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Sicredi amplia orientação financeira para associados

Iniciativa com foco em bem-estar financeiro passa a contar com uma jornada digital personalizada, complementando o atendimento realizado pelas cooperativas nas agências

O Sicredi acaba de lançar sua iniciativa de Orientação Financeira no ambiente digital, ampliando o apoio aos associados na organização da vida financeira e na tomada de decisões mais conscientes. A experiência, que oferece diagnósticos e recomendações personalizadas sobre temas como planejamento, investimento e uso consciente do crédito, está disponível no Sicredi X, aplicativo que vem sendo adotado gradualmente pelos associados da instituição financeira cooperativa.

A Orientação Financeira já acontece por meio do atendimento consultivo dos gerentes de negócios nas agências do Sicredi e pelos canais de atendimento remoto, como WhatsApp, auxiliando os associados na reflexão sobre seu momento financeiro e na definição de planos de ação, de acordo com suas necessidades e objetivos. A novidade amplia para o ambiente digital a iniciativa, que já registrou mais de 140 mil atendimentos e alcançou associados em todo o país.

“Acreditamos que o bem-estar financeiro começa com informação, planejamento e decisões conscientes. Com a jornada digital, ampliamos o acesso a uma iniciativa já consolidada, permitindo que mais associados recebam orientações personalizadas, acompanhem sua evolução financeira ao longo do tempo e tenham mais autonomia para tomar decisões alinhadas às suas necessidades e objetivos. No Sicredi, tão importante quanto ofertar soluções é orientar nossos associados”, explica Rogério Machado, superintendente de Cooperativismo do Sicredi.

Como funciona

A experiência começa com quatro perguntas sobre a forma como o associado organiza suas finanças, sua capacidade de lidar com imprevistos e sua relação com compromissos financeiros. A partir das respostas, a solução identifica qual aspecto merece maior atenção naquele momento: planejamento financeiro, poupança ou crédito consciente.

Em seguida, o associado recebe um plano personalizado e pode escolher entre duas e três ações para colocar em prática. As recomendações incluem ferramentas de organização financeira, vídeos, cursos e outros conteúdos educativos.  

Além das orientações, a jornada conecta produtos e serviços a uma abordagem educativa, explicando de forma simples como cada solução pode contribuir para o bem-estar financeiro. O usuário também pode acompanhar sua evolução ao longo do tempo, consultar orientações anteriores e refazer o diagnóstico sempre que sua situação financeira mudar.

“Temos observado resultados muito positivos entre as pessoas que passaram pela Orientação Financeira, seja nas agências ou nos canais de atendimento remoto. Entre eles a adoção de comportamentos financeiros mais saudáveis e o fortalecimento do relacionamento com o Sicredi. Com essa iniciativa, reforçamos nosso compromisso de apoiar decisões financeiras mais conscientes e gerar valor sustentável para os associados e para as comunidades onde atuamos. O bem-estar financeiro é uma construção contínua, e o acesso à informação e à orientação adequadas é um dos principais fatores para transformar intenção em ação”, complementa Machado.

Mais informações sobre as iniciativas de bem-estar financeiro do Sicredi em Bem-estar Financeiro | Sicredi

Dicas para fortalecer o bem-estar financeiro
A nova jornada digital foi desenvolvida para ajudar os associados a refletirem sobre sua vida financeira e identificarem oportunidades de melhoria de forma prática e personalizada. Algumas atitudes podem contribuir e apoiar decisões mais conscientes no dia a dia.
Conheça sua realidade financeira
Acompanhe regularmente suas receitas, despesas e compromissos financeiros para entender como o dinheiro está sendo utilizado e identificar oportunidades de melhoria.
Tenha uma reserva para imprevistos
Manter uma reserva financeira pode trazer mais segurança para lidar com situações inesperadas sem comprometer o orçamento ou os planos de longo prazo.
Defina objetivos claros
Estabelecer metas ajuda a dar direção às decisões financeiras e torna mais fácil manter a disciplina ao longo do tempo.
Use o crédito de forma consciente
Antes de assumir novos compromissos financeiros, avalie sua necessidade, capacidade de pagamento e o impacto da decisão no orçamento.
Revise seus hábitos periodicamente
Planejamento financeiro é um processo contínuo. Revisar gastos, prioridades e objetivos ajuda a manter as finanças alinhadas às diferentes fases da vida.

Sobre o Sicredi     

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10,5 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3.1 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.  

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Sicredi promove debate sobre o impacto do cooperativismo no Bem-Estar Financeiro da sociedade

Durante evento realizado no Centro Administrativo Sicredi, a instituição reforçou a importância da educação financeira e do relacionamento próximo no cenário atual

Em alusão ao Dia Internacional das Cooperativas de Crédito, o Sicredi promoveu o seu 11º Encontro Nacional com Jornalistas e Formadores de Opinião para debater a importância do cooperativismo de crédito e seu impacto no desenvolvimento próspero da sociedade. O evento reuniu mais de 60 profissionais de todo o país para uma imersão na cultura da instituição, tendo como pauta central o desenvolvimento real de educação e bem-estar financeiro causados pelo modelo de negócio cooperativo.

A agenda teve início com uma apresentação de César Bochi, diretor-presidente do Banco Cooperativo Sicredi, que traçou um panorama atual do cooperativismo de crédito. Consolidado globalmente, o modelo já soma mais de 21 milhões de associados no Brasil, e em mais de 1.000 municípios as cooperativas são a única instituição financeira presente. Ele ainda reforçou os diferenciais desse modelo, onde o associado é dono do negócio e o objetivo não é gerar resultado para a instituição, mas sim atender às necessidades reais dos associados.

Na prática, esse propósito se reflete em indicadores sólidos. Em 2025, o Sicredi registrou resultado líquido de R$ 7,5 bilhões e distribuiu R$ 1,84 bilhão em sobras aos associados. Já o Índice de Benefício Econômico do Sicredi (BES) apontou uma economia média de R$ 3,1 mil por associado, gerando uma economia total de R$ 31,1 bilhões. Outro ponto de destaque são os impactos econômicos locais.

Bochi também aponta que o relacionamento próximo é o fator principal para o desenvolvimento dos associados e da instituição financeira cooperativa. Na contramão do mercado financeiro, que tem reduzido pontos físicos, o Sicredi segue sua trajetória de crescimento e expansão nacional, alcançando um marco de 3,1 mil agências e mais de 10,5 milhões de associados em 2026.

