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Alunos de escola pública criam esculturas que unem arte, robótica e cultura maker

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Alunos de escola pública criam esculturas que unem arte, robótica e cultura maker

Além da formação dos estudantes, o Projeto Engenhoka deixa um estúdio maker permanente para dar continuidade ao aprendizado

A arte muda tudo. Quando se encontra com a tecnologia, transforma também a maneira de aprender. Foi essa combinação que levou estudantes do Colégio Estadual Integral Professor Homero Baptista de Barros, em Curitiba, a criar esculturas interativas apresentadas nesta segunda-feira (29), durante a mostra de encerramento do projeto Engenhoka, iniciativa do Instituto Burburinho Cultural, do Rio de Janeiro. Ao longo dos últimos meses, cerca de 60 alunos do 1º ano do Ensino Médio participaram de oficinas que integraram robótica educacional, cultura maker, arte e tecnologia, transformando ideias em projetos concretos.

Entre as criações apresentadas estavam uma turbina eólica construída com papelão, garrafas PET e sensores eletrônicos e um robô inspirado no universo dos action figures, desenvolvido com papelão, impressão 3D, LEDs e componentes eletrônicos. Mais do que o resultado final, os projetos revelaram o desenvolvimento da criatividade, do raciocínio lógico e da capacidade de resolver problemas.

“O principal objetivo do Engenhoka é trabalhar a imaginação dos alunos, permitindo que eles construam uma arte viva, que se movimenta, unindo criatividade, tecnologia e robótica. A arte muda tudo e, junto com a tecnologia, muda muito mais”, resume o produtor executivo do projeto, Fabrício Ligiero.

Para a estudante Rafaelly Nogueira Martins, de 16 anos, a experiência deixou uma lição que vai além do conhecimento técnico. “A gente aprende que nada é impossível. Fazemos com o que temos, mesmo quando os recursos são limitados”, conta. Seu grupo desenvolveu uma turbina eólica acionada por sensor eletrônico para demonstrar o funcionamento da geração de energia.

Já o estudante Wendel Willian de Oliveira, de 14 anos, teve seu primeiro contato com robótica e impressão 3D durante o projeto. “Aprendi que, com força e dedicação, a gente consegue chegar onde quer”, afirma.

Segundo a presidente do Instituto Burburinho Cultural, Priscila Seixas, o Engenhoka foi criado para fortalecer o ensino da arte e aproximar os estudantes da cultura digital. “A tecnologia entra como meio, não como fim. Criamos um estúdio maker para que professores e alunos desenvolvam criatividade, inovação e novas formas de aprender.”

“Hoje os estudantes vivem cercados pela tecnologia, mas isso não significa que tenham acesso à cultura digital dentro da escola. Muitas instituições até possuem computadores ou equipamentos de robótica, mas ainda faltam metodologias para transformar esses recursos em aprendizagem. O Engenhoka nasce justamente para aproximar arte, tecnologia e educação de forma integrada”, explica.

Uma nova forma de aprender

Além da formação dos estudantes, o projeto deixa para a escola um estúdio maker permanente, equipado com impressora 3D, canetas 3D, mobiliário, materiais pedagógicos e livros, permitindo a continuidade das atividades. Mais do que equipamentos, a iniciativa pretende estimular uma nova forma de ensinar. “O melhor legado é quando os professores passam a enxergar aquele espaço como uma ferramenta para integrar arte, matemática, ciência e tecnologia”, afirma Priscila.

Iniciado em março, o projeto proporcionou aos estudantes uma imersão em robótica educacional, cultura maker, arte e tecnologia. Durante a formação, eles participaram de oficinas práticas conduzidas por instrutores e monitores especializados, que estimularam a criatividade, a experimentação e a resolução de problemas. Por meio de desafios e atividades colaborativas, exploraram conceitos de robótica educacional integrados a diferentes linguagens artísticas.

Quem acompanha essa transformação diariamente é a própria escola. Para o diretor da escola, Valdemar Busanello Junior, o projeto amplia a visão dos estudantes sobre as possibilidades da educação e desperta talentos. “Esse laboratório de criação faz com que eles descubram habilidades que nem imaginavam possuir. Eles entendem que arte e robótica caminham juntas e que criatividade também faz parte da formação para o mercado de trabalho”, destaca.

Esta é a segunda edição do Engenhoka realizada na escola, que mantém parceria com o Instituto Burburinho Cultural desde 2023. Nesse período, a instituição também recebeu o Projeto Arco-Íris, que ofereceu oficinas de grafite aos estudantes e transformou os muros da escola em verdadeiras galerias a céu aberto. Em 2025, a escola recebeu o Arena Viva, projeto voltado ao teatro, arte e educação, seguido pelo Engenhoka, fortalecendo uma proposta pedagógica que integra cultura, tecnologia e inovação.

