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Curitiba sedia rodada de negócios para mulheres empreendedoras, nesta quinta (15/01)

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Curitiba sedia rodada de negócios para mulheres empreendedoras, nesta quinta (15/01)

Participantes vão ampliar rede de contatos e conhecer aplicativo exclusivo que conecta e capacita empresárias em todo o Brasil

Curitiba recebe nesta quinta (15/01) um dos eventos mais aguardados pelo setor de empreendedorismo feminino paranaense. A 1ª Rodada de Negócios – Hiléia em Conexão 2026 será realizada das 14h às 18h, no Espaço Pirâmide (Pilarzinho).

O objetivo é gerar oportunidades reais de negócios tanto para empresárias já consolidadas, quanto para aquelas que desejam iniciar a jornada no mundo dos negócios ou ampliar o alcance de seus produtos e serviços.

Além do networking, as participantes terão dinâmicas de apresentação, poderão fechar parcerias e dar mais visibilidade a seus negócios. As inscrições podem ser feitas pelo Sympla [https://www.sympla.com.br/evento/hileia-em-conexao-rodada-de-negocios/3265546?d=Ingresso] e custam R$ 97 por pessoa.

Lançamento de aplicativo

Durante o evento também será apresentado o aplicativo oficial do ecossistema/plataforma Hiléia [www.somoshileia.com.br]; plataforma exclusiva e pioneira no Brasil direcionada ao público feminino. O aplicativo Somos Hiléia estará disponível para download nos sistemas Android e iOS.

A nova ferramenta tecnológica vai oferecer funcionalidades práticas como:

• Clube de Descontos: Benefícios exclusivos em parceiros da rede.

• Carteirinha Hiléia: Identificação digital para membros.

• Acesso Facilitado: Um hub para conectar soluções presenciais e digitais na palma da mão.

Ajuda mútua entre elas

Fundada pelas empresárias Luciana Burko, Sandra Pedroso e Veridiana Pluscheg, a Hiléia nasceu em Curitiba com o propósito de criar uma “rede viva” de transformação para as mulheres empreendedoras e gerar resultados práticos.

O modelo de negócio é baseado em planos de adesão (Básico, Intermediário ou Fornecedor) que permite aos usuários acessar treinamentos presenciais, remotos e híbridos; participar de visitas técnicas a indústrias e em missões empresariais.

“Trabalhamos para que as mulheres tenham condições de gerar renda e conquistar uma vida com mais autonomia e propósito por meio do conhecimento e da ajuda mútua”, explica Luciana Burko, diretora de Estratégias de Negócios e Comunicação da Hiléia.

Serviço:

O que: 1ª Rodada de Negócios – Hiléia em Conexão 2026 e lançamento do aplicativo exclusivo Somos Hiléia

Quando: Amanhã (15 de janeiro), às 14h

Onde: Espaço Pirâmide (Rua Orestes Beltrami, 330, loja 5, Pilarzinho, Curitiba-PR)

Inscrições: Estão abertas, podem ser feitas pelo Sympla [https://www.sympla.com.br/evento/hileia-em-conexao-rodada-de-negocios/3265546?d=Ingresso] e custam R$ 97 por pessoa.

Informações: www.somoshileia.com.br e @somoshileia

Férias em casa ou colônia de férias: como decidir a melhor opção para as crianças

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Especialista afirma que escolha deve equilibrar descanso, estímulos e bem-estar emocional, respeitando perfil e rotina de cada família durante recesso escolar

Com a chegada das férias escolares, famílias voltam a enfrentar uma decisão recorrente: manter as crianças em casa, com uma rotina mais livre, ou optar por colônias de férias, que oferecem atividades estruturadas durante o recesso. A escolha vai além da logística familiar e envolve aspectos importantes do desenvolvimento infantil, como descanso, socialização e saúde emocional.

Descansar também é aprender

De acordo com a professora Fátima Chueire Hollanda, assessora pedagógica do Sindicato das Escolas Particulares (Sinepe/PR), as férias cumprem um papel essencial no processo educacional. “O tempo de pausa é fundamental para que a criança se recupere da intensidade do ano letivo, reorganize emoções e consolide o aprendizado. O descanso também faz parte do desenvolvimento”, explica. A Sociedade Brasileira de Pediatria destaca que os períodos de lazer e convivência familiar são importantes para a saúde mental das crianças, especialmente quando envolvem brincadeiras livres e redução do estresse.

