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Psicoterapia infantil: quando e como buscar ajuda?

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Dificuldades emocionais, comportamentais ou sociais podem ser sinal de que as crianças precisam de acompanhamento profissional

Sucesso de crítica e público, “Divertida Mente 2” arrastou multidões aos cinemas para acompanhar a história de Riley, uma menininha que está entrando na adolescência e precisa aprender a lidar com sentimentos antes desconhecidos. Na realidade, reconhecer e compreender as emoções também pode ser um desafio para muitas crianças e, em alguns casos, a psicoterapia é uma opção para ajudá-las a passar por esse processo.

A professora do curso de Psicologia da Universidade Positivo (UP) – campus Londrina Denise Silveira Barbosa explica que, no caso dos pequenos, a psicoterapia é indicada “quando a criança apresenta dificuldades emocionais, comportamentais ou sociais que interferem em seu desenvolvimento saudável. Mudanças de comportamento, como agressividade ou retraimento, dificuldades na socialização, alterações no sono ou na alimentação, e questões relacionadas à ansiedade ou experiências traumáticas ajudam a identificar essa necessidade”. Mudanças de escola ou de cidade, separação dos pais, luto e problemas na escola também podem se tornar muito menos dolorosos com a ajuda de um psicólogo.

No entanto, não é necessário um grande evento para que a criança experimente algum desconforto emocional e precise de ajuda para lidar com isso. Situações do cotidiano, como a dinâmica entre irmãos ou a quebra de expectativas parentais também são fatores comuns para que os cuidadores busquem a psicoterapia. “De maneira geral, ela é indicada quando pode ser importante que as experiências infantis sejam significadas e experimentadas em um contexto seguro e quando os pais podem se beneficiar de orientações sobre as situações vivenciadas”, explica.

Por fim, diagnósticos de neurodivergência, como transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e dificuldades de adaptação dos pequenos podem exigir acompanhamento profissional. “Essas condições podem estabelecer desafios emocionais, comportamentais ou sociais que impactam o bem-estar da criança. A terapia pode auxiliar na promoção de estratégias adaptativas para lidar com essas dificuldades, proporcionando um ambiente seguro para que a criança desenvolva habilidades de comunicação, interação social e regulação emocional.”

A partir de que idade as crianças podem fazer psicoterapia?

Crianças de qualquer idade podem fazer psicoterapia, mas, naturalmente, as abordagens são diferentes dependendo da idade do paciente. O professor do curso de Psicologia da UP Romano Zattoni afirma que “crianças podem fazer psicoterapia desde uma idade muito tenra, até mesmo no primeiro ano de vida existe o trabalho com psicólogos, caso já se identifiquem questões do desenvolvimento ou indícios de que alguma espécie de problema pode vir a se instaurar”. Quando o trabalho é iniciado assim, tão cedo, a participação dos pais ou responsáveis é fundamental para o bom andamento do processo terapêutico, “focando na orientação parental e na criação de ambientes mais favoráveis ao desenvolvimento emocional e comportamental da criança”, lembra Denise.

Cuidados necessários

Zattoni ressalta que, ao buscar um profissional para atender os pequenos, é preciso considerar a especialidade desse psicoterapeuta e o acolhimento que ele oferece também à família. É indispensável que seja um profissional especializado na psicoterapia infantil porque esses pacientes têm necessidades específicas que exigem cuidado e conhecimento. Quanto à relação com a família, “os pais também devem se sentir à vontade para compartilhar questões e para se sentir ouvidos também por essa ou por esse profissional, que deve também acolhê-los em seu sofrimento. Isso porque, muitas vezes questões que os pais estejam vivendo terão também influência nas questões da criança”.

Além disso, não se pode esquecer de que o foco do tratamento deve estar na criança e, portanto, o ambiente oferecido a ela, tanto físico quanto emocional, deve ser acolhedor e seguro. “É importante que esse seja um espaço em que a criança se sinta à vontade para expressar suas emoções e comportamentos”, alerta Denise.

Participação da família é fundamental

“O trabalho com crianças em clínica não se constrói sem a presença da família. Os pais e responsáveis atuam como importantes agentes e consolidadores de mudança, pois são eles que vivenciam o dia a dia da criança e podem levar as questões discutidas em sessão para ambiente familiar”, aconselha a psicóloga. Ela pontua que é por meio da família que o terapeuta pode conhecer melhor a criança, visto que, muitas vezes, elas ainda não conseguem falar sobre si mesmas.

Alguns dos fatores necessários para que a família contribua com o processo terapêutico, diz, são honestidade, abertura, comunicação e engajamento. “É bastante frequente que as fontes de sofrimento e dificuldade das crianças tenham relação com as próprias fontes de sofrimento e dificuldade dos pais. Assim, a honestidade para identificar essas relações e abertura para alterá-las, conforme sugestões do psicoterapeuta, podem ser partes importantes do processo.” Os pais precisam, ainda, acompanhar regularmente as sessões, com disponibilidade para realizar sessões eles mesmos, e estar dispostos a refletir sobre o papel da dinâmica familiar no comportamento da criança. “Essa parceria entre pais e terapeuta é crucial para que o processo psicoterapêutico tenha resultados efetivos e duradouros”, finaliza.

Sobre a Universidade Positivo

A Universidade Positivo é referência em Ensino Superior entre as IES do Estado do Paraná e é uma marca de reconhecimento nacional. Com salas de aula modernas, laboratórios com tecnologia de ponta e mais de 400 mil metros quadrados de área verde no campus sede, a Universidade Positivo é reconhecida pela experiência educacional de mais de três décadas. A Instituição conta com três unidades em Curitiba (PR) e uma em Londrina (PR), e mais de 70 polos de EAD no Brasil. Atualmente, oferece mais de 60 cursos de graduação, centenas de programas de especialização e MBA, cinco programas de mestrado e doutorado, além de cursos de educação continuada, programas de extensão e parcerias internacionais para intercâmbios, cursos e visitas. Além disso, tem sete clínicas de atendimento gratuito à comunidade, que totalizam cerca de 3.500 metros quadrados. Em 2019, a Universidade Positivo foi classificada entre as 100 instituições mais bem colocadas no ranking mundial de sustentabilidade da UI GreenMetric. Desde março de 2020 integra o Grupo Cruzeiro do Sul Educacional. Mais informações em up.edu.br/

Grupo Marista anuncia nova estratégia de Governança ESG

PUCPR, FTD Educação e hospitais Universitário Cajuru e São Marcelino Champagnat estabelecem compromissos a serem cumpridos até 2030

A governança corporativa tem se consolidado como um dos principais pilares estratégicos para empresas que buscam longevidade, transparência e impacto positivo. Investidores de todo o mundo estão cada vez mais atentos a organizações que adotam práticas sólidas de governança, pois veem nelas um caminho para prevenir conflitos, assegurar a sustentabilidade e gerar valor a longo prazo. Segundo a pesquisa “Pratique ou Explique: Análise Quantitativa dos Informes de Governança”, realizada pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) em parceria com a EY e TozziniFreire Advogados, houve um aumento de 14,2% na adesão às práticas recomendadas de governança nos últimos cinco anos, atingindo 65,3% em 2023. Esse crescimento reflete a importância crescente desse pilar para o mercado.

