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Com VGV de R$ 45 milhões, Piemonte vende 71 lotes em apenas dois minutos

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Com VGV de R$ 45 milhões, Piemonte vende 71 lotes em apenas dois minutos

Reserva Natuviè by Piemonte, no Xaxim, teve 100% dos lotes comercializados na abertura das vendas; resultado evidencia a procura por condomínios horizontais em Curitiba

Dois minutos. Esse foi o tempo necessário para a Piemonte Incorporadora comercializar os 71 lotes do Reserva Natuviè by Piemonte, novo condomínio-clube localizado no Xaxim, em Curitiba. O empreendimento alcançou 100% de vendas logo na abertura da comercialização, totalizando um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 45 milhões. Em apenas 120 segundos, a incorporadora recebeu, via PIX, os valores referentes às reservas de compra de todas as unidades. Nas horas seguintes, os compradores formalizaram os contratos, concluindo o processo de aquisição.

O resultado chama a atenção pela velocidade e pelo volume financeiro movimentado, além de evidenciar a procura por empreendimentos horizontais em regiões consolidadas da cidade. Em um cenário de disponibilidade limitada de terrenos adequados para esse tipo de projeto, condomínios que reúnem localização estratégica, segurança, lazer e contato com a natureza atraem compradores que buscam qualidade de vida sem abrir mão das facilidades urbanas.

Para o diretor comercial da Piemonte, Daniel Peruzzo, a velocidade das vendas demonstra a demanda por produtos com essas características. “Sabíamos que o Reserva Natuviè despertaria interesse, mas comercializar os 71 lotes em apenas dois minutos superou nossas expectativas. Esse resultado mostra que há um público buscando a possibilidade de morar em uma casa, com segurança e estrutura completa de lazer, sem precisar se afastar da cidade. É uma combinação cada vez mais valorizada e que nem sempre está disponível no mercado”, afirma.

O desempenho também reflete o trabalho desenvolvido pela equipe comercial da Piemonte durante o pré-lançamento. Os interessados já estavam cadastrados e receberam atendimento antecipado para conhecer o empreendimento e esclarecer dúvidas. O relacionamento com os clientes e a preparação do processo de vendas contribuíram para a comercialização de todas as unidades em tempo recorde.

Natureza e localização como diferenciais

Implantado em um terreno de mais de 26 mil m², na Rua General Theodorico Gonçalves Guimarães, o Reserva Natuviè reúne características que ajudam a explicar o interesse dos compradores. São 71 lotes residenciais, com metragens entre 144 m² e 561 m², e um bosque preservado de 5,8 mil m², integrado ao paisagismo e às áreas de lazer.

Situado em um dos principais eixos do Xaxim, o condomínio terá acesso, em até 15 minutos de caminhada, a uma ampla rede de comércio e serviços, permitindo conciliar a rotina urbana com a tranquilidade de morar em uma casa.

O empreendimento contará com piscinas adulto e infantil, academia, quadra de areia para beach tennis, pista de skate, salão de festas, brinquedoteca, sala de jogos, parquinho, espaço pet e áreas de contemplação, além de estrutura de segurança com guarita blindada e controle de acessos.

“Existe uma valorização crescente de projetos que proporcionam mais espaço, privacidade e contato com a natureza. No Reserva Natuviè, conseguimos reunir esses atributos em uma localização urbana consolidada, com um bosque que já fazia parte do terreno e foi incorporado ao conceito do empreendimento. A resposta dos compradores, somada ao trabalho de preparação e atendimento da nossa equipe comercial, foi fundamental para esse resultado”, completa Peruzzo.

O projeto arquitetônico é assinado pela SASIS Arquitetura, com interiores de Viviane Tabalipa e paisagismo da Urbideias. O Reserva Natuviè integra o portfólio de empreendimentos da Piemonte Incorporadora, que atua no desenvolvimento de projetos residenciais no Paraná e em Santa Catarina.

Como escolher uma profissão em tempos de mudança

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Como escolher uma profissão em tempos de mudança

Especialista dá dicas aos candidatos do ENEM

A proximidade do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) traz à tona uma das maiores dúvidas entre os estudantes: como escolher a profissão certa em um cenário de tantas transformações no mercado de trabalho? A decisão, que impacta diretamente o futuro acadêmico e profissional, exige mais do que olhar para as notas de corte ou para a popularidade dos cursos.