No entanto, a especialista alerta para um ponto de atenção cada vez mais presente nas férias em casa: o aumento do tempo de tela. Durante o recesso escolar, crianças tendem a passar mais tempo em atividades sedentárias, o que pode impactar no sono, no humor e na concentração. “Ficar em casa não significa ausência de rotina. É importante que as famílias proponham atividades simples, como leitura, jogos, momentos ao ar livre e tarefas criativas”, orienta.

Socialização e movimento

Para as famílias que buscam manter a rotina estruturada, ou não têm a possibilidade de ficar em casa nesse período, as colônias de férias surgem como alternativa. Os pais que optam pela modalidade podem sentir nos filhos os efeitos de benefícios como o estímulo de atividades e recreação, redução do comportamento sedentário e fortalecimento de habilidades socioemocionais, como cooperação, autonomia e convivência em grupo. Isso se deve pelo fato de que ambientes organizados e acompanhados por profissionais tendem a estimular experiências coletivas e o contato com novas linguagens, como esporte, arte e ciência.

Segundo a assessora pedagógica do Sinepe/PR, a escolha pela colônia deve considerar a qualidade da proposta e o perfil da criança. “Para muitas crianças, a colônia é um espaço rico de socialização e descobertas. Mas é essencial que a programação respeite a faixa etária, o ritmo individual e não reproduza uma lógica escolar rígida”, afirma. Para ela, não existe uma opção melhor que a outra. “O ideal é buscar equilíbrio e entender cada realidade, sem comparações e cobranças. Férias saudáveis são aquelas que combinam descanso, estímulos e prazer, independente de onde os pequenos estiverem”.

Muito além das letras: alfabetização matemática é determinante para futuro das crianças, apontam estudos

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Pesquisas internacionais comprovam que estimular habilidades matemáticas ainda na Educação Infantil favorece desempenho escolar a longo prazo

Segundo o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (Decreto nº 11.556), espera-se que todos os estudantes estejam alfabetizados até o final do segundo ano do Ensino Fundamental. E, embora uma infinidade de questões esteja no caminho para cumprir essa meta, escolas e educadores têm esse norte a perseguir, no que se refere a ensinar a ler e escrever em língua materna.

Nesse contexto, o Compromisso Nacional Toda Matemática (Decreto nº 12.641/2025) surge como uma tentativa de oferecer uma orientação mais objetiva para as instituições sobre os caminhos da alfabetização matemática. No entanto, quando o assunto são os números, essa fronteira entre saber e não saber é muito menos clara. Muitos estudantes enfrentam dificuldades com a matemática ao longo da jornada escolar e, da mesma forma que ocorre com a linguagem, o caminho para superar essa barreira começa antes do Ensino Fundamental.

Um estudo publicado no Journal of Educational Psychology, The effects of early numeracy interventions for students in preschool and early elementary, acompanhou crianças na pré-escola e, em uma proposta de intervenção, identificou que desenvolver as habilidades de matemática nos anos iniciais de escolaridade pode alavancar o desempenho de estudantes com risco de apresentar dificuldades em matemática. Para a Editora de Matemática da Aprende Brasil Educação, Janile Oliveira “esses estudos podem auxiliar na compreensão das bases do aprendizado matemático. É importante ressaltar que, quando a alfabetização matemática não é trabalhada de forma adequada, crianças e adolescentes podem ter mais dificuldades no futuro. Por isso, investir no desenvolvimento matemático nos primeiros anos escolares pode reduzir significativamente as lacunas de aprendizado posteriormente”.

Outro levantamento, realizado nos Emirados Árabes Unidos e publicado na Large-Scale Assessments in Education, observou-se que competências como contagem, reconhecimento de quantidades e comparação de grandezas influenciam o rendimento matemático em séries posteriores. “O que parece ser uma brincadeira de contar brinquedos ou comparar objetos é, de fato, suporte para desenvolver o raciocínio lógico e a aprendizagem formal da matemática.”, destaca.