O cenário atual mostra que empresas com boas práticas de governança têm apresentado desempenho superior em comparação àquelas com estruturas de governança mais fracas, o que aumenta o interesse dos stakeholders. Isso é especialmente relevante para empresas que atuam em áreas essenciais ao desenvolvimento social, como saúde e educação. Esse é o caso do Grupo Marista, que reúne a PUCPR, a FTD Educação e os hospitais Universitário Cajuru e São Marcelino Champagnat e adotou uma nova estratégia de governança ESG. 

Um dos objetivos da instituição é se consolidar cada vez mais como referência em sustentabilidade, adotando um modelo de gestão que prioriza a transparência e o impacto social. Segundo o CEO do Grupo Marista, Maurício Zanforlin, a decisão de fortalecer esse pilar dentro da estratégia ESG não apenas atende às expectativas dos clientes, que consideram as  práticas corporativas um fator decisivo, mas também reforça o compromisso crescente de transformar a sociedade por meio das operações nas áreas de atuação. “A governança corporativa é, hoje, um dos principais ativos das empresas que buscam se diferenciar no mercado, não só pela eficiência, mas também pelo valor que geram para a sociedade. Nosso diferencial está em unir duas frentes de atuação que, embora distintas, se complementam. Essa abordagem integrada contribui diretamente para o desenvolvimento social, impactando as áreas que mais precisam de melhorias no Brasil”, explica Zanforlin. 

A nova estratégia, aprovada pelo Conselho de Administração (CAD) em fevereiro deste ano, reforça a transformação social como centro da atuação do Grupo, reconhecendo que a sustentabilidade financeira e o impacto social caminham juntos. Com projetos próprios e transversais planejados até 2030, a instituição pretende liderar em práticas sustentáveis e gerar valor compartilhado para todos os seus stakeholders.


Estratégias bem traçadas

“Um dos principais destaques da nossa governança ESG é a autonomia que concedemos às nossas frentes de missão. Cada área, seja na saúde ou na educação, tem liberdade para implementar iniciativas de sustentabilidade de acordo com as suas realidades, sempre alinhadas às diretrizes do Grupo. Essa flexibilidade, combinada a uma gestão rigorosa e transparente, nos permite avançar com agilidade, atendendo às demandas locais sem perder de vista os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU”, destaca o CEO. 

Com forte envolvimento da alta liderança, o Grupo busca aproveitar sua cultura organizacional para avançar nessa estratégia. Para isso, criou o programa “Geração ESG”, a ser lançado nos próximos meses, para promover cursos e capacitações para que os mais de sete mil colaboradores desenvolvam pequenas atitudes cotidianas que impactam a sustentabilidade. Além disso, implementou o Fórum ESG, composto por representantes das diferentes frentes de missão e eixos temáticos, garantindo que as metas estabelecidas para 2030 sejam monitoradas e ajustadas conforme necessário, promovendo uma governança ativa e participativa. “Com essa nova estratégia de governança, o Grupo Marista busca reforçar sua posição como um dos grupos educacionais e de saúde mais inovadores e comprometidos do Brasil, além de se destacar ainda mais como referência em transparência, sustentabilidade e impacto social, alinhando-se às melhores práticas globais de governança corporativa”, conclui Maurício.

5ª Feira de Vinil, Colecionáveis e Variedades traz mais de 10 mil opções para presentear no Natal

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5ª Feira de Vinil, Colecionáveis e Variedades traz mais de 10 mil opções para presentear no Natal

Evento será no dia 1º de dezembro, com entrada gratuita e DJ Papai Noel

No próximo domingo, dia 1º, acontece a 5ª Feira de Vinil, Colecionáveis e Variedades, edição especial de Natal. O evento trará mais de 10 mil opções de discos de vinil, fitas cassete, objetos colecionáveis e decorativos, games, camisetas temáticas, aparelhos de som antigos, queijos e vinhos. As atividades acontecem das 10h às 18h, no ginásio do Ukra Bar (Rua Pará, 1079, Água Verde), com entrada gratuita. Serão realizados também vários sorteios durante a feira, com itens que vão de discos novos a camisetas. Para completar, um Papai Noel DJ vai animar o dia com o melhor do rock dos anos 70, 80 e 90.

A feira vai reunir 20 expositores de vinil do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Eles irão oferecer discos dos mais variados estilos, do rock à MPB, do sertanejo ao jazz. Um estande será dedicado totamente às fitas cassete, que vêm ganhando espaço no mercado, inclusive com lançamentos de novos artistas. Na parte de objetos colecionáveis, estarão disponíveis brinquedos, produtos geek, bonecos funko, entre outros. Quem curte videogames antigos também vai ter seu espaço, com exposição de jogos, consoles e portáteis de várias épocas. E será possível jogar durante a feira, gratuitamente. Os visitantes também vão poder escolher um vinil grátis em uma caixa previamente selecionada (quantidade limitada).

Na linha de presentes temáticos, Ruído Camisetas estará com uma promoção exclusiva para a feira: na compra de três camisetas por R$ 197, o cliente ganha mais uma.

Para deixar a feira ainda melhor, o Ukra Bar terá disponível um tap com doze torneiras de chopes artesanais, cervejas de garrafa e drinks. Também um cardápio de porções e sanduíches. O espaço externo tem área kids com opções de brinquedos.

A 5ª Feira de Vinil, Colecionáveis e Variedades é uma realização do coletivo CWB Vinil Fest, formado pelas empresas Espaço Alternativo, Personal Records e Ruído Camisetas, juntamente com o Ukra Bar. Saiba mais no instagram @cwb_vinilfest ou no Facebook CWB Vinil Fest.

Serviço:

5ª Feira de Vinil, Colecionáveis e Variedades

Dia: 1º de dezembro de 2024

Horário: Das 10h às 18h.

Local: Ukra Bar

Rua Pará, 1079, Água Verde.

Reservas pelo whatsapp (41) 3521-7603

Entrada gratuita

Evento Pet friendly

Instagram: @cwb_vinilfest

Chocolateria artesanal lança novidades para Natal e Black Friday

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Chocolateria artesanal lança novidades para Natal e Black Friday

D’Fuhrmann Chocolates apresenta deliciosos atrativos natalinos e descontos especiais entre 25 e 30 de novembro

Faltando um mês para o Natal, a D’Fuhrmann Chocolates está repleta de novidades para quem deseja presentear os amigos, familiares e colegas de trabalho com o melhor chocolate artesanal de Curitiba – em diferentes sabores, tamanhos e formatos – ou quer se presentear com uma iguaria refinada, de sabor inigualável e pouco doce.

Na chocolateria – que atua há 24 anos na capital paranaense – o slogan do ano é o Natal especial para pessoas especiais. A temática foi inspirada no céu estrelado, na tradição das cores e flores. Os produtos de elevada qualidade agradam aos paladares mais exigentes, unem as ‘receitas secretas alemãs’ de quatro gerações e os conceitos exclusivos trazidos dos salões de chocolate da Bélgica e da França.

