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Ficou viúvo(a)? Conheça cinco direitos previdenciários que muita gente desconhece

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Ficou viúvo(a)? Conheça cinco direitos previdenciários que muita gente desconhece

Pensão por morte pode alcançar quem vivia em união estável e, em algumas situações, ser acumulada com aposentadoria; advogado explica regras que costumam gerar dúvidas

Além do impacto emocional da perda do companheiro, a viuvez costuma trazer uma série de questões financeiras e burocráticas. Entre documentos, contas e reorganização da vida familiar, alguns direitos previdenciários podem passar despercebidos ou ser interpretados de maneira equivocada.

Segundo o advogado previdenciário David Mello, do escritório Mello e Furtado Advocacia, uma das principais dúvidas está relacionada à pensão por morte. “Ainda existe a ideia de que basta ser casado para receber uma pensão vitalícia ou, no extremo oposto, de que quem não formalizou o casamento não tem direito a nada. A legislação previdenciária prevê diferentes situações, e conhecer essas regras é importante justamente em um momento em que a família já está lidando com tantas outras questões”, explica.

As regras variam conforme a relação entre o segurado e seus dependentes, a idade do beneficiário, o histórico de contribuições e até a existência de outros benefícios previdenciários. Por isso, situações aparentemente semelhantes podem resultar em direitos diferentes. A seguir, o advogado explica cinco pontos que costumam gerar dúvidas entre viúvos e familiares.

  1. Quem vivia em união estável também pode ter direito à pensão por morte
    Não é necessário ter casamento civil para que o companheiro ou companheira possa ser reconhecido como dependente previdenciário. A união estável também pode gerar direito à pensão por morte, desde que a relação existente na data do falecimento seja comprovada e os demais requisitos previdenciários sejam atendidos. “Esse é um ponto que ainda gera muita insegurança. A ausência de uma certidão de casamento não significa, por si só, ausência de direito. O cuidado está na comprovação da união estável, principalmente quando o casal não formalizou essa relação em cartório”, afirma Mello.
  2. Quem já recebe aposentadoria pode ter direito também à pensão por morte
    Ser aposentado não impede, por si só, o recebimento de pensão pela morte do cônjuge ou companheiro. Após a Reforma da Previdência, porém, a acumulação está sujeita a regras próprias: em situações permitidas, o beneficiário recebe integralmente o benefício mais vantajoso e apenas uma parcela do outro, conforme as faixas previstas na legislação. “É comum alguém acreditar que terá de escolher simplesmente entre a própria aposentadoria e a pensão. Não é exatamente assim. A acumulação continua sendo possível em determinadas situações, mas existem redutores sobre o benefício de menor valor. Por isso, cada caso precisa ser calculado individualmente”, explica o advogado.
  3. A pensão por morte não é sempre vitalícia
    Outro equívoco frequente é imaginar que todo viúvo ou viúva receberá a pensão pelo restante da vida. A duração depende de fatores como a idade do dependente na data do óbito, o número de contribuições feitas pelo segurado e o tempo de casamento ou união estável.

Pelas regras atualmente aplicáveis aos óbitos a partir de 2021, quando preenchidos os requisitos de tempo de contribuição e duração da relação, a pensão para cônjuge ou companheiro é vitalícia a partir dos 45 anos de idade. Para pessoas mais jovens, há períodos determinados de pagamento. “Não é a idade que a pessoa tem hoje que define a duração, mas, em regra, a idade que tinha quando ocorreu o óbito. Esse detalhe faz bastante diferença e muitas famílias desconhecem essa regra”, destaca Mello.

  1. Mesmo quem estava separado pode ter direito em algumas situações
    O fim do casamento não elimina o direito à pensão por morte em todas as circunstâncias. O ex-cônjuge ou ex-companheiro que recebia pensão alimentícia do segurado falecido pode ter direito ao benefício, desde que atendidos os requisitos previstos na legislação. “É uma situação que surpreende muitas pessoas. O direito previdenciário não olha apenas para a existência de um casamento formal no momento da morte. Há situações em que uma relação de dependência econômica permanece mesmo depois da separação e pode produzir efeitos previdenciários”, explica.
  2. Os filhos também podem ter direito e dividir a pensão com o viúvo ou viúva
    Quando o segurado deixa cônjuge ou companheiro e filhos que também se enquadram como dependentes, a pensão pode ser dividida entre eles. Em regra, filhos não emancipados têm direito até os 21 anos, com exceções previstas para casos de invalidez ou deficiência. Isso significa que o valor recebido pelo cônjuge pode mudar conforme a composição dos dependentes. “A pensão por morte é um benefício destinado ao conjunto de dependentes. Por isso, não se deve analisar apenas a situação do viúvo ou da viúva, mas verificar quem mais pode estar habilitado ao benefício”, afirma Mello.

O advogado lembra ainda que a pensão por morte não é concedida automaticamente. É necessário fazer o requerimento e apresentar a documentação necessária para demonstrar a condição de dependente e, quando exigido, outras informações relacionadas ao segurado falecido. “Em um momento de luto, é compreensível que questões previdenciárias não sejam a prioridade da família. Mas deixar passar muito tempo pode trazer consequências financeiras. A orientação é organizar a documentação e verificar quais direitos existem, sem partir do pressuposto de que haverá ou não benefício apenas com base no estado civil”, completa David Mello. Com quase 15 anos de atuação, a Mello e Furtado Advocacia é especializada em Direito Previdenciário e Direito da Saúde, com atendimento presencial em Curitiba e atuação online para todo o Brasil.