Segundo especialistas em gestão educacional, o primeiro passo é considerar as habilidades pessoais e os interesses individuais. “A escolha da carreira deve estar alinhada com aquilo que o estudante gosta de fazer e com as competências que ele já desenvolve no dia a dia. Isso aumenta as chances de satisfação profissional no futuro”, orienta diretor universitário Carlos Izidoro.

Outro aspecto importante é acompanhar as mudanças no mercado. Áreas ligadas à tecnologia, saúde, sustentabilidade e comunicação, por exemplo, estão em constante crescimento e demandam profissionais preparados para se adaptar a novos cenários. “Mais do que buscar uma profissão apenas pelo retorno financeiro, é fundamental pensar na longevidade da carreira e na capacidade de se reinventar”, reforça o professor da Estácio.

Para os jovens que ainda têm dúvidas, uma dica prática é realizar testes de orientação vocacional e conversar com profissionais de diferentes áreas. O apoio da família e da escola também é essencial para ajudar o estudante a refletir sobre suas escolhas e planejar os próximos passos após o ENEM. Nesse processo, contar com ferramentas de estudo diversificadas pode fazer a diferença.

Para auxiliar neste processo, é possível encontrar algumas soluções tecnológicas como o Play na Carreira. Gratuito, o hub digital reúne recursos que auxiliam desde o autoconhecimento até a tomada de decisão sobre o futuro profissional evoluindo com os jovens ao longo de toda a sua trajetória. Além disso, a plataforma conta com conteúdos exclusivos de cada área de atuação. Para participar do hub, basta acessar descubra.estacio.br/play-na-carreira.

Com uma linguagem conectada ao universo da Geração Z, está organizado em quatro fases que simulam a evolução de um jogo. Na primeira, Modo Exploração, é possível realizar o teste vocacional e explorar diferentes profissões; na já no Modo Treinamento, o foco passa a ser a preparação para o Enem; Na terceira fase, Versão Demo, é possível experimentar a graduação por meio de aulas gratuitas; e, na última etapa, chamada Versão Pro, o estudante recebe informações sobre mercado de trabalho, profissões em alta e aprimoramento de competências.

Além de avaliar o desempenho escolar, o ENEM é hoje uma das principais portas de entrada para o ensino superior no Brasil, seja em instituições públicas ou privadas. O exame também possibilita a participação no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e no Programa Universidade para Todos (Prouni).

Natura lança novo programa de circularidade e aceita embalagens vazias de qualquer marca de cosméticos em troca de descontos nas lojas

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Natura lança novo programa de circularidade e aceita embalagens vazias de qualquer marca de cosméticos em troca de descontos nas lojas

Programa é ampliado para as mais de mil lojas da Natura e reforça papel do consumidor em um elo fundamental na reciclagem

Quando um produto chega ao fim, a história da embalagem não precisa terminar. A Natura reforça a importância da economia circular ao convidar os consumidores a levarem suas embalagens vazias de cosméticos às lojas e participarem do NaturaRecicla, programa voltado à reciclagem de resíduos pós-consumo. Neste Dia do Consumo Consciente, celebrado neste 15 de outubro, a marca anuncia a expansão da iniciativa para todas as suas mais de mil lojas no Brasil.

O programa oferece um benefício para o bolso: a cada três embalagens entregues, de qualquer marca, o consumidor recebe R$15 de desconto em compras a partir de R$150, realizadas no momento da devolução. Para participar, basta levar as embalagens, de qualquer marca de cosméticos, para a loja Natura mais próxima.

O incentivo responde ao desafio socioambiental de dar um destino adequado às embalagens depois do uso e, ao mesmo tempo, representa um impacto positivo para os negócios. Dados da companhia aliados à escuta ativa da sociedade mostram que os consumidores que participam da logística reversa visitam as lojas físicas com mais frequência quando comparado aos demais consumidores.

“O desafio da circularidade está, justamente, em gerar valor para todos os agentes da cadeia. Queremos incentivar o interesse e participação consciente do consumidor, oferecendo um benefício que faça diferença no bolso e gere um verdadeiro ganha a ganha para todos,incluindo as cooperativas de catadores, que têm um papel fundamental neste processo.” afirma Ana Costa, vice-presidente de Sustentabilidade, Jurídico e Reputação Corporativa da Natura.

Da loja para um novo ciclo

Depois da entrega, as embalagens são encaminhadas às cooperativas de catadores parceiras, responsáveis pela separação e pelo direcionamento dos materiais à reciclagem. Esse trabalho permite que plástico, vidro e alumínio sejam reaproveitados como matéria-prima.