Mais que números

Trabalhar a alfabetização matemática desde cedo influencia o desempenho acadêmico dos alunos, além de oferecer ganhos subjetivos para eles, como os socioemocionais. Isso porque dominar um conteúdo é parte importante da maneira como a criança se enxerga em sua própria trajetória escolar. “Se uma criança não consegue compreender os conteúdos, isso afeta não apenas aquele componente curricular específico, mas todo o seu pequeno mundo, porque mexe com fatores como autoestima, autoimagem e até mesmo pertencimento, já que, muitas vezes, ela não consegue acompanhar o restante da turma”, explica.

O contato precoce com noções numéricas, mesmo fora do ambiente escolar, pode ajudar a evitar esse problema. “Quando a matemática é apresentada como parte natural do cotidiano, como na cozinha, em jogos e nas músicas, ela passa a ser vista como parte da vida. Assim, deixa de ser um obstáculo, e passa a ser uma linguagem de compreensão do mundo, palpável”, reforça a especialista. Ela pontua algumas formas de fazer isso em casa.

  1. Conte objetos do dia a dia

Peça para que a criança conte objetos, frutas ou passos até determinado lugar. “Isso pode funcionar com crianças desde o início da idade escolar, pois, ainda que elas não consigam estabelecer relação entre numeral e quantidade, a repetição dessas atividades em casa ajuda nos conhecimentos prévios necessários para a formalização do conhecimento matemático posteriormente.”

  1. Relacione números a contextos reais

Apresente objetos que fazem parte do cotidiano das crianças, como calendários, relógios, códigos de barras e etiquetas com preços de produtos. Esse contato contribui para que a criança entenda a funcionalidade dos números no dia a dia.

  1. Valorize tentativas

Procure incentivar a criança a se arriscar em respostas que envolvam números. “Mesmo que essas respostas sejam imprecisas, deve-se incentivá-la a continuar tentando, pois essa é uma forma de fortalecer sua autoestima e evitar aversão à matemática escolar.”

  1. Brinque

“Atividades como simulação de compra e venda com preços fictícios, preparo de receitas que envolvem medidas e quantidades e brincadeiras com jogos de estratégia e noções espaciais são exemplos de abordagens lúdicas que podem ser eficazes para desenvolver conceitos matemáticos de forma atraente e simples”, destaca a especialista.

Sicredi remunera capital social de associados em R$ 1,7 bilhão em 2025

Valor é 26% superior ao distribuído em 2024, beneficiando mais de 9,5 milhões de associados nas cooperativas de todo o País

O Sicredi finalizou o ciclo de remuneração de juros ao capital social de 2025 com o pagamento de R$ 1,7 bilhão. O montante representa um crescimento de 26% em relação ao ano anterior e contemplou mais de 9,5 milhões de associados da instituição, um incremento de 11% no número de contas impactadas na comparação com 2024.

Os pagamentos foram realizados entre os dias 6 de novembro e 30 de dezembro. A taxa de remuneração variou conforme cada cooperativa, registrando uma média de 10,29%. O índice é 2 pontos percentuais superior ao praticado em 2024, reflexo direto da elevação da taxa Selic para o período.

Essa estratégia visa fortalecer a saúde financeira das cooperativas e ampliar a capacidade de oferta de crédito com taxas justas aos membros. O capital social é o patrimônio que sustenta a atividade da cooperativa, funcionando tanto como uma reserva de recursos para o associado quanto como lastro para a expansão do atendimento e apoio às economias regionais.

“O crescimento de 26% na remuneração reflete a solidez do Sicredi e nosso compromisso com o retorno financeiro aos associados. Ao destinarmos os juros para a conta capital, reforçamos nossa base patrimonial, o que nos permite manter o ciclo virtuoso do cooperativismo: crédito mais acessível e reinvestimento constante no desenvolvimento das comunidades”, afirma Adelaide Simões, superintendente de Produtos do Sicredi.

