucesso por meio da inovação, da gestão e do relacionamento com seus parceiros de negócio.

Entre os convidados está a sorveteira Tati Brotto, que compartilhará sua experiência à frente da marca e mostrará como a construção de parcerias estratégicas contribuiu para a expansão do negócio. Sua trajetória reforça um dos pilares da Davipan: estar ao lado dos clientes não apenas como fornecedora, mas como parceira no desenvolvimento de seus empreendimentos.

Uma relação baseada em parceria

Mais do que uma fornecedora de ingredientes e soluções para o setor, a Davipan busca atuar de forma consultiva, acompanhando a evolução dos negócios e contribuindo para o crescimento dos empreendedores.

Essa filosofia também está presente em iniciativas desenvolvidas ao longo do ano, como a Academia do Sorvete, projeto pioneiro voltado à qualificação de profissionais da área de gelados comestíveis, e o Café com o Chef, que aproxima empreendedores de especialistas e referências do mercado para compartilhar experiências e aprendizados.

“Acreditamos que negócios fortes são construídos por pessoas bem-preparadas e por relações de confiança. Quando compartilhamos conhecimento, criamos conexões e ajudamos nossos clientes a crescer, fortalecemos todo o setor. Esse é o propósito que orienta a Jornada Davipan e todas as nossas iniciativas”, conclui Fátima.

Paranaense Morena Rosa é eleita a melhor marca para vender de acordo com o Best Brands to Sell

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Paranaense Morena Rosa é eleita a melhor marca para vender de acordo com o Best Brands to Sell

Reconhecimento destaca a força das marcas do grupo, a proximidade com o varejo e uma estratégia baseada em relacionamento, inovação e crescimento sustentável

A Morena Rosa foi reconhecida como a melhor relação comercial e a melhor marca para se vender no varejo multimarca, segundo a primeira edição do Best Brands to Sell, pesquisa nacional que ouviu mais de 700 lojistasl, promovido pelo IEMI – Inteligência de Mercado, uma das principais referências do varejo de moda brasileiro. A conquista reforça a relevância de uma companhia que, ao longo de 33 anos de trajetória, construiu uma operação com presença digital, atuação multimarcas em mais de 1.000 municípios, produção própria superior a 1 milhão de peças por ano, marcada pela proximidade com lojistas, fortalecimento de marcas e foco em resultados sustentáveis.

Dono de marcas como Morena Rosa, Maria.Valentina, Zinco e Iódice, o grupo consolidou sua presença nacional combinando produção própria, inteligência de mercado e um relacionamento próximo com seus parceiros comerciais. “A venda do produto final começa muito antes, desde a sua concepção e todos os processos envolvidos. Assim como nosso trabalho continua depois que o produto chega às lojas, acompanhando a performance das coleções e entendendo o comportamento da consumidora, o que ela busca e como podemos atendê-la da melhor forma.” afirma Lucas Franzato, CEO do Grupo Morena Rosa.

O grupo acompanha continuamente métricas como sell-out, giro de coleção e índices de encalhe por categoria, utilizando essas informações para aperfeiçoar o desenvolvimento de produtos, reduzir desperdícios e aumentar a eficiência ao longo de toda a cadeia, com auxílio de ferramentas como Audaces 4.0, CRM, BI e inteligência de dados.

Outro ponto estratégico é a manutenção de 100% da produção nacional. Com mais de 1 milhão de peças produzidas diretamente por ano, a companhia aposta na proximidade entre criação, desenvolvimento e fabricação para garantir agilidade, controle de qualidade e maior capacidade de resposta às demandas do mercado.

Segundo o CEO, o sucesso de uma marca vai além do produto. “Acreditamos que a moda é feita de conexões. O produto precisa ter qualidade, desejo e propósito, mas a experiência que entregamos ao consumidor em cada contato com a marca faz toda a diferença. Quando conseguimos alinhar nossa tradição à inovação e à tecnologia, criar relacionamento, gerar identificação e encantar as pessoas, construímos algo que vai muito além da venda, e o resultado torna-se consequência”.