Realizado por meio da Lei Rouanet, o Engenhoka é promovido pelo Instituto Burburinho Cultural e pelo Ministério da Cultura, com patrocínio do Grupo Boticário, Trident Energy, ExxonMobil Brasil, Google, Wilson Sons, NTS (Nova Transportadora do Sudeste S/A), Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e SQ Química.

Escolas contempladas

Além do Colégio Estadual Integral Professor Homero Baptista de Barros, outras sete escolas dos estados do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul foram contempladas nesta segunda edição do projeto.

Sobre o Instituto Burburinho Cultural

Sediado no Rio de Janeiro, o Instituto Burburinho Cultural reúne colaboradores em diversas regiões do Brasil e também no exterior. Além do Engenhoka, desenvolve projetos como Criar Jogos, Projeto Arco-Íris, Arena Viva, Futuro Queer e Pescando Tradições.

Viabilizado por meio da Lei Rouanet, o Engenhoka conta com patrocínio do Grupo Boticário, Trident Energy, ExxonMobil Brasil, Google, Wilson Sons, NTS (Nova Transportadora do Sudeste S/A), Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e SQ Química.

A iniciativa é realizada pelo Instituto Burburinho Cultural e pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal.

Vanguard entrega Insight e alcança a marca de 39 torres concluídas na capital

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Vanguard entrega Insight e alcança a marca de 39 torres concluídas na capital

Primeiro empreendimento da incorporadora na Vila Izabel foi entregue com 99% das unidades comercializadas e VGV de aproximadamente R$150 milhões

A Vanguard Curitiba acaba de entregar oficialmente o Insight, seu primeiro empreendimento na Vila Izabel, um dos bairros mais valorizados e estratégicos da capital paranaense. Com 99% das unidades comercializadas e Valor Geral de Vendas (VGV) de aproximadamente R$150 milhões, o residencial representa mais um importante marco na trajetória da incorporadora, que chega à entrega de sua 39ª torre em Curitiba ao longo de 19 anos de atuação na cidade.

“Entregar o Insight representa um momento muito especial para a Vanguard Curitiba. Além de marcar nossa chegada à Vila Izabel, um bairro que traduz muito bem o conceito de cidade que acreditamos para o futuro, o empreendimento simboliza a confiança do mercado em nossos projetos, refletida na entrega com 99% das unidades vendidas. Alcançar a marca de 39 torres entregues em Curitiba reforça nosso compromisso de desenvolver empreendimentos que acompanham as transformações do comportamento urbano e geram valor para a cidade e para as pessoas”, afirma Louise Lamb, superintendente regional da Vanguard em Curitiba.

Louise reforça que a obra foi entregue no prazo, padrão já reconhecido e consagrado pela incorporadora. “Nossas entregas são feitas sempre rigorosamente no prazo estipulado no lançamento do projeto. Temos esse compromisso com o nosso cliente, com nossos fornecedores e com o mercado, e trabalhamos arduamente para que o cumprimento, sempre com zelo pela qualidade do produto, seja nosso foco central.”
Localizado no encontro das ruas Sebastião Paraná e Guararapes, o Insight foi concebido para atender às transformações do morar contemporâneo, em um cenário em que o imóvel deixou de ser apenas um endereço para se tornar também espaço de trabalho, convivência, bem-estar e conexão. O empreendimento reúne apartamentos de 83 m² a 157 m² privativos, com plantas integradas, ambientes flexíveis e infraestrutura voltada às novas demandas da vida urbana.

Com arquitetura assinada pela Bohrer Arquitetos, o projeto se destaca pela linguagem contemporânea, marcada por linhas limpas, integração visual e uma fachada iluminada por grafismos em LED, que reforça sua identidade arquitetônica e sua relação com a cidade.

Nas áreas comuns, o Insight oferece coworking integrado ao hall principal, piscina coberta aquecida, beauty care, salão de festas, espaço kids, espaço pet e o Vanguard Training Hub – conceito exclusivo de academia da incorporadora, que neste empreendimento também conta com área para crossfit. Além disso, o espaço gourmet ganha uma piscina privativa, para acrescentar ainda mais às festas e eventos particulares. Os ambientes foram planejados para acompanhar uma rotina cada vez mais dinâmica, em que flexibilidade, praticidade e qualidade de vida caminham juntas.

A escolha da Vila Izabel também acompanha uma tendência no mercado imobiliário. Situado entre os bairros Batel, Água Verde e Centro, o bairro reúne gastronomia, comércio, serviços e mobilidade em uma escala que favorece deslocamentos a pé, característica cada vez mais valorizada por moradores que buscam otimizar o tempo e reduzir a dependência do automóvel.

