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Pátio Batel recebe etapa da corrida Santander Track&Field Run Series em Curitiba

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Pátio Batel recebe etapa da corrida Santander Track&Field Run Series em Curitiba

Marcada para o dia 1° de março, domingo, prova promovida pela TFSports contará com percursos de 5 e 10 quilômetros e já está com inscrições abertas

O Pátio Batel se prepara para receber mais uma edição do Santander Track&Field Run Series 2026, considerado o maior circuito de corridas de rua da América Latina em número de provas. A etapa Pátio Batel acontece no domingo, 1° de março, e contará com percursos de 5 e 10 quilômetros, reunindo corredores de diferentes perfis, desde iniciantes até atletas de alta performance. Com a primeira largada prevista às 6h30, após preparação no estacionamento do shopping, o evento transforma Curitiba em um ponto de encontro estratégico para a comunidade de corredores.

O circuito se destaca por oferecer uma experiência completa que une performance, segurança e uma conexão profunda com a comunidade local, passando pelo Batel e bairros próximos, antes de retornar para a conclusão da corrida no mesmo local da largada, na Rua Hermes Fontes, onde os participantes serão recebidos com premiação no átrio do shopping no Piso L1, e ativações de parceiros e música com DJ.

As inscrições estão disponíveis exclusivamente pela TFSports, plataforma que promove e integra todo o ecossistema de eventos e experiências de bem-estar da Track&Field, onde os interessados podem consultar informações detalhadas sobre distâncias, horários e outros serviços oferecidos na prova. Todos os atletas inscritos recebem um kit exclusivo Track&Field, que inclui uma bag personalizada, camiseta thermodry e gifts de parceiros estratégicos. Ao cruzar a linha de chegada e concluir o desafio, os corredores garantem também uma medalha colecionável.

A retirada dos kits será realizada entre os dias 26 e 28 de fevereiro, diretamente na loja Track&Field do Pátio Batel, proporcionando conveniência e um primeiro contato dos atletas com o ambiente do evento. O horário de atendimento para a retirada será das 10h às 22h. Para quem não for correr, o Pátio Batel funcionará normalmente no domingo (1) da corrida, das 14h às 20h (e praça de alimentação das 11h às 22h).

Cronograma e Serviço- Santander Track&Field Run Series Pátio Batel

Data da prova: 1° de março

Local: Pátio Batel – Av. do Batel, 1868 – Batel, Curitiba – PR.

Horário: Primeira largada às 6h30.

Retirada de kits: 26 a 28 de fevereiro, na loja Track&Field Pátio Batel (Piso L1, em frente ao Concierge).

Inscrições: App TFSports ou pelo site www.tfsports.com.br 

Sobre a TFSports

A TFSports é a plataforma de bem-estar da Track&Field que promove eventos e conecta pessoas a profissionais, produtos e serviços ligados a um estilo de vida ativo e saudável. No terceiro trimestre de 2025, a plataforma realizou 1.302 eventos, atraindo 146,3 mil inscritos. Atualmente, conta com uma base sólida de mais de 1,1 milhão de usuários e 8,8 mil treinadores cadastrados, consolidando-se como um hub essencial para o ecossistema de wellness.

Sobre a Track&Field

A Track&Field é uma das líderes no segmento de wellness no Brasil, com a missão de conectar pessoas a um estilo de vida saudável por meio de experiências e produtos de alta qualidade. Ao final do terceiro trimestre de 2025, a companhia alcançou a marca de 417 lojas, sendo 55 próprias e 362 franquias, incluindo expansão internacional com duas unidades em Portugal. Presente em 176 cidades e 26 estados, a rede emprega mais de 1.700 colaboradores diretos e mobiliza cerca de 2.100 profissionais em suas franquias.

Sobre o Pátio Batel

Entretenimento, cultura, lazer e compras em um local singular de Curitiba. O Pátio Batel é o único shopping do segmento luxo do Sul do Brasil, contando com aproximadamente 190 estabelecimentos, sendo 72 lojas exclusivas, como Prada, Burberry, Gucci, Hugo Boss, Louis Vuitton e Tiffany & Co. Em seus 11 anos de história, a marca Pátio Batel se posiciona como “única em todos os sentidos”: um espaço para ser acolhido em uma experiência de bem-estar, moda e luxo.