Bem-Estar Financeiro

Para exemplificar o conceito que norteou o encontro, a agenda contou com Vivian Rodrigues Magalhães, cofundadora da Nossa, escola para planejadores financeiros independentes. A especialista definiu o bem-estar financeiro como um estado em que os indivíduos gerenciam suas obrigações de forma tranquila, lidam com imprevistos, buscam aspirações e se sentem satisfeitos com sua vida financeira.

Ela explicou que o tema é altamente complexo e vai além dos números. Com base em estudos de ciências comportamentais, Vivian ressalta: “Não é possível falar de bem-estar financeiro sem considerar o cenário em que a pessoa vive. Em um país desigual, contextos de escassez alteram diretamente a forma como o cérebro processa as tomadas de decisões, tornando o bem-estar financeiro uma jornada que envolve o panorama emocional, individual e coletivo de cada pessoa.”

Trazendo o tema para a realidade dos negócios, Gustavo Freitas, diretor-executivo de Crédito e Segmentos do Sicredi, abordou os impactos disso no cenário do empreendedorismo. Segundo um estudo da Fipe de 2024, a variação de crescimento de empreendedores em municípios com cooperativas de crédito é 15,6% superior em relação aos locais sem a presença dessas instituições financeiras. Ele destacou que, pela natureza do modelo de negócio, o setor de cooperativismo de crédito tem sua maior atuação destinada às Micro, Pequenas e Médias Empresas. No Sicredi, as MPMEs representam 89% da carteira, frente a uma média de 48% do mercado, com destaque para 28% das pequenas empresas do Brasil sendo associadas ao Sicredi. Na prática, o modelo potencializa o movimento e impacta diretamente no desenvolvimento coletivo.

Por fim, Rogério Machado, superintendente de Cooperativismo, destaca que tudo isso deve estar atrelado a um princípio do cooperativismo: educação, formação e informação (traduzido para Educação Financeira). Diante de um cenário nacional em que 51% da população adulta está inadimplente e 39% gasta mais do que ganha, o Sicredi tornou-se a primeira instituição financeira no Brasil a mensurar o bem-estar financeiro de seus associados.

Os resultados comprovam a eficácia do modelo: após passarem por iniciativas de orientação, os participantes aumentaram seus investimentos, reduziram o risco de inadimplência e melhoraram o fluxo de caixa. Como resultado, 1 a cada 5 associados elevou oficialmente seu Índice de Bem-Estar Financeiro. E para impactar comunidade como um todo, o Sicredi também investiu mais de R$ 400 milhões em projetos sociais, educacionais e culturais no último ano – uma média superior a R$ 1 milhão por dia.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3,1 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

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Inteligência Artificial ajuda a fechar mais negócios, aponta pesquisa

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Com avanço da tecnologia nas equipes comerciais, Pride Construtora implementa IA para agilizar o atendimento, a qualificação de leads e o agendamento de visitas

A Inteligência Artificial (IA) vem ganhando espaço nos processos comerciais e contribuindo para melhorar a produtividade das equipes de vendas. Uma pesquisa realizada pelo LinkedIn em parceria com a Ipsos aponta que 68% dos vendedores entrevistados, cujas empresas investem na tecnologia, afirmam que a IA ajuda a fechar mais negócios. O levantamento também revela que profissionais que utilizam a ferramenta diariamente têm o dobro de chances de superar suas metas.

Além dos resultados comerciais, a tecnologia tem contribuído para otimizar atividades operacionais. Segundo o estudo, 84% dos vendedores relatam economizar pelo menos 30 minutos por dia com o uso da IA, enquanto 69% apontam redução no ciclo de vendas, com economia média de uma semana. Entre as aplicações estão a pesquisa e qualificação de potenciais clientes, a personalização de mensagens e a organização dos fluxos de trabalho.

Acompanhando essa transformação, a Pride Construtora está implementando Inteligência Artificial em sua operação de pré-atendimento comercial, com foco na prospecção, qualificação de leads, acompanhamento dos contatos e agendamento de visitas. A iniciativa amplia o uso de tecnologia na área de SDR (Sales Development Representative), que já conta com processos de automação.

Segundo Vevianne Jacques, diretora comercial da Pride, a iniciativa faz parte da estratégia de aprimoramento dos processos comerciais, buscando mais eficiência operacional e uma melhor experiência para os potenciais compradores.

“Quando falamos em melhoria de processos, precisamos considerar como a tecnologia pode contribuir tanto para a produtividade das equipes quanto para a experiência dos clientes. Com a Inteligência Artificial, queremos tornar o atendimento mais ágil, otimizar as atividades operacionais e permitir que nossos profissionais concentrem seus esforços nas etapas que exigem uma atuação mais consultiva”, destaca.

Com a implementação, a expectativa é reduzir o tempo dedicado às atividades repetitivas e tornar mais eficiente o fluxo de atendimento, desde o primeiro contato até o agendamento da visita. Dessa forma, a equipe comercial poderá dedicar mais atenção à análise das necessidades dos clientes, à negociação e ao acompanhamento das oportunidades de venda.

Para a construtora, a adoção da tecnologia representa mais uma etapa na evolução de seus processos comerciais, combinando automação e atendimento humano para oferecer uma jornada de compra mais ágil e eficiente.

Com VGV recorde e inspiração Art Déco, GT Building apresenta edifício New Yorker no Centro de Curitiba

Com o maior Valor Geral de Vendas da história da incorporadora, o projeto une o charme do Art Déco ao design contemporâneo e traz um novo conceito de luxo, hospitalidade e conveniência

Depois de transformar o skyline de Curitiba com a construção do OÁS, o edifício mais alto da capital paranaense, e a realização de outras obras icônicas, a GT Building consolida mais um marco em sua trajetória. A incorporadora apresenta o New Yorker, seu novo empreendimento na região central da cidade que está em fase de pré-lançamento.

O projeto reúne moradia, comércio, gastronomia e serviços em um único endereço. Situado em um terreno com três acessos (pelas ruas Mariano Torres, Conselheiro Araújo e Amintas de Barros), o empreendimento está próximo a pontos de referência da cidade e áreas verdes, como o Passeio Público, o Teatro Guaíra e a Universidade Federal do Paraná. A localização também facilita o acesso a outros bairros, como o Alto da XV e o Centro Cívico.