A tecnologia também ocupa papel central na operação. O Grupo Morena Rosa foi pioneiro na implementação de processos industriais mais avançados no setor de moda e atualmente utiliza ferramentas de CRM, BI e inteligência de dados para apoiar decisões estratégicas, acompanhar o desempenho dos produtos e fortalecer o relacionamento com lojistas em todo o país.

Esse conjunto de iniciativas contribuiu para que a companhia conquistasse reconhecimento no prêmio promovido pelo IEMI. Com uma estratégia pautada em inovação, fortalecimento de marcas, inteligência de dados e desenvolvimento de pessoas, o Grupo Morena Rosa segue ampliando sua relevância no mercado e reafirmando seu compromisso de gerar valor para consumidores, lojistas, parceiros e toda a cadeia da moda brasileira.

Sobre o Grupo Morena Rosa

O Grupo Morena Rosa é uma das maiores plataformas de moda feminina do Brasil, com atuação nacional por meio de marcas como Morena Rosa, Maria.Valentina, Zinco, Iódice, Morena Rosa Beach, Morena Rosa Fitness, Morena Rosa Shoes e Morena Rosa Living. Fundado em Cianorte (PR), um dos principais polos da indústria têxtil brasileira, o grupo soma mais de 33 anos de trajetória e mantém uma estratégia multicanal que combina e-commerce, varejo próprio e uma ampla rede de lojistas multimarcas. Com produção 100% nacional e mais de 1 milhão de peças próprias fabricadas anualmente, a companhia aposta em inovação, inteligência de dados, fortalecimento de marcas e proximidade com o varejo para impulsionar um crescimento sustentável e gerar valor para consumidores, parceiros e toda a cadeia da moda brasileira.

É gripe ou alergia? Saiba identificar os sintomas respiratórios mais comuns do inverno curitibano

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Frio, umidade e variações bruscas de temperatura favorecem crises alérgicas e aumentam a circulação de vírus respiratórios. Especialista explica como diferenciar os quadros e quando procurar atendimento médico

Coriza, espirros, congestão nasal e tosse são sintomas comuns durante o inverno e costumam gerar uma dúvida frequente: trata-se de uma crise alérgica ou de uma infecção respiratória? Em Curitiba, fatores como a grande amplitude térmica, o frio e a umidade contribuem para o aumento das crises de rinite e asma, ao mesmo tempo em que favorecem a circulação de vírus sazonais.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o pico histórico de doenças respiratórias na capital ocorre entre o fim de abril e meados de julho. Dados recentes também apontam que cerca de 21% dos atendimentos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) são motivados por sintomas respiratórios.

Apesar da semelhança entre alguns sinais, existem características que ajudam a diferenciar os quadros. Segundo a alergologista do Pilar Hospital, Caroline Pássaro, as alergias costumam provocar sintomas localizados nas vias respiratórias e nos olhos. 

“Coceira no nariz, nos olhos e na garganta, espirros em sequência, coriza transparente e congestão nasal são sinais bastante sugestivos de uma crise alérgica. Já as infecções virais geralmente, como a gripe causada por Influenza e outros vírus respiratórios sazonais, vem acompanhada de febre, mal-estar, cansaço e uma tosse mais persistente”, explica.

Prevenção é fundamental

Independentemente da causa, os sintomas respiratórios podem ser minimizados com alguns cuidados simples no dia a dia. Para quem convive com rinite, asma ou outras alergias respiratórias, a prevenção passa principalmente pelo controle do ambiente e pela manutenção do tratamento prescrito. 

“É importante que os cuidados aconteçam de forma contínua. O controle ambiental é a base do tratamento e pode melhorar muito a qualidade de vida desses pacientes”, afirma Caroline.

Entre as principais recomendações estão a lavagem nasal regular com soro fisiológico, manter os ambientes arejados e com boa incidência de luz solar, evitar o acúmulo de poeira e mofo e higienizar roupas, casacos e cobertores que ficaram guardados durante meses antes do primeiro uso no inverno. A médica também orienta trocar roupas de cama com frequência, utilizar pano úmido ou aspirador de pó com filtro em vez de varrer a casa e evitar odores fortes, como incensos, aromatizadores e produtos de limpeza muito perfumados.