Cheirinho de Natal

Entre os destaques natalinos da D’Fuhrmann estão a Árvore de Mel com Chocolate 95g (R$ 24), a Bolacha Boneca 80g (R$ 22,90), o Pão de Mel Temático com Doce de Leite 70g (R$ 14,90), o Panetone de Chocolate 530g (R$ 72,90) e o Panetone de Frutas 610g (R$ 78).

Outras delícias incluem a Bomboniere da Oma com Pão de Mel 590g (R$ 136), os diversos panetones e chocotones sem açúcar 480g (R$ 72 e R$ 63), enquanto uma infinidade de lembrancinhas variadas sai a partir de R$ 11,90 a unidade.

“São produtos únicos, que representam a tradição e as delícias do período mais aguardado do ano. Fazemos tudo de modo artesanal e com muita delicadeza. Cada gota de chocolate, cada laço, cada embalagem é excepcional e vem repleta de muito afeto. Nosso pão de mel é um dos itens mais procurados há 21 anos seguidos e por isso estamos reforçando os estoques, conta a chocolatier Selma Maria Fuhrmann Dembiski.

A empresa também inovou em kits de Natal para a linha corporativa. Para atender a demanda, que deve crescer 5% em relação ao ano passado, a D’Fuhrmann Chocolates aceita as encomendas até o dia 10 de dezembro.

Black Choco Friday

Além desses atrativos, as três lojas físicas da capital paranaense [Galeria Suissa, Mercado Municipal, Loja e Fábrica Uberaba] participam da Black Choco Friday.

Entre os dias 25 e 30 de novembro, os clientes terão condições especiais em diversas opções que incluem produtos selecionados e que estão entre os mais vendidos; como o panetone especial em que a primeira unidade sai a R$ 78,90 e as demais saem a R$ 67,06 cada. Já o chocotone especial sai a R$ 72,90 a primeira unidade e as outras saem por R$ 61,96 cada.

Outra opção envolve os minis panetones e os minis chocotones. Na compra de dez unidades, o cliente ganha um de cortesia. As barras de chocolate terão 20% de desconto na segunda unidade.

“Será uma semana com grandes descontos. Queremos que todas as pessoas saboreiam o melhor chocolate artesanal de Curitiba. Por isso, fizemos essas ações diferenciadas e com duração limitada”, explica Selma.

Sem açúcar, sem glúten e sem lactose

Além das barras, trufas, alfajores e cestas de presentes variadas, a linha de chocolates sem açúcar, sem glúten e sem lactose da D’Fuhrmann também agrada àqueles com restrições alimentares ou quem deseja cuidar da saúde sem deixar de apreciar um alimento fino e elaborado com altos percentuais do mais puro cacau brasileiro.

“Com todos esses atrativos, devemos ter um Natal com mais trabalho, mais vendas e mais pessoas se confraternizando. Os abraços, os sorrisos e a alegria em reunir as famílias e as pessoas que a gente ama é sempre uma ocasião especial e que merece ser celebrada com chocolate de qualidade”, complementa a chocolatier Selma Maria Fuhrmann Dembiski.

Sobre

A D’Fuhrmann Chocolates é uma empresa curitibana com suas origens na tradição alemã. Está no mercado há 24 anos e oferece ampla variedade de chocolates artesanais, com elevada qualidade e sabor único (pouco doce).

Empresa familiar, a D’Fuhrmann Chocolates tem em seu comando a empresária e chocolatier Selma Maria Fuhrmann Dembiski e sua filha, Ana Cecília Dembiski Erbano.

O amor e o interesse pelo fabuloso mundo do chocolate transformaram Selma em uma especialista no assunto, que sempre participa de feiras e cursos no Brasil e na Europa. Já Ana Cecília – que desde pequena interage com a produção e setor de embalagens – complementa a empresa nas áreas de administração e marketing.

Além da loja virtual, a www.dfuhrmannchocolates.com.br tem três unidades físicas em Curitiba. A matriz e a fábrica ficam no Eixo Rodoviária-Aeroporto, no Uberaba (Comendador Franco, 5050). A chocolataria possui um ponto de vendas na Galeria Suissa (no Centro de Curitiba) e outra filial que atende os turistas e a região no Mercado Municipal de Curitiba.

Escolas devem informar se autorizam o uso do celular em sala de sala

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Escolas devem informar se autorizam o uso do celular em sala de sala

Além de definir ou atualizar as próprias regras, instituições de ensino devem avisar toda a comunidade escolar

As escolas públicas e privadas devem informar se permitem ou impedem o uso do celular em sala de aula, no recreio e nos intervalos. O comunicado deve ser enviado à toda comunidade escolar – que envolve a equipe de gestores, professores, funcionários, estudantes, pais e responsáveis dos alunos – mas não existe um prazo limite para fazer esse aviso.

Apesar de alguns estados e municípios já restringirem o uso dos aparelhos nas escolas, o Brasil busca uma norma nacional para regular o uso de smartphones e outros aparelhos eletrônicos portáteis, baseado em estudos que consideram que o uso excessivo desses equipamentos diminui a atenção dos estudantes, prejudica a concentração, o desempenho escolar, a saúde mental e a socialização de crianças e jovens.

Regras para a futura lei

O assunto ganhou ainda mais evidência depois que a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou – no dia de 30 de outubro – o Projeto de Lei 104/2015, que prevê que os aparelhos só serão admitidos em sala de aula se integrarem às atividades didático pedagógicas e forem autorizados pelos professores.

O texto agora segue – em caráter conclusivo – para a Comissão de Constituição e Justiça. Para virar lei, a proibição precisa ser aprovada pelos deputados e senadores e depois ser sancionada pelo Presidente da República. Mesmo antes da decisão no Congresso Nacional, o Ministério da Educação começa a discutir com os entes federados maneiras de regulamentar a futura lei.

Números de estudantes e de smartphones

Segundo dados do Censo Escolar 2023 – elaborado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e realizado em parceria com secretarias estaduais e municipais de educação, escolas públicas e privadas de todo país – o Brasil registrou 82,9 milhões de matrículas no ano passado.

Desse total, 47,3 milhões são na educação básica; 26,1 milhões são ensino fundamental; 7,7 milhões são do ensino médio e 1,8 milhão são da educação especial. Já 35ª edição da Pesquisa de Uso da Tecnologia da Informação, realizada pela FGV em maio de 2024, mostra que existem cerca de 1,2 smartphones por habitante no país, totalizando 258 milhões de aparelhos em uso.

Diálogo construtivo

Os números grandiosos também revelam outra complexidade, pois cada sistema de ensino – público ou privado – tem a liberdade para definir as melhores formas de implementar as normas.

“É fundamental que as escolas demonstrem suas regras, atualizem seus procedimentos internos, tais como projetos pedagógicos e regimentos, bem como realizem formas efetivas de avisarem a comunidade escolar sobre eventuais proibições ou restrições”, explica Paulo Bandeira, advogado e membro da Associação Brasileira de Direito Educacional (ABRADE).