Para valorizar essa etapa, a Natura remunera as cooperativas pelo serviço de triagem, apoia a capacitação das equipes e segurança operacional, contribuindo para fortalecer o trabalho e a geração de renda na cadeia da reciclagem.

Logística reversa amplia resultado em lojas

O engajamento dos consumidores em logística reversa impulsiona diretamente os resultados da Natura. Um exemplo marcante ocorreu no semestre passado com a arrecadação de liners — verso siliconado de figurinhas de álbuns colecionáveis, com alto grau de dificuldade de reciclagem. As lojas recolheram mais de 80 quilos do material (equivalente a mais de 250 mil unidades ou cerca de 390 álbuns de 1.000 figurinhas cheios). Ação foi uma parceria com a Polpel Fibras, uma das poucas empresas no mundo especializada na reciclagem de liner, esses papéis foram transformados em matéria-prima para embalagens e cartuchos da marca.

A iniciativa, entre junho e julho, movimentou R$4,45 milhões em receita bruta, em cerca de 21 mil transações, mostrando como as ações de reciclagem podem mobilizar os consumidores e gerar resultados para o negócio. O ticket médio registrado foi cerca de 50% maior.

Como participar do NaturaRecicla

Separe três embalagens vazias e limpas de cosméticos, de qualquer marca.

Leve os materiais a uma loja Natura, própria ou franquia, e procure a equipe, mesmo que não haja urna de coleta.

Receba R$15 de desconto em compras a partir de R$150, realizadas no momento da entrega.

O benefício pode ser combinado com outras promoções e com o cashback da marca, com limite de um resgate diário por CPF.

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. É a companhia de melhor reputação do Brasil e a mais responsável em ESG pelo ranking Merco há 12 anos consecutivos. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura é pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. Os produtos da marca podem ser adquiridos através das 2,8 milhões de consultoras, via e-commerce, aplicativo, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br

Executivo da Valmet é destaque no Prêmio Equilibrista 2026 por atuação financeira em megaprojeto de US$ 4,6 bilhões

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Lucio Pandolfi Junior, diretor de Finanças para a América Latina da companhia, foi um dos destaques do reconhecimento promovido pelo IBEF-PR por sua atuação no Projeto Sucuriú, o maior da história da Valmet

O executivo Lucio Pandolfi Junior, diretor de Finanças para a América Latina da Valmet, foi um dos destaques do Prêmio Equilibrista 2026, promovido pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Paraná (IBEF-PR). Sua atuação à frente da agenda financeira do Projeto Sucuriú da Arauco, investimento de US$ 4,6 bilhões para a construção da maior fábrica de celulose em linha única do mundo, com capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas por ano, integra uma trajetória de mais de 38 anos nas áreas de Finanças, Estratégia e Governança Corporativa.

Ao longo da carreira, Pandolfi participou de projetos de transformação organizacional, integração de negócios, investimentos de grande porte e estruturação de operações financeiras, além de iniciativas voltadas ao fortalecimento da governança e da gestão de riscos.

No Projeto Sucuriú, o executivo liderou uma agenda que combinou gestão financeira, tributária, contábil e de riscos com a transformação da própria função financeira da Valmet na América Latina. O desafio envolveu conciliar a execução de um dos maiores projetos industriais em andamento no Brasil com a reorganização da área, a integração de novos negócios e a preparação da operação regional para a implantação de um novo sistema ERP.

“Participar do Prêmio Equilibrista é uma honra e, principalmente, um reconhecimento ao trabalho de uma equipe que precisou atuar em diferentes frentes simultaneamente. Em projetos dessa dimensão, Finanças não pode ser apenas uma área de controle. É preciso estar integrada à operação, à estratégia, à tecnologia e à gestão de riscos para criar as condições para que o negócio avance de forma sustentável”, afirma Lucio Pandolfi Junior.

Finanças como elo entre projeto, estratégia e operação

No projeto, a atuação financeira envolveu desde a estruturação societária e fiscal até o acompanhamento integrado da rentabilidade, da execução contratual, do fluxo de caixa, dos marcos do projeto e do autofinanciamento da operação.

Entre as iniciativas conduzidas estiveram a organização tributária da cadeia de suprimentos, o fortalecimento da governança tributária e a gestão estratégica de mais de R$ 350 milhões em créditos tributários, além da definição do tratamento contábil do contrato de acordo com as normas IFRS.