Com arquitetura inspirada nos arranha-céus de Nova York e na estética Art Déco, o New Yorker foi concebido para combinar diferentes formas de viver a cidade. O empreendimento oferece studios e plantas de um e dois quartos, de 21 a 61 m², e propõe uma nova experiência de luxo urbano ao integrar os serviços de hospitalidade Suyts by HCC. A HCC soma mais de 25 anos de atuação no setor e tem em seu portfólio a operação de hotéis de marcas internacionais como Hilton, Wyndham e Radisson.

“A presença dessa estrutura reforça uma transformação na forma de compreender os empreendimentos compactos. O valor não está somente na metragem, mas na combinação entre localização, arquitetura, design, eficiência, privacidade e acesso a facilidades que simplificam a rotina”, afirma o diretor de Incorporação da GT Building, Marcelo Malucelli Thá.

Diferentes experiências, com privacidade e integração

Assinado pela Archibusiness e com fachada escalonada e linhas verticais, características marcantes da arquitetura Art Déco, o empreendimento inova na organização dos espaços compartilhados, que têm projeto de interiores do escritório Arquitetare. Os studios e os apartamentos de um e dois quartos contam com acessos e espaços próprios, pensados de acordo com as necessidades de cada perfil, sem deixar de compartilhar ambientes que favorecem a convivência. São 39 áreas comuns distribuídas entre o 2º e o 30º pavimento, com opções que incluem praças de convivência ao ar livre, espaço wellness, piscinas, sauna e Podcast/Live Room, ambiente para transmissões e gravações de conteúdo que acompanha as transformações nas formas de trabalho e de comunicação.

Pensadas para acompanhar as diferentes fases de vida, as unidades de dois quartos foram desenhadas com foco na longevidade e em soluções que favorecem o conforto e a praticidade. Entre os diferenciais estão piso aquecido no banheiro da suíte, barra de apoio dentro do box,   tomadas instaladas em alturas mais altas, reduzindo a necessidade de movimentos desconfortáveis no uso cotidiano, e botões de emergência ao lado da cama e do banheiro da suíte. Esses detalhes reforçam a proposta de oferecer espaços adaptados a diferentes fases da vida, com mais autonomia e funcionalidade. 

“As unidades menores dialogam com um público de rotina dinâmica, demandas objetivas e estadias definidas — seja o morador que encontra na metragem a medida exata de suas necessidades, seja o investidor que compreende a unidade como parte de um modelo de moradia de curta e longa temporada. Já as opções de um e dois quartos foram desenhadas para atender quem busca um refúgio urbano mais amplo, combinando as vantagens da localização central com mais conforto, espaços funcionais para morar ou se hospedar e uma estrutura de lazer e convivência sob medida”, diz o diretor de Incorporação da GT Building, Marcelo Malucelli Thá.

A proposta une a praticidade da localização central — próxima a serviços de saúde, farmácias, praças e equipamentos culturais — a um projeto arquitetônico inclusivo, ideal para quem busca viver com independência, praticidade e bem-estar. 

Conveniência e estrutura comercial 

Reforçando a vocação da GT Building para projetos com fachadas ativas, o térreo do New Yorker contará com uma galeria comercial que reunirá lojas, cafés e serviços selecionados, com acesso direto pela rua. A proposta dialoga com o conceito de “cidade de 15 minutos”, facilitando o acesso dos moradores a estabelecimentos comerciais e opções de lazer a pé ou de bicicleta.

“O New Yorker nasce do entendimento de que viver bem no centro é resgatar a conexão com a cidade, com a sua história e com as facilidades que ela oferece, sem abrir mão do conforto. Não estamos apenas registrando o maior VGV da história da GT Building, mas entregando um projeto que traduz a força do urbanismo moderno, unindo a estética cosmopolita de Nova York ao futuro de Curitiba”, destaca Marcelo Malucelli Thá.

Sobre a GT Building  

A GT Building é uma incorporadora curitibana e um dos principais players do mercado imobiliário da capital. Preocupada com o futuro, a GT Building se posiciona como uma empresa Climability®, que utiliza suas habilidades de criação de projetos inovadores aliada à consciência e vontade de ajudar na construção de um mundo melhor. Com o objetivo de neutralizar sua pegada ecológica, a empresa fez parcerias com organizações de preservação de biomas brasileiros para aquisição de créditos de carbono, compensando suas emissões de gases de efeito estufa.

Dia Nacional do Voluntariado destaca mobilização de milhares de pessoas pelo cooperativismo

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Iniciativas promovidas pelo Sicredi reuniram 19,5 mil voluntários e beneficiaram mais de 284 mil pessoas no Paraná, em São Paulo e no Rio de Janeiro

O voluntariado é uma das formas de transformar o compromisso com as pessoas em ações concretas. Ao dedicar tempo, conhecimento e trabalho a iniciativas que beneficiam outros, voluntários contribuem para fortalecer comunidades, ampliar a inclusão e estimular o desenvolvimento regional. No cooperativismo, esse trabalho está ligado a princípios como participação, colaboração e interesse coletivo.

O voluntariado ganha ainda mais visibilidade com o Dia C – Dia de Cooperar, iniciativa do Sistema OCB que reúne cooperativas de todo o país em torno de ações sociais, ambientais e educativas. Neste ano, o Dia C foi celebrado em 29 de agosto, um dia depois do Dia Nacional do Voluntariado.

No Paraná, em São Paulo e no Rio de Janeiro, o Sicredi mobilizou 19.522 voluntários em 1.219 ações, beneficiando 284.311 pessoas. A mobilização incluiu desde o apoio a instituições sociais e arrecadações solidárias até atividades com crianças e idosos nas áreas de saúde, educação, cidadania e meio ambiente. 

As agências e equipes administrativas participaram de campanhas de arrecadação de alimentos, leite, livros, brinquedos, materiais escolares, itens de higiene, fraldas e ração, além de encontros de convivência, revitalização de espaços e apoio a projetos sociais. Algumas ações tiveram continuidade em setembro, ampliando o alcance da mobilização.

Entre as frentes de atuação estiveram ainda campanhas de doação de sangue, apoio a hospitais, lares de idosos e casas de acolhimento, além de eventos beneficentes, como pizzas solidárias, feijoadas, festivais, bingos e caminhadas.