Por não haver uma legislação nacional definitiva, as instituições de ensino não necessitam tomar nenhuma medida imediata, mas devem se preparar caso o Projeto de Lei seja aprovado, uma vez que entrará em vigor no ato da sua publicação.

“O maior dano será ter ruídos de informação, pais e equipes descontentes. Recomendo envolver a comunidade num diálogo construtivo e informativo. A orientação é que cada escola avalie internamente os benefícios e malefícios que a utilização dos aparelhos eletrônicos poderá trazer na utilização para fins pedagógicos”, reforça Bandeira, que é mestre em Direito Empresarial e Cidadania pelo UniCuritiba, tem escritório jurídico na capital paranaense e atua em todo o país na área educacional.

Excessos e prejuízos

Segundo a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), o uso excessivo de telefones celulares impactam o aprendizado. No Relatório de monitoramento global da educação, resumo, 2023: a tecnologia na educação: uma ferramenta a serviço de quem?, a Unesco enfatiza a necessidade de uma “visão centrada no ser humano” e que a tecnologia digital deve ser utilizada como uma ferramenta e não para substituir a interação humana.

De acordo com a agência da ONU, 17 países já têm políticas de banimento ou restrições de celular em escolas: México, Estados Unidos, Canadá, Guiné, Portugal, França, Escócia, Suécia, Espanha, Holanda, Letônia, Finlândia, Turquia, Uzbequistão, Índia, Bangladesh, Indonésia.

“A tecnologia e a inovação agregam valor ao processo de ensino-aprendizagem, mas as escolas devem promover o uso consciente da tecnologia, de forma a deixar claro os processos à toda a comunidade escolar”, enfatiza o membro da ABRADE.

Sofrimento psíquico

Ainda segundo o Projeto de Lei 104/2015, as redes de ensino e as escolas deverão abordar o tema do sofrimento psíquico e da saúde mental dos alunos da educação básica, apresentando a eles informações sobre riscos, sinais e prevenção do sofrimento, incluindo o decorrente do uso imoderado de celulares e do acesso a conteúdo impróprio.

Segundo o especialista em Direito Educacional, o PL cria uma nova necessidade às escolas, que deverão oferecer espaços de escuta e de acolhimento para alunos ou funcionários em sofrimento; principalmente decorrentes do uso imoderado de telas e Nomofobia, que é a angústia provocada pela ausência do celular.

“Será preciso treinar professores para detectar sinais sugestivos de sofrimento psíquico e mental, bem como criar esses novos espaços internos. Isso vai trazer novos desafios organizacionais às instituições de ensino, inclusive financeiro”, observa Paulo Bandeira.

Sobre

Paulo Bandeira é advogado, mestre em Direito Empresarial e Cidadania pelo UniCuritiba, especialista em Direito Educacional, professor universitário e membro da Associação Brasileira de Direito Educacional (ABRADE).

Curitibana Fernanda Vilela lança no Brasil curta-metragem mundialmente premiado

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Curitibana Fernanda Vilela lança no Brasil curta-metragem mundialmente premiado

“Amentalio” retrata a tristeza e a dura realidade de milhares de mulheres: o aborto espontâneo 

A atriz, escritora e produtora Fernanda Vilela escolheu sua cidade natal, Curitiba, para fazer o lançamento nacional do curta-metragem “Amentalio”. O filme foi gravado neste ano, em Los Angeles, nos Estados Unidos, e conquistou a crítica ao redor do mundo, o que rendeu inúmeros prêmios para a curitibana, incluindo Top Shorts; Festigious International Film Festival; Los Angeles Film Awards; Golden Nugget International Film Festival; Cannes World Film Festival; Cine Paris e Stockholm City Film Festival, dentre outros.

“Amentalio”, baseado em relatos reais, retrata a realidade vivida por muitas mulheres, às vezes sozinhas, outras ao lado dos companheiros: o aborto espontâneo. O curta-metragem tem como personagens Emília, estrelada pela própria Fernanda, e seu companheiro Liam, vivido pelo ator Will Martella, que descobrem a gestação do primeiro filho e, consequentemente, iniciam os preparativos para a chegada do bebê. A expectativa e a felicidade se tornam parte do novo núcleo familiar, até que algo inesperado faz com que a palavra “vida” precise ser ressignificada.

Fernanda se debruçou em pesquisas, depoimentos e histórias compartilhadas para construir a obra e tornar “Amentalio” uma fonte de apoio e acolhimento para essas mulheres.

Não à toa o curta-metragem teve sucesso imediato. Fernanda Vilela e seu filme foram selecionados para diversos festivais e receberam uma série de premiações, incluindo melhor atriz, melhor produtora, melhor roteirista e melhor filme ao redor do mundo:

Estados Unidos:
Top Shorts (Melhor Drama, Melhor Roteiro de Drama, Melhor Atriz);
Festigious International Film Festival (Melhor Atriz, Melhor Ator, Mulheres Inspiradoras no Cinema, Melhor Roteiro Original, Melhor Drama International);
New York Film Festival (Melhor Atriz);
Los Angeles Film Awards (Melhor Atriz em Filme Indie, Melhor Drama);
New York Film Awards (Melhor Drama, Melhor Atriz em Filme Indie, Melhor Roteiro Original)

Reino Unido:
Golden Nugget International Film Festival (Melhor Atriz e Melhor Curta-Metragem)

Índia:
Birsamunda International Film Awards (Melhor Filme Internacional e Melhor Atriz) Poombukar Independent Film Festival (Melhor Curta-metragem Internacional, Melhor Roteiro Original, Melhor Produtora, Melhor Atriz)

França:
Cannes World Film Festival (Melhor Produtora)
Cine Paris (Melhor Atriz e Melhor Curta-metragem)

Suécia:
Stockholm City Film Festival (Melhor Curta e Melhor Curta-metragem);

Online:
Actors Awards (Melhor Atriz em Drama, Melhor Atriz em Filme Indie, Melhor Atriz) Best International Film Festival

Nomeações:
Apex, Bol-News Hybrid Award, Caorle Film Festival, CKF International Film Festival, Freedom Festival, I AM Film Festival, Korea International Film Festival, Luminax International Film Festival, ARFF Amsterdam (Melhor Atriz), Southport International Short Film Festival, Mumbai Shorts International Film Festival, Phoenix Rising International Film Festival, Ayodhya Film Festival, All That Moves Festival

Menções Honrosas:
Best Short Competition (Tema sobre Mulheres);
European International Film Festival, Festival de Santa Cruz, Islampur International Film Festival, Margate Film Festival, RED Movie Awards

“Amentalio” estará disponível para o público no dia 06 de dezembro, no Youtube.

Sobre Fernanda

Fernanda morou por três anos em Los Angeles, nos Estados Unidos, onde participou de peças teatrais como “Where the Cross is Made”, escrita por Eugene O’Neill, e “Ghosts Can’t Pay Rent”, vencedora de prêmios no Hollywood Fringe, escrita por Sarah Ruttan, na qual interpretou a protagonista, Cas.