A complexidade tributária do projeto também se refletiu no volume operacional: foram administrados cerca de 30 mil documentos fiscais e 4 mil triangulações fiscais aderentes ao IFRS 15.

“Em uma operação dessa escala, a função financeira precisa antecipar cenários e transformar complexidade em capacidade de decisão. O equilíbrio está justamente em garantir disciplina financeira sem perder velocidade de execução, criando mecanismos que permitam ao negócio tomar decisões melhores e com riscos conhecidos”, explica o executivo.

Transformação da área financeira

Em paralelo à execução do projeto, Pandolfi liderou a reorganização da função financeira da Valmet na América Latina. A transformação  resultou numa  economia recorrente superior a € 350 mil por ano e pela redução do custo da área de Finanças para 0,2% da receita.

A área também alcançou índice de engajamento de 80%, acima da média global da Valmet.

Outra frente da reorganização foi a implantação do ERP Infor LN, na qual Pandolfi atua como sponsor regional. A iniciativa envolve aproximadamente 1.600 colaboradores em oito localidades, além da preparação dos processos para as mudanças decorrentes da Reforma Tributária e da implementação da CBS.

Entre outros resultados estão a liberação de € 19 milhões em provisões, a recuperação de R$ 60 milhões em créditos tributários, a utilização de R$ 20 milhões por meio da Lei do Bem., 

Trajetória em Finanças e Governança

Diretor de Finanças para a América Latina da Valmet, Pandolfi lidera as operações financeiras da companhia no Brasil, Chile e México. Em sua carreira, também teve responsabilidades nas áreas de Supply Chain, Tecnologia da Informação, Facilities e Auditoria Interna.

O executivo possui certificação do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) para atuação em conselhos de administração e é professor convidado do IBMEC em cursos de pós-graduação. Em 2020, recebeu o Prêmio IBEF-PR – Destaque em Finanças, reconhecimento que também integra sua trajetória junto à entidade.

Para Pandolfi, o principal aprendizado de uma atuação dessa dimensão é a importância da integração entre diferentes áreas da companhia. “Os resultados não vêm de uma iniciativa isolada. O desafio foi fazer com que o projeto industrial, a transformação de Finanças, a integração dos negócios, a tecnologia e a governança se reforçassem mutuamente. Quando essas agendas são tratadas de forma integrada, Finanças deixa de ser apenas uma função de suporte e passa a atuar como uma plataforma de geração de valor para toda a organização”, conclui.

“Quando tem resultado, é TOP”: ADVB/PR abre inscrições para o Top de Marketing 2026

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“Quando tem resultado, é TOP”: ADVB/PR abre inscrições para o Top de Marketing 2026

Considerada o Oscar do setor, a premiação recebe cases até 9 de novembro em cinco categorias; os vencedores serão revelados em cerimônia no dia 30 de novembro, na sede da Fiep, em Curitiba

Reconhecer estratégias que saem do planejamento e geram resultados para empresas, instituições e seus públicos. Com esse propósito, a Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Seção Paraná (ADVB/PR) abre as inscrições para o Top de Marketing 2026. A premiação recebe, até as 17h do dia 9 de novembro, cases de marketing e vendas desenvolvidos no biênio 2025/2026, com aplicação ou resultados no Paraná.

Criado em 1983, o Top de Marketing é considerado o Oscar do setor e reconhece organizações que se destacam pela criatividade, inovação e resultados de suas iniciativas. Nesta edição, serão premiados cases em cinco categorias: Construção e Mercado Imobiliário; Comunicação; Indústria e Agro; Serviços e Social; e Varejo e Consumo.

Desenvolvido pela Santiago Comunicação, o mote “Quando tem resultado, é TOP” traduz a proposta da edição. A campanha brinca com expressões e termos em inglês presentes no cotidiano do marketing e da comunicação para reforçar que uma estratégia precisa demonstrar seu impacto para além do discurso.

“O marketing e as vendas são forças estratégicas para o crescimento e a competitividade das organizações. Mais do que reconhecer boas ideias, o Top de Marketing valoriza a capacidade de transformar estratégia, criatividade e inovação em resultados concretos. É esse impacto que fortalece marcas, impulsiona negócios e gera valor para o mercado e para a sociedade. Afinal, quando tem resultado, é TOP”, destaca Roberto Herrera, presidente da ADVB/PR.