O aporte no capital social pode ser realizado de forma avulsa ou programada por meio das mais de 3 mil agências do Sicredi ou pelo atendimento via WhatsApp da instituição, no qual ele é feito com o suporte do assistente virtual do Sicredi, Theo. Para saber mais acesse: www.sicredi.com.br/site/capital-social/ 

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 9,5 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

Site do Sicredi: Clique aqui  
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Paranavaí recebe primeiros postos eletrônicos de policiamento para reforçar segurança urbana

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Equipamentos ampliam vigilância em áreas estratégicas da cidade e aproximam a população do atendimento emergencial

A tecnologia aplicada à segurança pública avança em Paranavaí. O município está recebendo seus primeiros postos eletrônicos de policiamento, solução adotada em diversas cidades brasileiras para fortalecer o trabalho das forças policiais e ampliar o atendimento emergencial oferecido à população.

Os equipamentos desenvolvidos pela Helper Tecnologia reúnem funcionalidades como giroflex, comunicador de alta potência para envio de alertas sonoros, mensagens educativas e monitoramento em tempo real por câmeras 360°, além do reconhecimento facial e captura de placas veiculares em tempo real, ampliando significativamente a capacidade de vigilância preventiva da cidade. Ao todo, serão instalados dez postos de policiamento, distribuídos em pontos estratégicos definidos pelas forças de segurança do município. Todos estarão conectados diretamente ao Centro de Controle Operacional da Guarda Municipal de Paranavaí, garantindo resposta rápida em situações de risco.

As localidades que receberão os postos eletrônicos são:

  • Terminal Rodoviário
  • Terminal Urbano
  • Calçadão
  • Praça da Xícara
  • Praça dos Pioneiros
  • Parque Ouro Branco
  • Distrito de Sumaré
  • Bosque Municipal
  • Praça dos Expedicionários
  • Praça do Distrito de Graciosa

Segundo o diretor da Helper Tecnologia, Edison Endo, a chegada dos equipamentos representa um avanço importante para o município. “Paranavaí dá um passo significativo ao incorporar tecnologia de ponta ao seu sistema de segurança. Os postos eletrônicos de policiamento ampliam a vigilância, aproximam o cidadão do poder público e fortalecem o trabalho das equipes de forma inteligente e preventiva”, afirma.

Endo acrescenta que a solução já apresentou resultados relevantes em outras regiões do país, contribuindo para a redução de ocorrências e para o aumento da sensação de segurança. “Nosso compromisso é oferecer ferramentas que tornem o atendimento mais ágil e eficiente, criando ambientes urbanos mais protegidos e conectados”, ressalta.

Com os novos equipamentos, Paranavaí passa a integrar o grupo de municípios que vêm apostando na união entre tecnologia e gestão pública para aprimorar a segurança e promover mais tranquilidade a seus moradores.

Sobre a Helper Tecnologia

A Helper Tecnologia é uma empresa que desenvolve e aplica tecnologia avançada para a segurança e monitoramento das cidades brasileiras. Conta com a visão inovadora de um time de executivos com grande experiência nas áreas de segurança e projetos voltados ao setor público. 

Responsável pela criação e pela patente dos Totens de Segurança que oferecem recursos como: formato imponente e robusto à prova de vandalismo, sistema de giroflex – que remetem às viaturas policiais -, botão de emergência, comunicador bidirecional de alta potência, que enviam alertas à população, mensagens automáticas de áudio e monitoramento por câmeras 360°. A empresa está alinhada às tendências de cidades inteligentes e conectadas, usando os benefícios da digitalização para oferecer serviços eficientes e, com isso, melhorar a segurança e a qualidade de vida das pessoas.

Agitaí rompe fronteiras, chega ao Rio de Janeiro e amplia atuação no mercado cultural

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Agitaí rompe fronteiras, chega ao Rio de Janeiro e amplia atuação no mercado cultural

O Agitaí, aplicativo que conecta artistas a contratantes de forma prática e segura, acaba de dar um novo passo em sua trajetória de expansão e já ultrapassou as fronteiras de Curitiba. A plataforma passou a operar oficialmente no Rio de Janeiro, consolidando sua presença também no Litoral do Paraná e ampliando sua atuação em um dos mercados culturais mais simbólicos do país.

Na capital fluminense, o Agitaí já reúne cerca de 20 artistas cadastrados e iniciou sua atuação com ativações diretas junto à população nas praias de Copacabana e Ipanema. As ações incluíram abordagem do público, distribuição de brindes e estímulo ao download do aplicativo, apresentando a proposta da plataforma de forma acessível e integrada ao dia a dia carioca.