A atriz estudou nas renomadas escolas Lee Strasberg Theatre and Film Institute, Margie Haber, Warner Loughlin e The Groundlings, tendo a oportunidade de aprender com grandes nomes da indústria como Lily James (atriz de Cinderela, 2015), Sharon Angela (Família Soprano), David Lee Strasberg, dentre outros. No Brasil, estudou na Hollywood Film Academy, onde teve a honra de aprender com o diretor Junior Pereira e o acting coach Bruce Ducat.

Na área cinematográfica, Fernanda Vilela estrelou diversos curtas, como “En El Nombre de El”, onde interpretou Maria, a protagonista, sob a direção de Cielo Yánez; “State of Purgatory”, no qual foi a antagonista Celine, dirigido por Eric-Ezra Vazquez.

Atualmente, Fernanda Vilela está empolgada com a possibilidade de produzir seu mais novo projeto, o longa-metragem “Uma Canção de Ninar”, escrito com Anderson Vianna. O filme conta a história de Flora, uma mãe que, após o desaparecimento misterioso de seu filho, embarca em uma jornada para encontrá-lo, provando que seu amor não conhece limites nem fronteiras.

No dia 05.12, será realizada a premiére nacional de “Amentalio”, em Curitiba, quando Fernanda aproveitará a oportunidade para divulgar, em primeira mão, o teaser de “Uma Canção de Ninar”.

Serviço:

Lançamento Nacional “Amentalio”

Data de lançamento para o público: 06.12.2024

Canal do Youtube: https://youtube.com/@amentaliofilme?si=XrPeKeNJLOB7StOv

Rede Social: @amentalio.shorfilm / @fernanda_vilela23

Contato para review e depoimentos: amentaliofilme@gmail.com

A importância da terceirização das operações de contact center para as empresas

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A importância da terceirização das operações de contact center para as empresas

Com expectativa de crescimento de mais de 1 bilhão de dólares até 2029, o setor de terceirização de contact center cresce anualmente, oferecendo soluções que melhoram a eficiência operacional

O mercado de terceirização de contact centers está em franco crescimento global, e as projeções mostram que ele continuará a se expandir nos próximos anos. Segundo dados da Mondor Intelligent, a previsão é que o setor alcance um valor de mercado de US$109,34 bilhões em 2024, com expectativa de crescimento para US$156,79 bilhões até 2029. A adoção crescente deste modelo reflete o potencial da terceirização de contact centers em melhorar a eficiência operacional, reduzir custos e oferecer uma experiência de atendimento ao cliente mais personalizada e humanizada.

De acordo com o diretor executivo da dbm contact center, Diego Porres, a terceirização de contact centers oferece às empresas a flexibilidade necessária para adaptar suas operações às demandas dos clientes, especialmente em um cenário onde a agilidade e a personalização são pontos fundamentais. “Com perspectivas positivas para o setor, a terceirização do contact center se consolida como uma estratégia indispensável para empresas que desejam combinar inovação, eficiência e um atendimento verdadeiramente centrado no cliente. Nesse contexto, contar com a estrutura de um parceiro especializado permite que as empresas se concentrem em seu core business enquanto uma empresa especializada cuida de toda a experiência de atendimento”, afirma.

Razões para terceirizar as operações de Contact Center

Porres explica que a integração de novas tecnologias como a Inteligência Artificial (IA) e automação também tem impulsionado a busca por soluções terceirizadas. “Com o avanço da IA, conseguimos reduzir significativamente os custos operacionais dos nossos clientes, além de oferecer um atendimento mais rápido e assertivo. Essa combinação de tecnologia e expertise humana proporciona uma experiência híbrida, que reduz os tempos de espera e aumenta a precisão no atendimento”, explica o diretor.

Outro aspecto importante da terceirização é a capacidade de suprir a constante demanda por reposição de mão de obra, já que o setor de atendimento enfrenta altos índices de turnover, e a terceirização permite que esse desafio seja gerido de forma eficiente. “Um dos grandes benefícios é a estabilidade e expertise das equipes especializadas, que já estão treinadas e adaptadas às especificidades do atendimento em diferentes setores. Isso permite uma transição mais rápida e menos impactante para os clientes, mantendo a qualidade e consistência dos serviços prestados”, comenta o diretor.

Por fim, Porres explica que a terceirização também possibilita uma abordagem mais humana, essencial em tempos em que o consumidor busca relações mais próximas e autênticas. “O papel de uma empresa especializada é oferecer o equilíbrio entre a personalização e a humanização. Embora a tecnologia otimize muitas interações, ainda existem casos que demandam a sensibilidade e empatia de um atendente. Nesse ponto é importante contar com uma empresa de contact center que possa oferecer um atendimento de forma personalizada, contribuindo para a construção de uma relação de confiança entre o cliente e a empresa”, conclui Porres.

Tendências do mercado de terceirização de contact center

Porres afirma que o mercado de terceirização de contact centers está passando por uma série de transformações influenciadas por inovações tecnológicas, mudanças nos comportamentos dos consumidores e a necessidade das empresas de se adaptarem rapidamente a novas demandas. Entre as principais tendências que direcionam o setor, destacam-se o uso de Inteligência Artificial (IA), automação, atendimento omnichannel, humanização do contato e a busca pela personalização.

1 – Inteligência Artificial e automação

A IA e a automação têm permitido que contact centers terceirizados ofereçam um atendimento mais rápido e eficiente, reduzindo custos e agilizando processos. Ferramentas que utilizam de IA, como chatbots e assistentes virtuais, já são capazes de responder a perguntas básicas e realizar tarefas repetitivas, o que libera os atendentes humanos para lidarem com questões mais complexas e personalizadas. A aplicação dessas tecnologias proporciona uma economia significativa, além de melhorar a experiência do cliente com respostas imediatas e precisas.

2 – Atendimento Omnichannel

Com a diversidade de canais disponíveis – incluindo telefone, e-mail, redes sociais, aplicativos e chat – o cliente espera que a experiência de atendimento seja integrada e fluida, independentemente do meio que escolher para se comunicar. Empresas especializadas em terceirização de contact centers investem em plataformas omnichannel, garantindo que a interação do cliente seja contínua, sem precisar repetir informações quando muda de canal.
3 – Personalização do atendimento

A personalização é uma tendência cada vez mais forte, especialmente em um cenário onde os consumidores buscam atendimento rápido e direcionado. Com o apoio da IA e análise de dados, os contact centers conseguem criar perfis detalhados dos clientes e adaptar o atendimento às preferências e histórico de cada pessoa.

4 – Humanização do atendimento

Apesar dos avanços tecnológicos, a humanização continua sendo essencial no atendimento ao cliente, especialmente em situações complexas ou sensíveis. A terceirização permite que as empresas contem com atendentes capacitados e empáticos, que compreendem as nuances das interações humanas.