Natura é a empresa de beleza mais sustentável da América Latina, segundo o S&P Global Sustainability Yearbook 2026

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Natura é a empresa de beleza mais sustentável da América Latina, segundo o S&P Global Sustainability Yearbook 2026

Organização alcança a 4ª posição global no setor de Cuidados Pessoais e supera a média da indústria, reforçando sua estratégia de regeneração e governança corporativa

A Natura está entre os destaques do S&P Global Sustainability Yearbook 2026, uma dos mais prestigiados reconhecimentos de sustentabilidade corporativa do mundo. A empresa consolidou sua liderança em ESG na América Latina e alcançou a 4ª posição entre os líderes globais do setor de Personal Products, superando gigantes internacionais e concorrentes diretos.

O reconhecimento é fruto do desempenho da Natura no Corporate Sustainability Assessment (CSA) de 2025, onde a empresa atingiu a pontuação inédita de 79/100. O resultado que reconhece a empresa como Industry Mover, um selo para aquelas que demonstram uma das maiores evoluções em suas práticas.

“Este reconhecimento chancela a consistência da Natura em suas ações, sempre alinhada à estratégia de se tornar um negócio 100% regenerativo até 2050”, afirma Ana Costa, vice-presidente de Sustentabilidade, Jurídico e Reputação. “A solidez da nossa liderança também é comprovada no âmbito do CSA, que atua como um mecanismo fundamental de transparência e mensuração, especialmente para empresas de capital aberto, e demonstra nossa liderança também em boas práticas de governança corporativa”, completa.

Para a edição de 2026 do S&P Global Sustainability Yearbook, mais de 9.200 companhias foram avaliadas no CSA de 2025. Desse universo, apenas 848 companhias, abrangendo 59 segmentos distintos, foram selecionadas entre as de melhor desempenho para inclusão no Anuário.

Destaques nas Dimensões ESG

A avaliação da S&P Global, que serve como termômetro de sustentabilidade para investidores globais, destacou a performance da Natura em dimensões críticas para o planeta e a humanidade, como crise climática e biodiversidade. A empresa obteve pontuações máximas em tais fatores, o que reflete sua liderança na sociobioeconomia amazônica,onde a Natura opera há mais de 25 anos em parceria com mais de 10 mil famílias agroextrativistas, e pioneirismo no uso de energia limpa em operações e logística. O compromisso com a justiça climática e o impacto social também foi reforçado pela atuação na COP30, que aconteceu pela primeira vez na Amazônia, em Belém, Pará.

Além disso, a empresa posicionou-se como Early Adopter dos padrões globais IFRS S1 e S2, elevando o nível de transparência financeira em sustentabilidade.

Sobre o S&P Global Sustainability Yearbook

O anuário distingue as empresas que demonstram os melhores desempenhos em critérios ambientais, sociais e de governança (ESG) em seus respectivos setores. A metodologia CSA avalia como as corporações gerenciam riscos e oportunidades, servindo como base para índices globais de investimento, como o Dow Jones Sustainability Index.

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. É a companhia de melhor reputação do Brasil e a mais responsável em ESG pelo ranking Merco há 11 anos consecutivos. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura é pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br 

Transformação do mercado de trabalho: a busca pelo talento jovem que saiba trabalhar com inteligência artificial cresce globalmente

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Transformação do mercado de trabalho: a busca pelo talento jovem que saiba trabalhar com inteligência artificial cresce globalmente

Até 2030, cerca de 70% das atividades profissionais poderão ser impactadas pela automação ou pela inteligência artificial

A forma como jovens profissionais ingressam no mercado de trabalho está passando por uma das transformações mais profundas das últimas décadas. A inteligência artificial (IA), que por muito tempo foi vista apenas como uma ferramenta de apoio, já substitui atividades rotineiras e está redefinindo os critérios de empregabilidade. Hoje, não basta apenas aprender e executar tarefas: é preciso pensar estrategicamente e utilizar a tecnologia para gerar valor real aos negócios.