A valorização dos resultados também está expressa no regulamento: a dimensão dos resultados e evidências representa 40% da nota, o maior peso entre os critérios de julgamento. Completam a avaliação a estratégia e execução, com 30%; desafio e contexto, com 15%; e criatividade e inovação, com 15%.

Para Leonardo Lazzarotto, diretor da ADVB/PR e coordenador do Top de Marketing 2026, a premiação é uma oportunidade para organizações de diferentes portes apresentarem suas conquistas. “O Paraná é um celeiro de marcas, ideias e gente que faz. O Top de Marketing existe para transformar grandes resultados em reconhecimento e reputação. Meu convite às empresas é simples: olhem para dentro de casa, porque talvez exista um grande case aí esperando para ser contado”, explica.

Cinco categorias e resultados comprovados

Podem participar empresas e instituições públicas ou privadas estabelecidas em qualquer região do Brasil, desde que as iniciativas inscritas tenham aplicação ou resultados no Paraná durante o biênio 2025/2026. Cada organização pode inscrever quantos cases distintos desejar, com cada trabalho concorrendo em uma única categoria.

O julgamento considera a relevância, a eficiência e a comprovação dos resultados no contexto de cada iniciativa, sem privilégio automático para maiores investimentos, abrangência geográfica ou porte empresarial. Cada case receberá pelo menos três avaliações válidas de jurados, e o processo de julgamento e a consolidação dos resultados serão acompanhados e auditados pelo Grupo Datacenso Inteligência de Mercado. “A premiação também permite compartilhar experiências e aprendizados. Ao apresentar como uma estratégia foi construída e quais resultados entregou, as organizações contribuem para ampliar as referências do mercado e inspirar novas soluções”, destaca Lazzarotto.

Serão selecionados até três finalistas por categoria, com divulgação prevista para 24 de novembro. Os vencedores serão anunciados exclusivamente na cerimônia de premiação, prevista para 30 de novembro, a partir das 19h, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em Curitiba.

Como participar

As inscrições devem ser realizadas pelo site da ADVB/PR, com preenchimento do cadastro e do questionário oficial. Os participantes precisam apresentar o contexto e o desafio da iniciativa, a estratégia, a execução, os resultados e sua comprovação, além dos aprendizados e impactos relevantes.

Os anexos comprobatórios são obrigatórios e podem incluir relatórios, pesquisas, indicadores de desempenho, registros de vendas, materiais de campanha, imagens e outros documentos pertinentes. É facultativo enviar um vídeo de apresentação de até 90 segundos: sua ausência não prejudica a avaliação, e seu envio não gera pontuação adicional.

O prazo termina às 17h de 9 de novembro de 2026. O regulamento e as inscrições estão disponíveis em advbpr.com.br/topdemarketing. Mais informações pelo telefone (41) 98708-6505 ou pelo e-mail advbpr@advbpr.com.br.

Haroldo Andriquetto Júnior é reeleito presidente do Sinepe/PR

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O Sinepe/PR realizou, no dia 9 de outubro, a Assembleia Geral para eleição do Conselho Diretor da entidade para o biênio 2026/2028. Na ocasião, o atual presidente, Haroldo Andriquetto Júnior, foi reeleito para a presidência, juntamente com os demais integrantes do Conselho Diretor.

A nova gestão dará continuidade ao trabalho de representação institucional e defesa dos interesses das instituições de ensino particulares do Paraná, fortalecendo o diálogo com os diferentes segmentos da educação e com as instâncias públicas e privadas.

Durante a Assembleia, também foi destacada a importância da união e do comprometimento das instituições associadas para o enfrentamento dos desafios do setor e o fortalecimento da educação particular no Estado.

A posse do novo Conselho Diretor está prevista para 6 de novembro de 2026, quando terá início oficialmente a gestão para o próximo biênio.

A reforma tributária e o custo invisível para o terceiro setor

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*Por Carmem Murara

A reforma tributária em implementação no Brasil representa uma das mais profundas mudanças no sistema fiscal das últimas décadas. A simplificação prometida — com a substituição de ICMS, ISS, PIS e Cofins pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), instituídos pela Lei Complementar nº 214/2025 — pode gerar ganhos de eficiência para a economia. Para o terceiro setor, contudo, especialmente para instituições filantrópicas que atuam em saúde e educação, o novo modelo exige atenção imediata.