5 – Análise preditiva e proatividade no atendimento

Outra tendência em crescimento é o uso de análise preditiva, que permite identificar padrões de comportamento e antecipar as necessidades do cliente. Por meio de ferramentas de data analytics, os contact centers conseguem prever problemas e oferecer soluções antes mesmo de o cliente buscar suporte. Isso transforma o atendimento em uma experiência proativa e surpreendente, resultando em maior satisfação e confiança.

6 – Gestão da experiência do cliente (CX)

A visão centrada no cliente, ou Customer Experience (CX), se tornou uma prioridade estratégica para os contact centers terceirizados. A tendência é oferecer não apenas um atendimento rápido e eficiente, mas uma experiência completa que leve em conta todos os pontos de contato e a jornada do cliente com a empresa. O foco em CX inclui o mapeamento detalhado da jornada do cliente, o treinamento especializado dos atendentes e a constante adaptação aos feedbacks dos consumidores.

7 – Flexibilidade e escalabilidade

Por fim, a flexibilidade e a escalabilidade são fundamentais em um mercado cada vez mais dinâmico. Empresas de contact center terceirizadas têm a capacidade de expandir ou reduzir suas operações rapidamente, acompanhando as variações sazonais e as necessidades emergentes dos clientes.

Como potencializar estudos para provas como o Saeb

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Planejamento estruturado é importante para melhorar desempenho de estudantes na avaliação bienal mais importante do país

Mais de 8,4 milhões de estudantes participaram da última edição do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), em 2023, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Por se tratar de uma avaliação oficial, o Saeb exige que os estudantes se preparem adequadamente — devem estar familiarizados com o conteúdo abordado e precisam encarar a prova com confiança e concentração.

Essa preparação é fundamental para ajudar os alunos a entenderem o formato da avaliação e a praticarem estratégias de resolução de questões, podendo contribuir para resultados mais satisfatórios e uma prova mais tranquila. De que forma os professores e equipes pedagógicas podem contribuir para que os alunos tenham mais recursos para lidar com essa situação?

Ações focadas apenas na avaliação tendem a não ser tão eficazes quanto aquelas que têm como objetivo desenvolver todos os aspectos do processo de ensino e aprendizagem, alerta a coordenadora editorial da Aprende Brasil Educação, Patricia Waltiach. “O que funciona melhor, na nossa experiência, é a organização de uma rotina de estudos regular, com acompanhamento próximo dos professores e da equipe escolar. Esse planejamento permite que o estudante se prepare gradativamente, ao longo de todo o ano, evitando que os conteúdos se acumulem na última hora”, complementa.

Planejamento estruturado

O ideal é desenvolver um planejamento que se desenrole ao longo do ano letivo, identificando os pontos fortes e fracos do aprendizado e, em seguida, reforçando conteúdos em que os alunos possam estar apresentando algum tipo de dificuldade. “Monitorar esses pontos é fundamental para concentrar esforços e aprendizagem em todos os componentes curriculares”, ressalta a educadora.

Faz parte da jornada de preparação, também, apresentar aos alunos o formato específico do Saeb. Segundo Patrícia, quanto mais familiarizados eles estiverem com a quantidade de questões e a forma como os conteúdos são abordados, maiores as chances de se sentirem à vontade resolvendo os tópicos propostos. “É muito diferente responder a uma prova com questões discursivas e de múltipla escolha, por exemplo. Então, é muito importante que os professores promovam esse contato das crianças com a maneira como essas questões são apresentadas no Saeb”, pontua.

Além disso, materiais didáticos direcionados para avaliações desse tipo são uma boa opção para desenhar ações mais específicas para as redes municipais de ensino. É o caso do Vou + Longe, coleção que contempla habilidades do Saeb e da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) de maneira articulada, com atividades de níveis distintos, trilhas gamificadas que oferecem mais oportunidades para revisitar conhecimentos essenciais e simulados prontos para aplicação.

A especialista explica que, com a ajuda de materiais como esse, escolas e redes de educação podem se organizar melhor para oferecer aos estudantes as ferramentas necessárias para que eles atinjam todo o potencial na hora da prova. “É o Saeb que permite o desenho e a construção de políticas públicas voltadas para a Educação Básica brasileira. Daí a importância dessa avaliação, reconhecida internacionalmente por ajudar a identificar pontos de melhoria e, assim, promover um desenvolvimento mais equitativo aos estudantes do país”, finaliza Patricia.

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Sobre a Aprende Brasil Educação

A Aprende Brasil Educação atua em todo o território nacional, potencializando a educação pública brasileira, oferecendo soluções educacionais que estimulam o conhecimento e apoiam os estudantes da Educação Infantil aos anos finais do Ensino Fundamental no processo de aprendizagem. Saiba mais em aprendebrasil.com.br

Vankka é selecionada na primeira etapa do edital Inovação e Negócios para o Agronegócio

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Vankka é selecionada na primeira etapa do edital Inovação e Negócios para o Agronegócio

A Climate Legal Tech curitibana foi uma das oito escolhidas para avançar no processo, promovido pela Mastera em parceria com a Esalq/USP

A Climate Legal Tech Vankka, startup que combina ciência, tecnologia e assessoria jurídica para soluções sustentáveis, foi uma das classificadas na primeira etapa do edital Inovação e Negócios para o Agronegócio. A iniciativa, promovida pela Mastera, Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (Fealq) e a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), busca fomentar projetos inovadores e de impacto no setor agro.

O projeto apresentado pela Vankka foi o Carbon Score, uma tecnologia inovadora que se destaca por oferecer soluções robustas para mensurar, estruturar e monitorar indicadores de carbono. “A Vankka Carbon Score tem como foco principal proporcionar maior segurança e eficiência para empresas que buscam migrar para uma economia de baixo carbono, conectando inovação com o compromisso ambiental”, explica a engenheira ambiental e COO da Vankka, Clarissa de Souza.

A seleção dos finalistas foi feita com base em rigorosos critérios técnicos, avaliando o mérito e a relevância dos projetos inscritos. Os classificados, incluindo a Vankka, passam agora para a fase final, que inclui apresentações em formato de pitch para um comitê especializado. Apenas cinco iniciativas avançarão para a etapa de execução e acompanhamento, prevista para iniciar ainda este ano. A iniciativa conta ainda com o apoio de organizações como o Danta Fund, Broto e Taylor Geospatial Institute, fortalecendo a curadoria e viabilizando conexões estratégicas para os projetos.

“A Vankka reafirma seu compromisso em liderar a transição para práticas mais sustentáveis no agronegócio, desenvolvendo soluções que alinhem os objetivos das empresas às demandas ambientais globais”, afirma o CEO da empresa, Alessandro Panasolo.

Direito à recusa de transfusão: evento abre diálogo sobre autonomia do paciente

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I Congresso Nacional de Direito Médico e da Saúde do IMKN reúne especialistas e pesquisadores em Curitiba

Nos dias 28 e 29 de novembro, o Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) sedia o I Congresso Nacional do Instituto Miguel Kfouri Neto (IMKN). Com o tema “Inovação, Ética e Justiça: Desafios no Direito Médico e da Saúde”, o evento se propõe a ser um espaço de reflexão aprofundada sobre temas atuais e complexos relacionados às questões legais que envolvem diversas áreas da saúde.