De acordo com um estudo da McKinsey Global Institute, até 2030 cerca de 70% das atividades profissionais poderão ser impactadas pela automação ou pela inteligência artificial, exigindo dos trabalhadores habilidades mais complexas, como pensamento analítico, capacidade de resolução de problemas e adaptação constante a novas tecnologias.

Os modelos tradicionais de entrada no mercado, baseados em cargos júnior focados em tarefas operacionais e aprendizado gradual, se tornam cada vez menos suficientes. Para o consultor de carreira da ESIC Internacional, Alexandre Weiler, a mudança é estrutural e exige uma nova postura dos profissionais desde o início da carreira. “O mercado já não valoriza tanto a execução de tarefas repetitivas. A inteligência artificial faz isso com mais rapidez e precisão. O que as empresas buscam hoje são profissionais que pensem estrategicamente, saibam trabalhar com dados e IA desde o primeiro dia e consigam conectar tecnologia com objetivos de negócio”, afirma Weiler.

Apesar dos desafios, o especialista ressalta que essa transformação também representa uma oportunidade inédita para quem está entrando no mercado. Segundo ele, a capacidade de aprender rapidamente e de se adaptar a novas ferramentas tende a ser mais valorizada do que a experiência tradicional acumulada ao longo dos anos. Além disso, o domínio prático de inteligência artificial e soluções digitais amplia a empregabilidade de profissionais em início de carreira, tornando-os mais competitivos mesmo com menor tempo de atuação.

Essa tendência é reforçada por dados do Fórum Econômico Mundial, que aponta que mais de 50% dos trabalhadores em todo o mundo precisarão passar por algum tipo de requalificação até 2027 para atender às novas demandas do mercado.

Para Weiler, esse movimento também impõe um papel estratégico às instituições de ensino superior e programas de especialização, que precisam ir além do conteúdo tradicional. “As universidades devem antecipar tendências e preparar os alunos para um mercado em que a tecnologia não é apenas uma ferramenta, mas um diferencial competitivo. Isso passa por currículos atualizados, metodologias baseadas na resolução de problemas reais e uma conexão cada vez maior com empresas que já utilizam inteligência artificial no dia a dia”, explica.

Como se preparar para a transformação do mercado de trabalho

Segundo o consultor da ESIC Internacional, alguns pontos são essenciais para profissionais que desejam se manter relevantes nos próximos anos:

• Desenvolver familiaridade prática com ferramentas de inteligência artificial e análise de dados;

• Investir em aprendizagem contínua e atualização constante de competências;

• Fortalecer habilidades analíticas, pensamento crítico e visão estratégica;

• Buscar formações que integrem tecnologia, negócios e aplicação prática;

• Estar aberto a novos formatos de trabalho e funções híbridas.

Curitiba recebe o 1º Circuito Nacional Surf Center, marco do surf indoor no Brasil

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Curitiba recebe o 1º Circuito Nacional Surf Center, marco do surf indoor no Brasil

Competição acontece nos dias 15 e 22 de março e inaugura modelo inédito de circuito nacional em clubes com arbitragem federada

O avanço das piscinas de ondas e a consolidação do surf como modalidade olímpica impulsionam uma nova fase do esporte no Brasil, agora também longe do litoral. Nos dias 15 e 22 de março, Curitiba será palco da etapa inaugural do 1º Circuito Nacional Surf Center, considerado o primeiro grande circuito nacional de surf indoor estruturado no modelo de clubes no país.

A competição será realizada em piscina de ondas indoor e aquecida, reunindo atletas e praticantes do esporte de diferentes níveis técnicos e faixas etárias em um ambiente projetado para o alto rendimento. A iniciativa reforça o protagonismo da capital paranaense no cenário esportivo e amplia o acesso competitivo ao surf em regiões urbanas.

O 1º Circuito Nacional Surf Center é organizado pela Surf Center, com realização da Associação dos Surfistas de Cristo do Paraná, acompanhamento da Federação Paranaense de Surf e apoio da Prefeitura Municipal de Curitiba.

Modelo inédito e expansão nacional

Esta primeira etapa contempla exclusivamente os sócios ativos da unidade de Curitiba e marca o início de um projeto nacional. A proposta prevê ainda uma segunda etapa envolvendo as unidades de Ribeirão Preto e São Paulo, culminando em uma finalíssima nacional que oficializa o circuito como o primeiro campeonato indoor estruturado em âmbito nacional dentro do ecossistema Surf Center.