Pneumonia não é uma doença única: entenda quais vacinas ajudam na prevenção

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Pneumonia não é uma doença única: entenda quais vacinas ajudam na prevenção

Pneumococo é uma das causas mais conhecidas, mas infecções por influenza, Covid-19 e outros vírus também podem levar a complicações pulmonares

Quando se fala em prevenção da pneumonia, é comum ouvir a expressão “vacina da pneumonia”. Mas a definição pode levar a uma interpretação equivocada: pneumonia não é uma única doença provocada por um único agente. Diferentes bactérias e vírus podem causar infecções que atingem os pulmões ou evoluir para complicações respiratórias, e é por isso que a prevenção também envolve diferentes vacinas.

Entre os principais agentes está o pneumococo (Streptococcus pneumoniae), bactéria capaz de provocar pneumonia e também outras doenças graves, como meningite e infecções na corrente sanguínea. Atualmente, estão disponíveis no Brasil vacinas pneumocócicas conjugadas que protegem contra diferentes sorotipos da bactéria. A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomenda a VPC20 como rotina para pessoas a partir dos 50 anos, além de haver indicações específicas para crianças e pessoas com determinadas condições de saúde.

“A expressão ‘vacina da pneumonia’ acabou se popularizando, mas é importante entender que nenhuma vacina protege contra todas as pneumonias. As pneumocócicas protegem contra determinados tipos de pneumococo. Ao mesmo tempo, outras vacinas ajudam a evitar infecções que também podem comprometer o sistema respiratório e evoluir para quadros mais graves”, explica Elisa Lino, enfermeira especialista em vacinação da Clínica Vacinne.

Proteção vai além do pneumococo

Influenza e Covid-19 também merecem atenção quando o assunto é prevenção de complicações respiratórias. A vacinação contra essas doenças reduz o risco das formas graves das respectivas infecções e integra a estratégia de proteção, especialmente entre pessoas mais vulneráveis. “Uma gripe não deve ser banalizada, principalmente em idosos, crianças pequenas e pessoas com doenças crônicas. Em alguns pacientes, uma infecção viral pode abrir caminho para complicações e até para uma infecção bacteriana secundária. Por isso, quando falamos em prevenção de pneumonia, precisamos olhar para a carteira de vacinação como um todo”, afirma Elisa.

A doença pneumocócica pode atingir pessoas de diferentes idades, mas alguns grupos apresentam maior risco de formas graves. Além dos extremos de idade, entram nessa avaliação pessoas com determinadas doenças crônicas ou condições que comprometem a resposta imunológica. Uma novidade recente reforça a atenção para os idosos. Em setembro, o Ministério da Saúde ampliou no SUS o uso da vacina pneumocócica conjugada 20-valente (VPC20) para pessoas com 85 anos ou mais. O imunizante oferece proteção contra 20 sorotipos do pneumococo.

Para Elisa, a atualização do calendário vacinal deve ser individualizada. “Não existe uma única recomendação que sirva para todo mundo. Idade, doenças preexistentes, vacinas já recebidas e condições que aumentam o risco precisam ser consideradas. Muitas vezes, a pessoa procura a clínica perguntando apenas pela vacina contra pneumonia e descobrimos que há outras imunizações importantes em atraso”, explica.

A orientação é especialmente relevante porque algumas vacinas precisam ser atualizadas periodicamente, como a influenza, enquanto outras seguem esquemas definidos conforme idade, histórico vacinal e condições de saúde. A SBIm recomenda, por exemplo, vacinação anual contra influenza para idosos e VPC20 em dose única como rotina nessa faixa etária, considerando também o histórico de vacinação pneumocócica de cada pessoa. “Mais importante do que procurar isoladamente uma ‘vacina da pneumonia’ é avaliar se a carteira está adequada para aquela fase da vida. A vacinação funciona como uma rede de proteção: diferentes imunizantes ajudam a prevenir diferentes infecções e, consequentemente, suas possíveis complicações”, completa Elisa.

Depois de décadas na mesma empresa, como voltar ao mercado de trabalho?

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Depois de décadas na mesma empresa, como voltar ao mercado de trabalho?

Executivos com carreiras consolidadas enfrentam o desafio de apresentar sua experiência em processos seletivos que mudaram; posicionamento, redes sociais, networking e preparação para entrevistas fazem parte dessa nova forma do mercado de trabalho

Construir uma carreira sólida, ocupar posições de liderança e acumular décadas de experiência não significa necessariamente saber procurar um novo emprego. Para profissionais que passaram 10, 15 ou até 20 anos na mesma empresa, voltar ao mercado pode significar descobrir um processo de contratação muito diferente daquele que conheceram no início da carreira.

LinkedIn, networking, entrevistas on-line, recrutamento apoiado por tecnologia e uma preocupação maior com posicionamento profissional passaram a fazer parte dessa busca. Segundo Diego Godoy, headhunter e sócio da MUUDA.work, é comum encontrar executivos altamente qualificados que chegam ao mercado sem saber por onde começar.

“Procurar uma nova posição no mercado também é uma competência que precisa ser desenvolvida. Muitas vezes estamos falando de um excelente executivo, que sabe gerir equipes, tomar decisões e entregar resultados, mas que não participa de um processo seletivo há 15 anos. Ele pode estar muito preparado para exercer uma nova função e, ao mesmo tempo, despreparado para mostrar ao mercado tudo o que construiu”, explica.

Para Godoy, o primeiro passo é entender que procurar uma nova posição exige estratégia. Atualizar currículo e LinkedIn é importante, mas não suficiente. É preciso conseguir traduzir uma trajetória extensa em uma narrativa clara sobre competências, resultados e o tipo de desafio profissional buscado naquele momento.