Além das ativações nas praias, o Agitaí também marcou presença como patrocinador do evento *Corrida e Samba*, realizado na Orla de Copacabana, reforçando o posicionamento da marca em eventos populares, esportivos e de grande circulação.

Atualmente, o Agitaí conta com mais de 1000 artistas cadastrados e está presente em Curitiba, no Litoral do Paraná e agora no Rio de Janeiro, conectando músicos, DJs, performers e outros profissionais da arte a bares, eventos, empresas e produtores culturais em diferentes regiões.

Para o CEO do Agitaí, Bruno Cordeiro, a chegada ao Rio marca um novo momento do aplicativo. “Estar no Rio de Janeiro é estratégico para o Agitaí. É uma cidade com enorme força cultural, diversidade artística e alto potencial de conexões. Nosso objetivo é ampliar oportunidades para os artistas e facilitar a contratação de forma segura, simples e digital, onde quer que o app esteja presente”, afirma.

Com uma plataforma intuitiva, o Agitaí permite que todo o processo de contratação seja feito de forma digital, oferecendo mais segurança, transparência e agilidade tanto para quem contrata quanto para quem vive da arte.

Juristas e Pesquisadores de Curitiba atuarão como Observadores Eleitorais Internacionais da Eleição Presidencial de Portugal

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Juristas e Pesquisadores de Curitiba atuarão como Observadores Eleitorais Internacionais da Eleição Presidencial de Portugal

O Advogado e Professor Luiz Gustavo de Andrade, Diretor da Escola Paranaense de Direito e Vice-Presidente da Conferência da América Latina de Organismos Eleitorais da Transparência Eleitoral, coordena o grupo de juristas e pesquisadores de Curitiba que integram a delegação brasileira que acompanhará as eleições presidenciais de Portugal. Além de Luiz Gustavo, o grupo de curitibanos é composto por Guilherme Isfer Garcia (advogado), Larissa França (assessora do Ministério Público de Contas do Paraná), Leticia Coradim (advogada) e Luslayra Valichi (advogada). Todos são pesquisadores vinculados à Escola Paranaense de Direito.

Na delegação brasileira há ainda dois Desembargadores do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, servidores da Justiça Eleitoral de Mato Grosso do Sul, Professores e Pesquisadores de São Paulo e do Ceará, dentre outros.

As eleições presidenciais ocorrerão no domingo dia 18 de janeiro de 2026 e é uma das mais disputadas da história de Portugal com cinco candidatos empatados tecnicamente. Portugal vive um semi-presidencialismo, sendo o Presidente o Chefe de Estado e o Primeiro-Ministro o Chefe de Governo.

A delegação brasileira de Observadores Eleitorais se unirá à Missão em Portugal no dia 15 de janeiro, a qual conta com autoridades eleitorais, especialistas, acadêmicos, agentes públicos da Argentina, da Itália, da Espanha e dos Estados Unidos.

Opinião – O mestre e o samurai: lições do Japão para a sala de aula brasileira

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Por Paulo Rocha*

No Japão, quando um professor entra na sala, os alunos se levantam. O gesto é simples, mas carregado de simbolismo. Lá, o mestre ainda é mestre — e não por tradição, mas por escolha social consciente. É chamado de sensei — aquele que veio antes e, por isso, merece respeito. Aqui, muitos professores entram em classe carregando não apenas livros e planos de aula, mas também o medo de serem desacatados, desautorizados ou, em casos extremos, agredidos. Essa diferença de gestos cotidianos revela mais sobre os sistemas educacionais do que qualquer tabela de desempenho.

Os números do PISA 2022 confirmam o que os gestos já anunciam. Os estudantes brasileiros alcançaram 379 pontos em matemática e 410 em leitura, sempre abaixo da média da OCDE, enquanto os japoneses se destacaram com 536 pontos em matemática e 516 em leitura. A distância não é apenas aritmética: é simbólica. Reflete o modo como cada país cuida de seus mestres. O Japão compreendeu que professores não são meros transmissores de conteúdo, mas guardiões de um projeto de nação. O Brasil, ao contrário, insiste em tratá-los como peças descartáveis de uma engrenagem burocrática.