A expectativa é que, com a expansão para futuras unidades, o circuito se consolide como um campeonato nacional de clubes, integrando diferentes cidades e fortalecendo o desenvolvimento técnico do surf em ambiente urbano. A Surf Center planeja lançar mais 20 novos clubes de surf pelo país, até 2032, em cidades como Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Goiânia e Porto Alegre

O movimento acompanha uma tendência global de crescimento das ondas artificiais e da profissionalização do surf indoor, que vem ganhando relevância como ferramenta de formação de atletas e democratização do esporte.

Estrutura competitiva com arbitragem federada

O 1º Circuito Nacional Surf Center foi concebido para oferecer uma experiência competitiva de alto nível, com critérios claros de julgamento, estrutura profissional e foco na evolução técnica dos participantes. O campeonato será dividido em fases classificatórias, repescagens e finais organizadas por categorias técnicas. O formato garante que todos os atletas tenham mais de uma participação na água ao longo da competição, ampliando as oportunidades de desempenho e consistência técnica.

Segundo Vilson Balioli, cofundador da Surf Center, o evento representa um novo capítulo para o surf indoor no país.“Estamos muito orgulhosos de lançar a primeira edição do Circuito Nacional Surf Center. Construímos um formato que valoriza o atleta, garante mais tempo de água e proporciona uma experiência competitiva justa e profissional dentro de uma piscina de ondas. É um marco importante para o desenvolvimento do surf indoor no Brasil.”

O quadro de arbitragem será composto por profissionais vinculados à Federação Paranaense de Surf e à associação local, seguindo as regras oficiais do surf brasileiro. As ondas serão avaliadas em escala de 0 a 10 pontos, considerando critérios como grau de dificuldade, variedade e combinação de manobras, fluidez, velocidade, potência, controle e aproveitamento da onda. 

Programação e inscrições

No dia 15 de março acontecem as classificatórias masculinas, com primeira fase pela manhã e repescagem no período da tarde. No dia 22 de março entram na água as categorias femininas pela manhã, seguidas das finais à tarde, quando os quatro melhores atletas de cada categoria disputam o título da etapa Curitiba. As categorias incluem Iniciantes, Pré-Intermediário, Intermediário, Experiente e Avançados.

As inscrições são exclusivas para sócios ativos do Clube Surf Center na unidade de Curitiba. O valor da participação é de R$ 249 por atleta, incluindo estrutura técnica e arbitragem oficial. As vagas são limitadas.

UniDanitê lança Oficina de Verão no BrincaLab com customização de óculos, bolsas e bonés

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UniDanitê lança Oficina de Verão no BrincaLab com customização de óculos, bolsas e bonés

Atividade no Pátio Batel estimula criatividade e estilo das crianças durante a estação mais divertida do ano

O verão ganhou ainda mais cor e criatividade no BrincaLab, espaço infantil da UniDanitê localizado no Pátio Batel. A marca acaba de lançar a Oficina de Verão, uma experiência lúdica em que as crianças podem customizar acessórios típicos da estação, como óculos de sol, bolsas de praia e bonés, transformando cada peça em um item único e cheio de personalidade.

Durante a atividade, os pequenos escolhem entre diferentes modelos e materiais decorativos para criar combinações exclusivas, explorando cores vibrantes, aplicações, adesivos, pedrarias e outros elementos seguros e adequados à faixa etária. A proposta é estimular a imaginação, a coordenação motora e o senso estético de forma leve e divertida.

“O verão é uma estação que convida à liberdade, à expressão e à alegria. Pensamos em uma oficina que permitisse às crianças criarem seus próprios acessórios para aproveitar a temporada com estilo e criatividade, além de levarem para casa uma peça feita por elas mesmas”, destaca a fundadora da UniDanitê e idealizadora do BrincaLab, Daniele Lacerda Poploski.

Com duração aproximada de 20 minutos, a Oficina de Verão proporciona um momento de criação individual e cheia de significado. Após a customização dos acessórios, as crianças podem permanecer brincando no ambiente do BrincaLab, com a contagem de tempo seguindo a tabela tradicional do espaço.