O alerta não está na perda das imunidades constitucionais, que permanecem asseguradas. O risco está na lógica de funcionamento do novo sistema tributário sobre o consumo. O modelo de IBS e CBS foi estruturado com base na não cumulatividade plena e na geração de créditos financeiros ao longo da cadeia produtiva. Em tese, esse mecanismo evita a tributação em cascata. Na prática, porém, cria dificuldades para organizações que não conseguem aproveitar plenamente esses créditos. Embora muitas instituições filantrópicas permaneçam isentas, seus fornecedores não estão na mesma situação — e parte deste custo tende a ser incorporada ao preço final de insumos e serviços essenciais.

Um estudo técnico da LCA Consultoria Econômica, encomendado pelo Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas (Fonif), aponta que a reforma tributária poderá elevar a carga indireta das instituições filantrópicas em diferentes áreas de atuação. O impacto estimado é de 4,2% na educação, 11,2% na assistência social e 1,8% na saúde.

O impacto pode ser particularmente sensível à saúde. Segundo a Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CMB), essas instituições respondem por cerca de 61% das internações de alta complexidade do SUS. O país possui aproximadamente 1,8 mil hospitais filantrópicos, que oferecem 184 mil leitos, dos quais mais de 129 mil atendem ao sistema público. Em cerca de 900 municípios, esses hospitais são os únicos prestadores hospitalares existentes. A rede filantrópica realiza anualmente cerca de 5 milhões de internações, 1,7 milhão de cirurgias e mais de 220 milhões de atendimentos ambulatoriais.

Esse sistema, porém, já opera sob forte pressão financeira. A própria CMB estima que a defasagem média da tabela SUS chega a cerca de 60% em relação ao custo real dos procedimentos. O setor também acumula aproximadamente R$ 15 bilhões em dívidas. Estudos citados por entidades hospitalares indicam que a mudança no modelo tributário pode elevar os custos das instituições filantrópicas de saúde em até 27%, caso não haja mecanismos adequados de compensação. Se isso ocorrer, o impacto não será apenas institucional. Ele poderá afetar diretamente a capacidade de atendimento do próprio sistema público.

Outro equívoco recorrente é tratar a reforma tributária apenas como um tema contábil. Na realidade, trata-se de uma transformação estrutural na forma como os custos são gerados e distribuídos ao longo da cadeia econômica. O novo modelo exige rastreabilidade das operações, integração entre as áreas fiscal, financeira e de compras e maior sofisticação nos sistemas de gestão.

Por isso, a resposta do terceiro setor não pode ser passiva. Instituições filantrópicas precisam revisar contratos com fornecedores, mapear riscos ao longo da cadeia de suprimentos, integrar áreas estratégicas e atualizar seus sistemas de controle. Também será essencial incorporar simulações de impacto tributário ao planejamento financeiro de médio prazo.

A reforma tributária não é apenas uma mudança na legislação fiscal. Ela representa uma transformação na forma de gerir operações. Para organizações que sustentam parte significativa da saúde e da educação no país, a antecipação, o planejamento e a governança serão decisivos para preservar sua sustentabilidade. Sem preparação adequada, uma reforma concebida para simplificar o sistema pode acabar agravando a fragilidade financeira de instituições que prestam serviços indispensáveis a milhões de brasileiros.

*Carmem Murara é diretora de Relações Institucionais e Governamentais do Grupo Marista, onde é responsável pelas áreas de Comunicação Corporativa e ESG. Também é diretora de Comunicação do Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas (Fonif).

Opinião: Quando o primeiro lugar não é a linha de chegada

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O resultado do Paraná em leitura no PISA 2025 abre uma oportunidade para ampliar a discussão: além de jovens que leem bem, como formar uma sociedade que queira ler?

Lucas Raduy Guimarães*

O Paraná obteve 458 pontos em leitura no PISA 2025. Foi o maior resultado entre os estados brasileiros, 50 pontos acima da média nacional e apenas três abaixo da média dos países da OCDE. É um resultado importante e que merece reconhecimento.

O mesmo PISA, porém, ajuda a colocar essa conquista em perspectiva. A proficiência em leitura caiu fortemente em muitos países. No Brasil, o desempenho permaneceu praticamente estável em relação a 2022 e próximo do patamar observado desde 2015, mas ainda distante da média da OCDE.

Nesse cenário, a pergunta que mais me interessa não é apenas como o Paraná chegou ao primeiro lugar. É o que podemos fazer a partir dele.