“Ácaros e fungos são importantes gatilhos de crises alérgicas respiratórias. Por isso, a limpeza adequada dos ambientes e das roupas de inverno ajuda a reduzir significativamente a exposição a esses agentes”, explica. 

Quando procurar atendimento

Embora muitas crises possam ser controladas com acompanhamento médico e medidas preventivas, alguns sintomas exigem atenção. Segundo a especialista, a consulta deve ser buscada quando os quadros respiratórios se tornam frequentes, afetam o sono ou exigem uso constante de medicamentos para alívio dos sintomas. 

“Falta de ar importante, chiado intenso no peito, dificuldade para falar frases completas e lábios arroxeados são sinais de alerta que indicam a necessidade de procurar atendimento emergencial imediatamente”, reforça.

Casos leves, com sintomas persistentes de rinite, alergias respiratórias ou necessidade de investigação médica, podem ser avaliados em consulta ambulatorial com especialistas. Já pacientes que apresentam sinais de alerta devem procurar atendimento de urgência.

Sobre o Pilar Hospital

Com mais de 60 anos de tradição, o Pilar Hospital é reconhecido como referência na integração de tecnologia avançada e atendimento humanizado. Localizado no bairro Bom Retiro, em Curitiba, o hospital atende pacientes de todo o Paraná, oferecendo suporte essencial em diversas especialidades médicas. Sua estrutura robusta inclui 81 unidades de internação (enfermaria e apartamento) e 39 unidades de terapia intensiva e o Pilar Centro Médico, que realiza procedimentos ambulatoriais e cirúrgicos de baixa complexidade, em regime de hospital dia, consolidando seu papel na qualidade e acesso à saúde para os paranaenses.

Via Araucária conquista Selo Ouro do GHG Protocol pelo segundo ano consecutivo

Classificação de destaque é concedida à empresas que medem e publicam suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE). Concessionária reforça seu comprometimento em jornada de descarbonização

A Via Araucária, concessionária que administra o lote 1 das estradas paranaenses, recebeu pelo segundo ano seguido o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol. Esta é a classificação máxima de reconhecimento concedida a empresas que medem e publicam seus inventários de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), primando por total transparência e rigor técnico. A conquista consagra a concessionária como referência nacional em gestão de emissões de poluentes e demonstra consistência na jornada de descarbonização iniciada em 2024.

O Selo Ouro foi concedido após a apresentação do Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa deste ano, que mapeou as emissões diretas (Escopo 1), indiretas por energia (Escopo 2) e outras indiretas (Escopo 3) ao longo dos 473 km de rodovias administradas pela Via Araucária. A verificação independente foi novamente realizada pelo Instituto Totum, seguindo as diretrizes do Programa Brasileiro GHG Protocol.

Tabata Gallo, Analista de Meio Ambiente Sênior da Via Araucária, ressalta que a recorrência do reconhecimento é a prova de que a sustentabilidade deixou de ser um projeto isolado para se tornar uma prática estruturada na operação. “Receber o Selo Ouro pelo segundo ano consecutivo demonstra o compromisso da Via Araucária com a qualidade, a confiabilidade e a transparência das informações que compõem nosso Inventário de Emissões. Essa certificação evidencia a maturidade dos processos internos de coleta, tratamento e validação de dados, garantindo que as decisões e estratégias de descarbonização sejam baseadas em informações consistentes e tornando as ações implementadas mais eficazes e assertivas”, afirma.

A manutenção do nível Ouro em 2026 reflete a evolução das práticas ambientais da concessionária ao longo do último ciclo. Com base no inventário anterior, a Via Araucária implementou mudanças como a substituição de três guinchos leves movidos a diesel por veículos elétricos destinados ao atendimento aos usuários da rodovia. A medida contribui para a redução do consumo de combustível fóssil e, consequentemente, das emissões de gases de efeito estufa associadas à frota operacional. Além dos benefícios ambientais, a iniciativa representa um importante avanço na incorporação de tecnologias mais sustentáveis às operações.