A Oficina de Verão acontece todos os dias e em todos os horários, por ordem de chegada, e é uma opção leve e criativa para integrar arte, diversão e memórias afetivas durante as férias. Também é possível levar a diversão para casa: a oficina de verão integra o menu de oficinas realizadas nas recreação em festas e eventos particulares da UniDanitê, referência em recreação e entretenimento infantil em Curitiba

UniDanitê BrincaLab – Pátio Batel

Avenida do Batel, 1868 – Piso L3

Funcionamento diário:

Valores do espaço: R$50, por 30 minutos, R$75, por uma hora, com permanência adicional de R$15, a cada 15 minutos de segunda a quinta-feira e R$20, de sexta a domingo.

www.unidanite.com.br | @unidanite

Consumidor entra na era da exaustão digital e obriga marcas a reverem estratégias

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Consumidor entra na era da exaustão digital e obriga marcas a reverem estratégias

Excesso de estímulos online reduz atenção, aumenta cansaço e muda comportamento de consumo; 85% da publicidade digital recebe menos de 2,5 segundos de atenção ativa dos usuários

O ambiente digital, que por anos foi sinônimo de oportunidade de engajamento, passa a revelar um novo desafio para as marcas: a exaustão da atenção do consumidor. A saturação de conteúdos, notificações, anúncios e estímulos constantes nas plataformas digitais vem provocando mudanças profundas na forma como as pessoas consomem informação e tomam decisões de compra.

Segundo o especialista em marketing e estratégias de negócios Frederico Burlamaqui, 2026 será o ano em que as empresas precisarão reconhecer que não basta estar presente digitalmente, é necessário ser relevante e estratégico. “O consumidor hoje tem menos tempo, menos paciência e mais alternativas de estímulo do que nunca. Para se destacar, as empresas precisam pensar além da saturação digital e priorizar experiências que respeitem a atenção do público”, afirma Burlamaqui.

O estudo “Hacking the Attention Economy”, realizado pela VCCP Media em parceria com a Amplified, aponta que 85% da publicidade digital recebe menos de 2,5 segundos de atenção ativa dos usuários, tempo considerado insuficiente para gerar lembrança consistente de marca.

Outro levantamento, o Digital Life Survey 2025, do Human Clarity Institute, identificou que mais da metade dos usuários relata se sentir cansado ou exausto após longos períodos online. O estudo aponta ainda que 50% das pessoas relatam exaustão depois de mais de quatro horas conectadas e 70% afirmam que longos períodos de atividade digital geram desgaste e redução de foco. Esses dados reforçam o avanço da chamada fadiga digital, fenômeno caracterizado pela sobrecarga de estímulos e pela dificuldade crescente de manter atenção contínua em ambientes virtuais.

Impactos no marketing e no consumo

De acordo com Burlamaqui, os efeitos da exaustão digital já são perceptíveis na performance das marcas e na forma como o público interage com conteúdos e anúncios. Há redução do tempo de atenção e aumento da rolagem automática nos feeds, o que diminui a absorção real das mensagens. As taxas médias de engajamento tendem a cair quando o conteúdo é genérico ou excessivamente frequente, enquanto o custo por aquisição sobe, já que é necessário investir mais para conquistar a mesma atenção de antes. Ao mesmo tempo, o consumidor se torna mais seletivo, ignorando comunicações repetitivas ou pouco relevantes e demonstrando maior interesse por experiências presenciais, eventos e interações mais humanas.

Para o especialista, o consumidor aprende rapidamente a filtrar estímulos. “Quando tudo é urgente, nada é relevante. O público passa a ignorar automaticamente o que não faz sentido para ele.”

O que muda em 2026

Burlamaqui acredita que 2026 marcará uma transição importante na estratégia das empresas. O foco deixa de ser a presença massiva em múltiplos canais e passa a priorizar intenção, clareza e profundidade. Em vez de produzir conteúdo em alta frequência apenas para manter visibilidade, as marcas precisarão investir em mensagens mais consistentes, alinhadas ao posicionamento e ao momento do consumidor.