“O desempenho comercial do Insight confirma que existe uma demanda cada vez maior por empreendimentos que unem localização qualificada, arquitetura, funcionalidade e qualidade de vida. Alcançar quase a totalidade das vendas na entrega é um resultado que reforça a assertividade da nossa estratégia de desenvolvimento e a confiança do mercado na Vanguard”, destaca Ramon Bomfim, gerente comercial da Vanguard Curitiba.

Rei dos Salvados liquida estoque com 50% de desconto

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Rei dos Salvados liquida estoque com 50% de desconto

Rede inicia reestruturação e promove liquidação total de eletrodomésticos, móveis e portáteis para fechar suas duas últimas megalojas

O cenário do varejo de outlets e salvados de Curitiba passa por uma importante movimentação estratégica neste início de mês. A rede Rei dos Salvados, que já chegou a ter 18 lojas no Paraná e em Santa Catarina, anunciou o encerramento programado das atividades de suas duas últimas megalojas em Curitiba: as unidades Fanny e Torres. A decisão faz parte de um plano de reestruturação global do grupo empresarial, que visa otimizar operações e redirecionar investimentos.

Para marcar a conclusão deste ciclo e zerar o inventário das unidades, a rede deu início a uma mega liquidação histórica: todo o estoque remanescente das lojas físicas está sendo vendido com 50% de desconto, incluindo categorias cobiçadas como eletrodomésticos, portáteis e mobiliário.

Decisão estratégica e foco no futuro

O encerramento das operações físicas do Rei dos Salvados reflete uma tendência de consolidação e eficiência administrativa dentro de grandes conglomerados.

De acordo com o diretor comercial do grupo, Beni Gelhorn, o movimento foi rigorosamente planejado para ocorrer de forma saudável, transparente e sem deixar passivos. “Estamos concluindo um capítulo de absoluto sucesso no varejo físico do Rei dos Salvados. Esta ação cumpre um cronograma estrito de reestruturação do nosso grupo empresarial, que busca o fortalecimento de novas frentes de negócios”, explica o diretor.

Gelhorn também reforça o compromisso da empresa com a lisura no processo. “É uma transição feita com total solidez financeira. Todos os compromissos com nossos colaboradores e fornecedores foram rigorosamente provisionados e estão sendo cumpridos. Para o nosso cliente tradicional, decidimos transformar essa despedida física em uma oportunidade única de mercado, oferecendo metade do preço em produtos de alta qualidade, mantendo o mesmo padrão de atendimento e assistência que sempre nos consagrou”, destaca o executivo.

Corrida às lojas

A campanha de liquidação total já começou e deve se estender por poucos dias. Por se tratar de produtos salvados, saldos de fábrica e openbox — itens que já contam naturalmente com forte apelo de preço —, a expectativa da diretoria é de que as prateleiras se esvaziem rapidamente já neste final de semana.

O desconto de 50% é aplicado diretamente na etiqueta dos itens. O grupo informou que as garantias legais e o suporte pós-venda para as compras realizadas neste período estão assegurados, garantindo total tranquilidade ao consumidor final. As lojas permanecem abertas ao público em seus horários tradicionais de funcionamento enquanto houver estoque disponível, exceto domingo, dia 05/07, devido ao jogo do Brasil a loja fechará às 16h.

Serviço:

Grande Liquidação – Rei dos Salvados
Horário de atendimento: de segunda a sábado, das 9h às 19h.
Endereços: R. Albino Beatriz, 100 (Rei dos Salvados Fanny) e Av. Comendador Franco, 7.273 (Rei dos Salvados Av. das Torres)

Shopping Jardim das Américas terá horário especial durante o jogo do Brasil

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Shopping Jardim das Américas terá horário especial durante o jogo do Brasil

No próximo domingo, 05 de julho, o Shopping Jardim das Américas terá horário especial de funcionamento em razão da partida da Seleção Brasileira contra a Noruega. Lojas, alimentação e lazer funcionarão das 10h às 16h. Após esse horário, o shopping será fechado e não haverá transmissão da partida no Cineplus.

A medida acompanha o clima de torcida que toma conta do país durante o Mundial de futebol, conciliando o funcionamento do empreendimento com um dos momentos mais aguardados pelos brasileiros. Aproveite para antecipar seu passeio e suas compras e conferir as atrações temáticas de futebol: Arena Jardim, Parque Copa Kids da Kinder e Espaço Torcedor.

Programação especial

Antes de torcer pelo Brasil dá tempo de conferir, na Praça de Eventos do segundo piso, a Arena Jardim, que funciona até dia 19 de julho, diariamente, das 13h às 19h (neste domingo até 16h), com entrada gratuita. Voltada para crianças de 4 a 10 anos, a atração oferece uma verdadeira imersão no universo do futebol, reunindo desafios e brincadeiras que estimulam coordenação motora, raciocínio, trabalho em equipe e muita diversão.