Ações práticas

A concessionária já havia implementado importantes medidas de redução de emissões em 2024, como uma gestão eficiente de resíduos, e o abastecimento de 100% da frota leve com etanol. Em 2025, o desafio passou a ser identificar soluções mais estruturais, uma vez que iniciativas consideradas mais simples já haviam sido adotadas. Nesse contexto, a incorporação dos guinchos elétricos representou um importante passo na evolução da estratégia de descarbonização. A implementação exigiu adaptação das equipes operacionais, desenvolvimento de novos procedimentos e acompanhamento contínuo do desempenho desses veículos, que realizam uma atividade essencial e precisam permanecer disponíveis para atendimento aos usuários 24 horas por dia.

Mesmo com a nova conquista do selo, a avaliação é que o trabalho da concessionária precisa continuar evoluindo na medida em que o crescimento das operações passará a exigir práticas ainda mais eficientes. Um exemplo desta necessidade é que, na comparação entre os ciclos de 2024 e 2025, houve um aumento nas emissões em diversas categorias do inventário, um fenômeno monitorado de perto pelos gestores. “Essa variação já era esperada, pois a Via Araucária iniciou sua operação em 28 de fevereiro de 2024. Assim, o primeiro inventário contemplou um período operacional inferior a um ano, enquanto o inventário de 2025 considerou um ciclo completo, de 1º de janeiro a 31 de dezembro. Além disso, em 2025 a concessionária deu início a três obras de duplicação (PR-423, PR-418 e BR-277) e a uma obra de implantação de via marginal no Contorno Sul da BR-376, intensificando suas atividades e, consequentemente, as emissões”, explica Tabata. 

Além do Selo Ouro, a Via Araucária renovou sua filiação ao Programa Brasileiro GHG Protocol Ciclo 2026, mantendo-se na vanguarda das melhores práticas globais de sustentabilidade no setor de infraestrutura e reafirmando seu compromisso permanente de seguir como referência neste segmento.

Hospital de Curitiba lidera buscas nacionais por usuários na hora de contratar plano de saúde

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Levantamento da Click Planos aponta São Marcelino Champagnat como hospital mais buscado entre 1.712 credenciados

O Hospital São Marcelino Champagnat é o mais buscado no Brasil entre os usuários na hora de contratar um plano de saúde. O dado é de um levantamento da Click Planos, primeira plataforma de marketplace de planos de saúde da América Latina, realizado entre 1º de janeiro e 23 de março de 2026. A pesquisa considerou buscas realizadas em oito estados brasileiros.

O estudo analisou as consultas feitas pelos usuários durante a etapa de comparação de planos de saúde, quando são avaliados critérios como preço, cobertura e rede credenciada. Paraná, Distrito Federal e São Paulo concentram cerca de 90% das interações, com destaque para o Paraná, responsável por 37,4% do volume total.

O levantamento da Click Planos se soma a uma série de reconhecimentos recentes da instituição. Em fevereiro de 2026, o hospital foi listado no ranking World’s Best Hospitals, da revista norte-americana Newsweek, uma das avaliações de maior prestígio do setor. No mesmo mês, a instituição conquistou, pela quarta vez, a acreditação da Joint Commission International (JCI), considerada a principal certificação mundial em qualidade e segurança do paciente.  

Para a gerente de Gestão da Qualidade do Hospital São Marcelino Champagnat, Luciane Zanetti, essas conquistas refletem uma cultura organizacional estruturada. “A excelência é resultado de um monitoramento contínuo, que inclui reuniões diárias de alinhamento, aplicação de checklists de segurança antes dos procedimentos, capacitação permanente e transparência nos indicadores. O paciente encontra um hospital orientado por padrões rigorosos de qualidade e segurança”, destaca.

De acordo com um levantamento encomendado pelo Hospital São Marcelino Champagnat e realizado pela empresa de pesquisa de mercado Nexa, em fevereiro de 2026, 71% das pessoas que já utilizaram os serviços da instituição a consideram o melhor hospital da capital paranaense. A instituição também se destaca pela forte associação a atributos considerados decisivos na escolha de um hospital, como atendimento humanizado e acolhedor (80%), hospital completo (79%) e qualificação dos profissionais de apoio (76%). 