A construção de experiências significativas, tanto no ambiente digital quanto fora dele, ganha relevância diante da busca por conexões mais humanas e menos automatizadas. Estratégias baseadas em engajamento qualificado tendem a substituir a obsessão por métricas superficiais, como volume de visualizações ou seguidores. “Estamos vivendo uma transição da economia da atenção para a economia do significado. Marcas que entenderem isso primeiro terão vantagem competitiva. As que insistirem em barulho e volume podem enfrentar custos cada vez maiores para resultados cada vez menores”, conclui o especialista.

Fevereiro Laranja reforça alerta para leucemia e importância da doação de medula óssea

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Fevereiro Laranja reforça alerta para leucemia e importância da doação de medula óssea

Campanha nacional chama atenção para o diagnóstico precoce e a ampliação do número de doadores; Brasil deve registrar cerca de 11,5 mil novos casos da doença por ano

Fevereiro Laranja mobiliza instituições de saúde em todo o país para conscientizar a população sobre a leucemia, um tipo de câncer que afeta as células sanguíneas e a medula óssea e que segue entre os mais relevantes desafios da saúde pública brasileira. Segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar, em 2026, cerca de 11,5 mil novos casos da doença por ano. A campanha reforça a importância do diagnóstico precoce, da atenção aos sinais de alerta e do aumento do número de doadores voluntários de medula óssea, fatores decisivos para ampliar as chances de cura e sobrevida dos pacientes.

A leucemia não é uma doença única, mas um conjunto de diferentes subtipos, com comportamentos clínicos distintos. “Existem leucemias de evolução rápida e outras mais lentas, mas todas exigem atenção imediata aos primeiros sinais”, explica a médica hematologista Dra. Caroline C. Bernardi, do Centro de Oncologia do Paraná (COP). Entre os sintomas que merecem investigação estão cansaço persistente, palidez, febre recorrente, infecções frequentes e hematomas sem causa aparente.

O diagnóstico precoce é um dos principais aliados no enfrentamento da doença. Exames simples, como o hemograma, podem levantar a suspeita inicial, que deve ser confirmada por avaliação especializada. O tratamento pode incluir quimioterapia e, em alguns casos, o transplante de medula óssea. “Quanto mais cedo a leucemia é identificada, maior a probabilidade de resposta favorável às terapias disponíveis. O tempo entre o surgimento dos sintomas e o diagnóstico pode ser determinante no desfecho clínico”, reforça a especialista.

Casos de grande visibilidade também ajudam a ampliar o alcance da informação. A influenciadora Fabiana Justus, atualmente embaixadora da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), foi diagnosticada com leucemia mieloide aguda após apresentar sintomas como dor e febre. Após tratamento intensivo e transplante de medula óssea, ela passou a usar sua visibilidade para conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce e do acesso rápido ao tratamento especializado. “Histórias como essa mostram como informação e agilidade no atendimento podem salvar vidas”, destaca Dra. Caroline.

Além da conscientização, o Fevereiro Laranja reforça o apelo pela ampliação do número de doadores cadastrados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME). A compatibilidade entre doador e paciente é rara, o que torna cada novo cadastro fundamental. “Cada pessoa que se cadastra representa uma nova chance para quem está aguardando um transplante. O engajamento da sociedade é essencial para superar esse desafio”, afirma a hematologista.

Quem pode se cadastrar como doador de medula óssea no REDOME

• Ter entre 18 e 35 anos

• Estar em bom estado geral de saúde

• Não ter doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue ou doenças hematológicas

• Realizar o cadastro em um hemocentro autorizado, com coleta de uma pequena amostra de sangue

Mais informações estão disponíveis no site: redome.inca.gov.br/doadores

Uma revolução educacional: a tecnologia como estratégia de negócio

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*Por Maurício Zanforlin

Se há poucos anos a previsão de que a educação se tornaria um dos setores mais transformados pela tecnologia soava ousada, hoje ela se confirma em ritmo acelerado. De acordo com o levantamento Startup Landscape: EdTech 2024, da Liga Ventures, o Brasil conta atualmente com 423 startups de tecnologia educacional ativas, com forte presença nos segmentos de educação corporativa, capacitação profissional, formação tecnológica e conteúdos educacionais. Já o EdTech Report 2025, da Distrito, indica que o país concentra mais de 47% das mais de 1.300 EdTechs da América Latina, consolidando sua liderança regional.