A programação conta ainda com ativações especiais da Kinder no Parque Copa Kids, ao custo de R$ 40 por hora, reforçando a proposta de criar memórias afetivas e transformar as férias em uma coleção de momentos inesquecíveis em família.

Enquanto isso, no piso térreo, o Espaço Torcedor se consolida como ponto de encontro para colecionadores de todas as idades. O ambiente foi criado especialmente para quem está vivendo a febre do álbum oficial, oferecendo um espaço confortável para troca de figurinhas e encontros entre amigos, pais, filhos e apaixonados pelo futebol.

Os encontros organizados acontecem aos sábados, às 11h, 14h, 16h e 18h; aos domingos, às 14h, 16h e 18h (exceto neste que será até 16h); e durante a semana, às 18h. O álbum oficial e os pacotinhos de figurinhas também podem ser encontrados na Livrarias Curitiba, localizada ao lado do espaço.

Shopping Jardim das Américas
Av. Nossa Senhora de Lourdes, 63 – Jd. das Américas
Compras online – assistente virtual – FLORA (41) 99238-1421
Telefone:(41) 3366-5885

Mag Saúde completa 30 anos com crescimento de 20% em 2026

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Mag Saúde completa 30 anos com crescimento de 20% em 2026

Com atuação em mais de 390 cidades brasileiras, companhia fatura R$20 milhões, amplia equipe e supera 85 mil vidas gerenciadas

Especializada em gestão de saúde ocupacional, prevenção de riscos e segurança do trabalho, a Mag Saúde completa 30 anos de atuação com crescimento operacional de 20,3% nos primeiros meses de 2026 e uma carteira que atualmente contempla cerca de 85 mil vidas gerenciadas em todo o país.

No último ano, a empresa registrou faturamento de R$20 milhões e ampliou sua presença em diferentes regiões brasileiras. Com sede própria de 1.350 metros quadrados no bairro Rebouças, em Curitiba, a Mag Saúde atende clientes em mais de 390 cidades por meio de uma rede com mais de 500 clínicas credenciadas. Somente neste ano, a empresa ampliou em 25% o quadro de colaboradores, que hoje soma 86 profissionais, e está com seis vagas abertas em diferentes áreas da operação.

Entre os principais clientes atendidos pela companhia estão Burger King, Madero, Popeyes, Rumo, Incepa, Greca Asfaltos, Ótica Lens e Farmácias Nissei. Ao longo dos anos, a empresa também consolidou forte atuação no segmento de gastronomia e alimentação, um setor que demanda alta agilidade operacional, controle rigoroso de exames ocupacionais e gestão contínua da saúde dos colaboradores.

O crescimento da Mag Saúde acompanha uma transformação importante no ambiente corporativo brasileiro. Dados do Ministério da Previdência Social mostram que os afastamentos relacionados à ansiedade cresceram mais de 60% nos últimos dez anos no país, enquanto transtornos ligados à depressão seguem entre os principais motivos de licenças de trabalho. O tema ganhou ainda mais relevância após as atualizações da NR-1, que passaram a exigir das empresas a avaliação de riscos psicossociais, incluindo fatores como estresse ocupacional, sobrecarga e assédio moral e sexual, dentro dos programas de gerenciamento de riscos.

Além dos programas de controle médico e exames ocupacionais, a Mag Saúde oferece exames clínicos e laboratoriais, audiometria, eletrocardiograma, espirometria, avaliações oftalmológicas e atendimentos realizados in company por meio de unidade móvel própria, assistência técnica em perícias em todo Brasil.

Fundada em Curitiba pelo médico Vardiceu Genaro, a empresa nasceu em 1996 a partir da demanda de companhias paranaenses pela estruturação de áreas de saúde ocupacional e segurança do trabalho. Três décadas depois, segue sob liderança do fundador e ampliando sua atuação em nível nacional.

“Quando começamos, a medicina ocupacional ainda era vista por muitas empresas apenas como uma obrigação legal. Hoje, ela ocupa um papel estratégico dentro das organizações, diretamente ligada à produtividade, à prevenção, ao bem-estar e à redução de riscos trabalhistas”, afirma Dr Genaro.

Segundo o fundador, a evolução do setor também passa pela integração entre tecnologia, gestão de dados e atendimento humanizado. “As empresas passaram a entender que investir em saúde ocupacional não significa apenas cumprir normas, mas proteger pessoas, reduzir afastamentos e melhorar o ambiente de trabalho. Isso exige estrutura, tecnologia e equipes preparadas”, destaca.

A ampliação da operação também acelerou os investimentos em tecnologia dos sistemas de gestão ocupacional, automação de processos, controle de exames periódicos e adequação à LGPD, fortalecendo a capacidade operacional da companhia. “As empresas passaram a olhar para a saúde ocupacional de uma forma muito mais estratégica. Hoje, prevenir afastamentos e cuidar do ambiente de trabalho também faz parte da sustentabilidade do negócio”, conclui o fundador.