O Brasil reconhece, no discurso, que a educação é prioridade. Mas, na prática, falha em valorizar quem sustenta esse sistema: os docentes. Dados do relatório Education at a Glance 2023, da OCDE, mostram que professores brasileiros do ensino fundamental recebem menos da metade do que ganham outros profissionais com curso superior. Soma-se a isso uma formação inicial frequentemente precária e uma formação continuada irregular e desarticulada.

Os reflexos são conhecidos de todos os gestores escolares: alta rotatividade, desmotivação e dificuldade em manter equipes estáveis e engajadas. Em contrapartida, o Japão investe de forma planejada e estruturada na carreira docente. Ser aprovado como professor exige passar por rigorosos exames, comparáveis aos concursos para magistratura. Há plano de carreira, progressão salarial e, sobretudo, prestígio. O sensei é uma figura socialmente valorizada.

Não se trata apenas de salário. Trata-se de construir uma cultura institucional e comunitária de apoio ao professor. Durante minha visita, percebi que o respeito pelo docente não é uma decoração cerimonial, mas um eixo estruturante do sistema.

No Brasil, sabemos onde estão os problemas. Muitos de nós, na gestão escolar ou pública, já tivemos que lidar com docentes adoecidos, pedidos de exoneração, dificuldade em preencher vagas, e uma juventude que, cada vez menos, quer seguir carreira docente. Isso não se resolve apenas com aumento de salário — ainda que isso seja urgente. É preciso um pacto pela valorização real do magistério: formação sólida, apoio institucional, segurança nas escolas, reconhecimento simbólico e concreto.

A educação japonesa mostra que isso é possível. E mostra, sobretudo, que começa por uma decisão política clara: colocar o professor no centro. Gestores escolares e públicos têm papel central nesse processo. São eles que podem transformar diretrizes em rotinas, legislações em condições reais, discursos em práticas.

É possível que nunca adotemos o hábito de levantar quando o professor entra. Mas se não mudarmos o que acontece depois que ele entra — desrespeito, abandono, insegurança — logo não teremos mais ninguém entrando para ensinar.

* Paulo R. C. Rocha é gestor e pesquisador em políticas educacionais e vice-presidente do Biopark.

Verão com estilo: como montar looks estilosos e confortáveis usando o que você já tem

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Verão com estilo: como montar looks estilosos e confortáveis usando o que você já tem

Mentora de imagem ensina truques simples e combinações estratégicas para criar produções frescas e elegantes sem precisar renovar o guarda-roupa

O verão está chegando e com ele a vontade de renovar o visual para aproveitar a estação mais quente do ano com leveza e estilo. Mas, será que é possível criar looks frescos, elegantes e atuais sem precisar investir em um guarda-roupa novo? 

A mentora e consultora de imagem pessoal e empresarial, Aliny Simões, garante que a chave para um verão estiloso está na estratégia, e não no consumo. A proposta é olhar com novos olhos para peças que quase todo mundo já tem e combiná-las com inteligência. Segundo a mentora, a maioria das pessoas possui itens-chave capazes de render inúmeros looks, então, basta usar alguns truques de composição e styling. 

Entre as peças estratégicas estão clássicos como a camisa branca, o short de alfaiataria ou jeans, vestidos leves, regatas básicas, saias midi e camisas oversized. “Quando usamos roupas com estratégia, conseguimos looks frescos e elegantes sem precisar comprar nada novo”, afirma. A camisa branca, por exemplo, assume papel quase multifuncional no verão: pode ser terceira peça leve, saída de praia, sobreposição e até substituir o blazer em dias muito quentes. 

Truques que atualizam o que você já tem

Pequenos ajustes podem transformar uma peça antiga em uma produção moderna. Entre os truques mais eficientes, Aliny destaca amarrações na camisa para alongar a silhueta, barras dobradas em calças ou shorts para dar leveza ao look e sobreposições leves com quimonos, lenços e camisas abertas. Os lenços, aliás, são o acessório com melhor custo-benefício do verão: funcionam como top, faixa de cabelo ou detalhe na bolsa. 

Os cintos também desempenham papel importante ao redefinir proporções e trazer mais impacto visual, mesmo em composições básicas. “A elegância no verão está no acabamento, não no excesso”, reforça a mentora. 