Um dos erros mais frequentes entre profissionais seniores é atualizar o perfil no LinkedIn apenas quando precisam de uma nova posição. Para o headhunter, mais do que funcionar como um “currículo on-line”, a plataforma deve ajudar o mercado a compreender quem é aquele executivo hoje, como ele pensa e de que forma vê o segmento em que atua. “Depois de muitos anos na mesma empresa, é natural que a identidade profissional fique muito ligada à organização e ao cargo. Quando esse ciclo termina, o executivo precisa conseguir responder: quem sou eu profissionalmente sem o nome daquela empresa ao lado?”, afirma, “Não somos um crachá, temos um crachá.”

O mesmo vale para a rede de relacionamentos. Profissionais com carreiras longas normalmente conheceram muitas pessoas, mas isso não significa que tenham mantido uma rede profissional ativa. Godoy explica que networking não deve ser entendido como procurar conhecidos apenas para pedir uma indicação. “Se você procura alguém depois de dez anos sem contato e a primeira mensagem é perguntando sobre uma vaga, provavelmente está usando sua rede tarde demais. Networking é relacionamento. Ele precisa ser construído e cultivado ao longo da carreira, da vida, com verdade, e não somente quando existe uma necessidade. Isso é utilitarismo.”

Experiência também precisa ser bem comunicada

Nas entrevistas, uma longa trajetória pode levar o candidato a tentar contar toda a carreira. O resultado, muitas vezes, é uma apresentação extensa e pouco objetiva. A recomendação é selecionar experiências que ajudem a demonstrar competências e resultados relevantes para a posição pretendida. “Um executivo com 20 anos de carreira tem muita história para contar, mas uma entrevista não é uma biografia. O recrutador precisa entender quais problemas aquele profissional sabe resolver, quais resultados já entregou e como essa experiência pode contribuir para a próxima posição.”, explica.

Para o headhunter, um dos principais equívocos é acreditar que a própria trajetória será suficiente para abrir portas. Quanto mais tempo o profissional permaneceu distante dos processos seletivos, maior pode ser a necessidade de preparação para voltar a participar deles. “O mercado mudou, as ferramentas mudaram e a maneira de contratar também mudou. Isso não diminui a experiência de quem construiu uma carreira de 20 ou 30 anos. Pelo contrário: o desafio é aprender a comunicar essa experiência dentro da lógica atual do mercado”, afirma Godoy.

Para ele, a busca por uma nova posição deve ser tratada como um projeto profissional, com objetivo, posicionamento, relacionamento e preparação. “Executivos passaram a carreira inteira aprendendo a liderar, negociar, gerir negócios e desenvolver pessoas. Quando chega a hora de uma transição, precisam aprender também a gerir a própria carreira. Procurar emprego faz parte disso”, completa.

A MUUDA.work atua nas áreas de recrutamento e seleção e mentoring profissional, atendendo empresas e executivos em processos de contratação, desenvolvimento e transição de carreira.

Feira gratuita reúne negócios, empregos e empreendedorismo neste sábado em Curitiba

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Feira gratuita reúne negócios, empregos e empreendedorismo neste sábado em Curitiba

Evento acontece dia 17, das 9h às 16h, com oportunidades profissionais, networking, palestras e programação para toda a família

Quem busca oportunidades profissionais, novos contatos ou quer conhecer empresas e iniciativas de empreendedorismo tem uma programação gratuita neste sábado (17), em Curitiba. Das 9h às 16h, a ESIC Internacional realiza a 12ª Feira de Negócios, Empregos e Estágios, simultaneamente à Feira de Empreendedorismo do Colégio ESIC Internacional. Aberto à comunidade, o evento terá ainda palestras, food trucks e uma área para as famílias, com brinquedos infláveis e playground.

Ao longo do dia, o público poderá circular pelos espaços das empresas participantes, conhecer produtos e serviços, ter contato direto com representantes das organizações e ampliar a rede de contatos. O Sebrae e a Prefeitura de Curitiba também participam da programação com o Espaço Empreendedor Móvel, unidade itinerante voltada ao atendimento e orientação de quem já empreende ou pretende abrir um negócio. Para quem está em busca de uma oportunidade profissional, a feira também será uma possibilidade de aproximação com empresas e de conhecer vagas e áreas de atuação.

“Queremos receber não apenas nossos alunos, mas toda a comunidade. É uma oportunidade para quem está buscando trabalho ou estágio, para profissionais que querem ampliar sua rede de contatos, para quem deseja conhecer empresas e novos negócios e também para as famílias acompanharem os projetos desenvolvidos pelos estudantes”, afirma Alexandre Weiler, diretor executivo da ESIC Internacional.

A programação terá ainda atividades voltadas à carreira e ao mercado de trabalho. Às 10h30, será realizada a palestra “Primeiros Passos no Mercado de Trabalho”, promovida pelo IEL. Às 11h, Jony Zattariano comanda a palestra magna “Hobbies que inspiram líderes e constroem carreiras”. Das 13h às 14h, a programação segue com uma rodada de negócios, voltada à geração de conexões entre os participantes.

Paralelamente, a Feira de Empreendedorismo do Colégio ESIC Internacional apresentará projetos, produtos e empresas desenvolvidos pelos próprios estudantes, aproximando o aprendizado em sala de aula da experiência de criar e apresentar um negócio.

Na edição de 2025, a Feira de Negócios, Empregos e Estágios reuniu 60 empresas participantes. Neste ano, ao integrar as duas feiras em um mesmo dia, a proposta é ampliar as possibilidades de conexão entre estudantes, profissionais, empresas, empreendedores e comunidade.

A entrada é gratuita, mediante a doação de pasta de dente, escova de dente, sabonete ou shampoo. Os produtos arrecadados serão destinados à Casa Redentor.