Medicamentos de alto custo e cirurgias negadas: quando a Justiça pode garantir o tratamento

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Medicamentos de alto custo e cirurgias negadas: quando a Justiça pode garantir o tratamento

Advogado explica em quais situações pacientes podem recorrer ao Judiciário para obter medicamentos, tratamentos e procedimentos negados pelo SUS ou pelos planos de saúde

Receber um diagnóstico de doença grave já costuma trazer preocupação suficiente para pacientes e familiares. Mas, em muitos casos, o desafio não termina no consultório médico. Medicamentos de alto custo, tratamentos especializados, cirurgias e procedimentos essenciais frequentemente esbarram em negativas do SUS ou dos planos de saúde, levando milhares de brasileiros a buscar na Justiça o acesso ao tratamento prescrito.

Segundo o advogado com atuação em Direito à Saúde e Planos de Saúde, Thiago Córdova, do escritório Mello e Furtado Advocacia, a judicialização da saúde tem se tornado um instrumento importante para garantir direitos previstos na Constituição Federal. “O direito à saúde é um direito fundamental. Quando o paciente possui indicação médica e enfrenta uma negativa injustificada de cobertura ou fornecimento, muitas vezes a via judicial se torna o caminho para assegurar o tratamento necessário”, explica.

Os pedidos judiciais mais comuns envolvem medicamentos de alto custo, especialmente para tratamentos oncológicos, doenças raras, enfermidades autoimunes e condições crônicas que exigem terapias contínuas. Em diversas situações, os medicamentos possuem registro na Anvisa, mas não estão disponíveis na rede pública ou encontram dificuldades de autorização pelos convênios médicos. “O fato de um medicamento ser caro não significa que ele possa ser negado automaticamente. A análise depende do caso concreto, da prescrição médica, da necessidade clínica e da documentação apresentada. Existem diversas decisões judiciais garantindo o acesso a tratamentos que são indispensáveis para a saúde e até para a sobrevivência do paciente”, afirma Thiago.

Além dos medicamentos, outro motivo frequente para ações judiciais são as negativas de planos de saúde relacionados a cirurgias, exames, internações e materiais necessários aos procedimentos. Um exemplo recente envolve uma paciente idosa, portadora de plano de saúde antigo, que recebeu indicação para a realização de procedimento bucomaxilofacial complexo, com necessidade de internação hospitalar, anestesia, centro cirúrgico e suporte de UTI em razão de sua idade e de condições clínicas associadas. Embora a paciente não estivesse pleiteando a cobertura de despesas propriamente odontológicas, mas apenas da estrutura médico-hospitalar indispensável à realização segura do procedimento, o plano de saúde negou a autorização sob o argumento de ausência de cobertura contratual. Para o advogado, casos assim demonstram que a discussão judicial muitas vezes não se limita ao procedimento em si, mas aos meios necessários para que ele seja realizado com segurança. “Quando há indicação técnica de ambiente hospitalar, suporte anestésico e eventual UTI, a negativa não pode ser analisada de forma meramente administrativa ou contratual, ignorando o risco concreto à saúde do paciente”, explica.

Segundo Córdova, situações semelhantes são mais comuns do que muitas pessoas imaginam. “Existem casos em que o plano autoriza parte do tratamento, mas nega materiais, equipamentos, equipe médica ou procedimentos complementares indispensáveis para a realização da cirurgia. Em outros, o paciente recebe uma negativa baseada exclusivamente em critérios administrativos subjetivos, mesmo diante de uma recomendação médica expressa”, afirma.

Entre os principais motivos que levam pacientes à Justiça estão:

  • Negativa de medicamentos de alto custo;
  • Recusa de cobertura para cirurgias indicadas pelo médico assistente;
  • Não autorização de exames essenciais para diagnóstico ou acompanhamento;
  • Negativa de materiais, próteses e órteses necessários ao tratamento;
  • Recusa de terapias especializadas;
  • Demora excessiva para autorização de procedimentos urgentes.

Em muitos desses casos, a urgência médica permite que o paciente solicite uma decisão liminar, medida judicial capaz de determinar o início do tratamento antes mesmo da conclusão definitiva do processo. “A saúde não pode esperar o fim de uma discussão judicial que pode levar meses ou anos. Quando existe risco de agravamento da doença ou prejuízo ao tratamento, a Justiça costuma analisar pedidos urgentes para proteger o paciente”, explica o advogado.

Para ingressar com a ação, normalmente são necessários documentos como relatório médico detalhado, exames, prescrições, orçamento do tratamento quando aplicável e a comprovação formal da negativa do plano de saúde ou da impossibilidade de fornecimento pelo sistema público.