O PISA mede competências dos estudantes e permite comparar resultados. Não identifica automaticamente quais políticas, comportamentos ou circunstâncias produziram o desempenho de um estado. Estabelecer relações de causa e efeito exige outras análises.

Há, no entanto, uma questão que podemos discutir independentemente disso. Uma coisa é ter jovens capazes de ler bem em uma avaliação internacional. Outra é formar pessoas que escolham continuar lendo quando não existe prova, nota ou professor cobrando.

Proficiência é indispensável, mas uma cultura leitora depende também de curiosidade, repertório, prazer e autonomia. O jovem precisa encontrar livros que façam sentido para ele, descobrir autores, experimentar gêneros, eventualmente abandonar uma obra que não o conquistou e procurar outra. E precisa de tempo.

A disputa por esse tempo ficou mais difícil. O livro concorre com notificações, vídeos curtos, jogos, redes sociais e uma oferta permanente de novos estímulos. Ler exige o movimento contrário: permanecer.

É preciso acompanhar um argumento por várias páginas, lembrar o que foi dito anteriormente, lidar com ambiguidades e sustentar a atenção quando a resposta não aparece imediatamente. Ler um livro é também aprender a não trocar de assunto a cada poucos segundos.

Foi diante desse desafio que decidimos fazer uma experiência bastante simples em mais de 20 colégios: reservar 20 minutos diários para leitura por prazer no Ensino Fundamental.

O mais importante não está apenas no relógio, obviamente. Está também na possibilidade de escolha e no estímulo. Não queremos transformar esses minutos em mais uma tarefa escolar. O aluno pode escolher o que deseja ler, descobrir autores e construir gradualmente suas preferências. Aprender a escolher também faz parte da formação de um leitor.

Não partimos da premissa de que vinte minutos diários produzirão, isoladamente, melhora nos indicadores acadêmicos. Esse efeito precisa ser acompanhado e medido. A experiência parte de uma ideia mais simples: é inviável criar o hábito de fazer algo para o qual nunca reservamos tempo.

E esse trabalho não pertence apenas à escola. Uma criança que nunca vê um adulto lendo recebe uma mensagem diferente daquela que cresce cercada por livros, conversas sobre histórias e pessoas que demonstram curiosidade pelo que leem. Pais e mães não precisam transformar a casa em sala de aula. Podem fazer algo muito mais simples: tornar a leitura visível.

Isso não significa atribuir às famílias a responsabilidade pela formação dos leitores. As condições de acesso aos livros, ao tempo e ao repertório são diferentes. Escolas, bibliotecas e comunidades têm papéis fundamentais. Mas o exemplo dos adultos também ensina.

O primeiro lugar do Paraná abre uma boa oportunidade para ampliar essa conversa. Não apenas sobre desempenho, mas sobre o espaço que queremos dar aos livros na escola, em casa e na vida cotidiana.

Os 458 pontos não nos dizem, sozinhos, como o Paraná chegou à liderança, nem permitem atribuir o resultado a uma iniciativa específica. Novos ciclos do PISA e outras pesquisas poderão ajudar a compreender melhor essa trajetória. Enquanto isso, podemos reconhecer a conquista sem transformar correlação em causalidade e, ao mesmo tempo, pensar no próximo desafio.

Se queremos uma sociedade mais leitora, precisamos de livros acessíveis, professores que leem, bibliotecas vivas, famílias que tornam a leitura visível, alguma liberdade de escolha e tempo.

O Paraná chegou ao primeiro lugar. Talvez a melhor maneira de valorizar essa conquista seja ampliar nossa ambição: além de jovens que demonstram boa proficiência em leitura, formar cada vez mais pessoas que escolham continuar lendo.

*Lucas Raduy Guimarães é presidente do Grupo Positivo

Inscrições para Concurso de Bolsas do Colégio Positivo terminam nesta terça-feira

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Concurso oferece 18 bolsas de estudo com descontos de até 50% para alunos do Ensino Fundamental e Médio, com provas no dia 23 de outubro em Curitiba

Termina no dia 20 de outubro (terça-feira) o prazo para as inscrições gratuitas no Concurso de Bolsas 2027 do Colégio Positivo – Jardim Ambiental, em Curitiba. Ao todo, são 18 bolsas de estudo, com descontos de até 50%, conforme a classificação dos candidatos. O concurso é aberto também a estudantes de outras instituições de ensino.