No campo da educação, os voluntários participaram da revitalização de escolas, da construção e da manutenção de hortas escolares, da arrecadação de livros e materiais e de atividades de educação financeira com crianças, jovens e comunidades. Na área ambiental, as ações envolveram o plantio de árvores, a recuperação de áreas verdes, a coleta de resíduos em rios e espaços públicos e o recolhimento de lixo eletrônico.

No Rio de Janeiro, colaboradores e familiares participaram de um mutirão de limpeza na Praia do Arpoador, em parceria com a Transformando – Cooperativa de Recicladores Ambientais. O trabalho incluiu ainda educação ambiental e conscientização sobre a preservação dos espaços públicos e a destinação adequada de resíduos.

Em Curitiba, o Dia C incluiu atividades de conservação ambiental na Sociedade Chauá, organização que atua há décadas com pesquisa, conservação, restauração e educação ambiental. Voluntários também participaram da pintura da sede da APAE Pinhais.

Cooperação que gera impacto

Para o gerente de Cooperativismo da Central Sicredi PR/SP/RJ, André Alves de Assis, o voluntariado expressa valores fundamentais do modelo cooperativo e fortalece os vínculos entre as instituições e as comunidades.

“Quando falamos em cooperação, estamos falando também de cuidar do território onde estamos inseridos. O Dia C nos permite transformar esse compromisso em ações concretas, aproximando nossos colaboradores e associados de projetos que fazem a diferença para as pessoas, para o meio ambiente e para as futuras gerações.”

Na avaliação da assessora de Desenvolvimento de Cooperativismo da Central Sicredi PR/SP/RJ, Mariana Baião, a mobilização evidencia a contribuição do trabalho voluntário para os territórios e as comunidades. “Mais do que realizar uma atividade pontual, participar do Dia C é colocar a cooperação em prática. Cada pessoa que doa seu tempo, seu trabalho ou seu conhecimento contribui para construir espaços mais acolhedores e comunidades mais fortes.”

A programação do Dia C esteve alinhada principalmente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas, com destaque para o ODS 1 (Erradicação da Pobreza), o ODS 2 (Fome Zero), o ODS 3 (Saúde e Bem-Estar), o ODS 4 (Educação de Qualidade), o ODS 10 (Redução das Desigualdades), o ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis) e o ODS 17 (Parcerias e Meios de Implementação).

Também participaram da ação os Comitês Mulher e Jovem, além de associados, colaboradores, familiares, parceiros e organizações locais. Além disso, o Sicredi mantém diversas outras iniciativas, como o Programa A União Faz a Vida, principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi, que tem como objetivo desenvolver valores de cooperação e cidadania em crianças e adolescentes por meio de práticas de educação cooperativa. Além dele, a instituição financeira cooperativa mantém outros, como Cooperação na Ponta do Lápis, Finanças na Mochila, Crescer e Pertencer, Fundo Social e Cooperativas Escolares.


Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10,5 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3,1 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

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Paraná sedia evento global de sustentabilidade

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Paraná sedia evento global de sustentabilidade

Em evento inédito no Brasil, pesquisadores internacionais vão debater resiliência climática e soluções ambientais para os municípios

O município de Campo Mourão (PR) sedia entre 27 e 29 de outubro o VIII Congresso Internacional de Desenvolvimento Sustentável (SD2026). O evento, que pela primeira vez acontece no Brasil, conta com uma programação em formato híbrido e tem como sede o Centro Universitário Integrado. Já confirmaram participação pesquisadores de Portugal, Espanha, Croácia, Turquia, África do Sul e Luxemburgo.

Também participam do congresso gestores públicos, empreendedores, startups, representantes da sociedade civil, estudantes e professores do Brasil e exterior. As inscrições estão abertas pelo link https://www.even3.com.br/2026sd-711548/

Ineditismo e cooperação internacional

As edições anteriores do SD2026 ocorreram na Polônia, Portugal, Espanha, Turquia e África do Sul.

O encontro tem como objetivo conectar especialistas de vários países para a troca de experiências e pesquisas, cooperação e debate sobre soluções práticas voltadas aos desafios ambientais, econômicos e sociais dos municípios, para a construção de territórios mais resilientes e inclusivos. Trabalhos científicos em inglês também poderão ser submetidos para análises.

“A escolha de Campo Mourão e da instituição de ensino superior resulta de uma combinação de ações concretas do poder público local, somada ao conhecimento e à internacionalização acadêmica, à produção científica, à inovação e a uma agenda robusta de sustentabilidade que reflete a maturidade do ecossistema local”, explica o head de Inovação do Centro Universitário Integrado, Fabrício Pelloso Piurcosky.

Em 2026, Campo Mourão se tornou o primeiro município do Sul do Brasil certificado simultaneamente pelas normas ISO 37120, 37122 e 37123. Essas diretrizes medem 226 indicadores de cidades sustentáveis, inteligentes e resilientes. 

Assuntos em discussão

Os temas do evento dialogam com os desafios paranaenses e de vários outros estados e países: gestão de resíduos, economia circular, drenagem urbana e resiliência climática, energia, mobilidade, agricultura sustentável, conservação ambiental e coordenação entre municípios e instituições.

“Essas questões ultrapassam os limites institucionais. A sustentabilidade não pode ser responsabilidade exclusiva da prefeitura, da universidade ou das empresas de forma isolada. Os desafios são de integrar essas iniciativas para solucionar um problema comum e transformar boas vivências locais em modelos escaláveis e replicáveis ao redor do planeta”, enfatiza Piurcosky.

Entre os principais assuntos em debate no VIII Congresso Internacional de Desenvolvimento Sustentável (SD2026) estão:

1) Cidades inteligentes e governança territorial: Uso de dados urbanos, planejamento estratégico e gestão pública eficiente.

2) Transição energética e energias renováveis: Soluções para eficiência energética e redução da pegada de carbono.

3) Economia circular e gestão de resíduos: Práticas sustentáveis aplicadas ao cotidiano e aos negócios.

4) Resiliência climática e infraestrutura: Gestão hídrica, drenagem urbana e adaptação a eventos climáticos extremos.

5) Empreendedorismo e inovação aberta: Integração entre universidades, startups, setor produtivo e o ecossistema local (com destaque para o Integrow – Ecossistema de Inovação do Integrado, que possui a certificação do selo CERNE 2, reconhecimento que atesta a maturidade da gestão orientada a resultados).