Serviço:

12ª Feira de Negócios, Empregos e Estágios + Feira de Empreendedorismo do Colégio ESIC Internacional

Data: 17 de outubro de 2026 (sábado)

Horário: das 9h às 16h

Local: ESIC Internacional

Endereço: Rua Padre Dehon, 814 – Hauer – Curitiba/PR

Entrada: gratuita, mediante doação de pasta de dente, escova de dente, sabonete ou shampoo, destinados à Casa Redentor

Participação: aberta à comunidade

Mais informações: https://esic.br/feira-de-negocios-2026/

Morte do cantor Netinho chama atenção para linfoma não Hodgkin, câncer que pode retornar após o tratamento

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Morte do cantor Netinho chama atenção para linfoma não Hodgkin, câncer que pode retornar após o tratamento

Doença reúne diferentes subtipos e deve registrar 12,5 mil novos casos por ano no Brasil; especialista do IOP explica sinais de alerta, fatores que influenciam sua evolução e possibilidades de tratamento

A morte do cantor Netinho, aos 60 anos, nesta terça-feira (13), em Salvador, trouxe à atenção pública o linfoma não Hodgkin, grupo de cânceres que afeta células do sistema imunológico. O artista havia recebido o diagnóstico em 2025 e estava internado após o retorno da doença. Segundo informações divulgadas pela imprensa, o quadro evoluiu com comprometimento renal e disfunção de múltiplos órgãos.

O linfoma não Hodgkin não é uma única doença. São mais de 40 subtipos, com características, velocidades de crescimento e respostas ao tratamento diferentes. Alguns apresentam evolução lenta e podem permanecer controlados por longos períodos, enquanto outros são mais agressivos e exigem tratamento imediato.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar 12.560 novos casos por ano entre 2026 e 2028, sendo 6.580 em homens e 5.980 em mulheres. No Paraná, são estimados 890 novos diagnósticos anuais.

Para o médico Eduardo Cilião Munhoz, especialista em Hematologia e Oncologia Clínica do IOP – Instituto de Oncologia do Paraná, identificar o subtipo é fundamental para compreender o comportamento da doença. “O linfoma não Hodgkin não tem um comportamento único. Existem formas de crescimento mais lento e outras que podem evoluir rapidamente. Por isso, precisamos conhecer o subtipo, a extensão da doença e as condições clínicas do paciente. Essas informações fazem toda a diferença na escolha da melhor estratégia terapêutica.”

Quais são os sinais de alerta?

Um dos sinais mais frequentes é o aumento dos linfonodos, popularmente conhecidos como gânglios, especialmente no pescoço, axilas e virilhas, muitas vezes sem dor. Febre persistente sem causa aparente, suor noturno intenso, cansaço excessivo e perda de peso involuntária também podem ocorrer. Dependendo da região afetada, a doença pode provocar ainda sintomas respiratórios e desconforto abdominal.

Esses sinais não significam necessariamente câncer. Gânglios aumentados são comuns, por exemplo, em processos infecciosos. A atenção deve aumentar quando a alteração persiste ou progride. “Um gânglio aumentado não significa automaticamente um linfoma. O que merece atenção é quando esse aumento persiste, cresce progressivamente ou vem acompanhado de febre sem explicação, suor noturno intenso e perda de peso. Nesses casos, é importante procurar avaliação médica”, orienta Cilião.

O que pode tornar a doença mais grave?

A evolução depende principalmente do subtipo, da velocidade de crescimento, da extensão da doença, dos órgãos envolvidos, da resposta ao tratamento e das condições gerais de saúde do paciente. Uma distinção importante é que agressividade não significa necessariamente pior resposta ao tratamento. Há linfomas agressivos que respondem bem à terapia e podem ser curáveis, enquanto algumas formas de crescimento lento podem permanecer controladas por anos, mas apresentar recorrências.

“Não podemos definir o prognóstico apenas pela palavra linfoma. Existem formas que crescem rapidamente e respondem muito bem ao tratamento e outras que evoluem lentamente e podem exigir acompanhamento por muitos anos. Cada caso precisa ser avaliado individualmente”, explica o especialista.

Por que o linfoma pode voltar?

O retorno da doença, como ocorreu no caso de Netinho, é chamado de recidiva. Ela pode acontecer quando células cancerígenas permanecem no organismo em níveis não detectáveis pelos exames e, posteriormente, voltam a se multiplicar. O risco varia conforme o subtipo, as características biológicas da doença e a resposta ao tratamento inicial.

Por isso, mesmo após a remissão, o acompanhamento médico continua sendo fundamental. E uma recidiva não significa, necessariamente, que as possibilidades terapêuticas tenham se esgotado. “Quando a doença retorna, fazemos uma nova avaliação para entender seu comportamento e definir quais tratamentos podem ser utilizados. Hoje existem diferentes alternativas, mas a indicação depende das características de cada caso”, afirma Cilião.

Entre as possibilidades estão novas combinações de medicamentos, quimioterapia, imunoterapia, terapias-alvo, transplante de células-tronco hematopoéticas e, para pacientes que atendam a critérios específicos, terapias celulares como a CAR-T.

Fatores de risco

As causas exatas de muitos linfomas não Hodgkin ainda são desconhecidas. O INCA aponta, entretanto, condições associadas a maior risco, como alterações do sistema imunológico, infecção pelo HIV, algumas doenças hereditárias e uso prolongado de medicamentos imunossupressores, como os utilizados por pacientes transplantados.

Também existem associações com determinadas exposições ocupacionais a substâncias químicas, entre elas benzeno, alguns agrotóxicos e solventes. A presença desses fatores, porém, não significa que uma pessoa desenvolverá a doença, assim como muitos pacientes diagnosticados não apresentam fatores de risco conhecidos.