Essa evolução demonstra que a integração entre educação e tecnologia deixou de ser diferencial competitivo para se tornar requisito básico. Não se trata apenas de equipar salas de aula com dispositivos ou garantir acesso à internet: o verdadeiro desafio está em utilizar esses recursos para ampliar o alcance, personalizar a aprendizagem, criar experiências mais engajadoras e, acima de tudo, reduzir desigualdades educacionais.

Para que isso ocorra, a estratégia de negócios de instituições e empresas do setor precisa estar alinhada a uma visão de longo prazo, que una inovação e impacto social. A conexão entre startups e organizações consolidadas já vem despertando interesse de investidores e resultando no desenvolvimento de soluções que repensam desde metodologias de ensino até modelos de gestão educacional.

O levantamento da Liga Ventures aponta ainda que 13% das EdTechs brasileiras já utilizam inteligência artificial em soluções como tutores virtuais, personalização de conteúdos e avaliações adaptativas. Os modelos de negócio variam entre venda direta, clubes de assinatura e marketplaces, com forte presença tanto no ensino básico quanto no ensino superior. Mas a questão central vai além da tecnologia ou da receita: como garantir que a inovação esteja a serviço de uma educação mais acessível e de qualidade?

No cenário atual, diversas iniciativas mostram como a tecnologia pode transformar a experiência de aprendizagem e a gestão escolar. Plataformas adaptativas já empregam IA para criar trilhas de estudo personalizadas, ajustando conteúdos ao ritmo e às necessidades de cada aluno. Soluções de avaliação e feedback oferecem relatórios detalhados e indicadores de desempenho, permitindo que educadores tomem decisões mais assertivas e intervenham no momento certo. No campo da gestão, superapps centralizam comunicação, tarefas administrativas e acompanhamento pedagógico, facilitando a rotina das escolas e fortalecendo a relação com famílias e comunidades. Há também tecnologias voltadas ao desenvolvimento de competências específicas, como leitura, escrita e produção de conteúdo, que utilizam métodos interativos e dados para potencializar o aprendizado.

O momento é decisivo: a revolução educacional já está em curso e seu sucesso dependerá da capacidade de equilibrar tecnologia, propósito e qualidade. Conduzida de forma consciente e ética, essa transformação poderá gerar, mais cedo do que imaginamos, impactos positivos que ultrapassem os muros das instituições e alcancem a sociedade como um todo.

*Maurício Zanforlin é CEO do Grupo Marista.

Unipreço doa 1.800 autotestes de dengue para Guaratuba

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Unipreço doa 1.800 autotestes de dengue para Guaratuba

Como parte de seu compromisso contínuo com a saúde pública e o cuidado com a comunidade, a Farmácia Unipreço realizou nesta terça-feira, 24 de fevereiro, uma ação social voltada ao enfrentamento da dengue no litoral paranaense. A rede fez a doação de 1.800 autotestes de dengue ao município de Guaratuba, reforçando sua atuação próxima à população e sua identidade institucional expressa no conceito sangue verde.

Mais do que uma referência à cor da marca, o sangue verde traduz um valor que faz parte do DNA da empresa: vestir a camisa do cuidado, da responsabilidade social e da atenção às necessidades das comunidades onde a rede está presente. A iniciativa representa, na prática, esse compromisso, fortalecendo o apoio às ações de diagnóstico e combate à dengue no município.

A entrega dos exames foi realizada diretamente à Secretaria Municipal de Saúde de Guaratuba, responsável pela destinação e utilização dos testes conforme as estratégias locais de diagnóstico e combate à doença. A ação contou com o acompanhamento da gerente da unidade local, Muriel Aparecida Moraes da Silva de Oliveira, simbolizando o envolvimento direto da operação da rede com as demandas da comunidade.

A iniciativa ocorre em um momento em que a dengue segue como uma das principais preocupações de saúde pública no País, especialmente em regiões de maior circulação sazonal. Ao viabilizar o acesso a exames de triagem, a Unipreço contribui para o fortalecimento das ações preventivas, para a ampliação das possibilidades de diagnóstico precoce e para o suporte às autoridades sanitárias locais.