Combinações clássicas que sempre funcionam

Boa parte das combinações de verão podem ser montadas com peças básicas e cores neutras. Tons naturais como branco e bege, o clássico azul claro com branco e o preto combinado a tecidos naturais são apostas certeiras. Entre os pares que nunca falham estão camisa branca com short de alfaiataria e vestidos lisos arrematados por acessórios em cores vibrantes. 

“Esses conjuntos são atemporais, fáceis de adaptar para diferentes ambientes e criam imediatamente uma sensação de frescor e sofisticação”, explica Aliny. 

Como deixar o look confortável mais elegante

Short, vestido leve e regata fazem parte do verão de quase toda mulher. Para deixar essas peças com aparência mais elegante, a recomendação é apostar em tecidos naturais como linho, algodão ou tricoline, preferir modelagens limpas e incluir uma terceira peça leve. Kimonos, coletes ou camisas abertas elevam o visual sem pesar. 

Acessórios estratégicos também fazem diferença: brincos geométricos, sandálias minimalistas e óculos de sol com design marcante ajudam a dar acabamento ao look. Um penteado simples, como coque baixo, é outro truque que transforma a produção. 

Combinações estratégicas nas aquisições

Para quem deseja ampliar as possibilidades sem gastar muito, Aliny recomenda duas compras estratégicas: uma camisa oversized de linho ou tricoline e uma saia midi neutra. São itens com alto potencial de multiplicação e que acrescentam sofisticação imediata a qualquer composição. 

Na hora de adquirir peças novas para o verão, vale observar se o tecido respira bem, se a modelagem tem bom caimento e se as cores valorizam a pele. “Roupa de verão precisa unir conforto térmico e mensagem adequada”, destaca a especialista. 

Mala inteligente para um fim de semana

Se a ideia é preparar a mala para um fim de semana de verão, a regra é a mesma: poucas peças, mas escolhas estratégicas. Camisa branca, saída que funcione como terceira peça, short de alfaiataria, vestido versátil, regata neutra, saia midi e biquíni de boa modelagem já são suficientes para looks casuais ou mais arrumados. 

As peças multifuncionais também ajudam a economizar espaço: canga que vira saída, vestido midi que se transforma com um cinto ou sandálias diferentes e, claro, a camisa oversized que funciona de várias formas. Para completar, acessórios de alto impacto e pouco volume, como argolas, óculos marcantes, lenço grande, sandália neutra e uma versão mais sofisticada para a noite, garantem variedade de forma prática. 

“O verão é a estação da leveza, e isso deve se refletir no nosso vestir. Menos é mais, desde que cada peça seja pensada. Com criatividade, você se sentirá renovada sem precisar esvaziar o armário ou o bolso”, finaliza Aliny Simões. 

Sobre a especialista Aliny Simões

Aliny Simões [@alinysimoesdasilva] é consultora de imagem pessoal e empresarial. Ao compartilhar dicas sobre estilo, vestuário, maquiagem e comportamento, ajuda a criar uma imagem autêntica, impactante e que esteja alinhada aos objetivos e valores individuais.

Sustentabilidade redefine valor e liquidez dos imóveis de alto padrão no Brasil

Eficiência energética, redução de custos operacionais e paisagismo regenerativo estão entre os atributos mais valorizados pelo consumidor de luxo, que agora associa sustentabilidade a segurança, economia e qualidade de vida

A sustentabilidade deixou de ser apenas um diferencial e passou a influenciar diretamente na valorização e na liquidez dos imóveis de alto padrão no Brasil. Nos últimos anos, o setor imobiliário de luxo tem registrado uma mudança consistente no comportamento do consumidor, impulsionada pela conscientização ambiental e pela busca por economia na operação dos edifícios.

O movimento está ancorado em dois fatores decisivos: a percepção crescente dos impactos ambientais — hoje mais tangíveis com os episódios de secas, ciclones, enchentes e incêndios — e a economia proporcionada por empreendimentos sustentáveis. “As pessoas estão mais conscientes sobre como seu consumo impacta o meio ambiente, mas também percebem imediatamente a diminuição das despesas de operação do imóvel”, explica o Iago de Oliveira, Consultor de Sustentabilidade e Sócio da Bloco Base. .