Relevância internacional

 programação científica contará com representação estrangeira e nacional. Entre os nomes internacionais confirmados estão Luís Loures (presidente da Universidade Politécnica de Portalegre) e Rui Alexandre Castanho (pesquisador do VALORIZA e embaixador do Pacto Europeu para o Clima), ambos de Portugal.

Representantes das universidades de Joanesburgo (África do Sul), de Extremadura (Espanha), dos Açores e da Madeira (Portugal) também marcarão presença. O cenário nacional ganha destaque com a presença de Luciana Cordeiro de Souza Fernandes, professora da Unicamp, referência em direito ambiental, escritora e vencedora do Prêmio Jabuti Acadêmico.

A palestra magna de abertura será ministrada por Edwin Vegas Gallo, reitor da Universidade Peruana de Ciências e Informática (Peru), com o tema “Do Rio 1992 a Paraná 2026: Avanços, Desafios e Perspectivas para a Sustentabilidade”.

Práticas locais como exemplo para o Brasil

Segundo os organizadores e apoiadores – que incluem a Prefeitura Municipal de Campo Mourão, o Centro Universitário Integrado, Unespar, UTFPR, Unicamp, Governo do Paraná, Campo Valley, UniSustentável, Instituto Água e Terra e Sphaera Axis -, a perspectiva é trabalhar em cooperação, compartilhar dados e projetos envolvendo academia, poder público e empresas em diferentes continentes para encontrar objetivos comuns voltados à economia circular, inovação, empreendedorismo e aos desafios sociais e ambientais.

“Desejamos transformar experiências isoladas em uma governança territorial unificada. Por isso, a troca de conhecimentos pode ajudar a melhorar a gestão dos municípios, reforçar o papel da ciência, da inovação e da cooperação global para promover soluções sustentáveis no presente e para o futuro”, complementa Fabrício Pelloso Piurcosky.

Serviço:

O quê: VIII Congresso Internacional de Desenvolvimento Sustentável (SD2026)

Quando: De 27 a 29 de outubro de 2026

Onde: Em Campo Mourão, no Centro Universitário Integrado (Av. Irmãos Pereira, 670, Centro, tel. 44-3518-2500)

Público-alvo: Pesquisadores do Brasil e do exterior, estudantes, docentes, gestores públicos, empreendedores, startups e representantes da sociedade civil

Inscrições: Estão abertas pelo link https://www.even3.com.br/2026sd-711548/ 

AVC: o que acontece entre a chegada ao Pronto-Socorro e o início do tratamento?

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AVC: o que acontece entre a chegada ao Pronto-Socorro e o início do tratamento?

No Hospital Angelina Caron, protocolo de atendimento prioriza rapidez no diagnóstico e no tratamento; reconhecer os sintomas e buscar ajuda imediatamente são atitudes decisivas para reduzir sequelas

Uma pessoa chega ao pronto-socorro com dificuldade para falar, perda de força em um dos braços ou desvio na boca. A equipe precisa agir rapidamente: cada minuto pode fazer diferença entre uma recuperação com menos sequelas e limitações que acompanham o paciente por toda a vida. No Acidente Vascular Cerebral (AVC), o tempo é um fator determinante para preservar a função cerebral e aumentar as chances de recuperação.

O AVC é uma emergência neurológica que ocorre quando o fluxo sanguíneo para uma região do cérebro é interrompido ou quando há o rompimento de um vaso sanguíneo, provocando danos às células cerebrais. A condição apresenta alto risco de morte e incapacidade, e a agilidade no reconhecimento dos sintomas, no diagnóstico e no início do tratamento é fundamental para o prognóstico.

No dia 29 de outubro, Dia Nacional de Prevenção ao Acidente Vascular Cerebral (AVC) e Dia Mundial do AVC, o Hospital Angelina Caron, localizado em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, chama a atenção para a importância do atendimento rápido e explica o que acontece entre a chegada do paciente ao pronto-socorro e o início do tratamento.

Uma corrida contra o tempo

Quando há suspeita de AVC, o atendimento segue etapas que precisam ser conduzidas com rapidez e precisão. No Hospital Angelina Caron, um protocolo específico orienta a equipe na avaliação do paciente, na investigação do quadro e na definição da conduta terapêutica mais adequada.

O primeiro passo é reconhecer os sinais de alerta e realizar uma avaliação clínica e neurológica. Em seguida, exames de imagem, especialmente a tomografia computadorizada de crânio, ajudam a identificar o tipo de AVC e a orientar a escolha do tratamento. Essa diferenciação é essencial porque as abordagens para os dois principais tipos da doença são distintas.

O AVC isquêmico acontece quando um vaso sanguíneo que leva sangue ao cérebro é obstruído, geralmente por um coágulo. Já o AVC hemorrágico ocorre quando há o rompimento de um vaso, provocando sangramento no cérebro ou em suas proximidades.

“Reconhecer os sintomas e procurar atendimento imediatamente é fundamental. No AVC isquêmico, existe uma janela de tempo para realizar a trombólise química, tratamento que utiliza medicamentos para dissolver o coágulo e restabelecer a circulação sanguínea. Em geral, esse tratamento deve ser iniciado em até quatro horas e meia após o início dos sintomas, desde que o paciente atenda aos critérios clínicos necessários. Por isso, precisamos considerar não apenas o tempo dentro do hospital, mas também o período entre o aparecimento dos sintomas, o deslocamento até o pronto-socorro, a avaliação médica e a realização dos exames”, explica Eduardo Hummelgen, coordenador do Serviço de Neurologia e Neurofisiologia do Hospital Angelina Caron.

A trombólise química pode transformar o prognóstico de pacientes elegíveis, aumentando as chances de recuperação e reduzindo o risco de sequelas. A indicação, porém, depende da avaliação médica e da confirmação de que o tratamento é seguro para cada caso.

Como reconhecer os sintomas de um AVC?

Os sinais de um AVC podem surgir de forma súbita e nem sempre aparecem todos ao mesmo tempo. Entre os principais sintomas estão:

  • Fraqueza ou perda de força: principalmente em um lado do corpo, atingindo o rosto, o braço ou a perna.
  • Alteração na fala: dificuldade para falar, articular palavras ou compreender o que outras pessoas dizem.
  • Assimetria facial: um lado da boca fica torto ou parece não responder normalmente.
  • Alterações visuais: perda súbita da visão ou dificuldade para enxergar.
  • Alterações no equilíbrio e na coordenação: tontura intensa, dificuldade para caminhar ou perda repentina de equilíbrio.
  • Dor de cabeça súbita e intensa: especialmente quando diferente das dores habituais e acompanhada de outros sintomas neurológicos.