Diagnóstico e tratamento

A investigação pode envolver avaliação clínica, exames laboratoriais e de imagem, mas a confirmação do linfoma geralmente depende de biópsia, fundamental também para determinar o subtipo da doença.

O tratamento é definido a partir dessa identificação e pode envolver quimioterapia, imunoterapia, terapias-alvo, radioterapia e outras estratégias, isoladas ou combinadas. Em alguns linfomas de evolução lenta e sem sintomas relevantes, o acompanhamento clínico antes do início de uma terapia também pode ser uma conduta adotada.

“O conhecimento sobre os linfomas avançou muito nos últimos anos, permitindo tratamentos cada vez mais direcionados às características da doença. O mais importante é ter um diagnóstico preciso, acompanhamento especializado e acesso à estratégia terapêutica adequada”, finaliza Eduardo Cilião Munhoz.

Sobre o Grupo Med4U

A Med4U é uma holding que engloba algumas das marcas mais reconhecidas no setor da saúde, oferecendo soluções integradas e inovadoras para pacientes e profissionais. Entre as empresas que fazem parte da Med4U estão o IOP (Instituto de Oncologia do Paraná), o IOP Educa, o IOP Pesquisa, o Valencis, a Spesia e o Oncoville. Também fazem parte a Santé Cancer Center, com unidades em Lages e Caçador, em Santa Catarina, e a Clínica Prognóstica Oncologia, sediada em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Juntas, essas instituições formam um grupo dedicado à excelência no cuidado oncológico, educação e inovação em saúde.

O IOP, a marca mais antiga do grupo, que completou 31 anos de atuação em 2026, continua sendo uma referência no tratamento do câncer. Com quatro sedes em Curitiba (PR), o IOP se destaca por suas parcerias estratégicas, como a aliança com o Hospital São Marcelino Champagnat que oferece um tratamento integrado e a parceria com o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, sendo a primeira clínica no sul do Brasil a integrar a Rede Einstein de Oncologia e Hematologia. O IOP também se destaca por ter o mais alto nível de acreditação de qualidade no Paraná (ONA 3).

O IOP oferece tratamentos avançados e humanizados, utilizando tecnologia de ponta e uma abordagem multidisciplinar, que inclui Nutrição, Psicologia, Enfermagem, Farmácia e Educador Físico. Além disso, terapias complementares como cromoterapia, aromaterapia e musicoterapia ajudam a proporcionar um cuidado mais completo e humanizado.

Para mais informações ou para agendar sua consulta, acesse nosso site: https://iop.com.br

IOP: Há 31 anos cultivando histórias, cuidando de pessoas.

Mais informações:

Mateus Leme
Rua Mateus Leme, 2631 B
(41) 3207-9797

Batel
Rua Saldanha Marinho, 1814
(41) 3207-9798

Oncoville
Marginal Rodovia BR-277, 1437
(41) 3099-5800

Hospital São Marcelino Champagnat
Av. Presidente Affonso Camargo, 1399
(41) 3087-7600

Outubro Rosa: Cibraco Imóveis promove palestra e realiza campanha de arrecadação para Amigas da Mama

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Outubro Rosa: Cibraco Imóveis promove palestra e realiza campanha de arrecadação para Amigas da Mama

Outubro começou e, com ele, diversas ações se espalham pela cidade. Um mês para lembrar o câncer de mama e, principalmente, gerar iniciativas que façam a diferença em um diagnóstico ou tratamento. Na Cibraco Imóveis, 64,52% das colaboradoras são mulheres.

Durante todo o mês, a sede da empresa, no Centro da cidade, está iluminada de rosa, fazendo o lembrete da conscientização para quem passa pela rua. Além disso, no dia 16 de outubro, a jornalista Frances Baras, que superou a doença, fará um bate-papo para o time de colaboradores. O tema é “Não sou um bom exemplo, mas minha história pode ajudar você a se cuidar”. Diagnosticada com câncer de mama aos 31 anos, ela compartilha sua vivência com a doença e os aprendizados sobre autocuidado, apoio e vida após o tratamento.

A Cibraco também está promovendo uma campanha interna de arrecadação de itens de higiene para a Associação Amigas da Mama, reunindo produtos como pasta e escova de dentes, sabonete em barra e líquido, lenço umedecido, shampoo, desodorante, absorvente e fraldas. As doações podem ser feitas na recepção da Cibraco: R. Ébano Pereira, 266 – Centro, Curitiba (PR).

“Além de ajudar as pacientes atendidas pela AAMA, quisemos trazer o tema do câncer de mama para ser discutido entre nossos colaboradores. Ouvir um depoimento de quem já passou pelo tratamento e relembrar os sinais para um diagnóstico precoce, além da importância de manter os exames preventivos em dia é essencial para uma campanha tão importante quanto o Outubro Rosa”, afirma Diana Axelrud Camlot, Diretora de Marketing da Cibraco.

Sobre a Cibraco

A Cibraco Imóveis é a imobiliária mais experiente em funcionamento no Paraná. Atua na parte de venda, locação e administração de imóveis há 80 anos, nos segmentos comercial, residencial e corporativo. Foi pioneira na criação da Rede Imóveis, que mais tarde tornou-se Rede Una, organização com 45 imobiliárias associadas. Hoje está focada em atualizar o mercado imobiliário, trazendo para seus clientes novas formas de investir e ter bons resultados.