Entre os temas de destaque, está a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que assegurou às Testemunhas de Jeová, adultas e plenamente capazes, o direito de recusar transfusões de sangue. O STF determinou que o Estado deve garantir alternativas terapêuticas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), mesmo que isso exija recursos em outras localidades, respeitando a autonomia dos pacientes e seus princípios religiosos.

O tema será abordado no painel “Autonomia do Paciente e Debates Bioéticos”, com a participação de Guilherme Rabello e Gabriel Massote. Coordenador do Programa de Patient Blood Management da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e membro da diretoria da Sociedade Iberoamericana de Patient Blood Management, Rabello discutirá o novo padrão da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o manejo do sangue do paciente.

Em outubro de 2021, a OMS estabeleceu uma nova diretriz global voltada para o gerenciamento do sangue do próprio enfermo, oferecendo oportunidades para aprimorar os cuidados de saúde, com foco nas escolhas do paciente. A medida permite que os governos implementem políticas de manejo do sangue por meio de diversas abordagens terapêuticas. “Essa diretriz possibilita a adoção de alternativas já disponíveis no SUS, ampliando o leque de opções para os pacientes”, afirma Rabello.

As decisões mais recentes no campo da saúde reforçam que os profissionais, especialmente médicos, devem respeitar as escolhas terapêuticas do cliente. “Por motivações religiosas ou pessoais, o paciente pode optar por tratamentos sem transfusões de sangue, um direito garantido pela autonomia do indivíduo e ratificado por decisões do STF”, explica o especialista.

Essa mudança, segundo Rabello, fortalece o direito do paciente de optar por terapias que excluam transfusões, respeitando tanto sua autonomia quanto as recomendações da OMS. “Embora todo tratamento envolva riscos, o paciente tem o direito de escolher a abordagem terapêutica que considerar mais adequada, baseando-se não apenas no respeito à sua autonomia, mas também em melhores prognósticos clínicos e uma recuperação mais rápida”, enfatiza.

No contexto do Patient Blood Management (PBM), modelo que prioriza alternativas às transfusões, o especialista destaca que os pacientes têm, atualmente, mais acesso a tratamentos livres de sangue. “Hoje, muitas especialidades médicas adotam protocolos clínicos que oferecem alternativas seguras e eficazes, ampliando as opções terapêuticas disponíveis para os pacientes”, observa.

Rabello também destaca os benefícios das opções terapêuticas que não envolvem transfusões. “Esses tratamentos são cientificamente comprovados e baseados nas melhores evidências médicas. Além disso, são amplamente acessíveis, muitas vezes com custo similar ou até inferior aos tratamentos convencionais”, afirma. Para ele, a prioridade deve ser garantir que os pacientes tenham a liberdade de optar por essas alternativas, promovendo a adoção dessa abordagem como o novo padrão de atendimento médico no Brasil e no mundo.

Testemunhas de Jeová

Presidente da Comissão de Direito Médico, Odontológico e da Saúde da OAB de Uberlândia (MG), professor da IGD (GO) e PUC-PR, Gabriel Massote analisa, no Congresso, a autodeterminação das Testemunhas de Jeová e o direito de recusa às transfusões. Segundo ele, ainda existe um grande preconceito na sociedade em relação a essa religião. “Há uma falsa premissa de que as Testemunhas de Jeová são indivíduos sem apego à vida, que recusariam tratamentos médicos mesmo quando isso poderia resultar em risco de morte, como se estivessen flertando com o suicídio. Essa narrativa é equivocada”, ressalta. 

O advogado adverte que, ao lidar com casos de recusa de transfusão por Testemunhas de Jeová, os profissionais de Direito devem compreender as nuances do tratamento, as razões da recusa e a disponibilidade de alternativas seguras. “As Testemunhas de Jeová formam uma comunidade cristã que valoriza a vida e segue princípios que promovem a saúde, incluindo hábitos de alimentação saudável, abstinência de álcool e tabaco, e um estilo de vida que prioriza o bem-estar. A recusa  em aceitar transfusões de sangue é uma decisão baseada em convicções bíblicas, que deve ser respeitada, mesmo que nem sempre seja plenamente compreendida”. 

Essa recusa, segundo Massote, não significa que eles preferem a morte; “pelo contrário, demonstra uma busca cuidadosa por alternativas que não envolvam a transfusão sanguínea. Essa distinção é crucial, pois as Testemunhas de Jeová estão ativamente em busca de tratamentos médicos alternativos e eficazes. Reconhecer e respeitar essas escolhas é essencial para promover um diálogo construtivo sobre suas práticas e crenças em relação à saúde”, enfatiza.

Massote lembra que a Resolução nº 2.232 do Conselho Federal de Medicina permite a intervenção médica em situações de risco iminente de morte, mesmo contra a vontade do paciente, mas ressalta que essa prerrogativa não se aplica quando existem opções alternativas que não envolvam transfusões. Além disso, embora a recente decisão do STF favoreça a autonomia de adultos, no caso de menores, a jurisprudência brasileira ainda determina que o médico intervenha, especialmente em situações de risco de morte. Massote cita um caso emblemático ocorrido na Espanha, em que pais foram inicialmente condenados por homicídio ao respeitarem a recusa de um filho menor de idade. Posteriormente, a Corte Constitucional os absolveu, reconhecendo a figura do “menor amadurecido”. ”No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) garante maior proteção ao menor, e os médicos são orientados a intervir, mesmo contra a vontade do paciente jovem, caso seja necessário para salvar sua vida”, esclarece o advogado.

Congresso gratuito tem vagas limitadas

O I Congresso Nacional de Direito Médico e da Saúde é promovido pelo Instituto Miguel Kfouri Neto (IMKN), em parceria com o Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) e a Escola Judicial do Paraná (EJUD-PR). O evento reúne 36 renomados juristas, magistrados, advogados, médicos e outros profissionais da saúde em palestras que promovem um diálogo interdisciplinar sobre temas como responsabilidade civil médica, bioética, direito médico e inovações tecnológicas no setor da saúde.

A programação inclui palestras, painéis temáticos e o lançamento da obra coletiva “Direito Médico e Bioética: Decisões Paradigmáticas”, coordenada pela presidente do IMKN, Rafaella Nogaroli, e pelo professor desembargador Miguel Kfouri Neto. “Esse congresso representa uma oportunidade única para atualização, aprendizado e troca de experiências sobre questões críticas e emergentes que impactam tanto o Direito quanto a Medicina. Além de abordar desafios práticos e teóricos enfrentados no dia a dia por operadores do Direito e profissionais da saúde, o evento promoverá debates sobre novas tecnologias — como inteligência artificial, engenharia genética e reprodução assistida —, trazendo também discussões sobre a judicialização da saúde e os avanços jurídicos e bioéticos na proteção dos direitos dos pacientes”, adianta Rafaella.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site do IMKN. No portal, também está disponível a programação completa do evento, que será 100% presencial. As vagas são limitadas à capacidade do Tribunal de Pleno do TJPR, que comporta até 400 pessoas. Em alinhamento com a função social do IMKN, será solicitada, na entrada, a doação de 5 kg de alimentos não perecíveis, que serão destinados a instituições com projetos sociais.