Cordova ressalta que cada situação deve ser analisada individualmente, mas reforça que o paciente não deve aceitar automaticamente uma negativa. “Muitas pessoas acreditam que a decisão do plano de saúde ou do órgão público é definitiva e acabam desistindo do tratamento. Em diversos casos, porém, a Justiça reconhece o direito do paciente e determina que o atendimento seja realizado. Buscar orientação jurídica pode ser fundamental para garantir acesso a um tratamento que impacta diretamente a qualidade de vida e, muitas vezes, a própria sobrevivência”, conclui.

Uso de canetas para emagrecimento muda rotina de exames laboratoriais

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Uso de canetas para emagrecimento muda rotina de exames laboratoriais

Medicamentos como Mounjaro e Ozempic aumentam procura por monitoramento de vitaminas, massa muscular e função metabólica; mercado dos análogos de GLP-1 deve movimentar R$ 10 bilhões no Brasil até 2026

O avanço do uso de medicamentos injetáveis para emagrecimento, como Mounjaro, Wegovy e Ozempic, vem transformando não apenas a rotina de pacientes e consultórios médicos, mas também o perfil de exames realizados nos laboratórios clínicos. A procura por avaliações laboratoriais aumentou entre usuários dessas medicações, principalmente para acompanhar possíveis impactos nutricionais, metabólicos e musculares associados à perda acelerada de peso.

Indicados inicialmente para o tratamento do diabetes tipo 2 e posteriormente incorporados às estratégias de controle da obesidade, os medicamentos à base de agonistas de GLP-1 ganharam alta popularidade nos últimos anos devido aos resultados expressivos de emagrecimento.

O crescimento da demanda já movimenta o mercado farmacêutico brasileiro. Relatório divulgado pela XP Investimentos em 2025 estima que o mercado de medicamentos agonistas de GLP-1, classe que inclui Ozempic, Wegovy e Mounjaro, deve movimentar cerca de R$ 10 bilhões no Brasil até 2026, impulsionado pela popularização das chamadas “canetas emagrecedoras” e pela ampliação do acesso aos tratamentos.

Segundo o responsável técnico do LANAC, Marcos Kozlowski, os exames de sangue passaram a exercer papel fundamental na segurança clínica desses pacientes. “A perda de peso rápida pode trazer benefícios importantes para a saúde, mas também exige acompanhamento adequado. Hoje observamos um aumento significativo na procura por exames que avaliam estado nutricional, metabolismo, função hepática, função renal e preservação da massa muscular”, explica.

Entre os exames mais solicitados estão hemograma, glicemia, hemoglobina glicada, perfil lipídico, vitaminas B12 e D, ferritina, função hepática, função renal, além de marcadores relacionados à nutrição e ao metabolismo proteico. “O emagrecimento acelerado pode provocar deficiência de vitaminas, perda muscular e alterações metabólicas que muitas vezes não apresentam sintomas imediatos. O exame laboratorial ajuda justamente a identificar esses desequilíbrios precocemente”, afirma Kozlowski.

O especialista destaca que a redução da ingestão alimentar provocada pelos medicamentos também exige atenção nutricional. Em muitos casos, pacientes acabam consumindo menos proteínas e nutrientes essenciais ao funcionamento do organismo. “Nem toda perda de peso significa necessariamente melhora de composição corporal. Existe uma preocupação importante com a preservação da massa muscular, principalmente entre pacientes que emagrecem rapidamente sem acompanhamento multidisciplinar”, ressalta.

Além da segurança clínica, os exames também passaram a ser utilizados para acompanhar a evolução do tratamento e auxiliar em ajustes médicos e nutricionais ao longo do processo. “O laboratório passou a integrar de forma ainda mais ativa as estratégias de medicina preventiva e acompanhamento metabólico. Hoje, os exames ajudam médicos e pacientes a entender como o organismo está reagindo ao tratamento e permitem intervenções antes que surjam complicações”, explica Kozlowski.

O especialista reforça que o uso das chamadas “canetas para emagrecimento” deve sempre ocorrer com orientação profissional. “São medicamentos importantes e que trouxeram avanços relevantes no tratamento da obesidade, mas precisam de acompanhamento médico e laboratorial contínuo. O monitoramento adequado ajuda a garantir que o emagrecimento aconteça de forma mais segura e saudável”, finaliza.

A imperfeição na redação da cláusula compromissória pode ensejar a judicialização do litígio

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A imperfeição na redação da cláusula compromissória pode ensejar a judicialização do litígio

Especialista alerta que erro na redação da cláusula arbitral pode atrasar solução de conflitos e exigir intervenção do Judiciário para possibilitar a instituição da arbitragem

A arbitragem é um mecanismo privado de solução de conflitos, amplamente utilizado no meio empresarial por ser, em regra, mais célere e especializado do que a Justiça comum. No entanto, uma falha na redação do contrato pode comprometer a agilidade vislumbrada pelas partes e obrigá-las a recorrer ao Judiciário antes mesmo de iniciar o procedimento arbitral.