As oportunidades são destinadas a alunos que ingressarão no 6º ano do Ensino Fundamental e na 1ª ou 2ª séries do Ensino Médio em 2027. A seleção será realizada por meio de uma prova com 30 questões de múltipla escolha, marcada para o dia 23 de outubro (sexta-feira), na unidade Jardim Ambiental, em Curitiba. A avaliação terá questões de Língua Portuguesa, Matemática e Ciências para os candidatos ao 6º ano e à 1ª série do Ensino Médio. Já para a 2ª série do Ensino Médio, serão cobrados conhecimentos de Língua Portuguesa, Matemática, Física, Química e Biologia.

Os resultados serão divulgados no dia 29 de outubro, a partir das 14h, no site dos colégios da Rede Positivo. As informações sobre os critérios de classificação e a distribuição das bolsas estão disponíveis no regulamento do concurso.

SERVIÇO

Concurso de Bolsas Colégio Positivo – Jardim AmbientalInscrições: gratuitas até 20 de outubro (às 23h59)
Onde se inscrever: exclusivamente pelo link Concurso de Bolsas 2027 – Jardim Ambiental
Data da prova: 23 de outubro, sexta-feira, à tarde

Informações e dúvidas: colegiopositivo.com.br/concurso-de-bolsas-2027/ ou pelo e-mail relacionamento@positivo.com.br

Aplicativo de rede de postos do Paraná oferece cashback de R$ 0,20 por litro no abastecimento de gasolina ou etanol

Aplicativo da Rede Pelanda já tem 6 mil usuários e funciona como um programa de fidelidade digital 

O preço dos combustíveis é uma preocupação constante para os motoristas. Para ajudar os consumidores a economizar, a Rede de Postos Pelanda, do Paraná, acaba de lançar oficialmente o Pelanda+, aplicativo gratuito que oferece cashback de R$ 0,20 por litro no abastecimento de gasolina ou etanol. 

A plataforma já  tem 6 mil usuários e acaba de concluir a fase de testes. Na prática, o benefício permite acumular R$ 10 em cashback a cada 50 litros abastecidos com gasolina ou etanol. 

O valor fica vinculado ao CPF do cliente e pode ser utilizado como desconto em compras futuras elegíveis na rede, conforme as regras do programa.

Tecnologia e relacionamento com o consumidor

Com o lançamento oficial, a Rede Pelanda amplia sua atuação no ambiente digital e aposta em benefícios associados ao consumo para fortalecer o relacionamento com os clientes. O cashback no abastecimento de gasolina e etanol é um dos principais atrativos do aplicativo, que também reúne vantagens em outras compras realizadas nas unidades participantes.

A diretora de marketing da Rede Pelanda, Ana Paula Pelanda, destaca que o aplicativo foi desenvolvido para aproximar a rede dos consumidores e oferecer vantagens que possam ser aproveitadas no dia a dia.

“Modernizar é fundamental para acompanhar as necessidades dos nossos clientes e oferecer um atendimento cada vez melhor. O Pelanda+ reúne tecnologia, praticidade e benefícios em uma ferramenta que facilita o dia a dia, valoriza a fidelidade e permite que o cliente aproveite melhor cada parada na nossa rede”, afirma Ana Paula.

Sobre o aplicativo

O Pelanda+ funciona como um programa de fidelidade digital e reúne cashback, descontos e outras vantagens para os consumidores cadastrados.  Compras em lojas de conveniência participantes e outros produtos elegíveis também podem gerar saldo, de acordo com as condições do programa. O valor acumulado pode ser utilizado como desconto em compras futuras elegíveis, incluindo combustíveis, produtos, lojas de conveniência e restaurantes participantes. O cashback pode cobrir até100% do valor dos itens elegíveis de uma compra.

Para participar, é necessário ter mais de 18 anos, CPF válido e cadastro ativo no aplicativo. Antes de finalizar a compra ou o abastecimento, o cliente deve informar o CPF cadastrado para que o benefício seja registrado.

O saldo tem validade de 60 dias a partir da data em que é gerado. O benefício é pessoal e intransferível, não pode ser sacado ou convertido em dinheiro e não é cumulativo com outras promoções, cupons ou preços promocionais, salvo autorização expressa da Rede Pelanda.

Como participar

O cadastro no Pelanda+ é gratuito e está disponível para pessoas físicas maiores de 18 anos, com CPF válido. O aplicativo e o regulamento completo podem ser acessados pelo site oficial da Rede Pelanda: https://postospelanda.com.br/pelanda-mais/