Ao perceber qualquer um desses sinais, a orientação é acionar imediatamente o serviço de emergência, pelo SAMU (192), e não esperar que os sintomas desapareçam. Também é importante observar e, se possível, registrar o horário em que os sintomas começaram ou a última vez em que a pessoa foi vista sem eles. Essa informação ajuda a equipe médica a avaliar as possibilidades de tratamento.

Recuperação começa ainda durante a internação

Depois da fase aguda, o cuidado continua. A recuperação de um paciente que sofreu AVC exige acompanhamento multidisciplinar, com participação de médicos, profissionais de enfermagem, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas. O trabalho integrado permite acompanhar diferentes aspectos da saúde, identificar limitações e iniciar intervenções de acordo com as necessidades de cada pessoa.

A reabilitação deve começar tão cedo quanto for clinicamente seguro, respeitando as condições do paciente. A fisioterapia, por exemplo, pode contribuir para recuperar movimentos, trabalhar força muscular, melhorar a mobilidade e estimular a independência nas atividades cotidianas. Já a fonoaudiologia pode atuar nas dificuldades de fala, linguagem e deglutição, enquanto a terapia ocupacional auxilia na retomada de habilidades necessárias para as tarefas do dia a dia.

A alta hospitalar também faz parte desse processo. O paciente e seus familiares devem receber orientações sobre os cuidados necessários, a continuidade da reabilitação motora, o uso correto dos medicamentos e as medidas para reduzir o risco de um novo episódio. O acompanhamento após a internação é importante para dar continuidade à recuperação e reforçar o controle dos fatores de risco.

Coração e cérebro: uma conexão importante na prevenção

Além de reconhecer os sintomas e garantir o atendimento rápido, prevenir o AVC exige atenção à saúde cardiovascular. Coração e cérebro estão diretamente conectados pela circulação sanguínea, e algumas alterações cardíacas podem aumentar o risco de um evento cerebrovascular.

“Coração e cérebro estão intimamente relacionados. Algumas arritmias, como a fibrilação atrial, podem favorecer a formação de coágulos dentro do coração. Quando um desses coágulos se desprende e chega à circulação cerebral, pode provocar uma obstrução e desencadear um AVC. Por isso, identificar e tratar as doenças cardiovasculares é uma medida importante de prevenção”, explica Nayara Pravato Maziero, cardiologista do Hospital Angelina Caron.

A prevenção também envolve controlar a pressão arterial, o diabetes e o colesterol, não fumar, praticar atividade física regularmente, manter uma alimentação equilibrada e realizar acompanhamento médico. Pessoas com arritmias ou outras doenças cardiovasculares devem seguir as orientações individualizadas dos profissionais de saúde, inclusive quanto à necessidade de medicamentos para reduzir o risco de formação de coágulos.

Sobre o Hospital Angelina Caron

Fundado em 1983, o Hospital Angelina Caron (HAC) é uma instituição filantrópica de alta complexidade localizada em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Com mais de quatro décadas de atuação, realiza anualmente mais de 400 mil atendimentos a pacientes do SUS, convênios e particulares com atuação em áreas como oncologia, transplantes, cirurgia robótica, pediatria e reabilitação.

O modelo de cuidado é integrado ao ensino e à pesquisa por meio da UniCaron, do Departamento de Ensino e Pesquisa e dos programas de Residência Médica. Com foco em segurança, qualidade e atendimento humanizado, o HAC mantém como propósito promover saúde com excelência e ampliar seu impacto na assistência à população do Paraná e do Brasil.

Curitiba consolida estrutura de alta complexidade e novas tecnologias na ortopedia

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Curitiba consolida estrutura de alta complexidade e novas tecnologias na ortopedia

Capital reúne serviços especializados, formação médica e atendimento de alta complexidade, enquanto novas tecnologias, como a cirurgia robótica, ampliam os recursos disponíveis para diferentes áreas da especialidade

Da porta de entrada do trauma às cirurgias de alta complexidade, Curitiba construiu ao longo dos anos uma estrutura relevante na ortopedia brasileira. A presença de hospitais de referência, serviços especializados, programas de formação médica e profissionais dedicados às diferentes áreas da especialidade ajuda a explicar por que a capital paranaense concentra atendimentos que vão de fraturas e lesões esportivas a reconstruções articulares.

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia da Regional Paraná – SBOT-PR, Dr. Thiago S. Busato, a força da ortopedia em Curitiba não pode ser atribuída a um único fator. Ela está na combinação entre formação, especialização e estrutura assistencial. “Curitiba reúne serviços com tradição na formação de ortopedistas, profissionais que se especializaram nas diversas áreas da ortopedia e hospitais de nível global. Quando esses elementos convivem em uma mesma cidade, o paciente passa a ter acesso a uma rede ampla de conhecimento e possibilidades de tratamento”, afirma Busato.

Uma especialidade segmentada

Falar em ortopedia hoje significa tratar de uma especialidade muito mais ampla do que a imagem tradicional associada ao atendimento de fraturas. A evolução do conhecimento e das técnicas levou a uma atuação cada vez mais segmentada, com profissionais dedicados a áreas específicas como coluna, joelho, quadril, ombro e cotovelo, mão, pé e tornozelo, ortopedia pediátrica, trauma, oncologia ortopédica, osteometabólica, tumores ósseos e medicina esportiva.

Essa divisão acompanha a própria complexidade do sistema musculoesquelético e permite aprofundar o diagnóstico e o tratamento de condições bastante diferentes entre si. Uma lesão esportiva em um atleta, uma fratura em uma pessoa idosa, uma alteração ortopédica na infância ou o desgaste de uma articulação, por exemplo, exigem abordagens distintas.

Para o presidente da SBOT-PR, Dr. Thiago S. Busato, essa especialização também ajuda a explicar o nível alcançado pela ortopedia na capital paranaense. “Curitiba reúne profissionais com formação e experiência em praticamente todas as áreas da ortopedia. Essa diversidade é importante porque permite que casos com características muito diferentes sejam avaliados por especialistas dedicados àquele segmento, ao mesmo tempo em que estimula a troca de conhecimento e a atualização profissional”, afirma.