Conforme explica a advogada Mariana Keller, da Assis Gonçalves, Nied e Follador – Advogados, a cláusula compromissória é o dispositivo pelo qual as partes definem que eventuais litígios futuros, decorrentes ou relacionados a determinada relação contratual, serão resolvidos por arbitragem. “Para recorrer à via arbitral, as partes precisam celebrar uma convenção de arbitragem, do qual são espécies a cláusula compromissória e o compromisso arbitral. A cláusula compromissória é o instrumento no qual as partes preveem que conflitos futuros, relacionados a um determinado negócio jurídico, serão solucionados por arbitragem. Ela se diferencia do compromisso arbitral, uma vez que este é firmado quando o litígio já existe. São instrumentos distintos previstos na Lei de Arbitragem”, esclarece.

O problema da cláusula compromissória surge, segundo a especialista, quando há uma redação imprecisa ou incompleta, que não prevê a forma de nomeação dos árbitros e, consequentemente, impede a própria instituição da arbitragem.

A cláusula compromissória chamada “cheia” é aquela que define claramente como o procedimento será instituído, seja pela eleição de uma instituição arbitral e aplicação de suas regras – como o Centro de Arbitragem e Mediação da Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CAM-CCBC) ou a Câmara de Comércio Internacional (CCI) -, seja pelo estabelecimento preciso da forma de nomeação do tribunal arbitral. “Quando a cláusula é completa, contendo todos os elementos para permitir a instituição de arbitragem, o procedimento pode ser iniciado de forma direta, sem necessidade de intervenção judicial”, afirma Mariana.

Já a cláusula patológica é aquela que apresenta falhas que dificultam ou impedem a instituição do tribunal arbitral. Um exemplo comum é a chamada cláusula “vazia”, que apenas indica que o conflito será resolvido por arbitragem, mas não define regras para nomeação de árbitros, tampouco elege uma câmara arbitral para administrar o procedimento. “Nesse cenário, se não houver consenso entre as partes sobre a forma de nomeação dos árbitros ou sobre a escolha de uma instituição arbitral, será preciso recorrer ao Judiciário para suprir a lacuna da cláusula compromissória, o que pode gerar atraso e custos adicionais”, explica.

Mas a patologia também pode ocorrer quando, por exemplo, as partes fazem menção a câmaras inexistentes ou preveem mecanismos inviáveis de indicação de árbitros. “Nesses casos, também será imprescindível a colaboração do poder judiciário para permitir a execução específica da cláusula compromissória”, complementa.

Intervenção judicial e atraso

A Lei nº 9.307/1996 prevê solução para as situações em que há uma cláusula compromissória patológica. Conforme dispõem os artigos 6º e 7º da referida legislação, não havendo acordo prévio sobre a forma de instituir a arbitragem, a parte interessada deve informar a sua intenção de dar início à arbitragem e convocar a outra para firmar o compromisso arbitral. Havendo resistência, o Judiciário pode ser acionado para suprir a vontade das partes por meio de sentença que valerá como próprio compromisso arbitral. “A legislação preserva a arbitragem, mas esse caminho pode retardar significativamente o início do procedimento, frustrando a expectativa de rapidez e eficiência que levou as partes a escolher esse método de resolução de controvérsias”, ressalta Mariana.

A advogada lembra ainda que a cláusula compromissória é autônoma em relação ao contrato principal e que, pela legislação brasileira, compete ao próprio árbitro analisar, em primeiro lugar, a validade e a eficácia da convenção de arbitragem. “A cláusula compromissória não é um detalhe secundário. Ela define o caminho de solução do conflito e impacta diretamente na segurança jurídica e na previsibilidade do contrato”, afirma.

Para Mariana Keller, a arbitragem segue sendo um instrumento eficaz, embora seja fundamental que a cláusula compromissória seja estruturada de forma técnica. “Uma cláusula bem redigida garante efetividade e agilidade. Já uma cláusula patológica pode comprometer justamente aquilo que se pretendia assegurar: uma solução mais célere para o litígio”, conclui.

Colégio ESIC Internacional completa 10 anos apostando em empreendedorismo, visão global e formação prática

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Colégio ESIC Internacional completa 10 anos apostando em empreendedorismo, visão global e formação prática

Instituição conta com aproximadamente 500 alunos do ensino fundamental ao médio em modelo conectado às transformações do mercado

Em um cenário em que escolas buscam cada vez mais preparar os alunos para um mundo em transformação, o Colégio ESIC Internacional completa dez anos de atuação em Curitiba apostando em um modelo de ensino voltado à visão global, projeto de vida com empreendedorismo e desenvolvimento de competências além da sala de aula.