Até dia 15: Force One oferece planos a partir de R$ 79,90 e combate a desistência precoce nas academias

Campanha provoca o público a usar a temporada do projeto verão para abandonar o sedentarismo e focar na regularidade para ganhar mais saúde e longevidade

Com a proximidade dos meses mais quentes do ano, a busca por uma mudança rápida na forma física tradicionalmente impulsiona a procura pelas academias. No entanto, dados do setor divulgados pela Associação Brasileira de Academias (ACAD Brasil) acendem um alerta estrutural: cerca de 64% dos novos matriculados desistem dos treinos apenas três meses após a inscrição. Para quebrar esse ciclo de sazonalidade e incentivar o início imediato de uma rotina saudável, a rede de academias Force One lança sua campanha especial de outubro.

Até o próximo dia 15, novos alunos podem aderir aos planos da rede com mensalidades a partir de R$ 79,90 no primeiro mês. A iniciativa funciona como um estímulo financeiro para quem deseja iniciar o clássico “projeto verão” e conquistar um novo condicionamento para a temporada de praia, mas carrega um pano de fundo focado em conscientização e longevidade.

“O desconto e a proximidade do verão funcionam como excelentes gatilhos iniciais para tirar a pessoa da inércia, mas o nosso papel como indutores de saúde é fazer com que esse aluno permaneça. O verdadeiro projeto de verão só faz sentido se ele foi encarado como um período de adaptação, uma janela para construir o hábito e abandonar o sedentarismo de vez”, explica Renam Pedroche, CEO da Force One.

O perigo da pressa e a busca pela regularidade

A biologia e a psicologia do comportamento explicam grande parte das desistências precoces no ambiente fitness. O corpo humano leva tempo para passar por processos saudáveis de emagrecimento e ganho de massa magra o desenvolvimento muscular sólido, por exemplo, pode levar até seis meses, dependendo de fatores genéticos e nutricionais. No entanto, a pressa por resultados imediatos costuma gerar frustração.

“Muitos iniciantes começam com uma voracidade excessiva, executando treinos pesados demais e sem o descanso adequado nos primeiros 15 dias. Quando sobem na balança e percebem que o corpo ainda não mudou de forma milagrosa, desanimam e desistem. Esquecem que foram anos de sedentarismo e que a mágica não existe”, alerta Pedroche.

De acordo com ele, a estética não pode ser o único combustível para iniciar uma rotina de treinos. “O segredo não está na intensidade absurda das duas primeiras semanas, mas sim na regularidade. A atividade física precisa ser integrada ao cotidiano com a mesma naturalidade de hábitos como tomar banho, trabalhar ou dormir. Mais importante do que o esforço concentrado que as pessoas fazem entre o Natal e o Ano Novo, é o que elas escolhem fazer entre o Ano Novo e o próximo Natal. É essa consistência que transforma a promessa em estilo de vida.”

Redução de barreiras e foco na experiência

O mercado fitness no Brasil ainda enfrenta o desafio de vencer um grande hiato: a penetração das academias atinge, segundo a ACAD Brasil, apenas cerca de 7% a 8% da população, embora a imensa maioria dos sedentários declare o desejo de se exercitar. Essa baixa adesão é reforçada por dados do Ministério da Saúde (Vigitel), que apontam que quase metade dos adultos no país não cumpre a recomendação mínima da OMS de 150 a 300 minutos de atividade moderada por semana, apontando o custo e a falta de acessibilidade como os principais entraves.

Reduzir as barreiras financeiras e operacionais de entrada é a aposta da Force One para converter essa intenção em ação. Ao facilitar o acesso com a tarifa reduzida na largada, a Force One convida o público a experimentar uma estrutura moderna de alta qualidade de forma acessível. A meta da rede é fazer com que a empolgação típica de outubro se desfeche em um relacionamento de longo prazo, transformando a academia em um espaço de pertencimento, bem-estar físico e mental e, principalmente, saúde duradoura para além da estética das férias.

Criada em Cianorte (PR) em 2016, a Force One soma 23 academias e mais de 50 mil alunos ativos no Paraná, Santa Catarina e São Paulo. 

O modelo da rede traz infraestrutura robusta, com áreas amplas de musculação, equipamentos de cardio, salas climatizadas, vestiários com chuveiros aquecidos e estacionamento. Também oferecem mais de dez modalidades, incluindo Pilates One, Force Spinning Tech, Black Hiit e Force Fight, totalmente integradas ao Force One App, que reúne treinos, acompanhamento nutricional e histórico de desempenho. As unidades possuem ainda aparelhos de biompedância para que os alunos possam acompanhar a evolução que os exercícios proporcionam para o corpo.

André Carvalhal e Priscila Monteiro debatem arte e construção de marcas no Pátio Batel nesta quarta (14)

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André Carvalhal e Priscila Monteiro debatem arte e construção de marcas no Pátio Batel nesta quarta (14)

Encontro gratuito encerra os talks do Vestir o Olhar e antecede o lançamento de “Moda e Vida”, livro mais recente de Carvalhal

O escritor André Carvalhal e a jornalista Priscila Monteiro, especialista em comunicação e luxo, conversam nesta quarta-feira (14), às 19h, no último dos cinco talks da segunda edição do Vestir o Olhar, ocupação artística do Pátio Batel. Com mediação da publicitária e estrategista de marcas Ana Luísa Torres, o encontro “Arte como Suporte para Construção de Branding” ocorre no Átrio, no térreo do shopping, entre as obras da mostra.

De gigantes do luxo a grifes de nicho, as marcas se aproximam da arte de diferentes formas para construir seu universo. A partir de cases, Carvalhal e Monteiro discutem como essa relação serve a objetivos de posicionamento. Professor e consultor de comportamento e branding, Carvalhal foi executivo de marketing da Farm e escreveu livros como “Moda com Propósito” e “Viva o Fim”, finalista do Prêmio Jabuti em 2019.