O estudo também evidencia que a decisão sobre a escolha do hospital segue uma lógica hierárquica, tendo o convênio de saúde como primeiro filtro. Como  o custo do atendimento representa a principal barreira de acesso, o plano de saúde atua como elemento fundamental para viabilizar o serviço.

Diante da preocupação crescente com o acesso a um atendimento de referência, segurança e previsibilidade de cobertura, o diretor de Comunicação da Click Planos, Fabrizio Gueratto, ressalta que “quando o consumidor pesquisa um hospital antes de contratar um plano, mostra que a rede credenciada deixou de ser uma informação secundária.” “Esse dado revela uma mudança importante no processo de decisão. As pessoas não estão comparando apenas preço; elas querem saber se terão acesso ao hospital que consideram relevante para sua rotina, sua família ou uma eventual emergência”, complementa.

Sobre o Hospital São Marcelino Champagnat

O Hospital São Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia, cirurgia robótica e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

Emoções da Copa do Mundo podem impactar o coração, alerta cardiologista

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Momentos de grande euforia ou frustração podem desencadear a Síndrome do Coração Partido, que provoca sintomas semelhantes aos de um infarto

Uma classificação dramática, um gol nos minutos finais, uma disputa de pênaltis ou até mesmo uma eliminação inesperada. A Copa do Mundo costuma provocar emoções intensas nos torcedores, sejam elas de alegria ou de tristeza. O que pouca gente sabe é que a chamada Síndrome do Coração Partido não está associada apenas a emoções negativas. Conhecida pelos médicos como Síndrome de Takotsubo, ela também pode ser desencadeada por momentos de felicidade extrema, provocando sintomas semelhantes aos de um infarto.

Descrita pela primeira vez no Japão na década de 1990, a Síndrome de Takotsubo ocorre quando uma descarga intensa de hormônios, principalmente adrenalina, provoca alterações temporárias no funcionamento do músculo cardíaco, que passa a se contrair de forma anormal.

“Apesar do nome, não estamos falando apenas de tristeza ou sofrimento. Para o organismo, o mais importante não é se a emoção é positiva ou negativa, mas a intensidade da resposta que ela provoca. Por isso, tanto uma vitória emocionante quanto uma eliminação inesperada podem atuar como gatilhos da síndrome”, explica o cardiologista dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, Gustavo Lenci.

Em uma pesquisa realizada durante a Copa da Alemanha de 2025, cientistas da Universidade de Bielefeld observaram alterações significativas nos sinais vitais de torcedores ao longo das partidas. Em momentos de maior tensão e logo após os gols, alguns participantes apresentaram aumento de até 36% na frequência cardíaca.

Os sinais da Síndrome de Takotsubo costumam incluir dor no peito, falta de ar, suor frio, palpitações e mal-estar, sintomas frequentemente confundidos com um infarto. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no Brasil, provocando mais de 1.100 óbitos por dia — o equivalente a uma morte a cada 90 segundos.

A Síndrome de Takotsubo é mais comum em mulheres após a menopausa e também pode ocorrer com maior frequência em pessoas com histórico de ansiedade ou depressão. Pessoas com hipertensão e outros fatores de risco cardiovasculares, como diabetes, obesidade e colesterol elevado, devem redobrar os cuidados durante períodos de maior tensão emocional e manter o tratamento médico em dia.

“Na maioria dos casos, os pacientes se recuperam após tratamento e acompanhamento médico. Ainda assim, a síndrome não deve ser subestimada. Existem situações em que pode causar complicações graves, como insuficiência cardíaca, arritmias, choque cardiogênico e, em casos mais raros, até levar à morte. Por isso, qualquer pessoa que apresente dor no peito, falta de ar ou mal-estar durante ou após uma situação de forte emoção deve procurar atendimento médico imediatamente”, afirma Lenci.

Sinais que exigem atenção

  • Dor ou pressão no peito;
  • Falta de ar;
  • Suor frio;
  • Palpitações;
  • Tontura;
  • Sensação de desmaio;
  • Mal-estar súbito após uma emoção intensa.

Sobre o Hospital São Marcelino Champagnat

O Hospital São Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia, cirurgia robótica e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS e com a certificação de qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA) nível 3. Está orientado pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.