Criado em 2016, inicialmente Ensino Médio, o colégio expandiu sua atuação ao longo da última década até atender todo o ensino fundamental e médio. Integrado ao campus da Faculdade ESIC Internacional, instituição de origem europeia fundada em 1965, com 26 anos de atuação no Brasil, o colégio nasceu com a proposta de aproximar os estudantes de uma formação conectada às exigências do futuro profissional e às mudanças no mercado de trabalho.

Segundo o coordenador de ensino do Colégio ESIC Internacional, André Ávila, a principal transformação observada nos últimos anos está no perfil das famílias e dos próprios estudantes. “Os pais passaram a buscar escolas que preparem os filhos não apenas academicamente, mas também para lidar com desafios reais da vida, da tecnologia e das relações humanas. O mercado mudou, as profissões mudaram, e a escola precisou acompanhar esse movimento”, afirma.

A proposta pedagógica da instituição combina disciplinas tradicionais com atividades voltadas ao pensamento crítico, inteligência emocional, comunicação, liderança e empreendedorismo. Um dos exemplos é o Projeto OPEE – Projeto de Vida e Atitude Empreendedora, desenvolvido com os alunos do ensino fundamental e médio para trabalhar temas como educação financeira, escolha profissional, autoconhecimento e mercado de trabalho.

Além disso, o colégio investe em ensino bilíngue, tecnologia educacional, laboratórios e sala maker, atividades extracurriculares e experiências ligadas ao universo empresarial e internacional. A estrutura ocupa uma área de cerca de 19 mil metros quadrados, com espaços esportivos, biblioteca, áreas verdes e ambientes voltados ao desenvolvimento integral dos estudantes.

Para o diretor geral da ESIC Internacional, Alessio da Rosa, o avanço das transformações tecnológicas acelerou a necessidade de novos modelos educacionais. “Hoje não basta mais apenas transmitir conteúdo. A escola precisa desenvolver autonomia, capacidade de adaptação, criatividade e visão global. O profissional do futuro será cada vez mais multidisciplinar, e essa preparação começa ainda na educação básica”, destaca.

Ao longo da última década, o colégio também acumulou reconhecimentos importantes. Em 2021, o ranking School Advisor posicionou o Colégio ESIC entre os principais colégios particulares de Curitiba, com destaque para infraestrutura e corpo docente.

Para André Ávila, os dez anos da instituição refletem uma mudança cada vez mais forte na própria relação entre educação e futuro profissional. “A escola deixou de ser apenas um espaço de transmissão de conteúdo. Hoje ela precisa desenvolver repertório, experiências, convivência, capacidade crítica e preparação para um mundo que muda o tempo todo. É isso que buscamos construir diariamente dentro da ESIC”, finaliza.

Los Pampas destaca opções de peixes para os dias frios de inverno

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Los Pampas destaca opções de peixes para os dias frios de inverno

Quando se fala em churrascaria, a primeira imagem que vem à mente costuma ser a variedade de cortes de carne. A Los Pampas, além dos mais de 16 cortes de carnes suculentas servidos em seu tradicional rodízio, mostra que é possível ir além da tradição e surpreender os clientes com opções igualmente saborosas, especialmente para quem aprecia peixes e frutos do mar.

Entre os destaques do cardápio está o cação ao molho, um prato que conquista pelo sabor marcante e pela combinação equilibrada de ingredientes selecionados. Com molho encorpado e preparo cuidadoso, a receita oferece uma experiência gastronômica que harmoniza perfeitamente com os dias frios do inverno curitibano, trazendo aquele conforto típico das refeições que aquecem a barriga e a alma.

Além dos pratos à base de peixe, a Los Pampas oferece um buffet diversificado, com saladas, frios, culinária japonesa e italiana, além de uma grande variedade de acompanhamentos preparados diariamente. A proposta é proporcionar uma experiência gastronômica completa, reunindo sabores para todos os gostos em um só lugar.

O ambiente amplo e familiar torna a refeição ainda mais agradável, oferecendo conforto para quem deseja aproveitar bons momentos à mesa. Neste inverno, a Los Pampas convida os clientes a descobrirem novos sabores e a experimentarem pratos que vão além da churrasqueira, mostrando que os peixes também podem ser protagonistas de uma refeição memorável.

Serviço:

Churrascaria Los Pampas
Avenida das Torres, 1231 – São José dos Pinhais
(41) 3283-5915 | (41) 3283-2494
Instagram: @churrascarialos_lospampas

Horários de funcionamento

Almoço: de segunda a sexta, das 11h às 15h; aos sábados até 15h30; aos domingos até às 16h.

Jantar: de segunda a sábado, das 18h às 23h. Aos domingos à noite, o restaurante permanece fechado.