Estes avanços também estão relacionados à evolução das técnicas cirúrgicas, dos implantes, dos exames de imagem e das ferramentas utilizadas no planejamento dos procedimentos. “A ortopedia evoluiu muito nas últimas décadas. Hoje trabalhamos com subespecialidades, técnicas menos invasivas, novos implantes, planejamento cirúrgico e recursos tecnológicos que não existiam há alguns anos. Mas tecnologia sozinha não define excelência. Ela precisa estar associada à indicação correta, à formação do cirurgião e a uma equipe preparada para acompanhar o paciente antes, durante e depois do procedimento”, pontua o presidente da SBOT-PR, Dr. Thiago S. Busato.

Robótica amplia as possibilidades na ortopedia

Entre as transformações mais recentes está a incorporação da cirurgia robótica. Curitiba já conta com especialistas que utilizam plataformas robóticas em procedimentos ortopédicos, especialmente em cirurgias de substituição das articulações do joelho e do quadril. A tecnologia permite trabalhar com planejamento baseado em imagens tridimensionais e fornece ao cirurgião informações durante diferentes etapas do procedimento. É mais uma ferramentade precisão dentro de uma especialidade que vem incorporando recursos digitais ao planejamento e à execução cirúrgica.

Entretanto, o equipamento não substitui o ortopedista. A indicação, o planejamento e as decisões durante o procedimento continuam sob responsabilidade do cirurgião. A presença da tecnologia também não significa que todo paciente com um problema no joelho ou no quadril tenha indicação cirúrgica ou seja candidato a uma operação assistida por robô. O tratamento depende do diagnóstico, das características de cada caso e das alternativas disponíveis. “O avanço tecnológico é muito bem-vindo quando acrescenta precisão e informação ao trabalho do cirurgião, mas precisamos evitar a ideia de que o equipamento, por si só, determina a qualidade de um tratamento. A boa ortopedia começa pelo diagnóstico e pela indicação adequada. Em muitos casos, o melhor tratamento continua sendo conservador. Quando existe indicação cirúrgica, avaliamos qual técnica e quais recursos fazem sentido para aquele paciente”, explica Busato.

Formação continua no centro da excelência

Se as tecnologias mudam rapidamente, um componente permanece essencial: a qualificação do especialista. A formação do ortopedista não termina com a residência médica. Novas técnicas cirúrgicas, materiais, próteses, métodos de imagem, pesquisas e ferramentas digitais exigem atualização ao longo de toda a carreira. Congressos, cursos, treinamento prático, discussão de casos e intercâmbio entre especialistas fazem parte desse processo.

Para a SBOT-PR, esse é um ponto central quando se discute a posição de Curitiba na ortopedia. Um polo de excelência não se estabelece apenas pela disponibilidade de equipamentos de última geração. Ele depende de especialistas qualificados, formação permanente, produção e compartilhamento de conhecimento e incorporação responsável de novas tecnologias. “Nosso desafio é continuar avançando em formação, segurança, incorporação criteriosa de tecnologia e, principalmente, acesso. Excelência também significa fazer com que o conhecimento e os recursos disponíveis cheguem ao paciente que precisa deles”, conclui Dr. Thiago S. Busato.

Sobre a SBOT-PR

A Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – Regional Paraná (SBOT-PR) é a representação estadual da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, entidade científica dedicada ao desenvolvimento da especialidade no Brasil. Fundada em 1974, a Regional atua na promoção da educação médica continuada, na atualização científica e na valorização da prática ortopédica, reunindo especialistas de diferentes áreas da ortopedia e traumatologia em todo o Paraná.

Além de incentivar a formação e o aperfeiçoamento de novos especialistas por meio de cursos, congressos, reuniões científicas e programas de residência médica, a SBOT-PR também desenvolve ações de conscientização voltadas à prevenção de lesões, promoção da saúde musculoesquelética e segurança da população. A entidade mantém estreita colaboração com instituições de ensino, serviços credenciados e órgãos de saúde, contribuindo para o fortalecimento da assistência ortopédica e para a difusão de conhecimento baseado em evidências científicas.

Atual gestão:
Diretoria 2026
Presidente: Thiago S. Busato
1º Vice-Presidente: Fernando Ferraz Faria
2º Vice-Presidente: Marcela Penna
1º Secretário: Bruno Sbrissia
2º Secretário: Carlos Motooka
1º Tesoureiro: Josiano Valerio
2º Tesoureiro: Lucas Dias Godoi

Serviço:

SBOT-PR

Rua Itupava, 1299 – Conjunto 106

Bairro Hugo Lange

Telefones (41) 98777-8520

Curitiba – PR / CEP 80040-455

NHS é indicada ao Prêmio Líderes do Paraná 2026 na categoria Indústria

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NHS é indicada ao Prêmio Líderes do Paraná 2026 na categoria Indústria

Fabricante curitibana de nobreaks está entre as empresas selecionadas para a fase de votação popular da premiação promovida pelo LIDE Paraná

A NHS está entre as empresas indicadas ao Prêmio Líderes do Paraná 2026, promovido pelo LIDE Paraná. A fabricante de nobreaks, com sede em Curitiba, concorre na categoria Indústria e participa agora da etapa de votação popular. A indicação ocorreu na primeira fase da premiação, quando membros do LIDE Paraná, presidentes de entidades empresariais, patrocinadores e mantenedores puderam apontar empresas e lideranças em diferentes categorias. Os dez nomes com maior número de indicações em cada uma delas avançaram para a etapa seguinte após validação e aceite para participar.

Para a NHS, estar entre as empresas selecionadas tem um significado que vai além da própria premiação, especialmente por partir de indicações de integrantes do ambiente empresarial paranaense. “Receber essa indicação é muito significativo para a NHS porque vem de pessoas que acompanham o mercado e conhecem a força da indústria do Paraná. É um reconhecimento que dividimos com toda a nossa equipe. São anos desenvolvendo tecnologia e produzindo em Curitiba, com um trabalho que envolve diferentes áreas e muitas pessoas. Estar entre as empresas lembradas nesta categoria nos mostra que esse trabalho também é percebido fora dos nossos portões”, afirma Elisangela Mazza Auer, diretora comercial e de marketing da NHS.

Votação popular

Na edição de 2026, a categoria Indústria reconhece empresas do setor com impacto econômico e protagonismo em seus mercados. A votação popular é aberta a qualquer pessoa com CPF válido. Cada participante pode escolher até três empresas por categoria e não é necessário votar em todas as categorias.