Serviço

I Congresso Nacional de Direito Médico e da Saúde do IMKN

Tema: Inovação, Ética e Justiça: Desafios no Direito Médico e da Saúde

Data: 28 e 29 de novembro de 2024

Local: TJPR (Rua Prefeito Rosaldo Gomes Mello Leitão, Centro Cívico, Curitiba/PR)

Horário: 9h às 12h / 14h às19h

Entrada gratuita (doação de 5 kg de alimentos não perecíveis)

Vagas limitadas

Inscrições e informações: www.imkn.com.br

Programação

DIA 28/11

9h às 9h30

PAINEL DE ABERTURA

Mesa presidida por Igor Mascarenhas 

LUIZ FERNANDO TOMASI KEPPEN

Presidente TJPR

MIGUEL KFOURI NETO

Presidente Honorário IMKN

RAMON DE MEDEIROS NOGUEIRA

Diretor EJUD

RAFAELA MATTIOLI SOMMA

Diretora EMAP

ROMUALDO GAMA

Presidente CRM-PR

RAFAELLA NOGAROLI

Presidente IMKN

9h30 às 10h

PALESTRA MAGNA: Decisões judiciais em responsabilidade civil médica

MIGUEL KFOURI NETO

10h às 11h

PAINEL II–DIREITO MÉDICO E NOVAS TECNOLOGIAS

Mesa presidida por Fernanda Schaefer

RAFAELLA NOGAROLI

Transvaloração dos deveres de conduta médica em sistemas de Inteligência Artificial

GEORGHIO TOMELIN 

Dados e algoritmos em saúde

GRAZIELLA CLEMENTE

Aspectos ético-jurídicos em engenharia genética

14h às 15h30

PAINEL III–ASPECTOS PROCESSUAIS E PROBATÓRIOS NO

DIREITO MÉDICO

Mesa presidida por Patrícia Bortolotto 

GUILHERME DENZ

A importância da perícia médica na resolução de litígios

CLAYTON MARANHÃO

Direito de acesso aos medicamentos nos precedentes das Cortes Supremas

RUY ALVES HENRIQUES FILHO

Identificação dos precedentes judiciais no direito médico

16h às 17h30

PAINEL IV–DEBATES CONTEMPORÂNEOS EM RESPONSABILIDADE MÉDICA

Mesa presidida por Alexandro Oliveira

WENDELL LOPES

A culpa médica à luz da jurisprudência dos Tribunais brasileiros

EDUARDO DANTAS

Responsabilidade médica e os desafios na era da informação e da tecnologia

RITA TARIFA ESPOLADOR

Responsabilidade civil médica em reprodução assistida

17h30 às 19h

PAINEL V–MED TALKS: DECISÕES PARADIGMÁTICAS

Mesa presidida por Juliano Ralo e Tertius Rebelo

PATRÍCIA RIZZO TOMÉ

Responsabilidade civil do Estado em decorrência das reações adversas causadas pelo uso de vacinas

CAMILA KITAZAWA CORTEZ e NATASHA REGINA NEVES GELINSKI

Responsabilidade civil por ato de terceiros das empresas médicas 

ANDRESSA JARLETTI

Aplicação da Teoria do Desvio Produtivo na responsabilidade civil médica

VITOR CALLIARI REBELLO e LETÍCIA DE OLIVEIRA BORBA

Responsabilidade civil do fornecedor por medicamentos defeituosos

BRUNO MARGRAF ALTHAUS

Tratamento Home Care e os critérios para cobertura nos planos de saúde

MAYARA MEDEIROS ROYO

Responsabilidade civil das clínicas de reprodução humana assistida pela comoditização de gametas femininos

PATRÍCIA BORTOLOTTO

A Distribuição de responsabilidade civil entre o cirurgião-chefe e o médico anestesista

MARINA RANGEL DE ABREU IEDE

Incidentes de segurança com dados pessoais sensíveis em estabelecimentos de saúde

DIA 29/11

9h às 10h30

PAINEL V –AUTONOMIA DO PACIENTE E DEBATES BIOÉTICOS

Mesa presidida por Antônio Lopes

GUILHERME RABELLO

Transfusões de sangue e o “novo padrão” da OMS: do PBM ao foco no paciente

ROBERTO LUIZ DA SILVA

Transplante de medula óssea sem uso de hemocomponentesexperiência brasileira

GABRIEL MASSOTE

Autodeterminação das Testemunhas de Jeová na recusa às transfusões de sangue

TADEU THOMÉ

Aspectos éticos e bioéticos dos xenotransplantes

10h30 às 12h

PAINEL VII–MED TALKS: DECISÕES PARADIGMÁTICAS

Mesa presidida por Juliano Ralo

FERNANDA SCHAEFER

Responsabilidade Civil por falha do dever de informação na prestação de serviços de fertilização in vitro

GIOVANA PALMIERI BUONICORE e JOSÉ AMÉRICO P. CARVALHO

Remoção ilegal de órgãos e responsabilidade penal do médico 

NATHALIA RECCHIUTTI e FERNANDA RIGHETTO

Aspectos bioéticos e jurídicos da morte encefálica

ANTÔNIO LOPES

Manutenção das condições assistenciais e de custeio do plano de saúde aos beneficiários inativos

CAROLINA MARTINS USCOCOVICH e MAITÊ PINHEIRO MACHADO

Reajustes de planos de saúde à luz do Estatuto do Idoso

BIANCA BRAGA PLINTA

A judicialização na saúde suplementar e o acesso aos medicamentos sem registro na Anvisa

MILENE LIMA ACOSTA

O debate sobre a taxatividade ou exemplificatividade do rol de procedimentos e eventos em saúde da ANS

ANA CLAUDIA PIRAJÁ BANDEIRA e CLÁUDIO JOSÉ FRANZOLIN

Telemedicina e a relação médico-paciente

CAROLINA SILVA MILDEMBERGER e KARENINA TITO

Publicidade médica na era digital e o médico influenciador

14h às 15h30

PAINEL VIII–PERSPECTIVAS DAS DEMANDAS EM SAÚDE SUPLEMENTAR

Mesa presidida por Rosângela Zuza 

JORDÃO HORÁCIO

A assistência farmacêutica e a saúde suplementar: desafios e perspectivas na era da judicialização

ISADORA CÉ PAGLIARI

Saúde suplementar e os desafios na judicialização dos tratamentos home care

DANIEL GUESSER

Atuação do Nat-Jus no apoio técnico aos magistrados em demandas no setor da saúde

RAFAELA MARI TURRA

A necessidade de construção de protocolos para cumprimento das decisões judiciais em saúde suplementar

16h às 19h

LANÇAMENTO DO LIVRO

DIREITO MÉDICO E BIOÉTICA–DECISÕES PARADIGMÁTICAS