Uma pesquisa recente da plataforma imobiliária digital Loft reforça essa tendência: mais de 80% dos respondentes afirmam perceber economia de energia em edifícios sustentáveis, e mais de 40% citam o impacto ambiental como determinante na escolha. Ao mesmo tempo, 46% dizem necessitar de mais informações para confirmar se o investimento vale a pena, o que evidencia o papel estratégico da comunicação qualificada nesse processo. “O comprador quer entender com clareza: qual é a economia, onde ela acontece e em quanto tempo se paga”, acrescenta.

Liquidez maior e valorização contínua: imóveis sustentáveis vendem mais rápido

Nos empreendimentos de alto padrão, atributos sustentáveis ampliam a liquidez. Imóveis com eficiência energética, ventilação natural, uso de espécies nativas, redução de consumo de água e tecnologias inteligentes tendem a ser comercializados com mais rapidez, por entregarem economia, conforto e menor impacto ambiental, elementos que hoje geram percepção direta de valor.

Para investidores, o movimento também é claro: a sustentabilidade melhora o desempenho de longo prazo do ativo. A combinação entre menor custo de operação, maior apelo de mercado e resiliência às novas regulamentações ambientais contribui para a valorização contínua do metro quadrado.

O que mais gera valor na visão do comprador de luxo

Entre os atributos sustentáveis mais valorizados pelo consumidor de alta renda, destacam-se:

  • Redução do consumo de água – fator altamente perceptível para o morador, tanto pela economia imediata quanto pela conexão emocional com a pauta ambiental em um país que convive com crises hídricas recorrentes.
  • Eficiência energética e conforto térmico – edifícios mais confortáveis reduzem naturalmente o uso de ar-condicionado e iluminação artificial, gerando economia mensurável, além de afetar o bem-estar – cada vez mais representativa no setor.
  • Paisagismo regenerativo – o uso exclusivo de espécies nativas ganha protagonismo por reforçar a recuperação de ecossistemas e a sensação de pertencimento ao ambiente local.
  • Materiais de baixo impacto e qualidade do ar – redução de compostos orgânicos voláteis, reciclagem de resíduos e práticas de obra limpa tornam-se cada vez mais observadas em empreendimentos de alto padrão, mais uma vez ligados à saúde dos ocupantes.
  • Tecnologias inteligentes e gestão de recursos – sistemas que monitoram consumo, reaproveitam água e otimizam energia são vistos como diferenciais competitivos.

Em muitos casos, grande parte dessas diretrizes não encarece o produto e que reforça seu apelo. “Se dois empreendimentos custam o mesmo, o comprador certamente optará pelo que oferece atributos sustentáveis”, afirma Iago.

Consumidor de luxo mais consciente, exigente e orientado por dados

Além de mais informado, o consumidor de alto padrão demonstra um novo comportamento: busca atributos que reduzam a “culpa do consumo”, conforme apontam macrotendências globais como o green pressure -principal macrotendência de consumo da década – da empresa internacional de pesquisa, Trendwatching. Nesse contexto, soluções regenerativas, que não apenas reduzem, mas compensam impactos, funcionam como um “antídoto” emocional, ampliando a noção de compromisso e pertencimento.

A venda, contudo, depende de dados concretos. Por isso, estudos de eficiência energética, redução no uso de água, impacto em resíduos e emissões tornam-se essenciais para tangibilizar benefícios, embasar a comunicação e fornecer argumentos técnicos aos corretores. “Não produzimos estudos para ficarem na gaveta. São dados claros e mensuráveis que ajudam tanto na comunicação quanto na tomada de decisão”, destaca o especialista.

Sustentabilidade como valor, não apenas diferencial

Ainda que nem todos os consumidores estejam dispostos a pagar mais por esse tipo de produto, a decisão entre dois imóveis de mesmo preço já está praticamente definida: vence o que entrega atributos sustentáveis. A recorrência crescente de eventos climáticos extremos tende a consolidar esse comportamento nos próximos anos.

Assim, a sustentabilidade deixou de ser um acessório e tornou-se parte estrutural da percepção de qualidade, da redução de custos, do bem-estar e da valorização futura. O mercado de alto padrão não apenas reconhece esse movimento, como ajusta sua oferta para permanecer competitivo.