A votação segue até 7 de novembro. Depois da apuração e da auditoria dos votos, os três nomes mais votados de cada categoria serão anunciados como finalistas em 11 de novembro. Todo o processo de votação é submetido à auditoria independente da Grant Thornton.

O Prêmio Líderes do Paraná chega à sexta edição em 2026. Promovida pelo LIDE Paraná, a iniciativa reconhece empresas e lideranças de diferentes setores da economia do estado. A cerimônia de premiação está prevista para 24 de novembro, em Curitiba.

Serviço:

NHS – Energia do Seu Jeito

Endereço: Av. Juscelino Kubitschek De Oliveira – Ld, 5270

Cidade Industrial de Curitiba, Curitiba – PR, 81260-000

Curitiba consolida estrutura de alta complexidade e novas tecnologias na ortopedia

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Capital reúne serviços especializados, formação médica e atendimento de alta complexidade, enquanto novas tecnologias, como a cirurgia robótica, ampliam os recursos disponíveis para diferentes áreas da especialidade

Da porta de entrada do trauma às cirurgias de alta complexidade, Curitiba construiu ao longo dos anos uma estrutura relevante na ortopedia brasileira. A presença de hospitais de referência, serviços especializados, programas de formação médica e profissionais dedicados às diferentes áreas da especialidade ajuda a explicar por que a capital paranaense concentra atendimentos que vão de fraturas e lesões esportivas a reconstruções articulares.

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia da Regional Paraná – SBOT-PR, Dr. Thiago S. Busato, a força da ortopedia em Curitiba não pode ser atribuída a um único fator. Ela está na combinação entre formação, especialização e estrutura assistencial.  “Curitiba reúne serviços com tradição na formação de ortopedistas, profissionais que se especializaram nas diversas áreas da ortopedia e hospitais de nível global. Quando esses elementos convivem em uma mesma cidade, o paciente passa a ter acesso a uma rede ampla de conhecimento e possibilidades de tratamento”, afirma Busato.

Uma especialidade segmentada

Falar em ortopedia hoje significa tratar de uma especialidade muito mais ampla do que a imagem tradicional associada ao atendimento de fraturas. A evolução do conhecimento e das técnicas levou a uma atuação cada vez mais segmentada, com profissionais dedicados a áreas específicas como coluna, joelho, quadril, ombro e cotovelo, mão, pé e tornozelo, ortopedia pediátrica, trauma, oncologia ortopédica, osteometabólica, tumores ósseos e medicina esportiva.

Essa divisão acompanha a própria complexidade do sistema musculoesquelético e permite aprofundar o diagnóstico e o tratamento de condições bastante diferentes entre si. Uma lesão esportiva em um atleta, uma fratura em uma pessoa idosa, uma alteração ortopédica na infância ou o desgaste de uma articulação, por exemplo, exigem abordagens distintas.

Para o presidente da SBOT-PR, Dr. Thiago S. Busato, essa especialização também ajuda a explicar o nível alcançado pela ortopedia na capital paranaense. “Curitiba reúne profissionais com formação e experiência em praticamente todas as áreas da ortopedia. Essa diversidade é importante porque permite que casos com características muito diferentes sejam avaliados por especialistas dedicados àquele segmento, ao mesmo tempo em que estimula a troca de conhecimento e a atualização profissional”, afirma.

Estes avanços também estão relacionados à evolução das técnicas cirúrgicas, dos implantes, dos exames de imagem e das ferramentas utilizadas no planejamento dos procedimentos. “A ortopedia evoluiu muito nas últimas décadas. Hoje trabalhamos com subespecialidades, técnicas menos invasivas, novos implantes, planejamento cirúrgico e recursos tecnológicos que não existiam há alguns anos. Mas tecnologia sozinha não define excelência. Ela precisa estar associada à indicação correta, à formação do cirurgião e a uma equipe preparada para acompanhar o paciente antes, durante e depois do procedimento”, pontua o presidente da SBOT-PR, Dr. Thiago S. Busato.

Robótica amplia as possibilidades na ortopedia 

Entre as transformações mais recentes está a incorporação da cirurgia robótica. Curitiba já conta com especialistas que utilizam plataformas robóticas em procedimentos ortopédicos, especialmente em cirurgias de substituição das articulações do joelho e do quadril. A tecnologia permite trabalhar com planejamento baseado em imagens tridimensionais e fornece ao cirurgião informações durante diferentes etapas do procedimento. É mais uma ferramentade precisão dentro de uma especialidade que vem incorporando recursos digitais ao planejamento e à execução cirúrgica.

Entretanto, o equipamento não substitui o ortopedista. A indicação, o planejamento e as decisões durante o procedimento continuam sob responsabilidade do cirurgião. A presença da tecnologia também não significa que todo paciente com um problema no joelho ou no quadril tenha indicação cirúrgica ou seja candidato a uma operação assistida por robô. O tratamento depende do diagnóstico, das características de cada caso e das alternativas disponíveis. “O avanço tecnológico é muito bem-vindo quando acrescenta precisão e informação ao trabalho do cirurgião, mas precisamos evitar a ideia de que o equipamento, por si só, determina a qualidade de um tratamento. A boa ortopedia começa pelo diagnóstico e pela indicação adequada. Em muitos casos, o melhor tratamento continua sendo conservador. Quando existe indicação cirúrgica, avaliamos qual técnica e quais recursos fazem sentido para aquele paciente”, explica Busato.

Formação continua no centro da excelência

Se as tecnologias mudam rapidamente, um componente permanece essencial: a qualificação do especialista. A formação do ortopedista não termina com a residência médica. Novas técnicas cirúrgicas, materiais, próteses, métodos de imagem, pesquisas e ferramentas digitais exigem atualização ao longo de toda a carreira. Congressos, cursos, treinamento prático, discussão de casos e intercâmbio entre especialistas fazem parte desse processo.

Para a SBOT-PR, esse é um ponto central quando se discute a posição de Curitiba na ortopedia. Um polo de excelência não se estabelece apenas pela disponibilidade de equipamentos de última geração. Ele depende de especialistas qualificados, formação permanente, produção e compartilhamento de conhecimento e incorporação responsável de novas tecnologias. “Nosso desafio é continuar avançando em formação, segurança, incorporação criteriosa de tecnologia e, principalmente, acesso. Excelência também significa fazer com que o conhecimento e os recursos disponíveis cheguem ao paciente que precisa deles”, conclui Dr. Thiago S. Busato.