Monteiro passou cerca de dez anos na comunicação de Louis Vuitton e Dior e chefiou as relações públicas da Dior na América Latina.

Depois da conversa, às 20h, Carvalhal lança no próprio Átrio “Moda e Vida: Como Dar Vida à Moda” (Agir), com sessão de autógrafos. Publicado em agosto, o livro reúne entrevistas com 69 profissionais da moda e fecha a trilogia iniciada com “A Moda Imita a Vida”, de 2014. Ele também autografa “A Alegria em Ficar de Fora” (Agir, 2025), sobre a desconexão do mundo digital.

A Livraria da Vila terá um ponto de venda no Átrio durante o evento. Os primeiros a comprar “Moda e Vida” no local ganham o Leve um Livro, acessório que transforma qualquer livro em bolsa, criado por Carvalhal em parceria com a marca Meskla.
Com curadoria de Ana Carolina Ralston e produção da Ayo Cultural, a ocupação exibe obras de nove artistas e segue aberta, com visitação gratuita, até domingo (18).

Serviço:

Talk “Arte como Suporte para Construção de Branding”

Data: quarta-feira, 14 de outubro, às 19h

Local: Átrio do Piso L1 do Pátio Batel (Av. do Batel, 1868, Curitiba, PR)

Entrada: gratuita, com inscrição pelo aplicativo do Pátio Batel (programa Singular)

Lançamento de “Moda e Vida”: às 20h, no mesmo local, com sessão de autógrafos e ponto de venda da Livraria da Vila

Mais informações: www.patiobatel.com.br/vestiroolhar

Sobre o Pátio Batel

Entretenimento, cultura, lazer e compras em um local singular de Curitiba. O Pátio Batel é o único shopping do segmento luxo do Sul do Brasil, com aproximadamente 190 estabelecimentos, entre eles 72 lojas exclusivas como Prada, Burberry, Gucci, Carolina Herrera, Louis Vuitton e Tiffany & Co. Em seus 13 anos de história, o Pátio Batel se consolida como “único em todos os sentidos”: um espaço pensado para acolher em uma experiência completa de bem-estar, moda e luxo.

Maior feira virtual de empregos e estágios do Brasil completa 10 anos

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Maior feira virtual de empregos e estágios do Brasil completa 10 anos

Evento reúne empresas nacionais e regionais e amplia oportunidades de contratação, qualificação e networking para profissionais detodo o país

Consolidada como a maior feira virtual de empregabilidade do país, a Feira Virtual de Estágios e Empregos da Estácio chega à sua 10ª edição com a expectativa de disponibilizar 1 milhão de oportunidades de trabalho, entre estágios, vagas efetivas em diferentes níveis de escolaridade, programas de trainee e jovem aprendiz, proporcionando, gratuitamente, acesso ao mercado de trabalho. No Sul, a estimativa é de 100 mil a 150 mil vagas, sendo que no Paraná, a quantidade de oportunidades gira em torno de 45 mil a 65 mil vagas. Gratuito e aberto ao público, o evento acontece entre os dias 20 e22 de outubro e os interessados poderão se inscrever por meio do link: https://go.estacio.br/feira10

“Chegar à 10ª edição reforça a relevância da Feira como uma plataforma nacional de conexão entre empresas e pessoas em busca que uma oportunidade no mercado de trabalho. Ao reunir organizações de diferentes setores, contribuímos para impulsionar a empregabilidade e apoiar o desenvolvimento profissional de nossos alunos e de toda a comunidade”, afirma Débora Freitas, gerente nacional de Carreiras da Estácio.

Durante 72 horas de programação ininterrupta, a feira promete uma experiência completa de empregabilidade, aprendizado, networking e oportunidades reais de inserção no mercado de trabalho, com vagas presenciais, remotas e híbridas. Disponível em uma plataforma online, inclusiva e acessível por meio de celulares, notebooks e desktops, a feira abordará tendências do mercado, das carreiras, do empreendedorismo e do futuro do trabalho.

Marcando os 10 anos do evento, a área de Carreiras da Estácio ampliou a participação de empresas regionais com o objetivo de conectar talentos a oportunidades locais em todo o país. Já confirmaram presença no evento instituições e empresas como: AWS, Bodytech, Catho, CIEE, Globo, Grupo Amil, Grupo Tigre, IEL – Instituto Euvaldo Lodi, Infojobs, Instituto Yduqs, NUBE, Santander, Vale, XP Investimentos, YDUQS e Álamo Engenharia, além de organizações locais de diversos estados.

“Nosso objetivo é conectar talentos e empregadores deforma acessível e gratuita. Ao abrir espaço para organizações regionais de diferentes portes, fortalecemos também os ecossistemas regionais de trabalho em todo o país”, complementa Débora.

A programação da 10ª edição da Feira Virtual de Estágios e Empregos da Estácio oferecerá conteúdos e experiências que abrangem desde a elaboração de currículos até estratégias para entrevistas. Com 15 estandes, mais de 10 palestras e ações de orientação de carreira, oficinas, workshops eespaço dedicado ao empreendedorismo, o evento proporcionará oportunidades de contato com profissionais de recursos humanos das empresas participantes, além de uma área dedicada a pessoas com deficiência (PCDs) e neurodivergentes.

Contratações em alta

Segundo uma análise desenvolvida trimestralmente pelo ManpowerGroup, 62% das empresas brasileiras pretendem contratar mais profissionais no quarto trimestre deste ano. A Pesquisa de Expectativa de Emprego — Q4 2026 também aponta o avanço da admissão de pessoas em início de carreira como uma das tendências para o período.