Mais do que uma doação pontual, a ação integra a filosofia da rede de varejo de manter uma presença ativa e responsável nas cidades em que atua, reafirmando que responsabilidade social e proximidade com a população são pilares permanentes de sua identidade institucional.

Dia da Ressaca: quando a cura vira experiência e o copo vira ritual

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Dia da Ressaca: quando a cura vira experiência e o copo vira ritual

Dia 28 de fevereiro é oficialmente o Dia da Ressaca, essa experiência que atravessa gerações, domingos e mensagens de “nunca mais bebo” enviadas aos amigos mais próximos. E se antes a cura vinha em forma de café forte, água de coco e silêncio, hoje ela ganhou novos contornos, mais criativos, mais sensoriais e, claro, mais interessantes.

Não por acaso, bares autorais como o Olga transformam a ressaca em narrativa. Aqui, ela não é combatida, é acolhida. O conceito da botica bar brinca com a ideia ancestral de que certos sabores, misturas e rituais têm poder quase terapêutico. Não no sentido médico, mas naquele lugar simbólico onde o corpo pede pausa, o humor pede ironia e a noite pede continuidade.

No cardápio do Olga, as chamadas “curas” aparecem como sopas, tônicos, garrafadas e elixires que misturam técnica de alta coquetelaria com memória afetiva. São drinks que carregam nomes sugestivos, ingredientes botânicos, infusões improváveis e aquela sensação de que alguém pensou exatamente em você quando decidiu que sim, dava para sair mesmo estando levemente acabado.

A Sopa de Tomatillo, releitura do Bloody Mary com tomate artesanal, conversa diretamente com o clássico remédio de ressaca. O Digestão, um tônico com vodka infusionada em louro, parece feito para quem quer acreditar que está se cuidando. Já o Cura X, servido como elixir, entrega exatamente o que promete no nome, nem que seja apenas em forma de conforto emocional.

Essa ideia de “cura” aparece no Olga muito mais como brincadeira e convite ao equilíbrio do que como promessa. O bar assume que beber bem não é sobre excesso, mas sobre saber o caminho, escolher a dose certa, o momento certo e a experiência certa.

Para Julio Perbichi, responsável pela coquetelaria da casa, tudo passa por consciência e prazer. “Não é a dose que ‘mata’, é a falta de atenção ao caminho. Quando você entende o que está bebendo, respeita o seu ritmo e escolhe bem a experiência, tudo flui melhor. A ideia do Olga é essa, criar drinks que acompanhem a noite, não que atropelem ela”, explica.

Esse olhar traduz um comportamento cada vez mais presente. O público não quer apenas beber, quer vivenciar, entender a história por trás do copo, rir de si mesmo e transformar até a ressaca em parte do ritual social. É menos drama, mais humor, menos exagero, mais intenção. No Olga, prazer e pausa convivem na mesma mesa, sempre com leveza e ironia.

O Olga acerta ao transformar esse momento pós exagero em algo quase lúdico. A fachada escondida, o clima de laboratório antigo, os objetos fora de lugar e os drinks com nomes de botica criam um espaço onde a noite não precisa ser perfeita, só precisa ser boa o suficiente para virar história no dia seguinte.

No fim, o Dia da Ressaca vira só mais um pretexto para celebrar uma tendência cada vez mais clara, bares que entregam narrativa, humor e memória, onde até o cansaço vira parte da experiência. Porque, convenhamos, se for para curar a ressaca, que seja com um bom drink, uma boa história e a sensação de que alguém pensou nisso tudo antes de você chegar.

Funcionamento e reservas

Com proposta de acesso limitado e clima de exclusividade, o Olga funciona em dias e horários comunicados pelas redes sociais. A capacidade éá de aproximadamente sessenta pessoas por noite, e as reservas são recomendadas para garantir a experiência completa.

O Olga chega para unir história, técnica, memória e humor em um só lugar. A casa é uma homenagem à boticária que acreditava que sabores e encontros poderiam curar o que pesa na rotina. Agora, essa filosofia ganha uma nova interpretação em pleno centro de Curitiba.

Serviço:

Olga

Endereço: Vicente Machado, 664

Horários: quinta, sexta e sábado das 19h à 01h

Reservas recomendadas – https://encurtador.com.br/pniB

Instagram: @olgaspeakeasy