Serviço:

O quê: 10ª Edição da Feira Virtual de Estágios e Empregos da Estácio

Quando: De 20 a 22 de outubro, durante 72 horas ininterruptas

Onde: Evento virtual Inscrições gratuitas: https://go.estacio.br/feira10

Crescimento: mulheres já somam mais de 40% das profissionais do mercado imobiliário

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Crescimento: mulheres já somam mais de 40% das profissionais do mercado imobiliário

Com alta expressiva na última década, corretoras valorizam flexibilidade de horários e salários iguais ao dos homens

O mercado imobiliário brasileiro vive uma transformação profunda e irreversível, impulsionada pela força de trabalho feminina. Conforme dados do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI) e estudos do DataZAP (Grupo OLX), as mulheres já representam mais de 40% dos profissionais ativos no setor.

Em comparação a 2019, a participação feminina avançou 9%. Na última década, o crescimento foi de 144%, segundo dados do COFECI. Essa entrada massiva na carreira foi impulsionada principalmente pela busca de autonomia financeira – apontada por 30% – e de flexibilidade de horários, citada por 21% das mulheres.

A diretora nacional de Integração Feminina do COFECI, Izabel Mastrelli, destaca que na profissão o rendimento é digno e igualitário para homens e mulheres, consolidando a independência financeira para milhares de corretoras. “As mulheres vêm conquistando espaço expressivo no mercado imobiliário, um setor que se alinha naturalmente à rotina feminina. Além da flexibilidade, que facilita o ingresso na carreira, a intuição feminina é um diferencial decisivo para compreender e atender com precisão as necessidades das famílias na busca por um imóvel”, afirma Izabel Mastrelli.

Mais do que o avanço numérico, esse movimento altera a dinâmica comercial das negociações. Um levantamento do sistema COFECI-CRECI apontou que 55% dos clientes preferem negociar com corretoras. “A profissão encaixa perfeitamente com as múltiplas jornadas das mulheres, sejam elas casadas, com filhos, divorciadas ou solteiras”, acrescenta.

Integração Feminina

No COFECI, a principal frente de trabalho é a Diretoria Nacional de Integração Feminina, responsável por articular ações sociais, de capacitação e de valorização profissional. O trabalho conta com diretoras em todas as cinco regiões do país e centenas de diretoras municipais, todas corretoras comprometidas com a troca de experiências e informações de alta qualidade.

Políticas concretas de apoio, como isenção de anuidade, fortalecimento institucional e desenvolvimento profissional por meio de capacitação e conscientização são constantes para atender às demandas específicas das mulheres corretoras. Além disso, a instituição atua firmemente por medidas que reconhecem a realidade da maternidade, permitindo que, nesta profissão, a mulher não precise escolher entre a carreira e a família.

Como reflexo desse apoio institucional, Izabel Maestrelli lembra o sucesso do benefício de isenção de anuidade para as mães, projeto que avançou na última plenária realizada no Maranhão, onde foi proposta a ampliação do benefício, obtendo forte apoio e seguindo para tramitação.

O papel social das empresas

Para apoiar e impulsionar essa rede de transformação, empresas do setor têm ampliado sua atuação para além das transações imobiliárias tradicionais, assumindo um compromisso ativo com a saúde e o desenvolvimento humano.

Para Elza Rocha Loures, presidente da Una Imóveis Conectados, o conceito de protagonismo feminino é indissociável da saúde e do autocuidado. “Cuidar da saúde física e emocional da equipe é também cuidar da própria empresa. O Setembro Amarelo e o Outubro Rosa nos lembram que, antes de profissionais, somos pessoas com sentimentos, desafios e necessidades que precisam de respeito”, explica.

“Uma equipe que se sente acolhida, valorizada e saudável tende a trabalhar com mais motivação, equilíbrio, criatividade e produtividade, refletindo diretamente na qualidade do atendimento, nos relacionamentos e nos resultados. No mercado imobiliário, onde confiança e relacionamento são fundamentais, o bem-estar das pessoas impacta diretamente a experiência de clientes e parceiros”, acrescenta Elza.

Alinhada a esse ecossistema de valorização, a Una Imóveis Conectados promove nesta sexta-feira, 09/10, o Una Meet – Especial Outubro Rosa. Com o tema “Conexão Feminina – Um Olhar Atento à Saúde da Mulher”, o encontro traz um bate-papo essencial sobre a prevenção ao câncer de mama, os cuidados com a saúde feminina e o bem-estar em todas as fases da vida. O evento terá a participação especial de Ana Carolina Knaut, técnica de educação em saúde e especialista na área clínica.

Sobre a Una

A Una Imóveis Conectados é um portal imobiliário que integra imobiliárias, imóveis e oportunidades de negócios em Curitiba e Região Metropolitana, promovendo uma conexão mais eficiente entre empresas, profissionais e consumidores do mercado imobiliário.

Lançada em outubro de 2023, a plataforma reúne atualmente 45 imobiliárias associadas e mais de 6 mil imóveis disponíveis para venda e locação, consolidando-se como um ambiente estratégico para ampliar a oferta de imóveis e potencializar a atuação das imobiliárias associadas.

Mais do que centralizar anúncios, a Una tem como propósito fortalecer a integração do mercado imobiliário, ampliar oportunidades comerciais e facilitar o acesso dos consumidores a um portfólio diversificado de imóveis, reunido em um único ambiente digital.

Para conhecer o portfólio de imóveis e as oportunidades disponíveis, acesse unaimoveisconectados.com.br.

Izabel Mastrelli, diretora nacional de Integração Feminina do COFECI, e Elza Rocha Loures, presidente da Una Imóveis Conectados. (Crédito da foto: Sheep House)